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REVISTA AGRÍCOLA DO

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4 PUBLICADA TRIMENSALMENTE

DEBAIXO DA IMMEDIATA PROTECÇÃO DE SUA MAGESTADE IMPERIAL

O SElSTEiOIt ü. EEIDIRO II SOB A DIRECÇAO . E .REDACÇAO JDE

Miguel Antônio

da Silva

Repetidor de ¦ soienoiaJphysioais e naturaes nu Escola Central; membro do -Conselho fiscal do Imperial instituto Fluminense d'Agricultura; sócio do Instituto Histórico, Geographico e Ethnographico Brasileiro; do Instituto Polytechnico Brasileiro; da Sociedade - Auxiliadora da Industria Nacional; da Sociedade Velosiana; das .Sociedades Geológica e G-eographica de França; da Sociedade Polymathica do Morbihan; da Sociedade d'Archeologia; Sciencias; Lettras e Artes do Departamento do Sena e Marne; da Sociedade de Historia Natural „Isis" de Dresda, etc., etc. *V **•.-' \s

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N. I.—SETEMBRO, 1869. ,/\

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RIO DE JANEIRO TYPOGRAPHIA DO IMPERIAL INSTITUTO ARTÍSTICO Rua ba Constituição n. í . ¦ ,'~\l/. v/^^V

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A REFORMA AGRÍCOLA.

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Le travail qui créc 1'aisance et 1'aisance bases qui consomme, voilá les veritables (Jp ía prosperilé d'un pays. LOüis NAPOLE0N-. {Extinct.du paupvrisme).

as tendências abstracções, das campo no moral, mundo e no <reformadoras, qu| parecem dirigir a sociedade moderna na são as conseqüências deterdireitos, seus dos consagração 'minadas pela intelligencia no estudo das graves questões social e á períectibilidade huharmonia á interessão que das applicações úteis domínio no mundo no physico, mana ; vi,da, é da coo^ cia exigencias-crescentes ás U necessárias de suas investigação da factos, dos observação scienciosa das leis e rigoroso estudo do perseverante e causas prováveis recursos, e surdos apreciação melhor a nasce naturaes, que mais fecunda e mais garantida a actornar de meios os gem cão cio trabalho. muitas vezes a efferinteresses, dos luta na ambições, das Se ali, no jogo de opiniões que se: combatem, diversidade pela vescenciadas paixões, produzida as difeculdaçles, complicando senso, bom do limites arrasta a razão além dos uns o luetuosas para conquistas as tornando multiplicando os obstáculos, ou

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sem apaixonar os indivíduos, elevão acima da esphera commiu.i o trabalhador austero e dedicado, o laborioso perscrutador da harmonia divina, escripta em todas as paginas da creação, sem ferir susceptibilidades de amor próprio, nem . despertar odiosidades condemnaveis. Antes uma aureola de respeito e gratidão circumda a fronte dos felizes ou predestinados nessas evoluções successivas do trabalho. Ali, combatem os homens de imaginação viva e ardente, os caracteres impacientes, as intelligencias creadoras, ávidas de gozo, inimigas da regra e do methodo, e aspirando ao infinito da perfeição no exercicio de suas faculdades brilhantes. Aqui, lutão os homens de imaginação fria e limitada pelo principio da utiiidade, os caracteres pertinazes e sofredores, as intelligencias calmas, discipli- nadas pelo espirito das observações scientificas, e aspirando ao melhoramento progressivo do indivíduo pelas condições mais generosas do trabalho e pelo desenvolvimento graduado e reflectido de suas applicações possíveis. Para todas as aptidões epara todos os gênios, ha na marchadas sociedades e nas transformações da natureza, aberto ao estudo e á m editação, um immenso campo, cujo horisonte tanto mais se amplia, quanto ávidos de tocar á meta, nos empenhamos na remoção dos obstáculos que limitão a vista ou impedem a marcha. No segundo grupo desta phalange de operarios-pensadores se alistão os agricultores, que explorão as riquezas naturaes em referencia á primeira necessidade da vida, a subsistência; regulão as suas manifestações; desenvolvem os seus recursos; aproprião os princípios e methodos industriaes á direcção das culturas e ao resultado dellas, mantendo o equilíbrio entre os instrumentos da producção e as exigências do mercado. V Auxiliados, mais pela pratica intellectual do que pela pratica puramente i# " sica, tração elles pacientemente a marcha do futuro, evitando os erros do passado e os escolhos do presente, sem comprometer os frutos adquiridos, nem arrefecer o enthusiasmo pelas innovações. Nenhuma missão é por certo mais nobre e maisproductiva do que essa confiada as investigações continuadas e laboriosas daquelles exploradores do pro grosso. Fecunda em verdadeiros gozos do espirito e em «piadas r^Z so ella basta para entreter a dedicação e a actividade de uma vida inteka 2 • mars d.hgeote o appiicada oue seja, 'X sen, 4„e ao deeurso do traWho o. o abo_,o da monotonia Veaha entristeoe, a ordem do «a „cl" -• P&.1±_ ;- —_^ _ çoes pu nublar o horisonte de suas esperanças.


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6ST ^ ref°mad0res' Perseverantes e convencidos, que desolaria TSl no mo, Z mos ver introduzida paiz, plantando entre nós a verdadeira aelcu M „ produz som destruir o olova o algarismo daprodncçan d SS ma^oí na das condições materiaes do trabalho, lecautando a di t d do" £*Tãb " opormzo o couzoMando sobro basos mais generosas o Im estar £ * ¦ Fertí|em talentos e aptidões diversas é sem duvida nenhuma o novo bra erteo-0 ,„ fatopom 4s htelhgencias «^ , ^ , ue az faça convergir para lucubrações de tanta magnitude Gravemente estremecida por crises successivas, filhas da imprevidencia é da preç.p.taçao, a lavoura nacional arrasta uma mdstencia sem ffpo , m" t, reno falso, onde a esterilidade rebenta do trabalho o a miséria i muL r conseqüência dos esforços despendidos na luta. Nem o quadro é exagerado, nem fallecem exemplos para comproval-o em mais de uma localidade do Império. Quando a justiça e a equidade não actuassem sobre o bom senso publico forçal-o a inquirir das causas dessa decadência para progressiva, e prover a necessidade de facultar aos lavradores os mesmos benefícios de que gòÉ as mais classes da sociedade, isto é a instrucção ,ue robuztooe o cjrito e „ g0 0 d vantagens sociaes proporcionado aos seus deveres e encargos, o pensamento d que a lavoura e o recurso mais poderoso do Estado e o alimento do credito na cional, bastaria para aconselhar toda a solicitude em prol de sua consolidação e desenvolvimento, segundo bases mais propicias á verdadeira prosperidade Debaixo dessa impressão, que nos desperta o espectaculo da situação agrícola do paiz, examinaremos as condições em que trabalhão os exploradores dos campos, e apreciaremos,, despidos de os meios de conjurar as preconceitos, '-'¦¦¦'^^^-¦-feventualidades funestas que ennevoão o Horisonte: Tal é o programma da tarefa que nos impemos. Como em todos os paizes novos, onde a fertilidade manifestava-se por uma vegetação luxuriante, a éra do trabalho rural foi inaugurada entre nós pelos cultivadores, explorando sem princípios definido^' nem systema regular os thesouros da terra. Fructo de uma organisação colonial imperfeita, sem elementos para uma apreciação de suas forças, a lavoura deveria resentir-se dos vícios justa e deffeitos que subsistião na ordem social que a tinha acoroçoado. Sem consciência dos seus actos, por . que sem educação própria, caminhava a esmo, descansava ella sobre falsos ' privilégios, que iliüdião a situação •sobre-


carregando o futuro. Nesta indiferença atravessou o jugo da metrópole e caíninhou para crises políticas que determinarão a emancipação do paiz. ¦* A necessidade de satisfazer as aspirações do espirito nacional que, depois de firmada a autonomia brasileira com todas as garantias de liberdade, procurava desenvolver as idéas do século e consolidar o edifício da felicidade publica, sociaes e pelas applicaçoes econoestudos o nós entre pelos gosto provocou micas. Era o primeiro passo no caminho das letras e também o mais natural nas circumstancias da época. De deducção em deducção, analysando, comparando a situação das differentes classes da communhão nacional, interrogando todas as aspirações, que, não se comprehendendo, paredão chocar-se nas manifestações, todos os interess.es que se desvirtuavão reciprocamente sem fundar a supremacia de um só, veio a convicção de todos os pensadores, que a principal causa dessa confusão deplorável era o esquecimento das leis harmônicas, que, tanto na ordem social como na ordem physica, constituem o poderoso esteio da união dos homens e do progresso das sociedades. Se o brilhantismo das sciencias sociaes e politicas, encontrando apoio nos princípios da educação da época, seduzio de preferencia os espíritos, e pelo estudo dellas começou a regeneração nacional, mais tarde o desenvolvimento das idéas e o melhor conhecimento das sciencias positivas, favorecendo as investi* contra o empirismo reacção e a trouxe as velhas leis naturaes, as sobre gaçoes usanças. A agronomia, como um protesto da intelligencia, surgio do seio mesmo "que dos campos, combatendo a classificação adoptada dos factos e as idéas dominavão nas especulações agrícolas. Do campo cias abstracçoes e da política passava assim a sciencia parado .-*..' : ;: domínio.das applicaçoes úteis. Feliz presagio para a producção nacional, porém #-^: conquista ainda insufficiente ás exigências cia situação^ De facto, se o cultivador, artezão dos domínios ruraes, na justa expressão de Moll, obedece ao impulso que lhe é communicado, ou pelas tradicçoes herdadas de seus precursores no trabalho, ou pelo prestigio do chefe que o dirige na exploração, é ipso facto impotente para provocar uma melhor disposição das forças, comprehender e realisar as verdadeiras economias aconselhadas pela sciencia e sanccionadas pela observação experimental. Se o agrônomo prega a harmonia dos princípios com as applicaçoes, indaga, prescruta os caminhos inexplorados e os agentes desconhecidos, observando os , factos com a imparcialidade de um juizo superior, colligindo as leis, amon-


toando as provas, e imprime á marcha dos melhoramentos u cunho du doutrina que os justifica, não pôde, em conseqüência mesmo da esphera em que gyra a suaactividade, descer ás operações que regulão estes últimos, o conciliar'as condições da vida agrícola com os reclamos do mercado, variáveis segundo as exigências do tempo e os cálculos da especulação. Os agrônomos estimulão ás faculdades productoras, indicando aos interessados os aproveitamentos pJssiveis; os cultivadores se ençarregão praticamente da tarefa, segundo um programma determinado e fixo. Entre uns c outros, como o elo que prende a, idéa ao facto, a concepção á realisação, estão os agricultores. Estes.julgão da opportunidáde das reformas, do desenvolvimento que ellas devem ir tendo sucessivamente, grupão as aptidões diversas na divisão do trabalho, e fundão a harmonia entre os interesses econômicos das propriedades e os estudos especulativos cia sciencia. Se temos no paiz cultivadores hábeis e diligentes, e agrônomos de illustração reconhecida e seriamente dedicados, carecemos de agricultores educados para administração das propriedades, preparados para as lutas quotidianas sabendo destruir os obstáculos imprevistos, remover as causas perturbadoras'dos resultados esperados, e habilitados emfim para escolher entre os conselhos da'o theoria e as observações da pratica o mais conveniente, o mais commodò, mais efficaz ás necessidades da occasião. Dotemos, portanto, a lavoura pátria de verdadeiros agricultores. Se a creação dos Institutos Agrícolas, resultado da Mumficencia imperial, ao visitar algumas províncias do Império, determinou o pensamento chis escolas de agricultura, como um principio ás reformas reclamadas, nao bastava porém, combater desde já as praticas inveteradas, os abusos convertidos em para axiòmas, e substituir aos caprichos individuaes os cálculos cia •previsão c da experiencia. ¦ Para generalis(ar as idéas úteis, destruindo o velho' edifício desde os seus alicerces, era mister abrir um pleito, onde todas as causas do mal fossem debatidas uma á uma, e irremissivelmente condemnadas pelo próprio ar<m~ mento ciosr factos racionalmente explicado s. Tão grave tarefa só poderia ser preenchida pela imprensa, verdadeiro vehiculo das idéas e guarda avançada cia civilísaçao. Todos os interesses, todas as ambições legitimas tem seus representantes na imprensa; a lavoura, agrando alavanca deste Império, via-se na triste necessidade ou de cereçar as suas aspirações, ou de pagar por alto preço, o direito de defender e propagar as suas doutrinas, ou coagida a m^^


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tratava como hospeda importuna, Cumpria, portanto, dar á lavoura a posição que lhe compete. Se é certo que a escola fôrma adeptos e habilita os indivíduos, também é certo que 21, publicidade das doutrinas e de suas conseqüências, fielmente reproduzidas e analysadas, actua no espirito das massas e força os próprios adversários das innovaçoes a se confessarem vencidos na concurrencia geral. A' tão nobre, quanto humanitário fim, deve responder a apparição deste novo órgão, que vai hoje encetar a sua carreira. Aberta á todas as intelligencias e á todos os estudos especiaes, a Revista Agrícola, fundada pelo Imperial Instituto Fluminense de Agricultura, enregistrará, com o maior reconhecimento, em suas paginas, todas as observações que se prendão á lavoura nacional. A união de todas as dedicações em prol da mais santa das causas, a prosperidade rural, conseguirá, assim o esperamos, melhorar as circumstancias que nos preocupão na actualidade. Assim o espera o Imperial Instituto Fluminense de Agricultura, sempre dedicado ao engrandecimento da lavoura. Assim o espera o Príncipe Magnânimo, que no seu paterna! desvelo pela prosperidade do Brasil, anima todos os esforços e protege todas as emprezas, aspirando, como esta, a alargar o circulo de acçãó das differentes classes da sociedade brasileira. Gongrátulando-nos com todos os verdadeiros patriotas pela inauguração desta Rmsta, esperamos o concurso e a protecção de todos os filhos da lavoura nacional e a benevolenciirta opinião pública para com o seu obscuro • redactor, que só almeja o engrandecimento do paiz.

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RELATÓRIO 1)0

Dr Carlos Clasl, Director da Fazenda Normal do Imperial Instituto Fluminense de Agricultura, sobre a moléstia que atacou a caniia de assucar na Provincia da Bahia, apresentado ao mesmo Impe nal Instituto e lido perante Sua Magestade o Imperador nasessão de 10 de Março de 1868

Em conseqüência da doença da canna de assucar na provincia da Bilm foi mandado estudar este assumpto, o chimico do Imperial Instituto Fhimi nense de Agricultura, o Sr. A. Krauss por S. Ex. o Sr. ministro da Agricu 1tura. Em Maio do anno passado, partio elle para a dita provincia afim de fazer as observações necessárias, tanto quanto fosse sobre a causn e o estado da enfermidade, nos próprios logares em possível, o mal appareceu que Tendo chegado a capital daquella provincia, seguio dalli as fazendas onde para estava a canna atacada, visitando ao mesmo tempo aquellas onde ainda estava sã fazer as comparações convenientes. perfeitamente para Em.todos esses logares fez estudos minuciosos, tanto em attençãcrãos terrenos como ás cannas, quer sãs, quer atacadas. Procedeu em todos a analyses microscópicas e saceharimetricas, e mandou para o laboratórioelles Imperial Instituto do Rio de Janeiro amostras de terras e de cannas O do Sr mesmo mez, enviou um relatório provisório sobre as observações que fez na sua viagem, á S. Ex. o Sr. barão cio Bom Retiro, presidente do Imperial tuto Fluminense de Agricultura. Esse relatório foi lido na 1* sessão Instique se effectuou a 23 do clito mez. Antes da viagem do Sr. Krauss, forão encommendados ordem da dipor rectoria do Imperial Instituto, diversos apparelhos e reactivos Vienna para mas até hoje ainda nada recebemos. Em conseqüência disto o chimico só podia lazer analises muito vagas das terras trazidas. r ^, /¦ ,


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Estas mesmas teve de sustar, por terem arrebentado os últimos apparelliòs dc vidro, e porque, além disto, tendo-se tornado urgente o concerto do palacete, que ameaçava ruina imminente, não era possível.a continuação de trabalhos deste gênero no laboratório, existente no mesmo palacete. Concluirão-se apezár disso quatro analyses de terras em que havia cannas enfermas, e cpie comparadas com as das terras dos logares em que nada soffrerão as cannas,não apresentao differença nas qualidades"das cÒmponentes das mesmas terras. A comparação das matérias componentes da cinza da, canna de assucar com as das ditas terras, mostra qufc estas contém todas as substancias necessarias para o desenvolvimento da canna, pelo que se pode dizer com certeza que a causa da doença não vem do terreno. A coecina, cpie se acha na canna doente, não pôde ser a causa do mal, porque ella se encontra também na canna ainda não atacada, e em tempo em que nem se fallava da doença da canna. O mesmo se pôde dizer da lagarta, que fura a canna, se bem que estalacause muitos estragos, porque os furos tem um comprimento de 2 V2 garta palmos. Ella se encontra tanto na canna sã como na canna atacada. Não se descobrirão cryptoganimas nas analyses feitas nos Jogares do crescimento da canna, e quando se encontrasse poclerião ser antes conseqüência do que causa da doença da canna. Observando unia caima doente acha-se a seiva transformada, a tagem cm assucar vai diminuindo, e no ultimo estado da doença aporcencanna nao tem mais assucar algum. 6 Em lugar de assucar encontra-se um ácido e perda cVagüa, e por conseguinte uma degenerarão da seiva, que acaba finalmente morrendo a canna Comtudo a degenerâçãp completa e a morte das só acontecem se estas estão plantadas em terrenos desfavoráveis, e plantas tem falta de alimenidcao. O

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™ ^ sub*t:u,ciils díl tel™> porém também da atu^era"1 ^1? Qualquer planta reduzida a cinza, o. esta cinza analysacla chimieameute daas matérias f.xns da planta. A porcentagem de cinza de diversas STé mudo chlferentc.e talvez muito poucas plantas seccãs dééin I °7 *

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0*2 iiilÍÍ%Í0 ias de cinza,-100 M,o4

d° b«^ -1g^ queimados libras de^mllm^dor°"mesmo niodo reduzido

A canna de assucar pertence ámielbm nlwne

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«xas dão 89,62> . cada uma destts £&££&$%&,£! ™tan» Como se vê, a canna. de assucar eme se ol,w,,+n ,, • meuoie,sd°St «f atmospiiera, deve ser plantada dc um mod T $ a,->&oipçuo IS™ ] da atmosphera se torne muito íacil. ' }, m>


9 A planta tira de dous modos a substancia da atmosphera, ou directamente pelos orgaos da respiração, ou indirectamente intermédio do solo lor iso ha corpos que mesmo não sendo solúveis, e por directamente não próstando para nutnmento das plantas, dão um estrume magniíicõ por sua nròde os da atmosphera, prender priodadc c fazer a communicaeão entre gazes estes e as plantas. Materiaes desta qualidade são pó de carvão e barro oueimacio. [ Plantações feitas n'um espaço muito pequeno, onde o ar não podo penetrar, ou faltando no terreno as substancias que fecilitão a communieako dos gazes da atmosphera c das plantas, ou dando-se as duas circnmstui tncias, impedem ellas o crescimento das plantas, que só pôde ter logar muito imperfeitamente. E ainda quando as plantas soffrão somente um ou outro dos males apontados, por isso não morrem logo, lição comtudo sempre muito fracas que no estado normal, ou por outras palavras--lição degeneradas mais e no[ ciem morrer por esta causa. ' O mesmo parece acontecer com a canna e a sua doença. Semente da canna fraca empregada na plantação, cultivada muito junta e em espaeo muito pequeno, ou em terreno exhausto e nunca estrumado, não pôde dar canna crêscida. O lavrador entendido deve sempre esoolher optimas sementes^ para piautação com o fim dc obviar a degeneração, mas se se plantarem cannas, ániios e, annos no mesmo logar, e ainda mais, se se aproveitarem mudas dc cannaviaes abandonados, o resultado não pôde corresponder aos desejos, e quasi nem valerá a pena fabricar assucar de taes cannas. ' O espaço regular entre as soqueiras deve ser cie 10 cima. palmos Ao contrário, porém, plantãó-se muitas vezes cannas com menos para de metade desta distancia, e sem o menor estrume. Por isso lembro as seguintes recomniendaçoes: Ia, plantar-se somente canna sã e forte, vinda, de outro logar, "enembora da mesma provincia; 2% plantal-a com o espaço acima indicado, tre uma e outra, o (pie não diminuo a quantidade do producto, porque as'touceiras filhão muito mais; 33, estrumar-se com adubos próprios, para facilitar a communicação entre os gazes da%tmosphera e as plantas. Para este ihn . de-se preparar optimo adubo do modo seguinte:—Uma porção de sangue póde ¦ boi (em geral poda servir qualquer qualidade de sangue) misturado com metade, em peso, de carvão pulverisado e com um pouco cie cal, .o tudo niuitg bem mechido e secço ao sol ou ao fogo. Serve qualquer carvão vegetal. Do estrume * assim conseguido deve-se applicar uma mão cheia, enterrando-se pouco, e ficando raso. Um quintal de sangue exige duas arrobas de carvão c um qüintal de cal; com isto obtem-se 2 % quintaes ou 10 arrobas de estrume, e com es___pajiMdM^ Quando as soqueiras estiverem muito desenvolvidas, deve-se ainda bonéficial-as com duas a três mãos do dito estrume. Nos logares onde ha falta de sangue, pócle este ser substituído por matérias fecaés. Estas matérias devem ser recolhidas com a ourina n'uma tina, e quando esta estiver com a metade cheia, misturar e mecher tudo com carvão pulverisaclo e cal. O carvão absorvendo o sal-amoniaco faz com que esse estrume perca todo o seu máo cheiro. experiências todas coníirmão a excellencia quasi Jls deste estrume, não só para a canna, como para cutras plantas. Ainda assim, não -é -elle-bastante-para eurar immecliatamsente a canna doente. E' indispensável. cortar bem primeiramente ás soqueiras atacadas, e estrumal-as. 4í

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10 Então tenho para mim, cpie a canna assim tratada crescerá bem, e tornar-se-ha sã. Convém além disto, que nos cannaviaes, onde a canna estiver plantada muito junta, se arranquem as soqueiras alternaclamente, para que o ar circule mais livremente e penetre bem.

Oiiltui*» <la eaiiiia cie assucar.

ANALYSES DAS CINZAS 1)0 CALDO DE CANNAS DE ASSUCAR DE DIFFERENTES QUALIDADES PELO SR. A. KRAUSS, Chimico ao serviço do Jardim Botânico.

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- As cannas de assucar, cuja seiva foi submettida á analyse chimica, pertencião as 10 variedades seguintes: canna ferro, canna cayeiina, canna Ubá canna roxa, canna listrada, canna S. Julião, canna rosa, canna preta' canna verde e canna creoula. . Suhmetteu-se cada-uma destas cannas ú moagem, aíim de obter-se o caldo, coando-se. este cm um filtro de panno grosso separar os frae para .-. mentos do bagaços «mis impurezas terrosas.; o caldo-purgado destas suhstancias estranhas- foi posto á evaporar, depois de separadas a^ substancias nitrogciuças ou asotadas, a cerosine (espécie de cera vegetal), e o^piemento meio de cal caustif» que faz precipitar todos esses princípios por Os resíduos da evaporação de cada caldo dc canna forão queimados e conCJ^eiuz^;-^lmmit^^ ,J«$.flos litativas c quantitativas segundo o processo applicavel aos corpos mie secle" de compõem pelo ácido chlorhydrico. l O fim que tínhamos em vista, fazendo taes analyfes, era • 1." Verificar que sáes a canna tira do solo seiva (o caldo), e consegumtemente conhecer a faltapara encorporar em sua farião no solo os Princípios salmos-do caldo dc canna, no caso cie não que restituir-se ao terreno como estrume o bagaço ou as suas cinzas. terreno ¦ V Ilesolver fta questão -qual a influencia dos sáes tanto no caldo como ; no melaço^que resta depois de crystallisado o assucar ? 0


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Sob a direcção do abaixo assignado, este estabelecimento pode hoje melhor que nunca, preencher dignamente os fins para que foi destinado peEm% consideração da grande acceitação das suas , . director. fundador e sei Io primeiro A posição e construcção do edifício, as proporções o condi»jõcs de hygiené, moralidade, asseio ê boa alimentação, tornão este estabel cimento verdadeiramente recommendavel aos srs. paes de familia, correspondentes tem resolvido para maior protecção do respeitável publico e os honrados boa educação moral, e intollee a todas as pessoas, que se interessam pela " negociantes abrir agencia em todas as praç.ís importantes do império. • ¦ ctual da mocidade. Pessoas pouco conscienciosas-nas praças-da Europa e América do Norte, O abaixo assignado continua a não poupar-s*e a sacrifício algum na estem offerecido secretamente imitações das machinas de costuras de Singer colha e conservação do pessoal necessário para a observância da boa ordem comprométtendo a companhia e os respectivos negociantes que as tem come aproveitamento dos alumnos; e por. isso continua a não admittir para carprado ecausado bastante prejuiso ás familias é artistas com^ suas inferiores go algum em seu estabelecimento pessoas, que for palta de"documentos ou imitações. * boas informações, não possão merecer toda a sua confiauçà no cumprimenE'por esta rasão que a Singer Manüfàcturíng Company resolveo aug//%£ to de seus deveres. , ...t meõlar suas facilidades de manufacturá e offerecer suas celebres Os alumnos que por sua pouca idade ou soffrimentos não possam acompanhar os de mais idade e robustos, serão tratados separadamente e com todo o desvelo por-péssoaa da familia do abaixo assignado para cujo fun a Por preços tão rasoaveis que não offerecem attraçâo aos falsific*dores, conserva em uma parte do estabelecimento. As matérias ensinadas estão divididas em três cursor primário ereligipso; commercial e preparatório para instrucção publica, ou qualquer acaderaia do império; •' ¦ -.ípti/iV mí M . Os professores a cijo cargo está o ensino das línguas vivas, que consta: ( poços, de 20# da inglcza, franceza e allemã, são todos naturaes dos respectivos paizes, aMachinas para familia... .• • * » • • • .-'• • • •••••••• •'doptando o estabelecimento os naethodos mais acreditados para esse fim, RoínhaS de a*lü Press"-'-» uvmumy Ditas para ditas com caixa........,..,,,... .-;•-.....•. ! çoff0tí$, a sobre tudo pela pratica; e um dos pontos mais rigorosos do regulamento in* Ditas para ditas com mesa espansiva............. .1 terno do estabelecimento é, que todos os alumnos depois de seis mezes de i/itus para artistas* •«»• • • * • • •*• ?.• • • • • • •• #•/•••¦•. * de ferro de A sua entrada para o estabelecimento fallera o francez e inglez* alternativa•Acala de despachar e chama-se a attenção do respeitável publico para dé comprimento a 3ojOQi). mente, não se permittindo o uso do portúguez sénàc*»nas classes para trata- um sortimento destas machinas vindas por conta da companhia di* grande mento das matérias do"ensino geral. rectaraente. da fabrica e actualmente offerecidas a venda em casa. de tal para enge CONDIÇÕES DE ADMISSÃO. A pensão do alumno qualquer que seja a ^~~ até." sua idade e as matérias que aprenda é de 35$000 mensaes pagos por tri* para toda e mestres sem desconto algum por ausência ou enfermidade, e comprehende 'o pbra, ensino dc todas as referidas matérias. ferro galvanis . Os alumnos que queirão freqüentar as aulas de musica, desenho edanf^Aadé melhores e majs sa pagafao" mais pela primeira 8$000 mensaes e pelas duas ultimas 10$ dos para encanações de água cada uma. e são agencia Todas nesta as machinas vendidas garantidas plenamente VÉNDÉM-SÊ no armazé • Alem da roupa usual para. uso doméstico e passeios de campo, o alum.'''acima. ¦: levão.no.braço a marca dé machina cada Kingdom ft Corap.», á trav no trará um uniforme todo preto, sendo: de jaqueta e bonet para os de De sr. o Hí. Vera machinista o agencia Acha-se contractado na 70—T Mei cês. perito pouca idade e pouco crescidos; e a vontade para os já crescidos e de" mais de todo^qualeperfeição com rapidez a fazer longa experiência 13 annos de idade; 6 lenços de tamanho regular; 1 cobertor encorpado; 1 \^^ào:por ras, machinas de Singer. sobre-tu Io eom mangas; 3 toalhas para banho. 3 ditas para o rosto; 6 guar» ^conc*rto nas verda dei Precisa-se contractar agencias em todas as cidades do interior* danapos p ra mesa: escovas de fato, cabello, dentes, unhas *e calçado; pen ":zz^^^./•¦¦: - ..-¦ Anda em fuça' a escrava *~ ¦ ¦¦' * • í- -, z':í*' - .*'"• ti - ' •«s». - ; j -? • ; ¦;,tes; thesoura de cortar unhas; 2 pares de sapatos fortes e I de botinas pa lina idíide 20 annos, cabocla Ta usar com o uniforme magra, alta, braços comprid Uma contribuição de 25^000 rio acto da entrada faculta ao alucino, pequenos, tem* uma cie atriz por todo o tempo que ellé estiver no collegio, o uso. do ca.ma e seus per* e o nariz chato. Consta anda tences, e todes os mais objectos que não \3o especificados. g-na capital, onde tem sid i*>.y a Toda a roupa deverá vir marcadacom as iniciaes do nome. do alumno, e trada por muita gente; ha/ acompanhada de uma relação em duplicata para voltar uma depois de conzes que fugiu e não tém f ferida. rua este tem qo tudo. 7 A lavagem e pequenos concertos da roupa se fazem no estabelecimento Recommenda-.se a sua .ca por 6$000 mensaes. autoridades policiaes, e7dá As pessoas interrssadas receberão no. fim de cada trimestre, um bolegratificação a quem levai a tim que lhes porá minuciosamente ao facto do aproveitamento e condueta sua senhora; à travessa /dos do alumo. ' ¦ n. 25 ou ao largo dp Qarmo ¦fim-i Para melhor intelligencia do presente pro-.pecto se facilitará qualquer sr. Tiberio Moita. 7 informação, neste estabelecimento ou na corte, rua Municipal n. 1 com os Continua^ collocar dentes pordiversòs systémas, taes como os de pressa o.

Macíiinas de costuras a Singer Manufacturing z . Gompany

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12 se combine com uma base, com a potassa por ventura, e produzindo um sal solúvel passe para o sueco ou seiva cpie forma o caldo, sondo apenas depositada uma pequena porção nas cellulas da casca, . Não resta a mínima duvida de que tanto a natureza do terreno, como os diversos adubos empregados, quer sejão os ossos cm pó, o guano artificiai, a cal, etc., exercem grande influencia sobre a quantidade dos sáes obtidos das cinzas, não só da canna de assucar como do todos os vegetaes, .V mesma influência se tem observado conforme a estação das plantas, isto é; as localidades onde vegetão, o gráo de humidade ou de seceura dos terrenos, taes como as baixas ou os fundos dos valles no primeiro caso, e o alto dos morros para o segundo. Estas dilferenças de condições se manifestão pelas differcnças.na proporção dos sáes contidos na cinza do caldo da canna. Km prova desta asserçào. o chimico allomão Mr, Hermb^tadt cita, em suas tabellas, grande numero de factos observados com outras planta.-: cultivadas. Assim o.trigo cultivado em um terreno ao qual se applicou estrume de carneiros, em outro com estrume de cabras, o ainda em outros terrenos com estrumes de cavallos, dc vaccas, com ourina humana, ebmsangue cie boi, com restos de plantas apodrecidas, e finalmente n um Outro v>em nenhuma appiicação de.estrumes, deu o seguinte resultado, qüèlbi determinado pelo exame chimico das cinzas dos trigos, obtidos por essas differentcs culturas: as que tinlião sido regadas com ourina de homem continüão 90 de phosphatòs, e as que crescerão cm terrenos não estrumados apenas encerravão 80, O mesmo, chimico observou, por ensaios chimicos, que as cinzas da cevada apresentavão cm phosphatòs um máximo de 68e um mínimo de 10 • no centeio o máximo de phosphatòs era de 368 e o mini nino de í>(), e finalmente na aveia estes extremos guàrdavão a relação de <><) ;í 1<>. As analyses conlirmào pois este facto geral, que a composição das cinzasé ricamente dotada de sáes alcaiinos (carbonates, phosphatòs c chlorurctos) que as cannas cxigèní para'scu desenvolvimento, e (pie para isso tinto do solo* portanto, para compensar a perda (pie o terreno soffre destes princípios minera.es, e preciso rcstituil-os ao terreno, adubando-se. a plantação das cannas com o próprio bagaço da planta, ou com as suas cinzas, nas localidades onde tor empregado o bagaço/como combustível, ou. ainda cora os resíduos dos alambiques, que .lição depois'da distillaçáo: á estes meios de cstrumac:V pode-se também suhstituirosossos piilvcrisados. ou as cinzas de vegetaes, ouc são ricas *;¦ cie saes alcaiinos." «..., 1^ de toda a importância para a ágfièuitura ter sempre em mente este principio: que, para obter-se do mesmo campo, safras còpiosas e repetidas sem empobrecer o solo em relação d sua fertilidade, d absolutamente indispensável estrumabo continuamente com os adubos acima mencionados; dõ contrario isto e, nao se attendendo d este preceito, o terreno mais mente dotado de princípios nutritivos para os vegetaes, tendepingue, mais ricaa enfraquecer-se com o tempo, ou melhor comas colheitas, e acaba finalmente ¦ exliaurir-se por a planta cm conseqüência deste empobrecimento do.terreno, resente-se em sua vegetação na quantidade e qualidade dos degenera como se produetos, 'FÍe diz. vulgarmente e por lini cessa de produzir e morre. resuÍtaloé a conseqüência necessária do- conhecimento cia vida da planta e da accão?Ê a vegetação: cada vegetal, como os ahimãeVcSce^iS^ j^sobre emquanto acha no .terreno substancias para alimentar-se,- vae ¦vivendo, se

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' ha fartura de alimentos a vida é robusta vi«-mv>vo > i i se porém os alimentos são insufficttt ff |* ^e^es; u aiImm]> n;'° podendo restabelecer suas forcas soflro .,,,..«7, definhada e seus produetos toSe minSuu o e mf |f ^^^ mente idêntico ao que aconteceria ^Sl^S^S?^ ' diariamente o máximo dc leite rico dc forTn« ,. «°',l;l 1'™' , eorrobprante e nutriente. UiS (U- llni alimento Qual d porem a pratica geralmente adoptada na ¦„, \dc cultun <U oa]1»« p™* tla assucar do paiz? qual o remédio com ,„„. k li i males que acommettem aS suaí culUrraf O t*É°- PW> «^ ^definidamente do mesmo teeno t ul' C?1Jrer & p^S^S^ compensa mais seus e£çj(^ 1"°^Tc*&â?' T^uão cila os prinmpios que forão extrahídos por \ ada c I, da¦I n do í

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O antigo cannavial. agora abandonado, com os trabalhos de mv,,,,-,,-, ',$ desolo, representa um capital completamente improduct t „ I adclicionar os trabalhos triplicados da derrubada, «SiÍI^^ e; preparação mecânica do solo a instalação do • vi i , ' para ', so deve começar a produzir annos depois. Sc porém So novPcaÉS fosse isento dos males que assolou ao primeiro, o remecí o s er í ben , , 'J nado eo lavrador dever-se-hia considerar salvador de' a , após alguns annos passados, os mesmos vícios seobservão caináví §" nha, os produetos diminuem e tornão-se mesquinhos as ckn ' t K porque, por disposição de lei natural, que não se revoga, a remo£'&& mesmas causas orgânicas trazes mesmos resultados e irrcmiissivd e te- as dm toi, e será ate a consiumnação dossceulos! E pois, o remédio do om inTòn cionado lavrador, trouxe-lhe augmento.de seu capital agricol^ ml e morto, e a outra qual tende a depreciar-se com as collieitas 1 que

ar"-ra»9«m* mi um s^sx.<M*

Das analyses chimicas acima mencionadas pócle-se reconhecer que o caldo da canna Ume menos assucarado do que o das outras qualidades de canna , proporção do hagaeo na Ubá é mais abundante em relação á do caldo, cintar disto este contem menor quantidade dc assucar, do quê >or exemplo o éãldota canna preta onde também a proporção do bagaço é maior que a do caldo ¦ este porem, sendo mais concentrado, é por isso mais rico de principio saechárino A canna Uba produz elevada quantidade de' cinza, e portanto a proporção dos saes e também elevada, o que produz o gosto salgado que se nota no sueco desta variedade de canna d'àssucar.

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O sabug-o de milho considerado como alimento de animaes. 8UPPLEMENT0 DO RELATÓRIO SOBRE 0 VALOR RELATIVO DO SABUGO DE MILHO "COMO ALIMENTO DE ANIMAES, PELO SR. A. KllAUSS.

Para completar o meu relatório sobre o valor relativo do sabugo de milho, accrescento aqui as analyses da cinza, do qjeo, da albumina e gomma, contidos no sabugo das espigas de milho. A quantidade de cinza, que o sabugo produz, é muito pequena; 100 libras delle dão apenas 1 libra de cinza. A analyse qualitativa dessa cinza revela uma grande quantidade de aciclo carbônico, de silica, de ácido sulfurico, de ácido pliosphorico, de chloro, de pcroxydo de ferro, de cal, de magnesia, de potassa e de soda. A analyse quantitativa foi feita pelo methodo das analyses de cinzas de plantas que contém mais ácido pho*sphorico do que o necessário para formar sal com o peroxydo de ferro. Sobre 11.602 gr. da cinza inteiramente branca dentro de uma cápsula dc porcelana coberta comum funil de vidro, aíim de nao se perder partícula solida acarretada pelo desprendimento cio aciclo carbônico, lançou-se ácido ^hlorhydrico para decompor a cinza e dissolver os sáes solúveis que ella contém. Lavado Vfúnil com água distillada, e junta ella com a dissolução chlorhyclrica, toi tudo evaporado em banho Maria para a transformação da silica dissolvida na modificação insoluvel. O precipitado, á principio amarello, foi secco da mesma fôrma em banho Maria e mexido até ficar branco. Depois lançou-se sobre elle ácido chlorhydrico forte e água distillada fervendo, toda a quantidade de silica em residuo foi separada pela filtração, lavada com água distillada e finalmente pesada. O liquido filtrado foi cliluido.com água distillada até completar x/2 litro ou 500 c. c. e determinou-se a quantidade dos diversos corpos na proporção de 100 cc, como já por vezes expliquei em trabalhos dc analyses chimicas que remetti. Para determinação do óleo, empreguei 17,126 gr. de Sabugo de milho pulverisado e secco á 100° C. Extrahi-o com ether sulfurico no appareUrode e^tracção,. continuando até que um pouco de ether sulfurico evaporado n^im vidro pequeno não deixasse mais residuo oleoso.


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Aíiigna-se pa typographia do «Jornal do Amazonas» á travessa dai Hércèz d. 23. 511' CfU-ÜX?*. tfílf CAPITAL» Krrfttí;

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COMMERCIAL, $ NOTICIOSO.

Re< publica, fei jioiiuli3 («CiC do republica,,»)

A» R.*igHaturai ¦»» paga* >d!anfadaa, podendo começar ftní qualquer dia e terminando em Março, Jnnbo, Seteiqbro e Dezembro |pi

¦ r.

Ofí «ogaiuo» aonitrii. «Mlgnante», tauto da' munffaf|0 aqUelle * Actos d'esta ordem, OUe SO• ; atreve à atl. , .,; a*,. o. que registra- ver-nos finezas nera equid acham «e . rljj ;i Interior, capital como do , qne M .. j | atmtgnatu* de.ua» da sua autoridade' os desmandos mos com subido prazer, elevando a tendel-o, como o exigem traxado» no pagamento tacar raÍv'»^fav«i«!:áèTtóánAirèa'fcailifá*eÍ.a«até , episcopal • dia 31 do corrente,; a flm de nio aerçio-. *i»—* quem os pratica, devem ao mesmo conhecimentos, sem lhe fa forcados a aúapetidcr a entrega l do Jornal tempo-seryir de incentivo a_4odos os ga de ridículos contraband Em outras efas- de ignorância e se« a dono.—»-E* seu admiraivel brazileiros, sobre tudo no momento ludem e escapam amais v ;.\0 fanatismo o po/o,,acostumado a ver um santo »'up*- ?Ç{ Ricipp da Igreja, a audácia com que o « Diario do Be- em qiie se operarno paiz a grande re- visão.: lem » se anima a mentir na questão volução social a que serve de prolo-j File, o orgulhososinho podia talvez acceitár como verdadoi arromatação da dos a lei de 28 de Setembro ultiímo.; nhoso, não quiz dever-nos ra,a prqftosição absurda que.é a mesada publicação go '' ' •-• *'. -"'.::«.*' camara da "~T.~"~" , ."'*' ; municipal. os,trabalhas ou a Religião'. atacar ma cousa . .fÇÔes.,d'e8tas. Nqs as reclam ... :, ha ainda tres dias que o pro* Belem, 31 de dezembro de 1871 seos ministros,*-hoje porem que a Não"Üiario pHiL0rscÉNi'GA:-7»t)á amanhã a nou- nós: ante-hontém um mald !.i;V, a nossa te escreveu no Chalet osjíu 3o espectaeülo a expulsou o fundiu e enca da imprio diffusãófdas luzes por m$io proque O atténtado de * de desembro. fôra um dè conto de réis; hon- sociedade drairiática daquelle nome, no jugar; Um subordinad prensa tem desmascarado a hypocri- posta tem augmentou 209^000 réis,*e levando á sc'èhá o drama*—um mi/s--, dente minha, insubordinou mais roNa ihistoria-contemporânea o dia 2 sia, e mostrado o Christiiiiariismo sob o se,o, verda,deiro aspecto,* o, po"vo provavelmente irá continuando n'um terio de família e á comedia—À seu superior Sancção, rhc de desembro marca uma dacta de rece-nos) na algü eira, ou anathemas", e procura ain- augmento progressivo a jser se assim chavenade chá. ominosarecordação para a: França ou zomba dos cqosegijc fazer effeito. fóra da E* de ique esperar aos louros já Co-, de algum frade, e aprese da com* maior avidez lor os jornaes préantes para toda1 a Europa, por causa ró .« vincia.' Ihidos pelos jovens que tem. tomado dando ares de independen da? influencia"¦ í maléfica, <que sobre a prohibidos. ró,; Firme no seu propósito de mentir, parte nos trabalhos .dramáticos, te- senhor Glane, que não sa Pára que o acto episcopal fizesse civilisaçuo exèrcco-O góvertio despo* continua a gente do Diario a propa- nhâò de aceresceatar-sé òs.que lhes figura faz neste mundo, a uraa explosão m^js estrondosa, o sr. tico de Napoleão III. >:- 2 de de» lar qúe nós procisamos dessa miséria serão offerecidbs* pela justa admira*, introduzir-se na nobilissima .* Nesse dia - nefasto a França foi de d. Antônio escolheo o dia 'ró de í:000ÍOO0 réis para sustentação ção dos que o a,- reciarem, na ocea- theologos, macaqueando >yx súbito assaltada pelo mais audacioso zembio. ro -ro,,. .-. roV de nosso jornal, conto se uma typo- siáo de ser ejjhibido o terceiro espe* j este, talvez jpor. despeito, dos perjuros;,i* que sobrõ'as ruínas ;das Era um arremedo de Napoleão III. como a nossa, que conta mui- ctácülo de tão esperançosa associação. * subscrever a pequena bio graphia liberdades publicas e a confiscação de Lá o golpe de estado esmagava ospa- tos annos dê»exjistència; santo Eutychio; e alhé o S publicando todos os direitos de cidadão fundou triotas, aqui o golpe episcopal esma- sempre um diario, tendo ese Passageiro illustre.-—Chegou hon .tinho, por medo de alguma jorriáí 'o.'egUndo;imperioi'ró ro,ró - /tf-ab, gava a imprensa e corii èlla 0 partido tado muitas* veies em oppoiição, ço- tem pek> vapor. «Paraní» procedente sa vaia conciliar, ficou com > Nesse dia nefáátb a F#ançà acordou mo está desde 1867, precisasse de dos portos do sul, o nosso distineto nos lábios, e mutilou a s sobresjdtada aos gritos *Ú& •desespero De üriaij. só vez s, exc. apropriava- auxilio dos. cofres públicos para man- amigo, o sr. dr. Filippe José de Lima. «não me atreveria* a affirm * íde-seosi filhes que' >pa*tião para ò se dos traç-s de dous vultos ter-se. r->v.; ;'^t-. " Tendo concluído este unoo na nva-.affirmava o papa Estevão geandes • exilioí d'ondò a mor pai-íe iião re-' da epocha, tomava um das fei* do, Provavelmente a Diario deroia do Recife o seu curso de direi-! baptisáção) si me não obrig pouco , gente <í-.\.í.v.:„---.-: ; gressou. ro ró t ções de JPid/ÍXè algum tanto dá au* nos está julgando por si. Como o par- tos, regressa# hoje á sua provincia,o consenso unanime da Estadistas, littoratos, philosophos, dacia de Napoleão III. tido conservador &ò ppude ter typO- natal, onde o aguarda ura risonho ei versai.» pótítawe^milhares[^e|ipperariõs espa E os doustypos assim confundidos graphia montada e órgão seu diario esperançoso porvir, a que lhe dão Sugeitos, como andam lharão sft pela* Eürojíasèra poder en n'um só foririão uma dessas figuras depois vive subio.ao e á uma os dotes de intelligencia não escrevedores, a estas e outr.i poder que juz contrar abrigo, owjforão expiar em liliputianas, apavorâo a imagi- custa do9 «prementes, suppoera que vulgar, e as qualidades moraes que velfcidadés e caprichos Cayenna e Lambessa ocrime dc serem nação»'das que estamos n?s ,mesmas circunstancias. lliri ennobrecem a alma contamos com a indulgência crianças. fieis a Republica^ que havião jurado redondamente, Enganam-se Fèlicitamol-o, assim como a toda bem-concedemos, por que, Se o sr. d. Antônio tivesse reflec* para não ^ ro ro ; ;-- . comotyrannoa sido tirada nos ter não obstante á-sua seu feliz família, de ou C o regresso. H em pêlo questões O*golpo de estado de 2 de desem- tiüo um pouco na marcha dos-aconda camara dos trabalhos nos falta para o que é prin bro matando oespifito iio"povofran-j tecimentos, que estamos presencian publicação segundo sr." Abel, hon&stissimo Jardim mythologico.— Depois de portanto. cez, matõiFoípatriOtisímõ Hess?^ povo|do, nã^ teria certamente escolhido o pelo no de continuar havemos nos consta, interrupção uma longa sensível dos e Mas o. Catholico, que es 'à0j? 2 dia dezembro," porque o heroè generoso, e' plantou o dohiinio opposicionistas, de nosso^posto para divertimentos do costume, causada cido que .á sua vista»de corrupção e do mais qpprobriosodesró| desse dia está pagsmdo os seos crimes desespero dos seus pelos últimos .festejos e pelas chuvas escapa, culpa-nos inexorá de e patoteiros a execração de uma gi^nde napotismo de que ha exemplo. ;co«» que sobrevierão, reabre hoje o jardim erros que achou nas 15 th . Na nossa pobre historia provincial \ Çüo. e o soo nome será maldito, na patrocinadores. mythologico suas portas á concorren-. fielmente copiadas da s o dia 2 de dezembro também figura posteridade. Reforma no catholicismo. — Re- cia publica. obra! com uma dacta dé vergonhosa me-j ^ Em 2 de deiembro triumphou, é commendamos á attenção dos nossos 4 horas da tarde a« bellas vaConsola-nos a approvaça moria assignalando o mais monstrrfo- {verdade, a força, a violência, mas leitores o interessante artigo èdicto- As riações da banda de musica do brioso receram do Catholico as so atténtado do arbítrio episcopal, ou esse triümpho não foi de tão longa rial «Jordo transcrevemos hoje batalhão 11 de infantaria convidarão pelo facto da aceitação des que và maior loucura duração como supponlia ò traidor. para* melhor diser, nal do Commercio de Lisboa», e que os freqüentadores do «jardim» a go- cedadesr, o catholico ou tor de que seria capaz o ultramoht. nis> A França privada dá liberdade de se oecupa da importante questão.da zarem algumas horas de verdadeira piencias, ou tornou-se né mo. . pensar, de escrever, de publicar os reforma no catholicismo. cilas. Quo cícolhe ? distração. Ha em certos espíritos obcecados ^òk pensamento^ anriiquilada sob um No calor da lueta titanica travada Todo zangadinho com a pela vaidade-um' desejo^ imnrioderado ;jogo ^e fcrro> tó£preo ^uaáj 2j)".alinós entre ò ultramontánismo e as idéias Exposição.—Chamamos ainda uma Agostinho, atira-nos para -de imitar os grandes hòmens^até nõs.de humilhação; mas em 4 desetemlivres do século que atravessamos, é vez a attenção do publico para a ex onde o Santo falia Je uma seo^ crimes e na sua perversidade. bro vingou suas affrOntas e^pellindo grato e animador/ver que de todos posição que far-se ha hoje«á noute no damento da Igreja, e que Impacientes do celebrisár-se, in» do seo território o»novò Cesár e a sua os do mundo catholico er- arraial de Nazareth dos pássaros as portas do inferno, e di pontos comraoda^osverem.-se confundidos no dyhastiá. guem-se as vozes dos vultos mais «Mosca, Tapyrahga e Anambé.» as- essa pedra è Vedro. mesmo hivel em qüe se ágitão; as Porem nós nãó temos de esperar conspicuos do jornalismo para obs- sim como de muitos outros objectos Assegura?nos isto sob s mediòcridadesj e paYá chegar a altu- tanto, por a episcopado marcha tar nunca audaciosa do .são sempre vistos com dissima e insuspeita* palavr jesuitis- curiosos qúè^o ra dos gênios, procurão por todos ós venceo; *ò seõ, atténtado encontrou mo que pretende, por seu único in- um novo que logo? interesse. meios arremedar-lhe os ademanes, os, por toda a parte a resistência, Então, abri também ó m * que os teresse, lazer voltar as rodas do carro do progresso da humanidade pára- Vapor* do sol.—Fundeou hontem to Agostinho ao Tratado C gestos e as suas acções.mais nóiàveis. abusos provocão. Pobres pigráéos, què querem subir Desde ques. exc. não pôde conse- as tenebrosas epdchas da idade me- a tarde em nosso ancoradoúro o va- bre S. João, onde elle e ró' • a altura e gigantes l guir.de seos diocesanos acompanha-lo dia. por aParaná», procedente dos portos esta.pedra não a Pedro, m Como as rans da fábula, inchão-se na guerra cruenta, que está movenResta nos.ver o sr. d. Antônio do sul. to, cm quanto confessado *d'esse nSo ãté mais do sopro do orgulho artigo édipo« do contra á imprensa; desde que s. qualificar o autor Às noticias de qpe nos foi portador Pedro, como se Christo d derem, e nufti bello momento estou* exc. se vê sem prestigio, sem apoio ctorial da mais importante jornal da daremos em o numero seguinte, visto es Pedro,* denominado assim r^o entre as apüpadas das turbas na sua. diocesg, não lhe . resta outro parte dá Europa onde se falia a bel- a falta de espaço não permittir-mos que confessaste, que sou sempre desapiedadas, contra as ridi- recurso para tão desesperada situa la língua de Gamoes, como um d'es- fazel-o hoje. qual edificarei eu a minha ses pigmeus das margens do Tejo, cuías pretençõés* de loucos anibiciò- ção senão resignar o bispado. Conciliai o Agostinho 'enviar • ***. ¦-¦'---"•¦' sos.. .' . s/. descuidam de com o Agostinho do tratad de não Parte policial.— No dia 29 sem Adhesões arrancadas por ameaças que de Echo no Lera o sr. d. Antônio bre S. João. 'Roma, ou subscritas por condescendencias, vez em quando o seu còucinho de ju< oceurrencia. * hoftveja' -Mas S. Agostinlío disse: Pio mento contra- a igreja e contra o ÍX prohibido não,,tem valor que a* opinião puperante a leitura de certos jornaes propaga- blica, ma, concluiu-se a causa;" inexorável, que não se dei- papa. juiz de sob dores do ATHEISMC^ Disse o ? Mas Roma já poria ;sss»— —ro xa arrastar por paixões. seus leitores incòrreretti em peccàdo Effeitos da portabu de 2 de Dedo, e elle ainda dizia no liv A resignação do bispado é o único iririiem então desde e capT 4: «Eu iria ZEMBRO»*^Riscou*sé Donatist. hontem de nosso pensou grave, meio*da salyaiçlo, dv sr. Padre queirestalao Santo tar o éiemplo dò assignante o sr. ro XIV. por Manoel Luiz de Aze. priaho, si m'o não vedasse um acto estçpndòsò, qííe desáe brados Antônio, se presa a dignidade do seo vedo, dade do Concilio geral. » • cargo, e se tem consci desua encia ho Brasil inteiro. E' o terceiro dos que tem obede* O bom Catholico paraense manQue valenlão que está o fa|sa bsição. | effeito entre Tòdòs sabèniV cido a celebre portaria do nosso ama- dou-nos algumas erratas do resumo paraense i; Provocados a que Longe das* intrigas nós tem produsido a insensatez do que o cer- vel prelado. . ou transumpto, que publicámos, das franca c de viseira levan no silencio cão, do seo gabinete, pu- . Muito pouca gente leceia perder a lucubrações, com que elle vai illus- mettam-lhe o dedo na boe prelado, que para chegar a seus fins, rificado oração ainda de imprensa, era a pela calumniou poderia o entrada rio reino dos céos ! trar, e dar-lhes uma amostra do como elle morde..), sem meias que sr. d. Antônio rehabilitar-se um dia desaffeeto em râsão de ter sido por se escreve, estes .alinhavadores dc sem crepúsculos! aos olhos de Deos, ha de ella censurada na suà maneira dé proquo Acto de philantropia. — O sr. João mal-cozidos pedaços, agarrados a laço julgar Nada, meu bom senhor, a todos nós segundo as nossas cbras Augusto Ayres Carneiro concedeo aqui e alli. ceder no governo da diocese. força para luetar com os Assim como, para a Cúria Romana neste valle de mizerias. carta de manumissão, sem ônus ab ticano, um só dos quaes o Catholico maliGuiz evitar que impiedade o attacar é monstruosa á sua escravinha de nomeLuiza, enchergassemos algum ¦¦¦>»€

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DÍ3ECT0R DA EMPRESA JÈ REDACTOR EMCTIYO JOSÉ RAPTISTA RIBEIRpíl SOUZA. iíMliX&xv

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Publica-se todos os dias a oxcopçfio das • e dos immodialos aos snnt INTERIOR È PROVÍ 1 anuo. 2 ü mozos 'j meze

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- para substituir 8 libras de grãos de milho L32vt< — 7cw

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< uebtt ainda depois demoido e misturado com água. p^uut Se a proporção entre o capim e o milho for exacta o aiiimnl ,,á , capaz de comer um volume tão considerável de v Píl de capim; não podendo pois o animal come sahuZt i mf,?,, ,luantuUldtí a 3tií í í " ' tate á raçío dl mitt„, ] evidente ,ue"1,,,™! S tõmpTtaTX devera emmagrecer, e perder as forças. incompleta c .elle Em lugares onde se alimentão os animaes com mnfpvloc, ,¦„« .. * -1 4 Cüntm ^'amltí porção de substancias nutritivas sob ne i eno vn !! alimentos ser substituída co7^^ZtZ^^^d^H exemplo, onde os cavallos recebem um\S de £ dc olTfcf" >

°da ,"ti°iap«u£» - «us^tft ss^sr""°pWmeiro Os corpos

lixos da cinza do sabugo não deixão nada a deseiar n-i ,...-. hdade, porque contêm pliospliato. de cal, sal conunum dè toE que sao precisos para a formação dos ossos, da carne (clibiSo do sangue ,2 que 100 libias de sabugo ainda não dão 1 libra de cinza ou só 0,919 «/ eei*mimiÇa0 (la g°mma füi 'achei n.etl.odo de Bolan.l; Ma pelo H^no/ (),o40 % de gomma. u tudo, isso segue-se-que o sabugo d. milho é um verdadeiro alimento Wl*tf£. CC i,0S il1Í'nCnt0S muit0 ,,utriti™8 Pe l,el,,s ™^s expostos r,í'°

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RELATÓRIO SOBRE A

MOLÉSTIA DA. CAJXnXTA. D'ASSUCAR NOS MUNICÍPIOS DE TTAGl AIIY E VASSOURAS PELO

un. PEDRO DIAS GORDÍLHO PáSS LEME.

