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edição 11 | 2013

O que o paciente (e os seus familiares) têm a nos dizer? No mês em que comemoramos o Dia do Médico, o Dia do Dentista e o Dia do Fisioterapeuta, vale a pena falarmos sobre a gestão de relacionamento com os pacientes.

Uberlândia

Araguari

Mais Saúde

Pai e filho cirurgiões falam sobre os caminhos da Medicina

Cirurgião Plástico responde a perguntas sobre a sua especialidade

Cirurgião Dentista explica os benefícios dos implantes dentários

pag. 18

pag. 13

pag. 26


Editorial

Outubro: um mês muito especial

Fale Mais Sobre Isso: uma Revista dedicada ao universo da Saúde e da Saúde Mental.

Promoções desta Edição Medtec_pág 05 Brou'ne_pág 34 Confira!

N o m ê s d e O u t u b ro, os dias 12, 13, 15, 18 e 25 são, respectivamente, os dias da Criança, do Fisioterapeuta, do Professor, do Médico e do Dentista. Outubro, portanto, é um mês muito especial em termos de datas comemorativas. Nele, comemoramos a condição a partir da qual todo futuro é construído (Dia da Criança), a profissão sem a qual esse futuro não se constrói (Dia do Professor) e três outras importantíssimas profissões diretamente ligadas ao universo da Saúde (Dia do Fisioterapeuta, Dia do Médico e Dia do Dentista). Por isso, nesta edição da Fale Mais Sobre Isso trouxemos várias produções relativas a essas temáticas, como, por exemplo: a entrevista sobre “Implantes Dentários” com o Cirurgião Dentista Dr. Jonimar Otoni Ferreira (página 26); os artigos sobre "Power Plate" e "Drenagem Linfática", escritos, respectivamente, pelas Fisioterapeutas Eva Simone (página 30) e Flávia Faria Nascimento (página 30); o artigo sobre “A importância do brincar” na infância, da Psicóloga Renata Rezende Lacerda (página 38); o artigo sobre "Educação e Mediação", da Professora Marilza Abrahão P. Rezende (página 44); e, ainda, algumas considerações da própria revista a partir de uma boa conversa com os Médicos Cirurgiões Dr. Ricardo Pacheco e Dr. Leonardo Pacheco (página 18). Em especial, esta edição apresenta uma importante contribuição do Advogado Ronaldo Behrens a respeito de uma das mais fundamentais questões para todos os profissionais ligados às áreas da Saúde: a gestão de relacionamento com os pacientes (página 24). A todas as pessoas contempladas pelas datas comemorativas de Outubro, registramos, aqui, os nossos parabéns! E a todos os nossos leitores, boa leitura e bons pensamentos!

Leonardo Abrahão

Mulher que se toca, se cuida!

Editor

revistafalemaissobreisso@yahoo.com.br

Mais da Fale Mais Sobre Isso: www.falemaissobreisso.com.br www.youtube.com/user/falemaissobreisso www.facebook.com/falemaissobreisso 2013

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É estratégico consultar um profissional

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Índice Notícias

05 Até 73% dos erros cometidos em hospitais no país são evitáveis 06 Protocolos Clínicos ordenam atendimento oncológico Presença feminina na Medicina aumenta no Brasil

Cardiologia

08 Saúde do Coração: você está pronto para começar a agir?

Medicina

Gastroenterologia

10 Doença do Fluxo Gastroensofágico ou DRGE Medicina

12 Saiba mais sobre Cirurgia Vascular 14 Vitamina D e suas multifaces 16 "Meu filho adoece tanto!" 17 Saiba mais sobre Cirurgia Plástica 18 Conversando sobre Medicina 21 Câncer de Mama Gestão

22 Marketing e Saúde Literatura

23

Um livro para quem ama a Medicina

Capa

24

Mais Saúde

Saiba mais sobre Implantes Dentários Tecnologia CAD/CAM na odontologia moderna Pré-Natal odontológico

Fisioterapia

30 30

Power Plate: eficiente, versátil, moderno. A ginástica do futuro

34

Castanhas: um punhado de muita saúde

36

Você tem zumbido no ouvido?

Saiba mais sobre Drenagem Linfática

Nutrição Fonoaudiologia

Saúde Mental

Artigo

Guia

Dos Leitores Aquela força Os artigos que li na Fale Mais Sobre Isso sobre Tabagismo ainda não conseguiram me fazer parar de fumar – mas me deram aquela força para eu pensar mais ainda em estratégias para isso! Hamilton, 52 anos, pelo site da revista

Conhecimento Achei muito instrutivo o texto da dentista (Mirna S. Cordeiro) sobre “Câncer bucal”. Normalmente pensamos ou nos preocupamos apenas com outras formas de câncer. Sônia, 45 anos, por email

Para a família Encontrei a Fale Mais Sobre Isso em uma clínica médica e a levei para casa (com a autorização da secretária da clínica, informo). Fiquei muito interessada nas informações sobre Psicologia e Psicoterapia na edição sobre o Dia do Psicólogo, (...) eu precisava mostrar ao meu marido e aos meus filhos a importância do meu tratamento. Vânia, 42 anos, por email

Gerenciando o relacionamento com os pacientes

Odontologia

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Edição 10 Agosto de 2013

38 40

A importância do brincar

44

Educação e Mediação

Por que agradar ao outro?

Educação Artigo

46

O que é Coaching de Performance?

46

Transtornos Alimentares

50 52

Um portal para o Grafite

54

Guia de Profissionais | Psicólogos(as)

Artigo

Cultura e Arte Artista mineiro reconhecido internacionalmente pela Dança

Envie comentários e sugestões pelo e-mail revistafalemaissobreisso@yahoo.com.br com nome completo, profissão, cidade e idade.

Expediente Coordenador: Leonardo Abrahão Revisão Técnica (Medicina): Dra. Carolina N. Cunha Debs

(CRM: 58.248)

Revisão Técnica (Saúde Mental): Psicólogo Leonardo Abrahão

(CRP: 36.232/04)

Projeto Gráfico e Diagramação: Miguel Neto 34 9670.9610

Comercial:

34

9966.1835 | 9221.6622

Tiragem: 4.000 unidades Impressão e Pré Impressão: Gráfica 3 Pint Distribuição: Correios (Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos) Entrega gratuita e dirigida | Udia-Ari/MG A Revista Fale Mais Sobre Isso é distribuída em hospitais, clínicas, consultórios e laboratórios de saúde, edifícios comerciais, escritórios de profissionais liberais, condomínios residenciais, escolas, restaurantes, padarias e outros pontos com grande fluxo de pessoas de Uberlândia e Araguari. Além disso, a Fale Mais Sobre Isso é entregue pelos Correios a Médicos e Dentistas presentes em um mailing com 2.000 nomes em Udi e Ari. Se você tem interesse em ser nosso parceiro comercial, favor entrar em contato pelos telefones 34 9966.1835 ctbc e 34 9221.6622 tim, ou revistafalemaissobreisso@yahoo.com.br.


Notícias

Medicina

Notícias e descobertas DA medicina

Até 73% dos erros cometidos em hospitais no país são evitáveis Na maioria das vezes, medidas simples (e boa vontade) resolveriam o problema PREVENÇÃO FALHA EM HOSPITAIS

LOCAIS ONDE MAIS ACONTECEM EVENTOS ADVERSOS, EM %

PROPORÇÃO DE ERROS EVITÁVEIS (BRASIL), EM% Infecção associada ao cuidado

24,62

Complicações cirúrgicas/anestésicas

20

Úlcera de pressão

18,46

Dano por atraso ou falha de tratamento

18,46

Complicacões por punção venosa

6,15

Dano por medicamento

4,62

Canadá

51

48,5

37

19,8

Enfermaria

48

7,5

Dinamarca

14,5

França

9

Brasil

8,3*

* Último estudo disponível (Ibeas-Brasil)

Centro cirúrgico

12,9

Inglaterra

UTI

Incidência, em %

16,6

Nova Zelândia

11,9

34,7

INCIDÊNCIA E EVITABILIDADE Austrália

Outros

7,69

Dano por queda

Incidência, em %

5

40 27 73,3*

Fontes: Walter Mendes, pesquisador da Fiocruz

Até 73% dos erros que acontecem dentro de hospitais brasileiros, como medicações trocadas ou operação de membros errados, poderiam ser evitados. É o que apontam estudos da Fiocruz apresentados no QualiHosp (congresso de qualidade em serviços de saúde) e que ajudaram o Ministério da Saúde a criar novas normas de segurança hospitalar que passam a valer a partir de 2014. As pesquisas, feitas em dois hospitais públicos do Rio, encontraram uma incidência média de 8,4% de eventos adversos, semelhante aos índices internacionais. No Brasil, no entanto, é alto o índice de problemas evitáveis: de 66,7% a 73%. Em outros países, a incidência variou de 27% (França) a 51% (Austrália).

Em números absolutos, isso significa que, em 2008, dos 11,1 milhões de internados no SUS, 563 mil foram vítimas de erros evitáveis. "É um quadro barra pesada. Nos países desenvolvidos, existem políticas de segurança bem consolidadas. Aqui estamos acordando com um pouco de atraso", diz Walter Mendes, pesquisador da Fiocruz e consultor do comitê do programa de segurança do paciente. "A questão é adotar mecanismos que impeçam que o erro chegue ao doente", afirma. A morte da menina Stephanie Teixeira, 12, que no ano passado recebeu vaselina em vez de soro nas veias, é um exemplo de erro evitável. Os frascos eram idênticos, e os nomes dos produtos estavam em etiqueta

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de mesma cor. Para Angela Maria da Paz, gerente da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), esses casos acontecem porque as instituições não seguem protocolos. No Brasil, diz ela, os eventos adversos são subnotificados e, em geral, só se tornam visíveis quando viram caso de polícia. "Existe a cultura do castigo, as pessoas escondem, têm medo. O erro deve ser aproveitado como aprendizado, não para punição." Para o professor Jesús María Aranaz Andrés, chefe do serviço de medicina preventiva do hospital Sant Joan d'Alacant (Espanha), a reparação do erro pode ser resolvida de várias formas, como pela compreensão e correção ou por indenização. "Só não pode haver culpabilização porque isso leva à ocultação. Se escondermos a cabeça na areia feito avestruz, não vamos aprender." O pesquisador Paulo Santos Sousa, professor da Universidade Nova de Lisboa (Portugal), diz que as mudanças devem ser de cultura. "Bactéria não tem asas. Ela passa de paciente para paciente porque alguém a carregou nas mãos. Sempre se soube que lavar as mãos é importante, mas continua sendo um desafio." Segundo Angela Paz, da Anvisa, a agência construirá uma ferramenta eletrônica para monitorar os eventos adversos e agir na prevenção. Um dos pontos da política, segundo ela, é uma negociação com o Ministério da Educação para que as faculdades de medicina coloquem em seus currículos o tema de segurança do paciente. Outra ideia é disseminar essas informações ao paciente para que ele se torne atuante no processo, e não um mero espectador. Fonte: Folha Equilíbrio (Folha de São Paulo)

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Medicina

Notícias

Protocolos clínicos ordenam atendimento oncológico

O protocolo orienta como o paciente deve ser tratado Ordenar a assistência médica dos pacientes em tratamento do câncer no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (HCFMRP) por meio de protocolos clínicos. Esse foi o objetivo de um grupo de pesquisadores da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, liderados pelo professor Eduardo Magalhães Rego, do Departamento de Clínica Médica – Hematologia e Hemoterapia. Eles contaram ainda com a participação de Andrés Poveda, do Instituto Valenciano de Oncologia e fundador do Grupo Espanhol de Pesquisa de Câncer de Ovário (GEICO). Segundo o professor Rego, com base na experiência do grupo espanhol, que é um dos maiores grupos de pesquisa de oncologia clínica do mundo, os protocolos definem qual é a melhor estratégia de tratamento dentro do que há disponível no hospital da rede pública. “O protocolo orienta como o paciente, com determinado diagnóstico de câncer, deve ser tratado, com a indicação de drogas, formas de cirurgias, intensidade de radioterapia, entre outros”. Seu colega espanhol, Poveda, explica que os protocolos foram elaborados a partir de guias internacionais. “Ordenar a assistência de todos os dias é uma maneira de que, quando há um caso, o médico já tenha definido as formas de tratamento”.

Redes multicêntricas A participação de Andrés Poveda na sistematização do protocolo é só o início de uma pareceria entre a FMRP e o GEICO. O grupo espanhol tem experiência na formação de redes multicêntricas em estudos clínicos, na qual vários hospitais adotam o mesmo protocolo

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de pesquisa para a melhoria na obtenção de resultados. A proposta é que a Faculdade de Medicina participe dessa rede multicêntrica. O professor Eduardo Rego explica que o projeto de pesquisa ainda está sendo estabelecido e será sobre o câncer de colo de útero, junto com o professor Jurandyr Moreira de Andrade, do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia. “Ainda vamos submetê-lo ao comitê de ética da Faculdade. Queremos comparar o efeito de um tipo de quimioterapia, que nós chamamos de neoadjuvante. Ela é utilizada para determinados estágios do câncer de colo, mas esses estágios ainda não estão bem estabelecidos e é isso que queremos analisar. Provavelmente, além do grupo espanhol, centros mexicanos participarão do estudo”. Outra parceria estabelecida com o professor Andrés Poveda é o intercâmbio de pesquisadores. No próximo ano, residentes e pós-graduandos da USP Ribeirão Preto farão treinamento no Instituto Valenciano de Oncologia. De acordo com Poveda, o Instituto é voltado para assistência médica e pesquisa. Ele destaca que o modelo adotado no tratamento de pacientes é diferenciado, pois é integrado ao redor de uma patologia.

Presença feminina na Medicina aumenta no Brasil O número de mulheres que entram na medicina no Brasil é maior que o de homens desde 2009, revela pesquisa da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP). A pesquisa mostra que o sexo feminino é maioria em especialidades ligadas à atenção básica à saúde - como a clínica médica, pediatria e ginecologia e obstetrícia - e bem menor na área de cirurgia. Por exemplo, na cirurgia cardiovascular há 90% de homens, na neurocirurgia são 91,8%, na ortopedia 95% e na urologia 98,8%. Conforme os registros nos CRMs, as mulheres médicas representam 39,9% entre aproxidamente 400 mil profissionais registrados no País. “Desde 2009, o número de mulheres que entram na medicina superou o de homens”, diz Mário Scheffer, professor do Departamento de Medicina Preventiva da FMUSP. “Conforme a pirâmide etária dos médicos se aproxima dos 60 anos, o número de homens é bem maior, reflexo da formação de um maior contingente masculino entre 1970 e 2000”, enfatiza. "A feminização acelerada também é verificada em países como Inglaterra, Irlanda e Noruega.”

