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JULHO E AGOSTO DE 2008

ANO 9 - Nº 50 REVISTA TURÍSTICA DA RENOVIAS

Carta ao leitor

E

50 edições

Em 2000, lançávamos o Renoguia. A intenção era fomentar o turismo. A revista se tornou popular entre os leitores e prefeituras por um motivo simples. Eles querem saber o que está acontecendo na região para planejar suas viagens. Elas desejam divulgar sua programação e atrair turistas, o que propicia desenvolvimento. Com periodicidade bimestral (seis revistas no ano), estamos chegando à 50ª edição. Por ser um número importante, decidimos fazer algo diferente e surgiu a idéia de falar sobre Holambra, uma das poucas cidades do País com características típicas de colônia e que celebra este ano 60 anos de imigração. Lá, arquitetura, eventos, cultura, costumes e gastronomia trazem referências da Holanda. Lá, os imigrantes ainda conversam em holandês entre si. E lá é realizada a maior feira de flores e plantas da América Latina. Por essas características, entendemos que podíamos realizar não uma edição que agrada moradores de Holambra, mas que agrada todos aqueles que apreciam verdadeiramente o turismo em sua essência: não apenas viajar para tirar fotografias, mas para entender a cultura do povo, suas tradições e sua trajetória. Boa viagem! A editora

Índice 04 a 19

> ESPECIAL Holambra: história, cultura, gastronomia, produção de flores, eventos e arquitetura > PROGRAMAÇÃO DE EVENTOS DA REGIÃO

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> O QUE ELES PENSAM DO RENOGUIA Renoguia é uma publicação bimestral da Renovias Concessionária S.A. produzida pelo Departamento de Comunicação. Jornalista responsável e Editora: Glauce Fleury (Mtb 27258). Redação: Alexandre Moretto e Glauce Fleury. Marketing: Carolina Valtierra Yuraszeck. Foto de capa: Marcos Peron. Projeto Gráfico e Editoração Eletrônica: Neo Arte. Produção e Finalização: Companhia de Comunicação. Tiragem: 100 mil exemplares - Distribuição Gratuita - Impressão: São Francisco Gráfica e Editora. A reprodução de matérias e fotos do Renoguia só é permitida mediante prévia autorização por escrito. Foto de capa: Portal Turístico de Holambra.

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MARCOS PERON

60 anos de cultura entrelaรงada 04

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História

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As características são de um povo batalhador, que preserva tradições e se orgulha de sua trajetória. Entrelaçada com a cultura brasileira, a história dos imigrantes holandeses criou um perfil de cidade, originária de uma antiga colônia onde a população é basicamente de estrangeiros e descendentes. Essa é Holambra. Com cerca de dez mil habitantes, recebe mais de 300 mil turistas para visitar a Expoflora, considerada a maior feira de flores e plantas da América Latina. O evento é importante para a economia, mas a cidade tem turismo o ano todo (veja nas próximas páginas). Na relação com brasileiros, sempre houve troca. Holandeses trouxeram tecnologia e ganharam sorrisos. Doaram conhecimento e receberam amizade. Foi assim desde 1948, quando chegaram os primeiros imigrantes à área da então Fazenda Ribeirão que, depois, foi denominada Holambra (Hol= Holanda, Am = América e Bra = Brasil). “Tínhamos pouca perspectiva de desenvolvimento, pois vivíamos as conseqüências da 2ª Guerra (1939-1945)”, lembra Johannes Eltink. Embora tenha vindo para o Brasil em 1953, quando tinha só 11 anos, conhece bem a história de seu povo. Ele coordena o Museu Histórico e Cultural da cidade, cujo acervo reúne cerca de duas mil fotos, máquinas e objetos trazidos pelos imigrantes. Na parte externa, há réplicas de casas dos colonos. Após a guerra, o Brasil foi uma das nações que mais receberam holandeses, apesar de ser distante, ter baixo nível de desenvolvimento e ser pouco conhecido. Os benefícios falaram mais alto. “O povo é receptivo a estrangeiros, o governo permitia a formação de colônias e havia terras à venda”, explica Eltink.

