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ANO I - Nº 1 R$ 4,90

Gatos

Sua origem e curiosidades Cavalos

Quanto custa chamar um veterinário Pet exótico

Furão: quase um gatinho

Impossível não se apaixonar MALTÊS


Editorial

Índice 4 - Gato: sua origem através do tempo 6 - Cavalos: saiba um pouco mais 7 - Chinchila: roedores domésticos

Foto capa e editorial: Inez Miranda

8 - Maltês: haja fôlego para acompanhá-lo

F: (19) 3442-1046 / 3033-4868

10 - Entrevista: Pergunte ao veterinário

Banho do Brad: Pet Shop “Vida de Cão”

12 - Como escolher um animal exótico 13 - Furão: quase um gatinho

F: (19) 3451-3756

14 - Registro e obrigações 15 - Ração animal 16 - Dicas de adestramento 17 - Dica de leitura: Cesar Milan 18 - Jogo rápido: sobre gatos 19 - Espaço do leitor 20 - Vitrine pet A Revista 4 patas tem como foco principal animais domésticos e de estimação que encantam e auxiliam todas as pessoas que os criam. Matérias, fotos, entrevistas, destaques e todo o conteúdo principal abordando o mundo dos cães, gatos, cavalos e animais exóticos que convivem harmonicamente com o ser humano seja como companhia, lazer ou trabalho. Nesta primeira edição vamos saber mais sobre uma raça de cão que convivo diariamente, o maltês. O “garotão” da capa chama-se Brad, um “maltês on the rocks” visto que ele não é legítimo com pedigre. Um animal que além da beleza possui muitas características que atraem pessoas que procuram um cão de companhia calmo, inteligente, dócil e principalmente bonito. Confira também as matérias sobre cães, gatos e cavalos além de alguns pets exóticos de estimação (de quatro patas, claro). Nossos colaboradores esclarecem dúvidas frequentes sobre cães e gatos com linguagem clara e simples e uma dose de descontração. Um especial sobre cavalos está sendo preparado para a próxima edição. Também está disponivel a partir desta edição o “Guia profissional” com custo zero para profissionais e empresas. Você, leitor, tem seu espaço especial e pode enviar dúvidas e sugestões através do nosso site ou e-mail. Sua participação é fundamental para o sucesso da revista. E para finalizar, convido as empresas que comercializam tanto os animais quanto os produtos destinados a eles, que participem da Revista 4 patas para estreitar os laços e ser conhecido por todas as pessoas que possuem ou irão possuir um animal de quatro patas. Espero que apreciem esta edição de lançamento e visitem nosso web site oficial que será diariamente atualizado com informações e participações.

22 - Na mídia / Evento Pet Show

Fernando Gomes editor executivo

Diagramação e produção João Fernando Gomes

Web site na internet:

www.revista4patas.com.br As matérias assinadas por colaboradores são de inteira responsabilidade técnica dos profissionais e entidades identificados, deixando a Revista 4 patas isenta de opiniões e comentários. Sobre os anunciantes, as informações contantes em suas peças publicitárias não possuem qualquer participação direta da revista. A revista 4 patas é imparcial junto ao anunciante não privilegiando ou favorecendo em matérias não comerciais.

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23 - Guia profissional Reprodução

Expediente JORNALISTA RESPONSÁVEL Kely Camargo - MTB 31.750 Comercial (19) 3713-3800 / 8122-3050 (Fernando) E-mail: contato@revista4patas.com.br REPRESENTANTES Adriana - Nextel (19) 7808.0532 ID: 89* 17585 Edna - (19) 8179-4677


Wikipédia

GATO

sua origem através dos tempos

Uma estatueta de um gato, feita no Antigo Egito, representando a deusa Bastet, em exposição no Museu do Louvre.

O gato doméstico (Felis silvestris catus) também conhecido como gato caseiro, gato urbano, é um animal da família dos felídeos, muito popular como animal de estimação. Ocupando o topo da cadeia alimentar sendo um predador natural de diversos animais, como roedores, pássaros, lagartixas e alguns insetos. A primeira associação com os humanos da qual se tem notícia ocorreu há cerca de 9.500 anos, mas a domesticação dessa espécie oriunda do continente africano é muito mais antiga. Seu mais primitivo ancestral conhecido é o Miacis, mamífero que viveu há cerca de 40 milhões de anos, no final do período Paleoceno, e que possuía o hábito de caminhar sobre os galhos das árvores. A evolução do gato deu origem ao Dinictis, espécie que já apresentava a maior parte das características presentes nos felinos atuais. A sub-família Felinae, que agrupa os gatos domésticos, surgiu há cerca de 12 milhões de anos, expandindo-se a partir da África subsaariana até alcançar as terras do atual Egito. Existem cerca de 250 subespécies ou raças de gato-doméstico, cujo peso variável classifica a espécie como animal doméstico de pequeno a médio porte. Assim como cães com estas dimensões, vive entre quinze e vinte anos. De personalidade independente, tornou-se um animal de companhia em diversos lares ao redor do mundo, para pessoas dos mais variados estilos de vida. Na cultura humana, figura da mitologia às superstições, passando por personagens de desenhos animados, tiras de jornais, filmes e contos de fadas. Entre suas mais conhecidas representações, estão o gato Tom, Gato Félix, Gato de Botas e Garfield. Texto: Wikipédia

fotos: divulgação

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CURIOSIDADES HIGIÊNE

Os gatos são animais muito higiênicos, sendo que passam muitas horas por dia cuidando da limpeza de seus pelos. Para isso, utilizam a superfície áspera de suas línguas para remover particulas de pó e sujeira. Devido ao modo que tratam da sua higiene, lambendo-se e ingerindo muito pelos, os gatos eventualmente regurgitam esse material na forma de pequenas bolas contendo suco gástrico e material piloso. Outro aspecto característico da higiene desses felinos é o fato dele enterrar a sua urina e fezes, evitando assim que o cheiro denuncie sua presença a uma possível presa ou predador. Com isso, quando o gato é criado em locais sem a presença de solo exposto, há a necessidade de se manter uma caixa com areia sanitária à sua disposição, sendo que institivamente ele irá utilizá-la para o descarte de seus resíduos fisiológicos. Alguns fabricantes disponibilizam areias perfumadas para eliminar o cheiro forte que suas fezes poderiam deixar em um ambiente fechado (casas e apartamentos).

Link

Esclareça também algumas dúvidas na página 18 sobre seu gatinho e saiba como participar perguntando diretamente a um veterinário experiente no assunto.

