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Anorexia. Problema sĂŠrio entre adolescentes. Meus pais estĂŁo no Facebook, e agora?

Maquiagem para pele negra.

Dicas de moda para as gordinhas.

Namoro na escola, pode ?


Sumario 1. Capa ................................... .......................... 3 2. Saúde ................................. .......................... 5 3. Informática ........................ .......................... 7 4. MakeUP! ............................ .......................... 9 5. Moda........................................................... 11


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Capa

Namorar na escola, pode? O “namoro” na pré-escola é muitas vezes incentivado pelos pais, e a eles ver o casalzinho de mãos dadas lhes parece algo engraçado e ingênuo. Na adolescência, este cenário muda de figura. Aquele romance que antes era uma brincadeira passa então a tirar o sono da família. O principal medo é de que o filho ou a filha se concentre mais no namoro e preste menos atenção nas aulas e nos seus deveres. Para os educadores, o temor maior é o de que os jovens ultrapassem os limites dentro do ambiente escolar. Mas a dispersão de alunos enamorados não chega a ser um problema nem prejudica a aprendizagem, de acordo com Araci Asinelli da Luz, professora do departamento de Educação da Universidade Federal do Paraná (UFPR). “Se fosse assim, teríamos a redução significativa de rendimento escolar na adolescência, o que não acontece”. O que pode atrapalhar é quando um relacionamento é rompido e o jovem não quer mais ir à escola para não ver o outro ou pelo medo de se frustrar caso veja o ex-namorado com outra pessoa. “Mas isso é pontual, não acontece sempre e pode ser usado como exemplo para mostrar que ele pode sair das dificuldades e aprender com elas”, diz a psicóloga Lídia Aratangy, que escreveu vários livros sobre o assunto, como Pais que Educam Filhos que Educam Pais pela Celebris Editora e Olho no Olho: orientação sexual para pais e mestres, pela Editora Olho d’Água. Embora o namoro seja considerado pelos psicólogos uma prática saudável para os adolescentes, a maioria das escolas – tanto públicas quanto particulares – não permite o mínimo contato físico: nem beijos selinhos, nem andar de mãos dadas. Para as coordenações pedagógicas a proibição tem o objetivo de evitar o abuso pelos jovens. “Se abrimos alguma brecha, sabemos que fica mais difícil controlar, já que eles estão com os hormônios à flor da pele”, diz a educadora sexual do Instituto Kaplan, Maria Helena Vilelo, uma ONG nacional que trabalha com orientação sexual para adolescentes. Na Escola Atuação, a proibição está no regimento escolar. A diretora Esther Cristina Pereira conta que promove bailes que servem para que os alunos se conheçam melhor, mas que a instituição não é ambiente para o namoro, inclusive porque até a oitava série os alunos ainda convivem com as crianças menores e devem servir como exemplo. “Assim que fazem a matrícula os pais são avisados sobre essas restrições e a maioria deles concorda.”

