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Casamento entre aviação e pecuária1 Um perfil de Mário de Almeida Franco Iara Rodrigues de OLIVEIRA2 Cíntia Cerqueira CUNHA3 Universidade de Uberaba, Uberaba, MG

RESUMO Casamento entre aviação e pecuária – um perfil de Mário de Almeida Franco é um livroreportagem-perfil que retrata Mário Franco como pecuarista e aviador. No trabalho, procuramos conduzir o leitor a fazer uma viagem pela época em que o pecuarista-aviador viveu em Uberaba e conhecer a relação existente entre a aviação e a pecuária para a cidade e na vida deste homem. O livro também traz as contribuições de Mário para Uberaba e a história do aeroporto local que leva o nome de “Aeroporto de Uberaba - Mário de Almeida Franco” como homenagem ao pecuarista-aviador por ter contribuído com a aviação da cidade.

PALAVRAS-CHAVE: livro-reportagem; perfil; Mário Franco; pecuária; aviação.

INTRODUÇÃO O livro-reportagem “Casamento entre aviação e pecuária – um perfil de Mário de Almeida Franco” pertence à linha de pesquisa Cultura e Memória desenvolvida pelo Curso de Comunicação Social com habilitação em Jornalismo da Universidade de Uberaba. Mário Franco viveu grande parte da vida dele na cidade de Uberaba, no Triângulo Mineiro. A região faz divisa com os Estados de São Paulo, Goiás e Mato Grosso. De acordo com Fonseca (2010), a cidade foi rota de bandeirantes. Após alguns anos, começou a ascensão na pecuária. “Foi a pecuária e não a agricultura que surgiu como primeira opção econômica da região e foi a responsável pela configuração dos traços que marcaram a sociedade e a cultura que então se formaram.” (FONSECA, 2010 apud REZENDE, 1983, p.26). A partir do ano de 1906, começaram as exposições de gado e a “bovinocultura passou a liderar em caráter quase

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Projeto Experimental de Conclusão de Curso na categoria Livro-Reportagem. Aluna do 8º período de Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo da Universidade de Uberaba – Uniube, Uberaba – MG, e-mail: iarinha.16@hotmail.com. 3 Orientadora do Trabalho. Professora do curso de Comunicação Social da Uniube, e-mail: cintia.cunha@uniube.br. 2

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absoluto a vida socioeconômica local” (FONSECA, 2010). Até os dias atuais, a pecuária se mantém forte economicamente. O ribeirão-pretano Mário de Almeida Franco migrou no ano de 1934 para Uberaba. De acordo com informações da Sala Virtual do Museu do Zebu, Mário Franco mudou-se jovem para Uberaba para dedicar-se aos estudos. Mais tarde, tornou-se um dos criadores de gado que faziam parte da nata da elite econômica da cidade. Em Uberaba, pegou gosto pela agropecuária e também descobriu uma paixão pela aviação. Foram estas duas vertentes que deram visibilidade social a este homem.

Certa vez, o fazendeiro Mário Franco mandou um avião particular a Araxá apenas para trazer uma “valiosa bezerra” que havia comprado de um “abastado criador” local. De acordo com a imprensa, o fato causara surpresa a todos os que se achavam no aeroporto, pois era a primeira vez que os uberabenses presenciavam o transporte de um animal daquele porte em um pequeno avião particular. Mas eis que, logo após o desembarque, o pecuarista faz questão de dar uma volta com a bezerra pela cidade em seu próprio carro de passeio – um “coupé Lincoln” – levando-a até a redação do Lavoura e Comércio. (FONSECA, 2010, p. 71)

O acontecimento rendeu uma matéria no jornal, com destaque para a realização de Mario Franco e devida parabenização pela iniciativa. Percebe-se que o motivo que justificava a existência de um aeroporto local naquela época era a economia pecuária.

Nas palavras do jornalista Assis Chateaubriand, que visitou Uberaba em 1940, os bois deveriam ser aclamados como os “introdutores diplomáticos do progresso aéreo” na região. Para ele, se o café proporcionara as ferrovias Mogiana e Paulista, fora o gado que trouxera as malhas aéreas sob a região compreendida no interior paulista, mineiro e mato-grossense. (FONSECA, 2010, p. 71)

Mário Franco foi um dos primeiros proprietários de aviões que a cidade teve. O aviador tinha uma pista de pouso em sua fazenda e permitia a utilização dela por alguns pilotos que precisavam cumprir horas de voo para a obtenção do “brevê”. Outra contribuição para a aviação local foi a doação de parte da área da Fazenda São Geraldo, de sua propriedade, para a ampliação do Aeroporto de Uberaba. O aeroporto, inicialmente, denominava-se Aeroporto Santos Dumont. Porém, em homenagem a este ator social, recebeu o nome de Aeroporto de Uberaba Mário de Almeida Franco, de acordo com a lei nº 11.519, de 14 de setembro de 2007.

