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PORTFOLIO Raquel Clemente


Perfil Nome: Data de Nascimento: Morada:

Raquel Maria Piçarra Clemente 11 -Setembro - 1985

Rua Bernardim Ribeiro, nº1

3ºFte

2700-111 Amadora Contactos:

93 802 45 40 raquelmclemente@gmail.com

Formação Académica:

2003 – conclusão do ensino secundário , ramo científiconatural, na Escola Secundária da Amadora com média de 15,5 valores. 2004 – entrada no curso de Arquitectura na Universidade Lusíada de Lisboa. 2009-2011 – desenvolvimente da dissertação de mestrado com o tema “O espaço metafísico na edificação de um pecurso barroco: de Alfama à encosta da Trafaria.” 2011 - conclusão da Licenciatura com Mestrado Integrado em Arquitectura. 2011-2012 – colaboração no atelier Rodrigo Nero Arquitectos.


Conhecimentos Informáticos:

AutoCAD 2D e 3D Autodesk Revit Architecture (conhecimentos básicos) Cinema 4D Photoshop Microsoft Office

Conhecimento de Línguas:

Carta de Condução:

Actividades e interesses extracurriculares:

Português – língua materna Inglês

- muito bom (oral e escrito)

Francês

- básico

Espanhol

- básico

Tipo B (com viatura própria)

Música; cinema; modelismo; desenho, construção e reprodução de peças de design em miniatura; viajar; prática de desporto; voluntariado na Associação Amiama.


Índice

Projecto I (2006/07)

Plano Urbano.......................................1

Projecto II (2007/08)

Cidade Concentrada.................................7

Projecto III (2008/2009)

Casa Palco........................................14 Trafaria Ø........................................21


Projecto I (2006/07) Plano Urbano

Programa:

Parque Urbano  Stand de Automóveis  Habitação Colectiva  Loft para a Dita von Teese

Local: Campo de Ourique, Lisboa

Profs: Arq.Nuno Simões Arq.Paula Torgal

1


O parque urbano aprensenta um elemento central – a esfera –, do qual partem todos os outros. Em complemento do elemento círculo aparece outra forma pura: o quadrado. Se a esfera pretende impôr-se, por si só, pela sua forma apelativa, os cubos e paralelipípedos que formam as habitações e que compôe o pavimento do parque urbano funcionam como relação com a estrutura de ruas e edificações de Campo de Ourique. Campo Ourique é uma malha recticulada de quarteirões rectangulares ( quando vistos de cima), formando, cada um deles, um pátio no seu interior. As fachadas dos edifícios viradas para a rua são uniformes e regulares, enquanto que, aquelas que se viram para os pátios, são irregulares, tendo cada edifício a sua profundidade. Deste modo, procurei, com o uso de quadrados, estabelecer o parelelismo com Campo de Ourique: apesar de serem uma forma geométrica regular, cada um tem uma cota diferente (pavimento) ou profundidade diferente (edifícios de habitação). A esfera funciona como uma praça coberta, com um pequeno anfiteatro, um café/restaurante, e várias zonas de estar a cotas diferentes. Nesta está, ainda, inserido o loft da Dita von Teese. Pode aceder-se a ela de várias maneiras: através do rasgo no terreno que continua da rua de Campo de Ourique, através das passagens com a Banda 1, do parque de estacionamento subterrâneo e do stand de automóveis.

2


Praça Coberta Stand de Automóveis Edifícios de Habitação

3


A

C

Corte AA’ B

B’

A’

C’

Corte BB’

Corte CC’

4


Loft para Dita von Teese

Planta do Loft no interior da esfera.

5


A

Planta Piso Inferior

Roupa

Corte A

Piscina Q.S.

WC Quarto Cozinha

Planta Piso Superior

B

Corte B

Q.S. Quarto Secreto

6


Projecto II (2007/08) Cidade Concentrada

Programa:  Habitação Colectiva  Comércio  Serviços  Floresta limitadora da Cidade  Parque Urbano

Local: Tires

Profs: Arq.Victor Neves Arq.Luisa Paiva

7


Esta cidade pretende, não só tirar partido das características do terreno, como ainda intensificar algumas delas. Deste modo, organiza-se por faixas que partem de um percurso central. Essas faixas são definidas por torres de habitação que são interseptadas por palas de diferentes inclinações, de modo a enfatizar a ideia de vale. Trata-se de uma cidade que vai subindo as encostas e se une em dois corredores centrais localizados na área de cota mais baixa. As várias filas que compõem a cidade unem-se através de praças e percursos pedonais facilitados por rampas e passadeiras. As duas margens da linha de água (lado Este e lado Oeste da cidade) unem-se através de pequenas pontes.

