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O Concessionarista

R e p r o d u ç ã o

Sindicato dos Empregados em Concessionárias e Distribuidoras de Veículos Automotores no Estado do RJ Todas as imagens desta edição são reproduzidas.

Edição 10 – Outubro de 2013

Editorial Palavra do Presidente O artigo é extraído... E fala sobre COMUNICAÇÃO INTERPESSOAL. Achei interessante, pois, é um tema que não costumamos abordar, mas, que faz toda a diferença em qualquer ambiente. Página 02

Dalmo Malheiros Ramos Diretor – Presidente SINDCON-RJ

NESTA EDIÇÃO: MERCADO: MERCADO DE CARROS NOVOS CRESCE 6,65% EM OUTUBRO TOP 20: Os mais vendidos de outubro - página 04 SEGURANÇA: VALE A PENA INVESTIR EM UM CARRO SEM AIRBAG E ABS? – página 03 PERSPECTIVA: VENDAS DE VEÍCULOS PODEM FICAR ABAIXO DO ESPERADO EM 2013 – página 05 TODAS AS IMAGENS DESTA EDIÇÃO SÃO REPRODUZIDAS

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10 razões para investir na comunicação interpessoal Por Patrícia Almeida

A comunicação está presente em todos os dias da vida. Mesmo que o ser humano considere-se completamente independente, haverá um momento em que ele precisará estabelecer um canal para trocar informações com outra pessoa. E quando estamos dentro de uma empresa, exercendo nossas atividades diárias é inconcebível pensar que a comunicação será um "elemento dispensável" e que obteremos êxito ao apresentarmos obstáculos diante dela. Logicamente, há pessoas que possuem mais facilidade de trocar informações com seus pares, enquanto que outras consideram essa prática irrelevante. Se assim o fosse, não ouviríamos tantos profissionais questionarem: "Por que nunca sou compreendido?". Seguem abaixo, dez bons motivos para você trabalhar a comunicação interpessoal, ou seja, aquela que é estabelecida diretamente com as pessoas do seu convívio.

1 - Novas culturas - Estabelecer a comunicação interpessoal não significa apenas trocar vocabulário com outra pessoa. Vai muito além, pois a partir do momento em que você estabelece a troca de informações tem a oportunidade conhecer fatos culturais que, talvez, você jamais chegue a vivenciar. 2 - Aprendizagem - Se você está aberto para se comunicar, prepara um campo aberto para receber o aprendizado. E, diga-se de passagem, que o processo de aprendizagem é bilateral, pois quando os indivíduos dizem sim para a comunicação interpessoal o fluxo e a riqueza de informações torna-se muito mais relevante. 3 - Paradigmas - Se o aprendizado chega através da comunicação interpessoal, você se torna mais suscetível a quebrar paradigmas que foram formados ao longo de toda a sua vida. Longe aqui de afirmar que "A" ou "B" tem razão sobre determinado assunto, mas me refiro à importância da pessoa está pronta para mudar, para evoluir, conhecer novos caminhos que podem levá-la a horizontes jamais pensados. 4 - Inibição - Quem já não ficou quieto, quando teve oportunidade de pronunciar-se? São milhares de profissionais que deixam de apresentar suas ideias, defender seus posicionamentos em reuniões e mostrar o quanto podem ser valiosos à empresa, mas ficam paralisados no momento de abrir a boca. Quem exercita a comunicação interpessoal ganha mais confiança e se sente mais seguro, uma vez que perceber que falar faz parte do contexto social em que está inserido. 5 - Networking - Não peço que você saia falando "pelos cotovelos", mas a prática da comunicação interpessoal é um dos caminhos para ampliar a rede de relacionamentos e até mesmo uma boa oportunidade para fazer novas amizades. 6 - Sentimentos - A comunicação interpessoal não é assinalada apenas através das palavras, mas também da entonação da voz, dos gestos que a pessoa articula enquanto conversa com seus pares. Ou seja, é um conjunto que quando somados chega a revelar até mesmo se a pessoa está zangada, triste ou feliz. Por isso que mesmo com o avanço da tecnologia, a importância da comunicação face a face não perdeu e nem perderá seu valor para o ser humano. 7 - Eu existo - Seu gestor possui inúmeras atribuições. Se você é daqueles que agradece aos céus porque seu líder não o chama para conversar, é bom rever sua postura. Se seu líder não vai até você, quando houve necessidade vá a ele. Não fique apenas no anonimato, fazendo o trivial. Mostre-se à empresa e isso acontece quando você diz para o líder, eu existo. 8 - Conflitos - A comunicação interpessoal torna-se uma aliada fundamental na resolução e até mesmo na ‘profilaxia' dos conflitos organizacionais. Inúmeros são os casos de profissionais que criam situações conflituosas porque se negam a dedicar dez minutos do dia para trocar ideias, desfazer equívocos e chegar a um denominador comum em benefício das partes envolvidas e até mesmo do clima organizacional. 9 - Desempenho - Quando a comunicação interpessoal é valorizada e praticada no ambiente corporativo, as pessoas melhoram o desempenho porque passam a se conectar melhor na busca pela obtenção de resultados. Não se concebe a ideia de uma equipe eficaz que preze pelo silêncio. 10 - Autoconhecimento - Outro benefício gerado ela comunicação interpessoal é que ela serve de termômetro para que o profissional saiba como os outros o percebem. Isso se torna relevante principalmente para o desenvolvimento das competências comportamentais.

