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Mercúrio

1ª Edição Ano I Julho/2012

Você conhece Roller Derby? Descubra o esporte que está fazendo sucesso entre as garotas da Baixada Santista.

Baixada homossexual: Ainda há preconceito na região?

Conheça as bandas novas da Baixada Santista

Cinemas: O que vai rolar no segundo semestre?


Índice

Clique no quadro para ir direto para a página desejada.

Editorial 4 Quem faz a mercúrio? 5 O que eles pensam? 6 Livros 10 Filmes 14 Música 18


Mercúrio Moda 18 Esportes 26 Videogame 36 GLS 40 Gastronomia 46 Mande sua sugestão para as próximas edições: revistamercurio@gmail.com


Editorial

Olá! Fazer uma revista e um Trabalho de Conclusão de Curso são coisas bem parecidas. Os dois começam com grandes sonhos que se tornam realidade, ou que são adaptados para ela. A Mercúrio nasceu como uma revista digital e como um produto para um TCC. Dois jovens jornalistas tentando falar sobre a nossa região, a Baixada Santista, para quem mora nela. O produto de meses de pesquisa, trabalho e até mesmo um pouco de diversão você pode conferir nas próximas páginas. Foi um prazer desenvolver as matérias dessa revista e esperamos que seja um prazer para o leitor conferir o nosso trabalho. Abraços Denise Barros Editora-chefe


Quem faz a Mercúrio? Lupa Charleaux Jornalista, nerd e Poppunker. Esses adjetivos descrevem perfeitamente o Lupa. Aquele típico cara perfeccionista que se esforça para fazer o melhor. Seja escrevendo sobre bandas de rock da região ou skate. Denise Barros Jornalista, nerd e viciada em moda. Não é fácil curtir moda e Star Wars, mas a Denise faz um esforço. Viciada em revistas, internet e blogs essa sagitariana adora se reinventar e adora escrever sobre qualquer coisa.


O que eles pensam? Mudar o corte do cabelo não é uma decisão fácil. Primeiro por que as mulheres são realmente apegadas a suas melenas. Segundo, por medo das reação masculina. A Mercúrio mostrou para três jovens as fotos de duas atrizes que sempre radicalizam no visual e perguntou: “O que vocês acharam?”


Convidamos os jornalistas Ivan De Stefano e Bruno Santana, e o Analista de Tecnologia da Informação João Gabriel para comentarem os cortes de duas atrizes. Começamos com a eterna musa do Harry Potter, Emma Watson, que radicalizou cortando seus cabelos bem curtinhos, mas que infelizmente precisou voltar para o visual antigo de Hermione Granger.

E a opinião deles?

Ivan: Prefiro o segundo corte. Na primeira foto, o rosto fica mais aparente. Mas na segunda, ela está bem mais feminina e mais jovem. Bruno: Apesar de pensar que o segundo corte deixou ela com cara de garota, o primeiro corte quebra a imagem de “eterna Hermione” que a Emma tem. Portanto, acho válido o primeiro corte. João: Quando ela apareceu com o corte da primeira foto foi um “susto” para todo mundo que estava acostumados com o cabelo comprido dela nos filmes. Ela é uma das poucas mulheres, digamos assim, que consegue ficar bem com os dois tipos de cabelo. Eu gostei desse corte dela, deixou-a mais adulta e passa seriedade. A segunda foto é um cabelo que estamos mais acostumados a ver, pelo menos nela, comprido e ondulado.


Agora pedimos para os garotos comentaram os três looks completamente diferentes da atriz Ginnifer Goodwin. A interprete da Branca de Neve no seriado “Once Upon a Time”. Ivan: Nesse caso também prefiro a segunda foto. O cabelo comprido não ficou muito bom. Assim como o corte da terceira foto que deixou ela com uma cara de bem mais velha.

E a opinião deles?

Bruno: Ela não parece natural com o terceiro corte. Já o segundo a deixou com cara de mulher decidida. O primeiro, não tem conversa, muito estranho. Ficou com um ar meio obscuro. João: O cabelo mais curto, eu acho que não a favoreceu. Apesar de ser um penteado mais “jogado”, eu achei que as orelhas não ajudaram. Já o cabelo da segunda foto de todos eu achei o melhor nela. Não tão comprido e tampa parte da orelha, não esconde parte do rosto dela, o que é o caso da terceira foto. Como disse, o cabelo comprido desfavoreceu pelo fato da franja.


Encontre novidades sobre tudo isso no Acesse: modaacinco.com.br


Dragões dançaram nas livrarias em junho O segundo semestre promete mais um volume da série de livros “As Crônicas de Gelo e Fogo”. A pr´´evenda do “A Dança dos Dragões” começou no dia 27 de junho. A série de livros de George R.R. Martin tornou-se um fenômeno no mundo inteiro e já ganhou uma adaptação feita pelo canal de televisão a cabo H.B.O. Marc Simonetti é responsável pela arte da capa. Ele criou o design das capas francesas da série. O artista comentou sobre o trabalho em seu blog: “Olá, recentemente tive a oportunidade de ilustrar a capa do quinto volume brasileiro do trono de ferro de George R.R. Martin. Eu, portanto, apresento a vocês com exclusividade”. Com o lançamento, os leitores brasileiros se equipararam aos americanos na espera pelo próximo lançamento da série.


