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Tradução: Jessica M., E. Quinn, Liah Vett, Marcia Andréia Revisão

Inicial:

Cacau,

May

Salvador, Mery L Revisão Final: Fafa Leitura Final e Formatação: Lola Verificação: Anna Azulzinha


The Soldiers of Wrath: Grit Chapter está vagamente ligado aos Soldiers of Wrath MC, outra série escrita por Sam e Jenika. Embora Grit Chapter

possa

ter

pequenas

menções

de

personagens anteriores da outra série, a série Grit Chapter pode ser lida individualmente. Beast e quaisquer histórias futuras de Grit Chapter, tem o seu próprio mundo, enredo, e, claro, química explosiva entre os personagens. Os leitores não terão de ler a série The Soldiers of Wrath, a fim de compreender ou acompanhar Beast, ou qualquer história correspondente da série de Grit Chapter.


Bridget está em apuros e sabe que a única pessoa que pode ajudá-la é Beast, um duro motoqueiro com quem ela cresceu. Ele não é apenas um homem, mas um macho alfa rude e perigoso que age primeiro e pergunta depois. Ele também faz parte do Grit Chapter dos Soldiers of Wrath MC, um moto clube que faz o que tem que ser feito para permanecer no topo. Para que Beast a ajude, ela vai ter que dar em troca algo que ele quer... seu corpo. Ele a assusta, mas ele também a excita, e ela sabe que ser dele significa mais do que apenas render seu corpo a ele. Poderá

Bridget

se

render

e

se

submeter

ao

motoqueiro? Ou se entregar completamente a Beast vai acabar a machucando?


—Se você acha que não vou encontrá-la, você está louca. Eu vou te encontrar, vou te caçar como um maldito animal, e vou fazer você sofrer em mais de uma maneira, cadela. Bridget repetiu em sua mente as últimas palavras proferidas por Rafe de novo e de novo, como se fosse tornar a situação diferente. —Você sabe que suas lágrimas me deixam com o pau duro, me fazem gozar. Então corra, garota, porque eu vou me divertir procurando você. Ela enrolou sua mão ao redor da única bolsa que trouxe com ela, odiando ter que correr, que deixou o imbecil vencer. Quando o ônibus parou e ela saiu, tudo o que pode fazer foi ficar ali, olhando a placa de “Bem-vindo a Grit”. Ela cresceu em Grit, em uma boa família, mas depois que seu meio-irmão se juntou a um MC, seus pais se mudaram para longe, e ela perdeu seu trabalho, ela deixou Grit e tudo o que a cidade


tinha a oferecer para trás. No entanto, aqui estava ela, novamente, correndo de uma vida que ela se meteu. Enrolando a mão bem apertada em torno da sua bolsa, sentiu os nós dos dedos estalarem, ela dirigiu-se para o primeiro e único restaurante em Grit. Foi uma caminhada de dez minutos do ponto de ônibus, mas ela precisava desse tempo para limpar a cabeça e pensar na ajuda que ela precisava de Beast e do seu clube. Ela precisava de um plano para a sua abordagem; ela tinha que descobrir exatamente como pedir ao seu meio-irmão, um membro do temido MC em Grit, a ajudá-la a matar seu ex.

Ele olhou em torno do clube, o ar enfumaçado, nebuloso, as prostitutas do clube se moendo nos caras, chupando um pau no canto, e sendo fodidas perto do bar. Era uma festa completa hoje à noite, sem hesitações. Grimm e Reaper, irmãos gêmeos estavam jogando um jogo de dardos, e o Prez, Payne, veio andando de um dos quartos, arrumando seu zíper e cinto, a pior puta desgastada do clube estava tropeçando atrás dele. Sim, ela foi fodida muito bem e com força; a frase cavalo dado não se olha os dentes nunca foi mais verdadeira do que agora olhando para ela. Uma cadela do clube estava no canto com Smalls, um membro que ganhou seu apelido porque ele tinha um pau tão grande que as cadelas do clube reclamavam que não eram


capazes de levá-lo todo. Em seguida, havia Vita, outra prostituta do clube, curvada sobre a mesa de bilhar, a saia levantada sobre seu traseiro enquanto Pike a fodia por trás. Os Prospectos estavam atrás do bar servindo as bebidas, e os membros que não estavam fodendo ou tendo seus paus sugados, estavam observando as mulheres fazerem strip, ficando bêbadas ou se drogando. —Você está em uma porra de purificação ou algo assim? — King disse e começou a dar risada. Mas era arrastada, ligeiramente distorcida, e ele sabia que o VP do clube estava chapado. —Desde quando você nega algumas carreiras? —Eu estou bêbado o suficiente no momento. — Embora, ele gostasse de festas assim como o filho da puta, Beast não conseguia parar de pensar no telefonema de Bridget que ele recebeu ontem à noite. O fato de que ela ligou para ele, o procurou e disse que precisavam conversar, deixou a cabeça dele em nós durante o dia todo. Se ela queria ter alguma coisa a ver com ele, então, a merda tinha que ser muito ruim. Eles não tinham se falado desde que ele tinha dezoito anos de idade, há quase duas décadas. Porra, fazia muito tempo desde que ele falou com ela, ainda mais com seu pai. Os pais dos dois haviam se casado quando ele tinha quatorze anos e ela tinha dez anos, mas ele e seu pai nunca tiveram qualquer tipo de relacionamento. Talvez fosse o fato de que ele não tinha dado a mínima para ninguém, a não ser para si mesmo, não importando se ele estava em apuros, ou se ele


fazia coisas que eram erradas e ilegais. Ela Foi esta pequena pretensiosa, a estudante nota A e aquela que fazia seu velho orgulhoso. Beast, por outro lado, era nada além de uma mancha em sua família, uma dor na bunda, que era levado para casa por policiais, que se envolvia em brigas, e foi ruim desde o início. Ele pegou sua cerveja e tomou um longo gole. Droga, ele ainda podia lembrar sua última conversa com ela todos esses anos atrás, ainda imaginava como se tivesse acontecido ontem. —Eu não posso acreditar que você está se juntando a um clube de motoqueiros e simplesmente largando tudo, — Bridget murmurou para si mesma, o desgosto em sua voz. —Por que diabos você se importa? —, Disse Beast, terminando de arrumar o resto de sua merda, e encarando-a. Ela estava encostada no batente da porta, seus olhos se estreitaram e aborrecimento exalando dela. —Eu não me importo, mas você vê quão chateados você deixou minha mãe e seu pai? —Eles não dão a mínima para mim mais, Bridge. Você deveria saber disso melhor do que ninguém. Ela balançou a cabeça. —Você pode culpá-los? Quero dizer, os policiais te trazem para casa praticamente todos os dias, você esteve na prisão, usou drogas e bebida...— ela olhou bem nos olhos dele.


A verdade era que ele odiava que ela olhasse para ele assim, odiava que, aos quatorze anos, ela era a única pessoa que já o fez sentir um lixo pelo que ele fez em sua vida. Ele jogou a bolsa na cama e cruzou os braços sobre o peito. —Você e eu nunca tivemos um relacionamento de irmão e irmã. Ela franziu o nariz. —Nós não somos irmão e irmã. —Tecnicamente, nós somos. — Ele sorriu, amando que provocá-la a deixava chateada. —Isso é nojento. Com apenas catorze anos, ela era uma cabeça quente e sempre respondia a altura. —Escute, me ter aqui não está funcionando de qualquer maneira. Estou na garganta do meu pai o tempo todo, sua mãe parece ter medo de mim, e você me odeia. — Ele deu de ombros. Ela exalou e deu um passo para dentro do quarto. —Eu não odeio você. Eu só queria que você tomasse decisões melhores. —Diz a pirralha de 14 anos que é a menina de ouro dos nossos pais. Ela revirou os olhos.


—Se você quer fugir da sua família, fique à vontade. Mas não espere que estejamos aqui quando você chegar ao fundo do poço. Isso fez com que a escuridão crescesse nele, as sombras e o mal dentro dele assumiram, afastar sua família era a coisa segura a fazer, a única coisa inteligente. Tê-los por perto com a forma como sua vida estava indo só iria prejudicá-los mais do que já fez. —Se você não fosse um idiota, as coisas poderiam ter sido boas aqui. Ele rosnou. —Vai se foder, Bridge. Saia. Ela estreitou os olhos novamente, mas não disse nada quando ela se virou e deixou-o para terminar de embalar as coisas. Ele ia ficar bem longe deles e ter uma nova família em seu MC. —Vocês meninos querem se divertir? — Disse Roxie, uma veterana das prostitutas do clube. Sua voz puxou-o para fora do passado. Ele olhou para a cadela. Ela definitivamente era uma veterana no clube, o que significa que ela estava com todos os caras vezes suficiente para saber exatamente como eles gostavam de foder. E ele estava bêbado o bastante, e tinha merda o suficiente acontecendo agora, estar com Roxie não iria ser


ruim, não quando ele sabia que ela poderia o fazer gozar mais rápido do que qualquer coisa ou qualquer outra pessoa.

Bridget pediu o jantar e agora estava sentada na velha, quebrada mesa de fórmica, olhando para o café morno na frente dela. Seu celular ao seu lado, ela estava olhando para ele de forma intermitente durante a última hora, tentando encontrar coragem para ligar para Beast novamente. Ela ligou na noite passada, no auge da merda que aconteceu, mas ela disse que iria ligar para ele mais tarde com mais detalhes. Foi quase vinte anos desde que ela falou com ele, mas quando ela ouviu sua voz na outra extremidade, era como se ela fosse aquela garota de quatorze anos de idade, observando-o sair e ouvindo-o dizer para ir se foder. Ela pegou o celular, ligou para o número que pegou de seus pais, e colocou o telefone no ouvido. O que ele faria, e como ele se sentiria sabendo que ela estava na cidade, que ela estava tão desesperada que ela recorreu a chamá-lo e pedir-lhe ajuda todos estes anos mais tarde? Como ele se sentiria quando ela veio a ele, porque ela precisava de coisas que só ele e seu MC poderiam oferecer para ajudar a cuidar de seu problema?