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Sr. Presidente. —Vou submetter á consideração do Imperial Instituto diversas observações feitas sobre a moléstia que tem accommettido os cannaviaes em duas fazendas dos municípios de Itaguahy e Vassouras. Considero esta tarefa superior ás minhas forças, mas, como membro da Directoria, na qualidade de fazendeiro amigo de meu paiz, entendi que, apezàr de estar encarregado desse estudo o director da Fazenda Normal, era meu dever communicar ao Instituto todos os dados que pude colher e que talvez sirvão a esclarecer a questão. ^ As cannas cayennas afíectadas do mal durante os primeiros mezes de seu desenvolvimento comoção a dessecar-se e morrem. Quem percorrer um cannavial nessas condições observará que a parte mais tenra do vegetal está completamente secca quando ha ainda algumas folhas , verdesj se puxar a parte mais secca, ella separar-se-ha com facilidade e fará ver os effeitos produzidos pelos vermes que a destruirão. A parte desorganisada tem um cheiro náuseabundo. Algumas vezes o verme é encontrado junto á raiz na parte interior da haste. Este verme é conhecido nas colônias inglèzas e francezas com o nome ——^ ~l dc verme — ardente. Colhi, como disse, os dados que apresento, em duas fazendas A e B, situadas a 4 léguas uma da outra. Na fazenda A o mal accommetteu as cannas dos terrenos mais huniidos onde as culturas repetirão-se de um modo inconveniente, sem restituir-se á terra os princípios essenciae& á nutrição dos vegetaes. Na mesma data, Abril de 1866, havia cannaviaes em terrenos (matas virgens) que tinhão produzido anteriormente uma colheita de milho e nesses nao se observou a moléstia. Os fazendeiros das circumvisinhanças não se quoixão do mesmo mal. Na, plantação"do -ítâiiocorrente houve o maior cuidado naiescol.hada.semente, rejeitando-se todas as cannas pouco desenvolvidas e que não estavão


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completamente sãs. Apenas em uma pequena parcella de terra observou-se uma centena de touceiras affectadas. Na fazenda B não se cultivava a canna de assucar. Seu inproprietário troduzio sementes de uma fazenda visinha (meia légua distante), onde a molestia tinha-se desenvolvido em larga escala. Como era natural, seus cannaviaes soffrerão e as cannas cayennas bem como as violetas não forão respeitadas, plantadas umas e outras em planicie e collinas. Este proprietário teve extremo cuidado na escolha das cannas destinadas á plantação de Fevereiro d'este anno e até hoje tem observado diminuição considerável na intensidade do mal. Fiz diversas experiências na fazenda A, onde resido. Comecei pela analyse das terras, cujo quadro junto a este pequeno trabalho. Dessas analyses resulta a necessidade do emprego do elemento calcareo; diversas moléstias dos vegetaes são curadas pela cal e muitas vezes esta é empregada como própria a evitar o desenvolvimento cTaquellas: portanto não hesitei em lançar mão deste alcali e empreguei-o de diversos modos. A primeira applicação foi feita polvilhando-se as touceiras affectadas na fazenda A, (plantação de Fevereiro cie 1867). O resultado foi excellente: o mal cessou de existir. Para levar mais longe as experiências escolhi cannas affectadas e muito estragadas pelos vermes, e plantei-as da maneira seguinte: Tomei trez partes iguaes de sementes; uma dellas foi plantada com 0.2 litro de cal em cada cova; outra com a mesma dose de cal c 4 kilog.. de estrume (bagaço); e a terceira finalmente esteve immersa em leite de cal marcando 1° e 2o B. durante 24 e 48 horas. Estas cannas forão plantadas, ha pouco tempo, mas as que teem nascido não apresentão por ora symptomas de moléstia e aquellas que encontrarão o estrume e o enérgico estimulante, dentro em pouco mostrarão melhor aspecto que as outras. Assim, posso asseverar que na fazenda A o mal está extincto, e se elle manifestar-se em alguma touceira, creio que de novo serão destruidos os inimigos do fazendeiro com o emprego do precioso alcali. A cal exerce seus effeitos mecânica, chimica e physiologicámente; mas, á vista da rapidez -com que manifestou sua acção, estou convencido que, neste caso, actuoii em virtude de sua alcalinidade, destruindo os insectos e suas larvas. Este foi o effeito primitivo, mas ella não deixou cie exercer,seus effeitos chímicos e physiologicos, pois as touceiras submetticlas á experiência, que pouco desenvolvimento tinhão, hoje estão á par daquellas que nada soffrerão. Serião porventura as mudanças súbitas de temperatura,a secca ou o excesso cie humidade a causa de semelhante enfermidade V As observações meteorologicas, feitas na fazenda A, respondem negativamente á esta pergunta, pois a moléstia manifestou-se em cannas plantadas no mez de Fevereiro de 1866, e nesse anno a estação correu tão regularmente como nos de 1864 e 1865. A escolha da semente tem uma influencia manifesta e não se deve deixar de notar que os vermes começarão a apparecer em cannas plantadas em terrenos exhaustos, n. 2, quando nessa mesma occasião forão respeitadas aquellas plantadas nas terras n. 3 e 5, onde se encontrou maior dose de silicato de cal. Todas as observações, pois, mostrão que a cal é o agente necessário á exterminação de tão incommodos hospedes e capaz de prevenir a sua reapparição:. Sala* das sessões do Instituto, .30 do Julho de 1,$67.; ¦¦*-.'.. .

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Pedro Dias Gordilho Paes Leme.


20

Observações meteorológicas feitas na fazenda (A) durante os primeiros seis mezes dos annos de 1804. 1865, 1860 e 186Í.

Annos e mezes. Temperaturas máxima Numero de dias e mínima. de chuva.

1864. Janeiro.. 22.0 a Fevereiro 21.5 „ Março.. 22.0 ,, Abril 19.0 „ Maio 17.0 ,, Junho 14,0 ;, Julho.. ..13.5 .,

33°.0 31.5 34.0 [ 29.0 28.024.5 25.0

16 6 10 7

Quantidade d'agua em millimetros.

221 1 127 4 J03 8 180.6

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180:4 '

5 40.4 i ...... ... 37' 2 53 860.9

1855. Janeiro Fevereiro

22.0 22.0

32.0 29.0

Janeiro 20.0 Ffevercii'° • • • 20.0 Março ...19.5 Abril. 18,5

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157.2 9%k't H2 4 ffV> 19.0 31.0 Abril 19.0 28.0 59.6 Maio 15.5., 25.0 10 i eo o Junho.... 13.0 . 25.5.'.'.'.'.'.'.'.' 4 24.6 Julho 13.5 . 24.0 5 65.8 •tt 86479 1866.

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Aíiigna-se pa typographia do «Jornal do Amazonas» á travessa dai Hércèz d. 23. 511' CfU-ÜX?*. tfílf CAPITAL» Krrfttí;

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1 anno. 6 mozos. .. . .,,. 8 mozos. ....

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COMMERCIAL, $ NOTICIOSO.

Re< publica, fei jioiiuli3 («CiC do republica,,»)

A» R.*igHaturai ¦»» paga* >d!anfadaa, podendo começar ftní qualquer dia e terminando em Março, Jnnbo, Seteiqbro e Dezembro |pi

¦ r.

Ofí «ogaiuo» aonitrii. «Mlgnante», tauto da' munffaf|0 aqUelle * Actos d'esta ordem, OUe SO• ; atreve à atl. , .,; a*,. o. que registra- ver-nos finezas nera equid acham «e . rljj ;i Interior, capital como do , qne M .. j | atmtgnatu* de.ua» da sua autoridade' os desmandos mos com subido prazer, elevando a tendel-o, como o exigem traxado» no pagamento tacar raÍv'»^fav«i«!:áèTtóánAirèa'fcailifá*eÍ.a«até , episcopal • dia 31 do corrente,; a flm de nio aerçio-. *i»—* quem os pratica, devem ao mesmo conhecimentos, sem lhe fa forcados a aúapetidcr a entrega l do Jornal tempo-seryir de incentivo a_4odos os ga de ridículos contraband Em outras efas- de ignorância e se« a dono.—»-E* seu admiraivel brazileiros, sobre tudo no momento ludem e escapam amais v ;.\0 fanatismo o po/o,,acostumado a ver um santo »'up*- ?Ç{ Ricipp da Igreja, a audácia com que o « Diario do Be- em qiie se operarno paiz a grande re- visão.: lem » se anima a mentir na questão volução social a que serve de prolo-j File, o orgulhososinho podia talvez acceitár como verdadoi arromatação da dos a lei de 28 de Setembro ultiímo.; nhoso, não quiz dever-nos ra,a prqftosição absurda que.é a mesada publicação go '' ' •-• *'. -"'.::«.*' camara da "~T.~"~" , ."'*' ; municipal. os,trabalhas ou a Religião'. atacar ma cousa . .fÇÔes.,d'e8tas. Nqs as reclam ... :, ha ainda tres dias que o pro* Belem, 31 de dezembro de 1871 seos ministros,*-hoje porem que a Não"Üiario pHiL0rscÉNi'GA:-7»t)á amanhã a nou- nós: ante-hontém um mald !.i;V, a nossa te escreveu no Chalet osjíu 3o espectaeülo a expulsou o fundiu e enca da imprio diffusãófdas luzes por m$io proque O atténtado de * de desembro. fôra um dè conto de réis; hon- sociedade drairiática daquelle nome, no jugar; Um subordinad prensa tem desmascarado a hypocri- posta tem augmentou 209^000 réis,*e levando á sc'èhá o drama*—um mi/s--, dente minha, insubordinou mais roNa ihistoria-contemporânea o dia 2 sia, e mostrado o Christiiiiariismo sob o se,o, verda,deiro aspecto,* o, po"vo provavelmente irá continuando n'um terio de família e á comedia—À seu superior Sancção, rhc de desembro marca uma dacta de rece-nos) na algü eira, ou anathemas", e procura ain- augmento progressivo a jser se assim chavenade chá. ominosarecordação para a: França ou zomba dos cqosegijc fazer effeito. fóra da E* de ique esperar aos louros já Co-, de algum frade, e aprese da com* maior avidez lor os jornaes préantes para toda1 a Europa, por causa ró .« vincia.' Ihidos pelos jovens que tem. tomado dando ares de independen da? influencia"¦ í maléfica, <que sobre a prohibidos. ró,; Firme no seu propósito de mentir, parte nos trabalhos .dramáticos, te- senhor Glane, que não sa Pára que o acto episcopal fizesse civilisaçuo exèrcco-O góvertio despo* continua a gente do Diario a propa- nhâò de aceresceatar-sé òs.que lhes figura faz neste mundo, a uraa explosão m^js estrondosa, o sr. tico de Napoleão III. >:- 2 de de» lar qúe nós procisamos dessa miséria serão offerecidbs* pela justa admira*, introduzir-se na nobilissima .* Nesse dia - nefasto a França foi de d. Antônio escolheo o dia 'ró de í:000ÍOO0 réis para sustentação ção dos que o a,- reciarem, na ocea- theologos, macaqueando >yx súbito assaltada pelo mais audacioso zembio. ro -ro,,. .-. roV de nosso jornal, conto se uma typo- siáo de ser ejjhibido o terceiro espe* j este, talvez jpor. despeito, dos perjuros;,i* que sobrõ'as ruínas ;das Era um arremedo de Napoleão III. como a nossa, que conta mui- ctácülo de tão esperançosa associação. * subscrever a pequena bio graphia liberdades publicas e a confiscação de Lá o golpe de estado esmagava ospa- tos annos dê»exjistència; santo Eutychio; e alhé o S publicando todos os direitos de cidadão fundou triotas, aqui o golpe episcopal esma- sempre um diario, tendo ese Passageiro illustre.-—Chegou hon .tinho, por medo de alguma jorriáí 'o.'egUndo;imperioi'ró ro,ró - /tf-ab, gava a imprensa e corii èlla 0 partido tado muitas* veies em oppoiição, ço- tem pek> vapor. «Paraní» procedente sa vaia conciliar, ficou com > Nesse dia nefáátb a F#ançà acordou mo está desde 1867, precisasse de dos portos do sul, o nosso distineto nos lábios, e mutilou a s sobresjdtada aos gritos *Ú& •desespero De üriaij. só vez s, exc. apropriava- auxilio dos. cofres públicos para man- amigo, o sr. dr. Filippe José de Lima. «não me atreveria* a affirm * íde-seosi filhes que' >pa*tião para ò se dos traç-s de dous vultos ter-se. r->v.; ;'^t-. " Tendo concluído este unoo na nva-.affirmava o papa Estevão geandes • exilioí d'ondò a mor pai-íe iião re-' da epocha, tomava um das fei* do, Provavelmente a Diario deroia do Recife o seu curso de direi-! baptisáção) si me não obrig pouco , gente <í-.\.í.v.:„---.-: ; gressou. ro ró t ções de JPid/ÍXè algum tanto dá au* nos está julgando por si. Como o par- tos, regressa# hoje á sua provincia,o consenso unanime da Estadistas, littoratos, philosophos, dacia de Napoleão III. tido conservador &ò ppude ter typO- natal, onde o aguarda ura risonho ei versai.» pótítawe^milhares[^e|ipperariõs espa E os doustypos assim confundidos graphia montada e órgão seu diario esperançoso porvir, a que lhe dão Sugeitos, como andam lharão sft pela* Eürojíasèra poder en n'um só foririão uma dessas figuras depois vive subio.ao e á uma os dotes de intelligencia não escrevedores, a estas e outr.i poder que juz contrar abrigo, owjforão expiar em liliputianas, apavorâo a imagi- custa do9 «prementes, suppoera que vulgar, e as qualidades moraes que velfcidadés e caprichos Cayenna e Lambessa ocrime dc serem nação»'das que estamos n?s ,mesmas circunstancias. lliri ennobrecem a alma contamos com a indulgência crianças. fieis a Republica^ que havião jurado redondamente, Enganam-se Fèlicitamol-o, assim como a toda bem-concedemos, por que, Se o sr. d. Antônio tivesse reflec* para não ^ ro ro ; ;-- . comotyrannoa sido tirada nos ter não obstante á-sua seu feliz família, de ou C o regresso. H em pêlo questões O*golpo de estado de 2 de desem- tiüo um pouco na marcha dos-aconda camara dos trabalhos nos falta para o que é prin bro matando oespifito iio"povofran-j tecimentos, que estamos presencian publicação segundo sr." Abel, hon&stissimo Jardim mythologico.— Depois de portanto. cez, matõiFoípatriOtisímõ Hess?^ povo|do, nã^ teria certamente escolhido o pelo no de continuar havemos nos consta, interrupção uma longa sensível dos e Mas o. Catholico, que es 'à0j? 2 dia dezembro," porque o heroè generoso, e' plantou o dohiinio opposicionistas, de nosso^posto para divertimentos do costume, causada cido que .á sua vista»de corrupção e do mais qpprobriosodesró| desse dia está pagsmdo os seos crimes desespero dos seus pelos últimos .festejos e pelas chuvas escapa, culpa-nos inexorá de e patoteiros a execração de uma gi^nde napotismo de que ha exemplo. ;co«» que sobrevierão, reabre hoje o jardim erros que achou nas 15 th . Na nossa pobre historia provincial \ Çüo. e o soo nome será maldito, na patrocinadores. mythologico suas portas á concorren-. fielmente copiadas da s o dia 2 de dezembro também figura posteridade. Reforma no catholicismo. — Re- cia publica. obra! com uma dacta dé vergonhosa me-j ^ Em 2 de deiembro triumphou, é commendamos á attenção dos nossos 4 horas da tarde a« bellas vaConsola-nos a approvaça moria assignalando o mais monstrrfo- {verdade, a força, a violência, mas leitores o interessante artigo èdicto- As riações da banda de musica do brioso receram do Catholico as so atténtado do arbítrio episcopal, ou esse triümpho não foi de tão longa rial «Jordo transcrevemos hoje batalhão 11 de infantaria convidarão pelo facto da aceitação des que và maior loucura duração como supponlia ò traidor. para* melhor diser, nal do Commercio de Lisboa», e que os freqüentadores do «jardim» a go- cedadesr, o catholico ou tor de que seria capaz o ultramoht. nis> A França privada dá liberdade de se oecupa da importante questão.da zarem algumas horas de verdadeira piencias, ou tornou-se né mo. . pensar, de escrever, de publicar os reforma no catholicismo. cilas. Quo cícolhe ? distração. Ha em certos espíritos obcecados ^òk pensamento^ anriiquilada sob um No calor da lueta titanica travada Todo zangadinho com a pela vaidade-um' desejo^ imnrioderado ;jogo ^e fcrro> tó£preo ^uaáj 2j)".alinós entre ò ultramontánismo e as idéias Exposição.—Chamamos ainda uma Agostinho, atira-nos para -de imitar os grandes hòmens^até nõs.de humilhação; mas em 4 desetemlivres do século que atravessamos, é vez a attenção do publico para a ex onde o Santo falia Je uma seo^ crimes e na sua perversidade. bro vingou suas affrOntas e^pellindo grato e animador/ver que de todos posição que far-se ha hoje«á noute no damento da Igreja, e que Impacientes do celebrisár-se, in» do seo território o»novò Cesár e a sua os do mundo catholico er- arraial de Nazareth dos pássaros as portas do inferno, e di pontos comraoda^osverem.-se confundidos no dyhastiá. guem-se as vozes dos vultos mais «Mosca, Tapyrahga e Anambé.» as- essa pedra è Vedro. mesmo hivel em qüe se ágitão; as Porem nós nãó temos de esperar conspicuos do jornalismo para obs- sim como de muitos outros objectos Assegura?nos isto sob s mediòcridadesj e paYá chegar a altu- tanto, por a episcopado marcha tar nunca audaciosa do .são sempre vistos com dissima e insuspeita* palavr jesuitis- curiosos qúè^o ra dos gênios, procurão por todos ós venceo; *ò seõ, atténtado encontrou mo que pretende, por seu único in- um novo que logo? interesse. meios arremedar-lhe os ademanes, os, por toda a parte a resistência, Então, abri também ó m * que os teresse, lazer voltar as rodas do carro do progresso da humanidade pára- Vapor* do sol.—Fundeou hontem to Agostinho ao Tratado C gestos e as suas acções.mais nóiàveis. abusos provocão. Pobres pigráéos, què querem subir Desde ques. exc. não pôde conse- as tenebrosas epdchas da idade me- a tarde em nosso ancoradoúro o va- bre S. João, onde elle e ró' • a altura e gigantes l guir.de seos diocesanos acompanha-lo dia. por aParaná», procedente dos portos esta.pedra não a Pedro, m Como as rans da fábula, inchão-se na guerra cruenta, que está movenResta nos.ver o sr. d. Antônio do sul. to, cm quanto confessado *d'esse nSo ãté mais do sopro do orgulho artigo édipo« do contra á imprensa; desde que s. qualificar o autor Às noticias de qpe nos foi portador Pedro, como se Christo d derem, e nufti bello momento estou* exc. se vê sem prestigio, sem apoio ctorial da mais importante jornal da daremos em o numero seguinte, visto es Pedro,* denominado assim r^o entre as apüpadas das turbas na sua. diocesg, não lhe . resta outro parte dá Europa onde se falia a bel- a falta de espaço não permittir-mos que confessaste, que sou sempre desapiedadas, contra as ridi- recurso para tão desesperada situa la língua de Gamoes, como um d'es- fazel-o hoje. qual edificarei eu a minha ses pigmeus das margens do Tejo, cuías pretençõés* de loucos anibiciò- ção senão resignar o bispado. Conciliai o Agostinho 'enviar • ***. ¦-¦'---"•¦' sos.. .' . s/. descuidam de com o Agostinho do tratad de não Parte policial.— No dia 29 sem Adhesões arrancadas por ameaças que de Echo no Lera o sr. d. Antônio bre S. João. 'Roma, ou subscritas por condescendencias, vez em quando o seu còucinho de ju< oceurrencia. * hoftveja' -Mas S. Agostinlío disse: Pio mento contra- a igreja e contra o ÍX prohibido não,,tem valor que a* opinião puperante a leitura de certos jornaes propaga- blica, ma, concluiu-se a causa;" inexorável, que não se dei- papa. juiz de sob dores do ATHEISMC^ Disse o ? Mas Roma já poria ;sss»— —ro xa arrastar por paixões. seus leitores incòrreretti em peccàdo Effeitos da portabu de 2 de Dedo, e elle ainda dizia no liv A resignação do bispado é o único iririiem então desde e capT 4: «Eu iria ZEMBRO»*^Riscou*sé Donatist. hontem de nosso pensou grave, meio*da salyaiçlo, dv sr. Padre queirestalao Santo tar o éiemplo dò assignante o sr. ro XIV. por Manoel Luiz de Aze. priaho, si m'o não vedasse um acto estçpndòsò, qííe desáe brados Antônio, se presa a dignidade do seo vedo, dade do Concilio geral. » • cargo, e se tem consci desua encia ho Brasil inteiro. E' o terceiro dos que tem obede* O bom Catholico paraense manQue valenlão que está o fa|sa bsição. | effeito entre Tòdòs sabèniV cido a celebre portaria do nosso ama- dou-nos algumas erratas do resumo paraense i; Provocados a que Longe das* intrigas nós tem produsido a insensatez do que o cer- vel prelado. . ou transumpto, que publicámos, das franca c de viseira levan no silencio cão, do seo gabinete, pu- . Muito pouca gente leceia perder a lucubrações, com que elle vai illus- mettam-lhe o dedo na boe prelado, que para chegar a seus fins, rificado oração ainda de imprensa, era a pela calumniou poderia o entrada rio reino dos céos ! trar, e dar-lhes uma amostra do como elle morde..), sem meias que sr. d. Antônio rehabilitar-se um dia desaffeeto em râsão de ter sido por se escreve, estes .alinhavadores dc sem crepúsculos! aos olhos de Deos, ha de ella censurada na suà maneira dé proquo Acto de philantropia. — O sr. João mal-cozidos pedaços, agarrados a laço julgar Nada, meu bom senhor, a todos nós segundo as nossas cbras Augusto Ayres Carneiro concedeo aqui e alli. ceder no governo da diocese. força para luetar com os Assim como, para a Cúria Romana neste valle de mizerias. carta de manumissão, sem ônus ab ticano, um só dos quaes o Catholico maliGuiz evitar que impiedade o attacar é monstruosa á sua escravinha de nomeLuiza, ciosamente enchergassemos algum Fugimos ¦¦¦>»€

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DÍ3ECT0R DA EMPRESA JÈ REDACTOR EMCTIYO JOSÉ RAPTISTA RIBEIRpíl SOUZA. iíMliX&xv

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Publica-se todos os dias a oxcopçfio das • e dos immodialos aos snnt INTERIOR È PROVÍ 1 anuo. 2 ü mozos 'j meze

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informação do membro da directoria Dr. Pedro Dias Gordilho Paes Leme SOBRE A MEMÓRIA DO SR. FRYER,

INTITULADA

FRYERS CONCRETES IN THE REF1NERY. Lida em presença de Sua Magestade o Imperador na sessão de 23 de Setembro de 1867.

ülm. e Exm. Sr. presidente da directoria do Imperial Instituto Fluminense de Agricultura. Encarregado por V. Ex. de dar uma informação sobre a memória do Sr. Fryer, procurei estudar essa pequena brochura e qualquer outro escripto sobre a matéria, e especialmente dar a descripção do novo apparelho, o que não faz o Sr. Fryer na sua noticia commercial. O Sr. Fryer, de Manchester, foi a Antigua, uma das Antilhas inglezas, estabelecer o apparelho que imaginou, o qual converte o caldo de canna em uma substancia concreta, de côr amarellaesverdeada, bastante dura, de sabor agradavel, e cuja composição é a seguinte : Assucar crystallisado Dito incrystallisavel. ...... Água, saes, etc. .........

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'm.> Esta substancia, quando dissolvida de novo, tem o liíesmo <>osí<> ' ' ' °,v caldo. ° Os refinadores, segundo a memória, tecem muitos elogios ao novoproresso, e preferem o assucar concreto ao assucar mascavo. Vende-se Antigua á razão de 17 sh. por quintal ^em (112 libras), e um agente do Sr Fryer diz ter obtido 15 % de concreto sobre 100 de cannas caldo o marcava 9°,5 Baumé. O Sr. Bums escreve da mesma colônia quando atiirmando ter obtido uma tonelada de concreto de 5.448 litros de caldo Para obter este bello resultado, o Sr. Fryer emprega os seguintes lhos: um taboleiro de ferro fundido de 7,58 metros sobre 1,82 metro apparede largo com a profundidade de 16 centímetros, tendo resaltos atravessados que partem alternadamente de cada lado, deixando uma passagem do lado opposto taboleiro e ligeiramente inclinado. Em virtude desta inclinação,o ___0 caldo logo que sahe dasmoendas, percorre os diversos compartimehtos, con^rvando


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a camada de liquido 14 míllimetrosde espessura e èàvü »™ in**x ^ r Es te taboleiro e collocado sobre um forno onde se queima bagaço S combustão e regulada de modo que o caldo chegue á extviSL 1 f v 7 • marcando 96 a 100 gráos centigrilos. 0 &^^ffSStüte chegar até a outra extremidade do taboleiro" é de ciifco S ^trS este curto período ja elle começa a transformar-se em xarone 1 5ÍT ,8"a «^dadç ' variando de 22° a 30°Baumé. 1 Do taboleiro o caldo passa para um cylindro de cobre de 6 metros de con, e 90 centímetros primento de diâmetro, tendo no interior uma hence uepõe o xarope em continuo movimento ; íaz oito revoluções minuto e é aauecln por chammas pelas aquecido perdidas do forno do taboleiro O cylindro tem aberturas nas extremidades, e é disposto a dar entrada "do-i uma corrente de ar quente que accelera a concentração do liquido ass ca SimpleS "*'*&*** ° xaroPe &*M salie contigente do^yfinTro f Neste estado o xarope pôde ser guardado sem alterar-se, ração continua em um tambor ou cylindro de ferro de 1,21™ mas a concende longo Sé 1,21» de éiametro para que se obtenha o assucar concreto e bem secco Neste tambor o xarope e ainda submettido á acçãò do ar quente, e distribuído lentamente por toda a sua superfície, de maneira a «.-amada de xarope sei que Actiupc btja pouco espessa. O tambor faz duas revoluções por minuto. Sahindo deste cylindro, o assucar ainda quente, pôde tomar a forma ouc se lhe queira dar, mas, logo que esfrie, torna-se duro como o tijolo o pôde ser exportacio. Todas estas peças, que constituem o apparelho Fryer, são feitas de maneira a serem reparadas com facilidade e economia. Este apparelho apenas requer o trabalho de três homens, e a simplicidade das operações bastaria para recommendal-o, mas ainda offerece a vantagem de combustível, e augmentar consideravelmente a porcentagem do gastar pouco assacar crystalhsado. b O apparelho com as dimensões descriptas foz de 2.500 a 3.000 kiloerim mas de concreto em 10 horas. ™ Os preços dos apparelhos são os seguintes : ;;M?SSgESf. : ; : ; % Grande modelo fabricando 1.000 libras de assucar por hora 890 guinéos Apparelho para 500 libras (j70 ditos Idem para 200 ditas ...... .'.'.'.'.'.'. 360 ditos! Os construetores fornecem o taboleiro, os cylindros, as grelhas do forno o calorifero, a chaminé, apequena machina a vapor, a bomba, os thermometroB e saecharimetros, tubos, etc, e ainda algumas peças dc sobresalente. A disposição do apparelho faz crer que são bem merecidos os elogios que tem recebido o Sr. Fryer, pois em virtude da rapidez das operações °o caldo deve chegar ao estado de concreto semsoffrer muitas alterações, e"portanto dar maior quantidade de assucar prismático. Mas, se o caldo fosse previamente de • iecado, os produetos não serião de.melhor qualidade? A evaporação toraar-se •hkt mais fácil, pois a defecação teria neutralisado e separado os fermentos aé

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a marcha das substancias albmninosas e diversos saes mineraes, que retardão liquido assucarado. ^rações, e exercem perniciosa influencia sobre o Exigindo o apparelho uma temperatura uniforme e nunca superior a 100° centígrados, porque não é empregado o vapor para aquecer o taboleiro ? Não de vapor gei ararão porque assim pratica o Sr. Fryer, dispondo de um gerador para,alimentar a pequena machina que dá movimento aos cylindros. As vantagens reaes do apparelho são : rapidez nas operações, pouca desricos peza de combustível e de trabalho, e seu baixo preço. Mas os dos proprietários quês se obtém não devem hesitar em preferir os apparelhos a triplo effeito, QjcceUente assucar branco. Quanto áquelles que dispõem de poucos meios, encontrario maiores vantagens no apparelho Fryer, que nas imperfeitas tachas a fogo níi. Entretanto, cumpre advertir que, para o Brasil onde os machinistas çxigem avultadas sommas pelas reparações dos apparelhos, o concretor Fryer. ppr sua simplicidade deve ser recommendado aos homens que exagerão as pequenas difficuldades, e considerão-nas como justo motivo para abandonarem as melhores machinas. E infelizmente 6 a classe abastada que duvida de tudo o que pode transformar nossa organisação social. Portanto, contra meu modo de pensar, mas somente attendendo ás circumstancias especiaes que nos cercão, sou forçosamente levado a recommendar o concretor Fryer como bom apparelho de fabricar assucar bruto. São estas as observações que pude obter sobre o novo apparelho, a^ quaes submetto á judiciosa e illustrada opinião de V. Ex. Sala das sessões do Imperial Instituto Fluminense de Agricultura, 30 de Julho de 1807.— Pedro Dias Gordillo Paes Leme.

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Paço da câmara municipal do Pará 20 de dezembro de 1871. dr.! José da Gama Malcher, presidente; *cone go Ismael de Sena Ribeiro Nery, secretario.

&I&I htgi _. i-*.| d'Assumpç5o, Joaquim Henriques Vir [ ; ser procurado para os trabalhos' de <3^ gplinpfSimào José Bernardino; Nunes, seu'officio no escriptorio do tabellião j Severino Dias Ferreira Portugal, paGomes, das 7 boras da manhã ás 5 -•*•*• m dre Benedicto Thomé dP._iünlía-é datarde nos dias uteis e fora dessas Mello, Florencio Gonçalves* Campps, -Alfândega. í1-01"88 tm sua residência á travessa Antônio Joel Netto, Antônio Gualdi- Rendimento SAMllELWALLACU 1.ÍACD0W de 1 a 30 339:071 #182 jfa Gloria, fronteira ao prédio de dn De ordem do illm. sr. inspector da no da Motta, Luiz Antônio Ferreira ' salas do sr. José da Costa Ferreira [ias Recébeiíorià. 7 thezouraria de fazenda da provincia BentêSJoaqUitn Pedro Xavieff de N6T11AVE§SAD0PASS1N Rendimento de 1. a 30 Í3Í;H se declara em additamento ao editpl Assumpçãó^JRíibeirlo Julio da Silva ' desta VeiÍ o^Ezofe-';': SOCIEDADE PIILO-SCINICA. thesouraria de, 14 de novembro Franco, e Franciièo Cardoso Barata. ' Rendimento de 1 a 30 6:7. — ultimo, que fica espaçado para o.dfti Nao são convocados os srs. elei O espectaculo desta sociedade que Santa Casa. 20 de, janeiro próximo vindouro o tores dr. José Tiburcio Pereira de deveria ter lugar hoje 30 do corren ____W Rendimento de l.a 30 492.400 praso para o concurso dos lugares de Maglhâes, e. Basilio Magno do Amaral transferido para segúnda-fei j|e,dfica 3o escripturarlo; 2o conferente e pra- por'terem mudado de residènciaj^r. f#'1° de BACHAREL janeiro. - ticantes da alfândega desta provincia. João Lourenco Paes. de Sousa, Joa. Belem. 29 de Dezembro de 1871. Arntlnl» Adolpho-Fontes _ « Secretaria da -thezouraria' de ia quim Antônio Alves, e Francisco AnServindo de *'ÁDVOWDO. secretario, , .. , KMf.v. i . zenda do Pará, 23 dè' dezembro de tonio de Aguiar é Silva por se acha' '-y.^ ly.» . fthí Çe-)rF?»?0o! ¦¦'¦ kijy.l , , 187.1.. r./y , rem ausentes; e Jbem assim os supiiííiíí^ tffCèial máiòr ^ ¦^'isií y.i-'í.:. plentes,'Jdkci^Ãhséimò'Pacifico de associação Filantrópica COMPANHIA D0 AMAZONAS^ V. Carmino Leal. ' Rua do. Mercadore» N.° í.8 A . Cantuaria, e Mathias José dos-San. 9. df. emancipação de escravos tos, por haverem mudado de dorrfiO paquete a vapor Arary comman | SANTA CASA DA MISERICÓRDIA. cilio: Ambrosio Belmiro de Leão dante Io tenente Figueredo segue iPela presente convida-se a todos Dc ordem do illm. sr. dr. provedor loão" Leite/Ribeiro, jMádoeTTlièôdpró para Arary na madrugada do diá-'&»'•'ois srs. sócios para a sessão solemne da santa"parà casa da misericórdia, faz*»e Teixeira, e Martiniano José dos San- de Janeiro. | de posse dos novos funccionarios a ^confiécimêutollbs ¦' tó_7'pór faliecimento. £ para *Rebe-se inte checarga encomméndas e publica que pa qual terá lugar no salão do lyceo pa ressados que, perante a junta admi- gue á* noticia de todos: os srs.*eleito- sageiros atéas 2 horas dítarde, "doraense, era l9 de janeiro vindouro as nistrátivaf farremàtar'*sè hão no dia re», e supplentes cof^qcijdos,'-- esitè dia 2. 7 horas dá. npite. Pará 18 dedezfm 30 dó' corrente uièlfe. cà gêneros' ali- será affixado noslugareSdocostuméj brodç|871. mentidos e outros artigos pará^òbn. e publicado pela imprensa. Belem 22 ¦O paquete a-vapor SOURE comSamuel W. M Dowell. süfno5 dos' estabèleciníèntós •' á ícVgo de dezembro de 1871.-*-Lourenco mandanta 1° tanente Figueredo, seFrancisco Xm do Espirito St0 J° da mesma santa casa no semestre de Justiniano da Gama. na madrugada do Cametá Vicente C. Leal. gue para ' è . janeiro a jühho dó^proxiíttó* Vindouro .27=RTÍA FOHM0ZA =27 diaa6. ? ánno a ,saber: carne Verde,1'kilogram- O cidadão João Baptista Pereira —. da Recebe se carga, encomméndas e Serra mas; pãoiroscodè' 4 Òriçàs. arrobas; jujz ^ pães5 mais votado, da' passageiros no dia; i>té ás# horas Sabbado e dòrri^o", dias da vespe freguesia'âíSenflióra»Santa arrobas; chfrprètoe assucar refinado, Aiina da tarde, do dia'à"M l'WW.1 ra e da festa de Santa Luzia, que verde, libras; farinha d^gdá,' dita!sec da campina da capital do Pará 4c/ * íj os barfaqueiros do arraial ca^ ditame tapiòca, alqueires; farinha , ;, O paiuete a vapor «Óbidos com-; ' celebram . * Nos/estabelecimentos de se 'deitar* de Nazareth; reabrir-se-há a explen Façosaber ao= srs. eleitores e sup- mandante 1° tenente Figueiredo, ser ^eWazareth; reabri] de araruta, libras; mantega tarumã, potespdÍtá'dé'váeb'â, ;;liferas| P)?^?,! ^.s^8; P8^^,'8 - abaixo desi gué para Obides na madrugada,do da, dida exposição dos pássaros «Mos «irpintaria á vapor dò Coelho " ca, Tapyranga, Anamib^» e outros eu encontra-sé constanteneute m azeite de';aiídiíWàí'ftaVéo'f;{èéTOdihKài gWádos^ íjúé deveio rèWiiir-se na 3*. 12 do corrente. i av } macarrão tarSriclò/^áfé, ^libras; viíiho dominga do mez de jrneiro de 1872 j Recebe «se carga encomméndas -e riosissimos sujeitos automáticos mo- serradas de todas as qualidade mensões, coms sejão, acapú, do Porto, garjrafás; aíróz, sfàbãfd^ré (dia 21 do dito mrz) as 9 hpráildà^ 2 ho- ventes, inclusive uma machina para p reljo,. louto", despertar tamaquaré, e distrahir os apreciadores cedro, manhã, no consistorio da igrêjama^iTasdàtardedo dia 11 to. amarello e HbuCihhb/ aVtotías/ • apaixonados de amoros: qiieira, guaruba,*cupiíiba, e a Secretária da1 santa casa 'lia' 'Mise- triz d#-S_.nhpri_vSanta .nna.riclafcàmassim como ripas de todos os c ricordiá* do Pairarem'20' de dezembro pina afim de organisar-se a mesa de , O paquete a vapor oSoure» com mentos e larguras para telhado de 1871- " O escrivão, qualificação da dita parochia-^-Elei- mandante Io tenente Figueiredo, se para tabique o ditas de acap tores. Antoaio Rodrigues Lima, ÇYa- gué paraSoure o escalas na madro Um to^scopio que é primor de ar- venezianas. ¦ >.\-yÁ ? L- nmioúi)-- üifui.n:<>»', Ln.wi-j _d cisco Xavier Rodrigues de _MòíaeSr gada do dia 10 do correote te, devassando os mysterios das íuiuíiu encommenüa encommenda de aue , Tomão .José dos Passos Àlyes da Cunha, dr. qu Recebe-se carga encomrnen espheras que O cidadão' Loiirferiçd Justíniano d8 o espaço cnle- m.deira de dlfTerente d.imer^ Antônio Gonçalves jovoam Nunes, João de' mendas e passageiros até as 2 horas da ará a cu„oS,dade dos obs.rvado.es Gama, jiiié'de paz mais votado d° Continua» a receber ma.ci™ «|Silva; Manoel W Pços tarde cro dia 9 Martiniano Canos segredos dos astros, que, apanha- serrar> districtdj presidente da grimeirô e !ainar> obr a * ' valheiro de Macedo, Jeronimo José dos, desprevcnidos, revê am- toda a n;nt„;, • junta rCvisórá dá qualificação , desen .*¦*«« fazer para por «» belleza tiSiày^m dè votantes da parochia da Sé na do Rego Castello Branco, dr. Mar sua e magestade: medidas I apresentadas, também capital¦«..- da provincia do'.PàriTetc. cèIlo<ítLobato 3e; Castro, Frederico Todos os segredos do céo por : tomar rrfMhti medidas' ?;¦ ímatJ.ti h&,í . • Carlos RÍfiossard, Fructuoso de Mesem cas Hitt |da-se 500 réis ; pretendentes e os mesmos prom Faço saber dc conformidade com quita eSousaV.Jeronimo José Morei,Largo de Nazareth. i vender as madidras por preços os .arts. 4o, e 25.da lei dè J9 de agos- ra»,R.;imundo Alves de Castro e Sil, veis assim como as obras fei to de 1846* que no: dia"21, terceira va, Manoel Antônio Rodrigues, e Fran ^'»Vv.l%yVHItVHHínU«VVWVI«VHtVtuv >V)U\V» seus estabelecimentos. dominga, do.raez de janeiro vindou- cisco Pereira Dourado.—SuppJente.. lugar.a,.r_i?isão ro, terá da qualifi- -loão Francisco da Silva Leão, Romão Stí u.j h>a _ cação de :votante{_.d'esta'.parochia. 'de Aríujo,* Pedro Luiz Pipereira. E porque nã igreja^o^armojique nheiro de AÍmóida, João paptista do Convidão-sé todas às! pessoas qne está. servindo temporariamente- de Livramento Ferreira, dr.; Francisco ' matriz, não itenha consistorio bas-, assistir a sessão de posse i Cura De ordem do sr.'director infallivel em 3 dias. Carlos Mariano, Justino' dé OJiveirà quiserem dos novos funccionarios desta socieda tante espaçoso, nem no corpo d'este Magalhães, conego Antônio collegio laço publico que ho di GonçalCahio o sulphoto de quinino 'terá. igreja se possa proceder eleição.-ál- ves da Rocha, José Luiz de Lemos, de que terá lugar segunda-fe:ra,l* vindouro logar'*. a a janeiro no tratament%do$ sezões. . fu mez turo as 1 horas próximo .das guma, por complicar com os actos ^ibprio?jÍ_ntonió da Silva. Cravç, JosS do ra aulas df» mesmo. Não é niais preciso esta subs- I religiçsps,;rconypço os. srs. iÇ^itóres, e de Deos e Silvai Antônio Joaquim de da noute no sala do Lyceu Paraense Collegio Sa/.cá Maria de Bel tancia para debellar esta en I. Pará 29 de Dezembro de 1871 supplentes abaixo declarados, para Almeida, e João Antônio Corrêa Bude dezembro'de 1871. • Samuel W M. Dowell. j fermidade tão freqüente no inque no dia aprasádo as 9i hbras-;dfa Ihòes. Deixando de serem convocados O. secr Francisco X. do Espírito Santo -J. I terior de npssa provincia, esta manhã compareçam na sachristia dos João José terem Nogueira, fallecido os eleitores João por «mesma nos fornece no reino Vicente C. Leal. No dia 8 de janeiro vindouro pontificaes da igreja da -Sé. afim de da Silva Maia, Jeronimo Antônio Tavegetal uria cem numero de , organisir-se a junta com as forma. nellas. e I tiriuará a funecienar a escola n pelo mesmo motivo os sup| substancias, dentre as quaes . na lidadfes Í(jgaes; a saber: Ejcito_e.~ para os escravos erecta no plentes conego Joaqu m Antônio da escolherijo.s, depois, de longo e | 11 Men- Silva'EguéSi . conego Manoel José dè Siqueira e^ Joio Pedro de Sousa gio Santa Maria de Bolem. * 'Nina, No escriptorio do tabellião Gomes, íí apurado estudo, obtendo sem João Moreira, è des, JVJanoèí Roiz Chiçks Belem c?o Pará 28 de dezemb por não residirem no dis- á rua Formosa, canto da travessa dò i j pre optimos resultados, —^a Baptista Grana, José- Ferreira -de tricto os eleitores Gaspar de Macedo Passinho, acha-se uma pessoa compe- \i caíferana paraense-T.que, uni- _. I87m Sousa, dr: Joaquim Pedro Corrêa de e Amorim, João Paulo Ramos Chitentemente habilitada, por grande da. á algumas outras em deter- it . Padre Felix VicenYe de Leã Freitas, dr. Ludgerò1 Vieira: de Ase- ves e Silva, e os supplentes Ferrian» tractar de quae'squer neminadas proporções fermam as i \ ved"o, Pedro Gomes d'0]iveira, Ma- do José de Oliveira, Antônio José Coe. parte, para desembaraços como sejão para pilulas de/iominadas— Pilulas j noel Roque .lorgé'Ribeiro, Maxim ja- lho de Barros Júnior,,e Peregrino do gocios, de* de compras raiz, * de t.afferana Paraense— que j rengas de e vendas ^em "chegue no Roberto Pimentel/ Valentim José Espirito Santo. E (erro de propriftda á hypothecas, moveis ou semoventes, unicamente para são qüe preparauas companhia por do gaz> que se aefiã Ferreira, Francisco; de 5alles Mello noticia de todos mando seja este folhas corridas ou outras quaesquer _ | Cândido do Prado T^to e C que deadas 11 em frente do seu depos Ovidio Perei Joaquim Freire Barata, afixado no lugar do costume e publi- agencias; assim como encarrega-se Cada caixa acompanha um carvão da praça do Bajé, não d ra do Araújo, Januário de Miranda cado pela imprensa. Pará *20 de.de- de c mpras e vendas de bens de í opusculo Com nossa assignaser tiradas d"ali para Ribeiro, Pvàimurído Píntò Teixeira, zembro de í 87 U—Eu Marcos Victo^qualque seja; sendo natureza tura.* qualquer > que estranha a companhia por pessoa Francisco Roiz Soares do Amáràt, rino Xavier de Brito escrivão Único deposito— Rua de Sanque es- tudo feito com a maior promptidãò pjevio consentimento do age ]\faxin,iano José dós Santos, Bernar crevl.—(Assignado) João*Baptista Pemediante ajuste rasoavel. n. 17. 1 to Antônio possível, mesma companhia. * dino dei ScÃa Carneira,. Afttbnip da reira da Sem,^' ¦}li '"¦'¦ -i i.-. :-y y 0 r Silva franco, peífimJFlafp Portugal, il 'if\) PARÍ. \fM Jogo Diogo Santos Dayiçi idos (Lopes, MOVIMENTO DO GADO VACCÜM; i. Clemerite M^er,. dr^Josj^[Forrejra Manoel Raimpiido Gomes 1 °;ta* Convoca-se a reuniAoda aise CantãòAjqsé/Joaquim 4de,_ Linçia4ibabellião desta capital, faz sciente ao geral dos srs. assignantes da pra charel àni^o. d^ViMqr^e,. Dias.Ãp com e especialidade ao respei commercio para o dia 2 de publico j tonio Xavier^da Silya |5|?Ít^«luft!.or» Reses existé|p'p !. . ,í|«, ,"•%»;¦ -. .: ^13 tavel corpo £do commercio, que enfuturo, ao meio dia, na conform SppplepSep^. e JoàOií.i\egorio^,de Entrarão bois... 25 trou nò exercicio de s o emprego no alagada na costa da ilha das Onças, *dos estatutos. Sala cias sessões d / Rai: Mapl^adoj Antônio. tes—Joãp 13 dia 17 dp (torrente mez; podendo ser tendo as rodellas' quebradas, assim ça do commercio de Pará, 27 ,nfra^,-_gi^ José mundo Dias Ferreira Portugal, _ procurado para os misteres de seo como annuncia-sc a perda de uma q' zembro de 1871, coBarata, Freire Custodio,de ijello 451 officio era -seo escriptorio á rua For- desappareceo na noite de 14 para 15 Somma Antônio Soares Pinhe José Pinheiro, José Cíementino nego Talharão se bois 45 vaccas 12 57 mosa, canto da travessa do Passinho, do corrente, e roga-se a pessoa q* a Servindo de secretario. Bento da Silía/-José do' Nascimento das 7 horas da manhã ás 5'da tarde, encontrar ter á bondade de dar notid'01iveira, AudVé. Marinho da Silva, ExisiemvV.-. 394 nos dias uteis, e fora dessas horas em cia em casa de Manoel Pacheco da '.-... Francisco RomãoPereira de Araqjp, Matadouro publico do Pará 30 da sua residência a estrada de Nazareth. Silva, a travessa das Mercês, fabrica de colchões, Nesia typographia se diz Francisco de Paufa Malcher,, Antônio desembro de'l 871 *., y tose vende mais, Roga-se o dono da Cypriano as collecções de leis do primeira Firmo Dias Cardoso, -

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Associação philantropica de emancipação Ií de de escravos. „ IJPilulas Cafferana Collegio de Paraense. ria de

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Acüou-se uma canoa

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Collecçao de leis


26

aos resíduos da pridecomposição Esta junta-se á primeira pouco. pouco pôl-a meira vegetação e fôrma uma teime camada de ferra vegetal; e então que nascem outras plantas successivamente mais robustas, outros lichens, musgos, fetos cor(sambambaias), gramineas, bromeliàceas, orchideas e outras espécies mais seus detritos mais volupulentas, cuja vegetação mais possante accelera por mosos a formação da camada de terra, e acabão por fazel-a um solo aravel. Tal 6 o processo seguido pela natureza e de que somos testemunhas: tal deveria, provavelmente, ter sido a origem da formação dc grande numero de terrenos. Se ainda hoje observamos alguns rochedos desçalvados, despidos de vegetação, ó porque, por sua situação abrupta, impedião ainstallação das sêmentes dos vegetaes, ou porque o producto da decomposição das rochas c clavegetação das plantas foi acarretado pelas chuvas para os lugares mais baixos. E' por esse motivo cpie o solo dos licãlcs é sempre mais profundo, do espessura desigual e dc composição mui variável, ao passo que o dos cimos dos morros ou das montanhas apresenta menos profundidade, maior uniformidade em sua espessura e composição. Certas camadas geológicas apresentão-se cm tal estado de aggregação que facilita a disjuneção de suas partículas e posteriormente a sua mistura mutua. Kssas camadas podem ser referidas á ires espécies; donde resulta semeiliahtemente a divisão das terras araveis nas três classes seguintes: 1°, terras argilosas, mais on monos compactas; 2'°, terras arenosas, mais ou menos soltas; ))°, terras mleareas mais ou menos puras. O grão de fertilidade destas espécies de terras depende da mistura operada em seu seio pela natureza ou pela mão do homem : nenhuma dellas, considerada isoladamente, possuo outras propriedades vegetativas senão as mesmas dos rochedos de onde provierão: entretanto sua mistura constitue o estado mais geral dos diversos terrenos, desde os mais medíocres até os ínais ricos,' em virtude do predomínio desta ou daquella espécie de terra, ou então porque todas ^llas se achão associadas nas proporções mais favoráveis ao desenvolvimento das plantas. ii. COMPOSIÇÃO.

