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Super & Hiper CEO do carrefour nega venda da operação brasileira Após circularem rumores sobre uma eventual venda da filial do Carrefour no Brasil, Georges Plassat, CEO da companhia, tem sido categórico ao afirmar que “jamais o Carrefour considerou a possibilidade de sair do Brasil”. Nas palavras de Plassat, dirigidas aos acionistas do grupo na última assembleia realizada, “o Brasil é uma zona poderosa que poderá se tornar uma plataforma para o nosso desenvolvimento na América Latina, a custos menores”. Com muitas dívidas, o Carrefour vem fechando algumas operações pouco rentáveis,em países como Colômbia, Malásia e Indonésia, e vai focar sua recuperação

nos países com maior potencial de crescimento, como o Brasil. O Atacadão, rede de atacarejo adquirida em 2007 pelo Carrefour, vem liderando os resultados da companhia no Brasil. Segundo especialistas, a rede se tornou “uma pepita de ouro” para o grupo francês no País. Já se cogita uma abertura de capital do negócio em um futuro próximo. O desempenho das vendas do Carrefour no Brasil representa, sozinho, quase 70% da receita da companhia na América Latina. Nos nove primeiros meses do ano, as vendas da filial subiram 9,3%, para 9,2 bilhões de euros. (Supermercado Moderno – 30/11/2012)


Super & Hiper Naouri avisa abilio que não negociará sob pressão Diante do interesse do empresário brasileiro, hoje sócio minoritário do Grupo Pão de Açúcar, em sair da companhia e levar consigo a Via Varejo, Jean-Charles Naouri, dono do Casino, enviou uma resposta para acalmar os ânimos de Abílio. Ele afirma nunca ter recebido uma proposta “concreta e viável” desde a última reunião realizada em Paris, ainda em junho. Na carta, Naouri diz: “Ao passo que nos mantemos abertos a ouvir uma proposta que atenda aos interesses do GPA, Casino e todos os seus acionistas, eu reitero que não aceitaremos negociar sob pressão e ataques, e que não vamos tolerar qualquer comportamento cujo único propósito seja criar confusão e perturbar a companhia.” A mensagem chega após a ofensiva de Abílio, noticiada ontem por SM. Ele enviou carta pedindo uma definição sobre os próximos passos envolvendo o Pão de Açúcar. Mas Naouri rebate: “As ideias trazidas por seus assessores têm como objetivo reescrever a história e nunca reconheceram que temos um contrato vinculante que prevê um contexto claro para sua saída”. A situação entre os dois ficou mais delicada

após Abílio ter ido, na última segundafeira (26/11), a Paris participar de uma reunião que Naouri teria com membros da diretoria do GPA. Não convidado para o encontro apesar de ainda ser o presidente do Conselho Administrativo do grupo, o empresário foi barrado, o que considerou um desrespeito. (Supermercado Moderno – 28/11/2012)


Super & Hiper Super muffato lança 1º sistema de autoatendimento no país Os clientes de um supermercado da zona sul de Londrina da paranaense Super Muffato estão, desde a semana passada, fazendo compras sem precisar da ajuda de caixas. A rede inaugurou no endereço, segundo a própria empresa, o primeiro sistema de autoatendimento de supermercados do país com a intenção de tornar mais ágil em 20% o tempo gasto pelos clientes nos pagamentos. Por meio do sistema, os clientes da varejista podem, além de escolher os produtos nas gôndolas, pesar, conferir o preço, pagar e tirar o recibo das mercadorias compradas sem precisar da ajuda de um caixa. Comum fora do país, o sistema de self checkout tem a função de evitar ou pelo menos diminuir as filas de atendimento nos supermercados em horários de pico – e, claro, incentivar as pessoas a comprar mais. “Não se trata apenas da oferta de mais um benefício ao cliente, mas sim de uma mudança na forma com que ele se comporta na hora de concluir uma compra, passando de expectador para agente de todo o processo”, diz Everton Muffato, diretor da companhia. O sistema foi testado por dois anos, com

