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Fernando Pessoa, o génio Português


Escola Secundária de Albufeira Profª Lamy Jerónimo Português

Trabalho realizado por: -Jian Yang Yang nº14 -Joyce Pereira nº20 -Raquel Rodrigues n28

Data de Realização do Trabalho: 1 de Dezembro de 2013


Índice

I - Introdução:    

Finalidades; Atividades realizadas; Fundamentação das escolhas efetuadas; Dificuldades encontradas.

II- Fernando Pessoa Ortónimo e heterónimo       

Breve nota biográfica; Fotobiografia do poeta; Breve antologia: poemas do ortónimo e dos heterónimos; Época de Fernando Pessoa (aspetos histórico-políticos e culturais); Pessoa visto pelos outros; Lista bibliográfica de obras/estudos; Diálogo entre Pessoa e Alberto Caeiro;

III- Conclusão IV- Bibliografia/Webgrafia


Introdução No âmbito da disciplina de Português, foi-nos proposto pela professora a realização de um trabalho nomeadamente um dossier temático de Fernando Pessoa. É importante referir que Fernando Pessoa é considerado o maior poeta da língua portuguesa. Viveu na época do modernismo e a sua principal característica é a heteronímia (Alberto Caeiro, Ricardo Reis e Alberto Campos). Pessoa deixou-nos uma vasta obra que ainda não está totalmente explorada, dado que a única obra que publicou em vida foi a Mensagem. Todavia, após a sua morte, foram sendo descobertos diversos e inúmeros manuscritos, tratando desde poesia até ao ocultismo. Neste dossiê está presente uma breve nota biográfica sobre Fernando Pessoa e fotobiografia do poeta, uma breve antologia onde se seleccionou três poemas do Ortónimo e outros três de Heterónimos, a época de Fernando Pessoa em imagens (aspectos histórico-políticos e culturais), Pessoa visto pelos outros e uma lista bibliográfica de Obras/estudos sobre o poeta. Em relação à actividade para selecção, das três que nos foram apresentadas, escolhemos a F , que nos pedia para construir um diálogo entre Pessoa e um dos seus heterónimos, dramatizando ,posteriormente, e filmando.Escolhemos este item porque foi o que nos pareceu o mais divertido e ao mesmo tempo um desafio para nós, interpretar personagens . O heterónimo que escolhemos foi o Alberto Caeiro, uma vez que , para nós , é o mais simples e o mais fácil de entender. As dificuldades encontradas na realização deste trabalho foram, essencialmente, decorar o documento, por exemplo, queríamos pôr marcas de agua em diferentes paginas do documento e não foi possível. O objectivo deste trabalho foi conhecer e aprender um pouco mais de Fernando Pessoa Ortónimo e Heterónimo, este que é considerado o génio português e apesar de já ter falecido , as suas obras continuam a ser alvo de estudo.


Nota biográfica de Fernando Pessoa Fernando António Nogueira Pessoa, mais conhecido por Fernando Pessoa, nasceu a 13 de Junho de 1888 na cidade de Lisboa e faleceu, na mesma cidade, a 30 de Novembro de 1935. É filho legítimo de Joaquim de Seabra Pessoa e de D. Maria Magdalena Pinheiro Nogueira. Foi um grande poeta e escritor português, que escreveu sob múltiplas personalidades (heterónimos) - como Ricardo Reis, Álvaro de Campos e Alberto Caeiro.


Fotobiografia de Fernando Pessoa Joaquim de Seabra Pessoa (1850-1893), seu pai. Era funcionário do Ministério da Justiça e crítico musical do Diário de Notícias. Morreu de tuberculose.

Maria Magdalena Pinheiro Nogueira (1861-1925), sua mãe. Teve uma educação requintada, aprendendo a falar alemão, inglês e francês. Gostava de ler e chegava a criar versos.

O próprio Fernando Pessoa, na cadeira de bebé. Nasceu a 13 de Junho de 1888, em Lisboa e faleceu na mesma cidade, a 30 de Novembro de 1935.