Para ler e ouvir... Fãs de música sempre querem conhecer detalhes sobre a história de seus ídolos. Por isso as biografias lançadas por eles despertam um interesse especial para os fanáticos por música. Conhecer a história daquele artista

que faz a trilha sonora do eu dia-adia, entender por que ele escreveu suas canções e sobre sua rotina. A Mércurio destaca alguns lançamentos desse ano, com dicas de discos para ouvir junto.

Simultaneamente à passagem do Foo Fighters pelo Brasil, em abril foram lançadas duas biografias contando a história do líder da banda, Dave Grohl: ‘Nada a perder’ de Michael Heatley (240 pág, Edições Ideal) e ‘This is a Call’ de Paul Brannigan (400 pág, Leya Brasil). As duas publicações contam desde

a infância do músico, seu início na cena punk rock de Washington nos Estados Unidos, as parcerias com os mais diversos artistas. E claro, os maiores destaques dos livros são a chegada ao estrelato com o Nirvana e o Foo Fighters firmando-se como uma banda de rock. Para ler ao som de: ‘Wasting Light’ - Foo Fighters


Uma banda com mais de 30 anos de carreira, milhões de discos vendidos e influência para diversos artistas espalhados ao redor do mundo, sem dúvida tem muita história para contar. ‘Metallica - A Biografia’ (475 pág, Globo Livros) apresenta a história de quatro garotos que criaram um sub-genero do Metal, o Trash Metal. Escrito pelo Mick Wall, o livro conta a trajetória da banda. Todas as fases desde a morte do baixista Cliff Burton, aos problemas com drogas do guitarrista James Hetfield, e até terapias em grupo. Para ler ao som de: ‘‘Kill’ em All’ - Metallica Oito anos após a morte de Johnny Ramone, “Commando: the Autobiography of Johnny Ramone” chega as livrarias estrangeiras. A biografia foi escrita por meio de entrevistas dadas pelo músico. Linda Cummings (esposa de Johnny) convidou Henry Rollings, da banda Black Flag, ajudar a escrever O material apresenta a vida do lídercomandante dos Ramones e as tensões da banda. Sua infância simples em Nova York e a sua paixão por beisebol. O livro pode ser encontrado em vários sites como a Amazon. Para ler ao som de: ‘Too Tough to Die’ - Ramones


Único membro que se manteve na banda desde 1965, o co-fundador e baterista do Pink Floyd, Nick Mason conta em ‘Inside Out’ (464 pág, Escrituras Editoras) a magia ao redor do grupo. O músico apresenta ao leitor seu ponto de vista dos principais acontecimentos nos seus 40 anos de carreira. O livro é indicado para os fãs mais fanáticos do Pink Floyd, mas também para quem quer conhecer uma das bandas mais inovadoras. Além dos relatos sinceros e comentários bem humorados, o livro apresenta também fotos e outros registros do arquivo pessoal de Mason. Para ler ao som de: ‘Dark Side of The Moon’ - Pink Floyd.

Outro grupo que tem bastante história para contar é o Rage Against The Machine. Famosa por sua postura política, a trajetória do grupo liderado por Zack De La Rocha foi publicada na biografia ‘Guerreiros do Palco’ (Edições Ideal). O escritor Paul Stenning descreve a banda que mistura Rock e Rap na hora de criticar os governos e as grandes corporações. Dividido em 16 capítulos, o livro não deve se prender apenas ao contexto musical. Abordando temas que fizeram parte das composições e atitudes da banda, que se separou no ano 2000 e retornou sete anos depois. Para ler ao som de: ‘Evil Empire’ - Rage Against The Machine


Novidades nas telonas no 2º semestre

Estreias para fãs de música, ação com ‘alto teor de testoterona’, o final de um romance de vampiros e o começo de uma aventura épica da literatura mundial. Os fãs dos heróis brutamontes dos anos 80 podem comemorar o lançamento de ‘Os Mercenários 2’ em agosto. A continuação conta com a presença de atores bastante respeitados como Arnold Schwarzenegger, Bruce Willis e Chuck Norris. Além de Sylvester Stallone, produtor e roteirista, que também atua no longa metragem.


Faroeste Caboclo Em outubro, os fãs de Legião Urbana vão poder ver a história de João de Santo Cristo nas telonas. ‘Faroeste Caboclo - O Filme’ vai contar a mudança para Brasília e a vida conturbada do personagem criado por Renato Russo. Com a direção de René Sampaio, o filme terá a atriz global Ísis Valverde no papel de Maria Lúcia e Fabrício Boliveira como João. Veja os bastidores da produção:


Amanhecer: Parte 2 Esse ano os fãs da saga Crepúsculo poderão assistir nas telonas a conclusão da história de amor de Bella Swan e Edward Cullen. Na continuação do primeiro filme, a protagonista finalmente se transforma em uma vampira. A história é baseada na saga escrita por Stephenie Meyer, ‘Amanhecer: Parte 2’ estreia nos cinemas no dia 16 de novembro.