Floresta de Acácias

As palas que interceptam as torres estão revestidas de painéis solares fotovoltaicos giratórios, possibilitando o usufruto por parte dos habitantes da energia por eles gerada. Estes elementos, por estarem presentes em grande quantidade, têm um grande impacto visual na cidade. Por esse motivo, quer a estrutura da torrre, quer a sua fachada, quer os elementos metálicos que a suportam foram criados com base no aspecto dos painéis, isto é, existem módulos com as mesmas dimensões dos painéis que se ligam de modo a transmitir o mesmo caractér dinâmico dos painéis giratórios.

8


Torres de Habitação (novos habitantes) Bandas de Habitação (realojados) Hortas

9


2

1

6

5

4

7

1.

Agências Bancárias, Seguros, Correios, etc

2.

Mercado

3.

Estação de Camionagem

4.

Área de Investigação de Tecnologias de Ponta

(rodoviário em cima, pedonal em baixo)

5.

Posto de Saúde, Posto da GNR

Parque de Estacionamento

6.

Escola Primária e Infantário

Subterrâneo

7.

Pavilhão Polidesportivo

Praças e Caminhos Pedonais Percurso Rodoviário Percurso Pedonal e Rodoviário

Serviços:

3

10


Comércio

11


150

12


Tipologias

Torre 1

Torre 2

13


Projecto III (2008/09) Casa Palco

Programa:

 Habitação Unifamiliar para o Próprio

Local: Alfama,Lisboa

Profs: Arq.Joaquim Braizinha Arq.Orlando Azevedo

14


Com base na ideia de “rua como prolongamento da casa” presente no bairro de Alfama, a Casa Palco surge como um prolongamento da rua. O Limite entre a casa e a rua reduz-se, por vezes, ao mínimo, funcionando a casa como palco para o exterior, como uma montra da prórpia vida quotidiana, uma exposição do banal, do social e do privado. É, deste modo, que surge o conceito Teatro para a casa. Esta funciona como um espaço onde se actua para a rua, onde se oferece a possibilidade de espreitar, vigiar. A Casa Palco é composta por três áreas distintas: a zona privada, a zona social “pública” e a zona social “privada, funcionando esta última como uma gruta, como refúgio artístico. A zona privada é um bloco impenetrável que paira no interior de uma conjugação de arcos. Estes arcos, que se impõem visualmenteao resto casa, tiveram como influência os numerosos arcos presentes em Alfama. Se, de um lado, a casa é totalmente fechada, tentando passar despercebida, de outro, é, quase totalmente, aberta, oferendo-se ao exterior. "Conceito de participante em substituição ao de observador, (...) as partes só podem ser definidas através das suas relações com o todo."

Capra " Quando o 'observador' é o 'observado', então o conflito cessa." N

Nietzsche

15


16


BASTI DORES

FOSSO DA ORQUESTRA

PALCO

QUARTO CLOSET

SALA COZINHA

SALA ESPECTACU LOS

Cozinha, Sala PALCO exposição da vida quotidiana e social, incentivo ao instinto voyeur Quarto, Closet, Zona de Leitura BASTIDORES zona privada de acesso restrito, casulo/refúgio isolado do mundo exterior “Sala de Espectáculos” (concertos, cinema,...) FOSSO DA ORQUESTRA zona social sem contacto visual com o exterior; gruta.

17


Alรงado Nascente

Alรงado Norte

18


A

A’ A

A’

B

B’ B

B’

Corte CC’

Corte DD’

19


C

C

D

Planta B

D

Planta A

20


Projecto III (2008/09) Trafaria Ø

Programa:

 Habitação  Galerias de Arte  Ateliers para Artistas  Teatro  Comércio

Local: Trafaria

Profs: Arq.Joaquim Braizinha Arq.Orlando Azevedo

21


Após a análise dos vazios presentes na malha da Trafaria, elegi uma avenida (Avenida da Liberdade) e transpus o seu desenho para um outro local (acção num dos espaços vazios da Trafaria). Esta acção procura valorizar o vazio, o espaço público percorrível, e dar-lhe uma nova dimensão, um novo protagonismo, onde a intriga resulta, não do espaço construído, mas do vazio que dele resulta. O espaço construído funciona como uma “fôrma” que dá forma ao vazio. Através desta ideia, procuro criar um espaço que funciona como um caminho, uma sucessão de plataformas que terminam na colina, num extremo, e na intuição do rio, no outro. O projecto culmina num ponto alto (colina), onde se localizam as galerias – belvedere como local sublime – e onde se pode ver o Tejo e a margem Norte; e desagua no rio, onde se localiza uma esplanada que é “absorvida” por ele quando a maré enche.

