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Ano I, nº 1, Jan/2005

Neste número Tailândia ………………..... Editorial …………………….. Estatuto Editorial …………… Já aconteceu …………………

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Centrais – Telemóveis ……. Visitas de Estudo ………… Exposição Paula Rego ……. Vai acontecer … …………. Campanha em imagens …… Filme da minha vida ……… Desporto ………………….. Passatempos ………………

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Tailândia rima com saudade e dor por Maria do Anjo Albuquerque, PQND 4ºA

Em Agosto de 1996 tive oportunidade de fazer a viagem da minha vida e de visitar, entre outros países, a Tailândia. A memória que guardava dos locais de que agora todos ouvem falar (Ilhas Pee Pee, Pukhet, …) e de que sentia saudade era de paisagens deslumbrantes, águas limpíssimas, hotéis de luxo instalados sobre a areia das praias e fruta exótica, muita fruta, servida a toda a hora e vendida nas ruas a poucos bats (a moeda local). Mas, acima de tudo, guardava a memória da simpatia de um povo que, como o português, fazia gosto em bem receber os estrangeiros: simpatia, por exemplo do pessoal hospitalar que, no penúltimo dia da viagem, me atendeu após ter

sido atropelada numa rua de Banguecoque (considerada a cidade do mundo onde é mais perigoso atravessar uma rua e onde não há semáforos para peões): mesmo com equipamentos antiquados, o pessoal tudo fez para minimizar as minhas dores. Nestes dias, após o tsunami que se abateu sobre toda aquela região, não é saudade que sinto mas dor pela tragédia que aconteceu, pelas pessoas que morreram ou pelas que ficaram com a sua vida destruída. Quem conhece a Tailândia percebe que a vida das pessoas se fazia de sobressaltos, em construções e barcos precários. Para mim, Tailândia rima com saudade e dor.

Ficha técnica Coordenação: Ana Santiago (PQND 8ºB); Renato Albuquerque (PQND 10ºA). Redacção: Ana Beatriz Santos (10ºH); Ana Arêde (10ºH); André Galvão (11ºE); Ana Marina Pereira (11º E); Cátia Duarte (10ºH); Daniela Ferreira (10ºH); Rute Jael (11º D). Colaboraram neste número: 10º D; Ana Lúcia Pereira (11ºC); Maria do Anjo Albuquerque (PQND 4ºA); Sara Branco (10ºD); Valérie Faucilhon (ALPC); Vanessa Cabral (10ºD); Verónica Pires (10ºD); Tiago Oliveira (11º C). Fotos: Jorge Paulo Gonçalves (PQND 1º); Pedro Xavier (10º D); Renato Albuquerque (PQND 10ºA); Sara Soares (11º C); Valérie Faucilhon (ALPC). Impressão: Serviços de Reprografia da Escola.

Contactos Correspondência: Jornal Escrito. Escola Secundária de Casquilhos. Quinta dos Casquilhos. 2830-046 BARREIRO E-mail: jornal@esec-casquilhos.rcts.pt Telef.: 212148370 Fax:212140265

Horário Sala D11 - segundas, das 12:00 às 15:00; quartas, das 8:30 às 10:00

dois


Ano I, nº 1, Jan/2005

Estatuto Editorial O Jornal da Escola Secundária de Casquilhos – Barreiro orienta-se pelo presente Estatuto Editorial aprovado em Conselho Pedagógico desta escola em 17 de Novembro de 2004. 1.

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O Jornal é um projecto informativo, impresso, que pretende atingir uma periodicidade mensal. Baseia a sua actividade em critérios de rigor, honestidade e independência no tratamento da informação. Recusa o recurso ao sensacionalismo e a outros métodos menos éticos. Rejeita qualquer forma de discriminação em função da cor, credo, nacionalidade ou sexo. É independente do poder político, do poder económico e de quaisquer grupos de pressão. Diferencia os artigos informativos (da responsabilidade do Jornal) dos artigos de conteúdo opinativo (devidamente assinalados como tal e da exclusiva responsabilidade dos respectivos signatários), de acordo com o princípio segundo o qual os factos são sagrados e os comentários são livres. Assume o direito de emitir opinião própria, sobre todas as notícias, em editorial, sempre no respeito integral pela Lei em vigor. Segue os princípios expressos na Constituição da República Portuguesa e persegue os valores da democracia, do pluralismo e da responsabilidade. Compromete-se com as normas éticas e deontológicas da actividade jornalística expressas no Código Deontológico e na Lei de Imprensa. Compete ao próprio Jornal a definição, em cada número, dos conteúdos a tratar de acordo com as suas opções editoriais.