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A pedagoga Sara Cristina do Rocio Bueno tem duas filhas matriculadas na escola, uma de 9 e outra de 14 anos, e conta que aceita a proibição. “Escola não é lugar para namorar, para ter contato físico. Acho certo proibir porque se o namoro for liberado, é dada margem para o resto”. A filha mais velha, Fernanda Cristina, não namora na escola, mas conheceu um menino no curso de inglês e está com ele há dois meses. A preocupação da mãe é com o “ficar” dos jovens. Para ela, namoro tem de ser com um só e na idade certa . “Se ela sabe o que quer, eu apoio. Mas conversamos muito sobre o assunto e insisto o tempo todo que ela pode namorar, desde que mantenha o mesmo ritmo de estudos. Se decair, é preciso controlar o namoro”, diz ela. Liberado, mas com moderação Poucas escolas permitem o relacionamento entre alunos e mesmo assim com muito controle. No ensino médio da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) os alunos namoram com moderação. Nada de abraços ou beijos fortes. Além das câmeras de segurança que ficam espalhadas pelos corredores, os inspetores, conhecidos no local como assistentes de alunos, ficam prontos para registrar ocorrência caso alguém desrespeite as regras. Quando ela se repete, os pais dos alunos são chamados. “Claro que mesmo assim os estudantes dão um jeito de burlar. Aí eles acham seus lugares escondidos, como o grêmio estudantil, o auditório, a cantina e um banco redondo amarelo que fica no canto do pátio, conhecido como queijinho”, conta o professor Antônio Neri Bonato, diretor pedagógico responsável pelos assistentes de alunos. Até o final do primeiro semestre, apenas 14 alunos receberam ocorrência por abusar no namoro na UTFPR. O casal Raíssa Mariana da Silva, 17 anos, e Bruno Rafael Ritter, 16, que cursa o segundo ano do ensino médio, se conheceu no pátio da UTFPR. Eles conhecem bem as regras do local e sabem que os inspetores estão de olho principalmente nos lugares mais escondidos. “Uma vez um deles chamou nossa atenção porque eu estava deitado no colo dela”, conta o rapaz. Quando a relação ajuda Namorar na escola também pode servir como um incentivo para aumentar as notas. Lídia diz que alguns podem se sentir mais motivados a ir ao ambiente escolar quando sabem que lá vão encontrar alguém de quem gostem. “Querer mostrar para o outro um bom desempenho faz com que eles se dediquem mais”, conta. O estudante do segundo ano do ensino médio, Wellington Garbos Bandeira da Silva, 17 anos, já reprovou e até ano passado suas notas eram ruins. Mas a situação mudou quando começou a namorar Nicole Ramos de Camargo, 16 anos. Os dois estudavam na mesma sala no Colégio Adventista e neste ano mudaram juntos para outra escola, o Acesso. “Ele passou quase um ano querendo namorar comigo, mas estava indo muito mal na escola. Então eu disse que só aceitaria se ele passasse de ano”, diz a garota. Foi o que aconteceu. Além de ser aprovado, ele começou a se dedicar mais. “Eu o cobro o tempo todo. Mando copiar as tarefas do quadro e grifo os pontos mais importantes na apostila dele. Mas também ganho com isso, porque quando ensino, aprendo mais”, diz Nicole. Fonte: Gazeta do Povo

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Saúde Anorexia Problema sério enfrentado por muitas adolescentes. O que é? Essencialmente é o comportamento persistente que uma pessoa apresenta em manter seu peso corporal abaixo dos níveis esperados para sua estatura, juntamente a uma percepção distorcida quanto ao seu próprio corpo, que leva o paciente a ver-se como "gordo". Apesar das pessoas em volta notarem que o paciente está abaixo do peso, que está magro ou muito magro, o paciente insiste em negar, em emagrecer e perder mais peso. O funcionamento mental de uma forma geral está preservado, exceto quanto a imagem que tem de si mesmo e o comportamento irracional de emagrecimento. O paciente anorético costuma usar meios pouco usuais para emagrecer. Além da dieta é capaz de submeter-se a exercícios físicos intensos, induzir o vômito, jejuar, tomar diuréticos e usar laxantes. Aos olhos de quem não conhece o problema é estranho como alguém "normal" pode considerar-se acima do peso estando muito abaixo. Não há explicação para o fenômeno mas deve ser levado muito a sério pois 10% dos casos que requerem internação para tratamento (em hostpital geral) morrem por inanição, suicídio ou desequilíbrio dos componentes sanguíneos.

