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Sumário

1 Fotograma 2 Pin Hole 3 Tipo Modular 4 Estudos Semânticos 5 Classificação Tipográfica 6 Técnica e Linguagem Fotográfica 7 Caderno Tipográfico

5 7 10 11 12 14 17


1 FOTOGRAMA Técnica

Experiência

Fotograma é o processo de gravação de objetos em um papel sensível a luz. Para ter um resultado satisfatório, o ambiente deve ser escuro, ausência de luz branca, exceto a luz que incidirá ao papel. Em uma mesa, é colocado o papel sensível de face para cima, depois é inserido os objetos quaisquer acima do papel, formando uma composição. Para gravação desses objetos no papel, é necessária uma fonte de luz branca acima dos objetos. É feito um teste de quanto tempo de luz incidirá sobre o papel para ter o melhor contraste. Após o teste é incidido a quantidade necessária de luz sobre os objetos para criar as formas no papel. E finalmente é realizado o processo de revelação, deixando possível a visualização das formas.

O fotograma foi realizado em laboratório, os objetos foram dispostos em cima do papel fotossensível para definir a passagem de luz. Objetos como papel vegetal, cabo rca, fita adesiva e plástico anti-estatico. Foi feito uma tira de teste para visualizar a melhor quantidade de luz incidida no material fotossensível. Para melhor visualização de alguns objetos foi definido apenas duas exposições de luz. Depois foi feito a revelação do material chegando no seguinte resultado.

Resultado

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Tipografia Através da técnica do fotograma, foi realizada uma composição de tipos. Os caracteres escolhidos foram o “X” e “x”. Através de pesquisas de referencias semânticas foi notada grande importância desse caracter no campo da genética. X é um dos cromossomos para determinação sexual. A O cromossomo da mulher é determinado através de dois cromossomos x, xx, através disso, foi representado o X maiúsculo com duas pernas de boneca adulta, simbolizando a feminilidade. B O x minúsculo é representado pela processo da genética chamado fecundação.

6

A

B


2

PIN HOLE

Montagem Foi escolhido uma caixa de sapato para ser a câmera, poderia tanto ser uma caixa de leite como de madeira. O importante é fazer um bom revestimento na parte interna da câmera, deixando-a escura, pintando de preto fosco ou revestir, por exemplo, com um papel de veludo preto. Em seguida foi feito um furo para passagem de luz, para ter um furo mais preciso, aplicamos a fórmula: d=√f/28 Foi consultado a tabela de agulhas, e a partir do resultado obtido pela formula, foi definido a espessura da agulha. Para a espessura de o furo ser fiel ao numero da agulha, foi feito o furo em uma lata de alumínio, a qual foi fixada no furo da caixa. Esse orifício é responsável pela qualidade de definição da fotografia. Com a câmera revestida e seu orifício

calculado e instalado na caixa, partimos para o laboratório de fotografia, o qual tem as melhores condições para manipulação dos materiais fotossensíveis. O laboratório precisa ter luzes vermelhas e uma branca, e 3 banheiras de químico e uma torneira. Com essas condições, ambiente com luzes vermelhas, retiramos o papel fotográfico de sua embalagem e fixamos no fundo da caixa. Tampamos a caixa fixando com fita isolante para que não tenha nenhuma passagem de luz além do orifício feito com a agulha. O orifício também é tapado com fita de maneira que funcione como um obturador. Feito esses procedimentos, a câmera está pronta para a primeira fotografia. A primeira funciona como uma calibração. Deve ser feita entre as 11 da manhã as 2 da tarde. E o obturador deve

permanecer aberto durante 2 minutos no horário proposto. Durante esses dois minutos a câmera deve estar fixada para que não haja nenhum movimento. E o objeto fotografado também deve ser estático.

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Revelação A revelação é feita no laboratório de fotografia, é retirado o papel fotossensível de dentro da caixa e mergulhado de face para baixo na primeira banheira contendo o químico revelador durante um minuto, logo após, a foto deve ser mergulhada no interruptor por cerca de trinta segundos. Depois é deixado durante um minuto no fixador e finalmente, é lavada a imagem negativa em papel.

C Imagem negativa de um gramado.

8

C


D

E

Positivação Depois de seco é feito um positivo do mesmo. É exposto à luz branca, um outro papel sensível sobre o negativo, de maneira que fique como um sanduiche, face a face, e uma placa de vidro que funcione como prensa. Para ter um resultado satisfatório do positivo, é feito uma tira de teste antes do resultado final. A tira de teste é exposto a diferentes tempos de exposição a luz branca para saber qual o melhor tempo de exposição.