Acervo do museu reúne fotos, máquinas e objetos dos imigrantes FOTOS: MARCOS PERON

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História

SUPERANDO BARREIRAS

A vinda dos imigrantes foi acertada por comitiva que veio tratar do assunto com o Governo do Estado. Segundo Eltink, uma área de cinco mil hectares foi negociada com um frigorífico e paga em prestações. Cada associado comprou um lote. “Plantávamos ou criávamos o que quiséssemos, mas dávamos comissão a nossa cooperativa”, explica. Até 1952, cerca de 800 pessoas já haviam chegado à Fazenda Ribeirão. Trouxeram, entre outras coisas, gado leiteiro, batatas e implementos agrícolas. “O começo foi difícil”, conta. “Apanhamos para contornar as dificuldades impostas pelo clima.” Outra barreira era o idioma. No início, holandeses só falavam sua língua nativa e usavam mímica no trato com os brasileiros. “A música nos integrava, pois tocávamos acordeom juntos aos domingos”, recorda-se. Curiosamente, brasileiros que também trabalhavam no campo, muitos inclusive nãoalfabetizados, começaram a aprender palavras no idioma estrangeiro. Por sua vez, holandeses se esforçavam para aprender português. A grande maioria dos imigrantes de Holambra já estão adaptados ao português. Mas COMFORT SUITES CAMPINAS RODOVIA SP-340 KM 115,5 - ALPHAVILLE FONE (19) 3756-9000 HOTEL/ RESTAURANTE WWW.ATLANTICA-HOTELS.COM HOTEL FAZENDA DUAS MARIAS RODOVIA SP-340 KM 133,5 - JAGUARIÚNA FONE (19) 3802-1611 WWW.HOTEL2MARIAS.COM.BR HOTEL COESA PISCINA, APTOS C/ FRIGOBAR, TV, AR E TEL. ROD. SP-340, KM 238 - (19) 3671-2355 CASA BRANCA

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FOTOS: MARCOS PERON

Paredes do museu são enfeitadas por elementos típicos

é comum falarem holandês entre si. Os jovens, nem sempre. “Em geral, JOHANNES como nasceram no ELTINK Brasil e têm amigos brasileiros, dificilmente querem aprender”, comenta Annemarie van der Knaap, há cerca de cinco anos no Brasil. Mas Hendrik Gunnewiek, um dos primeiros imigrantes a pôr os pés na antiga Fazenda Ribeirão, orgulha-se ao contar que as três netas são fluentes no idioma. “Como as primas vivem na Holanda e estão sempre se falando, elas não querem perder contato”, explica. E Eltink acrescenta: “superamos também essa barreira”. SERVIÇO: informações para turistas podem ser obtidas pelo (19) 3902-4013. A visita ao museu é monitorada e pode ser feita aos sábados e domingos, das 10h30 às 16h30 (para excursões, é preciso agendamento). Ingressos: R$ 3,00 (individual), R$ 2,00 (grupos) e gratuito para escolas. End.: Alameda Maurício de Nassau, 894, centro. Tel.: (19) 3802-2053. Site: www.holambra.sp.gov.br.


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Cultura

Costumes de ontem e de hoje

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De modo prático, cultura pode ser entendida como o conjunto de padrões de comportamento, conhecimentos e costumes que distingue um grupo social. Nisso, a cultura holandesa é bem interessante e um simples passeio pelas ruas de Holambra já dá ao turista essa noção. Entre os hábitos holandeses mais conhecidos em todo o mundo, andar de bicicleta ainda é preservado em Holambra. “Não é M P esporte não, é hábito”, frisa Hendrik Gunnewiek, 79 anos, que pedala até 14 quilômetros por dia. Sua família chegou ao Brasil em janeiro de 1949. Já a popular vestimenta dos grupos de dança só é usada em ocasiões especiais, assim como os tamancos. “Fora de apresentações, é difícil encontrar alguém usando essa roupa aqui ou na Holanda”, conta Annemarie van der Knaap. Talvez em pequenos vilarejos holandeses. Os tamancos, aliás, tornaram-se populares em razão do clima da Holanda. Feitos a partir de árvores como o álamo, são leves e quentes. Por isso, protegem do frio e umidade. “Como são impermeáveis, foram muito usados no passado por camponeses para evitar o contato dos pés com a terra molhada”, revela a holandesa. As festas religiosas na Holanda guardam semelhanças com a cultura brasileira, mas há muitas diferenças. O Corpus Christi, fortemente celebrado no País, não tem apelo por ARCOS

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Hendrik Gunnewiek é um dos que ainda mantém o hábito holandês de andar de bicicleta ESTÚDIO EMERSON ARAÚJO

Piet Schoenmaker exibe tamanco usado nas danças típicas

lá. Mas holandeses têm feriado no Dia de Pentecostes, o que não acontece por aqui. Aliás, celebram a data por dois dias. Dois dias também são reservados às festividades de Natal e Páscoa (leia mais nas páginas 15 e 16). No Natal, comemoram-se os dias 25 e 26 de dezembro. Na renoguia

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Cultura

Páscoa, as brincadeiras acontecem no domingo e a segunda é reservada para descanso ou passeio em família. Outra tradição que, segundo Annemarie, é diferente do que se vê em solos brasileiros é a celebração dos 50 anos. Enquanto no Brasil é comum esconder a idade, a cultura holandesa valoriza com festa. A mulher que completa 50 anos é associada a Sara e o homem, a Abraão. A tradição vem da passagem bíblica “Disseram-lhe, pois, os judeus: ainda não tens 50 anos e viste Abraão?” (João 8:57). Põe-se em frente à casa do aniversariante um boneco em tamanho natural. “Todos que passarem saberão que o morador fez 50 anos e isso nos dá orgulho”, conta.