Editorial por Ana Santiago e Renato Albuquerque

Ao relançar o seu jornal, a escola pretende suprir uma lacuna sentida há muito tempo: a falta de um espaço onde se dê a conhecer a um público vasto o que se realizou na nossa escola e se antecipe o que vai acontecer. Sobre o que aconteceu, para além do simples registo, pretendemos recolher as várias opiniões, apresentar os comentários e os balanços existentes. Sobre o que vai acontecer, queremos ser um espaço que permita que cada vez mais gente participe nessas iniciativas, deixando de poder dizer Eu não sabia!... Para além disso, este projecto pretende ser a voz da alma da escola e essa só os alunos a podem revelar já que são os seus representantes maioritários. A escolha do nome não foi fácil nem pacífica. Optámos por lhe chamar simplesmente E.s.c.rito, já que é esta a técnica que nos permite comunicar ao longo destas páginas. Ao mesmo tempo, o nome inclui as iniciais da escola, permitindo uma maior identificação entre esta e o SEU jornal. Este primeiro número contém algumas das apostas que a equipa se propõe manter: um dossier temático, espaços de opinião, relatos de visitas de estudo e ecos sobre o que acontece cá dentro. Sobre o futuro apenas vos podemos revelar os nossos sonhos: qualidade inquestionável dos textos e imagens, periodicidade mensal, melhoria da impressão e progressiva autonomia financeira. Estes sonhos só se tornarão realidade se contarmos com a colaboração de todos no trabalho necessário para pôr de pé este projecto.

Reunimos na sala D11, todas as segundas (12:00 às 15:00) e quartas (8:30-10:00). Vê os contactos na pág. 2.

tres


Ano I, nº 1, Jan/2005

Já aconteceu… Desde o início do ano até agora, a nossa escola não teve só aulas. No dia 20 de Outubro realizou-se na nossa escola, entre as 10h 20m e as 11h 50m, um Campeonato de Jogos Matemáticos (Ouri, Hex e Peões), tendo participado 52 alunos de vários anos de escolaridade. Esta prova seleccionou os 4 representantes da escola no Campeonato de Jogos Matemáticos que se realizou no dia 26 de Novembro no Pavilhão do Conhecimento (Parque das Nações, em Lisboa).

Peões (3.º Ciclo) Elias Teixeira, 8.º B, n.º 9

Ouri (3.º Ciclo) Givanildo Sousa, 9.º C, n.º 8

Hex (Secundário) Miguel Cunha, 10.º A, n.º 16

Peões (Secundário) David Cantarinha *, 10.º A, n.º 6 * Este aluno não pôde comparecer, não tendo participado no Campeonato em Lisboa. Na noite de 29 de Outubro a escola comemorou mais um Halloween com uma grande festa musical animada pelo DJ convidado, Flávio Lucas (10º F). A festa incluiu ainda uma passagem de modelos de roupa cedidos pela loja Station.

Dia 9 de Novembro os professores de Alemão lembraram os 15 anos da queda do Muro de Berlim com a passagem do filme Goodbye Lenin! , do realizador alemão Wolfgang Becker, que evoca esse período da história germânica. No dia 10 de Novembro, pelas 15h 30min, realizou-se a primeira eliminatória para as XXIII Olimpíadas de Matemática, onde participaram 4 alunos da nossa escola. Entre os dias 29 de Novembro e 2 de Dezembro funcionou, no Bar dos Alunos, mais uma Minerália. Os professores de Biologia e Geologia, responsáveis por esta exposição e venda de minerais e fósseis (professoras Maria João Brito, Isabel Lopes, Sílvia Barão e Vera Parreira), consideraram esta actividade um sucesso, tendo-se realizado vendas superiores a 600€.

quatro


Ano I, nº 1, Jan/2005

Nos dias 27 de Outubro e 8 de Novembro as turmas do 9.º Ano assistiram a uma conferência sobre Sexualidade na Adolescência, organizada pelas professoras de Ciências Naturais, e que contou com a presença da dr.ª Maria do Céu Ferreira do Centro de Saúde da Quinta da Lomba. A cada aluno foi distribuído diverso material relacionado com a temática. No passado dia 6 de Dezembro realizaram-se as eleições para os representantes dos alunos na Assembleia de Escola. Foram eleitos os seguintes alunos:

Priscila Delgado, 10.º E, n.º 21

David Serrano, 11.º D, n.º 2

Dia 10 de Dezembro realizou-se uma festa de kizomba entre as 21h30 e a 1h da manhã, organizada pela Associação de Estudantes da nossa escola.

Até dia 15 de Dezembro decorreu um concurso para que todos os membros da escola pudessem escolher um nome para o jornal da escola. Infelizmente, as contribuições foram poucas e inadequadas, não tendo sido atribuído o prémio previsto.

De 13 a 16 de Dezembro o 11º D e as professoras de TAP (Trabalhos de Aplicação), desenvolveram uma iniciativa de recolha de donativos para o Instituto dos Ferroviários que contava com a ajuda de todos os alunos da Escola. Estes participaram nesta campanha solidária oferecendo brinquedos, alimentos e material escolar, demonstrando que têm um coração cheio de amor e solidariedade. Com esta campanha os alunos contribuíram para que os seus colegas do Instituto dos Ferroviários tivessem um Natal mais feliz e alegre.