Roxie estava fazendo sua dança sexy, e seu pau estava animado com toda essa ação. Beast não podia negar que Roxie era uma pequena cadela suja que adorava foder, tanto quanto ele. Ela adorava um pênis em sua vagina, bunda, ou na boca, e o bônus? Ela engolia. Não havia nada que ele gostava mais do que não ter que limpar seu sêmen quando ele estava recebendo um boquete. —Você fodeu algum Irmão hoje? —, Perguntou ele, tomando sua bebida. —Talvez. — Ela tirou sua camiseta, mostrando seus seios, que pareciam um pouco flácidos. Porra, ele não estava bêbado o suficiente se ele estava começando a pensar em todo o pau que ela teve, o que estava o desanimando. Passando a mão pelo rosto, ele estendeu os braços. Ele empurrou sua atenção de volta quando Roxie montou sua cintura.


—Hey, baby, eu estou aqui. —Eu quero seus lábios ao redor do meu pau, não falando. Ela lhe deu um sorriso e deslizou para baixo de seu corpo. Fechando os olhos, ele ouviu quando ela soltou o cinto, puxando-o enquanto ela tentava entrar em suas calças. Ela provavelmente estava muito dopada para sequer saber o que estava fazendo. Eu já estou cansado dessa merda. Merda, ele não deveria estar assim. Uma ligação de Bridget e ele estava perdendo a porra da calma. Antes de sua chamada, ele teria estado cheirando qualquer merda e fodendo cada puta de merda do clube até que ele estivesse exausto e acabado. Uma ligação e ele estava questionando tudo o que ele estava fazendo. Ele odiava isso. Bridget não tinha nenhuma palavra em qualquer coisa que ele fazia; no entanto, ele repetia o seu último momento juntos mais e mais em sua mente. Ele nunca compartilhou qualquer um de seus pensamentos ou desejos com ninguém. Houve momentos em que ele começou a pensar sobre o que teria acontecido se ele não tivesse ido embora, não houvesse chegado ao clube. Bridget era a porra da sua meia-irmã, mas ele gostava dela. Ela segurou a inocência de uma vida que ele deixou para trás. —Beast? —, Disse Roxie. —O que?


—Seu celular está tocando. Ele estava tão preso em pensar sobre Bridget que ele não ouviu o seu próprio celular tocar. Empurrando Roxie para fora, ele levantou-se e puxou o celular do bolso. —Beast aqui—, disse ele. —Estou no restaurante. Você vai vir aqui para que possamos conversar, talvez me buscar? — Perguntou Bridget. —Você já está em Grit? —Sim. Por favor, eu não quero ficar aqui por muito tempo. Ela estava fungando, e pensar nela chorando o deixou chateado. —Estou a caminho. —E aí, baby? —, Perguntou Roxie, sacudindo os peitos. A pouca ereção que ele tinha, sumiu. O que era isso com Bridget que sempre o afetava? —Eu tenho que sair. —Nós vamos continuar isso mais tarde? — Roxie perguntou. Como se ele se importasse. Foi um longo tempo desde que vira Bridget pela última vez. Ele não sabia nem se ele iria a reconhecer. A última vez que a viu, ela tinha cabelo loiro e olhos azuis cheios de vida, de esperança.


—Você quer que eu vá para o seu quarto e espere por você? Mantenha sua cama agradável e quente? —Nah, vá fazer companhia aos Irmãos. Ela

fez

beicinho,

mas

levantou-se

e

beijou

sua

bochecha. —Eu estarei esperando por você, não importa o que você queira. — Ela lhe deu uma piscadela e deixou-o sozinho. Roxie era uma mulher decente, mesmo ela sendo uma prostituta do clube. Agarrando suas chaves, ele fez o seu caminho para fora da sede do Grit Chapter. De repente ele estava tão malditamente nervoso, e isso o deixou irritado. Bridget deixou a cidade, deixando-o como todos os outros. Você a deixou primeiro, imbecil. De nenhuma maneira ele ia deixar ela fazê-lo nervoso. Eles eram estranhos agora. Subindo em sua moto, ele saiu do clube para o único restaurante na cidade. Ele não tinha nenhuma ideia do que ele ia fazer quando ele a visse novamente. O que o surpreendeu mais foi o fato de que ela veio a ele e não a seus pais. Estacionando sua moto, ele desceu, e caminhou para o restaurante. Olhando ao redor do interior, e depois se concentrou nela. Seu cabelo não estava mais loiro, mas preto, e era longo, curvando em volta da cintura. Ela usava um par de calças jeans com os joelhos rasgados, e a camisa


pressionava seus peitos juntos, mostrando seu grande decote. A jovem inocente que ele se lembrava se foi, e em seu lugar, era uma mulher que sabia sobre a vida, o que era nítido pelo seu rosto e no ar ao seu redor. Ele não sabia se ele gostava disso. Ela pegou sua bolsa, jogou algum dinheiro, e caminhou em direção a ele. —Eu estou em apuros e preciso da sua ajuda. Beast não a levou de volta para o clube, e Bridget não sabia como ela se sentia sobre isso. Ao invés, ele a levou de volta para sua casa. Sentada à mesa, ela mordeu o lábio e esperou que o interrogatório começasse. Aos pés dela estava sua bolsa, que continha seu passaporte, dinheiro e algumas roupas. Ela nunca fugiu antes, e ela não sabia o que levar com ela. —O que está acontecendo, Bridge? —, Perguntou Beast, se sentando. —O que há com todas essas mudanças? — Ele apontou para seu cabelo e roupas. —Eu não sou a mesma pessoa que você viu da última vez. Eu cresci. —E começou a ter problemas. Tudo bem, você cresceu, tem um par de peitos, uma bunda, uma atitude. Que problemas você tem?


—Eu trabalhei para um cara, Francis Cole; você já ouviu falar dele? —Ele balançou a cabeça. —Você pode conhecê-lo como Francis Cole-Rodriguez. — Ela o viu ficar tenso. —Eu o conheço. O que eu quero saber é como você o conhece, e como diabos você veio trabalhar para um cara envolvido na porra da máfia! —Eu estava saindo da faculdade, tranquila, jovem e uma total idiota. Arranjei um emprego como contadora em um cassino de Vegas. Eu fiz um trabalho tão bom que eu trabalhei até as fileiras e me tornei sua contadora pessoal. Todo esse tempo, eu pensei que eu estava trabalhando para um homem de negócios da empresa. Como sua contadora, eu coloquei os números em conjunto e tratei seus impostos e tal. Uma noite, eu estava trabalhando até tarde, e, erm, uma de suas contas não somavam. Fui procurá-lo, e.... Ela teve que parar. Era simplesmente demais. —Você testemunhou algo que seu doce traseiro não deveria ver? —Ouvi gritos, e quando entrei em seu escritório particular, eu o assisti, erm, eu o assisti matar um homem. — Bridget não ficou para ver. Ela correu para o apartamento dela, e quando Rafe, seu noivo e Francis o filho mais velho, a chamou, ela respondeu. Rafe queria falar. Ela foi tão idiota. Ela foi encontrá-lo, pensando que ele nunca faria mal a ela, pensando que ele a amava. Quando ela começou a trabalhar para Francis, Rafe


sempre flertou com ela, tentando impressioná-la, mostrando suas formas ocultas em seus restaurantes. Ela não sabia por que, mas seu intestino lhe dissera para ter cuidado e ficar em silêncio, de modo que ela fez. Bridget tinha o descoberto falando sobre sua morte. Francis estava triste por vê-la ir, e Rafe também, ela Foi uma foda decente de acordo com ele. Deus, ela foi tão estúpida. Ela saiu de lá e correu. A única pessoa que ela pensou era Beast. —Puta merda! —Eu não tinha para onde ir. —Você veio a mim. —Você é o único que eu sei que poderia me ajudar. Não há ninguém mais. O meu noivo me quer morta e o mesmo acontece com Francis. Eu sou uma mulher morta, se eles me encontrarem. —Você está noiva? —Não mais. — Ela penhorou o anel na primeira chance que teve. —Eu não vou casar com qualquer cara que quer me matar. —Você sabe por que eles mataram o homem? —Não. Eu não sei nada. Tudo o que sei é que eles querem me matar agora, porque eu testemunhei isso, e eu quero viver. Beast sentou-se e começou a rir. —Você é inestimável, você sabe disso, certo?


As lágrimas encheram seus olhos, e ela olhou para suas mãos. —O que há com toda a mudança? —, Perguntou Beast, apontando para a roupa. Mordendo o lábio, sua vergonha era quase completa. —É o que Rafe gostava. Ele me disse que era hora de fazer uma alteração; a boa menina era legal no início, mas não era tão bom em uma esposa. Ela empurrou o cabelo do rosto, odiando como ela se interessou por ele e que ela mudou por ele. Rafe estava lá, e ele foi o primeiro cara para dar-lhe toda a atenção. Ele viu o seu passado nerd e gostava dela. Rafe foi o único homem que ela teve relações sexuais. Ela encolheu-se ao pensar em como ele deve ter rido com seu pai sobre como ingênua ela realmente era. Com o tempo, ela mudou até que se olhou no espelho e não reconheceu a mulher olhando para ela de volta. Ele até lhe deu um tapa na cara uma vez por respondêlo. Ele queria sair para um clube local, e ela não queria ir. Rafe comprou um vestido, que era extremamente revelador, não havendo nenhum ponto em usá-lo. Eles discutiram, e para que se calasse, ele bateu com força. Depois disso, ele aparentou tão triste, e ela estava tão assustada, ela vestiu do jeito que ele queria, e fez tudo o que ele disse. Eu sou uma idiota total. —Uau, eu nunca te imaginei um capacho, mas é exatamente o que você se transformou.


Bridget enxugou as lágrimas. —Você não acha que eu sei disso? Pode me ajudar? Inclinou-se para trás e olhou para ela, avaliando. Mesmo quando eram mais jovens, ele sempre tomou seu tempo, avaliando tudo. Ele deixava seus pais loucos com isso. —Sim, eu vou ajudá-la, por um preço.


