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R E V I S TA D O

design ANO 3 • 11/13 R$ 14,90

Conhecendo a fonte do período carolíngio

O que é Linguagem Visual? Os processos de impressão

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Editorial A Revista do Design é uma publicação mensal que discute sobre os mais diversos temas dentro do design. Uma ferramenta muito útil para quem quer se manter atualizado. Nessa edição iremos conhecer os trabalhos do designer gráfico Ramon Morales e veremos matérias sobre tipografia, linguagem visual e produção gráfica.

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Sumário Portfólio

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Conhecendo a fonte do período carolíngio

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O que é Linguagem Visual?

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Os processos de impressão

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Expediente Ramon Morales, moro em Fortaleza-CE. Sou Designer e Diretor de Arte na AD2M Engenharia de Comunicação, tenho habilidades em HTML, CSS, Photoshop, Illustrator, InDesign e Dreamweaver. site ramonmorales.com.br telefone 9636.6842

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Portfólio Peça em capanha para o Dia Nacional de Luta contra a violência da Mulher. Anúncio para redes sociais, utilizando Photoshop. Cliente: Governo do Estado do Ceará.

Peça da série Cidadania para estimular a cordialidade. Anúncio para redes sociais, utilizando Illustrator e Photoshop. Cliente: Governo do Estado do Ceará.

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Logotipo desenvolvido para o software SpedDoc (Armazenamento do tributo Sped). Utilizando Illustrator e Photoshop. Cliente: Fortes InformĂĄtica.

CartĂŁo de visitas para Fort Rastreamento. Utilizando Illustrator. Cliente: Fort Rastreamento.

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Peça em homenagem ao dia do Cacau. Anúncio para redes sociais utilizando Photoshop. Cliente: Grig Comunicação.

Trabalho acadêmico com o tema História do Rock (Década de 70). Painel utilizando Illustrator e Photoshop. Disciplina: Linguagem Visual.

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Conhecendo a fonte do período carolíngio Com a escrita carolíngia, começa no século IX a história da escrita latina medieval moderna.

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urante muito tempo, o domínio da leitura e da escrita ficou restrito aos monges. Sem refazer aqui toda a história do processo da escrita medieval, convém antes recordar que sua confecção e circulação são sempre cercadas por múltiplos obstáculos que lhes tornaram difícil o acesso. Os monges e a igreja católica da Europa tiveram uma função muito importante. Depois da queda do Império Romano, os índices de analfabetismo cresceram vertiginosamente e a escrita só foi preservada nos primórdios da idade média, porque a igreja resolveu manter sub sua guarda a cultura escrita nos aspectos que lhe era conveniente.Eles fizeram isso até os anos finais da idade

média quando voltou a crescer o número de pessoas alfabetizadas. Com a escrita carolíngia, começa no século IX a história da escrita latina medieval moderna. As escritas da Idade Média, mesmo a escrita “gótica”, conservaram a forma e o ducto da “minúscula” carolíngia, da qual eram variantes. O caractere que serve hoje para imprimir o texto dos livros, a “caixa baixa”, é a reprodução, por intermédio da escrita humanística do século XV, da minúscula do século IX. A escrita carolíngia é, portanto, de todas as escritas latinas, o mais universal, e que tem para nós o interesse mais atual.

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arlos Magno impôs o uso da escrita dita “carolíngia” (ou “minúscula carolíngia”), por volta do ano 780. Multiplicou a cópia de livros, principalmente dos Padres da Igreja e dos autores latinos e gregos. Alguns historiadores chamam a este esforço cultural e intelectual renascimento carolíngio, do qual o maior expoente foi o filósofo Scott Erígena.

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O que é Linguagem Visual?

A criação de uma imagem para comunicar uma ideia pressupõe o uso de uma linguagem visual. Acredita-se que, assim como as pessoas podem “verbalizar” o seu pensamento, elas podem “visualizar” o mesmo. Na análise da “linguagem visual”, os elementos da linguagem são delineados através dos elementos de arte e princípios de design. Um diagrama, um mapa e uma pintura são exemplos de usos da linguagem visual. Suas unidades estruturais costumam incluir linha, forma, cor, movimento, textura, padrão, direção, orientação, escala, ângulo, espaço e proporção.

A teoria da arte e do design são usadas para construir composições visuais. Acreditase que os elementos de uma imagem representam conceitos em um contexto espacial, ao invés da forma linear usado para palavras. Acredita-se também que a fala e a comunicação visual são meios paralelos e geralmente interdependentes pelos quais seres humanos trocam informações.

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Os processos de impressão

Uma das melhores manaeiras de classificar os processos de impressão é pela forma e tipo de funcionamento da matriz, sendo os cinco mais utilizados: Planografia Nos processos planográficos não há qualquer relevo que determine a impressão. Onde se obtém resultados a partir de fenômenos fisico-quimicos de repulsão e atração entre os elementos utilizados. Dentro da planografia temos o offset e a litografia. Relevografia Impressão realizada mediante matriz em alto relevo. Os elementos que serão impressos ficam em relevo na matriz e são entintados, imprimindo mediante pressão sobre o suporte. É o mesmo principio dos carimbos. A flexografia e a tipografia são processos relevo-gráficos. Encavografia É a forma inversa da relevografia, baseando-se numa matriz em baixo relevo onde os elementos que

serão impressos são formados por sulcos em baixo relevo na matriz, que armazenam a tinta que será transferida para o papela ou outro suporte mediante pressão. É o caso da rotogravura. Eletrografia A matriz é plana como nos processos planográficos, porém as áreas que serão impressas são determinadas, seja na matriz ou no próprio suporte, a partir de fenômenos eletrostáticos. É muito utilizado para a produção industrial, como a impressão digital, a eletrofotografia e a xerografia. Também pode ser chamada de processos digitais ou eletrônicos devido ao fato de que os originais se constituem em dados informatizados vindos diretamente do computador. Permeografia É realizada mediante uma matriz permeável onde os elementos que serão impressos são formados por áreas permeáveis ou perfuradas da matriz, como na serigrafia.

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Revista do Design  

Trabalho acadêmico de Editoração Eletrônica

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