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Portifólio Conheça um pouco mais sobre Árina Leocádio, Estilista, Designer de Produto e Designer Gráfico. Nesta edição, alguns de seus trabalhos.

Aqui tem...

Infográficos ∙ Mundo Mágico da Criação ∙

Prancheta do Massai ∙ Martokos ∙ Pinhole ∙ Árina Leocádio ∙ Tampografia ∙ O gosto da Cor ∙ Mídia Digital Olfativa


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04 PORQUE

USAR

INFOGRÁFICOS

06

08

NO

BEM VINDO AO MUNDO MÁGICO DA

PRANCHETA DO MASSAI. Comecei cedo

MARKETING DA SUA EMPRESA? Se você

CRIAÇÃO. Segundo Ronaldo, suas criações

tendo minha inclinação para a arte descoberta

tiver interesse em se aprofundar em infográficos,

serão sempre inspiradas no passado, que pode

por meus pais ainda quando criança, mas foi em

assine o e-news da XPlane...

ser uma história...

meados de 2003 que...

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MARKOTOS. Conhe o jovem grafiteiro de São

PINHOLE do inglês, buraco de alfinete - é

TECNOLOGIA NA MALA DE VIAGEM.

José da Lapa, que inspira e convida a fazer um

o nome dado à técnica que irá permitir que o

A Superkit, dá algumas dicas de produtos que

diferente tipo de arte.

fenômeno fotográfico se dê em um ambiente

sobrevivem ao calor e a areia da praia, ou

sem a presença de lente.

mesmo ao frio e aos tombos de uma...

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ÁRINA LEOCÁDIO. Designer de Produtos,

TAMPOGRAFIA. é possível imprimir em

O GOSTO DA COR. Meu interesse sobre essa

Estilista, converge seus conhecimentos agora

qualquer superfície e material...

área surgiu quando descobri, num sebo de São

também para o Design Gráfico...

Paulo, o livro “A cor do gosto”, de autoria do médico brasileiro Octacílio Carvalho Lopes...

26 MÍDIA DIGITAL OULFATIVA. A técnica do “marketing olfativo” é mais uma das técnicas do

EDITORIAL

marketing emocional, o ser humano é capaz de

DIREÇÃO GERAL: Rangel Sales. DIREÇÃO DE REDAÇÃO: Árina Leocádio

se lembrar de 35% dos odores que sente...

DIREÇÃO DE CRIAÇÃO: Árina Leocádio EDITORA: Árina Leocádio


Infográficos

Por que usar Infográficos no marketing da sua empresa?

Eu sempre fui um homem das letras (tortas). Número nunca foi a minha praia. Gosto de números tanto quanto um matemático gosta de Machado de Assis. Mas é claro que isso muda quando você passa a ter uma empresa e precisa olhar os números, os impostos, as receitas, despesas, fluxo de caixa, lucro etc. Penso que a minha paixão moderna por números começou quando surgiram os infográficos nas revistas de negócios que eu leio. Eu penso que a primeira revista de negócios a debulhar os números de uma maneira nunca antes vista foi a FASTCOMPANY. Eu acredito que foi a FASTCOMPANY que primeiro obsoletou os

4 | Design Editorial


boooriinggg gráficos de pizza e torta 2D e 3D.

4. Motiva (como comentei acima) o leitor a se aprofundar nos números e fatos que

Antes dos infográficos os números tinham a sua linguagem

você está apresentando.

própria e não se misturavam com o resto da matéria.

6. Mostra que você se importa com a informação que você está vendendo.

Após os infográficos, os números aprenderam a se misturar

7. Mostra que você é apaixonado pelo que faz.

com os textos e com as matérias ganhando uma vida

Talvez - como já disse anteriormente em outros posts - estejamos falando de uma

completamente diferente.

nova profissão, “Arquiteto de Infográficos”, ou “Engenheiro de Informação Gráfica”,

Antes do surgimento dos infográficos os barquinhos do Major

ou algo assim.

