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EDIÇÃO JULHO / 2007 EDITORIAL Jogo de Cartas Marcadas .......3 DIESEL Resolução 12/07 é adiada por 90 dias. ANP promete rigor na fiscalização .......................4 e 5

Postos & Serviços é uma publicação mensal do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo, Lavarápidos e Estacionamentos de Santos e Região (Resan). Rua Manoel Tourinho, 269 Macuco - Santos/SP 11015-031 Tel: (13) 3222-3535 www.resan.com.br secretaria@resan.com.br

DESCONTO PARA ICMS Governador José Serra anuncia Programa de Parcelamento Incentivado Estadual (PPI), que dará - até 30 de setembro - descontos de até 75% na multa e de até 60% nos juros de dívidas de ICMS, que poderão ser parceladas em até 15 anos. O benefício abrangerá débitos correspondentes a fatos geradores ocorridos até 31 de dezembro de 2006. Página 7

PA’S População denuncia PA da Câmara de Cubatão ................5 LEIS Deputados estaduais aprovam Lei do Perdimento ..................6 LUBRIFICANTES Qualidade comprometida .......7 ÁLCOOL

EXPERIÊNCIA DE VIDA

Fecombustíveis participa de negociação com Governo Federal ....7 POSTOS FECHADOS Base do Resan tem 102 postos de combustíveis desativados.....9

Presidente José Camargo Hernandes

RESÍDUOS

Jornalista responsável, textos e editoração eletrônica Christiane Lourenço (MT b. 23.998/SP) imprensa@resan.com.br Colaboração: Thiago Chichorro e Luiz Alberto Carvalho Impressão: Demar Gráfica Tiragem: 1.600 exemplares Distribuição Gratuita Fotos: Divulgação e Resan As opiniões emitidas em artigos assinados são de total responsabilidade de seus autores. Reprodução autorizada desde que citada a fonte. O Resan e os produtores da revista não se responsabilizam pela veracidade das informações e qualidade dos produtos e serviços divulgados em anúncios veiculados neste informativo.

Contrato para remoção de resíduos traz vantagens .....10/12 - Leia matérias sobre a Caravana Resan realizada em junho

POSTO PRÓ No setor de combustíveis, é comum a contratação de funcionários mais velhos,com experiência. Conheça a opinião de revendedores e a história de alguns colaboradores. Página 8

DROGAS

TESTE Controle de qualidade ..........13 DENÚNCIA ANP corrige falhas apontadas por P&S na pesquisa de preços.....14 CORRERA

Os riscos que envolvem seus funcionários

Coluna sobre conveniência ....16 INDICADORES

Página 15

Ranking de preços ................17

PESQUISA DE PREÇOS ANP investiga denúncia do Resan publicado na revista de março sobre falhas no trabalho de levantamento de preços na região. Veja o resultado. Página 15

Associados participam de evento da indústria ..............11

ANIVERSÁRIO Confira nomes da 2ª quinzena de julho e 1ª de agosto................18 VARIEDADES Fórmula Truck, uma paixão....19 Dica de Turismo do mês ......19

O homem que não sabe sorrir, não deve abrir um comércio

2 Julho 2007

Provérbio Chinês


EDITORIAL JOSÉ CAMARGO HERNANDES

JOGO DE CARTAS MARCADAS Igualdade de condições para concorrer no mercado é condição sine qua non para a sobrevivência da revenda

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Depois de muitas audiências públicas, discussões e idas e vindas de documentos, o setor de combustíveis finalmente está prestes a ter uma legislação completa que norteará toda a atividade no País. As principais resoluções da Agência Nacional de Petróleo já foram publicadas, embora uma delas - talvez uma das mais importantes para o segmento da revenda, a dos pontos de abastecimento (PA’s), tenha tido o início de sua vigência adiado agora para outubro. O que se deve discutir, agora, é sobre como a Agência irá fiscalizar o cumprimento da lei. Para que não caia no descrédito e mesmo para que haja a definitiva moralização do setor, é imperioso que cada artigo e parágrafo sejam cumpridos integralmente. Isso inclui a revisão por parte das autoridades das características de cada PA. As empresas que detêm os pontos de abastecimento terão que cadastrá-los. Nem a ANP sabe quantos PA’s existem no País. Estima-se mais de 200 mil. Diante desse número não poderia ser outra a situação caótica em que vivem os postos de rodovia de São Paulo e de muitos outros estados. Não tem sobrado mercado para revendedores que investiram pesado na infraestrutura de postos. Não se esqueçam, senhores, que nas nossas estradas os postos são a referência de caminhoneiros que cortam o Brasil de Norte a Sul. Não podemos aceitar que o empresário varejista viva de cobrar pernoites, taxas de banho ou mesmo das refeições servidas em seus restaurantes. O revendedor tem

uma atividade principal, que é a venda de combustível. É isso que não pode ser esquecido. É por isso que daqui para frente nossas atenções estarão voltadas para a definição do perfil e do papel dos grandes consumidores. A discussão ainda está no nível técnico. A ANP diz que a proposta está em estudo, embora tenhamos assistido no Rio de Janeiro há uns três meses uma polêmica discussão entre distribuidoras e TRR’s que, lógico, defendem a inclusão do maior número possível de empresas como grandes consumidoras de combustíveis. A própria ANP propõe que sejam enquadrados como tal quaisquer clientes que consumam mais de de 15 metros cúbicos de produtos por mês. Ora, se essa for a regra, para nós, revendedores, irá sobrar o quê? Novamente reforço que o varejo está sendo - aos poucos verticalizado. É uma verticalização sutil, que chega de mansinho, que

tenta burlar a fiscalização. Esta, por sua vez, tem se deixado enganar com a desculpa de que existem zonas obscuras nas regras em vigor. O caso dos pontos de abastecimento é um exemplo. Embora tenhamos feito valer algumas de nossas reivindicações com a resolução dos PA’s, caberá às autoridades - daqui para frente garantir que a concorrência desleal praticada por muitos deles seja minimizada. Queremos o compromisso da aplicação do rigor da lei. A discussão, definitivamente, mudou de eixo. A questão adulteração está praticamente solucionada. Leis claras oferecem instrumentos eficazes para o combate ao crime organizado. A Assembléia Legislativa de SP, aliás, acabou de aprovar dois novos projetos de lei, o do Perdimento e outro que envolve a comercialização de solventes misturados ao combustível, segundo matéria publicada nesta edição. Mais uma vez o Estado de São Paulo saiu na vanguarda, tem gerado exemplos bem-sucedidos para outros governos. Por aqui, a fiscalização da Operação ‘De Olho na Bomba’ tem sido voraz com os criminosos. Os resultados positivos vieram à reboque: menos produtos adulterados nos postos, consumidores mais conscientes e revendedores voltando a competir de forma sadia. Sei que muitos dos 102 postos que hoje estão fechados na região (leia matéria também nesta edição) que compõe a base territorial do Resan - de Bertioga a Barra do Turvo, na divisa com o Paraná - tombaram injustamente, vítimas dos preços aviltantes de seus vizinhos desonestos. Por outro lado, estamos num processo de acomodação do mercado. A única exigência desta categoria, senhores, é a igualdade de condições para comprar produtos de qualidade e disputar o cliente oferecendo um preço justo. O que não vale é que os 30 mil postos que estão em funcionamento no País entrem num jogo de cartas marcadas. Julho

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PROJETO CAIS TERÁ DE SE ADAPTAR ÀS NOVAS REGRAS DOS PA’S ANP promete fechar instalações que descumprirem a Resolução 12/07, que entrará em vigor em 90 dias

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A ANP adiou por 90 dias os efeitos da Resolução 12/07, que entraria em vigor no último dia 1º. As novas regras para a operação e desativação das instalações de Ponto de Abastecimento (PA) deverão estar em funcionamento a partir de 1º de outubro. Em entrevista a Postos & Serviços, o superintendente de Abastecimento da Agência, Roberto Ardenghy, disse, por telefone, que o cadastramento on-line de 200 mil PA’s exigiu um upgrade no sistema de informatização do órgão. Entretanto, mesmo com a prorrogação dos prazos por até três meses, como o previsto, a grande dúvida da revenda é se a resolução irá acabar de vez com a concorrência desleal praticada pelos PA’s e, sobretudo, pelo Projeto Cais, da BR.