—Um preço? —, Perguntou Bridget, seu aperto na garganta. —Você me deve; você deve ao clube, uma vez que teremos as suas costas. Ela sabia que pedir ajuda não seria de graça, mas ela não pensou que Beast seria o único a fazer a demanda. Ela assumiu,

estupidamente,

que

seu

meio-irmão

ajudaria

porque ela era família, mesmo que apenas por casamento, mesmo que não se vissem há décadas. No entanto, ela esperava que o clube exigisse algo em troca. Eles não eram exatamente o grupo mais nobre dos homens, mesmo eles sendo leais uns aos outros. Ela não era chamada de Bridge faz muito tempo; Beast foi o único. A verdade era que eles não eram exatamente


próximos naquela época, mas ela ainda se preocupava com ele, mais do que ela deveria. Ele era um homem atraente; não era no sentido clássico, mas no brutal, que mataria alguém que fodesse com o que era seu. Bridget nunca pensou que estaria com os maus rapazes, nunca pensou que saber que seu meio-irmão fazia coisas ruins, atividades ilegais, e não estava arrependido sobre qualquer coisa, ele a transformou tanto assim? Ele estava maior agora, até mesmo mais alto, e mais musculoso. Seu corpo, o poder que irradiava dele, e a maneira como ele olhava para ela, disse-lhe que ele teve uma vida endurecida, mas não se arrependia de nada. —Eu tenho medo pela minha vida Beast. Você não estaria disposto a fazer qualquer coisa se a sua vida dependesse disso? Ele ficou em silêncio por um momento, mas depois ele exalou e levantou uma mão para passá-la através de seu cabelo curto e escuro. —E se um Patch quiser seu corpo, Bridge, quiser transar com você e usá-la para seu prazer pessoal? — Ele armou sua sobrancelha novamente. —Você está disposta a fazer isso para se manter segura? Ela engoliu em seco, sua garganta apertada, as palmas das mãos suando. Ela passou as mãos sobre as coxas, sentindo seus dedos trêmulos de seu medo e seus nervos. Antes que ela pudesse responder, ele começou a falar novamente.


—Não se preocupe, princesa. Eu não deixaria qualquer um dos Patches te tocar. Ela suspirou de alívio, não percebendo que ela estava segurando a respiração. Ele se inclinou para frente e apoiou os antebraços sobre a mesa. —Vou conversar com o clube sobre tudo isso. Até então, eu quero você no clube. Isso irá garantir que você esteja protegida. Ela assentiu com a cabeça. —Obrigada, Beast. —Não me agradeça ainda, Bridge. Você não sabe qual será o meu preço. — Ele sorriu. —Eu posso ter dito que não deixaria qualquer um dos Patches transar com você, mas eu não disse nada sobre eu fazer isso.

Bridget viu quando a porta do quarto na sede do clube fechou, e ela se deixou chorar. Ela chorou porque ela tinha vergonha por entrar em toda esta merda em primeiro lugar e porque ela estava com um medo danado. Embora ela não falou com Beast em muito tempo, ela sabia, assim que ela viu o homem morto, ele seria o único que poderia mantê-la segura. Rafe não iria parar até que ela estivesse morta, porque o que ela viu poderia colocar ele e seu pai afastado por um longo tempo. Eles poderiam perder tudo, e matá-la


era um pequeno preço a pagar para manter o seu império e sua liberdade. Ela se levantou e foi para o banheiro anexo ao quarto. Beast não era exatamente o homem mais organizado, e merda estava em todo o lugar, desde roupas a latas vazias de cerveja, até mesmo preservativos ainda na embalagem, obrigado Deus, estavam espalhados pelo chão. Ela acendeu a luz e franziu o nariz para o estado do banheiro. Se ela estava indo para ficar neste quarto, ela precisava limpar isto, não só porque ela gostava de tudo limpo, mas poderia vir a ajudar a ocupar seus pensamentos e preocupações. Olhando para seu reflexo no espelho sobre a pia, ela passou as mãos em seus cabelos. Ela odiava essa cor nela, odiava que ela mudou. Quando ela visse Beast novamente lhe pediria para trazê-la alguma tintura de cabelo da sua cor natural, e um par de tesouras. Ela ia tentar, pelo menos, colorir o cabelo de volta ao normal, cortá-lo, e esperava que a fizesse se sentir mais em sua própria vida e torná-la menos reconhecível. E se ela não pudesse fazê-lo sozinha certamente alguém neste clube, uma das mulheres, poderia ajudá-la a tirar a cor e obtê-lo de volta ao normal. Como era, ela não poderia mesmo ficar olhando para si mesma no espelho. Claro, isso era apenas mais uma coisa para ajudar, ou tentar ajudar, a distraí-la de seus problemas reais. E sua situação, sua realidade, era muito perigosa.


Beast acomodou Bridget em seu quarto no clube, que ele usava quando ele partiu. Sabendo que ela estaria em sua cama, seu aroma envolveria tudo, teria seu pau duro. Beast nunca disse que ele era um bom rapaz, nunca alegou que ele queria fazer a coisa certa, nunca afirmou que podia. Bridget chegou a ele, e ele a protegeria, sabia que era um bastardo e ele disse a ela que viria com um preço. Claro, ele não tinha que fazer tais exigências. Ele poderia tê-la ajudado, e ele sabia que o clube teria feito o mesmo. Mas, honestamente, ele estava um pouco chateado com ela. Ela não falou com ele há anos, mas ela veio a ele, porque ela estava com problemas e precisava de ajuda. Ele a deixou no quarto e foi em busca do resto dos membros do clube. Ele precisava reuni-los e chegar a um plano; ele sabia o suficiente sobre Francis e a merda que ele ficou em saber que as coisas poderiam ficar muito ruins, muito rápido. Uma vez que eles soubessem que Bridget testemunhado o assassinato, eles estariam atrás dela, não havia dúvida acerca disso. Beast não sabia muito sobre Rafe, mas ele iria descobrir toda a sua merda suja, porque ele tinha que saber todos os aspectos se ele estava indo para proteger Bridget e derrubar um dos maiores jogadores da máfia.


—Que porra você está falando? —, Perguntou o King. Payne sentou-se à cabeceira da mesa, pensando. —Não há maneira que estamos assumindo Francisco Rodriguez e viver para contar a história. O bastardo estripa sua família sem pestanejar, e ele mesmo filma—, disse Smalls. —Ele é um filho da puta feio que você não quer tentar se meter. —Eu até ouvi que ele filmou como vários de seus homens estupraram sua filha porque ela tentou sair da família—, Pike disse, balançando a cabeça. —Eles estavam transando nojento. Ela gritou até que ela não podia gritar mais. —Porra! O que aconteceu com ela? —, Perguntou King.


—Há rumores de que ela estava trancada em um quarto branco e não eram permitidos quaisquer visitantes. A merda que ele fez com ela foi podre. — Disse Pike. Beast ouviu rumores semelhantes, e encontrou alguns sobreviventes do que Francis e Rafe Rodriguez eram capazes. Ele esperava que ele tivesse sido enganado. Os sobreviventes foram marcados para foder, danificados além do reparo, e a única razão que foram mantidos vivos era usar suas histórias de horror como exemplos para avisar outros. Correndo os dedos pelo cabelo, ele fechou os olhos. Que porra você se meteu, Bridget? Ele sabia que ela era completamente inocente e tropeçou acidentalmente. —O que sua irmã estava fazendo com eles? —, Perguntou Smalls. —Meia-irmã. — Ele tinha as pessoas sempre corrigidas. O que sentia por Bridget não tinha nada a ver com ser sua irmã. Ele queria transar com ela, para ter sua doce boceta como dele, e enchê-la com a sua coragem. Ela ficaria muito bem nua e vazando sua semente fora de sua boceta e sua bunda. Apenas o pensamento era suficiente para engrossar seu pau e tê-lo ansioso para ir. Sempre Foi assim com Bridget. Não quando ele a conheceu; ela era muito jovem então. Quando era jovem, ela não fez nada além de irritá-lo. Agora, ela tropeçou em confusão, e foi até ele para protegê-la. Aparentemente, ela ainda estava fodendo com sua vida.


—Independentemente disso, o que é o jogo acima? —, Perguntou o King. —Que porra você quer dizer? —Não há nenhuma maneira que você pode virar e dizer que ela tropeçou nessa confusão. É Francis Rodriguez. —A Bridget não sabia quem ele era—, disse Beast, defendendo-a. Ele acreditava nela. —Isso é o que ela está dizendo a você. Ele bateu a mão na mesa. Não importava quem tentasse falar contra Bridge, ele não deixaria isso acontecer. —Ela é inocente. Sabemos quem Rodriguez é porque estamos nessa porra de círculo. Nós não estamos ligados à máfia, mas corremos no mesmo tipo de mundo. Bridge, ela foi para a faculdade. Ela fez algo de si mesma, e foi sugada na merda errada. Ele se levantou e começou a andar no quarto pequeno. Quando ele disse a ela que ela devia ao clube, ele não quis realmente dizer isso. Ninguém ia tocá-la, além dele. Ele era dono de sua vagina, e deveria ter sido todos esses anos, ninguém mais. Bridget foi a única mulher que ele pensou várias vezes ao longo dos anos, e ele estava indo para ajudála independentemente. Ele não sabia o que estava sobre ela e vendo-a com tanto medo o afetou profundamente. Ninguém merecia estar com tanto medo, como ela estava. Sim, ele estava em um clube de motociclista áspero que lidava com drogas, armas, morte e sexo, mas ele sabia que


havia mais lá fora. Ele recebeu mensagens de seus pais sobre os anos dizendo-lhe pequenas partes do que ela conquistou. Por alguns momentos, ele ficou orgulhoso dela. Ela assumiu uma vida que ele não podia sequer imaginar. Beast sempre imaginou que ela estaria casada com crianças, a cerca branca, e até agora fora de seu alcance seria ridículo para ele mesmo tentar chegar a ela. Em vez disso, ela caiu em seu colo, e agora ele tinha uma chance de viver cada uma de suas fantasias. —Ele descobre que estamos abrigando ela, estamos mortos. —Rodriguez tem contatos, mas nós também. Nós não somos apenas qualquer porra de clube, fazemos parte dos Soldiers of Wrath MC; nós somos o Seção Grit. Eu digo, qualquer merda que ele quiser trazer para nós, então que ele traga, porra. Estou pronto. Bridget, ela pertence a mim, e ninguém vai tocá-la, você entende? —, Perguntou Beast. — Mas, eu tenho um problema. Ele observou seus irmãos olhar para o outro, e depois de volta para ele. —O que é isso? —, Perguntou King. Apesar de ter estado chapado de cocaína na noite passada, o Irmão estava focado. Claro, havia membros do clube que não poderiam lidar com a sua merda, mas o King sabia quando festejar, e quando não. —Quando vocês estiverem em torno de Bridget, eu quero que vocês a tratem como um jogo justo. — Ele queria mexer com ela um pouco, para fazê-la pensar que lidar com o clube


não seria fácil. Ela poderia saber isso, mas ele teria certeza de que ela realmente não percebesse o que teria que fazer para tirá-la disso. —Deixe-me entender isso direito, você quer que nós a deixemos sozinha, mas tratá-la como se ela fosse uma prostituta do clube? — King perguntou. —Está certo. Qualquer pessoa que a tocar, ou levá-la muito longe, vai lidar comigo. — Ele bateu com a mão na mesa e fez o seu caminho para fora da local. Roxie estava esperando por ele quando ele fez o seu caminho para as escadas. —Ei, bonitão—, disse ela, pressionando seu corpo contra o dele. Sua camisa estava aberta, e ele viu o pó branco que não Foi sugado decorando sua pele. Beast não estava interessado nela, nem estava interessado em seu corpo. Ela não tinha nada a oferecer que ele realmente queria. —O que você quer? —Eu pensei que nós poderíamos terminar o que começamos mais cedo. Eu adoraria ter aquele pau na minha bunda. Você me conhece, adoro quando você me fode. Balançando a cabeça, Beast olhou para as escadas. A mulher que ele queria estava em seu quarto, esperando por ele. —Não. —Não?


