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REINALDO ASSIS PELLIZZARO

A SAGA DA FAMÍLIA PELLIZZARO NO BRASIL -Edipel -


Reinaldo Assis Pellizzaro

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A SAGA DA FAMÍLIA PELLIZZARO NO BRASIL

- 2.012 -


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SAGA DA FAMÍLIA PELLIZZARO NO BRASIL_________

8@. Edição – 2.012 Reinaldo Assis Pellizzaro Pellizzaro, Reinaldo Assis A Saga da Família Pellizzaro no Brasil


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A SAGA DA FAMÍLIA PELLIZZARO NO BRASIL

I. Família, generalidades, definição e conteúdo II. Definição de família, relação de Parentesco. Nome, sobrenome, elementos gerais. III. Origem histórica do sobrenome Pellizzaro IV. Origem da estirpe Pellizzaro na Italia, no Brasil e no Estado de Santa Catarina. V. Como obter a cidadania italiana.

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ÍNDICE GERAL Apresentação............................................... I / II Prefácio........................................................ II / III Dedicatória.................................................. IV 1 - Família, generalidades e definição......................11 2 - Definição de família...........................................12 3 - Relação de parentesco..................................... 12 3.1- Como se estabelece o vínculo de parentesco.............................................................13 4 - Nome sobrenome, elementos gerais..................15 5 - O nome na antiguidade.....................................16 6 - Origem histórica do sobrenome Pellizzaro...........................................................17 7 - Pedro Antonio Pellizzaro, origem da estirpe Pellizzaro na Italia...................................18 8 - Marco Pellizzaro, origem da estirpe Pellizzaro no Brasil............................................1.8 9 - Famílias que constituem a estirpe Pellizzaro em Santa Catarina.............................20 9.1 -Família de Cristiano Pellizzaro...........................20 9.11- Família de Catherino Pellizzaro.........................21 9.12- Família de José Pellizzaro..................................22 9.13- José Pellizzaro, sua vida seu exemplo...............22 9.14- Filhos de José Pellizzaro...................................26 10 - Família de Achiles Pellizzaro............................29 11 - Olympio Pellizzaro um desbravador..................31 11 - Familia de Olympio Pellizzaro..........................31 11 - Domingos Pellizzaro, uma vida dedicada a ecologia..................................................32 12 - Antonio Pellizzaro o grande lider comunitário...........................................................43 13 - Como obter a cidadania Italiana........................48 15 - Reprodução autorizada do livro.........................52


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I APRESENTAÇÃO Oferecemos este trabalho como uma homenagem aqueles que foram e são os responsáveis pela formação da FAMÍLIA PELLIZZARO, tão numerosa e rica na contribuição para o progresso dos Países em que viveram e vivem. Gente humilde e extremamente operosa, demandaram dos Alpes da Itália, para o Sul do Brasil, onde prosseguiram na SAGA INGENTE DE FORMAÇÃO DA EXTRAORDINÁRIA ESTIRPE PELLIZZARO DISSEMINADA PELO MUNDO... Nossos antepassados se constituíram de pessoas dedicadas ao cultivo da terra, ligadas entre si por sólidos laços de parentesco e consanguinidade dotadas de extremado sentimento de amor a Pátria, e que souberam como ninguém preservar o sentimento de profundo tradicionalismo. Em todos sempre se evidenciou traços marcantes da religiosidade católica, de exteriorização de amor a Deus, como pessoas dotadas da mais profunda e sincera espiritualidade. Desta forma podemos registrar com orgulho que nossa família ao longo da história


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vem marcada por valores morais e espirituais altamente edificantes. Atual e as gerações futuras, haverão de encontrar neste registro, elementos para avaliar a importância dos dados familiares históricos, como repositório a ser preservado e enriquecido. A

Trata-se pois de um ponto de partida, de um ensaio para novas e necessárias incursões históricas que certamente conduzirão a grandes descobertas todos aqueles que se interessarem perquirir a origem e a formação de nossa multissecular e extraordinária família PELLIZZARO. Humildemente agradecemos a Deus, pela magnifica oportunidade de fazer esta compilação de dados tão sentimentalmente significativos para nós; bem como desejamos agradecer a todos aqueles que colaboraram para que este trabalho pudesse mostrar ainda que palidamente a grandiosidade da SAGA DA FAMÍLIA PELLIZZARO NO BRASIL.

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PREFÁCIO Registrar num livro dados relativos a numerosa família Pellizzaro, se constituiu em gratificante e salutar desafio. Mas na verdade desejamos, a par desse registro onomástico, oferecer algum subsidio sobre a origem dos nomes e designação das pessoas. Intencionalmente enfatizamos a família como uma instituição ligada por laços de parentesco e consanguinidade, da maior importância, constituindo-se na célula mater, de toda a sociedade organizada. Fizemos uma incursão histórica, sobre a origem do nome PELLIZZARO, fixando seu aparecimento na Diocese de ROTZO, Província de VICENZA, ITALIA em meados do ano de 1.785. Procuramos registrar as famílias constituídas no Brasil, que integram a estirpe PELLIZZARO, todavia sem a pretensão de registro definitivo, eis que se trata de um trabalho que deverá sofrer alterações no sentido de ser aprimorado e necessariamente atualizado... Os autores


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Aqueles que sem temor, vencendo os desafios de seu tempo, escreveram no mármore eterno da história a saga da extraordinária família PELLIZZARO, dedicamos este trabalho...


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I - Família, generalidades e definição Todo o ser humano, ao nascer torna-se membro integrante de uma entidade natural, o organismo familiar. A família como instituição, liga as pessoas por laços de parentesco e especialmente pela consanguinidade, e dentre todas as instituições públicas se reveste da maior significação. Tão importante é a família, que dela depende o próprio Estado, para sua existência, pois que, onde quando a família se mostrou forte, aí o Estado floresceu; onde e quando se revelou frágil, aí começou a decadência geral. Pode-se mesmo afirmar que a vida em sociedade somente pode permanecer em segurança, se estiver apoiada sobre dois pilares basilares, isto é, o casamento e família . Efetivamente, no seio da família se desenvolve os hábitos, as inclinações e os sentimentos de bons costumes e da moralidade. No colo da mãe, forma-se o que há de maior e mais útil ao mundo, um homem honesto. É preciso defender-se a incolumidade da família, atribuindo responsabilidade ao pai, abnegação por parte da mãe, reverência e respeito por parte dos filhos.


