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SUA MELHOR ALTERNATIVA PARA MANUTENÇÃO E INFORMAÇÃO FRANCIS ASSOCIADOS - ANO 1 - Nº 2 - EDIÇÃO BIMESTRAL

Segurança

Seguindo regras evitamos problemas Saúde

A prática de exercícios é importante para o corpo Iluminação

Led - gerando economia de energia


Editorial

SUA MELHOR ALTERNATIVA PARA MANUTENÇÃO E INFORMAÇÃO

Cooperativas: ilegalidade em condomínio O Sindicato dos Trabalhadores em Edifícios e Condomínios (Sindifícios), buscando defender o trabalhador da categoria, procura vigiar e combater a atuação de cooperativas em condomínios. Da mesma forma que os malefícios causados pela terceirização, as cooperativas também exploram o trabalhador e conseguem entrar nos edifícios com o mesmo apelo das terceirizadas: “economia”. O trabalho das cooperativas é, na teoria, uma maneira de pessoas da mesma profissão formarem uma associação e, por ela, entrarem no mercado de trabalho, como é comum ver isso acontecer entre taxistas. Essa formação é garantida por lei desde que observem alguns itens, como a convocação de assembléias com a participação de seus membros; não pode haver subordinação no local de trabalho; o funcionário deve ser autônomo e não ter horário de entrada ou saída, e também pode faltar quando achar necessário (ele simplesmente não receberá o dia em que se ausentou); do que é arrecadado dos membros, parte volta ao funcionário quando desligado da cooperativa; enfim, há uma lei que descreve teoricamente o que são as cooperativas e sua forma de funcionamento. Em condomínios, a teoria e a prática não funcionam e só trazem prejuízos ao trabalhador.

Algumas considerações: quem trabalha em edifício pode faltar quando quiser sem dar satisfação? Que trabalhador não tem horário para cumprir em um prédio? Quem não recebe ordens em um condomínio? Todas essas questões são reais e acontecem diariamente nos edifícios, ou seja, os trabalhadores têm horário de entrada, saída e almoço; eles são subordinados e, por isso, recebem ordens. Além disso, o salário dos funcionários contratados através de cooperativas é menor que o piso da categoria. Ainda falando de edifícios, esses trabalhadores não participam de assembléias (que deixam de acontecer), não opinam em nada, não são convocados e, se dispensados, não recebem valor algum e não têm nada assegurado. “Muitas vezesencontramos trabalhadores que nem sabem qual sua real relação com o condomínio; sabem apenas que devem ir a determinado prédio e ficar lá, o que é uma perda de dinheiro para os moradores que sustentam essa cooperativa e um risco muito grande para a segurança do local”, afirma o presidente do Sindifícios, Paulo Ferrari.

Elisângela Machado Morais Assessora de Imprensa - Sindifícios

HABITA é uma publicação do Grupo Francis Associados e as opiniões e matérias publicadas são de responsabilidade de seus autores. Os produtos e serviços oferecidos são de total responsabilidade dos anunciantes.

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Iluminação LED – Gerando economia de energia na iluminação Economia O LED é altamente eficiente, pois converte mais de 80% da energia em luz. Por essa razão o LED é hoje uma excelente opção para a troca da maioria das lâmpadas existentes. Entretanto, o LED tem um custo alto e por isso antes de qualquer troca é necessário fazer uma análise de viabilidade econômica, para selecionar onde se terá um retorno (“pay back”) mais rápido. A economia com o uso de LEDs pode ser de até 95% da potência e por esse motivo quanto mais horas a lâmpada ficar ligada, mais rápido será o retorno do investimento. O LED tem rápido retorno do investimento em função da redução:

Despesas com descarte Como o LED não é feito com substâncias pesadas não há necessidade de um descarte especial. Isso reduz o custo atual de descarte em relação as lâmpadas fluorescentes ou outras que tem descarte específico e de custo alto.

O consumo de energia das lâmpadas - 01 Lâmpada incandescente 60 W pode ser substituída por 01 lâmpada a LED de 4,5 W com economia de 55,5 W/hora. - 01 Lâmpada fluorescente tubular de 40 W pode ser substituída por 01 luminária LED de 12 W com economia de 28 W/hora. - 01 Lâmpada dicroica 50 W pode ser substituída por 01 luminária LED de 3 W com economia de 47 W/hora.

Do consumo de ar condicionado e refrigerador A energia consumida pelo LED é revertida em iluminação e não em calor. Portanto há um baixo aquecimento do local onde está instalado. A cada 3,5 W de energia reduzida se obtém uma economia de 1 W no consumo do ar condicionado e/ou refrigeração.

