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Introdução. Como foco de estudo desse trabalho, temos a residência estudantil. Estas surgiram juntamente com as universidades, entre o final do século XI e início do XII, devido à falta de capital dos estudantes para se manterem nas cidades onde as universidades se localizavam. A divisão de imóveis com outros estudantes surgiu como uma alternativa mais econômica para que os alunos conseguissem manter sua vida acadêmica. No Brasil, as primeiras residências estudantis surgem na cidade de Ouro Preto - MG, uma vez que esta foi a primeira a receber uma academia no país. A partir daí, outras residências começaram a surgir enquanto novas universidades eram construídas pela nação. Por volta de 1987, surge a SENCE (Secretaria Nacional de Casas de Estudantes), que define três tipos de residências estudantis, sendo estas a Casa Autônoma, apresentando gestão própria, sem vínculos com as instituições de ensino; A Residência Estudantil, que é de propriedade das instituições de ensino e; A República Estudantil, que é a locação de residências por estudantes, de forma independente e coletiva. Como espaço de estudo desse trabalho, temos a cidade de Campina Grande, localizada no Agreste do estado Brasileiro da Paraíba. Cidade esta considerada um polo educacional por dispor de duas universidades públicas (uma federal e uma estadual), um instituto federal e diversas faculdades particulares, atraindo e abrigando, assim, milhares de estudantes, muitos desses provenientes de outras cidades.


Diante dessa diversidade de instituições, frisa-se neste trabalho na Universidade Federal de Campina Grande, por ser uma das principais universidades da cidade quando se trata da quantidade de alunos que atrai a cada semestre, e por haver necessidades vinculadas à questão. Necessidades estas que envolvem o fato de a instituição não dispor de residência estudantil própria, usando-se de aluguel de outras residências para procurar atender a demanda de estudantes que precisam do benefício. Estas, por conseguinte, acabam não suprindo devidamente as necessidades que uma residência estudantil demanda, uma vez que as dinâmicas da edificação diferem pelos usos e necessidades. Para fins deste trabalho, então, objetiva-se projetar a nível de estudo preliminar uma residência estudantil para a Universidade Federal de Campina Grande, no seu campus principal e buscase uma maior interatividade do campus com sua comunidade circunvizinha. Para tal, serão usados três passos específicos, sendo estes o estudo sobre a necessidade projetual desta proposta, juntamente com estudos sobre conceitos e histórico das residências estudantis. O segundo sendo a análise de estudos correlatos e metodológicos, procurando referências para embasar e firmar a proposta do projeto, e, por fim, a concepção do projeto em si, seguindo princípios metodológicos modernos aplicados à atualidade. Tendo isso em vista, procura-se a inserção de uma residência nas proximidades da instituição, porém não dentro dos seus limites, para estimular a interatividade acadêmica x social e a


independência da instituição em relação à necessidade de locar residências de terceiros, além de uma melhor estruturação para abrigar e acomodar as necessidades desses estudantes de baixa renda. Tais necessidades envolvem o fato de a instituição não dispor de residência estudantil própria, usando-se do aluguel de outras residências para procurar atender à demanda de estudantes que precisam do benefício. Estas, por conseguinte, acabam não suprindo devidamente as necessidades que uma residência estudantil demanda, uma vez que as dinâmicas da edificação diferem pelos usos e necessidades. Para fins deste trabalho, então, objetiva-se projetar a nível de estudo preliminar uma residência estudantil para a Universidade Federal de Campina Grande, no seu campus principal e buscase uma maior interatividade do campus com sua comunidade circunvizinha. Para tal, serão usados três passos específicos, o primeiro sendo o estudo sobre a necessidade projetual desta proposta, juntamente com estudos sobre conceitos e histórico das residências estudantis. O segundo é a análise de estudos correlatos e metodológicos, procurando referências para embasar e firmar a proposta do projeto, e, por fim, a concepção do projeto em si, seguindo princípios metodológicos modernos aplicados à atualidade. Tendo isso em vista, procura-se a inserção de uma residência nas proximidades da instituição, porém não dentro dos seus limites, para estimular a interatividade entre os espaços e a independência da instituição em relação à necessidade de locar residências de


terceiros, além de uma melhor estruturação para abrigar e acomodar as necessidades desses estudantes. Com esse objetivo, analisar-se-á três áreas próximas à instituição para definir a melhor implantação, levando em consideração quesitos como infraestrutura, proximidade de transporte público e da instituição, tamanho do terreno e proximidade de serviços. Visando uma proposta eficiente, que sirva ao seu intuito com economia e coerência, opta-se por uma metodologia projetual moderna, buscando um processo limpo e que dialogue com as edificações da própria instituição. Havendo atenção à materialidade, funcionalidade e estrutura,diferem pelos usos e necessidades.