Como é o paciente com anorexia? O paciente anorético só se destaca pelo seu baixo peso. Isto significa que no seu próprio ambiente as pessoas não notam que um determinado colega está doente, pelo seu comportamento. Mas se forem juntos ao restaurante ficará evidente que algo está errado. O paciente com anorexia não considera seu comportamento errado, até recusa-se a ir ao especialista ou tomar medicações. Como não se considera doente é capaz de falar desembaraçadamente e convictamente para os amigos, colegas e familiares que deve perder peso apesar de sua magreza. No começo as pessoas podem até achar que é uma brincadeira, mas a contínua perda de peso apesar da insistência dos outros em convencer o paciente do contrário, faz soar o alarme. Aí os parentes se assustam e recorrem ao profissional da saúde mental. Os pacientes com anorexia podem desenvolver um paladar estranho ou estabelecer rituais para a alimentação. Algumas vezes podem ser flagrados comendo escondidos. Isto não invalida necessariamente o diagnóstico embora seja uma atitude suspeita. Depois de recuperado o próprio paciente, já com seu peso restabelecido e com a recordação de tudo que se passou não sabe explicar porque insistia em perder peso. Na maioria das vezes prefere não tocar no assunto, mas o fato é que nem ele mesmo concorda com a conduta insistente de emagrecer. Essa constatação no entanto não garante que o episódio não volte a acontecer. Depois de recuperados esses pacientes retornam a sua rotina podendo inclusive ficar acima do peso. Há dois tipos de pacientes com anorexia. Aqueles que restringem a alimentação e emagrecem e aqueles que têm episódios denominados binge. Nesses episódios os pacientes comem descontroladamente até não agüetarem mais e depois vomitam o que comeram. Às vezes a quantidade ingerida foi tão grande que nem é necessário induzir o próprio vômito: o próprio corpo se encarrega de eliminar o conteúdo gástrico. Há casos raros de pacientes que rompem o estômago de tanto comerem.

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Qual o curso dessa patologia? A idade média em que surge o problema são 17 anos. Encontramos muitos primeiros episódios entre os 14 e os 18 anos. Dificilmente começa depois dos 40 anos. Muitas vezes eventos negativos da vida da pessoa desencadeiam a anorexia, como perda de emprego, mudança de cidade, etc. Não podemos afirmar que os eventos negativos causem a doença, no máximo só podemos dizer que o precipitam. Muitos pacientes têm apenas um único episódio de anorexia na vida, outros apresentam mais do que isso. Não temos por enquanto meios de saber se o problema voltará ou não para cada paciente: sua recidiva é imprevisível. Alguns podem passar anos em anorexia, numa forma que não seja incompatível com a vida mas também sem restabelecer o peso ideal. Mantendo-se inclusive a auto-imagem distorcida. A internação para a reposição de nutrientes é recomendada quando os pacientes atingem um nível crítico de risco para a própria saúde.

Sobre quem a anorexia costuma incidir? As mulheres são largamente mais acometidas pela anorexia, entre 90 e 95% dos casos são mulheres. A faixa etária mais comum é a dos adultos jovens e adolescentes podendo atingir até a infância, o que é bem menos comum. A anorexia é especialmente mais grave na fase de crescimento porque pode comprometer o ganho esperado para a pessoa, resultando numa estatura menor do que a que seria alcançada caso não houvesse anorexia. Na fase de crescimento há uma necessidade maior de ganho calórico: se isso não é obtido a pessoa cresce menos do que cresceria com a alimentação normal. Caso o episódio dure poucos meses o crescimento pode ser compensado. Sendo muito prolongado impedirá o alcance da altura geneticamente determinada. Na população geral a anorexia atinge aproximadamente 0,5%, mas suspeita-se que nos últimos anos o número de casos de anorexia venha aumentando. Ainda é cedo para se afirmar que isto se deva ao modelo de mulher magra como o mais atraente, divulgado pela mídia, esta hipótese está sendo extensivamente pesquisada. Para se confirmar se a incidência está crescendo são necessários anos de estudo e acompanhamento da incidência, o que significa um procedimento caro e demorado. Só depois de se confirmar que o índice de anorexia está aumentando é que se poderá pesquisar as possíveis causas envolvidas. Até bem pouco tempo acreditava-se que a anorexia acontecia mais nas sociedades industrializadas. Na verdade houve falta de estudos nas sociedades em desenvolvimento. Os primeiros estudos nesse sentido começaram a ser feitos recentemente e constatouse que a anorexia está presente também nas populações desfavorecidas e isoladas das propagandas do corpo magro.

