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REVISTA

REvista Gnosis

Ciência e cultura do HOmem em busca do Ser

Edição 09 1º Semestre 2013

Os Mistérios dos CELTAS Conheça a Magia e a Sabedoria por trás dos Mitos dessa cultura milenar Sonhos Lúcidos Saiba como os antigos sábios utilizavam as horas de descanso do corpo para investigar as realidades do Mundo Onírico Iridologia

Distribuição Gratuíta ISSN 1984-395X 00009

A ciência de diagnóstico por meio da Íris

Davi e Golias e a decaptação de si mesmo

O Mito de Psique: a dor origina-se da ausência do amor

Cursos Gratuítos de Gnosis Conheça os endereços de sua cidade


A OCULAR DA ANTROPOLOGIA

O

GNÓSTICA

Ser Humano é um Mistério para si mesmo. Cada indivíduo que existe na face da Terra pensa, sente, percebe o mundo e se expressa de forma diferente. Ainda que existam certas características biopsíquicas que definem a raça humana, não existe e não existirá sequer dois indivíduos que sejam iguais. Cada ser humano é um ensaio singular da Natureza. A diferença entre os indivíduos não se limita às características fenotípicas e genotípicas. Cada qual tem sua forma singular de entender seu ambiente, processos cognitivos próprios, uma maneira única de interagir, de se fazer entender, de sentir, além do fato de que cada um tem experiências e vivências únicas, uma história particular, um caminho percorrido e que não pode ser seguido. Submerso dentro de seu universo particular, não lhe é usual cogitar a possibilidade de ser humano de forma diferente da que se é. Na ânsia de entender e descobrir a si mesmo ignora que existe um ponto de onde parte seu olhar e que tal ponto só tem coordenadas dentro de si mesmo. Apenas existe similaridade e padrão comportamental para aqueles cuja particularidade está adormecida. As enfermidades sempre apresentam sintomas que lhes são característicos. O entorpecimento das ânsias do Ser humano é a causa de uma humanidade apática e previsível. A Antropologia Gnóstica, diferente de outros prismas de percepção do Homem, não se atem a limitar a expressão humana dentro de paredes axiomáticas. Não se conhecerá o Homem definindo-o, se não que liberando-o. Não busca a previsibilidade do fenômeno humano, pelo contrário, busca permitir-lhe que sua natureza singular emerja, e com ela o novo, o divino, o genial. Direção da AGEACAC

Realização:

Revista


Gnosis

EXPEDIENTE DIREÇÃO GERAL: Vinícius Pires Dias Teixeira DIREÇÃO ADMINISTRATIVA: Daniel de Queiroz Barbosa DIRETOR EDITOR: Demian Reinhart DIREÇÃO DE ARTE: Pablo João da Costa PROJETO GRÁFICO E FINALIZAÇÃO: Rafael Rizzato Ribeiro REVISÃO DE TEXTO: Simone Rocha de Queiroz

COLABORADORES: Ivan Jesse Martins Karoly Vieira Jardim Ramos Lucas de Souza Bach Pablo João da Costa Vinícius Audino Aline Silveira da Fonseca Antônio Ferreira Anunciação Revista Gnosis nº9 1º Semestre de 2013 Tiragem: 25.000 exemplares

Fale Conosco: Envie seu email com sugestões e críticas para: direcao@ageacac.org.br

Sumário Geral

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Davi e Golias, de Caravaggio O Mito de Psique e a Origem da Dor Mistérios dos Antigos Celtas Iridologia, uma alternativa milenar de diagnóstico

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Sonhos Lúcidos Curso de Gnosis Conferências Públicas


Revista

ARTES

Davi e Golias,  Atualmente o embate épico de Davi e Golias ainda inspira metáforas para a façanha do êxito do menor ou aparentemente mais fraco sobre o maior e por isso tido como mais poderoso, porém no passado foi motivo de uma das mais notáveis obras do pintor barroco Michelangelo Mersi (1571-1610), mais conhecido como Caravaggio, sendo o objeto de estudo do presente artigo. Davi e Golias, a História

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história de Davi e Golias contida na Bíblia Hebraica narra a decisão do impasse entre os exércitos dos filisteus e dos israelitas com um único duelo entre seus representantes. De um lado Golias de Gate, um gigante de proporções e força descomunal devidamente trajado e armado, de outro o pequeno pastor Davi que escolhe como armas seu cajado, uma funda e 5 pedregulhos de riacho. Golias, certo de sua vitória, desafia a todos e zomba arrogantemente de Davi , no entanto, o jovem franzino surpreende lançando uma pedra com sua funda e atingindo Golias na testa, região vulnerável

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onde o elmo de bronze não o protegia, logo corre até o guerreiro caído em terra e o decapita usando a espada que até então pertencia ao próprio gigante. Foi justamente esse ápice o momento captado por Caravaggio em “Davi com a cabeça de Golias”.

