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EDIÇÃO ESPECIAL


éo n o nd a o c L i y m Jimm da polê agando r c o u u t o o u t s a s , s "E ã f : e s s fra os meu u o para o, não s a". ic mús lo de vid e mo d


Pé na porta e soco na cara

Pra quem já viu, não passa de um imbecil Não tem ninguém com quem esteja de bem Não te peço consideração Ou você tem ou não Antes havia mais gente ao redor Hoje é cada vez mais só E toda paciência um dia chega ao fim Inevitavelmente isso termina assim Ooooooooooooooooo na cara Reto que arrebenta o nariz Essa noite vai dormir feliz Pé na porta e soco na cara Achou, por bem, acabar com o dia de alguém Então, sendo assim, tinha que escolher justo a mim Conta o que eu não tenho, diz o que eu não posso O que é meu é meu, o que é seu é nosso Qualquer infeliz tem mais o que fazer Só você não parece ter E eu não tenho nada mais a lhe dizer O papo com você agora tem que ser... Ooooooooooooooooo na cara Ooooooooooooooooo na cara Ooooooooooooooooo na cara Ooooooooooooooooo na cara


O último fechadedeummanhã Pra quem jábar viu,quando não passa imbecil Só me quecom nãoquem tenhoesteja aondedeir.bem Não temlembra ninguém Bourbon tenho demais, mas que diferença faz Se você nãoconsideração está aqui pra dividir? Não te peço Ou você tem ou não Nadahavia hoje em é como costumava ser, Antes maisdiagente ao redor Do éjeito divertido um tempo atrás. Hoje cadaque vezeramais só Varava noite adentro pelos bares por aí, EEnchendo toda paciência dia chega ao afim a caraume perturbando paz. Inevitavelmente isso termina assim Não é nenhuma novidade Ooooooooooooooooo Ficar uma semana na semcara dormir, Reto o nariz Emque cadaarrebenta esquina tem um bar, Essa feliz de sumir de vez daqui. Em noite cada vai copodormir uma vontade Pé na porta e soco na cara Mas se eu voltei pra essa cidade, Achou, por bem, acabar comque o dia alguém Foi atrás de muito tempo eu de perdi. Então, assim, tinha escolher justo a mim E cadasendo vez que passa umque Cadilac Eu fico procurando se é você a dirigir. Conta o que eu não tenho, diz o que eu não posso OToda que énoite meu étem meu, o quealguém é seu é nosso sempre pra lhe dizer, Qualquer infeliz fazer Que mulher quetem vai mais querero que te ver assim. SóPleno você não parece ter festival, mulherada, carnaval e eu aqui Com uma garrafa já no fim. E eu não tenho nada mais a lhe dizer O papo com você agora tem que ser... Ooooooooooooooooo na cara Ooooooooooooooooo na cara Ooooooooooooooooo na cara Ooooooooooooooooo na cara

OPé último na bar porta e soco na cara


Todo ódio da vingança de Jack Buffalo Head

Meio dia eu pego o trem Que dessa cidade eu já cansei Toda puta eu já comi E o que tinha de roubar eu já roubei Sei lá, eu tava muito doido Quando eu botei fogo no salloon E não sobrou nenhum Até o xerife matei Com uma garrafa de rum Aumenta a recompensa por assassinato, De um fora-da-lei Nunca ouvi mamãe dizer Deixe as armas em casa que é melhor E aprenda a atirar bebum Pra de noite não levar a pior Quem vai me dizer se eu tô errado Se eu tô vivo e muito bem E não tem pra ninguém Quem tentou me segurar Pro inferno mandei Procurado vivo ou morto No retrato até que eu fiquei bem Todo ódio da vingança de Jack Buffalo Head


Ei patrão, olha só quem vem ali O hippie da cidade não quis ir embora não Não dá pra acreditar que ele ainda está de pé E caminhando em nossa direção Foi muita coragem ter aparecido aqui De certo nossa língua não entende muito bem Sempre que dissermos "saia" é pra sair Mas se quiser ficar, pois bem A discussão é natural em qualquer desentendimento E tudo é só questão de opinião Exatamente como eu estava lhe dizendo Maldito hippie sujo Quero que vá embora Saia já daqui! Ei patrão não sei mais o que fazer Quanto mais eu bato nele, mais ainda ri de mim Ta lá desde ontem pendurado pelas mãos E nem parece achar ruim Ei seu hippie imundo, o que há de errado com você? Querendo esculhambar com a tradição do nosso povo Pega o marcador de gado lá pra gente ver Se ele vai aparecer aqui de novo Ei patrão, não sei como lhe dizer Mas eu vi mais de quarenta deles vindo pelo rio Sei que lá no alto na estrada tinha uns cem Ali no pasto, mais de mil E o hippie se levanta e diz: "agora é minha vez!" Quero que vocês, porcos, ouçam muito bem É bom que amem mesmo a terra de vocês Pois daqui não vai sair ninguém