Nelson na batalha de Trafalguar eram apenas números, hoje -

É óbvio que falta gente no Brasil com conhecimentos amplos para criar algo bacana

confira exemplo abaixo - são barquinhos desenhados a mão,

como os exemplos mostrados abaixo.

mesclados com o desenho da estratégia da guerra.

É só você abrir as revistas, catálogos e web sites corporativos no Brasil para você

Essa não é a primeira e nem será a última vez que vou falar de

perceber a completa falta de infográficos geniais.

infográficos. Conforme eu vou encontrando bons exemplos de infográficos por aí eu vou divulgando por aqui. Eu ainda não conheço nenhum software que facilita a criação de infográficos - como os exemplos fantásticos abaixo.

Se você é um profissional da área de design ou web design, talvez o seu futuro se chama INFOGRÁFICOS. Infográficos é uma grande oportunidade para empresas e pessoas de design e tecnologia se destacarem na multidão. A primeira empresa que eu vi sair ao mercado para oferecer serviços de infográficos com cara tão cool quanto os infográficos que produz é a XPlane, The Visual Thinking Company, confira aqui. Se você tiver interesse em se aprofundar em infográficos, assine o e-news da XPlane, leia os cases de sucesso que eles oferecem no site. Mergulhe no universo fascinante dos infográficos!

Assim que descobrir algo eu aviso. Com certeza tem alguém em algum canto do mundo pensando em fazer um software gerador de infográficos. Por que você deveria aderir o uso de infográficos na comunicação da sua empresa? 1. Ajuda o cliente em potencial a entender melhor todo o conceito rapidamente. 2. Mostra respeito e interesse pela possível sofisticação do bom gosto do cliente. 3. Funciona como uma espécie de interface elegante para o seu conteúdo.

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6 | Criação e Design


O processo de criação de todos os artistas visuais como estilistas e designers são manifestações bastante curiosas. Quem não gostaria de ser um mosquito e passear dentro do cérebro de um estilista justamente na hora que ele estiver desenhando um croqui? Para ser um estilista você não pode dominar apenas o corpo humano, você precisa enxergar além da roupa e combinar novas texturas, estampas, tecidos, temas e materiais que possam satisfazer os desejos de seus clientes. Tudo isso sempre tentando achar um ponto de equilíbrio com o seu processo de criação. Mas de onde chegam tantas idéias? Existem várias maneiras de canalizar tudo que você quer criar para dentro de uma coleção de moda. Um dos primeiros focos escolhidos é organizar a criatividade e colocar em ordem todas as idéias no papel, na tela ou na roupa. A produção de um estilista depende muito do ponto de partida da sua criação que pode sair de um pedaço de papel de bala ou de um filme que acabou de assistir. O estilista Ronaldo Fraga, em entrevista exclusiva disse que seu processo criativo começa sempre da memória da roupa. Segundo Ronaldo, suas criações serão sempre inspiradas no passado, que pode ser uma história bacana ou um fato que aconteceu em sua vida. Exemplo disso é a sua coleção de inverno 2008. Ronaldo Fraga se baseia na loja de tecidos onde ganhou o seu primeiro emprego de desenhista de moda. Já a estilista inglesa Vivienne Westwood se inspira em estudos da história da arte antiga para começar seu processo de criação. Como disse em entrevista coletiva, a estilista gosta

Segundo Ronaldo, suas criações serão sempre inspiradas no passado, que pode ser uma história bacana ou um fato que aconteceu em sua vida.

de ver imagens do cenário artístico como a arte japonesa e a romana, que são suas prediletas, para elaborar o conceito das suas coleções. Do ponto de vista mais prático, é sempre bom ter um quadro de referências de arte, imagens passadas, atuais e até de coisas cotidianas, para que você possa elaborar um ponto inicial para a sua coleção. A artista plástica Fayga Ostrower em seu livro Universos da Arte, mostra como podemos compreender e usar a arte dentro de um processo de criação. Fayga mostra o resultado através de relatos tirados durante um curso que ministrou para operários que trabalhavam numa fábrica. Onde a percepção e a intuição nos processos criativos sempre foi o ponto de partida fundamental para as suas aulas. Descobrimos que não existem regras para criar e sim tipos de organizações dentro do processo de criação de cada criador.