Débora Santos, 10.º E, n.º 11,

Manuel Paulo, 12.º B, n.º 16.

Opinião por Vanessa Raquel, 10.º D, n.º 25, e Verónica Pires, 10.º D, n.º 26

Aqui vamos comentar a Festa de Natal para os alunos, organizada pela Escola Secundária de Casquilhos e realizada no dia 10 de Dezembro, sexta-feira, a partir das 21.30h. A festa revelou-se desde o início “morta”, com pouca gente a dançar, reflexo da música e da decoração do recinto da festa que foram mal escolhidas e que não conseguiram criar um ambiente que convidasse à dança. O tão falado concurso de kizomba realizou-se demasiado tarde, quando a festa já estava no fim, deixando as expectativas de algumas pessoas defraudadas. Mas esta festa não foi feita só de aspectos negativos: há que salientar que a bebida e a comida estavam a um preço razoável e que a festa foi uma boa oportunidade de rever velhos amigos. Em suma, foi uma noite agradável, mais pela companhia do que pela festa.

Entre os dias 16 e 18 de Dezembro decorreu na nossa escola uma apresentação do trabalho Os Anjos e o Sangue, realizado no Atelier de Teatro da escola, dinamizado pelo animador sóciocultural Júlio Mesquita. Este trabalho é uma adaptação de uma obra de Bernardo Santareno. Participaram nesta dramatização os alunos das turmas 9.ºA, 10.º C e 11.º B .

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Ano I, nº 1, Jan/2005

Dia 10 de Dezembro a turma de Animação Social vendeu bolos e doces no bar dos alunos numa iniciativa a que chamou Dia Doce. Dia 17 de Dezembro realizou-se um jantar/festa de Natal para todos os professores e funcionários da escola (e respectivos filhos). Depois do Bacalhau com Broa e do Lombo de Porco Enrolado com Ameixas houve uma distribuição de brinquedos, para os mais pequenos, e uma “Caça às Prendas”, para os adultos Por fim, a actuação ao vivo do grupo Gandaia, de que faz parte o ex-professor João Paulo Mirra, animou a festa e proporcionou a oportunidade de um pé-de-dança. Dia 6 de Janeiro realizou-se a primeira reunião do Clube de Fotografia da nossa escola que pretende abordar técnicas de captação e revelação de imagens. As actividades do clube irão ser orientadas pela assistente de línguas Valérie Faucillon (às quintas-feiras, às 14h, no Laboratório de Fotografia). A reprografia (para os professores) já mudou de instalações, tendo saído do Bloco Administrativo e passado a partilhar o mesmo espaço da papelaria, no cruzamento do Bloco B com a escadaria para o Bloco C.

Opinião por Rute Jael, 11.º D, n.º 17

“Dia Doce” foi como chamámos ao dia 10 de Dezembro de 2004 (sexta-feira) que ocorreu na Escola Secundária dos Casquilhos, uma actividade realizada pelos alunos do 11ºD acompanhados pelas professoras da disciplina de TAP (Trabalhos de Aplicação), Isabel Seruca e Carina Silva. No dia anterior distribuímos por toda a escola folhetos para que os alunos nesse dia levassem 50 cêntimos, para poderem comprar uma fatia de bolo ou um doce. O “Dia Doce” decorreu com muito divertimento e emoção por parte dos alunos que fizeram com que este projecto se realizasse. Nesse dia, entre as 9h e as 17h, estivemos no bar dos alunos a vender o cardápio recheado de bolos maravilhosos, feitos pelos alunos, a Inês Sousa, a Filipa, a Mara, a Liliana, eu própria, o Crisanto Silva e as professoras Isabel Seruca e Carina Silva. Com apenas 50 cêntimos deliciámos a boca dos gulosos e não gulosos. Foram vários os professores que também se deliciaram com os doces da turma D do 11ºano. E estão de PARABÉNS! Porque todos os que provaram gostaram e alguns até repetiram!

A banda Gandaia actuou na festa de Natal de dia 17 de Dezembro

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Ano I, nº 1, Jan/2005

Que farei sem o meu telemóvel ? por Ana Beatriz Santos, 10º H, n.º 2 e Ana Arêde, 10º H, n.º 4

com a colaboração de Ana Marina, 11.º E, n.º 2

Portugal é um país rendido aos telemóveis, apesar de ser indicado pela imprensa internacional como um dos mais pobres da Europa. No universo da nossa escola, realizámos um inquérito para averiguar a relação dos alunos com estes aparelhos. E claro, como não podia deixar de ser, a maioria possui este objecto, que, na entrada recente no Dicionário da Academia das Ciências de Lisboa, é definido como um telefone portátil que permite fazer ou receber chamadas em qualquer local, desde que abrangido pela rede do operador. A dependência que prevíramos foi confirmada pelos números. De qualquer forma, o inquérito na nossa escola permitiu apurar factos muito curiosos, que merecem alguns comentários:

56,0%

dos estudantes têm telemóveis para

serem contactados enquanto que 35,9% os utilizam para contactar outra pessoa. Estes números provam que o telemóvel é mais um pretexto para que os pais nos controlem, mesmo fora de casa. Aliás, quando, por alguma razão, cometemos o pecado maior de não atender, o melhor é arranjar mesmo uma boa desculpa.