Atenção básica

“O paciente é atendido por uma equipe multidisciplinar que não muda. Quando ele chega ao instituto ele será atendido sempre pelo mesmo fisioterapeuta, psicólogo, radioterapeuta, entre outros. O serviço não é separado e isso é uma vantagem ao paciente, pois conhece a equipe e se sente confiante, e para o tratamento que é mais eficaz. Toda semana a equipe se reúne para discutir novas ideias”.

De acordo com Scheffer, o Brasil passa por mudanças com uma forte tendência de envelhecimento da população e aumento na prevalência de doenças crônicas não transmissíveis. “Isso exigirá um reordenamento dos serviços de saúde a partir da atenção primária, onde estão as especialidades com maior presença de mulheres”, diz. “Outros estudos mostram que, apesar de cumprir jornadas de trabalho menores e ter número menor de vínculos, devido as atividades familiares, a mulher médica consegue harmonizar melhor a relação com os pacientes, além de possuir maior capacidade para atuar em equipes multidisciplinares”.

Fonte: Agência USP de Notícias

Fonte: Agência USP de Notícias

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Cardiologia

Medicina

Saúde do Coração: você está pronto para começar a agir? Ações urgentes devem ser tomadas para proteger a saúde do coração das crianças para evitar o futuro impacto físico, emocional e financeiro por conta das doenças cardiovasculares e derrames.

1. Mantenha-se ativo Inatividade física causa 6% de mortes globais. Fatores de risco, como obesidade, diabetes e a falta de atividade física, presentes na infância podem aumentar muito a probabilidade de uma criança desenvolver doenças cardíacas quando adulto. Mesmo 30 minutos de atividade moderada-intensa cinco dias por semana reduzem o risco de doenças cardíacas e derrames.

Atenção: Atividades físicas não necessariamente são exercícios! Outras atividades como tarefas domésticas contam, como passar o dia cuidando do jardim ou pedir às crianças para ajudar na limpeza! Estabeleça metas realistas – construir níveis de atividades gradativamente será menos desgastante do que tentar correr uma maratona na primeira tentativa. Busque grupos de atividades físicas na sua região – algumas cidades possuem grupos de ciclistas ou corredores que podem auxiliá-los incluir exercícios na sua agenda ocupada.

2. Tenha uma dieta saudável para o coração Mais e mais as pessoas estão buscando alimentos processados que geralmente contém alto teor de açúcar, sal, gorduras saturadas e trans. Dietas não-saudáveis estão ligadas a 4 dos 10 maiores fatores de risco causadores de morte no mundo. Uma dieta saudável para o coração, rica em frutas e vegetais, ajuda a prevenir doenças cardiovasculares e derrames.

Atenção: Pode paracer difícil parar de comer os alimentos que você gosta. Ao invés de evitar doces completamente, troque o chocolate ou outros doces por alternativas como manga e outras frutas. Faça comidas saudáveis e chamativas para as crianças escolha alimentos coloridos para os pratos das crianças e as envolva na cozinha Limite o consumo de sal para menos de 5 gramas por dia (aproximadamente uma colher de chá) Pondere o tamanho das porções; use pratos menores, e assegure a ingestão de maiores porções de frutas e vegetais do que o carboidratos e carnes.

3. Diga "não" ao tabaco Um em cada 2 fumantes morrerá de doenças relacionadas ao tabagismo, infelizmente, mais e mais crianças e adolescentes começam a fumar. O tabagismo passivo mata mais de 600.000 mil pessoas não fumantes a cada ano, incluindo crianças. Nelas, o fumo passivo pode causar morte súbita. Parar de fumar e evitar o fumo passivo reduz o risco de doenças cardiovasculares e derrames.

Atenção: É crucial banir o cigarro de sua casa para proteger o futuro da sua família.

Eduque as crianças sobre os perigos causados pelo tabagismo, para ajudá-la a não escolher o tabagismo no futuro. Se você achando difícil para fumar, procure um profissional de saúde para aconselhá-lo ou peça um apoio ao seu chefe, pois seu local de trabalho pode fornecer serviços de auxilio para parar de fumar.

4. Saiba seus números Seguindo os passos acima, você e sua família podem reduzir os riscos de doenças cardiovasculares e derrames em qualquer lugar do mundo, mas é importante manter exames regulares sobre a saúde do seu coração.

Atenção: Visite um profissional de saúde que possa aferir sua pressão arterial, níveis de colesterol e glicemia, peso e índice de massa corpórea (IMC). Uma vez sabendo seus riscos de doenças cardiovasculares, é possível desenvolver um plano de ação específico para melhorar sua saúde cardiaca . Deixe este plano de ação claramente visível em sua casa como um lembrete! Seu médico pode também aconselhá-lo sobre opções de tratamentos apropriados sempre que necessário.

Doenças cardíacas e derrames são evitáveis e frequentemente desencadeados por fatores de riscos, como: pressão alta, colesterol alto, sobrepeso e obesidade, tabagismo, ou a presença do diabetes.

Assista a nossa entrevista sobre "Tabagismo" com o psicólogo Wesley Nazareth em www.youtube/user/falemaissobreisso

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Fonte: Sociedade Brasileira de Cardiologia


Medicina

Gastroenterologia

Doença do refluxo gastroesofágico ou DRGE A azia que ocorre mais que duas vezes numa semana pode ser considerada DRGE O QUE É A doença do refluxo gastroesofágico ou DRGE ocorre quando o esfíncter inferior do esôfago (EIE) não se fecha apropriadamente e o conteúdo do estômago extravasa de volta para o esôfago. O EIE é um anel de músculo na parte inferior do esôfago que age como uma válvula entre o esôfago e o estômago. O esôfago transporta o alimento da boca para o estômago. Quando o ácido refluído do estômago toca a parede do esôfago, ele causa uma sensação de queimação no tórax ou garganta denominada pirose (azia). O gosto do líquido pode até ser sentido na parte de trás da boca e é chamado de indigestão ácida. A azia que ocorre mais que duas vezes numa semana pode ser considerada DRGE e ela pode, eventualmente, conduzir a problemas mais sérios de saúde. Qualquer um, incluindo bebês, crianças e mulheres grávidas, podem ter DRGE.

É um problema comum? Trata-se de um dos problemas mais comuns relacionados ao aparelho digestivo. Estima-se que cerca de 45% da população ocidental relate a ocorrência de um episódio de refluxo por mês e que 5 a 10% destes indivíduos façam referência diária ao sintoma. O refluxo é mais comum em idosos e em gestantes.

SINTOMAS

apresentam dor no tórax, rouquidão pela manhã ou dificuldades para engolir. Você pode sentir como se tivesse comida engasgada na sua garganta ou como você estivesse afogado ou sua garganta apertada. A DRGE também pode causar tosse seca e mau hálito. Seu médico pode solicitar exames complementares para avaliar seus sintomas, quando não está claro se eles são de fato causados por refluxo ácido; ou se você estiver sofrendo complicações da doença como disfagia, sangramento e engasgos; ou ainda se seus sintomas não estiverem melhorando com o uso da medicação. Muitas vezes também são solicitados exames para se avaliar o grau de agressividade da doença para adequar o tratamento àquilo que é necessário no seu caso.

CAUSA

Quando consultar um médico devido à DRGE? Ninguém sabe porque as pessoas têm DRGE. Uma hérnia de hiato pode contribuir. A hérnia de hiato ocorre quando a parte alta do estômago está acima do diafragma, a parede muscular que separa o estômago do tórax. O diafragma ajuda o EIE a manter o ácido no estômago, impedindo que suba para o esôfago. Quando uma hérnia de hiato está presente, é mais fácil do ácido subir. Desta maneira, uma hérnia de hiato pode causar refluxo. A hérnia de hiato pode ocorrer em pessoas de qualquer idade; muitas pessoas sadias acima de 50 anos têm uma pequena. Outros fatores que podem contribuir para a DRGE incluem: Ingestão de bebidas alcoólicas, sobrepeso, gravidez, fumo;

Quais os sintomas da DRGE? Os principais sintomas de DRGE são azia persistente e regurgitação de ácido. Algumas pessoas têm DRGE sem azia. Ao invés, elas

Certas comidas também podem estar associadas com eventos de refluxo, como: frutas cítricas, chocolate, bebidas com cafeína, frituras e comidas gordurosas, alho e cebola, essências de menta, alimentos apimentados, comidas baseadas em tomate, como molho de espaguete, pimenta e pizza.

IR AO MÉDICO

Quando consultar um médico devido à DRGE? Se você vem tendo azia ou qualquer um dos outros sintomas por alguns momentos, você deveria procurar seu médico. Visite um gastroenterologista, o médico que trata doenças do estômago e dos intestinos. Dependendo da gravidade da sua DRGE, o tratamento compreende uma ou mais das seguintes alterações do estilo de vida, medicamentos ou cirurgia. Alterações do estilo de vida: Se você fuma, pare, não tome bebida alcoólica, emagreça, se necessário faça refeições pequenas, vista roupas bem folgadas, evite deitar-se até 3 horas após uma refeição, eleve a cabeceira da cama cerca de 15 a 20 centímetros, colocando blocos de Madeira debaixo dos pés da cama. O uso de travesseiros extras não ajudará.

O que fazer se os sintomas persistem? Se a sua azia não melhora com alterações dos hábitos de vida ou medicamentos, você deverá fazer alguns exames, sempre com a orientação de seu gastroenterologista.

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Fonte: Federação Brasileira de Gastroenterologia

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Saiba Mais Sobre Isso

Medicina

Saiba mais sobre Cirurgia Vascular Dra. Viviane Verônica Fernandes de Freitas CRM 48.087 Rua Santa Helena, 416 | Tabajaras | Uberlândia/MG 34 3236.3378 | vivianeveronica@yahoo.com.br

O que é a especialidade médica conhecida por “Cirurgia Vascular”?

Em que a vida moderna tem preocupado os Cirurgiões Vasculares?

Cirurgia Vascular é uma especialidade médica cirúrgica responsável pela prevenção, diagnóstico, tratamento e acompanhamento das doenças dos vasos do corpo (artérias, veias e linfáticos). Como prevenção atua de forma a orientar hábitos de vida, exercícios físicos regulares e até mesmo uso de medicamentos que previnem doenças vasculares. No diagnóstico alia a clínica aos exames laboratoriais e de imagem, sempre com preferência aos exames não invasivos. Para o tratamento utiliza-se tanto da mudança dos hábitos de vida e do uso de medicamentos como de cirurgias que podem ser convencionais (abertas) ou endovasculares ( realizadas por dentro dos vasos). O acompanhamento é feito de forma periódica com objetivo de atingir a prevenção, estabilização ou a cura dessas doenças.

A vida moderna trouxe uma série de hábitos que têm como consequências o aumento de fatores de risco predisponentes para doenças cardiovasculares como o stress, a obesidade, o sedentarismo que levam aos fatores de risco causais diretamente relacionados ao dano cardiovascular como por exemplo as dislipidemias, a hipertensão arterial, a intolerância a glicose, o diabetes, o tabagismo etc. Esses danos resultam em doenças graves como os Acidentes Vasculares Cerebrais ( AVC's, também conhecidos como derrames cerebrais), Infarto Agudo do Miocárdio(IAM), Doença Aterosclerótica Oclusiva Periférica (DAOP) que podem deixar sequelas e diminuir significativamente a qualidade de vida do indivíduo.

Como ocorre o processo de formação do especialista em “Cirurgia Vascular”?

E em que a vida moderna tem ajudado os Cirurgiões Vasculares?

Após seis anos do curso superior de Medicina é necessário a formação básica como cirurgião geral através da Residência Médica em Cirurgia Geral com duração de dois anos, pré-requisito para a próxima etapa, mais dois anos de Residência Médica em Cirurgia Vascular. Essa formação pode ser complementada com mais um ano ou dois em Cirurgia Endovascular, cursos de Ultrassonografia Vascular, entre outros.

O avanço tecnológico obtido nos últimos anos proporciona ao cirurgião vascular um diagnóstico mais preciso das doenças vasculares e consequentemente um tratamento mais efetivo. Técnicas menos invasivas como os procedimentos endovasculares seja para tratamento das doenças arteriais ( endopróteses no tratamento de aneurismas ou uso de stens nas olcusões periféricas) ou para tratamento de doenças venosas (laser ou radiofrequência na cirurgia de varizes) têm como vantagens menor tempo de internação, recuperação mais rápida do paciente além de ser menos invasivo.

Como os conhecimentos da especialidade médica “Cirurgia Vascular” dialogam com os outros saberes das demais ciências da Saúde? Para cuidar do paciente como um todo é imprescindível um tratamento multidisciplinar aliando outras áreas de conhecimento como, por exemplo, a Fisioterapia necessária à reabilitação do paciente no pós operatório de várias cirurgias; o acompanhamento psicológico e até mesmo psiquiátrico de alguns pacientes que possuem dificuldades de cessar o tabagismo; o educador físico que orienta atividades físicas regulares etc. Atividades que em conjunto melhoram o resultado obtido.

Como especialista nessa área, gostaria de deixar um recado aos leitores da Revista Fale Mais Sobre Isso? A mudança no estilo de vida é hoje uma prerrogativa essencial na melhora da qualidade de vida da população em geral. Para prevenir e tratar as doenças cardiovasculares é muito importante a implementação de uma alimentação saudável, redução do consumo de bebidas alcoólicas, abandono do cigarro, prática regular de exercícios físicos e perda de peso quando necessário. Todas essas práticas sob acompanhamento de um médico especialista em conjunto a outros profissionais da saúde asseguram o resultado almejado.


