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Revoi Ediçao:01

São Paulo, 12 junho 2018

Moeda? Rússia lança nota de 100 rublos comemorativa da Copa do Mundo 2018 Vale pouco, dá pra comprar uma garrafa d’água e olha la... pag 13

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Jovens Pagina5

Idosos Pagina 9


Raphael Victor Terรงa-feira 15:30 Profissional administrativo tecnolรณgico Micro-Prรณ Penha Professor Emerson


EDITORIAL Meu nome é Raphael Victor da Cruz, tenho 16 anos, moro na Vila Progresso. Atualmente trabalho como ajudante de manutenção, estudo no período da noite e faço curso de inglês e administração tecnológica na Micro-Pro Penha. Nossa empresa visa todos os Pretendo termina esses públicos, tanto jovem quanto cursos e começar outro de idoso, nosso objetivo é trazer notícias novas sempre e de boa Inglês mas avançado e me especializar na minha qualidade para entreter e profissão para que possa informar nossos leitores. crescer na área que estou hoje, porem , talvez não sera a carreira que eu irei seguir.


Sumário

Moeda? Rússia lança nota de 100 rublos comemorativa da Copa do Mundo 2018 .............................................................................................................. 1 Moeda? Rússia lança nota de 100 rublos comemorativa da Copa do Mundo 2018 .............................................................................................................. 1 A vida dos jovens ....................................................................................... 5 Depressão entre jovens: as dores do crescimento ....................................... 6 Atividade física de baixa intensidade prolonga vida de idosos ...................... 7 Energéticos e jovens: estudo mostra os efeitos nocivos ............................... 8 Cinco em cada dez pesquisados com idades entre 12 e 24 anos já sentiram sintomas como taquicardia, dor de cabeça, problemas para dormir, vômito e diarreia......................................................................... 8 Os smartphones podem substituir as agências bancárias?........................... 9 Com novas funcionalidades, aplicativos estão se tornando a opção preferencial do cliente para movimentar suas contas, apontam novos estudos do setor......................................................................................... 9 Celular x computador ................................................................................... 9 Mais funções, menos agências ...................................................................... 9 Apesar de ritmo mais fraco da economia, governo prevê alta de R$ 7 bilhões na arrecadação em 2018 Ministério do Planejamento anunciou nesta terça-feira (22) uma revisão na sua estimativa para a arrecadação em 2018, que deve ficar R$ 7,624 bilhões acima do previsto anteriormente. .......................... 10 Porque a previsão da arrecadação aumenta? ................................................. 10 Um retrato da economia brasileira nos últimos 13 anos ........... 11 Moeda? Rússia lança nota de 100 rublos comemorativa da Copa do Mundo 2018 ............................................................................................................ 12


Jovens A vida dos jovens Uma reportagem desta edição de VEJA — “As dores do crescimento”, que começa na página 82 — traz uma informação preocupante: nos últimos cinco anos, os casos de depressão apresentaram um aumento perturbador entre os jovens de 12 a 25 anos. Em todas as outras faixas etárias, houve queda. Existem algumas hipóteses para esse salto da tristeza abissal. Uma delas pressupõe que o império das redes sociais, em que tudo é compartilhado, só ajudou a ampliar a solidão dos adolescentes, que se escondem atrás da tela dos smartphones. É um paradoxo e tanto: os jovens nunca estiveram tão conectados e, no entanto, tão sós. As mudanças comportamentais, de jovens ou adultos, sempre mereceram atenção especial de VEJA, ao longo de seus quase cinquenta anos de história. As explosões demográficas, as ondas migratórias, a liberalização dos costumes — tudo isso tem implicações notáveis na vida em sociedade. Mas, entre todos os fatores, a constante mais decisiva hoje em dia é a tecnologia. Como é moralmente neutra, ela pode ser usada para o bem ou para o mal — e a evolução social mostra que as redes sociais são, a um só tempo, bênção e pesadelo. PUBLICIDADE Há outro fenômeno, mais antigo mas renitente, a imprimir novos contornos a adolescentes e jovens adultos: a superproteção dos pais. É mais um fator que, dizem os especialistas, pode estar catapultando os índices de depressão. Superprotegidos, os jovens ficam inabilitados para as agruras da vida. Escreve a colunista Rosely Sayão, em artigo que fecha a reportagem sobre depressão: “Precisamos lembrar que a infância e a adolescência são os melhores períodos para que os mais novos conheçam as adversidades da vida e sofram com isso porque têm o amparo dos adultos para seguir em frente”. São particularmente relevantes as mudanças que deflagram problemas de ordem mental. Numa reportagem de 1995 — “O planeta teen” —, muito antes, portanto, de a vida estar 100% on-line, VEJA escreveu: “Pela primeira vez na história da humanidade, existe uma geração que, em escala planetária, sob o bombardeio de uma onipresente indústria cultural e com extraordinário acesso à informação, sente, quer, veste, ouve e vê as mesmas coisas”. Se era assim há mais de vinte anos, imagine hoje.