A rede mais utilizada na escola é a TMN batendo as outras com uma incrível percentagem de 57,1% de utilização. Esta preferência verifica-se também a nível nacional. Constatámos igualmente que

40,2%

dos inquiridos optam por uma rede em função da escolha da família. No pódio das três marcas de telemóveis mais utilizados na escola, a Nokia é a mais popular,

Rede utilizada

59,0% de utilizadores. Segue-se a Siemens com 18,9% e a Samsung com 4,7%. destacando-se no primeiro lugar com

60,0% 57,1% 50,0%

Marca de telemóvel 70,0% 59,0%

60,0%

30,0%

30,0%

10,0%

18,9%

2,9% 1,5% 4,1%

2,3% Sendo

Samsung

0,0% Motorola

rede

4,7%

2,6% 4,1% Nokia

10,0%

Alcatel

Yorn

Vodafone

TMN

4,4%

0,0%

Outras

20,0%

Trium

17,5%

40,0%

Sony/Erics

21,0%

Siemens

20,0%

% de alunos

50,0%

Optimus

% de alunos

40,0%

m arca

Centrais

sete


Ano I, nº 1, Jan/2005

A maioria dos inquiridos afirma que escolhe a marca em função da qualidade da imagem e do som (26,8%); uma percentagem muito próxima refere a variedade de opções e a facilidade e rapidez de manuseamento como factores para terem preferido a sua marca de telemóvel. Quando o que está em causa é abrir os cordões à bolsa para comprar um aparelho, poucos são os

11% dos alunos possuem 3 ou mais telemóveis! Apenas 3,7% dos 1 telemóvel mas, por outro lado,

alunos NÃO TÊM QUALQUER TELEMÓVEL; destes, 58,3% afirmam que não o têm porque não precisam dele. N.º de telemóveis

que cometem excessos. Apenas 12,6% dos inquiridos têm telemóveis de preço superior a €200, a maioria possui aparelhos mais baratos.

Gastos mensais

69,1%

70,0% 60,0% % de alunos

Talvez assim seja mais fácil convencer os pais de que é “absolutamente necessário” trocar de telemóvel com regularidade.

80,0%

50,0% 40,0% 30,0%

45,0% 39,8% 40,0%

16,3%

20,0%

35,0%

9,3% 10,0%

% de alunos

30,0%

20,0%

1,7%

0,0%

19,2%

0

15,0%

1

2

3-5

+5

nº de telem óveis

11,5%

10,0%

6,5%

55,1%

5,0%

+ 30 €

20,1 - 30€

10,1 - 20€

5,1 - 10€

- 5€

0,0%

valor

dos alunos que responderam ao nosso inquérito, nunca se viram privados do seu telemóvel, ou seja, nunca lho roubaram, nem perderam o telemóvel.

46,4%

39,8% dos alunos inquiridos gastam em média entre 5 e 10€ por mês com o telemóvel; mais de metade (59%) dizem gastar menos de 10€ por mês, mas 6,5% conseguem convencer a família de que precisam de gastar mais de 30€. Quanto aos gastos mensais, 91,4% dos alunos da escola recorrem a um tarifário pré-pago, evitando surpresas aos familiares no final do mês já que, em 75,1% dos casos, são estes quem suporta a despesa. Em 26,5% dos casos, o telemóvel actual é já o

dos inquiridos utilizam o telemóvel maioritariamente para enviar SMS, talvez por ser mais barato, mais rápido e mais simples… (quem nunca enviou ou recebeu um sms durante a aula?)

Voltar, ou não voltar, eis a questão… As respostas obtidas serviram, principalmente, para apurar a dependência dos alunos em relação ao telemóvel.

48,5%

dos alunos respondeu que voltaria atrás, para ir buscar o telemóvel, apenas se tivesse tempo. Mas será que confrontado(a) com essa realidade não voltavas mesmo atrás? Há 19,7% de alunos que admitem que voltariam sempre para trás…

seu 3º. A esmagadora maioria (69,1%) só tem

oito

3,7%

23,0%

25,0%

Centrais


Ano I, nº 1, Jan/2005

Shiuuuuu…

67,9% mantêm o telemóvel em silêncio na sala de aula e não desligado. Será isso uma prova da necessidade absoluta de estar contactável? Em sala de aula... 80,0%

A dependência do telemóvel provoca ansiedade e incapacidade de controlo. Tal como noutras dependências, os sintomas da falta do telemóvel começam a surgir: irritabilidade, ansiedade, incapacidade de controlar os membros superiores, stress. Todas as dependências são nocivas e esta não foge à regra. Não devemos depender de coisa alguma e, relativamente ao telemóvel, o seu uso deve ser moderado e esse controlo deve partir de cada um de nós.