O Hobbit

Ainda no campo da literatura. O filme mais esperado do ano pelos os fãs de fantasia com certeza é ‘O Hobbit – Uma Jornada Inesperada’. Inspirada no livro “O Hobbit”, história que deu origem a trilogia ‘O Senhor dos Anéis’, ele mostra Bilbo Bolseiro em uma viagem ao lado de treze anões e o mago Gandalf rumo a Montanha Solitária. Durante o caminho, o personagem o hobbit encontra o anel responsável por grandes guerras na Terra Média. O longa, que será dividido em duas partes, está previsto para estrear no dia 14 de dezembro.


Rock com DDD 013 Santos sempre teve uma forte relação com o Rock desde a década de 60. Por conta dos marinheiros europeus, que chegavam à cidade e traziam os discos de suas bandas favoritas dos Estados Unidos e do velho continente, a Europa. Nessa época também surgiram as primeiras bandas com jovens de 17 anos, que apesar da idade

tocavam para os tripulantes dos navios em bares próximo ao porto, ou nas “bocas” como diriam os mais antigos. “Acredito que a fase das bocas é a mais romântica. Na contramão deles, tinham as bandas que tocavam Beatles nos bailes dos clubes espalhados pela orla”, comenta o jornalista Lucas


Krempel. Atualmente, ele está terminando uma pesquisa sobre o Rock em Santos, que teve início com o seu Trabalho de Conclusão de Curso. Krempel explica que durante a década de 70, o Rock esteve meio apagado na cidade. Nos anos 80, o ele renasceu com bandas com de estilos variados que iam do Trash Metal ao Pós-Punk. Nessa época nasceram as bandas Vulcano, Psychic Possessor e Harry.

Os anos 90, Hardcore e o Punk Rock tiveram vários representantes: Garage Fuzz, White Frogs, The Bombers, Safari Hamburgers são alguns nomes importantes. Eles contribuíram para que Santos recebesse o apelido de Califórnia Brasileira. A grande quantidade de bandas do mesmo estilo e o clima quente praiano gerou esse título. Nos anos 2000, os músicos investiram em estilos bem variados. Algumas chegando a fazer sucesso internacional como a Shadowside, referência dentro do Metal Melódico. Não podemos esquecer do Charlie Brown Jr., levar o nome da cidade para o resto do país. Mas o que nos interessa nessa matéria são as bandas que vem se destacando recentemente na Baixada Santista. Seja fazendo um som mais experimental, seja misturando MPB ou Hip Hop com o Rock. Ou apenas garotas, que apesar da meiguice, gostam de fazer um som mais pesado do que muito marmanjo caiçara.


Analisando Sara No final de 2006 nasceu a Analisando Sara. Com um som tão original que acabou rotulando-se de ‘Rock Experimental Caiçara’. “Eu diria que esse rótulo foi justamente para nos desprendermos dos outros”, explica Gilberto Júnior, vocalista da banda. “Como tocamos há alguns anos juntos, a soma dos cinco integrantes resulta no ‘experimentalismo’”

Em abril desse ano, a banda lançou o enigmático EP ‘6567826968738469’, o terceiro trabalho da banda. Para ouvir os outros dois EPs da banda, clique aqui. “Cada EP conquistou novas pessoas que permaneceram em nossa história até hoje”, explica Gilberto. “O que esperamos é poder somar cada vez mais com quem de alguma forma se identifica com o som que criamos”.

Ve j a o c l i p e d e ‘ Pe r i m e t r a l ’, s i n g l e d o E P ‘ 6 5 6 7 8 2 6 9 6 8 7 3 8 4 6 9 ’ :


Zebra Zebra

O Zebra Zebra sempre esteve presente na cena roqueira da Baixada Santista. Influenciados por artistas como Arctic Monkeys a Jorge Ben Jor, o vocalista Kennedy Lui explica que escreve as letras por meio dos seus diversos ‘heterônimos’. “Costumo criar personagens, que escrevem as letras. Tenho coisas escritas por homens apaixonados, por um junkie, por um hedonista, por uma lésbica. E por aí vai”.

O nome é uma referência a uma gíria futebolística criada pelo técnico Gentil Cardoso, quando acontecia algum resultado improvável. Esse é o conceito que a banda tenta buscar em suas músicas e apresentações. Eles já lançaram dois trabalhos: ‘Cabeças Novas também mofam’ (2009) e o EP ‘Agora É Que São Elas’ (2011). Ache o material na página do Soundcloud da banda.

