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Clipping do Varejo


Super & Hiper GPA lançará nova bandeira de minimercado A primeira loja de um minimercado com sortimento premium, atendimento especializado e foco no segmento gourmet deve ser inaugurada neste ano na cidade de São Paulo, conforme revelou Ronaldo Iabrudi, presidente do GPA, em entrevista exclusiva à Supermercado Moderno. Diferentemente do Minimercado Extra, cujas vendas brutas cresceram 87,7% em 2013, a nova marca – ainda sem nome definido –, contará

com mercadinhos de estilo mais parecido com as lojas da bandeira Pão de Açúcar, o que reforçará o amplo portfólio de formatos do GPA. “Notamos em São Paulo um perfil de consumo cada vez mais parecido com o de grandes cidades do exterior, como Paris, Londres e Nova Iorque”, afirma Iabrudi, justificando a escolha da capital paulista para iniciar a operação da nova bandeira. (SM- 20/03/2014)

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Super & Hiper Supermercadista Britânica TESCO anuncia entrada na Índia A rede britânica de supermercados Tesco anunciou uma joint venture na Índia com uma companhia do grupo Tata a fim de investir em uma rede de lojas do setor. É o primeiro ingresso de uma multinacional no segmento supermercadista da Índia desde que o país permitiu tal investimento em 2012. Em comunicado, a Tesco prevê investimentos de 85 milhões de libras (US$ 140 milhões) por uma fatia de 50% na Trent Hypermarket, que opera a rede Star Bazaar. Disse que a rede pode operar 12 estabelecimentos no sul e oeste da Índia, comercializando alimentos, produtos pessoaos, eletrodomésticos, roupas

e acessórios. Muitas outras varejistas internacional ficaram fora do mercado varejista de US$ 400 bilhões da Índia, apesar do enorme peotencial de crescimento ante uma população de 1,2 bilhão de pessoas que realiza suas compras, em sua maioria, em pequenas lojas familiares. Grande parte das empresas citou as regras locais, que, segundo avaliam tornam os negócios na Índia muito difíceis. Em um movimento político, no ano passado, a Índia deu sinal verde para companhias internacionais abrirem lojas de varejo multimarcas. (Valor– 21/03/2014)

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Super & Hiper Supermercado retira leites da àrea de venda por suspeita de contaminação O Walmart Brasil confirmou nesta quarta-feira, 19, que retirou da área de venda de suas lojas nos Estados do Paraná e São Paulo os leites das marcas Parmalat e Líder. A empresa afirmou que a medida é preventiva e segue sua política de segurança alimentar. A decisão tem conexões com a fraude do leite revelada na sexta-feira passada pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul. A investigação feita pelas promotorias especializadasCriminal e de Defesa doConsumidor descobriu que, no trajeto das propriedades rurais à unidade da LBR Lácteos em Tapejara, alguns carregamentos de leite sofriam adição de água, para aumentar o volume, e de ureia – produto que contém formol, substância cancerígena -, para compensar a perda nutricional e driblar algumas análises. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão de materiais e documentos em duas residências, duas cooperativas e quatro empresas. O dono de um posto de resfriamento foi preso. O Ministério Público também revelou que o Ministério da Agricultura (Mapa) já havia rastreado

299 mil litros enviados para processamento na unidade da LBR em Lobato (PR) e Guaratinguetá (SP). Na etapa seguinte, a empresa distribuiu 199 mil litros de leite UHT com a marca Líder, no Paraná, e 100 mil litros com a marca Parmalat, em São Paulo. O Mapa revelou ter determinado o recall dos produtos. Em nota distribuída ainda na sexta-feira, a LBR assegurou que submeteu o leite a análises internas e externas, que atestaram a qualidade do produto. Mesmo assim, revelou que recolheu o leite que ainda estava no mercado e, com isso, afirmou que “cumpriu com todos os procedimentos exigidos pela legislação e observou as cautelas aplicáveis ao caso”. Como recall envolveria a notificação aos consumidores para que devolvessem pacotes que tivessem em casa, o Mapa ressalva que não pode afirmar que todo o leite (dos lotes em questão) tenha sido recolhido. (Exame - 18/01/2014)

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Mercado Imposto sobre bebidas deve subir em abril A Receita Federal se prepara para aumentar os impostos sobre bebidas frias, como refrigerantes e cerveja, a partir de 1º de abril. A medida, que deveria ter sido adotada em outubro, foi adiada pelo ministro da Fazenda Guido Mantega, por reivindicação de representantes do setor. Na época, os empresários alegaram que o aumento da carga tributária representaria prejuízos para as companhias e para a geração de empregos. Agora, dado o quadro de restrição fiscal, será mais difícil novo adiamento, dizem fontes da

