Issuu on Google+

Bíblia Sagrada Dia 25 de Setembro - Dia da Bíblia


Orar com fervor ou na aridez: o que agrada mais a Deus? 1- A Oração é fundamental na nossa vida porque alimenta nossa espiritualidade sadia e reta e leva, infalivelmente, para Deus. A oração é um íntimo, afável, quente colóquio com Deus nosso Pai, que nos ama. Pela oração tentamos dar uma resposta de amor. Na oração adoramos a Deus, louvamos, agradecemos e pedimos graças e perdão das faltas que continuamente cometemos. Neste caso, pelo motivo que Deus nos deu tudo o que somos e o que temos, agradecer-Lhe é ato de estrita justiça. De maneira tal que se uma pessoa não agradece, torna-se injusta e reprovável. 2- Orar com fervor Significa experimentar durante a oração um gosto interior. Especial. “Algo” que faz bem, algo que nos faz sentir mais felizes, mais seguros. Fisicamente e espiritualmente. 3-Orar sem sentir nada é aridez interior Quando uma pessoa se coloca em oração, faz tudo certo, com atenção, de louvar, adorar, etc. Ao mesmo tempo, não sente nada no coração. Ao contrário, o coração parece que é um tijolo: inerte, frio, sem alma... Mesmo assim, continuamos a nossa oração. Simplesmente para “agradar a Deus”. E porque é justo orar, louvar e agradecer. Mesmo sem sentir nada. 4-Qual a oração que mais agrada a Deus: oração com fervor ou oração árida? Respondemos com as palavras do especialista no assunto: “Deus estima mais em ti a inclinação pela aridez e pelo sofrimento por seu amor, do que todas as meditações, as visões, e as consolações espirituais que possas ter.” (S. João da Cruz) “A aridez faz com que a alma caminhe com pureza no amor a Deus de vez que ela já não se mova mais a atuar pelo sabor ou pela beleza da obra, como era, talvez, quando experimentava fazê-lo, mas somente para agradar a Deus.” (S. João da Cruz) “Para que a alma possa elevar-se às alturas divinas é extremamente necessário que a noite escura da contemplação lhe aniquile e destrua antes as vilezas (procura dos seus gostos...), colocando-a na escuridão e tornando-a árida e vazia. “Realmente, ser-lhe-á dada uma intensíssima luz divina que exceda (supere) toda outra luz natural e que por isso o intelecto não possa acolhê-la naturalmente.” (S. João da Cruz) “Não são somente os bens temporais e os prazeres materiais que impedem e se opõem ao caminho rumo a Deus, mas também as consolações e os deleites espirituais, se forem possuídos ou procurados com espírito de propriedades, contrariam o caminho da cruz de Cristo, esposo” (S. João da Cruz) Repetimos: “Deus estima mais em ti a inclinação pela aridez e pelo sofrimento por seu amor, do que todas as meditações, as visões, e as consolações espirituais que possas ter.” (S. João da Cruz) Conclusão: Toda forma de oração, sempre deve ter a finalidade de adorar, louvar, agradecer a Deus. Pedir Graças e perdão pelos pecados. Quando eu, na oração, procuro meu próprio gosto, meu bem estar interior ou físico, etc., logicamente, minha oração visa tão somente à minha glória. Como fez o publicano. Entrou na Igreja para fazer o elogio de si mesmo. Para fazer progresso na oração, é necessário, absolutamente, em primeiro lugar, procurar sempre a glória do Senhor. O resto virá como conseqüência. Pois, quando somos justos com Deus, (adorando-o, louvando-o e agradecendo) naturalmente tudo isso produz paz, alegria, e tudo o que desejamos. “Aqueles que rezam irradiam paz. A paz eles levam para onde vão.” A paz é o bem maior que toda pessoa possa possuir. A paz se obtém e se robustece, sobretudo, no contato com Deus. “Nada se compara ao valor da oração. Torna fácil o que é difícil. Possível o que é impossível” (S. J. Crisótomo) “A Oração marca as pessoas com um sinal todo particular: - a pureza no olhar, - a tranqüilidade da pessoa, - a alegria serena da expressão.” “Saber rezar é a coisa mais linda, mais necessária e mais justa da vida.” “O homem verdadeiro é o homem que ora, que adora, que agradece, que louva, que pede ao Pai com amor.”

FREI BATTISTINI

A paz de Jesus e o amor de Maria.