Davi, a mais comum das pessoas. Golias, o retrato do mim mesmo. No quadro, o pintor utilizou as características de seu estilo, o jogo de contrastes claro-escuro e a iluminação não uniforme que conferem à cena uma maior dramaticidade e realismo, o qual também é observado nas feições comuns de Davi, que não é representado em uma forma etérea ou divina e sim como se fosse um menino das ruas italianas. Sua expressão pungente não é exatamente a de júbilo de quem acaba de obter uma grande vitória, mas de resignação pelo dever cumprido. Em meio à escuridão, a luz que emana de parte de seu corpo ou que é projetada sobre ele rev e l a na mão direita a reluzente espada, onde se pode ler: “Humilitas occedit superbiam” (A Humildade supera o orgulho), e na mão esquerda a cabeça do gigante com a ferida provocada pela pedra em sua testa, um semblante de dor e a impressão de que ainda tenta arfar. No entanto, o que mais impressiona é que a fisionomia de Golias é em realidade a


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de Caravaggio do próprio Caravaggio acrescida de traços de mons- mem por vencer sua natureza inferior, uma batalha de truosidade. forças travada no universo interior de cada indivíduo Diversos críticos de arte tem interpretado essa entre o oprimido e o opressor, entre a virtude e o vício. imagem baseados no próprio drama vivido pelo arA heróica façanha íntima, tista, que atormentado e, literalmente, perseguido diferentes roupagens de uma por suas contravenções, pinta obras de caráter mais Sabedoria Universal introspectivo e sóbrio durante o período em que se encontra exilado. Como Roma oferecia uma recomRepresentar uma gama de defeitos ou erros em pensa por sua cabeça, Caravaggio decide entregá-la ele uma criatura de aparência monstruosa e de difícil mesmo em troca do perdão papal, porém eliminação é algo recorrente nas distintas da forma que melhor sabia fazer, mitologias antigas. Outras culturas, em diatravés da pintura. ferentes épocas também alegorizaram Essa não é a única obra essa heroica façanha íntima, denem que o artista inseriu a si tre tantas podemos citar o gigante mesmo, podemos visualizáBalor e seu neto Lugh na cultura -lo também em “Os músicelta irlandesa, onde em algumas cos”, “Baco”, fugindo em versões a vitória se dá como em “O Martírio de Mateus”, e Davi e Golias, com a ajuda de ainda retratando-se com uma espécie de estilingue e uma rosto feminino em “A calança ou espada. Já na mitologia beça de Medusa”, que asgrega podemos encontrar o herói sim como em “Davi com a Hércules combatendo a Hidra de ► cabeça de Golias” é o autor que personifica a maldade, o que convida a refletir sobre a Retrato de Caravaggio própria imperfeição tomando a si mesmo como modelo, onde o corajoso, devoto e inspirado Davi-Caravaggio derrota o Golias-Caravaggio criminoso e pecador, através da humildade que supera o orgulho como bem enfatiza a inscrição na espada. Sobre essa obra, o renomado professor de história da arte Simon Schama, disse: “O poder de sua arte é o poder da verdade, não apenas sobre nós mesmo, pois se tivermos uma possibilidade de redenção, ela deve começar pelo reconhecimento de que em nós o Golias compete contra o Davi”, sugerindo que esse mito reflete valores universais como arquétipos da luta do ho5


Revista Lerna e Perseu derrotando a Medusa, cuja cabeça degolada também foi ilustrada por Caravaggio no exato momento em que a Górgona se vê refletida no escudo do herói e sofre a decapitação em um realismo quase fotográfico.

“...esse processo de morte de algo para que advenha o novo não se dá de forma amena, isto é, sem dor ou padecimento...” No próprio Antigo Testamento hebraico, encontra-se outro conto que se assemelha ao do pastor e do gigante, trata-se do drama da viúva Judite que após um longo jejum decide de forma astuta produzir o momento oportuno para degolar o general Holofernes e assim libertar seu povo das investidas do exército assírio. Esse livro inspirou o compositor Antônio Vivaldi a produzir o oratório de música sacra “Juditha Triumphans” e Caravaggio a pintar o quadro “Judite decapitando Holofernes”, interessante observar nesse trabalho que a expressão pungente da mulher judia coincide com a feição desolada de Davi, o que poderia indicar que esse processo de morte de algo para que advenha o novo não se dá de forma amena, isto é, sem dor ou padecimento, algo que se poderia intuir ao ler o Supremo Sacrifício de João Batista, outra decapitação bíblica pintada por Caravaggio ou o sacrifício dos inocentes que Nicolas Flamel deixou gravado nas portas do cemitério de Paris, alegorizando em ambos os casos heróis dispostos a travar esse duro combate. Samael Aun Weor aclara que o sangue que emana da decapitação é o Fogo que limpa e purifica, e que não 6

deve ser levado ao pé da letra, pois é profundamente simbólico. ( o que explicaria o banho de Siegfried no sangue do dragão Fafner e Hércules ter lavado suas flechas no sangue da Hidra). Desta maneira, as mortes retratadas são de tipo psicológico e não físico, sendo que a violência, que pode ser mal interpretada, trata-se na verdade de veemência, a qual demonstra a atitude séria e forte desses misteriosos personagens que através de trabalhos heroicos, lograram extrair de si esse Golias que incita cada pessoa a agir negativamente, obtendo assim o triunfo de Davi sobre essa força que o mantém submergido na ignorância e na incapacidade de decisão.