- Homens e gatos possuem a mesma região do cérebro responsável pelas emoções. - O cérebro do gato é mais similar ao do homem do que ao do cão. - O gato possui mais ossos do que os humanos. Enquanto o homem possui 206, os gatos possuem 245 ossos e 30 vértebras, 5 a mais que os humanos. - Gatos possuem 32 músculos que controlam suas orelhas. Ele pode girá-las independentemente, a quase 180 graus, e 10 vezes mais rápido do que o melhor cão de guarda. - A audição dos gatos é muito mais sensível do que a dos homens e cães. Seus ouvidos afunilados, canalizam e amplificam os sons como um megafone. - Um gato enxerga 6 vezes melhor do que um humano à noite, porque necessita de 1/6 da quantidade de luz necessária ao homem para enxergar. - Recentes estudos revelaram que os gatos podem ver o amarelo, azul e o verde. Ainda não se sabe ao certo, se conseguem ver o vermelho; provavelmente essa cor é vista como cinza ou preto. - Por serem muito sensíveis à luz, os olhos dos gatos possuem pupilas verticais. Quando totalmente abertas, ocupam uma área proporcionalmente maior do que a pupila do homem. - Gatos de olhos azuis e brancos de pelagem, são geralmente surdos. - Leva cerca de 2 semanas para o filhote ouvir bem e seus olhos abrem em média com 7 dias. - O gato possui um total de 24 bigodes, agrupados de 4 em 4. Seus bigodes são usados para medir distâncias. - As patas do gato possuem receptores muito sensíveis que levam informações, na velocidade da corrente elétrica, até o cérebro: exploram coisas novas, sentem os alimentos, a velocidade do que passa sobre elas. - Existem cerca de 100 raças de gatos. - O ronronar nem sempre é por alegria e prazer. Alguns gatos ronronam alto quando estão muito assustados ou com dor. Fonte: site Beco dos Gatos

Na próxima edição: matéria especial sobre a raça exótica Sphynx

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Quanto custa chamar um veterinário?

CAVALOS

Primeiramente, nós gostaríamos de dizer que não há um preço que regularize os serviços de um veterinário. O que existe de fato é um acordo entre eles, que elaboram um tabela de honorários. Isto acontece através de uma associação que representa a classe. Cada estado possui sua própria associação, mas no entanto os preços variam muito de localidade para localidade. No Distrito Federal ou em Minas, por exemplo, os preços cobrados por médicos veterinários são bem próximos aos cobrados em São Paulo. Isto já não acontece na região Norte, onde uma consulta veterinária é mais cara devido a pequena quantidade de profissionais da área. No geral, os preços da consulta variam entre um a dois salários mínimos, conforme a região ou o profissional em questão. Para calcular, o preço a ser cobrado cada médico veterinário baseia-se em três fatores básicos:

Valor profissional Equivale ao preço da “mão-de-obra”. Esse preço varia conforme o tempo de experiência do veterinário em questão, bem como sua especialidade. Profissionais recém-formados costumam cobrar um preço mais baixo.

Deslocamento É calculado segundo a distância do local onde o animal será atendido. Neste item, entram valores gastos com combustível, possíveis pedágios, estacionamentos e, se for o caso, desgaste do veículo utilizado (há casos de veterinários que não cobram esta taxa, no entanto, pedem para que o proprietário do animal vá buscá-lo). Procedimento médico Baseiam-se nas atitudes que o veterinário irá tomar e tempo em que permanecerá acompanhando o animal. Os medicamentos utilizados podem estar incluídos no valor da consulta ou ainda cobrados à parte. Mais do que a garantia de uma boa economia, a presença constante de um veterinário, seja em um haras, hípica ou pensão, fornece um estado de tranqüilidade para os proprietários de cavalos. Todos, sem dúvida, ficarão mais confiantes em saber que seu cavalo está sendo acompanhado por um profissional. Para que essa confiança seja ainda mais forte, é importante que veterinário e proprietário mantenham também um contato frequente. Isto garantirá uma troca maior de informações, o que é de fundamental importância para o bom estado de saúde do animal. Reprodução

Cuidados equinos Alimentação e Nutrição Para alimentar cavalos é necessário não só ciência como também arte pois para além do conhecimento das necessidades nutritivas do cavalo é também necessário dar-lhe a alimentação mais adequada ao seu caráter individual. O aparelho digestivo destes animais adaptou-se a comer pouco de cada vez mas muitas vezes devido a seu estado selvagem quando os cavalos costumavam andar livremente, pastando e bebendo constantemente, podendo assim escolher as plantas que encontravam. Nos dias de hoje, a alimentação do cavalo está completamente alterada. Isto deve-se à sua progressiva domesticação e ao tipo de esforço físico a que estão sujeitos. A sua dieta é agora muito mais controlada e existe um leque muito vasto de alimentos disponíveis comercialmente. Nutrientes essenciais: Para que o cavalo tenha uma dieta bem equilibrada é essencial que contenha todos os elementos seguintes: Água: A necessidade de água de um cavalo depende da temperatura, da quantidade de exercício, da sua alimentação e da sua idade. Um jovem cavalo tem na sua constituição cerca de 80% de água enquanto que num cavalo adulto esta percentagem está entre os 50% e os 60%. Hidratos de Carbono: Estão presentes no amido (é encontrado nos cereais), nos açúcares (presentes em todos os alimentos, principalmente nos melaços e na erva fresca) e em certos componentes das fibras. Óleos e Gorduras: Os óleos estão presentes em pequenas quantidades na maioria dos alimentos comerciais e é geralmente acrescentado à dieta do cavalo sobre a forma de óleo vegetal. Fibras: Encontram-se em todos os alimentos principalmente na erva, no feno e na palha e são um elemento muito importante na dieta do cavalo. Proteínas: Ao serem decompostas dão origem aos aminoácidos que são utilizados no crescimento, gravidez, produção de leite e na reparação de tecidos. Minerais: O equilíbrio de minerais mais importante é o do cálcio e do fósforo. O magnésio, o sódio, o cloro e o potássio são outros dos minerais principais enquanto que o cobre, o ferro, o manganês, o selênio e o zinco são minerais secundários. Vitaminas: As vitaminas principais são A, D, E, K e o grupo B. Ajudam a controlar as reações químicas e bastam pequenas quantidades para manter a saúde. Alimentos como o feno são pobres em vitaminas enquanto que a erva e os alimentos verdes são boas fontes deste elemento.

Fonte: cowboydoasfalto.com

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Na próxima edição: ESPORTES EQUINOS


Roedores domésticos

CHINCHILA

Reprodução

Chinchila é o nome genérico dos mamíferos roedores da família Chinchillidae, nativa dos Andes da América do Sul. A pelagem da chinchila é cerca de 30 vezes mais suave que o cabelo humano e muito densa, com 20.000 pelos por centímetro quadrado. Esta densidade capilar impede, por exemplo, que estes animais sejam infestados por pulgas que não conseguem sobreviver na sua pelagem. A espécie foi descoberta pelos conquistadores espanhóis, que conquistaram a América do Sul no século XVI, quando iniciou-se a sua caça, por espanhóis e nativos, devido ao seu pelo, que é muito fofo e macio, incomparável a qualquer tipo de pelo existente. Anos mais tarde, os europeus também mostraram interesse por esses roedores, pelo mesmo motivo, e a procura foi tal que quase os levou à extinção. No início do século XX, devido ao receio de extinção, os comerciantes de peles decidiram capturar alguns espécimes para os reproduzirem em cativeiro. Como as chinchilas exigem alguns cuidados especiais, existiram algumas dificuldades que tinham de ser ultrapassadas. Rapidamente estes problemas foram superados e a reprodução começou em grande escala na Europa e América do Norte. Felizmente os tempos mudaram para as chinchilas, as pessoas no ocidente começaram a ganhar aversão a criação desses animais, visto que esta apenas tinha como objetivo a fabricação de casacos de peles. A opinião pública causou uma grande diminuição na procura de peles e as quintas de criação passaram a reproduzi-las para venda como animais de estimação.

