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DA REDAÇÃO

a Editora digital APBC retorna com às edições da Revista da Mulher. No real o retorno da Revista da er – prevista para março a primeira edição 2021 foram motivadas pela (o) s jornalistas que integram o VIP da Redação da Editora APBC, pois é não simples dizer não para as dezenas de jornalistas de Santa na, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e Espirito Santo.

, ainda está a primeira edição da Revista da Mulher – a ideia é fazer a Revista da Mulher quinzenal, mas acontecer que pode virar diária ou semanal – tudo de acordo com a demanda de conteúdo.

edição é interessante observar a material que é o avanço das mulheres em atividades que até tempos só era ocupada pelos homens. Pois é, elas são mais dinâmicas, polivalentes e focadas.

boa leitura

n Pacheco

vo da APBC

da Revista da Mulher

da APBC – apbcredacao@gmail.com.br mercadodenoticias.com.br /

egatanews.com.br

one: whatsapp(47) 984811690


colunista Entrevista

Solange Fusco Colunista do mercadodenoticias.com.br Especialista em Comunicação /Sócia-Proprietária da 4trust Comunicação Estratégica/ www.4trust.net.br /Linkedin: Solange Fusco

om o avanço da pandemia do Coronavírus o home office deixou de ser uma opção e se tornou a solução para um grande número de profissionais, empresas, instituições de ensino e todos que podem manter a sua atividade remotamente. Uma prática bem aceita e altamente produtiva, tanto que, algumas empresas já estão comunicando a adesão total ao regime trabalho à distância e outras partindo para um sistema híbrido. A nova rotina trouxe mudança também na forma de relacionamento e nos encontros de trabalho. Todos tivemos que nos adaptar ao uso dos aplicativos e plataformas de videoconferências para nos conectar, compartilhar informações, apresentar relatórios, receber treinamento ou orientações.

convidados Testar a configuração do equipamento, microfone e som

Porém, ainda deparamos com a falta de uma conduta adequada nas reuniões virtuais. Atitudes que passam mensagens subliminares, que vão da falta de interesse até o desrespeito para com os colegas. Claro que ninguém estava preparado para essa transição tão rápida e com tantas limitações. Mas, passada a surpresa, é preciso se preparar para encontros mais agradáveis e produtivos.

Ter controle do tempo e fluidez dos temas da agenda

Por isso, não é demais lembrar de algumas regras básicas e etiqueta. Na verdade, tratam-se das mesmas para as reuniões físicas, agora, com maior domínio das ferramentas de transmissão e cuidado na exposição do ambiente familiar para evitar situações embaraçosas.

Registrar as ideias e temas discutidos. Uma ótima alternativa é o mapa mental

Envolver os participantes para criar engajamento Conhecer e ter domínio das ferramentas de videoconferência

Verificar a velocidade da internet. (Se abaixo de 20 mb, grande risco de problemas na transmissão).

Compartilhar o resumo do que foi discutido, deliberado, ações ou tarefas. Algumas plataformas oferecem meios de compartilhamento por meio de link.

Host Planejar a agenda e enviar com antecedência aos

Convidados: Entrar na reunião no horário estipulado e permane-


cer até o final. Se tiver que se ausentar evite interromper.

Manter o microfone silenciado. Ligar apenas quando for necessário Dê preferência por um local isolado reduzindo o risco de intervenções Testar o ângulo da câmera para iluminar o rosto e identificar um fundo neutro (atenção ao que aparece no segundo plano!) Mantenha se presente, estar num local privado estimula a distração Evite o uso do celular, mesmo teclando mensagens. E por último, use o recurso da videoconferência com moderação, preferencialmente quando for necessário compartilhar slides e documentos. É uma atitude de respeito ao tempo, espaço e liberdade das pessoas. Lembrar que, além de se preparar para a agenda, os convidados terão que testar as configurações, terão que administrar outras variáveis como conseguir um local adequado e até alguém para cuidar dos filhos.


ARTIGO Entrevista

*Dra. Danielle Corrêa é advogada desde 2007, com pósgraduação em Direito de Família e Sucessões. Membro da OAB-SP e do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM). Dra. Danielle Corrêa é advogada desde 2007, com pósgraduação em Direito de Família e Sucessões. Membro da OAB-SP e do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM). Site: www.daniellecorrea.com.br/ ebook Instagram: @daniellecorreaadvocacia Facebook: facebook.com/ daniellecorreaadvocacia Linkedin: linkedin.com/in/ advogadadaniellecorrêa Email:contato@daniellecorrea.c om.br Endereço: Rua Maranhão 1258 – Santa Paula – São Caetano do Sul – SP – CEP 09541-001


*Dra. Danielle Corrêa

No Brasil, de acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a cada três casamentos, um termina em divórcio. E mais, nos últimos dez anos, o divórcio cresceu em 160%. Fica evidente que os casamentos têm durado cada vez menos e são muitas as razões que justificam estas estatísticas. Certamente, a facilitação legal, a redução da burocracia e a maior independência da mulher são fatores que contribuíram para o aumento dos divórcios.

O papel da advogada é fundamental para a condução do divórcio começando pelo atendimento e a forma de administrar o processo. As antigas maneiras de sempre querer travar uma guerra judicial, para satisfação e vingança de cônjuges inconformados, começa a tomar outros formatos, com a nova geração, que busca primeiramente o entendimento, a satisfação rápida do processo e a diminuição dos impactos negativos. O divórcio ganha nova roupagem, visando sempre diminuir o conflito e focar no bem estar das pessoas envolvidas e no seu emocional. O atendimento diferenciado é fundamental, pois normalmente os clientes estão fragilizados e diante de situações complexa que exigem o máximo de atenção. Procurar compreender além das questões jurídicas do caso e os aspectos emocionais presentes em cada situação, favorece a resolução do conflito de maneira saudável para que o ex-casal continue tendo uma boa relação.

No Direito de Família mais vale o entendimento entre as partes do que qualquer sentença proferida por um terceiro (Juiz) que não entende a dinâmica específica de cada família e acaba sentenciando quase que da mesma forma sob a ótica do seu entendimento. Como uma maneira de ajudar a compreender um pouco o processo do divórcio humanizado elaborei um ebook que está disponível para dowload de forma gratuita.


ARTIGO Entrevista


Para alguns é quase um prêmio dizer que está incrivelmente ocupado e como trabalha duro. Estou lendo um livro, que recomendo, do Richard Carlson "Não faça tempestade em copo d'água no trabalho" (que traduziria por "Chega de mimimi no trabalho", mas ainda não terminei o livro para afirmar... ) que reflete a respeito. Não quero aqui tirar o valor da qualidade do esforço que é necessário para a conquista, bem pelo contrário, quero compartilhar o sentimento que tenho percebido nos últimos anos, da importância do equilíbrio. O problema da ostentação profissional é que se vangloriar reforça para nós mesmos como estamos estressados, concentrando-nos nos aspectos negativos do trabalho e desta forma viramos prisioneiros do próprio negócio.

Como o próprio Carlson fala "estar ocupado" é um assunto ultrapassado há muito tempo. É muito pesado, chato, cansativo ostentar profissionalmente. As pessoas não estão interessadas em ouvir o quanto estamos ocupados. "Para ser ouvido você precisar ter algo a dizer, e para dizer algo diferente você precisa estar menos ocupado." Falar sobre isso só aumenta o estresse. E aí, você concorda?