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1.1 - Definição de família A família, como instituição, pode ser definida como um determinado número de pessoas ligadas por laços de parentesco natural ou jurídico : “ FAMILIA. s. f. O pai, a mãe e os filhos; pessoa do mesmo sangue, descendência e linhagem ”.1 No sentido restrito, o vocábulo família , abrange os cônjuges e sua prole. Já num sentido mais amplo, família significa um determinado número de pessoas ligadas pelo vínculo da consanguinidade ou até mesmo por força da lei. A lei protege o grupo familiar, no próprio interesse do Estado, assim o casamento, a filiação e o parentesco se acham determinados pelas normas de direito de ordem pública. II - Relações de parentesco É sabido que toda a pessoa enquadra-se numa família em três ordens de relações: vínculo conjugal, o parentesco por consanguinidade e a afinidade. O vínculo conjugal se estabelece pelo casamento; já o parentesco por consanguinidade, ou simplesmente parentesco é o vínculo existente entre pessoas que descendem de um mesmo tronco comum. 1

GUÉRIOS, MANSUR R.F. “ DICIONÁRIO CULTURAL DA LÍNGUA PORTUGUESA, ed. Grafipar PR, 1967 p. 250


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Desta forma a palavra parente designa as pessoas que se ligam entre si pela consangüinidade, excluídos portanto o cônjuge e os afins. O direito canônico reconhece ainda a existência de outra espécie de parentesco, o parentesco espiritual, derivado das qualidades de padrinho ou madrinha e afilhado, e que até constitui impedimento matrimonial.2 Portanto afinidade é o vínculo que se estabelece entre um cônjuge e os parentes do outro cônjuge. 3.1 - Como se estabelece o vínculo de parentesco O vínculo de parentesco se estabelece por linhas: a linha reta e a linha colateral. A linha reta, caracteriza o parentesco das pessoas que descendem uma das outras; assim são parentes em linha reta: o bisavô, o avô, o filho, o neto e o bisneto. A linha reta é ascendente ou descendente, segundo se sobe da pessoa considerada para os seus antepassados ( do filho para o pai, deste para o avô, etc.), ou se desce da pessoa considerada para os seus descendentes ( do avô para o filho, deste para o neto e assim por diante). 2

MONTEIRO, Washington de Barros, Curso de Direito Civil, II vol. Ed. Saraiva 1968 p.242


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Interessante anotar como ensina o emérito civilista Arnoldo Wald que “ a contagem dos graus de parentesco na linha reta é feita, atendendo-se ao numero de gerações existentes entre os parentes. Assim, pai e filho são parentes em primeiro grau na linha reta; avô e neto são parentes de segundo grau na mesma linha. Os graus representam o número de gerações existentes entre as partes interessadas”.3 O Código Civil Brasileiro, trata das relações de parentesco no art.1591 e seguintes, dizendo que: “ São parentes em linha reta, as pessoas que estão umas para as outras, na relação de ascendentes e descendentes.” No caso da família Pellizzaro os laços de parentesco na linha reta por descendência, tomandose como exemplo Ana Luiza Aguiar Pellizzaro filha de Fábio Pellizzaro, em relação a atual geração, é : 1. Pietro Antônio Pellizzaro nasc. 1785............Octavô

2. Cristiano Pellizzaro nasc. 19 08 1821..Septavô 3. Marco Pellizzaro nasc. em 16 11 1845..........Sexavô 4. Catherino Pellizzaro, nasc. em 08 10 1868.Tataravô 5. Antonio Pellizzaro nasc. em 21 05 1.904...... Bisavô 6. Reinaldo Assis Pellizzaro nasc. 06 01 1.941.... Avô 7. Fábio Pellizzaro nascido em 17 05 1.967........... Pai 8. Ana Luiza Aguiar Pellizzaro 29 09 1.994........Filha

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WALD, Arnoldo, “Direito de Família”, 6a. Ed. Rev. Tribunais, p.25


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Certidão de nasc. de CRISTIANO PELLIZZARO

Na linha reta não há limite algum de parentesco, sendo pois infinita; por mais afastadas que estejam as gerações, serão sempre parentes entre si por descendência ou ascendência. Desta forma se for possível fazermos uma conexão entre os ascendentes de Marco Pellizzaro, que habitaram a Itália, e até outros países, poderemos unir nossos ancestrais por uma linha reta até encontramos o primeiro homem, que deu origem a estirpe Pellizzaro...


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Este é certamente o grande e cativante desafio!

4 - Nome e sobrenome, elementos gerais Podemos afirmar com segurança que um dos mais importantes atributos da pessoa natural, ao lado da capacidade civil, é o nome. Recebemos nosso nome ao nascer e o conservamos até a morte, projetando-o mesmo até depois de nossa morte, pois a ele estamos indissoluvelmente ligados. Em todos os atos de nossa vida social, conjugal, econômica, ou política nos fazemos conhecer e individualizar por nosso nome. É portanto, como que, um sinal exterior pelo qual se designa, se identifica e se reconhece a pessoa no seio da família e da sociedade em que vive. A origem do nome das pessoas se confunde com o aparecimento em Roma, onde o nome era bastante complexo, assim entravam na sua composição dois elementos: a) o gentílico, usado por todos os membros da mesma genes. b) o prenome, ou nome próprio de cada pessoa. Para diferenciar os elementos de uma para outra família, descendentes do mesmo tronco surgiu o


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sobrenome, tirado de uma qualidade, ou de uma profissão. Assim o sobrenome Pellizzaro, surgiu possivelmente da profissão exercida por nossos antepassados e herdada por sucessão hereditária. Entre nós, o prenome pode ser escolhido livremente, dando-se preferencia a nomes cristãos, já o sobrenome ou apelido de família é transmitido hereditariamente.

5- O nome na antiguidade A origem do nome se confunde com a criação do mundo. Entre os gregos, era único e individual. Designava a estirpe, por honraria militar, religiosa, ou mesmo pela atividade laborativa. A classe nobre possuía nomes que lhe davam caracter exclusivo, não se confundindo com o nome dado aos plebeus e pessoas do povo. Diz-me o nome que tens e te direi quem és! Vale dizer que o nome rotulava as pessoas imprimindo-lhes cunho de nobreza e dignidade já ao nascer.


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A democratização dos nomes das pessoas é uma conquista de apanágio universal, conquistada a duras penas por nossos antepassados. Já o sobrenome na antiguidade guardou a vinculação com a atividade de trabalho a que se dedicava a familia...

6 - Origem histórica do sobrenome Pellizzaro. A origem do sobrenome Pellizzaro, remonta aos primórdios da estirpe, que habitando as regiões frias do norte da Itália, sobreviviam da extração ou comercialização da pele de animais; portanto a atividade laborativa familiar. Para que se possa chegar ao termo pellizzaro, há que se fazer referência a Pelliccia, Pelliccio, Pellicci, Pellizi, Pellizzaro, Pelizzari, Pellliteri, Pelliteri, derivado do latim pelliz, (=pele) através do adjetivo pellicius, que é relativo a pele. A palavra Pellicius, portanto indicava a própria pele do animal, tirada, curtida e comercializada, significando ou seja, a atividade exercida pelo mercador de peles de animais. O termo pellizzaro, estudado na sua ortografia histórica, nos leva a certeza de que tem origem no latim, pelliciarius, curtidor de peles de animais.


