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REBBIT

AUTUMN 2017 / ISSUE 1

BUSINESS & INTELLIGENCE

INSPIRE PAULO TEIXEIRA COUNTRY MANAGER PFIZER PORTUGAL

No futuro, as empresas serão mais flexíveis e genuínas


EDITOR'S NOTE AN EXTRA MILE

At REBIS we challenge and lead, care and inspire. As a SAP Business Analytics state-of-the-art solutions firm, we look forward to inspire our clients and people. We challenge them and our ourselves striving for excellence, leading in volatile, complex environments and projects, caring with our social, individual and business impacts. Our clients seasoned magazine - REBBIT - takes our business values as a guidance to reflect on business and management trends and issues. All opinions and perspectives reflects personal views, ideas and thoughts, not REBIS or their own companies. As a multi language company, we have written articles in english and in portuguese. And, to inspire us, in this first edition, we have the privilege to count with Paulo Teixeira, Country Manager at PZIFER Portugal. And many others. Enjoy!


AUTUMN 2017 Issue 1

REBBIT by REBISCONSULTING.PT

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12

by Paulo Teixeira,

by Mariana Viegas,

by Gabriel Toscana,

by Alexandra Lopes,

Country Manager

Portuguese Culture

TP University Dean,

Professional Image

PFIZER PORTUGAL

LECTURER AT ROTTERDAM

TELEPERFORMANCE

CONSULTANT & COACH

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20

by Miguel Pina Martins

by Jorge Lourenço,

by Sílvia Vicente

by David Almeida

Founder/CEO

Co-Founder/CEO

Valuation & Adv Assoc.

Country Audit Head PT

SCIENCE4YOU

REBISCONSULTING

CUSHMAN & WAKEFIELD

DEUTSCHE BANK

INSPIRE

LEAD\CONFIDENCE

CARE\SOCIAL

LEAD\PEOPLE

CARE\ENERGY

CHALLENGE\RETAIL

CARE\PROFESSIONAL

CHALLENGE\CONTROL


INSPIRE

NO FUTURO AS EMPRESAS SERÃO MAIS FLEXÍVEIS E GENUÍNAS! BY PAULO TEIXEIRA COUNTRY PFIZER

MANAGER

PORTUGAL

Sabemos que no futuro, as empresas serão significativamente diferentes, com os colaboradores a terem um papel mais relevante na definição da forma como querem trabalhar.

Perfil Com um percurso profissional recheado de conquistas e difíceis desafios, e com mais de 20 anos na indústria

Paulo Teixeira, Country Manager da Pfizer em Portugal, desempenhou diversos cargos de farmacêutica,

crescente responsabilidade nas áreas de Vendas e Marketing nas empresas Abbott, Grünenthal e Wyeth.

E, num percurso de oito anos na Pfizer, liderou desde 2013 a Unidade de Negócio de Global Established Pharma.

Paulo Teixeira licenciou-se em Sociologia na Universidade de Coimbra, possui um MBA Executivo pelo ISCTE-IUL INDEG Business School e um mestrado em Gestão de Marketing no Instituto Superior de Gestão.

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Agradecendo, desde já, a oportunidade e o desafio de lhe colocar questões de relevo atual no mundo especialmente volátil em que vivemos, sugeria que iniciássemos a nossa conversa pelos seus atuais desafios, considerando as particulares exigências da Indústria Farmacêutica.

Quais os principais desafios da sua atual responsabilidade? Na perspetiva daquela que vejo como minha principal

A procura do equilíbrio entre a “pressão” do curto prazo e

missão, o grande desafio está em assegurar que os

de uma visão estratégica de médio longo prazo é um

portugueses tenham um acesso rápido e equitativo aos

desafio real.

benefícios que a inovação dos nossos medicamentos e vacinas trazem para a sua saúde e bem-estar.

Refiro por último, aquilo que é central – as pessoas. Assegurar que temos na empresa as competências

Para isso, é imprescindível um trabalho conjunto, de

necessárias para responder a um ambiente em constante

cooperação e parceria com as diferentes partes

mudança, conciliar as expectativas individuais de cada

envolvidas - autoridades, profissionais de saúde, doentes,

colaborador no tempo que vivemos em que se pede “mais

cuidadores, entre outros.

com menos”, assegurar que cada pessoa que trabalha na Pfizer está motivada e comprometida com a nossa missão

Neste sentido, é fundamental assegurar o alinhamento e

com a saúde em Portugal.

uma voz uníssona, numa empresa com uma estrutura matricial, organizada em unidades de negócio independentes e muito diversas.