Publicado em VEJA de 25 de abril de 2018, edição nº 2579


Depressão entre jovens: as dores do crescimento Antonia Penteado, 16 anos, estudante do ensino médio em São Paulo (Jonne Roriz/VEJA)

Em seus aforismos, Hipócrates (460 a.C.-370 a.C.) resumiu a melancolia, uma compreensão precoce da depressão, como “um estado de medo e desânimo duradouros”. Era provocada, segundo ele, pelo excesso de bile no organismo — no grego antigo, melancolia significa “bile negra”. Desde então, na longa história da civilização, busca-se uma definição precisa de uma doença ainda longe de ser inteiramente compreendida. Na década de 20, o psiquiatra alemão Kurt Schneider imaginou que a depressão poderia ser dividida em duas classes, cada uma exigindo uma forma de tratamento: a depressão resultante de mudanças de humor, que chamou de “depressão endógena”; e a depressão que nascia como reação a eventos externos, ou “depressão reativa”. Sua teoria foi desafiada em 1926, quando o psicólogo britânico Edward Mapother argumentou, no British Medical Journal, que não havia evidências de dois tipos de depressão e que as aparentes discrepâncias entre os pacientes decorriam apenas da gravidade da condição. De lá para cá, surgiu uma sucessão de novas explicações. Uma das acepções mais aceitas, pedra inaugural de uma avenida de conhecimento, e certamente uma das mais bonitas, foi apresentada em 1969 pelo psicólogo americano Rollo May em seu livro Love and Will (Amor e Vontade): “A depressão é a incapacidade de construir um futuro”. Uma das fases da vida mais propícias para o aparecimento desse desconforto de não conseguir ver o amanhã com esperança é, justamente, a adolescência. Uma percepção muito comum — de que meninos e meninas andam deprimidos muito mais agora, na era da internet, do que no passado — ganhou recentemente um amparo poderoso. Uma das instituições mais reputadas do mundo, a Sociedade Americana de Pediatria divulgou novas recomendações em torno dos distúrbios da mente: os médicos devem considerar e avaliar a possibilidade de depressão em todos — todos! — os pacientes jovens, mesmo naqueles mal saídos da infância, que passam por consultas de rotina. Até então, a indicação era investigar apenas os que apresentassem riscos mais evidentes, que tivessem atravessado traumas ou que possuíssem parentes com episódio severo de depressão.


IDOSOS

Atividade física de baixa intensidade prolonga vida de idosos Algumas horas por semana de atividade física, mesmo de baixa intensidade, como passear ou se dedicar à jardinagem, podem diminuir o risco de morte nos homens idosos, sugere um estudo publicado nesta terça-feira (20). PUBLICIDADE O volume total de atividade física está associado a um menor risco de morte por qualquer causa, asseguram os autores do estudo publicado na revista médica British Journal of Sports Medicine. O estudo mostra que cada meia hora adicional de atividade de baixa intensidade por dia (colocar plantas em vasos, passear com o cachorro, etc.) está associado a uma redução de 17% do risco de falecimento. Meia hora adicional de atividade moderada ou intensa reduz ainda mais o risco, em até 33%. “As diretrizes britânicas e americanas sobre a atividade física não mencionam [até agora] nenhuma vantagem de uma atividade de intensidade leve”, indica à AFP Barbara Jefferis, epidemiologista da University College London. “Mas os resultados do estudo sugerem que todas as atividades, não importa sua intensidade, são saudáveis”, explica. O estudo teve início em 1978 com cerca de 8.000 homens de entre 40 e 59 anos de 24 cidades britânicas. Entre 2010 e 2012, os 3.137 sobreviventes passaram por um exame médico e responderam a perguntas sobre seu estilo de vida e qualidade de sono. O estudo acabou se concentrando em 1.181 homens que usaram um aparelho de acompanhamento do volume e intensidade do exercício físico durante sete dias. Esses homens, de em média 78 anos, foram submetidos depois a análises periódicas durante cinco anos, um período em que 194 deles faleceram. Os autores lembram que este tipo de estudos de observação não permitem estabelecer formalmente uma relação de causa e efeito. Além disso, não está claro se as observações desse estudo podem ser aplicadas às mulheres idosas, embora a priori não haja motivos para que os resultados difiram, acrescentam os pesquisadores.


