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EDER MOTA Diretor da Realiza Editora

Foto: Faelo Ribeiro

EEDDI ITTOORRI IAAL

GuiaCondomínioCompleto

u fui síndico por dois anos do prédio onde moro. Fui marinheiro de primeira viagem, e eram muitos os desafios a serem superados. Fui eleito na reunião de entrega das chaves do meu prédio e, claro, naquela época, não havia nada no condomínio. Havia somente a administradora, indicada pela construtora, para cuidar da portaria e da emissão dos boletos do condomínio. Passei por momentos difíceis e tive que aprender na marra. Não conhecia as casas especializadas em certos produtos nem sabia onde procurar prestadores de serviços. Mas fui aprendendo, me envolvendo, evoluindo, conhecendo melhor esse segmento. Gostei tanto de ser síndico que decidi criar o Guia Condomínio Completo, para facilitar a vida de tantos outros síndicos e também moradores. Na publicação, você encontra um leque variado de produtos e serviços para comprar ou contratar para o condomínio e/ou apartamento, tudo com o propósito de fazer você viver bem. Junto a esta terceira edição do Guia Condomínio Completo, estamos promovendo a Expo Condomínio Completo, que, acredito, será considerada a maior feira para síndicos e moradores do Estado do Espírito Santo. A despeito deste período de instabilidade política e econômica pelo qual o país passa, acreditamos que o guia e o evento vieram em um bom momento. Ambos têm como premissa auxiliar síndicos e moradores a cuidarem melhor da gestão dos prédios onde vivem. E uma gestão melhor significa economia, assertividade nas negociações e inteligência na hora de fazer os investimentos. Acompanhem nosso site e redes sociais, façam uso do Guia Condomínio Completo e tenham uma boa gestão.

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Guia

Condomínio Completo Produtos e serviços para viver bem

EDIÇÃO 3 • AGOSTO 2017 Coordenação Eder Mota Comercial Lourdes Castro Rita Damasceno Vilce Barbieri Wander Castro Jornalista responsável Ariani Caetano (MTB-ES 2420) Projeto gráfico e diagramação Link Editoração Impressão Gráfica e Editora GSA Tiragem 7 mil exemplares Distribuição Gratuita e dirigida em prédios residenciais e comerciais da Grande Vitória e Guarapari, mailing da Realiza Editora & Eventos e aos visitantes da Expo Condomínio Completo

www.guiacondominiocompleto.com.br /guiacondominiocompleto @guiacondominiocompleto O Guia Condomínio Completo é uma publicação anual da Realiza Editora & Eventos. É proibida a reprodução total ou parcial de textos, artigos, fotos, ilustrações e anúncios, por qualquer meio, sem prévia autorização do editor. Todos os direitos reservados.

EDITORA & EVENTOS 27 3314.5117 | 27 3024.3355 www.realizaeditora.com.br contato@realizaeditora.com.br

Avenida Leitão da Silva, 141, Edifício Braga, sala 306, Bento Ferreira, CEP: 29050-605, Vitória/ES


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Portaria Síndico Profissional Gás

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Fitness

Contabilidade Artigos

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Elevadores

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Novidades

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Seguro

SUMÁRIO


A Condovix é uma empresa capixaba que possui excelente custo-benefício na administração de condomínios.

Administração Condominial

Síndico Profissional

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Rua Antônio Ataíde, 823 (27) 3077-4422 Ed. Tropical Shopping, Sala 505 Centro - Vila Velha - ES comercial@condovix.com.br


O aplicativo da Condovix permite que você tenha acesso as informações do condomínio na palma da sua mão. Funcionalidades do aplicativo: Reserva Online de áreas comuns pelo app: o condômino pode fazer a reserva das áreas comuns pelo celular e receber a reposta por e-mail;

Visualizar as cobranças em aberto da sua Unidade; Obter a prestação de contas pelo aplicativo; Copiar a linha digitável (código de barras) para efetuar o pagamento através do aplicativo de seu banco; Visualizar comunicados emitidos pela administradora e pelo síndico de seu condomínio, como período de reformas, novas regras do condomínio e avisos em geral;

Imagem meramente ilustrativa.

Obter a segunda via atualizada de suas cobranças;

Visualizar documentos como atas de reunião, convenção ou documentos de prestação de contas de seu condomínio; Visualizar o álbum de fotos de seu condomínio; Notificações no celular (via push notifications): o aplicativo alerta o condômino pelo celular, via push notification, sobre o vencimento do boleto de acordo com os alertas configurados no recurso Régua de Cobrança do Aplicativo; Notificações no celular (push notifications) para as novidades relacionadas à unidade (condomínio), como comunicados e documentos; Portaria virtual; Abertura de solicitações à administradora; Assembleia virtual; Leitura de gás.

Síndico e condôminos com acesso direto à todas as informações do condomínio, podendo baixá-las a qualquer instante, em qualquer lugar.


A RETDI GI TOO R I A

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GESTÃO EFICAZ E

REDUÇÃO DE CUSTOS Produtos e serviços do Sicoob são opções adequadas para condomínios.

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s administradores e síndicos de condomínios têm a função de zelar pela gestão do dinheiro coletivo, mantendo as contas equilibradas para assegurar o pagamento das despesas fixas mensais. Essa é uma tarefa complexa, em função da volumosa demanda que faz parte da rotina diária desses profissionais. Por isso, os gestores se esforçam para profissionalizar seus processos e melhorar constantemente a qualidade dos serviços prestados. Afinal, é imperativo minimizar a quantidade de problemas de ordem legal, contábil e fiscal que precisam ser evitados. Nessa perspectiva, é de extrema importância a adoção de um sistema de gestão financeira eficaz e de fácil uso, custo baixo e que contribua para o êxito na atividade e também para a oferta de melhores experiências para todos. Essas características, aliadas ao atendimento personalizado, têm atraído diversos segmentos da economia para o modelo cooperativista, que vem se destacando por suas vantagens em relação ao mercado tradicional. Por apresentarem como foco principal o desenvolvimento de seus associados, sejam pessoas ou organizações, as instituições financeiras cooperativas têm como um dos diferenciais mais importantes os custos menores. O sistema de cobrança do Sicoob, por exemplo, viabiliza custo menor em relação ao mercado para a emissão de boletos e possibilita maior pontualidade no recebimento de taxas de condomínio, o que proporciona a redução da inadimplência, a regularidade no fluxo de caixa e menos necessidade de empréstimos.