Fernando Pessoa com 6 anos . Com apenas seis anos morre o pai e o irmão e cria o primeiro pseudónimo, "Chevalier de Pas", além do seu primeiro poema "Querida mãe ".

Após o falecimento do pai, a sua mãe casa-se pela segunda vez em 1895 por procuração, na Igreja de São Mamede, com o comandante João Miguel Rosa .

Fernando Pessoa na escadaria de sua casa em Durban com sua mãe, seu padrasto e três dos seus cinco irmãos.

Em 1920, Fernando Pessoa conhece Ofélia Queiroz. Ficou conhecida por ter sido a primeira e única namorada do poeta.


A célebre foto de Fernando Pessoa bebendo uma taça de vinho. Tirada na Abel Pereira de Fonseca, na baixa lisboeta, a foto foi oferecida a Ophélia Queiroz pelo poeta com a legenda, que tem um trocadilho: “Fernando Pessoa em Flagrante delitro”.

Almada Negreiros(1893-1970), que foi um dos seus melhores companheiros, retrata Fernando pessoa numa tela pintada a óleo , como forma de o homenagear. Este quadro representa o poeta sentando numa mesa de café do restaurante Irmãos Unidos.

Ultima fotografia de Fernando Pessoa. Morreu vítima de uma doença chamada cólica hepática, associada a cirrose hepática provocada pelo excesso de álcool ao longo da sua vida. A sua última frase foi :"Não sei o que o amanhã trará".


Poemas do ortónimo Ela canta, pobre ceifeira, Julgando-se feliz talvez; Canta, e ceifa, e a sua voz, cheia De alegre e anónima viuvez, Ondula como um canto de ave No ar limpo como um limiar, E há curvas no enredo suave Do som que ela tem a cantar. Ouvi-la alegra e entristece, Na sua voz há o campo e a lida, E canta como se tivesse Mais razões pra cantar que a vida. Ah, canta, canta sem razão! O que em mim sente „stá pensando. Derrama no meu coração A tua incerta voz ondeando! Ah, poder ser tu, sendo eu! Ter a tua alegre inconsciência, E a consciência disso! Ó céu! Ó campo! Ó canção! A ciência Pesa tanto e a vida é tão breve! Entrai por mim dentro! Tornai Minha alma a vossa sombra leve! Depois, levando-me, passai! Fernando Pessoa, in "Cancioneiro"


Em tempos quis o mundo inteiro. Era criança e havia amar. Hoje sou lúcido e estrangeiro. (Acabarei por não pensar.) A quem o mundo não bastava, (Porque depois não bastaria), E a alma era um céu, e havia lava Dos vulcões do que eu não sabia, Basta hoje o dia não ser feio, Haver brisa que em sombra flui, Nem se perder de todo o enleio De ter sido quem nunca fui. In Poesia 1918-1930 ,

O poeta é um fingidor. Finge tão completamente Que chega a fingir que é dor A dor que deveras sente. E os que lêem o que escreve, Na dor lida sentem bem, Não as duas que ele teve, Mas só a que eles não têm. E assim nas calhas de roda Gira, a entreter a razão, Esse comboio de corda Que se chama coração. 27/11/1930


Poemas dos Heterónimos O guardador de rebanhos – I Eu nunca guardei rebanhos, Mas é como se os guardasse. Minha alma é como um pastor, Conhece o vento e o sol E anda pela mão das Estações A seguir e a olhar. Toda a paz da Natureza sem gente Vem sentar-se a meu lado. Mas eu fico triste como um pôr de sol Para a nossa imaginação, Quando esfria no fundo da planície E se sente a noite entrada Como uma borboleta pela janela. Mas a minha tristeza é sossego Porque é natural e justa E é o que deve estar na alma Quando já pensa que existe E as mãos colhem flores sem ela dar por isso. Como um ruído de chocalhos Para além da curva da estrada, Os meus pensamentos são contentes. Só tenho pena de saber que eles são contentes, Porque, se o não soubesse, Em vez de serem contentes e tristes, Seriam alegres e contentes. Pensar incomoda como andar à chuva Quando o vento cresce e parece que chove mais. Não tenho ambições nem desejos Ser poeta não é uma ambição minha É a minha maneira de estar sozinho. E se desejo às vezes Por imaginar, ser cordeirinho (Ou ser o rebanho todo Para andar espalhado por toda a encosta A ser muita cousa feliz ao mesmo tempo), É só porque sinto o que escrevo ao pôr do sol, Ou quando uma nuvem passa a mão por cima da luz E corre um silêncio pela erva fora.