OCALI DAhKs

DOS

MVKliSOS

SOLOS.

m-^^()^ diíferentes terrenos próprios á cultura ápresentão variações numerosissimas em sua natureza, composição e qualidades; porém cada um deve ter reunidas as condições geraes que passamos a nomear. I." Ser assrís mlnlivictulo oa morei, de sorte que as rãizês possão penetrar sem esforço, e os germens das sementes os rompão facilmente; assás pesados entretanto para darem aos caules ou troncos dos vegetaes, abalados pelos ventos. uma resisteiicia sufficiente contra estes agentes. i Esta condição de estabilidade não será, certamente satisfeita nos solos mui leves, onde a aclherencia das particulas não é assás intima, já porque abunda o hunw, já porque as proporções de calcareo magnesiano, exemplo, por são elevadas: então algumas rajadas de vento rijo poderão arrancar uma plantacãojntejra deniillio,_^:de. qualquer outra espécie, que como^esta tenhão o colmo assás alto relativamente ás raizes. íy

V. &


27 4

A possibilidade de arrancar á mão esses vegetaes, ou outros quàpsquer indícios fornecer sobre a natureza do solo, pode principalmente á respeito de sua tenacidade, de sua penetrahilidade pelas raízes, e de sua eohcecneia iaque vorece o desenvolvimento destas. 2.° Ser assás permearei ás águas pluviucs, e reter este liquido de modo a conservar a humidade até á profundidade de algumas pollégadas, sem todavia formar depois das chuvas, e por longo tempo, uma espécie de pasta qimimdo ar, sem circulação e a apresentar, peça pelo contrario, durante oteinpo quente e secco, essas largas tendas que dilaeerão as raizes e fãl-as sofrer, espondo-as em parte ao ar livre. 3.° Ser assás desaggrcgado ou leve, para, absorver, conter e exlialar, sob determinadas circiimstánciás, o ar atmospliericó e os gazes ou vapores dos estrumes. 4.° Apresentar, pelo menos em sua parte superficial, a cor anmrclladcC, loura oiipardacenta, assás escura para aquecer-se aos raios solares, ò fornecer ás plantas um certo gráo de calor liumido (ar e gazes impregnados em teiriperatura branda cie vapor cVagüa), circumstancias que excitão favoravelmente a vegetação. 5.° Conter humo on< Itmnns (detritos orgânicos ou restos de vegetaes ou de animaes mortos, mais ou menos apodrecidos), susceptível,-em virtude de decomposições espontâneas, de fornecer ás plantas alimentos solúveis ou voláteis. 0.° Conter argila, areia (argilosa, silicosa ou ealcareá), e carbonato dc cal, em proporções taes, que as qualidades acima mencionadas possão coexistir, e sobretudo bastante da ultima substancia(calcareo), aliin de não so niantero terreno no estado de acidez. 7.° Apresentar as propriedades precedentes até u)iia/)r<>fui/di<ladr igual pelo menos ás que elevem attingir as raizes das plantas cultivadas, especialmente d'aquellas «que são designadas pelo nome de jdauías-rai.ics (taes como os iuliames, os nabos, as nabiças, os rabãos, as beterrabas, as batatas, etc.). Cada uma, destas espécies dilata suas raizes em fiiberçitlos n'uma profundidade determinada; comprehcnde-se pois que um solo compacto, ou obstruído de fragmentos cie pedras ou de massas endurecidas, deverá contrariar o livre desenvolvimento das raizes tuberoides; assim, por exemplo, uma variedade debeterrabas cultiva,das (Beta major), exige uma profundidade de 45 centímetros (í'.palmos) de terra fofa, por ¦¦que" suas raizes carnudits, iusiforines, a£ttt|^ e se por acaso o sub-sólo, mui saibroso ou formado de argila compacta, .pouco permeável, se acha mais próximo da" superfície, os tuberculos bifürcar-se-hão em numerosas radicellas sem valor algum. Outros tuberculos exigem ainda uma zona de maior possança; assim esta condição é altamente importante para a cultura destes vegetaes. 8.° Abaixo desta profundidade o solo nao deve ser- hnpermecwel, porque, do contrario, as águas se aceumularião e procluzirião funestos effeitos contra . ¦ » as plantas. COMPOSIÇÃO

DOS

SOLOS

À.1UVEIS.

Em geral encontra-se, nos terrenos férteis, argila (barro), carbonato de cal, areia, ítumox restos não- completamente decompostos de vegetaes, oxvdo de


ui do paiiá' mm n de ia»o dei m.

I. LVi..-'.;-1 ,¦!•-.

O

Aíiigna-se pa typographia do «Jornal do Amazonas» á travessa dai Hércèz d. 23. 511' CfU-ÜX?*. tfílf CAPITAL» Krrfttí;

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1 anno. 6 mozos. .. . .,,. 8 mozos. ....

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COMMERCIAL, $ NOTICIOSO.

Re< publica, fei jioiiuli3 («CiC do republica,,»)

A» R.*igHaturai ¦»» paga* >d!anfadaa, podendo começar ftní qualquer dia e terminando em Março, Jnnbo, Seteiqbro e Dezembro |pi

¦ r.

Ofí «ogaiuo» aonitrii. «Mlgnante», tauto da' munffaf|0 aqUelle * Actos d'esta ordem, OUe SO• ; atreve à atl. , .,; a*,. o. que registra- ver-nos finezas nera equid acham «e . rljj ;i Interior, capital como do , qne M .. j | atmtgnatu* de.ua» da sua autoridade' os desmandos mos com subido prazer, elevando a tendel-o, como o exigem traxado» no pagamento tacar raÍv'»^fav«i«!:áèTtóánAirèa'fcailifá*eÍ.a«até , episcopal • dia 31 do corrente,; a flm de nio aerçio-. *i»—* quem os pratica, devem ao mesmo conhecimentos, sem lhe fa forcados a aúapetidcr a entrega l do Jornal tempo-seryir de incentivo a_4odos os ga de ridículos contraband Em outras efas- de ignorância e se« a dono.—»-E* seu admiraivel brazileiros, sobre tudo no momento ludem e escapam amais v ;.\0 fanatismo o po/o,,acostumado a ver um santo »'up*- ?Ç{ Ricipp da Igreja, a audácia com que o « Diario do Be- em qiie se operarno paiz a grande re- visão.: lem » se anima a mentir na questão volução social a que serve de prolo-j File, o orgulhososinho podia talvez acceitár como verdadoi arromatação da dos a lei de 28 de Setembro ultiímo.; nhoso, não quiz dever-nos ra,a prqftosição absurda que.é a mesada publicação go '' ' •-• *'. -"'.::«.*' camara da "~T.~"~" , ."'*' ; municipal. os,trabalhas ou a Religião'. atacar ma cousa . .fÇÔes.,d'e8tas. Nqs as reclam ... :, ha ainda tres dias que o pro* Belem, 31 de dezembro de 1871 seos ministros,*-hoje porem que a Não"Üiario pHiL0rscÉNi'GA:-7»t)á amanhã a nou- nós: ante-hontém um mald !.i;V, a nossa te escreveu no Chalet osjíu 3o espectaeülo a expulsou o fundiu e enca da imprio diffusãófdas luzes por m$io proque O atténtado de * de desembro. fôra um dè conto de réis; hon- sociedade drairiática daquelle nome, no jugar; Um subordinad prensa tem desmascarado a hypocri- posta tem augmentou 209^000 réis,*e levando á sc'èhá o drama*—um mi/s--, dente minha, insubordinou mais roNa ihistoria-contemporânea o dia 2 sia, e mostrado o Christiiiiariismo sob o se,o, verda,deiro aspecto,* o, po"vo provavelmente irá continuando n'um terio de família e á comedia—À seu superior Sancção, rhc de desembro marca uma dacta de rece-nos) na algü eira, ou anathemas", e procura ain- augmento progressivo a jser se assim chavenade chá. ominosarecordação para a: França ou zomba dos cqosegijc fazer effeito. fóra da E* de ique esperar aos louros já Co-, de algum frade, e aprese da com* maior avidez lor os jornaes préantes para toda1 a Europa, por causa ró .« vincia.' Ihidos pelos jovens que tem. tomado dando ares de independen da? influencia"¦ í maléfica, <que sobre a prohibidos. ró,; Firme no seu propósito de mentir, parte nos trabalhos .dramáticos, te- senhor Glane, que não sa Pára que o acto episcopal fizesse civilisaçuo exèrcco-O góvertio despo* continua a gente do Diario a propa- nhâò de aceresceatar-sé òs.que lhes figura faz neste mundo, uraa explosão m^js estrondosa, o sr. tico de Napoleão III. >:- 2 de de» lar qúe nós procisamos dessa miséria serão offerecidbs* pela justa admira*, introduzir-se na nobilissima .* Nesse dia - nefasto a França foi de d. Antônio escolheo o dia 'ró de í:000ÍOO0 réis para sustentação ção dos que o a,- reciarem, na ocea- theologos, macaqueando >yx súbito assaltada pelo mais audacioso zembio. ro -ro,,. .-. roV de nosso jornal, conto se uma typo- siáo de ser ejjhibido o terceiro espe* j este, talvez jpor. despeito dos perjuros;,i* que sobrõ'as ruínas ;das Era um arremedo de Napoleão III. como a nossa, que conta mui- ctácülo de tão esperançosa associação. * subscrever a pequena bio graphia liberdades publicas e a confiscação de Lá o golpe de estado esmagava ospa- tos annos dê»exjistència; santo Eutychio; e alhé o S publicando todos os direitos de cidadão fundou triotas, aqui o golpe episcopal esma- sempre um diario, tendo ese Passageiro illustre.-—Chegou hon .tinho, por medo de alguma jorriáí 'o.'egUndo;imperioi'ró ro,ró - /tf-ab, gava a imprensa e corii èlla 0 partido tado muitas* veies em oppoiição, ço- tem pek> vapor. «Paraní» procedente sa vaia conciliar, ficou com > Nesse dia nefáátb a F#ançà acordou mo está desde 1867, precisasse de dos portos do sul, o nosso distineto nos lábios, e mutilou a sobresjdtada aos gritos *Ú& •desespero De üriaij. só vez s, exc. apropriava- auxilio dos. cofres públicos para man- amigo, o sr. dr. Filippe José de Lima. «não me atreveria* a affirm * íde-seosi filhes que' >pa*tião para ò se dos traç-s de dous vultos ter-se. r->v.; ;'^t-. " Tendo concluído este unoo na nva-.affirmava o papa Estevão geandes • exilioí d'ondò a mor pai-íe iião re-' da epocha, tomava um das fei* do, Provavelmente a Diario deroia do Recife o seu curso de direi-! baptisáção) si me não obrig pouco , gente <í-.\.í.v.:„---.-: ; gressou. ro ró t ções de JPid/ÍXè algum tanto dá au* nos está julgando por si. Como o par- tos, regressa# hoje á sua provincia,o consenso unanime da Estadistas, littoratos, philosophos, dacia de Napoleão III. tido conservador &ò ppude ter typO- natal, onde o aguarda ura risonho ei versai.» pótítawe^milhares[^e|ipperariõs espa E os doustypos assim confundidos graphia montada e órgão seu diario esperançoso porvir, a que lhe dão Sugeitos, como andam lharão sft pela* Eürojíasèra poder en n'um só foririão uma dessas figuras depois vive subio.ao e á uma os dotes de intelligencia não escrevedores, a estas e outr. poder que juz contrar abrigo, owjforão expiar em liliputianas, apavorâo a imagi- custa do9 «prementes, suppoera que vulgar, e as qualidades moraes que velfcidadés e caprichos Cayenna e Lambessa ocrime dc serem nação»'das que estamos n?s ,mesmas circunstancias. lliri ennobrecem a alma contamos com a indulgência crianças. fieis a Republica^ que havião jurado redondamente, Enganam-se Fèlicitamol-o, assim como a toda bem-concedemos, por que, Se o sr. d. Antônio tivesse reflec* para não ^ ro ro ; ;-- . comotyrannoa sido tirada nos ter não obstante á-sua seu feliz família, de ou C o regresso. H em pêlo questões O*golpo de estado de 2 de desem- tiüo um pouco na marcha dos-aconda camara dos trabalhos nos falta para o que é prin bro matando oespifito iio"povofran-j tecimentos, que estamos presencian publicação segundo sr." Abel, hon&stissimo Jardim mythologico.— Depois de portanto. cez, matõiFoípatriOtisímõ Hess?^ povo|do, nã^ teria certamente escolhido o pelo no de continuar havemos nos consta, interrupção uma longa sensível dos e Mas o. Catholico, que es 'à0j? 2 dia dezembro," porque o heroè generoso, e' plantou o dohiinio opposicionistas, de nosso^posto para divertimentos do costume, causada cido que .á sua vista»de corrupção e do mais qpprobriosodesró| desse dia está pagsmdo os seos crimes desespero dos seus pelos últimos .festejos e pelas chuvas escapa, culpa-nos inexorá de e patoteiros a execração de uma gi^nde napotismo de que ha exemplo. ;co«» que sobrevierão, reabre hoje o jardim erros que achou nas 15 t . Na nossa pobre historia provincial \ Çüo. e o soo nome será maldito, na patrocinadores. mythologico suas portas á concorren-. fielmente copiadas da o dia 2 de dezembro também figura posteridade. Reforma no catholicismo. — Re- cia publica. obra! com uma dacta dé vergonhosa me-j ^ Em 2 de deiembro triumphou, é commendamos á attenção dos nossos 4 horas da tarde a« bellas vaConsola-nos a approvaça moria assignalando o mais monstrrfo- {verdade, a força, a violência, mas leitores o interessante artigo èdicto- As riações da banda de musica do brioso receram do Catholico as so atténtado do arbítrio episcopal, ou esse triümpho não foi de tão longa rial «Jordo transcrevemos hoje batalhão 11 de infantaria convidarão pelo facto da aceitação des que và maior loucura duração como supponlia ò traidor. para* melhor diser, nal do Commercio de Lisboa», e que os freqüentadores do «jardim» a go- cedadesr, o catholico ou tor de que seria capaz o ultramoht. nis> A França privada dá liberdade de se oecupa da importante questão.da zarem algumas horas de verdadeira piencias, ou tornou-se né mo. . pensar, de escrever, de publicar os reforma no catholicismo. cilas. Quo cícolhe ? distração. Ha em certos espíritos obcecados ^òk pensamento^ anriiquilada sob um No calor da lueta titanica travada Todo zangadinho com a pela vaidade-um' desejo^ imnrioderado ;jogo ^e fcrro> tó£preo ^uaáj 2j)".alinós entre ò ultramontánismo e as idéias Exposição.—Chamamos ainda uma Agostinho, atira-nos para -de imitar os grandes hòmens^até nõs.de humilhação; mas em 4 desetemlivres do século que atravessamos, é vez a attenção do publico para a ex onde o Santo falia Je uma seo^ crimes e na sua perversidade. bro vingou suas affrOntas e^pellindo grato e animador/ver que de todos posição que far-se ha hoje«á noute no damento da Igreja, e que Impacientes do celebrisár-se, in» do seo território o»novò Cesár e a sua os do mundo catholico er- arraial de Nazareth dos pássaros as portas do inferno, e d pontos comraoda^osverem.-se confundidos no dyhastiá. guem-se as vozes dos vultos mais «Mosca, Tapyrahga e Anambé.» as- essa pedra è Vedro. mesmo hivel em qüe se ágitão; as Porem nós nãó temos de esperar conspicuos do jornalismo para obs- sim como de muitos outros objectos Assegura?nos isto sob mediòcridadesj e paYá chegar a altu- tanto, por a episcopado marcha tar nunca audaciosa do .são sempre vistos com dissima e insuspeita* palavr jesuitis- curiosos qúè^o ra dos gênios, procurão por todos ós venceo; *ò seõ, atténtado encontrou mo que pretende, por seu único in- um novo que logo? interesse. meios arremedar-lhe os ademanes, os, por toda a parte a resistência, Então, abri também ó m * que os teresse, lazer voltar as rodas do carro do progresso da humanidade pára- Vapor* do sol.—Fundeou hontem to Agostinho ao Tratado gestos e as suas acções.mais nóiàveis. abusos provocão. Pobres pigráéos, què querem subir Desde ques. exc. não pôde conse- as tenebrosas epdchas da idade me- a tarde em nosso ancoradoúro o va- bre S. João, onde elle e ró' • a altura e gigantes l guir.de seos diocesanos acompanha-lo dia. por aParaná», procedente dos portos esta.pedra não a Pedro, m Como as rans da fábula, inchão-se na guerra cruenta, que está movenResta nos.ver o sr. d. Antônio do sul. to, cm quanto confessado *d'esse nSo ãté mais do sopro do orgulho artigo édipo« do contra á imprensa; desde que s. qualificar o autor Às noticias de qpe nos foi portador Pedro, como se Christo d derem, e nufti bello momento estou* exc. se vê sem prestigio, sem apoio ctorial da mais importante jornal da daremos em o numero seguinte, visto es Pedro,* denominado assi r^o entre as apüpadas das turbas na sua. diocesg, não lhe . resta outro parte dá Europa onde se falia a bel- a falta de espaço não permittir-mos que confessaste, que sou sempre desapiedadas, contra as ridi- recurso para tão desesperada situa la língua de Gamoes, como um d'es- fazel-o hoje. qual edificarei eu a minha ses pigmeus das margens do Tejo, cuías pretençõés* de loucos anibiciò- ção senão resignar o bispado. Conciliai o Agostinho 'enviar • ***. ¦-¦'---"•¦' sos.. .' . s/. descuidam de com o Agostinho do tratad de não Parte policial.— No dia 29 sem Adhesões arrancadas por ameaças que de Echo no Lera o sr. d. Antônio bre S. João. 'Roma, ou subscritas por condescendencias, vez em quando o seu còucinho de ju< oceurrencia. * hoftveja' -Mas S. Agostinlío disse: Pio mento contra- a igreja e contra o ÍX prohibido não,,tem valor que a* opinião puperante a leitura de certos jornaes propaga- blica, ma, concluiu-se a causa;" inexorável, que não se dei- papa. juiz de sob dores do ATHEISMC^ Disse o ? Mas Roma já poria ;sss»— —ro xa arrastar por paixões. seus leitores incòrreretti em peccàdo Effeitos da portabu de 2 de Dedo, e elle ainda dizia no liv A resignação do bispado é o único iririiem então desde e capT 4: «Eu iria ZEMBRO»*^Riscou*sé Donatist. hontem de nosso pensou grave, meio*da salyaiçlo, dv sr. Padre queirestalao Santo tar o éiemplo dò assignante o sr. ro XIV. por Manoel Luiz de Aze. priaho, si m'o não vedasse um acto estçpndòsò, qííe desáe brados Antônio, se presa a dignidade do seo vedo, dade do Concilio geral. » • cargo, e se tem consci desua encia ho Brasil inteiro. E' o terceiro dos que tem obede* O bom Catholico paraense manQue valenlão que está fa|sa bsição. | effeito entre Tòdòs sabèniV cido a celebre portaria do nosso ama- dou-nos algumas erratas do resumo paraense i; Provocados a que Longe das* intrigas nós tem produsido a insensatez do que o cer- vel prelado. . ou transumpto, que publicámos, das franca c de viseira levan no silencio cão, do seo gabinete, pu- . Muito pouca gente leceia perder a lucubrações, com que elle vai illus- mettam-lhe o dedo na boe prelado, que para chegar a seus fins, rificado oração ainda de imprensa, era a pela calumniou poderia o entrada rio reino dos céos ! trar, e dar-lhes uma amostra do como elle morde..), sem meias que sr. d. Antônio rehabilitar-se um dia desaffeeto em râsão de ter sido por se escreve, estes .alinhavadores dc sem crepúsculos! aos olhos de Deos, ha de ella censurada na suà maneira dé proquo Acto de philantropia. — O sr. João mal-cozidos pedaços, agarrados a laço julgar Nada, meu bom senhor, a todos nós segundo as nossas cbras Augusto Ayres Carneiro concedeo aqui e alli. ceder no governo da diocese. força para luetar com os Assim como, para a Cúria Romana neste valle de mizerias. carta de manumissão, sem ônus ab ticano, um só dos quaes o Catholico maliGuiz evitar que impiedade o attacar é monstruosa á sua escravinha de nomeLuiza, ciosamente enchergassemos algum ¦¦¦>»€

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DÍ3ECT0R DA EMPRESA JÈ REDACTOR EMCTIYO JOSÉ RAPTISTA RIBEIRpíl SOUZA. iíMliX&xv

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Publica-se todos os dias a oxcopçfio da • e dos immodialos aos snnt INTERIOR È PROVÍ 1 anuo. ü mozos 'j meze

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baixadas onde as enchentes espraião e onde as águas estagnão, são depositadas Ahi ha alterações que variao segundo as circumstancias; o barro vermelho em presença de matéria orgânica, principalmente de plantas aquáticas cm decomposição, é transformado em barro preto ou azulado, por causa da desoxydação parcial do peroxydo de ferro vermelho, que passa a protoxydo preto. Se o barro vermelho se conserva em contacto só com água, o peroxydo de ferro se combina c^m esta formando hydrato cie ferro que ó amarello. Esse hyclrato ó facilmente solúvel pelo ácido carbônico que vem com as águas e extraindo do barro, que assim toma a cor branca, e torna-se tauátinga. Portanto o barro do granito pode-se apresentar vermelho, amarello, branco, preto ou azulado, e pela mistura dessas cores ás vezes roxo ou pardo," 2c° A areia, nos solos, é geralmente formada de silica, cuja cohesão é excessivamente forte e de diminutas quantidades dc matérias estranhas que dão a cor; os calháos, as pederneiras, as mos ou pedras dc moinho, os gres, o crystal de rocha, o nosso üacolumito,tQm\ todos composição silicosa. Èmrelação á sua utilidade nos solos, ó antes, em virtude cie sua dureza e resistênciaás alterações pela humiclade e pela seceura, que por sua natureza chimica, que devemol-a considerar. Assim, as areias que provem de argilas magras o duras, e as areias calcareas, produzem os mesmos effeitos. 3.° O carbonato de cal, cuja presença e proporções dão origem á clenominação de calcarcos á diversos solos, margas, pedras, areias, alabastros, etc, é composto de oxyclo de cálcio (cal), combinado com ácido carbônico. Este ácido sendo susceptível de ser separado c volatilisado em alta temperatura, permitte obter-se a cal por uma simples calcinação do carbonato. Desde os mármores, que são carbonato de cal quasi puro, ate ás misturas em diversas proporções com a argila c com outros corpos estranhos, formando as margas calcareas e todos os solos férteis, encontra-se o carbonato de cal dis~ farcado sob milhares de formas diversas. O carbonato de cal, facilmente decomposto por diversos ácidos, deixa então desprencler-se o seu ácido carbônico c pôde formar outros sáes mais solúveis, é por esta causa que, passando para a seiva dos vegetaes, encontra-se a cal em suas cinzas. Acha-se também o carbonato de cal nos ossos dos animaes: tendo penetrado no corpo com os alimentos de origem vegetal ou animal. Finalmente a cal, unida cum a água (cal çxtineta) e espalhada sobre o v* sóhvabsórve o açido carbonicp cio ár e rgproduz o carbonato de cal. Veremos m§is longe que a cal, quer se ache nesse ultimo estado, quer esteja hydratada (extineta), quer finalmente combinada com o aciclo sulfurico (gésso 0u sulfato de cal), constitue um dos agentes mais favoráveis da vegetação. 4.° O hwno (húmus), que forma uma parte dos solos férteis,. é o residuo da decomposição cios vegetaes c cios animaes, depositados pelas culturas sob a fôrma de estrumes. Como as matérias orgânicas, de onde provem, o humo contêm hydrogenio, oxygenio, carbono e ordinariamente azoto ou nitrogênio. E5 uma substancia clecomponivel, mesmo quando se torna ácida: fixa-se cie tal sorte aterra, que a água fervendo não a pôde subtrahir deste meio. Fôrma ordinariamente uma espécie de sal(ulminato de cal), resultante do ácido ulmico que se encontra na maior parte dos restos de vegetaes apodrecidos, e nas mais forte tefeiras. Neste estado pôde fornecer um alimento ás- plantas, e^com - razão^uando sua, decomposição fôr menos adiantada. ib


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3 -'ísiíátiiiii

Paço da câmara municipal do Pará 20 de dezembro de 1871. dr.! José da Gama Malcher, presidente; *cone go Ismael de Sena Ribeiro Nery, secretario.

&I&I htgi _. i-*.| d'Assumpç5o, Joaquim Henriques Vir [ ; ser procurado para os trabalhos' de <3^ gplinpfSimào José Bernardino; Nunes, seu'officio no escriptorio do tabellião j Severino Dias Ferreira Portugal, paGomes, das 7 boras da manhã ás 5 -•*•*• m dre Benedicto Thomé dP._iünlía-é datarde nos dias uteis e fora dessas Mello, Florencio Gonçalves* Campps, -Alfândega. í1-01"88 tm sua residência á travessa Antônio Joel Netto, Antônio Gualdi- Rendimento SAMllELWALLACU 1.ÍACD0W de 1 a 30 339:071 #182 jfa Gloria, fronteira ao prédio de dn De ordem do illm. sr. inspector da no da Motta, Luiz Antônio Ferreira ' salas do sr. José da Costa Ferreira [ias Recébeiíorià. 7 thezouraria de fazenda da provincia BentêSJoaqUitn Pedro Xavieff de N6T11AVE§SAD0PASS1N Rendimento de 1. a 30 Í3Í;H se declara em additamento ao editpl Assumpçãó^JRíibeirlo Julio da Silva ' desta VeiÍ o^Ezofe-';': SOCIEDADE PIILO-SCINICA. thesouraria de, 14 de novembro Franco, e Franciièo Cardoso Barata. ' Rendimento de 1 a 30 6:7. — ultimo, que fica espaçado para o.dfti Nao são convocados os srs. elei O espectaculo desta sociedade que Santa Casa. 20 de, janeiro próximo vindouro o tores dr. José Tiburcio Pereira de deveria ter lugar hoje 30 do corren ____W Rendimento de l.a 30 492.400 praso para o concurso dos lugares de Maglhâes, e. Basilio Magno do Amaral transferido para segúnda-fei j|e,dfica 3o escripturarlo; 2o conferente e pra- por'terem mudado de residènciaj^r. f#'1° de BACHAREL janeiro. - ticantes da alfândega desta provincia. João Lourenco Paes. de Sousa, Joa. Belem. 29 de Dezembro de 1871. Arntlnl» Adolpho-Fontes _ « Secretaria da -thezouraria' de ia quim Antônio Alves, e Francisco AnServindo de *'ÁDVOWDO. secretario, , .. , KMf.v. i . zenda do Pará, 23 dè' dezembro de tonio de Aguiar é Silva por se acha' '-y.^ ly.» . fthí Çe-)rF?»?0o! ¦¦'¦ kijy.l , , 187.1.. r./y , rem ausentes; e Jbem assim os supiiííiíí^ tffCèial máiòr ^ ¦^'isií y.i-'í.:. plentes,'Jdkci^Ãhséimò'Pacifico de associação Filantrópica COMPANHIA D0 AMAZONAS^ V. Carmino Leal. ' Rua do. Mercadore» N.° í.8 A . Cantuaria, e Mathias José dos-San. 9. df. emancipação de escravos tos, por haverem mudado de dorrfiO paquete a vapor Arary comman | SANTA CASA DA MISERICÓRDIA. cilio: Ambrosio Belmiro de Leão dante Io tenente Figueredo segue iPela presente convida-se a todos Dc ordem do illm. sr. dr. provedor loão" Leite/Ribeiro, jMádoeTTlièôdpró para Arary na madrugada do diá-'&»'•'ois srs. sócios para a sessão solemne da santa"parà casa da misericórdia, faz*»e Teixeira, e Martiniano José dos San- de Janeiro. | de posse dos novos funccionarios a ^confiécimêutollbs ¦' tó_7'pór faliecimento. £ para *Rebe-se inte checarga encomméndas e publica que pa qual terá lugar no salão do lyceo pa ressados que, perante a junta admi- gue á* noticia de todos: os srs.*eleito- sageiros atéas 2 horas dítarde, "doraense, era l9 de janeiro vindouro as nistrátivaf farremàtar'*sè hão no dia re», e supplentes cof^qcijdos,'-- esitè dia 2. 7 horas dá. npite. Pará 18 dedezfm 30 dó' corrente uièlfe. cà gêneros' ali- será affixado noslugareSdocostuméj brodç|871. mentidos e outros artigos pará^òbn. e publicado pela imprensa. Belem 22 ¦O paquete a-vapor SOURE comSamuel W. M Dowell. süfno5 dos' estabèleciníèntós •' á ícVgo de dezembro de 1871.-*-Lourenco mandanta 1° tanente Figueredo, seFrancisco Xm do Espirito St0 J° da mesma santa casa no semestre de Justiniano da Gama. na madrugada do Cametá Vicente C. Leal. gue para ' è . janeiro a jühho dó^proxiíttó* Vindouro .27=RTÍA FOHM0ZA =27 diaa6. ? ánno a ,saber: carne Verde,1'kilogram- O cidadão João Baptista Pereira —. da Recebe se carga, encomméndas e Serra mas; pãoiroscodè' 4 Òriçàs. arrobas; jujz ^ pães5 mais votado, da' passageiros no dia; i>té ás# horas Sabbado e dòrri^o", dias da vespe freguesia'âíSenflióra»Santa arrobas; chfrprètoe assucar refinado, Aiina da tarde, do dia'à"M l'WW.1 ra e da festa de Santa Luzia, que verde, libras; farinha d^gdá,' dita!sec da campina da capital do Pará 4c/ * íj os barfaqueiros do arraial ca^ ditame tapiòca, alqueires; farinha , ;, O paiuete a vapor «Óbidos com-; ' celebram . * Nos/estabelecimentos de se 'deitar* de Nazareth; reabrir-se-há a explen Façosaber ao= srs. eleitores e sup- mandante 1° tenente Figueiredo, ser ^eWazareth; reabri] de araruta, libras; mantega tarumã, potespdÍtá'dé'váeb'â, ;;liferas| P)?^?,! ^.s^8; P8^^,'8 - abaixo desi gué para Obides na madrugada,do da, dida exposição dos pássaros «Mos «irpintaria á vapor dò Coelho " ca, Tapyranga, Anamib^» e outros eu encontra-sé constanteneute m azeite de';aiídiíWàí'ftaVéo'f;{èéTOdihKài gWádos^ íjúé deveio rèWiiir-se na 3*. 12 do corrente. i av } macarrão tarSriclò/^áfé, ^libras; viíiho dominga do mez de jrneiro de 1872 j Recebe «se carga encomméndas -e riosissimos sujeitos automáticos mo- serradas de todas as qualidade mensões, coms sejão, acapú, do Porto, garjrafás; aíróz, sfàbãfd^ré (dia 21 do dito mrz) as 9 hpráildà^ 2 ho- ventes, inclusive uma machina para p reljo,. louto", despertar tamaquaré, e distrahir os apreciadores cedro, manhã, no consistorio da igrêjama^iTasdàtardedo dia 11 to. amarello e HbuCihhb/ aVtotías/ • apaixonados de amoros: qiieira, guaruba,*cupiíiba, e a Secretária da1 santa casa 'lia' 'Mise- triz d#-S_.nhpri_vSanta .nna.riclafcàmassim como ripas de todos os c ricordiá* do Pairarem'20' de dezembro pina afim de organisar-se a mesa de , O paquete a vapor oSoure» com mentos e larguras para telhado de 1871- " O escrivão, qualificação da dita parochia-^-Elei- mandante Io tenente Figueiredo, se para tabique o ditas de acap tores. Antoaio Rodrigues Lima, ÇYa- gué paraSoure o escalas na madro Um to^scopio que é primor de ar- venezianas. ¦ >.\-yÁ ? L- nmioúi)-- üifui.n:<>»', Ln.wi-j _d cisco Xavier Rodrigues de _MòíaeSr gada do dia 10 do correote te, devassando os mysterios das íuiuíiu encommenüa encommenda de aue , Tomão .José dos Passos Àlyes da Cunha, dr. qu Recebe-se carga encomrnen espheras que O cidadão' Loiirferiçd Justíniano d8 o espaço cnle- m.deira de dlfTerente d.imer^ Antônio Gonçalves jovoam Nunes, João de' mendas e passageiros até as 2 horas da ará a cu„oS,dade dos obs.rvado.es Gama, jiiié'de paz mais votado d° Continua» a receber ma.ci™ «|Silva; Manoel W Pços tarde cro dia 9 Martiniano Canos segredos dos astros, que, apanha- serrar> districtdj presidente da grimeirô e !ainar> obr a * ' valheiro de Macedo, Jeronimo José dos, desprevcnidos, revê am- toda a n;nt„;, • junta rCvisórá dá qualificação , desen .*¦*«« fazer para por «» belleza tiSiày^m dè votantes da parochia da Sé na do Rego Castello Branco, dr. Mar sua e magestade: medidas I apresentadas, também capital¦«..- da provincia do'.PàriTetc. cèIlo<ítLobato 3e; Castro, Frederico Todos os segredos do céo por : tomar rrfMhti medidas' ?;¦ ímatJ.ti h&,í . • Carlos RÍfiossard, Fructuoso de Mesem cas Hitt |da-se 500 réis ; pretendentes e os mesmos prom Faço saber dc conformidade com quita eSousaV.Jeronimo José Morei,Largo de Nazareth. i vender as madidras por preços os .arts. 4o, e 25.da lei dè J9 de agos- ra»,R.;imundo Alves de Castro e Sil, veis assim como as obras fei to de 1846* que no: dia"21, terceira va, Manoel Antônio Rodrigues, e Fran ^'»Vv.l%yVHItVHHínU«VVWVI«VHtVtuv >V)U\V» seus estabelecimentos. dominga, do.raez de janeiro vindou- cisco Pereira Dourado.—SuppJente.. lugar.a,.r_i?isão ro, terá da qualifi- -loão Francisco da Silva Leão, Romão Stí u.j h>a _ cação de :votante{_.d'esta'.parochia. 'de Aríujo,* Pedro Luiz Pipereira. E porque nã igreja^o^armojique nheiro de AÍmóida, João paptista do Convidão-sé todas às! pessoas qne está. servindo temporariamente- de Livramento Ferreira, dr.; Francisco ' matriz, não itenha consistorio bas-, assistir a sessão de posse i Cura De ordem do sr.'director infallivel em 3 dias. Carlos Mariano, Justino' dé OJiveirà quiserem dos novos funccionarios desta socieda tante espaçoso, nem no corpo d'este Magalhães, conego Antônio collegio laço publico que ho di GonçalCahio o sulphoto de quinino 'terá. igreja se possa proceder eleição.-ál- ves da Rocha, José Luiz de Lemos, de que terá lugar segunda-fe:ra,l* vindouro logar'*. a a janeiro no tratament%do$ sezões. . fu mez turo as 1 horas próximo .das guma, por complicar com os actos ^ibprio?jÍ_ntonió da Silva. Cravç, JosS do ra aulas df» mesmo. Não é niais preciso esta subs- I religiçsps,;rconypço os. srs. iÇ^itóres, e de Deos e Silvai Antônio Joaquim de da noute no sala do Lyceu Paraense Collegio Sa/.cá Maria de Bel tancia para debellar esta en I. Pará 29 de Dezembro de 1871 supplentes abaixo declarados, para Almeida, e João Antônio Corrêa Bude dezembro'de 1871. • Samuel W M. Dowell. j fermidade tão freqüente no inque no dia aprasádo as 9i hbras-;dfa Ihòes. Deixando de serem convocados O. secr Francisco X. do Espírito Santo -J. I terior de npssa provincia, esta manhã compareçam na sachristia dos João José terem Nogueira, fallecido os eleitores João por «mesma nos fornece no reino Vicente C. Leal. No dia 8 de janeiro vindouro pontificaes da igreja da -Sé. afim de da Silva Maia, Jeronimo Antônio Tavegetal uria cem numero de , organisir-se a junta com as forma. nellas. e I tiriuará a funecienar a escola n pelo mesmo motivo os sup| substancias, dentre as quaes . na lidadfes Í(jgaes; a saber: Ejcito_e.~ para os escravos erecta no plentes conego Joaqu m Antônio da escolherijo.s, depois, de longo e | 11 Men- Silva'EguéSi . conego Manoel José dè Siqueira e^ Joio Pedro de Sousa gio Santa Maria de Bolem. * 'Nina, No escriptorio do tabellião Gomes, íí apurado estudo, obtendo sem João Moreira, è des, JVJanoèí Roiz Chiçks Belem c?o Pará 28 de dezemb por não residirem no dis- á rua Formosa, canto da travessa dò i j pre optimos resultados, —^a Baptista Grana, José- Ferreira -de tricto os eleitores Gaspar de Macedo Passinho, acha-se uma pessoa compe- \i caíferana paraense-T.que, uni- _. I87m Sousa, dr: Joaquim Pedro Corrêa de e Amorim, João Paulo Ramos Chitentemente habilitada, por grande da. á algumas outras em deter- it . Padre Felix VicenYe de Leã Freitas, dr. Ludgerò1 Vieira: de Ase- ves e Silva, e os supplentes Ferrian» tractar de quae'squer neminadas proporções fermam as i \ ved"o, Pedro Gomes d'0]iveira, Ma- do José de Oliveira, Antônio José Coe. parte, para desembaraços como sejão para pilulas de/iominadas— Pilulas j noel Roque .lorgé'Ribeiro, Maxim ja- lho de Barros Júnior,,e Peregrino do gocios, de* de compras raiz, * de t.afferana Paraense— que j rengas de e vendas ^em "chegue no Roberto Pimentel/ Valentim José Espirito Santo. E (erro de propriftda á hypothecas, moveis ou semoventes, unicamente para são qüe preparauas companhia por do gaz> que se aefiã Ferreira, Francisco; de 5alles Mello noticia de todos mando seja este folhas corridas ou outras quaesquer _ | Cândido do Prado T^to e C que deadas 11 em frente do seu depos Ovidio Perei Joaquim Freire Barata, afixado no lugar do costume e publi- agencias; assim como encarrega-se Cada caixa acompanha um carvão da praça do Bajé, não d ra do Araújo, Januário de Miranda cado pela imprensa. Pará *20 de.de- de c mpras e vendas de bens de í opusculo Com nossa assignaser tiradas d"ali para Ribeiro, Pvàimurído Píntò Teixeira, zembro de í 87 U—Eu Marcos Victo^qualque seja; sendo natureza tura.* qualquer > que estranha a companhia por pessoa Francisco Roiz Soares do Amáràt, rino Xavier de Brito escrivão Único deposito— Rua de Sanque es- tudo feito com a maior promptidãò pjevio consentimento do age ]\faxin,iano José dós Santos, Bernar crevl.—(Assignado) João*Baptista Pemediante ajuste rasoavel. n. 17. 1 to Antônio possível, mesma companhia. * dino dei ScÃa Carneira,. Afttbnip da reira da Sem,^' ¦}li '"¦'¦ -i i.-. :-y y 0 r Silva franco, peífimJFlafp Portugal, il 'if\) PARÍ. \fM Jogo Diogo Santos Dayiçi idos (Lopes, MOVIMENTO DO GADO VACCÜM; i. Clemerite M^er,. dr^Josj^[Forrejra Manoel Raimpiido Gomes 1 °;ta* Convoca-se a reuniAoda aise CantãòAjqsé/Joaquim 4de,_ Linçia4ibabellião desta capital, faz sciente ao geral dos srs. assignantes da pra charel àni^o. d^ViMqr^e,. Dias.Ãp com e especialidade ao respei commercio para o dia 2 de publico j tonio Xavier^da Silya |5|?Ít^«luft!.or» Reses existé|p'p !. . ,í|«, ,"•%»;¦ -. .: ^13 tavel corpo £do commercio, que enfuturo, ao meio dia, na conform SppplepSep^. e JoàOií.i\egorio^,de Entrarão bois... 25 trou nò exercicio de s o emprego no alagada na costa da ilha das Onças, *dos estatutos. Sala cias sessões d / Rai: Mapl^adoj Antônio. tes—Joãp 13 dia 17 dp (torrente mez; podendo ser tendo as rodellas' quebradas, assim ça do commercio de Pará, 27 ,nfra^,-_gi^ José mundo Dias Ferreira Portugal, _ procurado para os misteres de seo como annuncia-sc a perda de uma q' zembro de 1871, coBarata, Freire Custodio,de ijello 451 officio era -seo escriptorio á rua For- desappareceo na noite de 14 para 15 Somma Antônio Soares Pinhe José Pinheiro, José Cíementino nego Talharão se bois 45 vaccas 12 57 mosa, canto da travessa do Passinho, do corrente, e roga-se a pessoa q* a Servindo de secretario. Bento da Silía/-José do' Nascimento das 7 horas da manhã ás 5'da tarde, encontrar ter á bondade de dar notid'01iveira, AudVé. Marinho da Silva, ExisiemvV.-. 394 nos dias uteis, e fora dessas horas em cia em casa de Manoel Pacheco da '.-... Francisco RomãoPereira de Araqjp, Matadouro publico do Pará 30 da sua residência a estrada de Nazareth. Silva, a travessa das Mercês, fabrica de colchões, Nesia typographia se diz Francisco de Paufa Malcher,, Antônio desembro de'l 871 *., y tose vende mais, Roga-se o dono da Cypriano as collecções de leis do primeira Firmo Dias Cardoso, -

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Collecçao de leis


31 decomposição de certos estrumes (as ourinas, o sangue, as matérias iecaes etc . substancias facilmente alteraveis por natureza. Veremos isso no lui com a dos estrumes. u petente, propósito ^BUumcs.-Diyevsas rochas desagregadas, os scMstos e certas areilas achao-se impregnadas de bitume. Quando este óleo mineral ou tao pequena quantidade que deixe as terras soltas, ou divisiveisnlentrão fóf en sua presença em diminuta proporção pôde servir, côrando a pelas lavras superfície dó terreno Porem, em demasia, ou antes desde faz adhcrir as partículas terque rosas, torna os solos impróprios para a cultura; e, neste caso, poderá servir como combustível, deixando nos resíduos da combustão um excellente adubo mineral para as terras araveis. 6." Sulfato dc cal (gêsso). Este composto salino, mui solúvel, é formado deacido sulfurico e de cal; acha-se naturalmente empouoo alguns terrenos em pequena quantidade, porém é, principalmente, como estimulante da vegetação cie certas plantas, que interessa ao agricultor, o se addiciona de propósito nas culturas do trevo, da luzerna e de todas as que leguminosas. Diversos outros sáes actuão tembcni como' estimulantes especiaes do certas plantas; é o que veremos quando tratarmos dos estremos mineraes ou correctivos do solo.

in. DAS DIFFERENTES QUALIDADES DE TEKJIAS K BE SUA CLASSIFICAÇÃO SOU O l>ONTo DE VISTA AGRÍCOLA,

Conforme aalumina, a silica on o carbonato decai predominar na massa do solo aravel, assim se distinguira três principaes espécies de terras, ás quaes se deu o o nome de argilosa, arenosa ou ealcarea. Estas se subdividem em um grande* numero de variedades, cujo conhecimento, assaz clifficil de dar-se em um livro, é todavia de alta importância para o agricultor, porque, conforme as proporções variáveis dos seus elementos constituintes, assim os terrenos clemandão lavras especiaes e dão produetos ás vezes mui differentes. A5 essas três espécies de terras, deve-se juntar algumas outras, muito menos importantes, porque existem menos freqüentemente, o, quando existem. formão sempre massas pouco extensas; porém convém indical-as em um estudo feito, com este, sob o ponto de vista geral. Entre essas ultimas mencionaremos as terras turfosas, as magnesifercw, etc. Dos solos argilosos. A argila pura compoe-se de silica, de alumiija e ordinariamente de oxycio de,ferro, em um estalo cie combinação tão intimo, que nenhum desses componentes pôde ser extraindo pela ebullição na água, Segundo as analyses de Schubler a argila contem, termo médio., 58 %de silica. 36,2 de alumina, 5,2 cie oxydo de ferro. -Em virtude de suas propriedades physicas, os solos formados exclusivamente de argila, ou pelo menos nos quaes esta bterra predomina, são completamente impróprios para a cultura das plantas econômicas. JMa pratica, reconhece-se os solos desta natureza pelos seguintes inconvçnientes, que se estendem, em diversos gráos, á todos os terrenos onde a argila for abundante:—são humiclos e frios durante quasi todo o anno; dão ás vezes colheitas'abundantes, porém os produetos são serõdios e ordinariamente mediò-


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feoi sócios na Europae fabrica em Paris onde trabalhãoos melhores õürives.éq' por conseguinte ninganm rnaisdòq'elléâ.iestáhãbilitadQa yândeí1 joia^^o^ ^qstos mais.aj>urad .! ¦' completameint íoftidos, mais apropriados para este>mercado e pelos preços os mais rasoaveis admirar bello de o sortmento acábao de despachar, loja Boa-Vista e as pfferecem»áven»larproinettendo sita a da. rua para jóias què Conv dãò pois os freguezes a virem á sua -. '¦ ",.--. \y . Zz do o possível para contentarmos comprafà^ jy.; f ,.-./vi. çomarnaiordelicadesapossível, ecom uma perfeição igual a quese.ac(ia,em qualquer obra estrangeira. Tcmum hábil ourives q' concertase fazjqualqUerobra.-nova ' :. "':•+¦¦' '•,'...¦-¦''-.¦.....¦.'¦', fc,-fí^t-'í*W! ¦ ':• rp: ;¦¦:>¦'¦ ;4i ¦'liHAÍfi

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Sob a direcção do abaixo assignado, este estabelecimento pode hoje melhor que nunca, preencher dignamente os fins para que foi destinado peEm% consideração da grande acceitação das suas , . director. fundador e sei Io primeiro A posição e construcção do edifício, as proporções o condi»jõcs de hygiené, moralidade, asseio ê boa alimentação, tornão este estabel cimento verdadeiramente recommendavel aos srs. paes de familia, correspondentes tem resolvido para maior protecção do respeitável publico e os honrados boa educação moral, e intollee a todas as pessoas, que se interessam pela " negociantes abrir agencia em todas as praç.ís importantes do império. • ¦ ctual da mocidade. Pessoas pouco conscienciosas-nas praças-da Europa e América do Norte, O abaixo assignado continua a não poupar-s*e a sacrifício algum na estem offerecido secretamente imitações das machinas de costuras de Singer colha e conservação do pessoal necessário para a observância da boa ordem comprométtendo a companhia e os respectivos negociantes que as tem come aproveitamento dos alumnos; e por. isso continua a não admittir para carprado ecausado bastante prejuiso ás familias é artistas com^ suas inferiores go algum em seu estabelecimento pessoas, que for palta de"documentos ou imitações. * boas informações, não possão merecer toda a sua confiauçà no cumprimenE'por esta rasão que a Singer Manüfàcturíng Company resolveo aug//%£ to de seus deveres. , ...t meõlar suas facilidades de manufacturá e offerecer suas celebres Os alumnos que por sua pouca idade ou soffrimentos não possam acompanhar os de mais idade e robustos, serão tratados separadamente e com todo o desvelo por-péssoaa da familia do abaixo assignado para cujo fun a Por preços tão rasoaveis que não offerecem attraçâo aos falsific*dores, conserva em uma parte do estabelecimento. As matérias ensinadas estão divididas em três cursor primário ereligipso; commercial e preparatório para instrucção publica, ou qualquer acaderaia do império; •' ¦ -.ípti/iV mí M . Os professores a cijo cargo está o ensino das línguas vivas, que consta: ( poços, de 20# da inglcza, franceza e allemã, são todos naturaes dos respectivos paizes, aMachinas para familia... .• • * » • • • .-'• • • •••••••• •'doptando o estabelecimento os naethodos mais acreditados para esse fim, RoínhaS de a*lü Press"-'-» uvmumy Ditas para ditas com caixa........,..,,,... .-;•-.....•. ! çoff0tí$, a sobre tudo pela pratica; e um dos pontos mais rigorosos do regulamento in* Ditas para ditas com mesa espansiva............. .1 terno do estabelecimento é, que todos os alumnos depois de seis mezes de i/itus para artistas* •«»• • • * • • •*• ?.• • • • • • •• #•/•••¦•. * de ferro de A sua entrada para o estabelecimento fallera o francez e inglez* alternativa•Acala de despachar e chama-se a attenção do respeitável publico para dé comprimento a 3ojOQi). mente, não se permittindo o uso do portúguez sénàc*»nas classes para trata- um sortimento destas machinas vindas por conta da companhia di* grande mento das matérias do"ensino geral. rectaraente. da fabrica e actualmente offerecidas a venda em casa. de tal para enge CONDIÇÕES DE ADMISSÃO. A pensão do alumno qualquer que seja a ^~~ até." sua idade e as matérias que aprenda é de 35$000 mensaes pagos por tri* para toda e mestres sem desconto algum por ausência ou enfermidade, e comprehende 'o pbra, ensino dc todas as referidas matérias. ferro galvanis . Os alumnos que queirão freqüentar as aulas de musica, desenho edanf^Aadé melhores e majs sa pagafao" mais pela primeira 8$000 mensaes e pelas duas ultimas 10$ dos para encanações de água cada uma. e são agencia Todas nesta as machinas vendidas garantidas plenamente VÉNDÉM-SÊ no armazé • Alem da roupa usual para. uso doméstico e passeios de campo, o alum.'''acima. ¦: levão.no.braço a marca dé machina cada Kingdom ft Corap.», á trav no trará um uniforme todo preto, sendo: de jaqueta e bonet para os de De sr. o Hí. Vera machinista o agencia Acha-se contractado na 70—T Mei cês. perito pouca idade e pouco crescidos; e a vontade para os já crescidos e de" mais de todo^qualeperfeição com rapidez a fazer longa experiência 13 annos de idade; 6 lenços de tamanho regular; 1 cobertor encorpado; 1 \^^ào:por ras, machinas de Singer. sobre-tu Io eom mangas; 3 toalhas para banho. 3 ditas para o rosto; 6 guar» ^conc*rto nas verda dei Precisa-se contractar agencias em todas as cidades do interior* danapos p ra mesa: escovas de fato, cabello, dentes, unhas *e calçado; pen ":zz^^^./•¦¦: - ..-¦ Anda em fuça' a escrava *~ ¦ ¦¦' * • í- -, z':í*' - .*'"• ti - ' •«s». - ; j -? • ; ¦;,tes; thesoura de cortar unhas; 2 pares de sapatos fortes e I de botinas pa lina idíide 20 annos, cabocla Ta usar com o uniforme magra, alta, braços comprid Uma contribuição de 25^000 rio acto da entrada faculta ao alucino, pequenos, tem* uma cie atriz por todo o tempo que ellé estiver no collegio, o uso. do ca.ma e seus per* e o nariz chato. Consta anda tences, e todes os mais objectos que não \3o especificados. g-na capital, onde tem sid i*>.y a Toda a roupa deverá vir marcadacom as iniciaes do nome. do alumno, e trada por muita gente; ha/ acompanhada de uma relação em duplicata para voltar uma depois de conzes que fugiu e não tém f ferida. rua este tem qo tudo. 7 A lavagem e pequenos concertos da roupa se fazem no estabelecimento Recommenda-.se a sua .ca por 6$000 mensaes. autoridades policiaes, e7dá As pessoas interrssadas receberão no. fim de cada trimestre, um bolegratificação a quem levai a tim que lhes porá minuciosamente ao facto do aproveitamento e condueta sua senhora; à travessa /dos do alumo. ' ¦ n. 25 ou ao largo dp Qarmo ¦fim-i Para melhor intelligencia do presente pro-.pecto se facilitará qualquer sr. Tiberio Moita. 7 informação, neste estabelecimento ou na corte, rua Municipal n. 1 com os Continua^ collocar dentes pordiversòs systémas, taes como os de pressa o.