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DANÇA: RETRATO DO COTIDIANO

A história e os costumes do povo holandês estão presentes nos movimentos e expressões de sua dança folclórica. Apesar de algumas delas terem sido criadas há mais de cinco séculos, os ritmos ainda contagiam os jovens descendentes. O professor de dança Petrus Schoenmaker, o Piet, dedica-se a preservar essa tradição há 30 anos. Atualmente, lidera pelo menos 280 jovens dos grupos que se apresentam na cidade. “Mas nosso principal palco é a Expoflora”, frisa. Piet explica que a base da dança está na composição de rodas. “Assim, não há começo nem fim, todos têm igual importância”, observa. E ressalta: “é assim na vida, onde


FOTOS: ESTÚDIO EMERSON ARAÚJO

Cerca de 300 jovens participam dos grupos de dança

MÚSICA: INFLUÊNCIA ALEMÃ todo mundo tem seu lugar”. Não basta rodopiar para entrar na dança. Por trás das coreografias, há simbologias que retratam o cotidiano holandês: danças que imitam aves (pica-pau) e representam trabalhadores (ferreiro, sapateiro e lavadeira). Os navegadores também são lembrados em danças que simulam o equilíbrio exigido nos barcos embalados por ondas do mar. Outra influência é o constante giro dos moinhos. “Nossos trajes são característicos de Volendam, vilarejo de pescadores a 30 quilômetros de Amsterdã”, conta Piet. Bordados, estampas floridas e avental estão presentes nas roupas femininas. Mas o elemento mais curioso é o tamanco talhado em madeira. Dançar com os tamancos exige que o estudante Bart Flipsen, 16, vista vários pares de meia sobrepostos para evitar ferimento nos pés. “Chegamos a usar até sete pares ao mesmo tempo”, diz. Para a estudante Stella Niens van der Geest, 11, dançar é uma oportunidade de diversão. Descendentes, os dois adolescentes garantem que não foram influenciados pelos pais para entrar nos grupos. A decisão foi impulsionada pela integração com amigos ou irmãos que já faziam as aulas.

Segundo o coordenador do Museu, Johannes Eltink, que é do grupo de gaiteiros e de um dos corais da cidade, a música holandesa sofreu influência da Alemanha, em especial de ritmos como a valsa. “A folclórica tem como base gaita, acordeom e violino, mas melodicamente nossa música é simples”, afirma. Em Holambra, há corais que fazem apresentações diversas. Mas há uma curiosidade: alguns mostram canções típicas e, portanto, cantadas em holandês. “É bem divertido”.

Os grupos são formados por crianças a partir de nove anos. Ao completar nove anos de curso, passam para o Cactos, turma de veteranos. São ensinadas ao menos 12 coreografias no ano. “Hoje, a dança é uma forma de integração, pois recebemos alunos de todas as origens”, comenta Piet.

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Gastronomia

FOTOS: MARCOS PERON

No roteiro dos sabores

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Na cozinha internacional, a Holanda não tem tradição como seus vizinhos europeus. Apesar disso, a gastronomia é um dos pontos fortes de sua cultura. Não é à toa que muitos turistas visitam Holambra para apreciar uma boa refeição ou degustar deliciosas sobremesas. A comida holandesa tem sabores particulares que mesclam influências européias e de suas ex-colônias asiáticas. Em Holambra, é possível conhecer receitas autênticas e inovadoras. Assim como na mesa dos descendentes, nos restaurantes não faltam pratos à base de batata, verduras e carnes. O chefe de cozinha Robert Jager deixou o país dos moinhos há 24 anos. Além da bagagem, trouxe para Holambra a experiência no preparo de pratos tradicionais, que incluem purê e chucrute (repolho picado e conservado no sal). Embutidos, principalmente salsichas, também são servidos. De acordo com Jager, as condições climáticas da Holanda dificultavam a produção de vários alimentos. Daí a batata e o repolho serem tão presentes no cardápio. Adaptavam-se ao clima e permitiam estocagem por período grande. Ao longo dos séculos, as receitas ganharam a influência de especiarias vindas das colônias do oriente, como coentro, noz-moscada, pimenta-do-reino e gengibre. Uma sugestão do chefe é o nasi goreng - prato consumido principalmente no café da manhã. “É prepa-

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Jachtschotel (à esquerda), eisbein (no alto) são alguns dos pratos apreciados pelos holandeses

rado com restos do jantar do dia anterior, incluindo verduras e carnes fritos com arroz típico indonésio”, explica. Para quem busca típicos sabores holandeses, o jachtschotel, conhecido como prato do caçador, é uma opção. Na Holanda, é feito com carne de coelho, javali ou veado. Mas, no Brasil, é utilizado filé mignon ou coelho. Outra dica é o kassler : bisteca de porco cozida e defumada. Já o eisbein tem como ingrediente principal joelho de porco. “Embora esse prato seja alemão, como é muito apreciado pelos holandeses, foi incorporado a nossa cozinha”, diz. Como entrada, é tradição um caldo de legumes ou sopa leve, que prepara o apetite para sabores fortes.