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Comecei cedo tendo minha inclinação para a arte descoberta por meus pais ainda quando criança, mas foi em meados de 2003 que comecei a levar a serio a ideia de ganhar a vida com arte. Isso aconteceu quando entrei para a Escola de Artes Visuais Casa dos Quadrinhos. Lá tive aulas e Workshops com nomes como Rodney Buchemi, Eduardo Bernardes, Cristiano Bolson e Erick Azevedo dentre outros; e tive oportunidade de trabalhar com Ricardo Ratton, e Eduardo Pansica, que são grandes profissionais. Neste tempo participei de projetos como O Reboco, jornal publicado pelos alunos da Casa dos Quadrinhos; Intestine com o Ilustrador Newton ‘Nitro’ onde houve desenvolvimento de ilustrações e regras do jogo de RPG de Intestine; e fiz alguns testes para o mercado americano. Minhas influencias atuais se baseiam em Artistas como Gabriel Bá e Fabio Moon, Moebius, Bengal, Milo Manara, assim como nos quadrinhos americanos e em várias coisas ao meu redor, inclusive música; criando assim, meu estilo mais solto, bem puxado para o europeu, porém com fortes influências do quadrinho americano. Atualmente, me empenho em freelances publicitários assim como em criação de logos para comércios e bandas do meio underground. Também estou cursando o segundo período do curso de Design Grafico no Uni-bh.

8 | Ilustração


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10 | Arte Urbana


MarTOKOS CONHEÇA O JOVEM GRAFITEIRO DE SÃO JOSÉ DA LAPA QUE INSPIRA E CONVIDA A FAZER UM DIFERENTE TIPO DE ARTE

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R: Me conta como surgiu essa coisa com o desenho? MC: Eu já desenho desde novo, mas nunca fui de reproduzir desenhos, tipo é muito comum, ver crianças desenhando, por exemplo, Dragon Ball Z, Cavaleiros do Zodíaco, e isso não aconteceu comigo. Na verdade, depois que me envolvi com o grafite desenhei muito pouco. Hoje por exemplo, eu desenho pouco demais. Acho até que deveria desenhar mais. Normalmente levo apenas um rascunho do que vou

“Meu trabalho é mais a forma em si do

pintar e já tenho uma noção das cores que vou usar. Nem me lembro à última vez que fiz um desenho colorido. Rsrsrsrs!

que o que ele é na verdade. Eu faço

R: Você tem alguém na família que sabe desenhar, pintar ou está inserido no meio artístico?

as coisas com liberdade. Criei meu

MC: Tem sim. Tenho um primo que é designer, uma prima e uma tia que são artistas plásticas. Quanto a isso acho que tive sorte. A minha família tem muito envolvimento

estilo de pintar e tento por isso em

com a arte. Seja na pintura, escultura, música também. Só tem artista na minha família. Kkk!

tudo que faço. O bom é você fazer um

R: Você tem algum outro trabalho, algum fixo? MC: Tinha. Fui despedido esse ano. Por enquanto estou gostando (rsrsrs). Esse

trabalho e alguém reconhecê-lo sem

serviço do qual saí agora não era ruim, mas não tinha pra onde crescer. Acho que saí na hora certa. Agora é meter a cara em projetos que sempre quis realizar, como

você ter que colocar a sua assinatura.

exposições, eventos e etc. Vamos ver no que dá! R: O que você acha do espaço da sua arte em BH?

Isso é o auge para mim!”