—Está certo. Eu não quero isso. — Ele desviou de Roxie e caminhou em direção ao seu quarto. Quando ele entrou no quarto,

ele

encontrou

Bridget

sentada

em

sua

cama

parecendo nervosa. —Isso foi rápido—, disse ela. —Foi rápido. Espere. —Esperar? O que? —Você quer a minha proteção e do clube? Espere. Eu quero levar esse corpo para um test-drive.


—O quê? — Bridget gaguejou, sabendo que ela não lhe ofereceu nada, mas incapaz de manter o choque fora de sua voz. Claro, ela sabia que ela devia ao clube, mas ela realmente não pensou que Beast iria fazê-la fazer isso, especialmente não tão cedo. Ela era uma pré-adolescente quando ele entrou em sua vida e, a princípio, ela não viu ele como nada além de um menino mau. No entanto os sentimentos dela começaram a crescer; ela começou a cuidar dele. Mesmo quando uma jovem adolescente, percebeu estar atraída por uma pessoa, e essa pessoa era Beast. Mas ela nunca admitiu como ela se sentia, porque ele era um menino mau, e porque ela queria esconder suas emoções de seu meio-irmão. Bridget escondeu esses desejos toda a sua vida, não admitindo, na maioria das vezes nem mesmo para si mesma, que se as coisas tivessem sido diferentes, ela teria se entregado a Beast. Mas este movimento aqui, mesmo ela


tendo vindo a ele por ajuda, foi mesquinho, e ela não sabia como levar tudo. Admita, Bridget, seu comando, sua exigência de que você dê a ele fez você ficar molhada. —Você me ouviu, princesa. Eu quero que você faça um strip para mim, para me mostrar o que você tem sob essas roupas. Ele foi até a cadeira no canto do quarto e sentou-se. Seu olhar

mostrou-lhe

que

não

queria

ouvir

quaisquer

argumentos ou quaisquer queixas. Ele disse a ela o que ele queria, e ele esperava que ela cumprisse. Verdadeiramente chocada com a sua exigência, ela também estava excitada e molhada, e havia uma dor entre suas coxas. Bridget nunca soube que Beast queria algo parecido com ela, a via como uma espécie de objeto sexual. Ela estava claramente errada. —Isso é uma coisa fodida de fazer, Beast—. Ele ficou tenso, e até mesmo de onde estava, o endurecimento de seu corpo era visível. —Vamos lembrar uma coisa, Bridge. Você veio a mim, precisando da minha ajuda, porque você estava em um fodido o relacionamento com um psicopata. Ela engoliu em seco. —Eu não estou fazendo nenhum segredo que eu quero que você, obviamente, ou que eu já quis você. Agora, tenho a oportunidade de desfrutar sua doce boceta, e eu quero que


você dê para mim de bom grado. — Ele segurou-a no olhar, seus olhos duros, inflexíveis. —Eu não achei que era o tipo de cara que força uma mulher para o sexo. — Antes que ela soubesse o que estava acontecendo, ele estava fora de seu assento e sobre ela, usando seu corpo maciço para pressioná-la contra a parede. Ele tinha a mão envolta frouxamente em torno de seu pescoço, sua ereção escavando em sua barriga. Por um segundo, tudo o que ele fez foi respirar com dificuldade, seu hálito quente e doce escovando ao longo de seu rosto, mexendo em seu cabelo. —Eu não estupro mulheres, Bridget, — Beast disse em uma voz dura, assustadoramente profunda. —Eu não tenho que forçar mulheres a fazer qualquer coisa que elas não queiram fazer. — Em seguida, a mão envolta sua garganta se moveu, pressionando entre suas coxas. Ela engasgou com a sensação de pressão, sabendo que era a mão de Beast causando o atrito. —Você achou que se eu empurrasse minha mão para baixo em suas calças, sua pequena boceta estaria boa e pegajosa? Ela estava respirando com dificuldade, incapaz de recuperar o fôlego, para obter ar suficiente em seus pulmões. —Eu sei que você quer isso, me quer, mesmo que você esteja tentando agir como se você não estivesse afetada. — Beast não estava falando alto, mas a dureza de sua voz ainda era surpreendente.


—Você não sabe de nada. — Bridget sentiu um pouco de força despertar nela. Ela poderia precisar de sua ajuda, mas não significava que ela tinha que ser seu brinquedo também. Mas você quer, mesmo que você esteja negando isso. Ele acrescentou mais pressão, e ela levantou-se na ponta dos pés, arfando com o prazer que a percorreu com a sensação de sua mão pressionando duramente contra ela. —Responda-me—, disse ele com os dentes cerrados, empurrando seu pênis em sua barriga, moendo-se contra ela. —Não há nada a dizer—, ela sussurrou, e não cedeu, pelo menos não tão cedo. —Você não tem efeito sobre mim. Ele fez um som baixo na parte de trás de sua garganta, como um animal, gutural no tom. —Você é uma pequena provocadora, tentando jogar duro para conseguir, Bridge. — Antes que ela percebesse, ele tinha o botão e zíper da calça desfeitos, tinha a mão empurrando para baixo o dedo e dentro da calcinha, tocando a boceta que ele possuía. Ele abriu os dedos pelas dobras de sua boceta embaraçosamente embebidos, moveu-os ao longo de sua abertura, e em seguida, correu até sua fenda novamente para provocar o clitóris. —Mentirosa—,

ele

rosnou

novamente,

e

em

um

movimento rápido, enterrou um dos seus dedos grossos dentro dela. Seus olhos rolaram para trás, os lábios entreabertos, e ela gemeu como bom e forte isso era.


—Eu conheço você melhor do que você mesma, baby. E sua linguagem corporal, a partir do momento que eu vi você, me disse o quanto você quer o meu pau. Ela tinha os olhos abertos agora, não percebendo que ela os fechou. Eles olharam um para o outro, o dedo de Beast ainda alojado em sua vagina, sem se mover, mas de alguma forma realizando este poder sobre ela. —Sim, você me quer, e jogar duro para conseguir só faz o meu pau com força suficiente para fazer furos em aço.


Não havia porque negar, e Beast viu o momento em que ela cedeu. Sua vagina estava extremamente apertada e escorregadia. Ela era a porra de um sonho, e ele pegou tantas garotas em baladas que sabiam como tomar o seu pau. Deslizando um segundo dedo dentro da vagina dela, ele acariciou seu clitóris com o polegar, observando seu olhar vaguear. —Isto está errado. Você é meu meio-irmão. —Isso não significa merda nenhuma aqui, bebê, e você sabe disso. Nós não somos parentes, e nunca tivemos uma relação de irmã e irmão. Seu garoto não tem cuidado de suas necessidades. A porra dessa sua boceta gananciosa está sugando meus dedos, implorando por mais. Você quer o meu pau, não é?


Ela gemeu e começou a deslizar para cima e para baixo nos dedos dele. —Por favor? —Diga-me o que você quer. —Beast, por favor. —Isso não é suficiente. Eu preciso que você me diga exatamente o que você quer. — Ele parou de mover os dedos e ficou imóvel. —Isto está errado. — Ele tirou as mãos das calças dela e levantou a mão para que ela visse. —Você acha que isso é errado? Você encharcou meus dedos, e acha que não me quer? — Ela mordeu o lábio, e ele a observou fechar as coxas com força. —Eu posso tornar realidade cada um de seus pequenos desejos. — Seu pau estava rígido como pedra, pronto para foder a garota. Esse lance com Bridget estava fadado a acontecer. Eles sempre tiveram uma ligação, e com os anos, se tornou uma atração, um fogo que queimava entre eles. — Basta dizer as palavras, e é todo seu. Beast esperou que ela se decidisse e começou a lamber a nata em seus dedos. —Você é saborosa, bebê. Seu amante fajuto, ele já lambeu sua doce boceta? Ele viu a necessidade queimando nos olhos dela, e Beast sabia que ela não demoraria em ceder. Sentando-se, ele abriu o zíper de seu jeans, e colocou seu pênis para fora.


—O que está fazendo? —Você pode não querer, mas eu vou sentar aqui e me divertir um pouco. — Ele a olhou de cima a baixo, amando suas curvas acentuadas. Fazia um longo tempo que ele não se sentia assim tão excitado. As mulheres que ele fodeu, as garotas do clube, não valiam nada. Mulheres como Bridget, essas eram especiais, e ela sempre teve esse efeito sobre ele. Ela lambeu aqueles lábios carnudos, e tudo o que ele conseguia imaginar era esses mesmos lábios envolvendo seu pau. —Tudo que você tem que fazer é dizer as palavras, e eu vou foder você, bebê. Eu vou te foder incrivelmente bem. —Qual

é

a

situação

de

Rafe?

Isto

parece

contraproducente. — Ele poderia ter rido dela tentando ser racional. —Nós nem sequer fizemos sexo e já quer falar daquele desgraçado. Ele quer que você morra, então pare agora de pensar

nele,

eu

aqui

querendo

transar

com

você,

provavelmente, não é a melhor escolha. Ela passou os dedos pelos cabelos e soltou um suspiro. —Rafe sempre foi bom, mas não era exatamente amor. —O que era? —Fácil. Ele era o filho do meu chefe, e parecia errado rejeitá-lo. Ela encolheu os ombros. —Deus, eu fui tão idiota.