D Tira de teste E Positivo, resultado final.

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TIPO MODULAR Conceito Desenvolvimento de tipo modular. Software FontStruct. Influenciada pela década de 80 por sua cultura de sintetizadores e Games. A artabit é referente ao experimental, noise, contemporâneo e a tecnologia. A tipografia adotada representa bits com interferências e tilts.

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3 Fonte

art.a.bit;CH

!"#$%&'()*+,-./0123456789:;<=>?@ ABCDEFgHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ[\] ^_`abcdefghijklmnopqrstuvwxyz{ |}~


4 ESTUDOS

SEMĂ&#x201A;NTICOS

O trabalho resultou em 27 resultados. De acordo com a palavra, foi estudado seu poder semantico e representado em um quadro de 8cm por 8cm com a tipografia Myriad Pro. Logo abaixo sĂŁo apresentados 3 dos resultados.

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CLASSIFICAÇÃO 5 TIPOGRÁFICA Classificação Foram selecionadas 31 marcas e classificadas suas famílias tipográficas, em clássicas, como humanista, garald e transitórias. Modernas, como didone, mecanistas e linear. As lineares sendo grotesca, neo-grotesca, geometrica e humanistas. As caligráficas como glyphic, script, gráfico, blackletter, gaélico e manual. Ao lado é representada a porcentagem das famílias classificadas.

Título do Gráfico Tabulação script 16%

grafico manual 3% 6%

humanista 16%

transitoria 7%

didone 7% neo-grotesca 16%

glyphic 13% geometrica 3%

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mecanista 13%


Classificação das marcas

Classificação Tipográfica: Glyphic

Classificação Tipográfica: Mecânica

Classificação Tipográfica: Neo-grotesca

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TÉCNICA E LINGUAGEM FOTOGRÁFICA

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Técnica

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Diafragma

Obturador

Fotometria

É a parte da câmera que controla a quantidade de luz e influencia na profundidade do campo, o que altera para maior ou menor profundidade. Apresenta a nitidez da frente e atrás do objeto focado.

O obturador controla quanto tempo a luz irá passar pelo diafragma. É regulado o tempo de exposição das fotos. O uso de baixas velocidades do obturador acarreta nas fotos em que o objeto fotografado se encontra em movimento, uma tendência a uma imagem levemente ou muito borrada. Nas altas velocidades do obturador o oposto ocorre, ou seja: a imagem do elemento em movimento ao ser fotografado se apresentará congelada e portanto nítida.

Fotometria é a parte da câmera que mede a quantidade de luz que chega até o filme, possibilitando a fazer as regulagens precisas para determinada foto. Fotômetros medem a área central da imagem enquadrada no visor.


Ensaio Fotogrรกfico

O Homem e a paisa agem Urbana

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O Homem e a paisagem Urbana

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7 CADERNO

TIPOGRÁFICO

Editorial

Grid

Hierarquia

Este editorial foi baseado em estudos tipográficos, desde a construção modular tipográfica, estudos semânticos, classificação e diagramação. E estudos fotográficos como o fotograma, pin hole e técnica e linguagem fotográfica.

O grid foi dividido respeitando o espaço de encardernação, margem superior, infeNúmeração do Capitulo rior e lateral. As informações foram organizadas dentro Century Gothic, Bold, tamanho 36. de um retângulo áureo, como é apresentado nas paginas vegetais. A pagina vegetal a seguir, demonstra o Capitulo calculo que obteve o retângulo áureo. Century Gothic, Bold, tamanho 24.

0-9 A-Z

A-Z Tópico

Century Gothic, Bold, tamanho 14.

A-Z Titulo

Century Gothic, Regular, tamanho 18. A-Z Marcador Century Gothic, Bold, Tamanho 9.

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Hierarquia A-Z Texto Myriad Pro, Regular, tamanho 9. A-Z Legenda Myriad Pro, Italic, tamanho 9.

A-Z

Display Artabit, Regular, tamanho 36.

A-Z texto

Artabit, Regular, tamanho 18.

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Desenho Industrial - Programação Visual Discente: Renan Roberto Fukagawa Docente: Bernardo Faria 4º Semestre - 2010

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Caderno Tipográfico