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A história registra imensa variação de sobrenomes, que iniciam pelo radical pelli, cuja tradução é pele, dando-nos a certeza de que, cciaro, foi acrescido ao radical pelli, para designar atividade de curtidor, ou seja pessoa que curtia as peles dos animais para sua utilização na confecção de abrigos e calçados. Assim nossos antepassados não se dedicavam a caça, mas sim a atividade de curtir e comercializar peles; tanto isto é verdade que nossos parentes que ficaram na Itália mantém , um museu, onde são preservados e expostas mesas e objetos usados pela família Pellizzaro, para curtir peles. 4

7 - Pedro Antonio Pellizzaro, informação histórica sobre origem. Pouco se sabe sobre a origem da estirpe Pellizzaro, na Italia, de onde é originária . Das anotações feitas pelo autor José Pellizzaro, colhemos informações escritas há muitos anos, que pela sua autenticidade, e valor histórico, é transcrito na forma original: “ Árvore da série, antepassado genealógico, PEDRO ANTONIO PELLIZZARO, que morava na 4

Este museu situa-se na Proviencia de ROTZO, onde são preservados equipamentos para curtição de peles, constituindo-se em precioso acervo historico e familiar que recomenda os idealizadores e mantenedores como merecededores de nossa admiração e sincera gratidão.


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Italia, Diocese de ROTZO, Província de Vicenza, Comunidade de Rotzo. Ele deve ter nascido entre 1.785 e 1.790. Era pai de CRISTIANO PELLIZZARO que nasceu em 30 de janeiro de 1.845 com CATARINA PESAVENTA , filha de GIULIANO DE ROANA, e tiveram um filho e quatro filhas. O filho de nome MARCO, nasceu em 16 de novembro de 1845 e casou-se em 28 de janeiro de 1.868, com MARGHERITA MARTELLO filha de DOMINO MORSELLE MARTELLO e JOANA A. de ROANA, e teve um filho de nome CATARINO que nasceu em 8 de outubro de 1.868. Em 1.890 imigraram da Italia para o Sul do Brasil, município de Antonio Prado Rio Grande do Sul e tiverem três filhas e cinco filhos.5 8 - Marco Pellizzaro, origem da estirpe no Brasil. 8.1 - Pellizzaro Marco, sendo filho de Pedro Antonio Pellizzaro, nasceu na Italia em 16 de novembro de 1.845, casando-se com Margherita Martello em 8 de outubro de 1.868. Imigrou para o Brasil fixando-se em Antonio Prado, Rio Grande do Sul, em 26 de março de 1.890, dando origem a estirpe Pellizzaro. Ainda na Italia, tiveram três filhas e cinco filhos: 8.1.1 - Catherino, nascido em 08.10.1.868 8.1.2 - Verginia, nascida em 28.08.1.870 5

“PELLIZZARO José, notas coligidas da família Pellizzaro, 1998


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8.1.3 8.1.4 6.1.5 8.1.6 8.1.7 8.1.8

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Cristina, nascida em 26.10.1.872 Maria, nascida em 09. 08 .1.874 Diácoma, nascida em 29. 04. 1.876 Giovani, nascido em 01.11.1.878 Pietro, nascido em 27.12.1.880 Pietra, nascida em 08.07.1885

Obs: Marco Pellizzaro , faleceu em 1.913, e Margherita faleceu em 1.915. 8.l.l- Catherino, casou com Angela Cadore em 10 de setembro de 1.892, em cerimonia realizada na Capela do Sagrado Coração de Jesus em Antonio Prado Rio Grande do Sul. Dessa união nasceram: 8.2.1 8.2.2 8.2.3 8.2.4 8.2.5 8.2.6 8.2.7 8.2.8

- Cristiano, nascido em 12. 08. 1.893 - Domênico, nascido em 05.04.1.895 - Catherina, nascida em 20.07.1.896 - Catherina, nascida em 04.05.1.898 - Domingos, nascido em 15.05.1.900 - Antonio, nascido em 21. 04.1.901 - Maria, nascida em 21.05.1.904 - Catharina, nascida em 08.06.1.905

Obs: Domênico faleceu em 1.875 e Catherina em 1.895, sendo costume na época se repetir o nome aos filhos nascidos posteriormente, daí a repetição dos nomes. 9 - Famílias que constituíram a estirpe Pellizzaro em Santa Catarina.


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9.1 - Familia de Cristiano Pellizzaro Cristiano Pellizzaro, nascido em 12. 08. 1.893, casou com Vergínia Vedana, em 24.04.1.911, tendo a cerimonia religiosa se realizado na Capela de São Roque, no Município de Antonio Prado, Estado do Rio Grande do Sul. Migrou para o Município de Curitibanos, Santa Catarina, em 1.915 sendo seus filhos: 9.1.1 9.1.2 9.1.3 9.1.4 9.1.5 9.1.6 9.1.7 9.1.8 9.1.9 9.1.10 9.1.11 9.1.12 9.1.13 -

Catherino, nasc. em 22. 04.1.912 José. nascido em 12.08.1.913 Tereza, nascida em 25.02.1.915 Angelina, nascida em 25.02.1.917 Olympio, nasc. em 25. 06.1.918 Ernesto, nascido em 26.07.1.920 Vergílio, nascido em 27.01.1.922 Avelino, nascido em 20.01.1.923 Ines, nascida em 02.11.1.924 Alice, nascida em 10.07.1.926 Achyles, nascido em 22. 10. 1.928 Alcides, nasc.19 01 1931 Ayres, nascida em 05.01.1.933

Obs: Cristiano Pellizzaro, foi um empresário de grande sucesso, dedicando-se ao ramo madeireiro, homem de negócios, com facilidade para atividades comerciais, ... 9.1.1 - Catherino Pellizzaro, nascido em 22. 04.1.912, casou com Norma Roveda Pellizzaro


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em 30 07 1938 ela nascida em Antonio Prado em 26 05 1916, e tiveram os filhos: 1. Imério Clemente Pellizzaro nasc. 14 09 1939, casou com Nely Velho Pellizzaro em 14 09 1963 e tiveram os filhos: Cristiane Velho Pellizzaro nasc. 28 11 1964 que casou com Sergio Antunes Batalha tendo os filhos: Guilherme Pellizzaro Batalha nasc. 05 10 1991; Lais Pellizzaro Batalha nasc. 06.12.1996; ; Suyane Velho Pellizzaro nasc. 12 12 1968 que casou com Eugenio do Carmo Netto e teve o filho Thiago Pellizzaro Netto nasc. 17 08 1992 e Vinicius Pellizzaro Netto nasc. 27 07 1994; Alessandra Velho Pellizzaro nasc. 18 08 1970 casou com Cristian Francisco Giovani tendo um filho de nome Matheus Pellizzaro Giovani nasc. 01.01.1996; 2. Ladimir Pellizzaro que casou com Neusa Souza Pellizzaro tendo os filhos: Rafael Pellizzaro nasc. 09 05 1980; Gustavo Pellizzaro nasc. 05 02 1982; 3. Olita Maria Pellizzaro nasc. 02 01 1947. 4. Diva Verginia Pellizzaro nasc. 02 01 1947.

