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UNIVERSIDADE DE UBERABA GRASIANO SOUZA

NA ROร‡A Um olhar fotogrรกfico sobre a zona rural de Uberaba

UBERABA-MG 2012


UNIVERSIDADE DE UBERABA GRASIANO CARLOS DE SOUZA

NA ROÇA Um olhar fotográfico sobre a zona rural de Uberaba Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Universidade de Uberaba como parte das exigências à conclusão do 8° período do Curso de Comunicação Social, sob orientação do Professor Marcelo Borges

UBERABA-MG 2012


NA ROÇA- Um olhar fotográfico sobre a zone rural de Uberaba Grasiano Carlos de Souza 1 Marcelo de Carvalho Borges 2 Universidade de Uberaba, Uberaba, MG RESUMO Através da narrativa fotográfica este ensaio fotográfico tem como foco o registro fotográfico das comunidades rurais de Santa Rosa e a comunidade da Baixa em Uberaba como trabalho de conclusão de curso em Comunicação Social, habilitação em Jornalismo. Com o potencial da fotografia este projeto é a união da paixão em retratar e a admiração pela vida no campo. Nos tempos atuais, as famílias que vivem em agrovilas sofrem influências tecnológicas, econômicas, políticas e artísticas. O que pensar então sobre a cultura deles? Teriam eles seus próprios códigos? Até que ponto suas tradições se mantiveram, a despeito das influências urbanas que receberam? Rodeados de influências exteriores, é de grande valia observar o momento atual destes grupos e suas relações com o moderno e o remoto. Utilizando o aparato tecnológico de um retratista, espero contribuir com um novo olhar sobre estas localidades, para que possamos compreender um pouco melhor algumas das raízes culturais de nossa cidade. PALAVRAS-CHAVE Fotografia; fotojornalismo; ensaio fotográfico; comunidade, rural. INTRODUÇÃO A fotografia possui uma gama inesgotável de narrativas. Através do contato visual e das imagens captadas, este trabalho tem como desejo, mostrar a cultura mineira e, mais especificamente, Uberabense, trabalhando a fotografia como registro social. As pessoas que vivem no campo possuem fortes laços e mantém tradições e valores culturais. 1 2

Aluno Grasiano Carlos de Souza. Orientador do trabalho. Professor do Curso de Comunicação Social (Jornalismo) Marcelo de Carvalho Borges

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Reafirmar hoje esta identidade significa estimar as famílias que ainda vivem nesta situação cultural. a produção do ensaio fotográfico discorrerá sobre as comunidades de Santa Rosa e Baixa, focando naquilo que, dentre tantas características possíveis, é a atividade que diferencia decisivamente os grupos rurais dos urbanos: seu trabalho.

A região de Uberaba figura como uma das mais conhecidas do Triângulo Mineiro e ainda preserva muito de seu estilo de vida, arquitetura e até um modo único de falar que é tradicional. Mesmo com o passar dos anos e com o progresso no município durante as últimas décadas, algumas comunidades rurais conservam muitos de seus hábitos originais.

Ao destacarmos suas identidades, podemos ajudar a fortalecer os laços entre cidade e campo. Outro fator determinante para a escolha deste objeto de pesquisa foi a necessidade de captação de imagens destas localidades para o Arquivo Público de Uberaba – APU. Durante visitas acadêmicas anteriores, percebi na instituição uma enorme carência de registros fotográficos da zona rural de Uberaba. No acervo local são encontradas poucas imagens dessa ordem que, em sua maioria, advêm de doações feitas por famílias e particulares. Seria altamente significativo para mim, como fotógrafo, poder contribuir com um novo olhar sobre este seio tão rico e culturalmente importante para a construção de nossa identidade, como são nossas comunidades rurais. OBJETIVOS Geral: Explorar a capacidade narrativa fotográfica produzindo um ensaio reflexivo sobre tradições de mão de obra mantida pelas comunidades rurais de Santa Rosa e Baixa. Específicos: Com uma fotografia extremamente humanista, com temas cotidianos e uma emoção proposta em cada imagem, estabeleceremos uma relação entre cidade e campo, articulando por meio jornalístico o mundo das famílias que vivem nestas localidades. Captar imagens como registro documental para o Arquivo Público de Uberaba utilizando técnicas jornalísticas.