22


Jardins Pinhal Galerias de Exposição Permanente Teatro Ateliers para Artistas Lojas Escola Primária Edifícios de Habitação N

Café/Restaurante + Esplanada

Escola Naval

23


Cortes Transversais

24


Praça com lojas em redor.

Escadas de acesso ao percurso aéreo.

Percurso aéreo.

Escola Primária.

Vista a partir do rio. Restaurante e Esplanada.

25


Galerias Exp. Permanente

Corte BB’

A

A escadaria onde se localizam as galerias teve como referência o Bom Jesus de Braga. Trata-se, portanto, de uma escadaria serpenteada, onde cada patamar de escadas está separado por um muro. No terceiro patamar, os muros ganham espessura, passando a ser habitáveis. As galerias funcionam, assim, como muros habitáveis - espaços estreitos e longos - que contêm, cada uma delas, uma obra de arte. Pretende-se, deste modo, não só valorizar a Arte (ao colocá-la no local privilegiado do território) , como a obra de arte em si - cada obra merece a sua galeria exclusiva. .

Corte CC’ E

5

6

E’

D

3

4

D’

C

1

2

C’ Corte DD’

B’

B

N A’ Corte EE’

26


Corte AA’

27


Luz Sublime (sombra)

Luz Dramática (branco/preto)

Obra

Obra

6.

Dor (Pietà)

5.

Prantos Sobre Cristo Morto Sandro Botticelli 107 x 70 cm

4.

Morte 3.

2.

Punição

Pietà

Paula Rego 100 x 100 cm

Death and Girl

Egon Schiele 150 x 180 cm

A Deposição no Túmulo

Sandro Botticelli 300 x 203 cm

A Virgem Espancando o Menino Perante Três Testemunhas Max Ernst

1.

Judite com a Cabeça de Holofernes

Christofano Allori 116 x 139 cm

28


Ateliers para Artistas

Alçado Atelier 1

Alçado Atelier 2 Os ateliers para os artista têm, como referência, quer pela tectónica, quer pela acção estética conceptual, a Galeria Storefront for Art and Architecture. Como esta, apresentam uma fachada dinâmica com paineis móveis, que proporcionam uma fusão entre a rua (exterior) e o interior do atelier (interior). Com essa fusão entre o interior e o exterior, procura-se que os ateliers funcionem, não só como espaço de trabalho, mas também como galeria - os transeuntes podem, assim, ver, não só a obra finalizada, como a evolução da mesma e o seu processo de execução. .

29


N

Planta Ateliers 1 e 2

30


Alรงado Atelier 3

Alรงado Atelier 4

31


N

Planta Ateliers 3 e 4

32


Teatro

O Teatro é um espaço subterrâneo que pode funcionar como duas salas de teatro separadas ou como uma só sala de maiores dimensões, consoante a porta que divide o palco está aberta ou fechada

N

Planta da Praça que cobre o Teatro

.

33


A

A

B

B

3 7 8

4 5

7 7 7

1

6

1

7

2

2

A’ 1. Teatro/Sala de Espectáculos

N

B’ Planta CC’

A’

B’

Planta DD’

2. Teatro “Espontâneo” 3. WC Feminino 4. WC Masculino 5. Recepção 6. Entrada/Saída de Artistas 7. Camarins 8. WC

34


C

C’

D

D’

Corte BB’

35


C

C’

D

D’

Corte AA’

36


Habitação

4

A

A’

1

2 B

B’

3

C

C’ 1. Habitação para Artistas 2. Habitação Temporária 3. Habitação para Novos Residentes N 4. Escola Primária Planta do Conjunto Habitacional

37


1. Habitação para Artistas

Alçado Sudoeste

38


Planta de Cobertura

A

A’

Planta Piso 1

Planta Piso 0

A

A’

Planta Piso 2

Tipologia

39


2. Habitação Temporária

Alçado Nordeste

40


B

Planta de Cobertura

B

Planta Piso 0

Planta Piso 1

41


3. Habitação para Novos Residentes

Alçado Sudoeste

42


C

Planta de Cobertura

C’

Planta Piso 0

C’ C

C

Planta Piso 1

C’

Planta Piso 2

Tipologia

43


Corte AA’

Corte BB’

Corte CC’

44


Raquel Maria Piรงarra Clemente


Portfolio Raquel Clemente