Tratamento O tratamento da anorexia continua sendo difícil. Não há medicamentos específicos que restabeleçam a correta percepção da imagem corporal ou desejo de perder peso. Por enquanto as medicações têm sido paliativos. As mais recomendadas são os antidepressivos tricíclicos (possuem como efeito colateral o ganho de peso). Os antidepressivos inibidores da recaptação da serotonina têm sido estudados mas devem ser usados com cuidado uma vez que podem contribuir com a redução do apetite. É bom ressaltar que os pacientes com anorexia têm o apetite normal, ou seja, sentem a mesma fome que qualquer pessoa. O problema é que apesar da fome se recusam a comer. As psicoterapias podem e devem ser usadas, tanto individuais como em grupo ou em família.A indicação dependerá do profissional responsável. Por enquanto não há uma técnica especialmente eficaz. Forçar a alimentação não deve ser feita de forma rotineira. Só quando o nível de desnutrição é ameaçador. Forçar alimentação significa internar o paciente e fornecer alimentos líquidos através de sonda naso-gástrica. Geralmente quando se chega a isso torna-se necessário também conter (amarrar) o paciente no leito para que ele não retire a sonda. Fonte: Psicosite

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Informática Meus pais estão no Facebook, e agora? Uma pesquisa realizada pela ComScore em dezembro de 2011 afirma que, no último ano, houve um aumento de 80% na taxa de acesso às redes sociais por pessoas com 55 anos ou mais. Isso significa que, hoje, existem muito mais pais nas redes sociais do que no início desta moda. Com a entrada deste público houve também uma ligeira mudança de comportamento dos filhos, especialmente entre os adolescentes. O jovem Rian Ávila Pereira, de 13 anos, diz estar mais atento aos seus posts depois que a mãe passou a utilizar a rede. “Eu fico com medo dela pegar no meu pé por causa de uma foto ou zoação”, comenta. Nos últimos meses, Rian diz ter parado de postar certas mensagens ou fotos porque já viu muitos casos em que os pais de seus amigos levaram as brincadeiras da rede para a vida real. Ele mesmo passou por uma situação semelhante: sua mãe fez um comentário sobre uma de suas fotos que o deixou bastante envergonhado. "Estava abraçado com uma amiga e ela perguntou se aquela menina era minha namorada", lembra. "Também já aconteceu de eu tirar nota ruim e minha mãe me tirar o computador por saber que era a internet que me atrapalhava", conta. Além da mãe, Rian ainda teve que conviver com professores no Facebook, mas esta experiência não durou muito. Com medo de ser julgado pela quantidade de tempo que passa na internet, ele bloqueou o "mestre" e diz ter ficado mais aliviado. Já com a mãe, o medo é tanto que nem o bloqueio ele tentou. Segundo ele, o professor jamais o contestaria por isso, já sua mãe sim. "Não tem o que fazer, eu vou levando, o bom é que minha mãe não entra toda hora", conclui. Com cerca de 800 milhões de usuários, o Facebook é uma das redes que mais possui pais conectados. Muitos deles são tão ativos quanto seus filhos, como é o caso de Sandra Aguiar, de 54 anos. Ela está sempre online compartilhando posts com amigos e familiares, incluindo seus dois filhos: Pedro e Nara Chavedar. Para Pedro, estudante de jornalismo de 23 anos, ter uma mãe conectada é bacana, no entanto, ele admite que, mesmo de forma inconsciente, acaba filtrando o que vai postar. "Tenho um filtro natural que independe da presença da minha mãe, mas existem coisas específicas que penso nela. É uma questão de respeito", diz.