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JUSTIFICATIVA O ensaio fotográfico tem como foco o discurso visual que narra através de uma sequencia lógica de imagens o que se propõe sobre determinado assunto a ser apresentado. Intimamente ligado ao jornalismo, este modelo de produção fotográfica utiliza as possibilidades narrativas que as imagens nos proporcionam para transmitir a informação e construir uma história que chegaria ao receptor de maneira objetiva, mas também emocional e, portanto, mais completa. Assim, com a proposta de ensaio fotográfico deste projeto, esperamos levar a pessoa urbana para uma viagem, que lhe possibilitará observar a cultura vivida no campo. Além disso, o ensaio fotográfico permite fortalecer os laços entre culturas, despertando a percepção, ao utilizar a imagem como meio de comunicação entre dois grupos distintos, porém, confinantes. Acredito que as reflexões sobre as imagens transcendem o espaço físico-temporal e provocam novas conexões em seus observadores. O fotógrafo e Doutor em Ciências Boris Kossoy, aborda a imagem como ferramenta de construção da informação e conhecimento, em seu livro Fotografia e História, é ressaltada a importância dos arquivamentos de imagens, que para ele constituem-se como “[...] iconotecas destinadas a preservar e difundir a memória histórica”. 3 Esta técnica serve de apoio a estudos nos diferentes campos da pesquisa. Entretanto, mais do que simples técnica, a fotografia configura-se como um importante meio de representação da realidade, por seu valor de registro social, documental e artístico. Para entendermos melhor o processo do ensaio no jornalismo, é necessário ter a dimensão da importância e das limitações que surgem na captação de imagens sem modificações externas do observador. In loco, as fotografias contem um discurso privilegiado. O testemunho fotográfico assume seu aspecto de atestação da realidade. Com ele recolhemos um pouco de seus conteúdos mais diversificados. Segundo o escritor e sociólogo francês Roland Barthes, “[...] a fotografia autentica a existência do ser, querendo lhe encontrar por inteiro, ou seja, em essência, tal como em si mesmo, para ir além de uma semelhança, civil ou hereditária, a fotografia.”

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Sendo

assim podemos captar a essência do trabalho de pessoas que ainda vivem nos bairros 3 4

KOSSOY, Boris. Fotografia e História. São Paulo: Ateliê Editorial, 2003, p. 42. BARTHES, Roland. A câmara clara. Rio de Janeiro: Nova Fronteira SA, 1984, p. 13.

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rurais. As comunidades de Santa Rosa e Baixa configuram dentre os bairros rurais mais antigos de Uberaba. Este fator foi determinante na hora da escolha de quais localidades iríamos trabalhar. Santa Rosa ao norte e Baixa ao sul. Em cada uma das localidades de captação existem diferentes ângulos. Cada um dos inumeráveis registros feitos pela máquina só ocorre uma vez. Ela conserva mecanicamente o que nunca mais poderá repetir-se existencialmente. A fotografia tem o poder de deslocar a imagem, retirando-a de seu contexto original em forma de ensaio e evocar uma experiência real em forma de ensaio. Nesta proposta de ensaio, o processo mecânico de produção da imagem confere à fotografia, o caráter de testemunho de outras existências humanas e culturais. Tal como o provérbio ou a máxima: “a fotografia, em sua forma sucinta e direta, facilita a memorização e, dessa maneira, é capaz de transformar imagens em emblemas reais, aproximando pessoas e grupos distintos”. Dubois fala sobre uma força viva irresistível na fotografia e através dela identificamos que a foto é a presença íntima de algo de uma pessoa. “Com a fotografia, não nos é mais possível pensar a imagem fora do ato que a faz ser” 5. Ou seja, a produção fotográfica permite transmitir diversos e múltiplos sentidos. Através dela, o autor pode construir e desconstruir signos, elaborando-os com sua subjetividade e ressaltar o foco de seus interesses quando presencia os fatos, tornando-os perenes e fixos. É, graças a estas possibilidades inerentes à fotografia, que escolhi a técnica do ensaio fotográfico para destacar os elementos culturais presentes nas comunidades rurais de Uberaba. Uberaba surgiu de divisas territoriais. Nelas, as pequenas comunidades ganharam forças e hoje, nossa cidade se faz presente, mostrando que os vilarejos crescem e, juntamente com eles, surge o desenvolvimento social. O último trabalho de pesquisa realizado sobre as referentes zonas rurais no APU (Arquivo Público de Uberaba), data da década de 90, mais especificamente, do ano de 1998. O trabalho da pesquisadora e historiadora Lélia Sabino denominado Agrovilas de Uberaba, Aspectos históricos é um estudo que referese aos bairros de zonas rurais no entorno de Uberaba. São eles: Povoado da Palestina, Barreiro do Eli, Capelinha do Barreiro, Itiquapira, Distrito da Baixa, São Basílio, Santa 5