9.l2 - José Pellizzaro, nasc. 12 08 1913 Antonio Prado, cidade do Estado do Rio Grande do Sul, Brasil. NOME DO PAI: Cristiano Pellizzaro, NOME DA MÃE: Vergínia Vedana, AVÔ PATERNO: Catarino Pellizzaro. Esposa, Spander Crisina, AVÔ


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MATERNO: Felice Vedana. Esposa. Esposa, Angela Cadore BISAVÓS MATERNOS: Giorgio Vedana. Esposa Bernardina Vedana. BISAVÓS PATERNOS: Marco Pellizzaro. Esposa Martello Margherita. Pais nascidos na ITÁLIA: PAI: Nascido na Província de Vicenza, Mãe nascida na província de Treviso, VidorItalia Imigração para o Brasil: PAI: 1890 e a MÃE em 1896. 9.13 - José Pellizzaro, sua vida e seu exemplo. José Pellizzaro, nasceu em Antônio Prado, em 12 de agosto de 1913. Casou-se com Ana Pierina Colombo Pellizzaro, em 07 05 1932 e permaneceu morando com seus pais até o inicio de 1.934. Naquele ano mudou sua residência para Caçador Santa Catarina, onde na localidade de Capela São Pascoal- Cará -, foi um desbravador, pois abrigou sua família num humilde casebre construído com lascas de madeira e chão batido, para abrir o caminho na mata serviu-se de uma foice e de um facão. Convocado para o necessário alistamento militar recebeu a informação através de seu sogro que estava dispensado. Entretanto decidiu averiguar pessoalmente sobre sua situação, e em 1941, aos 28 anos de idade, já pai de sete filhos e mais dois de criação, foi chamado pelo prefeito de Caçador, Manoel Siqueira Belo, que o ameaçou de prisão caso não lhe fosse pago doze contos de reis, quantia necessária, segundo ele, para o


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fornecimento dos papéis de dispensa do serviço militar. Não aceita a proposta, José decidiu apresentarse para servir o exército no 9o. Batalhão de Caçadores aquartelado em Caxias do Sul, Estado do Rio Grande do Sul. Não obtendo licença ali permaneceu sem ver a família por mais de oito meses até ser promovido ao posto de Cabo, quando recebeu licença especial, deslocando-se á Caçador para rever seus familiares. Por dezoito meses permaneceu servindo á Pátria, recebendo afinal com mérito o Certificado de Reservista, período em que sua esposa e filhos dedicaram-se a atividades agrícolas. Até o ano de 1946, dedicou-se a agricultura e a extração de madeira (= Serraria), quando sofreu com a praga dos gafanhotos que destruíram totalmente a lavoura de trigo que haviam plantado, e que desafortunadamente era sua maior renda. Como se isto não bastasse, parecia ter pouca sorte, pois a esposa e filhos estavam sempre doentes. Durante o período em que residiu no interior do município de Caçador, exatamente na Capela São Pascoal, nos dias santificados, José dirigia o terço e quando falecia alguém, era convidado a fazer a prece no enterro. Um dia nos festejos dedicados ao padroeiro da localidade São Pascoal, quando recebia a visita o Pároco de nome também José, estabeleceu-se interessante conversa: - Tocaio (= tratamento dado


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as pessoas que possuem o mesmo nome), aceita um conselho, muda tua residência daqui. Porque eu conheço os teus problemas e aqui não é o teu lugar”. José em tom de brincadeira, indagou : -” Padre, o Sr. sabe o que diz a doutrina da Igreja?” O padre quis saber o porquê da pergunta e José explicou: “A doutrina diz que Deus está em todos os lugares”. Mas o conselho foi aceito e sabendo que em Antonio Prado RS, haviam bons médicos, resolveu mandar a esposa Pierina e um dos filhos a fim de se submeterem a um tratamento medico. Ao partirem José fez uma promessa a sua esposa: “Na sua volta eu vou procurar um lugar que seja do nosso agrado para morar, e ver se as coisas melhoram”. Semanas após, quando trabalhava com saudades da esposa e do filho distante, recebeu a noticia de que um incêndio havia destruído a casa e toda a propriedade de seus pais, que moravam em Antonio Prado. Imediatamente partiu em socorro de seus pais, tendo-os encontrado em situação desoladora. Nesta época a farinha de trigo era racionada e proibida a exportação para outros Estados. Ernesto Bortoloto, cunhado de José, era proprietário de um caminhão de frete, e costumava fazer pequenos transportes não muito legais. De comum acordo resolveram carregar farinha de trigo, acondicionando os sacos, sob uma aparente carga de cerveja. A carga foi levada até Curitibanos, e como chovia, ficaram impedidos de prosseguir, pelas estradas que não eram pavimentadas, e pernoitaram


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no Hotel Koninck, onde tiveram oportunidade de conversar com pessoas ligadas a firma Driessem & Almeida, que lhes ofereceram um pinhal para ser extraído na estrada Marombas/Caçador. José fez a proposta para serrar o pinhal em regime de meação. Tendo constituído uma firma tendo como sócios: Ângelo Colombo, Ernesto Bortoloto e Santo Agostini. Era o inicio de uma grande jornada de trabalhos e sofrimentos, que resultou no sucesso empresarial gerenciada por José, que junto a serraria mantinha um pequeno armazém de venda de produtos de primeira necessidade. Em 1956, foi adquirida outra serraria, que havia falido Madeireira Consulbrama Ltda, que passou a denominar-se Madeireira Pellizzaro Bortolotto Ltda, que funcionou até 1960, tendo agora como sócios: o filho Cristiano João e seus irmãos, Achiles, Olimpio e Alcides. Já em 1959, mudou seu domicilio em definitivo para Curitibanos, sendo que em 1960, um incêndio destruiu a Serraria, sendo novamente implantada em Curitibanos onde esteve em atividade até 1980. Logo que passou a residir em Curitibanos, José adquiriu cotas do Cine Teatro Ópera que esta sendo construído. No primeiro ano de funcionamento sendo gerente Otto Hoppen, o empreendimento apresentou um prejuízo de 120.000 cruzeiros. Sob ameaça de execução e possível falência, José solicitou a convocação de uma Assembléia, onde para salvar a empresa de característica social e


