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Editorial

a i c n ê s s e a u s m e edição 118 | ano 10 fevereiro - março 2018 Editora Priscilla Koerich CRP-12/04578 Arte Eduardo Carvalho Motta Colaboradores desta Edição Amanda Martins Auxiliadora Mesquita Carolina Fernandes Camila Martinelli Cláudia Prates Claudio Moreira Fernanda Moura Milena Luisa Priscila Cruz Pricilla Kesley Ricardo Falzetta Revisão Cláudia Prates Impressão As opiniões veiculadas nos artigos assinados não refletem necessariamente a opinião da revista. Os artigos e os anúncios publicados são de total responsabilidade de seus autores e/ou suas empresas. Não é permitida a reprodução de qualquer conteúdo desta publicação sem prévia autorização da editora. A Revista Educar, publicação bimestral da Pequeninos Revista Educativa Ltda, tem distribuição gratuita e direcionada aos pais, em inúmeros pontos comerciais e instituições de ensino de Joinville, Florianópolis e São José / SC. Para assinatura, sugestões, críticas ou elogios, envie e-mail para educar@revistaeducar.com.br ou entre em contato pelo nosso site:

A felicidade é tema de livros e dissertações; está presente em exposições e fotografias; é voto certo num cartão de aniversário; e está na lista de desejo de todo e qualquer indivíduo. A felicidade, segundo os dinamarqueses, pode se resumir na palavra “hygge”, que tem o conforto, a simplicidade, os pequenos prazeres e o ambiente caloroso como definições. Já os suecos consideram que a felicidade está diretamente ligada à palavra “lagom”, a qual o dicionário define como “equilíbrio, medida exata, suficiente e frugalidade”. Em nosso “calendário da vida”, colocamos a felicidade como bem prioritário. Para nós, ser ou estar feliz é viver cada dia da melhor forma possível, é saber agradecer, é abraçar os desafios e encará-los, mesmo que o medo esteja presente. Uma de nossas felicidades está presente em cada começo de ano: é a ocasião perfeita para definir metas, iniciar as tarefas, corrigir e melhorar uma coisa ou outra. Mas o começo do ano também vem em forma de ansiedade. É hora de as crianças voltarem para a escola. Queremos vê-las bem, e acima de tudo, felizes com este momento. Sabemos, no entanto, que vários sentimentos tendem a permear a cabecinha delas: a ânsia e a insegurança

de mudar de sala (ou de escola), de conhecer o novo professor, de rever os amigos (ou conhecer outros), e de aprender coisas novas. É primordial estarmos presentes, oferecendo nosso apoio, e acreditando na escola, que tem seu papel imensurável na educação e na formação dos nossos filhos. Que tem, também, uma função ímpar no desenvolvimento da personalidade e nas competências sócio-emocionais deles. Precisamos confiar e apostar nessas ferramentas tão importantes que os preparam para a VIDA. Que o ano seja generoso para todos. Que nossos filhos sejam bem acolhidos e que nós estejamos prontos e abertos para ajudar as escolas no que for possível, sempre reconhecendo e lembrando que cada instituição de ensino é o local perfeito para descobrir, conviver, tropeçar, chorar, rir, brincar, sonhar. Que cada escola seja hygge na sua essência - que mostre ser, durante todo o ano, um ambiente caloroso, FELIZ, repleto de conforto e simplicidade. Um grande abraço e até a próxima!

Priscilla Koerich priscilla@revistaeducar.com.br

Nossa capa

Delícia é iniciar o ano com a presença das irmãs gemêas carinhosas e cheias de energia Betina de Assis Nunes e Julia de Assis Nunes (4 anos), filhas de Francini de Assis Nunes e Fábio Nunes. Elas nos “emprestaram” seus sorrisos e estão aqui, em nossa capa, pra mostrar que é hora de voltar para a escola. Agradecemos imensamente à família pelo carinho e confiança e em especial ao mano mais velho, Joaquim, que nos deu aquela “força” na escolha da foto da capa. Ao fotógrafo Fabio Graudin (fotoglobo.com.br), à Samantha Schwartz e à Sandrine

www.RevistaEducar.com.br

Schwartz da loja Samantha TeenKids, pelo apoio e figurino.

Revista Educar

Agora, é hora de “se jogar” no aprendizado que agrega, traz conhecimento e faz crescer. Desejamos, à todas as crianças,

@RevistaEducar

uma ótima “volta às aulas”, e que seja repleta de diversão e

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novas descobertas!

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Priscilla (editora) , Betina, Francini, Julia e Fabio Graudin (Foto Globo)

www.fotoglobo.com (47) 3422-1974

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Variedades

Por Auxiliadora Mesquita

direto AS NOVIDADES QUENTINHAS,

do forno

Um bloco para chamar de seu

Caixa para ajudar e brincar

Não, não é para o Carnaval – é para todo dia e toda a infância. São

Enchentes, terromotos, furacões – as famílias que

os conhecidos blocos de montar, brinquedo antigo e que perdura

passam por essas tragédias costumam receber e agra-

até hoje por ótimas razões: desenvolvem o conceito de permanên-

decer a ajuda que chega em forma de roupas, comida,

cia do objeto, estimulam a criatividade, a resolução de problemas

água e remédios. Muitas vezes, essa ajuda vem guar-

e exercitam a coordenação viso-motora básica. Eles estão por aí

dada em caixas de papelão. E veio desse detalhe sin-

desde o século 19 e hoje podem ser encontrados em muitas formas,

gelo a ideia da designer holandesa Lisanne Koning de

materiais (e preços!).

criar o projeto Inside the Box (“Dentro da Caixa”).

Crianças são naturalmente atraídas por esses brinquedos, mas

Brinquedos estampados na própria caixa po-

quem quiser dar uma forcinha, algumas dicas: de 0 a 18 meses, o

dem ser recortados e utilizados para trazer um

ideal são blocos leves feitos de pano ou papelão. Brinque de escon-

pouco de conforto e alegria para as crianças que

der o bloco com um pano e mostrá-lo, puxando o que o recobre. A

passam por essas dificuldades junto com suas fa-

partir de 1 ano e meio, uma ótima brincadeira é empilhar... e derru-

mílias. A ideia da designer foi trazer a “normalidade

bar! Vale contar os blocos também. Daí para frente, blocos variados

do brincar” para crianças em situação tão precária e

e mais complexos podem ser apresentados aos pequenos. Impor-

angustiante. Uma boa ideia que aumenta em pouca

tante: deixe a imaginação e a curiosidade das crianças à vontade.

coisa o custo das caixas.