67,9%

70,0%

Ficha técnica do inquérito

% de alunos

60,0% 50,0% 40,0% 30,0% 20,0%

14,0%

11,6%

6,5%

10,0% 0,0% sempre ligado

silêncio

desligado conforme

estado

Este inquérito foi realizado aos alunos da Escola Secundária de Casquilhos em situação de sala de aula entre 6 e 16 de Dezembro de 2004. Foram recolhidos 358 inquéritos em turmas dos 6 anos de escolaridade e que representam 58,5% do total de alunos existentes no final do período nesta escola. Nas respostas foram eliminadas, item a item, as assinaladas incorrectamente (mais de uma opção em item de escolha única). Apenas as perguntas sobre as opções que o telemóvel possui e sobre eventuais roubos/perdas do telemóvel admitiam respostas múltiplas. A introdução dos dados no programa Excel foi praticamente toda feita pela turma D do 10.º Ano na aula de TIC do professor Renato Albuquerque. O tratamento de dados e a realização dos gráficos são da responsabilidade deste professor.

Comentário pela dr.ª Inês Abreu, Gestora de Serviço no Departamento de Produtos e Serviços da TMN

É inegável que o telemóvel revolucionou a vida das pessoas e que hoje em dia poucos vivem sem ele. Mais ainda, as camadas jovens, altamente críticas e atentas, vêem neste pequeno aparelho um símbolo de identidade e visibilidade social, tornando-se num alvo de especial atenção por parte das operadoras. Os resultados deste inquérito estão de acordo com a presença de liderança que a TMN assume no segmento e com o perfil que traça do seu cliente jovem. Dos resultados apresentados salientam-se aspectos como o uso dado ao SMS, o peso dos tarifários pré-pagos e a dependência económica a par de um grande potencial de uso de novos serviços e tecnologias. É esta identificação de características distintivas que nos permite desenhar a nossa oferta de modo a ir ao encontro das necessidades de cada um, num esforço constante de estar mais perto de quem é importante.

Centrais

nove


Ano I, nº 1, Jan/2005

Dicionário de SMS por Cátia Duarte, 10º H, n.º 6 e Daniela Ferreira, 10.º H, n.º 7

As mensagens enviadas através do SMS (Short Message Sistem) recorrem a um vocabulário muito próprio, criado para facilitar a tarefa de quem tem de teclar no pequeno espaço de um telemóvel. Aqui ficam alguns contributos para um dicionário de Português-SMS. adoro-te – adowo-t; dowo-ti; adrt agora – agr amanhã – amnh amiga(o) – miga(o); migah(uh) amo-te – amt; amot; amu-teh aquele(a) – akele(a) aqui – aki assim – axim; axm até – te; té beijos – jokas; jinhos; bjs bem/bom – bm casa – cs comigo – cmg; cmgo; kmg como – cm; km; komo contigo – cntg; cntgo; kntg; ctg de/do/da – d deixa – dxa dele/dela – dl(a) desculpa – dsx; dsc; sorry; dxc desde – dd; dsd disse – dx; dixe dizer – dxs; dzr então – ent; atao esqueço – eskexo essas – exas

exemplo – ex falar – flr fazer – fxr; faxer; fzr fazes – fxs; faxes ficar – fkr gostaste – gstst hoje – hj idade – idd imagem – img linda(o) – winda(o) logo – lg melhor – mlhr mensagem – msg mesmo – mm minha(o) – mha(o); mnh muito – mt; mto nada – nd não – ñ; num; nepx nem – nm ninguém – ng; ngm nome – nm nunca – nk; nc o quê? – k?; kê? obrigada(o) – bigada(o); thank’s; tnks

para – p/; pa; pra pessoal – ppl; pexoal pode – pd podes – pdx; pds porque – pk; pork; pq qualquer – kk; kkl; qq quando – knd; kd; qnd quanto – knt; qnt querer – krr; kerer queres – keres riso – lol sabias – sb(s) sempre – smp; smpr sequer – seker também – tb; tbm temos – tmx; tms tempo – tmp tenho/tens – tha(o)/tns tivemos – tvmx; tvms triste – tiste tudo/todos – td; tds verdade – vdd; verdd vez/vezes – x vida – vda; vd vocês – vcs

Opinião Eu e o meu telemóvel (ou a filosofia de: sem rede, sem bateria e sem dinheiro) por Ana Arêde, 10.º H, n.º 4

