Page 1

1

UNIVERSIDADE DE UBERABA JOSUÁ BARROSO

PAPER TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO MEMÓRIAS DO PRIMEIRO CURSO DE JORNALISMO DE MINAS GERAIS

UBERABA (MG) 2010 1


2

UNIVERSIDADE DE UBERABA JOSUÁ BARROSO

PAPER TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO MEMÓRIAS DO PRIMEIRO CURSO DE JORNALISMO DE MINAS GERAIS

Documento produzido como parte das exigências do Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de Comunicação Social, Habilitação em Jornalismo, da Universidade de Uberaba. Orientadora: Profª. Celi Camargo

UBERABA (MG) 2010 2


3

1 INTRODUÇÃO Os cursos de Jornalismo, na condi€•o de Ensino Superior, come€aram a poder funcionar no pa‚s a partir do decreto-lei assinado pelo presidente Getƒlio Vargas em 1943. Por„m, somente quatro anos depois da chancela de Vargas, em S•o Paulo, entra em funcionamento o primeiro curso de Jornalismo do Brasil, na Faculdade C…sper L‚bero, cujo nome homenageava aquele que deixou parte de sua heran€a destinada a financiar uma escola de Jornalismo no sistema de Ensino Superior. O primeiro curso de Jornalismo de Minas Gerais foi autorizado † FISTA (Faculdade de Ci‡ncias e Letras Santo Tom…s de Aquino) em 1957. A FISTA foi uma institui€•o de Ensino Superior de propriedade das Irm•s Dominicanas, que seguem os preceitos de Domingos de Gusm•o. Embora haja na pesquisa um depoimento do Padre Thomaz de Aquino Prata, afirmando ter ministrado aulas no curso de Jornalismo a partir do ano de 1953, fato desvendado pelo livro-reportagem de que trata esse trabalho. Os objetivos da FISTA ao colocar em funcionamento um curso de Jornalismo no interior do pa‚s n•o eram mercadolˆgicos, n•o havia demanda evidente, e sim, uma real preocupa€•o na forma€•o desse profissional que deveria ser um semeador de verdades. Essa premissa encontrava-se nos ideais da FISTA e de Gusm•o e por esta raz•o foi inaugurado o curso, porque Uberaba e o Brasil precisavam de bons jornalistas. No ano de 1974 houve por parte da FIUBE (Faculdades Integradas de Uberaba) uma inten€•o em colocar em funcionamento o curso de Comunica€•o Social. Prova disso „ o documento expedido pelo Executivo Federal em 04 de setembro daquele ano que autorizava “o funcionamento da Faculdade de Comunica€•o Social mantida pela Sociedade de Educa€•o do TriŠngulo Mineiro”. Por„m, o ato demonstrou-se improdutivo j… que a autoriza€•o n•o se seguiu do reconhecimento do Minist„rio da Educa€•o, trŠmite necess…rio para manter um curso de Ensino Superior em funcionamento. Anos mais tarde, em 1981, com a fus•o da FISTA com a FIUBE, o curso de Jornalismo passa a integrar a variedade de gradua€Œes desta nova faculdade que tinha vistas a se tornar uma Universidade, o que ocorreu em 1988. Um marco importante na histˆria do curso ocorre a partir do ano de 1998 quando houve uma relevante altera€•o na linha do curso de Jornalismo com a contrata€•o do Professor Dr. Edvaldo Pereira Lima para ocupar o cargo de Diretor do Curso de 3


4

Comunicação Social (que agregava as habilitações de Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Relações Públicas). A partir deste período, o curso seguiu a linha do Jornalismo Literário, da humanização do relato jornalístico e da criatividade. Houve um aumento na produção laboratorial, expresso em veículos como o Jornal Revelação, o programa de televisão Fábrica, programa de rádio Canal Universitário e o Festival Universitário do Minuto, além disso, o curso começou uma produção acadêmica e passou a freqüentar os principais congressos da área. A pesquisa tem como base de motivação o enlace que este caminho forma com o desenvolvimento da própria Comunicação Social em Uberaba e no Brasil, bem como nos diversos outros campos de atuação do Jornalismo.