Ele rosnou e viu como ela bufou e se mexeu para tirar a camiseta. —Você vai ficar nua para mim? —Você me disse para tirar. —Eu também disse para me dizer o que queria— Ele deslizou a mão de cima a baixo em seu pau, gemendo quando ela tirou a camiseta. Ela usava um sutiã de renda preto, mas não escondia totalmente seus seios redondos. Eles eram maiores que uma mão, e ele adorava ter um belo par de tetas saltando na frente dele. Ela desabotoou a calça jeans e parou. —O que quer que eu diga? Ele sorriu. —Diga-me exatamente o que você quer que eu faça com seu corpo. Ela abriu a boca, e ele viu que ela estava prestes a debater com ele. —Nem sequer pense em mentir para mim, bebê. Acabou de encharcar meus dedos com seu creme. Você me quer, e eu quero você. Bridget soltou um suspiro. —Sim, eu quero, mas não deveria querer. —Não pense sobre o que você não deve querer. Vá ao que você realmente quer. Quero entrar em sua boceta, babe. Entregue-se.— Ele deslizou a mão por todo o seu pau. —Eu


quero foder sua boceta e enchê-la com meu gozo. Quando eu terminar com a sua boceta, eu vou tomar o seu rabo. Eu não vou deixá-la em paz até que cada buraco seu estiver cheio com meu sêmen. É o que eu quero. Diga-me, babe, o que é que você quer? Ela lambeu os lábios novamente. —Eu quero fazer sexo obsceno e não me preocupar com o que isso pode parecer. Eu quero que você me agarre, me empurre para a cama, e me faça tomar seu pênis. Eu o quero tanto que dói. Quando Rafe me comia, eu não sentia nenhum prazer, e eu pensava em você para tentar gozar. Não há mais ninguém que algum dia me tenha feito me sentir assim. É esse o tipo de coisa que você quer ouvir? Ele largou seu pau e se levantou. Deslizando o dedo por debaixo do sutiã dela, abriu o fecho, observando os seios dela ficarem livres. Ele deu um passo para trás para dar uma boa olhada naqueles seios deliciosos. Mal podia esperar para têlos nas mãos, na boca. —Isso é exatamente o que eu quero ouvir, especialmente se é a verdade. É a verdade? — Beast esperava mesmo que fosse a verdade, uma vez que era exatamente o que ele queria fazer com ela. O clube sabia que ela pertencia a ele. Ele poderia fazer o que diabos ele quisesse com ela, e mal podia esperar para começar.


Bridget não deveria estar excitada, não por esta situação, e certamente não porque Beast ia transar com ela. Ela deveria ficar puta, ofendida. Deveria odiá-lo ainda mais, apesar do fato de que ele a ajudaria. Mas sua vagina estava molhada, os seus mamilos duros, e ela ansiava por mais do toque dele. Ela parou de pé no centro da sala. Beast não se mexeu, seu foco inteiro sobre ela. A eletricidade movendo-se entre eles era um crepitar no ar, passava através dela. Ele a queria, ela o queria, e ela não iria interromper isso. Era como se aqueles anos não tivessem passado, como se os dois estivessem aqui todo o tempo, o desejo claro, denso. Era estranho, mas reconfortante. —Você quer que eu dê a você um pouco de dor, bebê? Você quer que essa dor lhe dê prazer? — Beast sussurrou, excitado.


Ela não deveria querer isso, mas, caramba, ela sempre quis. Ela assentiu e lambeu os lábios, sua garganta queimando, seca. Ele deu um passo para mais perto dela, e ela ficou exatamente onde estava. Ela sabia que este homem poderia dar a ela tudo o que ela sempre quis na cama, tudo o que precisava, mesmo que ela nunca tivesse se deitado com ele. Era a aura em torno dele, a força e controle que vinham dele. —Então me diga. —Eu quero isso, Beast—, ela sussurrou. Ele estava a poucos metros dela, e depois que ela falou, ele continuou ali, a

olhando,

inalando

profundamente

como

um

animal

primitivo, farejando sua excitação. Depois de um segundo, ele levantou a mão, a chamando com um gesto. —Então,

venha

até

mim,

menina.

Ele

sorriu

abertamente. —Você fará o que eu mandar, quando eu mandar, bebê. — Ela assentiu, o coração enlouquecendo. —Você me dá o que eu quero porque me fará feliz. No final, você também ficará. — Beast estava excitado; ela podia ver tanto quanto podia ouvir em sua voz. Podia sentir a umidade entre suas coxas aumentar. Seu pênis estava duro. Seu pau grande e grosso visível depois que ele desabotoou a calça jeans. —Gosta do que vê? — Ele disse, sua voz um som profundo, gutural que provocava arrepios em toda a sua carne.


Ah, sim. Ela gostava. Ele ia usá-la, deixá-la com dor de tanto prazer. A verdade era que ela gostava um pouco de dor junto do prazer, gostava de um pouco de ser dominada e controlada. —Toque-se, Bridget. — Seu olhar se moveu sobre ela, como se ele tivesse estendido a mão e a acariciado. Ela tocou a vagina, e um arquejo de prazer saiu dela. —Isso, — ele gemeu, e ela sentiu o calor do corpo dele atravessá-la enquanto ele se aproximava. —Abra mais as suas pernas, babe. — Sua voz caiu se tornou ainda mais profunda. —Eu quero dar uma boa olhada em você enquanto se toca. Ela

exalou

lentamente,

fechou

os

olhos,

e

fez

exatamente o que ele pediu. Deus, ela sentiu falta dele. Sentiu o ar refrigerado sobre suas partes íntimas e expostas. —É isso aí—, ele murmurou. A garganta de Bridget apertou. Sua boceta se encharcando ainda mais. Ela não hesitou em obedecer. Arrepios varreram sua pele, e ela se forçou a não tremer. —Sim—, ele assobiou. —Eu poderia olhar para você durante a maldita noite toda, me masturbar com a visão de você assim. Eu poderia cobri-la com a minha porra para que você cheirasse como eu. Ela estremeceu com as palavras.


—Mas tanto quanto eu gosto de olhar para você, eu preciso te foder—, disse ele com a voz profunda que provocou algo imoral em seu interior, fez seu clitóris palpitar, e sua boceta gotejar. —Levante-se e olhe para mim. Quando ela se levantou e se virou para ele novamente, tentou recuperar o fôlego, tentou se acalmar. Ele ficou nu diante dela. Ela ficou um pouco chocada, porque não escutou ele tirar a roupa. Mas Beast parecia perigoso agora, quase assustador. Ela ficou ainda mais excitada. —Vou tomá-la aqui e agora. Eu vou meter meu pau tão fundo em sua boceta que não vai saber onde você termina e eu começo. — Sua voz era dura e inflexível. —Deus. —Nenhum Deus, babe, apenas eu. Mas vou fazer você gritar para os céus antes que eu termine com você. — Sua garganta parecia muito apertada para responder. —Você sabe pelo que eu estou ansioso, menina? — Ela balançou a cabeça. —Isso mesmo que você está com medo agora, você quer o meu pau em você, quer que a domine, e quer a dor que eu posso te dar. Você quer tudo, porque você é uma putinha necessitada. Você é minha putinha. Só minha. — Ele se aproximou dela, estendeu a mão e segurou seu queixo, inclinando a cabeça para trás. Ela olhou em seu rosto, vendo o controle em sua expressão. —Diga-me que você só quer o meu pau.


—Beast...— Ela murmurou seu nome. —Eu só quero o seu pau. — E ela realmente quis dizer isso. Ele se afastou vários metros dela. —Bom, porque ninguém mais vai tê-la, mesmo depois que eliminarmos Rafe e quaisquer outros desgraçados que apareçam em nosso caminho. Você é só minha Bridge. Ela sentiu seu coração saltar perante essas palavras, porque ela sabia que eram verdadeiras.


Beast ia testá-la, ver o quão longe ele poderia forçá-la para que fizesse exatamente o que ele queria. Até então, ela o surpreendeu com a facilidade com que se submeteu a ele. Ela deve estar aterrorizada para ter caído a seus pés. Aterrorizada, ou ela escondeu sua atração por mim muito bem. Ele pensou que era bom em ler as pessoas, mas ele não via Bridget há tempos. Talvez ela fosse muito melhor escondendo seus sentimentos do que ele tinha lhe dado crédito. —Você vai ser minha putinha? — Ele perguntou. Ela parou e o olhou com atenção. Ele viu a dor e vergonha em seus olhos. Bridget estava magoada, e ele sentiu como se tivesse levado um chute no estômago pela dor que viu. Você não quer machucá-la. Ele nunca quis machucá-la. Beast odiava o quanto ela o afetou ao longo dos anos. Ela era a mulher que entrou em seus sonhos na calada da noite. Seu


rosto era o que ele imaginava quando precisava de ajuda para gozar. Cercado por seus homens, ou na estrada, ela era a mulher em quem ele pensava, aquela com quem ele se preocupava mais. Beast tinha se preocupado com ela por tanto tempo, e agora que ela estava sob sua proteção como sua garota, ela acalmou o monstro dentro dele. O monstro com que ele lutava diariamente sobre tê-la para si. —Eu não posso fazer isso—, disse Bridget, parando. O coração dele batia forte dentro do peito. —Você não quer o meu pau? Você mentiu para mim? —Eu quero estar com você, mas eu não sou a mulher que você está me fazendo ser. Eu não sou uma vagabunda. Eu estava com um homem que eu pensei que poderia amar. Eu nunca estive com mais ninguém. Eu não transei por aí, e nunca traí Rafe, embora ele tenha ficado com um milhão de outras mulheres. — As lágrimas começaram a cair fortes e rápidas. A realidade de sua situação finalmente recaiu sobre ela, e Beast sentiu-se como um idiota completo. —Bridget—, ele disse enquanto avançava em sua direção. Ela cobriu o rosto e começou a chorar. —Como isso aconteceu comigo? Eu sempre fui boa. Eu sempre me neguei tudo que sempre quis. Fingir não me preocupar com você, mesmo quando estava arruinando sua vida, eu fingi.