EDUCAR

informação útil para todos

Chá de calcinha ou de cueca Todo pai e mãe sabe como é importante quando a criança consegue autonomia e finalmente deixa as fraldas no passado. E para a criança, essa é uma

Livros ao alcance das mãos

Todo mundo reconhece a importância de incentivar o hábito

conquista e tanto. Por isso, tem gente que resolveu

da leitura desde a infância. E nem é muito difícil, pois as crian-

comemorar essa passagem tão especial para as fa-

ças têm uma atração natural pelos livros infantis, tão coloridos

mílias. É o Chá de Calcinha ou de Cueca, uma in-

e cheios de encanto. Por isso, além de ler para os pequenos regu-

venção simpática para comemorar o desfralde.

larmente, é interessante deixar que os livros das crianças fiquem

É claro que essa costuma ser uma celebração

bem ao alcance das mãos.

mais em família – papai e mamãe, irmão e avós,

Estantes e prateleiras mais altas, ainda que bonitas para com-

talvez um tio querido ou os padrinhos. Mas é uma

por a decoração, não permitem que a meninada tenha acesso livre

invenção divertida que comemora a superação de

aos seus livros “queridos”. Além de estimular a autonomia, a leitu-

um desafio pela criança. Só não é recomendável fa-

ra como prazer já vai sendo formada na criança. Estantes peque-

zer muito alarde – afinal, nesse assunto de desfral-

nas, de 1 metro de altura, são confortáveis e práticas. Mas até uma

de, qualquer exagero pode ter seus efeitos...

caixa bonita no chão pode ser a biblioteca dos pequenos!

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Desenvolvimento

EDUCAR

informação útil para todos

Fernanda Mello

família Tempo de

A

sociedade está em constante mu-

Os pais têm cada vez menos tempo e

Repensar a nossa trajetória, nossa

dança e a estrutura familiar sofreu

paciência com os filhos. E as crianças vão

forma de viver e para qual rumo estamos

muitas alterações nos últimos cem anos.

crescendo com muitas coisas, muitos ele-

levando nossas vidas, assim como das fu-

O que alguns anos atrás, era sinônimo

trônicos e muitas redes sociais. Mas na

turas gerações, pode ser o primeiro passo

de uma família perfeita, está totalmente

realidade o que mais precisam é de aten-

para melhorarmos ainda mais o convívio

ultrapassado. Atualmente, os núcleos fa-

ção. É de um olhar carinhoso e presente,

familiar. Pois não importa a cara que ela te-

miliares se formam de diversas maneiras

de uma conversa concentrada, de tempo

nha, mas sim as relações de amor, respeito,

e o que, antigamente, era considerado ina-

para viver o tempo delas.

amizade, companheirismo, tolerância, de

propriado ou até inaceitável, hoje em dia,

Às vezes, nos preocupamos muito

perdão que são construídos diariamente.

é visto como uma nova possibilidade de

com a chegada, mas nos esquecemos da

Mas para que isso aconteça, é preciso ter

construção familiar.

caminhada. E para a criança, o caminho é

tempo de convivência e estar aberto às di-

Essa liberdade possibilitou às pessoas

o suprassumo da vida. Todas as descober-

ferenças uns dos outros.

procurar e, eventualmente, encontrar aqui-

tas, indagações e aprendizados são o que

Não vamos deixar o tempo passar (e

lo que realmente as fazem felizes. Ser obri-

fazem os pequenos vibrar com as coisas

ele passa rápido!) sem dar o devido valor à

gada a viver em um ambiente familiar no

mais simples. Encontrar um graveto ou

nossa família e chegar lá na frente, num fu-

qual as aparências eram a força motriz dos

uma concha, ver uma formiga carregar

turo próximo, com relações familiares va-

relacionamentos devia ser muito triste.

um pedaço de folha, se deparar com uma

zias e desestruturadas, sem carinho, sem

poça d’água são situações empolgantes

amor e sem atenção. Deixar que as obri-

para as crianças.

gações da vida nos engula faz parte das es-

É fato que conseguimos conquistar mais respeito e mais aceitação nesse novo cenário. No entanto, me pergunto até que

O problema é que com a nossa pressa

colhas que fazemos diariamente. Não pre-

ponto conseguimos evoluir no que diz res-

acabamos por não conseguir enxergar es-

cisamos de todo o tempo do mundo, mas

peito à convivência familiar. Me parece que

ses pequenos prazeres e, o pior de tudo é

de momentos de qualidade que vão sendo

os momentos em família estão perdendo es-

que, muitas vezes, impedimos as crianças

costurados em nossa rotina e construindo

paço e valor. É cada vez mais difícil ver famí-

de dar valor a isso, anulando a sua essência.

nossa base familiar de forma forte e feliz!

lias convivendo, conversando ou brincando.

Às vezes, nos “ preocupamos muito

com a chegada, mas nos esquecemos da caminhada. E para a criança, o caminho é o suprassumo da vida.

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Fernanda Mello de Moura - Pedagoga

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Vacinas

EDUCAR

vacinas A importância das

Por Dra. Ana Cristina Torqui Duarte

As vacinas, juntamente com os an-

o sarampo, a coqueluche e a rubéola ainda

tibióticos, são consideradas as maiores

estão em circulação em nosso meio e po-

conquistas da Medicina, responsáveis pela

dem aumentar a sua ocorrência se não to-

melhora da qualidade de vida, e do aumen-

marmos o devido cuidado. Recentemente

to da expectativa de vida da população.

ocorreram na Europa, surtos de sarampo

As vacinas existem há mais de 200 anos, mas as técnicas modernas tornaram

em vários países após mais de 2 décadas sem o aparecimento desta doença.

as vacinas cada vez mais eficazes e segu-

Em nosso meio, tem se tornado

ras. O objetivo da vacinação é estimular

cada vez mais comum ouvirmos falar

o corpo a se defender dos organismos –

em casos de caxumba, especialmente

vírus e bactérias, que causam doença. Elas

em adolescentes, ou aumento de casos

são produzidas à partir de organismos

de varicela (catapora), mesmo naquelas

enfraquecidos, mortos ou alguns de seus

crianças que receberam a imunização, e

derivados. Quando o nosso corpo entra

por esta razão a doença não se apresenta

em contato com estes organismos, desen-

de forma grave.

volve os anticorpos, que serão a defesa por toda a vida, contra diversas doenças – isso é desenvolver imunidade. A maioria das vacinas é administrada desde o nascimento até os 15 meses de idade, período em que estaremos preparando a criança para enfrentar a exposição a todas às doenças.

A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM) atualizou o calendário vacinal em 2018, e a nova recomendação já está disponível em seu site, com as orientações para cada faixa etária. Foram recomendados reforços principalmente das doenças cuja incidência vem aumentando em nosso meio, como

Algumas das doenças que são evitá-

a Meningite ACWY (Meningococo W é

veis pelas vacinas já estão erradicadas no

hoje o responsável por 30% das meningi-

mundo, como a varíola, mas outras como

tes abaixo de 5 anos em nossa região).