FOTOS: MARCOS PERON

SOBREMESAS

Quem adora sobremesas pode provar em Holambra receitas que datam de bastante tempo, como é o caso da speculaas, tradicional bolacha de canela e especiarias. Na cidade, começaram a ser produzidas pelo holandês Martin Gerritsen, que imigrou em 1955. Atualmente, são produzidas por seu filho Frank. Conta-se que, no início do século XIX, um confeiteiro holandês viu uma mercadoria desconhecida num galpão de produtos vindos da Indonésia. Descobriu que era um carregamento de canela e especiarias, que haviam se misturado por conta de tempestades durante a viagem. Comprou a mercadoria, acrescentou outros ingredientes e criou a bolacha. A speculaas é uma das delícias que podem ser encontradas em Holambra. “Na época, não havia padeiros e confeiteiros na Fazenda Ribeirão”, conta Frank, que seguiu os rumos do pai. Além de pães, Martin fazia doces à base de maçã ou amêndoas. Três décadas depois da chegada da família ao Brasil, Frank partiu para seu primeiro estágio na Holanda, onde adquiriu conhecimentos e se reciclou. Segundo ele, a canela utilizada na speculaas é moída na hora por seu fornecedor. As amêndoas são compradas in

Família Gerritsen produz delícias como o pannekoek e o speculaas

natura e processadas na própria confeitaria. “O segredo de um bom prato está na receita e no preparo”, ensina. Além da speculaas, outros dois doces típicos de Holambra são o rondos (doce de amêndoas e damasco) e o appelbol (bolinho de maçã, recheado com amêndoas e canela). Outra sugestão de Frank é o pannekoek, panqueca aberta que pode ser encarada como um lanche ou uma boa refeição. Para apreciar essas e outras delícias, Holambra lançou em março deste ano um roteiro gastronômico que inclui os principais restaurantes e confeitarias da cidade. O guia é disponibilizado nos principais estabelecimentos do município. SERVIÇO: os pratos salgados podem ser provados no restaurante The Old Dutch. Tel.: (19) 3802-1290. Os doces, na Confeitaria Martin Holandesa. Tel.: (19) 3802-1295. Para saber onde encontrar o roteiro gastronômico, entre em contato pelo telefone (19) 3902-4013.

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FOTOS: MARCOS PERON

Produção de flores

Caminho de espinhos até à colheita

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Quando o pai do produtor Guilherme Johannes Cornelius Hendrikx imigrou para o Brasil em 1949, trazia uma mala cheia de esperança e pelo menos 80 vacas. Em menos de um ano, todo o gado morreu em virtude de doenças e falta de adaptação ao clima tropical. Apesar do episódio triste, o produtor não lamenta as perdas. “Isso nos impulsionou a trocar a produção de leite pelo cultivo de flores”, conta. A história se repetiu com outros imigrantes e permitiu formar o maior campo de cultivo de flores do País, que responde por 40% do comércio brasileiro do produto e por 80% das exportações. Com dois irmãos, Hendrikx iniciou o plantio de flores em uma área de dois mil metros quadrados. Atualmente, são 35 mil metros, que produzem 400 mil hastes de gérbera por mês. Isso o torna um dos maio-

Hendrikx (ao lado) em sua propriedade: produção de 400 mil hastes de gérbera no mês

res produtores da flor no Brasil. Para chegar a esse nível de produtividade, o empresário explica que ele e todos os demais produtores enfrentaram muitos desafios até tornar adequadas as condições de plantio em Holambra. “O solo e o clima não eram dos melhores para o cultivo das

NOVA BREVE LOJA EM

AL CONCH

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Aguai Araraquara Campinas Campinas loja 2 Cosmópolis Espírito Sto Pinhal Mogi Guaçu Vargem G. do Sul Mogi Mirim Holambra

(19) 3652-3300 (16) 3322-5900 (19) 3254-4060 (19) 3232-3434 (19) 3872-4900 (19) 3661-3300 (19) 3851-7272 (19) 3641-5577 (19) 3804-3040 (19) 3802-2600


FOTOS: MARCOS PERON

Produtor dá explicação sobre o processo de plantio e como cuidar das plantas

plantas”, observa. A má qualidade do solo foi vencida com constantes pesquisas para utilização de adubos adequados a cada planta e até para uso de bactérias benéficas ao solo. Já as dificuldades com oscilações do clima foram superadas com a implantação de estufas, onde é possível regular luminosidade e temperatura. “Hoje, nosso solo é um dos mais produtivos por metro quadrado no País”, ressalta. O resultado das constantes pesquisas e a utilização de técnicas avançadas fazem de Holambra um constante jardim, com colheita de praticamente todos os tipos de flores durante o ano inteiro.