Na sua indústria, que grandes tendências atuais destacaria? Vivemos uma admirável era da investigação médica e do

Em simultâneo, a pressão sobre os sistemas de saúde,

progresso científico que resultarão em avanços e curas

com recursos limitados para responder à crescente

futuras que transformarão a vida de milhões de pessoas

procura de cuidados de saúde e às expectativas dos

nos próximos anos.

cidadãos, faz com que governos e entidades pagadoras se foquem cada vez mais nos resultados de vida real da

Assistimos a uma mudança de paradigma no sentido da

utilização de produtos e procedimentos, em função dos

prevenção, diagnóstico e cura. Para além da medicina de

quais medem o sucesso, e dos quais fazem depender a

precisão/personalizada, será possível, p.e., prever a

remuneração das empresas.

probabilidade do diagnóstico de determinadas doenças, podendo atuar na prevenção e mesmo na cura, fazendo

O maior escrutínio e exigência sobre o valor das respostas

com que doenças de hoje se tornem cuidados do

que oferecemos, a evolução tecnológica, um novo

passado.

conceito de cuidados de saúde, a entrada de novos players, entre outros, impõem um novo modelo de negócio e organizacional. As empresas que mais depressa se adaptarem serão aquelas que sobreviverão.

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Reconhece certamente os atuais desafios das empresas nas áreas de Business Analytics (BA) e Business Intelligence (BI), aliás, core business da atuação da REBIS no mercado e uma das principais preocupações dos CEO a nível mundial.

No contexto de BA e BI, qual a relação da sua empresa com os dados e a informação crítica para o negócio? Assistimos nos últimos anos a uma expansão significativa do

Só o que pode ser medido pode ser mudado. O desafio

volume e da diversidade de informação clínica, uma

está em sermos capazes de orientar estrategicamente a

tendência impulsionada, em grande parte, pela inovação

seleção dos dados para que respondam às necessidades

contínua e pela utilização em grande escala dos registos

e prioridades do negócio.

médicos eletrónicos, da imagiologia de alta resolução e da genómica.

Está ainda, na capacidade de integrar, ultrapassando silos de informação que frequentemente resultam da existência

Este novo ecossistema de dados, em constante evolução,

de silos organizacionais. Gerir e integrar dados gerados

traz uma oportunidade crítica para o processo de decisão

em todas as etapas da cadeia de valor, desde a

das empresas, a todos os níveis: otimizando a inovação,

investigação até à utilização no mundo real, é um requisito

melhorando a eficiência da investigação e ensaios clínicos

fundamental para que as empresas obtenham o máximo

e disponibilizando novas ferramentas para profissionais de

valor da inovação.

saúde, consumidores, reguladores e financiadores.

Que implicações tais tendências terão nas empresas e nas pessoas? Alcançar os benefícios que resultam de Business Analytics e

É necessário dotar as empresas de um mix de

Business Intelligence exigirá uma mudança na forma como

competências - gestão, estatística, programação, gestão

as empresas se organizam e o seu processo de tomada de

de dados, etc., e de sistemas que assegurem a

decisão.

disseminação rápida da informação e resultados, tornando-os assim uma efetiva ferramenta de gestão.

É essencial uma forte liderança para responder a uma resistência inicial a um modelo que fundamenta as suas decisões em dados e menos em conhecimentos internos.

Qual o fator distintivo que salienta na relação das empresas com os seus clientes?

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Conhecer as necessidades dos clientes é crítico. A forma

No mundo de hoje, em que a informação disponível é

como cada empresa consegue ir ao encontro dessas

colossal, são necessários “filtros”. É preciso transformar

necessidades, será o que as distingue. As competências de

todos estes dados em informação que apoie a tomada de

business inteligence e business analytics são fundamentais

decisão das empresas em áreas diferenciadoras e que

neste ponto.

proporcionem uma clara vantagem competitiva.

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INSPIRE

E, no futuro... PAULO TEIXEIRA

Em 2030, como serão as empresas?

Para si, inovar é...

Serão forçosamente muito diferentes. Caminhamos para uma

Para nós, na Pfizer:

forma de trabalhar mais colaborativa, com parceiros muito diferentes daqueles com que trabalhámos até aqui. Haverá uma

"Inovação, mais do que estar à frente, é estar ao seu lado.”

grande dependência tecnológica.