Referencial Teórico. Aqui serão trabalhados os conceitos de arquitetura, projeto segundo os princípios modernos e residências estudantis, para assim fundamentar o processo de concepção projetual deste trabalho. Existem diversas definições para arquitetura ao longo da história. Foster (2014), um grande nome da arquitetura contemporânea, a define como “A arquitetura é uma expressão de valores - a forma como construímos é um reflexo do modo como vivemos.”. Enquanto Lúcio Costa (1995), renome nacional em arquitetura, já apresenta uma visão mais abrangente e detalhada: “Arquitetura é antes de mais nada construção, mas construção concebida com o propósito primordial de ordenar e organizar o espaço para determinada finalidade e visando a determinada intenção. E, nesse processo fundamental de ordenar e expressar-se, ela se revela igualmente arte plástica, porquanto nos inumeráveis problemas com que se defronta o arquiteto desde a germinação do projeto até a conclusão efetiva da obra, há sempre, para cada caso específico, certa margem final de opção entre os limites – máximo e mínimo – determinados pelo cálculo, preconizados pela técnica, condicionados pelo meio, reclamados pela função ou impostos pelo programa, – cabendo então ao sentimento individual do arquiteto, no que ele tem de artista, portanto, escolher na escala dos valores contidos entre dois valores extremos a forma plástica apropriada a cada pormenor em função da unidade última da obra idealizada (Costa, 1995, p. 246). “escolher na escala dos valores contidos entre dois valores extremos a forma plástica apropriada a cada pormenor em função da unidade última da obra idealizada” (COSTA, 1995, p. 246).


Observa-se, contudo, que não há discrepâncias entre ambas as definições, mas, em certa medida, podem complementar-se no sentido de que a arquitetura, além do conceito técnico de Costa (1995), também é algo que traz consigo valores e reflexos do nosso modo de viver, como diz Foster (2014). Ainda no intuito de reforçar o conceito da arquitetura, temos o conceito de Mariana Jerônimo (2017) que, de forma sucinta e eficaz, nos traz essa visão mais técnica: “Arquitetura é a solução de um problema proposto, uma intervenção construtiva no meio ambiente que possui intenção e finalidade para atender um público, por meio de programas, técnicas e materiais.” (DANTAS, 2017, p. 13).

Já o projeto segundo os princípios modernos baseia-se em estudos como o de Edson Mahfuz e Alejandro Aravena (2004), que estabelecem os quatro critérios fundamentais da arquitetura moderna, sendo estes precisão, rigor, economia e universalidade. A precisão diz respeito à atenção aos detalhes formais do projeto, concebendo uma estrutura que também apresente valor estético e apresente uma identidade própria. Já o rigor diz respeito à rigidez ao principio da função sobre a forma, descartando, assim, tudo o que tiver valor apenas estético. A economia diz respeito à materialidade, dando ao projeto capacidade orçamentária simples e eficiente para sua concepção, usando-se de modulação e poucos materiais. Por fim, a universalidade que se refere à atemporalidade do projeto, podendo adaptar-se ao longo do tempo para suprir as necessidades que porventura surjam, agregando valor e adaptabilidade.


Mies van der Rohe, referência em arquitetura moderna, utilizava-se bastante de linhas puras e vidro em seus trabalhos, como no pavilhão alemão da feira em Barcelona em 1929 e no Cullinan Hall, localizado em Houston e construído em 1958, respeitando e seguindo os critérios supracitados. Além da fluidez e transparência, sempre atentando para a permeabilidade entre os espaços internos e externos.