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Além disso, propicia a impressão de segunda via de boleto pela internet e redução dos gastos com gestão, uma vez que a instituição financeira cooperativa fornece todas as informações necessárias, através do internet banking, para o controle das cobranças emitidas. Aliada a essas facilidades, a disponibilização de mais de 140 operações no aplicativo do celular assegura o conforto de acesso e a adoção de providências por parte do gestor de qualquer lugar. Por meio de ações estabelecidas no planejamento estratégico, o Sicoob tem hoje uma estrutura consolidada e que permite disponibilizar produtos e serviços que abrangem desde conta-salário, seguros diversos (como de vida e patrimônio), aplicações financeiras, ticket alimentação e refeição, além de crédito imobiliário. Essas e outras facilidades identificadas pelo público justificam a crescente adesão de pessoas e de empresas à instituição. Hoje, o número de associados ultrapassa os 220 mil no Espírito Santo, e a tendência é de avanços. Assim como os gestores do segmento, as cooperativas atuam em prol de um coletivo de pessoas com um mesmo objetivo.

Bethania Moreira Supervisora de produtos e serviços do Sicoob ES


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EADRI T OI GROI A

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PELO FORTALECIMENTO DO MERCADO CONDOMINIAL CAPIXABA

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Sindicato Patronal de Condomínios e Empresas Administradoras de Condomínios do Estado do Espírito Santo (Sipces), fundado em 5 de julho de 1993, é uma entidade sem fins lucrativos, atuante na representação e defesa dos interesses dos condomínios residenciais, comerciais e mistos e das empresas administradoras de condomínios no Estado do Espírito Santo, exceto região sul. É mantido pelas receitas das taxas de inscrição, mensalidades e/ou semestralidades e taxa negocial de seus associados, anúncios em sua revista, agenda e site. A fundação do sindicato em 1993 deu-se em razão do desmembramento das categorias dos condomínios, na época ligados ao Sindibel, que representava trabalhadores de diferentes setores econômicos. Às vésperas de completar nove anos, o Sipces realizou um antigo sonho da categoria: adquirir a sua sede própria. Em junho de 2001, em assembleia-geral extraordinária, foi autorizada a compra, e, em novembro do mesmo ano, a diretoria, através de concorrência pública, adquiriu do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-ES) a nova sede do sindicato. A mudança de endereço aconteceu em janeiro de 2002, ocupando seis salas comerciais, com garagem, totalizando um espaço de 150 metros quadrados, proporcionando à categoria mais conforto e melhor forma de atendimento, possuindo, inclusive, auditório com capacidade para 42 pessoas, onde rotineiramente são realizadas palestras, cursos, eventos, encontros, workshops e as negociações salariais. Uma década se passou de muita atividade no conjunto de salas do Edifício Palas Center e, após um bem pensado planejamento arquitetônico, o Sipces deu início às necessárias obras

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de reforma, que, concluídas, fizeram surgir um espaço institucional que pode ser definido como a casa de todos os síndicos e empresas administradoras de condomínios. O espaço foi remodelado para atender a todas as necessidades de um bom local de trabalho, e a reforma teve como objetivo principal a melhoria física, sem deixar de pensar na redução de custos com energia elétrica, consumo de água e interfonia. As áreas da sede do sindicato foram distribuídas de acordo com as suas demandas: setor administrativo, setor jurídico, sala de reunião, sala de diretoria, almoxarifado, auditório, cozinha, central de processamento de dados (CPD) e depósito. Tudo organizado para que o visitante mais ilustre e esperado – o associado – sinta-se bem e torne a sua presença uma rotina na sede. No mês de julho deste ano, o Sipces comemorou 24 anos, reconhecendo que a gestão condominial é desafiadora e tem importância econômica significativa para o Estado do Espírito Santo e, por isso, busca disseminar conhecimento acerca dessa atividade, que engloba do relacionamento humano à gestão financeira. O Sipces se orgulha de ver a sua contribuição para a profissionalização do mercado condominial através de seu trabalho responsável com dedicação, zelo e transparência.

Cyro Bach Monteiro Presidente do Sipces


C O N T A EBDI LI ITDOARDI EA

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CONTAS

EM DIA

Seja na nossa casa, na nossa empresa ou até mesmo em nossas finanças pessoais, manter as contas em dia requer planejamento. No condomínio é a mesma coisa. A contabilidade do prédio, quando bem feita, traz segurança e informações importantes tanto ao síndico quanto aos condôminos, além de auxiliar na tomada de decisões. Conversamos com a contadora e sócia-fundadora da Gestão Super Simples, Tamires Endringer, sobre a contabilidade do condomínio, como ela deve ser feita e quais são as obrigações exigidas por lei. Confira. Quem pode fazer a contabilidade do condomínio? O síndico, a empresa administradora ou necessariamente um escritório de contabilidade?

A contabilidade de um condomínio deve ser elaborada por um contador devidamente registrado no Conselho de Contabilidade, ou seja, um profissional que atende às prerrogativas legais e éticas para a elaboração de demonstrações contábeis. Ao síndico cabe a responsabilidade de fornecer e garantir a informação verídica para efeito de contabilização, seja esta produzida por ele ou pela administradora do condomínio.

Condomínios são considerados pessoas jurídicas?

Os condomínios não exercem atividade econômica, nem mesmo sem fins lucrativos, e, por isso, não possuem personalidade jurídica. No entanto, isso não significa dizer que não tenham que cumprir com o registro obrigatório junto à Receita Federal do Brasil. Esse registro fará com que o condomínio tenha uma inscrição de pessoa jurídica, tipicamente conhecido com Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), o que permitirá que, por meio dele, se possa fazer o registro de funcionários.

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CONTABILIDADE

Fazer a contabilidade de um condomínio é igual a fazer a de uma empresa? Por quê?

Não. De acordo com o regulamento do imposto de renda, os condomínios estão dispensados de escrituração contábil completa. E diferentemente das demais pessoas jurídicas, devem apresentar somente a demonstração do fluxo de caixa e a do resultado do exercício e balanço.

Como a contabilidade ajuda na gestão do condomínio? Que tipo de informação ela gera ao síndico de modo a auxiliá-lo em sua gestão?

A contabilidade está diretamente ligada aos atos e fatos que dizem respeito ao condomínio. Uma vez que a contabilidade os registra, eles devem prestar informação para a tomada de decisão e servir de apoio à gestão condominial.  Ele pode gerar inúmeras informações, onde podemos destacar as provisões trabalhistas, dívidas que o condomínio possa possuir e, até mesmo, resultados econômicos.

Quais são as obrigações tributárias do condomínio?