DUBOIS, Philippe. O ato fotográfico e outros ensaios. São Paulo: Cornacchia Editorial, 2008, p. 15

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Fé, Santa Rosa, Peirópoles e Distrito de Ponte Alta. Delta também era parte destas comunidades, mas, como se categorizava como Zona Distrital, a mesma emancipou-se, exigindo na lei o direito de ser considerado município, deixando de configurar como bairro ou zona rural de Uberaba. Para entendermos melhor o que são comunidades e o uso da terminologia “bairro” na designação de áreas povoadas, ainda que dispersas como nos casos das zonas rurais, o IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística criou o Manual de Delimitação e Setores e Zona de Trabalho de 1990 6. Nele, a definição “bairros” consta como “divisões intra-urbanas”. Para zona rural a classificação segue outra terminologia. O manual de instruções da base operacional do Censo 2000 distingue três tipos de povoamento rurais e nos ajuda a entender um pouco mais sobre a nomeação de cada modelo. São eles: Aglomerado Rural - É um agrupamento de população considerada a partir de um conjunto de edificações adjacentes e com características de permanência situadas em área legalmente definida como rural que forma uma área continuamente construída, com arruamentos reconhecíveis ou disposta ao longo de uma via de comunicação; Aglomerado Rural de Extensão Urbana - Localidade que tem as características definidoras de aglomerado rural e esta localizada a menos de 1 km de distância da área efetivamente urbanizada de uma cidade ou vila ou de um aglomerado rural já definido com

extensão

urbana,

possuindo

continuidade

em

relação

aos

mesmos;

Aglomerado Rural Isolado - Localidade que tem como característica definidora de aglomerado rural isolado e possui pelo menos um estabelecimento comercial de bens de consumo e 2 dos seguintes serviços: 1 estabelecimento de ensino (1ºgrau), 1 posto de saúde. Em Uberaba a instituição dos bairros na zona rural pela lei 6.199 de 23 de janeiro de 1997, foi regulamentada pelo decreto nº 980 de 7 de janeiro de 1998, sendo resultado do projeto do professor Minervino Cezarino, vereador da legislatura 1993/1996. A ideia era a melhoria das condições de vida do homem rural através da formação das agrovilas. Ou seja, seriam bairros com toda infraestrutura, para oferecer condições de saúde, educação e principalmente profissionalização e lazer. A lei de Minervino Cezarino autoriza o 6

IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

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poder executivo a transformar todos os povoados, vilas, arraiais e distritos em bairros da cidade. Em 2004, o IBGE iniciou uma pareceria com o Ministério da Cultura. Juntos eles desenvolvem uma base sólida e sucessiva de informações relacionadas ao setor rural. Isso ajuda a construir indicadores culturais de modo a fomentar estudos, pesquisas e publicações, fornecendo aos órgãos governamentais e privados subsídios de informações para estudos setoriais mais aprofundados.

Dados mostram um avanço populacional de 81,25% para 84,35% entre as pessoas que vivem nos grandes centros. Já em 2010, apenas 15,65% da população (29.852.986 pessoas) viviam em situação rural, contra 84,35% em situação urbana (160.879.708 pessoas). Entre os municípios, 67 tinham 100% de sua população vivendo em situação urbana e 775 com mais de 90% nessa situação. Por outro lado, apenas nove tinham mais de 90% de sua população vivendo em situação rural.