MC: Bom, tenho muitos trabalhos em bairros de BH. Graças a Deus, eu sempre tive um bom relacionamento com a galera do Grafite daqui. Eu tenho isso comigo: tratar todo mundo bem, sem achar que sou melhor ou pior. O Grafite de BH é um dos mais diversificados do Brasil e a galera daqui sabe disso. Acho que o espaço que eu tenho é o espaço que eu faço. R: Como você faz a escolha dos muros para grafitar? MC: Amor a primeira vista (rsrs!). Grafiteiro tem isso. Ele anda pela cidade normalmente, mas ele olha diferente pra tudo. Sempre que tem um grafite novo ou até uma pichação diferente na rua ele percebe. É assim com um muro também. Normalmente quando um grafiteiro pinta um muro, é ele que vai renová-lo daqui um tempo, é como se o muro fosse dele a partir dali. Tem um respeito sobre isso.

12 | Arte Urbana


Às vezes isso não ocorre e outra pessoa “atropela” um painel de outro grafiteiro. Eu particularmente não me apego a muro. Claro que não gosto de ver um trabalho meu sendo tampado por outro artista. Mas é assim: viu, gostou? Ou pedi pra pintar no caso de residências, comércios ou chega e mete tinta sem pedir pra ninguém no caso de muros de lotes abandonados e outros. R: Como você definiria a sua arte? MC: Hoje eu confesso que me perco pra explicar o que eu faço. Muita gente pergunta: “o que é isso ai?” principalmente as crianças. Mas não me preocupo com isso. E nem fico inventando pra responder. Meu trabalho é mais a forma em si do que o que ele é na verdade. Eu faço as coisas com liberdade. Criei meu estilo de pintar e tento por isso em tudo que faço. O bom é você fazer um trabalho e alguém reconhecê-lo sem você ter que colocar a sua assinatura. Isso é o auge para mim. R: Como surgem suas inspirações? Você é daquele artista que está a todo vapor todo o tempo ou não funciona sobre pressão? MC: Eu gosto de ter temas pra desenvolver as coisas. No grafite tem muito essa coisa do “Freestyle”, de riscar e criar na hora ali. Isso não funciona comigo. Sempre tenho que criar no papel primeiro, mesmo que seja somente os traços ali e tal, mas sair direto na parede sem olhar de esboço não é muito a minha cara. Bom, eu gosto de ver como é o suporte em que vou pintar se é retangular, quadrado, alto ou baixo, essas coisas. R: Já pensou em fazer algum trabalho voluntário na sua cidade? Levando cores para crianças carentes ou com deficiência? MC: Já sim. Várias e varias vezes. Infelizmente onde eu moro, é uma cidade pequena, que não dá tanto valor pra certos tipos de atividade e é muito complicado conseguir apoio pra esse tipo de projeto. Complicado mesmo! Mas já pensei sim e ainda vou por em prática! R: Marcos em 10 anos... Como você se vê no futuro? MC: Eu me vejo pintando muito. Minha mãe fala que sou encarnado demais e que não se imagina me vendo mais velho e saindo fim de semana pra pintar na rua. Já são 10 anos fazendo isso. Acho que algo que seja uma fase ou moda não dura esse tempo todo. É isso... Que venha o futuro!

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PINHOLE Pinhole - do inglês, buraco de alfinete - é o nome dado à técnica que irá permitir que o fenômeno fotográfico se dê em um ambiente sem a presença de lentes (componente das máquinas fotográficas convencionais). Um furo é o que permite a formação da imagem em um recipiente ou espaço vedado da luz. A projeção de imagens por este método é uma lei física, e já é conhecida pelo homem desde a Antigüidade. Antes da fotografia (séc.XIX), as projeções pinhole eram instrumento científico de visualização de eclipses e no estudo das estrelas; nas artes, as imagens pinhole serviam de molde para os pintores paisagistas. A princípio, qualquer espaço protegido da luz pode servir como câmara escura: de latas e caixas das mais distintas proporções até espaços menos convencionais, mas com entrada de luz que possa ser controlada, como um refrigerador, um baú, um armário, uma sala, ou um automóvel. Em cada caso existe um tamanho de furo apropriado para que a projeção se dê de forma nítida, pois é por este princípio que a projeção, e por conseqüência a fotografia pinhole, são possíveis. Este furo pode ser determinado através de uma fórmula matemática relacionada às dimensões do recipiente escolhido. O recipiente furado passa então a ser uma câmara escura, com a qual podemos produzir fotografias ao colocar filme ou papel fotográfico no seu interior. Um furo bem calculado e executado garante às imagens