—Você queria que eu corresse das pessoas que você corria. —Eu não corri para o clube. Corri para você. Você é a razão pela qual estou aqui, e não o clube. Você é a única pessoa em quem confio. Ela enxugou as lágrimas e assoou o nariz. Ele entregoulhe um lenço de papel. Ele não queria fazer isso. Beast não queria se importar, mas é exatamente isso o que ela fez com ele. Ela o fez se importar. Ela o fez querer ser um homem melhor, mesmo quando seus pensamentos sobre ela estavam cheios de fantasias sujas. —Eu quero você—, disse ela. —Isso é o que faz tudo errado. Eu sempre quis você, e eu vou trepar com você se é isso que você precisa para me proteger. Eu estou molhada para você, e sim, eu quero seu pau na minha boceta. Eu não quero o clube, quero você. Beast pressionou um dedo contra os lábios dela. —Fique quieta. — Afastando-se dela, ele se virou e olhou para seu pau, que ainda estava duro como pedra. Foda-se, por que ela não podia ser apenas a porra de uma puta? Por que ela o fazer sentir? Se importar? Este não era o homem que ele queria ser. Ele fazia parte dos Soldados da Ira MC: Subdivisão Grit. Beast tomou mulheres, as comeu, usou, e as esqueceu. Ela tocou o ombro dele, e ele ficou tenso, girando para encará-la e agarrá-la pelo pescoço. Ele a pressionou contra a parede, e ela segurou nos pulsos dele com ambas as mãos.


—Beast? O que está fazendo? —Eu não quero me importar. Eu passei muito tempo sem me preocupar com nada, no entanto, você está fazendo com que eu me importe. Pare com isso, Bridget. Eu quero sua boceta. Você vai dar para mim e, em troca, o clube irá protegê-la. Isso não é nada mais do que um simples e dar e receber. — Para impedir a si mesmo de retirar as palavras, ele lançou seus lábios nos dela, deslizando a língua em sua boca. Ela estava tensa sob seu toque, mesmo que abrindo os lábios e dando o que ele estava procurando. Ele tomou seu beijo, e com uma mão, a outro ainda em seu pescoço, ele cobriu um seio inteiro. Ela era tão gostosa, melhor do que qualquer coisa que ele imaginou, e ele a queria. Ela gemeu, e soltando o pescoço, ele deu um beijo em sua nuca. —Diga-me o que você quer—, disse ele. Beast ia se colocar de volta no comando. Sexo, violência, era tudo o que ele conhecia. Amor, emoção, carinho, tudo isso, ele não ia se deixar levar. O menino que Foi há muito tempo, agora, era um homem, e ele não lidaria com qualquer coisa que não sexo. —Eu quero você. Eu quero o seu pênis dentro de minha boceta—, disse ela. —Fique de joelhos, e me mostre o quão boa você pode ser chupando um pau. — Ele forçou os ombros dela para baixo. —Nesta sala, você não chora nem soluça. Você me


implora para transar com você. Se quiser chorar, faça em seu próprio tempo, não no meu. Ponha esses lábios em torno do meu pau, e me mostre o quanto você precisa de mim. Babaca.

Imbecil.

Otário.

Desgraçado.

Vadio.

Não

importava do que ele chamava a si mesmo, seu pênis permanecia duro, e ele a queria. O maior problema que teve foi tentar manter uma aparência de controle entre eles. Ela entrou em seu mundo, e ela já estava o destruindo, fazendo-o tomar conhecimento dela. Bridget tinha o poder de fazê-lo questionar tudo. Ele estava tão acostumado a estar certo; não podia correr o risco de estar errado. Não sobre ela, nem sobre qualquer coisa. Ela veio a ele para mantê-la em segurança, longe de um inimigo que não tinha esperança de vencer. Certo, havia uma pequena chance, mas isso era tudo, deles sobreviverem. Ela envolveu seus dedos ao redor de do pau dele, e no segundo seguinte, os lábios estavam em volta dele. Isso ele poderia lidar. Isso ele tinha o controle.


Bridget apenas fechou os olhos e chupou aquele pau. Abriu as bochechas e relaxou sua garganta. Ela podia fazer isso, ser o que ele queria, porque a verdade era que se importava com ele mais do que jamais queria admitir, mais do que ela jamais aceitaria. Sentiu as lágrimas dançarem em seus olhos no instante em que a ponta do pênis dele bateu no fundo da sua garganta. Não era mais apenas precisar de proteção, não, era sobre estar com Beast. Mesmo ele tendo rejeitado seus sentimentos por ele, os ignorado por não querer saber nem sentir aquilo. —Pare de chupar meu pau e levante-se, Bridget. — Ela afastou-se dele, a mandíbula dolorida porque ele era muito grande. —Vire-se para mim, babe. Deixe-me ver você inteira. Tudo o que é meu.


Ela ficou de pé devagar, os joelhos travando, as pernas tremendo. Ela se virou, sentindo o olhar dele em seu corpo. Então sentiu ele se aproximar e bater em seu traseiro, com força suficiente para ela engasgar quando a dor a atingiu. Ele acariciou suas nádegas, a queimação e a dor se misturando à sensação das carícias fazendo com que o calor e o prazer crescessem. Ela estava respirando com dificuldade, não conseguia pensar, quanto mais enviar ar suficiente aos seus pulmões. —Abra mais as suas pernas, babe. — Sua voz caiu uma oitava e tornou-se mais controladora. —Curve-se agarre seus tornozelos. Eu quero ver a sua bunda e boceta bem abertas para mim, Bridge. Quero ver o que eu vou comer. Ela soltou o ar lentamente, fechou os olhos, e imaginou os dois fazendo todas as coisas imorais que ele queria. Toda a submissão que ele pretendia tirar dela. Quando ela estava na posição que ele queria, ela esperou que ele desse outro comando, outra ordem que faria sua boceta ficar ainda mais molhada. —Você é tão quente e doce, Bridge, tão pronta para tomar todo o meu pau em sua bocetinha apertada. — Ele estava respirando tão intensamente quanto ela, e era possível distinguir o som da pele sendo golpeada enquanto ele se masturbava. —Abra bem sua bunda, deixe-me ver esse buraco pequeno e apertado. — Ela fez o que ele mandou, as mãos tremendo, o coração disparado. —Isso, assim mesmo, babe.


Separe mais, até que se sinta desconfortável. — A garganta de Bridget apertou, sua boceta se encharcando ainda mais. Ela não hesitou em obedecer. Com sua bunda e boceta agora em exposição, o ar movendo entre eles, gelando sua pele superaquecida, arrepios espalhando por sua pele. Forçou-se a ficar parada. —Eu não vou deixar ninguém ter você, Bridge. Nunca—, ele disse e, em seguida, deu um tapa em sua boceta. Ela encolheu os dedos dos pés e fechou os olhos. —Tudo meu, — ele disse quase que para si mesmo. —Eu poderia gozar apenas com a visão da sua boceta acomodando o meu pau. Ela estremeceu. Ele deu outro tapa na boceta de Bridget, e ela gritou, o prazer e a dor tangíveis. —Eu quero meu pau em sua boceta, sua pele esticando tanto em torno de mim, que você vai achar que vai rasgar. — Ele deu mais um tapinha em seu traseiro. —Olhe para mim. — Sua voz profunda fazendo suas entranhas se contorcerem de desejo. Ao se levantar e olhá-lo de frente, ela tentou recuperar o fôlego. Tentou lidar com seus pensamentos e necessidades. Beast parecia selvagem na frente dela, o desejo claro no rosto e na maneira como seu corpo retesou. —Eu pego o que quero, babe, você sabe disso. — Ela lambeu os lábios e assentiu. —E o que eu quero é você, Bridge. Você inteira, como eu achar melhor.


—Eu sei—, ela sussurrou. Ele se aproximou, estendeu a mão e agarrou sua garganta novamente, empurrando-a contra a parede. Ela gostou deste domínio, a pressão leve em torno da garganta e a dureza no olhar dele. —Eu não gosto de me sentir transtornado, Bridge, e você me faz sentir assim. Ela arregalou os olhos, mas não respondeu. Ele se afastou dela, o queixo duro, o vislumbre de emoção em seu rosto agora inexistente. —Para o chão, babe. Rasteje para mim. —O quê? —Fique na porra das mãos e joelhos, faça essas tetas balançarem enquanto rasteja para mim, implorando pelo meu pau. Ela estava tão excitada agora, tão molhada e carente, sua boceta gotejando em suas coxas. Isso era degradante, embaraçoso, mas mais do que isso, excitante. Assim que ela ficou de quatro, a bunda no ar e os seios pendurados livremente, tudo o que Bridget conseguia pensar era na maneira como ele a encarava com olhos velados. Ele se excitou com aquilo, com a humilhação e o desejo dela. Com os dois nus, tudo exposto, ela sentiu a temperatura aumentar de maneira febril. Bridget não perdeu tempo em engatinhar até ele, não hesitou em fazer isso por ele. Você consegue fazer isso. O chão era frio e duro sob suas mãos e joelhos, mas ela gostou do desconforto. Ansiava


porque isso levava ao prazer, e, no final, era o prazer que Beast mais desejava. Quando ela estava bem na frente dele, ela olhou diretamente

em

seu

rosto.

Ele

tinha

uma

expressão

inabalável, mas os olhos revelavam o quão excitado ele estava. Ele virou e foi até a cômoda, pegou um cinto que estava sobre a madeira desgastada. —Sente-se para mim—, disse ele, sem virar para olhá-la. Ela fez o que ele mandou, o pulso acelerando. Ele se virou, o cinto pendurado em sua mão, o olhar duro em direção a ela. Assim que ele se despiu, ela pode sentir a força daquele corpo. Seus braços e peito cobertos de tatuagens, sombrias e cheias de cores, desenhos com uma aparência colérica e aterrorizante. Cada parte dele era dura, do pênis aos músculos. Nervos e tendões contraindo e relaxando, e ela soube que esse homem, a pessoa que conhecia há tanto tempo, a pessoa com quem ela tinha uma conexão matou pessoas com as próprias mãos. Beast era rígido, física e mentalmente. Ele era um homem muito intenso. Um que não desistia, que pegava o que queria e nunca pedia perdão. Ele começou a afagar o pau devagar, sua outra mão ainda segurando o cinto, flexionando e relaxando a pegada naquele couro escuro e desgastado. Ele gostava que ela o observasse se masturbando, gostava