Serão empresas menos hierarquizadas, mais flexíveis, em que os

Inovar é responder às expectativas e necessidades das pessoas,

colaboradores terão um maior papel na definição da forma como

proporcionando-lhes algo precioso para uma via plena: saúde e

querem trabalhar. Acredito que serão mais genuínas, refletindo

bem-estar.

uma preocupação sincera com a sociedade nas suas ações e decisões.


CARE

QUE DESAFIOS E VANTAGENS PARA EMPRESAS SOCIALMENTE RESPONSÁVEIS? BY MARIANA VIEGAS PORTUGUESE

CULTURE

LECTURER

ROTTERDAM

AT

A cidadania empresarial vai muito para além da alocação de recursos económicos e financeiros a iniciativas de responsabilidade social.

Este crescente interesse das empresas em ações que suportem a sua legitimação social e corporativa no seio da comunidade não comporta apenas benefícios e poderá, inclusive, exigir especiais cuidados.

Uma alteração de atitude Necessariamente. Pois "...as empresas compreendem que não basta o retorno financeiro para garantir a sustentabilidade dos seus negócios e que a adoção de estratégias de responsabilidade social, valorizando o trabalho em parceria, pode revestir-se de um valor económico direto.” (Rocha, Machado, Rocha, 2006) .

Este interesse deriva de três fatores essenciais: a exigência por parte dos consumidores; e a pressão por parte dos agentes políticos e legislativos e a consciencialização do crescimento do negócio e das vantagens económicas de ser uma empresa “social”;  (Gilder, Schuyt e Breedijk, 2005).

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O chamado 'voluntariado empresarial' é reportado desde antes de 1900, mas terá sido a partir da década de oitenta do século passado que a responsabilidade social ganhou relevo, consolidando-se desde então (Basil et al. 2009).

Que modos e meios? Entre as várias iniciativas desenvolvidas pelas empresas,

O voluntariado será realmente benéfico para a organização?

salientam-se alguns exemplos como: defesa do meio

Alguns especialistas (Gilder, Schuyt e Breedijk, 2005)

ambiente, contribuição para a melhoria de vida das

consideram que não. Realçam, aliás, que a atividade

populações pela recolha de fundos ou ações diretas para

voluntária possa não ser completamente benéfica e,

causas específicas.

particularmente, ter especiais desafios.

As empresas atuam, como sabemos, de múltiplas formas pois

De facto, o trabalhador/colaborador poderá ver o

tanto podem disponibilizar recursos económicos/financeiros,

voluntariado como algo privado e que deveria ser

disponibilização de tempo (em horário laboral), ou disporem,

separado das questões empresariais; e, adicionalmente,

ao serviço da comunidade, as suas competências técnicas e

poderão discordar da gestão e da forma como os

especializadas.

recursos são utilizados neste tipo de programas.

Conforme salientam diferentes especialistas e estudos, a

Ou ainda, de outro modo, os trabalhadores que

responsabilidade social da empresa foca-se, sempre, em

participem neste tipo de iniciativas poderão ser vistos

assuntos sociais genéricos com o objetivo de reduzir o seu

como não estando totalmente empenhados nas suas

impacto, tendencialmente negativo na sociedade., embora

responsabilidades internas ou profundamente envolvidos

não seja, unânime e isenta de debate tal perspetiva.

nas políticas da empresa ou na sua própria realidade.

Benefícios

Mas e...

Naturalmente que, a primeira perspetiva é que o recurso à

Sublinha-se, a contra ponto, que as ações de

responsabilidade social permite às empresas, uma projeção

voluntariado empresarial tendem a gerar uma impacto

positiva da sua imagem da empresa. Trata-se do seu desejo

positivo no desempenho dos trabalhadores que nelas

de legitimação social - aceite como uma instituição-chave

participam, pela sua maior motivação e entusiasmo

para a sua comunidade, geradora de emprego e riqueza, de

(ainda que, para colaboradores que já o façam,

forma integrada e sustentável.

tais efeitos sejam mais mitigado).