14 | Fotografia


uma nitidez indiscutível, que caracteriza as imagens pinhole. O furo é sempre minúsculo se comparado à dimensão da câmara escura; como conseqüência, requer obtenções fotográficas de tempos relativamente longos, se comparados ao click da câmara fotográfica. As imagens, também, sofrerão distorções se o recipiente onde o papel fotográfico é colocado não possuir paredes planas (pode ser um recipiente cilíndrico, como é o caso de muitas latas). O grupo Lata Mágica utiliza como câmaras latas de panettone e de leite em pó metálicas, que são forradas de preto e furadas. O furo é feito em uma folha de alumínio com um alfinete, e esta folha é fixada com fita isolante a um furo maior feito na lata com prego e martelo. No interior da lata é colocado papel fotográfico preto-ebranco: 18x24cm nas latas de panettone e 9x14cm nas latas de leite em pó. Com este tipo de câmara, e utilizando papel, o tempo necessário para fotografias feitas de assuntos externos, sob a luz do sol, varia entre 30 segundos a poucos minutos, dependendo da intensidade luminosa. Para situações pouca luz (iluminação artificial, fotos noturnas e fotos internas) os tempos se estendem por horas. As imagens obtidas são reveladas normalmente (processo de revelação de papel fotográfico preto-e-branco), e a partir deste negativo são feitas as cópias positivas.

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16 | Fotografia


Tecnologia na Mala de Viagem Tudo pronto para as férias de janeiro? Depois de escolhido o destino é hora de fazer as malas e esperar o tão sonhado, e merecido, descanso. Só que desta vez, ao invés de deixar os eletrônicos em casa, é hora de guardar um espacinho para eles na bolsa junto com as roupas, pois algumas novidades são fáceis de transportar e podem fazer toda a diferença na sua viagem. A Superkit, distribuidora de produtos de informática, dá algumas dicas de produtos que sobrevivem ao calor e a areia da praia, ou mesmo ao frio e aos tombos de uma estação de esqui.

Transforme o player em mini-system Com apenas 5 cm de altura por 18 de largura fica fácil arranjar espaço na mala para este Dock para mp3 players da Trust. Compatível com todos os modelos de iPod, inclusive o shuffle, o produto além de reproduzir músicas carrega o tocador, evitando que o usuário fique na mão durante a viagem. Funciona também com outros modelos de players com saída estéreo de 3,5 mm. Para ouvir música na praia, na montanha ou mesmo dentro do carro. Produto: Dock para iPod e outros mp3 players | Fabricante: Trust | Preço: R$ 181,00

Para carregar câmeras e celulares Quem viaja sempre leva na mala uma câmera ou filmadora digital que, volta e meia, acaba a bateria e deixa o usuário na mão, sem poder registrar os momentos mais legais das férias. Uma saída é levar para o passeio um Conversor de Energia APV11US, da Targus, que carrega câmera fotográfica, filmadora, celular, mp3 players ou mesmo notebook e PDA pelo acendedor de cigarros do carro. A novidade pesa apenas 680 gramas e carrega até 3 equipamentos ao mesmo tempo. Produto: Conversor de Energia APV11US | Fabricante: Targus | Preço: R$ 218,00