área econômica. Em fevereiro, dados ainda preliminares indicam que a receita de impostos e contribuições ficou aquém das expectativas oficiais, comprometendo o resultado esperado para superávit primário do mês. Segundo técnicos da Receita Federal, a elevação dos tributos do setor de bebidas frias será feita com a revisão da tabela de preços que serve como base de cálculo para o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e para o PIS/ Cofins. (SM– 19/03/2014)

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Mercado Bradespar tem prejuízo de R$ 900,4 MI no quarto trimestre A Bradespar, holding controlada pelo Bradesco que possui participações na Vale e na CPFL Energia, registrou prejuízo líquido de R$ 900,4 milhões no quarto trimestre de 2013. A cifra representa um avanço de 164,6% na comparação com a perda líquida de R$ 340,3 milhões no mesmo intervalo do ano anterior. No acumulado de 12 meses, o prejuízo foi de R$ 47,7 milhões, ante lucro de um ano antes. Como companhia de investimentos, a Bradespar tem seu resultado originado da equivalência patrimonial da Vale, que inclui dividendos e juros sobre o capital próprio, juros das ações resgatáveis recebidos da mineradora e dividendos e juros da CPFL Energia. A empresa ressalta que a Vale foi afetada em 2013 por ajustes contábeis não recorrentes,

na sua maioria não caixa, contribuindo desfavoravelmente para seus resultados. Os números incluem a adesão ao acordo de refinanciamento de tributos federais (Refis), baixa contábil de ativos e perdas com variações monetárias e cambiais. “No entanto, foi um período em que a Vale obteve sólidos resultados em todos os seus negócios, além dos benefícios obtidos com o esforço de corte de custos, disciplina nos investimentos e foco no ‘core business’. O resultado de equivalência patrimonial na Bradespar, excluindo esses efeitos contábeis não recorrentes, foi de R$ 1,4 bilhão, totalizando uma receita operacional ajustada de R$ 1,6 bilhão”, diz relatório da empresa. (Valor– 20/03/2014)

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Mercado Após um anos de Abilio, BRF é mais Sadia e menos Perdigão Quase um ano após o início das mudanças na gestão da BRF, com a chegada de Abilio Diniz ao conselho de administração, a companhia – resultado da compra da Sadia pela Perdigão em 2009 – vive um processo de “Sadização” – expressão que circula no mercado. Além de quase todos os executivos da antiga gestão terem saído, até mesmo a volta do nome Sadia para substituir a sigla BRF foi aventada, conforme apurou o jornal Valor Econômico. De fato, a BRF sob Abilio Diniz se parece hoje muito mais com a antiga Sadia do que com a BRF da gestão Nildemar Secches/José Antônio do Prado Fay. Todos os vice-presidentes

que tinham como origem a Perdigão deixaram a empresa. Mesmo no conselho de administração, presidido por Abilio Diniz, não há mais membros ligados à antiga gestão da BRF. No fim de fevereiro, o último deles, Décio Silva, deixou o conselho. O que se fala no mercado é que, na prática, a empresa vive um processo de “reverse takeover”: a Perdigão comprou a Sadia em maio de 2009, mas agora acionistas tradicionais da Sadia, como a Tarpon, é que estão no comando da BRF. A Tarpon, aliás, patrocinou a ida de Abilio ao conselho. (SM – 18/03/2014)

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Mercado Ferrero Rocher bobrará produção de chocolates no Brasil Para dobrar a produção no país, a fabricante italiana de chocolates Ferrero Rocher fará investimentos de 200 milhões de reais na fábrica que possui em Poços de Caldas, em Minas Gerais. O aporte foi motivado pelo aumento da demanda por chocolates premium no Brasil prevista para os próximos anos. E também pela necessidade da empresa de levar mais novidades da marca aos consumidores. Com o investimento, a companhia irá desenvolver novas linhas de produtos, como Kinder e Tic Tac, ampliará as linhas existentes de Nutella e Ferrero Rocher e terá um novo

centro de distribuição dos produtos. Trata-se do maior aporte já feito pela empresa no país desde sua chegada ao Brasil, há 20 anos, e o projeto deve estar concluído até o ano que vem. De acordo com a empresa, a ampliação da unidade irá gerar mais de 100 empregos diretos e 300 temporários para atender demanda sazonal de Páscoa, além de centenas de empregos indiretos. Hoje a empresa conta com 800 funcionários no país. (Exame– 19/02/2014)