Tal, deriva naturalmente, da vontade dos seus Adicionar ao

Alguns indicadores evidenciam também, todavia, que tais

dicionário, específicos mas também por uma crescente

iniciativas potenciam a aquisição e desenvolvimento de

pressão por parte dos governos, dos media e da comunidade

competências e no envolvimento geral do trabalhador

como um todo.

com a organização, melhorando a satisfação e o clima geral de trabalho. (vide a este respeito observações de

E, por outro lado, especialistas como Fonseca (2002) e Azevedo (2001) sublinham que tais iniciativas de cidadania empresarial também contribuem e reforçam a coesão e a estabilidade social do meio em que intervêm.

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Basil et al., 2009; Gilder, Schuyt e Breedijk, 2005).


CARE

IN THE ENERGY DEBATE DUMBING DOWN IS DUMB BY GABRIEL TOSCANA CHAIRMAN/DEAN TELEPERFORMANCE

UNIVERSITY

In the energy/climate discussion, pros and cons are considered by many on the nuclear option. And, as you know, many countries decided to discontinue their nuclear plants in a near future.

Taking that as a reflection, and being as I am an unpaid nuclear energy promoter, i propose you a reflection on this subject, specially on the basis of being a "zero emissions" energy source. It is not. Dumbing down energy / climate conversations is disrespectful for educated and informed people. So, non-nuclear and even nuclear promoters should probably clearly underline the following thoughts.

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Is nuclear an option with so many accidents? There will be more nuclear power plant accidents. This is inevitable. The airline industry will NEVER state that there will not be more airplane disasters; we shouldn't either. Yes, in spite of past and future nuclear accidents nuclear energy will almost certainly continue to be the safest energy we have; bar none.

This is equivalent to air travel: even though airplane accidents are more newsworthy, planes are by far safer than automobiles per mile travelled. Actually, the most dangerous thing concerning nuclear energy is when governments overreact to nuclear accidents and order unnecessary (or unnecessarily long) evacuations.

A low CO2 emission technology Nuclear is a low CO2 emission technology. Actually, of the current non-marginal energy sources nuclear is the best in this respect, clocking at 12 grams per kWh (hydro measures in at 24 grams). Nuclear usually replaces coal with emissions of 820 grams per kWh.

What about the nuclear waste? Nuclear waste is still an issue even though the amount generated is minute compared to say coal. Some countries, like France, have pretty much solved the problem plus there are better nuclear designs in the pipeline that should produce much less waste. Also, nuclear waste can be turned into valuable material. There is a psychological fear factor respecting nuclear. Thus, lots of (not dumbed down) education for the public will be required.

They give the example to empower confidence However, once we state the above points we should underline that nuclear is low pollution, low CO2, safer than any other energy we have, scalable, dense, reliable, affordable, constant, produces high paying jobs, is proven, even better designs are in the pipeline and the fuel (uranium and/or thorium) will last for at least hundreds of years.

Once all facts are considered, it is hard to find a better energy source than nuclear.

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CARE

VESTIR UMA CAMISOLA QUE RESPIRE CREDIBILIDADE E CONFIANÇA BY ALEXANDRA LOPES CONSULTORA IMAGEM

EMPRESARIAL

Muito mais do que "vestir a camisola, importa vesti-la da forma correta e ajustada à missão e valores organizacionais.

Dada a atual conjuntura económica e financeira do nosso país, as empresas estão bastante mais seletivas na aplicação dos seus recursos, priorizando a sua aplicação e reduzindo assim ao máximo os seus custos.

Adopte uma postura ativa e determinada. Muitas empresas ainda apresentam um dress code antiquado, desatualizado e desajustado, nalguns casos completamente desenquadrados dos seus atuais valores, dos princípios e da identidade corporativa.

Por isso, é imperativo ter um dress code adequado ao negócio ou setor em que atuam.

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Se uma imagem vale mais que mil palavras, imagine quanto vale uma boa imagem empresarial! Num ambiente organizacional cada vez mais competitivo, no qual são muito maiores as semelhanças do que as diferenças, é crucial incrementar o compromisso e o desempenho dos colaboradores, otimizando a sua reputação junto dos clientes, potenciar as vendas e projetar para o exterior uma imagem moderna, proactiva e de confiança.

Imagem corporativa não chega. Investir na definição e posterior divulgação de uma excelente imagem corporativa, mas deixando a imagem dos colaboradores para segundo ou terceiro plano é um risco, dado o possível descrédito da empresa perante a inconsistência das suas mensagens corporativas.

A imagem empresarial dos colaboradores engloba muito mais do que apenas a roupa que se veste, o calçado que se escolhe ou os acessórios que complementam o visual.