Pen drive para aventureiros Inimigos declarados das novidades tecnológicas, água e baixas temperaturas passam despercebidos pelo pen drive X-Porter XT, da Patriot. O gadget possui o corpo revestido de borracha de alta resistência proporcionando proteção contra raios UV, água, areia e mudanças drásticas de clima, podendo ser facilmente utilizado na praia, neve e trilhas. A proteção antichoque mantém o produto funcionando mesmo quando exposto a temperatura de até -65º. Disponível nas versões 1GB, 2GB ou 4GB, o drive carrega dados importantes, além de música e vídeos para qualquer lugar. Produto: Conversor de Energia APV11US | Fabricante: Targus | Preço: R$ 218,00

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Estilista, Designer de Produtos e Designer Gr谩fico

18 | Portif贸lio


Árina Leocádio Cáffaro, Graduada como Designer de Produtos na Universidade FUMEC e formada em Estilismo pela UFMG, converge seus conhecimentos agora também para o Design Gráfico, no SENAI/CECOTEG, com formação prevista para julho de 2011. Sua proposta é unificar várias áreas do design para que se torne uma profissional diferenciada, capaz de lidar com situações nos diversos ramos da profissão Design. Com a experiência e os conhecimentos adquiridos no ramo de estilismo/ designer de produtos enquanto trabalhou na marca Luiza Barcelos, desenvolve agora acessórios femininos em sua própria marca a Maria Elvitina, com produtos diferenciados e exclusivos. Atualmente a marca funciona em sua casa, mas já existem especulações sobre possíveis lugares para exibir um showroom e ampliar a produção. Em sua graduação de Design de Produto, despertou interesse pela área de produtos terapêuticos e desenvolveu um projeto em parceria com sua irmã fonoaudióloga. O projeto consiste em dois produtos que auxiliam o tratamento fonoaudiológico com crianças autistas. Árina pretende agregar mais conhecimentos iniciando sua pós-graduação, mas devido às poucas opções em Belo Horizonte, ainda estuda se é melhor fazê-la em outra cidade, apesar de se interessar bastante pela pós-graduação em Design e Cultura, oferecida pela Universidade FUMEC. Sua projeção de futuro mercadológico é firmar sua marca no mercado, podendo assim aplicar todos os seus conhecimentos em seus produtos.

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“Boneco Liloco & Lalinha” e “Puff Gira Cor”. Produtos para tratamento fonoaudiólogo em crianças autistas.

O boneco Liloco & Lalinha explora a criatividade, participando de todas as brincadeiras que a criança imaginar. As mãos e pés ao se mexerem, faz um gostoso barulhinho que estimula a percepção da crian;a. Ele é super leve e tem corpo todo fofinho, feito com um tecido aveludado e macio, agradável ao tato. O Puff Gira Cor estimula o raciocínio e explora a criatividade, participando das brincadeiras da criança. No assento possui um circulo cromático em que a criança fixa uma roleta e utiliza como jogo, deixando a criança jogar como quiser usando a imaginação. O Puff possui bolsos externos nas cores do círculo cromático e no seu interior divisórias que podem ser utilizados para guardar objetos. Fácil de limpar e pode ser levado a qualquer lugar, pois possui rodízios com freios.

20 | Portifólio


Maria Elvitina é a marca que Árina desenvolveu para seu próprio negócio na área de Design de Moda, onde produz acessórios femininos. Aplicando seus conhecimentos adquiridos no curso Técnico em Design Gráfico aliado com seus conhecimentos de moda, Árina desenvolveu uma coleção de estampas para o dia dos namorados.

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Tampog É um processo de impressão por transferência indireta de tinta, a partir de um clichê gravado em baixo relevo com o motivo a ser impresso, por um tampão (almofada) de silicone. Oferece a maior definição e precisão em traços de linhas finas, o que faz com que seja um processo muito versátil e utilizado para imprimir em superfícies cilíndricas, curvas ou planas, regulares ou irregulares. Aplicações