Afinal, as novas regras que deverão entrar em vigor em outubro com a aplicação da Resolução 12/07 acabam ou não com as centrais avançadas das distribuidoras que se transformaram em pontos de abastecimento compartilhados? Segundo Roberto Ardenghy, superintendente de Abastecimento da ANP, nos moldes como funciona hoje, a proposta da BR para o Projeto Cais estará em desacordo com a legislação. Quem desrespeitar a resolução terá o estabelecimento fechado? Ardenghy foi bastante prudente em sua resposta: “O Projeto Cais precisa se enquadrar na portaria. Se isso acontecer, eles vão poder operar. Se não, a ANP irá fechar as instalações. Precisamos aguardar para ver como eles (distribuidora e parceiros) irão se adaptar. Atualmente, essas centrais representam várias Julho 2007 2007 4 Julho

Superintendente de Abastecimento da ANP, Roberto Ardenghy (foto) diz que 200 mil pontos de abastecimento (PA’s) terão que se cadastrar a partir de outubro, com o início da vigência da Resolução 12/07. Em entrevista a P&S, ele garantiu que a fiscalização será rigorosa para que as novas regras sejam cumpridas até mesmo pelas centrais de serviços mantidas pelas distribuidoras

empresas que se juntam e recebem produtos da companhia. Pela resolução, o compartilhamento só pode ocorrer dentro do mesmo grupo econômico”. Ou seja, empresas que pertencem a uma mesma holding, por exemplo. O artigo 9º. veda a terceirização das instalações. Ardenghy explica que o detentor de um PA tem que estar identificado num grupo fechado de pessoas físicas ou jurídicas, em forma de cooperativa ou condomínio. Se quiser compartilhar as instalações ele terá que criar uma nova figura jurídica: cooperativa, consórcio ou condomínio, com CNPJ próprio. Na prática, a resolução obriga os interessados no compartilhamento a abrir uma outra empresa para gerir o PA.

O que muda? A questão financeira passa a ser desfavorável à medida que se cria uma nova fase tributária. A cooperativa não pode repassar para as empresas o produto no mesmo valor que receberá das distribuidoras em função da tributação. Na opinião de Ardenghy, essa medida dificultará a concorrência desleal que há hoje com os postos revendedores. A primeira restrição, continua o superintendente, é o fato de toda a relação de caminhões que estão autorizados a abastecer no PA ter de estar disponível em um livro para consulta da fiscalização. Caminhão que não está registrado em nome da empresa dona do PA não pode ser abastecido. Ele enfatiza: “É vedado o compartilhamento por diferentes empresas”.


MATÉRIA DO JORNAL A TRIBUNA DE SANTOS, 24/6/2007

RESAN ADVERTE PARA OS RISCOS DE ACIDENTES Uma matéria sobre o ponto de abastecimento instalado na Câmara Municipal de Cubatão e que não tem licença da Cetesb para funcionar e nem alvará da Prefeitura, publicada no dia 24 de junho, pelo Jornal A Tribuna, mostrou que a população está consciente dos perigos que a atividade de revenda de combustíveis representa. O Resan vem há anos lutando contra o funcionamento de PA’s clandestinos, tanto em empresas de transporte quanto em oficinas e até pátios de caminhões. “Felizmente esse é um exemplo que mostra que a comunidade sabe da existência de leis. Para um posto de rua funcionar, existem inúmeras licenças obrigatórias, isso sem contar os equipamentos de última geração exigidos pela Resolução Conama 273 que garantem proteção à vida e ao meio mabiente”, argumentou José Camargo Hernandes, presidente do sindicato. A matéria cita que a Câmara foi citada a fazer o licenciamento ambiental em fevereiro de 2006, mas não havia atendido à convocação. Em maio deste ano, a companhia advertiu o Legislativo, que só teria solicitado o alvará à Prefeitura após essa intimação, no início de junho. Os moradores reclamam do cheiro forte de combustível e também têm medo de acidentes.

ATRASO A resolução já deveria ter entrado em vigor no final de abril, entretanto, a prorrogação ocorreu por problemas internos no setor de informatização. Essa será a primeira vez que a ANP permitirá o cadastramento on-line. Sem o upgrade, o sistema seria insuficiente para atender os 200 mil PA’s ou TRR’s, que não conseguiriam se cadastrar. As distribuidoras, por sua vez, não conseguiriam ter acesso ao banco de dados para comprovar a autorização da Agência. “Tivemos que comprar um computador só para isso. A licitação, os prazos de recursos e atrasos comuns nesse processo são mesmo burocráticos”, argumentou. Atualmente, nenhum PA tem registro na ANP, nem mesmo a unidade do Projeto Cais em Cubatão.

CONTINUA ESTUDO PARA DEFINIÇÃO DO PERFIL DOS GRANDES CONSUMIDORES Com a vigência de várias resoluções editadas pela ANP nos últimos meses, o mercado de combustíveis se ressente apenas da definição sobre o que são os grandes consumidores. Uma audiência realizada no dia 22 de maio, na sede da ANP, no Rio de Janeiro, gerou uma grande polêmica sobre a definição do que é um grande consumidor. A proposta da ANP é transformar todo cliente que compre mais de de 15 metros cúbicos/mês em grande consumidor, o que desagrada a revenda, que é o segmento dentro do mercado de combustíveis mais prejudicado pela indefinição deste agente econômico.

Por outro lado, as distribuidoras fazem lobbie contra o que elas chamam de “medida excessivamente intervencionista” por limitar o mercado pelo volume. “A alegação das companhias é que a definição do que é um grande consumidor é incompatível com as regras de defesa da livre concorrência”, continuou Ardenghy. A ANP não poderá voltar atrás porque a lei determina que a agência regule o que é um grande consumidor. Até agora, a consulta pública já reuniu 258 sugestões. Não há prazo par a edição de uma portaria ou resolução já que o assunto está na fase do estudo técnico. Julho Julho 2007 2007 5


ASSEMBLÉIA APROVA MAIS DOIS INSTRUMENTOS LEGAIS PARA COMBATER ADULTERAÇÃO EM SP

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Os dois últimos instrumentos que faltavam ao Estado de São Paulo para o total controle sobre a compra e venda de combustíveis adulterados foram aprovados pelo Plenário da Assembléia Legislativa no dia 14 de junho, tendo seguido para a sanção do governador José Serra. Os projetos, de autoria do ex-governador Geraldo Alckmin, são conhecidos como a Lei do Perdimento e dos Solventes. Depois de sancionados, eles irão complementar os efeitos da lei 11.929, de 12 de abril de 2005, regulamentada pelas Portarias CAT 28, 32, 61 e 74/05, que deu à Secretaria da Fazenda a permissão para cassar a eficácia da Inscrição Estadual de estabelecimentos que, comprovadamente, comercializarem produtos não-conformes. O primeiro deles, o PL 160/2005, estabelece sanções a quem, no território estadual, adquirir, transportar, estocar, distribuir ou revender produto combustível impróprio para o consumo em razão de sua desconformidade com as especificações fixadas pelo órgão regulador competente, atualmente a ANP. Além de multa, o projeto prevê a apreensão e perda do produto e a interdição parcial ou total do estabelecimento. O argumento do Estado é que a adulteração “tende a aumentar a emissão de poluentes, é fonte provável de prejuízo à saúde e, além de induzir o consumidor a erro, pode causar danos ao motor e a outros componentes do veículo, gerando perda de potência e aumento do consumo”. Por isso, a punição ao infrator será aplicada pelo Procon, órgão ligado à Secretaria de Justiça e Defesa da Cidadania. O Governo será o responsável pela remoção e re-processamento do produto. Para isso, poderá fazer acordos ou contratar empresas públicas ou privadas. A apreensão do combustível ocorrerá com base nos testes de qualidade preliminares, realizados a partir da coleta de amostras do combustível. Ou seja, a qualquer 6 Julho 2007

indício de irregularidade, os fiscais poderão optar pelo confisco. Pelo texto aprovado, o tanque e a bomba também serão lacrados e interditados. O primeiro passo a partir da apreensão será o transporte do produto até um depósito, onde permanecerá até o final das análises. O produto apreendido pela fiscalização será devolvido ao posto caso a fraude não

seja comprovada. SOLVENTES Já o PL 161/2005 pune a comercialização de solvente como gasolina automotiva, estabelecendo penalidades específicas. A multa nesses casos corresponderá a 200% do valor do ICMS aplicado para comércio de solventes. Divulgação / Ipem