A arte superior, uma linguagem para onde as palavras não alcaçam Davi e Golias pode ser contado em parábolas, mitos, canções, esculturas, porém a forma escolhida por Caravaggio foi a síntese através da arte da pintura, o que possivelmente reflete um momento de sua curta vida, mas que para cada um pode ser expandido para seu universo interior e convertido em reflexão, já que o objetivo da maioria dos mitos, assim como na arte superior, é ensinar através de símbolos, alegorias, analogias filosóficas e imutáveis, converter o imaterial em material, e exprimir uma sabedoria universal encerrada dentro do próprio homem, acessível através da grande realidade do autoconhecimento.

Aline Silveira da Fonseca


Gnosis

MITOLOGIA E PSICOLOGIA

O Mito de Psique e a Origem da Dor

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m seu livro intitulado “O Asno de Ouro”, Apuleio relata um mito que encerra em si o conhecimento da verdade sobre a Alma e seus processos até tornar-se imortal. Trata-se do mito de Eros e Psique. Conta-nos Apuleio que Psique era a filha mais nova de um Rei cujo nome é desconhecido. Psique possuía uma beleza tão extraordinária que a própria Afrodite se enciumou dela. De modo que Afrodite pediu a seu filho Eros que lançasse sobre ela uma flecha e a fizesse se apaixonar pelo ser mais monstruoso que existisse. No entanto Eros acidentalmente é espetado por uma de suas próprias setas, apaixonando-se então por Psique. Psique é

conduzida a um suntuoso palácio e passa a conhecer as delícias do Amor nos braços do próprio Deus do Amor. Porém Eros temendo que Afrodite soubesse que não cumpriu seu dever, jamais revelara sua face para sua amada, tendo feito-a jurar que não buscaria conhecer sua face. No entanto instigada por suas irmãs mais velhas, Psique considerando que apenas um monstro não daria a conhecer sua própria face, resolve então executar o plano traçado pelas irmãs. E então, na noite, segura em suas mãos uma faca com a qual pretende matar a seu esposo, e uma lamparina para vê-lo. Ao contemplar a majestosa beleza de tão encantadora divindade, assustada, Psique deixa cair uma gota do óleo quente da lamparina sobre o ombro de Eros. O Amor fica então ferido, e percebendo que fora traído, abre suas asas e foge enlouquecido deixando sua amada. Psique, ao perceber o que fez, entra em desespero e busca Afrodite com esperanças de que possa recuperar o Amor de Eros. Afrodite que passou a cuidar seu filho da ferida causada por Psique, promete permitir a união dos dois após Psique passar por quatro espantosas provas, dentre as quais a última delas era descer ao Hades para pedir a Perséfone um pouco de sua beleza e levá-la dentro de uma caixa para Afrodite, presente que Perséfone concede amavelmente. Porém Psique ao regressar não resiste à tentação de tornar-se ainda mais bela para que então Eros não resista aos seus encantos e a aceite de volta. No entanto, ao abrir a caixa cai em um sono profundo. Eros já recuperado vai a socorro de sua amada e a desperta, colocando então o conteúdo de volta na caixa. Eros também se dirige ao Olimpo para rogar a Zeus que advogue por sua causa. Zeus reúne a Assembleia dos Deuses e com o consentimento deles dá a Psique a beber a ambrosia que a torna imortal. E por fim a declara eterna esposa de Eros. Desta união nasce Volúpia...

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Revista Este precioso mito, trata de um mistério essencialmente importante para a vida do ser humano. Assim são os mitos, ainda que pareçam histórias sem sentido prático, são a forma mais inteligente de resguardar a verdade para que através do tempo ela não seja tergiversada. A verdade portanto está protegida, pois a mente não alcança compreender o significado desta linguagem simbólica e de beleza incomparável. Os elementos contidos neste mito podem ser traduzidos por meio do sentido da inspiração que nos faz alçar voo às esferas mais elevadas do saber, e compreender aquilo que está além das meras palavras e símbolos.