Não, não é cansaço... É uma quantidade de desilusão Que se me entranha na espécie de pensar, E um domingo às avessas Do sentimento, Um feriado passado no abismo... Não, cansaço não é... É eu estar existindo E também o mundo, Com tudo aquilo que contém, Como tudo aquilo que nele se desdobra E afinal é a mesma coisa variada em cópias iguais. Não. Cansaço por quê? É uma sensação abstrata Da vida concreta — Qualquer coisa como um grito Por dar, Qualquer coisa como uma angústia Por sofrer, Ou por sofrer completamente, Ou por sofrer como... Sim, ou por sofrer como... Isso mesmo, como... Como quê?... Se soubesse, não haveria em mim este falso cansaço. (Ai, cegos que cantam na rua, Que formidável realejo Que é a guitarra de um, e a viola do outro, e a voz dela!) Porque oiço, vejo. Confesso: é cansaço!... Álvaro de Campos


Neste dia em que os campos são de Apolo Verde colónia dominada a ouro, Seja como uma dança dentro em nós O sentirmos a vida. Não turbulenta, mas com os seus ritmos Que a nossa sensação como uma ninfa Acompanhe em cadências suas a Disciplina da dança... Ao fim do dia quando os campos forem Império conquistado pelas sombras Como uma legião que segue marcha Abdiquemos do dia, E na nossa memória coloquemos, Com um deus novo duma nova terra Trazido, o que ficou em nós da calma Do dia passageiro. Ricardo Reis


Época de Fernando Pessoa 1. O Regicídio de 1908 , ocorreu na Praça do Comercio, e marcou profundamente a Historia de Portugal, uma vez que dele resultou a morte do Rei D.Carlos e do seu filho.

2. Implantação da Republica A revolução começou na noite de 4 de Outubro de 1910.O poder foi assumido por um governo provisório presidido por Teófilo Braga.

3. A primeira Guerra Mundial Dela resultou uma profunda instabilidade do equilíbrio europeu. O mundo conheceu um mar de horrores, passou por uma depressão geral e as economias desorganizaram-se. Portugal entrou na guerra ao lado da Inglaterra e da França , mas Fernando Pessoa estava contra.

Sala da Grande Guerra - Museu Militar de Lisboa


4. Em fins de 1917, as forças que se opunham à participação portuguesa na guerra, desencadearam a revolução de Sidónio Pais que estabeleceu a ditadura. No fim de 1918, Sidónio foi assassinado em Lisboa.

5. Modernismo - Movimento estético onde a literatura surge associada às artes plásticas:

6. A 'Geração de Orpheu' foi o grupo responsável pela introdução do Modernismo nas artes e letras portuguesas. Em 1915 publicou-se a revista Orpheu, com o objectivo de revolucionar e de actualizar a cultura portuguesa no cenário europeu.


Pessoa visto pelos outros Documentos


O Pessoa na arte O Objectivo da Arte não é Ser Compreensível "Toda a arte é expressão de qualquer fenómeno psíquico. A arte, portanto, consiste na adequação, tão exacta quanto caiba na competência artística do fautor, da expressão à cousa que quer exprimir. De onde se deduz que todos os estilos são admissíveis, e que não há estilo simples nem complexo, nem estilo estranho nem vulgar. Há ideias vulgares e ideias elevadas, há sensações simples e sensações complexas; e há criaturas que só têm ideias vulgares, e criaturas que muitas vezes têm ideias elevadas. Conforme a ideia, o estilo, a expressão. Não há para a arte critério exterior. O fim da arte não é ser compreensível, porque a arte não é a propaganda política ou imoral." Fernando Pessoa, in 'Sobre «Orpheu», Sensacionismo e Paùlismo'.

