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Clipping do Varejo


Cursos - Inscrições Abertas SHOPPER MARKETING: A INFLUÊNCIA NO MOMENTO DA COMPRA Marketing para Franquias vem atender à crescente demanda provocada pelo aquecimento do mercado e consequente necessidade das empresas em expandir seus mercados. Empresas com projetos de expansão por meio de franquias, ou aquelas que já contam com sua rede de franqueados, constatam a importância da capacitação de seus quadros para dar suporte à demanda atual e futura.

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Super & Hiper Walmart enfrenta greve e série de protestos nos Estados Trabalhadores da rede varejista norte-americana cruzaram os braços ontem (5/9), nos Estados Unidos. Ao menos 15 manifestações foram organizadas em cidades americanas. A categoria exige melhores salários, boas condições de trabalho e recontratação de trabalhadores demitidos. A dispensa de funcionários no início do ano, alegam, foi motivada pela participação em protestos anteriores por melhores salários. Um funcionário e duas dessas

pessoas dispensadas chegaram a ser presos em NovaYork. Após irem ao escritório do Walmart na cidade para entregar sua lista de reivindicações, os três tiveram a conduta classificada como “desordeira” pela polícia – informou a Bloomberg. Os ativistas haviam estipulado em negociações anteriores o dia 2 de setembro (Dia do Trabalho nos Estados Unidos) como data limite para serem atendidos. São mais de 1 milhão os trabalhadores da rede Walmart, que recebem U$ 12,83 por hora

na média. Ativistas exigem revisão do valor que alcance renda anual mínima de U$ 25 mil para eles. O gasto calculado pelos manifestantes seria de U$ 17 bilhões. No Brasil, em maio, o Walmart também teve de lidar com o descontentamento de seus contratados. Sem relógio para marcar ponto – a empresa diz que o aparelho estava apenas quebrado -, um grupo de 250 pessoas protestou contra carga excessiva de trabalho. (Supermercado Moderno - 06/09/2013)

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Super & Hiper Dia reabre lojas interditadas pela vigilância sanitária A rede de supermercados Dia decidiu reabrir todas as 12 lojas de São Paulo e do ABC Paulista que estavam fechadas desde o dia 22 de agosto, após a Vigilância Sanitária e a Polícia Ambiental de São Bernardo do Campo detectarem várias irregularidades em uma fornecedora do supermercado e interditarem uma das unidades. A última loja que ainda permanecia fechada foi

reaberta nesta terça-feira, 3. Em nota, a rede informou que técnicos especializados em segurança alimentar realizaram uma auditoria “que atestou a regularidade sanitária das lojas”. Ainda segundo o Dia, todas as unidades pertencem a um franqueado, que suspendeu a compra de produtos da fornecedora interditada. A reabertura dos supermercados teve início na

última quinta-feira, 29. Na quarta-feira, dia 21, policiais e agentes sanitários encontraram alimentos vencidos, com vermes, baratas, fezes e urina de roedores em um depósito que funcionava como confeitaria e ponto de distribuição de alimentos para uma das lojas. Na ocasião, a gerente do estabelecimento foi presa em flagrante. (Exame - 03/09/2013)

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Super & Hiper Walmart investe em e-commerce no Brasil de olho na líder B2W A Walmart Stores Inc. está dobrando sua equipe de comércio eletrônico no Brasil para tentar desbancar a B2W Cia. Digital como a maior do setor na maior economia da América Latina. A Walmart, a maior varejista do mundo, está montando uma sede de comércio eletrônico para a América Latina em Alphaville, São Paulo, com equipamentos típicos de Silicon Valley. No fim do ano, cerca de 900 funcionários estarão trabalhando na unidade e 2.000 em 2014, afirmou Flávio Dias, vice-presidente de vendas online da Walmart, no Brasil, em uma entrevista por telefone. A companhia também pretende abrir mais centros de distribuição para acelerar entregas e começar a importar itens que hoje não estão disponíveis no mercado. “Podemos criar um portfólio de produtos novos e exclusivos