A s s i s t a a o c l i p e d e ‘ D o i s C o p o s D ’ á g u a’ :


A Felicia é uma banda formada apenas por garotas com uma sonoridade que vai do Pop ao Hardcore e Grunge. Coisas que muitos ‘marmanjos’ até tentam fazer, porém o toque feminino facilita bastante as coisas. “É legal subir no palco, maquiada, de cabelo feito, meigas e tocar System of a Down”, comenta a vocalista Mariana Alonso. Às vezes parece que o palco fica maior quando elas estão tocando. Mas basta ouvir uma versão mais as músicas ‘Melhor Decepção’ e ‘That’s I’t, que a situação muda. Para as composições, as influências são coisas do cotidiano: “A inspiração para as letras pode

Felicia

ser qualquer coisa: Desde uma decepção amorosa até um feriado cheio na Baixada Santista. Tudo é inspiração!”, conta. Infelizmente, o ‘mundo roqueiro’ ainda é muito machista, mas a meninas do Felicia consegue driblar esses ‘problemas’. “Tudo o que é feito por mulheres tem algum de preconceito. Temos invadido cada vez mais o universo masculino, e isso ainda os incomoda um pouco. É como no mercado de trabalho, e também na música”. E Mariana completa: “Mas em geral somos muito elogiadas, e o pessoal dá uma força absurda pra gente continuar!”


Bomba Sônica

A Bomba Sônica surgiu no meio de 2011 misturando Rock com Hip-Hop, assim como o Charlie Brown Jr. O vocalista Luiz explica que o nome surgiu em um vídeo da internet. Durante em uma conversa com o baterista Ilário, eles assistiam uma matéria na qual Chorão falava sobre o lançamento do álbum ’Camisa 10 Joga Bola Até na Chuva’. “Quando nos perguntamos qual seria o nome banda, ele falou exatamente assim: Bomba Sônica, mulecada”. As letras contam muito da realidade de quem mora na região. Boas ou ruins, mas o que

faz parte do dia-a-dia das pessoas entra nas músicas. “As letras são autobiográficas. Eu sou o que componho. Eu vivo pra cantar e canto o que vivo”, conta. Luiz diz que a banda não pretende fazer algo inovador. Apenas ser diferente das bandas atuais. ”Estudamos nossas influências e na medida do possível vamos fazer do nosso jeito”, comenta o vocalista sobre as inspirações vindas do Hip-Hop, Rap e Hardcore. As bandas respónsaveis pelas aulas foram Planet Hemp, Raimundos, Dead Fish. E as inspirações paras as rimas vem dos rappers Emicida e Kamau.


Docksides ou Slippers?

Qual deles vai ganhar os seus pés?

Os docksides foram super populares na década de 80, mas com o passar dos anos eles ganharam o título de caretas. Como tudo na moda vai e volta, eles retornaram com força total e são tendência no mundo inteiro, para todas as idades! Eles têm o solado emborrachado, são amarrados com cadarços. Ideais para quem gosta de montar

looks com uma pegada navy. Você pode fazer uma brincadeira com um estilo masculino/feminino ou até mesmo criar looks com mais delicados. Abusando dos chapéus, shorts ou vestidos românticos. Enquanto no inverno você pode abusar da meia-calça e apostar em visuais mais coloridos para alegrar os dias e noites frias.


Já os Slippers têm uma história mais antiga. Eles eram usados pela família real britânica para as atividades dentro de casa. Durante muitos anos foram considerados apenas pantufas, mas agora eles receberam destaque nas passarelas internacionais e nas coleções de sapatos de várias marcas. Eles foram repaginados e com um design mais feminino.

Ganharam brilhos, pedrarias, materiais e texturas diferentes para todos os gostos. A nossa dica é que você os use com shorts, calças, saias e vestidos. Tudo depende de qual look você quer vestir. Ele combina com visuais mais ‘girlie’ ou até mesmo com um jeito ‘boyfriend’, que continuará firme e forte nesse inverno e nas próximas estações.


Garotas Fantásticas Santos é uma cidade litorânea, então quando nós pensamos em esporte, logo vem a nossa mente surf, vôlei de praia, futebol de areia, slackline, tamboréu, entre outros. Mas agora as santistas descobriram um novo esporte, o Roller Derby.


O começo:

A modalidade nasceu em 1935, e basicamente consistia em corridas de resistência sobre patins, com o objetivo de completar 57 mil voltas na pista. Em 1937, o esporte passou por uma modificação. Após notarem que os movimentos mais excitantes eram justamente as colisões entre as patinadoras, a competição se tornou uma prova com atletas de ataque e defesa. O esporte passou por um declínio, mas nunca desapareceu.

Recentemente várias ligas foram formadas e ganharam espaço fora dos Estados Unidos. Elas começaram a aparecer na Europa, Oceania e até mesmo na América do Sul. Atualmente existem ligas nas regiões Norte, Centro-Oeste, Sul e Sudeste do Brasil. Em 2009, a cidade de São Paulo foi palco para a primeira liga brasileira, batizada de Ladies Of Helltown. Em 2010, alguns membros formaram outra liga, chamada de Gray City Rebels.