Psique, beleza e ingenuidade Psique, Ser de beleza desafiadora que desperta a indignação da própria Afrodite, a mais bela Deusa do panteão grego, mais além de um personagem vem a ser a Alma, ou mariposa como pode também pode ser traduzido, ou ainda Sopro ou Alento, o alento espiritual da vida humana... Psique vive sua trajetória no mito de modo imensamente semelhante ao que vive na intimidade do homem, e suas características de beleza e ingenuidade são idênticas. A beleza de Psique ou Alma Humana emana de seu caráter essencialmente puro. Porém a ingenuidade da alma em sua origem faz com que ela duvide e busque o conhecimento violando as regras impostas pelo amor, ou em outras palavras pela própria divindade. Tal busca a faz cometer graves erros que a conduzem ao desespero, à solidão e à desolação. O amor confere a alma do homem o sentimento de plenitude verdadeira, de deleite, de êxtase impossível de ser descrito com as tão limitadas palavras contidas em nosso dicionário. Realmente a Alma de cada ser vivente em seu estado pristino não discerne a presença da realeza de Deus ou do Amor. Necessitou ela deste súbito afastamento para que através dos contrastes chegasse a saber que o Amor é o único que pode lhe dar felicidade.

A fealdade, ausência do Amor A Alma já afastada do Amor é vazia e sofredora. Diz o mito que quando Eros se foi Psique passou a vagar noite e dia sem repouso e sem alimento. Parte de sua beleza lhe fora subtraída, e podemos acrescentar que seus dias se tornaram amargos como a morte. A ausência do Amor confere a cada dia de nossa vida um fardo que nos pesa e nos faz esquecer as razões espirituais da vida humana. Sem o amor, a Psique humana se torna obscura e sem sentido verdadeiro de ser. Já a vida passa a ter explicações e impulsos que orientam o ser humano em um caminho que o distancia cada vez mais da verdade. 8


Gnosis Toda aquela beleza psíquica que nos assemelhava a Deus em um princípio é maculada por uma fealdade que passa a caracterizar-nos. A parte psicológica ou anímica do ser humano que habita o mundo hoje está corrompida a tal ponto que nos tornamos incapazes de amar. A ausência do amor se manifesta em nosso caráter através da ira, do ciúmes, da inveja, dos rancores, da mentira, da luxúria que nos faz desgastar torpemente a vida contida no corpo através do abuso da energia sexual criadora em função do prazer. Também o desamor abre espaço para a insegurança, para o medo, a cobiça, gula, e tantos defeitos, que como dizia Virgílio “Ainda que tivesse um paladar de aço e mil línguas não poderia enumerá-los cabalmente”. Os impulsos naturais da psique passam, devido a solidão espiritual a ser mal orientados e convertidos em fatores devastadores da vida. Por exemplo, o impulso natural de justiça se converte em ira para com nossos semelhantes. O impulso de alimentar-se se converte em gula. O impulso natural de superação que existe na essência do homem se converte em cobiça em inveja e outros sentimentos destrutivos de igual espécie. O impulso sexual de união se transforma em diversas formas de aberração e crimes sexuais, etc. A Voluptuosidade, o fruto de Eros e Psique No conto mitológico Psique anela ter de volta a Eros o Deus do Amor, ou em uma linguagem prática o próprio Amor. Tal anelo existe no fundo íntimo de cada ser humano, apenas não nos fazemos conscientes dele. Nossa alma sofre pela ausência do amor assim como um bebê recém-nascido sofre pela ausência de sua mãe em uma noite escura e fria. Os pensamentos e emoções do homem não refletem mais a beleza pristina da alma e sim a confusão e fealdade produzida pelos defeitos da psique, todos estes defeitos originam o frio aterrador e a escuridão da dor humana. A dor curva a alma e a faz chorar em atitude de desespero... A ambrosia sagrada dos Deuses é oferecida a Alma para que se converta em um ser imortal após

todos os processos de purificação e provações que são impostas a todos aqueles intrépidos que buscam a sabedoria e a verdade contida no amor puro... Enquanto os defeitos psicológicos já mencionados neste texto reinem soberanos em nosso mundo interior e em nosso comportamento, a aliança eterna entre a alma e o amor fica completamente suspensa. O amor busca a alma por sua beleza misteriosa, assim como a alma busca ao amor por seus encantos inexprimíveis. Cada vez que a alma humana se encontra envolvida pelos sentimentos incrivelmente divinos do amor, nasce como que por encanto dentro de nosso ambiente interno a Volúpia, ou voluptuosidade, sentimento que nos passa para além de todo o compreensível e justifica a imagem e semelhança de Deus que nos fora atribuída. Karoly Vieira Jardim Ramos 9


Revista

ANTROPOLOGIA

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elta é a designação dada a um conjunto de povos que se desenvolveu na Europa Ocidental em períodos que antecederam a Era de Áries, Era que emergiu os Grandes Impérios conquistadores, iniciada com a formação do Império Persa, sucedido pelo Macedônico e posteriormente pelo Império Romano. São Celtas povos tais como os Gauleses, Bretões, Batavos entre outros. A estes, são atribuídos o início da forja dos metais na Europa, as lendas do Rei Artur, de Avalon, origem dos mitos que posteriormente foram compilados pelos Irmãos Grimm, o cenário de Parsifal imortalizado pela obra de Richard Wagner, entre tantos outros mistérios que se ocultaram entre florestas e castelos. Ainda que sejam possíveis as especulações a respeito da origem e cultura dos Celtas, muito se perdeu ao longo da história por meio da ação dos povos conquistadores e sobretudo por meio do profundo processo de consolidação do cristianismo que cobriu a totalidade da Eu-