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necessária ao desenvolvimento da cidade, resolveu adquirir 50% das ações existentes. Pagando assim a dívida e como um desafio administrativo passou a dirigir a empresa, que progrediu e acabou por adquirir o Cine Teatro Montes Castelo, dominando assim o setor de entretenimento. Por volta de 1975, o movimento da área de projeção de filmes declinou, e a empresa foi vendida para uma empresa de Lages, tendo então José de dedicado a pecuária, ramo que permanece até o presente. 9.14 - Os filhos de José Pellizzaro José Pellizzaro casou-se com Ana Pierina Colombo Pellizzaro em 07 05 1932 na cidade de Antonio Prado Estado do Rio Grande do Sul, tendo dessa união nascido os filhos: 9.1.1 - Maria Severina Pellizzaro Dondé nasc. 13 05 1933 9.1.2 - Cristiano João Pellizzaro nascido em 02 09 1934 9.1.3 - Maria Pellizzaro nascida em 03 04 1936 9.1.4 - Osvaldo Pellizzaro nascido em 20 06 1937 9.1.5 - Dilma Pellizzaro Della Giustina nasc. 07 05 1938 9.1.6 - Ari Pellizzaro nasc. 12 08 1939 9.1.7 - Alcides Pellizzaro nascido em 11 03 1941 9.1.8 - Inez Pellizzaro nascida em 04 06 1944


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9.1.9 - Glaci Pellizzaro Heck, nascida em 24 01 1942 9.1.10 - Alice Pellizzaro dos Santos nascida em 12 03 1951 9.1.11- Elena Maria Pellizzaro nascida em 12 07 1952 9.1.12 - Edésio Evaldo Pellizzaro nascido em 23 02 1955 9.1.13 - Ana Lucia Pellizzaro nascida em 12 03 1951

9.1.1 - Maria Severina Pellizzaro Dondé, casou com Angelo Dondé em 13 05 1950, e tiveram dois filhos: Luiz Carlos Dondé nasc. 28 02 1952 , bancário aposentado casou em 25 09 1953 com Carmem Vargas Dondé nascida em 07 12 1953, têm dois filhos: Maysa Vargas Dondé nasc. 13 05 1979 e Marcelo Vargas Dondé nascido em 04 01 1983; e José Antonio Dondé nascido em 17 10 1954 Bacharel em Ciências Econômicas, casou em 29 01 1977 com Maria Leal Dondé, têm uma filha e um filho: Michelle Karine Dondé nascida em 28 01 1989 e Michell Kavê Dondé nascido em 22 04 1982. 9.1.2 - Cristiano João Pellizzaro, agropecuarista casou com Anilde Ogliari em 14 01 1961, tiveram cinco filhos: Janice Viviane Pellizzaro nasc.08 10 1961 casou com Luiz Roberto Tagliari em 17 01 1958 tendo dois filhos: Roberta Pellizzaro Tagliari nasc. 15 06 1987 e Leonardo Pellizzaro Tagliari nasc. 17 12 1991; Altemir José Pellizzaro nasc.21 01 1963 casou com Terezinha Spricigo Pellizzaro em 09 09 1967 tendo dois filhos: Felipe Pellizzaro nasc.11 11 1991 e Mariana Pellizzaro nasc.27 01 1996; Heliton João Pellizzaro nasc. 16 09 1964, casou com Marisa Almeida Coelho Pellizzaro


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em 12 09 1973 tendo uma filha de nome Milena Pellizzaro nasc.05 02 1994; Écio Antonio Pellizzaro nas. 06 03 1967 e Cristian Alexandre Pellizzaro nasc.25 06 1977 9.1.3 - Dilma Pellizzaro Della Giustina, casou com Samuel Della Giustina em 07 05 1957, e tiveram quatro filhos: José Antonio Della Giustina nasc.19 03 1959 que casou com Tânia Mara Tortato Della Giustina em 24.07.82 têm cinco filhos: Giovani Della Giustina nasc.25 06 84; Juliano Tortato Della Giustina nasc.14 05 1986; Adriano Tortato Della Giustina nasc.03 06 1988, Leandro Tortato Della Giustina nasc.03 06 1988, Sandro Tortato Della Giustina nasc. 03 06 1988. Ronaldo Della Giustina nas.16 11 1961 casou com Tatiana Maciel Della Giustina em 16 01 1988 e tiveram dois filhos: Bernardo Della Giustina nasc.16 07 1988 e Gustavo Della Giustina nasc. 06 09 1995. Marisa Della Giustina Provesi nasc.28 09 1965, casou com Sergio Provesi em 18 07 1987 e tiveram dois filhos Mariana Della Giustina Provesi nasc. 28 07 1989 e Guilherme Della Giustina Provesi nasc.03 03 1995. Ana Paula Della Giustina. 9.1.5 - Ari Pellizzaro nasc. 12 08 39 casou em 31 11 63 com Regina Costa nasc. 23 10 45 e tiveram quatro filhos: Ana Claudia nasc.23 09 64 que casou com Adriano Grave da Motta em 11 12 63; Marco Aurélio nasc. 3 11 65; Claudete nasc. 19 02 69 e Matteus nasc. 28 04 75.


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SAGA DA FAMÍLIA PELLIZZARO NO BRASIL_________

9.1.6 - Alcides Pellizzaro Sbr., casou com Luci Col Debella em 06 05 1967 tendo treis filhos: Luciano Pellizzaro nasc.13 05 1968 e casou com Jamile Casa em 05 01 96 e Giuliano Pellizzaro nasc. 26 04 1972. 9.1.7 - Ines Pellizzaro, casou com Eugenio Belotto, que com empresário bem sucedido, reside na cidade de Palmas PR. 9.1.8 - Glaci Pellizzaro Heck, casou com Rogério Emanuel Heck em 30 04 1966 tendo treis filhos: Carla Maria Heck nasc. 19 05 1967, Giancarlo Heck nasc.06 11 1970 e Lucas Alexandre Heck nasc.15 09 185 9.1.9 - Alice Pellizzaro dos Santos, casou com Roberto Garbin dos Santos em 16 06 1971, tendo treis filhos: Luciane Pellizzaro dos Santos nasc. 05 08 1972 casada com Paulo Sergio Herkenhoff cas. 04 03 1995 e Roberta Larissa Pellizzaro dos Santos nasc.20 06 77 9.1.11 - Edésio Evaldo Pellizzaro , casou com Ivete Aparecida Santos Pellizzaro em 23 02 1980 e tiveram treis filhos: Raphael Santos Pellizzaro nasc.27 11 1981, Raphaela Santos Pellizzaro nasc. 02 11 1985 e Sthephany Santos Pellizzaro nasc.30 05 1991. 9.1.13 Ana Lucia Pellizzaro Rosa, professora, Bacharelada em Letras, Português e