o i d é m o t s u C ,00

Na próxima edição: PORQUINHO DA ÍNDIA

Macho: R$ 63 0 êF mea: R$ 73,0 120,00 80 a $ R e d : a l io a G ,00 0 2 $ R : o ã ç Kit alimenta ote) c a (p 0 0 , 3 $ Serragem: R 5,00 $ R : io c l á c e Carbonato d 7


Malt ês

Haja fôlego para acompanhá-lo

O Maltês é uma pequena raça de cães que não troca de pêlos. Segundo a Federação Cinológica Internacional & Confederação Brasileira de Cinofilia o nome “Maltês”, ao contrário do que pensa a maioria, não significa que a raça é originária da ilha de Malta (pequeno país europeu). “Maltês”, no entanto, é um adjetivo oriundo da palavra semítica “màlat” que quer dizer “seguro” ou “porto”. Também é conhecido como Bichon Maltês.

APARÊNCIA

O Maltês é um cão pertencente ao grupo dos toys que é coberto da cabeça aos pés com uma manta de pêlo longo, liso e sedoso. Malteses adultos têm entre 1.4 até 4 kg. A cor é branca, e marfim também é permitido mas não é muito desejável (em exposições). Alguns indivíduos tem pelos encaracolados ou lanuginosos, mas esses não são os mais corretos. Características incluem cabeça levemente arredondada, com a largura de um dedo. Também tem um nariz preto que tem a largura de dois dedos. As orelhas caídas tem cabelos longos, e os olhos são bastante escuros, cercados por um pigmentação mais escura de pele que é chamada de “halo”, dando aos Malteses seus olhares expressivos. O corpo é compacto com o comprimento igualando a altura. Seus narizes podem descorar e ficar cor de rosa ou marrom claro. Isso é muitas vezes chamado de “nariz de inverno” e muitas vezes volta para o preto de novo com uma exposição gradativa ao sol. Mas um cão exemplar, para competições, não deve ter isso, pois isso é característica de pigmentação fraca ou falta dela. Os filhotes de Maltês costumam utilizar a tosa bebê, já que seu pelo ainda não está comprido, e quando adultos costumam deixar seus pelos ao chão, dando impressão de uma manta. Porém muitas pessoas preferem a tosa bebê nos adultos também, já que dá muito trabalho cuidar de seu pelo comprido.

TEMPERAMENTO

Malteses podem ser bastante energéticos e são conhecidos pelos seus ocasionais acessos de atividade física, correndo em volta com velocidade máxima com uma agilidade incrível; mesmo assim, eles ainda servem bem para habitantes de apartamentos. Se você leva uma vida pacata e quer um cão calmo que acompanhe o ritmo dos donos, tenha um Maltês. Mas se você leva uma vida agitada e quer um cão que acompanhe o ritmo dos donos, tenha um Maltês. É essa vantagem que a raça tem sobre as outras, pois é um cão que se molda ao estilo do dono. Gostam de um divertido jogo de pega-e-traz. Estes cães inteligentes aprendem rápido, mas não são relativamente fáceis de treinar. Já que a raça foi

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criada especificamente para cão de companhia, eles não ficam bem se forem deixados sozinhos por longas horas, a não ser que sejam acostumados desde pequenos a brincarem a sós. A raça tem a reputação de ser bondosa. Eles são muito protetores do seus donos e irão latir ou poderão morder se animais ou pessoas infringirem no seu território ou se são percebidos como uma ameaça. Ao contrário do que seu tamanho diminuto pode sugerir, Malteses parecem não ter medo. De fato, muitos Malteses parecem relativamente indiferentes à criaturas / objetos maiores que eles mesmo (a não ser, claro, o seu dono). Eles estão entre os cães pequenos mais dóceis, ainda que vívidos e brincalhões assim como energéticos. Por causa de seu tamanho, Malteses não são uma boa escolha para famílias com crianças pequenas pois eles


podem ser facilmente machucados.

SAÚDE

Os Malteses são genericamente uma raça saudável com poucos problemas inerentes. Alguns problemas vistos são luxação da rótula, White Shaker Dog Syndrome, shunt portosistémico do fígado e atrofia progressiva da retina. A média de vida está entre 16 a 19 anos. Muitas pessoas gostam do “micro maltês”, mas a raça não é desse tamanho apesar de ser a menor raça branca do mundo . Os malteses pesam em média 3 kg e sua altura varia de 22 a 25 cm. Maltes “micro” não existe, eles apenas são filhotes que nascem menor que os irmãos de ninhadas, porém a busca por cães pequenos, minúsculos se possivel, é tão grande que algumas pessoas enganam outras que não conhecem sobre o padrão da raça, e vendem esses cães por valores altíssimos por se dizerem malteses “pequenos”, que muito pelo contrário de tantas vantagens de um cão pequeno, está sujeito a muitas doenças e são mais frágeis que um maltês “normal”.

“Não ficam bem se forem deixados sozinhos por longas horas, a não ser que sejam acostumados desde pequenos a brincarem a sós.”

O Maltês deve tomar banho e ser arrumado mais ou menos a cada quatro semanas, para manter o pêlo em boas condições. O pêlo deve ser escovado dia sim dia não, para ajudar a mantê-lo limpo e livre de nós. Os olhos devem ser checados a cada poucos dias para ver se estão limpos e livres de irritação. As orelhas devem ser limpas semanalmente e as unhas devem ser cortadas mensalmente.

Ficha técnica

e s e t l a M : l a in ig r Nome o ltês a M n o h c is B Outro nome: do l a tr n e c ia c a b Origem: Mediterrâneo 50 6 $ R : o ç e r p Faixa de a R$ 1.500 Na próxima edição: LABRADOR

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entrevista Pergunte ao veterinário A Revista 4 patas entrevistou o Dr. Emerson sobre assuntos gerais relacionados a pets bem como duas situações polêmicas observadas ou comentadas sobre a morte do animal e seu comportamento fora do normal. Muito se lê sobre pulgas e carrapatos. Quais são as soluções práticas para imunizar o cão ou gato desse problema? O que é melhor, remédio ou coleira específicos? Esta é uma questão muito batida na veterinária, o que fazer com pulgas e carrapatos? Deve haver um tratamento conjunto entre animal e ambiente, ou seja não adianta tratar do animal e não tratar do ambiente. É importante salientar que a pulga e o carrapato possuem ciclos de vida (tempo de ovo a vida adulta) diferentes, para se ter uma idéia 95% das pulgas estão no ambiente (em forma de ovo e larva) e não nos cães e gatos, tendo assim que ser vistos separadamente, pois nem tudo que é utilizado para pulgas pode ser usado para carrapatos e vice versa. A eficácia do tratamento está em tratar do conjunto ambiente e animal juntos, com produtos próprios para animais e próprios para pulverização. Nem sempre pode-se usar o mesmo produto para as duas coisas, mas já existem alguns de ótima qualidade que tratam do animal e ”ajudam“ também no tratamento do ambiente, através da descamação da pele provocada pela coceira. Cuidado para não ter grandes infestações de pulgas e carrapatos, fazendo a inspeção durante os banhos ou escovações, assim fica mais fácil de tratar no começo enquanto o ambiente não está totalmente infestado. Sabemos que a castração de cães e gatos é recomendada pelos profissionais da área bem como órgãos ligados a zoonose. Como fica o animal castrado em relação ao seu comportamento? O comportamento muitas vezes muda por não ter mais o libido (vontade de cruzar) ficando mais pacato, quieto e vindo a engordar, também por diminir alguns hormônios circulantes, mas isto não acontece com todos os animais castrados. As