Karoline dos Santos, diretora da Companhia da Estratégia, há mais de 10 anos, bacharel em Administração, pós-graduada em Engenharia de Produção e Gestão Estratégica Empresarial, Cursou Negociações Internacionais na ULEAM - Universidad Laica “Eloy Alfaro” de Manabí da cidade de Manta no Equador e Universidade Miguel de Cervantes, Valladolid - Espanha, auditora líder em Sistemas Integrados (ISO 9001 e 14001:2015 e ISO 45001:2018), com mais de 15 anos de experiência em implantação, manutenção e auditorias em sistemas de gestão (ISO 9001, 14001, 45001, 27001, 37001 /19600, NBR 16001/ISO 26000, SASSMAQ, PBQPh entre outros), atua como auditora líder em organismo de acreditação, possui mais de 400 treinamentos ministrados na área de qualidade e meio ambiente, principalmente na Formação de Auditores Internos e ferramentas da qualidade. Atuou no gerenciamento da qualidade em instituições públicas, privadas e multinacionais. Diretora de Núcleos Setoriais na AMPE de Itajaí. Diretoria de Núcleos Setoriais na FAMPESC. Instrutora na Universidade Webmotors.


PAUTA DE CAPA


PAUTA DE CAPA

Tudo começou no ano de 1808 e quando D. João VI chegou no Brasil com sua família vindo de Portugal. No dia 28 de janeiro ele assina e decreta a abertura dos portos brasileiros, dia em que comemoramos o DIA DO PROFISSIONAL DE COMÉRCIO EXTERIOR. De lá para cá o Brasil modernizou seus portos e vem cada vez mais desenvolvendo os mercados internacionais. Mas o que seria a Modernização dos Portos? Agilizar o trabalho nos portos brasileiros. Sim! Esse é o objetivo de diversos projetos governamentais e privados de modernização, um conjunto de soluções tecnológicas destinadas a acelerar e desburocratizar o processo de atracamento e desatracamento de navios nos portos do país. Mais que modernizar os portos, podemos dizer que realmente tivemos avanço foi na diversidade de gêneros que vem atuando na área. Uma área que durante muitos anos foi predominantemente masculina nos últimos anos vem avançando e tendo mulheres em cargos de destaque. A presença das mulheres no COMEX tem aumentado e atualmente elas ocupam postos de trabalhos em portos, aeroportos, transportadoras, importadoras e exportadoras, como agentes de cargas, entre outras funções. Podemos citar o caso da atual presidente do Conselho de Autoridade Portuária (CAP) de Santos, Flávia Morais Lopes Takafashi, foi indicada para assumir uma das vagas na diretoria da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), o órgão regulador do setor em 2020, mas esse número ainda é bem pequeno.

Hoje, há uma maior representatividade feminina, mas ainda assim são poucas as que conseguem chegar em cargos gerenciais, muitas continuam atuando nas áreas operacionais do Comércio Exterior. É claro que muitas são por opção, mas o que mais entristece é saber que há tantas mulheres competentes, totalmente capazes de galgar novos desafios, e empreender, de estar entre os que estão no topo e que querem estar na liderança, mas que infelizmente acabam encon-

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e Mas o que podemos fazer para aumentar a representatividade da mulher na área de COMEX?

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ica ai algumas DICAS valiosas:

) O preconceito com a mulher em cargo de chefia exise, mas o pior preconceito é aquele que é velado, poranto atentemos sempre a qualquer sinal;

) DETERMINAÇÃO, não deixar se abater por qual-

uer barreira que tenha que enfrentar. É continuar seuindo em frente, sempre, se posicionando com firmea;

) Se inspirar em exemplos de liderança feminina.

Há muitos exemplos para nos inspirarmos;

) LONG LIFE LEARNING, capacitação, qualifica-

ão e atualização constante, afinal, sem conhecimento ão se chega a lugar algum;

) NETWORKING entre EMPREENDEDORAS

e LIDERES, fazer parte de uma rede de mulheres que

roquem conhecimento, experiência e que se apoiam.

) ENGAJAMENTO EM REDES SOCIAIS, viemos rodeadas de tecnologia, respiramos tecnologia, ortanto, o nosso melhor cartão de visitas pode ser o osso perfil social.

Renata Palmeira Formada em Administração, em 2004, Renata Palmeira atua na área de Comércio Exterior, desde 2000, onde iniciou como estagiária da Receita Federal. Em 21 anos de atuação na área de Comex, atuou nos principais players da Região de Itajaí, sempre focada em aduanas, áreas alfandegadas. Desde muito jovem, fez muitos cursos direcionados a área de Comercio Exterior e Logística como cursos para Agente de Carga, Broker, Trader, além de Técnicas de Vendas, Liderança e Gestão, além de ser especialista em Marketing e Gestão de Pessoas. Todos os cursos aplicando na prática do dia a dia do COMEX. Com o tempo foi abraçando as oportunidades relacionadas à área. Teve também grandes mestres que sempre me ajudaram a aplicar na prática tudo o que aprendia na teoria. Hoje, atua como Executiva na área Comercial de Recinto alfandegado (CLIA e REDEX) a 11 anos, além de trabalhar como Palestrante e Consultora. Como Palestrante, utiliza seu conhecimento para Palestrar a respeito de INTERNACIONALIZAÇÃO e VENDAS INTERNACIONAL, além de ser uma entusiasta de PROFISSÕES DO FUTURO, tenho uma palestra direcionada a este tema. Fotos: Acervo pessoal de Ana Schurmann


Brandili_Têxti

PAUTA DE CAPA

Corporações passam a oferecer oportunidades iguais em busca de uma cultura de trabalho inclusiva e pela igualdade de gênero. Para muitas mulheres, a dificuldade de evoluir para cargos de liderança ou ocupar vagas vistas pela sociedade como masculinas, ainda é um grande desafio. A busca pela igualdade de gênero cresce a cada dia e, em algumas empresas, a mudança dessa cultura já começou. Na catarinense Brandili Têxtil, os cargos são alinhados como agêneros, ou seja, o colaborador é contratado pela sua capacidade ou experiência e não por ser homem ou mulher. A empresa conta com mulheres trabalhando no manuseio de empilhadeiras e na Brigada de Incêndio, e homens na recepção, entre tantos outros exemplos Monique Maiara Kindel Roedel é um exemplo. Líder do almoxarifado, trabalha há 11 anos na Brandili. Em 2020, junto com outras colegas, fez um treinamento de empilhadeira, transpaleteira e rebocador elétrico. “Para alguns, as atividades que desempenho são consideradas para o gênero masculino. Mas, eu incentivo minhas colegas a sermos o que quiser e temos o apoio


dos nossos gestores para isso. Aqui não há diferença de gênero em relação a cargos. Reconhecem os colaboradores e abrem oportunidades para ambos. Eu e mais duas colegas fizemos o curso. Somos as primeiras mulheres com esse tipo de capacitação na Brandili e estamos muito felizes por essa conquista”, comenta. Atualmente, na Brandili, a diretoria é composta por duas mulheres e dois homens. No quadro de gestores, esse equilíbrio se repete: 49% são mulheres e 51% homens. E no quadro de colaboradores, o percentual se inverte: 51% mulheres e 49% homens. A unidade da Brandili em Otacílio Costa (SC) também tem uma mulher à frente da gestão. “Este é um trabalho que aconteceu naturalmente. Talvez porque a fundadora é mulher, Dona Lili, e ela sempre esteve muito presente e mostrou como é possível equilibrar o papel doce, generoso e acolhedor e, ao mesmo tempo, ser super batalhadora, comprometida, empreendedora e líder inspiradora. Faz parte da nossa cultura e do nosso jeito de ser este equilíbrio de gênero

e a valorização da pessoa e do profissional”, ressalta Elizabeth Brandes, diretora Comercial e Marketing da Brandili. Geni Borges de Paula é outro exemplo dentro da Brandili. Além de operadora de talharia, ela também é brigadista na Equipe de Atendimento de Emergências (EAE) da empresa. “Eu sempre lutei pelos meus sonhos e vou em busca do que desejo. E aqui tive apoio, tanto que estou na brigada desde 2005. Hoje somos em duas mulheres na brigada e incentivo minhas outras colegas a serem também ou a buscarem ser o que querem. O apoio nós temos, com certeza”, explica.