Nas telonas:

O filme Garota Fantástica, protagonizado por Ellen Page e dirigido por Drew Barrymore teve um papel bastante importante na difusão do esporte. Mesmo com algumas incoerências com o que acontece na quadra na vida real e a versão cinematográfica, a produção ajudou a divulgar a modalidade para meninas brasileiras que nunca tinham sequer ouvido falar sobre o Roller Derby.


A chegada na região: Santos já conta com duas equipes: as ‘Jellyfish Girls’ e as ‘Beach Zombies’”. Ambas começaram mais ou menos na mesma época, mas já contam com participantes empolgadas em difundir o esporte por todo o país. Conversamos com membros das ligas e elas contam sobre a experiência que tiveram com essa nova modalidade esportiva. Rodrigo Cabral é o coach (treinador) das Zombies, deu sua opinião sobre o que a região tem para acrescentar para o esporte. “A Baixada Santista sempre foi referência em esportes sobre patins. Então, nós temos muito potencial técnico”. Ele explica que nas competições os times devem contar com cinco jogadoras: uma atacante ( jammer), três zagueiras (blockers). Além de uma pivot, que é responsável por controlar a velocidade da equipe. Por enquanto, as duas ligas estão se dedicando a aprender os passos básicos da modalidade. Os próprios membros das equipes estão cuidando da divulgação e

coordenação dos treinamentos. O trabalho é coletivo e todos estão muito engajados e dispostos a aprender. “Todos nós sempre tentamos ajudar de alguma forma, tudo que está sobre no alcance, então temos várias funções na equipe. Mas quando estamos praticando, sou uma Derby Girl”, comentou Barbara Novaes, uma das patinadoras das Zombies.


Nenhuma das equipes da região participaram de competições, mas o intercâmbio com ligas de outras cidades é muito forte. Cristina Helena Louzada Braga, presidente das Jellyfish, nós conta como é a relação com equipes de fora.

“Temos contato virtual com quase todas as ligas brasileiras, e algumas estrangeiras. Já fizemos treinamentos com ligas de São Paulo. Já tivemos encontro com atletas de Belém do Pará, Rio de Janeiro e Curitiba”.

O caminho das pedras:

duas equipes. Pois, dificultou a importação dos patins estilo quad, peça fundamental para a modalidade. Protetores bucais, capacetes, cotoveleiras, munhequeiras e joelheiras são utilizados para garantir a segurança das atletas. Os preços dos patins são variados. Em dólar, é possível encontrar modelos adequados para treinos e competições que custam entre US$90,00 a US$300,00.

Por enquanto a maior dificuldade encontrada pelas ligas é a aquisição de materiais adequados para a prática do Roller Derby. As patinadoras explicam que os acessórios próprios para o esporte não estão disponíveis no Brasil. “Temos que importar e sai bem caro”, acrescenta Aline Santos, das Beach Zombies. O aumento do valor do dólar prejudicou os membros das


Va i d a d e e t o m b o s : O Roller Derby é um esporte no qual a estética das participantes é muito importante. Elas podem usar roupas ousadas, abusar da maquiagem nas competições. Meninas de diferentes biotipos podem entrar para as equipes. Não há restrições de peso ou altura. As equipes estão dispostas a ensinar as novas meninas a aprender a andar de patins. Muitas começaram com o Inline e tiveram que se adaptar para o modelo estilo quad, essencial para o esporte. “Não saber andar é o de menos. Temos meninas que deram os primeiros passos de patins com derby. E estão indo super bem!”, comenta Giselle Ayres. Os tombos são um detalhe a parte. No começo, é preciso se acostumar com os hematomas que vão acompanhar as atletas nos treinos e nas competições. “É preciso ter muita força de vontade e disposição. Tendo isso em mente, o resto é diversão”, conta Lina Costa, patinadora das Beach Zombies.


Um ponto importante é que o Roller Derby trata-se basicamente de um esporte em equipe. A vaidade tem um papel importante para a auto-estima das atletas. Mas o trabalho em grupo e a dedicação são importantes para as equipes. “O jogo não se resume a maquiagem e vestimentas bonitas. A força de vontade em aperfeiçoarmos uma técnica e aprendermos algo novo é o que nos move”, destaca Cristina de

Oliveira das Beach Zombies. “Não é necessário que você saiba patinar. Sua vontade em aprender te levará à perfeição”, completa. Os apelidos têm um papel interessante para o Roller Derby. Eles eram uma forma de complemento para as competições. As competidoras costumam adotar um ‘nick’ para manter a fantasia e criatividade. “Quando estamos praticando, sou uma Derby Girl”, conta Barbara Moraes também do Beach Zombies.


Conheça como funciona o jogo em pista plana.

»» Cada bout (jogo) é dividido em dois tempos de 30 minutos. Com várias rodadas (jams) de 2 minutos de duração. »» Durante a jam, as atletas devem se alinhar nos 30 segundos iniciais. »» As substituições podem ser feitas a qualquer momento.

para melhorar sua posição recebem penalidades maiores.

