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Fora isso, também temos uma tentativa falha de uma metáfora dentro do roteiro de Wendy sobre o relacionamento das duas. Aliás, o arco entre Scottie e seu filho também soa um pouco fora de lugar, servindo apenas para alguns momentos de humor. Wendy acaba se tornando a melhor coisa do filme. Dakota Fanning fez um trabalho competente que exigiu bastante de seu carisma e talento para a comédia. Muito pouco provável que o filme se torne exemplo de como lidar ou entender autistas. Mas acaba sendo uma história divertida, agradável de se ver e com uma mensagem sobre amadurecimento que serve principalmente para um público mais jovem. Tudo que quero tem ideias que não funcionam muito bem, mas as que funcionam conseguem entreter e fazer refletir.

Cena do Filme Tudo Que Quero 2017. Imagem: Internet. Revista Código #7 | 2019 | Univeridade Cruzeiro do Sul | www.codigo.inf.br

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Revista Código #7 - Jan/2019  

Edição Especial - Filmes e Séries

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