Os condomínios têm tratamento tributário diferenciado em relação a outras pessoas jurídicas. As principais obrigações tributárias são IRPF (Imposto de Renda Pessoa Física), retido da folha de salários; PIS sobre folha de salários, e retenção na fonte de PIS, Cofins e CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido). Ou seja, são diferentes das demais pessoas jurídicas, que têm a incidência de inúmeros tributos e obrigações acessórias.

A que os condomínios não são obrigados?

Os condomínios são isentos de IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica), dispensados do envio de escrituração fiscal digital, DCTF (Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais) e Dirf (Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte).

Como deve ser o balancete do condomínio? Ele ajuda a conferir mais transparência aos atos da administração?

No balancete devem constar todas as contas contábeis do condomínio, a fim de permitir maior transparência e objetividade dos registros contábeis, servindo também de garantia aos condôminos sobre os atos da gestão realizada pelo do sindico.

Há norma do CFC ou legislação que rege especificamente a contabilidade de condomínios? Quais?

Não há norma contábil editada pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC) que discipline, especificamente, sobre a contabilidade de condomínios. Caso a administração do condomínio opte por fazer a contabilidade, devem ser obedecidos os princípios contábeis aplicáveis a todas as entidades, em especial os previstos na Interpretação ITG 2002 – Entidade Sem Finalidade de Lucros, aprovada pela Resolução CFC n. 1.409/12.

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SOBE E

DESCE Como estão os elevadores do seu prédio? Tudo bem que eles são considerados o meio de transporte mais seguro do mundo, mas também precisam de cuidados constantes para funcionarem bem. Confira em nosso guia como mantê-los sempre em ordem, garantindo a segurança de todos os que os utilizam, sejam moradores, visitantes ou funcionários do condomínio.

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ELEVADORES

MANUTENÇÃO Cada empresa tem um próprio check-list de tarefas a serem executadas mensalmente, como ajustes, lubrificações e regulagem de itens de segurança, das portas, dos botões e demais itens dos elevadores. De acordo com o supervisor de Operações da Controller Elevadores, Wilmar Martins, no Brasil, as manutenções mais comuns são as preventivas e as corretivas. Na preventiva, o objetivo é manter os usuários em segurança e garantir o bom funcionamento do elevador, seja na parte de ajuste, limpeza ou lubrificação. Já quando se fala em manutenção corretiva, ele é realizada toda vez que o elevador apresenta alguma falha, seja por problema técnico ou de outra natureza. Vale lembrar que o elevador é o cartão de visitas de um condomínio, e sua aparência moderna transmite muito mais segurança, conforto e bem-estar aos moradores e visitantes, valorizando ainda mais o imóvel.

CUIDADOS Quem usa o elevador deve fazer uso consciente dele, não ultrapassando a capacidade de transporte permitida e acompanhando sempre o serviço das empresas responsáveis pelos elevadores do prédio. Além disso, não se deve fazer dentro de um elevador:  Puxar a porta do pavimento sem  a presença da cabine no andar;  Apressar o fechamento das portas;  Apertar várias vezes o  botão de chamada;  Chamar vários elevadores  ao mesmo tempo;  Fumar dentro do elevador;  Fazer movimentos bruscos  dentro do elevador;  Exceder a capacidade de peso  permitida, o que diminui a vida útil do equipamento;  Bloquear o fechamento das  portas com objetos.

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E L SEEEVDGA UIDTROOARRNEI ÇASA

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FICAR ATENTO SE... O elevador apresentar desconforto, barulho nas viagens e/ou nas portas, paradas com desnível, indicadores marcando errado a posição ou direção.

ELEVADOR DE SERVIÇO De acordo com o supervisor de Operações da Controller Elevadores, Wilmar Martins, elevadores de serviço precisam de cuidados especiais, tanto com relação à manutenção quanto ao uso. Ele ensina que é preciso, por exemplo, concentrar a carga transportada em toda a área útil da cabine, evitando a concentração de peso apenas em um local, ter cuidado com as laterais, com o teto, com o espelho (se houver) e não exceder o limite de carga permitida, conforme placa de capacidade.

EM CASO DE PANE... Quem está fora da cabine deve fazer um chamado na empresa contratada para manutenção. Em caso de demora no atendimento, poderá ser feita a chamada ao Corpo de Bombeiros Militar ou Civil, além de conversar com as pessoas retidas na cabine para que fiquem calmas enquanto aguardam a chegada da ajuda. Quem está dentro da cabine precisa manter a calma, usar o interfone ou telefone para pedir ajuda, não ficar muito próximo das portas e aguardar o auxílio de uma pessoa autorizada ao serviço.

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LEGISLAÇÃO

O Código de Defesa do Consumidor estabelece de forma bem clara que se existirem normas técnicas para qualquer produto ou serviço colocado no mercado de consumo, é obrigatória a conformidade destes produtos ou serviços com os requisitos da norma, sob pena de responsabilidade para o fornecedor. A NBR NM 207/99 (Elevadores elétricos de passageiros - Requisitos de segurança para construção e instalação) é a norma que define as regras de segurança relacionadas a elevadores elétricos de passageiros, estabelecendo, dentre vários preceitos, as medidas específicas para cada tipo de elevador. O objetivo da norma é definir regras de segurança relativas a elevadores de passageiros com vistas a proteger as pessoas e objetos contra os riscos de acidentes relacionados com as operações pelo usuário, de manutenção e de emergência de elevadores. Além disso, a Decisão Normativa n. 36, de 31 de julho de 1991, do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), dispõe sobre a competência em atividades relativas a elevadores e escadas rolantes, devendo também ser observada e cumprida. Outras normas técnicas pertinentes a elevadores são:  ABNT NBR NM 195:1999 (aplicável  para todas as instalações novas de escadas rolantes e esteiras rolantes)  ABNT NBR NM 207:1999 (especifi ca as regras de segurança para a construção e instalação de elevadores elétricos)  A BNT NBR NM 267:2002 (especi fica as regras de segurança para construção e instalação de elevadores hidráulicos)

ELEVADORES

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BNT NBR NM 313:2007 (estabelece A os requisitos de segurança para construção e instalação de elevadores de passageiros e os requisitos particulares para a acessibilidade das pessoas, incluindo pessoas com deficiência) ABNT NBR 5665:1983 (fixa as con dições mínimas exigíveis para o cálculo de tráfego das instalações de elevadores de passageiros em edifícios, para assegurar condições satisfatórias de uso) A BNT NBR 12892: 2009  (sobre  elevadores unifamiliares ou de uso restrito à pessoa com mobilidade reduzida) ABNT NBR 14712:2013 (estabelece  os requisitos de segurança para construção e instalação de elevadores de carga, monta-cargas e elevadores de maca, elétricos e hidráulicos) ABNT NBR 15597:2010 (estabelece  regras para melhoria da segurança dos elevadores de passageiros existentes) A BNT NBR 16042:2012  (especi fica as regras de segurança para a construção e instalação de elevadores elétricos novos, sem casa de máquinas) A BNT NBR 16083:2012  (sobre  manutenção de elevadores, escadas rolantes e esteiras rolantes e os requisitos para instruções de manutenção) B NT NBR 9050:2004 Versão Corri gida:2005 (sobre acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos)

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ACADEMIA

EM CASA

Se até bem pouco tempo atrás, o espaço fitness era apenas um plus do condomínio, atualmente isso tem tanta importância quanto espaços como área de lazer e piscina, por exemplo. Isso porque cada vez mais as pessoas estão preocupadas em garantir saúde, bem-estar e condicionamento físico, e poder fazer isso sem ter que sair de casa é um atrativo bastante interessante.