Em 2000, o total da população brasileira era 81,25% (137.953.959 pessoas) vivem em situação urbana e 18,75% (31.845.211 pessoas) em situação rural. Entre os municípios, 56 deles tinham 100% de sua população vivendo em situação urbana e 523 com mais de 90% nessa situação. Por outro lado, 38 tinham mais de 90% vivendo em situação rural. O único município do país a ter 100% de sua população em situação rural é a cidade de Nova Ramada (RS).

No decorrer dos séculos, o crescimento econômico e o demográfico mudou em todo o país. Até o século XIX, os homens eram essencialmente agricultores. Mas a partir deste século XX ocorreram transformações demográficas cujos múltiplos efeitos passaram a ter importância cada vez maior em consequência das mudanças econômicas, sociais, políticas e culturais que se produziram desde a revolução industrial. Os dados de pesquisas feitas pelo IBGE mostram que o homem do campo vem perdendo espaço para a indústria, e que, consequentemente vem migrando para os grandes. Depois da década de 50 as pessoas que vivem nos grandes centros quase triplicaram. Mas, mesmo com esta tendência à urbanização, uma boa proporção de nossa população ainda vive no campo e, apesar da introdução de inúmeras facilidades e novos hábitos culturais trazidos pelas transformações socioeconômicas brasileiras, ainda 8


se trabalha na terra, ainda se colhe, se planta e se conservam inúmeras atividades econômicas eminentemente rurais, muito semelhantes, em essência, ao que eram quando da fixação de nossas populações no entorno de Uberaba.

Valorizar e ressaltar nossas origens dentro deste grupo é de grande importância para este trabalho que busca identificar e apontar as qualidades que se mantêm fortes na cultura caipira. “O importante não está nesta corrida sempre vã às origens históricas, mas na consciência do jogo teórico que revela o próprio fundamento” 7.

No Arquivo Público de Uberaba o trabalho sobre os bairros rurais e agrovilas locais escrito por Lélia Bruno Sabino mostra aspectos históricos nos processos de ocupação destas terras. Convém destacar que nas pesquisas podemos notar a falta de registros fotográficos atuais. Poucas imagens são encontradas como arquivo. Todas elas são fotos impressas de particulares que foram cedidas ou doadas. Os três principais aldeamentos foram Estiva, Piçarrão e Boa Vista. Os demais surgiram depois da dispersão dessas aldeias. No processo de divisão destas terras originou-se a Baixa entre 1775 e 1800. Santa Rosa é uma comunidade que também surgiu da decadência no Arraial do Desemboque. Seu desenvolvimento iniciou-se no Século XVIII e ainda gera discussões e curiosidades nos pesquisadores. Nossos arraiais permanecem. E é neles que buscaremos conhecer um pouco de nossas histórias registrando o que existe na cultura deste povo e reafirmando nosso respeito para com eles. A abordagem que escolhi para este ensaio, a partir do tema Coisas da Roça, é a construção memorial através da fotografia, que focará no cotidiano de trabalho de vários integrantes destas comunidades.

MÉTODOS E TÉCNICAS UTILIZADOS. O ensaio a ser apresentado será desenvolvido em etapas. A primeira é o estudo sobre as comunidades locais através de pesquisas em documentos e fotografias existentes. 7

DUBOIS, Philippe. O ato fotográfico e outros ensaios. São Paulo: Cornacchia Editorial, 2008, p. 18