São consideradas faltas: »» Bloqueio com antebraços, mãos, cotovelos ou capacetes. »» Passar a perna ou enroscar o patins. »» Chutar ou bloquear com os pés ou pernas. Faltas: »» As faltas mais graves são punidas »» Bloqueio a 20 metros à frente. com 1 minuto de tempo no box. Isso »» Bloqueio do patinador nas costas acontece quando as atletas que estão ou na cabeça. correndo ou bloqueando de forma »» Patinar fora dos limites. Falsos começos, ou excesso de patinadores ilegal. »» Patinadores que cometem faltas na pista.


Divulgação

As equipes querem divulgar o esporte e conseguir novos membros. Para isso eles participam de eventos e fazem promoção em várias mídias. Adriana Santos é responsável pela parte de Marketing da Jellyfish Girls, e trabalha na divulgação da liga na cidade: “Temos lugares para praticar o Roller Derby. E temos um público que gostaria de praticar um esporte diferente. Precisamos divulgar mais”. Juliana Lacerda, responsável pela parte de eventos da equipe resume: “Meu papel na equipe está além de jogadora. Todas colaboram para que a equipe cresça cada vez mais!”

Como participar?

As garotas que querem entrar para uma das ligas, podem se informar pelas redes sociais ou e-mail. Ou pode assistir um treino das ligas, que são abertos ao público (e curiosos). As Jellyfish Girls treinam sempre aos domingos, das 9h às 11h da manhã na Escola Estadual Luiza Macuco. Localizada na Rua Jurubatuba, 159, no bairro Ponta da Praia. Já as Beach Zombies se encontram aos domingos no Ginásio Esportivo Engenheiro José Rebouças, das 14 às 18h. O endereço é Praça Engenheiro José Rebouças s/n, também na Ponta da Praia, das 14h às 18h.


Cerejas e quatro rodas O longboard já se tornou um elemento comum nas ruas da cidade. Ele virou um ‘meio de transporte alternativo’. A quantidade de adeptos na região é grande, mesmo entre as meninas. Aryane Rebelo conheceu o modelo pelos seus amigos que vjajam bastante. “Uma amiga trouxe o long e eu achei aquilo incrível”, conta. Ela faz parte das Cherry Longirls, grupo de garotas que se reúne para ‘longear’. A ‘crew’ foi importante para que Aryane começa-se a andar de skate. “Quando comecei eu não tinha um long”, comenta. “Inclusive meu primeiro skate foi presente de

amiga”. A amiga em questão é Amanda Oréfice. “Eu já andava de patins, mas resolvi comprar um long mesmo sem ter andado”. Santos é uma ‘cidade amiga’ para os iniciantes, justamente por ser plana. “Aqui tem um espírito jovem e uma atitude ousada, não é a toa que é apelidada como a Califórnia brasileira”, completa Aryane. Interessados em aprender a andar de long podem procurar as Cherry Longirls, para receber dicas, informações sobre o skate e as datas dos passeios agendados pelas meninas do grupo. Para acessar a fanpage clique aqui.


Unidos pelos joysticks Casais que fãs de videogame contam a suas histórias e dão dicas para quem gosta de jogar! Os tempos mudaram! Provavelmente você já perdeu as contas de quantas vezes os seus pais já te falaram isso. Mas é verdade. As coisas não são mais as mesmas! Até mesmo no mundo dos videogames. Desde o seu lançamento na década de 1970, os jogos eram considerados um território totalmente masculino. Entretanto, as garotas conquistaram seu espaço e a indústria dos games

percebeu isso (tardiamente digase de passagem). E começou a desenvolver jogos especialmente para elas. Mas qual é a graça de jogar sozinho? Para alguns não há nenhuma. Por isso os casais gamers estão tomando conta de uma fatia do mercado. Nós conversamos com dois casais que adoram jogar videogame em dupla ou com os amigos.


Daniele Polis e André Felipe Freitas Santos se conheceram em 2003, conversando em um fórum dedicado ao anime Os Cavaleiros do Zodíaco. Os dois sempre gostaram de videogames, o primeiro console da dela foi um Mega Drive 3, já o do dele foi um Atari 2600. Eles estão noivos e vão se casar nesse ano. Os jogos têm um destaque especial na relação deles, Daniele fala sobre isso: “Por eu trabalhar com games, e o André ser um gamer, isso acaba ajudando não só pelo fato de termos

essa paixão em comum. Nos dá mais opções de diversão”. O ensaio de casamento deles teve participação especial dos jogos portáteis Nintendo DS e Sony PSP, que ganharam destaque nas fotos que ficaram a cara do casal. Atualmente, eles buscam temas diferentes não só para seus ensaios de casamento, como para as festas. Videogames, filmes e outros elementos da cultura nerd, ganharam status de cult.


Encanadores e explosivos: Gisele Prudêncio Lapetina e seu marido Raphael não se conheceram graças aos consoles, mas definitivamente eles têm um papel importante na sua relação. Ele lembra que os dois começaram a jogar nos tempos de namoro, em um Super Nintendo. “Nós jogamos Bomberman. Meu Mario não salvava e eu tenho essa frustração, eu não fechei”, explica Gisele. A competitividade também é um destaque na relação dos casais. Engana-se quem pensa que os homens são mais competitivos. As garotas não gostam de perder e isso até gera um desconforto.

