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Derrotar Dilma, as reitorias e os burocratas governistas da UNE A juventude mundo afora e Brasil adentro mostra que é possível derrotar ataques a nossos direitos, ocupando as ruas, realizando greves e tomando as praças. Estamos do lado da heróica juventude Síria, combatendo pelo Fora Assad, hoje a maior expressão de enfrentamento a ditaduras e ao imperialismo no mundo. Nos inspiramos nos jovens chilenos que aos milhares foram às ruas contra o modelo educacional privatizado. Apoiamos a juventude européia em sua luta contra os planos de ajuste fiscal no velho mundo. No Brasil, depois da greve das federais e das lutas nas particulares, a mobilização que derrubou o aumento da passagem de ônibus em Porto Alegre mostrou que é possível obter vitórias. Esse é o passaporte para mudar a realidade: Lutar até vencer! Nesse 53º Congresso da UNE, o Vamos à Luta se dispõe a construir uma nova direção para as lutas que estão acontecendo, combatendo as juventudes governistas (PCdoB e PT) que estão traindo nossas lutas e entregando nossos direitos.

Vem com a gente!

DE PORTO ALEGRE

Contra Os Ataques Aos Direitos Da Juventude!

SEGUIR O EXEMPLO

Vamos a´ Luta

A luta reduziu o preço da passagem! No mês de abril a juventude de Porto Alegre derrotou nas ruas o aumento da passagem de ônibus, reduzindo a tarifa dos ônibus de R$3,05 para R$2,85. Nessa luta eles contaram com o apoio da população, dos rodoviários e da atuação dos vereadores do PSOL que entraram com uma ação na justiça. Nossa juventude foi parte ativa dessa mobilização, sofrendo na própria carne a repressão governamental já que nossa companheira Luany Barros (DCE da UFRGS) foi presa num dos atos públicos. Em Porto Alegre e em outras cidades, a majoritária da UNE (PC do B e PT) está traindo essas lutas por sua vinculação aos governos e prefeituras. Novas rebeliões contra o aumento já vem ocorrendo em Natal e Goiânia. Em outras a luta ainda está no inicio como em São Paulo e no Rio. Nosso desafio e transformar todas as cidades em uma nova “Porto Alegre”, construindo pela base uma nova direção para as lutas da juventude.

FORA ASSAD! TODO APOIO A REVOLUÇÃO SÍRIA! Abaixo a ditadura! Contra qualquer intervenção imperialista! A juventude e os trabalhadores árabes estão em luta desde 2011 quando derrubaram ditaduras que estavam no poder há décadas na Tunísia, Egito e Líbia. Essas revoluções contagiaram o mundo. Em todos esses países a luta continua pelas pautas sociais que deram origem a mobilização, desgastando os novos governos eleitos. Agora a batalha está concentrada na Síria, enfrentando uma brutal repressão que já assassinou 70 mil pessoas. Nesse país o povo luta para acabar com o regime sanguinário da família de Bashar Al-Assad, que impõe décadas de opressão, arrocho salarial e privatizações contra os sírios. Ao mesmo tempo em que apoiamos a luta contra a ditadura nos colocamos em total oposição ao imperialismo ou qualquer outro tipo de intervenção estrangeira. O que nos leva a rechaçar os bombardeios de Israel contra Síria. Estamos com a revolução pois ela rompe o equilíbrio diplomático que Assad impôs na região em favor de Israel. Sob a atual ditadura, por exemplo, nunca se procurou recuperar as colinas de Golã, ainda hoje ocupadas pelo nazisionismo. Infelizmente importantes setores da esquerda mundial influenciada pelo stalinismo prefere estar ao lado da ditadura de Assad. O Vamos à luta, ao contrário, defendemos a esquerda Síria que está em luta por um novo regime, pelo atendimento das pautas sociais dos trabalhadores e por soberania em todo território Sírio. Apoiamos, portanto, a campanha internacional articulada no Fórum Social Mundial da Tunísia, em solidariedade a revolução. O congresso da UNE deve seguir o exemplo da FUBA (Federação Universitária de Buenos Aires) que votou resolução nesse mesmo sentido, apoiando a luta da União dos Estudantes Livres da Síria.