típicas

incluem

brinquedos,

relógios,

aparelhos

eletrônicos,

eletrodomésticos, vidrarias, brindes e outros. A Tampografia foi inventada no século XIX, pela corte inglesa. Com um sistema rudimentar de tampões em gelatina, para decorar as vasilhas da Rainha Vitória. Nos anos de 1950, se desenvolveu ao nível industrial, inicialmente com a decoração de relógios de pulso suíços. Basicamente é um sistema de impressão que permite transferir figuras, palavras, desenhos, fotografias, etc. desde um baixo-relevo a uma superfície que pode ser bem plana ou bem irregular, como uma casca de noz, por exemplo. Pelo processo tampográfico é possível imprimir em qualquer superfície e material. Sistema de tinteiro aberto: A máquina trabalha com uma espátula que empurra a tinta para o clichê e quando retorna, raspa o excesso de tinta com uma lâmina, deixando apenas a tinta

22 | Processo de Impressão


rafia necessária à impressão nas áreas de baixo relevo do clichê.

recomendada a serigrafia, assim como para fundos que necessitam de grande

Depois desta passagem, o tampão de silicone desce até ao

cobertura de tinta.

clichê, retirando a tinta e transferindo-a para a peça.

Quais as vantagens na tampografia?

Sistema de tinteiro fechado:

- Altíssima qualidade de impressão em grafismos e traços finos,

Neste sistema as lâminas são substituídas por um reservatório

- Vantagem de possibilitar impressões em superfícies irregulares, côncavas, convexas

de formato cilíndrico, onde é colocada a tinta. Esse reservatório

e em degraus;

encontra-se sobre o clichê. O trabalho de raspagem é feito pela

- Processo de impressão contínua, sem necessidade de constantes paragens para

própria borda do reservatório que é fabricada em cerâmica,

acerto na qualidade de impressão, permitindo uma elevada produção horária;

dando-lhe resistência e durabilidade.

- Índice mínimo de rejeição de peças, e com possível recuperação, ocasionando

Após esta passagem, como no sistema aberto, a tinta que ficou

economia de material e ganho de produção;

nas áreas de baixo relevo do clichê é transferida através do

- Número extremamente elevado de impressões com o mesmo clichê, e possibilidade

tampão de silicone para a peça.

de impressão até 4 cores na mesma máquina.

Qual a diferença entre serigrafia e tampografia?

Onde aplicar a impressão tampográfica?

Basicamente são sistemas de impressão que se complementam

A impressão TAMPOGRÁFICA pode ser realizada em peças compostas de

muito bem. A tampografia é muito utilizada atualmente para

termoplásticos, metais, vidros, madeiras, couro etc. Sendo utilizado na Indústria

imprimir superfícies irregulares, onde seria difícil imprimir

elétrica, eletrônico, brinquedos, brindes em geral, embalagens, utensílios domésticos,

em serigrafia. Para a impressão de grandes áreas, é mais

peças técnicas na indústria automobilística, óptica, calçados, enfeites, relógios.

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O gosto

DA COR Segundo Johannes Itten, pintor, professor e ensaísta místico, uma das figuras mais importantes da primeira fase da Bauhaus, existem sete contrastes de cor. Por contraste, Itten generalizou os principais atributos das cores em: matiz, luminosidade, saturação, complementaridade, temperatura, simultaneidade, efeito de peso e distanciamento. Os três primeiros definem uma cor qualquer, segundo um sistema tridimensional de cores, uma das poucas maneiras de fixarmos um padrão de cor ou uma amostra standard de cor. São, portanto, “contrastes físicos” da cor e podem ser traduzidos por equações matemáticas.

Os

demais

são

de

sentido psicológico. Certas cores causam em nós sensações de calor ou frio, de aproximação ou distanciamento, de maior acentuação cromática ou mesmo

de

modificação.