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Artigo

Medicina

Vitamina D e suas multifaces por Dra. Roberta Borges de Castro Endocrinologista Pediátrica e Mestre em Pediatria CRM: 37769-MG Morada do Ser - Rua Coronel Alves, 305 Uberlândia/MG - 34 3235.9259

Com o início do verão retoma-se os questionamentos sobre o sol... Seria o sol tão nocivo? O sol é essencial na produção de vitamina D pela pele, sobretudo aquele que incide entre 10 e 15 horas da manhã, período no qual tem-se a maior concentração de raios ultravioleta B, que, em excesso, deixam a pele irritada e vermelha, além de aumentar o risco de câncer de pele. Daí segue-se o dilema, visto que nas últimas décadas constatou-se associação do câncer de pele e exposição solar sem proteção e, atualmente, a recomendação dos dermatologistas é de não sair de casa sem passar um filtro solar. Entretanto, não há consenso se a exposição solar aos raios mais intensos responsáveis pela produção da vitamina D, mesmo que em curto período de tempo por dia, a longo prazo, seria suficiente para causar câncer de pele. Diante deste impasse, nota-se que apesar de morarmos num país tropical, com fartura de sol, a deficiência de vitamina D na população tem sido preocupante. E, tal fato é agravado pelos hábitos de vida em que pessoas passam horas em escritórios, as crianças ficam muito tempo confinadas em ambientes fechados envolvidas com computador e televisão. No Brasil, estudos mostram prevalência de baixos níveis de vitamina D em cerca de 60% dos adolescentes, de 40 a 58% entre adultos jovens e 42 a 83% dos idosos. Vários fatores influenciam na produção de vitamina D pela pele: Uso de protetor solar: o filtro solar reduz em mais de 90% a produção de vitamina D. O ideal seria expor braços e pernas por 10 a 30 minutos entre 10 – 15 hs, sem protetor solar, três vezes por semana, dependendo da estação climática, latitude e pigmentação da pele. Porém devido à falta de consenso sobre os riscos desta exposição, a maioria dos médicos não recomendam tal prática. Mas seu organismo agradece se praticar uma atividade diária com o sol brilhando, de pelo menos 15 minutos, antes das 10h00 e após 16h00. Cor da pele: a melanina, considerada como protetor solar natural, absorve os raios ultravioletas. Assim, quanto mais escura a pele, maior a necessidade de se expor aos raios solares para produzir a mesma quantidade de vitamina D que uma pessoa de pele clara; Envelhecimento: com o envelhecimento há o afinamento da derme e epiderme o que diminui a reserva de substrato na pele necessário para produção de vitamina D. É importante ressaltar que horas consecutivas de exposição solar não aumenta o estoque de vitamina D, uma vez que

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possuímos mecanismos fisiológicos de defesa, em que a vitamina D em excesso, mais precisamente a pré-vitamina D3, é convertida a produtos inertes ao organismo, o que protege contra a intoxicação. A vitamina D, erroneamente chamada de vitamina, uma vez que vitaminas são substância essenciais que não podem ser produzidas pelo organismo, é um hormônio esteroide, que age principalmente no DNA celular, estimulando e inibindo a transcrição de genes. Nos seres humanos, somente 10 - 20% da vitamina D é proveniente da dieta: a vitamina D3 presente em peixes gordurosos de águas frias e profundas, como atum, salmão; e a vitamina D2 presente em fungos comestíveis. Atribui-se à vitamina D a função de importante regulador do metabolismo do cálcio. Entretanto, estudos atuais tem mostrado as multifaces deste hormônio, uma vez que a vitamina D tem importante papel no sistema imunológico, estimulando a produção de substâncias que funcionam como antibióticos naturais, além de papel imunomodulador, uma vez que a deficiência desta vem sendo relacionada com alguns tipos de câncer, diabetes mellitus, esclerose múltipla, artrite reumatoide, dentre outras.


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Artigo

Medicina

"Meu filho adoece tanto"! Dra. Grazielle Vitorino Moreira gravitorino@gmail.com Pneumologista Pediátrica | CRM-MG 38801 Neocentro Clínica | Pediátrica

Av. Raulino Cotta Pacheco,55 | Uberlândia/MG 34 3235.1126

Esta frase é muito ouvida no consultório e, para explicá-la precisamos rever algumas questões que envolvem as Infecções de Repetição das Vias Aéreas Superiores (IVAS ). Elas se caracterizam por 3 ou mais infecções por período ou semestre de outono-inverno. O que nos defende das diferentes infecções é o sistema imunológico. Ele é o responsável por produzir anticorpos e células que combatem os organismos invasores. No início da vida o sistema imunológico é bastante imaturo, até por volta dos 09 meses de vida, o lactente ainda tem em seu organismo as defesas da mãe que foram transferidas via placenta e nessa fase entre 04 e 09 meses de idade a criança passa por uma baixa de defesas pela perda destes anticorpos maternos. Lembramos ainda da importância do aleitamento materno, através do qual os recémnascidos ou lactentes podem receber um reforço a sua proteção. A partir dos 09 meses, o sistema imunológico da criança começa a se desenvolver, mas só irá atingir níveis adequados de proteção por volta dos 04 anos de idade. Além da imaturidade do sistema imunológico, são citados pela literatura alguns fatores de risco associados às IVAS de repetição dentre eles: exposição a aglomerações, presença de animais no domicílio, uso de chupetas e o mais importante seria a frequência a

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creches onde as crianças compartilham experiências, beijo, abraços e as infecções. Estudos comprovam que crianças saudáveis podem adoecer de 6 a 10 vezes no ano , sendo este fator pior quanto mais nova a criança, e a tendência é de estabilização e até diminuição das IVAS em crianças que permaneceram por mais de 3 anos consecutivos na creche. Outro fator relevante é a exposição à fumaça de cigarro como um importante irritante das vias aéreas que pode potencializar a gravidade das infecções . Em um estudo ambulatorial com crianças com queixas de IVAS de repetição, verificou-se que 50% delas eram provavelmente saudáveis, 30% eram alérgicas, 10% eram portadoras de alguma doença crônica, e apenas 10% eram imunodeficientes. Assim é importante ficar atento para alguns sinais de alerta que podem indicar a investigação de imunodeficiência nas crianças que apresentam 2 ou mais pneumonias no último ano; 04 ou mais novas otites no último ano; estomatites de repetição; infecções intestinais de repetição/diarréia crônica; 01 episódio de infecção sistêmica grave (meningite, sepse); asma grave, efeito adverso ao BCG; história familiar de imunodeficiência, entre outros. Por isso, é bem possível que seu filho seja saudável e esteja adoecendo muito para ativar e amadurecer seu sistema imunológico e com o tempo esta fase passará, procure um médico especialista e tire suas dúvidas, pois pais tranquilos terão filhos seguros e felizes .


Medicina

Saiba Mais Sobre Isso

Saiba mais sobre Cirurgia Plástica Dr. Eduardo de Melo Ferreira

CRM/MG 43292/RQE 24887 | CRM/GO 16922/RQE 8425

Cirurgião Plástico

Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. dudumff@gmail.com

O Cirurgião Plástico tem a obrigação de orientar os pacientes, evitando exageros, frustrações e expectativas irreais.

O que é a especialidade médica conhecida por Cirurgia Plástica? Etimologicamente, a palavra cirurgia plástica procede do grego e significa: “capacidade de dar ou modificar a forma”. Essa especialidade médica é dividida em duas grandes vertentes.: cirurgia plástica reparadora que tem como objetivo corrigir lesões deformantes, defeitos congênitos ou adquiridos, e a cirurgia plástica estética que é realizada no paciente com o objetivo de realizar benefícios à sua aparência. Como ocorre o processo de formação do especialista em Cirugia Plástica? Para ingressar na Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), o médico deverá fazer especialização de dois anos em cirurgia geral, três anos de cirurgia plástica em serviço credenciado pela SBCP e/ou MEC, prestar e ser aprovado em prova escrita e oral, para se tornar membro especialista da SBCP. Como os conhecimentos da Cirurgia Plástica dialogam com os outros saberes das demais ciências da Saúde? A cirurgia plástica está especialmente ligada à psicologia. O corpo ocupa forte relação com o psiquismo, a cirurgia plástica pode ser entendida como uma saída para a insatisfação e o desequilíbrio da conexão corpo e mente. É inegavél a importância da representação do corpo na mente humana. É baseada nela que acontecem as relações, a produção cognitiva e emocional. Através de modificações corporais, os sentimentos também vão se modificando e alterando comportamentos. A cirurgia plástica coloca-se como um instrumento de transformação do corpo e também da sua representação mental. O ato cirúrgico acaba solucionando e trazendo alívio para um psiquismo inconformado.

Em que a vida moderna preocupa os Cirurgiões Plásticos? A imposição da mídia e dos padrões de beleza, acaba mobilizando o indivíduo em sua percepção de si e, concomitantemente, na sua auto-estima. A aparência, ou seja, a impressão física, passou a ser um importante elemento de julgamento nas interações sociais. O comportamento se estrutura no que é considerado mais belo ou menos belo. Assim, a beleza passa a ser um valor social que pode garantir sucessos ou fracassos, tanto nas relações interpessoais quanto na vida profissional. Inserido nesse contexto, o cirurgião plástico tem a obrigação de orientar os pacientes, evitando exageros, frustrações e expectativas irreais. Em que a vida moderna tem ajudado os Cirurgiões Plásticos? Os avanços científicos-tecnológicos da medicina e a globalização dos conhecimentos médicos nos últimos anos, nos deram condições de executar procedimentos cada vez mais satisfatórios e seguros para os pacientes, minimizando o risco de intercorrências. Associado a tais fatores, a imposição de padrões de beleza pela sociedade moderna causou um aquecimento no mercado da cirurgia plástica. Nós hoje somos o segundo país em número de cirurgias plásticas no mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos. "É de fundamental importância que toda cirurgia plástica seja realizada por um cirurgião plástico credenciado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica que conta com 5200 membros e tem 65 anos de medicina séria. Acesse www.cirurgiaplastica.org.br e confira se seu medico é credenciado". 2013

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Opinião

Medicina

Conversando sobre Medicina por

Leonardo Abrahão

Em conversa com a Fale Mais Sobre Isso, dois grandes cirurgiões de Uberlândia, pertencentes a diferentes gerações de médicos da cidade, ajudam-nos a pensar sobre os caminhos da Medicina David Harvey, geógrafo britânico autor do livro “Condição Pós-Moderna” (Ed. Loyola), sintetizou o que seria a essência da época em que vivemos: a flexibilidade dos atuais processos de produção econômica, a flexibilidade dos padrões de consumo da sociedade, o constante surgimento de novidades em todos os processos do mercado de trabalho e, em especial, ao constante surgimento de novidades tecnológicas em todas as áreas em que os homens atuam. Em outras palavras, e em consonância com outros intelectuais, Harvey acredita que a época em que vivemos é uma época essencialmente caracterizada pela ocorrência de grandes e velozes transformações nas maneiras como os homens se organizam para trabalhar, se relacionar e sobreviver. E por que estamos falando sobre isso? Porque essas transformações das quais Harvey fala também se fizeram sentir no universo da Saúde, o universo ao qual a Fale Mais Sobre Isso se dedica. E uma rápida conversa com os principais atores envolvidos nesse universo (profissionais da saúde e as pessoas que os procuram) é suficiente para comprovar a pertinência das reflexões desenvolvidas pelo autor britânico. Querendo falar mais sobre isso, iniciamos, agora, uma série de conversas com os profissionais de saúde da nossa região procurando saber o que têm pensado e lhes proporcionando um espaço para que possam expor os seus pensamentos. Nossas primeiras conversas ocorreram com os dois cirurgiões da família Pacheco: Dr. Ricardo Pacheco – Cirurgião Geral, e Dr. Leonardo Pacheco – Cirurgião Vascular. Ambos atuam na Clínica Angioclínica.

Eu penso assim e tentei passar isso ao meu filho, que foi meu aluno, e a todos os meus alunos. Pensem o seguinte: o centro de tudo é o paciente. Dr. Ricardo Pacheco

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Dr. Ricardo Pacheco, 62 anos, Cirurgião Geral formado em 1975 na 3ª turma do Curso de Medicina da Universidade Federal de Uberlândia, professor do curso desde 1979 e atual Chefe do Serviço de Cirurgia Geral da UFU, conversou conosco em sua clínica e, com muita disposição, falou sobre a Medicina de ontem e de hoje, as peculiaridades relativas às distintas gerações de médicos e os desafios da profissão na atualidade. As transformações as quais David Harvey referiu-se em seu livro também foram percebidas pelo Dr. Ricardo: “Nesses anos todos houve uma mudança radical de tudo – cultural, tecnológica. Hoje as coisas se tornaram muito dinâmicas, as informações se difundem com uma rapidez enorme, e o aluno hoje conhece muito mais coisas do que conheceria antigamente, a tecnologia ajuda nisso e, até aí, tudo bem”. Contudo, seu experiente olhar de professor também está atento às questões trazidas pela ampla disponibilidade das novas tecnologias: “acho que a pressão, o mercado de trabalho, a violência, as pessoas hoje estão muito mais pragmáticas ao escolher as coisas baseadas naquilo que elas querem e a tecnologia encanta. Consequentemente, as pessoas às vezes escolhem fazer Medicina já pensando na tecnologia, não estão pensando em ser cirurgião como eu, cortar, fazer as coisas com a mão, elas estão pensando já na cirurgia pelo robô”. Tal situação – o encantamento que as tecnologias produzem sobre os homens -, acabam por colocar os médicos em uma difícil condição. Quando, entusiasmados com elas, as elegem como elemento central na relação com os pacientes, correm o risco de serem acusados de “frieza” na relação com os mesmos. E quando não as utilizam, ou as utilizam pouco, são acusados de não se preocuparem com a exatidão do diagnóstico. “Quem está lá em cima está martelando na cabeça que a Medicina Tradicional talvez já não seja a ideal, que se não fizer exames, se não usar a tecnologia, se não fizer ressonância magnética, se não fizer isso, não fizer aquilo, não se tem diagnóstico adequado”, desabafa o médico e professor Ricardo, angustiado com a desvalorização que a atuação verdadeiramente clínica vem sofrendo de alguns anos para cá e, consequentemente, com o “encarecimento da Medicina”. O encantamento com as potencialidades tecnológicas tem a sua razão de ser no fato de, não raras vezes, as novas tecnologias possibilitarem verdadeiros milagres no tratamento de doenças ou prevenção das mesmas, auxiliando médicos e pacientes na solução de problemas, às vezes, gravíssimos.