ajuda da fornecedora de tecnologia RMS, antes de ser implantado no endereço escolhido no último dia 21. A expectativa da empresa é implantar no primeiro trimestre do ano que vem novas unidades do self checkout em Londrina. De acordo com a empresa, a adoção da novidade fez com que seis funcionários que trabalhavam no caixa fossem treinados para ajudar os consumidores a comprar pelos novos quatro caixas instalados na loja. Com isso, outras seis pessoas foram contratadas para ocupar os seis caixas tradicionais, que foram mantidos. Com mais de nove mil colaboradores diretos, o grupo paranaense conta hoje com 40 operações de negócio, espalhadas em 13 cidades do Estado e em Presidente Prudente, no interior de São Paulo. (Exame – 28/11/2012)


Mercado Brasileiro quer consumir por meio de novos canais A Capgemini, um dos principais provedores de serviços de consultoria, terceirização e tecnologia do mundo, anunciou recentemente o estudo global “Digital Shoppers Relevancy”, que aponta mudanças significativas e a rápida inovação dos canais de varejo tradicionais e eletrônicos, de acordo com a preferência dos consumidores. A pesquisa ouviu 16 mil consumidores digitais em 16 mercados, entre países maduros, como Reino Unido, Alemanha e Estados Unidos, e em desenvolvimento, incluindo Brasil, China, Índia, Rússia e México. O relatório mostra que os consumidores não são fiéis a um único canal e esperam uma integração entre lojas on-line, mídias sociais, soluções móveis e lojas físicas. 60% dos respondentes declararam que esperam que a convergência dos canais se torne uma regra até 2014, quando a experiência de compra unificada será comum. No entanto, isso será um desafio, já que mais da metade dos consumidores disseram que a forma como os varejistas, em sua maioria, posicionam-se atualmente nos diversos canais não é consistente. O Brasil está na lista dos países que detém uma evolução mais significativa

em consumo por meio de canais digitais, junto com China, Índia, México, Turquia e Rússia, confirmando que os países em desenvolvimento têm avançado mais rápido nesses processos do que em economias tradicionais. Os consumidores estão mais inclinados a usar canais digitais ao comprar produtos eletrônicos de alto valor, em comparação com outras categorias (eletrônicos comuns, moda, alimentação, materiais de construção, saúde e cuidados pessoais). Em todos os países, 54% dos entrevistados realizaram compras on-line de eletrônicos nos últimos seis meses. Essa categoria é dominada por viciados em compras digitais e compradores digitais sociais, e 59% dos consumidores digitais nessa categoria são homens. (NoVarejo – 29/11/2012)


Mercado Crescimento de atacarejos faz supermercados perderem vendas No índice acumulado de janeiro a outubro deste ano, o volume de itens vendidos pelos supermercados brasileiros recuou 0,2% em relação a igual período do ano passado, informou a Abras (Associação Brasileira dos Supermercados). Ao fim de 2012, a previsão é que o indicador fique estável em relação ao ano passado. Segundo Sussumu Honda, presidente da Abras, a retração se deve à gradual migração do consumidor para lojas de atacarejo, que não entram na estatística junto dos supermercados tradicionais. Ele aponta que o brasileiro passou a adquirir produtos básicos, que compõem a cesta básica, nos atacarejos. Com isso,

o açúcar, por exemplo, já tem retração de 9,1% nas vendas em supermercados em 2012. O arroz recuou 3,6%, e o sabão em barra 10,2% Faturamento Já em valor, as vendas reais do setor supermercadista em outubro de 2012 aumentaram 2,20% em relação a setembro, e 2,38% sobre igual mês em 2011. No índice acumulado do ano, o crescimento é de 5,18%, ante igual período de 2011. Para o fim ano, a projeção é que as vendas reais cresçam, em valor, 5% sobre o ano passado. (Supermercado Moderno – 28/11/2012)