A Arte e a Vida A arte baseia-se na vida, porém não como matéria mas como forma. Sendo a arte um produto directo do pensamento, é do pensamento que se serve como matéria; a forma vai buscá-la à vida. A obra de arte é um pensamento tornado vida: um desejo realizado de si-mesmo. Como realizado tem que usar a forma da vida, que é essencialmente a realização; como realizado em si-mesmo tem que tirar de si a matéria em que realiza. Fernando

Pessoa,

in

'Ricardo

Reis

-

Prosa'

Documentos dos media e filmes  Uma reportagem em vídeo sobre pessoa “grandes portugueses- Fernando Pessoa” http://www.youtube.com/watch?v=4RJZsO5cDGc  Notícia brasileira sobre http://www.youtube.com/watch?v=HBJOzpM4NiY

Fernando

 Trailer OPHIUSSA- uma cidade de Fernando http://www.youtube.com/watch?v=DTBJsTTluCg  Grandes Livros "Livro do http://www.youtube.com/watch?v=lazl6mcC9kI

Pessoa

Pessoa

(Portugal)

Desassossego",

Fernando

 Depoimento de António Quadros sobre http://www.youtube.com/watch?v=MAK8_Fu8Xxc

Fernando

Pessoa.


 Filme do Desassossego http://www.youtube.com/watch?v=VTNwr6o9XNM

Lista Bibliográfica de obras/estudos sobre Fernando Pessoa Do Livro do Desassossego Ficções do interlúdio: para além do outro oceano Na Floresta do Alheamento O Banqueiro Anarquista O Marinheiro Por ele mesmo Obras do heterônimo Alberto Caeiro Obras do heterônimo Álvaro de Campos


Diálogo entre Fernando Pessoa e Alberto Caeiro Pessoa- Olha lá, Alberto Caeiro. Como é que consegues andar sempre com um ar tão feliz? Alberto Caeiro- Feliz? Sim, é verdade, mas sei lá, nunca pensei nisso. Pessoa-Como nunca pensaste nisso? Deves ter motivos para andares sempre com esse sorriso na cara. Alberto Caeiro- Que motivos? A água tem motivos para correr fresca pelas pedras? E o girassol volta-se para o sol naturalmente, à procura do seu calor. Pessoa-Nunca pensas no porquê das coisas? No seu mistério? Alberto Caeiro-Mistério? O único mistério das coisas é não terem mistério nenhum. Pessoa- Então é essa a tua filosofia de vida: reijeitar o pensamento. Alberto Caeiro- Eu não tenho filosofia, tenho sentidos. Pessoa-Então é assim que consegues escapar à “dor de pensar”. Alberto Caeiro-Pensar? Pensar é estar doente dos olhos. Pensar uma flor é vê-la e cheirá-la. Pessoa- Fantástico. Nunca tinha pensado nisso. Quer me dera ter a tua inconsciência e a consciência disso! Alberto Caeiro- Consciência e inconsciência? Falas como um filósofo e os filósofos são homens doentes. Pessoa- Só queria aprender contigo, mas não consigo porque o que em mim sente, está pensando. Alberto Caeiro- Primeiro tens que aprender a desaprender. Ver o mundo como uma criança se nascer soubesse que nascera deveras. Pessoa- A inocência de uma criança. Que nostalgia dessa infância feliz que nunca tive! Alberto Caeiro- O passado? Não sei o que é o passado, o único momento é o presente. Pessoa- E no futuro, não pensas?


Alberto Caeiro- Mas se eu já te disse que não penso. Os meus pensamentos são todos sensações. Pessoa- O que te faz feliz? Alberto Caeiro- Sei lá, se eu adoecesse, pensaria nisso. Apenas me deito ao comprido na erva, sei a verdade e sou feliz. Pessoa- É isso que eu devo aprender contigo. Serás sempre o meu “Mestre”.