que serão únicos no mercado brasileiro”, disse Dias. “O potencial de crescimento de comércio eletrônico no Brasil é muito grande”. As vendas do WalMart, pela internet, no Brasil crescem em torno de 50%, diz Dias. As vendas online no País cresceram 24 por cento no primeiro semestre, para R$ 12,7 bilhões e devem chegar, no total, a R$ 28 bilhões no ano, de acordo com a E-bit, empresa de pesquisas baseada em São Paulo. As vendas online da Walmart no Brasil estão crescendo em torno de 50 por cento, explicou Dias. O executivo se recusou a dizer quanto a companhia está investindo para expandir as operações online ou discutir se a empresa é atualmente lucrativa no País. A Walmart não revela quanto obtém de receita no Brasil. A B2W é a maior varejista

online do Brasil, seguida pela Nova Pontocom, da Cia. Brasileira de Distribuição Grupo Pão de Açúcar, disse Alan Cardoso, analista no Banco Safra de Investimento SA em São Paulo, que acompanha as companhias. A Amazon. com, a maior varejista online do mundo, somente vende e-books no Brasil. Devido aos diferentes métodos de cálculo, não é possível afirmar quanto as companhias controlam no mercado online, disse Cardoso. A B2W não quis fazer comentários. Demoras na entrega A Walmart abrirá seu primeiro centro de distribuição em São Paulo neste ano, depois de depender de depósitos de terceiros, disse Dias. (Exame - 03/09/2013) Notícia completa em varejo.espm.br

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E-Commerce E-Commerce vende 17% dos eletrônicos no Brasil O varejo digital já representa um percentual significativo das vendas totais de algumas categorias de produto. Uma pesquisa inédita da Conversion indica que 17% dos eletroeletrônicos e 6% dos itens de informática são comercializados pela Internet. Os dados referem-se ao ano de 2012. A importância das vendas pela internet para estes artigos

cresceu nos últimos dois anos. A participação na categoria de eletroeletrônicos, que inclui eletrodomésticos, áudio e vídeo, cresceu 4,2 pontos percentuais, enquanto em informática, que abrange computadores, impressoras e outros acessórios, o aumento foi de 0,8 pontos em relação a 2010. Segundo Diego Ivo, CEO da Conversion, tal crescimento

é justificado pelas vantagens de preço e pela variedade de produtos para as compras feitas pela internet. “Assistimos a entrada de muitos novos players de e-commerce nos últimos anos com propostas muito atrativas para o consumidor. A próxima fase será marcada pela consolidação do setor em busca de rentabilidade” afirma Ivo. (Varejista - 05/09/2013)

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E-Commerce MercadoLivre e Wayra iniciam seleção de start-ups de e-commerce no Brasil Iniciativa visa ampliar a prospecção de start-ups elegíveis a receber aportes do MercadoLibre CommerceFund,quejácontabiliza seus primeiros investimentos. O MercadoLivre, companhia de tecnologia em comércio eletrônico na América Latina, anuncia um acordo com aWayra, iniciativa global da Telefônica para apoio e promoção de startups tecnológicas, para incentivar e financiar o desenvolvimento de aplicações de e-commerce e potencializar a inovação de novos talentos no campo da tecnologia no Brasil. O Brasil será o segundo país a ser beneficiado pela parceria – objetivo da criação do fundo MercadoLibre Commerce Fund, que destinará um total de US$ 10 milhões para o financiamento de start-ups que melhor utilizem o potencial da plataforma do MercadoLivre a partir de suas APIs. Serão identificados no país os projetos

tecnológicos mais inovadores e que, a partir do uso das APIs MercadoLivre, contribuam para todo o ecossistema da empresa: MercadoLivre, MercadoPago, MercadoShops, MercadoEnvios e MercadoLivre Publicidade. Além disso, o foco será investir em empreendimentos que ainda estejam em uma etapa inicial, mas que demonstram perspectivas de crescimento, além do melhor aproveitamento da plataforma. Além do apoio financeiro, o MercadoLivre acompanhará todo o processo de aceleração das empresas selecionadas e seu trabalho dentro da Academia Wayra*, através de mentoria e apoio técnico para desenvolvimento dos projetos. A primeira experiência de trabalho entre MercadoLivre e Wayra aconteceu na Argentina, sendo muito bem sucedida: as empresas Parsimotion, Nubimetrics e MrPresta receberam, cada uma, US$ 100 mil para desenvolver