FONTE: RH.COM.BR


VALE A PENA INVESTIR EM UM CARRO SEM AIRBAG E ABS? Com a obrigatoriedade desses equipamentos de segurança a partir de janeiro, como ficará a depreciação dos automóveis que não possuem os itens? Por TEREZA CONSIGLIO O consumidor está de olho nos movimentos do mercado. Ele sabe que o momento é bom para negociar melhores condições de pagamento na compra de um carro novo e também barganhar algum descontinho em cima do ano/modelo que será logo substituído. Diante de tantas possibilidades, a dúvida do momento é: vale a pena, apesar do desconto, investir em um modelo 2013 sem airbags e ABS a essa altura do campeonato? Depende. Para quem estiver pensando na possível desvalorização na hora da revenda, várias lojas em São Paulo afirmam que a falta dos itens de segurança, por ora, não afetará a depreciação já embutida nos veículos. “Até o fim do ano que vem, a maioria dos carros usados ainda não contará com freios ABS e airbags frontais, e por isso não poderemos nem usar isso como desculpa para pagar menos no carro do cliente”, confidenciou o gerente de uma concessionária Fiat na zona oeste da capital paulista, que prefere não se identificar. Segundo ele, esse será um parâmetro para a desvalorização apenas daqui a dois anos, quando os carros já fabricados com esses itens de série começarem a entrar no mercado de usados. Marcelo Cioffi, sócio da consultoria PWC e especialista no setor automotivo, acha que esse será o provável comportamento do mercado, apesar de ser mais cauteloso nas previsões. “Temos de pensar que a desvalorização depende do preço base do carro, e ele vai subir com a inclusão de airbags e ABS”. Até aí, sem novidades. O problema, segundo Cioffi, é que, por enquanto, não se sabe quanto desse novo valor no custo de produção será repassado ao consumidor - principalmente agora, com a previsão da estagnação do setor, a alta dos estoques e o fim do IPI reduzido. Tudo isso pode segurar a escalada dos preços e afetar os índices de desvalorização, independentemente da inclusão dos novos itens obrigatórios de segurança. Diante do cenário incerto, o consultor chama atenção para o fato de que, já na metade do ano que vem, o mercado de usados terá modelos da linha 2013 equipados e não equipados com esses itens, convivendo juntos. “Algo parecido aconteceu com os veículos flex. Era nítida a preferência por eles entre os usados, o que acabou desvalorizando os modelos a gasolina”, lembra Cioffi. O mesmo pode acontecer com os carros mais completos, afinal, quanto mais procurado for o veículo, maior o valor dele na hora da revenda. Independentemente das inquietações mercadológicas, vale a pena investir em carros já equipados com airbags e ABS não só por ser um investimento mais certo no momento, mas também por oferecerem maior segurança na condução, seja para evitar acidentes (freios mais eficientes), seja para amenizar suas consequências (no caso das bolsas frontais). Em pouco tempo, carros sem esses equipamentos poderão ter os mesmos problemas de liquidez daqueles que hoje não contam com ar-condicionado e direção hidráulica.

Matéria Reproduzida de: Revista Auto Esporte (globo.com) http://revistaautoesporte.globo.com/Noticias/noticia/2013/10/vale-pena-investir-em-um-carro-sem-airbag-e-abs.html


MERCADO DE CARROS NOVOS CRESCE 6,65% EM OUTUBRO Na comparação com 2012, o resultado é negativo, com retração de 4,10% Por REDAÇÃO AUTOESPORTE As vendas de automóveis e comerciais leves cresceram 6,65% em outubro na comparação com setembro, de acordo com relatório publicado nesta sexta-feira (1) pela associação de revendedores Fenabrave. Foram 313.490 unidades emplacadas neste mês contra 293.935 unidades comercializadas em setembro. Na comparação com outubro do ano passado, quando foram vendidas 326.906 unidades, o resultado é negativo, com baixa de 4,10%. A retração ocorre também no acumulado do ano. Até o momento, o mercado recuou 1,40% ante 2012. O presidente da entidade, Flavio Meneghetti, acredita que o crescimento é decorrente do aumento de dias úteis no mês. . “Foram 22 dias, contra 21 no mês anterior. Vale ressaltar que não consideramos o dia 28 de outubro, data em que é comemorado o dia do funcionário público, quando DETRANS não funcionaram em todo o País. Caso contrário seriam 23 dias úteis”, explica. Apesar do crescimento em outubro, Meneghetti ressalta que o setor permanece estável. “Mesmo com os números positivos neste mês, o acumulado apresentou leve retração na comparação com 2012. Vale ressaltar que em setembro do ano passado ainda estava em vigência o desconto integral do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI)”, acrescentou. Na análise do executivo, as vendas no fim do ano deverão ser boas. "A perspectiva de retomada do IPI, no início de 2014, nos indica que haverá aquecimento nas vendas de automóveis e comerciais leves nos dois últimos meses deste ano, equilibrando o resultado final de 2013”, finalizou Meneghetti.