Daniele confessa que nem sempre leva a derrota na esportiva: “Mesmo sabendo que o André é melhor do que eu, às vezes eu fico chateada quando perco”. Os casais gostam de jogar entre amigos, o clima competitivo continua e as novas plataformas contribuíram para as competições em grupo. Por exemplo, a sala da casa da Daniele e André já virou palco para os jogos de música. “Entre os nossos amigos 90% jogam videogames. Depois do surgimento de jogos como Rock Band e o próprio Nintendo Wii, ficou mais fácil jogar sempre com mais gente”, conta a futura esposa.


O videogame acaba se tornando um investimento para as duplas que estão ligadas nos lançamentos e os gastos não são baixos. Durante a viagem mais recente do casal Daniele e André, o turismo e compras andaram de mãos dadas. “Gastamos mais de mil dólares em artigos relacionados a games nos EUA”, explica André. Cumplicidade nas par tidas Engana-se quem pensa que os jogos servem apenas para incitar brigas ou competições. Os casais contam pra gente que o videogame tem um papel conciliador na relação.

Gisele explica que ela gosta de sentar do lado do marido quando eles estão jogando algum jogo estilo RPG. “Ele joga e eu fico do lado dando pitaco”. Eles estão jogando L.A. Noire. No jogo de investigação ambientado na Los Angeles da década de 1940, o gamer controla o detetive Phelps e tem a oportunidade de usar a sua intuição para resolver os casos. Com uma atmosfera de suspense, as decisões tomadas pelo jogador influem no final do game. Ainda há a possibilidade de fazer missões paralelas, participar de atividades com histórias diferentes e explorar a cidade fictícia.


Jogos como L.A. Noire são legais para quem está jogando e para quem está observando. Pois a sensação é que você está assistindo a um filme e pode se intrometer nas escolhas do protagonista. “Você tá sem grana para sair, ou ir ao cinema, ou quando não aguenta mais ver televisão. A gente joga para se divertir”, indica Raphael. Clique no vídeo para conferir o trailer do jogo L.A. Noire.


Quer saber notícias sobre Old School Pop Punk, Bubblegum Punk, Punk Class of ‘94, Mall-Punk, Poppy Punk e suas milhares de variações.

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Baixada GLS A nossa região aceita e apoia jovens homossexuais? O termo homossexualidade apareceu pela primeira vez em 1869, em um panfleto de autoria anônima que se opunha a uma lei contra sodomia. No mesmo ano, ele foi utilizado por um médico húngaro que defendia a sua legalização. Desde aquela época muitos países renunciaram as punições contra relações homossexuais. Entre as vitórias dos ativistas estão a união estável entre casais do mesmo sexo e a possibilidade de criar uma criança.

A vida na Baixada Santista Mas como é ser homossexual na Baixada Santista? A revista Mercúrio conversou com três jovens sobre suas vidas, como foi “sair do armário” e sobre seus planos para o futuro. Para esses jovens o passo mais importante foi falar para os seus pais. O período da adolescência é cheio de descobertas, mudanças físicas e psicológicas. Nessa época, as pessoas querem


experimentar sensações diferentes e encontrar seu lugar no mundo. Fabiana Conway, agente de relacionamento, descobriu que era lésbica quando tinha 15 anos. “Eu fiquei um tempo pensando na minha vida. Sabia que tinha alguma coisa foram dos padrões em mim. Não sabia identificar exatamente o que era”, relembra.

Casamento do personagem gay E s t r e l a Po l a r, d a h i s t ó r i a e m q u a d r i n h o X- M a n .

Re a ç ã o d o s f a m i l i a r e s Um passo muito importante é contar para os seus pais sobre a sua sexualidade, é a afirmação definitiva para a sociedade a respeito de quem você é. “Minha mãe percebeu e demorou um pouco para aceitar. Já meu pai foi super de boa, disse que a vida era minha e eu tinha o direito de fazer com ela o que eu quisesse”, conta o produtor audiovisual Marco Rodrigues. “Ele falou que não teria problemas em conhecer o meu namorado. Apenas pediu um tempo para se acostumar com a idéia até que a apresentação acontecesse”. A reação dos outros familiares e dos amigos também é muito importante, nem sempre eles levam a situação numa boa. Mas ter a possibilidade de contar e falar a verdade é muito importante para o jovem. “Acredito que o fator determinante é a postura adotada na hora de assumir” explica o publicitário Nielsen Messias Caldas, namorado de Marco. “Sempre soube o que queria e sei me impor, isso fez a diferença”.


Preconceito e violência A violência contra o homossexual ainda é um fator preocupante na sociedade. Muitas vezes ela é motivada pelo preconceito, falta de informação e conscientização. Nem mesmo nossa região escapa desse fenômeno. “São muitos os fatores que enraízam o preconceito. Mas partindo do princípio que o fundamento do preconceito é uma característica imutável”, opina Nielsen. “Ele está ligado a ignorância, falta de civilidade e respeito ao próximo. As pessoas se incomodam demais com a vida alheia”.