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Inglês, casou com Luis Wanderlei Moreira Rosa , Engenheiro Civil, em 29 07 78 tendo um filho: Sthéphano Pellizzaro Rosa nas.31 07 1984. 10. Achiles Pellizzaro, nascido em 22 10 1928, dedicou-se a industria de artefatos de madeira e a agropecuária, tendo casado com Anita Catarina Toaldo Pellizzaro nasc. em 22 06 1934, tendo quatro filhos: 1. Aneide Lúcia Pellizzaro de Oliveira nasc. 08 07 1953, casada com José Tadeu Martins Oliveira tendo dois filhos: Thamy e Thaíse. 2. Altair Dionísio Pellizzaro (Engenheiro Civil) nasc. 09 10 1954 casado com Cleusa Maria Olivo Pellizzaro tendo um filho: André nac. 08 02 1993. 3. Aluízio Antônio Pellizzaro ( Advogado) nasc. 04 01 1960 tendo dois filhos Aline nac. 28 02 1989 e Ramon nasc. 15 10 1991 4. Any Geralda Pellizzaro Pereira nasc. 26 01 1962 casada com João Antenor Pereira tendo dois filhos: Thomás e Layse. 10.1 - Alcides Pellizzaro nasc. 19 01 1931 (Agropecuarista), casou com Irene Costa Pellizzaro nasc. 11 02 1940, tendo treis filhos: Gabriel nasc.20


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SAGA DA FAMÍLIA PELLIZZARO NO BRASIL_________

07 80; Daiane Karine nasc. 27 05 85; Madalena casada com Norberto de Souza que tiveram duas filhas: Francine e Milene. 10. Olympio Pellizzaro, um desbravador Como os demais irmãos Olympio, dedicou-se ao ramo madeireiro e agropecuário, tendo construído ao longo de sua existência um grande patrimônio. Madrugador e pertinaz, soube como poucos conquistar o sucesso em seus empreendimentos, sendo um exemplo de trabalho, honestidade, e exemplar pai de familia. 10. 2 - Olympio Pellizzaro, filho de Cristiano Pellizzaro nasceu em 25 06 1918, casou com Gervásia Madalena Varaschin tendo sete filhos: Anilse Mercedes, Nilza Helena, Valter Alceu, Onivaldo Luiz Hilda Maria, Arnaldo e Marise. 10.2.1 - Anilse Mercedes casou com Joacir Cancellier e tiveram treis filhos: Naiara, Everton e Etéfano. 10.2.2 - Nilza Helena casou com Aluizio Werneck e tiveram dois filhos: Giovano e Giorton. 10.2.3 - Valter Alceu casou com Maria Rita Costa e tiveram duas filhas: Patrícia e Letícia.


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10.2.4 Onivaldo casou com Eliéger Velasques e tiveram dois filhos: Thomas e Otávio Olympio. 10.2.5 - Hilda Maria casou com Augusto Sabadin e tiveram duas filhas: Daniele e Anabele. 10.2.6 - Arnaldo casou com Rilda Elise Zeni e tiveram dois filhos: Valeska e Arturo. 10.2.7 - Marise casou com Denis Marques e tiveram dois filhos: Lisandra e Leandro. 11 - Domingos Pellizzaro, uma vida dedicada para defesa da ecologia Domingos Pellizzaro, nasceu em 15.05.1.900, emigrou para a então, vila de Capinzal Município de Campos Novos, Estado de Santa Catarina, casando com Servalina Antunes, sendo que dessa união nasceram os filhos: 11.1 - Vergilio Pellizzaro 11.2- Antonio Pellizzaro Sbr. 11.3 - Cristiano Pellizzaro 11.4 - Alice Pellizzaro 11.5 - Olga Pellizzaro 11.6 - Alda Pellizzaro 11.7 - Aldo Pellizzaro 11.8 - Pureza Pellizzaro 11.1 - Vergilio Pellizzaro casou com Vanda Cavinato, tendo dessa união nascido oito filhos:


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SAGA DA FAMĂ?LIA PELLIZZARO NO BRASIL_________

Valmir, Valdir, Valda, Vilson, Vilmar, Vilma, Vera e Valdete. 11.2- Antonio Pellizzaro Sbr. casou com Elvira Moschem e tiveram os filhos: Diolino que casou com Nilva Piovesan em 20 12 56 tendo os filhos: Fernando nasc. 12 05 57, Carina 19 05 59 e Daniela Cristina em 31 5 60 11.3 - Cristiano Pellizzaro casou com Irma Boareto tendo treis filhos: Adelir, Nelci, Sergio e Divolnei Luiz. 11.4 Caponi.

Alice Pellizzaro casou com Santo

11.5 - Olga Pellizzaro casou com Aldino Getulio Cavinato tendo treis filhos: Domingos, Nevile e Nelise. 11.6 Alda Pellizzaro casou com Manoel (falecido) tendo dois filhos Rose e Idineia e no segundo casamento com Tadeu Antunes teve um filho de nome Marcos. 11.7 - Aldo Pellizzaro casou com Terezinha Wolff e tiveram treis filhos: Amilton, JosĂŠ e Sirlei. 11.8 - Pureza Pellizzaro casou com Alcides Toaldo e tiveram cinco filhos: Adair, Nadir, Alcir, Valdir e Valdecir.


Reinaldo Assis Pellizzaro

Domingos Pellizzaro, dedicou-se atividades agropecuárias e ramo madeireiro.

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a

Vivendo no interior do Município de Capinzal SC, na localidade de Serraria Pellizzaro. Sempre gozou do conforto da luz elétrica, rádio, moinho, veículos motorizados. Defensor ativo da natureza, chegou a possuir extensa área de terras com mais de 20.000 árvores de pinheiro araucária. Lia e escrevia muito bem, mantendo-se sempre atualizado pois recebia semanalmente o Correio do Povo, jornal editado em Porto Alegre RS de grande circulação. Dotado de acentuada cultura, manuseava o Código Civil anotado pelo Dr. João Luiz Alves, da Editora F. Briguit & Cia, de 19266, redigindo atos jurídicos de próprio punho, orientando as pessoas da região na solução de litígios. 12. Antonio Pellizzaro, o grande líder comunitário Antônio Pellizzaro, nasceu em 21 04 1.901 na Linha 10 de Julho na Capela de São Roque, Município de Antonio Prado Estado do Rio Grande do Sul, filho de Catharino Pellizzaro e Angelina Cadore,

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Livro que foi doado em vida, ao autor Reinaldo A. Pellizzaro, com carinhosa dedicatória, que faz parte do acervo bibliográfico histórico do escritorio localizado na rua Antonio Rossa 246, em Curitibanos SC.


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Cert. nascimento de ANTONIO PELLIZZARO

Casou com Cesira Anastácia Zortea nasc.2 04 1907 filha de José Zortea e Catharina Scapini Zortea, casamento celebrado no Primeiro Distrito de Capinzal, Município de Campos Novos Estado de Santa Catarina, em 25 de julho de 1925...