Dra. Ana Cristina Torqui Duarte CRM 21.590 Pediatria - RQE12613 da Medical Kids Clínica Pediátrica

vacina sem do r

E a Febre Amarela? A vacinação contra a Febre

Amarela tem sido recomendada pelo Ministério da Saúde para populações em áreas de risco. No nosso estado, a região de Florianópolis, ainda não há esta orientação, porém no leste e na região central do estado já há registro de ocorrência da doença – a DIVE (Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina) disponibiliza em seu site o mapa do estado, com indicação das regiões de risco, que pode ser consultado pelo site: www.dive.sc.gov.br A vacina é considerada segura e provoca imunidade permanente. Para não ter dúvidas, é fundamental conversar com o Pediatra do seu filho e cuidar junto da saúde dos nossos pequenos...

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Comportamento

Motivação

que vem de dentro

o poder de se superar Por Auxiliadora Mesquita

T

odo mundo gosta de elogio e recompen-

neamente a agir de determinada forma ou

sa. Isso vale para o adulto que recebe

em direção a certos desafios. Também expli-

uma promoção no trabalho ou para a crian-

ca como algumas pessoas são mais persisten-

ça que ganha um doce pelo bom comporta-

tes do que outras. Tudo isso é verdade. Mas

mento. Mas muitos estudos apontam que

não significa que a motivação intrínseca não

esse tipo de motivação está longe de ser o

possa ser incentivada. E é bom que seja – ela

que realmente nos move, sejamos adultos

está relacionada à maior aprendizagem e à

ou crianças. O segredo para aprender, crescer

verdadeira autoestima. É a motivação intrín-

e fazer melhor vem de dentro de nós mes-

seca que nos ensina a superar dificuldades,

mos. É a chamada motivação intrínseca.

ser perseverante e encarar o erro e o fracasso

O conceito geral de motivação vem sendo estudado desde o começo

Nas crianças, incentivar a motivação

do século XX e várias teo-

intrínseca é ainda mais importante, pois

rias tentam explicar a ori-

nossos pequenos são naturalmente de-

gem e os desdobramen-

pendentes de nossa aprovação. Se por um

tos da motivação. Para a

lado, elogios e recompensas podem trazer

psicologia, a motivação

a alegria dessa aceitação, por outro, essa de-

poderia ser dividida ba-

pendência pode alimentar a insegurança, a

sicamente em dois tipos: a extrínseca, aque-

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como partes do processo de aprender.

ansiedade e até o desânimo.

la das recompensas de que falamos antes,

Crianças são extremamente curiosas e

como elogios, agrados, bens materiais, etc. E

esse já é um passo e tanto para a motivação

a motivação intrínseca, aquela que surge de

intrínseca se desenvolver. A maioria dos

nossos próprios interesses e satisfação em

pequenos gosta de descobrir e explorar o

realizar alguma ação. Essa é muito poderosa,

que é novo e diferente. Muitas vezes, a tal

tanto nos adultos quanto nos miúdos.

da recompensa pode até tirar a graça desse

Como essa motivação reflete interesses

processo - existem pesquisas famosas que

e satisfação pessoal, ela é considerada uma

mostram isso. Então, vamos às dicas, pois in-

motivação inata, ou seja, nascemos com ela.

centivar a motivação que vem de dentro em

E assim, nos sentimos motivados esponta-

nossos filhos e filhas não é tão difícil assim.


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• Lembre-se sempre: incentivar é melhor do que elogiar. Desafiar os pequenos a irem um pouco além de sua zona de conforto (aquilo que eles já fazem com competência) ajuda a torná-los mais confiantes e motivados. • Ao elogiar, tente focar não apenas no sucesso (o resultado), mas no processo com suas tentativas e riscos. Outra maneira interessante de elogio é chamar atenção para a própria satisfação da criança em fazer o que está fazendo. • Tente sempre oferecer escolhas: a motivação intrínseca é sempre “pessoal” e se a criança tem prazer por si mesma em realizar algo, esse já é um ótimo caminho.

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Por último, mas de jeito nenhum menos importante: dê atenção positiva sem motivo. Isso mesmo: um carinho, um sorriso, uma conversa ou um “eu te amo” não precisam estar ligados a um bom comportamento ou a nota alta na escola. Sentir-se amada e querida deixa a criança segura

• Dê responsabilidades adequadas para a idade de suas crianças e seja específica

para usar toda a força – e moti-

sobre o que espera que elas façam: sentir-se útil e competente é um fator podero-

vação - que já existe dentro dela.

so para a motivação intrínseca.

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Educação

EDUCAR

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Medo da volta às aulas?

Diálogo é (sempre) a solução Por Priscila Cruz*, fundadora e presidente-executiva do movimento Todos Pela Educação

trarem na lição de casa”, ressalta. As famílias

organizar, por exemplo, encontros nos fins de se-

matrícula, volta à rotina de sono,

devem criar suas próprias regras – que,

mana para os pais que não conseguem compa-

trânsito absurdo para chegar à es-

evidentemente, devem ser cumpridas!

recer às reuniões em horário de trabalho”. Por

cola... Se tem algo que não muda em todo ano letivo, é o período de volta às aulas! Sabemos que a readaptação à rotina esco-

O que você aprendeu hoje?

outro lado, os pais não devem procurar a escola apenas na hora dos problemas.

A pergunta clássica para aquele mo-

“Fazer elogios é importante. Soube que seu fi-

mento em que os filhos chegam da esco-

lho gostou de uma aula específica? Por que não

Pensando em tornar esse período

la não é um clichê à toa: ela é realmente

escrever um bilhete elogiando a professora?”,

o melhor possível, conversei com a

importante. Questionar o que a criança

indica Cláudia.

pedagoga Cláudia Petri, gerente de

aprendeu e de que matérias, conteúdos e

projetos do Centro de Estudos e Pesqui-

professores ela mais gosta são formas de

sas em Educação, Cultura e Ação Comu-

saber detalhes da relação dela com a esco-

nitária (Cenpec), sobre os cuidados que

la. Pergunte de forma aberta e não direta-

A parceria da família com a escola e

devemos ter. Divido com vocês o que

mente, de modo que a criança não se sinta

dos pais com os filhos desde o início do

aprendi com a especialista.

pressionada. Esses diálogos mostram que

ano letivo é essencial para que eventuais

os pais valorizam a Educação. “Mostrar in-

problemas de bullying e conflitos interpes-

teresse é valorizar – e isso é fundamental”, des-

soais sejam solucionados com agilidade.

taca Cláudia.

Outro aspecto que Cláudia aponta como

lar sempre gera alguns distúrbios.

De volta à rotina A volta às aulas é sempre uma época de restabelecimento de horários e organização. Mas atenção: não basta estabe-

Participação é direito

Comportamento e socialização

importante é que os pais se informem sobre os problemas da comunidade e/ou do

lecer uma rotina apenas relacionada ao

Esse é um assunto que pode não estar

tempo na escola, indica Cláudia. “Também

em seu radar, mas a volta às aulas também

é importante organizar o quarto ou um canto

é momento de planejar como você estará

Em linhas gerais, podemos dizer que

destinado aos estudos dos filhos, para que eles

presente na escola de seu filho. Existem

a comunicação entre família e escola é

tenham um lugar apropriado para se concen-

diversos mecanismos que permitem que

imprescindível, pelo bem dos nossos alu-

os pais participem das tomadas de deci-

nos! Espero que as dicas que aprendi com

são nas escolas – como é o caso dos conse-

a Cláudia sejam úteis para vocês neste

lhos escolares e das associações de pais e

novo ciclo de aprendizagem.

mestres (as chamadas APMs). Para que essa parceria funcione, flexibilidade é a palavra de ordem, tanto da escola como dos pais. “A instituição deve

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bairro onde moram, uma vez que normalmente são os mesmos da escola.