Macíiinas de costuras a Singer Manufacturing z . Gompany

Mactònasdecp^

Grande redücçao de preços por érdem espressa

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Rua Mova «íe Na sita % «ita. I CANTO M TRAVESSA DE S- MATHEÜSFRANCISCO XAVIER DO ESPIRITO SANTO

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33

sitios elevados, o emprego dos estrumes quentes não deverá ser aconselhado Nestas circumstancias, os estrumes verdes, applicados antes da florescência serão os mais vantajosos. Os trabalhos de escoamento das águas são, muitas vezes, indispensáveis nos terrenos de argila. Infelizmente, se estes trabalhos esgotão o solo de sua humidacle excessiva, apenas corrigem este defeito. As chuvas copiosas coforjem o solo de uma crosta espessa, compacta, impermeável aos gazes da atmosphera e á própria água, quando cahe em chuva fina ou momentaneamente. O calor solar não deixa cie exercer sobre o terreno os mesmos effeitos, retrakindo-o, fendilhando-o, e comprimindo a;s raizes dos vegetaes. A' estes males, o jardineiro oppoe um remédio efficaz eté certo ponto,.cobrindo as culturas com coberturas de palha e dando freqüentes arreiiclaçoes ou amanhos á terra; o agricultor, porém, sô encontra recurso em custosos^onvr/Zro.s' (amenclemens) destinados a favorecer a ingrata natureza do solo. Nem sempre, porem, o resultado compensa o trabalho. Os vários terrenos, em que domina a argila, nao sao porém tão homogêneos em sua constituição como temos supposto até aqui: quando conteem oxydo de ferro em demasia, ou areia, ou calcareo carbônico em doses notáveis, suas propriedades seinodificão. Dlahi provém as diversas qualidades de terrenos denominados: argilo-ferrugmosos, argilo-ccãcarcos, argilo-arcuosos ou siRcosos, argilo-ferro-calcarcos, argílo-ferro-aroíosos ou süieosos, argilo-ealcarco-aroiosos, avgilo-areno-calearcos, etc. Indicaremos mui ligeiramente as qualidades e os defeitos sobre a vegetação dessas differentes qualidades de terreno. l.° Terras-argilo-ferrugiuosas. Algumas vezes as argilas contem o oxydo de ferro em tão grande porção, que podem ser consideradas como verdadeiros ochres. Neste estado, além cie todos os defeitos da argila mais ou menos compacta, ha outros que provém cia presença do melai. Em grande proporção, torna o terreno completamente improfiçuo á cultura; em menor dose e misturado com areia, não exerce os mesmos effeitos. A experiência aconselhou mesmo, que uma pequena quantidade de oxydo de ferro é favorável ao desenvolvimento das plantas; e, de facto, a analyse chimica demonstra a existência deste composto nos diversos tecidos vegetaes, principalmente nas folhas o nos mais órgãos corados de verde. E'porem incontestável que as argilas ferruginosas são, geralmente, mui pouco adequadas á cultura; conheco-sc bem poucos vede terreno, getaes que crescem, e, ainda assim, medioeremente, nesta espécie á menos que não tenha sido preparado com addição de márnes ou dc qualquer outra substancia calcarea, e bem estrumado. 2.° As terras arejilo-calcareas são de muitas variedades, e podem apresentar diversos gráos de fertilidade. de areia ou Quando o carbonato de cal, que encerrão, acha-se em estado de pequenos fragmentos, não diferem ellas muito, em relação á cultura, das terras argilo-siliciosas, de que trataremos adiante; quando, porém, por uma mistura mais intima, a argila e o calcareo formão uma massa appareutemente homogênea, como se pôd^potar em certos mames, essa terra terá particulandades notáveis. . formados solos tanto, senão mais que os __ As argilas mamosas, pelo menos ~ —- "7™~~V-TT~ chuva. da águas as coiísèrvão grèclà, Estas penetráo com facilidade,¦¦Tattingcm a grandes profundidades e en-


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charcão o terreno, formando uma espécie de pasta molle, assim, nos annos chuvosos não se. pôde coutar cornos seus produetos. As sementeiras, feitas na primavera, não mearão de ordinário, as cio outono estão sujeitas ao mesmo perigo, se por ventura não se fazem mui cedo; apezar disso, mui freqüentemente são destruídas, quer pela humidade constante e copiosa do inverno, quer pelos effeitos das geadas, que são mais intensos sobre estes terrenos do que sobre os outros. Todavia, depois de bem esgotados e sanificados, podem ser lavrados e entregues á cultura de certas plantas de vegetação precoce, como por exemplo a batateira ingleza, o trigo sarraceno, os nabos, e certas leguminosas forrageiras. , Em certos casos, as argilas marnosas iormão sub-sólos á terrenos arenosos quasi puros. Destas duas terras, quasi impròductivas, pôde-se, sem grande despeza, compor um excellente solo, porque basta mistural-as, e esperar um ou dous annos pelos effeitos salutares da operação. Concebe-se que, desde as argilas que encerrão unia pequena dose de calcareo, até ás que perdem esse nome para tomar o de terras calcareas própriamente ditas, existe uma infinidade de gradaçoes, impossível de descrever útilmente, o que não faremos de certo, redusindo-nos apenas . a mencionar os typos mais salientes, 3.° As ferras argilo-siliriosas ou arenosas, em suas relações com a ágricultura, forão divididas em terras fortes c (mas soltas (torres franches, dos agrônomos francezes). Partilhão, em maior gráo, dos inconvenientes á que estão sujeitas as primeiras, como já indicámos, e das vantagens que possuem as segundas. -Pomando-se-por base a cultura do trigo, verificou-se experimentalmente, que um solo desta natureza, produzindo uma colheita rendosa de excellente trigo, era composto, sobre 100, de argila. Areia silicosa Calcareo .. [fumo, etc

50 29 K;

Do mesmo campo: uma outra porção de terra analvsada deu:

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Areia Calcareo fíümò. etc.

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100,0 5 O autor destas analyses observa que, a argila parecia-lhe não estar comdesembaraçada da areia, que lhe era associada. Como ouer mm pletamente


00

pretendemos, por isto, contestar a utilidade que, em geral, resulta das analvses chimicas das terras; porém, força é confessaí-o, ellas dão maior satisfação'ao espirito do que utilidade á pratica. Umreactivo ouè iámn.ís tòíl™ ..„ ]..„* i..„ e sua cliarrua e a quantidade de gado que elle deve empregar L &c . para ns'<*ii' terra. l Nos annos favoráveis, isto é nem muito seccos nem muito Imundos dcde terminadas as lavras e posto o terreno enxuto e afofado pois receber pára as sementeiras, as terras fortes serão reconíméhdadas por sua produetividáde se as chuvas se suecederem, de primavera c de verão, cm curtos intervallos e brandas. ' Durante os verões pouco molhados, essas terras eonservão ainda, melhor que ,as outras, o gráo de humidade conveniente para a vegetação, o' que so manifesta nas colheitas. Porém, um tal conjuneto de circunstancias é raro de encontrar; assim, pôde-sc dizer que. em geral, essas terras, nos annos n0rmães, são não sô menos fáceis e mais custosas de cultivar, como menos procluetivas. Por outro lado, ellas conveem á menor numero de plantas; entretanto ha algumas que teem a propriedade de melhoral-as, e, portanto, deve-se comprehendel-as em um bom systema de afolliuiuculo: áeste numero pertencem os guandos, o trevo, a luzerna e outras. Quando as terras fortes achão-sc nas baixadas, tornão-se excessivamente humicías, principalmente quando fieãò abrigadas do sol e dos ventos do norte, por montanhas ou por inatas, terrenos a que os nossos lavradores dão o nome bem significativo de noruêgas, por serem terras /rias. Quando não é possível enxugal-as, extrahindo-lhes o excesso das águas encharcadas, o calor as penetra tão lentamente, que a vegetação, por falta desse favorável elemento, vem a soffrer necessariamente. "quentes, é possível tirar dessas terras algum proveito; porém Nos climas nos climas frios ou temperados, os produetos sào quasi nullos, ou pelo menos imperfeitos. Os schistos argilosos, muito abundantes em certos lugares, produzem, por uma decomposição continuada, terrenos tenazes, tanto mais quanto maior é a quantidade de silica que encerrão; são verdadeiras terras fortes, (pie, em certos casos, antes de chegarem á aquelle estado, podem prestar-se á culttíras, ^depois cie preparadas convenientemente; o (pietorna, porém, as lavras e o anfarihoexcessivaüiente caros e quasi sempre pouco remuneradores dos esforços empregados. __ ; As terras francas ou soltas formão, na pratica, a transição dos solos argilosos para os arenosos, e de ordinário fazem alternativamente parte de uns e de outros. As proporções de areia que conteem varião do terço á metad^e, ás vezes, á mais. Estas terras são ás que conveem á maior parto dos vegetaes cultivados; os cereaes prosperão bem, como a mor parte das plantas econômicas. Raras vezes carecem de correctivo, isto é de adubos mineraes ; os estrumes se allião optimamente com ellas. Suas vantagens, emtini, são idênticas ás das molhores terras areno-argilosas. A maior parte, senão toda a provincia do Rio de Janeiro é formada de barro, isto é de argila. Este barro provem da alteração lenta que soffrcm as pedreiras cie granito, e que constituem onucleo das nossas mont;inhas ecordilheiras.


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O Sr. Dr. Capanema, no seu interessante opusculo,á que já me referi, descreve-nos. com extrema clareza e verdade, como se passa esse phenomeno de decomposição. E' um combate lento e porfiaclo travado entre a atmosphera, impalpável eoscillante, eos duros penedos. Desse combate resulta a conversão do granito em barro e areia. As armas da atmosphera são o vapor da água e o ácido carbônico, os quaes reagem contra dous componentes da rocha, o feldspatho e amalacachêta (mica), reduzindo-os á carbonato de pòtassa, e de magnesia (da mica), que são solúveis, e separando o silicato dc alumina que forma o barro. A mica contem ainda uma certa porção de oxydo de ferro, que também se dissolve e dá a cor amarella ou vermelha ao barro/Os sáes solúveis (carbonato de magnesia e principalmente depotassa) são absorvidos pela argila, que goza desta boa qualidade, e os retém com tal força, que sô a água fervendo ou a força vital das plantas pôde separal-os do barro, A' esses sáes deve o barro fluminense a sua fertilidade— " e os nossos cafezaes o viço que ostentao. Se pelas colheitas suecessivas não tirássemos annualmente uma certa porção de produetos, os cafezaes não definharião, conservar-se-ião sempre frondosos, como as nossas florestas que cobrem o chão com as suas folhas cabidas, as quaes pela decomposição lenta restituem ao solo os sáes que delle sahirão,. e esses tornão a circular. , (1) r Em artigos subsequentes faremos o estudo das outras espécies cie solos (os arenosos e suas variedades; os calcareos e variedades; etc. etc). Em addifamento ao que foi exposto, relativamente no solo, diremos algumas palavras das lavras que exigem todo o terreno que tem cie ser cultivado, isto é das operações necessárias, que, por meio de instrumentos ou cie machinas de varias sortes, deve-se executar no solo agvicola. Nesta curta digressão consideraremos, aqui por ora, uma sô espécie de machina, o arado ou cJiarfüa, instrümento clássico cia lavoura, desde os mais remotos tempos. E' de sentir que p mais útil de quantos instrumentos inventou o homem para lavrar a terra, o arado, seja no Brazil, ainda, uma acquisição a fazer-se; tão pouco vulgarisado é elle nos nossos campos. Facto tão contristador, cumpre lazer desapparecer o mais breve possível, em honra da nossa lavoura, Ao arado, o mais antigo e mais necessário instrumento aratorio, 'consagraremos algumas linhas com o (im de o descrever e mostrar todas as suas preciosas qualidades. Remontemos ao seu berço. A antigüidade gre^a ergueo altares a Triptolemo, a quem fora attribuida a invenção da charrúa; parece porem mais provável queos gregos tivessem recebido essa machina dos egypcios que a empregavão desde tempos immemoriaes. A charrúa grega, adoptada quasi sem modificação pelos romanos, é, com effeito, a mesma antiga charrúa do Gpnte, como se vô representada em grande numero de monumentos antigos, medalhas, vasos ebaixos-relcvos, daquella época. Era um simples forcado, adaptado ao extremo cie um temao, ao qual se jungião dous bois. Este bárbaro instrumento é ainda hoje empregado por alguns povos da Europa, mesmo no territorio da culta França (exemplo, no Var)! Não se deve porém deixar de confessar que a agricultura nos departamentos do norte c de leste daquelle império é assas florescente, contrastando vivamente com as praticas agrícolas, ainda usadas nos do sul. Como'bem expri'.'...'¦'.'#'2

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(1) Dr. Capanema.—Decomposição dos penedos no Brazil • pags. 12.


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mio um esenptor francez, pode-se pelo simples exame das charrúas empresadas nos differentes departamentos da França ter-se uma idéa exacta de estado adiantamento da agricultura em cada um delles. O nosso amigo, Dr. Sobragy, em seu relatório sobre as machinas e instrumento o illustrado Sr ' Seu tur na Exposição Universal de Londres em 1862, diz o seguinte: de aa&11CUltm'1' „ Machados, fouces e enxadas foram expostos po? duas das mais imuortantes províncias do Império. Estes instrumentos dão a medida sas praticas agrícolas e uma simples vista sobre elles nenhuma exacta de nosduvida deixaria no espirito do observador menos attento, acerca do modo porque tratamos a tena. í ) Divide-se as charrúas cm charrúas simples ou arados e charrúas com. postas ou arados com rodas E' fácil transformar um arado em charrúa, ada j tando-lhe um jogo dianteiro de rodas. ' Uma boa charrúa deverá comprehcnder as seguintes -, o seaão peças: relha, e » awcca, que obrão directamente sobre a terra c executão da avra propriamente dita; o cepo, que penetra no suloo e ao lonROo trabalho do mnl deshsa a charrúa; o temão, ou k^ça, ou cabeçeüho do arado, que recebe'e transmitte a força de tracção; a Mica ou cabo, e o regulador, este aquella na parte posterior, que servem para regular o movimento da mi frente machina Da-se o^nome de corno áa charrúa a toda porção deste instrumento oúc no solo, c que são o cepo, a rolha e a aivéca, e mais as penetra ' ""¦*¦"¦¦¦. pecas (cscóris ou' espeques) que as ligão entre si e com o temão. * Consideremos cada um destes órgãos da charrúa, tomando charrúa franceza, conhecida pelo nome dc seu inventor, Dombaslepor typo a Em vez desta, poderíamos tomar por modelo ou a charrúa ingleza de Howàrd; ou a de Ransomes & Sims,ambas assás perfeitas; ou ir procurar,entre os vários cons truetores americanos, algumas das bellas charrúas, que elles teern adaptando-as aos differentes terrenos e ao gênero especial da cultura,produzido condição esta que se encontra satisfeita nas charrúas americanas fabricadas nelos SVs R. H. Allen & G>, de Nova-York. ' 1.° O segão (do latim, culter, cutéllo) é destinado a cortar mente a terra. Sua fôrma é approximadamente a de uma lamina perpendicularde faca. Esta peça costuma ser acunhada e parafusada n'um encaixe da lança ou temão; dá-selhe sempre uma inclinação, com a ponta para frente, porque a accão de cortar e maior quando actuada e esguelha. E' composto o segão de duas partes, o cahü e a lamina com 25 centímetros (pouco mais cio 2 palmos) cie comprimento, e de espessura variável conforme a resistência que terá de vencer sobre o terreno^ O fio ou gume da lamina é sempre bem aceirado e rectilino; ás vezes é curvilineo: porém a primeira forma é a mais empregada e muito preferível. 2.° A rêlha (em latim stãeus, rego ou sulco) é a peça mais importante da charrúa; tem por fim separar horizontalmente a camada de terra, cortada á prumo pelo segão. Deve ser, portanto, mui agudo e cortante. A fôrma e tamanho são variáveis em extremo. Póde-se entretanto, em relação^fôrma deste órgão, reunir todas as rêlhas em duas grandes divisões, as relhas cm ferro de lança. isto é, com dous gumes, e as rêlhas unilateraes, ou com um só gume, tendo o outro lado prolongado em linha recta com o corpo da machina. O Relatprio sobre a Exposição internacional de 186$, pag; 278.


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Encarregam-se táihbéiii de encommendas para a Europa^

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oadjuvadogelo sr.Elçardõ francise^Maiiehon.

Sob a direcção do abaixo assignado, este estabelecimento pode hoje melhor que nunca, preencher dignamente os fins para que foi destinado pelo sei fundador e primeiro director. A posição e construcção do edifício, as proporções e condições de hygiené, moralidade, asseio ê boa alimentação, tornão este estabel cimento verdadeiramente recommendavel aos srs. pães de familia, correspondentes e a todas as pessoas, que se interessam pela boa educação moral, e intolle* ctual da mocidade. O abaixo assignado continua a não poupar-se a sacrifício algum na escolha e conservação do pessoal necessário para a observância da boa ordem e aproveitamento dos alumnos; e por. isso continua a Dão admittir para cargo algum em seu estabelecimento pessoas, que for palta de"documentos ou boas informações, não possão merecer toda a sua confiauçà po cumprimen»fi to de seus devetes. , ...t Os alumnos que por sua pouca idade ou soffritnentos não possam acompanhar os de mais idade e robustos, serào tratados separadamente e com todo o desvelo por-pessoas da família do abaixo assignado para cujo fim a conserva em lima parle do estabelecimento. As matérias ensinadas estão divididas em tres cursor primário ereligioso; commercial e preparatório para instrucção publica, ou qualquer acade: raia do império; . Os professores a cjjo cargo está o ensino das línguas vivas, que consta: da inglcza, franceza e allemã, são todos naturaes dos respectivos paizes, adoptando o estabelecimento os methodos mais acreditados para esse fim, sobre tudo pela pratica; e um dos pontos mais rigorosos do regulamento in* terno do estabelecimento é, que todos cs alumnos depois de seis mezes de sua entrada para o estabelecimento fallera o francez 0' inglez- alternativamente, não se permittindo o uso do portuguez senào.nas classes para tratamento das matérias do"ensino geral. CONDIÇÕES DE ADMISSÃO. A pensão do alumno qualquer que seja a sua idade e as matérias que aprenda é de 35$000 mensaes pagos por trimestres sem desconto algum por ausência ou enfermidade, e comprehende 'o ensino dc todas as referidas matérias. . Os alumnos que queirão freqüentar as aulas de musica, desenho edansa pagado" mais pela primeira 8$000 mensaes e pelas duas ultimas 10$ cada uma. • Alem da roupa usual para. uso doméstico e passeios de campo, o alumao trará um uniforme todo preto, sendo: de jaqueta e bonet para os de pouca idade e pouco crescidos; e a vontade para os já crescidos e de" mais de 13 annos de idade; 6 lenços de tamanho regular; 1 cobertor encorpado; 1 sobre-tu lo eom mangas; 3 toalhas para banho. 3 ditas para o rosto; 6 guardanapos p ra mesa: escovas de fato, çabéllo, dentes, unhas *e calçado; pen tes; thesoura de cortar unhas; 2 pares de sapatos fortes e I de botinas pa Ta usar com o uoiforme Uma contribuição de 25^000 rio acto da entrada faculta ao alucino, por todo o tempo que ellé estiver no collegio, o uso. do cajma e seus pertences, e todes os mais objectos que não \3o especificados. „ Toda a roupa deverá vir marcadacom as iniciaes do nome. do alumno, e acompanhada de uma relação em duplicata para voltar uma depois de conferida. A lavagem e pequenos concertos da roupa se fazem no estabelecimento por 6$000 mensaes. As pessoas interrssadas receberão no fim de cada trimestre, um boletira que lhes porá minuciosamente ao facto do aproveitamento e condueta do alumo. Para melhor intelligencia do presente pro.pecto se facilitará qualquer informação, neste estabeleci mento ou na corte, rua Municipal n. 1 com os

Marca official

da companhia

Em% consideração da grande acceitação das suas

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Macíiinas de costuras a Singer Manufacturing Gompany ; 1| tem resolvido para maior protecção do respeitável publico e os .honrados negociantes abrir agencia em todas as praç.ís importantes do império. Pessoas pouco conscienciosas-nas praças-da Europa e America do Nòtte tem offerecido secretamente imitações das machinas de costuras de Singer compromettendo a companhia e os respectivos negociantes que as tem-comprado ecausado bastante prejuiso ás famílias e artistas com^ suas inferiores imitações. * E'por esta i*asão que a Singer Manüfàcturíng Company resolveo augmeõlar suas facilidades de manufacturá e offerecpr suas celebres Por preços tão rasoaveis que não offerecem attraçâo

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;N*es|ta; typographia vende gpintes: ÁO CORPO ELEITORA TITO-FRANCO. D'ALMEIDA SYST^A IlEmiÇO;^ para a conversão das moeda nas nas quo jliesi porrespQnde tema usual de pesos e medida ,i|,eivicè«versá.íií. 0 0:0 DECRETO <N.0$ 139, DE AGOSTO D]E 1863. BELMAR.—Voyage aux Brésiliennes de rAmazone e 'pjécede d'un rapicíecoup le littoral du Rrésil. A (j.QPí^fitUIEqtf PER rjI^tÒRIA.-T^r F. J. M Homem de Mello, bacharel to. -., :. fi A AGRICULTURA EM M Pelo bacharel Joaquim C Silva Guimarães, juiz de domarca do Rio Grande na ce Minas Geraes. NOVÍSSIMA REFORMÁ RAk— Seguida de .actas, in e mappasf-T_860; CATECISMO SOBRE A GATHOLICA PARA USO D —Obra substanciálíhente italiano, augméntada de u original e de vários deseavo com uma gravura repres virgem immaculada. terror as heresias.' DECRETO N.° 3217 DE DEZEMBRO DE 1863—A gumas disposições do regulam alfândegas.

b3í"; K Bombasdc ( poços, de 20#

Machinas para familia... •••¦•••• t'. .• • * » • • «.-••• RoínhaS de a'lü W**^ uvmumy Ditas para ditas com caixa........,..,.,.,. .>>•.••. •,. ! çoff0tí$, a Ditas para ditas com mesa espansiva............. .1 /sIlss para* artistas* •«• • • •_• • • •* • ?.• • • • • • •• #¦/•*•;•. * de ferro de A •Acaba de despachar e chama-se a attenção do respeitável publico para dlè comprimento a 35#0(fl). um grande sortimento destas machinas vindas por conta da companhia directaraente. da labrica e actualmente olferecidas a venda cm casa. de tal -kj---para enge atô'" para toda e 'r'-rXXx- •¦.'¦¦"-. £;:/*íiíi j-fJlfà&.Oiilfy.y ' ''¦' '. • ' " r.XVXrüx. fi^r-»'..:_¦'XX:: »*'''' pbra,

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melhores e majs dos para encanações de água Todas as machinas vendidas nesta agencia são plenamente garantidas e VM0EM-SÍ no armazé levão.no. braço de cada machina a marca acima. - v Kingdom ft Comp/, á trav Acha-se contractado na agencia o perito machinista o sr. Hí. I)e Vera Meicês. 70 tebilitad°;Por »°»Sa experiência a fazer com rapidez eperfeição tedo^qual.Singer. ^conc*rto nas verdadeiras: machinas de Precisa-se contractar agencias em todas as cidades do interior. '¦•-?:. * .*¦'.-'.' I Anda em fuça' a escrava - - ; -? -«s i.' ; ¦;,• ü lina idíide 20 annos, cabocla magra, alia, braços comprid pequenos, tenv, uma cicatriz e o nariz chato. Consta anda °típ '.St,',* . S*na capital, onde tem sid JU*:.*trada por muita gente; ha/ ws que fugiu e não téin f rua este tem qo tudoi 7 Recommenda^-se a sua Ca autoridades policiaes, e7dá gratificação a quem levai» a sua senhora; à travessa /dos ' ¦ n. 25 ou ao largo dp Qarmo ¦ftm-i sr. Tiberio Moita. 7 Continua^ collocar dentes pordiversòs systemas, taes como os de pressa o.

.Eseraro fugidia

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DENTISTA

Rua Mova «le Na sita % «ita. I CANTO M TRAVESSA DE S- MATHEUS» FRANCISCO XAVIER DO ESPIRITO SANTO


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3 -'ísiíátiiiii

Paço da câmara municipal do Pará 20 de dezembro de 1871. dr.! José da Gama Malcher, presidente; *cone go Ismael de Sena Ribeiro Nery, secretario.

&I&I htgi §.-*.! d'Assumpç5o, Joaquim Henriques Vir [ '-&ÍK3.I ; ser procurado para os trabalhos' de <3^ l^^C&^^XS® gplinpfSimào José Bernardino; Nunes, seu'oficio no escriptorio do tabelliâo j 'Gomes, Severino Dias Ferreira Portugal, padas 7 boras ás 5 -•*•*• dre Benedicto Thomé dP__in_a . é m *'• da tarde nos dias úteisda e manhã fora dessas Mello, Florencio Gonçalves* Campps, -Alfândega, hpras em sua residência á travessa Antônio Joel Netto, Antônio Gualdi- Rendimento Gloria, fronteira ao prédio de dn SAMCEL WALLACH MAC-DOW de 1 a 30 339:071.182 De ordem do illm. sr. inspector da no da Motta, Luii Antônio Ferreira jfa salas do sr. ' José da Costa Ferreira j*&s Recébedoria» , thezourària de fazenda da provincia BentêSflpaqüim Pedro Xaviei. de N6T11AVE§SAD0PASS1 Rendimento de 1 a 30 13 Í-H se declara em additamento ao editpl Assumpçãó^JRíibeirto Júlio -da Silva ' desta Ver o* .ezóí- x SOCIEDADE PIILOSCINICA, thesourária de, 14 de novembro Franco, e Francíico Cardoso Barata. ' Rendimento de 1 a 30 6:7. — ultimo, que fica espaçado para o dia Não são convocados os srs. elei O espectaculo desta sociedade que Santa Casa. 20 de, janeiro próximo vindouro o tores dr. José Tibürcio Pereira de deveria ter lugar hoje 30 do corren m_4w Rendimento de Ia 30 492.400 praso para o concurso dos lugares de Maglhàes, e Basilio Magno do Amaral transferido para segúnda-fei j|e,dfica 3o escripturario; 2o conferente e pra* por'terem mudado de residència;*dr; f#'1° de BACHAREL janeiro. - ticantes da alfândega desta provincia. João Lourenco Paes. de Sousa, Joa. Belém, 29 de Dezembro de 1871. Arminio Adolpho Pontea e «m Secreteria da -thezourària' de fa quim Antônio Alves, e Francisco AnServindo de •UiH>i*'ÁDVOWDO. secretario, . , ... i zenda do Pará, 23 dè' dezembro de tonio de Aguiar è Silva por se acha' 'yx,-^ •£» ¦ ! :t* If! lyi» y.^' Trovão, y Vpk , ,',';' ¦ 1871... x kr , rem ausentes; e bem assim os sup!ll*?${_ tífOèíal máiór ¦ii'-:plènteS,' ifdkô^Ãhséimo' Pacifico de COMPANHIA D0 AMAZONAS* ASSOCIAÇÃO FILANTRÓPICA '•k ' Rua do9 Mercadore» N.° «8 Aj4 V. Carmino Leal. . Cantuaria, e Mathias José dos-San.9. DE, EMANCIPAÇÃO DE ESCRAVOS to's,pbr haverem mudado de doníi* O paquete a vapor Arary comman | SANTA CASA DA MISERICÓRDIA. cilio: Ambrosio Belmiro de Leão dapte Io tenente Figueredo segue Pela presente convida-se a tod«s Dc ordem do illm. sr. dr. provedor loão" LeitelRiheirò, jMádoel'tlièõdoró para Arary na madrugada do diá£_ os srs. sócios para a sessão solemne da santa"parà casa da misericórdia, faz*»e Teixejra, e Martiniano José dos San- de Janeiro. J d*e posse dos novos funecionarios a ^conhecimentolios ¦' tósCpór faliecimento. E para *Rebe-se inte checarga encommendas e publica que pa qual terá lugar no salão do lyceo pa ressados que, perante a junta admi- gue á* noticia de todos: os srs.*eleito- sageiros atéas 2 horas dítarde, "doraense, era l9 de janeiro vindouro as nístrátiva. *arremàt ar'«sé hào no dia re», e supplentes cos^qcijdos, i eí\è dia 2. 7 horas dánnpite. Pará 18 dedezfm 30 dó' corrente'''irièSfej-oà gêneros' ali- será aí fixado noslugareá'do costumei brode|871. mentidos e outros artigos pará^òíin. e publicado pela imprensa. Belém 22 ¦O paquete a vapor SOURE comSamuel W. M Dowell. süfao5 dos' estabèleciníèntós •' á 'dafgo de dezembro de l8íl.-rrLourenço mandanta 1° tanente Figueredo, seFrancisco Xm do Espirito St0 J° da mesma santa casa no semestre de Justiniano da Gama. na madrugada do Cametá Vicente C. Leal. gue para ' è . janeiro a junho dó^proxiíttó* Vindouro ?27=RÜA FOHM0ZA =27 diaÃ6. . ánno a ,saber: carne Véráe/kilogrâm- O cidadão João Baptista Pereira —. da Recebe se carga, encommendas e Serra mai; pão'iroscodè' 4 Òriçàs. arrobas; jujz ^ pães5 mais votado, da' passageiros no dia; 4 .té -ás;! .horas Sabbado e dòrningo", dias da vespe assucár réfiriâdó, artòbus; chá; preto e freguesia ¦âíSenfhóra»Sariita Anna da tarde, do dia'à"M iwwtl ra e da festa de Santa Luzia, que verde, libras; farinha d'a'$â,' dita1 sec da campina da capital do Pará £cj * íj os barfaqueiros do arraial ca', ditame tapioca, alqueires; farinha , ;, O paiuete a vapor «Óbidos com-; ' celebram . * Nos, estabeleci mentos de se de Nazareth; reabrir-se-há a explen Façosaber ao= srs. eleitores e sup- mandante 1° tenente Figueiredo, ser .eNazareth. reabri) de araruta, libras; roantega .e';tar** tafru^a, potespdÍtá'dé'váeb'â, ;;liferas| .P'p^sr-^sí*{--Pa??cWí. f abaixo desi gué pana Obides na madrugada do da, dida exposição dos pássaros «Mos «irpintaria á vapor dò Coelho " ca, Tapyranga, Anaimbé» e outros cu encontra-se constante.nente m azeite de'andiróFàíftasíéof;{èév^ #íádos; ípíé deveio rèWiiir-se nia 3*. 12 do corrente i av } macarrão blrSritíòV^áfé, ^libras; viH'co dominga do mez de jrneiro de 1872 j Recebe «se carga encommendas -e riosissimos sujeitos automáticos mo- serradas de todas as qualidade do Porto, garjrafás; aíróz, sabão'pré (dia 21 do dito mrz) as 9 horás;dà .passageiros no dia 4 b*até as 2¦ ho- ventes, inclusive uma machina para mensões, coms sejão, acapú, p despertar e distrahir os apreciadores reljo,. louto", tamaquaré, cedro, manhã, no consistorio da igrêjama^iTasdà; tarde do dia 11 to; araàfrclld e HbuéihhbV tfrrotías/ • apaixonados de amoros: qiieira, guaruba,*cupiiiba, e a Secretaria da1 santa casa 'lia' "Mise- triz d#;S_nhoria Santa ^nna.riclafcámassim como ripas de todos os c ricordiá* do Pairarem'20' de dezembro pina afim de organisar-se a mesa de , O paquete a vapor oSoure» com mentos e larguras para telhado de 1871- " O escrivão, qualificação da dita parochia-^-EIei- mandante Io tenente Figueiredo, se para tabique o ditas de acap m^WIJrM^<MnMò£ , tores. Aptoaio Rodrigues Lima, ÇYa- gué paraSoure o escalas na madró Um to^scopio é de arque primor ¦ venezianas. ? L* <ttifiíe8.3. tiihnitii- i:n:-À-)ui itlà. cisco Xavier Rodrigues de ^MòraeSr te, devassando os mysterios das gada do dia 10 do correóte íuiuíiu eocommenua eneommenda de mie , Tomão ,José dos Passos Àlyes da Cunha, dr. qu Recebe-se carga encom men espheras que O cidadão' Lourferiço Justiniano d& o espaço enle- madeira de d.fferente d.imer^ Antônio Gonçalves jovoam Nunes, João de mendas e passageiros até as 2 horas da Gama, jiiié'de paz mais votado d° °bsl!mdT Continua» a receber madcii «|Silva; Manoel W Pços T/kkT, ?M tarde Martiniano Cadia 9 .o nos segredos dos astros, que, apanha- serrar> distrietój presidente da grimçirô e !ainar> obr * '• valheiro de Macedo, Jeronimo José dos, desprevcnidos, revê am* toda a „;„.„;, junfâ revisora da qualificação , desen .PiotariQ fazer para por «i. belleza h»llL#.e magestade: m.^t..Ha. de votantes da parochia da Sé na do Rego Castello Branco, dr. Mar sua medidas I apresentadas, também capital da provincia do ^'Pàrí etc. cèllo^Lobato 3e; Castro, Frederico Todos os segredos do céo por -1 tomar medidas' em cas jda-se Carlos Rftossard, Fructuoso de Mes500 réis ; pretendentes e os mesmos prom Faço saber de eonformidade com quita eSousaV.Jeronimo José Morei,Largo de Nazareth. vender as maduiras por preços os,arts. 4o, e .5 da lei de J9de agos- ra»,Rf;imundo Alves de Castro e Silj, veis assim como as obras fei to de 1846* que no.-dia .21, terceira va, Manoel Antônio Rodrigues, e Fran <^«MfMkV1M .wvvvyitv«vvvwv»*%v\wvwvv tvtuvvu B8»'**^*«*«*»(*v**«wvv*vwv«.*v»v\»vv/»vt.»Wvv-vvvvv> seus estabelecimentos. dominga, domez de janeiro vindo.u* cisco Pereira Dourado.—SuppJenteí. lugariaj.evísão ro, terá da qualiíi- .loão Francisco da Silva Leão, Romão J-.Í 'Mi cação de votantes. d'estav parochia. ¦ 'de Aríujo,* Pedro Luiz Pi1*50 E porque nã igreja^o^armOjiqae pereira nheiro de AÍmóida, João paptista do Convidão-sé todas às! pessoas qne está. servindo temporariamente de Livramento Ferreira, dr.; Francisco ' matriz, não .tenha consistoriô bas-, Carlos Mariano, Justino' dè OJiveirà quiserem assistir a sessão de posse i Cura infallivel em 3 dias. De ordem do sr.'director dos novos funecionarios desta socieda tante espaçoso, nem no corpo d'este Magalhães, conego Antônio collegio faço publico que ho di GonçalCahio o sulphato de quinina 'terá. igreja se possa proceder eleiçâo.-ál- ves da Rocha, José Luiz de Lemos, de que terá lugar segunda-fe:ra,l* vindouro logar'*. a a janeiro no tratument%das sezões. . fu mez turo as 1 horas próximo .das guma, por complicar com os actos ^ibprio^A. tonió da Silva. Cravo, JosS do ra aulas df» mesmo. Não.é niais preciso esta subs- ! reiigiosps,; conyppo o#sr_ «e|eitôres, e de Deos e Silvai Antônio Joaquim de da noute no salado Lyceu Paraense Collegio Sa/cá Maria de Belé tancia para debellar esta en . Pará 29 de Dezembro de 1871 supplentes abaixo declarados, para Almeida, e João Antônio Corrêa Bude dezembro'de 1871. • Samuel JV, M-Dowell. j fermidade tão freqüente no inque no dia aprasádo as 9i hbratf-dfa ihòes. Deixando de serem convocados O. secr Francisco X. do Espírito Santo -J. I terior de nossa provincia, esta manhã compareçam na sachristia dos João José terem Nogueira, fallecido os eleitores João 'Séf «mesma nos fornece no reino Vicente C. Leal. afim de por No dia 8 de janeiro vindouro pontificaes da igreja da da Si! vá Maia, Jeronimo Antônio Tavegetal um cem numero de , organisir-se a junta com as forma. nellas, e I tinuará á funecienar a escola n pelo mesmo motivo os sup- ;,»!»:ij | substancias, dentre as quaes l na lidadfes íijgaes; a saber: Ejcitóres~ para os escravos erecta no plentes conego Joaqu m Antônio da \ \ escolhemos, depois, de longo e | Men- Silva'EguéSi . conego Manoel José dè Siqueira e^ Joio Pedro de Sousa gio Santa Maria de Bolem. * 'Nina, No escriptorio do tabelliâo Goríies, íí apurado estudo, obtendo sem João Moreira, è des, JVJanoeí Roiz Chiçks Belení do Pgrá 28 de dezemb por não residirem no dis* á rua Formosa, canto da travessa do i j pre optimos resultados, —^a Baptista Grana, Jos8(. Ferreira xde tricto os eleitores Gaspar de Macedo Passinho, acha-se uma pessoa compe- \\ caíFerana paraense-T?que, uni- i í 187l:-x Sousa, dr: Joaquim Pedro Corrêa de e Amorim, João Paulo Rai. os Chitentemente habilitada, por grande da. á algumas» outras etn deter- ii . Padre Felix VicenYe de Leã Freitas, dr. Ludgerò1 Vieira' de Ase- ves e Silva, e os supplentes Fer nan . tractar de quaéSquer neminadas proporções fermam as 11 vedo, Pedro Gomes d'0]iyeira, Ma- do José de Oliveira, Antônio José Coe. parte, para desembaraços como sejão para pilulas de/iominadas— Pilulas | • noel Roque Jorge'Ribeiro, Maxim ja- lho de Barfos Júnior,,e Peregrino do gocios, de* de compras raiz, * de (.afferana Paraense— que j rengas de e vendas ,bem "chegue no Roberto Pimentel/ Valehtim José Espirito Santo. E (erro de propriftdad á hypothecas, moveis ou semoventes, unicamente para são que preparauas companhia por do gaz^ que se acüão Ferreira, Franciscox de 5alles Mellc noticia tle todos mando seja este folhas corridas ou outras quaesquer _ | Canoido do Prado T^to e C que deadas 11 em frente do seu depos Óvidio Perei Joaquim Freire Barata, afixado no lugar do costume e publi- agencias; assim como encarrega-se Cada caixa acompanha um carvão da praça do Bajé, não d ra do Araújo, Januário de Miranda cado pela imprensa. Pará *20 de.de- de c mpras e vendas de bens de í opusculo Com nossa assignaser tiradas d"ali para Ribeiro, Pvaimu^do Píntò Teixeira, zembro de í 87 U—Eu Marcos Victo^qualque seja; sendo natureza tura.* qualquer > que estranha a companhia por pessoa Francisco Roiz Soares do Arnáràt, rino Xavier de Brito escrivão Uniço deposito— Rua de Sanque es- tudo feito com a maior promptidão pjevio consentimento do agen .faximiano José dós Santos, Berna, crevl.—(Assignado) João*Baptista Pemediante ajuste rasoa ve). n. 17. 1 to Anlonio possivel, mesma companhia. * dino dei Seria ILameirá^Aftltbnio da reira da Sem..?^ X ¦¦'.:¦ .i i a, yé y Silva franco, peífimJFlafp Portugal, il 'if\) PARÍ* Jogo \fM Diogo Santos DayiçJ idos (Lopes, MOVIMENTO DO GADO VACCUM; tt ClemerUe M%fchip, ,rAlJpsâé Forrejra Manoel Raimuiido Gomes Io taConvoca-se a reuniAoda aise CantãòAjqsé/Joaquim 4ile,. Li.naa4lbabeílião desta capital, faz sciente ao geral dos srs. assignantes da pra charel mdjp. d& .Mqr^es Dias.Ãp com e especialidade ao respei commercio para o dia 2 de publico ja tonio Xayier|,4da S|1:y. |5.!?m^uft!.or» Reses existé^é'p tavel corpo ^do commercio, que enfuturo, ao meio dia, na conform SppplepSep^. e JoàO;CÍi\egorio^,de 25 trou nó exercicio de s o emprego no alagada na costa da ilha das Onças, *dos estatutos. Sala cias sessões da Entrarão bois... . Rai: Maçl^adoj Antônio tes—Joãp 13 dia 17 dp (torrente mez; podendo ser tendo as rodellas' quebradas, assim ça do commercio do Pará, 27 d José mundo Dias Ferreira Portugal, os misteres de seo como annuncia-sc a perda de uma q' zembro de 1871, procurado para Custodio,de ijello Freire Barata, co- Somma 451 officio era -Seo escriptorio á rua For- desappareceo na noite de 14 para 15 Antônio Soares Pinhei José Pinheiro, José Cíementino nego Talharão se bois 45 vaccas 12 57 mosa, canto da travessa do Passinho, do corrente, e roga-se a pessoa q* a Servindo de secretario. • .-... Bento da Silía/;José do' Nascimento * . das 7 horas da manhã ás 5'da tarde, encontrar ter a bondade de dar notid'01iveira, AudV. ,Mar'nho da Silva, ExisiemvV.-. 394 nos dias úteis, e fora dessas horas em cia em casa de Manoel Pacheco da :-... Francisco RomãoPereira de Araújo, Matadouro publico do Pará 30 da sua residência a estrada de Nazareth. Silva, a travessa das Mercês, fabrica de colchões, Nesia typographia se diz Francisco de Paufa Malcher^ Antônio desernbro de'l 871 *., yt Jo?é vende mais, Roga-se o dono da Cypriano as collecções de leis do primeira Firmo Dias Cardoso, -

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Ao publico,

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Praça do commer

Acüou-se uma canoa

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Collecçao de leis


40

occulta, e que as hervas que a cobrião sejão enterradas, como também os estrumes postos no solo ; ainda, de modo que os canaes ou sulcos experimentem um movimento de torsão que diminua a aggregação das moléculas; que estas se appoiemumas sobre as outras deixando vmos abaixo cie seus pontos de juncção afim de poder o ar penetrar na lavra; que cada sulco fique bem limpo depois da passagem da charrúa, e não se encha de terra, principalmente daquella que poderia ser arrastada pela aiveca; que, em sua marcha, a charrúa não se entupa de terra ou cie hervas que atrazarião o movimento, obrigando o lavrador a parar a machina para desembaraçal-a desses corpos; finalmente que não o obrigue a fazer esforços contínuos ou muito freqüentes para suster a charrúa em eqüilibrio dentro do sulco. Todas as infrácç/oes á estas regras deverão ser consideradas como outros tantos defeitos, que para a mesma tracção, ou para tracções pouco differentes, daráô vantagem á machina que não as apresentar. Postas estas definições, á propósito da machina agraria por excellencia, o cwaclo., simples' ou composto (charrúa), indicaremos aos nossos leitores algumas dessas machinas que poderáõser ensaiadas, com certas vantagens, na nossa lavoura, • São as charrúas americanas, construídas nas ófficinas dos Srs. R. H. Allen fazer idéa 7pela Estampa I, figuras 1, & C. de Nova-York, e das quaes se poderá 'Revista. * 2, Ü, 4,5 e 6, que acompanha á esta A figura l,Est,\, representa uma charrúa,cuja aiveca pôde gyrar(*) da clireita para esquerda e vice-versa. Pôde ser vantajosamente empregada nas lavras de arroteação sobre terrenos em ladeira, de consistência media; assim como, particularmente, nas lavras preparatórias dos terrrenos pouco consistentes, desfinados ás sementeiras e plantações da canna cVassucar e do café. Uma das grandes vantagens deste arado consiste em ter aiveca movei, disposição utilissima nos terrenos de encosta dos montes, que permitte lavrar deitando a terra sempre para o mesmo lado. A figura 2, Est. I, representa uma charrúa adaptável, com vantagem, ás lavras, cujos sulcos devão ser separados por pequenos monticulos, isto é aos trabalhos que os agricultores francezes denominão en bittons (**); porém o emprego desta charrúa deverá ser precedido pelo do arado, destinado a dar o primeiro amanho ao solo. Poderá, também, ser destinado á conchegar a terra aos pés das plantas, sujeitas a se prostrarem no chão pela acção dos ventos ou das grossas chuvas ;e ainda, á abertura dos regos próprios para a plantação da canna cPassucar, da batata e de outras plantas tuberculiferas. A charrúa, representada mfig. 3, Est. I, é denominada de sab-sólo : emboraum tanta pesada', será proveitosa aos trabalhos de amanho difficil do solo, nas plantações da canna e do café. Suas vantagens á este respeito serião exaltadas. se esta charrúa fosse construiria em modelo mais ligeiro; por quanto.