PAUTA DE CAPA

Mulheres provocam reprogramação das relações promovendo empoderamento coletivo baseado na equidade de gênero e inclusão. Codar na linguagem femme.com (lê-se ter um equilíbrio entre homens e mulheres nos times de tecnologia, inovação e liderança dos negócios) é um caminho sem volta na transformação digital em curso, tanto pela urgência social da equidade de gênero, quanto por resultados financeiros exponencialmente melhores. Basta pesquisar sobre empresas, negócios e até países que melhor souberam enfrentar os desafios impostos pela pandemia, para constatar o perfume inconfundível da soma das habilidades técnicas e pessoais do gênero feminino pautando as decisões mais acertadas. Prova disso foi a reeleição da primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, após ganhar notoriedade mundial pela eficiência nas medidas de contenção adotadas durante a pandemia. No cenário interno, também não faltam exemplos de mulheres que participam ativamente dessa revolução silenciosa de padrões, encontram espaços nas suas agendas para motivar outras a se capacitarem à indústria da tecnologia e somam o legado da atual geração às valiosas contribuições, muitas vezes invisíveis, de suas antecessoras. Em comum, essas mulheres carregam uma convicção contagiante e libertadora de que a tecnologia é um meio e sempre trata de pessoas que influenciam esse meio com seus vieses. “Somos poucas porque a nossa cultura e a nossa criação não nos guiou até aqui e acredito fortemente que isso não se repetirá com a geração de meninas de hoje”, projeta Fernanda Hembecker, professora e coordenadora de curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Bacharelado em Sistemas de Informação" da Universidade Positivo. Essa compreensão explica de maneira objetiva o valor da diversidade em qualquer negócio. Em números, tal percepção e o uso adequado dela podem incrementar US$ 12 trilhões à economia mundial, segundo estima a empresa global de consultoria e gestão Mckinsey & Company, em um estudo sobre os ganhos decorrentes do poder da paridade e a evolução da equidade de gênero. #todaspelaequidade No entendimento do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU), em um mundo cada vez mais globalizado e interligado, a utilização de todos os ativos socioeconômicos é crucial para o desenvolvimento dos negócios e a sustentabilidade do planeta. Esse tipo de entendimento ecoa entre as mulheres que assumiram protagonismo na revolução mais inclusiva de todos os

Joice Almeida


tempos em diferentes tipos de organizações, de bancos com estruturas tradicionais a gigantes do e-commerce. São elas que estão garantindo pluralidade às soluções tecnológicas em curso e tornando a inclusão digital um caminho possível para todos e todas que flertam com o desejo de atingir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável sobre gênero até 2030.

divulgação Central Press

Na visão de Soraia Andrade, a questão da equidade de gênero ganhou novos contornos com a aceleração da transformação digital. “O problema mudou: precisamos de profissionais que podem sair dos públicos mais diversos. A quebra de paradigmas passa a acontecer nas organizações pelo entendimento de que uma condição não é uma competência”. A ponderação vem de uma profissional que há duas décadas trilha uma carreira de resultados na indústria da tecnologia e, atualmente, é a enterprise account manager da Amazon no Brasil. Paralelamente, ela faz a sua parte na transformação digital, contribuindo com o Girls in Tech Brasil, uma das iniciativas para inserir mais mulheres no universo da tecnologia. Segundo Soraia, todo mundo que trabalha com tecnologia possui capacidade para ser um cientista de dados. “Se eu der a competência que eu preciso, ela preencherá esse gap de profissionais do mercado. Metodologias ágeis podem ser porta de entrada, mas não resolvem tudo. Precisamos quebrar as barreiras culturais para receber uma profissional do gênero feminino ou qualquer pessoa que queira ser incluída neste universo digital”, ressalta.

Soraia Andrade

A diretora de Tecnologia e Operações da Tecnobank, Adriana Saluceste, converge na mesma direção de Soraia, de que a tecnologia está catalisando a evolução para uma sociedade mais inclusiva. “Como disse Steve Jobs, ‘todas as pessoas deveriam aprender a programar um computador porque isso ensina a pensar’. Muitos são os motivos que levam diferentes perfis a programar, e o ganho que a diversidade proporciona nesse processo é muito expressivo e com mais assertividade”, defende. Apaixonada por tecnologia e inovação e com mais de 18 anos de atuação no mercado, gerindo equipes multidisciplinares em TI, Adriana cita que além da linguagem de programação, a diversidade também amplia o leque de metodologias como Scrum, Design Thinking e Lean. “Essa transformação digital reforça a necessidade de mais colaboração e flexibilidade entre os times”, acrescenta.

Adriana Saluceste

de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática, mas quando chega a hora de escolher uma graduação, apenas 0,4% dessas meninas escolhem Ciência da Computação. Para a Unesco, a agência da ONU para educação, ciência e cultura, problemas como discriminação e sub-representação das meninas na educação em STEM (Science, Technology, Engineering e Mathematics/Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática) são freios prejudiciais para o desenvolvimento sustentável, pois deixam as mulheres de fora dos principais postos de trabalho gerados pela revolução digital, sendo que somente 18% delas têm graduação em Ciências da Computação e são, atualmente, apenas 25% da força de trabalho da indústria digital.

A gerente sênior de planejamento e produtos digitais no Itaú Unibanco, Joice Almeida, defende como fundamental para a inclusão de mais pessoas na transformação digital a educação sobre linguagem de programação, robótica, Inteligência Artificial e Cognitiva. “Sou muito apaixonada pela ideia de diversidade e inclusão em tecnologia. O desafio é torná-la acessível, aberta e convidativa ao maior número possível de pessoas”, aponta. Ela considera que nem todas as pessoas envolvidas em tecnologia precisam saber “codar”. “O fato de alguém não saber como criar um código, não significa que não tenha conhecimento válido para atuar em tecnologia, muito pelo contrário, a construção de produtos e soluções digitais de impacto, que sejam efetivos e centrados no cliente, requerem o envolvimento de muitas disciplinas. É sempre sobre pessoas e é isso que torna esse ambiente tão fascinante”, argumenta. Gap de gênero no setor de tecnologia em números A sub-representação feminina na indústria da tecnologia ainda é marcante e mudar esse cenário faz todo o sentido dentro do desenvolvimento sustentável proposto na Agenda 2030 da ONU. De acordo com o IBGE, apenas 20% dos profissionais que atuam no mercado de TI são mulheres. Segundo a ONU Mulheres, na escola, 74% das meninas demonstram interesse pelas áreas

Empoderamento a um click

Fernanda Hembecker

Delas vêm as iniciativas para inserir mais mulheres no universo da tecnologia, reduzindo o gapde gênero por meio da educação. Conheça 10 iniciativas em atuação no Brasil que enfrentam as causas e estão revertendo com capacitação e conhecimento o baixo número de mulheres nas áreas de Tecnologia e Inovação. Mulheres na Computação Girls in Tech, PrograMaria , InfoPreta, Minas Programam, Pyladies Brasil, Reprograma, Mastertech, WoMakersCode, PHPWomenBR,


Entrevista: Laís Fonseca, fundadora da startup

Laís Fonseca, jovem empreendedora nascida em Minas Gerais, é uma mulher obstinada e movida a desafios. Quando sua mãe teve leucemia, a dificuldade em encontrar o médico e o serviço de atendimento correto para solucionar o caso, a inspirou a fazer algo para mudar essa perspectiva que a maioria dos brasileiros convivem. Foi aí que Laís realizou seu MBA na universidade norte-americana MIT (Massachusetts Institute of Technology), e idealizou a Precavida, startup de saúde que encurta caminhos, reduz custos e ganha em assertividade. Conheça essa instigante história