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OBJETIVO

O presente trabalho tem como objetivo principal registrar o perfil do aviador e pecuarista Mário de Almeida Franco. As vertentes escolhidas, aviação e pecuária, representam duas áreas em que este homem fez história na cidade de Uberaba. Desta forma, o livro-reportagem tem o intuito de mostrar quem era esse homem e o que ele fez nessas áreas. Nesta linha, o estudo pretende também detalhar as principais contribuições deste personagem para cidade nas áreas de aviação e pecuária. Cabe contar, por exemplo, a participação de Mário Franco para o aeroporto local, que atualmente leva o nome dele como homenagem a tal contribuição.

JUSTIFICATIVA

O campo de memória e história na cidade de Uberaba tem muito a ser explorado. São inúmeras as pessoas que ajudaram a escrever a história da cidade. Uma dessas pessoas é Mário Franco. O presente trabalho deve contribuir para a preservação da memória local. Pela perspectiva histórica da cidade na pecuária e na aviação, são relevantes as contribuições de Mário de Almeida Franco. De acordo com informações da sala virtual “Mário de Almeida Franco”, na década de 50, Franco foi conselheiro pessoal do presidente Getúlio Vargas nas áreas de agricultura e pecuária. Ele atuou como uma espécie de embaixador do zebu e difundiu a raça, reduzindo barreiras para a expansão da pecuária. Além de participar ativamente na pecuária, não deixa de ser importante a exposição de suas contribuições para aviação local. Além de doar a área que hoje abriga o aeroporto, Franco possibilitou a formação de pilotos, ao ceder uma pista de pouso particular para que alunos de pilotagem completassem horas de voo. Mário Franco uniu duas grandes paixões (aviação e pecuária) e trouxe subsídios econômicos para Uberaba. Este homem completaria, em 2011, 101 anos.

MÉTODOS E TÉCNICAS UTILIZADOS

Em 1983, Eliane Mendonça Marques de Rezende escreveu a tese de mestrado em história “Uberaba: uma trajetória socioeconômica (1811-1910)”. Não foi possível acessar o material original, porém, a partir de citações do trabalho percebe-se que a autora fez um 3


levantamento da história socioeconômica de Uberaba nos primeiros anos de sua existência como cidade. A tese ajuda a compreender como se formou a pecuária na cidade e também a conhecer os pontos positivos e também negativos dessa prática. O livro “Uberaba: dois séculos de História”, de Guido Bilharinho, pincela com datas acontecimentos importantes da cidade. O livro ajuda a direcionar a pesquisa. A partir das datas, pode-se perfeitamente pesquisar no Arquivo Público jornais históricos como Lavoura e Comércio. Em 2009, o livro fotográfico “Uberaba, 100 anos de olhares e memórias: primeiro século 1856-1956”, de Francisco Marcos Reis, trouxe a história de Uberaba em fotos. Entre passagens de décadas, a obra traz um texto com os principais acontecimentos. O livro nos remete ao passado devido às imagens antigas ainda em preto e branco. Já no ano de 2010, a tese de doutorado do professor André Azevedo da Fonseca “A consagração do mito Mário Palmério no Cenário Político do Triângulo Mineiro (1940-1950)” traz uma reflexão aprofundada sobre como Mário Palmério entrou no imaginário popular e mostra também traços históricos da cidade. O trabalho é de grande auxílio para o livroreportagem porque serve de fonte para pesquisa histórica e também cita Mário Franco. A tese conta, por exemplo, um episódio em que o pecuarista trouxe de avião um boi vindo da cidade de Araxá e desfilou com ele pela cidade, chegando até a levá-lo ao jornal Lavoura e Comércio. De trabalhos relativos à temática que será abordada, este é o mais completo. Apresentadas algumas obras sobre a temática pesquisada, é necessário esclarecer o que caracteriza um perfil e também um livro-reportagem. A seguir, temos definições de alguns teóricos. Para Vilas Boas (2003), o perfil pode focar apenas alguns momentos da vida do personagem. O autor traz definições de diversos autores sobre perfil e vale retomá-las aqui para melhor compreensão do que vem a ser este tipo de composição biográfica.