...hoje existe menos romantismo e mais objetividade. Não é só querer ajudar o próximo e fazer o bem. Temos que nos preocupar em administrar nossa carreira, em pagar as contas, com as políticas do governo, diversos tipos de demanda judicial, enfrentar e conviver com as crescentes imposições de planos de saúde Dr. Leonardo Pacheco Contudo, as preocupações do Dr. Ricardo com a crescente desvalorização da atuação clínica perante o paciente – desvalorização que também guarda relação com a forte pressão que os jovens médicos sofrem para se especializarem o mais cedo possível – também podem ser explicadas pelo fato de a desvalorização da clínica significar, quase que automaticamente, desvalorização da comunicação com o paciente ou o empobrecimento da relação pessoal médico-paciente. E isso é um problema. Um problema que pode ter consequências psicológicas, como a insegurança do paciente em relação ao seu médico, ou até mesmo consequências jurídicas, quando a falta de uma adequada comunicação entre as partes faz crescer o risco de interpelações judiciais. De novo, o Médico-Professor fornecenos uma importante contribuição: “o relacionamento médicopaciente, na minha opinião, talvez não seja a opinião de muitos, ainda é fundamental, pois você saber interagir com o paciente, ou seja, a parte clínica, é fundamental para você chegar à parte final que é atender bem o seu cliente. Eu penso assim e tentei passar isso ao meu filho, que foi meu aluno, e a todos os meus alunos. Pensem o seguinte: o centro de tudo é o paciente. O distanciamento é que gera vários problemas, e o paciente não é só a doença que ele tem, tem várias outras coisas e às vezes ele vai ao médico e quer que você o escute. Tem que ter tempo”. Mas como “ter tempo” nesses tempos em que vivemos em que a velocidade e a novidade – assim como a velocidade das novidades – são as senhoras das nossas horas? Como “ter tempo” se, conforme Harvey citando Karl Marx, “economia de tempo: a isso se resume, em última estância, toda economia”? Nesse ponto da conversa, o filho-aluno do Dr. Ricardo, Dr. Leonardo Pacheco, 36 anos, médico formado em 2003 na 49ª turma do Curso de Medicina da UFU e especialista em Angiologia e Cirurgia Vascular, contribui com uma importante observação: “O tempo para conversar com o paciente também é importante, tanto quanto os exames e aparelhos modernos. O diferencial de hoje é que os próprios pacientes mudaram a postura durante uma consulta ou exame (no estilo cotidiano), e por isso, o tempo passa a ser tão importante quanto à precisão do diagnóstico. A grande maioria dos pacientes valoriza, além da pontualidade, a objetividade e a resolubilidade até mais do que o tempo gasto em anamnese”. O “tempo”, portanto, espreme-se, hoje, entre as múltiplas condições a que tem que servir na pós-modernidade: o tempo do atendimento ao paciente, o tempo de conversa com o paciente, o tempo da audição do paciente, o tempo da resposta ao paciente, o tempo da eficiência do tratamento e o tempo dos outras demandas que também exigem tempo, afinal, conforme diz o

Dr. Leonardo, “hoje existe menos romantismo e mais objetividade. Não é só querer ajudar o próximo e fazer o bem. Temos que nos preocupar em administrar nossa carreira, em pagar as contas, com as políticas do governo, diversos tipos de demanda judicial, enfrentar e conviver com as crescentes imposições de planos de saúde. Portanto, não é só saber medicina, mas ter uma noção mais abrangente e concreta de toda realidade que nos cerca”. Com certeza, não há quem duvide das inúmeras e sérias responsabilidades a que os médicos estão submetidos ao longo de suas carreiras. Contudo, a pós-modernidade, com a sua miríade de complexas novidades e pesadas cobranças, as intensificou e as aumentou, contribuindo para as novas gerações de médicos terem uma visão ainda apaixonada e entusiasmada da profissão, porém, menos idealista, como atesta o Dr. Leonardo: ter um pai médico me ajudou a entender o que queria da medicina e a ter noção mais real do que é a vida do médico fora das escolas. Então, em momento algum, a visão romântica de medicina como sacerdócio foi uma esperança na minha escolha”. Além disso, a atualidade e as suas ininterruptas transformações também produziram alterações naquela que é parte fundamental dos processos de tratamento a que as pessoas se submetem ao procurar os serviços médicos: a relação médico-paciente. Em se tratando do universo da Saúde - e paralelamente ao avanço das novas tecnologias aplicadas aos procedimentos médicos -, a relação médico-paciente talvez seja a dimensão que mais sofreu modificações ao longo das últimas décadas. Segundo o Dr. Leonardo, “antigamente, a medicina era realmente um sacerdócio e o médico praticamente incontestado. Hoje, entre outras coisas, as políticas governamentais buscam uma desmitificação da carreira médica o que quebra a relação médico-paciente. Outra evolução importante é o acesso à informação que está difundida nas redes sociais. Qualquer um pode ter acesso a diversos tipos de informação e, em alguns casos, a falta de senso crítico para discernir a boa informação da ruim, também atrapalha o relacionamento com o paciente”. Naturalmente, essas novas realidades – escassez de tempo, pressões político-mercadológicas, novidades tecnológicas e novas posturas dos pacientes modernos – impõem aos médicos uma sempre renovada condição: a obrigatoriedade da evolução ininterrupta dos seus conhecimentos e das suas práticas profissionais. Como sempre, e como nunca. Ou, como arremata o Dr. Leonardo: “hoje não há espaço para o mais ou menos ou mediano. A partir do momento em que resolveu seguir uma especialidade, tem que saber o máximo do que a cerca”. Sob pena de estar fora das condições pós-modernas. 2013

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2013 Responsável Clínico e Técnico: Dr. Leonardo F. Pacheco CRM/MG : 38779


Medicina

Mais Atenção

Câncer de mama Quando descoberto precocemente, tem grande chance de cura

Sinais e sintomas O sinal mais comum do câncer da mama é o aparecimento de um nódulo ou endurecimento, sobretudo um nódulo que não desaparece e que não muda de aspecto quando apalpado. É bom lembrar que alguns desses nódulos poderão ser benignos e só o médico é que poderá identificá-los corretamente. Outros sinais que devem ser buscados são: edema (inchação), ruga (retração da pele), "dimple" (covinha, escavação), eritema, ulceração da pele e sangramento pelo mamilo, desvio do mamilo, alteração da aréola. Embora os canceres de mama no início não apresentem dor, qualquer dor mamária, fora do período pré-menstrual, deve ser relatada ao médico.

Detecção Muitos tumores de mama são detectados pela própria paciente ou por seu parceiro. A melhor

maneira da mulher descobrir um nódulo em sua mama é perdendo alguns minutos e conhecendo as suas próprias mamas, examinando-as mensalmente no sentido de encontrar qualquer anormalidade. Vale salientar que muitas alterações não significam câncer (qualquer modificação percebida pela mulher deverá ser levada imediatamente ao seu médico). Mulheres acima de 20 anos deveriam examinar suas mamas pelo menos uma vez ao mês. Para aquelas que ainda menstruam, o ideal seriam oito a dez dias após a menstruação, quando aquele edema e a turgescência das mamas (próprias do período menstrual) já desapareceram.

Importante

Mulheres que estão na menopausa ou pósmenopausa devem realizar o auto-exame das mamas em qualquer época do mês (para fazê-lo basta que escolham um determinado dia do mês algumas escolhem o 1º dia do mês, outras o 15º dia, outras o dia que corresponde ao aniversário etc.).

Complementando o autoexame, toda mulher na idade de 20 a 40 anos deveria procurar um especialista para examinar suas mamas a cada 02 anos e, acima de 40, a cada ano.

Fonte: Sociedade Brasileira de Cancerologia

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Medicina

Gestão

Marketing em Saúde A ciência que também pode lhe ajudar, e muito, a satisfazer o cliente P od e mos conc e i t u ar o M ark e t ing como: a ciência que estuda as inter-relações mercadológicas envolvidas em qualquer atividade econômica, com ou sem fins lucrativos, buscando a identificação de necessidades e desejos de consumidores potenciais e sua satisfação através de produtos ou serviços, com qualidade real e percebida. Entretanto, percebemos o entendimento por parte dos profissionais de saúde, comumente, de Marketing, como sinônimo de Propaganda. Tal ideia fornece subsídios para se perceber a prática do Marketing como antiético, mercantilista etc. Existem profissionais com grande facilidade em lidarem com as questões comerciais, de atendimento ao cliente e organização administrativa, e conquistam rapidamente o sucesso no consultório ou clínica, enquanto outros,

mesmo sendo tecnicamente muito bons, possuem certa dificuldade em lidar com as referidas questões. No entanto, a falta de habilidades não pode ser questão impeditiva. . . O marketing serve de orientação a ambos. Não é a panaceia que irá resolver todos os males da profissão, mas um importante conjunto de ferramentas e metodologias que, se bem utilizados e com propósitos bem planejados, podem contribuir com importantes resultados. Fazer marketing é então, conhecer muito bem as interrelações de mercado, ou seja, todos os participantes envolvidos no negócio em que atua (clientes, concorrentes, colaboradores, fornecedores, intermediários, legislação/ ética). Quem são? Como pensam? Que objetivos possuem? Como se relacionam entre si e conosco? Estas são algumas perguntas que a ciência do Marketing procura responder. O marketing procura identificar quais são as necessidades e desejos dos consumidores potenciais, verificando os meios de satisfazê-las, buscando diferenciais, isto é pontos que o distinguem de seus concorrentes. Nem sempre são coincidentes, a percepção de qualidade por parte do cliente e do profissional de saúde. O que você considera qualidade, nem sempre é visto assim por seu cliente. Qualidade, neste caso, parece estar mais relacionada com as expectativas do que com os fatos em si. Se as expectativas forem satisfeitas parece ter qualidade a consulta ou tratamento realizado, caso contrário não. Você, profissional, precisa ter como objetivo promover esta diferenciação constante, buscando maiores conhecimentos em técnicas não clínicas, como, relacionamento pessoal, administração, negociação, etc. A forma de reunir tudo isto podemos chamar de Marketing.

Fabíola Matos

fabiolacmatos@hotmail.com

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É Consultora de Gestão em Saúde com mais de 10 anos de experiência em administração /atendimento em Saúde. Professora do MBA em Gestão de Clínicas Médicas e Odontológicas (FASAM) na disciplina de Certificações de Qualidade em Saúde. Mestre Educação pela UFU/MG. MBA em Marketing Estratégico pela UFU/MG (Fagen). MBA em Gestão em Saúde pela FGV/SP. MBA in Company em Gestão Empresarial pela FDC/BH. falemaissobreisso.com.br

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Literatura

Medicina

Um livro para quem ama a Medicina

De uma forma bastante encantadora, "O Físico", de Noah Gordon, remete aos primórdios da Medicina “O F í sico” descreve toda a trajetória de Rob Cole, um médico do século XI que fica órfão de pai e mãe na infância e, para poder sobreviver, torna-se aprendiz de um barbeiro cirurgião, charlatão antiético que viaja pela Inglaterra vendendo um elixir para ganhar seu sustento. Quando Rob toma conhecimento de Avicena, um grande médico, que é mestre em uma escola de medicina extraordinária na Pérsia, resolve ir para lá. Começando assim uma viagem que dura dois anos e atravessa toda a Europa,

aventura esta muito bem descrita em detalhes sobre os povos, seus hábitos e costumes dos lugares por onde passou. Quando finalmente chega à Pérsia, Rob tem que fingir ser um judeu, pois a escola não aceitava cristãos. Lá, fica conhecendo o famoso médico e sua esposa, por quem se apaixona. Uma aventura às vezes turbulenta, às vezes sensual, às vezes divertida, mas sempre narrando a dedicação de um apaixonado pela arte de salvar vidas, com uma linguagem bastante acessível e envolvente.

Autor: NOAH GORDON | Editora: Rocco

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Medicina

Capa

Gerenciando o relacionamento com os pacientes Ouvir o que os pacientes e seus familiares têm a dizer, e dar tratamento profissional as suas questões, só traz benefícios ao universo da Saúde. Dr. Ronaldo Behrens Sócio-Advogado no esc. Portugal Murad: Direito de Negócios. Consultor jurídico especialista em Direito em Saúde, com atuação em clínicas e hospitais para estruturação jurídica, trabalho preventivo e centrado no relacionamento com pacientes, gestão de conflitos, mediação. Advogado atuante na defesa de médicos em processos nos Conselhos de Medicina. Coordenador da Câmara Setorial do Setor da Saúde da Câmara Mineira de Mediação e Arbitragem (CAMINAS); Professor da Fundação Unimed e da Faculdade Milton Campos; Conselheiro da OAB/MG.

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Incentivar e tratar a manifestação dos usuários (pacientes ou familiares) pode vir a ser uma alavanca para um processo de melhoria da relação com o paciente e até mesmo dos cuidados assistenciais.

Recentemente reli um artigo publicado no Valor Econômico em 16 de maio deste ano (“Estudantes querem unir medicina com administração” – Por Rebecca Knight | Do Financial Times), que provocou minha reflexão acerca da percepção dos estudantes de Medicina com relação à formação que têm tido em nosso País. Não obstante o artigo analise o cenário norte-americano, não é estranho, entre nós, ouvir de profissionais recém-formados palavras de ressentimento por não terem tido a oportunidade de aprofundar seus conhecimentos em gestão e mesmo em negociação. E essa é uma realidade em, praticamente, todos os cursos nas áreas de Saúde. De fato, nossas Faculdades passam completamente ao largo deste assunto e, daí, uma abordagem puramente assistencialista e científica ao paciente; tirando espaço precioso do diálogo, da compreensão do contexto de vida e mesmo das convicções filosóficas e espirituais dos mesmos. Além de “nublar” o tratamento, esta miopia no processo terapêutico pode, em algumas hipóteses, dada a incompreensão ou inconformismo ou até discordância do paciente com o tratamento que lhe fora proposto, ser fonte inesgotável de discussões, conflitos ou mesmo litígios judiciais movidos por eles. Não acredito que estejamos vinculados a este único caminho e confiar ou na sorte ou mesmo na letargia de nossa sociedade em exercer seu poder de reclamação para não sermos processados. Contrariamente, entendo que incentivar e tratar a manifestação dos usuários (pacientes ou familiares) pode vir a ser uma alavanca para um processo de melhoria da relação com o paciente e até mesmo dos cuidados assistenciais: uma ideia nem um pouco revolucionária, embora ainda embrionária para o segmento hospitalar e demais segmentos em Saúde. Para um melhor desenvolvimento deste trabalho, necessita-se de uma metodologia de suporte, pensada para guiar a instituição em cada etapa importante do processo de escuta dos pacientes e seus familiares, colocando-o como centro das atenções diversas. E dando todo o suporte possível aos profissionais da saúde. Não são raras as tentativas dos hospitais de perseguir este caminho – de ouvir seus pacientes –, notadamente por meio da instalação das Ouvidorias e SAC’s. Em clínicas e/ou demais consultórios

ligados ao universo da Saúde, tais como clínicas de Fisioterapia e de Odontologia, essa iniciativa ainda é bastante incipiente. Contudo, recolher as reclamações dos pacientes é somente parte da tarefa possível. Além disso, poder-se-ía utilizar estas instâncias formais como meios de mediação de conflitos com os pacientes e, ainda, se se tratasse de forma qualitativa e quantitativa as questões postas pelos usuários, poder-se-ía fornecer um suporte verdadeiro para melhoras em termos de qualidade assistencial e de acolhimento. Ainda, se se promovesse um treinamento de todo o corpo de funcionários para a prática da escuta do paciente e familiares, incentivando-se uma busca ativa da opinião destes atores, o universo de dados a se trabalhar em função desta melhoria ampliar-se-ía exponencialmente. Portanto, advogo que o “ponto chave” não está somente no trato de problemas postos; mas sim na busca da opinião de forma ativa, sistêmica, disseminada, incentivada e, a partir dos dados recolhidos, promover uma justa gestão destas reclamações, de forma centralizada, seja para mediar conflitos, seja para estabelecer metas e indicadores de melhorias de processos assistenciais ou não, seja para simplesmente dar suporte ao Jurídico do hospital nas ações eventualmente propostas. Experiências demonstram que ter ciência de uma queixa de um usuário-cliente e, de forma imediata, tratar do problema, favorece geralmente uma resolução rápida e eficaz da adversidade apontada e permite limitar os riscos de um contencioso. Esta gestão de relacionamento com os pacientes e familiares favorece não somente a estes usuários, mas também aos próprios médicos e demais profissionais da saúde, que terão referências para a prevenção e o trato de conflitos instaurados. Enfim, nada mais pertinente do que este desejo dos estudantes de Medicina: verem em seus cursos princípios básicos de gestão, tais como os tratados neste paper. Nada mais inteligente do que as instituições suprirem esta falta (espero que momentânea) e desenvolverem para si boas práticas de gestão de relacionamento com os pacientes, cuidando desta relação e trazendo benefícios aos três lados deste diagrama: pacientes – profissionais da Saúde – hospitais, clínicas e consultórios.