OPERAÇÃO ‘DE OLHO NA BOMBA’ COMPLETARÁ 3 ANOS EM DEZEMBRO

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A Operação De Olho na Bomba começou no dia 14 dezembro de 2004 com a fiscalização em postos de combustível, distribuidoras e transportadoras, multando os que fossem flagrados vendendo, armazenando ou transportando combustível adulterado. A partir da vigência da lei 11.929, os postos autuados passaram a ser lacrados. Os sócios, pessoas físicas ou jurídicas, ficam impedidos de exercerem o mesmo ramo de atividade pelo prazo de cinco anos, contados da data de cassação da inscrição estadual. Em breve, com o sancionamento da Lei do Perdimento, o produto irregular poderá ser re-processado e doado para instituições como as polícias Civil e Militar.

O processo de fiscalização, que consiste em aferir bombas, conferir os dados cadastrais dos estabelecimentos, coletar amostras do combustível comercializado, só se encerra após o encaminhamento do produto para análise do Instituto de Pesquisa Tecnológica (IPT). Em casos de irregularidades, o Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo (Ipem) pode efetuar a lacração imediata das bombas. Os proprietários ainda podem ser multados por sonegação fiscal - lembrando que a alíquota de ICMS da gasolina e álcool etílico anidro é de 25%, enquanto do óleo diesel e álcool etílico hidratado, 12%. Há estimativas de que possa haver sonegação no setor da ordem de R$ 200 milhões por ano no Estado.


ESTADO DE SP DÁ DESCONTO PARA DEVEDORES DE ICMS

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O Governo do Estado anunciou no último dia 4 uma espécie de anistia fiscal para devedores de ICMS. Os contribuintes vão poder pagar suas dívidas com descontos de até 75% na multa e de até 60% nos juros e ainda parcelar em até 15 anos. O benefício abrangerá débitos correspondentes a fatos geradores ocorridos até 31 de dezembro de 2006. De acordo com o decreto do Programa de Parcelamento Incentivado Estadual (PPI), o prazo final para a adesão será 30 de setembro. O débito do ICMS poderá ser pago em parcela única, com redução de 75% na multa e de 60% nos juros. O interessado poderá optar ainda pelo pagamento em até 15 anos (180 parcelas mensais), com redução de 50% na multa e de 40% nos juros incorridos até o momento do ingresso no programa. Para parcelar em mais de 10 anos

(120 meses), o valor mensal das prestações será fixado com base no faturamento do interessado, sendo a primeira parcela correspondente a, no mínimo, 1% da receita bruta mensal média do estabelecimento em 2006. Os juros para o parcelamento em até 12 vezes será de 1% ao mês calculados de acordo com a tabela Price. Para quem optar pelo parcelamento entre 13 meses e 180 meses será usada a taxa Selic. O ingresso no programa será por meio de sistema disponibilizado no site www.ppidoicms.sp.gov.br, acessado com a senha que todo contribuinte do ICMS já possui. Estarão excluídos do PPI do ICMS os contribuintes que atrasarem o pagamento de qualquer parcela por mais de 90 dias e os que deixarem de pagar o ICMS relativo a fatos geradores posteriores ao ingresso no programa.

ANP DIZ QUE 16,5% DAS ANÁLISES REPROVARAM OS LUBRIFICANTES

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Os primeiros resultados do Programa de Monitoramento da Qualidade dos Lubrificantes, desenvolvido pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) em vários estados, detectaram índice de 16,5% de não-conformidade. Desse total, 11% das amostras não tinham registro na ANP, 32% apresentaram problemas nos rótulos e 22,1% tinham problemas de qualidade. Os dados são do boletim de maio, com base na coleta de 103 amostras Principais problemas estão nos rótulos e na qualidade dos produtos testados de lubrificantes nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Goiás, Bahia e de, de cerca de 60%, e a partir dessa exTocantins, e no Distrito Federal. periência foram desenvolvidas ações que Segundo a Agência, a avaliação do item resultaram em significativa melhora dos “qualidade” foi realizada somente nas 86 resultados iniciais, embora os índices reamostras com registro válido, o corres- lativos a problemas de qualidade ainda pondente a 83,5% do total. As principais estejam muito acima dos níveis aceitáirregularidades foram aditivação incorre- veis”, explicou a ANP, em nota técnica. ta (52%) e ausência de aditivos (32%). Os resultados do Programa de “Inicialmente foi desenvolvido um pro- Monitoramento da Qualidade dos Lubrigrama piloto, quando ficou constatado um ficantes estão disponíveis na internet elevadíssimo índice de não-conformida- (www.anp.gov.br).

FECOMBUSTÍVEIS DISCUTE POLÍTICA PARA O ÁLCOOL COM MINISTÉRIO, SINDICOM E UNICA

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O Ministério de Minas e Energia (MME) estuda a possibilidade de zerar as alíquotas de imposto federal do álcool hidratado, o Pis e Cofins, que hoje correspondem a cerca de R$ 0,10 por litro de álcool. O governo federal também vai tentar unificar as alíquotas de ICMS do álcool, um pleito antigo do mercado. Atualmente, as diferenças de alíquota de ICMS entre Estados são um dos maiores incentivos à sonegação do imposto. No Estado de São Paulo, por exemplo, a alíquota de ICMS é de 12% e no Rio de Janeiro, de 24%. “Essa diferença de ICMS ocasiona o conhecido passeio de notas entre os Estados”, disse o presidente da Fecombustíveis (Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes) Paulo Miranda. Ele participou no último dia 27 de junho, juntamente com membros do Sindicom e da Unica (União da Agroindústria Canavieira de São Paulo), de reunião com o ministro interino do MME, Nelson Rubner. “Essa é uma medida importante para o setor, que atualmente trabalha com 50% do volume de álcool comercializado no Brasil sonegado”, disse Miranda. O MME criou um grupo de trabalho para analisar as questões tributárias que conterá membros do Ministério de Minas e Energia, do Ministério da Agricultura, do Sindicom, do Brasilcom e da Fecombustíveis. No encontro, também foi discutida a questão da oscilação de preços do álcool no mercado interno, que deve ser balizada através da negociação de contratos futuros na BM&F (Bolsa de Mercadorias & Futuro).Sobre a queda do preço do álcool na bomba, há uma curva de redução de preços que deve se manter por mais algumas semanas, segundo Paulo Miranda. Junho Julho 2007 2007

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RESPEITO AOS CABELOS BRANCOS Funcionários mais velhos não são barrados nos postos, como acontece em parte do mercado de trabalho. Para muitos revendedores, eles representam experiência, o que conta mais do que a idade