Energéticos e jovens: estudo mostra os efeitos nocivos Cinco em cada dez pesquisados com idades entre 12 e 24 anos já sentiram sintomas como taquicardia, dor de cabeça, problemas para dormir, vômito e diarreia

Inventadas na Tailândia nos anos 70, as bebidas não alcoólicas feitas com substâncias estimulantes surgiram para dar pique aos caminhoneiros. Para aguentar a sobrecarga nas estradas, os trabalhadores de Bangcoc tomavam um tônico caseiro com o nome de Kraeting Daeng (Touro Vermelho), em referência a uma espécie de bovino do sudeste da Ásia. Uma década mais tarde, ao visitar o país, um empresário austríaco experimentou a bebida, a comercializou e, assim, os energéticos, como foram batizados na Europa e nos Estados Unidos, se popularizaram rapidamente. É hoje usado por esportistas e trabalhadores que têm de enfrentar longuíssimas jornadas de trabalho. O aumento do consumo entre os jovens que passam a noite na balada tomando energéticos em busca de (mais) vigor tem chamado a atenção dos médicos sobremaneira. “Esse tipo de bebida é mais nocivo no corpo jovem”, diz a VEJA David Hammond, pesquisador e professor da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de Waterloo, no Canadá. “O que muito nos preocupa, já que o consumo entre eles tem aumentado drasticamente.” Hammond é o coordenador do mais recente estudo sobre a ação dos energéticos no organismo do adolescente. Os resultados, divulgados na Canadian Journal Medical Association Open, são impressionantes. Conduzido com 2 055 jovens com idades entre 12 e 24 anos, o trabalho listou e quantificou os efeitos do consumo de até duas latinhas – uma quantidade inferior ao máximo que se recomenda para esse tipo de bebida (duas latas). Cinco em cada dez deles já tinham sentido sintomas, que variavam de taquicardia, dor de cabeça, problemas para dormir, vômito e diarreia. Os sintomas estão associados à grande quantidade de estimulantes contidos nos energéticos. A cafeína é o principal deles. E em grandes quantidades. “Uma lata de energético de 250 ml tem um volume de cafeína equivalente a até 3 xícaras de café, a depender da marca do produto” diz Francisco Tostes, endocrinologista e membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.


Os smartphones podem substituir as agências bancárias? Com novas funcionalidades, aplicativos estão se tornando a opção preferencial do cliente para movimentar suas contas, apontam novos estudos do setor. Os bancos britânicos hoje enviam, a cada segundo, mais de 16 alertas por mensagens de texto, uma indicação do quanto dependemos cada vez mais atualmente dos smartphones do que de computadores para cuidar de nosso dinheiro. Cerca de 512 milhões de alertas foram emitidos no ano passado para avisar às pessoas que seu salário havia sido depositado ou que suas contas estavam entrando no vermelho, de acordo com um relatório do UK Finance, órgão que representa as empresas do setor financeiro do Reino Unido. O documento The Way We Bank Now (Como Usamos o Banco Hoje, em tradução livre do inglês) aponta para o papel crescente de novas tecnologias em nossas finanças pessoais: em 2017, foram mais de 5,5 bilhões de acessos a aplicativos bancários, um aumento de 13% em relação ao ano anterior. Esses serviços bancários móveis são mais populares entre os mais jovens, com 59% daqueles com idades entre 16 e 24 anos e 69% daqueles entre 25 e 34 anos afirmando usar seus celulares para esse fim. Em comparação, quase metade (49%) do público acima de 65 anos ainda prefere o computador. Celular x computador Esses números foram divulgados um dia após a consultoria CACI prever que mais consumidores britânicos farão operações bancárias pelo celular do que pelo computador já no início de 2019. Serão 47% dos usuários, em comparação com 41% atualmente, enquanto 36% ainda preferirão fazer transações por um site tradicional, abaixo dos 42% de hoje. Em 2017, 22 milhões de pessoas gerenciaram suas contas pelos telefones conectados. A CACI prevê que esse número chegará a 35 milhões - 72% da população adulta britânica - em 2023. A consultoria diz que, a essa altura, os clientes só visitarão uma agência bancária duas vezes por ano, em comparação com cinco visitas anuais hoje. A CACI também afirma que o aumento do uso de aplicativos bancários será ainda mais intenso em áreas rurais e cidades menores, devido à frustração dos consumidores com problemas no acesso à banda larga disponível para os computadores. Mais funções, menos agências Inicialmente, aplicativos só permitiam que as pessoas checassem seu saldo e as transações mais recentes, mas, agora, podem ser usados para operações mais complexas, como agendar pagamentos e fazer transferências. A tecnologia também está mudando a forma como os extratos são apresentados. Alguns já informam quando pagamentos regulares e pendentes serão feitos e como afetarão o saldo da conta. "Com tantas novas funcionalidades, os aplicativos estão se tornando a opção preferencial do cliente. Prevemos que, em 2019, mais usuários acessarão suas contas pelo celular do que pelo site", disse a CACI. Isso significa que os bancos irão rever a localização e o número de agências, seguindo uma tendência já em curso, com as principais redes do Reino Unido fechando agências nos últimos anos e novos planos nesse sentido anunciados recentemente.