Assista a nossa entrevista com o Dr. Ronaldo Behrens em www.falemaissobreisso.com.br 2013

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Mais Saúde

Odontologia

Saiba mais sobre Implantes Dentários No mês em que se comemora o Dia do Dentista (25 de outubro), saiba mais sobre um dos mais importantes trabalhos do Cirurgião Dentista

Dr. Jonimar Otoni Ferreira Reabilitação Oral e Implantodontia

CRO-MG 24790 | CRO-GO 8587 | CRO-MT 5248

Fale Mais: O que pode ser feito em relação a uma pessoa que perdeu os dentes há décadas? Os ossos da face se mantêm em função da presença das raízes e do estímulo mastigatório. Na ausência das raízes, o osso é absorvido. Para pessoas que perderam os dentes há décadas, há inúmeras técnicas reconstrutivas de enxertia óssea que permitem devolver o osso em espessura e algumas vezes em altura, e, através de implantes, reconstruir a mastigação e a estética da pessoa. Fale Mais: O que a falta de dentes pode provocar? Consequências que vão da mastigação ao psicológico, descontextualizando, socialmente, o indivíduo. A perda de um ou mais elementos dentários causa movimentação dos demais dentes contíguos ou que mordiam contra estes. Haverá um desequilíbrio de toda mordida, provocando, com o passar dos anos, dores orofaciais, perda da eficácia mastigatória, possível perda de outros dentes e até prejuízos estéticos a depender do local. Fale Mais: Todo tratamento é imediato? Não. O tratamento imediato é restrito apenas a situações permitidas. Mesmo assim, ele permanecerá em provisório até completar o prazo de integração do osso local ao implante. E isso varia de acordo com o local. Fale Mais: E quando o tratamento imediato é indicado? Em regiões estéticas (por exemplo, fraturas dentárias anteriores), para pessoas que farão inúmeros implantes ao mesmo tempo (pois o maior número de pilares – implantes -

determina uma maior estabilidade). Dividimos a responsabilidade com o paciente tornando-o ciente das perspectivas quanto ao êxito ou insucesso da indicação. A vantagem é o dente de volta em, no máximo 48 horas, e, em alguns casos, no mesmo dia. Fale Mais: Todo caso tem solução? Quase todos os casos são solucionáveis. Mesmo quando a perda óssea é extrema, existe a possibilidade de fixação do implante no osso zigomático (face) para devolução de dentes através de próteses fixadas sobre os mesmos. Há uma gama de procedimentos e a multidisciplinaridade da nossa profissão torna possível todo caso ter uma solução. Nem todas são através de implantes e, quando não for possível a reconstrução óssea, existem meios de tornar todo caso solucionável. Fale Mais: O Sr. acha que, atualmente, a ideia de um implante dentário já se solidificou ou há ainda receios? Há rejeição em implantes? E quais seriam os motivos de insucesso no tratamento? Mais do que nunca, hoje as pessoas procuram um profissional com o objetivo de criar condições para o tratamento. Dentro de cada família já tem alguém que vivencia a experiência e o resultado do implante, em maior ou menor grau de satisfação, mas todos cientes de que é algo que veio para ficar e já está solidificado. Porém, muitos ainda não tem a consciência de que implante não oferece risco de rejeição. Existem 4 formas de um implante ter insucesso: a) diabetes não compensada; b) excesso de carga sobre o implante; c) infecção pré, trans ou pósoperatória e d) aquecimento tecidual

durante a cirurgia. Mas esses casos não são casos de rejeição. Fale Mais: Qual é o peso da questão financeira na decisão de se fazer um implante? Quando o implante é unitário, o paciente consegue fazer a devolução de um dente pois o processo é parcelável, tornando-o acessível. Quando o tratamento é mais longo, pode ser feito por etapas. Mesmo aquele que tem necessidade de fazer enxertos ou vários implantes, basta planejar o tratamento e viabilizá-lo. Fale Mais: Quando o implante é indicado e quando não o é? O implante é uma opção quando não há salvação do dente ou quando da ausência do mesmo. Sempre que possível, devemos preservar o dente. Se houver ausência de osso no local necessário para a colocação do implante e for impossível repor esse osso, temos um caso de impossibilidade do implante. Uma informação importante: para a devolução de inúmeros dentes, não há a necessidade de um implante para cada dente perdido. É possível se reabilitar uma pessoa que perdeu os dentes há muito tempo com apenas poucos implantes. Não há necessidade de implantes individuais. Fale Mais: Qual é a duração de um tratamento de implante? De 4 a 12 meses, sendo possível que, por meio de associação a outras especialidades, o tratamento demore até 30 meses para ser concluído. Isso depende de cada caso. As necessidades ortodônticas de um paciente podem elevar o tempo de duração de um tratamento.

Implantando dignidade, auto-estima e bem estar. Dr. Jonimar Otoni Ferreira

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CRO-MG 24790 | CRO-GO 8587 | CRO-MT 5248

Reabilitação Oral e Implantodontia

Uberlândia Av. Nicomedes Alves dos Santos, 249 | 34 3236.0907 | 34 3234.8344 Buriti Alegre 64 3444.2507 | Goiatuba 64 3495.4968 | Alto Araguaia 66 3481.2118 | Centralina 34 3267.2621


Odontologia

Mais Saúde

Tecnologia CAD/CAM na Odontologia Moderna Sistema usado há mais de 20 anos por cirurgiões-dentistas e laboratórios de prótese ao redor do mundo começa a ser melhor difundido no Brasil.

Dr. Thiago de Almeida Prado Naves Carneiro

Cirurgião-dentista Graduado em Odontologia – FOUFU; Mestre em Odontologia – FOUFU; Doutorando em Odontologia – FOUFU; Visiting Scholar at the UNC Dental School –Chapel Hill – EUA. www.thiagocarneiro.blogspot.com | tapncarneiro@hotmail.com

As últimas décadas trouxeram muitas mudanças para a prática clínica diária na odontologia e a tecnologia tem sido cada vez mais aplicável e acessível. Muitos recursos novos foram incorporados e têm mostrado resultados promissores. Na área que compreende a reabilitação oral, odontologia restauradora e prótese dentária, o desenvolvimento de inúmeros sistemas CAD-CAM, traz para mais perto, uma tecnologia totalmente inovadora. O Computer-aided Design / Computer-aided manufacturing (CAD/CAM) é um sistema usado há mais de 20 anos por cirurgiões-dentistas e laboratórios de prótese ao redor do mundo, porém ainda é muito pouco conhecido pela maioria dos profissionais de Odontologia, principalmente no Brasil. Poucos tiveram a oportunidade de ter acesso a este tipo de tecnologia, no entanto, isto começa a mudar. Com os avanços tecnológicos, a diminuição de custos e a maior divulgação, mais profissionais têm tido a oportunidade de conhecer e trabalhar com esta nova sistemática de obtenção de próteses odontológicas. O sistema consiste em um escaneamento digital de um molde, modelo ou até mesmo diretamente da boca, onde se obtém um modelo virtual possibilitando o planejamento e confecção do trabalho restaurador em um computador. As informações do computador são enviadas para uma máquina fresadora, que executará o processo de usinagem, de maneira robótica e computadorizada, obtendo peças com alto grau de precisão e estética, além de uma significativa diminuição do tempo clínico e laboratorial. O desenvolvimento de novos produtos e técnicas na odontologia tem buscado materiais mais resistentes, estéticos, e que tenham ainda, agilidade e rapidez em sua confecção.

Com o passar dos anos, diferentes métodos de fabricação de restaurações de cerâmica pura foram desenvolvidos e introduzidos no mercado, até chegar no CAD/CAM. Com esta tecnologia, alguns procedimentos clínicos convencionais como a confecção de provisório e moldagens com materiais a base de silicone, podem ser evitados, além de diminuir consideravelmente o tempo de processamento laboratorial. Isto sem contar todas as etapas clínicas de provas que são realizadas durante todo este período, podendo levar mais de cinco semanas para finalizar um trabalho reabilitador. Assim, um trabalho restaurador definitivo pode ser executado em apenas algumas horas, evitando que o paciente tenha que retornar várias vezes ao consultório. Independente da forma de obtenção, um critério muito importante que deve ser levado em conta é a adaptação marginal, pois um dos maiores problemas relacionados à falha em próteses fixas é a cárie, por infiltração bacteriana nas pequenas imperfeições ao longo da junção da restauração. Sistemas CAD/CAM têm mostrado maior grau de precisão de assentamento e menores valores de desajuste quando comparados aos métodos convencionais e isto vem sendo comprovado por diversas pesquisas cientificas. Para a implantodontia esta nova tecnologia também traz consideráveis vantagens, com uma melhoria no assentamento das estruturas protéticas e uma passividade difícil de ser conseguida pelos processos convencionais utilizados pelos diversos laboratórios de prótese dentária. Deste modo, e possível concluir que a tecnologia CAD/CAM já é uma realidade na odontologia moderna e apresenta diversas vantagens, principalmente em relação à estética, resistência, comodidade e rapidez. 2013

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Mais Saúde

Odontologia

Pré-natal odontológico A gestação também pede cuidados especiais com a saúde bucal da futura mamãe

Os rumos da saúde começam a ser definidos cedo, ainda na gravidez, e pela boca da mãe. Por isso é tão importante que a futura mamãe faça o pré-natal odontológico, conjunto de ações preventivas que servem para a manutenção da sua saúde bucal e da do bebê. Durante a gravidez, as futuras mães não devem ter receio em cuidar da saúde bucal. “Gravidez não é doença, e, apesar dos cuidados que se deve ter no atendimento odontológico à grávidas, como a atenção ao tempo que a mulher passa sentada na cadeira, não há restrições quanto a tratamentos”, explica a cirurgiã-dentista Márcia Vasconcelos, consultora da ABO em Odontopediatria. As alterações hormonais típicas da gravidez deixam as gengivas mais suscetíveis a problemas nos vasos capilares e nos tecidos, o que deve aumentar a atenção. “Soma-se a isso a dedicação da mãe ao bebê em detrimento de sua própria saúde. Durante a gravidez, muitas mulheres descuidam, por exemplo, da higienização oral, o que é um grande erro, porque, além de prejudicar a sua própria saúde, os problemas decorrentes disso podem afetar a criança. Uma infecção na boca pode se espalhar e prejudicar o bebê”, alerta Márcia Vasconcelos. Ao nascer, a criança precisa voltar ao cirurgião-dentista – desta vez, para que as condições da formação da boca sejam avaliadas. Se o único alimento do bebê é o leite materno, não há necessidade de higienização oral. “A borra que o leite forma na boca da criança é importante para o desenvolvimento de imunidades”, explica Márcia. Caso seja utilizada mamadeira ou outros artifícios, a higiene oral deve ser feita com gaze ou algodão. A próxima visita ao consultório odontológico deve acontecer quando o primeiro dente nascer, para que novas orientações sejam dadas. Fonte: Associação Brasileira de Odontologia


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Mais Saúde

Fisioterapia

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eficiente, versátil, moderno. A ginástica do futuro. H á 5 anos at rá s e u d e sco b ri o Power Plate. Meu corpo físico vivia um momento muito difícil e doloroso. Eu sentia dores em todo o corpo - até minha alma doía -, e é muita responsabilidade ser Fisioterapeuta e sentir tantas dores. Conheci o Power Plate, por meio dele eu me curei, e hoje estou livre das dores. Todos os dias, fielmente, faço Power Plate por 20 minutos. Hoje me sinto saudável, pois os benefícios são inúmeros: aumento da força muscular, da densidade óssea, cura da osteoporose, da osteopenia, redução das dores musculares, aumento da produção hormonal (Anti-ADE, Detox, Menopausa, Andropausa), aumento da flexibilidade, auxílio no emagrecimento (te

deixa magrinho!), aumento da capilarização (ótimo para manter os cabelos saudáveis!), enrijecimento da pele, redução da celulite, combate ao estresse e à ansiedade. Além disso, ainda melhora a qualidade de vida dos portadores de AVC (Acidente Vascular Cerebral), Mal de Parkinson, Obesidade, Esclerose Múltipla, Esclerose Lateral Amiotrófica e outras. Enfim: o Power Plate recupera a qualidade de vida e o bem estar! Pratique-o! As contra-indicações são para os portadores de marca-passo, mulheres grávidas e pessoas com labirintite (não concordo, pois cura). LUZ E AMOR – EVA SIMONE

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Drenagem Linfática (DLM): É um procedimento terapêutico efetuado pelas mãos de um profissional capacitado sobre a superfície cutânea do paciente, de maneira a favorecer a circulação linfática, que se apresenta alterada em virtude de diferentes etilogias. O profissional capacitado, portanto, deve saber sobre anatomia, fisiologia e patologia linfática, bem como sobre o tratamento multidiciplinar.

Contra Indicações: Infecções Locais Agudas. Trombose venosa sem critério de protocolo para tratamento Hipersensibilidade cutânea alérgica Regiões com tumefações infectadas

Indicações: Linfedemas Pós mastectomia Pós cirúrgico de varizes Gestantes Pacientes em tratamento oncológico Pacientes com síndromes metabólicas (diabetes,ovários policioticos... )

Os objetivos da drenagem linfática, quando executado com critério e indicação, resulta na diminuição do edema e da fibrose, alívio da dor, prevenção de processos inflamatórios (linfangite e erisipela), redução da incidência de celulite e, sobretudo, profilaxia da elefantíase.