A cor está em constante modificação, sempre há mais e

mais

coisas

a

respeito da cor, uma sensação que só existe em nossa mente. A cor é sempre virtual no site do nosso cérebro e depende daquilo que aprendemos em nossa infância e, provavelmente, até mesmo antes do nascimento. Assim, a cor está em nós e a descrevemos pelo poder da linguagem. Apenas para suscitar outras mentes, vamos falar um pouco daquilo que chamo de “Oitavo Contraste”, isto é, o gosto da cor. Meu interesse sobre essa área surgiu quando descobri, num sebo de São Paulo, o livro “A cor do gosto”, de autoria do médico brasileiro Octacílio de Carvalho Lopes, editado pelo Anhanguera, em 1959. Um livro muito bem escrito quanto às descrições da cor. Entretanto, faltou

24 | Cor


metodologia na extensa pesquisa que Lopes realizou por muitos anos. Ele pedia aos amigos, colegas e clientes para anotarem suas opiniões sobre o gosto das cores, mas sem uma planilha e uma escala de cores. Por mais que tabulemos seus resultados, é difícil alguma conclusão coerente, tantas são as associações entre as cores e os sabores. Por exemplo: sabemos que o branco tanto pode ser doce, associado ao açúcar, ou salgado, associado ao sal. Assim, estabelecer um método de pesquisa para essa área do gosto não é nada fácil. Estudando outros autores, eu acabei chegando a um esquema bastante simples: cores quentes são mais “comestíveis” enquanto as cores frias são bem menos. Segundo diversos autores, o azul é a cor menos “comestível” do leque de cores básicas. Mas isso poderá sofrer muitas outras variações, principalmente culturais. Preto não é uma cor comestível, mas na cultura do Brasil, temos a nossa famosa feijoada. Na Itália e Espanha há o famoso arroz “sul tinta” pretejada pela tinta da lula. Por outro lado, é certo que cores quentes, como o alaranjado provocam maior apetência, sendo indicadas para refeitórios, enquanto esquemas azuis seriam apropriados para spas, onde a perda de peso é um dos objetivos dos programas nesse tipo de estabelecimento. No Cecor adotamos quatro acordes para os gostos das cores. E atribuímos valores conceituais entre “+”, “++”, “+ -“ e “- -“, como na figura abaixo. Estamos certos que temos com isso uma aproximação especulativa quanto aos efeitos desse oitavo contraste, como um gráfico de orientação quanto à escolha de cores relacionadas ao estado de apetência ou da falta dele.

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Inovação no PDV:

Mídia Digital Oufativa Em parceria, a Coca Cola e a TemperoDS inovam mais uma vez no PDV, a empresa mineira desenvolveu um novo formato de ativação em ponto de venda para a linha Del Valle Kapo, a mídia digital olfativa, nunca antes realizada no país. O marketing olfativo é uma nova ferramenta de marketing, onde as mudanças são observadas no comportamento do consumidor através do olfato, aliada a mídia digital, uma das ferramentas mais eficientes de mídia no PDV. A técnica do “marketing olfativo” é mais uma entre as várias técnicas do marketing emocional, o ser humano é capaz de se lembrar de 35% dos odores que sente, 5% do que se vê, 2% do que ouvem e 1% daquilo que toca, ou seja, esse novo formato de mídia espera criar uma interação ainda maior entre consumidor / produto, aquecendo as vendas. Com a análise dos números de vendas no período da ação, a Coca Cola afirmou que o produto Kapolate, aumentou em 50% as vendas, reflexo da mídia digital olfativa. Com a comprovação do resultado de eficiência da mídia, a Coca Cola irá ativar cerca de cinqüenta novos pontos em Minas Gerais nos próximos meses. Uma fragrância chama positivamente a atenção, causa uma boa impressão ao local, reforça os atributos de um produto ou marca, dá uma assinatura olfativa a um empreendimento, a uma etiqueta ou a uma marca, cria uma atmosfera olfativa em conjunto com as cores, sons, texturas, etc.

26 | Artigos Técnicos


PSUN2_Arina_Leocadio  

Conheça um pouco mais sobre Árina Leocádio, Estilista, Designer de Produto e Designer Gráfico. Nesta edição, alguns de seus trabalhos. Aqui...