Apesar de ritmo mais fraco da economia, governo prevê alta de R$ 7 bilhões na arrecadação em 2018 Ministério do Planejamento anunciou nesta terça-feira (22) uma revisão na sua estimativa para a arrecadação em 2018, que deve ficar R$ 7,624 bilhões acima do previsto anteriormente.

O dado consta do relatório de avaliação de receitas e despesas referente ao segundo bimestre, que prevê que a arrecadação com tributos e impostos será de R$ 1,470 trilhão neste ano. No relatório anterior, relativo ao primeiro bimestre, a estimativa era que ela ficasse em R$ 1,462 trilhão. A revisão para cima na arrecadação ocorre apesar de indicadores apontarem que a economia brasileira cresce em ritmo mais lento que o esperado. No relatório divulgado nesta terça pelo Planejamento, o próprio governo reduziu, de 2,97% para 2,5%, a previsão para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2018. O crescimento menor da economia indica menor consumo e produção no país, o que, teoricamente, se reflete em uma menor arrecadação do governo. Além disso, o governo retirou do Orçamento a previsão de arrecadação extra de R$ 12,2 bilhões com a privatização da Eletrobras, devido à demora na tramitação do projeto que libera essa operação. Valor equivalente a esse já era mantido bloqueado pelo governo no Orçamento justamente por conta do risco desta receita não se concretizar. Apesar das dificuldades para tirar o projeto do papel, o ministro do Planejamento, Esteves Colnago, declarou que ele continua sendo prioritário para o governo. Porque a previsão da arrecadação aumenta? O relatório, porém, aponta alta de R$ 3,162 bilhões nas receitas administradas pela Receita Federal e de R$ 6,416 bilhões naquelas descritas como "demais receitas", o que inclui bônus pagos ao governo por empresas que detém concessões públicas e royalties do petróleo. Arrecadação de royalties no Brasil cresce 38,5% até abril e rende R$ 3,5 bilhões a mais Apenas com bônus pagos por petroleiras pelo direito de explorar blocos de petróleo, o governo prevê que a arrecadação neste ano subirá de R$ 3,854 para R$ 18,295 bilhões, ou seja, um aumento de receita de R$ 14,441 bilhões que, sozinho, já é suficiente para cobrir a perda da arrecadação com a privatização da Eletrobras.


Um retrato da economia brasileira nos últimos 13 anos Investimentos diretos estrangeiros no país (US$ Bilhoes) Título do Gráfico

66 63,5

48,5 45

35

34

25,9

18,8

18,1 15,1

10,1

2018/2017/2016

2015/2014/2013 Série 1

2012/2011/2010 Série 2

Série 3

2009/2008/2007

64,4


Moeda? Rússia lança nota de 100 rublos comemorativa da Copa do Mundo 2018

V

ale pouco, dá para comprar uma garrafinha d'água e olhe lá... Nesta terça-feira, o Banco Central da Rússia lançou nota de 100 rublos (cerca de R$ 6,00) comemorativa da Copa do Mundo de 2018. Lembrando que o mais comum são os países lançarem moedas.

empresa estatal especializada em desenvolver os ítens de segurança do dinheiro do país, foram os responsáveis por mostrar a terceira nota comemorativa da história russa. Feita de polímero, é diferente de todas as outras em circulação. Foi distribuída em Moscou, São Petersburgo, Volgogrado, Krasnodar e Samara. - De maio a junho, as notas serão entregues a todas as outras regiões da Rússia, para que os bancos possam oferecê-las a todos - disse Skorobogatova à agência de notícias russa Tass, informando também que as notas não poderão ser sacadas em caixas eletrônicos.

Retratado no cartaz oficial do torneio, o goleiro Lev Yashin, titular da seleção nacional em quatro edições do torneio, em 1958, 62, 66 e 70, foi o escolhido para ser homenageado como a primeira figura pública a estampar um dinheiro em papel no país. Ele aparece fazendo uma defesa. No mesmo lado, uma criança de costas segura uma bola observando o ídolo, como se desse continuidade ao sonho de diversas gerações. Do outro, é possível ver a silhueta de torcida, o mapa da Rússia num "globo futebolístico" e os nomes das 11 cidades-sedes. Olga Skorobogatova, presidente-adjunta do Banco Central, e Arkady Trachuk, diretor-geral da Goznak,

Revista raphael  
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