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Castanhas: um punhado de muita saúde

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Uma porção diária de nozes, amêndoas e afins garante um coração mais protegido, combate o envelhecimento precoce e ajuda a aplacar a fome. Não saia de casa sem o seu kit. Além de saborosas, as castanhas são nutritivas, boas para o coração e ajudam a saciar a fome, sendo aliadas de quem quer perder peso rápido. A seguir, apresentamos cinco motivos para incluir as castanhas em sua dieta. As castanhas ajudam a emagrecer Embora sejam bastante calóricas, as castanhas ajudam emagrecer, pois dão ao estômago a sensação de saciedade, ou seja, você se sente “mais” cheio após ingeri-las. Cientistas acreditam que essa sensação de saciedade ao comer castanhas está relacionada ao seu valor nutritivo, pois contém grande concentração de proteínas, fibras e gordura. Além disso, estudos mostram que as dietas que incluem castanhas em seu cardápio, possuem melhores resultados do que aquelas que não o fazem. As castanhas são boas para o coração As castanhas são excelentes para manter o bom funcionamento do coração, pois contém

o aminoácido arginina, que ajuda a manter os vasos sanguíneos mais dilatados, facilitando o fluxo sanguíneo. Pesquisas mostram que os consumidores de castanhas apresentam menor prevalência de problemas comohipertensão, obesidade abdominal e colesterol. As castanhas são ricas em gorduras saudáveis Apesar de o nome causar apatia, principalmente por quem quer emagrecer, nem todas as gorduras são ruins (algumas são indispensáveis para o bom funcionamento do organismo). A maioria das castanhas é rica em gorduras saudáveis. As castanhas são ricas em nutrientes Além de serem boas para o coração, as castanhas contém nutrientes indispensáveis para uma dieta saudável. As castanhas são muito ricas em fibras, proteína, cálcio, ferro, potássio, zinco, selênio, vitamina E, ácido fólico e outros.

É importante lembrar que o selênio ajuda no equilíbrio da tireóide, o que por sua vez previne alterações de peso, ajuda a evitar tumores, deixa o sistema imunológico mais forte e protege contra a ação dos radicais livres. As castanhas são excelentes ingredientes As castanhas podem ser utilizadas como ingredientes no preparo de uma infinidade de pratos, adicionando além de seus nutrientes, um sabor único àquela receita para o fim-de-semana. Mostramos as principais razões pelas quais as castanhas não podem deixar de fazer parte de sua dieta. Além de serem altamente nutritivas e fazerem bem ao coração as castanhas podem auxiliar quem quer perder aqueles quilinhos a mais, pois seu consumo provoca sensação de saciedade, ajudando a controlar o peso. Contudo, é importante lembrar que, por serem ricas em gorduras, as castanhas devem ser consumidas moderadamente, ou seja, sem excessos.


Mais Saúde

Fonoaudiologia

Você tem zumbido no ouvido? Então este artigo é para você! Lucimara Honória Silva Fonoaudióloga | CRFª: 6-8569

O zumbido no ouvido, conhecido cientificamente como Tinnitus, é uma sensação sonora gerada pela agitação das vias auditivas para compensar a perda auditiva. Cada pessoa pode lidar com uma forma de manifestação diferente, desde um som de campainha, sopro, rugido, zunido, assobio, sussurro ou até o chiado. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), este incômodo atinge milhões de brasileiros e pode ser um sintoma de várias doenças diferentes. As origens deste incômodo sonoro podem variar, mas geralmente são advindas do excesso de cera, infecções e lesões. No entanto, outros fatores que aparentemente não têm a ver com o sistema auditivo podem dar origem a esse sintoma, tais como desvios de coluna,

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alterações cardiovasculares, diabetes, disfunções da articulação da mandíbula e consumo excessivo de cafeína, álcool e tabaco, assim como a longa exposição a ruídos. O zumbido se manifesta quando as vias auditivas passam a enviar impulsos mesmo sem haver uma fonte gerando o som. Assim, o grande obstáculo para o tratamento desse tipo de manifestação sonora é descobrir o que leva a essa emissão, já que o zumbido não é uma doença, e sim, um sintoma. A ligação entre zumbido e perda auditiva facilita muito o seu tratamento, assim, nesses casos, para a maioria dos pacientes o uso de aparelho amplificador é suficiente para acabar ou reduzir os dois problemas. Na presença de perda auditiva, a

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adaptação de próteses auditivas pode melhorar não só a capacidade de ouvir por meio da amplificação dos sons, como também diminuir a percepção do zumbido. A Rede de Clínicas Direito de Ouvir conta com 180 unidades especializadas no tratamento e adaptação de aparelhos auditivos. São 300 clínicas espalhadas por diversas regiões do Brasil inclusive a franquia em Uberlândia. Todas contando com profissionais especializados no processo de adaptação dos seus pacientes. Levando qualidade de vida e bem estar em todo processo pré e pós venda. Conheça a Direito de Ouvir através do site: www.direitodeouvir.com.br.


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Saúde Mental

Artigo

A importância do brincar As brincadeiras ajudam a criança a desenvolver o senso crítico, a inteligência e a autonomia

Renata Rezende Lacerda Psicóloga Clínica | Psicodramatista CRP: 32214/04 rrlacerda.psi@hotmail.com

Brincar é fundamental para o desenvolvimento infantil e é a principal forma da criança se comunicar consigo mesma e com o mundo. Toda criança precisa de tempo e espaço para brincar, por isso é muito importante que os pais estimulem seus filhos, propiciando um ambiente rico e adequado para as brincadeiras e brincando com eles. A atividade lúdica é extremamente prazerosa para a criança e facilita a expressão de seus sentimentos e pontos de vista; além disso, oferece inúmeras possibilidades de aprendizagem e desenvolve diversas capacidades, como: a atenção, a memória, a imitação, a imaginação, o pensamento, a linguagem, entre outros, favorecendo assim o desenvolvimento integral da criança em seus aspectos físico, cognitivo, emocional e social. Brincando as crianças exploram o mundo num processo permanente de descoberta e com isso se preparam para a vida, assimilando a cultura na qual estão inseridas; interiorizando valores; socializando; enfrentando desafios; experimentando papéis sociais; criando, seguindo ou questionando regras, enfim, compreendendo como as coisas são e funcionam. Os problemas enfrentados nas

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brincadeiras fazem a criança amadurecer ao procurar soluções e alternativas, também desenvolvem seu senso crítico, sua inteligência e sua autonomia. Através da brincadeira, elas ultrapassam a realidade e a transformam por meio da imaginação e da criatividade. Vale lembrar que cada faixa etária tem necessidades e interesses diferentes. Crianças pequenas têm dificuldade em dividir seus brinquedos, já as maiores gostam de jogos em grupo. Segundo Piaget, o brincar é essencial no processo de construção do conhecimento e apresenta características diferentes de acordo com o desenvolvimento das estruturas mentais. Esse desenvolvimento segue etapas classificados por ele como estágios de desenvolvimento, que são: Sensório-Motor (0 aos 2 anos) A criança adquire controle motor e percebe o ambiente sensorialmente (tato e visão). A exploração manual dos objetos e do próprio corpo (jogos de manipulação) é característica dessa fase. A inteligência é prática e se desenvolve através das ações (imitações); Pré-Operatório (2 aos 7 anos) A simbologia é fundamental nesta fase (brincadeiras de “faz de conta”, desenhos). Ocorre um inten-

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so desenvolvimento da linguagem e compreensão dos papéis sociais (papel de mãe, pai, médico, professora, etc). O pensamento é intuitivo, egocêntrico e mágico. Confunde a aparência com a realidade e não tem a noção de reversibilidade. Não aceita a ideia do acaso e tudo deve ter uma explicação (fase dos “porquês”); Operatório-Concreto (7 aos 11 anos) A criança desenvolve as noções de tempo, espaço, velocidade, causalidade, etc. Já é capaz de fazer análises lógicas, mas ainda depende do mundo concreto para chegar à abstração. Isso permite a representação de uma ação no sentido inverso (reversibilidade). As brincadeiras e jogos com regras favorecem o incremento do autocontrole (jogos coletivos e de tabuleiro), além de propiciar o desenvolvimento de estratégias de tomada de decisões e reflexão sobre suas ações; Operatório-Formal (12 anos em diante) A representação agora permite a abstração total. As estruturas mentais (cognitivas) alcançam seu nível mais elevado de desenvolvimento, o raciocínio se torna lógico e sistemático, permitindo o surgimento do pensamento hipotético-dedutivo.


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Saúde Mental

Artigo

Por que agradar ao outro? Às vezes, esse comportamento pode ser fruto da insegurança ou do medo de rejeição

Anderson Faria Garcia

Psicólogo Clínico | CRP: 39759/04 andersonpsicoterapia@outlook.com Rua Augusto César, 415 | Fundinho 34 3235.5051 | 9635.5051

A s p e ssoas, à s v e z e s, encontram-se em situações em que é complicado estabelecer uma linha divisória entre ser franco e ser insensível, ter a capacidade de se expressar sem ferir seus direitos ou os do outro, e, ainda, ter a sua individualidade preservada sem se sentir egoísta. Um exemplo comum seria quando recebemos uma visita em casa. Mesmo se estivermos ocupados, com afazeres, tentamos, quase que por reflexo, segurar o visitante ao máximo, temos o hábito de dizer - quase que universalmente em nossa cultura “não vá, ainda está cedo”. O visitante, por sua vez, talvez atrasado para outro compromisso, estende por mais tempo a visita para tentar agradar ao anfitrião. Então, temos dois indivíduos jogando com uma situação ilusória que mascara o que poderia ter sido considerado uma recepção e visita calorosas, mas que, no fim, pode trazer prejuízos para ambos. Como seria mais fácil podermos apenas lembrar a visita que temos um compromisso e, essa, por sua vez, entender e também poder ter a liberdade de seguir em frente. Como é difícil dizer não para as pessoas, sem ter medo de ser rejeitado ou julgado. Alguns indivíduos têm a necessidade de sempre agradar aos outros e, às vezes, o fazem sem necessidade, apenas por insegurança ou para suprir o próprio medo de rejeição. A psicoterapia é o melhor caminho para trabalhar a assertividade, para fortalecer a autoestima, ajudando a diferenciar o comportamento socialmente habilidoso do não habilidoso, trazendo maior segurança nas nossas decisões, pois seremos capazes de aprender a diferenciar e navegar nas situações com as quais nos depararmos. Nunca é tarde para sermos sinceros e vivermos o real. Trabalhar a asser tividade e as habilidades sociais pode nos tornar mais autênticos. Não existe idade correta para iniciar e todos podem se beneficiar.

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Publi-editorial

Saúde Mental

Desafios da preparação para o vestibular e o ENEM: como enfrentá-los? Simone Vieira de Melo Shimamoto

Gestora Pedagógica - Supera Uberlândia | simone.uberlandia@metodosupera.com.br

Estudar exige técnica e a organização de um planejamento sistemático Muito se tem debatido sobre as angústias e ansiedades geradas nos jovens ao enfrentarem os processos de preparação para exames como vestibular e ENEM. Podemos dizer que, além do perfil extremamente quantitativo da educação escolar no Brasil, outro equívoco enfrentado é o desconhecimento do que seja, de fato, estudar.

no dia devem ser intercaladas pelo nível de desafio, o que varia de acordo com cada pessoa. Entre uma disciplina e outra, ou a cada duas disciplinas estudadas, pode-se pensar em 10 minutos de descanso para saborear uma fruta, ouvir uma boa música, brincar com o cachorro, conversar...

Comecemos nossa conversa destacando algumas tentações: estudar em casa, resistindo à internet, televisão, geladeira e ao sono; estudar em grupo (ou conversar?); deixar para a última hora (ainda tenho tempo; é melhor que não esqueço...); parar todas as atividades físicas e sociais para aproveitar ao máximo o tempo de estudos.

“Parar todas as atividades físicas e sociais para aproveitar ao máximo o tempo de estudos” é uma excelente ideia para quem deseja ficar doente, estressado, ansioso, com dificuldades na concentração e, consequentemente, na aquisição de novos conhecimentos. Nossa saúde física e cerebral requerem atitudes qualitativamente diferenciadas. Para isso, atividade física, ginástica cerebral, alimentação saudável e ótima noite de sono são imprescindíveis.

Pensemos em cada uma delas. Primeiramente, o lugar ideal para realizar seus estudos é, preferencialmente, o espaço individualizado de uma biblioteca. Caso isso não seja possível, organize um local em casa, arejado e com ótima claridade, não se esquecendo de deixar todo o material necessário, além de uma garrafa de água na mesa para manter-se saudável e ainda evitar as idas e vindas à cozinha. Quanto aos amigos e colegas, deixemos tais encontros para debates, passeios e horas de lazer, nunca para estudar, pois estudo é uma atividade que se realiza individualmente: é você consigo mesmo, suas leituras, releituras e escritas. Vejam bem: registrar escrevendo, e não digitando. Estudar é escrever. O estudo, portanto solitário e ativo, permitirá que o jovem aprimore sua inteligência, sua criatividade e sua cultura. Não se estuda para a prova ou para passar de ano, mas para aprender, aprimorar conhecimentos. Durante a aula é possível entender, mas para aprender é preciso estar sozinho, lendo, escrevendo e exercitando o entendido. Deixar para a última hora... Péssima ideia. O estudo deve acontecer todos os dias, gradativamente. Para isso, a melhor forma é a organização de um planejamento sistemático que envolva: 1) revisão das aulas vivenciadas no dia; 2) realização dos exercícios propostos e levantamento de possíveis dúvidas. A construção dessa autonomia, além de permitir aquisição de conhecimentos, é muito importante para o amadurecimento e a melhoria da autoestima do jovem. Além da organização dos tempos e espaços, é imprescindível que o estudante faça uma agenda (ou tabela), distribuindo as disciplinas nos dias da semana (de acordo com o horário da escola) e estabelecendo horários específicos para estudos. As disciplinas a serem estudadas

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Por falar em sono, aquela famosa soneca após o almoço (para quem assiste às aulas de manhã), não é bem-vinda, pois o cérebro, durante o sono, realiza uma espécie de “limpeza” na memória de curto prazo, descartando informações recebidas no período anterior (já que este espaço é pequeno) e abrindo espaço para o armazenamento de novas informações. Assim, se você não estudou após a aula, para de fato aprender (enviando a informação ao córtex, local da memória de longo prazo) a possibilidade de que as informações adquiridas sejam descartadas é imensa. Neste sentido, quanto melhor a qualidade de nosso sono durante a noite, melhor nossa atuação ao longo do dia. A ginástica cerebral sistemática também tem sido uma forte aliada neste processo, pois, além de aprimorar o raciocínio lógico e a agilidade mental, desenvolve a disciplina para os estudos, a concentração e o foco, possibilitando aumento de nossa autoconfiança e autoestima. Aprender a estudar com qualidade é imprescindível. Ser aluno é muito diferente de ser estudante. A posição de aluno é de quem assiste e busca entender, e a do estudante é a de quem faz para aprender. Como nos diz o professor Pierluigi Piazzi, aula assistida hoje é aula estudada hoje. Se eu escuto, esqueço! Se eu vejo, entendo! Se eu faço, aprendo! Não deixe para amanhã o estudo e o exercício de fixação das aulas assistidas hoje. Saia das malhas do Ctrl C-Ctrl V, supere a quantificação, focando na consistência de sua formação. Invista no ser estudante. Com certeza, sua qualidade de vida será aprimorada. Adquira o sabor do saber e não o de reter para devolver em provas e exames. Leia e estude para você. O restante é consequência.