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violência urbana e a falta de tempo nos dias de hoje estão alterando o cotidiano e estimulando cada vez mais pessoas a buscarem nos condomínios segurança e conveniência. O fitness center no condomínio, quando bem equipado, é um incentivo para quem quer praticar algum esporte, mas tem dificuldade de ir até uma academia convencional, e um conforto para quem tem pouco tempo para malhar”, explica o diretor da Art Fitness, Madson Barros Mayrink. Entretanto, de acordo com ele, um ponto bastante importante e nem sempre lembrado é a necessidade da presença de um professor, que torna a prática esportiva mais saudável e pode contribuir com campanhas de incentivo

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ao exercício físico, estimulando os moradores a utilizarem a academia e as demais dependências do condomínio.

Montando e mantendo a academia

Se seu prédio ainda não conta com um espaço fitness, montar um não é nenhum grande problema. A Art Fitness, por exemplo, conta com diferentes soluções para as diversas necessidades dentro do mercado fitness, com pacotes que se encaixam perfeitamente aos mais variados perfis. Assim, para definir os equipamentos que serão adquiridos, é oferecida uma completa assessoria, com a realização de entrevistas para uma avaliação precisa das necessidades do condomínio, levando em consideração fatores como número de moradores, faixa etária dos usuários, quantidade


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Embora não seja algo comum, ter um professor para acompanhar os usuários na academia do condomínio deveria ser uma prática mais frequente. Estima-se que somente 1% dos condomínios com academia tenham um professor contratado. A falta de um profissional para orientar os usuários pode gerar problemas para o condomínio, chegando até a uma reclamação judicial. Um exercício mal feito, por exemplo, pode causar lesões ou um acidente. Por isso, a contratação de um professor assegura qualidade de vida aos condôminos e ajuda o síndico na gestão do lazer. Isso porque esse profissional é capaz de orientar os condôminos, montar programas, corrigir exercícios e tirar dúvidas, além de preservar o uso dos equipamentos.

de torres e área disponível, o que vai determinar o perfeito dimensionamento de máquinas. Definidos os equipamentos, é feita a criação de layouts e projetos para facilitar a visualização das máquinas, áreas de circulação dos usuários, ambientação e uso do novo espaço fitness. Outro ponto importante é a definição do investimento, para que sejam oferecidos combos perfeitamente adaptáveis ao perfil do empreendimento de modo a atender de forma plena às necessidades dos condôminos. “Hoje, são minoria os lançamentos imobiliários que não oferecem fitness center, quadras, piscinas ou espaço para a prática da atividade física. Sendo assim, os prédios mais antigos estão se preocupando em acompanhar essas tendências, implementando espaços voltados à atividade física com o objetivo de agregar valor aos serviços ofertados, mantendo os atuais moradores e atraindo novos”, ressalta Madson. Agora, se seu condomínio já conta com um fitness center, é importante não descuidar da manutenção dos aparelhos. Por isso, é fundamental programar visitas periódicas da assistência técnica autorizada, para que ela garanta o perfeito funcionamento do espaço fitness.

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O QUE VOCÊ SABE SOBRE A REDE GÁS DO SEU CONDOMÍNIO? Além dos usos mais conhecidos, como em fogões e aquecedores, o gás pode ser empregado ainda em sistemas de ar condicionado, lareiras, churrasqueiras, secadoras de roupas e até em certos tipos de geladeiras. Em lugares mais frios, há ainda a utilização no sistema de calefação.

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As instalações de gás são seguras? Que tipo de regulamentação precisa ser seguida para garantir segurança aos moradores?

As instalações de gás são muito seguras desde que elas tenham sido construídas de acordo com as normas vigentes e por profissionais habilitados. As redes de gás para condomínios devem ser executadas seguindo a ABNT NBR 15526:2012 e a ABNT NBR 13523:2017, no caso das centrais de GLP, além da Instrução Técnica do Corpo de Bombeiros.

Júlio Papavero, gerente-geral e comercial da Consigaz

O que é responsabilidade da distribuidora, do condomínio e do condômino na rede de gás?

As centrais de gás liquefeito de petróleo (GLP), até o primeiro regulador de estágio, são de responsabilidade das distribuidoras. Sobre a rede de gás, nos primeiros cinco anos, por conta da garantia, a responsabilidade é da construtora, que deve emitir laudo técnico e Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) de projeto e execução da instalação de gás. Após esse período, depende do que está estabelecido no estatuto do condomínio, mas, geralmente, as partes comuns (da central de gás até o quadro de regulagem e medição, se houver) são de responsabilidade do condomínio. Dos medidores até os pontos de consumo dentro das unidades a responsabilidade é dos condôminos, pois esse trecho atende exclusivamente cada unidade.

Júlio Papavero, gerente-geral e comercial da Consigaz

Como é realizada a manutenção no sistema de gás? E de quanto em quanto tempo ela precisa ser feita?

GÁS

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ntretanto, apesar de sua enorme importância, o fornecimento de gás passa muitas vezes despercebido pelos moradores, que só se preocupam quando um problema aparece. Neste tira-dúvidas sobre o assunto, saiba mais sobre a regulamentação, a manutenção e as responsabilidades que cada agente deve ter sobre o gás que está na tubulação do seu prédio.

GuiaCondomínioCompleto

A rede de gás deve ser submetida à teste de estanqueidade antes da entrega do empreendimento. Após a entrega, isso deve ser feito sempre que houver manutenção na qual a rede precise ser despressurizada e tenha algum componente substituído; na troca de fornecedor; a cada cinco anos, de acordo com a ABNT NBR 15526:2012, ou em períodos menores, de acordo com a autoridade competente. A central de gás até o primeiro regulador de pressão é de responsabilidade da distribuidora de GLP, e o prazo de manutenção depende do tipo de reservatório instalado, não podendo ser maior do que cinco anos.