(') Os francezes chamào a estas charrúas toume-oreille, e o fallecido Sr. Dr. Burlamaaue de saudosa memória, designava-as pelo nome de charrúas volta'orelhas. H ' H Bülon, na lavoura franceza, refere-se ao conjuneto de muitos sulcos ou talhadas de terra produzidas pela charrúa. Distinguem os billons chatos dos billons convexos ou arqueados estes con. às terras argilosas e humidas, afim de que durante as chuvas, a alua não eranoce nó grandes yeem terreno e escorra como, n'um telhado, a chuva desce pelas calhas das telhas; áquelles ás terraVseccas e leves, que nada podem soíTrer do excesso das águas pluviaes. { >;•>/. tr-i>*,.i<yi«*s


41 cumpre ter sempre em vista o seguinte, que nos terrenos plantados, jamaisle devera enipregarmais de um animal para a tracçao das macliinasagrárias A cliamia, fuj. í, Lst I, poderá ser empregada nas operações do amanho da terra, quando esta estiver coberta de hervas primeiras más, e, sobretudo ' nos casos em que o terreno, assaz humido, não permitia o emprego da orado 1'malmente, para as lavras possantes, que exigem os terrenos argilosos c compactos indicaremos os modelos de charrúas, representadas pelas fias. 5 e ti bst I. A ultima, especialmente, por sua simplicidade do construcçfio efaeilidadc de emprego, torna-se assaz recoüimendavel. Em seu favor, ha de mais a sucio regulador. perionclade Aqui fazemos ponto áeste artigo; em números subseqüentes, iremos considerando outras propriedades do solo com relação á agricultura; as macliinas vanadissimas com que o homem consegue, sob sua direeção intelligente, elfeituar todas asarroteas com o fim de desbravar os terrenos, lavral-os, caval-os, sacnal-os, em summa todas as operações para abrir, desaggregar, áfofar c limpar o solo ; assim como, também, o ; correctivos o adubos Ihemoditicar a, compara posição ou para lhe estimular e desenvolver a energia produetiva.

DESCRIPÇÀO

DO SACCHAlilMETRO

rte polarização de >litsclierli< U e iiistriieçao para seu uso. roí;

A. KRAUSS, Chimico ao serviço do Jardim Botânico.

'assucar

Para determinar a quantidade de contida no caldo da canna emprega-se, ao-menos nos engenhos que tenho visitado, o areometro de Paiimé somente. A imperfeição, que resulta do emprego deste instrumento para a determinação do assucar dos caldos de canna, é posta em evidencia pelas analyses a que procedi sobre caldos, extrahidos de differentes qualidades de cannas de assucar; porque, como ó sabido, o areometro sô pôde indicar a densidade do caldo, mas nunca a quantidade de assucar, se este caldo contem, alem do principio saecharino, substancias orgânicas, como sáes fixos que modiíicão a clensidadé.

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Resultados exactos para o'lavrador, e com pouco trabalho, fornece o instrumento inventado pelo chimico allemão Mitscherlich, denominado Saedlid-


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rimetro de polarisaçao, o qual é fundado na propriedade que possuem diversos corpos, ou differentes proporções do mesmo, de desviar os raios de luz que os atravessão. Este instrumento se compõe das seguintes partes, como sevé da Estampa II A peça A, denominada polarisador, consta de um tubo de latão que pôde gyrar na peça B, e quando convier ser presa pelo parafuso C, o que se faz depois da rectificação do instrumento, porque depois o polarisador deverá permanecer fixo. O interior do tubo é de cor preta para não reflectir a luz, e contem mais um prisma dc Nicol, de puro calcareo de Islândia. Na extremidade do tubo pode-se adaptar, por meio de um parafuso, um annel contendo uma lamina de mica. O polarisador é preso pelos parafusos a na peça b, e esta fixada á barra horizontal d que serve de base á todo o instrumento. Atrás do polarisador acha-se collocado nas argolas camas ee f o cano de iatão ou de vidro preto /), medindo exactamente o comprimento de 200 millimetros, o qual se pode tapar hermeticamente em ambas as extremidades com vidros bem claros, situados nos anneis aparafusados//: apertados bem estes últimos, o tubo ficará hermeticamente fechado. No meio do cano I) acha-se um tubo h, por onde se introduz o caldo; tapa-se este tubo com uma rolha, atravessada por uni thcrmometro; afim de poder observar-se a temperatura. A argola f em que se apoia o cano J) é igualmente presa á barra horizontal d, servindo ao mesmo tempo para fixara chapa circular M, que faz do parte analysador. O cmcdgsador é formado de uni tubo N, cujas paredes internas são pintadas de preto e que contem" também um prisma de Nicol dc spatho islandico. Por meio de uma manivella AT pôde-se fazer gyrar o tubo analysador, e dous traços na extremidade dos ponteiros mm indicão sobre a margem do disco, dividido em 360 gráos, o quanto gyrou; as porções de grão, que não estão traçadas, devem ser apreciadas á olho, o que com pouca pratica se consegue. O apparelho pode ser suspenso ou abaixado á vontade por meio da haste (pie corre no vasado cio pé dc ferro fundido Z, e fixar-se com o Q, li. Para servir-se deste instrumento são necessários os seguintes parafuso utensílios e ingredientes: ;• 1.°—3 o\\ 4 vidros para aquecer o caldo: 2.°—uma chupeta, podendo eouterl 00centímetros cúbicos, graduada de 10 em 10 centímetros cúbicos; ., <¦ 3.°—alguns funis de vidro : 4.°—um thermoinetro: r>.°—um areometro com escala : 0.°-—papel para filtrar; 7.°—uma lâmpada de espirito de vinho 8,°-— carvão animal; 9.°—sub-acetato de chumbo ; 10.°— ácido chlorhydrico concentrado. O sub-acetato de chumbo couvirá que seja preparado pelo próprio mie temde. o empregar; para isso -procede-se do modo seguinte: Dissolva-se I parte de acetato de chumbo em 20 partes de água distillada.

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3 -'ísiíátiiiii

Paço da câmara municipal do Pará 20 de dezembro de 1871. dr.! José da Gama Malcher, presidente; *cone go Ismael de Sena Ribeiro Nery, secretario.

&I&I htgi _. i-*.| d'Assumpç5o, Joaquim Henriques Vir [ ; ser procurado para os trabalhos' de <3^ gplinpfSimào José Bernardino; Nunes, seu'officio no escriptorio do tabellião j Severino Dias Ferreira Portugal, paGomes, das 7 boras da manhã ás 5 -•*•*• m dre Benedicto Thomé dP._iünlía-é datarde nos dias uteis e fora dessas Mello, Florencio Gonçalves* Campps, -Alfândega. í1-01"88 tm sua residência á travessa Antônio Joel Netto, Antônio Gualdi- Rendimento SAMllELWALLACU 1.ÍACD0W de 1 a 30 339:071 #182 jfa Gloria, fronteira ao prédio de dn De ordem do illm. sr. inspector da no da Motta, Luiz Antônio Ferreira ' salas do sr. José da Costa Ferreira [ias Recébeiíorià. 7 thezouraria de fazenda da provincia BentêSJoaqUitn Pedro Xavieff de N6T11AVE§SAD0PASS1N Rendimento de 1. a 30 Í3Í;H se declara em additamento ao editpl Assumpçãó^JRíibeirlo Julio da Silva ' desta VeiÍ o^Ezofe-';': SOCIEDADE PIILO-SCINICA. thesouraria de, 14 de novembro Franco, e Franciièo Cardoso Barata. ' Rendimento de 1 a 30 6:7. — ultimo, que fica espaçado para o.dfti Nao são convocados os srs. elei O espectaculo desta sociedade que Santa Casa. 20 de, janeiro próximo vindouro o tores dr. José Tiburcio Pereira de deveria ter lugar hoje 30 do corren ____W Rendimento de l.a 30 492.400 praso para o concurso dos lugares de Maglhâes, e. Basilio Magno do Amaral transferido para segúnda-fei j|e,dfica 3o escripturarlo; 2o conferente e pra- por'terem mudado de residènciaj^r. f#'1° de BACHAREL janeiro. - ticantes da alfândega desta provincia. João Lourenco Paes. de Sousa, Joa. Belem. 29 de Dezembro de 1871. Arntlnl» Adolpho-Fontes _ « Secretaria da -thezouraria' de ia quim Antônio Alves, e Francisco AnServindo de *'ÁDVOWDO. secretario, , .. , KMf.v. i . zenda do Pará, 23 dè' dezembro de tonio de Aguiar é Silva por se acha' '-y.^ ly.» . fthí Çe-)rF?»?0o! ¦¦'¦ kijy.l , , 187.1.. r./y , rem ausentes; e Jbem assim os supiiííiíí^ tffCèial máiòr ^ ¦^'isií y.i-'í.: plentes,'Jdkci^Ãhséimò'Pacifico de associação Filantrópica COMPANHIA D0 AMAZONAS^ V. Carmino Leal. ' Rua do. Mercadore» N.° í.8 A . Cantuaria, e Mathias José dos-San. 9. df. emancipação de escravos tos, por haverem mudado de dorrfiO paquete a vapor Arary comman | SANTA CASA DA MISERICÓRDIA. cilio: Ambrosio Belmiro de Leão dante Io tenente Figueredo segue iPela presente convida-se a todos Dc ordem do illm. sr. dr. provedor loão" Leite/Ribeiro, jMádoeTTlièôdpró para Arary na madrugada do diá-'&»'•'ois srs. sócios para a sessão solemne da santa"parà casa da misericórdia, faz*»e Teixeira, e Martiniano José dos San- de Janeiro. | de posse dos novos funccionarios a ^confiécimêutollbs ¦' tó_7'pór faliecimento. £ para *Rebe-se inte checarga encomméndas e publica que pa qual terá lugar no salão do lyceo pa ressados que, perante a junta admi- gue á* noticia de todos: os srs.*eleito- sageiros atéas 2 horas dítarde, "doraense, era l9 de janeiro vindouro as nistrátivaf farremàtar'*sè hão no dia re», e supplentes cof^qcijdos,'-- esitè dia 2. 7 horas dá. npite. Pará 18 dedezfm 30 dó' corrente uièlfe. cà gêneros' ali- será affixado noslugareSdocostuméj brodç|871. mentidos e outros artigos pará^òbn. e publicado pela imprensa. Belem 22 ¦O paquete a-vapor SOURE comSamuel W. M Dowell. süfno5 dos' estabèleciníèntós •' á ícVgo de dezembro de 1871.-*-Lourenco mandanta 1° tanente Figueredo, seFrancisco Xm do Espirito St0 J° da mesma santa casa no semestre de Justiniano da Gama. na madrugada do Cametá Vicente C. Leal. gue para ' è . janeiro a jühho dó^proxiíttó* Vindouro .27=RTÍA FOHM0ZA =27 diaa6. ? ánno a ,saber: carne Verde,1'kilogram- O cidadão João Baptista Pereira —. da Recebe se carga, encomméndas e Serra mas; pãoiroscodè' 4 Òriçàs. arrobas; jujz ^ pães5 mais votado, da' passageiros no dia; i>té ás# horas Sabbado e dòrri^o", dias da vespe freguesia'âíSenflióra»Santa arrobas; chfrprètoe assucar refinado, Aiina da tarde, do dia'à"M l'WW.1 ra e da festa de Santa Luzia, que verde, libras; farinha d^gdá,' dita!sec da campina da capital do Pará 4c/ * íj os barfaqueiros do arraial ca^ ditame tapiòca, alqueires; farinha , ;, O paiuete a vapor «Óbidos com-; ' celebram . * Nos/estabelecimentos de se 'deitar* de Nazareth; reabrir-se-há a explen Façosaber ao= srs. eleitores e sup- mandante 1° tenente Figueiredo, ser ^eWazareth; reabri] de araruta, libras; mantega tarumã, potespdÍtá'dé'váeb'â, ;;liferas| P)?^?,! ^.s^8; P8^^,'8 - abaixo desi gué para Obides na madrugada,do da, dida exposição dos pássaros «Mos «irpintaria á vapor dò Coelho " ca, Tapyranga, Anamib^» e outros eu encontra-sé constanteneute m azeite de';aiídiíWàí'ftaVéo'f;{èéTOdihKài gWádos^ íjúé deveio rèWiiir-se na 3*. 12 do corrente. i av } macarrão tarSriclò/^áfé, ^libras; viíiho dominga do mez de jrneiro de 1872 j Recebe «se carga encomméndas -e riosissimos sujeitos automáticos mo- serradas de todas as qualidade mensões, coms sejão, acapú, do Porto, garjrafás; aíróz, sfàbãfd^ré (dia 21 do dito mrz) as 9 hpráildà^ 2 ho- ventes, inclusive uma machina para p reljo,. louto", despertar tamaquaré, e distrahir os apreciadores cedro, manhã, no consistorio da igrêjama^iTasdàtardedo dia 11 to. amarello e HbuCihhb/ aVtotías/ • apaixonados de amoros: qiieira, guaruba,*cupiíiba, e a Secretária da1 santa casa 'lia' 'Mise- triz d#-S_.nhpri_vSanta .nna.riclafcàmassim como ripas de todos os c ricordiá* do Pairarem'20' de dezembro pina afim de organisar-se a mesa de , O paquete a vapor oSoure» com mentos e larguras para telhado de 1871- " O escrivão, qualificação da dita parochia-^-Elei- mandante Io tenente Figueiredo, se para tabique o ditas de acap tores. Antoaio Rodrigues Lima, ÇYa- gué paraSoure o escalas na madro Um to^scopio que é primor de ar- venezianas. ¦ >.\-yÁ ? L- nmioúi)-- üifui.n:<>»', Ln.wi-j _d cisco Xavier Rodrigues de _MòíaeSr gada do dia 10 do correote te, devassando os mysterios das íuiuíiu encommenüa encommenda de aue , Tomão .José dos Passos Àlyes da Cunha, dr. qu Recebe-se carga encomrnen espheras que O cidadão' Loiirferiçd Justíniano d8 o espaço cnle- m.deira de dlfTerente d.imer^ Antônio Gonçalves jovoam Nunes, João de' mendas e passageiros até as 2 horas da ará a cu„oS,dade dos obs.rvado.es Gama, jiiié'de paz mais votado d° Continua» a receber ma.ci™ «|Silva; Manoel W Pços tarde cro dia 9 Martiniano Canos segredos dos astros, que, apanha- serrar> districtdj presidente da grimeirô e !ainar> obr a * ' valheiro de Macedo, Jeronimo José dos, desprevcnidos, revê am- toda a n;nt„;, • junta rCvisórá dá qualificação , desen .*¦*«« fazer para por «» belleza tiSiày^m dè votantes da parochia da Sé na do Rego Castello Branco, dr. Mar sua e magestade: medidas I apresentadas, também capital¦«..- da provincia do'.PàriTetc. cèIlo<ítLobato 3e; Castro, Frederico Todos os segredos do céo por : tomar rrfMhti medidas' ?;¦ ímatJ.ti h&,í . • Carlos RÍfiossard, Fructuoso de Mesem ca Hitt |da-se 500 réis ; pretendentes e os mesmos prom Faço saber dc conformidade com quita eSousaV.Jeronimo José Morei,Largo de Nazareth. i vender as madidras por preços os .arts. 4o, e 25.da lei dè J9 de agos- ra»,R.;imundo Alves de Castro e Sil, veis assim como as obras fei to de 1846* que no: dia"21, terceira va, Manoel Antônio Rodrigues, e Fran ^'»Vv.l%yVHItVHHínU«VVWVI«VHtVtuv >V)U\V» seus estabelecimentos. dominga, do.raez de janeiro vindou- cisco Pereira Dourado.—SuppJente.. lugar.a,.r_i?isão ro, terá da qualifi- -loão Francisco da Silva Leão, Romão Stí u.j h>a _ cação de :votante{_.d'esta'.parochia. 'de Aríujo,* Pedro Luiz Pipereira. E porque nã igreja^o^armojique nheiro de AÍmóida, João paptista do Convidão-sé todas às! pessoas qne está. servindo temporariamente- de Livramento Ferreira, dr.; Francisco ' matriz, não itenha consistorio bas-, assistir a sessão de posse i Cura De ordem do sr.'director infallivel em 3 dias. Carlos Mariano, Justino' dé OJiveirà quiserem dos novos funccionarios desta socieda tante espaçoso, nem no corpo d'este Magalhães, conego Antônio collegio laço publico que ho di GonçalCahio o sulphoto de quinino 'terá. igreja se possa proceder eleição.-ál- ves da Rocha, José Luiz de Lemos, de que terá lugar segunda-fe:ra,l* vindouro logar'*. a a janeiro no tratament%do$ sezões. . fu mez turo as 1 horas próximo .das guma, por complicar com os actos ^ibprio?jÍ_ntonió da Silva. Cravç, JosS do ra aulas df» mesmo. Não é niais preciso esta subs- I religiçsps,;rconypço os. srs. iÇ^itóres, e de Deos e Silvai Antônio Joaquim de da noute no sala do Lyceu Paraense Collegio Sa/.cá Maria de Bel tancia para debellar esta en I. Pará 29 de Dezembro de 1871 supplentes abaixo declarados, para Almeida, e João Antônio Corrêa Bude dezembro'de 1871. • Samuel W M. Dowell. j fermidade tão freqüente no inque no dia aprasádo as 9i hbras-;dfa Ihòes. Deixando de serem convocados O. secr Francisco X. do Espírito Santo -J. I terior de npssa provincia, esta manhã compareçam na sachristia dos João José terem Nogueira, fallecido os eleitores João por «mesma nos fornece no reino Vicente C. Leal. No dia 8 de janeiro vindouro pontificaes da igreja da -Sé. afim de da Silva Maia, Jeronimo Antônio Tavegetal uria cem numero de , organisir-se a junta com as forma. nellas. e I tiriuará a funecienar a escola n pelo mesmo motivo os sup| substancias, dentre as quaes . na lidadfes Í(jgaes; a saber: Ejcito_e.~ para os escravos erecta no plentes conego Joaqu m Antônio da escolherijo.s, depois, de longo e | 11 Men- Silva'EguéSi . conego Manoel José dè Siqueira e^ Joio Pedro de Sousa gio Santa Maria de Bolem. * 'Nina, No escriptorio do tabellião Gomes, íí apurado estudo, obtendo sem João Moreira, è des, JVJanoèí Roiz Chiçks Belem c?o Pará 28 de dezemb por não residirem no dis- á rua Formosa, canto da travessa dò i j pre optimos resultados, —^a Baptista Grana, José- Ferreira -de tricto os eleitores Gaspar de Macedo Passinho, acha-se uma pessoa compe- \i caíferana paraense-T.que, uni- _. I87m Sousa, dr: Joaquim Pedro Corrêa de e Amorim, João Paulo Ramos Chitentemente habilitada, por grande da. á algumas outras em deter- it . Padre Felix VicenYe de Leã Freitas, dr. Ludgerò1 Vieira: de Ase- ves e Silva, e os supplentes Ferrian» tractar de quae'squer neminadas proporções fermam as i \ ved"o, Pedro Gomes d'0]iveira, Ma- do José de Oliveira, Antônio José Coe. parte, para desembaraços como sejão para pilulas de/iominadas— Pilulas j noel Roque .lorgé'Ribeiro, Maxim ja- lho de Barros Júnior,,e Peregrino do gocios, de* de compras raiz, * de t.afferana Paraense— que j rengas de e vendas ^em "chegue no Roberto Pimentel/ Valentim José Espirito Santo. E (erro de propriftda á hypothecas, moveis ou semoventes, unicamente para são qüe preparauas companhia por do gaz> que se aefiã Ferreira, Francisco; de 5alles Mello noticia de todos mando seja este folhas corridas ou outras quaesquer _ | Cândido do Prado T^to e C que deadas 11 em frente do seu depos Ovidio Perei Joaquim Freire Barata, afixado no lugar do costume e publi- agencias; assim como encarrega-se Cada caixa acompanha um carvão da praça do Bajé, não d ra do Araújo, Januário de Miranda cado pela imprensa. Pará *20 de.de- de c mpras e vendas de bens de í opusculo Com nossa assignaser tiradas d"ali para Ribeiro, Pvàimurído Píntò Teixeira, zembro de í 87 U—Eu Marcos Victo^qualque seja; sendo natureza tura.* qualquer > que estranha a companhia por pessoa Francisco Roiz Soares do Amáràt, rino Xavier de Brito escrivão Único deposito— Rua de Sanque es- tudo feito com a maior promptidãò pjevio consentimento do age ]\faxin,iano José dós Santos, Bernar crevl.—(Assignado) João*Baptista Pemediante ajuste rasoavel. n. 17. 1 to Antônio possível, mesma companhia. * dino dei ScÃa Carneira,. Afttbnip da reira da Sem,^' ¦}li '"¦'¦ -i i.-. :-y y 0 r Silva franco, peífimJFlafp Portugal, il 'if\) PARÍ. \fM Jogo Diogo Santos Dayiçi idos (Lopes, MOVIMENTO DO GADO VACCÜM; i. Clemerite M^er,. dr^Josj^[Forrejra Manoel Raimpiido Gomes 1 °;ta* Convoca-se a reuniAoda aise CantãòAjqsé/Joaquim 4de,_ Linçia4ibabellião desta capital, faz sciente ao geral dos srs. assignantes da pra charel àni^o. d^ViMqr^e,. Dias.Ãp com e especialidade ao respei commercio para o dia 2 de publico j tonio Xavier^da Silya |5|?Ít^«luft!.or» Reses existé|p'p !. . ,í|«, ,"•%»;¦ -. .: ^13 tavel corpo £do commercio, que enfuturo, ao meio dia, na conform SppplepSep^. e JoàOií.i\egorio^,de Entrarão bois... 25 trou nò exercicio de s o emprego no alagada na costa da ilha das Onças, *dos estatutos. Sala cias sessões d / Rai: Mapl^adoj Antônio. tes—Joãp 13 dia 17 dp (torrente mez; podendo ser tendo as rodellas' quebradas, assim ça do commercio de Pará, 27 ,nfra^,-_gi^ José mundo Dias Ferreira Portugal, _ procurado para os misteres de seo como annuncia-sc a perda de uma q' zembro de 1871, coBarata, Freire Custodio,de ijello 451 officio era -seo escriptorio á rua For- desappareceo na noite de 14 para 15 Somma Antônio Soares Pinhe José Pinheiro, José Cíementino nego Talharão se bois 45 vaccas 12 57 mosa, canto da travessa do Passinho, do corrente, e roga-se a pessoa q* a Servindo de secretario. Bento da Silía/-José do' Nascimento das 7 horas da manhã ás 5'da tarde, encontrar ter á bondade de dar notid'01iveira, AudVé. Marinho da Silva, ExisiemvV.-. 394 nos dias uteis, e fora dessas horas em cia em casa de Manoel Pacheco da '.-... Francisco RomãoPereira de Araqjp, Matadouro publico do Pará 30 da sua residência a estrada de Nazareth. Silva, a travessa das Mercês, fabrica de colchões, Nesia typographia se diz Francisco de Paufa Malcher,, Antônio desembro de'l 871 *., y tose vende mais, Roga-se o dono da Cypriano as collecções de leis do primeira Firmo Dias Cardoso, -

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feoi sócios na Europae fabrica em Paris onde trabalhãoos melhores õürives.éq' por conseguinte ninganm rnaisdòq'elléâ.iestáhãbilitadQa yândeí1 joia^^o^ ^qstos mais.aj>urad .! ¦' completameint íoftidos, mais apropriados para este>mercado e pelos preços os mais rasoaveis admirar bello de o sortmento acábao de despachar, loja Boa-Vista e as pfferecem»áven»larproinettendo sita a da. rua para jóias què Conv dãò pois os freguezes a virem á sua -. '¦ ",.--. \y . Zz do o possível para contentarmos comprafà^ jy.; f ,.-./vi. çomarnaiordelicadesapossível, ecom uma perfeição igual a quese.ac(ia,em qualquer obra estrangeira. Tcmum hábil ourives q' concertase fazjqualqUerobra.-nova ' :. "':•+¦¦' '•,'...¦-¦''-.¦.....¦.'¦', fc,-fí^t-'í*W! ¦ ':• rp: ;¦¦:>¦'¦ ;4i ¦'liHAÍfi

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Sob a direcção do abaixo assignado, este estabelecimento pode hoje melhor que nunca, preencher dignamente os fins para que foi destinado peEm% consideração da grande acceitação das suas , . director. fundador e sei Io primeiro A posição e construcção do edifício, as proporções o condi»jõcs de hygiené, moralidade, asseio ê boa alimentação, tornão este estabel cimento verdadeiramente recommendavel aos srs. paes de familia, correspondentes tem resolvido para maior protecção do respeitável publico e os honrados boa educação moral, e intollee a todas as pessoas, que se interessam pela " negociantes abrir agencia em todas as praç.ís importantes do império. • ¦ ctual da mocidade. Pessoas pouco conscienciosas-nas praças-da Europa e América do Norte, O abaixo assignado continua a não poupar-s*e a sacrifício algum na estem offerecido secretamente imitações das machinas de costuras de Singer colha e conservação do pessoal necessário para a observância da boa ordem comprométtendo a companhia e os respectivos negociantes que as tem come aproveitamento dos alumnos; e por. isso continua a não admittir para carprado ecausado bastante prejuiso ás familias é artistas com^ suas inferiores go algum em seu estabelecimento pessoas, que for palta de"documentos ou imitações. * boas informações, não possão merecer toda a sua confiauçà no cumprimenE'por esta rasão que a Singer Manüfàcturíng Company resolveo aug//%£ to de seus deveres. , ...t meõlar suas facilidades de manufacturá e offerecer suas celebres Os alumnos que por sua pouca idade ou soffrimentos não possam acompanhar os de mais idade e robustos, serão tratados separadamente e com todo o desvelo por-péssoaa da familia do abaixo assignado para cujo fun a Por preços tão rasoaveis que não offerecem attraçâo aos falsific*dores, conserva em uma parte do estabelecimento. As matérias ensinadas estão divididas em três cursor primário ereligipso; commercial e preparatório para instrucção publica, ou qualquer acaderaia do império; •' ¦ -.ípti/iV mí M . Os professores a cijo cargo está o ensino das línguas vivas, que consta: ( poços, de 20# da inglcza, franceza e allemã, são todos naturaes dos respectivos paizes, aMachinas para familia... .• • * » • • • .-'• • • •••••••• •'doptando o estabelecimento os naethodos mais acreditados para esse fim, RoínhaS de a*lü Press"-'uvmumy Ditas para ditas com caixa........,..,,,... .-;•-.....•. ! çoff0tí$, a sobre tudo pela pratica; e um dos pontos mais rigorosos do regulamento in* Ditas para ditas com mesa espansiva............. .1 terno do estabelecimento é, que todos os alumnos depois de seis mezes de i/itus para artistas* •«»• • • * • • •*• ?.• • • • • • •• #•/•••¦•. * de ferro de A sua entrada para o estabelecimento fallera o francez e inglez* alternativa•Acala de despachar e chama-se a attenção do respeitável publico para dé comprimento a 3ojOQi) mente, não se permittindo o uso do portúguez sénàc*»nas classes para trata- um sortimento destas machinas vindas por conta da companhia di* grande mento das matérias do"ensino geral. rectaraente. da fabrica e actualmente offerecidas a venda em casa. de tal para eng CONDIÇÕES DE ADMISSÃO. A pensão do alumno qualquer que seja a ^~~ até." sua idade e as matérias que aprenda é de 35$000 mensaes pagos por tri* para toda e mestres sem desconto algum por ausência ou enfermidade, e comprehende 'o pbra, ensino dc todas as referidas matérias. ferro galvanis . Os alumnos que queirão freqüentar as aulas de musica, desenho edanf^Aadé melhores e majs sa pagafao" mais pela primeira 8$000 mensaes e pelas duas ultimas 10$ dos para encanações de águ cada uma. e são agencia Todas nesta as machinas vendidas garantidas plenamente VÉNDÉM-SÊ no armazé • Alem da roupa usual para. uso doméstico e passeios de campo, o alum.'''acima. ¦: levão.no.braço a marca dé machina cada Kingdom ft Corap.», á tra no trará um uniforme todo preto, sendo: de jaqueta e bonet para os de De sr. o Hí. Vera machinista o agencia Acha-se contractado na 70— Mei cês. perito pouca idade e pouco crescidos; e a vontade para os já crescidos e de" mais de todo^qualeperfeição com rapidez a fazer longa experiência 13 annos de idade; 6 lenços de tamanho regular; 1 cobertor encorpado; 1 \^^ào:por ras, machinas de Singer. sobre-tu Io eom mangas; 3 toalhas para banho. 3 ditas para o rosto; 6 guar» ^conc*rto nas verda dei Precisa-se contractar agencias em todas as cidades do interior* danapos p ra mesa: escovas de fato, cabello, dentes, unhas *e calçado; pen ":zz^^^./•¦¦: - ..-¦ Anda em fuça' a escrava *~ ¦ ¦¦' * • í- -, z':í*' - .*'"• ti - ' •«s». - ; j -? • ; ¦;,tes; thesoura de cortar unhas; 2 pares de sapatos fortes e I de botinas pa lina idíide 20 annos, cabocl Ta usar com o uniforme magra, alta, braços comprid Uma contribuição de 25^000 rio acto da entrada faculta ao alucino, pequenos, tem* uma cie atriz por todo o tempo que ellé estiver no collegio, o uso. do ca.ma e seus per* e o nariz chato. Consta and tences, e todes os mais objectos que não \3o especificados. g-na capital, onde tem sid i*>.y a Toda a roupa deverá vir marcadacom as iniciaes do nome. do alumno, e trada por muita gente; ha acompanhada de uma relação em duplicata para voltar uma depois de conzes que fugiu e não tém ferida. rua este tem qo tudo. 7 A lavagem e pequenos concertos da roupa se fazem no estabelecimento Recommenda-.se a sua .ca por 6$000 mensaes. autoridades policiaes, e7dá As pessoas interrssadas receberão no. fim de cada trimestre, um bolegratificação a quem levai a tim que lhes porá minuciosamente ao facto do aproveitamento e condueta sua senhora; à travessa /dos do alumo. ' ¦ n. 25 ou ao largo dp Qarmo ¦fim-i Para melhor intelligencia do presente pro-.pecto se facilitará qualquer sr. Tiberio Moita. 7 informação, neste estabelecimento ou na corte, rua Municipal n. 1 com os Continua^ collocar dentes pordiversòs systémas, taes como os de pressa o.

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Rua Mova «íe Na sita % «ita. I CANTO M TRAVESSA DE S- MATHEÜSFRANCISCO XAVIER DO ESPIRITO SANTO

.Escraro fugidia


45 mel ou assucar, que não é mais susceptível de crisffVlliari,. _ dade contraria, de sorte que desmanchai é^to^Sdo-n&í»11^ l ° pnmei™SupponhMe que se tem melaço contendo S »/ I ™^> Cristal" lisavel, e 10 °/0 de assucar viscoso • oSSüíivri (não t de matéria saccharina, a qual é susceptivel V» derp oduk t° T ?* J? •/„ de assucar viseoso desnumchlíftfefif"í^i Corao> porem, os 10 do cristallisavel, é claro que o polarisador em «° »*/ ,W ^ ve d W o/0, ' S° mai?ará 40 • passando desappercebidos 20 °//oaMerm l^íô ' sacchanníl: «que é um resultado inteiramente falso. , Obvia-se esse inconveniente, transformando contido no melaço, em assucar viscoso: então todo o ausucar cri.Mliao «i o àpparStdSaf ^ Esta transformação ou inversão é for-il- A*Wn ^ 1 ao caldo, purificado com sub-acetato de chumbo 1^&3& PÍíte: e aQldo clüorhydrico concentrado; no caso que ábôiiSSiS^^t?'ff H?uif C límpido é logo examinado S saSSe gf? Se íflp6 ? pea-se-o depois n'uma cápsula ou n'um matraPÈvnulnÇa° ?C*t0> desde 68» á 72- C, e n'ésta se mantém por 15 nSn W IÍ / Um temPerat«™ fria-se rapidamente o matra, "*' ^^ã^t^lM^liquido por três vezes atravez de uma camàd r I • , íra"Se ° Sí' ~ am"lal (le' l5el° menos, 20 centímetros cúbicos - e" cmivo^ bí « ! fl-°

de _ ,„b„ do via» adelga" kotSS

Sil"^*£» micnoi, que se tapa frouxamente com algodão. * Os primeiros 20 á 30 centímetros cúbicos, absorvendo o carvão algnnaa que nassão ..oln filf, ^TiE!^^ |>arao-se;porí„e, E' indispensável conhecer a temperatura do liquido no mn,™»^ de i o examinar, porque ella influo sobre os resultados momento Querendo-se operar sem a lamina de min on^vfo _^ ^ , modo que fique esíuro; ehche-se o tebo #£S^&£W?'*^ um e outro, lado, afim de expellir todas as bolhaZfe "fegll j l)Utuiuanao a experiência experiência. ' Gyra-se então o ponteiro até mie se observo™ oa ;i„«„ * risticaa, vermelha e ™£ . marca-se a W^r^^^St

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a verdadeira. Sejao por exemplo 5 leituras suecessivas 25,4 25,6 25,1 25,3 ___.

1263

Esta sorama dividida por 5 dá a média de 25,3 a qual se designa por D.


46 -—

Como é necessário tomar a temperatura do liquido durante a observação, introcluz-se no pequeno tubo a, adaptado lateralmente ao cano D, um thermometro passando por uma rolha de cortiça, porém de modo tal que não penetre dentro do cano D, onde impeça vêr atravez do liquido. Observando-se com a lamina de mica intercalada, o processo é o mesmo; só a cor varia no circulo illuminado: todo elle se deve tornar roxo por igual em ambas as metades. Tendo descripto o saccharimetro e o modo de o empregar, com todos os seos pormenóres, passo a dar alguns exemplos de applicação. l.° O caldo vindo da moagem deve ser coado por um panno, para separar as partículas de bagaço, etc. E' importante não demorar a experiência, porque ao cabo de 3 ou 4 horas já principia a fermentação, o que diminue a quantidade do assucar. O caldo da canna roxa, assim preparado, indica no areometro uma densidade de 1,072. A' 100 centímetros cúbicos desse caldo addicionei 20 cent. cub. de sub-acetato de chumbo, vascolejei-o durante alguns minutos e filtrei-o; o liquido era perfeitamente transparente, como estivesse porem algum tanto amarellado, filtrei-o sobre carvão animal, onde percleo a cor. As indicações do saccharimetro forão as seguintes: 21,5 21,2 21,6 21,6 21,5 ÍÕ774"

A media é pois 21,48=1); addicionando-se 20 % ou 4,29 dos dous volu mes de sub-acetato de chumbo, ter-se-ha para o valor de D, correcto, 25,77.

•st.viívir.rwiuiv-

Esta correcção é indispensável para descontar a diluição produzida pelo sub-acetato, que foi addicionado. Vimos que á cada tâffi do saccharimetro correspondem de de assucar, logo a canna roxa contem 25,77xf, J igramma ou 19,33 % de assucar em volume: este numero dividido pela densidade achada de 1,072 dá ' 18,02 °/0 para o peso de assucar. 2.° Outro methodo é o seguinte: A'90 grammas de caldo ajunta-se água até prefazer 100 cent. cub., e dec. de^ sub^cetatoie JmJ0_c. chumbo; filtra-ae, descora-se-e determina-se o valor de D, ao qual se accrescenta 20 % ou | para corrigir a diluição produzida


- 47

pelo sub-acetato. Sendo P a borcenfri&*m 0m *m «^ do ^ 1)0S0 «Muòàr, obtemol-o pela. expressão gUU /j

ou

__=S?e^idl$£ 7,1^2,1U" "*'" ° :«*. «° on 200 100 cent. cub., íadSÉale f lo#e ^vP' ?T^ baste » ***** ajunta-se 10 c. c. de S lilo hy l^o • r cede^t d° %^ m™'SQ e indicado de J ou 20 •/., por .gSSK dSt^eTS Se^l* temperatura í do caldo a indteaSdo ÍS Z sacclianmetí'°' mavcau(l0 a augmentada de . como antes e este resultado é designado> porT A porcentagem do assucar cristallisado é dada pela formula: l>_=,,'62.(D-DV-Oí0078(D-J)!)-(lr,»-tu) z

ou a dita formula sem o dcnominii-W (>, n &«¦« in i}' ail°tim' ° comi»'imento normal de 200 millimetros (

Resta ainda mostrar como se determina o valor do melaço, que nóde ronto, mais ou menos assucar. Isto tem importância para o fttzll Smltedot elle compra os produetos das pequenas engenhocas da vizinhança. * loma-se 4o grammas de melaço, ajunta-se água metros cúbicos, add,ciona-se 30 c. c. de sub-acetato até prefázer • 150 cent,de áumbo Íla5eí cle a?ld« sendo necessário des^ra-sSole fSH W fWo#drico: 25 de carvão ammal; determina-se o valor de D com ç.c, a devida òorrèW eaquece-se a 68°; depois de ésíriado.determihá-se o valor e f iguaStê correcto e com a temperatura t°. ^uaimentc _^_ A porcentagem de assucar.cristallisado é, nestas condições, dado por

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e a porcentagem do assucar viseoso por 7,6D'-l,96(D-i;)') «o

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'Tf^ (,a escola d agricultura « União c Industria • «la estrada de rodagem União c Inãustia, 1' n d c n H condição do seo con^£ÍSfe&Qp*,í1^ tracto de encampação com o governo ÇWssa com uma e^T^u^M^o^^T^

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com um edifício especial, tendo as accomSáS«Sí *$ T"^ 11'eIU deve ser alojado professores e alumnos; dis Si dé S^ SS&T


50 Primeira do seu gênero no paiz, cila irá dar a instrucção technica indispensavcl aos que se dcdicão á profissão agrícola, mais nobre occupação do homem, formando lavradores, administradores e feitores de fazendas, dignos d'esse nome, e que saibão oppôr á rotina secular os sãos princípios da sciencia moderna. A' vista da alta importância que se prende á este estabelecimento de instrucção technica para a classe agrícola do paiz, daremos em resumo o prospccto de sua organisação. —O fim desta Escola é formar, por meio do ensino theorico e pratico, lavradores cornos conhecimentos sufticientes para dirigirem estabelecimentos agricoIas, quer como proprietários, quer como administradores. —As doutrinas, que constituem o ensino, abrangem a agricultura em geral e as sciencias acessórias ; a theoria e a pratica, tanto das culturas geralmente usadas no Brasil, como da creação e aperfeiçoamento das raças de animaes cavallares, bovinos, lanigeros, suínos, etc; a economia e a escripturação ruraes. —Os trabalhos práticos executados cm uma superfície de cerca de 72 hectares, onde se encontrão terrenos de quasi todas as classes, teem por fim demonstrar as vantagens, tanto dos instrumentos oratórios aperfeiçoados, como da restituição da fertilidade do terreno, por meio de estrumes diversos.— A' esta secçilo pertencem também as machinas e apparelhos para o tratamento, preparação e aconclicionamento dos produetos agrícolas. —A creação de animaes úteis tem por fim provar praticamente as vantagens dos cruzamentos e da alimentação methodica, para chegar-se á fins especiaes, bem como facultar aos lavradores visinhos o melhoramento das raças de animaes do paiz. —O numero de alumnos internos não excederá a 60, cios quaes 20, orphãos de pai e mãi ou desvalidos de meios, serão recebidos gratuitamente, tendo preferencia os filhos clacolonia „D. Pedro II.'4 As condições dc admissão dos pensionistas da Escola são as seguintes: idade de 14 annos pelo menos; provar, por exame feito antes da matricula, que sabem ler, escrever c contar; e uma contribuição de 200$000 pagos em semestres adiantados pelas despezas de ensino, morada^imentação, roupa lavada e luz. 0. ensino comprehende nm curso de três annos, distribuído do modo - :— :.;_ seguinte: • IV<u»raitutia çeral de ensino. O curso completo da Escola ó de três annos; as matérias ensinadas especialmente são: PRIMEIRO ANNO. 1° SEMESTRE.

1.° As quatro operações de arithmetica, fracções ordinárias e decimaes, theoria das proporções, pratica dos cálculos commerciaes c systema decimal de pesos e medidas.


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51 2.° Geometria plana elem?ntare priucipios de chimicageral. Íl Kca

' ***** re^s «"ft* - ph*. .«. lUT™** do 2°

SEMESTRE.

1.» Continuação da chimica e da physica. ¦

4.° Desenho linear. SEGUNDO ANNO. 1° SEMESTRE.

3.° Arte veterinária. 4.° Topographia, desenho cie macliinas e apparelhos. 2° SEMESTRE.

1.° 2.° 3 ? 4.»

Zootechnia (creação cie animaes, etc, etc.; Geologia applicada á agricultura. Agrimensura, continuação da agronomia c da arte veterinária. Chimica agrícola (analyse de terras etc). rERGEIRO ANNO. 1°

1." 2.° 3.c 4.°

SEMESTRE.

Chimica industrial applicada á agricultura (technologia agrícola) Continuação cia arte veterinária. Princípios geraes dc economia e escripturação ruraes. Construções ruraes e continuação cia agronomia. 2o SEMESTRE.

l.° 2.° 3.° 4.°

Continuação da arte veterinária. Plantações especiaes. Nivelamento, ãrenage e irrigações. Climatologia.

Será conveniente que os individuos que se a cursar a Escola propuzerem de agricultura, alemos primeiras letras exigidas para a admissão, saibão traduzir o francez e conheção a geographia cio paiz".


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A falta, porém, destes dous preparatórios não lhes veda a matricula, porque terão no primeiro anno lectivo occasião de aprendel-os: sem que todavia sejão cursos obrigatórios. Alem cio ensino theorico acima determinado, todos os alumnos, sem distincção, são obrigados a exercitar-se praticamente no: . 1.° Tratamento cios animaes. 2." Preparação dos estrumes. 3.° Manobra dos instrumentos aratorios. 4.° Applicação dos estrumes e plantações especiaes. 5.° Colheitas. 6.° Applicação das machinas e apparelhos para a preparação e aconclicionainento dos produetos. 7.° Analyse chimica dos terrenos. 8.° Levantamento de plantas enivcllamentos. --Esta parte do ensino será lixada no regulamento interno da escola, distribuinclo aos alumnos dc cada classe os trabalhos práticos corrclativos ao ensino theorico das aulas. Ao terminar o anno lectivo os alumnos serão submettidos'a exame. Só passarão ao anno seguinte os que obtiverem approvação em todas as matérias. Depois dos exames, cada alumno receberá um certiiicado de sua approvação e conclucta durante o anno. Este certificado será'com assignado pelo director. Os alumnos, que còncluirem o curso da Escola approvação plena eni todas as matérias, receberáõ um diploma assignado pelo director* e mais professores. " . Os três primeiros alumnos, que còncluirem o curso com as melhores notas de approvação e condueta, serão premiados. — A lievista Agrícola, cuja missão e promover por todos os meios o nielhoramento da agricultura no Brasil, não podia deixar dc cm suas paginas gravar com o maior júbilo, a fundação dc unia Escola agrícola, concebida e realisadà segundo o plano mais conveniente ás necessidades e interesses da lavoura do paiz—. Aceite, pois, o honrado cidadão, <jue levou ao cabo esta tão importante tarela, qs nossos sinceros parabéns. ":.!-¦:

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Aíiigna-se pa typographia do «Jornal do Amazonas» á travessa dai Hércèz d. 23. 511' CfU-ÜX?*. tfílf CAPITAL» Krrfttí;

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1 anno. 6 mozos. .. . .,,. 8 mozos. ....

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COMMERCIAL, $ NOTICIOSO.

Re< publica, fei jioiiuli3 («CiC do republica,,»)

A» R.*igHaturai ¦»» paga* >d!anfadaa, podendo começar ftní qualquer dia e terminando em Março, Jnnbo, Seteiqbro e Dezembro |pi

¦ r.