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“Ainda existe espaço para os mais experientes”. A afirmação é do proprietário do Posto Mar Azul, Amadeu Monteiro dos Santos, que não restringe funcionários pela idade, mas pela inexperiência. Em muitos casos, os postos de combustíveis vão na contramão do restante do mercado que vem priorizando mão-de-obra excessivamente jovem. A contratação de profissionais com mais velhos vem crescendo no setor, numa demonstração de que a experiência conta mais do que a idade. No Auto Posto Oceano Atlântico, em Santos, dois funcionários com mais de 40 anos, que se enquadram no perfil dos trabalhadores que mais sofrem para encontrar emprego em função da idade, compõem a equipe de frentistas. “Um deles já trabalha comigo há anos, porém o outro começou há apenas quatro meses”, conta o revendedor Napoleão Fernandes Morais. No Posto Mar Azul, o funcionário Ivo Alberto é uma prova disso. Aos 63 anos, ele trabalha ao lado dos mais jovens e muitas vezes faz a diferença pelo conhecimento acumulado em anos de labuta. Principalmente a partir de meados da década de 90, o mercado foi direcionado aos mais jovens por diversos fatores, mas que resultavam sobretudo na economia com o pagamento de salários mais baixos para esse público. A situação hoje é outra: empresas perceberam que a experiência conta muito no currículo. Segundo o revendedor Napoleão Morais, “existe uma grande carência de profissionais mais experientes no mercado. Por isso, somos obrigados a chamar funcionários menos experientes e mais jovens para trabalhar”. Responsabilidade, seriedade, honestidade e respeito, são atributos necessários para um bom profissional. “Essas qualidades costumam aparecer nos trabalhadores mais experien8 Julho 2007

tes”, completa Napoleão. Outra vantagem apontada por revendedores entrevistados por Postos & Serviços é que os mais velhos costumam permanecer mais tempo no emprego do que os jovens. “Eles estão tendo mais oportunidades porque o mercado percebeu a importância desses profissionais”, reflete Amadeu. Assim, o fator “idade”, que antes era positivo para os jovens, está mudando de direção. “Sempre levamos em conta a experiência do funcionário no momento de contratar”, continua.

DEPOIS DA APOSENTADORIA Djalma da Silva Dias trabalha há apenas quatro meses no Auto Posto Stop Car. Ele já foi funcionário de diversos outros postos, inclusive como gerente em dois deles. Com uma experiência de 35 anos na revenda de combustíveis, ele diz que não pretende parar de trabalhar tão cedo, apesar de já estar aposentado. “Além do valor da aposentadoria ser baixo, não conseguiria ficar em casa, sem trabalhar”.

Mesmo já aposentado, Djalma voltou a trabalhar como frentista: “oportunidade”

A EXPERIÊNCIA FALA MAIS ALTO Há 30 anos, Ivo Alberto Danin, H hoje com 65 anos, iniciou sua carreira no posto Mar Azul. Depois de 12 anos de trabalho, ele decidiu seguir outros rumos: trabalhou como serralheiro, segurança e até assessor de um ex-deputado estadual. Há três anos retornou à empresa sendo recontratado como “gerente técnico”. Sua função atual inclui desde o atendimento aos clientes até a reposição de mercadorias. Mesmo já estando na chamada melhor idade, ele demonstra que está em pleno vigor físico.


MERCADO AMEAÇADO Postos fechados na região chegam a 102. Santos tem 31 estabelecimentos desativados

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De 2000 até agora, pelo menos 51 postos de combustíveis foram fechados nas 23 cidades que compõem a base territorial do Resan. A redução do mercado regional chega a 15% no período. No total, entre novos postos que abriram e outros que encerraram as atividades nesse período, a região tem 102 postos fechados, sendo a maioria deles em Santos, onde 31 postos estão desativados, dos quais 11 foram fechados pela Operação ‘De Olho na Bomba’. O mais grave, no entanto, é o diagnóstico apurado a partir do encerramento das empresas: a adulteração foi responsável por 33 postos fechados em Santos (11), Praia Grande (8, sendo que dois funcionam com liminares), São Vicente (5), Guarujá (4), Itanhaém (3, um funcionando com liminar) e Cubatão (2). A concorrência desleal é outro fator agravante nessa trajetória. Um exemplo é o que vem ocorrendo com os postos de rodovia ou que têm no diesel a sua principal receita. Além do fortalecimento de novos modais no transporte de carga para o Porto de Santos, o que reduziu a quantidade de caminhões nas estradas, os pontos de abastecimento e tanques extragrandes nos caminhões fazem com que eles sejam abastecidos apenas nas transportadoras, de onde eles partem para uma viagem de mais de mil quilômetros e retornam sem colocar uma só gota de diesel em postos espalhados pelas estradas. Essa radiografia foi apresentada aos revendedores da região nas reuniões que o Resan promoveu no final do mês passado com os associados do Vale do Ribeira, Litoral Sul e de Santos e região. Segundo o presidente do sindicato, José Camargo Hernandes, os donos de postos devem observar melhor suas planilhas de custos. “Não podemos manter um posto para garantir banho e ponto de dormida para os caminho-

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5 As fotos mostram alguns dos postos fechados em Santos em avenidas como Afonso Pena (fotos 1 e 2), Pedro Lessa (fotos 3, 5 e 6) e na Rua Manoel Tourinho (foto 4)

neiros. Para os revendedores sobraram apenas as pequenas transportadoras”, disse, referindo-se à facilidade com que distribuidoras instalam pontos de abastecimento em empresas que muitas vezes nem poderiam ser consideradas grandes consumidoras. ÁLCOOL A grande incidência de álcool molhado ainda no mercado (mistura de anidro com água) também foi assunto

6 da pauta da reunião de revendedores. O produto com sonegação de imposto é facilmente identificado no mercado quando o preço de bomba na maioria das vezes está igual ou abaixo do custo repassado por muitas companhias. “Eu compro álcool de minha distribuidora algumas vezes mais caro do que vejo postos vendendo por aí”, confessou Hernandes, durante o encontro de revendedores realizado em Itanhaém, no dia 21 de junho. Julho

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‘CARAVANA RESAN’ ESCLARECE DÚVIDAS AMBIENTAIS Contrato com a Supply para remoção de resíduos sólidos beneficiará postos até na redução do Fator K, percentual cobrado na conta de água por despejo de poluentes na rede pública

As reuniões começaram pelo Vale do Ribeira

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O contrato firmado entre o Resan e a Supply Service, empresa que melhores condições ofereceu na consulta feita pelo sindicato para a destinação final de resíduos dos postos da região, trará vantagens adicionais aos revendedores. Uma análise por semestre da caixa separadora de água e óleo permitirá aos postos uma economia extra, com a redução do Fator K que incide sobre as contas de água. Com o processo junto à Sabesp, o associado poderá reduzir o valor de suas despesas mensais em pelo menos um terço. Além desta análise laboratorial, o contrato ainda prevê uma lavagem e limpeza do sistema de separação dos resíduos. O fator K é uma espécie de compensação do meio ambiente pelo lançamento de poluentes na rede coletora de esgotos da Sabesp. Na conta, o consumidor paga exatamente o mesmo valor gasto em água a título de esgoto. Ou seja, se o consumo de água foi de R$ 1.000,00 naquele mês o mesmo será cobrado pelo esgoto. Só que em cima disto, a empresa aplica o Fator K, que em alguns casos chega a 60%. Com isso, a conta que seria de R$ 2.000,00 pode subir para R$ 2.600,00. Flávio Ribas, do Linha Um, diz que o processo para redução do Fator K é simples, mas depende de uma análise laboratorial da água que sai da caixa separadora. Hoje, em função do sistema de reciclagem que ele possui no posto, ele não paga qualquer adicional por contaminação, já que a água servida lançada na rede é livre de óleo, gra-