Figura 1: pavilhão de Barcelona. Fonte: Wikipedia

Cristiane Wainberg, em sua tese de mestrado sobre as moradas residenciais e estudantis, utiliza o termo “arquitetura neutra” para designar uma arquitetura flexível que pode ser aplicada em outros projetos. Sobre o tema, ela diz:


“Outros, encabeçados por Mies, se preocuparam em atender a flexibilidade de maneira mais ampla, criando uma arquitetura neutra, através de conceitos aplicáveis a toda sua obra. Para tal grupo, a flexibilidade deveria existir para a função, enquanto a forma permaneceria a mesma.” (FINKELSTEIN, 2009, p.14)

Ainda sobre arquitetura neutra, tratando da importância que esta tem quando se fala de versatilidade da construção ao longo do tempo, em sua conclusão, Wainberg (2009) afirma sobre o tema em residências estudantis: “A arquitetura neutra, referida em um prédio de apartamentos, é aquela em que os espaços projetados possuam uma boa proporção e formas regulares e paredes divisórias leves. A modulação da estrutura se faz importante para a formalização de tal arquitetura. A concentração em núcleos ou em faixas das atividades, que requerem instalações de infraestrutura, como as de banhar-se, cozinhar e lavar mostra-se fundamental para que as outras atividades possam ocorrer sem empecilhos no restante da área da moradia.” (FINKELSTEIN, 2009, p.86)

Já quando se trata de residências estudantis, o SENCE (Secretaria Nacional de Casas de Estudantes) diz que são aquelas de propriedade da instituição educacional em questão, sendo geridas por estas. Por si, elas apresentam características e dinâmicas que a diferem de residências unifamiliares e multifamiliares tradicionais, por inferirem diretamente no desenvolvimento acadêmico do seu residente, devendo procurar sempre estimular as vivências e interações sociais e institucionais, como definido por Gomes (2014): “A residência estudantil tem como objetivo principal, além de oferecer abrigo ao estudante, proporcionar condições adequadas de conforto, convívio social e desenvolvimento das atividades acadêmicas.” (GOMES et al., 2014)


Mayra Silveira (2016), em seu trabalho, aponta que existem cinco critérios de diferenciação de residências estudantis: “I. Quanto ao perfil dos usuários: podendo ser mistas ou separadas por sexo, para um determinado curso ou não, para graduandos e/ou pósgraduandos; II. Quanto às formas de ingresso: podendo ser totalmente gratuitas ou exigir o pagamento de alguma taxa por parte dos alunos; III. Quanto aos proprietários: podem ser patrimônio da própria instituição, serem apenas alugadas de terceiros ou até mesmo serem edifícios que estavam em desuso e foram apropriados e remodelados (ou não) para atender tal demanda. IV. Quanto a localização: as quais podem estar dentro ou fora, distante ou não, do campus universitário. V. Quanto às formas de administração: sendo possível encontrar moradias universitárias que possuem administração vinculada à instituição, ou as que possuem administração autônoma, em que os próprios moradores são responsáveis pela gestão ou, ainda, as que dividem as tarefas, sendo parte administrada pela instituição e parte pelos alunos.”. (Carmo, 2016, p. 21-22)

É, portanto, notável a influência que uma residência estudantil tem sobre a vida do estudante universitário, observando-se que esta deve ser pensada de forma cautelosa para sempre procurar contribuir de forma positiva o residente, e isto é responsabilidade da instituição quando esta se dispõe a oferecer a opção de uma residência estudantil. Gomes (2014) ainda fala sobre isso:


“Atualmente há milhares de estudantes que deixam seus lares para ingressar em uma universidade, e geralmente se deparam com uma grande dificuldade de adaptação. Neste momento a universidade precisa estar pronta a oferecer um apoio estudantil e integrar os novos estudantes ao ambiente acadêmico.” (GOMES et al., 2014)


Metodologia. A metodologia do referido trabalho será guiada pelos princípios da arquitetura moderna, seguindo os conceitos adotados por grandes nomes deste movimento, tais como Lúcio Costa, Mies Van der Rohe, Gropius, Vilanova Artigas e Helio Piñon. Tendo como base necessidades contemporâneas e observando-se toda a condicionante climática, social e cultural, há de se atentar a temas bastante pertinentes da atualidade como acessibilidade e sustentabilidade. Serão utilizados os artigos “A adoção de uma metodologia de ensino para projetos arquitetônicos” (2013) e “A retomada da metodologia projetual moderna na contemporaneidade: Projetar com critérios, a busca pela identidade” (2009) da arquiteta e Doutora Alcília Afonso, que dialoga sobre a necessidade de adoção de metodologias no desenvolvimento dos projetos arquitetônicos e exprime a validação da metodologia modernista na contemporaneidade, levando-se em consideração suas vertentes de racionalidade, materialidade e funcionalidade para chegar-se a uma solução limpa e eficiente. Por conseguinte, a metodologia divide-se em dois pontos norteadores, sendo estes a observação da arquitetura moderna e o desenvolvimento projetual guiado pelos critérios da forma moderna. Na primeira etapa, procura-se observar as aplicações práticas dos fundamentos do modernismo no ponto de vista do autor, buscando pontos de notável importância e eficiência projetual, tais como a modulação, atenção aos detalhes, transparência, atenção à estrutura, materialidade, forma pura e respeito ao entorno. Pontos, em resumo, que se mostram válidos para a retomada do método