Ofí «ogaiuo» aonitrii. «Mlgnante», tauto da' munffaf|0 aqUelle * Actos d'esta ordem, OUe SO• ; atreve à atl. , .,; a*,. o. que registra- ver-nos finezas nera equid acham «e . rljj ;i Interior, capital como do , qne M .. j | atmtgnatu* de.ua» da sua autoridade' os desmandos mos com subido prazer, elevando a tendel-o, como o exigem traxado» no pagamento tacar raÍv'»^fav«i«!:áèTtóánAirèa'fcailifá*eÍ.a«até , episcopal • dia 31 do corrente,; a flm de nio aerçio-. *i»—* quem os pratica, devem ao mesmo conhecimentos, sem lhe fa forcados a aúapetidcr a entrega l do Jornal tempo-seryir de incentivo a_4odos os ga de ridículos contraband Em outras efas- de ignorância e se« a dono.—»-E* seu admiraivel brazileiros, sobre tudo no momento ludem e escapam amais v ;.\0 fanatismo o po/o,,acostumado a ver um santo »'up*- ?Ç{ Ricipp da Igreja, a audácia com que o « Diario do Be- em qiie se operarno paiz a grande re- visão.: lem » se anima a mentir na questão volução social a que serve de prolo-j File, o orgulhososinho podia talvez acceitár como verdadoi arromatação da dos a lei de 28 de Setembro ultiímo.; nhoso, não quiz dever-nos ra,a prqftosição absurda que.é a mesada publicação go '' ' •-• *'. -"'.::«.*' camara da "~T.~"~" , ."'*' ; municipal. os,trabalhas ou a Religião'. atacar ma cousa . .fÇÔes.,d'e8tas. Nqs as reclam ... :, ha ainda tres dias que o pro* Belem, 31 de dezembro de 1871 seos ministros,*-hoje porem que a Não"Üiario pHiL0rscÉNi'GA:-7»t)á amanhã a nou- nós: ante-hontém um mald !.i;V, a nossa te escreveu no Chalet osjíu 3o espectaeülo a expulsou o fundiu e enca da imprio diffusãófdas luzes por m$io proque O atténtado de * de desembro. fôra um dè conto de réis; hon- sociedade drairiática daquelle nome, no jugar; Um subordinad prensa tem desmascarado a hypocri- posta tem augmentou 209^000 réis,*e levando á sc'èhá o drama*—um mi/s--, dente minha, insubordinou mais roNa ihistoria-contemporânea o dia 2 sia, e mostrado o Christiiiiariismo sob o se,o, verda,deiro aspecto,* o, po"vo provavelmente irá continuando n'um terio de família e á comedia—À seu superior Sancção, rhc de desembro marca uma dacta de rece-nos) na algü eira, ou anathemas", e procura ain- augmento progressivo a jser se assim chavenade chá. ominosarecordação para a: França ou zomba dos cqosegijc fazer effeito. fóra da E* de ique esperar aos louros já Co-, de algum frade, e aprese da com* maior avidez lor os jornaes préantes para toda1 a Europa, por causa ró .« vincia.' Ihidos pelos jovens que tem. tomado dando ares de independen da? influencia"¦ í maléfica, <que sobre a prohibidos. ró,; Firme no seu propósito de mentir, parte nos trabalhos .dramáticos, te- senhor Glane, que não sa Pára que o acto episcopal fizesse civilisaçuo exèrcco-O góvertio despo* continua a gente do Diario a propa- nhâò de aceresceatar-sé òs.que lhes figura faz neste mundo, a uraa explosão m^js estrondosa, o sr. tico de Napoleão III. >:- 2 de de» lar qúe nós procisamos dessa miséria serão offerecidbs* pela justa admira*, introduzir-se na nobilissima .* Nesse dia - nefasto a França foi de d. Antônio escolheo o dia 'ró de í:000ÍOO0 réis para sustentação ção dos que o a,- reciarem, na ocea- theologos, macaqueando >yx súbito assaltada pelo mais audacioso zembio. ro -ro,,. .-. roV de nosso jornal, conto se uma typo- siáo de ser ejjhibido o terceiro espe* j este, talvez jpor. despeito, dos perjuros;,i* que sobrõ'as ruínas ;das Era um arremedo de Napoleão III. como a nossa, que conta mui- ctácülo de tão esperançosa associação. * subscrever a pequena bio graphia liberdades publicas e a confiscação de Lá o golpe de estado esmagava ospa- tos annos dê»exjistència; santo Eutychio; e alhé o S publicando todos os direitos de cidadão fundou triotas, aqui o golpe episcopal esma- sempre um diario, tendo ese Passageiro illustre.-—Chegou hon .tinho, por medo de alguma jorriáí 'o.'egUndo;imperioi'ró ro,ró - /tf-ab, gava a imprensa e corii èlla 0 partido tado muitas* veies em oppoiição, ço- tem pek> vapor. «Paraní» procedente sa vaia conciliar, ficou com > Nesse dia nefáátb a F#ançà acordou mo está desde 1867, precisasse de dos portos do sul, o nosso distineto nos lábios, e mutilou a s sobresjdtada aos gritos *Ú& •desespero De üriaij. só vez s, exc. apropriava- auxilio dos. cofres públicos para man- amigo, o sr. dr. Filippe José de Lima. «não me atreveria* a affirm * íde-seosi filhes que' >pa*tião para ò se dos traç-s de dous vultos ter-se. r->v.; ;'^t-. " Tendo concluído este unoo na nva-.affirmava o papa Estevão geandes • exilioí d'ondò a mor pai-íe iião re-' da epocha, tomava um das fei* do, Provavelmente a Diario deroia do Recife o seu curso de direi-! baptisáção) si me não obrig pouco , gente <í-.\.í.v.:„---.-: ; gressou. ro ró t ções de JPid/ÍXè algum tanto dá au* nos está julgando por si. Como o par- tos, regressa# hoje á sua provincia,o consenso unanime da Estadistas, littoratos, philosophos, dacia de Napoleão III. tido conservador &ò ppude ter typO- natal, onde o aguarda ura risonho ei versai.» pótítawe^milhares[^e|ipperariõs espa E os doustypos assim confundidos graphia montada e órgão seu diario esperançoso porvir, a que lhe dão Sugeitos, como andam lharão sft pela* Eürojíasèra poder en n'um só foririão uma dessas figuras depois vive subio.ao e á uma os dotes de intelligencia não escrevedores, a estas e outr.i poder que juz contrar abrigo, owjforão expiar em liliputianas, apavorâo a imagi- custa do9 «prementes, suppoera que vulgar, e as qualidades moraes que velfcidadés e caprichos Cayenna e Lambessa ocrime dc serem nação»'das que estamos n?s ,mesmas circunstancias. lliri ennobrecem a alma contamos com a indulgência crianças. fieis a Republica^ que havião jurado redondamente, Enganam-se Fèlicitamol-o, assim como a toda bem-concedemos, por que, Se o sr. d. Antônio tivesse reflec* para não ^ ro ro ; ;-- . comotyrannoa sido tirada nos ter não obstante á-sua seu feliz família, de ou C o regresso. H em pêlo questões O*golpo de estado de 2 de desem- tiüo um pouco na marcha dos-aconda camara dos trabalhos nos falta para o que é prin bro matando oespifito iio"povofran-j tecimentos, que estamos presencian publicação segundo sr." Abel, hon&stissimo Jardim mythologico.— Depois de portanto. cez, matõiFoípatriOtisímõ Hess?^ povo|do, nã^ teria certamente escolhido o pelo no de continuar havemos nos consta, interrupção uma longa sensível dos e Mas o. Catholico, que es 'à0j? 2 dia dezembro," porque o heroè generoso, e' plantou o dohiinio opposicionistas, de nosso^posto para divertimentos do costume, causada cido que .á sua vista»de corrupção e do mais qpprobriosodesró| desse dia está pagsmdo os seos crimes desespero dos seus pelos últimos .festejos e pelas chuvas escapa, culpa-nos inexorá de e patoteiros a execração de uma gi^nde napotismo de que ha exemplo. ;co«» que sobrevierão, reabre hoje o jardim erros que achou nas 15 th . Na nossa pobre historia provincial \ Çüo. e o soo nome será maldito, na patrocinadores. mythologico suas portas á concorren-. fielmente copiadas da s o dia 2 de dezembro também figura posteridade. Reforma no catholicismo. — Re- cia publica. obra! com uma dacta dé vergonhosa me-j ^ Em 2 de deiembro triumphou, é commendamos á attenção dos nossos 4 horas da tarde a« bellas vaConsola-nos a approvaça moria assignalando o mais monstrrfo- {verdade, a força, a violência, mas leitores o interessante artigo èdicto- As riações da banda de musica do brioso receram do Catholico as so atténtado do arbítrio episcopal, ou esse triümpho não foi de tão longa rial «Jordo transcrevemos hoje batalhão 11 de infantaria convidarão pelo facto da aceitação des que và maior loucura duração como supponlia ò traidor. para* melhor diser, nal do Commercio de Lisboa», e que os freqüentadores do «jardim» a go- cedadesr, o catholico ou tor de que seria capaz o ultramoht. nis> A França privada dá liberdade de se oecupa da importante questão.da zarem algumas horas de verdadeira piencias, ou tornou-se né mo. . pensar, de escrever, de publicar os reforma no catholicismo. cilas. Quo cícolhe ? distração. Ha em certos espíritos obcecados ^òk pensamento^ anriiquilada sob um No calor da lueta titanica travada Todo zangadinho com a pela vaidade-um' desejo^ imnrioderado ;jogo ^e fcrro> tó£preo ^uaáj 2j)".alinós entre ò ultramontánismo e as idéias Exposição.—Chamamos ainda uma Agostinho, atira-nos para -de imitar os grandes hòmens^até nõs.de humilhação; mas em 4 desetemlivres do século que atravessamos, é vez a attenção do publico para a ex onde o Santo falia Je uma seo^ crimes e na sua perversidade. bro vingou suas affrOntas e^pellindo grato e animador/ver que de todos posição que far-se ha hoje«á noute no damento da Igreja, e que Impacientes do celebrisár-se, in» do seo território o»novò Cesár e a sua os do mundo catholico er- arraial de Nazareth dos pássaros as portas do inferno, e di pontos comraoda^osverem.-se confundidos no dyhastiá. guem-se as vozes dos vultos mais «Mosca, Tapyrahga e Anambé.» as- essa pedra è Vedro. mesmo hivel em qüe se ágitão; as Porem nós nãó temos de esperar conspicuos do jornalismo para obs- sim como de muitos outros objectos Assegura?nos isto sob s mediòcridadesj e paYá chegar a altu- tanto, por a episcopado marcha tar nunca audaciosa do .são sempre vistos com dissima e insuspeita* palavr jesuitis- curiosos qúè^o ra dos gênios, procurão por todos ós venceo; *ò seõ, atténtado encontrou mo que pretende, por seu único in- um novo que logo? interesse. meios arremedar-lhe os ademanes, os, por toda a parte a resistência, Então, abri também ó m * que os teresse, lazer voltar as rodas do carro do progresso da humanidade pára- Vapor* do sol.—Fundeou hontem to Agostinho ao Tratado C gestos e as suas acções.mais nóiàveis. abusos provocão. Pobres pigráéos, què querem subir Desde ques. exc. não pôde conse- as tenebrosas epdchas da idade me- a tarde em nosso ancoradoúro o va- bre S. João, onde elle e ró' • a altura e gigantes l guir.de seos diocesanos acompanha-lo dia. por aParaná», procedente dos portos esta.pedra não a Pedro, m Como as rans da fábula, inchão-se na guerra cruenta, que está movenResta nos.ver o sr. d. Antônio do sul. to, cm quanto confessado *d'esse nSo ãté mais do sopro do orgulho artigo édipo« do contra á imprensa; desde que s. qualificar o autor Às noticias de qpe nos foi portador Pedro, como se Christo d derem, e nufti bello momento estou* exc. se vê sem prestigio, sem apoio ctorial da mais importante jornal da daremos em o numero seguinte, visto es Pedro,* denominado assim r^o entre as apüpadas das turbas na sua. diocesg, não lhe . resta outro parte dá Europa onde se falia a bel- a falta de espaço não permittir-mos que confessaste, que sou sempre desapiedadas, contra as ridi- recurso para tão desesperada situa la língua de Gamoes, como um d'es- fazel-o hoje. qual edificarei eu a minha ses pigmeus das margens do Tejo, cuías pretençõés* de loucos anibiciò- ção senão resignar o bispado. Conciliai o Agostinho 'enviar • ***. ¦-¦'---"•¦' sos.. .' . s/. descuidam de com o Agostinho do tratad de não Parte policial.— No dia 29 sem Adhesões arrancadas por ameaças que de Echo no Lera o sr. d. Antônio bre S. João. 'Roma, ou subscritas por condescendencias, vez em quando o seu còucinho de ju< oceurrencia. * hoftveja' -Mas S. Agostinlío disse: Pio mento contra- a igreja e contra o ÍX prohibido não,,tem valor que a* opinião puperante a leitura de certos jornaes propaga- blica, ma, concluiu-se a causa;" inexorável, que não se dei- papa. juiz de sob dores do ATHEISMC^ Disse o ? Mas Roma já poria ;sss»— —ro xa arrastar por paixões. seus leitores incòrreretti em peccàdo Effeitos da portabu de 2 de Dedo, e elle ainda dizia no liv A resignação do bispado é o único iririiem então desde e capT 4: «Eu iria ZEMBRO»*^Riscou*sé Donatist. hontem de nosso pensou grave, meio*da salyaiçlo, dv sr. Padre queirestalao Santo tar o éiemplo dò assignante o sr. ro XIV. por Manoel Luiz de Aze. priaho, si m'o não vedasse um acto estçpndòsò, qííe desáe brados Antônio, se presa a dignidade do seo vedo, dade do Concilio geral. » • cargo, e se tem consci desua encia ho Brasil inteiro. E' o terceiro dos que tem obede* O bom Catholico paraense manQue valenlão que está o fa|sa bsição. | effeito entre Tòdòs sabèniV cido a celebre portaria do nosso ama- dou-nos algumas erratas do resumo paraense i; Provocados a que Longe das* intrigas nós tem produsido a insensatez do que o cer- vel prelado. . ou transumpto, que publicámos, das franca c de viseira levan no silencio cão, do seo gabinete, pu- . Muito pouca gente leceia perder a lucubrações, com que elle vai illus- mettam-lhe o dedo na boe prelado, que para chegar a seus fins, rificado oração ainda de imprensa, era a pela calumniou poderia o entrada rio reino dos céos ! trar, e dar-lhes uma amostra do como elle morde..), sem meias que sr. d. Antônio rehabilitar-se um dia desaffeeto em râsão de ter sido por se escreve, estes .alinhavadores dc sem crepúsculos! aos olhos de Deos, ha de ella censurada na suà maneira dé proquo Acto de philantropia. — O sr. João mal-cozidos pedaços, agarrados a laço julgar Nada, meu bom senhor, a todos nós segundo as nossas cbras Augusto Ayres Carneiro concedeo aqui e alli. ceder no governo da diocese. força para luetar com os Assim como, para a Cúria Romana neste valle de mizerias. carta de manumissão, sem ônus ab ticano, um só dos quaes o Catholico maliGuiz evitar que impiedade o attacar é monstruosa á sua escravinha de nomeLuiza, enchergassemos algum ¦¦¦>»€

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DÍ3ECT0R DA EMPRESA JÈ REDACTOR EMCTIYO JOSÉ RAPTISTA RIBEIRpíl SOUZA. iíMliX&xv

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Publica-se todos os dias a oxcopçfio das • e dos immodialos aos snnt INTERIOR È PROVÍ 1 anuo. 2 ü mozos 'j meze

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Paço da câmara municipal do Pará 20 de dezembro de 1871. dr.! José da Gama Malcher, presidente; *cone go Ismael de Sena Ribeiro Nery, secretario.

&I&I htgi _. i-*.| d'Assumpç5o, Joaquim Henriques Vir [ ; ser procurado para os trabalhos' de <3^ gplinpfSimào José Bernardino; Nunes, seu'officio no escriptorio do tabellião j Severino Dias Ferreira Portugal, paGomes, das 7 boras da manhã ás 5 -•*•*• m dre Benedicto Thomé dP._iünlía-é datarde nos dias uteis e fora dessas Mello, Florencio Gonçalves* Campps, -Alfândega. í1-01"88 tm sua residência á travessa Antônio Joel Netto, Antônio Gualdi- Rendimento SAMllELWALLACU 1.ÍACD0W de 1 a 30 339:071 #182 jfa Gloria, fronteira ao prédio de dn De ordem do illm. sr. inspector da no da Motta, Luiz Antônio Ferreira ' salas do sr. José da Costa Ferreira [ias Recébeiíorià. 7 thezouraria de fazenda da provincia BentêSJoaqUitn Pedro Xavieff de N6T11AVE§SAD0PASS1N Rendimento de 1. a 30 Í3Í;H se declara em additamento ao editpl Assumpçãó^JRíibeirlo Julio da Silva ' desta VeiÍ o^Ezofe-';': SOCIEDADE PIILO-SCINICA. thesouraria de, 14 de novembro Franco, e Franciièo Cardoso Barata. ' Rendimento de 1 a 30 6:7. — ultimo, que fica espaçado para o.dfti Nao são convocados os srs. elei O espectaculo desta sociedade que Santa Casa. 20 de, janeiro próximo vindouro o tores dr. José Tiburcio Pereira de deveria ter lugar hoje 30 do corren ____W Rendimento de l.a 30 492.400 praso para o concurso dos lugares de Maglhâes, e. Basilio Magno do Amaral transferido para segúnda-fei j|e,dfica 3o escripturarlo; 2o conferente e pra- por'terem mudado de residènciaj^r. f#'1° de BACHAREL janeiro. - ticantes da alfândega desta provincia. João Lourenco Paes. de Sousa, Joa. Belem. 29 de Dezembro de 1871. Arntlnl» Adolpho-Fontes _ « Secretaria da -thezouraria' de ia quim Antônio Alves, e Francisco AnServindo de *'ÁDVOWDO. secretario, , .. , KMf.v. i . zenda do Pará, 23 dè' dezembro de tonio de Aguiar é Silva por se acha' '-y.^ ly.» . fthí Çe-)rF?»?0o! ¦¦'¦ kijy.l , , 187.1.. r./y , rem ausentes; e Jbem assim os supiiííiíí^ tffCèial máiòr ^ ¦^'isií y.i-'í.:. plentes,'Jdkci^Ãhséimò'Pacifico de associação Filantrópica COMPANHIA D0 AMAZONAS^ V. Carmino Leal. ' Rua do. Mercadore» N.° í.8 A . Cantuaria, e Mathias José dos-San. 9. df. emancipação de escravos tos, por haverem mudado de dorrfiO paquete a vapor Arary comman | SANTA CASA DA MISERICÓRDIA. cilio: Ambrosio Belmiro de Leão dante Io tenente Figueredo segue iPela presente convida-se a todos Dc ordem do illm. sr. dr. provedor loão" Leite/Ribeiro, jMádoeTTlièôdpró para Arary na madrugada do diá-'&»'•'ois srs. sócios para a sessão solemne da santa"parà casa da misericórdia, faz*»e Teixeira, e Martiniano José dos San- de Janeiro. | de posse dos novos funccionarios a ^confiécimêutollbs ¦' tó_7'pór faliecimento. £ para *Rebe-se inte checarga encomméndas e publica que pa qual terá lugar no salão do lyceo pa ressados que, perante a junta admi- gue á* noticia de todos: os srs.*eleito- sageiros atéas 2 horas dítarde, "doraense, era l9 de janeiro vindouro as nistrátivaf farremàtar'*sè hão no dia re», e supplentes cof^qcijdos,'-- esitè dia 2. 7 horas dá. npite. Pará 18 dedezfm 30 dó' corrente uièlfe. cà gêneros' ali- será affixado noslugareSdocostuméj brodç|871. mentidos e outros artigos pará^òbn. e publicado pela imprensa. Belem 22 ¦O paquete a-vapor SOURE comSamuel W. M Dowell. süfno5 dos' estabèleciníèntós •' á ícVgo de dezembro de 1871.-*-Lourenco mandanta 1° tanente Figueredo, seFrancisco Xm do Espirito St0 J° da mesma santa casa no semestre de Justiniano da Gama. na madrugada do Cametá Vicente C. Leal. gue para ' è . janeiro a jühho dó^proxiíttó* Vindouro .27=RTÍA FOHM0ZA =27 diaa6. ? ánno a ,saber: carne Verde,1'kilogram- O cidadão João Baptista Pereira —. da Recebe se carga, encomméndas e Serra mas; pãoiroscodè' 4 Òriçàs. arrobas; jujz ^ pães5 mais votado, da' passageiros no dia; i>té ás# horas Sabbado e dòrri^o", dias da vespe freguesia'âíSenflióra»Santa arrobas; chfrprètoe assucar refinado, Aiina da tarde, do dia'à"M l'WW.1 ra e da festa de Santa Luzia, que verde, libras; farinha d^gdá,' dita!sec da campina da capital do Pará 4c/ * íj os barfaqueiros do arraial ca^ ditame tapiòca, alqueires; farinha , ;, O paiuete a vapor «Óbidos com-; ' celebram . * Nos/estabelecimentos de se 'deitar* de Nazareth; reabrir-se-há a explen Façosaber ao= srs. eleitores e sup- mandante 1° tenente Figueiredo, ser ^eWazareth; reabri] de araruta, libras; mantega tarumã, potespdÍtá'dé'váeb'â, ;;liferas| P)?^?,! ^.s^8; P8^^,'8 - abaixo desi gué para Obides na madrugada,do da, dida exposição dos pássaros «Mos «irpintaria á vapor dò Coelho " ca, Tapyranga, Anamib^» e outros eu encontra-sé constanteneute m azeite de';aiídiíWàí'ftaVéo'f;{èéTOdihKài gWádos^ íjúé deveio rèWiiir-se na 3*. 12 do corrente. i av } macarrão tarSriclò/^áfé, ^libras; viíiho dominga do mez de jrneiro de 1872 j Recebe «se carga encomméndas -e riosissimos sujeitos automáticos mo- serradas de todas as qualidade mensões, coms sejão, acapú, do Porto, garjrafás; aíróz, sfàbãfd^ré (dia 21 do dito mrz) as 9 hpráildà^ 2 ho- ventes, inclusive uma machina para p reljo,. louto", despertar tamaquaré, e distrahir os apreciadores cedro, manhã, no consistorio da igrêjama^iTasdàtardedo dia 11 to. amarello e HbuCihhb/ aVtotías/ • apaixonados de amoros: qiieira, guaruba,*cupiíiba, e a Secretária da1 santa casa 'lia' 'Mise- triz d#-S_.nhpri_vSanta .nna.riclafcàmassim como ripas de todos os c ricordiá* do Pairarem'20' de dezembro pina afim de organisar-se a mesa de , O paquete a vapor oSoure» com mentos e larguras para telhado de 1871- " O escrivão, qualificação da dita parochia-^-Elei- mandante Io tenente Figueiredo, se para tabique o ditas de acap tores. Antoaio Rodrigues Lima, ÇYa- gué paraSoure o escalas na madro Um to^scopio que é primor de ar- venezianas. ¦ >.\-yÁ ? L- nmioúi)-- üifui.n:<>»', Ln.wi-j _d cisco Xavier Rodrigues de _MòíaeSr gada do dia 10 do correote te, devassando os mysterios das íuiuíiu encommenüa encommenda de aue , Tomão .José dos Passos Àlyes da Cunha, dr. qu Recebe-se carga encomrnen espheras que O cidadão' Loiirferiçd Justíniano d8 o espaço cnle- m.deira de dlfTerente d.imer^ Antônio Gonçalves jovoam Nunes, João de' mendas e passageiros até as 2 horas da ará a cu„oS,dade dos obs.rvado.es Gama, jiiié'de paz mais votado d° Continua» a receber ma.ci™ «|Silva; Manoel W Pços tarde cro dia 9 Martiniano Canos segredos dos astros, que, apanha- serrar> districtdj presidente da grimeirô e !ainar> obr a * ' valheiro de Macedo, Jeronimo José dos, desprevcnidos, revê am- toda a n;nt„;, • junta rCvisórá dá qualificação , desen .*¦*«« fazer para por «» belleza tiSiày^m dè votantes da parochia da Sé na do Rego Castello Branco, dr. Mar sua e magestade: medidas I apresentadas, também capital¦«..- da provincia do'.PàriTetc. cèIlo<ítLobato 3e; Castro, Frederico Todos os segredos do céo por : tomar rrfMhti medidas' ?;¦ ímatJ.ti h&,í . • Carlos RÍfiossard, Fructuoso de Mesem cas Hitt |da-se 500 réis ; pretendentes e os mesmos prom Faço saber dc conformidade com quita eSousaV.Jeronimo José Morei,Largo de Nazareth. i vender as madidras por preços os .arts. 4o, e 25.da lei dè J9 de agos- ra»,R.;imundo Alves de Castro e Sil, veis assim como as obras fei to de 1846* que no: dia"21, terceira va, Manoel Antônio Rodrigues, e Fran ^'»Vv.l%yVHItVHHínU«VVWVI«VHtVtuv >V)U\V» seus estabelecimentos. dominga, do.raez de janeiro vindou- cisco Pereira Dourado.—SuppJente.. lugar.a,.r_i?isão ro, terá da qualifi- -loão Francisco da Silva Leão, Romão Stí u.j h>a _ cação de :votante{_.d'esta'.parochia. 'de Aríujo,* Pedro Luiz Pipereira. E porque nã igreja^o^armojique nheiro de AÍmóida, João paptista do Convidão-sé todas às! pessoas qne está. servindo temporariamente- de Livramento Ferreira, dr.; Francisco ' matriz, não itenha consistorio bas-, assistir a sessão de posse i Cura De ordem do sr.'director infallivel em 3 dias. Carlos Mariano, Justino' dé OJiveirà quiserem dos novos funccionarios desta socieda tante espaçoso, nem no corpo d'este Magalhães, conego Antônio collegio laço publico que ho di GonçalCahio o sulphoto de quinino 'terá. igreja se possa proceder eleição.-ál- ves da Rocha, José Luiz de Lemos, de que terá lugar segunda-fe:ra,l* vindouro logar'*. a a janeiro no tratament%do$ sezões. . fu mez turo as 1 horas próximo .das guma, por complicar com os actos ^ibprio?jÍ_ntonió da Silva. Cravç, JosS do ra aulas df» mesmo. Não é niais preciso esta subs- I religiçsps,;rconypço os. srs. iÇ^itóres, e de Deos e Silvai Antônio Joaquim de da noute no sala do Lyceu Paraense Collegio Sa/.cá Maria de Bel tancia para debellar esta en I. Pará 29 de Dezembro de 1871 supplentes abaixo declarados, para Almeida, e João Antônio Corrêa Bude dezembro'de 1871. • Samuel W M. Dowell. j fermidade tão freqüente no inque no dia aprasádo as 9i hbras-;dfa Ihòes. Deixando de serem convocados O. secr Francisco X. do Espírito Santo -J. I terior de npssa provincia, esta manhã compareçam na sachristia dos João José terem Nogueira, fallecido os eleitores João por «mesma nos fornece no reino Vicente C. Leal. No dia 8 de janeiro vindouro pontificaes da igreja da -Sé. afim de da Silva Maia, Jeronimo Antônio Tavegetal uria cem numero de , organisir-se a junta com as forma. nellas. e I tiriuará a funecienar a escola n pelo mesmo motivo os sup| substancias, dentre as quaes . na lidadfes Í(jgaes; a saber: Ejcito_e.~ para os escravos erecta no plentes conego Joaqu m Antônio da escolherijo.s, depois, de longo e | 11 Men- Silva'EguéSi . conego Manoel José dè Siqueira e^ Joio Pedro de Sousa gio Santa Maria de Bolem. * 'Nina, No escriptorio do tabellião Gomes, íí apurado estudo, obtendo sem João Moreira, è des, JVJanoèí Roiz Chiçks Belem c?o Pará 28 de dezemb por não residirem no dis- á rua Formosa, canto da travessa dò i j pre optimos resultados, —^a Baptista Grana, José- Ferreira -de tricto os eleitores Gaspar de Macedo Passinho, acha-se uma pessoa compe- \i caíferana paraense-T.que, uni- _. I87m Sousa, dr: Joaquim Pedro Corrêa de e Amorim, João Paulo Ramos Chitentemente habilitada, por grande da. á algumas outras em deter- it . Padre Felix VicenYe de Leã Freitas, dr. Ludgerò1 Vieira: de Ase- ves e Silva, e os supplentes Ferrian» tractar de quae'squer neminadas proporções fermam as i \ ved"o, Pedro Gomes d'0]iveira, Ma- do José de Oliveira, Antônio José Coe. parte, para desembaraços como sejão para pilulas de/iominadas— Pilulas j noel Roque .lorgé'Ribeiro, Maxim ja- lho de Barros Júnior,,e Peregrino do gocios, de* de compras raiz, * de t.afferana Paraense— que j rengas de e vendas ^em "chegue no Roberto Pimentel/ Valentim José Espirito Santo. E (erro de propriftda á hypothecas, moveis ou semoventes, unicamente para são qüe preparauas companhia por do gaz> que se aefiã Ferreira, Francisco; de 5alles Mello noticia de todos mando seja este folhas corridas ou outras quaesquer _ | Cândido do Prado T^to e C que deadas 11 em frente do seu depos Ovidio Perei Joaquim Freire Barata, afixado no lugar do costume e publi- agencias; assim como encarrega-se Cada caixa acompanha um carvão da praça do Bajé, não d ra do Araújo, Januário de Miranda cado pela imprensa. Pará *20 de.de- de c mpras e vendas de bens de í opusculo Com nossa assignaser tiradas d"ali para Ribeiro, Pvàimurído Píntò Teixeira, zembro de í 87 U—Eu Marcos Victo^qualque seja; sendo natureza tura.* qualquer > que estranha a companhia por pessoa Francisco Roiz Soares do Amáràt, rino Xavier de Brito escrivão Único deposito— Rua de Sanque es- tudo feito com a maior promptidãò pjevio consentimento do age ]\faxin,iano José dós Santos, Bernar crevl.—(Assignado) João*Baptista Pemediante ajuste rasoavel. n. 17. 1 to Antônio possível, mesma companhia. * dino dei ScÃa Carneira,. Afttbnip da reira da Sem,^' ¦}li '"¦'¦ -i i.-. :-y y 0 r Silva franco, peífimJFlafp Portugal, il 'if\) PARÍ. \fM Jogo Diogo Santos Dayiçi idos (Lopes, MOVIMENTO DO GADO VACCÜM; i. Clemerite M^er,. dr^Josj^[Forrejra Manoel Raimpiido Gomes 1 °;ta* Convoca-se a reuniAoda aise CantãòAjqsé/Joaquim 4de,_ Linçia4ibabellião desta capital, faz sciente ao geral dos srs. assignantes da pra charel àni^o. d^ViMqr^e,. Dias.Ãp com e especialidade ao respei commercio para o dia 2 de publico j tonio Xavier^da Silya |5|?Ít^«luft!.or» Reses existé|p'p !. . ,í|«, ,"•%»;¦ -. .: ^13 tavel corpo £do commercio, que enfuturo, ao meio dia, na conform SppplepSep^. e JoàOií.i\egorio^,de Entrarão bois... 25 trou nò exercicio de s o emprego no alagada na costa da ilha das Onças, *dos estatutos. Sala cias sessões d / Rai: Mapl^adoj Antônio. tes—Joãp 13 dia 17 dp (torrente mez; podendo ser tendo as rodellas' quebradas, assim ça do commercio de Pará, 27 ,nfra^,-_gi^ José mundo Dias Ferreira Portugal, _ procurado para os misteres de seo como annuncia-sc a perda de uma q' zembro de 1871, coBarata, Freire Custodio,de ijello 451 officio era -seo escriptorio á rua For- desappareceo na noite de 14 para 15 Somma Antônio Soares Pinhe José Pinheiro, José Cíementino nego Talharão se bois 45 vaccas 12 57 mosa, canto da travessa do Passinho, do corrente, e roga-se a pessoa q* a Servindo de secretario. Bento da Silía/-José do' Nascimento das 7 horas da manhã ás 5'da tarde, encontrar ter á bondade de dar notid'01iveira, AudVé. Marinho da Silva, ExisiemvV.-. 394 nos dias uteis, e fora dessas horas em cia em casa de Manoel Pacheco da '.-... Francisco RomãoPereira de Araqjp, Matadouro publico do Pará 30 da sua residência a estrada de Nazareth. Silva, a travessa das Mercês, fabrica de colchões, Nesia typographia se diz Francisco de Paufa Malcher,, Antônio desembro de'l 871 *., y tose vende mais, o dono da Roga-se Cypriano as collecções de leis do primeira Firmo Dias Cardoso, -

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sendo í^ CGlhcr' facilmente espalhada quina/ vento, ili^rnluda é ffr C1' pelo apenas SSúreci P01' «* Contudo, . graças á intelligente persevern ò T' ° ^ ÍUnÍg°' ° Sl' beiro bgrou enviar, com uma Conseao Ministério dAgricultura, cm intereíantis i n "'"? (1° Sr- Markaw, sementes de quina CV,,,W,/rt diprmlS?í nuí« PaWà40' don8 ***** ,nello (Jul,1^ade. « 0 alid Estas sementes forão donforW a Janeiro, e em todos ^ ,n'°vil,cia (1» KÓ ^ ifeSSlf germinou í° a8 Não se pôde desconhecer oSSteS ha. quD n íse]'raÇ«eS tutoa cultura da tanto ma q„„ ?ff2 ^e merecei-do Instiquina, continuarem, como vão, na Bolivia °m que'sc !l* cousas r° e i o Emndn'' rendo quasi sempre ^Pectivas mor^rfeSs^toSfln? ^ pelo Cxt?cçíio (,!X casca «'«» serem nunca substituídas ' • outras ám m nf l obrigadas a importar a por quina afg^&SS^1^" *PMi<& serão

procedência, aonde, nao ô&\^S&S® ,"u,lltostaul superioridade,não ,° f$ ^ competir com o dc outras regiões poderia

M"™i-'r"" ™—. é 0 oaaVÍS ? tInS„° a ,„í í° termedio da nossa Legaçl'na íteli^ '"' V,ndH da senle»te Pdo ind^elST* tcimiSfT*;;,;r, * ***r*. ¦ ~»"«

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paiz' ,,a° SÍ,llio boa; porem espera recebel-a, ' intenin.lS pelo a envial-a logo que ^^^E^^^^^S^ obri*»™ na, que, sobre o plantio deste importante m™ momonP01tante vo oHl , I,Jnstltuto v e8eH mandou, escrever e deverá servir de guia na sua cultura. A coecaé um vegetal ¦ ! r. que pertence ao gênero botânico rW de,1Ginmado fechem, caracterisado pela cor vermelha %da lp£2 S / varias espécies, de entre as »° pa;z qt^^o^fc^^»? pe o nome àVgaUmha choca, mmn-iodore étí!Ktfii ™1 iVll,«amontc cuja casca se extrahe uma matéria corante ^¥&1^^^^ na uma substancia assaz fixa. ObWttftOa, que lorneceatinturai " A coeca é indígena do Peru c Bolivia Goyaz) e constituea espécie mais interessante(temol-a, talvez ' cmM«...,.r', °S\°>e o?S scnao , os livianos servem-se de suasfolln<j nn,- -¦&,*, ,, deste . Venert peruanos e bog ° aS folhas mwtuP radas com um pouco de calcareo em pó (§z) Sa° ^^ãd^ueas folhas da coceaconteem um prín cimo ilÍSt?ralÍ^


56 appetite, estimulando os nervos do systema gástrico, ou fornecer ao corpo materiaes de fácil assimilação, são modos de acção mui differentes. O tabaco; as folhas dc coeca misturadas com cal viva; o ópio, de que se servem os lilhos de Bengala, por muitos mezes, em épocas de carestia de viveres, moderãoa violen. ^ cia da fome ; porém, estas substancias obrão mui diversamente do pão, da farinha de mandioca, da gomma arábica, do lichen islandico, ou do peixe apoclrecido, que constitue o principal alimento de muitas tribus africanas. Não ha duvida que, sob igual volume, as substancias azotadas (animaes) nutrem mais do que as substancias vegetaes; parece que destas ultimas o glúten é mais nutritivo que o amylo (fecula), e este mais (pie a mucilagem; porém deve-se attribuir, não á estes princípios isolados, aquiílo que, na acção do alimento sobre o corpo vivo, depende cia mistura dohydrogenio, do carbono e do oxygenio. Assim é, que uma matéria pode tornar-se eminentemente nutriente, se contem, como o cação, além do amylo, um principio aromatico que excita e fortifica o systema nervoso (*)". Não foi somente com os produetos do reino vegetal que o Sr. Conselheiro Lopes Netto se oecupou na Bolivia, em horas de lazer ; o reino animal também mereceu-lhe attenção. Trata-se da introducção da alpaca no nosso paiz. Este animal pertence á ordem dos ruminantes, ao gênero Auchenia, Desm. (**) ou ao gênero Lama, de Cavar. Iv o camello da America meridional, menor e menos forte do que o sóbrio animal, navio dos desertos do Saltara; porem mais esvelto c sem a bossa dorsal diujuelle ; distingue-se ainda pelasepa- ' * ração completa dos dedos, disposição que lhe facilita a subida aos rochedos mais íngremes, como fazem as cabras. Apezar da incerteza, que reina ainda em zoo* logia, sobre o numero de espécies de animaes deste gênero, são bem definidas as tres seguintes: o hitanaco, giianaco ou Ihumu, do porte de ura veado, empregado pelos Incas, na época da descoberta da America,, como animal de carga, e também por seu leite (mui scmelhaute ao da vaca), por sua carne c por sua lã. Ainda hoje os habitantes do Períi servem-se deste precioso animal, como besta de carga, nos escarpados caminhos das cordilheiras, graças á firmeza e segurança de sua marcha por áquelles sitios alpestrcs. Não carrega, porém, mais de 75 kilogrammas de peso. A alpaca é uma outra espécie; tem de altura 1 metro sobre lm, 16 de compriinento.E' caracterisada, principalmente, pela abundância e comprimento dos pcllos lanudos cpie lhe cobrem todo o corpo, pellôs tão finos e tão brandos, que nada deixão á invejar da mais tina lã das cabras do Thibèt: esta lã tem apenas ¦-.-,/ de 21 a 28 millimetros cie diâmetro. Finalmente a terceira espécie é nvigonha ou vteunha, do porte da ovelha, porém semelhante ao guanacooulhama;com as formas ainda mais esveltas e elegautes e coberta de lãs íinissimas e superiores ás mais bellas que. se conhece. Habita esta espécie, em grandes manadas, as regiões das neves perpétuas dos Andes, no Peru e no Chili, onde os caçadores a perseguem cruelmente. Todas

.QJEssai 4ifiM<p&,.sur.le royaume de la Nouv. Espagne. tom. -2, pag. 392. ("*) Vide a Historia natural popular dos animaes,úQ Miguel A. da Silva e A. de P. Freitas, pag. 93.


%w.'

3 -'ísiíátiiiii

Paço da câmara municipal do Pará 20 de dezembro de 1871. dr.! José da Gama Malcher, presidente; *cone go Ismael de Sena Ribeiro Nery, secretario.

&I&I htgi §.-*.! d'Assumpç5o, Joaquim Henriques Vir [ '-&ÍK3.I ; ser procurado para os trabalhos' de <3^ l^^C&^^XS® gplinpfSimào José Bernardino; Nunes, seu'oficio no escriptorio do tabelliâo j 'Gomes, Severino Dias Ferreira Portugal, padas 7 boras ás 5 -•*•*• dre Benedicto Thomé dP__in_a . é m *'• da tarde nos dias úteisda e manhã fora dessas Mello, Florencio Gonçalves* Campps, -Alfândega, hpras em sua residência á travessa Antônio Joel Netto, Antônio Gualdi- Rendimento Gloria, fronteira ao prédio de dn SAMCEL WALLACH MAC-DOW de 1 a 30 339:071.182 De ordem do illm. sr. inspector da no da Motta, Luii Antônio Ferreira jfa salas do sr. ' José da Costa Ferreira j*&s Recébedoria» , thezourària de fazenda da provincia BentêSflpaqüim Pedro Xaviei. de N6T11AVE§SAD0PASS1 Rendimento de 1 a 30 13 Í-H se declara em additamento ao editpl Assumpçãó^JRíibeirto Júlio -da Silva ' desta Ver o* .ezóí- x SOCIEDADE PIILOSCINICA, thesourária de, 14 de novembro Franco, e Francíico Cardoso Barata. ' Rendimento de 1 a 30 6:7. — ultimo, que fica espaçado para o dia Não são convocados os srs. elei O espectaculo desta sociedade que Santa Casa. 20 de, janeiro próximo vindouro o tores dr. José Tibürcio Pereira de deveria ter lugar hoje 30 do corren m_4w Rendimento de Ia 30 492.400 praso para o concurso dos lugares de Maglhàes, e Basilio Magno do Amaral transferido para segúnda-fei j|e,dfica 3o escripturario; 2o conferente e pra* por'terem mudado de residència;*dr; f#'1° de BACHAREL janeiro. - ticantes da alfândega desta provincia. João Lourenco Paes. de Sousa, Joa. Belém, 29 de Dezembro de 1871. Arminio Adolpho Pontea e « Secreteria da -thezourària' de fa quim Antônio Alves, e Francisco AnServindo de •UiH>i*'ÁDVOWDO. secretario, . , ... i zenda do Pará, 23 dè' dezembro de tonio de Aguiar è Silva por se acha' 'yx,-^ •£» ¦ ! :t* If! lyi» y.^' Trovão, y Vpk , ,',';' 1871... x kr , rem ausentes; e bem assim os sup!ll*?${_ tífOèíal máiór ¦ii'-:plènteS,' ifdkô^Ãhséimo' Pacifico de COMPANHIA D0 AMAZONAS* ASSOCIAÇÃO FILANTRÓPICA '•k ' Rua do9 Mercadore» N.° «8 Aj4 V. Carmino Leal. . Cantuaria, e Mathias José dos-San.9. DE, EMANCIPAÇÃO DE ESCRAVOS to's,pbr haverem mudado de doníi* O paquete a vapor Arary comman | SANTA CASA DA MISERICÓRDIA. cilio: Ambrosio Belmiro de Leão dapte Io tenente Figueredo segue Pela presente convida-se a tod«s Dc ordem do illm. sr. dr. provedor loão" LeitelRiheirò, jMádoel'tlièõdoró para Arary na madrugada do diá£_ os srs. sócios para a sessão solemne da santa"parà casa da misericórdia, faz*»e Teixejra, e Martiniano José dos San- de Janeiro. J d*e posse dos novos funecionarios a ^conhecimentolios ¦' tósCpór faliecimento. E para *Rebe-se inte checarga encommendas e publica que pa qual terá lugar no salão do lyceo pa ressados que, perante a junta admi- gue á* noticia de todos: os srs.*eleito- sageiros atéas 2 horas dítarde, "doraense, era l9 de janeiro vindouro as nístrátiva. *arremàt ar'«sé hào no dia re», e supplentes cos^qcijdos, i eí\è dia 2. 7 horas dánnpite. Pará 18 dedezfm 30 dó' corrente'''irièSfej-oà gêneros' ali- será aí fixado noslugareá'do costumei brode|871. mentidos e outros artigos pará^òíin. e publicado pela imprensa. Belém 22 ¦O paquete a vapor SOURE comSamuel W. M Dowell. süfao5 dos' estabèleciníèntós •' á 'dafgo de dezembro de l8íl.-rrLourenço mandanta 1° tanente Figueredo, seFrancisco Xm do Espirito St0 J° da mesma santa casa no semestre de Justiniano da Gama. na madrugada do Cametá Vicente C. Leal. gue para ' è . janeiro a junho dó^proxiíttó* Vindouro ?27=RÜA FOHM0ZA =27 diaÃ6. . ánno a ,saber: carne Véráe/kilogrâm- O cidadão João Baptista Pereira —. da Recebe se carga, encommendas e Serra mai; pão'iroscodè' 4 Òriçàs. arrobas; jujz ^ pães5 mais votado, da' passageiros no dia; 4 .té -ás;! .horas Sabbado e dòrningo", dias da vespe assucár réfiriâdó, artòbus; chá; preto e freguesia ¦âíSenfhóra»Sariita Anna da tarde, do dia'à"M iwwtl ra e da festa de Santa Luzia, que verde, libras; farinha d'a'$â,' dita1 sec da campina da capital do Pará £cj * íj os barfaqueiros do arraial ca', ditame tapioca, alqueires; farinha , ;, O paiuete a vapor «Óbidos com-; ' celebram . * Nos, estabeleci mentos de se de Nazareth; reabrir-se-há a explen Façosaber ao= srs. eleitores e sup- mandante 1° tenente Figueiredo, ser .eNazareth. reabri) de araruta, libras; roantega .e';tar** tafru^a, potespdÍtá'dé'váeb'â, ;;liferas| .P'p^sr-^sí*{--Pa??cWí. f abaixo desi gué pana Obides na madrugada do da, dida exposição dos pássaros «Mos «irpintaria á vapor dò Coelho " ca, Tapyranga, Anaimbé» e outros cu encontra-se constante.nente m azeite de'andiróFàíftasíéof;{èév^ #íádos; ípíé deveio rèWiiir-se nia 3*. 12 do corrente i av } macarrão blrSritíòV^áfé, ^libras; viH'co dominga do mez de jrneiro de 1872 j Recebe «se carga encommendas -e riosissimos sujeitos automáticos mo- serradas de todas as qualidade do Porto, garjrafás; aíróz, sabão'pré (dia 21 do dito mrz) as 9 horás;dà .passageiros no dia 4 b*até as 2¦ ho- ventes, inclusive uma machina para mensões, coms sejão, acapú, p despertar e distrahir os apreciadores reljo,. louto", tamaquaré, cedro, manhã, no consistorio da igrêjama^iTasdà; tarde do dia 11 to; araàfrclld e HbuéihhbV tfrrotías/ • apaixonados de amoros: qiieira, guaruba,*cupiiiba, e a Secretaria da1 santa casa 'lia' "Mise- triz d#;S_nhoria Santa ^nna.riclafcámassim como ripas de todos os c ricordiá* do Pairarem'20' de dezembro pina afim de organisar-se a mesa de , O paquete a vapor oSoure» com mentos e larguras para telhado de 1871- " O escrivão, qualificação da dita parochia-^-EIei- mandante Io tenente Figueiredo, se para tabique o ditas de acap m^WIJrM^<MnMò£ , tores. Aptoaio Rodrigues Lima, ÇYa- gué paraSoure o escalas na madró Um to^scopio é de arque primor ¦ venezianas. ? L* <ttifiíe8.3. tiihnitii- i:n:-À-)ui itlà. cisco Xavier Rodrigues de ^MòraeSr te, devassando os mysterios das gada do dia 10 do correóte íuiuíiu eocommenua eneommenda de mie , Tomão ,José dos Passos Àlyes da Cunha, dr. qu Recebe-se carga encom men espheras que O cidadão' Lourferiço Justiniano d& o espaço enle- madeira de d.fferente d.imer^ Antônio Gonçalves jovoam Nunes, João de mendas e passageiros até as 2 horas da Gama, jiiié'de paz mais votado d° °bsl!mdT Continua» a receber madcii «|Silva; Manoel W Pços T/kkT, ?M tarde Martiniano Cadia 9 .o nos segredos dos astros, que, apanha- serrar> distrietój presidente da grimçirô e !ainar> obr * '• valheiro de Macedo, Jeronimo José dos, desprevcnidos, revê am* toda a „;„.„;, junfâ revisora da qualificação , desen .PiotariQ fazer para por «i. belleza h»llL#.e magestade: m.^t..Ha. de votantes da parochia da Sé na do Rego Castello Branco, dr. Mar sua medidas I apresentadas, também capital da provincia do ^'Pàrí etc. cèllo^Lobato 3e; Castro, Frederico Todos os segredos do céo por -1 tomar medidas' em cas jda-se Carlos Rftossard, Fructuoso de Mes500 réis ; pretendentes e os mesmos prom Faço saber de eonformidade com quita eSousaV.Jeronimo José Morei,Largo de Nazareth. vender as maduiras por preços os,arts. 4o, e .5 da lei de J9de agos- ra»,Rf;imundo Alves de Castro e Silj, veis assim como as obras fei to de 1846* que no.-dia .21, terceira va, Manoel Antônio Rodrigues, e Fran <^«MfMkV1M .wvvvyitv«vvvwv»*%v\wvwvv tvtuvvu B8»'**^*«*«*»(*v**«wvv*vwv«.*v»v\»vv/»vt.»Wvv-vvvvv> seus estabelecimentos. dominga, domez de janeiro vindo.u* cisco Pereira Dourado.—SuppJenteí. lugariaj.evísão ro, terá da qualiíi- .loão Francisco da Silva Leão, Romão J-.Í 'Mi cação de votantes. d'estav parochia. ¦ 'de Aríujo,* Pedro Luiz Pi1*50 E porque nã igreja^o^armOjiqae pereira nheiro de AÍmóida, João paptista do Convidão-sé todas às! pessoas qne está. servindo temporariamente de Livramento Ferreira, dr.; Francisco ' matriz, não .tenha consistoriô bas-, Carlos Mariano, Justino' dè OJiveirà quiserem assistir a sessão de posse i Cura infallivel em 3 dias. De ordem do sr.'director dos novos funecionarios desta socieda tante espaçoso, nem no corpo d'este Magalhães, conego Antônio collegio faço publico que ho di GonçalCahio o sulphato de quinina 'terá. igreja se possa proceder eleiçâo.-ál- ves da Rocha, José Luiz de Lemos, de que terá lugar segunda-fe:ra,l* vindouro logar'*. a a janeiro no tratument%das sezões. . fu mez turo as 1 horas próximo .das guma, por complicar com os actos ^ibprio^A. tonió da Silva. Cravo, JosS do ra aulas df» mesmo. Não.é niais preciso esta subs- ! reiigiosps,; conyppo o#sr_ «e|eitôres, e de Deos e Silvai Antônio Joaquim de da noute no salado Lyceu Paraense Collegio Sa/cá Maria de Bel tancia para debellar esta en . Pará 29 de Dezembro de 1871 supplentes abaixo declarados, para Almeida, e João Antônio Corrêa Bude dezembro'de 1871. • Samuel JV, M-Dowell. j fermidade tão freqüente no inque no dia aprasádo as 9i hbratf-dfa ihòes. Deixando de serem convocados O. secr Francisco X. do Espírito Santo -J. I terior de nossa provincia, esta manhã compareçam na sachristia dos João José terem Nogueira, fallecido os eleitores João 'Séf «mesma nos fornece no reino Vicente C. Leal. afim de por No dia 8 de janeiro vindouro pontificaes da igreja da da Si! vá Maia, Jeronimo Antônio Tavegetal um cem numero de , organisir-se a junta com as forma. nellas, e I tinuará á funecienar a escola n pelo mesmo motivo os sup- ;,»!»:ij | substancias, dentre as quaes l na lidadfes íijgaes; a saber: Ejcitóres~ para os escravos erecta no plentes conego Joaqu m Antônio da \ \ escolhemos, depois, de longo e | Men- Silva'EguéSi . conego Manoel José dè Siqueira e^ Joio Pedro de Sousa gio Santa Maria de Bolem. * 'Nina, No escriptorio do tabelliâo Goríies, íí apurado estudo, obtendo sem João Moreira, è des, JVJanoeí Roiz Chiçks Belení do Pgrá 28 de dezemb por não residirem no dis* á rua Formosa, canto da travessa do i j pre optimos resultados, —^a Baptista Grana, Jos8(. Ferreira xde tricto os eleitores Gaspar de Macedo Passinho, acha-se uma pessoa compe- \\ caíFerana paraense-T?que, uni- i í 187l:-x Sousa, dr: Joaquim Pedro Corrêa de e Amorim, João Paulo Rai. os Chitentemente habilitada, por grande da. á algumas» outras etn deter- ii . Padre Felix VicenYe de Leã Freitas, dr. Ludgerò1 Vieira' de Ase- ves e Silva, e os supplentes Fer nan . tractar de quaéSquer neminadas proporções fermam as 11 vedo, Pedro Gomes d'0]iyeira, Ma- do José de Oliveira, Antônio José Coe. parte, para desembaraços como sejão para pilulas de/iominadas— Pilulas | • noel Roque Jorge'Ribeiro, Maxim ja- lho de Barfos Júnior,,e Peregrino do gocios, de* de compras raiz, * de (.afferana Paraense— que j rengas de e vendas ,bem "chegue no Roberto Pimentel/ Valehtim José Espirito Santo. E (erro de propriftda á hypothecas, moveis ou semoventes, unicamente para são que preparauas companhia por do gaz^ que se acüã Ferreira, Franciscox de 5alles Mellc noticia tle todos mando seja este folhas corridas ou outras quaesquer _ | Canoido do Prado T^to e C que deadas 11 em frente do seu depos Óvidio Perei Joaquim Freire Barata, afixado no lugar do costume e publi- agencias; assim como encarrega-se Cada caixa acompanha um carvão da praça do Bajé, não d ra do Araújo, Januário de Miranda cado pela imprensa. Pará *20 de.de- de c mpras e vendas de bens de í opusculo Com nossa assignaser tiradas d"ali para Ribeiro, Pvaimu^do Píntò Teixeira, zembro de í 87 U—Eu Marcos Victo^qualque seja; sendo natureza tura.* qualquer > que estranha a companhia por pessoa Francisco Roiz Soares do Arnáràt, rino Xavier de Brito escrivão Uniço deposito— Rua de Sanque es- tudo feito com a maior promptidão pjevio consentimento do age .faximiano José dós Santos, Berna, crevl.—(Assignado) João*Baptista Pemediante ajuste rasoa ve). n. 17. 1 to Anlonio possivel, mesma companhia. * dino dei Seria ILameirá^Aftltbnio da reira da Sem..?^ X ¦¦'.:¦ .i i a, yé y Silva franco, peífimJFlafp Portugal, il 'if\) PARÍ* Jogo \fM Diogo Santos DayiçJ idos (Lopes, MOVIMENTO DO GADO VACCUM; tt ClemerUe M%fchip, ,rAlJpsâé Forrejra Manoel Raimuiido Gomes Io taConvoca-se a reuniAoda aise CantãòAjqsé/Joaquim 4ile,. Li.naa4lbabeílião desta capital, faz sciente ao geral dos srs. assignantes da pra charel mdjp. d& .Mqr^es Dias.Ãp com e especialidade ao respei commercio para o dia 2 de publico j tonio Xayier|,4da S|1:y. |5.!?m^uft!.or» Reses existé^é'p tavel corpo ^do commercio, que enfuturo, ao meio dia, na conform SppplepSep^. e JoàO;CÍi\egorio^,de 25 trou nó exercicio de s o emprego no alagada na costa da ilha das Onças, *dos estatutos. Sala cias sessões d Entrarão bois... . Rai: Maçl^adoj Antônio tes—Joãp 13 dia 17 dp (torrente mez; podendo ser tendo as rodellas' quebradas, assim ça do commercio do Pará, 27 José a de uma q' zembro mundo Dias Ferreira Portugal, de 1871, procurado para os misteres de seo como annuncia-sc perda coBarata, Freire Custodio,de ijello 451 officio era -Seo escriptorio á rua For- desappareceo na noite de 14 para 15 Somma Antônio Soares Pinhe nego Cíementino José Pinheiro, José Talharão se bois 45 vaccas 12 57 mosa, canto da travessa do Passinho, do corrente, e roga-se a pessoa q* a Servindo de secretario. • .-... Bento da Silía/;José do' Nascimento * . das 7 horas da manhã ás 5'da tarde, encontrar ter a bondade de dar notid'01iveira, AudV. ,Mar'nho da Silva, ExisiemvV.-. 394 nos dias úteis, e fora dessas horas em cia em casa de Manoel Pacheco da :-... Francisco RomãoPereira de Araújo, Matadouro publico do Pará 30 da sua residência a estrada de Nazareth. Silva, a travessa das Mercês, fabrica de colchões, Nesia typographia se diz Francisco de Paufa Malcher^ Antônio desernbro de'l 871 *., yt Jo?é vende mais, o dono da Roga-se Cypriano as collecções de leis do primeira Firmo Dias Cardoso, -

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58 agradável, como também as propriedades tônicas que caraoterisão aquella UUeYítlllor. coutem rusiiitt, gyuiiua., um uxv^ ooo^i

uma substancia particular denominada liipidina. Ora, pela curta exposição das propriedades deste vegetal, vê-se que não importal-o como pode haver fabricação de cerveja sem lupulo, salvo a querer-se fazem vários paizes, e principalmente as nossas fabricas de cerveja, que consumem grande porção desta substaneia, e veem-se portanto na dependência dos mercados estrangeiros para obterem esta matéria prima. O lupulo poderá viver no Brosil, de modo a ser cultivado com vantagem para o lavrador e para o fabricante? Taes forão as questões, de cuja solução pratica se tem oecupado seriamente o Sr. commenclador Antônio José Gomes Pereira Bastos, proprietário de uma importante fabrica de cerveja nesta cidade, Em sua viagem á Europa, em 1867, durante a Exposição internacional de Paris, da qual fez parte como membro coadjuvante, o Sr. commendador Bastos não se descuidou de estudar todos os melhoramentos que a fabricação da cerveja tem adquirido na Inglaterra, Belgica, Allemanha c França. A cultura do lupulo mereceu-lhe igual attenção, como o attesta o seu Relatório, apresentado ao Governo Imperial. Foi assim que, desejando crear mais uma fonte de riqueza na agricultura do paiz, mandou vir de Alost (Bélgica) mil pés em estacas de lupulo, que chegárãó á esta cidade em Abril do anno próximo passado, na galera Petropolis, do 1 lavre. Estas mudas forão offertadas ao Ministério da Agricultura para serem distribuídas por diversas colônias. Infelizmente, esse primeiro ensaio não foi coroado de resultados vantajosos, porquanto, dessas mudas poucas lograrão vingar. Desejando o Sr. commendador líastos que essas poucas plantas, que tinhão escapado, viessem a prosperar e não tivessem de soffrcr a indifferença, que em geral costuma matar os primeiros germens de uma reforma qualquer, offertou ãq Governo e depositou no Thesouro Nacional a quantia de 200$000, aíim de ser destinada á confecção de uma medalha cie ouro, que deverá ser conferida pelo Ministério da Agricultura ao cultivador cio.lupulo, que conseguir colher.o melhor producto, verificado em concurso. Apezãr dessa animação, nova, tentativa foi ainda feita pelo digno fabricante, e desta vez mais bem suecedida. Em Dezembro do anno próximo passaxlo, éhconiinendou á seus correspondentes de Paris e de Antuérpia mil pés dc lupulo de Alost, mil pés de Spalt (Baviera) e mil pés da Bohemia, que cffectivamente chegarão á esta corte no corrente anno pelos paquetes in^lezes Meudon.ta e City o f Buenos-Ay res, e pelo francez Guienne, de Bordéos. Essas 3,000 mudas forão, por offerta do Sr. commendador Bastos, entregues ao Ministério cia Agricultura para serem distribuídas pelo Imperial Instituto Fluminense de Agricultura, Sociedade Auxiliadora da Industria Nacional por vários lavradores e ás pessoas que desejassem fazer ensaios sobre a cultura desta planta. • Cerca de 50 pés lorão plantados na chácara do Sr. commendador Bastos rua do Biachuelo n.,27, onde grande numero delles estão bein desenvolvidos! Np Jardim Botânico consta que igual resultado se conseguira. Fazemos votos para que essa cultura prospere e possa em breve tempo

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59 desonerar nossas fabricas de cerveja do lupulo belga e allemão. Ao Sr. commendador Pereira Bastos, o introductor do lupulo, dirigimos nossas saudações, em nome da lavoura, por tão louváveis esforços.