Os cuidados com o cabelo e unhas, a maquilhagem (para as senhoras) e a barba (para os homens), não devem ser esquecidos e negligenciados, visto que a imagem abrange todos os pequenos e ínfimos detalhes da aparência.

A imagem dos colaboradores deve ser então um espelho dinâmico e atual da imagem corporativa que a empresa comunica aos seus stakeholders não devendo ser de forma alguma negligenciada.

Para além da aparência A imagem engloba também a postura, a atitude e a linguagem corporal no contexto organizacional em que a empresa atua.

De que vale exibir uma aparência impecável se a linguagem corporal que se transmite não refletir uma imagem cuidada, atual e irrepreensível? Não vale nada, absolutamente nada!

Projete a imagem de sucesso da sua empresa através dos ativos mais valiosos: os seus colaboradores. Sim, eles são importantes… muito importantes!

Seja competitivo, seja inovador e atreva-se a marcar a diferença: vista a camisola da sua empresa, proporcionando todo o apoio e ferramentas de formação aos seus colaboradores para também eles vestirem eficientemente a camisola e juntos poderem vencer!

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LEAD

WHAT LEADERS CAN DO TO SPREAD CONFIDENCE? BY MIGUEL PINA MARTINS CEO SCIENCE

FOR

YOU

Leaders are critical keys within a team or an organization. They can inspire or depress their people. In a fast-paced environment, incertain and volable, being a leader is increasingly hard.

Honesty, gratitude, being able to be an example, feedback and a servicing profile for their team are  the trully basics of leadership competences matrix.

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Leaders look for small victories Life it's not a sprint, it's more similar to an ultra marathon. And for you and your team to get confident and motivated, you need to celebrate the small sprints that you have to turn into victories before you reach that main goal.

Leaders are great listeners Confidence is gain because of people trust you. You get a lot of trust when you respect the ideas of your team. So listening it's a great way to get more confidence in the ones that are around you.

They spread their happiness and confidence It's scientifically proved that emotions and feelings are very contagious! A good leader knows how to take the best of those viral emotions! Be happy, be confident, and you'll build confidence into the team. knows how to take the best of those viral emotions! Be happy, be confident, and you'll build confidence into the team.

They give the exemple to empower confidence Example is probably the best tool any leader has in his pocket. When you make something good giving the example, you get more confident and everybody around you will do the same.

Leaders recognise that arrogance is not confidence Arrogance it's very different from confidence, don't go that dark path that only gets you fear, not respect or confidence, and that is not what a leader should spread.

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LEAD

E SE FORMASSE PROFISSIONAIS PARA A SUA CONCORRÊNCIA O QUE FARIA? BY JORGE LOURENÇO CEO REBIS

CONSULTING

E se a sustentabilidade do negócio resultasse da nossa capacidade em transferir conhecimento especializado dos mais para os menos experientes?

Num mercado de trabalho altamente competitivo, em particular no segmento das tecnologias de informação, diferentes caminhos podem ser percorridos na gestão criteriosa do seu talento. A nossa é clara.

Formar.

Empresas Escola? Em diferentes indústrias e setores de atividade, o conhecimento técnico e especializado perdurará apenas se existir uma efetiva transferência do mesmo, entre os profissionais mais séniores e os mais juniores.

As empresas escola são sustentáveis em múltiplas formas mas a principal deriva do reconhecimento efetivo do mercado das suas competências técnicas pelo que a sua sustentabilidade no mercado é mais efetiva, estável e dinâmica.

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O atual mercado das soluções e serviços em novas tecnologias é altamente competitivo. Tal competitividade ocorre tanto na procura de novos clientes e contratos como na contratação de talentosos profissionais.

Profissionais que, preferencialmente, consigam assegurar novos projetos e desafios, quase de imediato, após a sua entrada e/ou integração na empresa.

Bases são cada vez mais completas, mas...

E se o mercado nos reconhecer o investimento?

É certo que a integração crescente entre as universidades

Ora, desde sempre, que, na REBIS, nos habituámos a ter

e escolas técnicas e as empresas permite que as

novos colaboradores que, rapidamente, são objeto de

empresas consigam obter um leque mais diversificado e

‘cobiça’ pelo mercado, quer pelo seu desempenho no

preparado de profissionais. É certo, também, que as suas

imediato, após a nossa formação inicial, quer pela sua

bases são, portanto, mais completas, mais próximas da

evolução significativa num curto espaço de tempo em

realidade e reconhecidamente universais.

diferentes projetos de consultoria.