*Mestre em Administração Pública pela Harvard Kennedy School, sócia-fundadora e presidente-executiva do Todos Pela Educação (TPE).

C

ompra de material, processo de


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tarefa fácil. Temos que chamar várias vezes e nem sempre

mos é o que tem o melhor resultado já publicado no mundo.

eles cooperam. Porém, é muito importante escovar os den-

Veja como funciona:

tes da criança ainda pequena e ir ensinando a ela a forma

• A criança é atendida todos os meses pelo dentista que en-

correta de se escovar para que não se machuque e tenha os

sina a escovação, checa e corrige a forma como a criança

dentes sempre limpinhos. Consultar um dentista assim que

está escovando os dentes.

nascerem os primeiros dentes de leite é indispensável para

• É realizado um diagnóstico preventivo.

a prevenção de problemas maiores e para uma saúde bucal

• É realizada uma limpeza para o controle mecânico da

perfeita desde os primeiros anos de vida.

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Capa Métodos de Ensino

Escolhendo uma escola para seu filho Por: Auxiliadora Mesquita | Fotos: Fabiano Niehues Graudin - Foto Globo

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Abordagem Tradicional Quando utilizamos o termo tradicional, toda uma carga de preconceito pode vir junto – “arcaico”, “restrito”, “opressor” e muitos outros comentários negativos. Os comentários positivos também, sendo “sucesso” e “competência”, são dois dos principais deles. Mas, afinal, o que é essa tradição? A escola tradicional, ainda que tenha se modernizado na estrutura física e tecnológica no correr dos anos, é aquela que pretende transmitir conteúdos. E não pense que isso é pouca coisa, não! Partindo dos Iluministas franceses do século XVII e XVII, a escola tradicional sempre esteve ligada a ideia de formar os cidadãos. Para isso, seu ensino é padronizado, seguindo o princípio de que todos devem ter acesso ao mesmo patrimônio cultural e de conhecimento de uma sociedade. Uma ideia muito boa e revolucionária: acesso ao conhecimento. NA PRÁTICA, uma escola tradicional é voltada para fixar conteúdos, formando um aluno capaz de dar as respostas corretas quando perguntado. O professor detém o conhecimento sobre determinada disciplina e planeja

E

xistem muitas formas de ver a educação, seu objetivo e sua forma de acontecer na prática. Nas

universidades, é comum organizar essas abordagens

a melhor forma de expor um assunto, utilizando diversos recursos. O aluno deve compreender e ser capaz de replicar o que foi aprendido quando solicitado. Um sistema de avaliação e notas revela o nível de aquisição do que foi transmitido ao aluno.

pedagógicas de acordo com seu viés político-filosófi-

É INTERESSANTE, pois considera que ter acesso ao

co ou seguindo suas bases teóricas ou empíricas. Nos-

conhecimento dominante é fundamental para fazer par-

sa contribuição aqui é mais simples e mais direta: para escolher uma escola para minha criança, o que devo saber sobre as abordagens pedagógicas disponíveis nas escolas ao meu redor? Pensando dessa maneira, vamos indicar algumas características de métodos e pensamentos educacionais que podemos encontrar em nossa região. Isso não significa esgotar as possibilidades oferecidas pela rede de ensino aqui. Também é importante lembrar que muitas escolas não seguem uma abordagem estrita, mas combinam métodos de várias fontes que não são contraditórios entre si. De qualquer forma, saber como a escola de seu filho enxerga a educação e o aluno - e como o professor agirá para alcançar seus objetivos- ajudam bastante na

te e interferir na sociedade. Costuma formar mentes disciplinadas, pois há a exigência de cumprir metas, prazos e alcançar níveis mínimos para continuar na escola. São também essas escolas as que mais trazem resultados em vestibulares e outros testes públicos, como ENEM, por exemplo – mas não existem pesquisas a respeito, portanto os resultados podem ser só pelo fato de que essas escolas são a maioria dos estabelecimentos de ensino. PODE SER UM PROBLEMA se o estudante não desenvolver sua capacidade de análise e compreensão, tornando-se apenas um produtor de “respostas certas” , que só podem ser aplicadas em situações idênticas às que estudou. Também é comum que nessas escolas, pela padronização e nível de exigência, características individuais e diferenças sejam ignoradas.

hora da decisão de onde matriculá-lo. www.RevistaEducar.com.br

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Capa Métodos de Ensino

Abordagem Construtivista ou Sócio-Construtivista O Construtivismo surgiu a partir das pesquisas do psicólogo suíço Jean Piaget. Ele estudou profundamente a aprendizagem, pesquisando como as crianças agiam e reagiam a diversos estímulos e situações. Para Piaget, a escola deveria ensinar a observar pois é ao se deparar com algo novo e agir sobre ele que a criança aprende. Seus estudos e pesquisas revolucionaram a maneira como enxergamos as crianças – de páginas em branco, que deveriam ser preenchidas, as crianças passaram a ser vistas como seres ativos em sua aprendizagem e busca de conhecimento. O Sócio-Construtivismo parte das descobertas piagetianas e as expande com as ideias de outro psicólogo, o russo Vygotsky. Esse afirmava que a aprendizagem se dá pela linguagem e na interação com o outro, sejam adultos ou outras crianças. Assim, o aprender por si mesmo de Piaget, investigando e descobrindo o mundo, também inclui, nessa visão, a importância da cooperação e da interação com outras pessoas em torno da criança. NA PRÁTICA, escolas cons-

sário para pesquisar e solucio-

trutivistas ou sócio-construti-

nar os problemas que surgem.

vistas têm professores atentos

Engana-se quem pensa que

para propor trabalhos de acordo

assim o aluno não vai aprender

com o estágio de desenvolvi-

os conteúdos tradicionais. Ape-

mento de seus alunos. Esses

nas a abordagem em relação

trabalhos costumam envolver

a eles – sejam de matemática,

temas que funcionam como estí-

linguagem, ciências, etc – será

mulos para que os alunos inves-

feita como ensaio e erro, desco-

tiguem, organizem as informa-

brindo, analisando e superando

ções e resolvam problemas. Na

cada desafio.

maioria das vezes, enfatiza-se que esse tema seja um problema verdadeiro para o grupo de aprendizes. Aliás, o trabalho em grupo é central nessas escolas, com a cooperação entre os alunos de diferentes capacidades e até faixas etárias diversas estimulando a aprendizagem. Jogos são muito utilizados e há uma