moderno nos dias de hoje. Sobre esta etapa, temos a seguinte colocação: “O método proposto visa com que o aluno pesquisador se coloque no lugar do arquiteto para refazer o processo de concepção da obra, descobrindo o que há condensado em cada decisão, esclarecendo o argumento interno que lhe dá coesão. Aqui, o discente participa do processo projetual da obra em estudo, descobrindo a modulação empregada em planta, em fachadas, observando a solução programática e volumétrica, inclusive podendo realizar comparações com demais projetos desenvolvidos pelo arquiteto/ autor do estudo analisado no período estudado.” (AFONSO, PAGINA, 2013).

Por sua vez, a etapa final consiste no desenvolvimento projetual guiado pelos critérios da forma moderna que seguirão os princípios fundamentais do modernismo, garantindo uma forma eficiente e racional, que diminuem custos e facilitam a efetivação da forma. Sobre essa relação estabelecida entre estrutura e forma, Ching et al (2015) cita que “ao fornecer a sustentação para outros sistemas de uma edificação e para nossas atividades, um sistema estrutural viabiliza o formato e a forma de uma edificação e de seus espaços[...]”, ressaltando a importância de se pensar no esqueleto dos edifícios como o fio condutor das etapas de concepção projetual. Nesta etapa, temos a aplicação prática de todas as análises anteriormente vistas. Buscando a concepção de um projeto que una tanto os fundamentos modernos quanto as necessidades atuais e locais da implantação do edifício, priorizando a função em prol da forma, sempre objetivando a eficiência dos usos, o minimalismo e o respeito ao entorno. Norteando o conceito deste projeto, está o famoso princípio de Van Der Rohe: “menos é mais”,


UL RESIDÊNCIAS UNIVERSIÁRIAS OBJETO:

Residência universitária

LUGAR:

Universidade de Lisboa, Lisboa, Portugal

ANO:

2014

AUTORES:

ARX Portugal Arquitectos, Nuno Mateus, José Mateus, Ana Sofia Amador, Raquel Henriques, Luísa Martinho , Traços na Paisagem, Safre, Universidade de Lisboa, Pólo Universitário – Alameda, Lisboa, Portugal, 2014

Figura 2: Corte Sul. Fonte: ARX Arquitetos


Com um corpo residencial sistêmico, as tipologias se adequam à uma matriz distributiva, tornando o sistema estrutural econômico e otimizado, como pode-se observar na figura 4, onde os pavimentos subjacentes se encaixam de forma clara nos abaixo.

Figura 3. Implantação. Fonte: ARX

Figura 4. Fonte: ARX Arquitetos


• O projeto divide-

se em três blocos, com setorização bem definida e sistema estrutural limpo

• Trabalha-se com

vazios e passarelas entre os prédios, intercomunicandoos e dando certa independência para cada um

• Utiliza-se uma

comunicação com a rua que não propõe fachadas cegas, mas também dá espaço e segurança para os residentes, usando os princípios da transparência e permeabilidade

• Trabalha-se com

quartos individuais com WC, e áreas comuns conjuntas para cada andar. Figura 5. Planta baixa. Fonte: ARX Arquitetos


Figura 6. Fonte: ARX Arquitetos

Figura 7. Fonte: ARX Arquitetos


MORADIA ESTUDANTIL UNIFESP OSASCO OBJETO:

Residência universitária

LUGAR:

Osasco, São Paulo

ANO:

2015

AUTORES:

Hereñú + Ferreni Arquitetos LTDA.