Mas é igualmente verdade que se mantém e, porventura,

De tal modo que, em muitas circunstâncias, em pouco

dada a perecibilidade de tecnologias e tendências, até se

mais de um ano, muitos dos nossos concorrentes (e, por

reforce, a cada dia, a necessidade de as empresas

vezes, também parceiros), recorrem ao nosso talento

especializadas em determinado segmento de atividade,

para assegurar os seus novos projetos e/ou serviços,

complementarem tais bases e/ou formação inicial.

proporcionando-lhes significativas melhorias salariais.

Uma expectativa de criação de valor futuro

Um vocação que nos orgulha

A preparação técnica e especializada, adicional, para

Esta nossa vocação de formar profissionais para a nossa

recém-licenciados e/ou jovens técnico-profissionais,

própria concorrência constitui, em larga medida, um sinal

constitui um elemento crítico (e central) nas organizações,

inequívoco da confiança do mercado no conhecimento

pelo que se trata de um investimento corporativo e

técnico especializado da nossa empresa e da nossa

pessoal.

capacidade em transferir tal conhecimento.

Por regra, tal investimento ocorre dada a expectativa de

Esta transferência, dos mais experientes para os novos

criação de valor futuro para a organização, pela atividade

colaboradores, constitui uma imagem de marca de uma

operacional e de negócio dos novos colaboradores. E,

empresa-escola que aposta em jovens talentosos e os

poderá ter um retorno mais ou menos efetivo (e rápido)

transforma em profissionais de referência a médio prazo.

consoante a participação de tais colaboradores em

Encaramos esta realidade com satisfação e orgulho.

projetos particularmente exigentes e complexos. Orgulho pela evolução que os nossos colaboradores rapidamente podem obter no mercado mais amplo e competitivo, no plano nacional e internacional.

Orgulho pelo reconhecimento que a própria concorrência faz do nosso core business e know-how e pelos processos de formação e desenvolvimento implementados

Se formamos fantásticos profissionais para a concorrência? Sim, como muito gosto.

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AUTUMN

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CHALLENGE

TRENDS IMPACTING THE FUTURE OF THE RETAIL MARKET BY SÍLVIA VICENTE VALUATION AT

&

CUSHMAN

ADVISORY &

ASSOCIATE

WAKEFIELD

The retail market is a reflection of the society in which we live and in which we are increasingly faced with fast-paced, ever-present paradigm shifts, requiring a strong capacity to adapt.

Several trends are shaping the future of the retail market and new challenges need to be adressed everyday. Five are impacting significantly.

All of us as consumers are agents of these changes which generate new dynamics in the retail sector resulting in a series of trends defining the future of the retail market.

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Social media

With the future growth of Generation Y as one of the

Social media has clearly changed the way the world

demographic segments with the highest purchasing

communicates with the sharing of ideas, information,

power, this trend will be increasingly in the order of day

personal messages and other contents online.

for a generation whose preference for experience is greater that the ownership value of material goods.

This shows exactly how social media can be decisive in terms of how attitudes, motivations and consumer patterns

Music and video, sports equipment and do-it-yourself are

are created and influenced.

among the most popular retail categories for sharing economy consumers.

The way in which retailers and different retail formats interact with their customers on social media in a highly competitive environment, will be a decisive factor in

Tourism

attracting consumers to their spaces and creating new

According to data supplied by the World Travel and

forms of purchasing experience.

Tourism Council, travel and tourism sector GDP was up by more than 3% in 2016, outpacing the general economy and contributing more than 10% of world GDP at around

New demographics

7.6 trillion dollars while accounting for 10% of world

The fact that the profile of each demographic group lies at

employment.

the base of different types of consumer behaviour shows its importance in terms of retail market terms and the real

As purchases are one of tourism’s main spending

estate market in general. Different generations like 'Baby

categories, growth of this industry has been the driving

Boomers', 'X', Y' “The Millennials” work, live and shop in very

force behind high street retail. This trend is highly visible in

different ways.

Portugal, particularly in Lisbon and Porto. Tourism, however, does not only impact high street retail

This requires the need to define specific strategies to meet

operations but also other areas such as shopping centres

the consumer needs of each of these demographic groups.

and factory outlets in their endeavours to provide for the

Up to very recently the major focus has been on the “Baby

tourism trade.