Laís Fonseca concedeu esta entrevista exclusiva para Revista da Mulher


p Healthtech Precavida Revista Mulher (RM) – Laís, conte pra gente sobre essa sua trajetória empreendedora: Laís Fonseca, – “Quando minha mãe foi diagnosticada com leucemia, em 2013, eu tinha 24 anos e morávamos em Divinópolis (MG). Já nas primeiras movimentações para acessar o sistema de saúde correto, me senti perdida, pois não achávamos o especialista adequado para cuidar do caso dela. Olhei ao redor e vi como é comum para as pessoas acabarem em filas de espera, ir a múltiplos doutores e gastar o que tem e o que não tem com saúde. Batemos cabeça e, no nosso caso, deu tudo certo e mamãe está bem. No entanto, não conformada com essa situação recorrente no nosso País, resolvi investir meu tempo e dedicação numa forma de mudar esse cenário”.

de inteligência artificial entende os sintomas e aponta 3 parâmetros: possíveis acometimentos da saúde, especialista médico sugerido e nível de urgência. O sistema cruza os dados e prioriza uma lista de doutores recomendados para o caso, considerando a conveniência e efetividade para o paciente. A concierge de saúde auxilia na marcação da consulta e faz o acompanhamento até o desfecho clínico, garantido uma relação humanizada e de confiança. O resultado é retroalimentado para melhorar o sistema de recomendação dos algoritmos e personalizar a experiência”.

RM – E quais foram seus primeiros passos em direção ao lançamento da Precavida? Laís – “Eu executei para Divinópolis um modelo de conexão entre pacientes e médicos alcançando mais de 100 mil vidas e provei que o método funciona. Fui para os EUA e passei pelo programa de aceleração da universidade MIT, que é também um dos nossos investidores. O resultado é um navegador com inteligência artificial que visa melhorar a experiência do paciente ajudando-o na sua jornada de saúde e gerando redução de custos para empresas e operadoras. A Precavida ainda participou da Techstars, um dos maiores programas de aceleração de startups do mundo, que conta com mais de 2 mil empresas em seu portfólio e com valor de mercado de mais de 26 bilhões de dólares”.

RM – Na prática, quais são os benefícios?

“A experiência inicia quando o paciente

investiga os sintomas antes de seguir para o pronto atendimento ou quando ele não sabe qual ação tomar...”.

RM – E a startup Precavida já está em uso? Laís – “Sim, iniciamos em Campinas (SP) e, com um time de alto impacto, a empresa visa aplicar o sistema em todo o Brasil e América Latina”.

“Elevamos radicalmente a experiência do paciente, a assertividade dos diagnósticos e reduzimos o tempo de espera, o que afeta diretamente na prevenção de uma possível piora do quadro e nos gastos extras”.

RM – E como funciona? Laís – “A experiência inicia quando o paciente investiga os sintomas antes de seguir para o pronto atendimento ou quando ele não sabe qual ação tomar. O acesso à tecnologia é simples e intuitivo: o atendimento é via Whatsapp, ligação telefônica e website responsivo ao celular. Ao inserir na plataforma as informações sobre o que está sentindo, a ferramenta

Laís – “Elevamos radicalmente a experiência do paciente, a assertividade dos diagnósticos e reduzimos o tempo de espera, o que afeta diretamente na prevenção de uma possível piora do quadro e nos gastos extras. Um dos principais motivos do descontentamento dos pacientes é que se sentem perdidos. Ao não conseguirem encontrar o médico adequado na hora certa, passam a usar o sistema de forma equivocada, o que provoca perda de tempo, ânimo, recursos e, claro, reflete na sua saúde. Estima-se que o uso incorreto e desperdícios dos planos de saúde geram um impacto de aproximadamente R$ 15 bilhões por ano (fonte ANS)”.

RM – Além do paciente, quem mais é beneficiado? Laís – “Esse serviço pode ser oferecido dentro de grandes empresas, o qual gera um acompanhamento individualizado dos colaboradores, otimizando as coparticipações e simplificando a gestão de benefícios de saúde. Outra vantagem de quando é disponibilizado para operadoras de saúde é a vivência personalizada oferecida aos beneficiários em um sistema já existente, pois reduz a taxa de sinistralidade. As operadoras ainda têm diminuídos os desperdícios e fraudes com a utilização de inteligência de dados de ponta a ponta, tendo assegurado o alto padrão dos serviços das concierges


Fotos: Divulgação

colunista Entrevista SAÚDE

lgo inédito na literatura médica mundial está acontecendo em Santa Catarina! Irmãs gêmeas, de 19 anos, que nasceram com o sexo biológico masculino, mas que já discutiam a transição para o feminino desde antes de completarem a maioridade realizam nesta semana a cirurgia de redesignação sexual, popularmente conhecida como mudança de sexo. O caso também é raro no mundo, onde poucas gêmeas mulheres mudaram o sexo, mas o caso brasileiro é o primeiro de transição masculino para o feminino. A cirurgia da primeira irmã aconteceu nesta quartafeira, no Hospital Santo Antônio, em Blumenau, com duração de cinco horas. A outra irmã passou pela operação na quinta-feira. Após os procedimentos elas per-


manecem em observação por três dias. Ambas começaram o tratamento hormonal com anticoncepcional por volta dos 15 anos e não querem ter suas identidades reveladas. Para elas, a cirurgia é a realização de um sonho, que as tornará completas, sem o órgão genital masculino. Quem realiza a operação de redesignação sexual são os médicos José Carlos Martins Junior e Cláudio Eduardo de Souza, que comandam o Transgender Center Brazil, clínica especializada em cirurgia trans e feminização facial. A dupla, que atende no Brasil e no exterior, atua em Blumenau e mantém escritório em São Paulo, tendo realizado cerca de 400 cirurgias de transição de gênero desde a inauguração, em 2015. Competindo com os principais centros especializados do mundo, principalmente na Tailândia, a Transgender, como é chamada pelas pacientes, se tornou referência no assunto no Brasil, e ganhou espaço nos Estados Unidos e Europa. Juntos, os médicos Dr. José Martins e Dr. Claudio Eduardo realizaram a primeira cirurgia de redesignação sexual de Santa Catarina e transformaram a Transgender na única clínica privada do país a realizar toda e qualquer cirurgia de transição, atendendo a transição de masculino para feminino e feminino para masculino. Os profissionais possuem treinamento pelo Transgender Center, da Filadélfia, Estados Unidos e são membros da WPATH, associação mundial de profissionais que se dedicam a pessoas trans. Periodicamente ainda realizam palestras e orientações a pacientes no continente europeu.


EDUCAÇÃO Entrevista

Maior feira de tecnologia do mundo, a Consumer Electronics Show (CES), apresentou novidades que em breve devem ser implementadas

andemia deixou 20% do planeta - 1,6 bilhões de jovens em idade escolar - olhando obrigatoriamente para seus professores através de uma tela. Em um universo em que o entretenimento é oferecido pelo storytelling de Hollywood e totalmente "on demand" e onde games transportam a universos paralelos por avatares e XR (Exponential Reality), os professores, que já tinham dificuldade de retenção da atenção em uma sala de aula, do dia para a noite, sem preparo, sem recursos e no susto foram levados a brigar pela atenção e foco da sua audiência. Netflix, games, mídias sociais ou aulas de Física, Química ou Matemática? A CES (Consumer Electronics Show), maior feira de tecnologia do mundo, depois de 54 anos de existência, teve em 2021 sua primeira edição digital e, neste ano, trouxe várias questões e soluções que mostram um "blue ocean" para investidores e empreendedores em busca de oportunidades criadas pela pandemia. Estudos apresentados por Michael Mae, um dos dinossauros fundadores do Vale do Silício - região onde a Wish International possui um de seus quatro escritórios - mostram que a indústria de ensino a distância movimentava 500 mil dólares em 1990. Antes da pandemia, este número já estava em 207 milhões e a projeção é de que o segmento irá atingir 404 milhões de dólares até 2030. Atualmente, em todo mundo, existem 32 unicórnios de educação (empresas que valem mais de 1 bilhão de dólares) - sendo 14 nos Estados Unidos, 13 na China e cinco no restante do mundo. Em 2020, a indústria de educação movimentou 7 trilhões de dólares e projetase aumentar mais 2 trilhões até 2024 - sendo 1 trilhão para ensino digital.