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Saúde Mental

Educação

Educação e Mediação por Marilza Abrahão P. Rezende Mestre em Educação (Unicamp) | Professora aposentada da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Uberlândia A educação é o processo social por meio do qual o conhecimento, produzido por sucessivas gerações é transmitido às gerações futuras. Enquanto processo não ocorre apenas na Escola mas impregna toda a vida dos indivíduos: nas ruas, nas assembleias, no trabalho, nos sindicatos, nos templos, ou seja, em todas as instituições da vida social. O contato com a realidade, mediado pelas relações sociais, é que produz o conhecimento. A Escola, enquanto uma destas instituições, não esgota todo o processo da Educação, mas, diferente dos outros espaços, sistematiza o conhecimento e o socializa. Assim, é preciso situar a questão educacional no conjunto das questões que envolvem a sociedade para poder compreender as tarefas que o professor está sendo chamado a resolver. As últimas décadas do sec. XX e as iniciais do XXI assistiram a um processo acelerado de desenvolvimento técnicocientífico que ocorreu sustentado, ainda, pelas mesmas relações sociais de produção baseadas na exploração do Trabalho pelo Capital. A rápida globalização das relações econômicas entre as nações fizeram ceder as barreiras da comunicação impondo aos processos educacionais locais a necessidade da

qualificação da mão de obra para atender ao mercado capitalista em contínua expansão. Nesse cenário se coloca a questão da competência da Escola em socializar o conhecimento cientifico sistematizado colocando-o, de forma critica e competente, nas mãos de toda população e cujo personagem principal é o Professor que, na sala de aula, exerce uma influência direta na formação e comportamento de seus alunos. Aqui se chega a questão do que se espera do Professor. Como transmitir uma visão de mundo, uma visão das relações sociais, uma visão de profissão, nesse contexto acelerado de mudanças e de novas expectativas sociais? Como trabalhar em sala de aula quando se �� sujeito de relações que reproduzem a exploração do mundo do trabalho na sociedade capitalista? Qual tipo de mediação se espera da ação docente quando se sabe que a identidade do Professor se constrói a partir do conjunto de conhecimentos das diferentes áreas do saber, dos conhecimentos do campo profissional, dos conhecimentos da prática educacional e dos conhecimentos advindos da vivencia e sensibilidade da prática pessoal e social?

Por ser uma pratica social, histórica e concreta, a educação é também uma pratica politica. O Professor é aquele que poderá mostrar ao educando, toda a dimensão das mudanças que se operam na sociedade contemporânea, superando o discurso ideológico falseador da realidade ao desmitificar a ciência e criar, junto com os alunos, uma visão de mundo libertadora, menos consumista e individualista. Os conhecimentos necessários a construção da identidade do Professor deverão ser também os instrumentos a serem apropriados pelos alunos na construção de sua própria identidade que os capacitem a pensar um novo projeto de sociedade mais humana e inclusiva. A sociedade capitalista reduziu o Professor a um mero transmissor de conhecimentos, quase que um animador cultural diante da sala de aula, daí a sensação de fracasso da qual emerge a afirmação corrente de que o professor finge que ensina e o aluno finge que aprende. A mudança necessária, portanto, passa pela consciência de que é preciso assumir a educação como um pratica social revolucionária e o magistério como pratica mediadora da construção da cidadania.


Artigo

Saúde Mental

O que é o Coaching de Performance? Sirlei D. Ribeiro Giannini Coach | Psicóloga | CRP-04/39745

Saiba mais sobre essa ferramenta que promove ganhos pessoais e profissionais aos que se envolvem com ela Coaching é um processo de aprendizagem altamente eficaz.É um conjunto de conhecimentos, ferramentas e técnicas utilizados por um profissional denominado coach, devidamente habilitado, que visa o desenvolvimento de competências comportamentais, psicológicas e emocionais, direcionadas à conquista e alcance de resultados extraordinários. O coaching de performance é um suporte que um profissional especializado oferece a quem busca melhores resultados profissionais, respeitando os valores pessoais do cliente, sua inclinação profissional e anseios pessoais, sem perder de vista o equilíbrio entre o trabalho e vida pessoal, em busca da completa realização. Para desenvolver com o cliente seu planejamento estratégico, começamos pelas características individuais como sua inclinação profissional, que é fundamentada em seus desejos, crenças e valores. Ao detalhar sua cadeia de valores, estarão inseridas muito mais que carreira profissional. Estarão incluídas também, questões fundamentais como família, relação social, situação financeira e até saúde física e mental.

Sirlei Dias Ribeiro Giannini: Sócia e fundadora da Logus Consultoria e Desenvolvimento de Recursos Humanos. Consultora Organizacional com ênfase em Gestão de Pessoas. Formada em Psicologia pelo Centro Universitário do Triângulo, Bacharel em Pedagogia pela Universidade Federal de Uberlândia; Analista Comportamental pela FMU; Personal & Self Coach e Leader Coach certificada pela European Coaching Association (ECA), Global Coaching Community (GCC) e Hipnoterapeuta Ericksoniana formada pelo Instituto Milton H. Erickson de Belo Horizonte.

O processo de coaching traz inúmeros ganhos para o profissional. O cliente (Coachee) passa a ter à sua disposição um espaço só seu e com um tempo para refletir sobre suas questões profissionais de forma isenta, com equilíbrio e tranquilidade, o que muitas vezes não consegue no seu dia-a-dia. Um profissional que realiza um processo de coaching está investindo em sua carreira profissional e isto faz toda diferença nos seus resultados. A relação de aliança que é estabelecida entre coach (profissional) e o Coachee (cliente) é de parceria e confiança. Com estas premissas básicas as questões mais vulneráveis da vida profissional do Coachee (cliente) poderão ser abordadas e isto pode ser decisivo na vida do profissional,

e cabe ao coach “colocar o dedo na ferida,” algo que frequentemente não é feito. O processo de aprendizado de quem busca coaching é extenso e profundo. O desenvolvimento ocorre com base na elaboração de processos internos da própria pessoa. O aprendizado acontece de dentro pra fora, a partir das experiências reais trazidas pelo cliente. Numa sessão de coaching, o cliente (Coachee) tem a oportunidade de expor os elementos de uma situação vivida e contando com o apoio do coach e com uma visão imparcial, sem julgamento, esse movimento, poderá rever a situação de um outro ângulo, como alguém que está fora do problema e com isto iniciar um processo de reconstrução significados. O papel do coach é ajudar seu cliente (Coachee) a se conhecer melhor e fazer o melhor uso possível de seus próprios recusos, técnicos e emocionais. A melhor aplicação do coaching de performance é a preventiva, embora o foco seja no ambiente profissional, a atuação nas questões individuais, acabam trazendo benefícios para a vida pessoal também, o que não poderia ser diferente, pois somos seres integrados. Como estamos falando de resultados, o coaching é um processo que possui procedimentos definidos; tem começo, meio e fim; e em determinado período de tempo, portanto, não faz sentindo nenhum pensarmos em processos intermináveis e criem dependência para o cliente. Quanto maior o autodesenvolvimento e o desenvolvimento das competências emocionais do indivíduo, mais diferenciado ele se torna e no processo de coaching as pessoas buscam se aperfeiçoar ao máximo em relação aos seus próprios recursos internos. O coaching é uma ferramenta profunda, onde os benefícios se estendem a todos que participam do processo. As empresas ganham, à medida que seus profissionais elevam a performance, os coachees ganham porque adquirem desenvolvimento profissional e pessoal e alcançam uma vida mais equilibrada, tornam-se mais seguros e atingem novas conquistas.


Saúde Mental

Artigo

Transtornos Alimentares

Conversando um pouco sobre anorexia e bulimia Kátia Beal

Psicóloga e Psicoterapeuta - CRP 04/36616 Especialista em Psicologia Clínica na Abordagem Cognitiva-Comportamental Especialista em Educação

O que é anorexia? A anorexia nervosa é um transtorno do comportamento alimentar caracterizado por limitações dietéticas auto-impostas, padrões bizarros de alimentação com acentuada perda de peso induzido e mantida pelo indivíduo. As características essenciais da anorexia nervosa são a recusa em manter um peso corporal na faixa normal mínima, uma busca desenfreada pela magreza, temor intenso de ganhar peso e uma perturbação significativa na percepção da forma ou tamanho do corpo. 

Atendimento nas modalidades: Terapia infantil, adolescentes, adultos, casais, famílias e melhor idade Avaliação psicológica Avaliação para cirurgia da obesidade (laudo pré-cirúrgico bariátrico)

Consultório Rua Bernardo Guimarães, 589 (esquina com a Rua Silva Jardim) B. Fundinho Uberlândia - MG   Telefones: 3229.2547 3223.7347 8403.7734

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pela mídia. Fatores como hereditariedade e características de personalidade contribuem para o desenvolvimento do transtorno. Entre as características de personalidade, as mais evidentes e comuns são: obsessividade, perfeccionismo, passividade, introversão e autoavaliação negativa. Baixa autoestima ou autoavaliação negativa e vulnerabilidade ao estresse são fatores de risco importante para os transtornos alimentares.

O que é a bulimia?

Quais os cuidados que os pais devem ter em relação aos filhos para evitar e identificar as doenças?

É o transtorno alimentar caracterizado por episódios recorrentes de "orgias alimentares", no qual o indivíduo come num curto espaço de tempo grande quantidade de alimento como se estivesse com muita fome. A pessoa perde o controle sobre si mesma e depois pode utilizar métodos purgativos (vomita) para eliminar, expulsar o que comeu, ou ainda através de artifícios como laxantes, com a finalidade de não ganhar peso.

Os pais devem observar os hábitos alimentares dos filhos, se não estão escondendo comida nos armários, no guardaroupa, debaixo da cama, se andam somente com roupas largas, pra querer esconder o corpo, por se acharem muito obesos. Devem observar se saem da mesa muito antes que todo mundo, se vivem fazendo dietas, ou dizendo que não estão com fome. Observar também seus contatos na internet.

Diferenças entre anorexia e bulimia

Se comprovado, como deve ser o procedimento dos pais para com seus filhos que possuírem a doença? 

É muito comum as pessoas confundirem ou associarem a anorexia com bulimia. Mas existem muitas diferenças entre ambas. A principal delas é que na anorexia existe a restrição alimentar com diminuição acentuada do peso, enquanto que na bulimia existe um apetite voraz que posteriormente pode ser compensado com a indução de vômitos. 

No caso da anorexia, existe algum tipo de provocador comum para o desenvolvimento da doença? De forma resumida, podemos dizer que seu aparecimento está associado a um acontecimento vital estressante, como perdas, acontecimentos de significativa importância. Há casos de anorexia causados por abusos sexuais na infância. Também acreditamos na vulnerabilidade emocional, algumas pessoas são mais propensas às manifestações da magreza impostas pelo mundo da moda e pela beleza das atrizes e celebridades divulgadas

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O envolvimento da família no tratamento pode ajudar a criar uma estrutura de colaboração em que os membros se tornem o meio facilitador de mudanças, uma vez que a cultura alimentar específica de cada família afeta o desenvolvimento e/ou a manutenção dos transtornos alimentares, o que se constitui como um grande desafio no atendimento.

E qual o tratamento? O tratamento é realizado com equipe multi profissional de maneira interdisciplinar. Psicoterapia (Psicólogo), medicamentos (Psiquiatra), acompanhamento com nutricionista, endocrinologista, clínico geral. Pode também ser incluído um educador físico para explicar a funcionalidade da atividade física para que seja feita e vista de maneira adequada e não como uma forma de perder peso, mas sim de ter uma vida com mais qualidade e com saúde.


Grafite

Cultura e Arte

Um portal para o Grafite Cultura e Arte também são formas de se promover Saúde. Portanto, falemos mais sobre isso por Sérgio Rodrigues Artista plástico graduado e licenciado pela UFU. É membro do NUPPE (Núcleo de Pesquisa em Pintura e Ensino da UFU), e já teve dois projetos de Arte Urbana realizados na cidade. Atualmente participa da exposição “Processos em Diálogo”, na Oficina Cultural de Uberlândia, até 10/10/2013. A Arte Contemporânea e seu amplo leque de discussões – muitas delas em torno da própria arte, como suas linguagens e mesmo seu “lugar” no contexto pós-moderno –, cada vez mais amplia suas proposições para além dos limites do “cubo branco” das galerias de Arte e avança para espaços nãoinstitucionalizados, arraigados de significados que irão dialogar com a “obra aberta” em suas múltiplas leituras.

poder público e instituições artísticas, o que embora leve a um distanciamento conceitual da proposta contestadora do Grafite, amplia sua difusão como mercadoria . 206

As expressões de Arte Urbana exemplificam esta tendência, ao apropriarem-se das ruas para experimentações artísticas, seja como “suporte”, como “objeto”, como “espaço expositivo”... E dentre as expressões dessa Arte das Ruas temos no Grafite (ou Graffiti) um dos principais meios. Inicialmente marginalizado, O Grafite surgiu nos EUA da década de 60 e 70, através de inscrições em muros e prédios – em associação ao movimento musical do hiphop -, e embora nunca tenha perdido definitivamente o rótulo de clandestinidade, conquista cada vez mais espaço e aceitação no mercado artístico. As telas do ex-grafiteiro Jean-Michel Basquiat são exemplos disso, valorizadas desde os anos 80, e com novos artistas investindo nessa linguagem e alcançado êxito, sobretudo quando “o movimento” passa a ser financiado pelo

A partir desses antagonismos assimilados pelo Grafite – rua x galeria, pichação x Arte, contracultura x reconhecimento, periférico x central – lanço meu olhar sobre o trabalho realizado no grande muro residencial, no bairro Morada da Colina em Uberlândia, que desperta nossa atenção e nos causa estranhamento (na melhor acepção do termo) ao seguirmos pela Av. Nicomedes Alves dos Santos no sentido centro – zona Sul.