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ropa Ocidental. No período da idade média, manter as antigas tradições, ritos e ritualísticas eram motivos mais que suficientes para condenar-se à própria morte frente o juízo inquisitor. Já bem antes, como relata Júlio César em “De Bello Gallico”, os próprios druídas, representantes espirituais e conselheiros que em muito influenciavam a organização social Celta, se recusavam a manter registros escritos de sua sabedoria, fossem estes nas formas de mitos, ritualísticas ou códigos religiosos. Sem registros escritos, as formas celtas caíram no imaginário pernicioso de autores, como ocorreu no século XX, que deram origem às mais diferentes interpretações e modificações do que, pelo que indica os poucos resquícios que atravessaram os séculos, foi uma autêntica Cultura Solar.

Beltane e Samhain, marcos dos períodos de Luz e Trevas

O Festival de Beltane e o Festival de Samhain são as principais comemorações remanescentes da cultura Celta. O primeiro indica o início da Primavera e ascenço ao verão, enquanto o último indica o final do verão e ingresso no período de frio e trevas, quando os dias se tornam sucessivamente mais curtos. Em Samhain se encontram grande parte dos


Gnosis mais importantes mitos Celtas, nos quais se verificam as virtudes dos heróis nos períodos marcados pela escassez, privações, pestes, fome e, consequentemente, batalhas. Já em Beltane está o triunfo sobre as trevas, a festa deliciosa, a bem aventurança, a fartura, a beleza feminina e a beleza da Natureza. O “Festival de Beltane” ainda nos dias atuais é celebrado, embora exista grande discrepância entre os ritos modernos e os antigos. Também conhecido como “Os Fogos de Belenus” ou a “Fogueira de

Belenus”, trata-se de uma festa realizada ao redor de uma grande fogueira, onde o povo dança e entoa seus cânticos inundado de alegria e felicidade celebrando a morte do inverno e inicio do verão. Belenus é o Deus Celta do Sol, da Luz, do Fogo e da Cura cujo nome significa “Fogo, Luz, Belo, Brilhante”. A festa celebra o amor entre o Deus Belenus e a Deusa Danann. Danann é a Mãe de todos os Deuses, Deusa da fertilidade, da abundância e da terra. Do amor entre Belenus e Danann emerge a ►

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Revista

ANTROPOLOGIA

fertilidade divina que dá origem a todas as coisas que existem. Ocorre, também, neste ritual sagrado o Maypole ou Mastro de Fitas. O mastro representa o Falo Sagrado do Deus Belenus, onde são penduradas diversas fitas de cores diferentes. Cada cor representa um atributo da Divina Deusa Danann, que se entrelaçam no cerimonial formando o tear divino. Resquícios deste cerimonial se encontram nas festas juninas nas nações ocidentais do mundo moderno, assim como as comemorações do Halloween são resquícios de Samhain.

Representação da Árvore do Conhecimento

Danann, mistérios encerrados na Natureza e na Mulher Em Danann se encontram as forças telúricas da Deusa Mãe. que reúne em seu ventre todos os princípios divinos da Natureza, o que fazia da figura feminina na sociedade Celta, a mulher, soberana no manejo das forças da Natureza. As forças da fertilidade e da alegria são os alicerces culturais dos Celtas, o que significa dizer que as bases filosóficas da Sociedade Celta se direcionam no sentido de ser felizes e alegres. “ALEGRIA”, do latim alacer, alacrís, rápido, vivaz, animado. Alegria se entende com o estado de ânimo que produz DAnann

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dinamismo, diligência e movimento impulsionados por um bem estar em si mesmo e direcionado para o bem estar dos demais. “FELICIDADE”, do latim felix, felicis, tem sua raiz etmológica no significado das palavras fértil ou fecundo. Para os celtas as árvores e a própria terra necessitavam ser felizes, ou “BeneficiaMerlin dos pela Fecundidade”. Nas terras celtas era necessário que reinasse a felicidade para que existisse abundância e fertilidade. Os Celtas encontravam na natureza a eterna mãe. Enchendo de vida todos os dias a seus filhos, preenchendo-os com vitalidade, revitalizando seus corpos com seu sagrado hálito, e dessa forma alimentando-os e animando-os, dando-os seus frutos, através de suas criações, das árvores, das plantas; ofertando seu ventre para que se semeie em seu útero gigantesco; permitindo sentir a alegria de Belenus, astro-rei, em cada amanecer e a paz e a mística em cada


Gnosis noite que chega quando se apresenta a misteriosa rainha, a Lua. As divindades femininas, portanto, eram relacionadas aos atributos próprios da Natureza, enquanto as virtudes eram atribuídas às divindades masculinas.