Maldito hippie sujo


Bota com buraco de bala

Hoje ela se foi pra nunca mais E se eu a conheço acho ruim que volte atrás Lá vou eu pro bar Ficar das oito da manhã até de noite no bilhar Se um dia ela quiser falar comigo Nem vai ter que procurar E só o que sobrou na minha bota Foi um buraco de bala É a maneira carinhosa que ela tem de me dizer Que não quer ver o meu focinho nunca mais Se ela pensa que vai me deter Nem que seja no inferno, ela vai ter que me dizer O que foi que eu fiz, baby Que eu já nem me lembro mais?! Diz que me odeia e me amaldiçoa Mas vai morrer de raiva Se me vir com outra pessoa Eu sei que ela me ama e eu vivo só por isso Mas não exatamente um paraíso Com ela eu não discuto É sempre "sim, senhora" E quando fica puta pega as coisas e vai embora Não há nada que eu diga Não há nada que eu peça Com essa vagabunda eu não consigo Ter um pingo de conversa


Eu tinha tanto a lhe dizer Pena que você não queira nem saber Passa direto por mim Toda vida foi assim Mas tudo bem não tem nada não Só me trata com desdém Diz na minha cara que eu não sou ninguém Desde a primeira vez Que você fugiu de mim Fica a cada drink mais bonita E eu fico me lembrando o tempo todo de você Que fica a cada drink mais bonita E agora toda a noite eu vou, vou, vou É pro bar Taberneira, traga o gim Tem uma mulher aí Que não quer mais saber de mim Taberneira, não me deixei aqui sozinho Vem me traga uma ânfora de vinho

Taberne ira traga o gim


Intercep tor V6

Nem o demônio eu vi bebendo tanta gasolina Diplomata Interceptor v6 Nem um trator vai conseguir passar por cima Trans-Am Continental 4.3 É o demonio turbo diesel digger valvulado (fire burnout) Top fuel nitro metano em cada cilindrada Tem que voar Que o diabo quer beber V6 Interceptor v6 V6 Interceptor v6 Nem o demônio eu vi bebendo tanta gasolina Diplomata Interceptor v6 Nem um trator vai conseguir passar por cima Trans-Am Continental 4.3 É o demonio turbo diesel digger valvulado (fire burnout) Top fuel nitro metano em cada cilindrada Tem que voar Que o diabo quer beber


My bills are all due and my baby need shoes, but I'm busted Cotton is down to a quater a pound and I'm busted I've got a cow that went dry and a hen that won't lay A big stack of bills that "grow" bigger each day The County will haul my belongings away, I'm busted! I call to my brother to ask for a loan I´m busted I hate to "egg" like a dog for a bone but I'm busted "He say he little brother" anything I can do My "kid" and my wife are all down with the flu And I was just thinking of calling on you I'm busted! Lord I'm no thief but a man can go wrong when he's busted The food that we canned last summer is gone and I'm busted The fields are all bare and the cotton won't grow Me and my family's gotta pack up and go Where I'll make a livin' the Lord only knows but I'm busted!

Busted


um i o f ix m o , C a a d z i n n a o t D a e M d em a o i t r e proj do histó ra a a n cria rinhos p cios que í . quad , há ind por vir a d tá s n e a b 2 x i m o Co


no u e t a b x e N s a a qu nd a y b m Jim ista da m l u a e c t n o v ra u d e d o r o e t a Z n o o e d p a cam l cham o b e V. t , T L fu O M G la K e p C RO mitido s tran


Bom é quando faz mal

Tá fazendo o que em casa? Por acaso esta doente? Ver TV é deprimente, não tem nada mais sem graça Bom de noite é ir pra rua Mesmo quando está chovendo Eu que nunca me arrependo Tá errado, eu tô fazendo Vai saber o que é normal? Só que eu posso lhe dizer: Bom é quando faz mal 20 caixas de cerveja Um barril de puro whisky Quilos de carne vermelha Fique longe não se arrisque Não importa onde esteja E sempre onde tem mais barulho, maior cheiro de bagulho Disso eu me orgulho Vai saber o que e normal? E só que eu posso lhe dizer: Bom é quando faz mal Consequência qualquer coisa traz Quando é bom nunca é demais E se faz bem ou mal tanto faz, tanto faz, tanto faz