Despesas com manutenção e compra de lâmpadas para reposição A lâmpada a LED tem vida útil muito superior as demais lâmpadas, além de ser resistente a impactos, (não quebra). Dessa forma, reduz-se drasticamente as trocas periódicas de lâmpadas. Exemplo: LED (7ª geração) tem mais de 70.000 horas de vida útil, enquanto que: - Incandescente tem 1.000 horas de vida útil - Fluorescente Compacta tem 10.000 horas de vida útil - Fluorescente Tubular tem 7.000 horas de vida útil - Dicróica tem 3.000 horas de vida útil

Vantagens do LED Face ao seu rendimento e baixo consumo, o LED vem se tornando um produto ideal para empresas e lugares que buscam economia, tem como tônica a sustentabilidade e o conceito ecológico. A iluminação sustentável compreende aspectos relacionados a utilização racional dos recursos energéticos. - Longa vida útil - Redução dos custos de manutenção - Alta eficiência energética - Não emite Infra Vermelho e Ultra Violeta no facho de luz, o que não desbota roupas ou obras de arte. - Com o uso de lentes o facho pode ser direcionado aumentando a eficiência - Dimerização sem variação de cores - Controle de cores é dinâmico - Graças ao seu tamanho o led gera novos conceitos de iluminação - Resistente a vibrações e impactos. - Não tem materiais pesados como mercúrio, não poluindo o meio ambiente no descarte. - Baixa tensão o torna mais seguro em algumas aplicações - Alta eficiência em ambiente frio - Baixa emissão de calor, reduzindo o consumo de ar condicionado - Pode ser desligado e ligado sem alterar a sua vida útil

Fonte: solelux.com.br/tecnologia-led/economia


Segurança Recomendações de segurança para condomínios As recomendações de segurança, foram escritas com os olhos postos nos casos atendidos pela polícia, a partir dos quais foi possível constatar que um expressivo número de roubos (assaltos) e furtos a casas e edifícios acontece também por desatenção de moradores e funcionários quanto a regras elementares de segurança, descuidos que os criminosos não ignoram. Prova a experiência policial que de nada adianta uma parafernália eletrônica instalada se os empregados não sabem operá-la ou se os moradores desrespeitam o trabalho dos funcionários na fiscalização dos procedimentos de segurança. Trata-se, sem dúvida, de recomendações simples, quase triviais, mas cuja observância teria evitado uma série de crimes com seus decorrentes dissabores aos cidadãos vitimados. Assim, a intensão é, exatamente, o de despertar a atenção de moradores e funcionários de condomínios para suas responsabilidades concorrentes na manutenção da própria segurança.

Colaboração dos moradores é fundamental 1- Campanhas educativas, palestras e reuniões com os moradores devem ser realizadas periodicamente, objetivando neles despertar a responsabilidade pela segurança do condomínio. Esse tema pode ser objeto de discussão e assembléias e também figurar nos quadros de aviso. De nada valem a dedicação dos funcionários e os equipamentos eletrônicos se os condôminos teimam em desobedecer os procedimentos de segurança. 2- É importante o engajamento de todos os moradores, funcionários e representantes da administração na detecção dos pontos de vulnerabilidade do prédio e, a partir disso, o trabalho conjunto de elaboração do plano de segurança do condomínio. 3- Devem, sobretudo, os moradores serem orientados a legitimar e estimular o trabalho dos porteiros e vigilantes: jamais demonstrar hostilidade ou falta de acatamento em relação aos procedimentos e segurança por eles adotados, ainda que tais medidas de cautela possam causar algum transtorno ou inconveniência eventual ao condômino ou visitante. 4- Quando da entrada ou saída do condomínio jamais deixar o portão aberto para ingresso de pessoa estranha, sobretudo se esta fala (ou simula falar) ao interfone com a portaria. O único responsável pela permissão de entrada de visitantes é o porteiro de serviço. 5- O morador deve ser extremamente discreto quanto a bens ou valores mantidos em apto ou casa, em especial jamais mencionando a terceiros a existência de cofres, jóias, obras de arte, moeda estrangeira, armas, etc.