Deuses e Deusas Celtas, forças além das formas

À beleza e perfume das flores, aos frutos, ao frescor do ar e demais atributos da Natureza eram associados às Divindades Femininas, particularmente os rios tais como o Rio Boyne, em Leinster - Irlanda, cuja Deusa é Boann. Uma curiosa particularidade dentre a sabedoria celta é que as divindades não possuem formas ou representações humanas. São forças existentes na Natureza e não estão presas dentro da forma ou figura. Somente séculos após a consolidação do Cristianismo as antigas lendas e tradições celtas foram escritas e, por influencia cultural, foram atribuídas imagens a algumas divindades. Assim, os trovões e relâmpagos eram os próprios deuses manifestados, sem a necessidade de aparições ou visões de formas humanas para confirmar a presença divina. Quanto aos Deuses Masculinos, estes se manifestavam por meio das virtudes. De igual maneira, não possuíam imagens humanas. A presença divina masculina para os celtas é a própria manifestação da virtude. Inteligência, força, velocidade, habilidade são

próprios das divindades masculinas. Assim, o lendário Lugh irlandês, fazia-se presente nas batalhas e caças, permitindo aos guerreiros ferir mortalmente seu alvo por meio de uma lança. Dagda, associado ao caldeirão, é possuidor de imenso poder, capaz de tirar a vida com uma bolha e com a mão devolvê-la. “Virtude”, um atributo divino, tem com radical a partícula “vir”, o mesmo de “virilidade”. Não ignorava a sabedoria Celta a profunda relação que existe entre as forças fecundantes da natureza, o divinal e a genialidade humana!

Antônio Ferreira Anunciação

LUGH

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Revista

MEDICINA

Iridologia, uma alternativa

milenar de diagnóstico

Quirologia são revalorizados e popularizados.

Origem da Iridologia

“A medicina se fundamenta na natureza, a natureza é a medicina, e somente naquela devem os homens buscá-la. A natureza é o mestre do médico, já que ela é mais antiga do que ele e ela existe dentro e fora do homem.” (Paracelso)

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tualmente, devido a crescente busca por meios alternativos e naturais de se obter a cura ou por descobrir a origem de doenças, métodos milenares de diagnóstico tais como a Iridologia e a 14

A Iridologia é uma ciência de diagnóstico que se fundamenta no princípio de que cada órgão do corpo humano tem uma área representativa na íris. Conforme pesquisas científicas há evidências que a Iridologia já era utilizada a mais de 8.000 anos a.C na Mesopotâmia e no Antigo Egito. Também foi comprovado o seu uso na China Antiga pelos médicos dos imperadores. A primeira descrição de princípios da iridologia no Ocidente é encontrada na obra publicada em 1665 por Philippus Meyeus von Coburg. Trinta anos mais tarde, em 1695, mais um livro surgiu, intitulado "Os olhos e seus sinais", de autoria de Cristian Haertls. O primeiro uso da palavra Augendiagnostik, "diagnóstico do olho", é atribuído a Ignatz von Péczely, um médico húngaro do século XIX. A história mais comum sobre como o método foi criado é a de que von


Gnosis

Péczely encontrou linhas na íris de um paciente que estava tratando de uma fratura na perna que eram muito semelhantes às de uma coruja cuja pata havia quebrado.

Fundamentos da Iridologia Cientificamente falando, o olho é o microssistema orgânico que melhor traduz o ser humano como ele é. Pelo exame iridológico Hipócrates diagnosticava as doenças e enfermidades, como também ele tinha uma ideia da constituição do individuo e das mudanças que ocorriam no seu organismo. Isto, até hoje, é possível ser revelado, mediante as alterações ocorridas nas fibras da íris. Portanto, não é nada adivinhatório. No tempo de Jesus, a iridologia fazia parte da medicina cientifica organizada pelo médico Hipócrates. Ao colocar a lupa no olho do doente, o iridólogo vê sinais de doenças e enfermidades, que são transmitidos para a íris. A Iridologia, portanto, é a ciência que estuda a íris do olho com o fim de descobrir o estado geral do organismo com seus desequilíbrios e toxidade do sangue. Hoje, pela segurança que o exame iridológico oferece, muitos médicos usam a iridologia para checar problemas de gases, ansiedade e arteriosclerose, além de distúrbios glandulares. Por meio da íris se tem uma visão geral do organismo, na qual é sinalizado o órgão que está doente. Não se trata de adivinhação ou suposições e deduções subjetivas do iridólogo, muito menos faz parte do ocultismo como muitos supõem.