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O jovem comenta que o seu receio é pelo tom que as coisas ganham na internet. Na rede, uma frase pode ser interpretada de diversas formas e, dificilmente, é possível se explicar. "Não é preocupação, mas eu fico esperto, até porque tem muitos amigos que não sabem que minha mãe está no Facebook e podem postar coisas que ela não entenderia", ressalta. "Mas, acho que quem está na chuva é pra se molhar. Eu não bloquearia minha mãe ou criaria um grupo somente para a família, porque acho que isso foge do intuito do Facebook. Se você está se expondo, se exponha a todos e mantenha um filtro universal", explica. O interessante é que, no caso de Pedro, quem faz o papel de pai é ele. O futuro jornalista diz que reprova um pouco a forma como a mãe utiliza o site, porque acredita que ela se expõe demais. Para ele, a ferramenta deve ser usada para trazer benefícios e não só como uma plataforma para as pessoas publicarem detalhes de suas vidas pessoais. "Acho que ela [a mãe] poderia usar a rede para divulgar mais a escola dela e conversar comigo e minha irmã, que moramos longe", finaliza. Já Nara, de 21 anos, irmã de Pedro, não se importa com a forma que sua mãe utiliza o Facebook. Ela conta que se diverte com as coisas que sua mãe posta e acredita que o principal motivo de Sandra estar online é para acompanhar a vida dos filhos. Obviamente, nem tudo são flores. Ambas já tiveram problemas por causa da amizade virtual. Recentemente um comentário de Sandra em uma foto postada por uma amiga de Nara rendeu discussão na família. "Eu tenho uma relação muito boa com a minha mãe, por isso tive liberdade de pedir para que ela apagasse os comentários que fez na foto e no meu mural", comenta. "Eu não me podo em nada por ter minha mãe na rede, mas fico receosa com os posts de amigos e a interação entre eles e minha mãe", conclui. A jovem Stela Alvarenga Lopes, de 21 anos, também tem uma ótima relação com os pais e, segundo ela, isso se reflete no mundo digital. Para ela, quanto mais próximos e íntimos dos pais, menos problemas e restrições os jovens terão. "Eu vejo a entrada dos pais no Facebook como algo positivo. Isso significa que eles não se fecharam para as novidades. Além disso, é um espaço para gerar diálogo entre as gerações", diz. O mesmo acontece com Pedro Bisordi Taraboulous, de 18 anos. A relação entre ele e sua mãe, Meire, é tão boa que ela chega a questioná-lo antes de publicar algo que possa envergonhá-lo. Em casa, ambos batem papo sobre as interações na rede e nunca tiveram problemas. Fonte: Olhar Digital

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MakeUP! Maquiagem para pele negra O segredo para ficar linda é não ter preguiça de provar os produtos na pele — como toda mulher deve fazer. Jamais deixe de clarear a região embaixo dos olhos e da sobrancelha. Finalmente, ouse, sem medo. Sua pele permite que o make se destaque na medida.

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Fonte: Revista Nova

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Moda Dicas de moda para gordinhas Confira várias dicas preciosas para as mulheres mais gordinhas não errarem no figurino. Toda mulher com uns quilinhos a mais sabe a dificuldade de encontrar uma roupa que seja adequada com o seu corpo, ou seja, vista bem e que seja bonita e além disso, que escondam as gordurinhas. Ao contrário do que muitos pensam, uma roupa pode sim possuir essas características e para isso não precisa ser discreta, como uma peça preta por exemplo. Seguindo algumas regras de elegância você pode chegar ao visual desejado, reunindo cores e estampas mais variadas e ao mesmo tempo parecendo mais magra.

Manga e Pescoço Para disfarçar os braços roliços, use sempre peças com mangas. Escolha as mais soltinhas ( tipos morcego ou boca-de-sino), que não repuxam na hora de movimentar os braços, sendo assim ao mesmo tempo confortáveis. Outra opção é recorrer a xales ou echarpes. Também invista em belos colares, pois assim eles chamam a atenção para o colo desviando assim o foco da indesejada barriguinha.