Sementes de sumagre, introduzidas nesta cidade e provincia do Kio de Janeiro pelo Sr. Casemiro de Sá Araújo Lima. O sumagre (Pihus coriaria) é uma planta que cresce nos paizes meridiomies da Europa e que merece muita importância dos curtidores de pelles c dos tintureiros. No relatório geral da segunda Exposição nacional (*) encontrará o leitor todas as indicações á respeito do emprego lesta planta no cortume das pelles. Nesse mesmo trabalho exprimíamos, naquella época, o desejo de ver aclimacla entre nós essa preciosa planta, (pie deverá desenvolver-se bem nas províncias do Rio-Grande do Sul, Santa Catharina, Paraná, S. Paulo e Minas. Esse desejo foi realisado, com a introducção e plantio do sumagre manciado vir, por diversas vezes, de Hespanha c de Portugal, pelo Sr. Casemiro de Sá Araújo Lima, commerciante nesta corte e um dos proprietários da fabrica de oleados, marroquins e couros envernisados de S. Christovão. As sementes forão distribuídas e semeadas em diversas estações do anno, em Theresopolis, na propriedade do Sr. Silva Costa ; em Nictheroy, cm terras dos Srs. Thomaz Malheiros e Eugênio Saint-Diniz; em Itaguahy, nas fazendas do Sr. Conde dc Itaguahy; em Petropolis, no Retiro, do Sr. Corrêa; na chácara do Sr. Rodrigues Barboza, nas Laranjeiras, e cm S. Christovão nos terrenos cia fabrica de oleados e couros envernisados. Exceptuada a plantação feita na chácara, já mencionada, do Sr. Rodrigues Barboza, nas Laranjeiras, cm nenhum outro sitio, ao que nos consta, vingarão as sementes do sumagre. . Após este primeiro ensaio, pouco satisfactorio, o honrado Sr. Araújo Lima não arrefeceu em sua tentativa; mandou vir novas sementes das mesmas procedencias e offereceu destas cerca cie boO grammas ao Sr., eominendador. ÍVIa-5 riano Procopio Ferreira Lage, afim de seméal-as nas terras da Escola agrícola União e Industria, da qual é S. Ex. digno presidente. Ao muito louvável empenho do Sr. Araújo Lima em fundar no paiz uma nova espécie de cultura, e cultura utilissima aos cortumes e á tinturaria, rendemos, em nosso nome eno da lavoura, os mais sinceros votos de agradecimento Miguel A. da Silva.

(*) Veja-se o Relatório parcial da 6» classe (couros e pelles preparadas) apresentada por Miguel Antônio da Silva ao Sr. Conselheiro J. A. Fernandes Leão, presidente do 1° grupo de proçluctbs, pai>. 199e200.

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Preparação da (meta de pão paia ser conservada por muito tempo.

A fructa de pão no estado em salie da arvore, que a produz é que de muito pouca duração. Sendo, porém, como é, tão boa pára a alLentação do homem, muito convira que se tornem conhecidos os meios de conscrval-a íor neste intuito, que depois dc algumas experiências, julguei acertado apresentar na ultima exposição nacional desta corte, c na universal cUVMs algumas preparações desta fructa, tendentes a conseguir-se algum Sn As íruetas podem ser preparadas um pouco duras, isto é, no estado em USa (leíaS a COmÍda' e «Mn-oparações expostas rSTão0?Iff.V fPai'acrua, cozida em poi mim íorao feitas com a fructa pedaços, em fôrma de sagu, como farinha grossa e fina e amylo d° m°U dCVei' ***¦ Uma noçao' ÜXo clai'a «luaiito -§P seja possível; fv 4 PRIMEIRA PREPARAÇÃO. F1UJCTA DE 1>A0 (JllUA

EM TALHADAS.

A primeira cousa, (jue se deve fazer, é descascar-se bem a frnrtn , depois de tirada toda a casca verde cortal-a 3 a 4 mâllvo de grossura, perpendicularmente ao eixo daem olhadas de millimetios fructa As talhadas devem ser postas logo a seccar ao sol em iwIps ™

C0l l 0 CÍUl a 8 de mo,,°íue ° " e"s»' "«»*™ p« 3« O" ST0*'e Em dias de sol ficão perfeitamente soceis hv^n«* „ i '* ° (kl*aS' e Podmi ' conservar-se annos sem apodrecerem Quando houver grande abundância de fcuetus . sp ««;»,. sempre convém, poupar tempo, 'e CT° l êmtrM Lt tillh?r J. aS lmctas> um instrumento contendo algumas póde-se facas ^.Tnt

empieguei quo :mmm^^mmW^mm^ moccasiao brando o calor do\Sw éS^ínK ou ainda muito tomdàsP JUG ^

mUTS> clevendo ser T hllwm mluzidas a Cí^°,

SEGUNDA PREPARAÇÃO. FRUCTA DE PAO COZIDA.

Descascão-se as fruetas e cortãn <jp p™ foliai „Jo, e aepois «o Wada™^ .» ífc&fS?

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61 -

com água. Quando cozidas, mas sem que fiquem muito molles ebC0ue-3e escorre À a água toda e trata-se de secal-as como na &S As fruetas assim preparadas tomão uma primeira côr um pouco mais escura. TERCEIRA PREPARAÇÃO. **

FRUCTA

DE PAO

a' SEMELHANÇA

DO SAGU\

Cozinhão-se as fruetas sem que fiquem demasiado molles, e denois de cozidas levao-se a uma pequena machina de minha invenWh « ,S! custar 1M000: consistindo pôde Vum cylindro de fiS|o^^obS com o fundo fechado em peneira. Empurra-se a massa dent o do cylS meio de um instrumento por de ferro. O cylindro prende-se a um náo perpendicular com a peneira para baixo. pa0 Enche-se o dito cylindro com os pedaços da fructa cozida, colloca-se o instrumento de ferro, e deixa-se trabalhar a manivella, e a ma sa da Gm Í1°S maÍS °U menos ftnos' couforme a dimensão dos foros £ ud SntahU*a peneiia. Para receberem-se estes fios, deitão-se em baixo da peneira taboas

'raoer;:»r„;rf„zl!r„tse sobra *tara — -" P°r eSte m0d° COnserva-se P01' inuitos ann°* ructJ?ebpão

a massa da

QUARTA PREPARAÇÃO. FRUTA DE PAO DEPOIS DE

SECCAR.

Qualquer preparação das frutas seccas pôde ser aproveitada para fazer que se torne muito boa, moendo-se a massa ou pulverisaudo em pilão e passando-a em peneiras mais ou menos finas, conforme se quizer que saia a farinha mais ou menos grossa. QUINTA PREPARAÇÃO. FRUTA MUITO «'3„Vf'>>'.;i!0 í

MADURA

PARA

AMYLO OU

GOMMA.

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Consiste em machucar bem e lavar dentro de um panno forte coberto d água, ate que esta corra completamente limpa, como se procede com a araruta mandioca, etc., para obter-se a fecula. O amylo preoipita-se e vai a seccar è pode-se guardar em pedaços ou em pó. O residuo da massa depois de espremida e com vantagem empregado na alimentação dos animaes. ;

SEXTA

PREPARAÇÃO.

-

PROVENIENTE DO AMYLO DA FRUTA DE PAO.

Cozinha-se o amylo com ácido sulfurico, e esta combinação produz um xarope de assucar, do qual pode-se extrahir muito facilmente o ácido pormeio de um pouco de greda ou cal. "


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62

O xarope fica muito claro e limpo, e pode ser applicado á muitos usos. Se estas minhas indicações parecerem de alguma utilidade, terei a satisfação de ir coordenando e enviando outras sobre assumptos semelhantes de que se pôde tirar muito útil partido. C. Glasl.

Descripção para fazer vinagre do espirito tle vinho ou da aguardente de canna.

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Prepara-se para este fim um barril bem limpo ecçuiforme o modelo junto (*). Este barril deve ter um furo no lugar marcado com a letra A, para collocar-se nelle uma torneira. A torneira deve ser de zinco, ferro ou madeira e nunca de cobre, latão ou casquinha. Na altura dc oito pollegadas deve haver uma tampa crivada com furos unos, que só deixem passar o vinagre, mas que possa segurar os pequenos carvões cie que adiante foliarei. O espaço que fica dessa tampa para cima, deve-se encher de carvão de lenha duro, cio tamanho de ovo de pomba. Logo que o barril estiver cheio com este carvão, lança-se sobre elle água quente na qual ficará envolvido, e por cima 3 libras de aciclo muriatico, conservando o carvão com este liquido por espaço de 10 horas. Durante esta lavagem por que passa o carvão, substitue-se a torneira por uma rolha. Findas as 10 horas, deixa-se correr o liquido fora, e lança-se por cima água fervendo, e depois água fria, para lavar bem os carvões, o que se conhece quando a água que correr em baixo, não tiver mais gosto ácido. Feito isto' deixa-se seccar o carvão todo durante 24 horas, e lança-se sobre elle 8 garrafas de vinagre forte ou, ainda melhor, 500 grammas de ácido acetico em um litro cPagua, e quando o vinagre ou ácido acetico estiver já muito fraco, deita-se todo fora, e lançá-|e sobre o carvão uiíía parte de espirito de vinho e nove partes cPagua. ,/ Se em lugar do espirito de vinho se empregasse a aguardente de canna, que é mais fraca, seria preciso mistural-a com menos água, guardando-se a proporção correspondente á differença do gráo. Convém durante o processo do vinagre cobrir o barril com um panno «rosso para evi.tar que se perca muito vinagre pela evaporação Um barril destes, com todos os ingredientes indicados, pôde custar, termo médio, 8 a 10$000 e serve por muitos annos. Deve ter quatro palmos de altura e seis de circumferencia. Nestas circumstancias leva uma garrafa de espirito de vinho de 720 ou 800 réis, mas dá de excellente e puríssimo vinagre 15 á 16 garrafas.—A. Krauss. O Não encontrei o modelo á que se refere o auetor. (Do redactor).


63

Estrumes artilieiaes. Estrume de sangue.—O sangue é um dos mais fortes estrumes, e pode ser usado quer no estado em que sahe do matadouro, quer depois de secco. No primeiro caso, não convém que o sangue se conserve muito tempo sem applicação, porque fica podre, e perde uma grande porção de substancias úteis. O sangue deve ser depositado n'uma tina ou n'outro vaso semelhante, enchendo-se a terça parte somente. As outras duas terças partes enchem-se com areia e pó cie carvão de madeira, e mistura-se tudo isso muito bem. Quando se possa obter serragem cie madeira, é melhor empregal-a de preferencia áareia, porque torna o estrume muito mais rico de substancias fertilisadoras. O estrume preparado por este modo pôde ser empregado. Se se tiver de usal-o em uma arvore, deve-se fazer um buraco próximo á raiz principal, e deitar-se ali quantidade como duas mãos de estrume, cobrindo-sc depois de novo com terra o buraco. Para uma touceira de canna, basta a quantidade corrrespondente á uma mão. Para o milho e outras plantas, cultivadas cm linhas direitas, cm sulcos on regos, é sufficiente espalhar o estrume com a mão no rego ou sulco destinado para a plantação, e depois que for lançada a semente, cobre-se esta juntamente com o estrume, por meio do arado, com um pÓnco de terra. Se porém a semente já estiver na terra, e se se quizer estrumar o terreno, então será preciso esperar ate o tempo de chegar-se terra ao pé das plantas, e, neste caso, estruma-se cada pé e chcga-se-lhe a terra do melhor modo possível, sendo preferível com o arado. O sangue é, como já disse, um dos melhores e mais fortes estrumes que ha. Tem, por isso, a vantagem de, em pequena porção, produzir um grande effeito, e ser mais fácil e mais barato o seu transporte; o que não acontece com os estrumes fracos que exigem o emprego de grandes porções,, com maior trabalho e despeza. Querendo-se conservar este estrume mais tempo, é preciso tratar-se logo de seccal-o, o que se consegue vantajosamente da maneira seguinte: Mistura-se o sangue com tanta porção de» serragem, cinza, cal, areia e pó de carvão cie lenha, quanto seja necessário para que tome a consistência de uma argamassa grossa. „ A mistura pocle-se fazer por meio de uma enxada. Conseguido isto, o estrume deve ser espalhado sobre um terreiro de taboas ou de argilla dura, preparado na altura de duas pollegadas. Durante o processo da sécca, deve-se ir revolvendo e misturando sempre a massa com um ancinho, mas resguarclanclo-a com cuidado da chuva. Depois de secca, a massa fica inteiramente pulverisacla, e guarda-se em caixas ou barricas n'um logar bem secco. Algumas das substancias, indicadas para mistura, podem deixar de ser empregadas, mas é necessário então uma igual porção das outras substancias que são effectivamente applicadas. A cal, a serragem, a cinza e o pó de carvão dão muita força ao estrume de sangue, e especialmente o pó de carvão, que é especial para absorver e guardar os gazes do estrume e do ar.—(/. Glasl.

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oadjuvadogelo sr.Elçardõ francise^Maiiehon.

Sob a direcção do abaixo assignado, este estabelecimento pode hoje melhor que nunca, preencher dignamente os fins para que foi destinado pelo sei fundador e primeiro director. A posição e construcção do edifício, as proporções e condições de hygiené, moralidade, asseio ê boa alimentação, tornão este estabel cimento verdadeiramente recommendavel aos srs. pães de familia, correspondentes e a todas as pessoas, que se interessam pela boa educação moral, e intolle* ctual da mocidade. O abaixo assignado continua a não poupar-se a sacrifício algum na escolha e conservação do pessoal necessário para a observância da boa ordem e aproveitamento dos alumnos; e por. isso continua a Dão admittir para cargo algum em seu estabelecimento pessoas, que for palta de"documentos ou boas informações, não possão merecer toda a sua confiauçà po cumprimen»fi to de seus devetes. , ...t Os alumnos que por sua pouca idade ou soffritnentos não possam acompanhar os de mais idade e robustos, serào tratados separadamente e com todo o desvelo por-pessoas da família do abaixo assignado para cujo fim a conserva em lima parle do estabelecimento. As matérias ensinadas estão divididas em tres cursor primário ereligioso; commercial e preparatório para instrucção publica, ou qualquer acade: raia do império; . Os professores a cjjo cargo está o ensino das línguas vivas, que consta: da inglcza, franceza e allemã, são todos naturaes dos respectivos paizes, adoptando o estabelecimento os methodos mais acreditados para esse fim, sobre tudo pela pratica; e um dos pontos mais rigorosos do regulamento in* terno do estabelecimento é, que todos cs alumnos depois de seis mezes de sua entrada para o estabelecimento fallera o francez 0' inglez- alternativamente, não se permittindo o uso do portuguez senào.nas classes para tratamento das matérias do"ensino geral. CONDIÇÕES DE ADMISSÃO. A pensão do alumno qualquer que seja a sua idade e as matérias que aprenda é de 35$000 mensaes pagos por trimestres sem desconto algum por ausência ou enfermidade, e comprehende 'o ensino dc todas as referidas matérias. . Os alumnos que queirão freqüentar as aulas de musica, desenho edansa pagado" mais pela primeira 8$000 mensaes e pelas duas ultimas 10$ cada uma. • Alem da roupa usual para. uso doméstico e passeios de campo, o alumao trará um uniforme todo preto, sendo: de jaqueta e bonet para os de pouca idade e pouco crescidos; e a vontade para os já crescidos e de" mais de 13 annos de idade; 6 lenços de tamanho regular; 1 cobertor encorpado; 1 sobre-tu lo eom mangas; 3 toalhas para banho. 3 ditas para o rosto; 6 guardanapos p ra mesa: escovas de fato, çabéllo, dentes, unhas *e calçado; pen tes; thesoura de cortar unhas; 2 pares de sapatos fortes e I de botinas pa Ta usar com o uoiforme Uma contribuição de 25^000 rio acto da entrada faculta ao alucino, por todo o tempo que ellé estiver no collegio, o uso. do cajma e seus pertences, e todes os mais objectos que não \3o especificados. „ Toda a roupa deverá vir marcadacom as iniciaes do nome. do alumno, e acompanhada de uma relação em duplicata para voltar uma depois de conferida. A lavagem e pequenos concertos da roupa se fazem no estabelecimento por 6$000 mensaes. As pessoas interrssadas receberão no fim de cada trimestre, um boletira que lhes porá minuciosamente ao facto do aproveitamento e condueta do alumo. Para melhor intelligencia do presente pro.pecto se facilitará qualquer informação, neste estabeleci mento ou na corte, rua Municipal n. 1 com os

Marca official

da companhia

Em% consideração da grande acceitação das suas

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Macíiinas de costuras a Singer Manufacturing Gompany ; 1| tem resolvido para maior protecção do respeitável publico e os .honrados negociantes abrir agencia em todas as praç.ís importantes do império. Pessoas pouco conscienciosas-nas praças-da Europa e America do Nòtte tem offerecido secretamente imitações das machinas de costuras de Singer compromettendo a companhia e os respectivos negociantes que as tem-comprado ecausado bastante prejuiso ás famílias e artistas com^ suas inferiores imitações. * E'por esta i*asão que a Singer Manüfàcturíng Company resolveo augmeõlar suas facilidades de manufacturá e offerecpr suas celebres Por preços tão rasoaveis que não offerecem attraçâo

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AGENCIA

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melhores e majs apr dos para encanações de água. Todas as machinas vendidas nesta agencia são plenamente garantidas e VM0EM-SÍ no armazém levão.no. braço de cada machina a marca acima. - v Kingdom ft Comp/, á travessa Acha-se contractado na agencia o perito machinista o sr. Hí. I)e Vera Meicês. 70-f tebilitad°;Por »°»Sa experiência a fazer com rapidez eperfeição tedo^qual.Singer. ^conc*rto nas verdadeiras: machinas de Precisa-se contractar agencias em todas as cidades do interior. '¦•-?:. * .*¦'.-'.' I Anda em fuça' a escrava M - - ; -? -«s i.' ; ¦;,• ü lina idíide 20 annos, cabocla es magra, alia, braços comprido^, pequenos, tenv, uma cicatriz tia e o nariz chato. Consta andaip °típ '.St,',* . S*na capital, onde tem sido JU*:.*trada por muita gente; ha/oito ws que fugiu e não téin ficad rua este tem qo tudoi 7 Recommenda^-se a sua Captur autoridades policiaes, e7dá se gratificação a quem levai» a à ca sua senhora; à travessa /dos fer ' ¦ n. 25 ou ao largo dp Qarmo, ca ¦ftm-i sr. Tiberio Moita. 7 Continua^ collocar dentes pordiversòs systemas, taes como os de pressa o.

.Eseraro fugidia,

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Rua Mova «le Na sita % «ita. I CANTO M TRAVESSA DE S- MATHEUS» FRANCISCO XAVIER DO ESPIRITO SANTO


66

Assucar.—O estado do mercado deste gênero é o seguinte: Branco de Pernambuco—2a sorte.. " 3a dita... " 4a dita... « . Somenos Mascavo

5$700 a 5$900 á arroba « 5$400 a 5#600 " 5#100 a 5#300 " 4$900 a 5$000 Sem cotação. Falta sensível.

Fumo.—Este gênero, cujo principal consummidor é o Rio da Prata, tem adquirido maior importância de ha cinco annos á esta data, em conseqüência da accumulação cie tropas n'aquellas republicas; o movimento é continuo e vai em augmento. As cotações regulão, para o de Minas superior, 10$000 á arroba. Aguardente.—Cóta-se de 125$000 a 130$000 á bordo, e em terra de OOpÔO a 95$000. Metaes Observou-sc no decurso deste mez um movimento assaz importante de metaes. Alem dc uma avultada compra de soberanos aos preços de 12$300 a :12$400, tem havido, e continuava provavelmente a haver, procura dessa especie, para oceorrer a compromissos pendentes até ao fim do corrente mez e princípios do seguinte. Esta necessidade urgente, e a exportação em escala mais que regular, contribuem para a elevação dos preços que se nota nós últimos boletins; contribuo não menos para isso a falta de espécie no mercado. Pôde-se asseverar que, emquanto não forem liquidadas todas as transacções pendentes, quer por vendas cífectivas, quer por opções, os preços conservar-se-hão em oscillação entre 12$800 e 13$000. lia actualmente vendedores a 12$900, e compradores entre 12$800 e 12^850; estes, compromettidos, procurão evitar o prejuiso do momento, porem adião apenas o sacrifício. O ouro nacional está á 40 e 42 °/0. » '

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Mappa demonstrativo da exportação de valores metallieos e nao :^rm^Mã^&^-> metallicos (papel).'W

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De 55 de Agosto i\ 7 de Setembro De 8 á 25 de Setembro Ouro 617.71)5^410 Ouro.. 22.447*000 Prata 4.362^800 Prata 2.761g500 Cobre 4.000$000 Cobre 4 950#000 Papel 518.537^000 Papel 1.601.9791000 1.144.69ò|21Õ 1.632.137#5ÕÕ * A grande exportação de papei para as províncias do Norte é devido á estar naquellas praças o cambio sobre Londres mais favorável, e por isso essa larga corrente de papel-moeda para o norte.


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Marca official

da companhia

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Sob a direcção do abaixo assignado, este estabelecimento pode hoje melhor que nunca, preencher dignamente os fins para que foi destinado peEm% consideração da grande acceitação das suas , . director. fundador e sei Io primeiro A posição e construcção do edifício, as proporções o condi»jõcs de hygiené, moralidade, asseio ê boa alimentação, tornão este estabel cimento verdadeiramente recommendavel aos srs. paes de familia, correspondentes tem resolvido para maior protecção do respeitável publico e os honrados boa educação moral, e intollee a todas as pessoas, que se interessam pela " negociantes abrir agencia em todas as praç.ís importantes do império. • ¦ ctual da mocidade. Pessoas pouco conscienciosas-nas praças-da Europa e América do Norte, O abaixo assignado continua a não poupar-s*e a sacrifício algum na estem offerecido secretamente imitações das machinas de costuras de Singer colha e conservação do pessoal necessário para a observância da boa ordem comprométtendo a companhia e os respectivos negociantes que as tem come aproveitamento dos alumnos; e por. isso continua a não admittir para carprado ecausado bastante prejuiso ás familias é artistas com^ suas inferiores go algum em seu estabelecimento pessoas, que for palta de"documentos ou imitações. * boas informações, não possão merecer toda a sua confiauçà no cumprimenE'por esta rasão que a Singer Manüfàcturíng Company resolveo aug//%£ to de seus deveres. , ...t meõlar suas facilidades de manufacturá e offerecer suas celebres Os alumnos que por sua pouca idade ou soffrimentos não possam acompanhar os de mais idade e robustos, serão tratados separadamente e com todo o desvelo por-péssoaa da familia do abaixo assignado para cujo fun a Por preços tão rasoaveis que não offerecem attraçâo aos falsific*dores, conserva em uma parte do estabelecimento. As matérias ensinadas estão divididas em três cursor primário ereligipso; commercial e preparatório para instrucção publica, ou qualquer acaderaia do império; •' ¦ -.ípti/iV mí M . Os professores a cijo cargo está o ensino das línguas vivas, que consta: ( poços, de 20# até da inglcza, franceza e allemã, são todos naturaes dos respectivos paizes, aMachinas para familia... .• • * » • • • .-'• • • •••••••• •'doptando o estabelecimento os naethodos mais acreditados para esse fim, RoínhaS de a*lü Press"-'-» pa uvmumy Ditas para ditas com caixa........,..,,,... .-;•-.....•. ! çoff0tí$, atéJ sobre tudo pela pratica; e um dos pontos mais rigorosos do regulamento in* Ditas para ditas com mesa espansiva............. .1 terno do estabelecimento é, que todos os alumnos depois de seis mezes de i/itus para artistas* •«»• • • * • • •*• ?.• • • • • • •• #•/•••¦•. * de ferro de A 0 p sua entrada para o estabelecimento fallera o francez e inglez* alternativa•Acala de despachar e chama-se a attenção do respeitável publico para dé comprimento a 3ojOQi). mente, não se permittindo o uso do portúguez sénàc*»nas classes para trata- um sortimento destas machinas vindas por conta da companhia di* grande mento das matérias do"ensino geral. rectaraente. da fabrica e actualmente offerecidas a venda em casa. de tal para engenho CONDIÇÕES DE ADMISSÃO. A pensão do alumno qualquer que seja a ^~~ até." sua idade e as matérias que aprenda é de 35$000 mensaes pagos por tri* para toda e qu mestres sem desconto algum por ausência ou enfermidade, e comprehende 'o pbra, ensino dc todas as referidas matérias. ferro galvanisados . Os alumnos que queirão freqüentar as aulas de musica, desenho edanf^Aadé melhores e majs apr sa pagafao" mais pela primeira 8$000 mensaes e pelas duas ultimas 10$ dos para encanações de água. cada uma. e são agencia Todas nesta as machinas vendidas garantidas plenamente VÉNDÉM-SÊ no armazém • Alem da roupa usual para. uso doméstico e passeios de campo, o alum.'''acima. ¦: levão.no.braço a marca dé machina cada Kingdom ft Corap.», á travessa no trará um uniforme todo preto, sendo: de jaqueta e bonet para os de De sr. o Hí. Vera machinista o agencia Acha-se contractado na 70—TMei cês. perito pouca idade e pouco crescidos; e a vontade para os já crescidos e de" mais de todo^qualeperfeição com rapidez a fazer longa experiência 13 annos de idade; 6 lenços de tamanho regular; 1 cobertor encorpado; 1 \^^ào:por ras, machinas de Singer. sobre-tu Io eom mangas; 3 toalhas para banho. 3 ditas para o rosto; 6 guar» ^conc*rto nas verda dei Precisa-se contractar agencias em todas as cidades do interior* danapos p ra mesa: escovas de fato, cabello, dentes, unhas *e calçado; pen ":zz^^^./•¦¦: - ..-¦ Anda em fuça' a escrava M *~ ¦ ¦¦' * • í- -, z':í*' - .*'"• ti - ' •«s». - ; j -? • ; ¦;,tes; thesoura de cortar unhas; 2 pares de sapatos fortes e I de botinas pa lina idíide 20 annos, cabocla es Ta usar com o uniforme magra, alta, braços comprido^, Uma contribuição de 25^000 rio acto da entrada faculta ao alucino, pequenos, tem* uma cie atriz na por todo o tempo que ellé estiver no collegio, o uso. do ca.ma e seus per* e o nariz chato. Consta andar tences, e todes os mais objectos que não \3o especificados. g-na capital, onde tem sido i*>.y a Toda a roupa deverá vir marcadacom as iniciaes do nome. do alumno, e trada por muita gente; ha/oito acompanhada de uma relação em duplicata para voltar uma depois de conzes que fugiu e não tém ficad ferida. rua este tem qo tudo. 7 A lavagem e pequenos concertos da roupa se fazem no estabelecimento Recommenda-.se a sua .captur por 6$000 mensaes. autoridades policiaes, e7dá se As pessoas interrssadas receberão no. fim de cada trimestre, um bolegratificação a quem levai a à ca tim que lhes porá minuciosamente ao facto do aproveitamento e condueta sua senhora; à travessa /dos fer do alumo. ' ¦ n. 25 ou ao largo dp Qarmo, ca ¦fim-i Para melhor intelligencia do presente pro-.pecto se facilitará qualquer sr. Tiberio Moita. 7 informação, neste estabelecimento ou na corte, rua Municipal n. 1 com os Continua^ collocar dentes pordiversòs systémas, taes como os de pressa o.

Macíiinas de costuras a Singer Manufacturing z . Gompany

Mactònasdecp^

Grande redücçao de preços por érdem espressa

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68

FUNDOS

PÚBLICOS.

Apólices da divida publica.— E' este o titulo da divida publica, que maior confiança merece da nossa população. EV de certo admirável, como atravez cie todas as crises por que tem passado o paiz, n'estes últimos annos, o thesouro tem podido localisar esses títulos com mais ou menos vantagem, relativamente ao nosso estado financeiro. N'estes dous últimos semestres forão emittidas cerca de 50.000 apólices, e, apezar dessa emissão, ainda ha procura. Estes títulos teemsido vendidos a 80, 80 »/4 e 80 % °/ò. Apólices do empréstimo nacional de 1868.— Esta operação financial realisou-se em fins do anno próximo passado. Os títulos deste novo empréstimo (os bonds) forão avidamente tomados; os lucros que sem posuidores teem auferido vão ainda em via progressiva. A cotação destas apólices regulava, em dias próximos, por 975.000. dividendo para o comprador.

ESTABELECIMENTOS DE CREDITO. Banco do Brasil.— Este importante estabelecimento de credito, creaclo como banco de emissão pela lei de 5 de Julho de 1853. foi reorganisado pela de n. 1347 cie 12 de Setembro de 1855, que autorisou o governo para innovar o accordo celebrado com o Banco do Brasil e alterar as disposições dos respectivos estatutos, e pelo decreto n. 3720 de 18 de Outubro de 186G, que deu regulamento para a execução da citada lei de 12 de Setembro. Em conseqüência destes últimos actos cessou o estabelecimento de ser banco de emissão, e transformou-se em banco de descontos e empréstimos. Uma commissão ultimamente nomeada para examinar as contas da directoria, e dar sobre ellas seu parecer, propoz a reforma dos estatutos do banco, na parte concernente á sua administração superior, com o rim de reduzir a directoria á três membros, os quaes nomearão entre si o presidente e o secretario. As ultimas cotações das acções deste Banco forão: •$•

161$000.... lotes simples* á dinheiro 160$000 „ B cá prazo. 159#000.... „ 158$000.... „ insignificantes á dinheiro. 162$000 á prazo para 30 de Novembro e 15 de Dezembro. Banco Rural e Ilypothecario. — Este estabelecimento, cujas acções tinhão baixado, tem grangeado ultimamente, depois da reformados seus estatutos, o credito e favor popular que lhe competem entre os seus congêneres. Uma organisação simples, e despida de apparato desperdiçado, conseguio rehabilital-o; Tres.directores, homens práticos, conhecedores da- praça, operarão -.h!„

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69 tão salutar reforma; marchando prudentemente, procurando, por negociações importantes e com resultado rápido, seguro e lucrativo, empregar os grossos capitães que são confiados ao estabelecimento, teem elles, em pouco tempo de administração, colhido fructos tão remuneradores, que as acções estão hoje ao quasi par, e de certo o estarião já, se entre nós, c maxime na presente quadra os capitães, receiosos de tudo quanto não é immediatamcnte tangível, se di in-"' gissem para este e outros estabelecimentos cie credito, fazendo usufrui r a seus donos os lucros provenientes cie uma boa administração. As acções deste Banco são cotadas á 192$000 e 195$000 rs. cada uma notando-se que poucas se achão á venda. Banco Coninieroial do Rio dc Janciro.-Este Banco, jovem entre os outros, tem adquirido notável importância relativamente ao pouco tempo de sua existência. E' o estabelecimento deste gênero que encerra maiores depósitos e, comquanto não seja sempre esse facto o característico da prosperidade d'um banco, principalmente se, como actualmente se dá em^nosso paiz, não ha emprego immediato e conveniente para os capitães, indicamol-o, entretanto, como dando a justa medida do gráo de confiança que merece. Além de descontos em larga escala., e contas correntes, applica o Banco Commercicd os seus capitães á operações de cambio, nas quaes concorre com o English Bank of Rio dc Janeiro, limited, Pessoas competentemente inibimadas asseverão-nos a necessidade de certas reformas nos seus estatutos, como sejão, por exemplo, o descontar á prazo maior de 4 mezes, como se faz nos outros bancos, e a faculdade cie comprar e vender fundos públicos, operações assáz vantajosas ao seu interesse, e de que está privado. As acções deste Banco são cotadas á 62$000, isto é 2$000 de prêmio. English Bank oi Rio dc Janeiro, limited.— Este importante estãbelecimento continua a prestar bons serviços ao commereio; alem de cauções de metaes e de títulos, e descontos em escala regular, suas operações mais largas consistem em câmbios. E' tal a confiança que merece o • papel deste banco, que muitos negociantes e capitalistas o procurão para suas remessas. Sendo a sede deste estabelecimento em Londres, onde é exercida a direc^ão superior, ha tal ou qual repugnância da parte dos nossos commérciantes e capitalistas em inscrever-se como accionistas; assim,o mercado das suas acções existe quasi que exclusivamente nas casas estrangeiras, que compraonas para fazel-as figurar em suas remessas como letras de" caiii"biõ7 :t3pf-g-?íò,"1-vc"íi--'' didas depois em Londres. Ultimas cotações: 115$000 a 120$000, por acção. London and Brazilian Bank—Este estabelecimento que resentira-se das crises por que passamos, tem podido, sob aillustrada clirecção cio seu actual gerente, vencer as difficuldades, e promette, por suas condições actuaes, collocar-se em breve tempo na altura dos seus congêneres. Suas acções não teem cotação nesta praça, porque todas ellas são transferidas em sua sede, que é em Londres. Realisa importantes operações cie cambio e descontos. Miguel A. da Silva.

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Preços correntes da praça do Rio de .laneii •o, em 23 de Kotombro de 1809. GEISTEBOS

DE

IMPORTAÇÃO

Q-EISTEI^OS

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CIENEROS.

UNIDADE.

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Dito

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' ^Í1ÍÍIÍ1É Dita ,... Ma.hamburgueza... Dita Kerosene Lonas inglezas largas Ditas dita estreitas Manteiga franceza Dita commum Ditaingleza Massas Óleo de linhaça... Papel de embrulho' Passas Pimenta Pinho Presuntos inglezes Ditos de Westphalia Ditos portuguezes........... Ditos americanos i o ai.... ....c Salitre Taboado Velas de composição Vinagre de Portugal supnerior. Dito dito regular

Vinho de Malaga Dito de Lisboa Dito do Porto |ÉlP- • •

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feoi sócios na Europae fabrica em Paris onde trabalhãoos melhores õürives.éq' por conseguinte ninganm rnaisdòq'elléâ.iestáhãbilitadQa yândeí1 joia^^o^ ^qstos m .! ¦' completameint íoftidos, mais apropriados para este>mercado e pelos preços os mais rasoaveis admirar bello de o sortmento acábao de despachar, loja Boa-Vista e as pfferecem»áven»larpro sita a da. rua para jóias què Conv dãò pois os freguezes a virem á sua -. '¦ ",.--. \y . Zz do o possível para contentarmos comprafà^ jy.; f ,.-./vi. çomarnaiordelicadesapossível, ecom uma perfeição igual a quese.ac(ia,em qualquer obra estrangeira. Tcmum hábil ourives q' concertase fazjqualqUerobra.-nova ' :. "':•+¦¦' '•,'...¦-¦''-.¦.....¦.'¦ fc,-fí^t-'í*W! ¦ ':• rp: ;¦¦:>¦'¦ ;4i ¦'liHAÍfi

Encarregam-se também de encommendas para a Europa*

AGENCIA

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Marca official

da companhia

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; Westatíypograp guintes: ÁO CORPO E TITO FRANCO. D SYSTEJMA IlE para a conyersao nas nas que jiiest co tema usual de peso ,i|,e.vicè«versá..-ií. DECRETO jN. AGOSTODE 18 BELMAR.—V Brésiliennes de 1 'pjécede d'un rap le littoral du Bré A ^STÍtUIE rJIStÒRIA.-T^r Homem de Mello to. -., :. fi A AGRICULTU Pelo bacharel J Silva Guimarães, domarca do Rio G ce Minas Geraes. NOVÍSSIMA R RAk—- Seguida d e mappasf—rl860 -CATECISMO S CATHOLICA PA —Obra substanc italiano, augmén!a original e de vári com uma gravu virgem immaculad as heresi DECRETO N. DEZEMBRO DE gumas disposições alfândegas.

Sob a direcção do abaixo assignado, este estabelecimento pode hoje melhor que nunca, preencher dignamente os fins para que foi destinado peEm% consideração da grande acceitação das suas , . director. fundador e sei Io primeiro A posição e construcção do edifício, as proporções o condi»jõcs de hygiené, moralidade, asseio ê boa alimentação, tornão este estabel cimento verdadeiramente recommendavel aos srs. paes de familia, correspondentes tem resolvido para maior protecção do respeitável publico e os honrados boa educação moral, e intollee a todas as pessoas, que se interessam pela negociantes abrir agencia em todas as praç.ís importantes do império. " • ¦ ctual da mocidade. Pessoas pouco conscienciosas-nas praças-da Europa e América do Norte, O abaixo assignado continua a não poupar-s*e a sacrifício algum na estem offerecido secretamente imitações das machinas de costuras de Singer colha e conservação do pessoal necessário para a observância da boa ordem comprométtendo a companhia e os respectivos negociantes que as tem come aproveitamento dos alumnos; e por. isso continua a não admittir para carprado ecausado bastante prejuiso ás familias é artistas com^ suas inferiores go algum em seu estabelecimento pessoas, que for palta de"documentos ou imitações. * boas informações, não possão merecer toda a sua confiauçà no cumprimenE'por esta rasão que a Singer Manüfàcturíng Company resolveo aug//%£ to de seus deveres. , ...t meõlar suas facilidades de manufacturá e offerecer suas celebres Os alumnos que por sua pouca idade ou soffrimentos não possam acompanhar os de mais idade e robustos, serão tratados separadamente e com todo o desvelo por-péssoaa da familia do abaixo assignado para cujo fun a Por preços tão rasoaveis que não offerecem attraçâo aos falsific*dores, conserva em uma parte do estabelecimento. As matérias ensinadas estão divididas em três cursor primário ereligipso; commercial e preparatório para instrucção publica, ou qualquer acaderaia do império; •' ¦ -.ípti/iV mí M . Os professores a cijo cargo está o ensino das línguas vivas, que consta: ( poço da inglcza, franceza e allemã, são todos naturaes dos respectivos paizes, aMachinas para familia... .• • * » • • • .-'• • • •••••••• •'doptando o estabelecimento os naethodos mais acreditados para esse fim, RoínhaS de a uvmumy Ditas para ditas com caixa........,..,,,... .-;•-.....•. ! çof sobre tudo pela pratica; e um dos pontos mais rigorosos do regulamento in* Ditas para ditas com mesa espansiva............. .1 terno do estabelecimento é, que todos os alumnos depois de seis mezes de i/itus para artistas* •«»• • • * • • •*• ?.• • • • • • •• #•/•••¦•. * de sua entrada para o estabelecimento fallera o francez e inglez* alternativa•Acala de despachar e chama-se a attenção do respeitável publico para dé comprimento mente, não se permittindo o uso do portúguez sénàc*»nas classes para trata- um grande sortimento destas machinas vindas por conta da companhia di* mento das matérias do"ensino geral. rectaraente. da fabrica e actualmente offerecidas a venda em casa. de tal CONDIÇÕES DE ADMISSÃO. A pensão do alumno qualquer que seja a ^~~ até." sua idade e as matérias que aprenda é de 35$000 mensaes pagos por tri* para mestres sem desconto algum por ausência ou enfermidade, e comprehende 'o pbra ensino dc todas as referidas matérias. ferro . Os alumnos que queirão freqüentar as aulas de musica, desenho edanf^Aadé melhor sa pagafao" mais pela primeira 8$000 mensaes e pelas duas ultimas 10$ dos para encanaçõ cada uma. e são agencia Todas nesta as machinas vendidas garantidas plenamente VÉNDÉM-SÊ • Alem da roupa usual para. uso doméstico e passeios de campo, o alum.'''acima. ¦: levão.no.braço a marca dé machina cada Kingdom ft Corap no trará um uniforme todo preto, sendo: de jaqueta e bonet para os de De sr. o Hí. Vera machinista o agencia Acha-se contractado na Mei cês. perito pouca idade e pouco crescidos; e a vontade para os já crescidos e de" mais de todo^qualeperfeição com rapidez a fazer longa experiência 13 annos de idade; 6 lenços de tamanho regular; 1 cobertor encorpado; 1 \^^ào:por ras, machinas de Singer. sobre-tu Io eom mangas; 3 toalhas para banho. 3 ditas para o rosto; 6 guar» ^conc*rto nas verda dei Precisa-se contractar agencias em todas as cidades do interior* danapos p ra mesa: escovas de fato, cabello, dentes, unhas *e calçado; pen ":zz^^^./•¦¦: - ..-¦ Anda em fuça' *~ ¦ ¦¦' * • í- -, z':í*' - .*'"• ti - ' •«s». - ; j -? • ; ¦;,tes; thesoura de cortar unhas; 2 pares de sapatos fortes e I de botinas pa lina idíide 20 ann Ta usar com o uniforme magra, alta, braço Uma contribuição de 25^000 rio acto da entrada faculta ao alucino, pequenos, tem* um por todo o tempo que ellé estiver no collegio, o uso. do ca.ma e seus per* e o nariz chato. C tences, e todes os mais objectos que não \3o especificados. g-na capital, ond i*>.y a Toda a roupa deverá vir marcadacom as iniciaes do nome. do alumno, e trada por muita g acompanhada de uma relação em duplicata para voltar uma depois de conzes que fugiu e ferida. rua este tem qo A lavagem e pequenos concertos da roupa se fazem no estabelecimento Recommenda-.se

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INSTITUTO FLUMINENSE ^AGRICULTURA.

DIRECTORIA. Presidente, Conselheiro de Estado Barão do Bom Retiro. Vice-Presidente, Barão de Mauá. Secretario, Dr. Sebastião Ferreira Soares. Thesoureiro, Barão de Itamaraty, (em seus impedimentos é substituído por nomeação do Governo Imperial de 29 de Outubro de 1866, pelo Veador José Carlos Mayrink.) Desembargador Diogo Teixeira de Macedo. Yisconde de Barbacena. ** ¦ Camarista Nicoláo Antônio Nogueira Valle cia Gama. q Commendador Joaquim Antônio cie Azevedo. __ Dr. Pedro Dias Gordilho Paes Leme. CONSELHO FISCAL. Presidente, Conselheiro de Estado Visconde de Itaborahy. Vice-Presidente, Senador Barão das Três Barras. l.° Secretario, Conde de Baependy. 2.° Secretario, Barão de Carapebús. Senador José Pedro Dias de Carvalho. Dr. Miguel Antônio da Silva.

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Visconde de Lages. Visconde da Cachoeira. Barão de Nova Friburgo. Conselheiro Benevenuto Augusto de Magalhães Taques. Conselheiro João Manoel Pereira da Silva. Conselheiro Joaquim Antão Fernandes Leão. Conselheiro Francisco Freire Allemão. Conselheiro Bernardo Augusto Nascentes de Azambuja. Conselheiro José Agostinho Moreira Guimarães. Desembargador João Marcellino de Souza Gonzaga. Desembargador Izidro Borges Monteiro. Dr. Francisco Pereira de Abreu. Dr. José Pereira Rego. Dr. Ignacio da Cunha Galvão. s. Dr. Nicoláo Joaquim Moreira. Bacharel José de Saldanha da Gama Filho. Commendador Manoel Ferreira Lagos. Commendador Cândido José Rodrigues Torres. Commendador Manoel Antônio Ayrosa. Commendador Jeronymo José de Mesquita. Barão do Amparo. Roberto Coats. SÓCIOS HONORÁRIOS. '¦ ."

Conselheiro Manoel Pinto de Souza Dantas. Conselheiro Felippe Lopes Netto. Carlos Guilherme-Haring.

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Sócios fundadores do Imperial Instituto Fluuiiiiense de ^a-rieultuva.

Sua Magestade o Imperador, o Sr. D. PEDRO II, doador do Instituto com a quantia de 108:000^000.

Srs.: 1. Barão de Mauá. 2. Barão de Nova Friburgo. 3. Barão de S. Gonçalo. 4. Barão de Itabapoanna. 5. Conde de Bomfim. 6. Barão de Tinguá. 7. Visconde de Souto. 8. Commendador José de Souza Breves. 9. Conde de Ipanema. jq Peregrino /: José drAmerica Pinheiro. 11. Francisco José Gonçalves Agra. 12. Commendador Joaquim José de Souza Breves. 13. Barão de Itamaraty. 14. Barão de Carapebúsí 15. Manoel Pinto Netto Cruz. 16. Julião Baptista Pereira de Almeida. 17. Manoel Pinheiro de Souza. 18. Antônio Corrêa e Castro. 19. Barão das Três Barras. 20. Luiz Antônio Alves de Carvalho.

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21. Visconde de Condeixa. 22. Conselheiro João Manoel Pereira da Silva. 23. Commendador Manoel Antônio Ayrosa. 24. Commendador Luiz Tavares Guerra. 25. Conde da Estrella. 26. Conde de Baependy. 27. Manoel Jacintho Carneiro Nogueira da Gama. 28. Conde de Itaguahy. 29. Conselheiro Nicoláo Antônio Nogueira Valle da Gama. 30. Commendador José Lopes Pereira Bahia. 31. Commendador Jeronymo José de Mesquita. 32. José Pinheiro de Souza. 33. Pedro Gomes Pereira de Moraes. 34. Silverio José da Costa. 35. Visconde de Lages. 36. Barão da Vargem Alegre. 37. Visconde de Araruama. 38. Francisco Nicoláo Carneiro Nogueira da Gama. 39. José Pereira dos Santos. 40. Visconde dé Itaborahy. 41. Antônio Tavares Guerra. 42. José Maria Gomes. 43. Estevão Alves Corrêa. 44. Visconde de Barbacena. 45. José,da Silva Figueira, 46. Dr. Luiz Peixoto de Lacerda Werneck. 47. Simãò Dias dos Reis. „_ 48. José Joaquim Botelho. 49. Barão da Parahyba. — 50. Antônio Joaquim Soa^r- Ribeiro. 51. Felicio Ai1?""0 <le Lacerda. 52 lUk Fernandes Monteiro. 53. Cândido José Rodrigues Torres. 54. Aniceto Joaquim Ferreira Guedes. 55. Barão de S. Luiz. 56. Fabiano Pereira Barreto.: 57. Joaquim José Teixeira Leite. %>

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58. Antônio Luiz da Silveira. 59. Luiz José de Carvalho Cardoso. HO. Barão da Bella Vista. 61. Commendador Francisco José Soares. 62. Antônio José Viveiros Figueira.

63. Dr. Braz Pereira Nunes. 64. Joaquim Manoel de Sá. 65. Manoel Antônio de Andrade. 66. Joaquim João Pinheiro. 67. Francisco Custodio dos Anjos. 68. João Ferreira Tinoco. 69. Leonardo Carlos Palhares. 70. Dr. Luiz Gomes Pereira. 71. Antônio José Barboza. 72. Carlos José Marinho. 7;>. Josó Gomes da Cunha Vieira. 74. José Vieira de Mattos. 75. José Maria Alves da Silva. 76. Vicente Huet Bacellar Pinto Guedes. 77. Manoel Felisberto Pereira da Silva. 78. Dr. Antônio Ribeiro de Castro. 79. Caetano José da Silva Santiago. 80. Manoel José Cardozo. 81. Joaquim José de Sá Freire. 82. José Luiz Alves. 82. Manoel Alves da Silva Júnior.

José* Ferreira de Azevedo^/^ílS^ 1

85. Caetano José da Silva Santiago Juniür. 86. Antônio Dias Pavão de Araújo. 87. José Gonçalves de Moraes. 88. Antônio José Gonçalves de Souza. 89. Visconde de Sanches e Baena. 90. Joaquim de Araújo Padilha. 91. Diniz Alfonso de Mendonça e Silva. 92. Ernesto José Machado.