Diagnóstico através da Íris Analisando a Íris disposta na imagem acima, foi destacado alguns pontos importantes para exemplificar quadros que podem ser facilmente percebidos através da Íris. Na letra A", existe um "anel cinza" em volta da pupila. Isso mostra hipoacidez no estômago, ou seja, deficiência de produção de sucos gástricos. Demonstra que a pessoa possui gastrites, além de já ter tido caso de úlcera. Na letra "B" é possível ver manchas marrons, que são locais no organismo onde percebe-se algum tipo de deficiência ou instabilidade. No caso do exemplo, as manchas indicam problemas na coluna e na região da próstata. ] Na letra "C ", vê se um buraco, chamado de lacuna. São regiões onde desenvolvem-se enfermidades. Neste exemplo é diagnosticado uma anomalia na região da garganta. Ivan Jesse Martins 15


Revista

METAFÍSICA

O Homem percebe o mundo ao seu redor por meio da visão, audição, tato, o paladar e olfato. Os cinco sentidos físicos nos permitem captar imagens, sons, cheiros, sentem as coisas, etc. Todas estas impressões constituem a realidade física, tridimensional. Real para nós é o que podemos ver tocar, sentir, porém já paramos para pensar se existem outras realidades, outras dimensões? Os os pensamentos, sentimentos, desejos e sonhos podem ser tocados ou apalpados? Não podemos comprová-los tridimensionalmente, mas será que por isso eles deixam de ser uma realidade? É inquestionável que existem e que têm realidade para todo ser Humano. Samael Aun Weor expressa em suas obras que são sete as dimensões fundamentais e para cada uma delas o Homem possui um corpo ou veículo de expressão. O corpo físico possui cinco sentidos já citados e com eles pode-se perceber a Terceira Dimensão. Todavia existem sentidos que permitem perceber as outras realidades e dimensões existentes. 16

Neste artigo vamos apenas abordar a quinta dimensão da Natureza que é o Plano Astral ou dos Desejos e é a região onde se processam os sonhos. O que acontece quando dormimos? O corpo Astral se desdobra, sai do corpo físico e este é revitalizado pelo corpo vital. A este processo dá se o nome de Desdobramento Astral, onde têm-se experiências inconscientes, abstratas, ou conscientes, reais e vívidas. Existem diversas classe de sonhos. Pode-se definir sonhos como experiências involuntárias na quinta Dimensão da Natureza ou Plano Astral. São estas de tipo mecânico, emocional, intelectual, instintivo e sexual. Existe ainda um tipo muito especial de sonho, que é o que se relaciona com a consciência humana. Estes são os mais interessantes e importantes, pois nos permitem acessar nossa verdadeira realidade e receber mensagens dos centros superiores do Ser as quais devemos aprender a captar e interpretar. Sonhos conscientes, lúcidos, são sonhos coerentes, claros, coloridos e tão reais que nem parece que se está sonhando. São sonhos que não inesquecíveis, pois impactam a consciência e deixam aquela sensação que algo importante e maravilhoso aconteceu. Os Sonhos Lúcidos são raros, pois a maioria dos sonhos são ecos do se faz, pensa e sente durante o dia.

A Linguagem dos Sonhos Os sonhos não podem ser interpretados de forma literal já que a linguagem dos sonhos é simbólica. A Linguagem dos sonhos é comparável à linguagem das parábolas. A ciência da interpretação dos sonhos se fundamenta na lei das analogias dos contrários, das analogias filosóficas e na lei das correspondências e na numerologia.

Lei das Analogias dos Contrários Se sonhamos que estamos comendo, pode indicar infortúnios e sofrimentos. Se sonhamos que estamos


Gnosis comendo frutas acidas e amargas pode indicar situações agradáveis e prazerosas.

Lei das Analogias Filosóficas Os locais e paisagens que sonhamos dizem respeito ao nosso mundo interior.

Lei das Correspondências Símbolos e arquétipos que descendem do Mundo do Espírito puro. Necessita-se conhecer o significado arquetípico dos Elementos que compõe a Natureza

Numerologia Necessita-se conhecer o significado Kabalístico dos Números

O Despertar O Objetivo é deixar de sonhar e passar a ter experiências reais nas Dimensões Superiores da Natureza. “Quem olha para fora sonha, quem olha para dentro desperta”. Carl Jung Deve-se começar por conhecer os sonhos e utilizá-los para o descobrimento de si mesmo. Todo sonho tem importância para o autodescobrimento, pois os sonhos permitem ver quem realmente se é!

Platão disse com justa razão que o Homem se conhece por seus sonhos. Os sonhos nos mostram o que desejamos, o que anelamos, o que gostamos, odiamos, o que somos e o que podemos ser. Ao tornar lúcisdo o processo do sonho, pode-se: 1. Tomar consciência dos sonhos, ou seja, o Inconsciente é convertido em consciente. 2. Deixa-se de sonhar e se torna desperto, aqui no físico e nas Dimensões Superiores da Natureza. Vinícius Audino

Corpo Dimensão Relação Físico Terceira 5 sentidos Vital Quarta Vida Astral Quinta Sentimentos e Desejos Mental Quinta Pensamentos Causal Sexta Força de Vontade Búdico Sétima Consciência Átmico Sétima Espírito