Steve Weinberg os chama de biografia de curta duração (short-term biography); Oswaldo Coimbra, de “reportagem narrativo-descritiva de pessoa”; Muniz Sodré & Maria Helena Ferrari acham que deve ser chamado de perfil o texto que enfoca o protagonista de uma história (a de sua própria vida), e de miniperfil o texto descrito de uma personagem secundária inserido no momento em que ocorre uma interrupção ou corte da narrativa principal. (VILAS BOAS, 2003, p. 16)

Segundo Muniz Sodré e Maria Helena Ferrari (1986), o protagonista de um perfil pode ser definido como indivíduo, tipo ou caricatura. No caso de Mário Franco, ele é um 4


protagonista tipo, pois o que lhe deu visibilidade foi a pecuária e a aviação, justamente o que foi abordado no livro-reportagem-perfil. Com personagens tipo “o normal será enfatizar, no perfil, justamente aquilo que lhe deu fama – habilidade, talento, dinheiro, beleza ou qualquer atributo típico de suas classes ou profissões” (SODRÉ & FERRARI, 1986, p.134). O Brasil já teve a oportunidade de entrar em contato com perfis na mídia através da revista Realidade em sua época áurea (1966 – 1968). Algumas das características dos textos da revista eram “... ênfase em detalhes reveladores, não em estatísticas ou dados enciclopédicos; descrição do cotidiano; frases sensitivas; valorização dos detalhes físicos e das atitudes da pessoa...” (VILAS BOAS, 2003, p. 24). Nos dias atuais, o texto de um perfil, que é enriquecido com recursos literários, perdeu espaço no jornalismo tradicional. Para Vilas Boas (2003), alguns dos motivos disso ter acontecido foram a redução de orçamento, a falta de tempo para investigação e também de espaço para publicação. Desta forma, é mais viável escrever o perfil para um livro-reportagem. Lima (2004) explica que o livro-reportagem distingue-se de outros tipos de livros em relação ao conteúdo e ao tratamento dado à linguagem. Este tipo de livro tem como objeto algo real; a linguagem é tratada com recursos literários; e não tem periodicidade. Para produzir o livro-reportagem em questão houve a necessidade de desenvolver uma pesquisa qualitativa de cunho histórico. Foi feita análise documental nos jornais históricos Lavoura & Comércio e Gazeta de Uberaba. A revista Graça e Beleza também foi analisada, além de matérias da revista Veja sobre a personagem central da obra. Quanto à análise documental, na área da comunicação, Duarte (2005) afirma que é utilizada como uma forma de resgatar a história de meios de comunicações, personagens e também períodos. “As fontes mais comuns são os acervos de impressos (jornais, revistas, catálogos, almanaques). Mas também serve como expediente a consulta a documentos oficiais, técnicos ou pessoais.” (DUARTE, 2005, p. 270). O autor ensina que se deve localizar, identificar e também organizar o material para posteriormente poder contextualizar momentos e situações empregadas no trabalho. A partir daí, consegue-se “introduzir novas perspectivas em outros ambientes, sem deixar de respeitar a substância original dos documentos” (DUARTE, 2005, p. 276). Além da pesquisa documental, foram realizadas entrevistas em profundidade com familiares de Mário Franco e também com pessoas que conviveram com este homem. Em relação a este tipo de entrevista, Duarte (2005) fala que é um recurso que busca, a partir de teorias, recolher respostas de acordo com experiências subjetivas da fonte. Com esse tipo de 5


entrevista conseguem-se boas respostas. O autor ensina como proceder na entrevista para que se tenha sucesso. Cita, por exemplo, para não ter pressa, deixar o entrevistado à vontade e fazer uma pergunta de cada vez. A metodologia empregada para escrever o perfil é mencionada pelo autor Sergio Vilas Boas. No livro Perfis e como escrevê-los, o autor dá algumas dicas em relação ao processo de criação do perfil, como por exemplo:

A narrativa de um perfil não pode prescindir de todos os conceitos e técnicas de reportagem conhecidos, além de recursos literários e outros. Mas ela também está atada ao sentimento de quem participa. A frieza e o distanciamento são altamente nocivos. Envolver-se significa sentir. (VILAS BOAS, 2003, p.14)