4


5

2 JUSTIFICATIVA Dentre as principais razões do projeto está a intenção de comprovar o elemento de maior relevância descoberto nas prévias da pesquisa, o fato de o curso de Jornalismo em Uberaba estar entre os primeiros do país e ser o primeiro do estado de Minas Gerais. Ao mesmo tempo em que se almeja demonstrar o quanto a história do desenvolvimento dos cursos de Jornalismo se confunde com o desenvolvimento do próprio jornalismo brasileiro. É notoriamente relevante o objeto de pesquisa já que em 53 anos, o curso de Jornalismo em Uberaba colocou à disposição do mercado um número incontável de novos profissionais que hoje se encontram nas redações, assessorias de comunicação, campo acadêmico. Vale ressaltar a importância de dar notícia sobre as histórias de vida que se formaram a partir da formação acadêmica seja na FISTA, na FIUBE ou na UNIUBE. Esta pesquisa não terá a intenção de mensurar toda a história dos cursos de Jornalismo país afora, e por esta razão foi selecionado um recorte de tempo e local que escolheu como foco do estudo o curso de Jornalismo criado na cidade de Uberaba (Minas Gerais) cujo decreto de autorização para funcionamento data de março de 1957, sendo por tanto, o primeiro curso de Jornalismo do estado já que a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), por exemplo, inaugurou o seu curso nesta área em 1962. O recorte traz consigo questionamentos como o porquê do funcionamento de um curso como este no interior do Brasil, a que ele atendia, seria demanda, ideal ou mercado?

5


6

4 ANÁLISE BIBLIOGRÁFICA Esta pesquisa é inédita. Existem teses que versam sobre a existência em Uberaba da FISTA como sendo marco na educação brasileira. Tome-se como exemplo as dissertações de mestrado a seguir, primeiro de Oliveira (2003) “A cria•‚o e consolida•‚o da Faculdade de Filosofia, Ciƒncias e Letras Santo Tom„s de Aquino em Uberaba, Minas Gerais: uma experiƒncia singular na congrega•‚o dominicana no Brasil (1948-1961)” em seguida a pesquisa de Santos (2006) “Faculdade de Filosofia, Ciƒncias e Letras Santo Tom„s de Aquino: um marco humanista na hist†ria da educa•‚o brasileira (1960-1980)” que mencionam a existência do curso de Jornalismo, mas nada que trate diretamente esse fenômeno social acontecido na década de 50. As duas dissertações mencionadas concluem, cada uma a seu tempo, que a faculdade das Irmãs Dominicanas foi um importante acontecimento na formação docente humanística e na história da educação brasileira dado ao pioneirismo da Congregação Dominicana local em manter uma instituição de Ensino Superior. Os trabalhos ajudam a entender e retratar o contexto em que foi criado o curso de Jornalismo em Uberaba. Este estudo trata de um tema pouco pesquisado. O curso de Jornalismo da Universidade de Uberaba, apesar de constar como um dos primeiros do país possui uma rasa quantidade de publicações que digam respeito a ele e absolutamente nenhuma que verse de modo direto sobre o seu histórico. Apenas a partir do ano de 1998, o curso passou a produzir artigos científicos apresentados nos principais congressos de Comunicação Social do país. Esses artigos são úteis para a compreensão da história recente do curso. (BARROSO, 2009) Em, “O Jornal-laborat†rio Revela•‚o e a Humaniza•‚o da Narrativa Jornal‡stica”, texto publicado por ocasião da conquista do Prêmio Top Educacional Professor Mário Palmério da ABMES (Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior), Lima (1999) relata o processo de inserção do Jornalismo Literário no curso de Comunicação Social da UNIUBE. Lima argumenta que o curso tornou-e um exemplo bem sucedido de inovação educacional no ensino do Jornalismo. A partir de então, essa publicação abriu espaço para uma série de outras pesquisas em comunicação produzidas pela habilitação Jornalismo do curso de Comunicação Social da UNIUBE. Fonseca (2005) apresentou ao 8º Fórum Nacional de Professores de Jornalismo o trabalho: “Jornalismo para a transforma•‚o: a pedagogia de Paulo Freire aplicada ˆs 6


7

diretrizes curriculares de Comunica•‚o Social”, o estudo busca estabelecer um modelo de aplica€•o do m„todo freireano para problematizar o ensino do Jornalismo e proporcionar mais autonomia ao estudante e „ ao mesmo tempo um relato de experi‡ncia adquirida no curso de Jornalismo de Uberaba.