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A segunda, foi a delimitação das comunidades fotografadas, uma vez que, devido aos prazos de tempo e de escala determinados para a pesquisa de conclusão de curso, foi inviável estender o registro de imagens deste projeto a todas as comunidades rurais do município de Uberaba. Sendo assim, escolhemos as comunidades de Santa Rosa e Baixa de acordo com o critério de proximidade e extensão a serem percorridas. Ambas possuem quilômetros de extensão espalhados por estradas não pavimentadas. A terceira etapa compreendeu em visitas preliminares às comunidades que foram registradas, com a intenção de esboçar um panorama visual do que lá existe permitindo a elaboração de uma linha de registro fotográfico mais consciente e adequada aos interesses deste projeto de ensaio. A quarta etapa é o registro de imagens propriamente dito. Câmera na mão e ação. Captamos momentos naturais destas pessoas que vivem no campo. Assim a realidade aqui esboçada permite uma análise mais profunda de cada imagem. Do ponto de vista fotográfico, utilizar o equipamento e as técnicas apropriadas são premissas básicas. O enquadramento e o foco escolhido determinam os métodos presentes na hora da captura, realçando ou suavizando certas características. Desta maneira, como fotógrafo pude de construir um olhar pessoal e intransferível. Para não interferir na naturalidade e espontaneidade dos fotografados em locais públicos, foi conveniente utilizar lentes teleobjetivas, uma vez que os indivíduos das comunidades rurais (mas não apenas estes) são muito suscetíveis à presença de uma câmera. Neste ensaio trabalhei o retrato informal, sem poses definidas, em que os personagens podem se mostrar como realmente são, agindo naturalmente. Assim tive a oportunidade de escolher os melhores momentos a serem registrados pelo obturador e me aprofundar na identidade dos indivíduos das comunidades rurais escolhidas. Após os registros, a quinta etapa consistiu, basicamente, na seleção das imagens registradas que melhor refletem a realidade do que buscamos nas comunidades, estabelecendo narrativas visuais consistentes e pertinentes com o foco desse projeto. A última etapa compreendeu a confecção da exposição fotográfica. Dentre todas as imagens captadas, escolhemos 20 imagens em tamanho de 40x50. Impressas e 10


apresentadas ao público como forma de registro das comunidades. DESCRIÇÃO DO PRODUTO O ensaio a ser produzido buscará conhecer peculiaridades que existem no dia a dia das comunidades rurais. Tratando a fotografia como concessão do real, o trabalho amplia a visão para um mundo próximo, porém pouco conhecido. O trabalho aqui disposto remete-se a captação de imagens como registro sócio-cultural. Ao final da retratação as imagens serão gravadas em mídia de CD, em alta resolução e entregues às autoridades responsáveis pelo APU. Com a captação finalizada, 20(vinte) fotografias foram impressas. Logo após, convidamos toda a população para visitar a exposição, através de releases enviados aos veículos de comunicação da cidade. As figuras impressas permanecerão por duas semanas na Universidade de Uberaba, na Biblioteca campus Aeroporto e, consequentemente, seguirão para a Biblioteca Municipal de Uberaba, também por duas semanas. Durante um mês as fotografias ficarão expostas à apreciação de visitantes e de todos os cidadãos que desejam conhecer o trabalho. Após isso as imagens impressas também serão enviadas ao APU, onde farão parte da nova sede instalada na Praça da Mogiana, que deve ser inaugurada nos próximos meses.

REFERENCIAS

BARTHES, Roland. A câmara clara. Rio de Janeiro: Nova Fronteira SA, 1984. DEBORD, Guy. A sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro, Contraponto, 1997. DUBOIS, Philippe. O ato fotográfico e outros ensaios. São Paulo: Cornacchia Editorial, 2008. ENTLER. Ronaldo. Ser ou não ser fotografia? O percurso das teorias ontológicas 11


KOSSOY, Boris. Fotografia e História. São Paulo: Ateliê Editorial, 2003. SABINO, Lélia Bruno. Agrovilas de Uberaba. Aspectos históricos. Uberaba: Arquivo Público de Uberaba, 2007. MOURA, Hudson. A construção memorial do olhar fotográfico. Intermidias.com. Edição10, 2011. http://www.intermidias.com/anterior/categorias/arte_hudson_olhar.htm HANTZSCHEL, Ricardo. Ilusão e credibilidade na imagem fotográfica. 1999/2000. Dissertação (Mestrado)- Centro de Comunicações e Artes do SENAC.São Paulo, 1999/2000. Disponivel em: <http://www.fotopositivo.com.br/tese/tese.html>. Acesso em: 10 abr. 2012. http://www.ifch.unicamp.br/proa/artigos/artigosuzane.htm INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. (Brasil). Sistemas de informações e indicadores culturais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Rio de Janeiro, 2005. Disponível em: <http://www.ibge.gov.br/home/disseminacao/eventos/missao/principais_enderecos.shtm >. Acessso em: 15 abr. 2012.

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Grasiano 27 jun 2012 final [revisado]  

O trabalho de Grasiano Carlos de Souza, através da narrativa fotográfica este ensaio fotográfico tem como foco o registro fotográfico das co...

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