PODE SER UM PROBLEMA se mal aplicado. Levar adiante a ideia de que a criança aprende por si mesma sem um planejamento rigoroso e uma compreensão bastante clara das teorias pode deixar as crianças à deriva. Também existem críticas ao fato de os alunos não

Antroposófica (ou Waldorf) A escola antroposófica surgiu de uma proposta de trabalho – Rudolf Steiner era um filósofo austríaco que havia desenvolvido uma ciência espiritual, a Antroposofia. Em 1919, foi convidado a criar uma escola para os filhos dos trabalhadores de uma fábrica em Stuttgart, na Alemanha. Desde então, as ideias de Steiner e sua proposta pedagógica se espalharam pelo mundo e estão presentes em muitos lugares do Brasil também.

estarem acostumados às formas

Uma escola antroposófica irá basear sua pedago-

de avaliação comuns ao sistema

gia nas ideias centrais do pensamento de Steiner, a

educacional mais amplo, como

principal delas sendo que cada etapa de ensino deve

provas e testes – mas até o mo-

corresponder à idade do desenvolvimento da crian-

É INTERESSANTE pois seu

mento não existem pesquisas

ça. Steiner considerava que o ser humano passa por

objetivo é desenvolver a in-

que apontem que alunos de es-

ciclos de 7 anos e para cada um desses ciclos existe

teligência como instrumento

colas construtivistas se saiam

um modo próprio de ser e estar no mundo. Nas esco-

de aprendizagem. Um espírito

melhor, pior ou igual aos outros

las antroposóficas, a criança é vista como um todo,

investigativo e crítico é neces-

nesses testes.

recebendo educação física, espiritual e intelectual.

tendência para a flexibilidade nos horários, formação de turmas e grades curriculares.

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15

Abordagem Montessoriana Maria Montessori foi uma médica italiana, nascida no final do século XIX. Seu trabalho se voltou para a pesquisa sobre as crianças e suas descobertas a fizeram criar um método de ensino. Em 1907, fundou uma escola – a Casa dei Bambini – numa periferia pobre de Roma. O ambiente estimulante imaginado e posto em prática pela Dra. Montessori foi um sucesso e em pouco tempo, outras escolas foram construídas na Itália. Essa expansão foi bruscamente interrompida pela ascensão de Mussolini ao poder, nos anos 20 do século XX. O método Montessori, por ter surgido a partir do trabalho clínico e científico de Maria Montessori, vê a criança com aspectos biológicos e cognitivos bem específicos que vão se desenvolvendo ao longo do crescimento infantil. E é com base nesses aspectos que as atividades são propostas. NA PRÁTICA, as escolas mon-

e cuidado com cada criança, sua

tessorianas propõem uma grande

maneira de ser e seu estágio de

autonomia às crianças, que usual-

desenvolvimento. Atividades fí-

mente escolhem suas tarefas e

sicas, de movimento e sensoriais,

atividades. O professor funciona

estão sempre presentes numa

como um guia e deve respeitar o

sala montessoriana, bem como

ritmo de cada aluno, sem inter-

tarefas que estimulam a organiza-

venções desnecessárias. As clas-

ção, a concentração, o pensamen-

ses podem ter crianças com ida-

to estratégico e a formação de

des diferentes e a concentração na

bons hábitos.

tarefa escolhida por cada criança é bastante incentivada. Os mateNA PRÁTICA, numa escola antroposófica vai existir atividade do currículo tradicional associada a outras, como habilidades manuais, artes, desenho e escultura. Atividades da vida prática também vão estar presentes. E há ainda a importância da Euritmia, método criado por Steiner que une ritmos e coreografias, de acordo com cada idade. É INTERESSANTE pois entende a criança e o adolescente como um ser humano dotado de várias necessidades físicas, intelectuais, espirituais e estéticas. Essa abordagem mais ampla, conjugada à ideia das fases de desenvolvimento, pode trazer benefícios numa sociedade estressante como a que vivemos no mundo contemporâneo. PODE SER UM PROBLEMA para famílias que não são ligadas aos aspectos religiosos e espirituais, visto que esse lado do desenvolvimento da criança faz parte da pedagogia antroposófica. Pais ansiosos pela alfabetização precoce também podem se frustrar já que o método antroposófico preconiza que atividades intelectuais mais abstratas devem ocorrer a partir da entrada dos 7 anos de idade.

riais numa sala montessoriana estão sempre ao alcance das crianças e existem vários deles que foram criados especificamente por Montessori para desenvolver diversos aspectos da criança.

PODE SER UM PROBLEMA para os pais. A falta de tarefas, atividades e da rotina estruturada já conhecida dos pais (que provavelmente estudaram em escolas tradicionais) pode dar a impressão de que a criança não está se desenvolvendo. É importante que os

É INTERESSANTE pois enco-

pais compreendam a abordagem

raja a independência e a autono-

de uma maneira mais ampla para

mia, respeitando as capacidades

que possam entender o que seu

e os interesses da criança. Os pro-

filho ou filha está fazendo e como

fessores podem propor desafios,

essas tarefas se encaixam no de-

mas há um clima geral de respeito

senvolvimento da criança.

Essas são as principais abordagens pedagógicas encontradas nas escolas de nossa rede de ensino. Mas lembre-se: essas orientações não substituem uma visita à escola e muita conversa entre pais e pedagogos de cada uma. É essa conversa franca e uma boa olhada no ambiente escolar que irão esclarecer dúvidas e expectativas. Falar de seu filho ou filha nessa visita também ajuda a descobrir se aquela abordagem pedagógica é a melhor para sua criança. Boa sorte e ótima escolha! www.RevistaEducar.com.br


Nutrição

saudável Lancheira

Por Amanda Martins e Camila Martinelli, da Laranja Lima Consultoria em Nutrição Materno Infantil

O

mês de fevereiro está começando e tradicionalmente é o mês de rei-

Frutas

nício das aulas das crianças, dos compro-

As frutas são essenciais na composição das lancheiras pois

missos com material escolar, da matrícu-

vão fornecer às crianças fibras, vitaminas e hidratação.

la da escola, do uniforme e outros tantos

Dicas

itens que os pais sabem bem como são. Com a volta da rotina, a alimentação é um dos pontos que começam a entrar nos eixos, especialmente após as férias (que normalmente são mais tranquilas quanto à alimentação).

Para as frutas que escurecem, coloque algumas gotas de suco de limão – a vitamina C do limão evita a oxidação e o escurecimento das frutas como a maçã ou banana. Decore as frutas com fitas ou com desenhos para ficarem mais divertidas e chamarem a atenção da criança.

A rotina diária de trabalho dos pais e

Frutas grandes como o melão e a melancia que não são possíveis de serem

da escola das crianças requer muita orga-

enviadas inteiras, podem ser cortadas em pedaços menores e colocadas

nização na hora de pensar nos alimentos

em potes pequenos.

da lancheira, pois é comum que, quando deixadas para cima da hora, as opções acabam sendo principalmente lanches prontos, industrializados com grande quantidade de açúcar e gordura. Pensando em como começar o ano com o pé direito, elaboramos algumas dicas de como montar lancheiras práticas, saborosas e saudáveis para a criançada.