Hoje em dia, quer queiramos quer não, estamos muito dependentes do telemóvel, andamos com ele de um lado para o outro, entrando muitas vezes em pânico se, por alguma razão misteriosa, descobrimos que o pobrezinho não tem bateria ou não tem dinheiro. E quantos de nós não terão ainda experimentado a frustração de querer telefonar e não ter rede? Apesar de tudo, penso que será seguro dizer que o telemóvel tem contribuído bastante para o enriquecimento da língua portuguesa pois, com o uso do telemóvel, adquirimos novas expressões como Alô! Estás a ouvir? ou Espera estou a perder o sinal… ou, ainda, Porcaria de telemóvel que tinha de se ir abaixo logo agora!, quase atribuindo um novo significado à função fática da linguagem. Pessoalmente, não me considero muito apegada ao telemóvel (embora a maior parte dos dependentes também não o admita…) porque ele tem o dom de estar quase sempre ou sem bateria, ou sem dinheiro, ou sem rede o que acabou por se tornar na minha filosofia de vida. Independentemente disso, a verdade é que eu, tal como todas as outras pessoas, sinto muitas vezes a necessidade de estar contactável, de saber que se acontecer alguma coisa posso ser contactada, o que pode, muitas vezes, significar uma diminuição de liberdade para os adolescentes, visto que de cinco em cinco minutos um dos pais liga para saber onde estamos, com quem estamos e quanto tempo vamos demorar. Portanto, depois disto tudo, apenas tenho a dizer que, na minha opinião, os telemóveis são fundamentalmente uma coisa boa, a dependência que vem incluída é que não.

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Centrais


Ano I, nº 1, Jan/2005

Visitas de estudo A nossa escola está em permanente movimento e, por isso, sempre que pode, sai dos muros da Quinta dos Casquilhos para ver o que se passa pelo país. No dia 19 de Outubro, as turma D, do 10.º Ano e C, do 12.º Ano, juntamente com a professora Helena Oliveira, foram ao Centro Cultural de Belém visitar a exposição Arquitectura e Cidadania dedicada à obra e acção do arquitecto Nuno Teotónio Pereira. A 20 de Outubro, os alunos de Física do 12.º Ano (turmas A, B e C), com a professora Maria do Anjo Albuquerque, deslocaram-se ao Instituto Superior Técnico, em Lisboa, para participar nas actividades da VIII Semana da Física, tendo desenvolvido experiências do Circo da Física e assistido à conferência sobre Pentaquarq proferida pelo professor Pedro Bicudo.

Em Outubro (dias 7, 13, 14, 15, 20 e 21) a turma C do 12.º Ano, com a professora Helena Oliveira, foi à Dimensão, em Lisboa, para assistir a 6 conferências no âmbito da MID (Mostra Internacional de Design).

Roteiro de visita Passeio Pessoano por Anabela Rocha (PQND 10.º B)

A turma D do 12º Ano (Curso Tecnológico de Animação Social), acompanhada da professora Anabela Rocha, realizou no sábado, 15 de Janeiro, um Passeio Pessoano. Esse passeio consistiu na reconstituição da vida de Fernando Pessoa, desde o local do nascimento até ao local da morte, passando por muitas das ruas e casas onde o autor viveu. Esse passeio foi acompanhado por leituras dos seus poemas adequados a cada situação ou momento da sua obra. Este passeio teve por objectivos exemplificar como constituir um projecto de animação sócio-cultural a partir de conteúdos e locais que nos sejam familiares, assim como apoiar a disciplina de Português no estudo e motivação para Fernando Pessoa. O programa do passeio incluiu ainda um jantar e passeio nocturno no Bairro Alto, escadinhas do Duque e elevador da Bica, onde visitámos muitas lojas alternativas, principalmente de roupa e calçado, alguns espaços de arte e onde constatámos que a vida cultural de Lisboa está boa e recomenda-se.

Regressámos a casa no barco das 11h, todos bem estafados e surpreendidos por tudo quanto a cidade tem para nos mostrar!

onze


Ano I, nº 1, Jan/2005

Exposição de Paula Rego Opinião por Valérie Faucilhon, Assistente de Línguas do Programa Comenius

Roteiro de viagem por Sara Branco, 10.º D, n.º 21

No passado dia 11 do corrente mês realizou-se uma visita de estudo ao Museu Serralves, no Porto, em que participaram os alunos do agrupamento de Artes Visuais. Partindo da escola por volta das 7h30min, alunos e professores fizeram a viagem em direcção ao Porto. Chegámos ao Museu por volta das 12 horas para visitar e contemplar as obras da pintora Paula Rego. O guia do museu que nos conduziu explicou as obras da pintora e referiu dados importantes sobre as pinturas expostas, o museu, a vida e a obra de Paula Rego. Ficámos a saber que grande parte do trabalho desta artista consiste na transformação de histórias verídicas ou de ficção (O Crime do Padre Amaro, La Celestina, Jane Eyre) nas quais introduz imagens ou elementos do nosso quotidiano. Ao terminarmos a visita à exposição, e após o almoço, regressámos ao museu para visitar os belos jardins do parque de Serralves e apreciar as espectaculares paisagens. À tarde ainda fomos às compras na rua mais “fina” do Porto, a Rua de Santa Catarina. Foi só nessa altura, quando nos preparávamos para regressar ao Barreiro, que demos pela falta de um professor de Matemática que, viemos a saber mais tarde, se tinha desencontrado do grupo e decidido regressar de comboio. Depois de algumas tentativas frustradas de o encontrar, acabámos por regressar ao Barreiro onde chegámos por volta da meia-noite e meia.