Em 2006, Fonseca

apresentou ao Congresso Brasileiro da Comunica€•o a pesquisa: “O uso do di„rio virtual (blog) como portf†lio digital: uma proposta de avalia•‚o” o artigo „ um relato de experi‡ncia e foi o primeiro a teorizar a respeito da inser€•o dos blogs no ensino do Jornalismo. No mesmo ano, Fonseca e Vargas apresentaram: “Fato, trama e narrativa: um di„logo entre o jornalismo e a historiografia” tamb„m ao Congresso Brasileiro da Comunica€•o, esse artigo „ marco na guinada teˆrica do curso de Comunica€•o Social, habilita€•o em Jornalismo em Uberaba. Matos, Belela, Costa Jƒnior, Borges, Fonseca e Camargo (2007), foram premiados na categoria “document…rio” no Congresso Brasileiro da Comunica€•o com “Aruanda – O ritual sagrado”, a produ€•o ajudou a consolidar a linha de pesquisa em Cultura e Memˆria do curso. Santos (2008) levou † Exposi€•o da Pesquisa Experimental em Comunica€•o da Regi•o Sudeste o trabalho: “Revela•‚o: jornal-laborat†rio do Curso de Comunica•‚o Social da UNIUBE”; Lopes e Fonseca (2009) publicaram: “Perfil de um maldito: uma reportagem sobre o jornalista banido da hist†ria de Uberaba (MG)”; Parron e Fonseca (2009) tamb„m apresentaram † Expocom Sudeste a pesquisa: “Di„logos e conflitos entre fotografia art‡stica e o fotojornalismo”. Esses e uma s„rie de outros trabalhos procuram registrar as experi‡ncias do curso na …rea do ensino de comunica€•o e fortalecer o elo entre a pr…tica e a teoria. Ainda que a literatura sobre a histˆria do Jornalismo seja consider…vel, pouco se publicou sobre a histˆria de cursos de Jornalismo. Em rela€•o †s discussŒes em torno da cria€•o e desenvolvimento de cursos, Dias (2004) publicou: “Vitorino Prata Castelo Branco e o primeiro curso livre de Jornalismo do Brasil” em uma „poca que o curso ainda n•o era reconhecido como sendo de n‚vel superior. Nuzzi (1997) publicou o livro: “Hist†ria da Faculdade de Comunica•‚o Social C„sper L‡bero” que tra€a paralelos que levaram † cria€•o do curso em n‚vel superior no pa‚s em uma publica€•o hora de relatos de uma testemunha ocular, hora documental, desorganizado e sem m„todos, mas importante para a compreens•o do histˆrico nacional em rela€•o ao curso de Jornalismo. Ainda no tema, Fidalgo (2001) apresentou ao Congresso Internacional 7


8

Sobre Jornalismo e Internet o trabalho: “O ensino do jornalismo no e para o sŠculo XXI”, que recomenda dividir o ensino do Jornalismo em duas fases, sendo a primeira destinada às práticas e a segunda estruturada em torno da criatividade e do componente intelectual.

8


9

9 REFERENCIAIS TEÓRICOS Para este trabalho, parece fundamental a discussão de alguns conceitos-chave. A princípio iremos tratar do conceito de livro-reportagem preconizado por Lima (1993). Para o pesquisador, livro-reportagem é um veículo de comunicação jornalística não periódica, um produto cultural contemporâneo peculiar. Dando prosseguimento ao discurso, Lima argumenta que esta peculiaridade do livro-reportagem de avançar as fronteiras do Jornalismo para além dos limites convencionais, o transforma em um produto cultural fascinante. Adiante, Lima desconstrói o termo o dividindo em duas partes: livro e reportagem, sendo o primeiro um trabalho de autor (ou de um grupo deles) para comunicar idéias, acontecimentos, experiências, emoções e ensinamentos; uma publicação não periódica que reúne um conjunto de folhas, formando uma unidade individualizada, cujos símbolos identificados por excelência são um título e uma capa específicos. De acordo com Lima, o instrumento básico para o relato jornalístico é a notícia, porém, há temas que exigem abordagens mais amplas, e assim, o jornalismo desenvolveu uma forma de mensagem mais rica, cujo teor procura redimensionar a realidade onde existem várias dimensões dessa mesma realidade, essa nova forma é a reportagem. Por fim, Lima defende que o livro-reportagem escapa de antigos preceitos do Jornalismo tradicional e destaca o de que somente o que é atual deve ser reportado. Argumenta que para a imprensa tradicional, relatar o passado é papel único da história. O pesquisador afirma que o livro-reportagem foge dessas limitações de tempo. Ao concluir, Lima sintetiza que o livro-reportagem objetiva estender o papel do Jornalismo contemporâneo, transcendendo as concepções norteadoras do Jornalismo cotidiano. Outro conceito que foi norteador para a pesquisa é o do Jornalismo Literário. O mesmo teórico supramencionado expõe que, quanto ao processo de comunicação com o leitor, o gênero procura atingir uma harmonia entre eficiência e fluência, onde a primeira tem a tarefa de informar e orientar com profundidade ao passo que a segunda tem o objetivo de cumprir a mesma missão, com elegância. Segundo Pena (2006), existem sete itens para conceituar o Jornalismo Literário: 9