Reinaldo Assis Pellizzaro

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Cert.de casamento ANTONIO/CESIRA

CESIRA e ANTONIO PELLIZZARO em 1925


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SAGA DA FAMÍLIA PELLIZZARO NO BRASIL_________

E dessa união houveram sete filhos:

12.1 12.2 12.3 12.4 12.5 12.6 12.7 -

Praxedes Pellizzaro Correa da Silva AcylinoPellizzaro Miriam Pellizzaro Doin Roque Pellizzaro Ines Pellizzaro Cristofoli Angelina Catarina Koester Reinaldo Assis Pellizzaro

12.1- Praxedes, casou com Walter Correa da Silva, e tiveram os filhos: Urbem (Engenheiro Agrônomo), Robertson ( Economista e Parapsicólogo), Celia (Economista) e Olavo (Engenheiro Agrônomo). 12.2 - Acylino , casou com Zeila Marin, e tiveram os filhos: Otamar ( Engenheiro Mecânico ), Wolmar ( Engenheiro Agrônomo e Engenheiro Químico), Célio Carlos (Administrador de Empresas e Engenheiro Agrônomo) e Ana Maria (Pedagoga),Marco Antonio ( Desenhista Industrial ). 12.2 - Miriam, casou com Guilherme Odil Doin, e tiveram os filhos: Antonio José Doin nasc.23 04 1954 ( Engenheiro Civil) que casou com Márcia Maria Baretta tendo dois filhos: Anderson Tel Doin e , Joathan nasc.18 09 1956( Médico Veterinário) casou em 17 09 1983, com Regina Cugner nasc.06 01 1956, tendo dois filhos: Juliana Regina Doin nasc.11


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06 1985 e Guilherme Augusto Doin nasc.01 03 1989 , Jane Olivia Doin ( Pedagoga) e Tânia. 12.3 - Roque nasc.26 08 1929, casou com Itamira Costa, e tiveram os filhos: Roque Junior (Advogado e Economista) que casou com Débora Costa tendo dois filhos Luiz Guilherme e Maria Eduarda; Enilson ( Bacharel em Computação ) que casou com Janaina e Andreia (Bacharel em Administração) que casou com Nilson Camargo. 12.4 - Ines, casou com Ladir Cristofoli, e tiveram os filhos: Lácio nasc.30 08 1959 ( Bacharel em Ciências Contábeis), Rosana ( Comercio Exterior ), Mariângela ( Admistradora de Empresas). 12.5 - Angelina Catarina nasc. 12 11 1938, casou com Uwe Koester e tiveram um filho de nome Alisson (Administrador de Empresas e Bancário); 12.6 – Reinaldo Assis Pellizzaro nasc. 06 01 1941 em Capinzal SC, (Advogado Esp. Dir. Civil e Prof. Universitário) casou (23/07/1966) com Anadir Rosa Fávero Pellizzaro nasc. 29 12 1941, em Capinzal.


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ANADIR c/ pais JOSEFINA/ORESTES FÁVERO

Reinaldo e Anadir, tiveram os filhos : Fábio Pellizzaro nasc.17 05 1967 ( Advogado, Mestre em Dir. Civil, Pof. Universitário ) que casou com Denise Aguiar nasc.11 04 1964 tendo três filhas : Ana Luiza Pellizzaro nasc. 28 09 1994, Beatriz e Isadora Aguiar Pellizzaro, ambas nascidas em 22.09.2002. Enzo Sander Pellizzaro nasc. 06 03 1970 ( Administrador de Empresas), casou com Cleonar Maria Lima, tendo um filho: Lorenzo Sander. André Luiz nasc. 18 07 1973, casou com Maria Fernanda Dacaz ( Advogado Mestre em Dir. Civil, Prof. Universitário) e Michelle Karine Pellizzaro ( Advogada) nasc. 08 04 1.980.


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REINALDO/ANADIR namorados em Capinzal

CASAMENTO REINALDO/ANADIR 23/07/1966


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13- Antônio Pellizzaro, a marca de uma personalidade incomparável, um exemplo a ser seguido. Antônio Pellizzaro, dedicou sua vida aos serviço comunitários, jamais transigiu, na defesa da lei, da moral e dos bons costumes. Residindo em Capinzal SC, manteve-se sempre bem informado através do rádio e do jornal Correio do Povo, que recebia, lia e enviava para seu irmão Domingos que residia no interior. Dedicando-se inicialmente a produção de tijolos, incorporou sua empresa ás Industrias Reunidas Ouro S/A, dizendo que geraria maior número de empregos proporcionando maior progresso para a comunidade. Exerceu a função de Recenseador, Delegado Quarteirão de Policia, deslocando-se para pagar os impostos de sua propriedade e dos demais habitantes da localidade, até Campos Novos, viajando dois dias a cavalo. No tempo em que era a terceira autoridade da vila, representava a lei e a ordem. Ficando na lembrança suas decisões marcadas pela austeridade e fiel cumprimento da lei e do costume. Ficou registrado na história local que, tendo falecido um tradicional e rico fazendeiro da região, a família desejava enterrar o corpo ao lado da casa onde sempre viveu, atendendo sua última vontade.


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Como a lei determinava que todos os cristãos fossem sepultados no Campo Santo, resolveram deslocar-se até a vila de Capinzal para solicitar permissão a autoridade policial, para atender desejo do extinto patriarca falecido. Enquanto o corpo era velado na casa da família localizada na Fazenda em que sempre vivera, os filhos em caravana se dirigiram até a vila para solicitar a autoridade policial permissão para ser cumprida a ultima vontade do extinto. Chegando a Delegacia que se localizava na casa de moradia de Antonio, então Delegado de Quarteirão, mantiveram-se montados em seus cavalos defronte a casa, enquanto o filho mais velho do fazendeiro morto, solicitava a permissão, recebendo a determinação de que aguardasse, pois a decisão exigia algumas horas de reflexão e estudo. Cerca de uma hora após, veio a “sentença” manuscrita numa folha de papel em caligrafia impecável, que deveria ser entregue a pranteada viúva do finado, lendo-se: “O DERRADEIRO PEDIDO FEITO PELO FINADO FOI PARA SER ENTERRADO NO PÁTIO, AO LADO DA SUA MORADA , SE FOI A SUA ÚLTIMA VONTADE E ESTE É O COSTUME DA TERRA, ENTERRE-SE... ESTÁ AUTORIZADO! ”

Homem afeito a cultivar grandes amizades, fazia-se respeitar pelos mais poderosos, mas era das pessoas humildes que melhor se relacionava, jogando aos domingos seu quatrilho, treis sete e bocha, tomando brodo (caldo) de galinha gorda e bebendo


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bons vinhos de cantina, cantando a Santa Luzia, vivendo com plenitude e alegria o seu tempo. Sempre fiel as tradições italianas, frequentava com dedicação a sua Igreja católico, devoto do Padre Réus. Fazia-se sempre acompanhar de todos os seus filhos, não poupando algumas críticas ao comportamento dos Padres, dos quais sempre exigia conduta espiritual e religiosa impecável. Lia costumeiramente bons livros especialmente a Bíblia e a Divina Comédia de Dante Alighieri, este último no vernáculo italiano, recitando de memória, inúmeros versos que fazia questão de ensinar aos filhos ainda pequenos: “Soto d’ una porta, Era escrito, Perque se va a la sitá dolente, Perque se vai a la pertuta gente” 7 Apesar de jamais ter conseguido visitar a Bela Itália –com dizia sempre-, mantinha estreito sentido 7

O vernáculo exige correção gramatical, eis que está escrito conforme Antonio Pellizzaro, falava para seus filhos...