Figura 8: Fonte: Hereñú + Ferreni Arquitetos LTDA.


“A implantação da Moradia Estudantil do Campus Osasco da UNIFESP oferece a oportunidade de configurar uma das “portas” de entrada ao novo campus e de simbolizar, através de sua arquitetura, a dimensão pública da vida estudantil em uma universidade federal. Simultaneamente, é necessário conferir aos espaços um caráter doméstico e acolhedor, que permita realizar a mediação com a atmosfera residencial e pouco densa do bairro no qual o conjunto se insere.“ Hereñú + Ferreni (2015)

Figura 9: acessos à UNIFESP em azul, em laranja o terreno de implantação

Figura 10. Fonte: IAB - SP


O projeto usa-se de áreas de uso comum abertas, como quadras, para estimular a interatividade com a universidade e rua, enquanto apresenta modulação e dinâmica de edificações utilizando-se da topografia, como mostra a figura 12. Além disso, apresenta setorização com áreas sociais e de serviço focadas nos pisos térreos, com gabarito não mais alto que quatro pavimentos e com setor habitacional nos andares superiores, dando privacidade.

Figura 11. Fonte: IAB - SP


Utiliza-se de tectônica acessível e majoritariamente moldada em canteiro, atentando-se para o uso de estrutura metálica e elementos modulares, havendo a liberdade da estrutura em concreto. Observase, também, que a estrutura é fator condicionante da forma dentro do projeto, usando de modulação ortogonal e programa bem definido. A figura 9 mostra o funcionamento da tectônica do projeto.

Figura 12. Fonte: IAB - SP


O terreno.

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Figura 13. Fonte: Barreto, 2019

Como mostra a figura 10, três áreas foram selecionadas para a inserção do projeto. O terreno 1 sendo o da R. Leniel Sucupira M. Deajmeira, o terreno 2 sendo o da R. Aprígio Veloso e o terreno 3 sendo o da R. Rodrigues Alves. Baseados em critérios como proximidade à instituição de ensino, tamanho do terreno, inserção na malha urbana, proximidade de pontos de ônibus e serviços próximos.


ÁREA 1

ÁREA 2

ÁREA 3

TERRENO PROXIMIDADE DO TRANSPORTE PÚBLICO INSERÇÃO NA MALHA URBANA SERVIÇOS PRÓXIMOS PROXIMIDADE DA UFCG

Tabela 1. Fonte: Barreto, 2019

Utilizando-se uma classificação de 1 a 3 para julgar cada um destes pontos procurando a escolha mais adequada, chegou-se a construção da figura 11, uma tabela que doravante veio a decidir pelo terreno 2 pela maior quantidade de pontos dentro dos quesitos supracitados. ÁREA 2:


Área de 2090m² Como mostra a figura 14, esta área está inserida dentro de uma via dupla com a maior proximidade das linhas de transporte urbano para ambos os lados da cidade dos três terrenos, este terreno encontra-se de frente para a entrada principal da UFCG e é próximo de serviços como correios, conveniências, postos, academias, padarias e pequenos mercados dentro de um raio de 500m. Com uma área que atende da melhor forma os pré-requisitos para o projeto, sem deixar espaço livre em demasia e dando espaço para pequenas verticalizações, a área da Rua Aprígio Veloso foi escolhida como a mais apropriada para a inserção do projeto da habitação.

Figura 14. Fonte: Barreto, 2019


Na figura 15 podemos observar de forma mais didática alguns pontos de mobilidade dentro da malha urbana próxima ao terreno. É possível observar que o é uma área bem provida de pontos de ônibus, assim como é próxima à vias arteriais importantes, o que facilita a interação do terreno com outras partes da cidade.

Figura 15. Fonte: Adaptado de mapa de mobilidade de Campina Grande


Análise do terreno. No mapa da figura 16 temos os principais pontos de interesse para o projeto dentro de um raio de 500m, pontuados por cor, segundo legenda. Observa-se uma grande quantidade de serviços e comercio nas redondezas, com razoáveis áreas verdes e facilidade de acesso à Universidade Federal de Campina Grande.

Figura 16. Fonte: Barreto, 2019


Na figura 17, da esquerda para a direita, de cima para baixo temos as anålises de insolação ao longo do ano das fachadas Sul, Oeste, Leste e Norte do terreno.

Figura 17. Fonte: Barreto, 2019


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