E de onde vêm esses números? A melhoria da qualidade de vida aumentou em pelo menos 30 anos a expectativa de vida, certo? Quando eu nasci, um "velho" de 45 anos precisava de segurança no trabalho e já estava se preparando para aposentadoria. Hoje começamos a buscar o platô nessa idade e isso quando não mudamos totalmente de profissão, certo?

Antes, uma criança entre 0 a 5 anos, brincava, de 5 a 25, aprendia, de 25 a 65, trabalhava e, aos 65 se aposentava. Hoje, a previsão é que a obtenção de conhecimento inicie já nas primeiras fases e perdure para sempre, com expectativa de vida muito maior. As salas de aula de Stanford estão lotadas de pessoas com mais de 80 anos. Eu, que também sou uma estudante da instituição, me sento no fundo das classes para me divertir contando as cabeças brancas x cabeças não brancas. Frequentemente as brancas estão em maioria, o que transforma em exponencial o tamanho do público potencial. Catlin Gutekunst, Diretora da Creativity Ink, também do Vale do Silício, empresa de tecnologia de voz que tem Siri e Alexa como alguns clientes, levanta algumas tendências: serão 8,4 bilhões de devices respondendo a controle de voz até 2024 e esse crescimento é justificado, pois a tecnologia diminui a fricção. O estudante pergunta para seu telefone que horas a biblioteca fecha ao invés de pegar o laptop, abrir a página da escola, buscar biblioteca, ler um monte de textos até chegar à informação de horário de funcionamento. As novas tecnologias também ensinam administração do tempo com lembretes do que precisa ser entregue, quando e como. Inteligência virtual permite que os sistemas de buscas de informações sejam mais eficientes, trazendo dados exatos e dando independência ao estudante. Ele se transforma em pseudo auto didata e, o professor, em curador de conteúdo. Uma espécie de "guarda de trânsito" nos canais de internet, também tendo que se reinventar e ressignificar o papel do mestre. Outras ferramentas são a holografia que traz a narrativa para dentro da casa do aluno, o gaming que, aliado ao conteúdo, transforma o ensino em invisível aprende-se brincando, uma super ferramenta de engajamento e, para professores e administradores, formas seguras de autenticação vem do reconhecimento por voz e IP combinados

Algumas megatendências também vistas com a digitalização 1- O curriculum deixa de ser clássico para modular. Cada aluno vai se formar um profissional diferente do outro, dependendo de seu interesse nos assuntos de interesse. Aulas de gastronomia ou tricô, administração de pessoas ou finanças, machine learning e arqueologia estarão à disposição na rede. O ensino massificado desaparece e o curriculum invisível toma seu lugar. 2- Mudança do perfil do professor - para show man a especialista em efeitos especiais, os professores precisam estar atentos à mudança: agora o aluno é um consumidor e o papel do docente é vencer as barreiras Além disso, em breve os professores não precisarão falar inglês ou ser de determinado país, pois a tradução simultânea será algo trivial. 3- XR veio para ficar - Criar códigos é como falar um novo idioma. Se em 2025 o mundo terá mais chineses falando inglês do que nativos, será preciso saber programar uma máquina em um mundo em que as pessoas já nascem digitais. 4- Os controles de voz se transformam em um dos canais, uma das interfaces quebrando fricção e conectado com jovens digitalizados e multitasks. 5- Conhecimento é a moeda corrente, quanto mais se pesquisa e se aprofunda, mais a pessoa terá penetração e influencia na sociedade na qual está inserida. Não há mais perfil definido, profissionais não se encaixam nas empresas, passam a compor para mudar. 6- O perfil do aluno muda de interesse, forma de absorção de dados, estímulo para retenção e dados demográficos. Todos somos alunos em potencial. E 2021 vai se revelando, mostrando as novas oportunidades, novas demandas e novas formas de seguir a banda. *Natasha de Caiado Castro é fundadora e CEO da Wish International, especialista em inteligência de mercado, Content Wizard e Investor. É também Board Member da United Nations e do Woman Silicon Valley Chapter.


Karol Conká

COMPORTAMENTO

Mais uma edição do Big Brother Brasil está no ar e a "Casa mais vigiada do país" trouxe para a berlinda a cultura do cancelamento e o quanto a imagem pode ser destruída rapidamente conforme as atitudes dos participantes do programa.

publicamente contra as atitudes de Karol Conká, mostrando desilusão. E para agravar a questão da imagem da rapper sua ex-empresária tornou pública a história sobre o tratamento que recebia da cantora e o quanto isso abalou a carreira e a saúde da empresária.

A rapper Karol Conká perdeu mais de 300 mil seguidores no Instagram desde o início do programa devido às posturas que está tendo dentro da casa, tratando outros participantes com arrogância, falta de educação e respeito.

A cantora Anitta foi uma das pessoas que deixou de seguir Karol Conká no Instagram.

Além dos telespectadores que estão incomodados com a participação da artista no BBB alguns músicos como Emicida e outros influenciadores se posicionam

A jornalista especializada em mídias sociais Patrícia Andrade Ladeira analisa a atual cultura de cancelamento de pessoas nas mídias sociais e o case de Karol Conká. Patrícia Andrade Ladeira é fã do BBB e faz questão de acompanhar as edições do programa, sempre com um olhar crítico de quem trabalha


com a imagem de pessoas públicas e marcas.

Patrícia Andrade Ladeira declara: "Karol Conká está ensinando como destruir sua imagem em três cenas. E provavelmente está achando que está lacrando aqui fora. O programa atinge um público enorme e heterogêneo, com muitas pessoas que não conheciam ainda a rapper e sua história, e que começaram a seguir por causa da participação no programa e após os episódios protagonizados por Karol na casa estão deixando de seguir". A profissional conclui que "ela também perde seguidores que já acompanhavam sua carreira e que estão chocados com a forma como ela tem se mostrado no BBB". Além do caso de Karol Conká tem também a questão da imagem de Lucas Penteado, abalada pela confusão no programa e o rompimento do contrato da assessoria de imprensa que estava trabalhando para o ator, alegando que as atitudes dele não estão de acordo com o posicionamento da agência.

"Vivemos em uma sociedade que valoriza demais a imagem que transmitimos via mídias sociais como se fôssemos apenas aquilo que postamos e quando as imagens que compartilhamos não correspondem aquilo que nossos seguidores acreditam ser o correto é inevitável o cancelamento e a perda de seguidores", analisa Patrícia Andrade Ladeira. A sabedoria popular diz que a primeira impressão é a que fica e no caso de participantes de reality shows como Big Brother Brasil a exposição da imagem vai sendo construída dia após dia através dos comportamentos e atitudes apresentados ao longo do programa, mas a primeira impressão fica marcada e quando é negativa o trabalho para reverter a situação é missão quase impossível e necessita de consultoria especializada. Além do cancelamento popular e os danos em relação a imagem Karol Conká já perdeu trabalhos e dinheiro com seu posicionamento dentro da casa e se continuar com a mesma postura provavelmente perderá outros negócios. Conhecendo - Patrícia Andrade Ladeira CEO da agência Contenuto Digital Estratégia e Resultado, palestrante, professora. Possui mais de 15 anos na área de marketing digital e já atendeu clientes como AC Milan (Milan Futebol Clube), Vivara, Ana Furtado, Kumon, entre outros. Membro do Facebook Education, Certificada Google e do Programa de Certificação Google Innovator.