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Emerson Roberto Belisário Simões Médico veterinário formado pela Fundação de Ensino Otávio Bastos - São João da Boa Vista em 1999, trabalhando na área de clinica médica e cirúrgica há mais de 10 anos.

mudanças para o animal na minha opinião são mais positivas do que negativas e as castrações devem ser feitas em animais que precisam dela (Ex: gatos que brigam na rua, residências com machos e fêmeas juntos, etc.) e não em todos os cães e gatos, se faz necessário analisar cada caso em separado como castro o macho ou a fêmea? Ainda sobre castração, existe outra forma menos “dolorosa” na medicina veterinária atual para conseguir o mesmo objetivo? Em fêmeas existem os métodos anticonceptivos assim como em humanos, só que os mais eficientes, que não provocam neoplasias (câncer), são muito caros ficando inviável o custo beneficio, sendo utilizados somente em casos especificos (ex: cães que não possam passar por cirurgia). Cães e gatos brincam o tempo todo

mesmo já com idade avançada. Existe alguma explicação científica sobre o ato de brincar dos animais? Todos os brinquedos vendidos no mercado atual são recomendáveis a eles? Não existe uma explicação cientifica, o que acontece são as particularidades de cada animal, uns são mais brincalhões e outros não, de acordo com a raça, idade e hábitos (ex: os beagles são muito ativos por serem cães de caça). Quanto aos brinquedos nem todos são recomendados, os de animais não devem possuir peças que se soltem com olhinhos apitos, e nem ser pontiagudos, porque a forma de brincar do animal geralmente é com a boca, podendo engolir ou machucar. No mercado pet existem brinquedos legalizados assim como os brinquedos de crianças. Como deve ser a apresentação de um outro cão ou gato que servirá de companhia para o animal que já domina o território há mais de um ano? A companhia nem sempre se faz necessária, muitas vezes pode vir a piorar a situação, arrumando um problema onde não existia, não é que não possamos ter dois ou mais animais em casa, mas devemos pensar bem nos prós e contras. Escolher a raça, saber se a companhia será agradável ou desagradável ao que já estava presente, como por exemplo, pegar um gato filhote com um pittbul em casa que não gosta nem de passarinho é pedir para arrumar problema. Mas no caso de problemas comportamentais (como ciúmes), um bom adestrador pode resolver.


Duas curiosidades um tanto polêmicas ou por pudor não são tratadas normalmente em web sites ou publicações da área, mas muitas pessoas gostariam de saber: 1- No caso da morte de um pet, é comum enterrá-lo ou cremá-lo? No caso de morte súbita em casa deve-se entrar em contato com a zoonoses ou prefeitura que tem o sistema de coleta de lixo hospitalar; se estiver em uma clínica o correto é que a própria clinica dê destino, sem custo algum. Não há a indicação de enterrar em casa, chácara, etc. visto que outro animal pode desenterrar e também correr o risco de contaminações em casos de zoonoses (doenças de animais que atingem as pessoas). Existe “homossexualismo” entre cães? Depende do sentido da pergunta, o animal não faz sexo, ele cruza com outro para que haja a perpetuação da espécie (para que sua espécie não acabe), tanto é que a fêmea só aceita cruzar com o macho se estiver no cio e no período correto. No caso de dois machos querendo cruzar pode ser que hormônios em quantidades aumentadas produzam odores de fêmea confundindo o outro animal que está junto ou até odor de cio de outro animal que more perto. O único recurso que ele tem é pegar quem está próximo já que ele não tem a chave do portão nem o celular da cadelinha mais próxima. O que ocorre nestes casos são brigas freqüentes, mas a cruza em si é rara.

reprodução

A revista 4 patas convida você leitor para enviar suas dúvidas e esclarecê-las diretamente com profissionais da área. Basta enviar um e-mail para contato@revista4patas.com.br fazendo a pergunta de uma forma clara e objetiva.

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pet exótico Antes de decidir adquirir um animal de estimação deverá perceber e assumir que essa decisão implica uma enorme responsabilidade. Na verdade, a entrada de um animal na sua casa vai implicar obrigatoriamente uma alteração nos seus hábitos de vida e no seu ritmo diário. Assumida esta responsabilidade terá agora que decidir-se pelo animal exótico que mais se adapta aos seus gostos e à sua maneira de ser. Essa escolha pode tornar-se particularmente difícil pois estamos falando de animais muito distintos como hamsters, coelhos ou mesmo iguanas. Não podemos estabelecer então uma regra de comportamento que o possa ajudar a decidir exatamente qual o melhor animal para si. Selecionamos algumas espécies de quatro patas desejadas como animal de estimação.

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Como escolher um animal exótico As tartarugas são pertencentes à classe dos répteis e compreendem à ordem dos Quelônios. Mais de trezentas espécies de tartarugas podem ser encontradas em todo o mundo. Exemplos: tartarugas (mar), jabutis (terra) e cágados (água doce). Jabuti As “tartarugas” de terra são denominadas de Jabuti. Seu tronco é escudado por um estojo ósseo que se divide numa parte dorsal (a carapaça) e outra ventral (o plastrão). Essa disposição permite a algumas espécies, como defesa passiva, recolher completamente a cabeça triangular e os membros. Em lugar de dentes, ela dispõe de maxilas com bordas cortantes, afiadas ou serrilhadas. HAMSTER Poucas espécies de hamster são criadas como animais de estimação, mas atualmente o hamster é um dos mais populares animais de estimação em diversos países por ser dócil e carinhoso. As principais espécies que são criadas como animais domésticos são o Anão Russo e o Sírio. A primeira espécie apresenta o corpo peludo que traz alergia, e a pelagem de listras pretas e brancas. O Sírio tem corpo alongado e a pelagem de cores variadas, branco, preto ou amarelo (marrom claro).

IGUANA Apesar de terem sua origem no continente americano, só recentemente os iguanas começaram a ser adotados como animais de estimação no Brasil. Além de apresentarem uma beleza fora do comum, os iguanas tornam-se dóceis se acostumados ao manejo.

Mini Porco O porco miniatura, pode ser uma nova opção para animais de estimação.Não são só os cães e gatos que são queridos e fazem sucesso, os porcos também tem seus fãs. O ator George Clooney teve um amado porquinho de estimação chamado Max, que ficou em sua companhia por 19 anos. Esse porco miniatura (foto), nasceu em Pennywell fazenda do criador Chris Murray’s em Devon, na Inglaterra. O menor porquinho da cria de oito, não é maior do que uma xícara de chá.


