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Ficha Técnica Titulo: Palavras, leva-as o vento Autores: Alunos do 7º Ano, da turma D Revisão de texto: Carmo Costa, professora do Grupo de Português Arranjo gráfico: Rui Parente, professor do Grupo de Artes Visuais Edição: Maio de 2014 Propriedade: ©Agrupamento da Escola Pintor José de Brito Rua José de Brito - Santa Marta de Portuzelo 4925-062 Viana do Castelo www.apjbrito.com
Palavras, leva-as o vento… Levadas de boca em boca, através de gerações, as palavras trouxeram-nos a arte e a sabedoria populares. Parte dessa herança chegou até nós sob a forma de provérbios cuja principal função era de transmitir conselhos práticos de vida, baseados na experiência e no sentido moral da educação de um povo. Mas, para que permaneçam na memória coletiva, não basta conhecê-los é necessário compreendê-los. Assim, como “palavras sem obras, não merecem fé”, partiu-se do tema da Semana da Leitura - “O português nas bocas do mundo”- e, da articulação entre as disciplinas de Português e de Educação Visual, a obra nasceu. Professores: Carmo Costa e Rui Parente
Ilustradores: Ana Costa Beatriz Silva Bruno Arieira Gonçalo Fiuza Jéssica Pires Joel Quesado Marcelo Antunes Miguel Sá Miguel Rodriguez Noé Araújo Pedro Ferraz Ricardo Couto Ruben Verde Ruben Parente Rafael Amorim Inês Vieira Paulo Azevedo
As obras falam, as palavras calam.
6
Ana Costa
Muito falar,
pouco acertar.
8
Beatriz Silva
O sábio tem a língua no coração.
10
Bruno Arieira
O dinheiro fala todas as lĂnguas.
12
Gonçalo Fiuza
A brincar se dizem as verdades.
14
JĂŠssica Pires
Quem tem boca vai a Roma.
16
Joel Quesado
Mais fere a lĂngua de um adulador, que a espada de um perseguidor.
18
Marcelo Antunes
Quem muito fala pouco pensa.
20
Miguel Sรก
Quem anda de boca aberta, ou entra mosca ou sai.
22
Miguel Rodriguez
Falar sem pensar ĂŠ atirar sem apontar.
24
NoĂŠ Araujo
Fala-se no diabo e aparece-lhe o rabo.
26
Pedro Ferraz
LĂngua comprida faz a vida curta.
28
Ricardo Couto
Palavras de mel, coração de fel.
30
Ruben Verde
Com dinheiro, lĂngua e latim vai-se do mundo atĂŠ ao fim.
32
Ruben Parente
As palavras voam, a escrita fica.
34
Rafael Amorim
Língua comprida, mão encolhida
36
Inês Vieira
As palavras são como as cerejas, vêm umas atrás das outras
38
Paulo Azevedo