Eventos para militância? Nem mesmo a Parada Gay é considerada um instrumento antipreconceito. Ela ganhou o status de uma “grande festa” e os meios de comunicação retratam o evento de maneira tendenciosa e limitada. A militância pelos direitos gays está presente, mas a maioria das pessoas quer curtir o ambiente e se divertir. “Na prática, 95% das pessoas vão pela pegação, pelo carnaval. No fim Homossexualidade na mídia Os personagens homossexuais em das contas, acho que funciona mais novelas e programas humorísticos como uma micareta gay do que de fato para resolver alguma coisa”, tem seu lado positivo e negativo. Ao mesmo tempo mostra que reflete Marco. todos têm um papel na sociedade, O apoio do governo e as novas os estereótipos criados por autores leis estão fortalecendo a união desinformados ajuda a disseminar a homoafetiva. Nielsen e Marco estão morando juntos e tem planos para ignorância. “É complicado você ver a novela com formar uma família. seu pai e ter um Crô (personagem de As dificuldades para casais héteros Fina Estampa) roubando os roupões e homossexuais estão ficando a da patroa. Poxa, eu sou gay e não cada dia que passa mais parecidas. sou assim, na hora fica aquela coisa E a conscientização da população ‘o que será que meu pai tá pensando é fundamental para o futuro das jovens famílias. vendo isso?’, comenta Marco.


Casamentos e filhos Descobrir a natureza da sua sexualidade é um processo libertador, mesmo com questões ligadas ao preconceito e falta de aceitação por parte de alguns setores da sociedade os jovens. “A gente sabe o que vem depois, que por um lado é difícil ser homossexual. Mas pelo menos para mim foi um alívio”, explica Fabiana. Um passo importante foi dado pelo presidente americano Barack Obama, que se mostrou favorável a

união entre pessoas do mesmo sexo. O casal de atores Brad Pitt e Angelina Jolie também fazem parte da manifestação pela união homoafetiva, declarando que só vão se casar quando todos os casais americanos terem a mesma oportunidade. O preconceito racial hoje é visto como um absurdo e há leis garantindo todos os direitos de brancos, negros e índios. Qual é a dificuldade em deixar duas pessoas do mesmo sexo que se amam serem felizes?


Wrap universitário

Ingredientes: »»Uma tortilha de trigo integral (por exemplo o RAP10 da Para aguentar o pique da faculdade Pulman) ou pão sírio é necessário se alimentar bem, então »»Duas fatias de queijo provolone que tal aprender a fazer um sanduíche (processado para lanche) gostoso e saudável em cinco minutos »»Duas fatias de queijo muçarela com uma super receita da estudante (processada para lanche) de Gastronomia Verônica Jordão? »»Mostarda Dijon »»Quatro rodelas de tomate seco »»Folhas de agrião. »»Não é necessário usar óleo na frigideira para o preparo.


Modo de preparo: »»Em uma frigideira, coloque a massa de tortilha ou pão sirio e deixe esquentar os dois lados em fogo baixo. »»Coloque uma fatia de queijo provolone e dobre a massinha fazendo uma meia lua. »»Passe de um lado a mostarda Dijon (opcional).

»»Na outra ponta coloque uma fatia de muçarela em triângulo. »»Adicione quatro folhas com talo de agrião, duas rodelas de tomate seco, e para finalizar dobre novamente fazendo um triângulo. »»Na hora de servir você pode enfeitar o prato com fatias de agrião.

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Sobre a Mostarda Dijon

Dica do Chef Se você não gosta de queijo provolone, ou muçarela, você pode optar por queijos diferentes. A dica é alternar um queijo com sabor forte e outro queijo com sabor mais suave. O wrap é um tipo de prato fácil de fazer e você pode usar a criatividade para desenvolver novos sabores. O RAP10 é uma massa neutra, então combina com vários tipo de condimentos e frios. Cozinhar em fogo baixo é melhor, pois você pode controlar o ponto da massa, para deixá-la mais crocante, ou macia.

Sua história é muito curiosa. No século IX, os mosteiros franceses a produziam para obter renda com a sua comercialização. Um dos seus maiores admiradores foi o Papa João XXII. Ele criou um cargo dentro da Igreja chamado ‘Grand Moutardier du Pape’, responsável pela produção do condimento especialmente para o Papa. Ele nomeou um dos seus sobrinhos, que morava em Dijon para o cargo. A região tornou-se a maior produtora do condimento. Seu gosto forte é a mistura de sementes de mostarda, vinagre, vinho branco e ácido cítrico. A produção da mostarda Dijon corresponde a 90% na França.


Revista Mercúrio  

A Revista Mercúrio é direcionada para os jovens da Baixada Santista, litoral do Estado de São Paulo, Brasil. Ela foi desenvolvida como Traba...

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