Quase um gatinho

O furão (Ferret) é um mamífero carnívoro da família dos Mustelídeos. Existem diversas espécies de mustelídeos, sendo a mais conhecida o furão-doméstico (Mustela putorius furo), utilizado como animal de estimação em vários países do mundo. O termo é geralmente utilizado como referência ao furão-doméstico, descendente da “doninha-européia” ou da “doninha-das-estepes”, mas também há duas espécies de mustelídeos americanos que ocorrem do México à Argentina, conhecidas como furão-grande (Galictis vittata) e furão-pequeno (Galictis cuja). Ao contrário do que algumas crenças populares indicam, os furões não são roedores e pertencem à família das doninhas, na qual se incluem os texugos e as lontras.

ANIMAL DE ESTIMAÇÃO

Dotados de energia, curiosidade e potencial para o caos durante toda a vida, vigiam constantemente o ambiente que os rodeia, sendo tão chegados às pessoas quanto os gatos (desde que, a exemplo destes, o dono saiba criar e cativar os bichinhos), entregando-se ativamente às brincadeiras com seus donos. Nos Estados Unidos é considerado o terceiro animal de estimação, posicionado depois do cachorro (primeiro) e do gato (segundo). Atualmente, o furão é considerado por alguns como um animal perigoso para as crianças, mas a proporcionalidade de problemas relatados é menor do que as ocorrências problemáticas com cães

ou gatos. A expectativa de vida pode ser muito variável, mas é habitual centrar a esperança média de vida entre os três e os seis anos, embora em raros casos possam chegar até aos treze anos.

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O animal: 000,00 média de R$ 1. sórios: aces Alimentação e $ 600,00 te R aproximadamen Custo mensal: 0 0,0 média de R$ 12

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legislação

Registro e obrigacões

O que é o RGA O Registro Geral Animal (RGA) serve para identificar os bichos. Ele funciona como uma espécie de carteira de identidade: ao fazer o RGA, o animal recebe uma plaqueta com um número e deve usá-la sempre, presa à coleira. Já o dono ganha uma carteira com todos os dados do bicho. Por lei, todos os cães e gatos encontrados nas ruas devem ser apreendidos. Se o bicho estiver devidamente registrado e identificado com a plaqueta, o proprietário é facilmente encontrado e chamado para retirá-lo. Quem precisa do RGA Na cidade de São Paulo, o RGA é obrigatório para cães e gatos. Os bichos devem retirar o RGA entre três e seis meses de idade. No ato do registro, eles recebem também a vacina contra a raiva, se ainda não a tomaram. Quem não fizer o registro de seu bicho pode ser intimado a fazê-lo ou pagar uma multa de R$ 20,00 por animal não registrado. Como obter o RGA do seu bicho O registro é realizado no Centro de Controle de Zoonoses ou em outros estabelecimentos veterinários credenciados. Você deve ir munido de seu CPF, RG, comprovante de residência e atestado de vacina emitido e assinado por um veterinário ou pela Prefeitura Municipal, expedido no máximo 12 meses antes do RGA. Transferência de RGA Quando alguém adquire, por compra ou adoção, um bicho que já possui RGA, deve ir a um estabelecimento credenciado e atualizar os dados, trocando as informações do dono anterior pelas suas. Enquanto esta atualização não é realizada, o antigo dono continua sendo considerado o responsável pelo animal. Segunda via O número que cada animal recebe é único e permanente: caso a plaqueta seja perdida, outra deve ser providenciada. Nesse caso, um novo número é feito e o RGA anterior é cancelado. Para retirar a segunda via do RGA, basta ir até um estabelecimento credenciado. Enquanto ela não sai, você comprova a posse do animal com uma cópia do pedido. Em caso de morte do animal Se isso acontecer, você deve cancelar o RGA do seu animal.

Saiba mais sobre as obrigações de quem tem bichos:

Todo proprietário de animal é obrigado a vacinar seu cão ou gato contra a raiva. Exija a vacina dos órgãos municipais: ela deve ser oferecida gratuitamente pela prefeitura. Você deve guardar os comprovantes de vacinação do seu bicho. Eles devem ter seu nome, RG e endereço; o nome, a espécie, a raça, a pelagem, o sexo, a data de nascimento e o RGA do seu bicho; o nome, o número da partida, o fabricante e as datas de fabricação e vencimento da vacina; a data da vacinação e os dados do estabelecimento que a aplicou; e o carimbo com nome completo do veterinário, sua inscrição no CRMV e assinatura. Sempre que sair com seu bicho na rua ele deve usar coleira, guia e plaqueta com o RGA. Os bichos só podem ser conduzidos por quem seja forte o suficiente para controlá-los. Para os gatos, que são mais sensíveis e assustados, é recomendável usar caixas para transporte. Quem sai com o bicho é obrigado a recolher suas fezes. Também é obrigatório manter o animal em condições adequadas de alojamento, alimentação, saúde, higiene e bem-estar. Os animais devem, por lei, ficar longe de portões, campainhas,

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medidores de luz e água e caixas de correspondência, para não agredirem os transeuntes ou quem trabalha com estes serviços. Quem tem bicho bravo em casa é obrigado a sinalizar a presença do animal, com um aviso visível do lado de fora da residência. Há um limite para o número de bichos que podem ser mantidos em residência particular: ninguém pode ter mais de dez cães ou gatos com mais de três meses. Este número pode ser estendido até 15, desde que o proprietário solicite uma licença especial. Vetar ou liberar a entrada de bichos em estabelecimentos comerciais fica totalmente a critério dos donos destes estabelecimentos. A exceção é para os cães guias de cegos, que devem ter acesso a qualquer estabelecimento e também a ônibus, metrôs e trens. Quem abandona animal na rua pode pagar uma multa de R$ 100. * Os valores expressos nesta página poderão sofrer alterações

Na próxima edição: Matéria especial sobre ONG´s

Declaração Universal dos Direitos dos Animais

1 - Todos os animais têm o mesmo direito à vida. 2 - Todos os animais têm direito ao respeito e à proteção do homem. 3 - Nenhum animal deve ser maltratado. 4 - Todos os animais selvagens têm o direito de viver livres no seu habitat. 5 - O animal que o homem escolher para companheiro não deve ser nunca ser abandonado. 6 - Nenhum animal deve ser usado em experiências que lhe causem dor. 7 - Todo ato que põe em risco a vida de um animal é um crime contra a vida. 8 - A poluição e a destruição do meio ambiente são considerados crimes contra os animais. 9 - Os diretos dos animais devem ser defendidos por lei. 10 - O homem deve ser educado desde a infância para observar, respeitar e compreender os animais.


alimentos

Ração animal - Como é fabricada?