DIRETOR ESPIRITUAL DA COMUNIDADE MANÁ


Bíblia: Deus que se comunica. Em setembro de 2010, foi publicada a Exortação Apostólica Verbum Domini, do Papa Bento XVI, sobre a Palavra de Deus na vida e na missão da Igreja. Na referida carta, o Santo Padre vem retomar o chamado feito aos cristãos pelo Concílio Vaticano II, através da Constituição Dogmática Dei Verbum, com vistas à “redescoberta da Palavra de Deus na vida da Igreja, à reflexão teológica sobre a Revelação divina e ao estudo da Sagrada Escritura” (Verbum Domini – 3). Estamos em setembro, mês da Bíblia, que é, na verdade, um tempo propício que se abre para que reafirmemos, através de uma prática cotidiana da leitura e meditação dos textos da Sagrada Escritura, a centralidade que a Palavra de Deus ocupa na nossa vida de cristãos e na vida da Igreja, aquilo que se constitui, de fato, o coração da vida cristã, pois, como também afirma Sua Santidade, na mencionada Exortação Apostólica, “A Igreja funda-se sobre a Palavra de Deus, nasce e vive dela”. “A Sagrada Escritura é a Palavra de Deus porque foi escrita por inspiração do Espírito Santo” (Dei Verbum – 9). Esta afirmação do Concílio expressa a fé da Igreja de que os livros sagrados têm Deus por autor, o qual se serviu de homens, que escreveram – como verdadeiros autores e em linguagem humana – aquilo que o Espírito lhes inspirou. Assim, com fundamento nessa inspiração divina, professamos que “os livros da Bíblia ensinam com certeza, fielmente e sem erro a verdade relativa

à nossa salvação” (Santo Agostinho). A grande novidade nessa manifestação de Deus através da Sagrada Escritura, a que chamamos “revelação bíblica”, consiste justamente no fato de que Deus deseja estabelecer um diálogo conosco, deseja comunicarse amorosamente a nós. Na Bíblia, Deus nos fala, mas também nos ensina como falar com Ele. De fato, são tantos os livros sagrados que nos levam a ter um colóquio íntimo com o Senhor, a estabelecer aquela sintonia com o Deus Uno e Trino, que vai levando, gradativamente, a nossa existência a tornar-se um permanente diálogo de amor com Deus, através do qual nos sentimos seguros na caminhada, segurança tão bem expressa pelo salmista quando diz: “Lâmpada para meus passos é a tua palavra e luz no meu caminho” (Salmo 119,105) Como membros da Igreja e em razão da missão que nos é confiada de anunciar o Evangelho, precisamos ter bem presente o fato de que a evangelização constitui-se no meio de levar as pessoas à fé em Jesus Cristo, aderindo com a inteligência e a vontade à pessoa do Senhor Ressuscitado, fazendo nas suas vidas a experiência de seu amor redentor. É precisamente a pregação da Palavra de Deus que faz surgir a fé, como afirma o Apóstolo São Paulo na Carta aos Romanos: “A fé vem pela pregação, e a pregação pela palavra de Cristo” (Rm 10,17). Essa relação íntima entre a Palavra de Deus e a fé encontra em Maria a sua expressão mais perfeita.

Como conhecedora que era das Sagradas Escrituras (basta olhar para as suas palavras no Magnificat, onde ela se identifica com a Palavra de Deus), tinha plena consciência daquilo que estava reservado ao Messias, os sofrimentos pelos quais Ele teria que passar. Mesmo assim, num ato de fé, disse seu sim ao projeto de Deus para a salvação da humanidade, pois não tinha nenhuma dúvida de que o Pai iria conduzir tudo o que dissesse respeito à vida e à missão de Jesus. Assim, “vivendo intimamente permeada pela Palavra de Deus, Ela pôde tornar-se mãe da Palavra encarnada” (Deus caritas est – 41). Assim, através dos livros da Sagrada Escritura, Deus se comunica a cada um de nós e, como “trabalhadores da vinha do Senhor”, Eles nos forma e nos capacita para o seu serviço e para um maior empenho na construção da “civilização do Amor”, pois “quando anunciamos o Evangelho, exortamonos reciprocamente a cumprir o bem e a empenhar-nos pela justiça, pela reconciliação e pela paz” (Verbum Domini – 99). Que o Espírito Santo desperte, pois, em nós a fome e a sede da Palavra de Deus e nos torne zelosos anunciadores do Evangelho e verdadeiras testemunhas do seu Amor. A paz de Jesus e o amor de Maria para todos!