Mercado Starbucks se adapta ao gosto dos chineses Depois de quase 14 anos tentando convencer a China a aderir ao hábito estrangeiro de saborear café, a americana Starbucks Corp. quer se achinesar para poder crescer mais depressa no país. Belinda Wong, presidente da Starbucks China, disse ao The Wall Street Journal que a Starbucks pretende abrir mais 800 lojas em diferentes regiões do país nos próximos três anos. Hoje, a empresa tem 700 lojas na China. Nesse período, o número de funcionários deve crescer dos atuais 12.000 para mais de 30.000. Embora a China ainda seja um país do chá, as vendas de café ali subiram 20% de 2010 para 2011, chegando a 6,25 bilhões de yuans (US$ 995 milhões), segundo a firma de pesquisas Euromonitor International. Para conquistar mais mercado, a Starbucks pretende se adaptar mais ao gosto local e explorar seu conhecimento da cultura chinesa, disse Wong. Enquanto nos Estados Unidos as lojas de pequeno porte dão certo — pois muita gente entra correndo a caminho do trabalho para comprar um sanduíche de bacon com queijo —, a Starbucks descobriu que o consumidor chinês quer espaço e sofás confortáveis para relaxar durante a tarde.

A empresa está abrindo lojas com cerca de 350 metros quadrados e capacidade para acomodar consumidores que chegam com grupos de amigos e colegas de trabalho. A Starbucks também descobriu que o apetite do chinês pelo café tem limites. A rede pretende lançar novos sabores de inspiração local para se juntar a favoritos do cardápio como o frappuccino de feijão vermelho. Vai lançar, ainda, mais sobremesas que possam ser divididas, pois percebeu que o chinês gosta de cortar em pedaços o bolo de cenoura e pedir vários garfinhos para rachar com a turma. A Yum Brands Inc., dona da rede KFC, teve sucesso na China ao incluir uma série de opções chinesas no menu, como camarão frito e leite de soja. Já empresas que não se adaptaram à cultura local levaram um tombo. Em setembro, depois de anos de prejuízo, a americana Home Depot Inc. fechou os sete hipermercados de materiais de construção que ainda tinha na China. A Home Depot descobriu que o modelo do “faça você mesmo” não funciona na cultura chinesa do “faça para mim”. (Wall Street Journal – 28/11/2012)


Mercado Parcerias tentam dar impulso a pagamentos via celular no brasil Os pagamentos via celular são vistos há tempos como o futuro das transações financeiras, por sua simplicidade. Mas, apesar de toda a tecnologia disponível, esses serviços vêm encontrando dificuldades para deslanchar. No Brasil, uma nova onda de parcerias entre empresas de telefonia e instituições financeiras tenta finalmente tornar essas operações mais populares. Ontem, Telefônica e Mastercard, que criaram a empresa Mobile Financial Services (MFS) para disputar esse mercado, anunciaram a chegada de um novo “produto de inclusão financeira” que tem o celular como ponto de partida. “É para facilitar a vida de quem não tem conta corrente”, disse o presidente da MFS, Marcos Etchegoyen. Segundo o executivo, a vantagem do novo sistema é a sua simplicidade. Para começar a usar o produto (ainda sem nome), bastará a quem é cliente Vivo digitar um código no celular, fazer um cadastro e ir a uma loja parceira da operadora para fazer a carga do dinheiro. É como se o usuário estivesse abrindo uma conta bancária. Ele ainda tem direito a um cartão físico para compras e saques. Mas trata-

se de uma conta pré-paga, semelhante ao procedimento usado hoje na carga de crédito no celular pré-pago. Com o cartão em mãos e o cadastro feito, a pessoa poderá transferir dinheiro para quem também se tornou cliente da MFS, fazer recargas de celular, comprar em locais que aceitem Mastercard e sacar dinheiro em terminais da rede Mastercard Cirrus. A MFS lançará esse sistema em abril de 2013, ano em que a empresa espera conquistar 200 mil clientes ativos e 500 mil transações por mês. “Nossa meta é atingir boa parte da população brasileira”, afirmou Antonio Carlos Valente, presidente da Telefônica no Brasil. (O Estado de S.Paulo

– 29/11/2012)


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