RAÇÃO ÚMIDA

Os ingredientes são similares para todas as rações secas, molhadas e meio úmidas embora as proporções de proteína, gordura e fibra variem. Em uma lata de ração para gatos se diz conter 45 a 50% de

subprodutos de carne bovina ou de aves. A principal diferença entre os tipos de ração é a quantidade de água. É impossível comparar diretamente a lista de ingredientes de tipos diferentes de ração sem uma tabela de conversão matemática com “base na matéria prima seca”. As rações molhadas ou enlatadas começam com os ingredientes moídos sendo misturados com os aditivos. Se forem necessários pedaços, um extrusor especial forma esses pedaços. Depois a mistura é cozida e enlatada. As latas seladas são postas em recipientes semelhantes às panelas de pressão e a esterilização comercial é feita. Alguns fabricantes cozinham a ração direto na lata.

Fonte: www.vegetarianismo.com.br

Reprodução

Embora os testes de alimentação com as rações não são mais obrigatórios para a permissão de etiquetar o produto como “completo e balanceado”, muitos fabricantes fazem testes de aceitação do sabor quando desenvolvem uma nova ração. Um grupo de animais é alimentado com a ração nova enquanto um grupo de “controle” é alimentado com a fórmula antiga. O volume total ingerido é usado como medida da aceitação do sabor da ração. As empresas maiores e de melhor reputação usam os testes de alimentação, que são considerados um método de avaliação muito mais preciso do real valor nutritivo da ração. Essas empresas mantêm grandes colônias de cães e gatos para esse propósito. A ração seca é feita com uma máquina chamada expansor ou extrusor. Primeiro, as matérias primas são misturadas, algumas vezes são dosadas manualmente, outras vezes por um computador, de acordo com uma receita desenvolvida pelos nutricionistas de animais. Essa mistura é colocada no expansor e é adicionada água quente ou vapor. A mistura fica sujeita ao vapor, à pressão e à alta temperatura e assim ela é extrudida, como uma pipoca, através de moldes que definem o formato do produto final. Depois disso, a ração é pulverizada com gordura, digestos e outros compostos para tornar o sabor mais aceitável. Embora o processo de cozimento possa matar as bactérias na ração, o produto final pode perder sua esterilidade durante os processos subsequentes de secagem, pulverização de gordura e empacotamento.

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Dicas de ADESTRAMENTO Fonte: www.caocidadao.com.br

Reprodução

“good boy”

Como controlar o ciúme do cão

O cachorro tem bastante ciúme das pessoas que gosta e, principalmente, se ele se sentir um pouco “dono” delas. É muito comum o cachorro estar do seu lado e, quando alguém vai conversar com você, ele partir pra cima, agressivamente, ou fazer muito barulho. A melhor coisa a se fazer neste caso é mostrar ao cão que ele não é seu dono. Para isso, dê broncas nele quando mostrar esse comportamento agressivo. É importante ressaltar que quem deve dar a bronca é a pessoa que está sendo protegida e não a que está sendo atacada. Por exemplo: se uma amiga chega na sua casa e o cachorro tem ciúme dela, quem deve dar a bronca é você e não ela. A amiga tem que transformar sua aproximação em algo agradável para o cão. Sempre que ela chegar na sua casa, peça pra ela fazer bastante carinho no cachorro e se possível dar um petisco. Assim ele vai associar a chegada da mulher a algo agradável.

Como lidar com o ciúme do cão em relação a outro cão

Quem tem mais de um cachorro em casa, sabe bem como é isso. Para resolver este problema, seguimos praticamente o mesmo princípio que usamos para controlar o ciúme que o cão tem das pessoas que se aproximam de seus donos. Quando estamos fazendo carinho no cão e o outro cachorro chega, normalmente já vamos fazer carinho no outro, e esquecemos o primeiro. Isso acaba despertando ciúme, pois o cachorro percebe que quando o outro chega, ele perde toda a atenção do dono. Com o tempo, ele pode até avançar no outro cão, desenvolvendo inimizades, e te obrigando a separá-los. O truque é: quando estiver fazendo carinho em um dos cachorros e o outro chegar, continue fazendo carinho no primeiro. E um carinho até mais gostoso. Dê também um petisco a ele. Isso significa que o cachorro que acabou de chegar não vai receber carinho, mas o importante é que o primeiro relacione a chegada do outro a algo prazeroso.

Dicas para o cão não pular nas pessoas

Este é um problema muito fácil de ser resolvido, a dificulda-

de só existe quando os proprietários tentam corrigi-lo da maneira errada. Ao longo da convivência, os cachorros aprendem que pular nas pessoas é uma das melhores táticas para conseguir atenção. A maioria dos proprietários passa anos dando broncas no cão para que ele pare de pular e não entendem por que ele não para. A explicação é simples: quando o dono dá bronca no cachorro, também está dando atenção a ele. O grande truque é punir o cão sem lhe dar atenção. Por exemplo: quando chegar em casa e ele pular em cima de você, simplesmente ignore-o e continue andando. Só lhe dê atenção quando ele estiver com as quatro patas no chão. Repita o exercício várias vezes e ignore o cachorro completamente até que ele permaneça no chão, só então se agache e faça carinho nele. Uma outra saída é segurar as patas da frente do cão assim que ele pular em você. Espere um pouco até que ele se sinta incomodado. Segure firme, mas não o machuque. Comece a andar na direção do cão, obrigando-o a andar pra trás. Solte-o e diga “Chão” seriamente. O segredo é não falar nada e nem olhar para o cachorro até o momento de soltá-lo.

Como ensinar o cão a fazer suas necessidades no lugar certo?

A velha tática de pegar o focinho e esfregar no lugar onde o animal defecou e repreendê-lo com palmadas não adianta. Essa medida inclusive atrapalha o aprendizado do cão, que vai ter medo do dono e defecar e urinar escondido. Repreendê-lo depois que ele fez no local errado também não é eficaz, pois o cão não assimila a bronca com o ato e, por mais que ele faça aquela cara de culpado, não vai entender porque está tomando uma bronca. O ideal é entender a rotina do cachorro e saber que hora ele faz suas necessidades (ao acordar, depois do almoço etc) e levá-lo ao lugar desejado na hora certa. Depois de fazer no lugar certo, elogie o cão, faça carinho ou dê um prêmio, como um biscoito. Se ele ainda não aprendeu, só adianta repreendê-lo na hora em que estiver defecando no lugar errado. Neste caso, deve-se criar uma situação desagradável ao cão, como fazer ruído com uma lata jogada ao seu lado ou bater com um jornal no chão. O cão nunca deve assimilar a situação desagradável ao dono. Se você não conseguiu surpreendê-lo na hora, limpe totalmente os dejetos - sem que ele veja - e, principalmente, não deixe nenhum rastro de odor.

Mais dicas na próxima edição

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dica de leitura César Millan:

do interior do México a Holywood

“Eu reabilito cães e treino pessoas”. Com este livro, você aprenderá:

O autor do livro “O Encantador de Cães” é um mexicano que foi criado em uma fazenda, rodeado de todos os tipos de animais. Durante sua infância, ele viu sua família conviver e sobreviver com a natureza, em perfeita harmonia. E os cães sempre atraíram sua atenção e admiração. Millan entrou clandestinamente nos Estados Unidos, trabalhou em pet shops, canis e até mesmo lavando limousines, mas sempre foi reconhecido por seu trato com os animais e sua capacidade de acalmar até os mais perigosos. Com muita dedicação e nada de propaganda — apenas boca-a-boca — um dia ele descobriu que tinha clientes como Will Smith e Oprah Winfrey, que buscavam ajuda para seus cachorros. Hoje, César possui seu próprio programa no canal pago “Animal Planet”, chamado Dog Whisperer e já ganhou vários prêmios por seu trabalho de reabilitação de cães abandonados.