Júlio Papavero, gerente-geral e comercial da Consigaz

Os equipamentos, como medidores e tubulação, têm validade? Qual é e como fazer a troca?

O conjunto de regulagem e medição, que compreende as reguladoras e os medidores, tem a seguinte validade:   Reguladoras: cinco anos, conforme norma da ABNT 8473:2001;   Medidores: sem norma específica, porém os fabricantes orientam troca em, no máximo, 10 anos;   Tubulação de gás: depende da durabilidade do material utilizado e demonstram validade aproximada: • Tubo galvanizado: aproximadamente entre 20 a 26 anos, podendo ser superior a esse tempo, se houver o devido cuidado • Tubo de cobre: aproximadamente 50 anos ou mais, se houver o devido cuidado • Tubo multicamadas: não especificado (consultar fabricante). • Polietileno de Alta Densidade (Pead): normalmente usado em alta pressão (consultar fabricante)

Luiz Felipe Will Lima, diretor comercial da Intec Gás

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E D I GT OÁ SR I A

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Um vazamento de gás pode trazer quais consequências para o prédio? E como evitá-lo?

Um vazamento de gás é sempre perigoso. Antes da chegada do corpo técnico não há como mensurar seu risco. Portanto, se identificado vazamento, é recomendável fechar o gás e acionar a distribuidora que faz seu fornecimento. Se as instalações foram realizadas dentro das normas e passam por manutenção preventiva, dificilmente há maiores consequências, além do incômodo de permanecer um período sem gás, até o reparo ser realizado com segurança. As manutenções preventivas e a exigência de que a construtora disponibilize na entrega do empreendimento o laudo técnico e a ART de projeto e execução da rede de gás são primordiais para garantir a tranquilidade dos condôminos.

Júlio Papavero, gerente-geral e comercial da Consigaz

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Como um morador ou o próprio síndico pode notar alguma anormalidade? E o que deve fazer?

Em primeiro lugar pelo teste de estanqueidade, que vai verificar a integridade da tubulação de gás. Também é possível perceber pelo odor de gás. O gás in natura não tem cheiro, mas para verificar possíveis vazamentos é adicionado ao gás um produto químico como a mercaptana. Além disso, paredes ou pisos rachados, no caso de a tubulação ser galvanizada, podem ser indícios de um avançado processo de deterioração, tornando o tubo escamado, causando rachaduras ao expandir.

Luiz Felipe Will Lima, diretor comercial da Intec Gás

Qual tipo de gás é mais recomendado: GLP ou gás natural? Quais são as diferenças entre eles?

Depende da finalidade e da característica de uso. O GLP e o gás natural (GN) são usados em


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Luiz Felipe Will Lima, diretor comercial da Intec Gás

Geralmente, moradores são proibidos de manter botijas de gás nos apartamentos quando há gás encanado. Por que essa medida é importante?

Existe proibição de utilização de botijões P-13 em áreas internas, especialmente em condomínios, independentemente de existir o gás encanado (GN). Se o condomínio tiver uma rede de gás, pode optar por GLP em uma central de gás que abastecerá o condomínio todo ou pelo GN, se este estiver disponível na região. O armazenamento de 13 kg de GLP dentro de um recinto fechado pode tornar-se muito perigoso. Além de ser um estoque aproximado de dois a três meses de gás para uma família que utiliza o gás só para cocção, por exemplo. Dentro do botijão, o gás está na fase líquida e, ao mudar para a fase gasosa, expande cerca de 240 vezes, o que significa que um vazamento que possa ocorrer na fase líquida é 240 vezes pior do que na fase gasosa. Se ocorrer vazamento dentro de um apartamento, não há uma área toda aberta para deixar o botijão.

GÁS

residências, comércios e indústrias, portanto deve-se observar a logística de distribuição. O GLP normalmente é abastecido por centrais de gás através de cilindros, enquanto o GN é distribuído por tubulações de Pead em rede, que partem de uma central de regulagem e medição (CRM) e ocupam menos espaço em comparação às centrais de GLP. O GN tem pressão e vazão constantes, ou seja, a não ser que haja interferência para reparo, seu fornecimento é constante. Deve-se observar que os equipamentos que utilizam GN devem vir convertidos de fábrica ou convertidos pela rede autorizada ou empresas que façam esse serviço.

Júlio Papavero, gerente-geral e comercial da Consigaz

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PROFISSÃO:

SÍNDICO Como é a eleição de síndico no seu condomínio? Acirrada, com muita gente concorrendo e muitas propostas? Ou mais fria, com quase ninguém (ou ninguém!) querendo assumir o cargo, pois sabe muito bem que o desafio é grande?

S

e a resposta for esta última, talvez a solução seja a contratação do chamado síndico profissional. Dessa forma, o síndico é contratado no mercado e passa a ser um dos prestadores de serviço do condomínio, com atribuições de um gestor do prédio.

Conforme explica Karina Klein, da Prestserv Administradora de Condomínios, o síndico profissional tem uma série de obrigações e responsabilidades, como controle de documentação, manutenção de equipamentos e da edificação. “A administração de conflitos também faz parte de suas atribuições. Esse


GuiaCondomínioCompleto Mesmo que a função do síndico seja profissionalizada, ela não deve ser exercida pela empresa que faz a administração do condomínio. Isso porque é o síndico quem faz a sua fiscalização, cobrando os resultados de seu trabalho, o que traria desconforto tanto para o condomínio quanto para a administradora. “A empresa geralmente fica responsável pela parte de cobrança e recrutamento de pessoal, área em que os síndicos profissionais não costumam atuar”, explica Karina. Com relação aos custos, manter um síndico profissional varia muito, e os preços oscilam dependendo do tempo que o síndico emprega no condomínio, do tamanho do empreendimento e da arrecadação do local. Além disso, o pagamento do síndico profissional, como o de qualquer outro prestador de serviço, deve ser feito mediante apresentação de notas fiscais. “A vantagem do síndico profissional é a relação imparcial que ele tem com os moradores, facilitando assim a cobrança sobre as regras impostas. A principal desvantagem reside na possibilidade de contratar um profissional sem gabarito suficiente para exercer a função”, destaca Karina. Para evitarem uma má escolha, os condôminos devem buscar referências do síndico profissional com outros clientes e exigir a apresentação de alguns documentos que atestem sua idoneidade e sua saúde financeira ou de sua empresa, se for o caso. Contratar um síndico profissional sem conhecimento de causa pode colocar o condomínio em risco, com dívidas trabalhistas ou seguro sem renovação, o que é atribuição do síndico resolver. A profissão de síndico ainda não tem regulamentação, e o que vale na relação entre ele e o condomínio é o que foi acordado no contrato de prestação de serviço. Aqui não vale a CLT, e o que determina o Código Civil em sua Seção II (Da Administração do Condomínio) é soberano.