SIDNEY BARBOSA DA COMUNIDADE MANÁ

Liturgia Diária - Setembro 2011 Dia 01 - Quinta

Dia 07 - Quarta

Dia 13 - Terça

Dia 19 - Segunda

Dia 25 - Domingo

Dia 02 - Sexta

Dia 08 - Quinta

Dia 14 - Quarta

Dia 20 - Terça

Dia 26 - Segunda

Cl 1,9-14 Sl 98 Lc 5,1-11

Cl 1,15-20 Sl 100 Lc 5,33-39

Dia 03 - Sábado Cl 1,21-23 Sl 54 Lc 6,1-5

Dia 04 - Domingo

Ez 33,7-9 Sl 95 Rm 13,8-10 Mt 18,15-20

Dia 05 - Segunda Cl 1,24-2,3 Sl 62 Lc 6,6-11

Dia 06 - Terça Cl 2,6-15 Sl 145 Lc 6,12-19

Cl 3,1-11 Sl 145 Lc 6,20-26

Mq 5,1-4a (ou: Rm 8,2830) Sl 87 Mt 1,1-23

Dia 09 - Sexta

1Tm 1,1-2.12-14 Sl 16 Lc 6,39-42

Dia 10 - Sábado

1Tm 1,15-17 Sl 113 Lc 6,43-49

Dia 11 - Domingo

Eclo 27,30-28,7 Sl 103 Rm 14,7-9 Mt 18,21-35

Dia 12 - Segunda 1Tm 2,1-8 Sl 28 Lc 7,1-10

1Tm 3,1-13 Sl 101 Lc 7,11-17 Nm 21,4-9 Sl 78,1-8.34-38 Fl 2,6-11 Jo 3,13-17

Dia 15 - Quinta Hb 5,7-9 Sl 31 Jo 19,25-27

Dia 16 - Sexta

1Tm 6,2-12 Sl 49 Lc 8,1-3

Dia 17 - Sábado

1Tm 6,13-16 Sl 100 Lc 8,4-15

Dia 18 - Domingo

Is 55,6-9 Sl 145 Fl 1,20-27 Mt 20,1-16a

Esd 1,1-6 Sl 126 Lc 8,16-18

Esd 6,7-8.12b.14-20 Sl 122 Lc 8,19-21

Dia 21 - Quarta

Ef 4,1-7.11-13 Sl 19 Mt 9,9-13

Dia 22 - Quinta Ag 1,1-8 Sl 149 Lc 9,7-9

Dia 23 - Sexta

Ag 1,15b-2,9 Sl 43 Lc 9,18-22

Dia 24 -Sábado

Zc 2,5-9a.14-15a Jr 31,10-13 Lc 9,43b-45

Ez 18,25-28 Sl 25 Fl 2,1-11 Mt 21,28-32 Zc 8,1-8 Sl 102 Lc 9,46-50

Dia 27 - Terça

Zc 8,20-23 Sl 87 Lc 9,51-56

Dia 28 - Quarta Ne 2,1-8 Sl 137 Lc 9,57-62

Dia 29 - Quinta

Dn 7,9-14 (ou: Ap 12,7-12) Sl 138 Jo 1,47-51

Dia 30 - Sexta

Br 1,15-22 Sl 79 Lc 10,13-16


Voltando ao primeiro amor Os nossos dias não são iguais! Criatividade é a palavra de ordem. Tudo que cai na rotina se torna chato, automático, comum, cansativo, e com a nossa vida de oração não é diferente. Mas, contamos com o Espírito Santo que é criativo e faz novas todas as coisas. Seja na nossa casa, no nosso relacionamento,com os amigos, na comunidade é preciso saber transformar o ordinário em extraordinário! O comum em especial! Quem nunca sentiu a saudade do tempo de escola? E quantas vezes reclamamos por ter que ir a escola, cumprir com tarefas, horário... Lembrei-me dos primeiros dias em que fui a um grupo de oração, contava os dias e as horas de se repetir aquela reunião, eu só enxergava a alegria que existia nas pessoas, os momentos de orações maravilhosas e cheios de unção,os propósitos que fazia de me dedicar a leitura da palavra e com gestos concretos demonstrar as pessoas a alegria de ser de Deus. O primeiro amor é marcante, sentimos a sensação de quem está apaixonado! Quanto mais conhecemos as coisas e as pessoas mais enxergamos os defeitos