TOP 20: Os mais vendidos de outubro Segundo a associação de revendedores Fenabrave, Ford Fiesta sobe no ranking e quase encosta no Fiat Palio, que segue na 3º posição. 1º VW Gol: 21.722 unidades

11º Honda Civic 7.159 unidades

2º Fiat Uno/Mille 14.410 unidades

12º Chevrolet Cobalt: 6734 unidades

3º Fiat Palio: 13.316 unidades

13º VW Voyage: 6642 unidades

4º Ford New Fiesta/ Fiesta Rocam: 13.265 unidades

14º Chevrolet Classic: 6268 unidades

5º Fiat Siena/ Grand Siena: 12.378 unidades

15º VW Saveiro: 6786 unidades

6º Chevrolet Onix: 11874 unidades

16º Chevrolet Prisma 6618 unidades

7º Hyundai HB20: 10467 unidades

17º Ford EcoSport 5725 unidades

8º VW Fox /Crossfox: 10.380 unidades

18º Renautl Duster 5554 unidades

9º Renault Sandero: 9.856 unidades

19º Chevrolet Celta 5475 unidades

10° Fiat Strada 8.830 unidades

20º Toyota Corolla: 5425 unidades

Matéria Reproduzida de: Revista Auto Esporte (globo.com) http://revistaautoesporte.globo.com/Noticias/noticia/2013/11/mercado-de-carros-novos-cresce-665-emoutubro.html


VENDAS DE VEÍCULOS PODEM FICAR ABAIXO DO ESPERADO EM 2013 Fenabrave prevê queda de 1,5% nas vendas de veículos no fim do ano; Setor de carros e comerciais leves deve apresentar alta de 1,03% em relação a 2012 Por ALINE MAGALHÃES A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) divulgou hoje (2) o balanço de vendas de veículos no mês de setembro. O setor apresentou queda pelo segundo mês consecutivo. No total - incluindo automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motos e máquinas agrícolas, foram emplacadas 449.627 unidades. O número ficou 6,57% abaixo do registrado em agosto, mas, ainda assim, 7% acima do alcançado em setembro de 2012. O mesmo movimento pode ser observado no segmento de automóveis e comerciais. O número de emplacamentos caiu 6% frente agosto, quando foram vendidos 293.961 carros. No entanto, o desempenho ainda é positivo quando comparado a setembro do ano passado, com o emplacamento de 277.581 unidades. Sobre o movimento do mercado, Flávio Meneghetti, presidente da entidade, afirma que o movimento era esperado e não há preocupação. "Apesar da perda de velocidade de crescimento perante os anos anteriores, continuamos crescendo", disse o executivo. Mesmo assim, a Fenabrave acredita que o mercado de veículos no Brasil em 2013 sofrerá um recuo em relação a 2012. A entidade estima uma baixa de 1,5% nas vendas totais de veículos até o fim do ano. A realidade, no entanto, não deverá ser a mesma para o setor de carros e comerciais leves. Para este segmento, a previsão é de avanço de 1,03% sobre o ano anterior. Meneghetti acredita que no próximo mês de dezembro deverá ocorrer uma nova corrida às lojas, tal como aconteceu no ano passado, por conta da volta da cobrança integral do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em janeiro. Com isso, a projeção é que sejam emplacados até o fim do ano 3.671.916 carros. Entre janeiro e setembro deste ano o setor registrou a venda de mais de 2,63 milhões de automóveis. Perfil do consumidor Meneghetti aproveitou a divulgação dos dados sobre o mercado de veículos no país, para destacar a mudança no perfil do consumidor brasileiro. Segundo o executivo, o comprador está mais exigente, buscando por carros mais completos e potentes. Tanto é assim, que, segundo os dados da entidade, houve uma queda de 7,84% na participação de carros com motor 1.0 em relação a 2012. Já entre os modelos com motorização 1.0 a 2.0 a alta foi de 2,66%, enquanto a procura por propulsores acima de 2.0 cresceu 1,16%. Matéria Reproduzida de: Revista Auto Esporte (globo.com) http://revistaautoesporte.globo.com/Noticias/noticia/2013/10/vendas-de-automoveis-podem-ficar-abaixo-doesperado-em-2013.html

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Jornal do Sindcon - Outubro/2013