SÍNDICO PROFISSIONAL

profissional, por não ser um dos condôminos, estará isento para agir em função do coletivo, isto é, baseado naquilo que a Assembleia Geral do condomínio decidiu e no que a legislação, a Convenção e o Regimento Interno do condomínio estabelecem”, conta. É fundamental que o síndico profissional conte ainda com habilidades como organização e liderança e que saiba negociar e se comunicar, além de compreender o básico de administração de empresas, contabilidade, direito e recursos humanos. Vale destacar que esse profissional é um prestador de serviço para o condomínio, não ficando a sua disposição 24 horas por dia, sete dias por semana. Dessa forma, é importante estabelecer a carga horária desse síndico, o que dependerá da necessidade do condomínio e deverá ser acordada na Assembleia Geral, que decide por sua contratação/nomeação. Aliás, o síndico profissional precisa se eleito para o cargo e se houver as funções de subsíndico e conselheiro, estas deverão ser ocupadas por moradores.

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S Í N D I C O P R O F IESDSI ITOONRAI AL

Código Civil (Lei n. 10.406 de 10 de janeiro de 2002)

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Art. 1.347. A assembleia escolherá um síndico, que poderá não ser condômino, para administrar o condomínio, por prazo não superior a dois anos, o qual poderá renovar-se. Art. 1.348. Compete ao síndico: I - convocar a assembleia dos condôminos; II - representar, ativa e passivamente, o condomínio, praticando, em juízo ou fora dele, os atos necessários à defesa dos interesses comuns; III - dar imediato conhecimento à assembleia da existência de procedimento judicial ou administrativo, de interesse do condomínio; IV - cumprir e fazer cumprir a convenção, o regimento interno e as determinações da assembleia; V - diligenciar a conservação e a guarda das partes comuns e zelar pela prestação dos serviços que interessem aos possuidores; VI - elaborar o orçamento da receita e da despesa relativa a cada ano; VII - cobrar dos condôminos as suas contribuições, bem como impor e cobrar as multas devidas; VIII - prestar contas à assembleia, anualmente e quando exigidas; IX - realizar o seguro da edificação. § 1º Poderá a assembleia investir outra pessoa, em lugar do síndico, em poderes de representação. § 2º O síndico pode transferir a outrem, total ou parcialmente, os poderes de representação ou as funções administrativas, mediante aprovação da assembleia, salvo disposição em contrário da convenção. Art. 1.349. A assembleia, especialmente convocada para o fim estabelecido no § 2o do artigo antecedente, poderá, pelo voto da maioria absoluta de seus membros, destituir o síndico que praticar irregularidades, não prestar contas, ou não administrar convenientemente o condomínio. Art. 1.350. Convocará o síndico, anualmente, reunião da assembleia dos condôminos, na forma prevista na convenção, a fim de aprovar o orçamento das despesas, as contribuições

dos condôminos e a prestação de contas, e eventualmente eleger-lhe o substituto e alterar o regimento interno. § 1º Se o síndico não convocar a assembleia, um quarto dos condôminos poderá fazê-lo. § 2º Se a assembleia não se reunir, o juiz decidirá, a requerimento de qualquer condômino. Art. 1.351. Depende da aprovação de dois terços dos votos dos condôminos a alteração da convenção e do regimento interno; a mudança da destinação do edifício, ou da unidade imobiliária, depende de aprovação pela unanimidade dos condôminos. Art. 1.351. Depende da aprovação de 2/3 (dois terços) dos votos dos condôminos a alteração da convenção; a mudança da destinação do edifício, ou da unidade imobiliária, depende da aprovação pela unanimidade dos condôminos. (Redação dada pela Lei n. 10.931, de 2004) Art. 1.352. Salvo quando exigido quórum especial, as deliberações da assembleia serão tomadas, em primeira convocação, por maioria de votos dos condôminos presentes que representem pelo menos metade das frações ideais. Parágrafo único. Os votos serão proporcionais às frações ideais no solo e nas outras partes comuns pertencentes a cada condômino, salvo disposição diversa da convenção de constituição do condomínio. Art. 1.353. Em segunda convocação, a assembleia poderá deliberar por maioria dos votos dos presentes, salvo quando exigido quórum especial. Art. 1.354. A assembleia não poderá deliberar se todos os condôminos não forem convocados para a reunião. Art. 1.355. Assembleias extraordinárias poderão ser convocadas pelo síndico ou por um quarto dos condôminos. Art. 1.356. Poderá haver no condomínio um conselho fiscal, composto de três membros, eleitos pela assembleia, por prazo não superior a dois anos, ao qual compete dar parecer sobre as contas do síndico.


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PORTARIA REMOTA O QUE VOCÊ PRECISA SABER ANTES DE DECIDIR Com certeza, volta e meia, este assunto é discutido em reuniões de condomínio: e se adotássemos a portaria remota, ou inteligente? Que impactos, positivos e negativos, isso traria ao condomínio e aos condôminos? Será que seria bom?

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rimeiro, deve-se ter em mente que empregar a portaria remota vai exigir um esforço dos moradores para os novos procedimentos de segurança e rotinas do prédio. Nem todos se adaptarão de forma igual, tudo vai depender da aceitação, idade, intimidade com alguma tecnologia etc. Além disso, nem todos os prédios são fortes candidatos a esse sistema de controle de entradas e saídas. Especialistas indicam que o ideal é que o condomínio tenha até 50 unidades, pois prédios com muitos apartamentos têm uma movimentação muito grande, o que poderia inviabilizar o sistema. Além disso, é nos condomínios menores que a folha de pagamento mais impacta as finanças. E economia é uma vantagem muito importante na hora de optar pela portaria remota.