que

ela

fosse

a

voyeur

enquanto

ele

era

o

exibicionista. A boca dela estava seca, sua vagina se contraiu


e ficou mais úmida. Seu clitóris pulsava no mesmo ritmo que seu sangue. Ela precisava que ele a tocasse. —Você gosta de fazer o que eu mando, não é? — Ele perguntou sem emoção na voz. —Sim. — E ela gostava, por Deus, ela gostava. —Você é só minha, Bridge. O clube irá protegê-la, mas você é minha. Eu não posso suportar nem pensar em mais ninguém a tocando, possuindo o seu corpo. Sim, isso é o que ela queria. Ela não queria que ele a dividisse. Não queria ninguém a usando porque ela estava desesperada e precisava de ajuda. Se ela ia fazer isso, só faria com Beast. Ela olhou para o pau dele enquanto ele afagava da base à ponta, e sua vagina apertou dolorosamente pelo tamanho dele. Beast era um homem grande em todos os sentidos, e seu pênis não era diferente. —Você gosta de olhar para o meu pau, babe? — Ela assentiu com a cabeça, não era mentira. —Você gosta de pensar nele enterrado em sua boceta? — Ela lambeu os lábios e assentiu de novo. Ele andou até Bridget e ofereceu o pênis para ela. —Então pare de olhar e chupe o meu pau de novo, Bridge. A ponta de seu pau estava coberta com o pré-gozo. Ela engoliu em seco, sua boca salivando para provar. Inclinando para frente, ela sentiu a garganta contrair. Ele pegou seu


cabelo na parte de trás da cabeça, puxou-a para frente quase com violência. Tamanha força que ela precisou apoiar as mãos nas coxas dele para se equilibrar. Deus, ela amava essa brutalidade erótica dele. Ele apertou a pegada no cabelo até que a dor e o prazer se tornaram um só. Ela gemeu. —Sim, babe, solte aqueles pequenos ruídos, deixe que eu saiba o quanto você gosta disso. Eu sei que sua boceta está boa e suculenta para mim agora, não está? Uma

torrente

úmida

escapou

de

sua

vagina,

encharcando o interior de suas coxas. —Me chupa. — Ele puxou a cabeça dela para frente alguns centímetros até que a ponta lisa de seu pau esbarrou no lábio inferior dela, deixando seu pré-gozo ao longo daquele inchaço. Ela abriu a boca e o sugou. Ela estava desesperada por ele. —Isso, caralho— ele gemeu as palavras. Ele puxou seu cabelo com mais força, de modo que seus olhos lacrimejaram. Mas sua boceta ficou mais molhada ainda. —Lamba a parte de baixo e me faça gozar. Engula tudo. — O sabor salgado de seu pré-gozo cobriu sua língua, deslizou pela sua garganta, e ela avidamente engoliu. Ela queria mais. A necessidade de ter a ponta daquele pênis batendo no fundo de sua garganta de modo que ela engasgasse por causa do tamanho, a consumia. Ela precisava


que sua boca o fodesse. Deus, ela realmente era sua submissa em todos os sentidos. Cravando as unhas na carne firme e musculosa, ela começou a chupar mais intensamente. Ele a empurrou com força o suficiente para ela cair de bunda. As pernas arreganhadas. Ele estendeu a mão e agarrou seu pulso, puxando-a para cima. Ela arquejou quando ele apertou mais a mão em seus pulsos. A dor foi imediata, intensa e controladora, mas o prazer que se seguiu a fez gemer ainda mais. —Eu quero foder você. — Ele a puxou com tanta força na direção dele que ela colidiu com seu peito. —Por mais que eu queira que você chupe o meu pau até que eu goze, preciso sentir essa sua boceta apertada. Mas preciso ver minha marca em seu traseiro antes de enfiar meu pau grande em seu corpo. Ele moveu as mãos pelas costas dela, mantendo-as na base de sua espinha enquanto a beijava, fodendo sua boca com os lábios e língua. —Você tem um gosto tão doce—, ele gemeu e beijou-a mais forte desta vez, por um segundo antes de acabar o beijo. —Vire-se para que eu possa bater nessa sua bunda grande e gostosa. — Ela fez o que ele mandou, esperando o prazer e dor emergirem. Ele não a fez esperar. Beast acertou o cinto em sua bunda e coxas, de novo e de novo até que as lágrimas escorreram pelas bochechas dela. Ela estava ofegante com a intensidade de tudo.


—Sim. Caralho, isso. — Ele continuou a dizer atrás dela. Sua bunda estava dolorida, quente, e ela sabia que teria hematomas amanhã. Deliciosas marcas pretas e azuis que a fariam lembrar-se do que fez esta noite. E então ele agarrou uma parte de seu cabelo, a virou, jogou o cinto no chão, e beijou-a com força. Ele levou a mão entre as coxas dela, acariciando, trepando com os dedos, deixando-a tão desesperada que ela nem percebia sua presença. —Sua

boceta

está

tão

molhada

para

mim.

Está

encharcando a porra da minha mão. — Beast continuou a acariciar seu clitóris, indo e vindo, esfregou o monte até que ela gemeu de prazer, a sensibilidade. Ele foi impiedoso, exigente. E como ele continuou a beijá-la, tocá-la, abraçá-la tornando-a submissa, ela o deixou no controle porque era o que queria e o que desejava. Ele começou a pressionar seu pênis na barriga dela, a bolinando e deixando o rastro de seu pré-gozo por toda a sua pele. Marcando-a como sua. Ela ofegou, a respiração difícil, incapaz de recuperar o fôlego. Mas ela queria mais, muito mais. —Eu vou encher seu corpo com minha porra. Vai transbordar da sua boceta e de suas coxas quando eu terminar com você. — Ele era tão duro e implacável ao pressionar seu pau em seu corpo. Ele levantou a mão que estava entre seus corpos e espalhou a prova da excitação dela nos lábios de Bridget.


—Prove de si mesma. Conte-me quão gostosa é.— Ela passou a língua pelos lábios, provando seu sabor almiscarado e levemente doce. Beast a beijou de novo, lambendo aqueles lábios, chupando o que ela deixou para trás. Ele se afastou e olhou para o rosto dela por um momento indeciso. —Vou te comer tão bem e forte, babe. —Sim. — Ela se viu dizendo, como se fosse outra pessoa agora. —Você é minha, Bridge. — Ela concordou. —Toque sua boceta. Veja como está excitada para mim, e a massageie enquanto eu assisto. — Ele deu um passo para trás e agarrou a

base

de

seu

eixo,

acariciando-se

preguiçosamente,

enquanto esperava que ela cumprisse o ordenado. Colocando a mão entre as pernas, ela sentiu como sua vagina estava escorregadia. Ela começou a mover os dedos por toda a sua fenda. —Caralho, Bridge. Assim. — Ele continuou a se acariciar. Ela ofegou e começou a esfregar com mais intensidade, mais rápido, fazendo seu clitóris entorpecer, palpitar. Bridget estava tão excitada e prestes a gozar. Ela tirou os dedos de sua boceta, mas ele grunhiu em desaprovação. —Não pode parar de se tocar até que eu mande, Bridge. — Ela recolocou a mão entre as coxas e esfregou seu clitóris rápido e forte, olhando para ele o tempo todo, e sentiu seu clímax começar a surgir. Ele parou de se tocar e se


aproximou dela. Rodeou-a. Então ela fechou os olhos quando ele parou atrás dela. —Você está pronta para mim, para que eu te coma? — Ela ainda mantinha a mão entre as coxas e assentiu. —Não goze, não até que eu permita. — Ele estava respirando pesadamente atrás dela, assim como ela. Suor brotava em sua testa enquanto ela continuava a se tocar, sentindo o clímax se aproximando ainda mais. —Pare de se tocar, Bridge. É hora de você ser minha em todos os sentidos. — Ela parou ofegante, carente, mas não querendo implorar. Deus, ela não iria sobreviver a esta noite. Não só porque ela se sentia pronta para gozar ao menor sinal de um dos comandos dele, mas porque ela revelou suas emoções para ele. E Beast não dava a mínima.


Excitação era um eufemismo para o que Beast sentia naquela hora. Bridget brincando com os dedos na boceta, à espera de seus comandos o estava deixando com uma excitação do caralho. Não só isso, ela fazia exatamente o que ele pediu para ela fazer. Gostava de dizer o que ela teve que fazer para depois vê-la obedecer. Seu corpo era uma beleza e sexy para caralho. Ele não podia esperar para cobri-la com seu sêmen, espalhar o gozo nos seus seios, e ver o gozo dela transbordando de sua vagina. —Fique de joelhos na cama. — Ela hesitou por um segundo. O suficiente para que ele se perguntasse se ela iria destruí-lo com palavras de novo. Bridget precisava ficar quieta. Ele não ia aguentar ela falando sobre as próprias necessidades. Isso, esta noite, era apenas sobre ele e o que ele queria. Bridget não o desapontou já que seguiu para cama.


—Está protegida? — Ele perguntou, indo se colocar atrás dela. Correndo os dedos pelas costas dela, ele não resistiu e abriu sua bunda grande para que pudesse dar uma boa olhada. Ela estava molhada para caralho já. Seu gozo escorreu para a abertura do ânus. Ele podia, então, deslizar um dedo para dentro da bunda dela. Não seria fácil, nada que mais lubrificante não resolvesse. —Protegida? De uma possível gravidez? Sim. Eu tomo injeção. Eu estou segura. Não estou a salvo de doenças ou infecções. E você? — Ela ficou tensa, e ele não conseguiu segurar o riso. —Babe, eu sempre cubro meu pau, e faço exames em todo caso. No entanto, para você, vou abrir uma exceção e não usar látex. Eu quero sentir sua boceta, quente e molhada, envolvendo o meu pau. — Ele escorregou seus dedos suavemente para poder deslizar dentro daquela boceta. —Então... só um cara teve o prazer de estar aqui? — Ele perguntou. —Sim. —E agora esse homem quer matá-la? — Ele perguntou. O homem era um tolo por cogitar acabar com a vida de Bridget. Ela tinha demais para dar. Ele viu o desejo bruto e inexperiente brilhando em seus olhos, e tudo o que ela precisava era que o cara certo enfim a abrisse. Ela era como um interruptor, e já com sua boceta cremosa, ele estava começando a desvendá-la.


O que ele precisava fazer era passar suas reservas, encontrar a mulher por baixo de tudo aquilo, e trazê-la para brincar. Ele mal podia esperar para brincar com ela. Ela seria selvagem. —É óbvio que eu não tenho bom gosto. — Ele sorriu abertamente. Ela estava falando sobre ele também. Beast não se importava. Ele nunca foi a escolha ideal de nenhuma mulher.