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de amor pela “Pátria Lontana”, discorrendo sobre os costumes de seus antepassados e sua geografia, com conhecimento de quem apaixonadamente se mantinha informado sobre a pátria distante. Com extrema doçura de sentimento, para retratar a vida e as duras condições climáticas da Itália, repetia o verso que aprendera com seus pais Marco e Margherita Pellizzaro: “ Las peloncas, fredas dávano A li homines, un albergo In una stância, sola Com les animales encieme”.8 Ainda bem jovem casou-se com CESIRA ANASTÁCIA ZORTEA, -ao que se contava-, a contra-gosto dos pais da noiva; filha mimada pelos pais José e Catarina Zortea, fundadores da Villa de Capinzal, sendo a filha Cesira, educada e preparada para casar com um jovem também rico...todavia, como almas gêmeas, apaixonados ANTONIO e CESIRA, se casaram para viver juntos uma vida inteira, já idosos, após mais de 60 anos de casados, foram sempre eternos apaixonados...

8

Idem observação 7 supra...


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SAGA DA FAMÍLIA PELLIZZARO NO BRASIL_________

IRMÃOS DOMINGOS/CRITIANO/ANTONIO

14 - Como obter a cidadania italiana É do máximo interesse manter vivo os laços de parentesco e consanguinidade, da família Pellizzaro. Neste sentido é possível obter-se o reconhecimento oficial de cidadania italiana, devendo ser atendido algumas exigências de ordem burocrática. A cidadania italiana é concedida aos filhos de pai italiano e aos filhos de mãe italiana, que tenham nascido a partir de 01.01.1.948.


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8.1 - Documentos exigidos, para concessão da cidadania italiana. Quem nasceu no Brasil e possui cidadania local “jus soli “, é italiano se for descendente de um cidadão italiano. Em tal situação, para obter o reconhecimento da cidadania italiana, deve apresentar os seguintes documentos: 1. Certidões de filiação desde o antepassado italiano que imigrou para o Brasil, até o interessado ( Nascimento, casamento e óbito). 2. Documento expedido pelas autoridades locais no qual conste que o interessado era italiano no momento do nascimento do descendente ( declaração fornecido pelo Ministério da Justiça de Brasília, que deve conter o nome exato, o sobrenome e a data de nascimento). 3. Documento italiano no qual conste explicitamente o Comune italiano de nascimento ou de última residência do antepassado (tais pedidos devem ser feitos aos comunes diretamente pelos interessados e não através de Consulado Geral). 4. Cópia xerográfica das três primeiras páginas do passaporte brasileiro do interessado (deverá apresentar também o original). 5. Certificado de bons antecedentes ( não há necessidade de tradução).


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6. As pessoas do sexo masculino, com menos de 45 anos de idade, que tiverem quitado as suas obrigações militares com o Brasil, deverão fornecer. a) - Duas fotocópias do “certificado militar”(deverá ser apresentado também o original). b) - Requerimento solicitando regularização da posição com a Itália, que deverá ser assinado na presença do responsável, no Consulado Geral. 7. Requerimento do interessado dirigido ao “Consolato Generale dÍtalia in Porto Alegre”: Nome, qualificação, nascido em...aos...residente..., tel...descendente do cidadão italiano...solicito o reconhecimento da cidadania italiana e peço que todos os documentos sejam enviados a Comune de...Província de...”.O requerimento deverá ser assinado na presença do funcionário do Consulado Geral, ou estar devidamente reconhecida em Cartório de Porto Alegre. 8. Os documentos deverão ser encaminhados através da Representação Diplomática ou Consular onde reside o interessado e, em caso de mais de um interessado, onde resida a maioria destes. 9. Documentos contendo alterações no nome ou sobrenome originais, assim como as datas, não serão aceitos e as retificações dos assentamentos deverão ser providenciadas pelos interessados antes da apresentação.


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10. As certidões deverão ser segunda via da original, de emissão recente, com firma reconhecida em Tabelionato e Porto Alegre e aquelas emitidas fora da circunscrição diplomática ou consular onde será entregue a documentação, deverão vir acompanhadas do cartão de autógrafos do Tabelionato emitente ou ter a firma reconhecida num Tabelionato da circunscrição. 11. Os documentos indicados nos itens 1, 2 e 6 deverão ser vertidos para o idioma italiano e apresentados em duas vias ( original e xerox), tanto em italiano quanto em português. A documentação devera ser acompanhada por uma relação cronológica dos vários documentos apresentados. 12. Importante ser assinalado que a documentação será examinada somente se nela estiverem encartados todos os documentos solicitados. Cabendo ao interessado a incumbência de providenciar, nas formas da lei, eventuais documentos perdidos. 13. Para completa orientação oferecemos o endereço do Consulado Italiano no Rio Grande do Sul: CONSOLATO GENERALE DÍTALIA, PRAÇA MARECHAL DEODORO, 134 CEP 90.010- PORTO ALEGRE RGS. Telefones: (0512) 28 2440 ou 28 20 55).

15 - Reprodução autorizada deste livro


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SAGA DA FAMÍLIA PELLIZZARO NO BRASIL_________

Este livro pertence a todos os integrantes da estirpe PELLIZZARO, podendo reproduzi-lo, corrigir dados, afim de que se torne um instrumento de registro permanente de nossos registros familiares. Como dissemos não se constitui num registro acabado, todos devem contribuir de forma a complementar os dados. É nosso desejo formar um acervo documental e todos aqueles que possuírem quaisquer documento referente a família, bem como fotografias, ou mesmo algum registro de interesse, pedimos entrar em contato. Criticas, sugestões, documentos, fotografias ou mesmo registros pessoais e históricos, poderão ser envidas para:

REINALDO ASSIS PELLIZZARO9 Rua Antonio Rossa nr.246 - Centro Caixa Postal nr. 169 Fone/Fax (049) 2450171 Email: reinaldo@pellizzaro.adv.br Cep.89520-000- Curitibanos SC -

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O autor agradece o envio de sugestões, endereços, fotografias e quaisquer documentos e dados que certamente serão incorporados á obra a ser editada futuramente. Sendo que exemplares serão enviados para nossos parentes que vivem na Italia, com igual objetivo.


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A SAGA DA FAMÍLIA PELLIZZARO NO BRASIL -BIBLIOTE VIRTUAL EDIPEL-  

Registrar a tajetória histórica da FAMÍLIA PELLIZZARO NO BRASIL, se constitui sem dúvida num desafio que nos orgulha...esta é nossa contribu...

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