10

1. Respeito às convenções jornalísticas, como a apuração, observação atenta, abordagem ética e a capacidade de se expressar claramente. 2. Romper com dois itens fundamentais do Jornalismo, a periodicidade e a atualidade. 3. Contextualizar a informação de forma mais abrangente. 4. Exercitar a cidadania. 5. Romper com a corrente do lide. 6. Criar alternativas aos definidores primários, isto é, às fontes oficiais. 7. Buscar a perenidade da obra. (PENA, 2006, p. 15 In MARTINEZ, 2009)

Quanto ao conceito de História Oral seguimos as orientações de Meihy:

A História Oral implica uma percepção do passado como algo que tem continuidade hoje e cujo processo histórico não está acabado. A presença do passado no presente imediato das pessoas é razão de ser da História Oral. Nesta medida, a História Oral não só oferece uma mudança para o conceito de história, mas, mais do que isto, garante sentido social à vida de depoentes e leitores que passam a entender a seqüência histórica e a sentirem-se parte do contexto em que vivem (1996, p. 10).

Ainda nesse campo, utilizamos outro conceito proposto por Meihy, a História Oral Temática que busca a opinião ou esclarecimento do entrevistado sobre o tema préestabelecido, exige a pesquisa documental além da entrevista e permite confrontar as informações do entrevistado com a documentação pesquisada. Finalmente, buscamos em Medina (2002) o conceito para Entrevista. Segundo a pesquisadora, o termo é conceituado a partir de duas perspectivas: a técnica e a interação discursiva entre os sujeitos. A segunda foca o inter-relacionamento humano, indo além da simples troca de informações, possibilitando um diálogo em que os participantes interagem, revelem-se e crescem no conhecimento de mundo e deles próprios. Ainda assim, a autora apresenta uma formulação mais comum de entrevista jornalística como técnica de captação de informações que recorre à fonte individualizada e lhe confere credibilidade sem preocupação com comprovação científica. Por fim, Medina afirma que a Entrevista

10


11

é uma técnica de interação social, de interpenetração informativa, quebrando assim isolamentos grupais, individuais, sociais; pode também servir à pluralização de vozes e à distribuição democrática da informação (2002, p. 8).

11


12

10 METODOLOGIA Os caminhos que levaram † conclus•o do projeto variam. Mas no cerne constam os M„todos da Histˆria Oral atrav„s de entrevistas com as fontes que viveram parte de suas histˆrias no Šmbito da Faculdade de Jornalismo em Uberaba. Para isso, levou-se em considera€•o o “Manual de Histˆria Oral”, Meihy (1996), e o estilo Jornalismo Liter…rio preconizado por teˆricos como Edvaldo Pereira Lima, S„rgio Villas Boas, Cremilda Medina, Raul Osˆrio Vargas, dentre outros. A categoria de Histˆria Oral ser… a “tem…tica” que confronta os depoimentos com a documenta€•o existente a respeito do tema, da rede e da col•nia (MEIHY, 1996). Al„m das entrevistas, que s•o o ponto principal da pesquisa, n•o h… como n•o utilizar estudos que versem sobre as institui€Œes de Ensino Superior no Brasil, a legisla€•o que as regulamenta desde que um decreto-lei de 1938, assinado por Getƒlio Vargas, deu regras ao funcionamento dos cursos superiores no pa‚s. Considerando a importŠncia histˆrica dos mais de 50 anos do curso de Jornalismo em Uberaba, pretende-se esmiu€ar essa histˆria buscando as viv‡ncias de cada agente que passou pela Universidade desde anos t•o remotos at„ a atualidade tra€ando, portanto a histˆria de vida do curso. H… no sentimento social deste trabalho a justi€a que se deve † col•nia escolhida e † rede a ser entrevistada, pretendendo-se registrar momentos e memˆrias com a concatena€•o de histˆrias de vidas que obtiveram cap‚tulos importantes no decorrer do curso de Jornalismo em Uberaba.