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PORTARIA TRADICIONAL “A redução do custo em comparação com a portaria tradicional é em torno de 60%, sendo que isso representa em alguns condomínios cerca de até 50% da taxa condominial. Isso acumulado em um ano pode render uma economia de até R$ 100 mil, recurso que poderá ser revertido em melhorias para o condomínio. Além disso, o reajuste anual do salário dos porteiros tem sido o dobro do percentual do IGP-M, índice de reajuste aplicado pelas empresas de portaria inteligente”, afirma o gestor de Segurança / Portaria Inteligente da Alarm Center, Leonardo Simonetti. De acordo com ele, a portaria remota apresenta uma tendência sem volta. “Os prós são inúmeros, principalmente o aumento significativo na segurança, já que todo processo ocorre por meio de protocolos e procedimentos definidos e todos os acessos são registrados, sendo possível auditar os atendimentos com gravação de voz e imagens.” A diretora da Villa Gestão de Condomínios, Carla Valéria Bongiovani, ressalta também que, com a portaria remota, “há impessoalidade no atendimento, não existe passivo trabalhista, o porteiro não fica vulnerável em um assalto e há a redução dos custos com mão de obra e folha de pagamento dos funcionários”. Entretanto, ela aponta também alguns desafios que precisam ser vencidos para esse modelo ser adotado. “Na falta de energia elétrica, telefone ou internet, o sistema não funciona. E se o motor do portão quebrar, quem vai abri-lo manualmente para os moradores e visitantes?

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O recebimento da correspondência também fica comprometido. Além disso, devemos lembrar que o porteiro pode ser muito importante na vida do condomínio, como ajudando pessoas mais idosas e com deficiência e recebendo encomendas, por exemplo. É preciso o envolvimento de toda a coletividade para se adaptar a esse novo formato de portaria”, diz. Para driblar certas desconfianças iniciais, alguns condomínios, ao adotarem a portaria remota, acabam aproveitando um porteiro como um encarregado de serviços gerais no horário comercial, desde que haja uma aceitação convencionada pelo sindicato da categoria. Esse profissional daria apoio no caso de entregas, por exemplo, o que também pode ser feito pelo zelador. “Há um fator humano que ainda é preponderante e, em algumas comunidades condominiais, há funcionários que trabalham por longos anos e acabam tendo um contato quase que familiar com os moradores. A portaria virtual mudará essa rotina e o contato pessoal com o porteiro não existirá mais, uma vez que o serviço é operado remotamente e serão vários funcionários da empresa que prestarão serviços a vários outros condomínios, como uma central de teleatendimento”, reforça o diretor da Condovix, Pedro Vinicius.

Tecnologias

Para a implantação da portaria remota, o uso das tecnologias é primordial. Com o porteiro atuando remotamente, o sistema de videomonitoramento se faz necessário para ser seus olhos. Além disso, são necessários outros equipamentos, para que tudo funcione bem. “Quando o cliente demonstra interesse, realizamos uma visita no local verificando o perfil do público daquele condomínio, a necessidade de segurança perimetral, automatizadores, no-break para todo sistema, inclusive motor, controle de acesso, interfonia IP e a parte de videomonitoramento, que é fundamental para o sucesso da operação, pois são nossos olhos

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remotamente. As principais câmeras do cliente ficam abertas em nossa central de monitoramento 24 horas”, afirma Leonardo Simonetti. O coordenador administrativo do Grupo SEI, Welton Mendes Bernardes, lembra que várias empresas adotam tecnologias diferentes: umas usam app para celular, outras usam sites específicos e outras ainda, fontes mais conservadoras, como e-mail para disponibilizar cadastros e comunicações. “Mas o que mais envolve são as tecnologias de acesso, que podem ser por leitura de proximidade, biometria e reconhecimento de íris ou facial.”

Moradores responsáveis

Algumas alterações na rotina dos moradores também precisam ser empreendidas para que a portaria remota funcione adequadamente. “O morador é parte integrante no processo. Informar previamente quanto a festas, retirar sua correspondência no escaninho individual e não permitir a entrada de outros veículos ou pessoas durante seu acesso são os principais cuidados. Mas esse já deveria ser um cuidado mesmo com o porteiro presencial”, lembra Leonardo. “O morador deve portar dispositivos de controle de acesso ou a digital e aguardar o tempo de leitura e identificação do acesso. A mudança mais importante se dá quando a segurança passa a ser de responsabilidade de todos, cada um com suas obrigações de manter portas e portões sempre fechados e de não autorizar a entrada de pessoas estranhas no edifício sem uma prévia identificação”, destaca Welton. Para todos se ambientarem ao novo sistema de portaria, o ideal é que a administradora do condomínio promova, junto com o síndico, membros do conselho e a empresa responsável pela portaria remota, treinamentos e palestras, explicando para todos qual deve ser o comportamento a partir da adoção desse novo sistema. Afinal, todo processo de mudança exige conhecimento, e informação nesse quesito nunca é demais.


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TRANQUILIDADE Não é só por ser obrigatório que o seguro do condomínio é tão importante. Ele garante a cobertura de danos nas áreas comuns e apartamentos e salva síndicos e administradoras de serem acionadas civil e penalmente por algum sinistro de maior natureza. A gerente da sucursal Espírito Santo da Porto Seguro, Adriana Martinelli, explica melhor sobre os tipos de cobertura e quais cuidados o síndico precisa ter na hora de contratar, renovar e/ou acionar o seguro. Confira.

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Fazer seguro do condomínio é obrigatório?

O seguro do condomínio é obrigatório por lei (Decreto-Lei n. 73/1966, Lei n. 4.591 e Código Civil Lei n. 10.406/2002), e a contratação do primeiro seguro deve ser realizada no máximo em 120 dias da concessão do Habite-se. O síndico é o responsável pela contratação e a renovação do seguro, inclusive sob pena de multas pesadas e até mesmo comprometimento do seu patrimônio, caso não faça uma apólice para o condomínio ou contrate uma apólice com coberturas insuficientes. Por esse motivo, é importante conhecer as coberturas e escolher a mais adequada para garantir a tranquilidade do síndico, condomínio e condôminos.


Que tipo de condomínio deve ter seguro?

Esse seguro é destinado a condomínios de casas ou apartamentos legalmente constituídos (CNPJ), inclusive comerciais, escritórios/ consultórios, flats/apart hotéis ou comerciais com casas ou apartamentos.

E o que esse seguro deve garantir?

O seguro do condomínio disponibiliza vários tipos de cobertura. Dessa forma, o síndico ou a administradora tem a liberdade de contratar as garantias que julgue necessárias de acordo com o tipo, o porte e as necessidades do condomínio. É importante ressaltar que o corretor de seguros vai auxiliar o síndico ou a administradora na contratação do seguro. A contratação da cobertura básica é obrigatória, e o Porto Seguro Condomínio disponibiliza dois tipos, sendo:   Básica simples:  incêndio, explosão de qualquer causa, fumaça e queda de aeronave;   Básica ampla: além das garantias da básica simples, o condomínio estará protegido em casos de vendaval/impacto de veículos, danos elétricos, quebra de vidros, sprinklers, tumultos graves e lock out, portões, alagamento, desmoronamento e vazamento de tanques ou tubulações.