6- Ao entrar ou sair da garagem deve-se observar e ventual presença de pessoas estranhas em atitude suspeita, caso positivo devendo ser retardada a manobra de saída mediante espera dentro do condomínio ou então com uma volta pelo quarteirão antes da entrada. Persistindo a situação suspeita, a polícia e o porteiro deverão ser alertados. 7- Os portões automáticos não devem ser acionados a uma longa distância pelo motorista que pretende ingressar na garagem, especialmente se houver a presença de prováveis intrusos oportunistas nas imediações. 8- Ao ingressar no condomínio acompanhado de visitante, deve o morador respeitar as regras de segurança e submeter seu acompanhante à identificação de rotina e liberação de acesso pelo serviço de portaria. 9- Jamais deve o morador permanecer conversando diante do prédio, especialmente no horário noturno. Menos ainda abandonar o portão de entrada aberto nessas ocasiões. 10- O morador deve procurar conhecer seus vizinhos e com eles combinar sinais e medidas de auxílio mútuo (por exemplo sinais luminosos, telefonemas ou outros códigos convencionados de emergência). 11- Se dominado por criminosos, o morador deve manter o quanto possível uma atitude calma e controlada, em especial evitando discutir ou encarar diretamente o agressor. Se possível o diálogo, procurar informar ao criminoso que não possui valores guardados em casa e que está aguardando a chegada de visitas. 12- Os veículos estacionados na garagem, ainda que por breve tempo, devem ser mantidos trancados, com os alarmes acionados e sem bolsas ou objetos à mostra. 13- Não deixar à vista no interior do veículo, quando em uso externo, o crachá de estacionamento que identifique o condomínio onde reside. 14- É dever do morador manter o serviço de portaria sempre informado quanto a eventual visita ou encomenda que esteja aguardando, jamais autorizando a entrada de pessoa em quem não confie inteiramente (pois essa conduta pode violar não só a própria segurança como a de todas as demais famílias). 15- Sempre descer à recepção para apanhar suas encomendas, jamais autorizando a subida de entregadores, tampouco permitir a entrada de prestador de serviços não requisitado, de vendedores desconhecidos, de pessoas que se anunciam como funcionários de instituições de caridade, etc. 16- Nunca abrir a porta do apartamento a pessoas estranhas, ainda que estas se apresentem acompanhadas de funcionário do condomínio. 17- Estabelecer e treinar constantemente um sistema de “senhas” e “códigos de emergência” para emprego em situações de perigo. Essa comunicação através de palavras, gestos, sinais sonoros ou visuais, etc, previamente combinados, pode servir como sinal de alerta ou pedido de socorro a ser usado entre moradores e funcionários, devendo ser descomplicada e facilmente perceptível (mesmo através de um diminuto olho mágico). Tais códigos devem ser periodicamente modificados para impedir que exfuncionários os repassem a criminosos. 18- Na contratação de empregados domésticos (faxineiras, babás, motoristas, etc.) recebê-los na portaria e exigir documentação completa e fontes de referências que devem ser cuidadosamente checadas. 19- Não é aconselhável a manutenção de jóias ou elevadas somas de dinheiro mantidos guardados em casa (mesmo dentro de cofres), sendo recomendada a utilização de cofres em bancos. Fonte: Informativo elaborado pela Academia de Polícia “Dr. Coriolano Nogueira Cobra” – ACADEPOL - Praça Reynaldo Porchat, 219 – Cidade Universitária – São Paulo – SP


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Jurídico Da Utilização de Imagens Captadas por Circuitos Fechados de Televisão – CFTV Inicialmente instaladas nos condomínios como forma de controle de acesso de pessoas ao edifício, as câmeras vêm se mostrando atualmente como excelente meio de combate, não só à criminalidade, já que as imagens captadas podem ser utilizadas na identificação de criminosos, mas também como forma de se coibir atos de vandalismo ou de desrespeito às normas internas do condomínio, praticados, quase sempre, pelos próprios moradores. Não são raras as vezes em que síndicos de edifícios se valem desses equipamentos para identificar o autor, ou autores, de infrações às normas que norteiam a vida em comum no condomínio para, ato seguinte, por meio das imagens captadas, aplicar ao faltoso, ou faltosos, as reprimendas previstas nos normativos condominiais agilizando, assim, a solução dos problemas. Contudo, ao assim agirem, esses síndicos devem se haver com a máxima cautela para que, no afã de advertir/punir o infrator, não incorram eles na prática de algum ilícito, já que as imagens captadas pelo CFTV estão protegidas pelo sigilo, em respeito ao direito de imagem e de privacidade a que cada cidadão faz jus, direitos esses consagrados em nossa Constituição Federal. Diante disso, os síndicos, em hipótese alguma, devem exibir essas imagens a quem quer que seja.Quando muito, se admite a exibição delas apenas aos interessados diretos, ou seja, ao infrator e, quando o caso, à vítima do ato de vandalismo, se esta não for o próprio condomínio. Havendo interesse de algum condômino quanto às imagens captadas pelo CFTV, a recusa expressa à disponibilização delas deve ser a conduta a ser adotada pela administração do condomínio.