Link do vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=zpnb9W0MTzc


Conclusão Com a realização deste trabalho, conclui-se que Fernando Pessoa foi um grande poeta dos inícios do século XX. Homem de grande pluralidade e densidade psicológica Pessoa era capaz de se subdividir em várias personalidades completamente diferentes da sua. Tomámos consciência através das pesquisas que realizámos que as obras de Pessoa são conhecidas mundialmente e estão traduzidas em várias línguas. Feito o trabalho, podemos afirmar que com a realização deste dossier aprofundámos bastante os nossos conhecimentos acerca de Fernando Pessoa e seus heterónimos.


Webgrafia Fonte das imagens : http://www.prof2000.pt/users/cfaeca/nova%20pasta/oficina/f%20pessoa/Image32.gif http://www.prof2000.pt/users/cfaeca/nova%20pasta/oficina/f%20pessoa/Image31.gif http://www.prof2000.pt/users/cfaeca/nova%20pasta/oficina/f%20pessoa/Image33.gif http://1.bp.blogspot.com/_dMk5Rmt0EyI/S2xnynY0mbI/AAAAAAAAGOc/cTVd0EO d868/s320/sidonio_pais.jpg http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/d/d7/Cardoso10.jpg/300pxCardoso10.jpg http://4.bp.blogspot.com/-_UArcL7_Qx8/UZJjykPjJgI/AAAAAAAAacM/hEvWLP0qFM/s1600/orpheu+2_3.jpg http://casafernandopessoa.cm-lisboa.pt/index.php?id=4287 http://casafernandopessoa.cm-lisboa.pt/index.php?id=4287 http://casafernandopessoa.cm-lisboa.pt/index.php?id=4287 http://casafernandopessoa.cm-lisboa.pt/index.php?id=4287 http://casafernandopessoa.cm-lisboa.pt/index.php?id=4287 http://casafernandopessoa.cm-lisboa.pt/index.php?id=4287 http://casafernandopessoa.cm-lisboa.pt/index.php?id=4287 http://www.museudacidade.pt/Coleccoes/Pintura/Paginas/Retrato-de-FernandoPessoa.aspx http://www.revistapessoa.com/2013/03/flagrante-delitro/ http://comunidade.sol.pt/blogs/josecarreiro/archive/2008/11/05/ofelia.aspx https://www.google.pt/search?q=ela+canta+pobre+ceifeira&source=lnms&tbm=isch&s a=X&ei=K1WaUsTMHObT7Aaz3oGIDQ&ved=0CAcQ_AUoAQ&biw=1366&bih=64 2#q=o+guardador+de+rebanhos&tbm=isch&imgdii=_ https://www.google.pt/search?q=ela+canta+pobre+ceifeira&source=lnms&tbm=isch&s a=X&ei=K1WaUsTMHObT7Aaz3oGIDQ&ved=0CAcQ_AUoAQ&biw=1366&bih=64 2#q=carta+de+amor+de+fernando+pessoa&tbm=isch&imgdii=_


Fontes dos textos: http://www.slideshare.net/antonius3/fernando-pessoa-anlise-do-poema-ela-canta-pobreceifeira http://www.citador.pt/poemas/ela-canta-pobre-ceifeira-fernando-pessoa http://thoughloversbelostloveshallnot.blogspot.com/2011/09/ela-canta-pobreceifeira.html http://arquivopessoa.net/textos/2508 http://pensador.uol.com.br/o_poeta_e_um_fingidor/ http://faroldasletras.no.sapo.pt/guardador_de_rebanhos.html http://www.suapesquisa.com/biografias/fernando_pessoa.htm http://lermaispessoa.blogs.sapo.pt/951.html http://pt.wikipedia.org/wiki/Fernando_Pessoa http://www.truca.pt/ouro/biografias1/fernando_pessoa.html http://www.suapesquisa.com/biografias/fernando_pessoa.htm http://dis-persao.blogspot.pt/2011/04/fernando-pessoa-breve-biografia.html http://casafernandopessoa.cm-lisboa.pt/index.php?id=4287 http://www.prof2000.pt/users/cfaeca/nova%20pasta/oficina/f%20pessoa/FP1.html


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