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Em Itanhaém, a força da revenda do Litoral Sul

xa ou areia. Só que para isso ele precisa pagar pelas análises laboratoriais, o que a partir de agora será gratuita. No Auto Posto A.G. de Pinho, em Guarujá, Ricardo Eugênio de Araújo chegou pagar adicional de 53% referente ao Fator K. “Hoje eu tenho zero de Fator K e uma economia mensal de R$ 1 mil”, diz. A vantagem é grande mesmo para quem não tem o sistema de reciclagem de água. Um posto de Santos que recicla a água e que lava uma média de 100 carros por dia gasta apenas 60 metros cúbicos de água nova por mês. O restante vem da reciclagem. Somado ao Fator K zero, a sua conta mensal da Sabesp não passa dos R$ 500,00. RESÍDUOS A Supply será responsável pelo fornecimento de três tambores de 200 litros para filtros, estopas/panos e EPI’s contaminados e para areia e de um contêiner para a deposição das embalagens. O custo do pacote - que inclui duas análises laboratoriais e duas lavagens da caixa separadora por hidrojateamento por ano – é de R$ 290,00 faturado para o associado. Aqueles que excederem o limite dos 200 litros terão um custo adicional por quilo de resíduo fixado em R$ 1,20. Entretanto, Gilmar Lucas Mori, que esteve nas reuniões da Caravana Resan, explica que o modelo de serviço oferecido aos associados poderá ser estudado individualmente dependendo das necessidades e especificações de cada empresa. Um posto de estrada ou que

trabalhe mais com caminhoneiros certamente gerará mais resíduos do que um estabelecimento urbano. CADRI A principal vantagem do contrato coletivo é a possibilidade de todos os associados estarem enquadrados no mesmo Certificado de Aprovação para Destinação de Resíduos Industriais (CADRI). Individualmente, o revendedor pagaria R$ 986,00 ao ano, enquanto na proposta do Resan a despesa será rateada. No processo da Supply, os resíduos sólidos contaminados com derivados de petróleo,óleos e graxas serão recolhidos mensalmente nos postos e levados para a unidade de coprocessamento da empresa, localizada em Tapiraí, o interior de SP. COMPROVAÇÃO Após a coleta dos resíduos, a Supply fornecerá aos postos o Relatório de Balanço de Massa, com os respectivos documentos (notas fiscais) que comprovem a destinação final dos produtos, subprodutos e resíduos sólidos gerados no processo de tratamento e um certificado constando o volume total recebido durante o ano. Esses documentos são a prova perante a fiscalização da Cetesb de que a empresa está cumprindo a legislação. Mais informações podem ser obtidas na secretaria do sindicato pelo telefone (13) 3222-3535. Se for preciso, agende uma visita do assessor Luiz Alberto.


‘POSTO PRÓ’ LOTA SEDE DO RESAN

A capacitação técnica da revenda tem como objetivo evitar problemas na instalação de equipamentos

A

A reunião de associados na sede do Resan, que coincidiu com a realização do Posto Pró, evento promovido pelas empresas Metalsinter, Zeppini, Dresser Wayne e Sideraço, trouxe para o sindicato mais de 80 revendedores que, além da capacitação técnica em licenciamento ambiental e tecnologia dos equipamentos, ainda puderam discutir procedimentos a partir das novas resoluções da ANP, como a da amostra-testemunha. O recado dos representantes das empresa durante o evento é para que o dono do posto não se limite apenas à comprar os melhores equipamentos disponíveis no mercado como bombas, filtros, tanques e periféricos, mas que se preocupem com a instalação. Em breve, a Cetesb passará a exigir certificação dos instaladores. Sérgio Cintra Cordeiro, da Metalsinter; Alexandre Veiga, da Dresser Wayne; Sandro Albano, da Zeppini; e Volnei Peireira, da Sideraço, mostraram aos presentes fotos e problemas referentes à má instalação dos equipamentos, que vão desde o vazamento de combustíveis e contaminação do solo até a inutilização de elementos como caixas separadoras de água e óleo, que podem perder sua função definitivamente se, por exemplo, não forem limpas periodicamente e de forma adequada. Posto Pró surgiu de um grupo de discussão sobre abastecimento técni-

co destinado especificamente ao treinamento de pessoal das distribuidoras, equipes da manutenção e instaladores. “Há dois anos sentimos a necessidade de conversar com o revendedor para que ele tenha conhecimento técnico e possa cobrar qualidade do seu prestador de serviços”, disse Sérgio Cordeiro. Animados com o retorno da revenda, que compareceu em peso ao evento, os organizadores montaram uma miniexposição de peças no salão de festas do Resan, onde também aconteceu um churrasco de confraternização. Mais informações podem ser obtidas no site www.abastecimentotecnico.com.br.

EM ITANHAÉM, SAZONALIDADE DO TURISMO DIMINUIU O Auto Posto Pôr-do-Sol, em Itanhaém, é uma das empresas do litoral paulista que já constataram que o turista que sempre foi tido como sazonal e típico do verão tem um novo perfil, o que garante movimentação em estâncias balneárias por todo o ano. Mesmo agora, mês de férias de inverno, as vendas continuam melhores, sobretudo aos finais de semana. “O consumo de combustíveis vem aumentando. Um dos fatores é a facilidade que o turista encontra para chegar ao litoral sul. As estradas estão muito

O

boas. Além disso, as pessoas não vêm apenas para a praia, mas para pescar. O lazer e a tranqüilidade são os grandes atrativos”, diz Carlos Celso Carrico (foto), sócio-proprietário do Pôr-do-Sol. O incremento das vendas, no entanto, tem exigido investimentos na segurança do posto. Além de câmeras de vídeo, segurança privado, portas separatórias e cofres isolados, os revendedores não arriscam transportar o dinheiro para o banco. O serviço é feito por carros fortes. As medidas que resultam num gasto mensal de pouco mais de R$ 5 mil colaboraram

Mais de 80 associados participaram do evento promovido pela Dresser Wayne, Metalsinter, Sideraço e Zeppini. Depois das palestras, uma pequena feira de equipamentos apresentou novidades aos revendedores da base do Resan

Na foto, Hernandes, Elizeu, Denis, Celso e Ribeiro, durante reunião na Marina Satélite, em Itanhaém

para afastar assaltantes. O último assalto no posto ocorreu há dois anos. POINT O funcionamento 24 horas de uma loja de conveniência também atraiu um movimento extra ao posto, o que colabora com a segurança. “Nossa loja virou um point”, diz Carrico. Julho

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ASSOCIADOS PRESTIGIAM ‘CARAVANA’ RESAN Diretoria do Resan ao lado dos representantes das empresas promotoras do Posto Pró, evento que reuniu mais de 80 pessoas na sede do sindicato, em Santos Metalsinter, Dress Wayne, Sideraço e Zeppini expuseram equipamentos numa minifeira montada no salão

Hernandes, Girardo, Vilmar e Ricardo Lopez, também em Pariqueraaçu

Luiz Alberto e Josué, em Itanhaém

Hernandes, Girardo, Vilmar e Ricardo Lopez, também em Pariqueraaçu

Dona Carmem e Basílio Nádia, Gastão Luck, Márcia e Aurélio estiveram na reunião do Vale

O revendedor Hugo, com a filha, Sônia e Alberto prestigiaram o evento do Litoral Sul Vinícius Hernandes e João Molina

Antônio, do Vale do Itariri, e sua filha

À direita, os vereadores de Peruíbe Oliveira, Zeca da Firenze, Alex Matos e Nelson Gonçalves Pinho, que também é revendedor e associado ao Resan (do Auto Posto Sete Passos) foram recepcionados pela diretoria do sindicato 12

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Diretoria do Resan visita deputada estadual Haifa Madi

FEDERAÇÃO REÚNE ADVOGADOS DA REVENDA

O

O departamento jurídico trabalhista do Resan continua se capacitando para prestar toda informação ao associado. No início de junho, Rodrigo de Farias Julião participou da reunião dos advogados da revenda na Fecombustíveis, no Rio de Janeiro. Portanto, os revendedores que tiverem qualquer dúvida sobre os assuntos abaixo relacionados, podem agendar uma consulta no plantão que acontece todas as terças e quintasfeiras, na sede do Resan. Na Federação, foram discutidos vários temas de interesse da categoria, entre eles: - As novas resoluções da ANP; - Eventual responsabilidade concorrente da distribuidora nos casos em que ela é responsável pela manutenção dos equipamentos do posto em casos de vazamentos ou danos ambientais; - A ilegalidade das ações promovidas pelo Ministério Público limitando a margem de lucro em alguns Estados do Brasil;

