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REPÓRTER DIÁRIO

Sexta-feira, 29 de junho de 2012

Closet integrado organiza com classe Ventilação, iluminação e circulação devem ser observadas no projeto

Rua Álvares de Azevedo, 210 Centro – Santo André Tels.: 4427-7800 / 4436-3965 www.reporterdiario.com.br Jornalistas responsáveis: Airton Resende e Maria do Socorro Diogo Textos: Aline Bosio, Nathália Blanco e Marcelo Melo Diagramação: Flória Napoli - Projeto gráfico: Rubens Justo Fotos: Forlan Magalhães, Nathália Blanco, divulgação e www.houzz.com Comercial: Claudia Plaza e Claudia Polimeni Suporte operacional: Pedro Diogo Administrativo: Rita de Cássia B. da Silva

Tiragem auditada por:

U

m closet nada mais é do que um quarto anexado ao dormitório, com a finalidade de organizar os pertences dos moradores. É o sonho de toda mulher. Segundo o arquiteto Artur Gimenes, o público alvo dos closets é bem específico. “Geralmente o espaço está relacionado à mulher e clientes de alto padrão”, diz. Isso quando o ambiente é previsto no projeto e a montagem tem auxílio profissional. O closet pode estar integrado ao dormitório ou no cômodo de transição, entre o dormitório e banheiro, e o planejamento do espaço depende do volume de coisas para guardar. Mas na maioria das vezes não abrange mais do que o casal como usuário. Há três tipos de closets. O mais comum, funcional e sofisticado, na opinião do arquiteto, é o integrado. A integração com o dormitório é com portas divisórias ou de passagem que, fechadas, geram isolamento total do cômodo. O closet fechado é um cômodo como outro qualquer que pode abrigar todos os tipos de móveis. Já o aberto tem capacidade menor e é totalmente integrado ao quarto, com móveis de perfil metálico e peças suspensas (tipo cabides) de maneira modular. “É um modelo mais europeu que chega agora no Brasil, por isso ainda é raro. É mais utilizado por solteiros, com espaço reduzido”, explica Gimenes. Embora o público alvo do open closet seja específico, a Dimare, em Santo André,

aposta na versão menor e totalmente integrada ao ambiente (foto). Móveis - Quando o quesito é mobiliário, a projetista final da New Móveis Planejados e design de interiores, Aline Canola, com unidades no ABC, explica que módulos editáveis permitem qualquer tamanho de closet, desde profundidade para acomodar bem casacos e ternos até altura para quartos com pés direitos maiores. Sapateiras, gavetas, cabideiros extensíveis e com leds e portas de vidro ou com espelho são os elementos mais utilizados em termos de closet na New, segundo Aline. “Materiais antirrisco e antiumidade também estão entre as

exigências dos clientes”, conta a projetista Aline Canola. Para Gimenes, a novidade em termos de mobiliário é a Ilha de Closet, espécie de aparador no centro do closet. “É tipo uma penteadeira centralizada, que pode comportar divisória para joias e itens de maquiagem”, explica o arquiteto.

Improvisação pode resultar em depósito

Por ser o sonho de grande parte das mulheres, não é rara a tentação de transformar aquele pequeno quarto num um closet. Gimenes explica que a improvisação é comum quando o morador não previu o closet no projeto e tem um volume grande de pertences para guardar. “O closet é consequência de um padrão de casa maior, mas pode dar certo”, comenta. O arquiteto explica que, para improvisar, é preciso observar a ventilação, iluminação e circulação de pessoas no espaço. Outra dica é determinar o volume de coisas a ser armazenado e o tipo de objeto, que pode exigir móveis específicos. “O closet serve para organizar, se não for planejado pode virar depósito”, afirma. CONTATOS Artur Gimenes afl_gimenes@yahoo.com.br Aline Canola www.newmoveis.com.br

Suplemento decoração junho 2012  

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