Escolhendo os alimentos Na hora de escolher o que vai na lancheira, é importante saber quais grupos de alimentos são importantes. Escolhemos dividir em três categorias: frutas, lanche complementar, bebidas. Vamos falar um pouco sobre cada um deles então!

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Varie sempre, evitando mandar as mesmas frutas todos os dias, quanto mais variedade, mais nutrientes diferentes. Mesmo que seu filho não aceite as frutas muito bem, envie sempre uma opção na lancheira, isso faz parte do estímulo na educação nutricional. Adapte a consistência das frutas conforme a idade e o desenvolvimento do seu filho. Para crianças pequenas, a fruta pode ser enviada picada em pedaços pequenos e para crianças maiores, com a casca, como a tangerina, por exemplo. A participação da criança na refeição, descascando a fruta, é muito importante. Intercale o envio das frutas com os vegetas como brócolis, cenoura, tomate cereja. Nossa cultura alimentar limita estes alimentos às saladas na hora do almoço, mas eles podem ser incluídos nos lanches também, especialmente para aquelas crianças que não aceitam bem as saladas na hora do almoço. Oferecer em outro momento e de maneiras diferentes pode estimular a vontade de comer estes alimentos.


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Lanche complementar

Bebidas/líquidos

O lanche que acompanha as frutas na lancheira pode ser

Ao contrário do que se acredita, não é necessário enviar su-

composto por muitos alimentos diferentes, as vezes alguns não

cos para as crianças todos os dias, isso é mais uma questão

tão comuns, mas que se encaixam bem e as crianças adoram.

cultural. Quando a criança consome a fruta, já está ingerin-

Dos grupos de alimentos, dois são essenciais para estarem no

do boa quantidade de fibras e vitaminas, podendo então o

lanche: os carboidratos/cereais (bolos, pães, aveia, tubérculos)

lanche ser completado por água geladinha, por exemplo.

e as proteínas (queijo, iogurte, ovo, frango).

Quando a criança não aceita a fruta, os sucos de fruta (natu-

Dicas

rais) podem auxiliar no consumo da porção do dia.

Varie as opções, não só de bolos e pães vivem as lancheiras! Aposte em alimentos que a criança gosta, fugindo do óbvio que é sempre enviado.

Dicas O líquido enviado na lancheira não precisa ser apenas a suco. Trabalhe a variedade e envie outros tipos como

Deixe o lanche de fácil acesso. Corte em pedaços pequenos que eles consigam comer com a mão e que sejam fáceis, em al-

chás claros, águas saborizadas, iogurte natural com frutas, leite com mel ou cacau em pó e outros que a

guns casos a criança faz esse lanche sozinha e não tem auxílio.

criança preferir.

Use a criatividade e faça o mesmo que as frutas, decore os

Evite ao máximo as bebidas industrializadas de qual-

lanches eventualmente, tornando este lanche muito diver-

quer tipo, como: refrigerantes, sucos de caixinha, acho-

tido também.

colatados e outros dessa mesma espécie.

Invista em lancheiras coloridas e que atraiam a atenção da

Nos dias mais quentes, você pode congelar o suco em

criança. Hoje em dia existem várias marcas de lancheiras que, além de manterem os alimentos em temperaturas adequa-

forminhas de gelo e colocar os cubinhos nas garrafinhas. Eles derretem conforme o tempo passa e quando a crian-

das, também conservam sem amassar ou estragar o lanche.

ça for tomar, está bem geladinho.

Prepare mais, desembale menos. Sabemos que o dia a dia é

Invista em sucos diferentes, misturando frutas e vege-

agitado e muito corrido, mas faça uma organização dos lanches da semana e utilize o congelador a seu favor, preparando

tais como a couve ou o espinafre, para aumentar o aporte de fibra da refeição.

lanches em quantidades maiores e apenas descongelando antes de enviar para a escola ou o passeio.

Agora que já passamos as dicas para a hora de escolher os alimentos, vamos te dar exemplos de como montar a lancheira para você se inspirar! Lancheira 1: Maçã, bolinho de batata doce com frango, suco de laranja Lancheira 2: Melancia em cubos e uva, pão de queijo de batata baroa, água de coco Lancheira 3: Brócolis cozido, bolinho de arroz com espinafre, água saborizada com hortelã

Lancheira 4: Banana em rodelas com aveia, tapioca colorida com recheio de frango, suco de beterraba e maçã

Laranja Lima Consultoria em Nutrição Materno Infantil Amanda Martins - CRN - 10 4584 Camila Martinelli - CRN - 10 5108

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Interação entre pais e filhos

Perseverança

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Pipoca A mascotinha da Educar

Texto: Auxiliadora Mesquita - Ilustração: Cláudia Prates

N

um mundo em constante mudança, como já é o nosso e

cada vez mais complicados? Os pais podem ajudar começando

como será cada vez mais, perseverar é uma necessidade.

pelo exemplo - se papai e mamãe não desistem facilmente e pen-

A capacidade de se reinventar, de descobrir como superar obstá-

sam em maneiras diferentes de alcançar alguma coisa, as crianças

culos e adversidades só é possível quando somos capazes de per-

já começam a entender como se faz.

severar – de manter nosso centro firme e seguir em frente.

Outra ferramenta poderosa é deixar de fazer tudo pelas crian-

Não é tarefa fácil. Mas observe uma criança começando a an-

ças. Nós sabemos que é difícil, mas oferecer autonomia e desafios

dar. Cai e ergue-se novamente. Arrisca-se até chegar aos braços

razoáveis para seu filho é incentivá-los a superar suas dificulda-

de quem chama por ela. Tateia, mãozinhas no sofá, e sorri quando

des e experimentar soluções. Nesse processo, também é vital

consegue. Estão vendo só? Nossos pequenos já nascem perseve-

ensinar a encarar os erros e fracassos, enxergando-os como parte

rantes, o importante é não perder essa virtude tão fundamental.

do aprendizado. Complicado? Nada disso. Afinal, a sabedoria po-

Então, como fazer para manter essa perseverança, tão neces-

pular já celebrava: “reconhece a queda, e não desanima/ levanta,

sária à medida que nossos filhos crescem e enfrentam obstáculos

sacode a poeira e dá a volta por cima”.

21


Interação entre pais e filhos

Pipoca

Achei pra você

Vá em frente, você consegue, de Frank Durier (Editora Todo Livro).

em:

“Tente outra vez!”

Com poucas páginas, ilustrações fofinhas e texto simples em letras maiúsculas, esse é um livrinho que pode agradar aos pequenos, que vão acompanhar o macaquinho Ivan tentando superar alguns desafios.