Uma das principais vantagens na contratação da cobertura Básica ampla é a verba única para todas as coberturas, ou seja, qualquer uma dessas garantias citadas poderá ser indenizada até o valor total contratado. O seguro do condomínio protege as áreas comuns, bens e equipamentos do condomínio e a estrutura das casas ou apartamentos de moradores. Por exemplo: se um apartamento/ casa ou uma sala de escritório pegar fogo, o seguro do condomínio vai arcar com as despesas da reconstrução do local atingido.

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Além da básica, quais são os outros tipos de cobertura?

O Porto Seguro Condomínio, por exemplo, oferece coberturas de responsabilidade civil, que garantem danos corporais e materiais a terceiros de forma involuntária e acidental, quando for de responsabilidade do condomínio. São considerados terceiros no condomínio os visitantes e os condôminos (moradores). O condomínio ou o síndico responde civilmente por danos que o condomínio possa causar a terceiros (alguém), por esse motivo é importante a contração das coberturas de responsabilidade civil. E, além dessas garantias, é importante contratar outras coberturas que vão proteger condomínio, condôminos, síndicos e administradoras, como, por exemplo:   Vendaval, furacão, tornado, queda de granizo e impacto de veículos terrestres: garante danos materiais provocados por ventos fortes, com velocidade superior a 54 km/h ou 15m/s. Vai amparar as áreas comuns do condomínio e tudo que faça parte da estrutura do prédio; para condomínios de casas estão garantidas também as estruturas das casas.   Danos elétricos: o Brasil registra mais de 50 milhões de raios por ano, e os equipamentos eletrônicos, de telefonia e até mesmo elevadores estarão amparados na contratação desta cobertura.   Vidros: estão amparados vidros de portas de acesso, janelas e até espelhos do con-

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domínio quebrados acidentalmente. Painéis, anúncios luminosos e letreiros: garante a quebra por acidente de causa externa. Alagamento: garante os danos materiais ao condomínio pela entrada de água proveniente de enchentes, tromba d’agua ou chuva, galerias pluviais e similares. Desmoronamento: garante os danos causados ao condomínio e sua estrutura, em decorrência do desmoronamento total ou parcial do Condomínio. Portões e cancelas: destinada a amparar os prejuízos aos portões e cancelas que sofreram danos físicos devido a um fechamento brusco, uma queda, falha mecânica ou manual (acionamento indevido do controle) de abertura/ fechamento do portão ou da cancela. Cobertura de vida a funcionário: cobertura exclusiva para os funcionários registrados do condomínio e que indenizará os beneficiários em caso de morte acidental ou natural e auxílio-funeral. Garante também a invalidez

permanente total ou parcial por acidente, invalidez por doença, garantindo o tratamento médico, se necessário.

O que o síndico deve observar na hora de contratar ou renovar o seguro?

O síndico deve conhecer com exatidão os valores de reconstrução e danos que o condomínio possa sofrer, para que, dessa forma, contrate coberturas dimensionadas ao seu risco. É importante também que, em caso de sinistro, o síndico solicite ao corretor o endosso de reintegração da cobertura para manter sua proteção. Na renovação, as coberturas precisam ser revistas, pois modernização de maquinário e equipamentos e ampliação de estrutura física podem ocorrer, bem como atualização monetária.

Na hora de comunicar um sinistro, qual deve ser o procedimento correto?

O síndico deverá entrar em contato com a


seguradora ou com o seu corretor logo após o conhecimento, fornecendo todas as informações sobre as circunstâncias relacionadas ao sinistro. É Importante conservar todos os indícios e vestígios deixados no local para constatação e apuração da seguradora

Somente o síndico pode acionar a seguradora?

Não, tanto o síndico quanto o corretor podem acionar a seguradora. Também é possível designar um funcionário do condomínio para acompanhar o inspetor na regulação. Porém a validação da apuração e a concordância quanto aos valores apurados na regulação deverão ser realizadas pelo síndico.

Há diferenças entre os seguros de condomínios verticais e horizontais?

No Porto Condomínio, a diferença entre esses dois tipos de condomínio é a oferta de coberturas adicionais . As coberturas para o

EM 25/10 O SINAL ANALÓGICO DE TV VAI SER DESLIGADO NA GRANDE VITÓRIA.

conteúdo de apartamentos estão disponíveis para o condomínio residencial vertical. Para o condomínio horizontal é necessário que cada unidade contrate um seguro residencial individual.

Como é calculado o valor da cobertura do seguro?

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O prêmio é calculado com base em diversos fatores, como Limite de Máximo de Indenização (LMI), tamanho do condomínio, quantidade de andares, idade e localização geográfica, dentre outros.

Quais são as implicações da não renovação do seguro de um condomínio?

O síndico é o responsável pela renovação do seguro, sob pena de multas pesadas caso não faça a renovação. Caso ocorra um acidente e o condomínio esteja sem cobertura, o síndico poderá ser processado por perdas e danos.

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3. Os moradores também precisam verificar se a TV está pronta para receber o sinal digital. Para confirmar, basta consultar o manual do fabricante.

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Informações reduzidas. Consulte região de abrangência de seguro e as condições gerais. Não fazer distribuição deste material em vias públicas. CNPJ 61.198.164/0001-60 - Processo SUSEP 1 5414.002485/2005-02 - Condomínio; 15414.002017/2011-78 - Vida e Acidente Pessoal de Funcionários para Condomínio; 15414.900596/2013-88 - Responsabilidade Civil Geral.


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não muda com a aplicação da blindagem, mantendo sua maciez. A técnica pode ser empregada ainda em tapetes e colchões. E, o mais importante: os produtos usados pela Clean New para a blindagem não são inflamáveis, o que evita acidentes e até incêndios dentro do apartamento onde está sendo feita a aplicação.

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uma vez que sobre eles não incidem impostos ou acréscimos de FGTS, INSS, 13º salário ou férias. E cada vez que os cartões Comprocard são usados, uma parte da receita é revertida para ajudar quem mais precisa, através do apoio a projetos sociais. Um deles é tocado pelo Instituto Vida, que mobiliza voluntários para ajudar crianças e adultos em situação de pobreza e vulnerabilidade social. Outro projeto apoiado pela Comprocard é o Instituto Ponte, que auxilia bons alunos de baixa renda, dando suporte pedagógico, psicológico e direcionamento da carreira.


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Guia Condomínio Completo - Edição 3 | 2017  

O Guia Condomínio Completo é uma publicação anual que visa a auxiliar síndicos, moradores e usuários na administração do condomínio. Seu pro...

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