Conhecendo - Patrícia Andrade Ladeira CEO da agência Contenuto Digital Estratégia e Resultado, palestrante, professora. Possui mais de 15 anos na área de marketing digital e já atendeu clientes como AC Milan (Milan Futebol Clube), Vivara, Ana Furtado, Kumon, entre outros. Membro do Facebook Education, Certificada Google e do Programa de Certificação Google Innovator.


agenciada Pro Sports, Danielle Cuttino, venceu com a equipe do Minas Tênis Clube a Copa Brasil de Voleibol no último sábado (06) em partida realizada no Centro de Desenvolvimento do Voleibol (CDV), em Saquarema (RJ). A vitória veio sobre o maior rival, o Dentil Praia Clube, das agenciadas Pro Sports Jineiry Martinez e Brayelin Martínez. O jogo foi vencido no tie break com parciais de 25-22, 27-29, 27-25, 25-27, 15-13. A norte-americana, que chegou ao time ano passado, foi a maior pontuadora do time com 23 pontos. Ao final do jogo,a oposta Dani Cuttino comemorou a conquista. “Foi muito divertido, foi um dos jogos mais difíceis que já joguei. O Praia é uma grande equipe com grandes jogadoras e foi uma verdadeira batalha. Tivemos que lutar por cada um dos pontos e estou muito feliz por ter conseguido fazer parte disso com essa equipe. Estou animada para continuar trabalhando para ser a melhor para minhas companheiras de equipe e continuar a crescer no restante da Superliga”, disse Dani Cuttino. Com o resultado, o Minas garantiu vaga no SulAmericano de Clubes de 2021, ainda sem data e sem local definidos. Pela Superliga, o Minas volta a jogar na próxima terçafeira, contra o Osasco São Cristóvão Saúde, às 19h, no José Liberatti, pela sexta rodada do returno, em partida adiada. O Praia enfrenta o São Paulo Barueri na próxima sexta-feira, às 16h30, na Arena Praia, em Uberlândia, pela sétima rodada do returno.

William Lucas/Inovafoto/CBV

ESPORTE


ção de Polo Aquático local juntamente com a Secretaria de Estado da Educação, do Esporte e da Cultura do Governo de Sergipe, o evento começou nesta terçafeira (5) e vai até 12 de janeiro. As atividades contam com mais de 60 jovens entre 6 e 18 anos de idade. O número de participantes tem aumentado a cada dia e possivelmente se encerrará com aproximadamente 80 crianças ao todo, divididas em três turmas. “Fomos bem recebidos pelos organizadores do evento e encontramos a piscina lotada. 85 crianças se divertindo e aprendendo a pratica do polo aquático”, comentou Léo Paraíba, treinador do Clube Paineiras do Morumby. “Essa é a função de nós, treinadores, das associações, das confederações entre outros: divulgar a modalidade pelo Brasil inteiro. Espero que tenhamos mais projetos como este não só aqui no nordeste, mas por todo o território nacional, e desta forma, crescer como uma potencia internacional do polo aquático”, finalizou. PAB A Liga Brasileira de Polo Aquático (PAB) foi criada com o objetivo de difundir a modalidade no Brasil. Para isso ela busca o protagonismo de clubes, atletas e técnicos com foco no fomento do esporte no médio e longo prazo, evidenciando a visão coletiva que representa os interesses do polo aquático.

O polo aquático nacional registra diversos projetos direcionados à prática da modalidade na maior parte do País. As atividades nas piscinas brasileiras têm o intuito de fomentar o esporte e e trazer mais praticantes. No Nordeste, por exemplo, uma das entidades que mais se destaca é a AMPA – Associação Master de Polo Aquático. Criada em 2002 por ex-jogadores da modalidade, a AMPA trabalha em conjunto com diversas clínicas que contam com a presença de jogadores de carreira internacional na modalidade, como Felipe Perrone, Roberto Calcaterra, Leo Sotanni, Dani Ballart, entre outros, além de organizar diversas competições em parceria com a Liga Brasileira de Polo Aquático (PAB). Nos últimos meses, a AMPA tem trabalhado em conjunto com a Clínica de Verão Aracaju, na capital sergipana, ofertando aulas de iniciação ao Polo Aquático aos alunos de escolas públicas. A associação não tem fins lucrativos. Um dos projetos que ocorrem já em 2021 Aracaju (SE) é o Polo Aquático de Verão. Desenvolvido pela Associa-

A Liga Brasileira de Polo Aquático foi fundada com a participação de dez clubes em março de 2016: Club Athletico Paulistano (SP), Clube Jundiaiense (SP), Clube Paineiras do Morumby (SP), Clube de Regatas do Flamengo (RJ), Esporte Clube Pinheiros (SP), Tijuca Tênis Clube (RJ), Fluminense Football Club (RJ), Clube Internacional de Regatas (SP), Serviço Social da Indústria – SESI-SP (SP) e Associação Brasileira “A Hebraica” de São Paulo.


Natália Xavier no monumento “Asas do México”

VIAGENS


mpresa de concierge CH Experience convidou a Arquiteta de Santa Catarina, Natália Xavier para uma visita a Dubai, lugar que a arquiteta já conhece, mas onde sempre se surpreende com suas belezas e arquitetura arrojada. Natália, que já esteve outras duas vezes no emirado conta que esta foi uma experiência diferente, com visitas ligadas à arquitetura local. Dentre elas destacou o Dubai Creek, onde será construído o prédio mais alto do mundo. A CH Experience é uma empresa com sede em Dubai, que atende em todo o mundo, sendo especializada em produção de eventos e experiências de luxo para viajantes que desejam experimentar o que há de melhor e mais moderno em viagens, passeios e estadias. Carla Han, que comanda a empresa explica que nas viagens o objetivo é proporcionar conforto aos viajantes, oferecendo locação de carros de luxo, reservas nos melhores hotéis e restaurantes, assim como passeios alternativos para quem deseja sair do convencional. Em Dubai, Natália Xavier e Carla Han visitaram ainda o monumento “Asas do México”, uma escultura que mostra as possibilidades de criação e interação humana. “Defendendo o desejo do corpo de voar, ele representa a capacidade de voar com a mente, indo além das capacidades físicas e convidando-nos a transcender nossos próprios limites: uma maneira de escapar de nossos limites físicos”, pontuou a Arquiteta.

Carla Han e Natália Xavier, em passeio por Dubai

Natália Xavier no monumento “Asas do México”

Fotos: Divulgação


MARINA


facilidade está disponível aos visitantes da Marina Itajaí para veículos das marcas: Land Rover, Jaguar e Porsche. A Marina Itajaí inaugurou recentemente novas estações de abastecimento para carros elétricos e híbridos. O serviço é disponibilizado de forma gratuita aos visitantes do complexo náutico. Os pontos ficam na área do estacionamento central, próximo à recepção, e são compatíveis com automóveis das marcas: Land Rover, Jaguar e Porsche. “Além de ser uma tendência cada vez mais forte em todo o mundo e, também, uma questão importante de sustentabilidade, o objetivo com a implantação dos postos de abastecimento é gerar esse diferencial e atender tanto aos clientes quanto ao público em geral que visitam nossos restaurantes e áreas de lazer e descanso”, explica o diretor da Marina Itajaí, Carlos Gayoso de Oliveira. A novidade também faz parte das ações em comemoração ao aniversário de cinco anos da Marina Itajaí, completados no final de janeiro. Tendência Global Os carros elétricos são uma tendência global e o Brasil já conta com uma frota com mais de 40 mil veículos. Em 2020, as vendas bateram novo recorde, com aumento de 66,5% nos emplacamentos em relação a 2019, segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE).