Eu tropeço e não desisto, de Giselda Laporta Nicolelis (Editora Moderna). Uma mocinha muito trabalha-

V

dora quer um vestido novo e para isso junta leite suficiente para vender na feira. Mas no caminho, um acidente pode colocar tudo a perder.

ocê sabe o que é perseverança? É quando temos uma coisa difícil para fazer e precisamos tentar várias vezes até conseguir alcançar o que queremos. A perseverança é quando a gente não desanima, mesmo se uma

coisa dá errado ou ainda não sabemos como fazer bem. Se a gente tem perseverança,

Será que nossa heroína vai ser perse-

continua tentando, sem desistir.

verante ou

A perseverança ajuda a gente a aprender coisas novas. Você conhece alguém que

vai desistir

já nasceu sabendo andar de bicicleta ou escrever o nome? Não, não existe ninguém

de seus

assim. Todo mundo precisa se esforçar para aprender e muitas vezes nós erramos até

sonhos?

conseguir fazer direito. Outras vezes, não adianta continuar tentando fazer do mesmo jeito. Nessas horas, ser perseverante nos faz pensar e descobrir outras maneiras de fazer as coisas. Você se lembra de algo difícil que você aprendeu? Você precisou tentar muitas vezes, sem desistir? Você foi perseverante!

Berçário • Educação Infantil • Ensino Fundamental 1 • Período Integral • Educação Bilíngue

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EDUCAR

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PEDRO JÁ SABIA ANDAR COM SUA BICICLETA POR AÍ. E PIPOCA CORRIA AO LADO, FELIZ DA VIDA.

O PAPAI TIROU. PEDRO SUBIU NA BICICLETA E COM O PAPAI SEGURANDO ATRÁS, COMEÇOU A PEDALAR.

MAS A BICICLETA DE PEDRO AINDA TINHA AS TAIS RODINHAS PARA NÃO CAIR. ELE DISSE AO PAPAI:

MAS QUANDO O PAPAI SOLTOU, ÔÔÔPS... BAM! PEDRO CAIU NO CHÃO. ELE FICOU COM VONTADE DE CHORAR.

PODE TIRAR AS RODINHAS?

ÔÔÔPS

PIPOCA CHEGOU PERTO DO AMIGO E LAMBEU O SEU NARIZ. PEDRO RIU. ELA ENTÃO LATIU: “TENTE OUTRA VEZ!”. PEDRO LEVANTOU E SUBIU NA BICICLETA. O PAPAI AJUDOU E ÔÔÔPS.... BAM! PEDRO CAIU DE NOVO. ÔÔÔPS

SERÁ QUE VOU CONSEGUIR?

ELE ESTAVA DESANIMADO. PAPAI E PIPOCA AJUDARAM PEDRO A SE LEVANTAR. AMIGO, TENTE OUTRA VEZ!

E LÁ FOI O PEDRO, PEDALANDO DE NOVO. ÔÔÔ... ÔBA, ELE CONSEGUIU!

ÔBA! CONSEGUI!

23


Momentos em família

EDUCAR

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Milena Luisa

Estimulando a criatividade com hábitos divertidos

S

empre que um ano se inicia,

seus primeiros hábitos e preferências, é im-

Investir em hábitos que estimulem a ima-

aproveitamos para reavaliar as

portante que ela esteja envolvida em um am-

ginação nessa fase é fundamental e impor-

decisões e atitudes tomadas no ano

biente favorável para que ela possa explorar

tante neste processo. Crianças criativas hoje,

anterior e um dos itens que mais

seus sentidos e ter um olhar curioso para o

podem ser profissionais inovadores amanhã.

passam a fazer parte da nossa lis-

ambiente e as pessoas.

E a família passa a contribuir de maneira sig-

tinha de desejos para o ano que vi-

Isso é estimular a criatividade, de forma

veremos é mudar ou incluir alguns

que ele expresse ideias e desejos. Sentindo-se

hábitos na nossa vida. Alimentação,

criativo, ele desenvolverá a autonomia, con-

exercícios, livros a ler... enumeramos

fiança e a inteligência.

nificativa, promovendo este ambiente onde a criança possa realizar seu potencial criativo. Estimular a curiosidade, apreciar o belo, sonhar acordado, conhecer o mundo (mesmo

uma série de possibilidades que com

Estimulada, a criatividade faz parte do

que de dentro de casa), questionar, ser aplaudi-

a correria do dia a dia não consegui-

processo de desenvolvimento do eu da crian-

do e criticado, sorrir muito e ter uma rotina são

mos incluir na nossa rotina, mas

ça pois é durante essa fase que esse potencial

alguns desses hábitos que contribuem para

que sentimos que são importantes

é ou não ativado.

este desenvolvimento.

para uma tão sonhada “qualidade

Simples atitudes libertam a imaginação,

Quer conhecer os hábitos e incorporá-los

de vida”. Neste mesmo momento,

enriquecem os sentidos, ensinam a se comu-

na rotina familiar? Então se inscreva em

nossos filhos começam um novo

nicar, experimentar e conhecer o mundo. A

http://ebook.sementinhadegente.com.br e baixe o

ciclo escolar e com ele novas desco-

criatividade surge a partir do conhecimento e

e-book “Como estimular a criatividade com hábitos

bertas, novos aprendizados e novos

das experiências vividas pelas crianças, sua ba-

divertidos” e comece a praticar hoje na sua casa.

desafios. Este é então o momento

gagem e suas atitudes neste momento da vida

perfeito para unir seus desejos às ex-

medirão o quanto ele pode ser ao desenvolver

pectativas do seu filho e transformar

suas capacidades cognitivas*.

Bjs e até a próxima edição. Milena

este no melhor e mais próspero ano da sua #Familinhas.

* As principais capacidades cognitivas são: atenção/foco, percepção, memória e linguagem, além de capaci-

Imagine que incorporando hábi-

dades responsáveis pelo planejamento e execução de tarefas (raciocínio, lógica, estratégias, tomada de de-

tos divertidos na família você conse-

cisões e resolução de problemas). Baseados na integração dessas capacidades, passamos a compreender os

guirá estimular a criatividade, reforçan-

comportamentos (simples e complexos).

do laços, criando memórias afetivas, e principalmente, transformando sua relação com seu filho, tirando proveito de um tempo de qualidade. Conforme a criança vai amadurecendo seus pensamentos e definindo

Acesse: http://ebook.sementinhadegente.com.br e baixe o e-book EDUCAR | informação útil para todos

Milena Luisa - mãe de Artur (10), Mateus (6) e Pedro (5). Sonhadora e idealizadora do Sementinha de Gente

24


TurmaDaCucaOficial

@TurmaDaCuca

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* Exceto produtos com preços promocionais ** Promoção válida para pagamentos à vista

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KIDS

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TEENS


Dicas

Cinema, Netflix e Apps

App para baixar

Netflix

O Diário de Mika (Andróid e IOS) – Quem não conhece o desenho da Mika? Agora ela também tem seu próprio aplicativo, onde os pe-

Trolls: O ritmo continua! (Temporada 1) Depois dos eventos do filme, Poppy, Tronco e todos do vilarejo dos Trolls agora têm um novo desafio pela frente: acostumarem-se com os novos vizinhos, os Bergen. No entanto, enquanto lidam com suas atividades

quenos se divertem e aprendem de

de costume e

montão! O novo aplicativo O Diá-

tentam se adap-

rio de Mika é uma central de diver-

tar à nova vida,

são e entretenimento, 100% segura

essa turminha

e sem propagandas, onde a criança

acaba se meten-

tem acesso a jogos, episódios, ka-

do nas maiores

raokê e muito mais!

confusões.