ROTEIRO RURAL

Conhecer os campos de produção, as técnicas de plantio e outras atrações do cenário rural de Holambra é possível aos turistas. Para

isso, foi organizado um roteiro rural, que inclui oito propriedades. Para quem busca entender o processo de plantio de flores, a Flora Diamante abre as portas para uma visita recheada de informações e dicas para ter belas plantas em casa. Experiente no gerenciamento de projetos de cultivo de flores, o produtor José Benedito Dainezi, percebeu que muitos visitantes compram flores, mas não sabem como cuidar. “Muita gente tinha curiosidade de conhecer o plantio e saber o que fazer para manter sua planta sempre bonita”, conta Dainezi. Por isso, surgiu a idéia de abrir a propriedade à visitação. “Mais do que isso, fornecemos informação para que o turista fique mais satisfeito com as flores adquiridas.” Durante cerca de uma hora, os visitantes conhecem os processos, desde o plantio da semente até a escolha dos vasos prontos para comércio. O produtor ensina um passo fundamental para a escolha de uma planta: saber em que local será alojada. “Cada uma tem um ambiente favorável”, informa. Além disso, segundo ele, as formas corretas de adubação e a quantidade de água e luminosidade necessárias também são fundamentais para manter uma planta viçosa.

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Produção de flores

DIVERSIDADE

Quem visita Holambra em busca de diversidade de flores, pode ir ao Garden Center, um dos locais que concentra a maior opção para compras. São 10 mil metros quadrados de área, onde é possível encontrar sementes, bulbos, plantas ornamentais, uma infinidade de tipos de flores, árvores frutíferas e todo material necessário ao cultivo caseiro. “Se o turista não encontrar algo que desejar, providenciamos de imediato”, ressalta o proprietário Alberto Siepman. Há opções para todos os bolsos: das econômicas, como minivioletas e cactos, que custam a partir de R$ 0,60, até belos exemplares de orquídeas, comercializados por R$ 40,00. As tradicionais tulipas, símbolo da Holanda, também podem ser encontradas.

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FOTOS: ESTÚDIO EMERSON ARAÚJO

Siepman com os kalanchoes e orquídeas (no detalhe): diversidade e beleza

SERVIÇO: FLORA DIAMANTE - aberta à visitação todos os dias, com agendamento, e custa de R$ 5,00 a R$ 10,00, dependendo do tempo de permanência. Fica na Estrada Municipal HBR 323, bairro Fundão. Tel.: (19) 3802-5299; GARDEN CENTER - aberto de segunda a sábado, das 7 às 18 horas, e aos domingos, das 8 às 18 horas. Fica na SP-107 km 29,9. Tel.: (19) 3802-9636.


Festividades

Eventos celebram tradições

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Da relação próxima com a agricultura, surgiram atividades que atravessaram décadas e continuam presentes. Um dos principais é o Trekker Trek, competição criada na Holanda que mostra a potência de tratores e a habilidade dos pilotos. A prova é dividida em duas categorias: agrícola - tratores de 4.000, 5.000 e 6.000 quilos de motor original, sem modificação e livre - máquinas turbinadas com motor altamente potente e equipado para a disputa. O objetivo é carregar a maior quantidade de peso (até 100 toneladas), numa pista de 100 metros. Vence quem puxar o maior peso, percorrendo a maior distância. A próxima edição será em 13 de julho, às 9 horas, no Parque de Exposições da Expoflora.

CHARRETES

No mês de maio, acontece a Gincana de Charretes. Divididos em grupos de três a seis pessoas, os competidores percorrem trajeto pré-estabelecido, com paradas para cumprir etapas. “Além da diversão, é um belo desfile de charretes enfeitadas com criatividade”, diz Maritha Domhof, do grupo Losango, que tem por objetivo manter as tradições do município.

CORRIDA NA LAMA

Na Holanda, eram comuns provas de corrida na zona rural. Mas, com o clima chuvoso e tanta água no percurso, lama era inevitável. “Tomou forma a idéia de uma competi-

FOTOS: DIVULGAÇÃO

Trekker Trek (acima), Corrida na Lama (ao lado) e Zezkamp fazem parte da programação de eventos

ção mais divertida e isso foi trazido para Holambra”, conta Maritha. Em fevereiro, a corrida na lama reúne dezenas de participantes, que não se importam em mergulhar fundo na prova.