DESCRIÇÃO DO PRODUTO

O livro-reportagem perfil destina-se a pessoas interessadas por pecuária ou aviação, sobretudo em Uberaba. A obra também é dirigida para quem tem curiosidade de conhecer uma parte da história de vida de Mário Franco, ou seja, saber quem foi esse homem. A obra foi dividida em quatro capítulos. O primeiro, “As asas e o cupim”, traz uma história que liga a pecuária e a aviação na vida de Mário Franco e também mostra a relação existente entre as duas. O segundo, “O pecuarista”, conta a história dele na pecuária, aborda os primeiros contatos com o gado e também a participação no agronegócio. O capítulo ainda aborda a relação entre o pecuarista e o presidente Getúlio Vargas. O terceiro, “O aviador”, traz a vida de Franco na aviação. Fala da paixão por aviões, da retirada do brevê (habilitação para pilotar) e também sobre a contribuição dele para o aeroporto local. Esta parte do livro traz também a história do aeroporto de Uberaba. O último capítulo, “Nome permanente na história de Uberaba”, fala das homenagens que até os dias atuais são feitas a esse homem. Este capítulo traz uma homenagem que ele recebeu em vida, quando foi condecorado pela Ordem Francisco de Miranda. E conta as homenagens póstumas: Comenda “Mário de Almeida Franco”, inauguração de um busto de bronze no aeroporto local e também a atribuição do nome do pecuarista à primeira sala do museu virtual da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ).

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CONSIDERAÇÕES FINAIS

Depois de fazer pesquisa em documentos históricos, entrevistas com familiares, conhecidos de Mário Franco, e pessoas ligadas à pecuária e à aviação, foi possível juntar uma peça aqui, outra ali e montar a história do pecuarista e aviador. Trata-se de um perfil de um homem que construiu, em vida, um nome de peso quando se trata de pecuária ou aviação. O resultado deste trabalho, o livro-reportagem perfil, é um resgate de parte desta história. Desta forma, reviver e registrar essa trajetória de vida possibilita que no futuro as pessoas possam conhecê-la de alguma forma.

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Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Franca, 2010. Disponível <http://www.franca.unesp.br/poshistoria/andre_azevedo.pdf>. Acesso em: 16 jun. 2011.

em:

INAUGURA-SE o Aeródromo “Santos Dumond”. Gazeta de Uberaba, Uberaba, 16 jun. 1935. LEY sobre la condecoración “Orden Francisco de Miranda. Gaceta Oficial de los Estados Unidos de Venezuela, Caracas, 14 jul. 1943. Disponível em:<http://venciclopedia.com/index.php?title=Gaceta_Oficial_de_la_Ley_sobre_la_Orden_F rancisco_de_Miranda>. Acesso em: 06 nov. 2011 LIMA, Edvaldo Pereira. Páginas ampliadas: o livro-reportagem como extensão do Jornalismo e da Literatura. São Paulo: Manole, 2004. MÁRIO de Almeida Franco tirou o “brevet” de aviação. Lavoura e Comércio, Uberaba, p. 3, 15 out. 1942. O AVIÃO “Uberaba” transportou de Araxá a esta cidade uma bezerra. Lavoura e Comércio, Uberaba, p. 4, 27 abr. 1940. O CENTENÁRIO do embaixador do Zebu. Sala Virtual Mário de Almeida Franco. Uberaba: Museu do Zebu, [2010]. Disponível em: <www.abczstat.com.br/SalaVirtual>. Acesso em: 16 de jun. 2011. PARTIDO Trabalhista Brasileiro. Lavoura e Comércio, Uberaba, p. 1, 31 out. 1947. REIS, Francisco Marcos; FONSECA, Rodrigo. Uberaba 100 anos de olhares e memórias: Primeiro Século 1856 – 1956. Uberaba: NF Editora, 2009. REZENDE, Eliane Mendonça Marquez de. Uberaba: uma trajetória socioeconômica (18111910). 1983. 99f. Dissertação (Mestrado em História) – Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 1983. SODRÉ, Muniz ; FERRARI, Maria H. Técnica de reportagem: notas sobre a narrativa jornalística. São Paulo: Summus, 1986. UBERABA necessita de maiores facilidades nos seus meios de transporte. Lavoura e Comércio, Uberaba, p. 1, 4 dez. 1944. VILAS BOAS, Sérgio. Perfis e como escrevê-los. São Paulo: Summus, 2003. VITÓRIA total do Partido Trabalhista Brasileiro nas eleições municipais de Uberaba. Lavoura e Comércio, Uberaba, p. 1, 29 nov. 1947.

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