- Projeto do Código Nacional de Combustíveis - Novas Convenções Coletivas de Trabalho e a Cláusula de Contribuição Assistencial; - Procedimentos prévios para formação do processo da contribuição sindical patronal; - TCFA – Taxa de controle e fiscalização ambiental do Ibama. - Responsabilidade do revendedor em caso de acidente do trabalho ou doença adquirida na relação de emprego; - Responsabilidades e conseqüências da venda de combustível adulterado; - Irregularidades nos lacres do medidores de energia do posto de gasolina; - Possibilidade de quebra da exclusividade em contrato de fornecimento de produtos; Associados interessados em consulta jurídico trabalhista devem agendar horário pelo telefone (13) 3222-3535. Os plantões acontecem às terças e quintas-feiras

O presidente do Resan José Camargo O Hernandes e o diretor Ricardo Eugê-

nio, foram recebidos no último dia 18 de junho para uma reunião com o prefeito de Guarujá Farid Madi e com a deputada estadual Haifa Madi. O objetivo dos revendedores é o de estreitar relacionamento com a parlamentar. “Nós apresentamos o Resan e falamos bastante sobre as leis paulistas que se referem ao mercado de combustíveis, entre elas os projetos de lei que acabaram de ser votados”. Esso implanta novo conceito de loja de conveniência

A Esso começou a implantar nas lojas de A conveniência Stop&Shop e Hungry Tiger um projeto pioneiro no Brasil no que se refere à variedade de serviços oferecidos a clientes de suas lojas de conveniência. Disponível inicialmente em três lojas franqueadas, o “E-Zone” – como o projeto foi batizado – coloca à disposição do consumidor um centro de entretenimento confortável, com livros, CDs, revistas e acesso à Internet.

O Controle de Qualidade de Combustível do seu posto está correto? Preencha esse teste básico do Instituto Posto Ecológico e veja quais são as suas falhas no dia-a-dia. O atendimento pleno à legislação é a melhor maneira de evitar autuações.

1

Seu posto tem todos os combustíveis analisados e aprovados conforme especificações da ANP? A - Sim B - Não

2

Seu posto preenche os registros das análises de qualidade no ato do recebimento dos combustíveis, mantendo nas dependências aqueles referentes aos últimos seis meses? A - Não B - Sim

3

Seu posto mantém nas dependências os boletins de conformidade emitidos pelo distribuidor do qual adquiriu o combustível, referentes aos últimos seis meses? A - Sim B - Não

4

Seu posto coleta amostras testemunha, dos combustíveis recebidos, mantendo nas dependências aquelas referentes aos dois últimos carregamentos de cada produto? A - Sim B - Não

5

Seu posto mantém nas dependências as cópias das notas fiscais dos combustíveis recebidos, referentes aos últimos seis meses? A - Não B - Sim

6

Seu posto mantém filtro de diesel devidamente limpo (reservatório e elementos filtrantes), alinhado e em funcionamento? A - Não B - Sim

7

Seu posto mantém as bocas de recebimento dos combustíveis devidamente sinalizadas e vedadas? A - Não B - Sim

8

Seu posto mantém o termodensímetro da bomba de álcool limpo e alinhado? A-Sim B-Não

9

Seu posto dispõe de um funcionário habilitado a realizar os testes de qualidade quando for solicitado por um cliente no ato do abastecimento (conforme exigência da Portaria ANP 248)? A-Sim B-Não Gabarito: 1-A; 2-B; 3-A; 4-A; 5-B; 6-B; 7-B; 8-A; 9-A. Julho

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ANP CORRIGE FALHAS NA PESQUISA DE PREÇOS DE COMBUSTÍVEIS DENUNCIADAS PELO RESAN

D

Depois das denúncias feitas pelo Resan, em março deste ano, com a publicação da reportagem especial em que Postos & Serviços confirmou erros na apuração da pesquisa de preços da ANP, funcionários da Agência passaram a telefonar aos postos da base do sindicato para confirmar informações prestadas pela empresa Polis Pesquisa Ltda, desde agosto de 2005. P&S não constatou novas irregularidades no levantamento de preços. Alguns dos revendedores entrevistados também confirmaram que a qualidade do serviço mudou depois da reportagem. Hoje,segundo o apurado com os associados, os agentes responsáveis pela pesquisa de campo visitam os postos pelo menos uma vez a cada 15 dias, sempre com crachá de identificação. Além de anotar os preços, eles solicitam as notas fiscais que, depois, são checadas pelos agentes da ANP de forma aleatória.

14 Julho 2007

Segundo a assessoria de imprensa da Agência, depois da denúncia feita por P&S, “foi solicitado que a empresa contratada realizasse uma reavaliação nos serviços prestados na área de influência do Resan e enviasse cópias dos formulários de pesquisa, no qual deve constar obrigatoriamente, assinatura de atendente ou carimbo do posto revendedor”. Paralelamente, A ANP informou que realizou uma auditoria nos dados da pesquisa, inclusive com verificação telefônica feita diretamente com os postos revendedores. “Este é um procedimento usual, aplicado nos casos de indícios de alguma distorção ou irregularidade”, concluiu a nota oficial enviada à revista. DENÚNCIA Na reportagem especial, o Resan constatou que muitos postos já desativados ainda constavam na lista de

preços, inclusive com citação de visita recente dos pesquisadores ao estabelecimento. Além disso, muitos revendedores acusavam a empresa de publicar valores diferentes dos praticados e de citarem que os postos não disponibilizaram notas fiscais quando, na maioria dos casos, eles não haviam sequer recebido a visita do funcionário. Outro indício de irregularidade encontrado foi o fato de uma empresa de Campinas ter sido identificada como responsável pelo serviço, segundo informações de pesquisadores contratados, quando a ANP havia assinado contrato com a Polis para a execução dos serviços. “Continuamos alerta e a qualquer sinal de desvio, voltaremos a comunicar a ANP”, disse José Camargo Hernandes. Portanto, o revendedor que verificar problemas ou erros deve se comunicar com o Resan pelo e-mail imprensa@resan.com.br.


AS DROGAS SÃO UM RISCO NA EMPRESA Alcoolismo e drogadição são problemas sérios, que aumentam o número de faltas ao trabalho, fazem crescer o número de vezes que o funcionário utiliza o plano de saúde, o que aumenta os custos com assistência médica, e são a causa de acidentes envolvendo o próprio empregado ou ferimentos a terceiros. No entanto, como se trata de uma questão de saúde, o empregador não pode solicitar exames ou demitir por justa causa. no país em 2002. A legislação trabalhista considera acidente de trabalho inclusive os percursos de ida e volta, logo, com isso, acidentes de trânsito se tornam acidentes de trabalho. Campana lamenta que a prevenção, em geral, ainda tem um baixo impacto, tanto na família quando nas empresas. “O diagnóstico precoce é sempre mais fácil de conduzir à cura”.