OLIMPÍADA

Para integrar as seis colônias holandesas do Brasil, é realizado anualmente o Zezkamp - espécie de olimpíadas com provas de vôlei, atletismo e futebol, entre outros. Neste ano, a sede dos jogos será Holambra, de 16 a 20 de julho. Segundo Maritha, algumas provas são mantidas em segredo. “As equipes só ficam sabendo na hora da competição e, para venrenoguia

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FOTOS: DIVULGAÇÃO

Festividades

Páscoa tem coelhos e Natal, São Nicolau e os Pedros Negros

cer, exige-se união”, ressalta. Nos anos anteriores, entre os desafios, estavam corridas com saco e com obstáculos.

PÁSCOA

Quando criança, Maritha despertava na manhã de Páscoa com energia para procurar, no jardim de casa, ovos de chocolate escondidos pelos pais holandeses. Em alguns lares, ovos de galinha pintados à mão também traziam encanto.

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Para não perder a tradição, todo ano, dois mil ovos de chocolate são escondidos nos jardins do Clube Fazenda Ribeirão. As crianças têm o desafio de encontrá-los. “É uma forma de manter esse costume e ampliá-lo à comunidade”, ressalta.

SÃO NICOLAU

A festa de São Nicolau chegou com os imigrantes. Pela tradição, em novembro, os Pedros Negros, seus assistentes, correm pela cidade e espreitam pelas janelas das casas e escolas, em busca de crianças desobedientes. Para quem se comporta bem, distribui balas e bolachinhas típicas (pepernootjes). No sábado mais próximo do dia 6 de dezembro, dia de São Nicolau, é a vez de ele mesmo visitar as crianças. Além de presentes e balas, leva magia, amor e afeto e o desejo de que o município seja sempre um campo próspero para o cultivo da fraternidade.


Expoflora: vitrine da produção

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O maior evento cultural de Holambra, a Expoflora, será realizado de 28 de agosto a 21 de setembro, de quinta a domingo. Entre as novidades, a exposição Festas e Eventos, que terá ambientes decorados para festas tradicionais (casamento, bodas, 15 anos) e temáticas (formaturas e eventos corporativos). Segundo a assessoria de imprensa do evento, as decorações serão modificadas toda semana para demonstrar as várias possibilidades de uso das flores e plantas. Estão programados ainda desfiles de trajes e acessórios para casamentos todos os sábados e domingos. Outra novidade da 27ª edição da Expoflora é a ampliação da Mostra de Paisagismo, que apresenta tendências de decoração para pequenos, médios e grandes ambientes. Em área de 250 mil metros quadrados, os turistas encontrarão exposição e comercialização de diversos artigos e duas praças de alimentação, entre outros. O Garden Center terá à disposição para venda mais de 200 espécies de flores e plantas ornamentais. Além das apresentações de dança, o público poderá apreciar diariamente a Parada das Flores, às 16h30, e a Chuva de Pétalas, às 17 horas. Para dar boas vindas à primavera, haverá em 20 de setembro show com o cantor Paulo Ricardo.

ANTES DE SAIR DE CASA, CONFIRME POSSÍVEIS ALTERAÇÕES NO EVENTO

FOTOS: DIVULGAÇÃO/ADRIANO ROSA

Imagens da Expoflora, que atrai 300 mil visitantes por edição GLAUCE FLEURY

CURIOSIDADES SOBRE A HOLANDA Apesar de usado como sinônimo de Países Baixos, o termo Holanda faz referência a apenas duas das 12 províncias. Mas internacionalmente e para fins promocionais, “Holanda” é mais aceito; Quase metade do país está abaixo do nível do mar, daí a construção de diques, aterros e canais desde o século XVII;; Um dos principais elementos da cultura holandesa, as tulipas são, na verdade, originárias da Ásia; O país é conhecido como um dos mais liberais do mundo. Pratica tolerância religiosa e já aprovou a eutanásia e a união civil entre pessoas do mesmo sexo. Fonte: Wikipédia

SERVIÇO: o evento acontece das 9 às 19 horas. Ingressos custam R$ 25,00 e crianças até cinco anos não pagam. Há descontos em compra antecipada para grupos. Para chegar ao evento, pegue a saída 140 da SP-340 e siga pela SP-107. Informações pelo contato@expoflora.com.br ou (19) 3817-2228.