seus projetos. “O ecossistema do MercadoLivre oferece múltiplas oportunidades de negócios para programadores e software houses com perfil de empreendedorismo que criem serviços e aplicações para o nosso ambiente”, afirma Helisson Lemos, diretor geral do MercadoLivre Brasil. “Sabemos da capacidade criativa e inovadora do Brasil e temos certeza de que os projetos selecionados vão enriquecer a experiência dos nossos compradores e vendedores”, conclui. “Este acordo com o MercadoLivre é um estímulo para os empreendedoresbrasileirosdaárea do desenvolvimento tecnológico. É também uma conquista para nossa aceleradora, pois ganhamos um excelente parceiro para o crescimento dos negócios que já apoiamos”, afirma Carlos Pessoa, diretor da Wayra Brasil. (NoVarejo - Escrito por Cristiani Dias 06/09/2013)

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Cursos - Inscrições Abertas E-COMMERCE: OS NOVOS CAMINHOS DO VAREJO As vendas no varejo pela internet crescem a níveis surpreendentes, sempre acima da média das vendas no varejo tradicional. Esse fenômeno é mundial e insere, a cada dia, mais empresas em um revolucionário canal de negócios. Para atuar nesse contexto, as organizações buscam profissionais com visão estratégica e capacidade de adaptação aos novos desafios e oportunidades proporcionadas pelo ambiente digital, que agreguem valor às estruturas existentes e inovem constantemente. Aos empreendedores, é uma oportunidade de planejar o desenvolvimento dos negócios sobre bases de conhecimentos mais sólidas.

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Mercado Consumo deve crescer 10% no Brasil em 2013, diz IBOPE O consumo deve saltar 10% este ano e atingir 34% do PIB (Produto Interno Bruto), ou R$ 1,55 trilhão, segundo estimativas do Pyxis Consumo, ferramenta de dimensionamento de mercado do IBOPE Inteligência. O primeiro lugar no ranking da demanda de consumo deve ficar com os gastos com aquisição, manutenção, taxas, seguro e combustível do automóvel particular, que vão somar R$ 278 bilhões, ou 18% do total. A classe B será responsável por mais da metade do gasto nesse

item (51,6%). Em segundo lugar vem a alimentação com 16% do total, ou R$ 250 bilhões – número que pula para R$ 378 bilhões se forem consideradas também as refeições fora de casa. Contando apenas a alimentação em domicílio, a classe C lidera com folga, com participação de 48,3%. O vestuário leva a terceira posição, com total de consumo em R$ 128 bilhões, ou 8% do total. A classe A é responsável por apenas 11,7% do gasto nesse item – o grosso fica com as classe B e C, responsáveis

por 39,8% e 40,4% do total, respectivamente. De forma geral, os números mostram que artigos básicos ainda dominam a pauta de consumo. De acordo com a diretora de geonegócios do IBOPE Inteligência, Márcia Sola, “em geral, a família brasileira gasta a maior parte da renda com produtos essenciais, deixando em segundo plano o lazer, já que o consumo desses itens compromete grande parte da renda do domicílio”. (Exame - 05/09/2013)

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Mercado Consumidor reduz em até quatro vezes ida ao supermercado De acordo com pesquisa da Kantar Worldpanel – empresa especializada em pesquisa e comportamento de consumo – para enfrentar a alta da inflação, no primeiro semestre, o brasileiro reduziu em até quatro vezes a ida ao supermercado dependendo de sua faixa de renda, optando por comprar quantidades maiores quando o preço está vantajoso. “A classe DE é a que está com mais pé no freio: diminuiu em até quatro vezes a ida às compras. A que mais sentiu no bolso o peso da inflação foi a classe C, que, em valor, gastou mais 14% nas compras feitas no primeiro semestre”, diz Christine Pereira, diretora comercial da Kantar Worldpanel no Brasil. A pesquisa mostra que, em valor, as despesas do brasileiro cresceram em média 11% no primeiro semestre ante igual período de 2012 – reflexo direto