Pra Essas quemcoisas já viu, quenão acontecem passa detodo um imbecil dia Não Semtem motivo ninguém e nemcom razão quem esteja de bem O garçom servindo a mesa O outro pega, puxa e mete um cadeirão Não te peço consideração ossooutudo OuMiolo você etem não misturado Caemhavia num mais pratogente de patê Antes ao redor Vocêé cada vê que Hoje vezo talher mais sóà sua frente Não é só para comer E toda paciência um dia chega ao fim Teu azar Inevitavelmente isso termina assim Foi passar Por aqui Ooooooooooooooooo na cara Nunca Reto que vi arrebenta o nariz Nada assim Essa noite vai dormir feliz PéTão na ruim porta e soco na cara Quem matei Vou saber Achou, por bem, acabar com o dia de alguém Só depois Então, sendo assim, tinha que escolher justo a mim Não omeque lembro de tenho, nada diz o que eu não posso Conta eu não conte o que eu fiz ONão que éme meu é meu, o que é seu é nosso Acordei infeliz de ressaca Qualquer tem mais o que fazer maisparece feliz ter SóMuito você não voztenho na sua cabeça não pára EEssa eu não nada maisque a lhe dizer que com não você te deixa pensar OEpapo agora tem que ser... É o mal que te domina Possuído, você só pensa em matar Ooooooooooooooooo na cara Olha só pro restaurante inteiro Ooooooooooooooooo na cara Que você sozinho detonou Ooooooooooooooooo na cara E lembra da barbearia Ooooooooooooooooo na cara Pela hora aquela porra não fechou

Pandem Pé na onium porta e soco na cara


Quando bebe desse jeito

Segunda-feira, dia do bebum profissional Mal a noite cai, já vai cair no mal Nunca vai faltar um bom motivo pra quem quer se divertir Não precisa de momento nem de ocasião Todo dia é dia, é só chamar que vai Tudo que não presta, certamente, deixa a vida mais feliz Sabe bem como é que fica Quando bebe desse jeito Qualquer coisa você briga e xinga E não tem mais respeito por ninguém Depois acaba arrebentado E acorda com a lambida do cachorro Mas eu sei que vai fazer tudo de novo Antes da hora do jantar Conhecido no emprego como o "volto já" Todo mundo sabe onde é o logo ali Que assunto muito sério é esse que precisa resolver Quando volta vem o bafo a lhe denunciar Pela cara nem precisa dar explicação E o chefe da seção, já muito puto, querendo lhe bater


Não havia aquela hora mais ninguem no bar Alem do garçon que arrumava ali Esperei ate a ultima luz se apagar Não me viu chegar não me viu sair Tudo exatamente como eu planejei Sabe o que acontece agora que matei Matarei Matarei Matarei Matarei Num instante ouvi um tiro e tudo escureceu Todo chão se foi tudo mais se foi Teve so tempo de ouvir o que eu tinha a dizer Pra lembrar de mim antes de morrer Tudo exatamente como eu planejei Sabe o que acontece agora que matei Matarei Matarei Matarei Matarei

Matarei


Bebe, arrota e peida

Parece um burro velho quando impaca, Mais cabeça dura que aqui não há nenhum Diz que acorda todo dia de ressaca Mas sempre que aparece tá bebum Chega já pedindo a saideira Mas é saideira uma atrás da outra e assim, lá pela décima terceira, Já tá trocando o nome da garota Não vá não, fique por aqui Você não tem nenhuma condição de dirigir Mal consegue se manter de pé Bebe, arrota e peida bem na frente da mulher Se ela foi embora eu só lamento Você sabe que não pode reclamar Talvez se não ficasse tanto tempo Ancorado no balcão do bar Tudo o mais seria diferente Fatalmente iria perceber Que a vida passa bem na sua frente Mas você já tá bebum demais pra ver


o é a d ni o D la e o p c r l Ma nsáve tras do o e l p s s e a r d a a c i r o t o i le e ma , ns a u z b n l Mata s nos á as as a d apen deia to quer o s ão i n o p e . as o o c s i l s b ú pe p em r i a s


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jĂĄ a z n a t a M il, s s o a s r toda os do B d esta s o men re. c no A


Produzido por: Renato Maia e Victor Pessoa

Livreto de CD - Matanza Edição Especial  

Livreto de CD produzido por RENATO MAIA e VICTOR PESSOA