Marina Itajaí Com início das operações em 2016, a Marina Itajaí está localizada no centro de Itajaí, SC, ao lado do Centreventos. Oferece 355 vagas, sendo 155 vagas secas e 200 vagas molhadas. Modernos equipamentos como ForkLift para até 12 toneladas e TravelLift para até 75 toneladas, são um diferencial na sua configuração, além do posto de combustível com bandeira BR, sendo a única marina no sul do país com Diesel Verana. Possui espaço gastronômico com dois restaurantes internacionais, o Zephyr Seafood & Nikkei e o Amare Restaurante e Bar, com amplo estacionamento, ponto de carregamento de carros elétricos e heliponto. É a única marina do Brasil com certificação internacional ISO 14.001/2015 relacionado ao sistema de gestão ambiental. www.marinaitajai.com

SE


SAÚDE

12% das mulheres apontam a existência de casos de câncer de mama na família

Com base em uma pesquisa da Nacional Cancer Institute, a BenCorp, consultoria que oferece gestão integrada de benefícios corporativos e saúde ocupacional, está promovendo junto às empresas parceiras, um teste para avaliar a propensão da mulher ao desenvolvimento ao Câncer de Mama. Junto à uma grande rede de varejo do mercado brasileiro, até o momento, 872 mulheres aplicaram o teste para conhecer um pouco mais sobre a patologia e verificar se suas chances de desenvolve-la são grandes ou pequenas. Segundo o Dr. Danilo Sarti, diretor médico da BenCorp, “o risco não determina se a mulher terá ou não um câncer de mama, apenas diz que ele é mais frequente em mulheres que possuem esses fatores. Existem motivos de risco modificáveis, como os hábitos de vida saudáveis, que podem ser praticados a fim de manter a saúde e reduzir ainda mais as chances de ter um câncer de mama. São eles: prática regular de atividades físicas; manter uma alimentação saudável rica em frutas, verduras e legumes e pobre em alimentos industrializados; não consumir bebida alcoólica em excesso; não fumar; amamentar exclusivamente até os 6 meses de idade do bebê e até os 2 anos complementar”. Das que participaram, 65% tinha menos de 35 anos, porque a população do cliente é jovem; 18% de 36 a 40 anos; 14% de 41 a 50 anos e 3% tinham acima de 51 anos. 88% responderam que não há registro de mulheres com este problema na família, 10% uma pessoa e 2% duas ou mais. Segundo Dr. Danilo, “o risco de ser acometido pelo câncer de mama aumenta quando a mulher teve um parente de primeiro grau já acometido”. Quando perguntadas sobre quantas biópsias de mama, com resultado benigno, elas já haviam realizado, 85% disseram que nenhuma, 9% uma e 6% duas ou mais. Dr. Danilo afirma que a “apesar de população jovem, 15% já tiveram biopsias realizadas com resultado benigno, o que demonstra a importância de divulgar e promover conscientização sobre o tema”. 56% das participantes menstruaram, pela primeira vez, entre os 12 e 13 anos. Dr. Danilo comenta que “menstruar antes dos 12 e entrar na menopausa após os 55 anos também aumentam o risco e 28% das respondentes tiveram menstruação antes dos 12 e 16% acima dos 14 anos”. 43% delas não têm filhos, 20% tiveram o primeiro entre 20 e 24 anos, 17% por volta dos 19, 12% entre 25 e 29 anos e 8% acima dos 30 anos. Dr. Danilo alerta “que o risco aumenta quando a gravidez é depois dos 30 anos”. Sobre a raça, 50% são brancas, 37% pardas, 11% negras e 2% amarela. Outro ponto abordado ao final da pesquisa é um lembrete para que se a mulher estiver preocupada com seu risco pessoal, ela deve discutir o assunto com seu médico. “Lembre-se, o autocuidado com a saúde é fundamental e sempre que possível consulte um médico. Com a pandemia, muitas pessoas deixaram de ir às consultas e os problemas podem estar se

agravando. As pessoas precisam retomar os seus tratamentos e autocuidados” esclarece Dr. Danilo. “Desenvolvemos um trabalho muito pontual com os nossos clientes para acompanhar de perto possíveis doenças que seus funcionários podem vir a ter. A precaução é o melhor aliado da nossa saúde, e por isso, estamos trabalhando incessantemente para conscientizar a todos sobre os cuidados para evitar ao máximo o Câncer de Mama. Nosso trabalho é árduo, mas muito compensador porque mostramos a elas como se cuidar e porque se cuidar, e essa pesquisa as deixou mais cientes do seu risco, além disso, nossa preocupação é monitorar o consumo do plano de tratamentos relacionados para que possamos incluir esta mulher em programas de acompanhamento e orientação”, finaliza César Ciongolli, CEO da BenCorp. BenCorp Fundada em 2008, a BenCorp é uma consultoria que oferece gestão integrada de benefícios corporativos e saúde ocupacional, promove bem-estar para os colaboradores e oferece mais benefícios e menos custo para as empresas clientes. A companhia, que foi indicada pela primeira vez ao prêmio Top of Mind RH em 2020, tem mais de 200 funcionários, 200 grupos empresariais como clientes.

A atenção e cuidado que a BenCorp trata seus clientes demonstra claramente que seu trabalho vem se materializando em grandes realizações, como crescimento acima dos 50% nos três últimos anos, a conquista de grandes parceiros como Magalu, LeroyMerlin, RedeTV, CCR, XP Investimentos e muitos outros. O objetivo mais importante da consultoria é ser um parceiro de negócio, alcançando os resultados positivos de melhoria na qualidade de vida do colaborador e reduzindo os custos com saúde. Este olhar atento às necessidades e a atenção macro em relação às demandas de saúde fazem parte do DNA da BenCorp. Dentro do trabalho consultivo prestado pela BenCorp existem quatro drivers: consultoria, gestão de risco, gestão de saúde e medicina ocupacional. Essa equação entrega informações valiosas, como um mapa estratégico da saúde dos beneficiários. A partir disso, são estratégias para regular a taxa de sinistralidade, identificar os tipos de uso do plano (maiores utilizadores/gastos), dentre outras. Mas, não são somente gráficos, a BenCorp está presente no dia a dia das empresas, propondo soluções que envolvem, inclusive, regulação e auditoria médica, gestão dos casos crônicos e complexos. Com isso, há a possibilidade de direcionar os colaboradores para o melhor tipo de atendimento médico e com o custo mais eficiente para a empresa.


Com medo da pandemia, brasileiros deixaram de realizar exames, o que pode aumentar número de mortes por outras doenças Mesmo sem os números de 2020 computados pela maioria dos municípios brasileiros, estima-se que o número de mamografias realizadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) tenha caído próximo a 50% no ano passado em comparação com 2019. Os dados da rede privada corroboram com esta tendência. No Hospital Marcelino Champagnat, por exemplo, o número de mulheres que realizaram o exame reduziu em 58% no mesmo período. Hoje, a mamografia é o principal exame para rastreamento para o câncer de mama, doença responsável por muitas mortes no Brasil. A estimativa do Instituto Nacional do Câncer (INCA) é que 66 mil mulheres tenham desenvolvido a doença no país em 2020. A ginecologista Renata Hayashi alerta que o retardo das avaliações periódicas pode incorrer em diagnóstico mais tardio do câncer de mama. “Quando as mulheres deixam de realizar as consultas e exames preventivos, diminuem as chances do diagnóstico precoce e de sobrevida, já que, quando descoberta no início, a doença tem mais chances de cura”, explica a médica. Assim como a mamografia, outros exames e avaliações preventivas diminuíram desde o início da pandemia. Com receio de contraírem o novo coronavírus, muitas pessoas deixaram de consultar seus médicos. “Se o paciente passou por consulta recente, é jovem e manteve estilo de vida saudável neste período, tudo bem esperar mais um pouco. Mas se deixou de praticar atividade física, não está se alimentando como deveria e já tem problemas de saúde ou histórico familiar, esperar pode ser um risco desnecessário”, ressalta a cardiologista e coordenadora do serviço de check-up do hospital, Aline Moraes. Hospital Marcelino Champagnat

O Hospital Marcelino Champagnat faz parte do Grupo Marista e nasceu com o compromisso de atender seus pacientes de forma completa e com princípios médicos de qualidade e segurança. É referência em procedimentos cirúrgicos de média e alta complexidade. Nas especialidades destacam-se: cardiologia, neurocirurgia, ortopedia e cirurgia geral e bariátrica, além de serviços diferenciados de Check-up. Planejado para atender a todos os quesitos internacionais de qualidade assistencial, é o único do Paraná certificado pela Joint Commission International (JCI).