delas. E vamos sentindo as dificuldades de conviver, compreender as fraquezas e limitações. Na minha oração pessoal o Senhor me falava fortemente que é preciso voltar sempre ao primeiro amor!Tanto na vida conjugal como espiritual. Lembrar do primeiro encontro, da alegria de escutar a voz pelo telefone, de surpreender com um presentinho. E na vida de oração também temos que despertar para rezar com gosto, ir a missa com devoção, contagiar as pessoas com a alegria de servir, ler a sagrada escritura como alguém que recebe uma carta de amor . Cada vez que nos encontramos com as pessoas são momentos únicos, cada oportunidade de receber Jesus na Eucaristia não se repete!Os momentos de orações são impar. As oportunidades que temos de fazer o bem, de servir a Deus, não se repetem!As pequenas oportunidades aparecem sempre as grandes não são constantes. As grandes coisas se formam das pequenas. Peçamos ao Espírito santo que renove a vontade de seguir nos caminhos do Senhor pois não tem outro caminho que nos leva a felicidade!

Coragem, Eu estou convosco. Quantas vezes nas nossas vidas nos encontramos desencorajados, carregados de medo e aflições devido as incertezas e inseguranças que temos neste mundo com tanta violência, miséria, desigualdade, corrupção. É importante compreendermos, todos os sofrimentos desta vida são na verdade provenientes da nossa infidelidade, afastamento e esquecimento de Deus, que nos criou com alegria, nos alimenta dia a dia, o Deus Eterno e Todo Poderoso. É bom sabermos que o amor misericordioso de Deus é infinitamente maior que nossas infidelidades e no instante que damos espaço para sua Palavra agir em nós, somos renovados, revigorados, fortalecidos, encorajados para enfrentar os males que afligem nossa vida. Pois bem, se por nossa livre vontade nos desviamos de Deus, agora, voltemos e busquemos a Ele com muito mais fervor e amor e nosso coração reviverá. Portanto, na missão confiada por

Deus a cada um; várias são as missões que podemos abraçar: missão familiar, missão profissional, missão pastoral, tudo com equilíbrio, discernimento e vida de oração, atentos a voz de Deus que nos mantém de pé e diz: “Coragem, alegrai-vos, animai-vos, meu povo, Eu estou convosco”. Então, com humildade tomemos posse da Palavra que afirma: “Deus cercou-o, cuidou dele e guardou-o com carinho, como se fosse a menina dos seus olhos. Como a águia que vela por seu ninho e revoa por cima dos filhotes, ele o tomou, estendendo as suas asas, e o carregou em cima de suas penas”.(Dt. 32, 10-11) . A paz de Jesus e o amor de Maria

RONNIERI

DA COMUNIDADE MANÁ

ADRIANA

DA COMUNIDADE MANÁ


Deus é fiel, SEMPRE! Por muitas vezes nas nossas vidas parecemos estar fracos, sem forças para prosseguir na nossa caminhada. Sentimo-nos incapacitados de ir avante e tomar posse de tudo aquilo que é nosso, que Jesus já conquistou por nós, lá na Cruz. Esquecemos que o nosso Pai é Grande e Soberano; que nos dá muito mais do que aquilo que pensamos ou pedimos, pois Ele opera segundo o Seu Poder em nós, Seus filhos amados! Deus não descansa enquanto não dá aquilo que precisamos e, às vezes, nos surpreende dando até aquilo que não pedimos, pois Ele conhece as nossas necessidades antes mesmo de nós as conhecermos. Nessa certeza, podemos, assim, dialogar com o nosso Deus: quando estamos prontos para desistir, pensando que chegamos ao fim, a Sua mão nos sustenta, a Sua voz nos orienta, dizendo: “Não temas, meu Filho, não temas”. Eu te levanto, Eu te ajudo, fortaleço-te, meu filho não temas. Quando aceitamos Jesus como nosso Único Salvador, damos a Ele total liberdade para agir nas nossas vidas, embora as nossas mudanças de atitudes e comportamentos não

aconteçam de um dia para o outro, é um processo que se inicia em cada um de nós; continuamos ainda pecando, aliás, essa é a nossa condição humana (cf. Rm 5, 19). Mesmo assim, Deus continua orientando as nossas vidas; mesmo errando, Ele nos abençoa sempre! Para que assim, por meio da benção, possamos ser impulsionados, pois esta é a força que o Senhor nos dá. Algumas vezes até podemos pensar: “que temos de fazer para merecer d’Ele alguma coisa?”. Mas, na verdade, não é assim. Claro que temos de procurar santidade e pureza diante dos Seus Olhos, mas nós somos d’Ele, pertencemos a Ele e sendo o Pai de Amor que é, Ama e cuida de Seus filhos. Assim, diante de todo esse Amor e Misericórdia de Deus por nós, talvez possamos nos comover e ver que precisamos endireitar os nossos caminhos e fazer o máximo para agradar a esse Maravilhoso Pai de Amor, que se deu por nós; que sacrificou o que tinha de mais precioso pelas nossas vidas: JESUS! Deus sempre tem Se demonstrado fiel para com o Seu povo. A Sua fidelidade é infinita, pois Ele é Infinito, como também o Seu Amor e não pode desdizer-Se. O que conhecemos de DeusPai é o que está na Bíblia - a Sua