Boomers” who account for a significant proportion of retail sales. However, as people grow older, generations X and Y are embarking upon their main consumption years,

Technology

representing an opportunity that retailers can not ignore.

Is omnipresent across the whole of the retail activity chain, from logistics and transport to e-commerce, communication with customers, purchasing and

Sharing Economy

payments, up to the collection of information on

Driven by the internet and generation Y, the sharing

customers.

economy is already upon us with businesses such as “Uber” or “Airbnb", in the transport and tourism areas and this is

Technology’s integration with retail activity,

just the beginning. It is difficult to anticipate it's full impact

accompanying and adapting to the rapid pace of

on the retail sector, although several retailers are taking

change it provides, will play a decisive role in the market,

their first steps.

owing to the way in which technology is able to influence consumer patterns, create stimulating and differentiating purchasing experiences and, in the last instance, help to keep customers satisfied.

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CHALLENGE

PODE UM NOVO PROJETO COLOCAR EM CAUSA UMA EMPRESA? BY DAVID ALMEIDA COUNTRY HEAD DEUTSCHE

BANK

AUDIT PORTUGAL

Muitos projetos de tecnologia ou de negócio falham; e, quando falham, alguns, dado a sua dimensão ou o seu carácter estratégico podem chegar a colocar em causa a própria organização.

Num final de tarde em Agosto deparei-me com dois pardais bebés que desmotivados se escondiam por terra num canto da entrada da casa. Segundo a minha mulher, tentavam voar, desde manhã, sem sucesso, do ninho que estava no telhado.

Após adequada e significativa preparação e apoio dos pais (business sponsors), o momento “Go live” do projeto de voo destes pardais tinha chegado. Era um momento crucial deste seu projeto em que estava em causa a sua própria vida (a sua continuidade ou término).

O final de tarde aproximava-se e uma mão cheia de gatos preparava-se, furiosamente, para os caçar; evitando apenas, por ora, as elevadas temperaturas de Agosto, mantendo-se prevenidamente à sombra.

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AUTUMN

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Os riscos e a sua gestão são indissociáveis a um novo projeto, estando relacionados com as mais diversas realidades.

A própria 'gestão do projeto'; i.e. o scope/âmbito do projeto não está corretamente definido ou não existe um adequado project governance;

Os processos de negócio, i..e, resistência dos utilizadores, a regulação não ser considerada ou fracos procedimentos;

O change management que lhe está associado, i.e., a melhor ou pior definição do antes e do depois, dos seus riscos e dependências, da sua adequada identificação e/ou intervenção sobre.

Nas auditorias de pré-implementação, o controlo atua de forma preventiva com o objetivo de identificar atempadamente estes riscos de modo a permitir a sua resolução ou mitigação e ajudar o projeto a "voar" à primeira.

É por isso que, as áreas de negócio devem ser capazes de envolver a auditoria e/ou controlo interno quer em momentos de pré-implementação (durante a vida do projeto), quer no pós (atingido o objetivo do projeto).

Tal intervenção permitirá não apenas que seja possível ter um project governance ajustado mas também para acrescentar valor ao processo de implementação, enquanto SME (subject matter expert), com conhecimento dos atuais processos de negócio e com experiência a testar e a rever.

Na altura de saltar do ninho, na “Go” or “No Go decision"; a intervenção da auditoria ou do controlo interno permite que o "Go live" se transforme também em "Goes well".

Resolvi intervir para salvar os pardais, e após alguns minutos de luta com os gatos (com ajuda dos progenitores dos pássaros) consegui colocá-los a salvo numa varanda. Os pardais bebés sobreviveram a noite e voaram de novo com sucesso na manhã seguinte.

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ORGANIZATIONS

> 77% CONSIDER DATA ANALYTICS CRITICAL FOR THEIR BUSINESS RESULTS AND PERFORMANCE

SME CONTINUALLY LOSE MONEY OR ONLY BREAK EVEN

> 60%

BETTER FASTER STRONGER ACCORDING TO SEVERAL STUDIES, MOST SMALL BUSINESSES ARE CONTINUALLY LOSING MONEY OR ONLY BREAKING EVEN. AND MOST OF THE TOP ORGANIZATIONS CONSIDER DATA ANALYTICS A CRITICAL COMPONENT OF BUSINESS PERFORMANCE. WE CAN HELP YOU TODAY.

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The REBIS Magazine \ Autumn 2017

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