- Por que os instintos naturais do cachorro são a chave para um relacionamento feliz com ele; - Que talvez você não esteja dando ao seu cão aquilo de que ele realmente precisa; - Como se relacionar com seu animal de modo canino; - Que não existem raças-problema, e sim donos-problema; - Por que todos os cães necessitam de uma função; - Como escolher um cachorro que seja adequado para você e para a sua família; - As diferenças entre disciplina e punição; e muito mais! “O encantador de cães” o ajudará a estabelecer a conexão que você sempre sonhou em ter com seu companheiro de quatro patas com este que é, sem dúvida, o melhor amigo do homem. Editora: Verus / Ano: 2007 Edição: 1 - Número de páginas: 266 Preço: R$ 29,90 Comprar: www.editoraverus.com.br

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jogo rápido

Pergunte ao doutor sobre seu gato

Dr., meu gatinho precisa de vacinas? Sim, todos os mamíferos domésticos, seja cão, seja gato necessita de vacinas. Quando e quais vacinas devo dar? A 1ª vacina do gato é feita com 45 dias de vida, sendo repetidas doses a cada 21 dias, ou seja, o gatinho é vacinado com 45, 66 e 89 dias, nesta última ele também toma a vacina contra a raiva, sendo q necessita de reforço 1 vez ao ano tanto a tríplice, que é aquela vacina que aplicamos três vezes, quanto a de raiva. Dr., o que meu gatinho deve comer? A alimentação do gato deve ser estritamente de ração balanceada, comprada em saco fechado de 1 ou 3 quilos, não deve-se comprar a granel, devido a transmissão de doenças. Sempre peça a orientação ao seu médico veterinário, sobre qual ração você deve utilizar, ele é o profissional mais apto a lhe fornecer essa informação. Dr., meu gato pode tomar banho? Sim, gatos também freqüentam o serviço de banho e tosa, sendo que os mesmos costumam ir de 15 em 15 dias para o local. Mais do que 2 banhos por mês tira a proteção natural da pele dos gatos, deixando assim propício a doenças de pele,

lembrando que o gato deve ser bem seco, para não acontecer este fato também. Dr., meu gato sai demais na rua, se ele for castrado ele pode ficar mais em casa? Não, isso é mito. Não é por que o gato foi castrado que ele vai parar de sair de casa, isso é do instinto dele, e também do costume que o proprietário lhe deu. Dr., e aquela injeção anticoncepcional pode? Não. A injeção anticoncepcional que é feita em casas de ração não deve ser aplicada por sua conseqüências, tais como infecção de útero e tumores, então a melhor alternativa é a castração, tanto para fêmeas quanto para machos que querem evitar doenças contagiosas.

Quem é o doutor? Dr. Edmar Escame Médico veterinário Formado na Unianhaguera - Leme/SP Pós graduado em Clínica e Cirurgia pela Unirp Especialista em Oftalmologia Clínica É o Dr. Vet no programa Henrique Maezi da Rádio Mix AM 770 (Limeira / SP) ilustração

Dr. Edmar com uma de suas clientes

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espaço do leitor Participe deste espaço enviando um e-mail para contato@revista4patas.com.br com sua foto junto com seu pet. Na mensagem digite seu nome completo, nome e idade do pet e qualquer mensagem que gostaria que fosse publicada. O formato desta coluna é feito “na voz” do pet mas não se preocupe, cuidamos disto para você.

solidariedade Divulge sua ONG, entidade ou iniciativa particular. A Revista 4 patas tem o comprometimento de auxiliar todos que procuram o melhor para nossos amigos de 4 patas. Envie um e-mail ou preencha o formulário no site e saiba mais como participar. Custo zero para anúncios não comerciais. ilustração

Eu e minha humana prelileta

Stefanie Archilli

Lisi Marie

Cheguei a vida da Stefanie e sua família, em outubro de 2010. Eu tinha apenas dois meses na época, era bem pequenina, tinha pouco peso e estava doente. Mas o amor da minha humana e da nova família me fez ficar forte e feliz! É muito bom ser amada por humanos que protegem os bichinhos de estimação.

Meu humano é o cara !

Eventos Cadastre seu mailing list em nosso site pois temos interesse em divulgar todos os eventos relacionados aos pets da revista. Exposições, feiras, cursos, competições, hipismo e qualquer evento não diretamente comercial serão divulgados gratuitamente nas edições da Revista 4 patas.

Vanderlei Bastelli

reprodução

Chicão

Olá. Eu sou o Chicão com meu humano Vanderlei Bastelli que cuida da minha dieta desde o dia que o encontrei. Sim...eu era mais gordo ainda pois meu antigo humano não se preocupava com minha saúde. Mas os novos humanos que eu adotei cuidam muito bem de mim com ração especial que me fez emagrecer um tanto nos últimos anos. Portanto, humanos que me lêem, não alimente seus pets com comida de gente por mais que a gente peça. - heheheh

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t e P tVi rine

Gadgets para os bichinhos de estimação

Fotos: Divulgação

Mochila para cães Para sair em uma caminhada, nada melhor do que uma mochila feita para que seu cãozinho possa levar as próprias coisas. Esta bolsa da marca Ruff Wear é feita de nylon com um sistema de compressão interna, que deixa o cão muito mais confortável. Além disso traz uma alça na parte superior, para que você ajude seu cãozinho a passar por obstáculos. Você encontra as mochilas em diversas marcas, tamanhos e cores. Aqui a Ruff Wear mostra a versão azul do modelo para cães de pequeno porte. O preço varia de acordo com as características de cada marca.

BONECA INFLÁVEL PARA CÃES Uma loja virtual oferece um produto voltado aos cães que necessitam de um objeto mais adequado que as pernas alheias para executar seus desejos sexuais. Trata-se de uma boneca de borracha no formato de cachorro com o qual o animal pode se satisfazer, segundo o blog gizmodo.com. O corpo do “Hotdoll” (nome do boneco em inglês) é feito de um material plástico e coberto por uma camada gelatinosa de 1 cm de espessura, que cria uma sensação de maciez. As partes alaranjadas dos bonecos são feitas de borracha, o que permite que ele não escorregue no chão. Seu design é anatômico, de forma que o animal possa se agarrar ao objeto como se estivesse segurando a parte traseira de uma fêmea verdadeira. A boneca foi desenhada em dois tamanhos, para animais pequenos e grandes, e as cores contrastantes servem para que eles possam ser claramente distinguidos pelos cachorros. O produto pode ser encomendado pelo endereço eletrônico /www.hotdollfordog.com. O orifício traseiro deve ser lavado regularmente por questões higiênicas.

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Fonte: Terra

Salva-vidas Dentro da água também é preciso tomar cuidado. Nada como um salva-vidas de alta tecnologia que se adapta perfeitamente ao seu cão. As cores vivas permitem que o animal seja encontrado mesmo em águas mais escuras, proteção para a cabeça e alça deixam o salva-vidas perfeitamente adaptado para você não se preocupar quando viajar de barco.