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Arquitetura

FOTOS: MARCOS PERON

Elementos da arquitetura holandesa estão presentes na cidade

Linhas adaptadas ao novo país

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Quem for à Holanda ou fizer uma pesquisa, descobrirá que alguns detalhes da arquitetura do país podem ser observados numa simples visita à Holambra, uma das colônias holandesas mais populares do Brasil. “Lá ou aqui, não se faz arquitetura de apenas uma forma, seguindo um único método”, analisa a arquiteta Yvonne Wagemaker. Ela acredita que, pela beleza e características arquitetônicas, o portal turístico é uma das estruturas de Holambra que mais se assemelha às típicas construções holandesas. “De modo geral, o que vemos na cidade são formas de representação”, explica, citando a fachada da Expoflora. Segundo a arquiteta, brasileira, mas filha de imigrantes, alguns imóveis de Holambra representam um pouco Amsterdã. Mas esclarece que os elementos típicos da capital não representam o país como um todo. Configuram-se como algumas características da arquitetura tradicional holandesa uso de tijolo à vista, grandes janelas (em geral, fixas e personalizadas com objetos), telhado inclinado e oitões triangulares - espécies de elevações externas em alvenaria de vedação acima

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da linha de forro de um imóvel. Assim como todos os holandeses e descendentes, Yvonne já se habituou às características que Holambra adquiriu, especialmente no que se refere a elementos que atraem o turismo. “Só precisamos entender que, com climas e áreas tão diferentes, não é possível repre-


DIVULGAÇÃO/ADRIANO ROSA

MARCOS PERON

YVONNE WAGEMAKER

sentar tão fielmente as características da Holanda”, esclarece. Um exemplo: na Holanda, são comuns prédios com muitas janelas, cortinas e jardins separando as casas. “Aqui, às vezes, as janelas abrem para fora, outras, têm telas, tudo isso nos faz criar alternativas para nos adaptarmos ao país em que vivemos”, afirma. Mas não significa que não seja bom. É apenas diferente.

TÍPICO MOINHO HOLANDÊS

Será inaugurado, na primeira quinzena de julho, em Holambra, um típico moinho holandês, próximo ao portal de acesso à Expoflora. Segundo a assessoria de imprensa da prefeitura, o equipamento terá 38 metros de altura e será uma cópia fiel dos moinhos holandeses. Terá mirante com visão privilegiada e será o mais alto da América Latina. O projeto foi elaborado e a obra supervisionada pelo arquiteto holandês Jan Heidra, que tem feito um trabalho voluntário. O moinho funcionará pela força do vento e moerá grãos.

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Programação de eventos da região

FOTOS: DIVULGAÇÃO

FOLCLORE - Brincadeiras antigas, NOIVAS - De 21 a 24 de

Folia de Reis, artesanato, capoeira e oficinas para crianças fazem parte da Festa do Folclore de VARGEM GRANDE DO SUL. O evento acontece das 13 às 17 horas de 24 de agosto, na Praça da Matriz. No mesmo local, haverá Exposição de Carros Antigos, dias 23 e 24, das 10 às 17 horas. Informações: (19) 3641-7614/6199.

agosto, será realizada a 12ª edição do Festas & Noivas. O evento acontece das 14 às 22 horas no Shopping Iguatemi, em CAMPINAS. Haverá apresentações musicais às 19 horas e desfiles diários às 20h30. Entrada: R$ 10,00. Informações: (19) 3251-3409 e www.festasenoivas.com.br

SANTOS REIS - a cultura popu- SPAGHETTATA lar estará presente em CASA BRANCA no dia 3 de agosto, quando acontece o 12º Encontro de Companhias de Santos Reis. São esperados grupos de São Paulo e Minas Gerais, que vão se apresentar a partir das 9 horas na Praça 25 de Outubro s/nº, no bairro São João. Informações: (19) 3671-2220.

TRILHA NOTURNA - A 13ª edição do Montanha Off-Road deve agitar DIVINOLÂNDIA de 10 a 13 de julho. A principal atração é o trajeto de 30 quilômetros de trilhas, que serão percorridos por jipes, gaiolas e motos, a partir da zero hora do dia 13. Nos demais dias, estão previstos shows. O evento será no antigo campo do Paulista, na Rua Barão do Rio Branco s/nº, centro. Informações: (19) 9775-0164 ou www.jeepclubedivinolandia.com.br. PARA CRIANÇAS -

A X Mostra de Teatro Infantil promoverá apresentações em CAMPINAS entre os dias 18 e 25 de julho. Serão oito espetáculos, com início às 15 horas, no Centro de Convivência Cultural, na Praça Imprensa Fluminense s/nº, Cambuí. Ingresso custa R$ 5,00. Informações: (19) 3232-5977 e www.teatrocampinas.com.br.