12


13

11 CONSIDERAÇÕES FINAIS Produzir este trabalho acadêmico foi de fundamental importância para a conclusão da formação em Jornalismo. A união dos conceitos mencionados nesse documento podem demonstrar o perfil de um profissional mais amadurecido e preparado para na prática utilizar dos conceitos e técnicas angariados na Universidade. Ressaltamos como fato de extrema relevância a aptidão no modo de reportar em profundidade e buscar esgotar os vieses de uma história, mesmo que o trabalho apresentado ainda deixe espaço a outras interpretações e abordagens. Concluímos que a obtenção dos conhecimentos relacionados ao Jornalismo Literário e à História de Vida, podem formar profissionais completos e preparados para a lida mesmo que no Jornalismo diário e factual, cenário comum nas redações no interior que no Triângulo Mineiro são profundamente influenciadas pela linha instalada no mais tradicional curso de Jornalismo de Minas Gerais.

13


14

12 BIBLIOGRAFIA BARROSO, Josuá. O Jornalismo Literário no Curso de Comunicação Social da Uniube. In: SEMINÁRIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UNIUBE, 10, 2009, Uberaba. Anais... Uberaba: Uniube, 2009. DIAS, Osni Tadeu. Vitorino Prata Castelo Branco e o primeiro Curso Livre de Jornalismo do Brasil. In: ENCONTRO NACIONAL DA REDE ALFREDO DE CARVALHO,

2,

2004,

Florianópolis.

Anais...

2004.

Disponível

em:

<

http://www.almanaquedacomunicacao.com.br/artigos/1257. html>. Acesso em: 8 set. 2009. FIDALGO,

António. O ensino do jornalismo no e para o século XXI. In:

CONGRESSO INTERNACIONAL SOBRE JORNALISMO E INTERNET, 2001, Coimbra. Anais... 2001. Disponível em: < http://bocc.uff.br/pag/fidalgo-antonio-ensinojornalismo-internet.pdf>. Acesso em: 8 set. 2009. FONSECA, André Azevedo da. Jornalismo para a transformação: a pedagogia de Paulo Freire aplicada às Diretrizes Curriculares de Comunicação Social. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO, 28, 2005, Rio de Janeiro. Anais... São Paulo: Intercom, 2005. Disponível em: <http://www.intercom.org.br/ papers/nacionais/2005/resumos/R0561-1.pdf>. Acesso em: 8 set. 2009.

_________________. O uso do diário virtual (blog) como portfólio digital: uma proposta de avaliação. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO, 29, 2006, Brasília. Anais... São Paulo: Intercom, 2006. Disponível em:

<http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2006/resumos/R0736-1.pdf>.

Acesso em: 8 set. 2009.

__________________; VARGAS, Raul Hernando Osório. Fato, trama e narrativa: um diálogo entre o jornalismo e a historiografia. In: CONGRESSO BRASILEIRO DA COMUNICAÇÃO, 29, 2006, Brasília. VI Encontro dos Núcleos de Pesquisa da Intercom,

São

Paulo,

2006. 14

Disponível

em:

<


15

http://66.102.1.104/scholar?q=cache:jY3UFmjNeHsJ:scholar.google.com/+jornalismo+ uniube&hl=pt-BR>. Acesso em: 8 set. 2009. LIMA,

Edvaldo

Pereira. O JORNAL-LABORATŽRIO REVELA••O E

A

HUMANIZA••O DA NARRATIVA JORNAL‘STICA. Associa€•o Brasileira de Mantededoras do Ensino Superior, Bras‚lia, 1999. _________________. O que Š livro-reportagem. S•o Paulo: Brasiliense, 1998. LOPES, Mar‚lia CŠndido; FONSECA, Andr„ Azevedo da. Perfil de um maldito: uma reportagem sobre o jornalista banido da histˆria de Uberaba (MG). In: CONGRESSO DE COMUNICA••O DA REGI•O SUDESTE, 14, 2009, Rio de Janeiro. Anais... S•o Paulo,

Intercom,

2009.