DERROTAR AS PRIVATIZAÇÕES E CONSERVADORISMO DE DILMA! A crise econômica internacional continua e seus efeitos são cortes de verbas e ataques aos nossos direitos. A alta dos preços dos alimentos e das tarifas são indicadores que a situação não é boa como propagandeia o governo. Dilma realiza o maior pacote de privatizações dos últimos anos com a entrega de aeroportos, portos, estradas, hospitais universitários, estádios de futebol e petróleo a iniciativa privada. Via BNDES o governo libera bilhões de verbas públicas para empreiteiras e empresários como Eike Batista, seus principais financiadores de campanha. Os efeitos das obras da Copa são despejos e uma série de proibições e ataques aos direitos dos trabalhadores e juventude como a lei anti-greve, o AI-5 da Copa, pra variar, a majoritária da UNE incentiva o trabalho voluntário da juventude na copa. Ao mesmo tempo Dilma acelera a destruição dos rios e das florestas, prejudicando os povos indígenas e o meio ambiente. Para aplicar esse plano neoliberal, Dilma incorpora setores reacionários a sua base aliada, como Feliciano (PSC), Maluf (PP), Katia Abreu (PSD), Blario Maggi (PR), Afif (PSD). Um giro a direita que também é visto em temas como maioridade penal, homofobia, drogas, etc. A juventude responde a esses ataques com luta, como o Fora Feliciano, e os trabalhadores com greves nos canteiros de obra, escolas, estaleiros, etc. É preciso unificar essas lutas para barrar as privatizações, o ajuste fiscal e o arrocho salarial. Ao mesmo tempo barrar a velha política e o conservadorismo, que está encastelada no palácio do planalto e nessa falsa democracia dos ricos.


INIMIGO Nº 1 Governo Dilma: DA EDUCAÇÃO! Tirem as mãos da meia entrada! UNE por que te calas? Nesses 10 anos de governo do PT a agenda para a educação foi das mais neoliberais. Só nos últimos dois anos foram cortados mais de 5 bilhões de reais do setor. O pacote de maldades para educação aponta para a manutenção da precariedade: Reuni (Expansão sem qualidade), Prouni e falta de regulamentação do ensino pago (farra das mantenedoras com mensalidades e isenção fiscal) e outros projetos são a expressão de que a educação em nosso país é tratada como mercadoria. O estudo do Andes-Sn aponta que a expansão das universidades está longe de acompanhar uma melhor condição de trabalho dos docentes e da qualidade de ensino, por isso apoiamos a recente paralisação do ANDES-SN e FASUBRA. As ocupações de reitorias e lutas nas universidades mostram que as pautas do Comando Nacional de Greve Estudantil (CNGE), construído pela base na greve do ano passado, continuam vigentes: filas no RU’s, falta de professores, laboratórios e bibliotecas sucateadas e bolsas insuficientes. A luta nas pagas mostra que a resistência nesse setor continua. É preciso fortalecer a mobilização, seguindo o exemplo da greve nacional unificada de 2012 para suspender o pagamento da dívida pública, canalizando os recursos para a educação.

Em abril a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (composta pelos mensaleiros José Genoíno e João Paulo Cunha) aprovou o projeto de restrição de meiaentrada em 40% de estudantes e idosos em atividades culturais. Ao invés de chamar os estudantes a se mobilizar contra este ataque a um direito histórico de juventude, a direção da UNE (PC do B e PT) é favorável ao projeto. É favorável porque ele prevê a volta do monopólio da emissão de carteiras para a entidade, um verdadeiro absurdo que fere a autonomia de entidades estudantis de base, além de cobrar cerca de R$30,00 pela carteirinha. É preciso construir uma campanha nas universidades que denuncie e derrote este projeto com mobilização. Não passará!

Fora Feliciano! Somos Todos LGBTs! As mobilizações coloridas pelo FORA FELICIANO garantiram a aprovação do Casamento civil para pessoas do mesmo sexo no CNJ (Conselho Nacional de Justiça). Tema pautado no congresso por Jean Wyllys (PSOL-Rj), o deputado que se contrapõe as posições preconceituosas (racismo, machismo, homofobia e intolerancia religiosa) de Feliciano e Bolsonaro. Esse é um passo importante na luta por direitos civis, o que fortalece as bandeira do movimento LGBT. Ao mesmo tempo enfrenta as posições recuadas do governo Dilma que trancou o "Brasil sem homofobia" no armário, não transformou a homofobia crime e engavetou o Kit que tratava desse tema. Enquanto a luta do movimento LGBT avança, a violência, e a intolerância aos homossexuais cresce. Por isso devemos seguir na luta, politizando as paradas LGBT’s e realizando novas mobilizações ao estilo do Fora Feliciano.

Ato de abertura em solidariedade à Revolução Síria - Com Babá - profº da UFRJ e Direção nacional do PSOL Mesa de conjuntura (as lutas mundo afora e Brasil a dentro) Com Gelsimar Prefeito do PSOL de Itaocara e Marco Antonio Vamos à Luta - RJ

TARDE: Mesa de juventude ( no Brasil e no mundo os indignados crescem) com Luany Barros DCE UFRGS e Julio Miragaia Vamos à Luta PA

LOCAL DO ENCONTRO DO VAL - SEXTA 31/05 AS 8:30H STIUEG - RUA R-2 Nº 210 SETOR OESTE GOIÂNIA - GOIÁS. CEP: 74125-030, FONE: 62) 3233-0010

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Vamosalutanacional.blogspot.com


Manifesto ao 53º CONUNE - Coletivo Vamos à Luta