doze

As pinturas de Paula Rego? Obscuras, ambíguas, deprimentes. Pessoalmente, gostei mais do assunto escolhido, a condição da mulher face ao sistema social de dominação masculina plurissecular, do que da maneira escolhida para o tratar nas pinturas. Não vi nenhum sinal de um futuro melhor que é sem dúvida o objectivo de todas as lutas humanas e que é a única razão válida para combater até ao fim. Mas talvez não fosse este o objectivo da pintura. Quanto à sexualidade, parece rimar unicamente com depravação, vício, perversidade. Que pena! As mulheres sucessivamente apresentadas parecem ter algumas dificuldades em afirmar a sua feminilidade (cara e corpo masculinizados) como perdidas numa luta sem objectivo próprio. Ela transforma-se num homem poderoso, perverso... como única resposta à opressão masculina. Acho que há nada pior que travestir-se para reivindicar os seus direitos. Pelo contrário, assumirse parece ser ainda o melhor caminho para o bem do nosso estado psíquico e para o dos outros. Acabo transcrevendo as palavras extraídas de uma canção bem conhecida em França: On est tous égaux pour mille million de differences (Somos todos iguais por mil milhões de diferenças).


Ano I, nº 1, Jan/2005

Vai acontecer… Continuam a funcionar 4 núcleos de Desporto Escolar na nossa escola, orientados pelos seguintes professores de Educação Física: - Ténis, a funcionar na Academia de Ténis do Barreiro (no Parque da Cidade): professor Pedro Cabanas; - Natação, a funcionar na Piscina Municipal do Barreiro (Avenida da Praia): professor Bruno Regalo; - Canoagem: professor Parada Monteiro; - Multiactividades (BTT, escalada e Jogos Tradicionais): professora Ana Torres. O SASE já mudou de instalações, para uma sala que sofreu alguns arranjos e ainda cheira a tinta fresca: vai-se manter na mesma área (Bloco da Secretaria) mas passa a ficar ao fundo do corredor, à esquerda do Conselho Executivo. Durante todo o mês de Janeiro, na Biblioteca, irá decorrer uma exposição comemorativa dos 200 anos da morte de Manuel Maria Barbosa du Bocage que se celebram no próximo dia 21 de Dezembro. A partir de dia 17 de Janeiro irá decorrer a acção Exercícios para colocação de voz. Esta iniciativa, orientada pelo animador Júlio Mesquita, irá decorrer todas as segundas-feiras, no Auditório,

entre as 17h 15min e as 18 horas e pretende melhorar a qualidade da utilização deste instrumento pelos professores da nossa escola.

Dia 20 de Janeiro vai-se realizar o primeiro Exercício de Evacuação da população escolar, no âmbito do Plano de Prevenção e Emergência da Escola. Prevê-se que estejam presentes representantes das duas corporações de bombeiros e da Protecção Civil Municipal. Este exercício, já previsto há várias semanas, pretende preparar toda a população escolar para os procedimentos

correctos que devem ser tomados no caso de ocorrer alguma calamidade natural. Para isso, os coordenadores do referido Plano (professores Jorge Duarte e Rui Ramos) têm vindo a reunir quer com os funcionários, quer com os professores. Antes do exercício, os Directores de Turma irão também reunir com os seus alunos para que o exercício seja um sucesso.

Evacuação de acidentado pelos bombeiros – 14.Jan.2005

Dia 10 de Fevereiro, pelas 10h 30min, no Auditório da nossa escola, decorrerá uma conferência, organizada pela professora Filomena Dias, sobre A Gravidez na Adolescência. Estará presente o professor Miguel Oliveira e Silva, do

Instituto de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina de Lisboa, e ainda um psiquiatra cujo nome será anunciado posteriormente. Esta iniciativa destina-se a todos os alunos.

Dia 14 de Fevereiro irá comemorar-se mais um Dia dos Namorados. O programa ainda é surpresa.

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Ano I, nº 1, Jan/2005

Campanha em imagens No passado dia 22 de Novembro realizaram-se as eleições para a Direcção da Associação de Estudantes, tendo concorrido duas listas: a lista M, presidida pelo Ricardo “Badoff” Sousa (9.º C, n.º 15) e a lista C. Esta última foi a mais votada, tendo sido eleita presidente Ana Carolina Cardoso (12.º C, n.º 1). Como sempre, a campanha eleitoral (na quinta e sexta-feira anteriores) proporcionou grande animação que fica aqui registada.