Palavra e o que d’Ele concluímos por meio de Suas obras, Suas maravilhas. Verificamos, ainda, nas Sagradas Escrituras o que Ele fez e o que revelou para o nosso conhecimento e para que, assim, possamos nos relacionar com Ele. Todas as qualidades de Deus são perfeitas, portanto jamais sujeitas a mudanças. Sendo Deus constante em Seus atributos, O é também em Sua Fidelidade. A Fidelidade de Deus é o firme compromisso que Ele tem em manter os amoldamentos das Alianças que estabeleceu com o Seu povo. Sua Fidelidade provém tanto de Sua própria natureza, que é incondicional e infinitamente justa, quanto da desenvoltura de Seus atributos, tais como: Onipotência, Onisciência, Onipresença, Infinitude, etc. Conscientizemo-nos que somos amados por Deus, que Ele é Fiel. Nunca falha e a Sua Fidelidade estende-se a toda criação.

ARTUR DE SÁ

DA COMUNIDADE MANÁ


PASTORAL DE RUA - TODA QUARTA-FEIRA Por vezes sentimos que aquilo que fazemos não é senão uma gota de água no mar. Mas o mar seria menor se lhe faltasse uma gota. Madre Teresa de Calcutá

Padre Pio Ó Cristo Jesus, fonte de amor e misericórdia, nós vos agradecemos por nos terdes dado Padre Pio como sinal vivo de vossa paixão, morte e ressurreição. Com as chagar em seu corpo e a serenidade em seu rosto, comunicastes ao mundo a compaixão pela humanidade. Animados pela alegria da fé, exultamos porque a Igreja o eleva a honra dos altares, confirmando que vós sois a fonte da santidade para todos os batizados em todos os tempos. Ajudai-nos a viver como cristãos, a vida de cada dia. E que, por intercessão de Padre Pio, possamos alcançar as graças de que necessitamos para realizar neste mundo a nossa vocação e a nossa missão. Amém! Pai nosso... Ave Maria... Glória... “A paciência é mais perfeita quando é menos permeada de ansiedades e preocupações.” São Pio de Pietrelcina

A cada dia que se renova temos a oportunidade de fazermos a diferença na vida de alguém, seja com um sorriso, uma palavra de conforto, ou até mesmo com o alimento, não só o que sustenta o corpo, mas também o que edifica a alma. Todas as quartas-feiras a Comunidade Maná, juntamente com alguns irmãos que compõem essa grande família, se reúne para ser uma gota de esperança na vida de alguém. Através de um projeto capaz de levar amor para os que mais necessitam, mostrandolhes um Deus carinhoso e presente, que trás esperança e motivos para continuar sorrindo. Viver a PASTORAL DE RUA é muito mais do que enxergar nos olhos de quem recebe o alimento a felicidade de sentir-se lembrado com carinho. Viver esse momento de comunhão com o irmão é motivo de imensa felicidade para quem recebe e de felicidade ainda maior para quem oferta. Venha vivenciar conosco essa manifestação de amor aos nossos irmãos de rua. Venha ser uma gota a mais nesse imenso mar.

manazinho ~ infantil evangelizacao

‘ todo sabado as 17hs ‘ na Comunidade Mana

I ENCONTRO CATÓLICO DE OPERADORES DO DIREITO Informamos que foi REMARCADO para os dia 29 e 30 de Outubro o I Encontro Católico de Operadores do Direito que será realizado na Comunidade Maná. Em virtude de uma cirurgia não prevista de transplante de córnea, o professor Felipe Aquino não poderá comparecer na data anteriormente divulgada. Pedimos a compreensão de todos. Os ingressos já adquiridos possuirão validade para o encontro em sua nova data. No entanto, caso haja desistência o dinheiro será devolvido. Para visualizar o vídeo do Prof. Felipe Aquino, escanei o código com um leitor de QRcode do seu celular.


Edita Maná - Setembro 2011