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Como destaque atual do Grafite, temos “Os Gêmeos”, dois irmãos de São Paulo que alcançaram o reconhecimento por meio de suas obras monumentais, figurando entre os artistas visuais brasileiros de maior prestígio internacional.

A imagem é de grande impacto: inicialmente pelas dimensões, em um muro/suporte intensamente branco e bem cuidado que atuou como uma tela de plena neutralidade, não oferecendo nenhum elemento que, no


Não é à toa que a obra “abre-se” em um portal à esquerda, para terminar numa janela escancarada para o céu azul na outra extremidade da composição: é a Arte das ruas adentrando novos espaços. plano, viesse a interferir ou dialogar com a imagem. A obra, por sua vez, destoa positivamente com seu entorno, on.de a falta de cor predomina nas edificações de caráter residencial - de alto nível – padronizando a paisagem arquitetônica. Assim, a profusão de cores que ora se “enquadram” e ora “extrapolam” os espessos contornos pretos dos grafismos se chocam com as alvas construções de telhados igualmente clareados. A localidade em que se apresenta o Grafite, um dos principais acessos à “parte nobre” da cidade, não deixa de ser irônico, pois a imagem de características associadas aos movimentos periféricos da arte se converte em “painel de boas-vindas” à região elitista de Uberlândia. Não é atoa que a obra “abre-se” em um portal à esquerda, para terminar numa janela escancarada para o céu azul na outra extremidade da composição: é Arte das ruas adentrando novos espaços, neste caso, “pedindo licença”, uma vez que o trabalho foi desenvolvido a partir da aprovação dos proprietários da residência.

com Arte, antes que fosse preenchido de forma criminosa. Quem trafega pela cidade, entretanto, perceberá neste trabalho geograficamente isolado, uma consonância com outros grafites espalhados por Uberlândia, devido à peculiaridade dos traços e a assinatura iconográfica recorrente – o personagem de boné, sem traços fisionômicos, mas possuidor de cavanhaque e sobrancelha – que nos indica tratar-se de um mesmo artista, sobre quem irei brevemente delinear algumas informações: seu nome é Tiago Dequete. Jovem artista natural de Belo Horizonte, formado em Artes pela Escola Guignard – UEMG, e que reside há pouco tempo em Uberlândia, seduzido pelas paredes disponíveis – ou não-disponíveis – que ele deseja preencher com seu grafitti (na grafia preferida por ele). Em entrevista via email, ele relata sua intenção em trazer cor e vida para os muros da cidade, deixando sua assinatura visual e “conversando” com o público, com o espaço, através da sua Arte.

Sem dúvida, essa prévia autorização é um dos questionamentos que permeiam as mentes de quem passa pela primeira vez pelo local: “Será que o dono da casa já viu?”, pode se perguntar o observador em um contato inicial, como se o mural tivesse sido realizado na noite anterior.

O artista também participou de uma exposição coletiva na Galeria Lourdes Saraiva neste ano, quando transpôs para telas de dimensões variadas os traços e cores presentes em seus murais. Mas para Dequete, as telas não se comparam à energia do espaço urbano, onde seu trabalho adquire seu real significado.

Consultados para a redação desta matéria, os “donos do muro” justificaram a autorização concedida como uma valorização da Arte, mas também uma falta de opção: que se ocupasse o muro

Conheçam mais sobre o artista digitando Dequete Graff no facebook. Outra forma é olhar atentamente para o espaço urbano, onde certamente perceberá seus traços por aí!

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Dança

Cultura e Arte

Artista mineiro reconhecido internacionalmente pela Dança por Rosiane Magalhães (Ciclo Assessoria de Imprensa) fotos_Douglas Luzz | Roberta Monteiro

Referência na área, Vanilton Lakka já se apresentou em 16 países entre as Américas, Europa e África. Muitas apresentações são realizadas por meio direto ou indireto de leis de incentivo. E como a Dança também é forma de se promover Saúde, vamos falar sobre isso

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Consagrado internacionalmente pelo trabalho que vem realizando na Dança há 16 anos, Vanilton Lakka tem projetado o nome de Uberlândia, Minas Gerais, em diversas partes do mundo, seja realizando pesquisas e palestras, ministrando cursos, desenvolvendo projetos ou mesmo nos palcos.

por produtores que aprovam projetos em editais, sendo assim, eu vivo bem pouco de projetos que eu envio, e muito mais de contratações.

O dançarino e coreógrafo uberlandense segue com agenda de shows em alta com apresentação de seus espetáculos e oficinas pela Europa. Após participação em grandes eventos nacionais, seguiu em setembro para turnê por 11 cidades suecas. Logo após, passou por Barcelona, na Espanha, para ministrar aulas.

Lakka: Eles são uma possibilidade a mais, mas que devem ser revistas todo o tempo, já que a economia, a política e a cultura são muito dinâmicas. Um bom exemplo é o aumento de incentivo fiscal para o esporte, isso fez com que a arte começasse a competir mais com o esporte no que se refere a recursos públicos via incentivo fiscal. Dessa forma, não é possível manter a mesma política de incentivo aos artistas que se tinha há 3 anos, é necessário rever e elaborar outras formas de estímulo e financiamento. Por fim, não há dúvida de que a intervenção do Estado é de fundamental importância no universo das artes.

Além do aprimoramento artístico, alcançado através de anos de investimento em pesquisa e criação, Lakka também tem buscado a profissionalização e isso implica na interação com editais de leis de incentivo. Hoje, tem em seu currículo aprovações em âmbito municipal, estadual e federal.

FM: Você acredita que estes editais auxiliam na projeção dos artistas?

Atualmente, conta com patrocínio da Petrobras, via lei federal de incentivo à cultura, no Projeto MonoBlocos - Ocupação, Interação e Ação na Praça. Também é com frequência contratado por aprovadores de projetos em várias partes do Brasil.

FM: Em quantos países você já se apresentou?

É sob olhar destas experiências que Lakka conta um pouco de sua trajetória.

FM: Qual desses países chamou-lhe mais atenção pela projeção cultural? Por quê?

FM: Como surgiu a ideia de participar dos editais de cultura?

Lakka: A França, pois é o país que possui maior proteção para o artista e com o mercado melhor elaborado.

Lakka: Foi natural na medida em que no Brasil a possibilidade de profissionalização, ou seja, receber como artista está condicionado ao relacionamento com os editais públicos e leis de incentivo.

FM: Quando você teve o primeiro projeto aprovado em edital de cultura? Qual foi o projeto? Lakka: As minhas primeiras experiências foram com o Festival de Dança do Triângulo, em 1995, pois era necessário organizar uma proposta e enviar ao festival para ser selecionado. Posteriormente, migrei para festivais que requisitavam mais complexidade nas propostas. No que se refere às leis de incentivo, a minha primeira experiência foi com a lei municipal de Uberlândia. Na ocasião aprovei um festival chamado “Circuladança”, e a partir dessa experiência comecei a trabalhar com leis estaduais e federais.

FM: Ao longo deste tempo, quantas aprovações você já conseguiu? Lakka: Não tenho ideia de quantas aprovações obtive. Mas na maioria do tempo sou contratado

Lakka: Já me apresentei em 16 países entre as Américas, Europa e África. Principalmente fora do Brasil, apresento-me por meio de contratação direta, sem lei de incentivo.

FM: Em qual cidade ou país você ainda não se apresentou e gostaria? Por quê? Lakka: Ainda não me apresentei nos Estados Unidos da América. Nova York me interessa, porque muito do que se produz na arte contemporânea começou naquela cidade.

FM: Qual sua visão para um futuro próximo da dança? Quais seriam as tendências? Lakka: Vejo duas linhas de desenvolvimento. Por um lado as manifestações separadamente vão continuar se desenvolvendo e criando complexidade interna, seja o Hip Hop, o Tap Dance ou as Danças Étnicas. Por lado, a própria configuração tecnológica de comunicação e transporte pressiona na direção de termos propostas mais híbridas. Nesse sentido, o pensamento presente no interior da Dança Contemporânea se fortalece muito. Por fim, tenho boas expectativas com relação às artes, na medida em que a tendência é a migração de uma economia industrial para uma economia de bens efêmeros. 2013

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Guia de Profissionais | Psicólogos(as)

Adriana Francisca de Oliveira Psicologia Clínica

Clientela: crianças, adolescentes e adultos R. Agenor Paes, 244 | Centro | Uberlândia/MG 34 9206.4776 tim | 34 9641.9305 ctbc 34 8812.4230 oi nossocantopsicologia.blogspot.com adrianafopsi@hotmail.com

Amanda Oliveira Moura Psicologia Clínica

Clientela: adultos Rua Duque de Caxias, 450 | Ed. Chams Sala 1212 Centro | Uberlândia/MG 34 9149.9599 | amanda_om@hotmail.com

Anderson Faria Garcia Psicologia Clínica Terapia Cognitivo Comportamental Hipnoterapia Ericksoniana

Deise Carvalho | Psicologia Clínica (Análise Transacional) Psicodrama Constelação Sistêmica Familiar

Clientela: adolescentes, adultos, casais e grupos Rua Professora Juvenilia dos Santos, 1197 Bairro Santa Mônica Uberlândia/MG 34 3219.5692 | 34 9911.3329

Elias Leite de Oliveira| Psicologia Clínica (Hipnose e Regressão / Abordagem Junguiana)

Clientela: adolescentes, adultos e idosos R. Bernardo Cupertino, 300 - Bairro Martins Clínica Espaço Vital 34 9673.1503 | eliasleitepsi@yahoo.com.br

Fernanda Blascovi | Psicologia Clínica (Terapia Cognitivo-Comportamental)

Clientela: Adolescentes, adultos e casais Rua Augusto César, 415 | Fundinho Uberlândia/MG 34 3235.5051 | 9635.5051 andersonpsicoterapia@outlook.com

Clientela: crianças, adolescentes e adultos. Rua Hortêncio de Moraes, 1559 B. Cazeca |Uberlândia/MG 34 3234.7130 | 34 8851.0339 fernanda@integraretcc.com.br

Ana Carolina Rimoldi de Lima Psicologia Clínica

Guilherme Nunes P. Silva | Psicologia Clínica e Escolar

Terapia Cognitivo Comportamental Palestras sobre Saúde Mental Clientela: adolescentes e adultos Pça. Clarimundo Carneiro, 83 | Centro | Uberlândia/MG 34 9173.8731 | 9660.0217

Carolina Azevedo Cherulli Psicologia Clínica (Orientação Vocacional Profissional)

Clientela: crianças, adolescentes e adultos. R. Quintino Bocaiúva, 886 | Centro | Uberlândia/MG 34 9102.0010 | 34 3224.7344 carolinacherulli@ymail.com

Caroline Freitas | Psicologia Clínica (Terapia Cognitivo Comportamental)

Clientela: crianças, adolescentes, adultos, casais (individual e grupos) R. Bernardo Cupertino, 300 | Bairro Martins Uberlândia/MG 34 9962.1685 | atiliofreitas@hotmail.com

Caroline Neves Alves | Psicologia Clínica, Escolar e Orientação Profissional

Clientela: crianças, adolescentes, adultos R. Gardênia, 71 | Centro | Uberlândia/MG 34 9133.4023 | 34 8847.1023 carolinenalves@yahoo.com.br

Cecília Alves Almeida Psicologia Clínica

Clientela: adolescentes, adultos e casais R. Cel. Manoel Alves, 305 Fundinho | Uberlândia/MG 34 3235.9259 | 34 9691.4355 ceciaalmeida@gmail.com

Cláudia Soares | Psicologia Clínica (Análise Transacional e Sistêmica) Clientela: adultos Rua Quintino Bocaiúva, 148 Clínica Interage 34 9808.5183

Clientela: adolescentes e adultos | Inclusive atendimento domiciliar R. Agenor Paes, 32 | Centro | Uberlândia/MG 34 8845.3680

Katia Beal| Psicologia Clínica

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Luana Branco |Psicologia Clínica

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Marcela da Silveira Rezende Psicologia Clínica (Terapia Cognitivo-Comportamental) Clientela: crianças e adultos R. Bernardo Cupertino, 300 | Bairro Martins Clínica Espaço Vital | Uberlândia/MG 34 9107.7906 | 34 3223.7389

Maria Luiza Zago de Brito Psicologia Clínica

Clientela: adultos R. Polidoro de Freitas Rodrigues, 170 BairroVigilato Pereira | Uberlândia/MG 34 9116.6700 | 34 3216.2063

Marina Rodrigues Alves Lino Psicologia Clínica Terapia Cognitivo-Comportamental Clientela: adultos R. Polidoro de Freitas Rodrigues, 40 Bairro Vigilato Pereira | Uberlândia/MG 34 3236.7814 | 34 9667.2230 marina.lino@netsite.com.br

Michele Biaggio | Psicologia Clínica Hipnoterapia | Coaching

Clientela: adolescentes, adultos e idosos R. Bernardo Cupertino, 300 Bairro Martins | Uberlândia/MG 34 3223.7389 | 34 8816.5331 michele.sicheroli@gmail.com

Scheila Maria Ferreira Silva Psicologia Clínica | Orientação Profissional e de Carreira

Clientela: adultos e adolescentes Av. Cesário Alvim 818 | Sala 1008 Ed. Uberlândia 2000 | Uberlândia/MG 34 9963.6005 | 34 3211.8714

Sílvia Martins Garcia Psicologia Clínica e Escolar

Clientela: crianças, adolescentes e adultos Atendimento individual e grupal R. Gardênia, 71 |Centro | Uberlândia/MG 34 9993.9918 ctbc | 34 9240.4962 tim silivam2@yahoo.com.br

Sirlei Ribeiro Giannini Psicologia Clínica Terapia Cognitivo Comportamental Hipnoterapia Ericksoniana | Coaching Orientação Vocacional e Consultoria Organizacional Clientela: Adolescentes, adultos, casais, grupos e famílias Rua Augusto César, 415 | Fundinho Uberlândia/MG 34 8855.5880 | 3084.2425

sirlei-ribeiro@uol.com.br | sdr@gtconsult.com.br

Tatiana Capute Ponsancini Psicologia Clínica

Clientela: crianças, adolescentes e adultos R. Agenor Paes, 244 | Centro Uberlândia/MG 34 3224.7344 / 34 9184.450 taticaputep@gmail.com

Tatiane Medeiros Cunha | Psicologia Clínica (Análise Transacional) Hipnoterapia Ericksoniana Clientela: crianças, adolescentes, adultos e casais

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Thamy de Morais Miranda Psicologia Clínica (Psicoterapia Cognitivo-Comportamental)

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