Av. Brigadeiro Luiz Antonio, 350 Cj. 13 - Bela Vista - 01318-000 São Paulo - SP Telefones: (11) 3104-9308 (11) 3242-4903 (11) 3105-9898

Fabiano Amaral Sócio da F.S. Amaral - Advogados Associados

Como não existe na cidade de São Paulo lei específica regulando a forma de disponibilização dessas imagens, elas só devem ser liberadas mediante ordem judicial, a fim de evitar que o condomínio possa vir a ser responsabilizado por eventual alegação de exposição indevida de algum condômino/morador, fato que, indubitavelmente, acarretaria ao condomínio a obrigação de retratação, além da obrigação de ressarcimento pelos danos eventualmente causados, sejam eles materiais ou morais. Deve ser evitada também, a prática comum de se liberar a transmissão das imagens às unidades. Havendo interesse em tal, o melhor é liberar a p e n a s a s q u e ca pta m o s a c e s s o s a o condomínio.Desta forma, o melhor é sempre agir com cautela e com cuidado no que toca às imagens do CFTV, evitando com isso, possíveis processos contra o condomínio.


Saúde Prática de exercícios físicos O programa de exercícios físico realizado em condomínios tem como objetivo, uma nova proposta de qualidade de vida, valorizando o condomínio, aproveitando seu espaço físico e realizando a sociabilização e integração dos moradores. Entendemos que é um processo de mudança de comportamento individual e coletivo, e que podemos com uma possível parceria interagir neste processo, acrescentando em nosso cotidiano as atividades físicas, possibilitando a melhoria da saúde e da qualidade de vida, com segurança e comodidade. Praticar exercícios diariamente, para evitar os males à saúde, tem sido uma constante orientação médica. Porém, o tempo disponível para a prática de atividade física está cada vez menor devido às cobranças por produtividade no trabalho e ao tempo perdido no trânsito. As brincadeiras das crianças mudaram, pega-pega – esconde-esconde, mãe da mua... foram substituídas pelos vídeo-games e Internet. Quadras poliesportivas e campos de futebol para o público raramente se vê nos centros urbanos, podemos dizer que praticamente não existem mais.

A ciência tem demonstrado que a prática regular de exercícios é essencial para o bom funcionamento do corpo e para a manutenção da saúde prevenindo doenças. Por isso devemos praticar exercícios físicos regulares durante toda a vida, revertendo em benefícios nos sistemas locomotores, digestivos, respiratórios, cardiovasculares, etc. Comece hoje um programa de Atividades Físicas sistematizada com professores especializados da área de Educação Física. O seu corpo vai agradecer. Benefícios da Atividade Física em Condomínios 1 - Contribuir na melhora da saúde e na qualidade de vida dos condôminos; 2 - Uma melhor socialização entre os condôminos; 3 - Desenvolver o respeito e a disciplina através de programas de atividades físicas e esportes; 4 - Ocupar o tempo de crianças e jovens com atividades lúdicas e educativas; 5 - Oferecer atividades de lazer para os condôminos; 6 - Maior valorização do condomínio.

10 razões para praticar exercícios físicos De acordo com o personal trainer da academia KS, Sílvio Cezar Xavier, há pelo menos 10 razões para praticar exercícios: 1 - Funciona mais que dieta quando o assunto é perda de peso, porque a atividade física promove aceleração do metabolismo, que consome calorias até em repouso; 2 - Melhora a postura, pois, através de exercícios localizados, os músculos das costas e do abdome reeducam o corpo, prevenindo contra dores musculares; 3 - Regula o sono, pois a prática de exercícios libera endorfina, uma enzima que proporciona bem-estar e diminui a ansiedade e o estresse; 4 - Inibe os resfriados, pois a prática de atividade física fortalece o sistema imunológico; 5 - Diminui os riscos do câncer de mama, pois os exercícios diminuem os níveis de estrogênio hormônio intimamente ligado ao câncer de mama; 6 - Combate a osteoporose, pois fortalece a massa óssea devido ao impacto promovido pelos exercícios no corpo; 7 - Reduz o colesterol ruim, pois cataboliza gorduras que circulam pelo organismo; 8 - Previne o diabetes, pois contribui para regular a produção de insulina; 9 - Controla a hipertensão, pois libera substâncias que causam a dilatação e o fortalecimento dos vasos sanguíneos; 10 - Aumenta a libido e a performance sexual, pois melhora a auto-estima e o condicionamento físico. Por Julia Rezende Fonte: http://bemstar.globo.com/ Fonte: http://www.vidativaonline.com.br/servicos/12servicos/5-atividade-fisica-em-condominios

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