Jeans e salto Na hora de comprar um jeans, escolha sempre os modelos de tom mais escuro e corte reto, deixando a barra tocar no peito do pé. Esse detalhe já fará você parecer bem mais magra. Nos pés, sandália ou sapato de salto alto são ótimas armas para enxugar as medidas, dando a impressão de pernas mais finas, assim deixam a silhueta mais fina e elegante. Mas nada de escolher saltos finos, pois, para ficar perfeito em você, o salto deve ser proporcional ao seu corpo. Ou seja: quanto mais cheinha você for, mais grosso ele deve ser também.

Preto moderado Invista nas cores mais escuras. Porém isso não quer dizer vestir-se de preto dos pés à cabeça. Use uma base preta com outras cores por cima para dar um destaque. Recorra também ao marrom, cinza-escuro, verde-escuro, azulmarinho e roxo. Além disso, peças compridas são ótimas para ajudar a disfarçar os pneuzinhos. Por isso, use casacos com modelagem sempre reta e comprimento na altura dos joelhos.

Modelos adequados Aposte em blusas transpassadas, pois estas marcam a cintura lá em cima e deixam a parte de baixo mais soltinha e menos à mostra, escondendo os pneuzinhos e fazendo com que a silhueta dê uma bela afinada. Também invista em blusas que destaquem o seu ombro, como aquelas com decote canoa. Elas aumentam o tamanho dos ombros, enxugando as medidas da cintura. Mas esqueça a frente-única. Apesar de chamar a atenção para a região, ela dá efeito contrário.

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Túnicas X legging Esse modelo de blusa é perfeito para disfarçar o tronco. Aproveite o frio para usar as túnicas em parceria com uma legging escura, comprando apenas as peças com seu número exato, para evitar sobras que deixam as pernas com aparência mais roliça, quando elas são menores marcam ainda mais as gordurinhas, o que a faz parecer maior.

Listras + saias As listras podem ser grandes inimigas ou aliadas perfeitas. Aposte apenas nas listras verticais, que podem ser estreitas ou grossas, pois estas alongam a silhueta. E esqueça as horizontais, que alongam a silhueta horizontalmente. Já na hora de escolher a saia, escolha peças que tenham o cós mais alto, porque eles escondem a barriga. Os modelos drapeados também são uma boa pedida: eles desviam o olhar da flacidez.

Valorize pernas e quadris Aposte em saias e vestidos nos modelos evasê, que disfarçam os quadris sem marcá-los. Peças com recorte em A e cintura mais alta também favorecem as suas medidas. Mulheres que estão acima do peso em geral têm pernas muito bonitas. Se esse é o seu caso, coloque-as à mostra, investindo em saias ou até minissaias que ressaltem essa parte que você tem de mais bonita.

Bolsão, sim. Cinto, não Aproveite que elas estão em alta e invista em bolsas grandes. Quanto maior o modelo, mais ele a deixará enxuta. Quando a bolsa é muito pequena, dá a impressão de que você está mais acima do peso. Mas atenção: não vá sair carregando uma mala. Também evite marcar a cintura, pois esta é exatamente a região que você pretende esconder. Por isso, não coloque a blusa para dentro de saias ou calças, e esqueça os cintos e as faixas. Eles não farão a menor falta em seu look.

Colo em evidência Vestidos decotados ajudam a alongar a silhueta e, por isso, disfarçam os quilinhos a mais. Modelos com decote em V valorizam os seios grandes e destacam a região do colo. A manga solta é infalível para esconder os braços gordinhos. Se a peça for transpassada, então, vai enxugar todas as suas medidas! Lembre-se: o colo em evidência é uma poderosa arma para quem está acima do peso. Assim, você desvia a atenção da barriguinha.

Estampas finas Embora as peças escuras sejam as mais recomendadas para quem está acima do peso, aquelas com estampas pequenas, sobretudo com um fundo escuro, também ficam bem. Outra dica que ajuda a enxugar as medidas é usar estampas só na parte mais magra do seu corpo e peças lisas nas regiões em que você é mais cheinha. Isso fará um efeito e tanto sobre o espelho! Fonte: Dicasdemulher.com.br

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