O

O consumo de álcool afeta o comportamento dos empregados: atestados, acidentes de trabalho, quedas na produção, conflitos familiares, agressões, dificuldades financeiras, problemas de saúde, aposentadoria por invalidez e outros. De acordo com estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS), a ingestão excessiva de álcool é a terceira causa de mortes no mundo, atrás apenas do câncer e das doenças cardíacas. É expressivo número de usuários no País, sendo que o Brasil detém o primeiro lugar do mundo no consumo de destilados cachaça. Dentre elas, o álcool representa 65,2% dos casos. Ele interfere na concentração no trabalho e os alcoolistas estão na faixa de maior produtividade do individuo, entre 25 e 45 anos. Acidentes, diminuição da produtividade, problemas de relacionamento e de segurança. Esses são alguns dos efeitos que a dependência química provoca no ambiente de trabalho. Estudos da Organização Internacional do Trabalho (OIT) mostram que: usuários de drogas e álcool faltam ao trabalho de duas a três vezes mais; funcionários com dependência química utilizam assistência médica ou seguro-saúde três vezes mais; 20% a 25% dos acidentes envolvem pessoas intoxicadas, que se machucam sozinhas ou ferem outras; a oferta de drogas e álcool durante o expediente contabiliza de 15% a 30% de todos os acidentes de trabalho. O álcool também é responsável pela maioria dos acidentes de trânsito, porque altera a percepção do espaço, do tempo e a capacidade de enxergar. As conseqüências do abuso de bebida no trabalho têm motivado muitas empresas a implantar programas preventivos

EMPREGADOR NÃO PODE EXIGIR EXAMES DOS FUNCIONÁRIOS

para diagnosticar precocemente e encaminhar os trabalhadores com problema para tratamento. LEGALIZAR NÃO É A SOLUÇÃO Mesmo sendo uma droga permitida, não existe dose segura de álcool. Quase a totalidade das internações por álcool (96%) ocorre antes dos 30 anos, faixa em que o adulto ainda é jovem e produtivo. O álcool está presente em 50% das mortes com jovens ocorridas não só em acidentes, mas em homicídios e outras violências. CUSTOS ALTOS O abuso é caracterizado quando o ato de beber é acompanhado de fracasso nas responsabilidades do trabalho, estudos ou casa, em situações perigosas como condução de veículos ou operação de máquinas. Acidentes de trabalho engrossam a lista de prejuízos causados pelo alcoolismo nas empresas. Segundo relatório da OIT, foi a causa de 339 mil acidentes de trabalho

“A lei brasileira, entretanto, não tem previsão quanto à aplicação de exames deste tipo”, esclarece o advogado André Saraiva Adams, do escritório Flávio Obino Advogados. Segundo ele, apenas os exames médicos admissionais, periódicos e demissionais estão sustentados pela legislação. “No caso de um resultado toxicológico negativo, o empregador está sujeito ainda a ser processado por dano moral”, exemplifica ele. Da mesma forma, embriaguez eventual não é motivo de demissão por justa causa, somente habitual. “Apenas as falhas decorrentes de alteração do estado normal são passíveis de justa causa, e não fato em si”, relaciona o advogado. A lei não faz menção ao uso de drogas. Adams informa ainda que tramita no Congresso um projeto de lei que pretende revogar o artigo que qualifica embriaguez habitual, sob a justificativa de que alcoolismo é uma doença, e que, portanto, o indivíduo precisa ser tratado, e não demitido. (Fonte: Revista Posto Avançado (RS), matéria publicada na edição de abril/07 – Texto de Betânia Oliveira, da Influence) Julho

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CONVENIÊNCIA É NOTÍCIA Por Cláudio Correra, diretor da MPP Marketing e professor da PUC/SP (correra@mppmarketing.com.br)

LUCRO E PRAZER, UMA DUPLA E TANTO Investir em novos negócios ou atualizar o existente... Eis a questão!!

T

Tenho recebido muitas consultas de revendedores querendo saber onde investir em seus negócios, o que de certa forma representa um avanço, porque pelo menos estão acreditando em oportunidades de ampliar receitas e ganhos. Mas, como sempr,e sinto que poucos têm o espírito inovador e empreendedor que os dias atuais impõem com riscos maiores e trabalho duro para se ter resultados de médio a longo prazo. Para quem pretende expandir seus negócios é preciso estar consciente que além do capital é necessário investigar o mercado, as tendências do consumidor, a disponibilidade de tempo para dedicar-se plenamente a atividade até que esteja madura e produzindo frutos, ou seja, entre dois ou três anos de bastante trabalho. Para tudo isso dar certo não basta olhar a concorrência e “tentar” fazer melhor. Boas partes das intenções de investimentos estão relacionadas com o segmento de lojas de conveniência talvez pelas oportunidades, ou pela

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necessidade de tornar o ponto de venda mais atrativo e moderno, mas poucos têm uma visão clara do que querem para os seus negócios. A intenção é montar alguma atividade para esposa e filhos e a pergunta é: eles querem operar? Tem perfil para comércio? Estão dispostos a abrir mão de vantagens atuais para enfrentar novos desafios? Há outras perguntas que a maioria não consegue responder satisfatoriamente, o que denota pouca segurança. A resposta é simples: faça primeiro a lição de casa, definindo o que pretende e volte para conversarmos. Poucos dão retorno. O negócio de postos de serviços vale pela localização e o ponto de venda que para ser valorizado é preciso ter diferenciais de imagem, acessibilidade, funcionalidade e espaço para absorver novos serviços, considerando vagas de estacionamento. A inovação passa primeiro pela atualização do que existe, como por exemplo a troca de óleo estruturada, limpa e que utiliza equipamentos de

primeira linha, incluindo um sistema de automação que mostra ao cliente informações técnicas mínimas, como tipo de lubrificante, filtros, etc. A inovação deve chegar também na pista, melhorando o atendimento, oferecendo produtos e serviços gratuitos para ter argumento de venda. Comece pela capacitação e motivação da equipe para que aumente as vendas, aproveitando em média os 120 mil momentos de abastecimentos que acontecem todo ano na pista dos postos no país. Considere que boa parte dos automóveis tem um ou mais acompanhantes.Projete as oportunidades de venda diária perdidas por não oferecer produtos e serviços para todo esse fluxo de pessoas que diariamente estão no estabelecimento. Ser empreendedor é correr riscos. Ser prudente faz parte do mundo empresarial. Tudo tem seu custo; planeje e procure conhecer mais sobre o segmento, mas acima de tudo coloque suas energias em algo que além de lucro lhe traga algum tipo de prazer.


INDICADORES Confira os índices máximos e mínimos e as variações de preços e custos de combustíveis, segundo dados oficiais da Agência Nacional de Petróleo (ANP). Os índices citados são referentes à média nacional, do Estado de São Paulo e de cinco cidades da Baixada Santista (Santos, São Vicente, Praia Grande, Itanhaém, Cubatão e Guarujá) e devem ser utilizados apenas como fonte de informação para o gerenciamento dos postos revendedores.

RANKING DE CUSTOS E PREÇOS MAIO X JUNHO MAIO (1) Semana 20 A 26

PREÇO AO CONSUMIDOR

PREÇO DA DISTRIBUIDORA

JUNHO (2) Semana 24 A 30

PREÇO AO CONSUMIDOR

METODOLOGIA:

PREÇO DA DISTRIBUIDORA

VARIAÇÕES (2-1)

Média Consumidor

Média Distribuidora

O Levantamento de Preços e de Margens de Comercialização de Combustíveis abrange Gasolina Comum, Álcool Etílico Hidratado Combustível e Óleo Diesel Comum, pesquisados em 411 municípios em todo o Brasil, inclusive Estado de São Paulo e as cidades de Santos, São Vicente, Praia Grande, Itanhaém, Cubatão e Guarujá. O serviço é realizado pela empresa Polis Pesquisa LTDA., de acordo com procedimentos estabelecidos pela Portaria ANP Nº 202, de 15/08/00. O trabalho paralelo desenvolvido pelo Resan consiste em compilar os dados e calcular as médias de preços e custos praticados pela revenda e pelas distribuidoras, sempre com base nos dados fornecidos pelo site da ANP. Mais informações pelo www.anp.gov.br ou pelo 0800-900267.