MONOFEST - O III Festival Amador de Monólogos de SÃO JOÃO DA BOA VISTA deve cativar o público entre os dias 14 e 17 de agosto. As apresentações acontecem a partir das 20 horas, com entrada franca, no Theatro Municipal, na Praça da Catedral, 22, Centro. Informações: (19) 3631-8596.

a comunidade italiana de MOGI GUAÇU se une no dia 13 de julho, às 11h30, para realizar a VI Spaghettata, na antiga Cerâmica Martini. O tradicional prato italiano deve ganhar várias opções de molhos, sem falar em outras delícias que serão preparadas para os visitantes. Ingressos custam R$ 20,00. Informações: (19) 9784-1610.

PELA PAZ -

12 horas de show integrando correntes religiosas com o propósito de valorizar a paz. O evento será realizado dia 26 de julho, em MOGI GUAÇU. As apresentações começam ao meiodia, no Ginásio do Furno, na Rua Antônio de Freitas s/nº, Parque Cidade Nova. Entrada franca. Informações: (19) 3841-7226 e 8175-4621.

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DIVULGAÇÃO/ADILSON SILVA

EAPIC - a tradicional exposição agropecuária de

SÃO JOÃO DA BOA VISTA promete contagiar o público em julho. Entre os shows marcados, NX Zero (dia 8), Zé Henrique & Gabriel (9), João Neto & Frederico (10), O Rappa (11), Edson & Hudson (12) e Mato Grosso & Mathias (13). O evento será no Recinto de Exposições José Ruy de Lima Azevedo, na SP-342 km 228. Informações: (19) 3622-3189 ou www.eapic.com.br.

INVERNO - De 22 a 27

DELLA NONNA

- Muita música, dança e teatro integram a programação da IX Festa della Nonna, que acontecerá de 8 a 10 de agosto, na Praça Bernardino de Campos, no centro de ITAPIRA. Para quem não dispensa a gastronomia, mais de 100 pratos diferentes poderão ser apreciados durante o evento. Informações: (19) 3863-5001.

ROMARIA - Em 27 de

de julho, será promovido o Festival de Inverno de JAGUARIÚNA. Gratuitas, as 25 apresentações serão realizadas no Centro Cultural e na Praça Umbelina Bueno, no centro. Informações: (19) 3867-4223 ou www.jaguariuna.sp.gov.br/festivaldeinverno

julho, a partir das 11 horas, será organizada a 34ª Romaria dos Cavaleiros de Sant’ana, em VARGEM GRANDE DO SUL. A saída será do Ginásio Poliesportivo da Vila Santa Terezinha, às margens da SP-215. Do dia 25 ao dia 27, será realizada a Festa do Peão, com entrada franca. Informações: (19) 3641-7614/6199.

SÃO CRISTÓVÃO - para louvar o santo protetor dos motoristas, ESTI-

VA GERBI promove festa dias 26 e 27 de julho. Haverá missa com bênção de carteiras de motorista dia 26, às 19 horas, e carreata pela cidade com bênção dos veículos dia 27, a partir das 10 horas. Também haverá quermesse nos dois dias, sempre após as celebrações. O evento acontece no Santuário da Rosa Mística, na Avenida Dr. José Lanzi s/nº. Informações: (19) 3868-9502.

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O que eles pensam do Renoguia

MUNICÍPIOS

LEITORES

ANUNCIANTES

“Como nossa divulgação é maior dentro da cidade, o Renoguia nos dá oportunidade de divulgar nossos eventos em toda a região”. Rita Moreli, gerente da divisão de cultura de Mogi Guaçu

“Realmente, é um guia cultural com opção para todos os gostos e públicos, desde atrações gratuitas às que são pagas, informando inclusive o valor”. Márcio José de Lima, Espírito Santo do Pinhal

“Muitos vêm conhecendo Jacutinga por meio do Renoguia. Isso nos faz continuar investindo nessa publicação”. Vânia Orrú, representante da Associação Comercial, Industrial e Agropecuária de Jacutinga

“A revista nos dá retorno positivo porque muitos ligam buscando informações sobre os eventos e dizem que leram o Renoguia”. Sônia Peluque, diretora de cultura e turismo de São João da Boa Vista “Nossa cidade já é turística em vários setores, mas o Renoguia proporciona a divulgação de segmentos onde não somos conhecidos”. Maria Inês Leme, gerente da divisão de cultura de Andradas

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“Aprecio muito a revista. Meu neto também. Assim, marcamos as viagens pelas dicas e sugestões apresentadas." Dorli Sabatini, Vinhedo

“A revista é distribuída para o motorista, que é nosso públicoalvo. O índice de retorno tem sido muito bom com os anúncios”. Laudemir Filho, gerente de vendas da concessionária Divem (unidades Mogi Mirim/Mogi Guaçu)

“Tenho lido vários exemplares do Renoguia e acho a revista excelente”. Alexandre Cardoso, Mogi Mirim

“A abrangência do Renoguia é importante para fortalecer a nossa rede com 11 lojas”. Viviane Borges, responsável por propaganda da Aquarela Tintas



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