Bolsa para levar seu bichinho Leve o cão ou gato na bolsa com este acessório de crochê. Saiba mais em http://feeltheflo.com

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Frolicat O gato vai ficar maluco atrás da luz vermelha com este brinquedinho para lá de interessante. Com ele você não precisa mais de bolinhas de pelo e afins, uma vez que a graça é perseguir a luzinha que se movimenta.

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Fonte: Baixaki

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Fotos:Feel the Flo

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na mídia

Negligência

Inglês que dava chocolate a cão é proibido de tutelar animais Um inglês foi proibido de tutelar animais de estimação por 10 anos depois que seu dálmata chegou a pesar 70 quilos, segundo reportagem do jornal Daily Mail. John Green, de 50 anos, deixava Barney comer salgadinhos e chocolate. Segundo o jornal, inspetores da sociedade protetora dos animais estiveram na casa de Green, em Macclesfield, há alguns meses, depois que ele ignorou os avisos para alimentar o cão corretamente. O homem tratava o animal de estimação como um amigo, dividindo com ele comidas calóricas. “Quando ele comia um pacote de salgadinhos, Barney comia um pacote de salgadinhos”, disse o promotor Andrew Meachin no tribunal. O homem acabou proibido de tutelar outros cachorros por 10 anos. Ele também terá de cumprir 200 horas de trabalho voluntário. Depois de sair da casa de Green, Barney já emagreceu bastante. Agora, o cachorro pesa cerca de 25 quilos. Fonte / foto: Portal G1

Evento

Pet Show

Feira internacional de animais e produtos pet Confira alguns destaques da feira

Fotos: Revista 4 patas

Da redação Sâo Paulo - SP

A Revista 4 patas compareceu no dia 20/3 na Pet Show e destaca aqui alguns flashs interessantes da feira. Por ser a primeira realizada, notamos que ela não obteve 100% da receptividade junto ao mercado dirigido. Ela não conseguiu lotar o espaço total do Centro de Exposições Imigrantes, em Sâo Paulo e não contou com as grandes âncoras do mercado pet. As atrações marcantes ficou por conta das apresentações de eventos simultâneos do 5º Gran Prix de Cinofilia / 25ª Exposição Internacional de Cães de Raça / Exposição Panamericana de Câes de Raça do Kenel Clube de SP, Exposição de Gatos de Raça da Cat Fanciers of Brazil, Exposição de Gato de Raça dos clubes do Brasil e América Latina e o 1º Pet Show Fashion com desfile e prêt a porter. Nos stands, várias ONGs de apoio aos animais, empresas de equipamentos e medicamentos veterinários, lojas comerciais de produtos pet, centro odontológico pet, TVs e revistas dirigidas e outras ligadas ao segmento. A exposição de gatos atraiu os visitantes para admirar a beleza das raças pouco conhecidas. A Revista 4 patas pretende participar e divulgar com frequência eventos ligados ao mercado pet e sua participação será constante destacando as novidades do segmento.

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Shih-tzu da Pepper´s sendo preparado para o concurso de beleza (www.shitzukennel.com.br) Mini porco da Fazenda Rancho dos Ypês em Uberlândia / MG www.minianimais.com.br

Outra bonequinha sendo preparada para o desfile

Eden Pet: primeiro crematório de pequenos animais em Campinas/SP www.edenpet.com.br

Petsteps: brinquedos importados http://www.petsteps.com.br

O que será que está pensando tanto?


Guia profissional

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F: (19) 3444-0717 Av. Maria Tereza de B. Camargo, 510 - Limeira

F: (19) 3441-3747 Av. Eduardo Peixoto, 692 Limeira

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F: (19) 3443-6886 lj 01 Av Fabricio Vampré, 310 / lj 02 R. Tiradentes, 1221 HOSPITAL DOS CÃES F: (19) 3442-3276 9637-1551 R. Ana Hermínia Trento Roque, 1088 PET VILLE (clín.vet.) F: (19) 3443-8105 Rua Boa Morte, 1572 Limeira

CLÍNICA VETERINÁRIA MORRO AZUL F: (19) 3453-8308 / 3011-9008 Av. Profa. Noemia de Castro Oliveira, 346 - Limeira

MÉDICO VETERINÁRIO Dr. Victor Gimenes F: (19) 3039-0868 9288-7480 R. Frederico Rótulo, 83 Limeira

Av. Mjr. J. Levy S‘, 1.221 (19) 3495-0036

F: (19) 3702-4774 Av. Laranjeiras, 378 Limeira

Comércio de Filhotes PET HOTEL CANIL KAIRÓS Av. Dr. Lauro C. da Silva, 4820 - Limeira - F: (19) 3011-1957 / 3441-9000 FILHOTERIA R. Barão de Cascalho, 613 - Limeira - F: (19) 3442-6290

Hospital Veterinário

FLIPPER

F: (19) 3039-0868 / 9288-7480 Dr. Trajano, 1317 - Limeira

R. Ceará, 193 - Limeira - F: (19) 3451-2376

PET & COMPANY

R. João Guilherme, 261 - Limeira - F: (19) 3446-1001

F: (19) 3704-2177 9830-1650 R. Carlos Gomes, 1230 Limeira C. V. LATE & MIA F: (19) 3497-3712 R. Anna Vaz Loureiro, 326 Limeira

SOS ANIMAIS

DOG & COMPANHIA (c.v.)

PET HOUSE

Fones: (19) 3034-1410 / 9749-2393 (emergencial) Av. Fabrício Vampré, 1401 Limeira

F: (19) 3441-0710 R. Visc. do Rio Branco, 660 Limeira D_ORNELLAS F. (19) 3441-1389 R. Mangaratiba, 85 - Limeira

F: (19) 3704-5424 Pça. Av. Maria Buzolin, 260 Limeira

Esta relação está incompleta. Os dados foram levantados via Internet, telefone e contatos pessoais. Caso sua empresa tenha ficado fora deste guia ou possua dados incorretos, favor manter contato com a Revista 4 patas por e-mail informando. Agradecemos antecipadamente seu interesse em participar nas próximas edições.

PARAÍSO DOS ANIMAIS

Pets exóticos

Hamster| Porquinho da Índia | Chinchila | Ferret | Coelho |

CAVIÁRIO LIMEIRA (Porquinhos da Índia) (19) 8124-3839 - Limeira www.porquinhosdaindia.com

Outras cidades EDEN PET CREMATÓRIO (19) 3245-1914 / 9662-4140 - Campinas / SP www.edenpet.com.br FAZENDA RANCHO YPÊS Mini animais (porco | cabra | cavalo | boi | vaca) (34) 9167-2801 - Uberlândia / MG www.minianimais.com.br METALVET Móveis e equipamentos veterinários (11) 3858-7233 / 3858-2117 - Casa Verde / SP www.metalvet.com.br LASERVET Equipamentos veterinários (12) 3307-1784 Av. Dr. João B.S. Queiróz Jr.,2421 - S. José dos Campos/SP www.laservet.com.br

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Revista 4 patas - 1  

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