MODAS

ocês também gostam de montar vários looks? A gent sível, né? Ou não era. Geralmente temos ideias que d parado – ou não temos dinheiro mesmo. Mas, você já parou dar? Pois é, isso acontece com um simples e belo lenço. E o m em tempos de pouca grana no bolso.

O lenço é um acessório antigo usado por mulheres. Inicialm funções ao longo do tempo. Atualmente, ele começou a ser u

Para montar um look com essa tendência, você pode abusa Vale lembrar que algumas marcas já perceberam que essa te para usar como top. Você pode encontrar em lojas pelo nom

Em parceria com a agência de modelos Max Fama, fizemos lado e mostrar que todas nós podemos sair da mesmice com


te ama! Mas a gente também sabe que nem sempre é posdemandam investimento alto e o nosso cartão não está prepara pensar que com apenas um acessório tudo pode mumais importante: ele é barato, que é tudo que procuramos

mente, era usado apenas no cabelo, mas foi ganhando outras usado como top e ganhou diversas adeptas.

ar das cores e estampas, que não tem erro. Você vai arrasar. endência chegou com tudo e lançaram lenços específicos me de “lenço cropped”.

essa sessão de fotos para te inspirar a deixar o basicão de m apenas um acessório. Confira!


MF Press Global

MODAS


ara todas as estações: quatro maneiras desconstruídas de usar o tradicional blazer Além das composições de trabalho, peça pode ser coringa em produções mais modernas e desconstruídas, agindo como um fator de equilíbrio fashion Oriundo do guarda-roupa masculino, o surgimento do blazer remota do século XIX. Uma das versões mais conhecidas acerca do seu aparecimento é que a peça servia para proteger remadores dos clubes navais de Oxford e Cambridge durante o inverno. Em outra linha de estudo, a terceira peça surgiu em 1837, quando o capitão da fragata HMS Blazer, exigiu que tripulação usasse um traje especial para recepcionar a Rainha Victória. Independentemente do local de surgimento, é fato que após as Guerras Mundiais do século passado — quando as mulheres adotaram um guarda-roupa mais “masculino” — a peça se tonou um item indispensável no guarda-roupa, podendo ser adaptado para estilos que vão desde o mais clássico até os mais fashionistas. A influenciadora de moda e atuante da área jurídica Juliana Cunha tem o blazer como uma peça inovadora em suas composições, sejam elas para trabalho ou lazer. “Devido ao meu trabalho, possuo variados modelos, cores e cortes de blazer e justamente por isso, busco não limitá-los à vestimenta corporativa. Eles compõem desde combinações para almoços de família, até um look reservado para um jantar ou evento mais chique”, comenta Uma pegada mais esportiva A tradicionalidade do blazer não precisa ser seguida, por isso, nessa composição, ele foi usado como um contraponto de equilíbrio na combinação de pegada mais esportiva. A calça descontraída, somada ao tênis de academia, assim como o cropped, trouxeram ao

blazer o dever de trazer contrastes e refinamento ao look. Moderno e atemporal Nesta composição, o blazer branco foi adicionado a uma proposta noturna. Além de quebrar a atmosfera all black, a peça trouxe um toque de equilíbrio para a pele à mostra na parte superior e inferior, além de desmarcar a silhueta da influenciadora, que arrematou a modernidade do look com um coturno. Elegância e sensualidade Em outra proposta usando o blazer branco, Juliana Cunha apostou em usar a peça fechada com um pequeno top por baixo. A calça skinny somada ao sapato de salto alto complementou o visual elegante, mas que exprime sensualidade em simultâneo. Nesta proposta, a combinação entre a camiseta básica, a pantalona verde e o blazer criam um visual descontraído, moderno e jovial, enquanto mantém o clássico no melhor estilo hi-lo. (Texto de Fabiano de Abreu) --


BELEZA

RPMA Comunicação


Investimento da marca no segmento totaliza R$ 1 milhão com ações de marketing. Dentre as estratégias, a marca conta com a participação inédita no reality, apresentado por Natália Guimarães A Amakha Paris, empresa jovem e inovadora do segmento de beleza e cuidados pessoais, anuncia patrocínio oficial e inédito na terceira edição do programa Duelo de Salões, reality show que seleciona o melhor cabeleireiro do Brasil. Com investimento total de R$ 1 milhão em ações para fortalecimento da categoria capilar, a Amakha Paris tem como propósito no programa expor a qualidade e diversidade de seus produtos para cabelos, que hoje corresponde a 26% do faturamento da empresa. Apresentado pela Miss Brasil 2007, Natália Guimarães, o programa estreiou em 6 de fevereiro na RedeTV! e contará com 18 profissionais de beleza que passarão por diversas provas a cada episódio e pela avaliação de um time de jurados. O reality show será transmitido nacionalmente em 12 episódios, aos sábados, às 13h30. A empresa não informa o valor do patrocínio, mas destaca a importância dessa participação no reality para aproximar a marca do público profissional: cabelereiros, maquiadores e empreendedores do segmento de salões de beleza. A empresa está com inscrições abertas para selecionar o 18º participante da competição e para a escolha de modelos de cabelo que queiram participar de uma transformação. Também como parte do investimento nesse projeto, a marca irá disponibilizar os produtos da linha durante todo o programa, conteúdo para redes sociais, vídeos para comerciais e participações em outros eventos de beleza. Além disso, a presidente da Amakha Paris, Denise Bortoletto, apresentará um quadro exclusivo no Duelo de Salões. O “Beleza que Inspira” irá contar histórias de superação de mulheres que viveram momentos inspiradores. As inscrições também estão abertas, exclusivamente para indicações realizadas por consultoras da Amakha Paris, e as selecionadas participarão do programa ao lado da presidente, do Embaixador Capilar da marca, Josh Rodriguez, e do maquiador oficial Danilo Donadeli. As selecionadas passarão por uma transformação no visual, com direito a um look novo. Desde junho do ano passado, a empresa tem investido fortemente em merchandising na TV e agora amplia o patrocínio para um reality show de cabeleireiros. “Nosso objetivo é posicionar a Amakha como referência em tendências de beleza, ao mesmo tempo em que incentivamos o empreendedorismo entre os profissionais do ramo e proporcionamos a transformação - visual e de vida - das mulheres”, explica Denise Bortoletto, presidente da Amakha Paris. Amakha Paris Fundada em 2017, a Amakha Paris se destaca no mercado de vendas diretas, com um modelo de negócio que garante qualidade de vida para mais de 1,3 milhão de consultores e fortalece o empreendedorismo social, por meio das oportunidades que oferece. A Amakha Paris possui mais de 200 colaboradores diretos e um portfólio que ultrapassa 500 produtos, entre cosméticos, perfumaria e nutracêuticos para o público feminino e masculino.


Entrevista: Laís Fonseca, Fundadora da startup Healthtech Precavida

Profile for REGATA NEWS/SC

Revista da Mulher  

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