da maior pressão de custos. Mas, em volume comprado, o aumento foi menor, 3%. O que entra e o que sai Também chama a atenção o que as pessoas estão comprando: em volume, os produtos não básicos (de maior valor agregado e adquiridos pelo maior apelo à saúde ou pela praticidade, por exemplo) cresceram o dobro dos básicos (como óleo e arroz). Por faixa de renda, foi a classe AB a que mais aumentou o consumo dos básicos (5%). Os consumidores das classes mais baixas (DE), por sua vez, diminuíram em 4% a compra desses produtos e mantiveram o mesmo nível dos não básicos. A classe C foi a que mais incrementou a compra de mercadorias caras. Aumento de 8% em volume em relação ao primeiro semestre do ano passado.

“O brasileiro está mais consciente e, para conseguir caber no bolso o aumento de preço e o consumo de mercadorias de maior valor agregado, reduziu a frequência e cortou os básicos”, afirma Christine. Entre os produtos mais sofisticados que se destacaram, estão detergente líquido para roupa, suco pronto, requeijão, molhos e alvejante sem cloro. (Supermercado Moderno - 03/09/2013)

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Mercado O que as franquias procuram nos franqueados Os atrativos de uma franquia são bem conhecidos: produto ou serviço testado e aprovado, suporte do franqueador, menos riscos, entre outras várias vantagens. No entanto, não basta o empreendedor bater à porta do dono da marca e mostrar que tem dinheiro para investir para sair de lá com um negócio pronto. O bom franqueador não vai deixar qualquer um que aparecer usar seu nome. Ele tem uma imagem a zelar no mercado – aliás, fuja de quem simplesmente quer vender

franquias; provavelmente só está interessado em quantidade e não tem compromisso com o seu sucesso. Os melhores clubes costumam ser rigorosos na seleção de seus associados. Segundo os últimos dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF), em 2012 existiam 2.426 redes de franquias no Brasil, número quase quatro vezes maior do que o registrado em 2002, quando eram 650. No ano passado, o setor faturou R$ 103 bilhões no País, 16,2%

mais do que em 2011. Para 2013, a ABF prevê crescimento na mesma proporção. Com resultados tão atraentes, empreendedorismo cada vez mais disseminado entre os brasileiros e o aumento da renda da população nos últimos anos, a procura por esse tipo de negócio se intensificou e as franquias puderam ser mais criteriosas na escolha de quem vai empunhar suas marcas. (Por NoVarejo – Escrito por Bruno Caetano - 05/09/2013)

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Cursos - Inscrições Abertas MARKETING PARA FRANQUIAS Marketing para Franquias vem atender à crescente demanda provocada pelo aquecimento do mercado e consequente necessidade das empresas em expandir seus mercados. Empresas com projetos de expansão por meio de franquias, ou aquelas que já contam com sua rede de franqueados, constatam a importância da capacitação de seus quadros para dar suporte à demanda atual e futura.

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Mercado Vendas de smartphones podem passar de 1 bi Pesquisa da International Data Corporation (IDC) aponta que o volume de smartphones deve ultrapassar a marca de 1 bilhão de unidades vendidas em 2013, o que equivale a um avanço de 40%. De acordo com a consultoria, 54% dos 15 milhões de celulares vendidos no País entre os meses de abril a junho correspondem a smartphones, contra 46% de feature phones (telefones celulares tradicionais). A expectativa é que sejam comercializados cerca de 1,7 bilhão de celulares inteligentes em 2017.

“Este impressionante crescimento dos smartphones se deu por vários movimentos distintos e complementares, como por exemplo, a ampliação do mix de produtos em diferentes faixas de preço por parte dos fabricantes, o aumento das promoções e a maneira como os aparelhos estão sendo expostos tanto na operadora como no varejo”, comenta Leonardo Munin, analista de mercado da IDC Brasil, em comunicado. Os sistemas operacionais do Google (Android) e da

Apple (iOS), devem continuar polarizando a liderança do mercado de smartphones pelos próximos quatro anos. A terceira posição deve ser consolidada pela Microsoft (Windows Phone). Já a BlackBerry (BlackBerry OS) deve ter a sua participação de mercado reduzida quase pela metade. A previsão é que o mercado de celulares em geral registre um avanço de 7,3 em 2013, ante o índice de 1,2% verificado no ano passado. (Meio & Mensagem – 05/09/2013)