93. Theodoro Xavier d^ssumpção César. 94. Feliciano Portírio Bastos.

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Sob a direcção do abaixo assignado, este estabelecimento pode hoje melhor que nunca, preencher dignamente os fins para que foi destinado pelo sei fundador e primeiro director. A posição e construcção do edifício, as proporções e condições de hygiené, moralidade, asseio ê boa alimentação, tornão este estabel cimento verdadeiramente recommendavel aos srs. pães de familia, correspondentes e a todas as pessoas, que se interessam pela boa educação moral, e intolle* ctual da mocidade. O abaixo assignado continua a não poupar-se a sacrifício algum na escolha e conservação do pessoal necessário para a observância da boa ordem e aproveitamento dos alumnos; e por. isso continua a Dão admittir para cargo algum em seu estabelecimento pessoas, que for palta de"documentos ou boas informações, não possão merecer toda a sua confiauçà po cumprimen»fi to de seus devetes. , ...t Os alumnos que por sua pouca idade ou soffritnentos não possam acompanhar os de mais idade e robustos, serào tratados separadamente e com todo o desvelo por-pessoas da família do abaixo assignado para cujo fim a conserva em lima parle do estabelecimento. As matérias ensinadas estão divididas em tres cursor primário ereligioso; commercial e preparatório para instrucção publica, ou qualquer acaderaia do império; : . Os professores a cjjo cargo está o ensino das línguas vivas, que consta: da inglcza, franceza e allemã, são todos naturaes dos respectivos paizes, adoptando o estabelecimento os methodos mais acreditados para esse fim, sobre tudo pela pratica; e um dos pontos mais rigorosos do regulamento in* terno do estabelecimento é, que todos cs alumnos depois de seis mezes de sua entrada para o estabelecimento fallera o francez 0' inglez- alternativamente, não se permittindo o uso do portuguez senào.nas classes para tratamento das matérias do"ensino geral. CONDIÇÕES DE ADMISSÃO. A pensão do alumno qualquer que seja a sua idade e as matérias que aprenda é de 35$000 mensaes pagos por trimestres sem desconto algum por ausência ou enfermidade, e comprehende 'o ensino dc todas as referidas matérias. . Os alumnos que queirão freqüentar as aulas de musica, desenho edansa pagado" mais pela primeira 8$000 mensaes e pelas duas ultimas 10$ cada uma. • Alem da roupa usual para. uso doméstico e passeios de campo, o alumao trará um uniforme todo preto, sendo: de jaqueta e bonet para os de pouca idade e pouco crescidos; e a vontade para os já crescidos e de" mais de 13 annos de idade; 6 lenços de tamanho regular; 1 cobertor encorpado; 1 sobre-tu lo eom mangas; 3 toalhas para banho. 3 ditas para o rosto; 6 guardanapos p ra mesa: escovas de fato, çabéllo, dentes, unhas *e calçado; pen tes; thesoura de cortar unhas; 2 pares de sapatos fortes e I de botinas pa Ta usar com o uoiforme Uma contribuição de 25^000 rio acto da entrada faculta ao alucino, por todo o tempo que ellé estiver no collegio, o uso. do cajma e seus pertences, e todes os mais objectos que não \3o especificados. „ Toda a roupa deverá vir marcadacom as iniciaes do nome. do alumno, e acompanhada de uma relação em duplicata para voltar uma depois de conferida. A lavagem e pequenos concertos da roupa se fazem no estabelecimento por 6$000 mensaes.

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da companhia

Em% consideração da grande acceitação das suas

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Macíiinas de costuras a Singer Manufacturing Gompany ; 1| tem resolvido para maior protecção do respeitável publico e os .honrados negociantes abrir agencia em todas as praç.ís importantes do império. Pessoas pouco conscienciosas-nas praças-da Europa e America do Nòtte tem offerecido secretamente imitações das machinas de costuras de Singer compromettendo a companhia e os respectivos negociantes que as tem-comprado ecausado bastante prejuiso ás famílias e artistas com^ suas inferiores imitações. * E'por esta i*asão que a Singer Manüfàcturíng Company resolveo augmeõlar suas facilidades de manufacturá e offerecpr suas celebres Por preços tão rasoaveis que não offerecem attraçâo

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Encarregam-se também de encommendas para a Europa*

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Sob a direcção do abaixo assignado, este estabelecimento pode hoje melhor que nunca, preencher dignamente os fins para que foi destinado peEm% consideração da grande acceitação das suas , . director. fundador e sei Io primeiro A posição e construcção do edifício, as proporções o condi»jõcs de hygiené, moralidade, asseio ê boa alimentação, tornão este estabel cimento verdadeiramente recommendavel aos srs. paes de familia, correspondentes tem resolvido para maior protecção do respeitável publico e os honrados boa educação moral, e intollee a todas as pessoas, que se interessam pela negociantes abrir agencia em todas as praç.ís importantes do império. " • ¦ ctual da mocidade. Pessoas pouco conscienciosas-nas praças-da Europa e América do Norte, O abaixo assignado continua a não poupar-s*e a sacrifício algum na estem offerecido secretamente imitações das machinas de costuras de Singer colha e conservação do pessoal necessário para a observância da boa ordem comprométtendo a companhia e os respectivos negociantes que as tem come aproveitamento dos alumnos; e por. isso continua a não admittir para carprado ecausado bastante prejuiso ás familias é artistas com^ suas inferiores go algum em seu estabelecimento pessoas, que for palta de"documentos ou imitações. * boas informações, não possão merecer toda a sua confiauçà no cumprimenE'por esta rasão que a Singer Manüfàcturíng Company resolveo aug//%£ to de seus deveres. , ...t meõlar suas facilidades de manufacturá e offerecer suas celebres Os alumnos que por sua pouca idade ou soffrimentos não possam acompanhar os de mais idade e robustos, serão tratados separadamente e com todo o desvelo por-péssoaa da familia do abaixo assignado para cujo fun a Por preços tão rasoaveis que não offerecem attraçâo aos falsific*dores, conserva em uma parte do estabelecimento. 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Os professores a cijo cargo está o ensino das línguas vivas, que consta: ( poços, de 20# da inglcza, franceza e allemã, são todos naturaes dos respectivos paizes, aMachinas para familia... .• • * » • • • .-'• • • •••••••• •'doptando o estabelecimento os naethodos mais acreditados para esse fim, RoínhaS de a*lü Press"-'-» uvmumy Ditas para ditas com caixa........,..,,,... .-;•-.....•. ! çoff0tí$, at sobre tudo pela pratica; e um dos pontos mais rigorosos do regulamento in* Ditas para ditas com mesa espansiva............. .1 terno do estabelecimento é, que todos os alumnos depois de seis mezes de i/itus para artistas* •«»• • • * • • •*• ?.• • • • • • •• #•/•••¦•. * de ferro de A sua entrada para o estabelecimento fallera o francez e inglez* alternativa•Acala de despachar e chama-se a attenção do respeitável publico para dé comprimento a 3ojOQi). mente, não se permittindo o uso do portúguez sénàc*»nas classes para trata- um sortimento destas machinas vindas por conta da companhia di* grande mento das matérias do"ensino geral. rectaraente. da fabrica e actualmente offerecidas a venda em casa. de tal para engen CONDIÇÕES DE ADMISSÃO. 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Grande redücçao de preços por érdem espressa

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tf. 40 BB—Rua dos Mercadores--5.40 BB.

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Rua Mova «íe Na sita % «ita.

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Das sesf6S d?/mpe,rial Institut0 Hmniiwnse de Agricultura, desde a sua fundação.

Presidência do Exm. Sr. Marque, de Abrantes.

i^rr:: tr.: &: F,f 7 sabres meira sessão.

novembro

de I8b0, celebrará hoje a Directoria a sua pri-

sobre" ^v^c^ÍZ S^íto.' """^ * ^^ ^«^ ™ "" "^ d° A proposta foi approvada.Tepl t «'*• brle dtuss'?18"38 ^^S^^f^»* MS* f PS ao Govcroo io,d° R°d,iê° de Freilas' a«m *» *i* estabelecer o Imperíns, ut0 tu * 1Ugta

V°ltad0 3 "ieSraa Pr°P0Sla' apProvada ^ ^selho Fiscal, o »r. Sr^tsid^DiirPresidente da D.rector.a T resolveu remettêl-a ao Governo Imperial.E nada mais tendo a tratar-se, levantou-se a sessão. Sala das sessOes, no Paço Imperial, em 9 de Novembro de l?60

Marquez de Abrantes, Presidente. Barbacena. Barão de Mauá, Vice-Presidente. Dn. F. L. C. Bürlamaque, Secretario.

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n ACTA DA 2a SESSÃO EM 16 DE JANEIRO DE 1861. Presidência do Exm. Sr. Marquez de Abrantes. A's 6 horas da tarde, reunidos os Srs. Marquez de Abrantes, Barão de Mauá, Visconde de Barbaoena e Dr. Frederico Burlamaque, o Sr. Presidente declarou aberta a sessão. Depois de lida e approvada a acta da sessão antecedente, o Secretario leu um officio do Sr. Visconde de Ipanema> cobrindo uma relação dos donativos feitos ao Instituto até aquella data, na importância de 158:0068900. O Secretario passou a ler duas propostas de representação ao Governo Imperial; a 1* pedindo que o Sr. Ministro do Império sollicitasse do seu collega da Guerra ordem para que dous dos Officiaes do Corpo de Engenheiros, estudando na Europa, se applicassem ao estudo aprofundado da hydraulica agrícola, e da drenage; a 2a pedindo a protecção do Governo Imperial para fazer-se o primeiro ensaio de exposição de productosjgtfrasil em cada uma das Províncias, e depois uma exposição nacional Depois de uma breve discussão, em que tomarão parte todos os membros presentes, forão approvadas ambas as propostas. E nada mais tendo a tratar-se, levantou-se a sessão. Sala das sessões, no Paço Imperial, em 16 de Janeiro de 1861. Marquez de Abrantes, Presidente. Dr. F. L. C. Burlamaque, Secretario. Approvada em Sessão de 8 de Fevereiro de 1861.

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ACTA D A 3a SESSÃO EM 8 DE EE\'EREmO DE 1861.

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Presidência do Exm. Sr. Marquez de Abrantes. A's seis horas e um quarto da tarde, reunidos os Srs. Marquez de Abrantes, e Dr. Frederico Leopoldo Gesar Burlamaque, o Sr. Presidente abrio a Sessão., Lida a acta da antecedente, que foi approvada, o Sr. Secretario passou a ler os seguintes avisos do Ministério dos Negócios do Império: Aviso de 30 de Janeiro do anno corrente, communicando que o Governo Imperial adoptára a idéa de proceder-se a um ensaio de exposição, ou concurso de produetos do paiz em cada uma das Provincias do Brasil, e depois a um ensaio geral nacional na Capital do Império; exigindo o mesmo Governo Imperial, que a Directoria formule o programma, e indique os meios practicos de realisar-se essa idéa, afim de expedir-se com antecedência as precisas instrucções aos funecionarios que tiverem de concorrer para a realisação do fim que se tem em vista.—Ficou«se inteirado.


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3 -'ísiíátiiiii

Paço da câmara municipal do Pará 20 de dezembro de 1871. dr.! José da Gama Malcher, presidente; *cone go Ismael de Sena Ribeiro Nery, secretario.

&I&I htgi _. i-*.| d'Assumpç5o, Joaquim Henriques Vir [ ; ser procurado para os trabalhos' de <3^ gplinpfSimào José Bernardino; Nunes, seu'officio no escriptorio do tabellião j Severino Dias Ferreira Portugal, paGomes, das 7 boras da manhã ás 5 -•*•*• m dre Benedicto Thomé dP._iünlía-é datarde nos dias uteis e fora dessas Mello, Florencio Gonçalves* Campps, -Alfândega. í1-01"88 tm sua residência á travessa Antônio Joel Netto, Antônio Gualdi- Rendimento SAMllELWALLACU 1.ÍACD0W de 1 a 30 339:071 #182 jfa Gloria, fronteira ao prédio de dn De ordem do illm. sr. inspector da no da Motta, Luiz Antônio Ferreira ' salas do sr. José da Costa Ferreira [ias Recébeiíorià. 7 thezouraria de fazenda da provincia BentêSJoaqUitn Pedro Xavieff de N6T11AVE§SAD0PASS1N Rendimento de 1. a 30 Í3Í;H se declara em additamento ao editpl Assumpçãó^JRíibeirlo Julio da Silva ' desta VeiÍ o^Ezofe-';': SOCIEDADE PIILO-SCINICA. thesouraria de, 14 de novembro Franco, e Franciièo Cardoso Barata. ' Rendimento de 1 a 30 6:7. — ultimo, que fica espaçado para o.dfti Nao são convocados os srs. elei O espectaculo desta sociedade que Santa Casa. 20 de, janeiro próximo vindouro o tores dr. José Tiburcio Pereira de deveria ter lugar hoje 30 do corren ____W. Rendimento de l.a 30 492.400 praso para o concurso dos lugares de Maglhâes, e. Basilio Magno do Amaral transferido para segúnda-fei j|e,dfica 3o escripturarlo; 2o conferente e pra- por'terem mudado de residènciaj^r. f#'1° de BACHAREL janeiro. - ticantes da alfândega desta provincia. João Lourenco Paes. de Sousa, Joa. Belem. 29 de Dezembro de 1871. Arntlnl» Adolpho-Fontes _ «« Secretaria da -thezouraria' de ia quim Antônio Alves, e Francisco AnServindo de *'ÁDVOWDO. secretario, , .. , KMf.v. i . zenda do Pará, 23 dè' dezembro de tonio de Aguiar é Silva por se acha' '-y.^ ¦' ly.» . fthí Çe-)rF?»?0o! ¦¦'¦ kijy.l , , 187.1.. r./y , rem ausentes; e Jbem assim os supiiííiíí^ tffCèial máiòr ^ ¦^'isií y.i-'í.:.; plentes,'Jdkci^Ãhséimò'Pacifico de associação Filantrópica COMPANHIA D0 AMAZONAS^ V. Carmino Leal. ' Rua do. Mercadore» N.° í.8 A . . Cantuaria, e Mathias José dos-San. 9. df. emancipação de escravos tos, por haverem mudado de dorrfiO paquete a vapor Arary comman | SANTA CASA DA MISERICÓRDIA. cilio: Ambrosio Belmiro de Leão dante Io tenente Figueredo segue iPela presente convida-se a todos Dc ordem do illm. sr. dr. provedor loão" Leite/Ribeiro, jMádoeTTlièôdpró para Arary na madrugada do diá-'&»'•'ois srs. sócios para a sessão solemne da santa"parà casa da misericórdia, faz*»e Teixeira, e Martiniano José dos San- de Janeiro. | de posse dos novos funccionarios a ^confiécimêutollbs ¦' tó_7'pór faliecimento. £ para *Rebe-se inte checarga encomméndas e publica que pa qual terá lugar no salão do lyceo pa ressados que, perante a junta admi- gue á* noticia de todos: os srs.*eleito- sageiros atéas 2 horas dítarde, "doraense, era l9 de janeiro vindouro as nistrátivaf farremàtar'*sè hão no dia re», e supplentes cof^qcijdos,'-- esitè dia 2. 7 horas dá. npite. Pará 18 dedezfm 30 dó' corrente uièlfe. cà gêneros' ali- será affixado noslugareSdocostuméj brodç|871. mentidos e outros artigos pará^òbn. e publicado pela imprensa. Belem 22 ¦O paquete a-vapor SOURE comSamuel W. M Dowell. süfno5 dos' estabèleciníèntós •' á ícVgo de dezembro de 1871.-*-Lourenco mandanta 1° tanente Figueredo, seFrancisco Xm do Espirito St0 J° da mesma santa casa no semestre de Justiniano da Gama. na madrugada do Cametá Vicente C. Leal. gue para ' è . janeiro a jühho dó^proxiíttó* Vindouro .27=RTÍA FOHM0ZA =27 diaa6. ? ánno a ,saber: carne Verde,1'kilogram- O cidadão João Baptista Pereira —. da Recebe se carga, encomméndas e Serra mas; pãoiroscodè' 4 Òriçàs. arrobas; jujz ^ pães5 mais votado, da' passageiros no dia; i>té ás# horas Sabbado e dòrri^o", dias da vespe freguesia'âíSenflióra»Santa arrobas; chfrprètoe assucar refinado, Aiina da tarde, do dia'à"M l'WW.1 ra e da festa de Santa Luzia, que verde, libras; farinha d^gdá,' dita!sec da campina da capital do Pará 4c/ * íj os barfaqueiros do arraial ca^ ditame tapiòca, alqueires; farinha , ;, O paiuete a vapor «Óbidos com-; ' celebram . * Nos/estabelecimentos de ser 'deitar* de Nazareth; reabrir-se-há a explen Façosaber ao= srs. eleitores e sup- mandante 1° tenente Figueiredo, ser ^eWazareth; reabri] de araruta, libras; mantega tarumã, potespdÍtá'dé'váeb'â, ;;liferas| P)?^?,! ^.s^8; P8^^,'8 - abaixo desi gué para Obides na madrugada,do da, dida exposição dos pássaros «Mos «irpintaria á vapor dò Coelho " ca, Tapyranga, Anamib^» e outros eu encontra-sé constanteneute m azeite de';aiídiíWàí'ftaVéo'f;{èéTOdihKài gWádos^ íjúé deveio rèWiiir-se na 3*. 12 do corrente. i av } macarrão tarSriclò/^áfé, ^libras; viíiho dominga do mez de jrneiro de 1872 j Recebe «se carga encomméndas -e riosissimos sujeitos automáticos mo- serradas de todas as qualidades mensões, coms sejão, acapú, do Porto, garjrafás; aíróz, sfàbãfd^ré (dia 21 do dito mrz) as 9 hpráildà^ 2 ho- ventes, inclusive uma machina para pa reljo,. louto", despertar tamaquaré, e distrahir os apreciadores cedro, manhã, no consistorio da igrêjama^iTasdàtardedo dia 11 to. amarello e HbuCihhb/ aVtotías/ • apaixonados de amoros: qiieira, guaruba,*cupiíiba, e an Secretária da1 santa casa 'lia' 'Mise- triz d#-S_.nhpri_vSanta .nna.riclafcàmassim como ripas de todos os c ricordiá* do Pairarem'20' de dezembro pina afim de organisar-se a mesa de , O paquete a vapor oSoure» com mentos e larguras para telhado de 1871- " O escrivão, qualificação da dita parochia-^-Elei- mandante Io tenente Figueiredo, se para tabique o ditas de acapú tores. Antoaio Rodrigues Lima, ÇYa- gué paraSoure o escalas na madro Um to^scopio que é primor de ar- venezianas. ¦ >.\-yÁ ? L- nmioúi)-- üifui.n:<>»', Ln.wi-j _d cisco Xavier Rodrigues de _MòíaeSr gada do dia 10 do correote te, devassando os mysterios das íuiuíiu encommenüa encommenda de aue , Tomão .José dos Passos Àlyes da Cunha, dr. que Recebe-se carga encomrnen espheras que O cidadão' Loiirferiçd Justíniano d8 o espaço cnle- m.deira de dlfTerente d.imer^o Antônio Gonçalves jovoam Nunes, João de' mendas e passageiros até as 2 horas da ará a cu„oS,dade dos obs.rvado.es Gama, jiiié'de paz mais votado d° Continua» a receber ma.ci™ «|Silva; Manoel W Pços tarde cro dia 9 Martiniano Canos segredos dos astros, que, apanha- serrar> districtdj presidente da grimeirô e !ainar> obr a" * ' valheiro de Macedo, Jeronimo José dos, desprevcnidos, revê am- toda a n;nt„;, • junta rCvisórá dá qualificação , desenh .*¦*«« fazer para por «» belleza tiSiày^m dè votantes da parochia da Sé na do Rego Castello Branco, dr. Mar sua e magestade: medidas I apresentadas, também capital¦«..- da provincia do'.PàriTetc. cèIlo<ítLobato 3e; Castro, Frederico Todos os segredos do céo por : tomar rrfMhti medidas' ?;¦ ímatJ.ti h&,í . • Carlos RÍfiossard, Fructuoso de Mesem cas Hitt |da-se 500 réis ; pretendentes e os mesmos prom Faço saber dc conformidade com quita eSousaV.Jeronimo José Morei,Largo de Nazareth. i vender as madidras por preços os .arts. 4o, e 25.da lei dè J9 de agos- ra»,R.;imundo Alves de Castro e Sil, veis assim como as obras feit to de 1846* que no: dia"21, terceira va, Manoel Antônio Rodrigues, e Fran ^'»Vv.l%yVHItVHHínU«VVWVI«VHtVtuv >V)U\V» seus estabelecimentos. dominga, do.raez de janeiro vindou- cisco Pereira Dourado.—SuppJente.. lugar.a,.r_i?isão ro, terá da qualifi- -loão Francisco da Silva Leão, Romão Stí u.j h>a _ cação de :votante{_.d'esta'.parochia. 'de Aríujo,* Pedro Luiz Pipereira. E porque nã igreja^o^armojique nheiro de AÍmóida, João paptista do Convidão-sé todas às! pessoas qne está. servindo temporariamente- de Livramento Ferreira, dr.; Francisco ' matriz, não itenha consistorio bas-, assistir a sessão de posse i Cura De ordem do sr.'director infallivel em 3 dias. Carlos Mariano, Justino' dé OJiveirà quiserem dos novos funccionarios desta socieda tante espaçoso, nem no corpo d'este Magalhães, conego Antônio collegio laço publico que ho dia GonçalCahio o sulphoto de quinino 'terá. igreja se possa proceder eleição.-ál- ves da Rocha, José Luiz de Lemos, de que terá lugar segunda-fe:ra,l* vindouro logar'*. a a janeiro no tratament%do$ sezões. . fu mez turo as 1 horas próximo .das guma, por complicar com os actos ^ibprio?jÍ_ntonió da Silva. Cravç, JosS do ra aulas df» mesmo. Não é niais preciso esta subs- I religiçsps,;rconypço os. srs. iÇ^itóres, e de Deos e Silvai Antônio Joaquim de da noute no sala do Lyceu Paraense Collegio Sa/.cá Maria de Bele tancia para debellar esta en I. Pará 29 de Dezembro de 1871 supplentes abaixo declarados, para Almeida, e João Antônio Corrêa Bude dezembro'de 1871. • Samuel W M. Dowell. j fermidade tão freqüente no inque no dia aprasádo as 9i hbras-;dfa Ihòes. Deixando de serem convocados O. secr Francisco X. do Espírito Santo -J. I terior de npssa provincia, esta manhã compareçam na sachristia dos João José terem Nogueira, fallecido os eleitores João por «mesma nos fornece no reino Vicente C. Leal. No dia 8 de janeiro vindouro pontificaes da igreja da -Sé. afim de da Silva Maia, Jeronimo Antônio Tavegetal uria cem numero de , organisir-se a junta com as forma. nellas. e I tiriuará a funecienar a escola n pelo mesmo motivo os sup| substancias, dentre as quaes . na lidadfes Í(jgaes; a saber: Ejcito_e.~ para os escravos erecta no plentes conego Joaqu m Antônio da escolherijo.s, depois, de longo e | 11 Men- Silva'EguéSi . conego Manoel José dè Siqueira e^ Joio Pedro de Sousa gio Santa Maria de Bolem. * 'Nina, No escriptorio do tabellião Gomes, íí apurado estudo, obtendo sem João Moreira, è des, JVJanoèí Roiz Chiçks Belem c?o Pará 28 de dezemb por não residirem no dis- á rua Formosa, canto da travessa dò i j pre optimos resultados, —^a Baptista Grana, José- Ferreira -de tricto os eleitores Gaspar de Macedo Passinho, acha-se uma pessoa compe- \i caíferana paraense-T.que, uni- _. I87m Sousa, dr: Joaquim Pedro Corrêa de e Amorim, João Paulo Ramos Chitentemente habilitada, por grande da. á algumas outras em deter- it . Padre Felix VicenYe de Leã Freitas, dr. Ludgerò1 Vieira: de Ase- ves e Silva, e os supplentes Ferrian» tractar de quae'squer neminadas proporções fermam as i \ ved"o, Pedro Gomes d'0]iveira, Ma- do José de Oliveira, Antônio José Coe. parte, para desembaraços como sejão para pilulas de/iominadas— Pilulas j noel Roque .lorgé'Ribeiro, Maxim ja- lho de Barros Júnior,,e Peregrino do gocios, de* de compras raiz, * de t.afferana Paraense— que j rengas de e vendas ^em "chegue no Roberto Pimentel/ Valentim José Espirito Santo. E (erro de propriftdad á hypothecas, moveis ou semoventes, unicamente para são qüe preparauas companhia por do gaz> que se aefião _ Ferreira, Francisco; de 5alles Mello noticia de todos mando seja este folhas corridas ou outras quaesquer | Cândido do Prado T^to e C que deadas 11 em frente do seu deposi Ovidio Perei Joaquim Freire Barata, afixado no lugar do costume e publi- agencias; assim como encarrega-se Cada caixa acompanha um carvão da praça do Bajé, não de ra do Araújo, Januário de Miranda cado pela imprensa. Pará *20 de.de- de c mpras e vendas de bens de í opusculo Com nossa assignaser tiradas d"ali para Ribeiro, Pvàimurído Píntò Teixeira, zembro de í 87 U—Eu Marcos Victo^qualquer seja; sendo natureza tura.* qualquer > que estranha a companhia por pessoa Francisco Roiz Soares do Amáràt, rino Xavier de Brito escrivão Único deposito— Rua de Sanque es- tudo feito com a maior promptidãò pjevio consentimento do agen ]\faxin,iano José dós Santos, Bernar crevl.—(Assignado) João*Baptista Pemediante ajuste rasoavel. n. 17. 1 to Antônio possível, mesma companhia. * dino dei ScÃa Carneira,. Afttbnip da reira da Sem,^' ¦}li '"¦'¦ -i i.-. :-y y 0 r Silva franco, peífimJFlafp Portugal, il 'if\) PARÍ. \fM Jogo Diogo Santos Dayiçi idos (Lopes, MOVIMENTO DO GADO VACCÜM; i. Clemerite M^er,. dr^Josj^[Forrejra Manoel Raimpiido Gomes 1 °;ta* Convoca-se a reuniAoda aisem CantãòAjqsé/Joaquim 4de,_ Linçia4ibabellião desta capital, faz sciente ao geral dos srs. assignantes da pra charel àni^o. d^ViMqr^e,. Dias.Ãp com e especialidade ao respei commercio para o dia 2 de publico ja tonio Xavier^da Silya |5|?Ít^«luft!.or» Reses existé|p'p !. . ,í|«, ,"•%»;¦ -. .: ^13 tavel corpo £do commercio, que enfuturo, ao meio dia, na conform SppplepSep^. e JoàOií.i\egorio^,de 25 trou nò exercicio de s o emprego no alagada na costa da ilha das Onças, *dos estatutos. Sala cias sessões da Entrarão bois... / Rai: Mapl^adoj Antônio. tes—Joãp 13 dia 17 dp (torrente mez; podendo ser tendo as rodellas' quebradas, assim ça do commercio de Pará, 27 ,nfra^,-_gi^ d José mundo Dias Ferreira Portugal, _ procurado para os misteres de seo como annuncia-sc a perda de uma q' zembro de 1871, Custodio,de ijello Freire Barata, co- Somma 451 officio era -seo escriptorio á rua For- desappareceo na noite de 14 para 15 Antônio Soares Pinhei José Pinheiro, José Cíementino nego Talharão se bois 45 vaccas 12 57 mosa, canto da travessa do Passinho, do corrente, e roga-se a pessoa q* a Servindo de secretario.

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Aíiigna-se pa typographia do «Jornal do Amazonas» á travessa dai Hércèz d. 23. 511' CfU-ÜX?*. tfílf CAPITAL» Krrfttí;

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COMMERCIAL, $ NOTICIOSO.

Re< publica, fei jioiiuli3 («CiC do republica,,»)

A» R.*igHaturai ¦»» paga* >d!anfadaa, podendo começar ftní qualquer dia e terminando em Março, Jnnbo, Seteiqbro e Dezembro |pi

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Ofí «ogaiuo» aonitrii. «Mlgnante», tauto da' munffaf|0 aqUelle * Actos d'esta ordem, OUe SO• ; atreve à atl. , .,; a*,. o. que registra- ver-nos finezas nera equid acham «e . rljj ;i Interior, capital como do , qne M .. j | atmtgnatu* de.ua» da sua autoridade' os desmandos mos com subido prazer, elevando a tendel-o, como o exigem traxado» no pagamento tacar raÍv'»^fav«i«!:áèTtóánAirèa'fcailifá*eÍ.a«até , episcopal • dia 31 do corrente,; a flm de nio aerçio-. *i»—* quem os pratica, devem ao mesmo conhecimentos, sem lhe fa forcados a aúapetidcr a entrega l do Jornal tempo-seryir de incentivo a_4odos os ga de ridículos contraband Em outras efas- de ignorância e se« a dono.—»-E* seu admiraivel brazileiros, sobre tudo no momento ludem e escapam amais v ;.\0 fanatismo o po/o,,acostumado a ver um santo »'up*- ?Ç{ Ricipp da Igreja, a audácia com que o « Diario do Be- em qiie se operarno paiz a grande re- visão.: lem » se anima a mentir na questão volução social a que serve de prolo-j File, o orgulhososinho podia talvez acceitár como verdadoi arromatação da dos a lei de 28 de Setembro ultiímo.; nhoso, não quiz dever-nos ra,a prqftosição absurda que.é a mesada publicação go '' ' •-• *'. -"'.::«.*' camara da "~T.~"~" , ."'*' ; municipal. os,trabalhas ou a Religião'. atacar ma cousa . .fÇÔes.,d'e8tas. Nqs as reclam ... :, ha ainda tres dias que o pro* Belem, 31 de dezembro de 1871 seos ministros,*-hoje porem que a Não"Üiario pHiL0rscÉNi'GA:-7»t)á amanhã a nou- nós: ante-hontém um mald !.i;V, a nossa te escreveu no Chalet osjíu 3o espectaeülo a expulsou o fundiu e enca da imprio diffusãófdas luzes por m$io proque O atténtado de * de desembro. fôra um dè conto de réis; hon- sociedade drairiática daquelle nome, no jugar; Um subordinado prensa tem desmascarado a hypocri- posta tem augmentou 209^000 réis,*e levando á sc'èhá o drama*—um mi/s--, dente minha, insubordinou mais roNa ihistoria-contemporânea o dia 2 sia, e mostrado o Christiiiiariismo sob o se,o, verda,deiro aspecto,* o, po"vo provavelmente irá continuando n'um terio de família e á comedia—À seu superior Sancção, rhc de desembro marca uma dacta de rece-nos) na algü eira, ou anathemas", e procura ain- augmento progressivo a jser se assim chavenade chá. ominosarecordação para a: França ou zomba dos cqosegijc fazer effeito. fóra da E* de ique esperar aos louros já Co-, de algum frade, e aprese da com* maior avidez lor os jornaes préantes para toda1 a Europa, por causa ró .« vincia.' Ihidos pelos jovens que tem. tomado dando ares de independen da? influencia"¦ í maléfica, <que sobre a prohibidos. ró,; Firme no seu propósito de mentir, parte nos trabalhos .dramáticos, te- senhor Glane, que não sa Pára que o acto episcopal fizesse civilisaçuo exèrcco-O góvertio despo* continua a gente do Diario a propa- nhâò de aceresceatar-sé òs.que lhes figura faz neste mundo, a uraa explosão m^js estrondosa, o sr. tico de Napoleão III. >:- 2 de de» lar qúe nós procisamos dessa miséria serão offerecidbs* pela justa admira*, introduzir-se na nobilissima .* Nesse dia - nefasto a França foi de d. Antônio escolheo o dia 'ró de í:000ÍOO0 réis para sustentação ção dos que o a,- reciarem, na ocea- theologos, macaqueando >yx súbito assaltada pelo mais audacioso zembio. ro -ro,,. .-. roV de nosso jornal, conto se uma typo- siáo de ser ejjhibido o terceiro espe* j este, talvez jpor. despeito, dos perjuros;,i* que sobrõ'as ruínas ;das Era um arremedo de Napoleão III. como a nossa, que conta mui- ctácülo de tão esperançosa associação. * subscrever a pequena bio graphia liberdades publicas e a confiscação de Lá o golpe de estado esmagava ospa- tos annos dê»exjistència; santo Eutychio; e alhé o S publicando todos os direitos de cidadão fundou triotas, aqui o golpe episcopal esma- sempre um diario, tendo ese Passageiro illustre.-—Chegou hon .tinho, por medo de alguma jorriáí 'o.'egUndo;imperioi'ró ro,ró - /tf-ab, gava a imprensa e corii èlla 0 partido tado muitas* veies em oppoiição, ço- tem pek> vapor. «Paraní» procedente sa vaia conciliar, ficou com > Nesse dia nefáátb a F#ançà acordou mo está desde 1867, precisasse de dos portos do sul, o nosso distineto nos lábios, e mutilou a s sobresjdtada aos gritos *Ú& •desespero De üriaij. só vez s, exc. apropriava- auxilio dos. cofres públicos para man- amigo, o sr. dr. Filippe José de Lima. «não me atreveria* a affirm * íde-seosi filhes que' >pa*tião para ò se dos traç-s de dous vultos ter-se. r->v.; ;'^t-. " Tendo concluído este unoo na nva-.affirmava o papa Estevão geandes • exilioí d'ondò a mor pai-íe iião re-' da epocha, tomava um das fei* do, Provavelmente a Diario deroia do Recife o seu curso de direi-! baptisáção) si me não obrig pouco , gente <í-.\.í.v.:„---.-: ; gressou. ro ró t ções de JPid/ÍXè algum tanto dá au* nos está julgando por si. Como o par- tos, regressa# hoje á sua provincia,o consenso unanime da Estadistas, littoratos, philosophos, dacia de Napoleão III. tido conservador &ò ppude ter typO- natal, onde o aguarda ura risonho ei versai.» pótítawe^milhares[^e|ipperariõs espa E os doustypos assim confundidos graphia montada e órgão seu diario esperançoso porvir, a que lhe dão Sugeitos, como andam lharão sft pela* Eürojíasèra poder en n'um só foririão uma dessas figuras depois vive subio.ao e á uma os dotes de intelligencia não escrevedores, a estas e outr.i poder que juz contrar abrigo, owjforão expiar em liliputianas, apavorâo a imagi- custa do9 «prementes, suppoera que vulgar, e as qualidades moraes que velfcidadés e caprichos Cayenna e Lambessa ocrime dc serem nação»'das que estamos n?s ,mesmas circunstancias. lliri ennobrecem a alma contamos com a indulgência crianças. fieis a Republica^ que havião jurado redondamente, Enganam-se Fèlicitamol-o, assim como a toda bem-concedemos, por que, Se o sr. d. Antônio tivesse reflec* para não ^ ro ro ; ;-- . comotyrannoa sido tirada nos ter não obstante á-sua seu feliz família, de ou C o regresso. H em pêlo questões O*golpo de estado de 2 de desem- tiüo um pouco na marcha dos-aconda camara dos trabalhos nos falta para o que é princ bro matando oespifito iio"povofran-j tecimentos, que estamos presencian publicação segundo sr." Abel, hon&stissimo Jardim mythologico.— Depois de portanto. cez, matõiFoípatriOtisímõ Hess?^ povo|do, nã^ teria certamente escolhido o pelo no de continuar havemos nos consta, interrupção uma longa sensível dos e Mas o. Catholico, que es 'à0j? 2 dia dezembro," porque o heroè generoso, e' plantou o dohiinio opposicionistas, de nosso^posto para divertimentos do costume, causada cido que .á sua vista»de corrupção e do mais qpprobriosodesró| desse dia está pagsmdo os seos crimes desespero dos seus pelos últimos .festejos e pelas chuvas escapa, culpa-nos inexorá de e patoteiros a execração de uma gi^nde napotismo de que ha exemplo. ;co«» que sobrevierão, reabre hoje o jardim erros que achou nas 15 th . Na nossa pobre historia provincial \ Çüo. e o soo nome será maldito, na patrocinadores. mythologico suas portas á concorren-. fielmente copiadas da s o dia 2 de dezembro também figura posteridade. Reforma no catholicismo. — Re- cia publica. obra! com uma dacta dé vergonhosa me-j ^ Em 2 de deiembro triumphou, é commendamos á attenção dos nossos 4 horas da tarde a« bellas vaConsola-nos a approvaçao moria assignalando o mais monstrrfo- {verdade, a força, a violência, mas leitores o interessante artigo èdicto- As riações da banda de musica do brioso receram do Catholico as so atténtado do arbítrio episcopal, ou esse triümpho não foi de tão longa rial «Jordo transcrevemos hoje batalhão 11 de infantaria convidarão pelo facto da aceitação des que và maior loucura duração como supponlia ò traidor. para* melhor diser, nal do Commercio de Lisboa», e que os freqüentadores do «jardim» a go- cedadesr, o catholico ou tor de que seria capaz o ultramoht. nis> A França privada dá liberdade de se oecupa da importante questão.da zarem algumas horas de verdadeira piencias, ou tornou-se né mo. . pensar, de escrever, de publicar os reforma no catholicismo. cilas. Quo cícolhe ? distração. Ha em certos espíritos obcecados ^òk pensamento^ anriiquilada sob um No calor da lueta titanica travada Todo zangadinho com a pela vaidade-um' desejo^ imnrioderado ;jogo ^e fcrro> tó£preo ^uaáj 2j)".alinós entre ò ultramontánismo e as idéias Exposição.—Chamamos ainda uma Agostinho, atira-nos para -de imitar os grandes hòmens^até nõs.de humilhação; mas em 4 desetemlivres do século que atravessamos, é vez a attenção do publico para a ex onde o Santo falia Je uma seo^ crimes e na sua perversidade. bro vingou suas affrOntas e^pellindo grato e animador/ver que de todos posição que far-se ha hoje«á noute no damento da Igreja, e que n Impacientes do celebrisár-se, in» do seo território o»novò Cesár e a sua os do mundo catholico er- arraial de Nazareth dos pássaros as portas do inferno, e di pontos comraoda^osverem.-se confundidos no dyhastiá. guem-se as vozes dos vultos mais «Mosca, Tapyrahga e Anambé.» as- essa pedra è Vedro. mesmo hivel em qüe se ágitão; as Porem nós nãó temos de esperar conspicuos do jornalismo para obs- sim como de muitos outros objectos Assegura?nos isto sob s mediòcridadesj e paYá chegar a altu- tanto, por a marcha tar episcopado audaciosa do nunca .são sempre vistos com dissima e insuspeita* palavr jesuitis- curiosos qúè^o ra dos gênios, procurão por todos ós venceo; *ò seõ, atténtado encontrou mo que pretende, por seu único in- um novo que logo? interesse. meios arremedar-lhe os ademanes, os, por toda a parte a resistência, Então, abri também ó m * que os teresse, lazer voltar as rodas do carro do progresso da humanidade pára- Vapor* do sol.—Fundeou hontem to Agostinho ao Tratado C gestos e as suas acções.mais nóiàveis. abusos provocão. Pobres pigráéos, què querem subir Desde ques. exc. não pôde conse- as tenebrosas epdchas da idade me- a tarde em nosso ancoradoúro o va- bre S. João, onde elle e ró' • a altura e gigantes l guir.de seos diocesanos acompanha-lo dia. por aParaná», procedente dos portos esta.pedra não a Pedro, ma Como as rans da fábula, inchão-se na guerra cruenta, que está movenResta nos.ver o sr. d. Antônio do sul. to, cm quanto confessado *d'esse nSo ãté mais do sopro do orgulho artigo édipo« do contra á imprensa; desde que s. qualificar o autor Às noticias de qpe nos foi portador Pedro, como se Christo d derem, e nufti bello momento estou* exc. se vê sem prestigio, sem apoio ctorial da mais importante jornal da daremos em o numero seguinte, visto es Pedro,* denominado assim r^o entre as apüpadas das turbas na sua. diocesg, não lhe . resta outro parte dá Europa onde se falia a bel- a falta de espaço não permittir-mos que confessaste, que sou sempre desapiedadas, contra as ridi- recurso para tão desesperada situa la língua de Gamoes, como um d'es- fazel-o hoje. qual edificarei eu a minha ses pigmeus das margens do Tejo, cuías pretençõés* de loucos anibiciò- ção senão resignar o bispado. Conciliai o Agostinho 'enviar • ***. ¦-¦'---"•¦' sos.. .' . s/. descuidam de com o Agostinho do tratad de não Parte policial.— No dia 29 sem Adhesões arrancadas por ameaças que de Echo no Lera o sr. d. Antônio bre S. João. 'Roma, ou subscritas por condescendencias, vez em quando o seu còucinho de ju< oceurrencia. * hoftveja' -Mas S. Agostinlío disse: Pio mento contra- a igreja e contra o ÍX prohibido não,,tem valor que a* opinião puperante a leitura de certos jornaes propaga- blica, ma, concluiu-se a causa;" inexorável, que não se dei- papa. juiz de sob dores do ATHEISMC^ Disse o ? Mas Roma já poria ;sss»— —ro xa arrastar por paixões. seus leitores incòrreretti em peccàdo Effeitos da portabu de 2 de Dedo, e elle ainda dizia no liv A resignação do bispado é o único iririiem então desde e capT 4: «Eu iria ZEMBRO»*^Riscou*sé Donatist. hontem de nosso pensou grave, meio*da salyaiçlo, dv sr. Padre queirestalao Santo tar o éiemplo dò assignante o sr. ro XIV. por Manoel Luiz de Aze. priaho, si m'o não vedasse um acto estçpndòsò, qííe desáe brados Antônio, se presa a dignidade do seo vedo, dade do Concilio geral. » • cargo, e se tem consci desua encia ho Brasil inteiro. E' o terceiro dos que tem obede* O bom Catholico paraense manQue valenlão que está o fa|sa bsição. | effeito entre Tòdòs sabèniV cido a celebre portaria do nosso ama- dou-nos algumas erratas do resumo paraense i; Provocados a que Longe das* intrigas nós tem produsido a insensatez do que o cer- vel prelado. . ou transumpto, que publicámos, das franca c de viseira levan no silencio cão, do seo gabinete, pu- . Muito pouca gente leceia perder a lucubrações, com que elle vai illus- mettam-lhe o dedo na boe prelado, que para chegar a seus fins, rificado oração ainda de imprensa, era a pela calumniou poderia o entrada rio reino dos céos ! trar, e dar-lhes uma amostra do como elle morde..), sem que ¦¦¦>»€

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DÍ3ECT0R DA EMPRESA JÈ REDACTOR EMCTIYO JOSÉ RAPTISTA RIBEIRpíl SOUZA. iíMliX&xv

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Publica-se todos os dias a oxcopçfio das • e dos immodialos aos snnti INTERIOR È PROVÍ 1 anuo. 2 ü mozos 1 'j meze

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ACTA DA 5a SESSÃO EM 11 DE MAIO DE 1861. Presidência do Exm. Sr. Marquez de Abrantes. Aberta a sessão á hora do costume, lida e approvada a acta da antecedente Secreh,i„ passou a dar conta do seguinte expediente. "itceaente, o becieüno Aviso do Ministério do Commereio, Agricultura o Ohmc Pum;> ^ . ° relat0ri° dos lrabalhos do Instituto, desde a sua installacão O SmSS Ç^Bd° Aviso do mesmo MinSSiSS o , ??" - ' * "^ ^^ ° "*** *• te sldo n« • *. Manoel Felisardo de Sousa e Mello para esse Ministério COmmUmCand° Aviso do referido Ministério cobrindo a cópia de uma carta do Sr Ministro do s M R-u •

Resolveu-se se respondesse a S. Ex.:_ Que havendo-sejá remettido o programma formulado nela Comnnssao mata do Instituto, e da Sociedade Auxiliadora, sobre exposições pov^cia oZ n «í ', oumpre esperar o resultado dessas exposições, afim de escolher o que fôr digno de ir rn l lt universal de Londres. 'xposiçao Officio do Sr. Visconde de Ipanema cobrindo o resumo dos donativos, feitos até í do corrente na 131:B30Í,90°- ComP'e"ü^'^ o donativo de 200(1000, feito pelo Sr. Coronel òàrSS EnhoT Leu-se a proposta do Sr. Pedro de Alcântara Lisboa, obrigando-se a remetter da Europa, escriptos e informações úteis sobre a agricultura, mediante certas remunerações pecuniárias Resolveu-se:-Que não tendo o Instituto ainda meios depor em execução algumas medidas impostas seus estatutos, não pôde tomar por ora em consideração nenhuma por proposta que envolva despezas Leu-se uma carta do Sr. Dr. Antônio Cândido Nascentes de Azambuja, na qual o mesmo Sr. communica ao lnst.tuto, que achando-se em vésperas de partir para a Europa, com o fim de dedicar-se ao estudo de alguns dos principaes ramos de agricultura, se offérece ao Instituto para desempenhar qualquer commissão, de que este o queira encarregar. ^^^^^M^^O^WÊ^oWff^SffÊW^^ p.MasWsíS;t$S#Si! ^TResolveu-seSe'acceitassè; um programma, baseado em alguns dos pontos mencionados no art.2.» dos Estatutos do Imperial Instituto. Nada mais havendo a tratar, levantou-se a sessão ás 8 horas da noite. Sala das sessões no Paço Imperial, aos 11 dias do mez de Maio de 1861. Marquez üe Abrantes, Presidente. Dr. F. L. G. Burlamaque, Secretario.


ACTA DA 6" SESSÃO, EM 18 DE MAIO DE 1861. Presidência do Exm. Sr. Marquez de Abrantes.' um officio do Conselho Fiscal faleu-se antecedente, da acta a approvada e lida Aberta a sessão, Imperial o o Instituto sobre a o entre contracto, do governo bases das cerca A zendo varias observações administração do Jardim Botânico da Lagoa de Rodrigo de Freitas. a Directoria que se sol .citasse do Depois de discutidas as observações do Conselho Fiscal, resolveu 81 de Janeiro do anno corrente, artigos Governo imperial algumas modificações impostas no Aviso de 4" ,j 5Ü

a sua demissão por não poder O Sr. Josó Maria Peixoto, amanuense do Instituto, havendo pedido da Motta Teixeira. C3lHinuar, o Secretario propoz para o substituir ao Sr. João Levantou-se a sessão ás 7 horas da noite. Sala das sessões, no Paço Imperial, 18 de Maio dc 1 8.61. Marquez de Abrantes, Presidente. Dr. V. L. C. Burlamaque, Secretario

ACTA DA 7' SESSÃO EM 17 DE JUNHO DE 1861. Presidência do Lixii). Sr. Marquez de Abrantes. ¦"'

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Secretario passou a ler os seAberta a sessão, lida e approvada a acta da antecedente, o d'Agricultura, Commereio e Obras Publicas: guírítes Avisos do Ministério o Goveiiio Imperial, desejando reaAviso com a data de 16 de Maio, communicando que o Instituto o informe com que lisàr em 1862, uma exposição de produetos Nacionaes, quer que a: effeito semelhante idéa, e bem assim auxilio pode contar da parte do mesmo Instituto para levar o Governo deverá lazer para tal fim. que orce a despeza provável que melhores Resolveu-se se respondesse, que a Directoria do Instituto sa achava possuída dos o arbítrio de nodesejos de coadjuvar ao Governo Imperial neste intento; mas que lhe lembrava Governo, mear desde já uma commissão ou Jury, composto de pessoas da escolha do mesmo iniciada nas como uma medida capaz de remover todas as difficuldades e delongas; medida já instrucções formuladas~péla Gotórnissão mixta do Instituto e da Sociedade Auxiliadora. * Aviso de 25 de Maio, cobrindo a cópia de um outro Aviso do Ministério do Império, sobre Compêndios ^agricultura e de technologia industrial.


VII Resolveu-se remetter ao Ministério do Império o Cathecismo Agrícola organisado pelo Secretario da Directoria, acompanhado do parecer do Sr. Visconde de Barbacena. Aviso de 7 de Junho, remettendo um exemplar do Relatório da Commissào Diréçtora do estabelecimento de Aprendizes Agrícolas da Provincia do Maranhão.—Inteirado. Aviso de 8 de Junho, em resposta ao Officio da Directoria, e em additamento ao Aviso de 31 de Janeiro, que declarou as condições mediante as quaes o Governo Imperial consente que a mesma Directoria se encarregue da administração do Jardim Botânico da Lagoa de llodrigo de Freitas, e approvando as seguintes modificações nas condições estabelecidas no referido Ofíícío de 31 de Janeiro: l.a O Subsidio será de I2:000f)000 annuaos; 2.a Proceder-se-ha a inventario e avaliação dos edifícios, e mais objeclos, existentes naquclle estabelecimento, antes de serem entregues ao Instituto; 3.a A indemnisação terá sempre lugar por parte do Governo, salvo no easo de dissolução do Instituto. Communica, outrosim, que na mesma data, foi nomeado o Capitão do Corpo de Engenheiros José Maria Jacintho Rebello, para, de eommum accordo com quem fôr nomeado por parte do Instituto, proceder a inventario c avaliação dos referidos edifícios e objeclos. Depois de uma curta discussão, o Sr. Presidente nomeou ao Secretario da Directoria paia arbitro por parte do Instituto, e lhe conferio plenos poderes para assignar o contracto entro o (ioverno Imperial e o Instituto á respeito da administração do Jardim Botânico. O Secretario apresentou um Regulamento para a administração du mesmo Jardim Botânico. Depois de uma discussão, cm que tomarão parte os Srs. Barão de Nova Friburgo, Visconde de Barbacena, Marquez de Abrantes c o Secretario, approvou-sc o referido Regulamento com algumas emendas do Sr. Visconde de Barbacena; e o Sr. Presidente nomeou ao Secretario para Director Fiscal do Jardim. Leu-se um Officio em que João Casanova representa, que lendo inventado um app.arellio de seccar café, mui simples e econômico, para o qual elle acaba de impetrar privilegio, solicita da Directoria a nomeação de uma Commissão de pessoas competentes, que assisláo ás experiências onde se acha montado o seu apparelho. que brevemente se vão fazer em uma fazenda doWrozal, expeAttendendo á importância que pôde ter esse invento na cultura do café, caso resulte, das Srs. Barão da Parariencias a convicção de sua bondade, a Directoria ordenou se convidasse os assistirem .a essas expehyba, Dr. Luiz Peixoto de Lacerda Verneck e José dc Sou/a Breves, para referido apparelho. riencias e darem um parecer consciencioso sobre a conveniência do ás s horas da. noite: Nada havendo mais a tratar, o Sr. Presidente levantou a sessão 'Sala das sessões, no Paço Imperial,'aos:;10;de Junho de 1801.- ™; ^¦y.:.i^S Mahquez de Abhantiís, Presidente, Da. F. L. C. BuntAMAQUÈ, Secretario.

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lêa-se Na pagina 36 linha 23.a onde lê-se exigem, actuaãa de 35a 37 charra 5a 38 meial 34» o que mais engenhoso „ 13a 39 terá „ 16a são dè um emprego „ 20» w n „ 13a 68 que sem

exige, actua de. charrúa. metal. o mais engenhoso, tem. não são de emprego que seus.

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advertência.

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A rapidez com que foi impresso este numero da Revista e o estado afflietivo de animo em que esteve durante todo esse tempo o seuredactor, que se impoz também a tarefa de rever os trabalhos, justificão o apparecimento de alguns erros, que são declarados na i&raía acima, e ao mesmo tempo correctos *

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Revista Agrícola do Imperial Instituto Fluminense de Agricultura  

Revista Agrícola do Imperial Instituto Fluminense de Agricultura Edição Setembro de 1869

Revista Agrícola do Imperial Instituto Fluminense de Agricultura  

Revista Agrícola do Imperial Instituto Fluminense de Agricultura Edição Setembro de 1869

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