Os filmes da minha vida O fantasma da Ópera por Ana Arêde, 10.º H, n.º 4

Em meados do século XIX existiam em Paris rumores sobre um fantasma que habitava a Ópera Popular e que fazia estranhas exigências. Suspeitava-se também que o misterioso fantasma dava aulas de canto a Cristine Daae, uma bailarina residente na Ópera. Apesar de não possuir grandes conhecimentos técnicos, gostaria de aqui deixar a minha opinião sobre o filme O fantasma da Ópera que é, para mim, um filme de cinco estrelas. Apesar de o ter visto recentemente e apenas uma vez posso já considerá-lo um filme da minha vida. Penso que um aspecto que deve ser realçado é o facto de não terem sido escolhidos grandes nomes do cinema para trazer este musical à tela, escolha deliberada do realizador Joel Schumacher de forma a permitir ao público uma maior concentração no argumento. Em suma, devo dizer que os actores estiveram à altura desta recriação de um musical que consta na lista de sucessos de Andrew Lloyd Webber. Filme a não perder.

catorze


Ano I, nº 1, Jan/2005

Desporto Na manhã de dia 17 de Dezembro decorreu o corta-mato escolar, organizado pelos professores de Educação Física, tendo os alunos sido divididos em 4 escalões etários. Aqui ficam os nomes dos vencedores. Femininos

Masculinos

Infantis (92/93) 1500 m Luzia Lampreia, 7.º A, n.º 11

Infantis (92/93) 1500 m David Pereira, 7.º A, n.º 6

Iniciados (90/91) 1500 m Magda Sabino, 7.º D, n.º 12

Iniciados (90/91) 2000 m Filipe Rosário, 9.º A, n.º 10

Juvenis (1988/89) 2000 m Patrícia Romão, 10.º A, n.º 17

Juvenis (1988/89) 2500 m Leonel Mendes, 7.º D, n.º 20

Juniores (1987) 2000 m Susana Gregório, 12.º D, n.º 22

Juniores (1987) 2500 m Anaximandro Morgado, 8.º B, n.º 4

No dia seguinte, 18 de Dezembro, realizou-se, nas Piscinas de Azeitão, uma competição em que participaram os seguintes alunos do núcleo de Natação do Desporto Escolar, orientados pelo professor Bruno Regalo:

Iniciados Ana Freire, 9.º A, n.º 3

Inês Guimarães, 9.º A, n.º 13

Juvenis Filipa José, 10.º D, n.º 10

Juniores

Pedro Xavier, 10.º D, n.º 19

Sandra Correia, 12.º C, n.º 22

Mário Lima, 7.º D, n.º 14

Miguel Jorge, 12.º C, n.º 17

A escola aguarda ainda a chegada das classificações destes nossos atletas.

quinze


Ano I, nº 1, Jan/2005

Passatempos por André Galvão, 11.º E, n.º 4

A – Testa os teus conhecimentos de SMS traduzindo este texto para português. Smp k kero falar sobre alg1a coisa n ha nd k m venha a kabeça por ixu decidi fazer 1 pekeno txt sobre tlm pra vcs 1 x k este é o tema do jornal os tlm sao 1 meio de comunic mto usado. Hj em dia sao usados pa varias actividades, cm por ex jgar fazer contas e vrias formas de entretenimento, a comunic + usada e atrvs de sms’s N é nd k vcs já n saibam né ? fikem bm !!

B - Resolve o seguinte crucigrama relacionado com o tema deste número do jornal. 1. Alguns telemóveis têm uma fotográfica. 2. Outros são deste topo. 3. Abreviatura do nome original do serviço de mensagens curtas. 4. Som que o telemóvel emite ao receber uma chamada. 5. Todos o têm. 6. Marca com maior percentagem de vendas na escola. 7. Telemóvel em linguagem SMS. 8. Padrão de comunicação sem fio, de baixo custo e de curto alcance. 9. Tipo de toque. 10. Marca de telemóvel.

1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10.

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C - Encontra na sopa de letras as seguintes marcas de telemóvel (as palavras podem estar na vertical, horizontal e escritas de trás para a frente, nunca na diagonal): ALCATEL, ERICSON, NOKIA, PANASONIC, SAGEM, SAMSUNG, SIEMENS, SONY, TRIUM.

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C A S Q U I L H O S

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A G E M I R F G F KNGHDU E B I S D T Y D S J I S ONYG E J I Y I ND Z R G Y AURN T J RE K Y L Z NAO U I ONMSY E L AQYO S E Y GC B T S C F S RXMNZURN T NO K I A M E N Y U H L E C F E N T I PMU N I L O F J NQU I S A L C E DX R O S K S I M E G A S S NGA L O C S E SMH E A Y E ML I E R I C SONL D P E S S OH L I UQS ACRA L CA T E L L N S T D Z GP ANA SON I CNU F E R M A T R I UMUG I RMG I E B I S

Para os fanáticos das “contas” aqui fica um dos problemas que saiu na 1ª eliminatória (Categoria A) das XXIII Olimpíadas de Matemática, realizadas no passado dia 10 de Novembro. Para completar a sua colecção de tazos, o João trocou três quintos dos que possuía por um tazo raro. Como três quintos dos tazos que lhe restaram eram repetidos, resolveu oferecê-los ao seu amigo Miguel, ficando assim com 30 tazos. Quantos tazos tinha o João inicialmente?

Soluções no próximo número

dezasseis

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Jornal ESCrito n. 1  

Escola Secundária de Casquilhos - Barreiro - Portugal

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