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Mercado Comissão aprova impressão de dados sobre composição e peso máximo em sacolas A Comissão de Defesa do Consumidor aprovou na última quarta-feira (28) proposta que obriga as empresas a imprimir, nas sacolas destinadas a embalar produtos, informações sobre volume, peso máximo suportado, composição, restrições de uso e riscos à saúde e à segurança do consumidor. As exigências estão previstas no Projeto de Lei 198/11, do deputado Sandes Júnior (PP-GO). O deputado Carlos Souza (PSDAM), relator na comissão, defendeu a aprovação do projeto com duas emendas. Uma delas estende a exigência

das informações também às sacolas que são vendidas em lojas e supermercados. A outra determina que as sacolas sejam confeccionadas seguindo as normas já estabelecidas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Carlos Souza afirma que as informações sobre a composição das sacolas permitirão que o consumidor faça melhor uso do produto e evite prejuízos financeiros e ferimentos causados por sobrecarga. O texto aprovado ainda proíbe os estabelecimentos comerciais de utilizar sacolas sem alça

e sacos de lixo para embalar produtos destinados ao consumidor. Quem descumprir as normas estará sujeito às penas previstas no Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90), que vão de multa à interdição do estabelecimento. Tramitação O projeto, que tramita em caráter conclusivo, ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Íntegra da proposta: PL-198/2011 (Cidade Marketing - 05/09/2013)

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Mercado Comércio e indústria já se preparam para o Natal e o Ano Novo Entidades do comércio promovem cursos para profissionais de vendas e ações junto aos lojistas, enquanto indústrias anunciam lançamento de novos produtos Desde abril e maio deste ano, as indústrias se preparam para lucrar na temporada de Natal e Ano Novo – data responsável pelo maior movimento nas vendas de todo o país. Quanto ao comércio, muitas das ações focadas para o final do ano devem ser lançadas a partir deste mês, como mostra empresas e entidades ligadas ao setor de varejo, comércio e bens de serviços. As unidades regionais da Câmara Nacional de Dirigentes Lojistas, por exemplo, abrem inscrições para programas de capacitação e treinamento para comerciantes interessados em treinar e capacitar equipes. Um exemplo é a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e o

Sindicato do Comércio Varejista de Nova Friburgo (Sincomércio), que, em parceria, oferecem o curso “Como vender mais e melhor no Natal”, que será realizado nos dias 7, 14, 21 e 28 de outubro. De acordo com os organizadores cariocas, o programa visa desenvolver e reciclar nos profissionais de vendas a visão conceitual das técnicas de negociação, com foco nas necessidades e peculiaridades da maior data do calendário do varejo. “A intenção é de que o curso envolva a equipe e conscientize os profissionais para as mudanças que eventualmente precisem ser feitas em busca de resultados”, explica o presidente da CDL e do Sincomércio, Braulio Rezende, por nota. As empresas associadas à CDL de Nova Friburgo ou ao Sincomércio ganham descontos nas inscrições, que podem feitas pelo telefone (0/XX/22) 2525-

2033. Varejistas interessados em treinar equipes para a temporada do Natal podem procurar informações nas unidades regionais da Câmara Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), pelo link: www.cndl. org.br/cdl_encontre.php Campanhas regionais A Associação Comercial e Industrial de Ariquemes – RO (ACIA Ariquemes) já prepara a tradicional campanha “Natal da Sorte”, que visa incentivar as compras no comércio local. De acordo com a Associação, o lançamento está previsto para o final deste mês e reunirá lojistas associados de Ariquemes e região. (NoVarejo - Escrito por Erica Franco 03/09/2013) Notícia completa em varejo.espm.br

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09/09/2013

Este informativo é destinado à comunidade de interesse sobre varejo, formada por alunos, ex alunos, professores e funcionários de empresas parceiras do Retail Lab, o laboratório de Varejo do Núcleo de Estudos de Varejo da ESPM.

Produzido por: Raphael Sparvoli João do Carmo

Coordenação: Prof. Ricardo Pastore


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