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Revista

INSTITUCIONAL

Curso de Gnosis Ciência e Cultura do Homem em Busca do Ser

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onsiderando o contexto no qual vive a humanidade, o qual é denotado pelo final de mais uma raça no cenário planetário, em meados da década de 50, o antropólogo e filósofo contemporâneo Samael Aun Weor, fundou as Instituições Gnósticas, trazendo ao público o Gnosticismo. O Gnosticismo, como Movimento, está fundamentado na Gnosis, o conhecimento dos grandes Mistérios e segredos cósmicos, imperecíveis e imutáveis. Gnosis, vocábulo proveniente do grego, literalmente significa “conhecimento” e, ao contrário do que se poderia imaginar, não é o acúmulo de informações ou o domínio de determinado tema ou área do saber. O conhecimento, neste caso, refere-se a algo vivenciado, experimentado pelo buscador e apreensível por suas faculdades de cognição, físicas e internas. Ao surgir no cenário de nossa sociedade, o Gnosticismo busca viabilizar à humanidade a capacitação necessária para que esta possa realizar uma verdadeira revolução em si mesma, à base de trabalhos conscientes. Esta revolução da consciência propicia o autoconhecimento ou auto-Gnosis, o qual é o desenvolvimento harmonioso das infinitas possibilidades residentes no interior do ser humano, as quais nos integram ao Ser, ao Espírito. A revolução supracitada é a síntese da Gnosis, e é

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sintetizada através de 3 fatores, a saber: - Morte Psicológica: eliminação plena do conjunto de defeitos, vícios, manias, maus hábitos, etc., que habitam nossa psicologia e aprisionam, encarceram os valores de nossa consciência gerando, em maior ou menor grau, os conflitos humanos que estamos acostumados a testemunhar em nosso diário viver; - Nascimento interior: criação de veículos, de natureza interna, que nos concedem existência real e capacidade de investigação completa nas diversas dimensões. Ocorre através do manejo sábio de nossas energias, sobretudo a energia sexual; - Sacrifício pela humanidade: trabalho em prol de nossos semelhantes, sem esperar absolutamente nada em troca. O sacrifício não é dar o que nos sobra, senão o que de fato temos de melhor para servir. “Do que recebo, vos dou”, já dizia o Cristo Jesus. A prática do Sacrifício nos dá os méritos do coração, que necessitamos para avançar no caminho. Para que este conhecimento, e a possibilidade de realização desta verdadeira revolução em nosso interior, fossem acessíveis a todos, o filosofo Samael passou a difundir intensamente a Gnosis em todos os rincões, chegando com seu Movimento a praticamente todos os países das Américas e a diversos outros do velho continente europeu. O Curso de Gnosis, metodologia utilizada


Gnosis

para que a Sabedoria Gnóstica seja pública e de conhecimento geral, ensina as bases do Gnosticismo e, através de um caudal de práticas, auxilia o estudante a aflorar, por si só, sua verdadeira natureza Espiritual. Ao longo de aproximadamente 3 meses, duração total do Curso, são estudadas diversas áreas do esoterismo como Psicologia, Sexologia, Metafísica, Medicina Oculta e Elementoterapia, Meditação, etc. O Curso

de Gnosis tem entrada franca, sem quaisquer custos, e está à disposição em mais de 100 cidades no Brasil. Faça-o você também e tenha ao seu alcance este verdadeiro tesouro! Lucas Bach Presidente Nacional do Movimento Gnóstico

Conferências Públicas Veja Algumas das Cidades onde a AGEACAC ministra conferências:

Assunción - Canal 5 - Paravisión

Bauru - SP

Bolívia - Sucre

Cursos Gratuitos • Veja alguns temas:

A Máquina Humana e o Bem-estar integral ► Alquimia Desvelada ► O Despertar da Consciência ► Desdobramento Astral ►

Mistérios da Vida e da Morte Personalidade, Essência e Ego ► Meditação ► ►


Conferências Públicas Divulgue a cultura e assista as conferências da AGEACAC em sua cidade. Confira a programação para o 1º Semestre de 2013.

Cenário lendário de Avalon, Parsifal e dos contos dos irmãos Green, a cultura Celta tem seus alicerses na sabedoria perdida dos Druídas e dá origem à forja dos elmos, espadas e escudos entre Gauleses, Bretões e Célticos, nela estão as profundas raizes da Europa Ocidental. www.MisteriosCeltas.net

O tema aborda uma função cognitiva desprezada no mundo ocidental, a Percepção Onírica, que permite a investigação do subconsciente humano. O manejo das funções oníricas, comum aos povos antigos do Egito, Tibet e Americas, abre ainda as portas para a investigação de um outro mundo, o Mundo dos Sonhos. www.SonhosLucidos.com.br

A metodologia do Curso de Gnosis tem como propósito promover o encontro do Homem consigo mesmo. O resultado de tal encontro não poderia ser outro senão que a Felicidade, a Paz e a Harmonia.

www.CursoDeGnosis.net

Informe-se pelo site

www.ageacac.org.br

Revista Gnosis - 09  

Os Mistérios dos CELTASConheça a Magia e a Sabedoria por trás dos Mitos dessa cultura milenarSonhos LúcidosSaiba como os antigos sábios util...

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