Netflix

As Meninas Superpoderosas (Temporada 1)

As meninas feitas de “açúcar, tempero e tudo de bom” estão de volta para salvar a cidade dos vilões nesta nova versão da clássica série animada.

O Clube do Confete começou sua história inovando o conceito de festas em Florianópolis e agora surpreenderá mais uma vez, com um jeito completamente novo de montar sua festa!

Aguarde, em breve novidades no Clube!!

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EDUCAR

Cinema

Duda e os Gnomos (Animação)

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Na televisão

Bubu e as Corujinhas A coruja Bubu, personagem criada pelo artista

Liam e sua mãe Ca-

plástico Luciano Martins para a Uatt?, virou uma sé-

therine estão de mu-

rie de desenho animado em 2018. Os episódios estão

dança

sendo exibidos pela Disney Channel e TV Cultura.

novamente.

Uma nova vida os es-

Já foram feitos 26 episódios de 11 minutos cada,

pera na casa da Tia Syl-

dublados em português e espanhol. Eles foram musi-

via, que é rodeada por

cados em parceria com o maestro Zago, da Camerata

estranhos gnomos. Com o tempo, Liam percebe

de Florianópolis, e o compositor e escritor Barboza.

que coisas esquisitas estão acontecendo na casa

Assista de segunda a sexta:

e que na verdade eles podem não estar sozinhos.

Disney Junior: 11h15 - Disney Channel: 11h45

Uma grande amizade surgirá entre Liam e os

Tv Cultura: 14h

gnomos, que têm um propósito: proteger a casa dos trolls. Previsão de estreia: 08/03/2018

27


Dicas de Saúde CENTRO CLÍNICO

DONA HELENA

Você sabe o que é

TDAH? Por Larissa Lachi Talamini*

D

e acordo com a Associação Brasilei-

exclusão de outras doenças e condições que

ra do Déficit de Atenção, cerca de 5%

podem causar sintomas parecidos.

das crianças de todo o mundo sofrem com o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH). O transtorno neurobiológico, de causas genéticas, aparece na infância e acompanha o indivíduo por toda a vida. Dentre os principais sintomas, está a desatenção, a hiperatividade e a impulsividade. Apesar de serem sintomas presentes em todos nós, nos portadores de TDAH eles se manifestam de maneira que preju-

Após definido o diagnóstico, o paciente inicia o tratamento com psicoterapia e a prescrição de medicamentos. Em geral, os efeitos benéficos da medicação aparecem em poucas semanas e possíveis efeitos colaterais, como insônia, falta de apetite e dores abdominais, podem ocorrer no início.

Conheça os três tipos principais: TDAH Tipo Desatento: caracterizado

adolescentes, a doença caracteriza-se pe-

pela desatenção, falta de percepção da passa-

los problemas de comportamento, como

gem de tempo e distração. Exemplos: dificul-

dificuldades para obedecer a regras e limi-

dade para se concentrar em aulas, livros e pa-

tes. Já os adultos são inquietos e têm pro-

lestras e dificuldade de se organizar

Para realizar o diagnóstico do TDAH, é necessária a participação de uma equipe multidisciplinar. Neurologistas, psicólogos, psicopedagogos e fonoaudiólogos devem integrar o processo, junto à família do paciente. O diagnóstico é dividido em várias etapas que incluem entrevistas com a criança, pais e professores, avaliações neuropsicológicas e psicopedagógicas, além da

O TDAH tem um grande impacto no desenvolvimento educacional do indivíduo. Por isso, um plano educacional rígido e professores despreparados dificultam a adaptação dos alunos. A escolha da escola é uma etapa fundamental do tratamento. Os pais precisam de uma instituição que esteja alinhada com seus objetivos e que se preocupe com o desenvolvimento dos alunos,

dica as atividades diárias. Nas crianças e

blemas de desatenção e memória.

O apoio da escola

TDAH

Tipo

Hiperativo-Impulsivo:

caracterizado pela agitação, hiperatividade, impulsividade e impaciência em ouvir. Exemplos: gosto por falar (sem algo objetivo, sem um foco), temperamento explosivo, intole-

independente das suas limitações. Uma boa relação com os professores também é essencial para o sucesso do aluno. É o professor o profissional que acompanhará a criança no dia a dia e poderá observar quando ela estiver com problemas de atenção e aprendizagem. Os educadores e a família são os pontos de apoio dos portadores de TDAH. Os dois grupos devem dialogar e trabalhar juntos para que os alunos possam obter resultados positivos no âmbito escolar.

rância a erros

TDAH Tipo Misto: apresenta simultaneamente as características dos tipos de TDAH desatento e hiperativo-impulsivo

CENTRO CLÍNICO

DONA HELENA

Larissa Lachi Talamini CRM/SC 14.358 Médica Neuropediatra do Serviço de Neurologia do Hospital Dona Helena

Uma rede completa de serviços ao seu dispor R Blumenau, 123 - Centro, Joinville - Tel.: (47) 3451-3333 - www.donahelena.com.br


Galeria

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Por aí, nas férias...

Jhuan Gabriel, Karine e Pedro

#Revista

Gabriely e Taiany

Quer ver a foto do seu filho nas páginas da Educar? Escreva #revistaeducar na legenda de sua foto, no facebook ou no instagram

Diego, Regina, Guilherme e Gabrielly

Leonardo Schmitt Viana

Rô, Tatiane e Mylena Luiz Fernando Você também pode participar por e-mail. Envie sua foto para: nossacara@revistaeducar.com.br Na mensagem, escreva o nome completo e idade da criança + cidade e nomes completos dos pais.

Paulo, Antônio e Tiago Revista Educar

@RevistaEducar


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Por aí, nas férias... Manuela Fuzetti Borba LAURA DE MEDEIROS ROS

Letícia Antero

Adam Lara Koerich

Beatriz Bruciapaglia Niques Beatriz e Luiz Fernando

Camila e gustavo

Você também pode participar por e-mail. Envie sua foto para: nossacara@revistaeducar.com.br Na mensagem, escreva o nome completo e idade da criança + cidade e nomes completos dos pais.

Revista Educar

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Educar 118 Fev/Mar 2018  

Edição Volta às aulas Tradicional, Construtivista, Montessoriano, Waldorf Conheça os principais métodos de ensino das escolas

Educar 118 Fev/Mar 2018  

Edição Volta às aulas Tradicional, Construtivista, Montessoriano, Waldorf Conheça os principais métodos de ensino das escolas

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