Dispon‚vel

em:

<

http://200.136.53.130:13580/cdrom/2009/intercom/sudeste/cd/expocom/EX14-03242.pdf>. Acesso em: 8 set. 2009. MATOS, Rodrigo Ant•nio de; BELELA, Bruna Santa Cruz; JUNIOR, Luiz Ant•nio Costa; BORGES, Soraya Melo; FONSECA, Andr„ Azevedo da; CAMARGO, Celi. Aruanda – O ritual sagrado. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CI“NCIAS DA COMUNICA••O, 30, 2007, Santos. Anais... S•o Paulo, Intercom, 2007. Dispon‚vel em: <http://www.portcom.intercom.org.br/expocom/expocomnacional/index.php/JORNAC/article/viewFile/187/51>. Acesso em: 8 set. 2009. MEDINA, Cremilda de Araƒjo. Entrevista – O di„logo poss‡vel. S•o Paulo: ”tica, 2002. MARTINEZ, M., 2009. Jornalismo Liter…rio: um g‡nero em expans•o. Rbcc (32): 199215.

Dispon‚vel

<http://ojs.portcom.intercom.org.br/index.php/rbcc/article/viewArticle/5793>

em: Acesso

em: 18 dez. 2009. MEIHY, Jos„ Carlos Sebe Bom. Manual de Hist†ria Oral, S•o Paulo: Loyola, 1996.

15


16

NUZZI, Erasmo de Freitas. História da Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero, S•o Paulo: Agil Gr…fica Editora, 1997. OLIVEIRA, Sebasti•o Jos„ de. A criação e consolidação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Santo Tomás de Aquino em Uberaba, Minas Gerais: uma experiência singular na congregação dominicana no Brasil (1948-1961) –Disserta€•o de Mestrado em Educa€•o – UberlŠndia: UNIT, 2003.

PARRON, Michelle; FONSECA, Andr„ Azevedo da. Di…logos e conflitos entre fotografia

art‚stica

e

o

fotojornalismo.

In:

EXPOSI••O

DA

PESQUISA

EXPERIMENTAL EM COMUNICA••O, 16, 2009, Rio de Janeiro. Anais... S•o Paulo,

Intercom,

2009.

Dispon‚vel

em:

<http://66.102.1.104/scholar?q=cache:-

PKaWSWcQM4J:scholar.google.com/+jornalismo+uniube&hl=pt-BR>. Acesso em: 8 set. 2009. PENA, Felipe. O Jornalismo Liter…rio como g‡nero e conceito. CONGRESSO BRASILEIRO DE CI“NCIAS DA COMUNICA••O, 29, Bras‚lia, 2006. Anais... S•o Paulo:

Intercom/Portcom,

2006.

Dispon‚vel

em:

<http://www.felipepena.com/download/jorlit.pdf>. Acesso em: 18 dez. 2009.

SANTOS, Maria de Lourdes Leal. Faculdade de Filosofia, Ci‡ncias e Letras Santo Tom…s de Aquino: Um Marco Humanista na Histˆria da Educa€•o Brasileira (19601980). 2006. 246 f. Disserta€•o (Mestrado em Educa€•o) – Programa de Pˆs-gradua€•o em Educa€•o, Universidade Federal de UberlŠndia, UberlŠndia. 2006.

SANTOS, Graziela Tavares. Revela€•o: jornal-laboratˆrio do Curso de Comunica€•o Social da Uniube. In: EXPOSI••O DA PESQUISA EXPERIMENTAL EM COMUNICA••O DA REGI•O SUDESTE, 13, 2008, S•o Paulo. Anais... S•o Paulo, Intercom,

2008.

Dispon‚vel

<http://www.portcom.intercom.org.br/expocom/expocomsudeste/index.php/JOR2008/article/viewArticle/953>. Acesso em: 8 set. 2009.

16

em:

Paper tcc josuá barroso  

A pesquisa do aluno Josuá Barroso, tem como base de motivação o enlace que este caminho forma com o desenvolvimento da própria Comunicação S...

Read more
Read more
Similar to
Popular now
Just for you