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Economia Assembleia mineira mantm veto à lei que obrigada a distribuição de sacolinhas O plenário da ALMG (Assembleia Legislativa de Minas Gerais) manteve, em votação realizada ontem (18/3), o veto total do governador Antônio Anastasia à Proposição de Lei 22.060. A lei pretendia tornar obrigatória e gratuita a distribuição de sacolinhas plásticas descartáveis no comércio varejista de todo o Estado. O veto total foi mantido por 41 votos a favor, 12 contrários e um em branco. Na mensagem enviada à ALMG, o governador destacou que vetava integralmente o texto por ele ser contrário ao interesse público. Segundo Anastasia, na forma como se apresentava, a proposição fomentava a

continuidade da geração de resíduos e, portanto, seria contrária às Políticas Nacional e Estadual de Resíduos Sólidos. O aumento de custos ao fornecedor e, consequentemente, ao consumidor final, também foi citado como ponto negativo, entre outras críticas feitas pelo governador de Minas Gerais. Com a decisão dessa terça-feira (18/3) do plenário da ALMG, fica garantido ao comércio o direito de adotar ou não em suas operações o uso de sacolinhas plásticas descartáveis. A proposição de lei, extinta pela ALMG, tentava cercear este direito, pois obrigava a todos, sem distinção, a distribuírem a embalagem descartável. ( SM – 19/03/2014)

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Economia CADE aprova saída do grupo WTORRE do shopping JK Iguatemi O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) informou, no “Diário Oficial da União” desta sexta-feira, que não tem restrições à alienação das participações detidas pelo grupo WTorre no Shopping JK Iguatemi, em São Paulo. O negócio inclui a venda da fatia do grupo também na JK Iguatemi Estacionamentos, que explora o estacionamento do shopping. Um dos compradores é a Iguatemi Empresa de Shopping Centers, do grupo Jereissati, que já tem 50% dos dois empreendimentos. O outro é a Adeoti Empreendimentos Imobiliários, sociedade que integra o portfólio do Fundo de Investimentos em Participações Teachers Insurance and Annuity Association of America (TIAA3). A operação envolve a venda, para os dois compradores, de 100% do capital social e votante da WTorre SPE XIV Investimentos Imobiliários Ltda., subsidiária integral WTorre S.A. e por intermédio da qual o grupo vendedor detém a participação no shopping. A metade que o grupo

tem no capital da empresa de estacionamento pertence diretamente à WTorre S.A. e será vendida à Iguatemi. Ao fim do negócio, a Iguatemi terá 64% e, a Adeoti, os 36% restantes do shopping. Na documentação entregue ao Cade, as requerentes informam que a empresa do grupo Jereissati se tornará titular de 100% das ações da JK Iguatemi Estacionamentos (JKIE). Mas ressalvam que a empresa de estacionamento e a Adeoti “celebrarão um Contrato de Sociedade em Conta de Participação, pelo qual a Adeoti deterá uma participação de 36% na JKIE, na qualidade de sócia participante”. A WTorre explica que aliena sua participação nos dois empreendimentos para manter o foco em construção, seu negócio principal, e “desalavancar a companhia, diminuindo os empréstimos tomados”. As empresas envolvidas argumentaram que a operação não tem impacto concorrencial, pois o grupo Jereissati já faz a gestão do shopping e do estacionamento. SM - 20/02/2014)

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Economia HSBC elege a melhor ação do varejo na america latina O Pão de Açúcar (PCAR4) é o único representante do setor de varejo com uma perspectiva otimista na Bovespa, segundo avaliação do HSBC Global Research. Em recente relatório, o analista Francisco Chevez destaca que a empresa continua a entregar resultados sólidos. “É a única ação classificada em overweight (o equivalente a compra) no varejo de alimentos daAmérica Latina, já que o Brasil é o único mercado na região em que a demanda

do consumidor continua a expandir, com crescimento das vendas mesmas lojas no mesmo nível ou acima da inflação”, explica o analista. Para Chevez, o Grupo Pão de Açúcar está em boa posição com formatos cuidadosamente desenvolvidos, projetados para tirar proveito do rápido crescimento dos mercados de nicho, como Minimercado e Assai. “Também aplaudimos a decisão da empresa de ser agressiva no desenvolvimento

de sua unidade de comércio eletrônico, a Nova Pontocom”, completa o analista. O preço alvo por ação é de 128 reais para os próximos 12 meses, um potencial de valorização de 31%. No acumulado de 2014, as ações preferenciais do Pão de Açúcar praticamente acompanham o desempenho negativo do Ibovespa, com uma queda de 7%. (Exame – 21/03/2014)

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24/03/2014

Este informativo é destinado à comunidade de interesse sobre varejo, formada por alunos, ex alunos, professores e funcionários de empresas parceiras do Retail Lab, o laboratório de Varejo do Núcleo de Estudos de Varejo da ESPM.

Produzido por: João do Carmo Renata de Oliveira

Coordenação: Prof. Ricardo Pastore


Clipping do Varejo - 24/03/2014