CONFIRA OS VALORES DE FORMAÇÃO DOS PREÇOS DA GASOLINA E DIESEL

Fonte: Fecombustíveis (*) Valores médios estimados

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Variedades

ANIVERSARIANTES 2ª QUINZENA DE JULHO Marli Monteiro Diogo 16

Sigueco Hashimoto Auto Posto Ouro Verde - Sete Barras

18

22 23 25

Auto Posto Di Mônaco - Praia Grande 3

Helena Louzada Manini

Auto Posto Praia Azul - Mongaguá

Posto Village - São Vicente

Clean Car Super Lavagem Autom e

Auto Posto Shalom - Santos

Comércio - Santos

Maria de Jesus da Silva Mendes Diogo

Fórmula Indy Com e Serv Autom -

Auto Posto Di Mônaco - Praia Grande

Santos

José Luiz Villamarim Gomez

Auto Posto Via de Rossano - Santos

Auto Posto Espumas -Santos

Auto Serviços Indaiá - Santos

Suely Therezinha Perrota Pacheco

Miguel Freitas de Pinho

Comercial Alvorada Center - Santos

Auto Posto Leãovip - Santos

Edna Aparecida Benissi Fernandes

5

Fase Quattro Comércio de Combustíveis Juquiá 26

6

Edson Elias Rotondaro

7

Viviane Viola da Silva

9

Álvaro Trindade Prata Júnior

11

Luiz Fabiano Borges

Auto Posto San Remo - Santos

Sueli Rodriguez Lopez Auto Posto Cajatão - Cajati

Auto Posto Monumento - São Vicente

Auto Posto Pariquera-açu Auto Posto Jabuca - Santos

Atlântica Combustíveis - Santos 12

José Roney Mendonça Rabelo Auto Posto Canal Ok - Santos

31

Super Posto 500 Milhas - Santos

Aladia Maria Pereira Pina Centro Autom. Gov. Mário Covas - Santos

29

Posto Gaivota - Santos

Ilse Rita Pasini Ongarato Auto Posto de Serviços Jacupiranga

13

Maria Goretti Domingues Lopez Auto Posto Santour - Santos

Luiz Francisco Albertin Auto Posto Real de Cajati - Cajati

Marcos Antônio Batista Posto de Serviços Braz Cubas - Santos

28

Amilcar Antônio do Rio

Almir Pedrosa Cavalcanti Auto Posto Novos Tempos - P.Grande

15

Laurinda da Conceição dos Anjos Pereira Sorocotuba Auto Posto - Guarujá

1ª QUINZENA QUINZENA DE DE AGOSTO AGOSTO 1ª

Dados fornecidos pela secretaria do Resan: Marize Albino Ramos

2

Maria Cristina Gonçalves Auto Posto Ferry Boat - Santos

Central de Dados e Documentação Maria do Socorro G. Costa Telemarketing

SAÚDE OCUPACIONAL

AV. ANA COSTA, 136 - VILA MATHIAS - SANTOS TELEFAX (013): 3233-2877 www.labormed-sso.com.br - e-mail: labormed@labormed-sso.com.br

ESTACIONAMENTO PARA CLIENTES NO LOCAL 18 Julho 2007

07 Encontro de Revendedores Resan 2007 08 Amostra-testemunha: novas regras em vigor; - Encontro de Revendedores do Litoral Sul.

JUNHO 04 Reunião com revende-dores de GNV, em Santos; 05 Reunião da Diretoria Executiva da Fecombustíveis, no Rio de Janeiro; 13 Reunião do GT da NBR 13787, em São Paulo, representado pelo assessor Avelino Morgado; 14 Encontro com Revendedores do Vale do Ribeira, em Pariquera-açu; 18 Encontro com a deputada estadual Haifa Madi e o prefeito do município do Guarujá Farid Sadi Madi, no Guarujá, acompanhado pelo diretor Ricardo Araújo; 19 Participação no Programa Ponto de Vista da VTV, em Santos; 20 Entrevista para a VTV, em Santos; 21 Encontro com Revendedores do Litoral Sul, em Itanhaém; 22 Entrevista para o jornal A Tribuna; 25 Reunião do GT da NBR 13787, em São Paulo, representado pelo assessor Avelino Morgado; 27 Reunião Ordinária do Conselho Regional do Senac, em São Paulo; - Audiência Pública na Câmara Municipal de Santos para tratar da proposta do rodízio ambiental para carros no município de Santos, representado pelos diretores Ricardo Lopez e Flávio Ribas; 28 Assembléia Geral Ordinária do Resan, em Santos; - Encontro com Revendedores da Baixada Santista, em Santos; 29 Solenidade de Posse da Diretoria da Associação Beneficente dos Despachantes Aduaneiros de Santos.

PARA ANUNCIAR, LIGUE (11) 5641-4934 OU (11) 9904-7083


FÓRMULA TRUCK, UMA PAIXÃO DA REVENDA

A Fórmula Truck é atualmente a categoria Elvira e Arthur, Rodolfo e Flávia e José mais popular do automobilismo nacional e Vera Hernandes

Interlagos é a principal pista do Brasil e a que mais exige do motor e freios. O público médio a cada prova em São Paulo é de 50 mil pessoas

Assim como o brasileiro é A apaixonado por carros, os revendedores têm uma queda toda especial pela Fórmula Truck, maior categoria do continente na atualidade. Aqui, o esporte deu seus primeiros passos em 1987, quando o caminhoneiro santista Aurélio Batista Félix realizou, em Cascavel, a primeira corrida de pesados da história do automobilismo brasileiro. A corrida de estréia reuniu 35 pilotos inscritos para uma prova de exibição, batizada oficialmente de “I Copa Brasil de Caminhões”. Apesar de um acidente fatal que abalou a organização do evento, Aurélio seguiu em frente, construiu um caminhão de corrida e fez algumas apresentações para convidados em Interlagos, anos depois. Poucos imaginaram que ali estava nascendo o campeonato que movimentaria multidões por todo o país a partir de 1995, ano oficial da criação da categoria. Os caminhões de corrida são desenvolvidos a partir

VALE DO RIBEIRA É RESERVA DA BIOSFERA DO PATRIMÔNIO MUNDIAL DA UNESCO A partir deste mês, Postos & Serviços publicará uma dica de turismo na região que compreende a base territorial do Resan, desde Bertioga até Barra do Turvo. A proposta é que os próprios associados participem deste projeto, enviando para o e-mail imprensa@resan.com.br algumas sugestões e fotos de lugares turísticos e mesmo paradisíacos em sua cidade.

Ricardo Hashimoto, da Fecombustíveis; Rodolfo Ribeiro, do Petropen; o santista Rubens Silvino, presidente da Liquigás, e Arthur Schor, do Auto Posto Vila Nova

de um modelo normal que sai da linha de produção das montadoras. Mas as transformações para deixá-los em condições de competitividade consistem em triplicar a potência dos motores. Os preparadores mexem no curso do virabrequim, aliviam o peso das bielas, dos pinos e do pistão. No final, há uma redução de peso de quase dois quilos por cilindro. O comando de válvulas é substituído por um mais apropriado, além de outras modificações no próprio motor e também no sistema de embreagem, que perde muitos quilos. EM SÃO PAULO No último dia 20 de maio, em Interlagos, mais uma etapa da Fórmula Truck reuniu grande público, amante de velocidade e das manobras arriscadas realizadas pelos pilotos. Mais informações sobre o esporte podem ser obtidas no site www.formulatruck.com.

Eldorado tem a mais bela carverna do planeta

Conhecida como uma das mais belas cavernas do Planeta, a Gruta da Tapagem – ou Caverna do Diabo – é o orgulho de Eldorado e a mais famosa das 454 cavernas cadastradas pelo Governo do Estado, todas no Vale do Ribeira, divididas entre o Parque Estadual de Jacupiranga (PEJ) e o Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (Petar), considerados o paraíso dos ecoturistas. A caverna fica a 45 quilômetros do centro de Eldorado. Mais de 8 mil metros da gruta são conhecidos, mas apenas 700 metros são abertos ao público. No trajeto, que inclui muitas formações minerais – estalactites, a iluminação é artificial e o trecho de visitação possui escadas, passarelas e pontes que facilitam bastante o acesso. Para chegar é só seguir pela Rodovia Régis Bittencourt (BR-116) até Jacupiranga, de onde acessa-se a SP-193 por mais 26 quilômetros até Eldorado. Mais informações podem ser obtidas no Núcleo Caverna do Diabo pelo telefone (13) 6871-1241. Julho

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