Nunca

houve

uma

mulher

que

quisesse

impressionar. A única mulher que o afetou estava na frente dele, em sua cama, de joelhos, pronta para receber seu pau. —Isso soa como um insulto, babe. É melhor ter cuidado, caso contrário, eu vou ter que bater nesse traseiro de novo. — Ele tocou de leve, e viu a boceta dela já brilhando. —Ora, ora, ora. Minha irmãzinha adotiva tem um lado pervertido. Gostei. Ele

ia

fazer

o

que

fosse

preciso

para

que

ela

desabrochasse. Fazê-la compreender que ele era exatamente o que ela precisava. —Vá se foder, Beast! — Exatamente o que ele queria. Ele desejava seu fogo, suas dúvidas; ele poderia trabalhar com cada emoção de ódio. Era feita para uma foda fantástica. E ele iria comer ela direto essa noite. Segurando o pênis, ele posicionou a ponta à entrada dela, e devagar, deslizou para dentro da boceta dela. Ele nunca comeu uma mulher sem preservativo, e de cara sentiu a diferença. Nada impedia o calor molhado daquela boceta que o sugava. Ele precisou de todas as forças para não socar com vontade dentro dela, fazê-la tomar cada um dos 27 cm


dele. Ele queria que isso durasse, fazê-la esperar que ele a fodesse. Seu corpo era perfeição, e ele pretendia fazer cada segundo valer. Durante a última década, ele teve algumas fantasias sexuais sérias com esta mulher, e ele iria realizar cada uma delas. Deslizando seus dedos pela fenda escorregadia, ele provocou e brincou com a boceta dela. Ela tentou empurrar de volta, tirando o controle das mãos dele. Ele bateu em cada banda da bunda dela. —Fique parada, babe. Você não quer que eu pare, não é? Eu vou deixar você sem. Vou descer e foder alguma das putas lá embaixo. Ele não faria isso, mas isso não significava que não poderia ameaçá-la. Bridget permaneceu imóvel, e ele sorriu. Ela poderia vir a ser do tipo ciumenta. Ele adoraria vê-la o defendendo, lutando contra uma das vadias no clube. Com treinamento, ela seria capaz de acabar com qualquer uma. Ele meio que gostou do pensamento de um pouco de luta onde ela só usaria calcinha e sutiã e seria forçada a lutar contra as outras vadias para poder ter seu pau. Merda, havia algo de errado com ele que só o excitava mais. A vagina dela já estava escorregadia, e ele observou seu pênis em sua entrada. Ele ficou perfeitamente imóvel, embora a boceta dela estivesse tentando sugá-lo. Beast estava satisfeito com seu freio, uma vez tudo o que queria fazer era transar com ela como um animal e tomar o que queria dela sem qualquer cuidado para o prazer dela.


Você quer que ela goste. Você quer que ela implore. Havia uma porrada de coisas que ele queria fazer com ela. Hoje à noite não daria para fazer tudo, mas já era um começo. Aproximando-se do corpo dela, ele envolveu o longo cabelo dela no seu punho, e ergueu a cabeça dela. Ela soltou um suspiro, e com a outra mão, ele bateu em seu traseiro. —Você quer que meu pau entre com força dentro de você, babe? —Sim. —Então implore, Bridge. Diga-me o que você quer, e como você quer que eu faça. — Ele se mexeu mais um pouco, a provocando. —Deixe-me ouvi-la dizer essas palavras sujas em voz alta. As palavras que seu noivinho nunca ouviu. Aposto que ele nunca meteu tão fundo, ou meteu? Sempre fazendo o que queria, mas nunca considerando você. —Não. Ele nunca fez isso. — Sua resposta foi um sussurro, mas ele ouviu. Era por isso que ele estava determinado a fazer desta experiência melhor para ela. Ele iria fazê-la gritar seu nome. Implorar por seu pau, e ela ia adorar. Beast decidiu que ela iria amar o pau dele e ia querer cavalgar, foder e chupar todos os dias. —Diga babe, e você consegue esse pau todinho só para você. — Ele agarrou seu pau e tirou de espaço apertado, acariciando a ponta em seu clitóris. —Todo seu. Ele vai pertencer a você, e nenhuma outra boceta nunca mais vai conhecer meu pau. Só você. Terá que satisfazer minhas


necessidades, o que eu quiser, onde quiser. Se eu quero que você venha e me chupe enquanto eu bebo uma cerveja com os Irmãos, então é isso que vai fazer. — Ele bateu em seu clitóris, fazendo-a gritar antes de recolocar a ponta de volta em sua entrada. —Tudo que você tem que fazer é dizer o que você quer. —Foda-se! — Ela esbravejou. —Eu quero o seu pau, Beast. Eu quero que você meta em mim não pare. Que me dê aquilo que perdi todos esses anos. Pare de me provocar! Depois que ela se calou, Beast continuou com a pegada em seu cabelo e meteu com vontade, fazendo-a tomar cada centímetro de seu pau. Não parou até que estivesse completamente acomodado dentro dela. Seus gritos de prazer logo se tornaram gemidos de dor quando ele não se segurou mais, dando a ela toda a extensão de seu pau. Ele ficou imóvel enquanto acertava o limite dela, ainda segurando seu cabelo. —Acho que o tal Rafe não tinha um pau tão grande quanto o meu. Você estaria preparada e pronta para mim agora se ele tivesse. —Você fez isso de propósito—, disse ela. —É claro. Eu gosto de fazer chocar, não importa aonde eu vá. — Ele manteve a pegada em seu cabelo e passou a mão em sua bunda macia. Deus, ela era sexy para caralho, e ele queria estar dentro dela por um bom tempo. Sua vagina vibrou ao longo do comprimento de seu pênis, fazendo-o gemer.


Sua meia-irmãzinha iria ser fodida, e seria ele a fazer isso como se deve. Bridget deveria saber que ele não seria gentil. Ele estava trepando com vontade. Ele empurrou o pênis bem fundo dentro dela, e agora ela tentava entender o que acontecia. Mordendo o lábio, o gosto cobre de sangue encheu sua boca. —Você é tão apertada. — Rafe não era tão grande nesse quesito. Ele Foi um babaca, mas não tinha nada que chegasse perto de sua personalidade fodida. Beast era enorme em tudo, e ela agarrou o lençol debaixo do próprio punho. Ela estava tão satisfeita que ele não podia ver como reagia a ele. Seu corpo estava em chamas por ele, e ela não queria que acabasse. —Diga, babe. Quem tem o pau maior? — Ela realmente queria revirar os olhos, mas, felizmente, se conteve. Qual era o problema dos homens com o tamanho? —Você é maior—, disse ela. Ele puxou seu cabelo, bateu no traseiro dela, se tirou só para estocar novamente. —Seu gozo está envolvendo o meu pau, Bridget. Você teve fantasias comigo dentro dessa doce boceta, não teve? —Sim. — Qual era o ponto em mentir? Beast conhecia aquele corpo melhor do que ela mesma. Ela estava à sua mercê para o que ele quisesse fazer, e ela não conseguiria parar, não importava o quanto ela quisesse.


Bridget colocou sua vida nas mãos de Beast, e ela não tinha escolha a não ser confiar nele com sua vida, com seu corpo. Ele soltou o cabelo dela, e os fios caíram ao redor de sua cabeça em ondas. Ela estava satisfeita que ele não podia ver seu rosto. Sua humilhação seria completa depois disso. Não tinha como ela ser capaz de olhá-lo de frente depois de ele saber o quanto ela amou seu pau dentro dela. —Sua boceta está me apertando. — Ele passou as mãos pelas costas dela até sua bunda, e então a abriu. —Olhe para esse belo cuzinho. Quer ser fodido, babe. Você vai me dar a bunda depois que eu acabar com sua boceta? Ela gemeu quando ele a martelou diversas vezes. Fazendo com que fosse impossível ela segurar os gemidos de prazer. Ele a estava incendiando mesmo que ela o odiasse na mesma intensidade. Ela nunca viu coisa assim, mas era exatamente o que ele estava fazendo. Bridget queria odiá-lo e transar com ele ao mesmo tempo. Ela queria trepar até que não houvesse nada entre eles. Ele molhou seus dedos em mais do gozo dela, deslizando para o ânus, começando a provocá-la. —Nunca fui tocada aí, — ela disse ficando tensa. Rafe quis comer sua bunda, mas ela nunca conseguiu confiar nele o suficiente para isso. Quando ele tirou sua virgindade, Foi incrivelmente doloroso, e ela não quis ter relações sexuais novamente. Foi só depois que ele continuou a pressioná-la,


prometendo que iria ficar melhor que ela teve relações com ele de novo. Olhando para trás, ela Foi uma idiota por causa daquele babaca. Ele não tinha o direito de pressionar ou forçá-la a nada. Ele

está

tentando

matá-la

agora.

Colocando

os

pensamentos sobre seu ex de lado, ela se deliciou com o pau grosso e os dedos hábeis de Beast. —Vou devagar. Vou me certificar que esteja pronta. — Ali estava o homem, aquele que parecia ter um lado gentil, embora ele nunca tenha aparecido. Beast era como dois homens diferentes. O monstro que ele mostrava ao mundo e o cavalheiro que ele mantinha escondido de todo mundo. Quem era o verdadeiro? Ele a provocava com seus dedos escorregadios, forçando-os para dentro da bunda, fodendo Bridget em toda a sua extensão lentamente. Ele a fez tomar todo seu pênis dentro dela, antes de deslizar para fora. Beast a preencheu, com estocadas profundas, para depois abrandar os golpes, fazendo-a pedir que ele continuasse a comê-la. Ele

não

parou

em

sua

possessão.

Os

dedos

pressionados contra a bunda dela, e ela lutando para que ele saísse. —Relaxe, baby. Vai ser tão bom quando eu comer seu rabo. Você vai amar e pedir para repetir de novo e de novo. — Ele se inclinou sobre o corpo dela, capturando sua orelha e sugando-a. —Você sabe, Bridget, esta é uma das minhas fantasias se realizando: seu corpo gostoso inteiro debaixo de


mim, recebendo meu pau. Eu passei muitos anos fantasiando sobre como seria ter você debaixo de mim, como eu iria fazêla implorar. —A realidade é tão boa quanto a fantasia? — Ela perguntou. —Um pouco. Veja Bridge, em minha fantasia, você se liberta de todas as suas inibições. A porta está fechada. Ninguém pode vê-la, ouvi-la, ou ver o quão imoral e depravada você é. E você é, babe, vejo isso nos seus olhos. Você está desesperada para se libertar, mas está resistindo, tornando tudo difícil. Ele se impulsionou para dentro e fora dela. —Sinta isso. Isso é o que você faz comigo. Você me faz ficar duro desse jeito, e nada que faça vai impedir isso. Liberte-se. Você está nervosa agora, contraindo seu traseiro. Imagine como vai se sentir quando se libertar. Dê a sim mesma a chance de viver, de sentir. Ele agarrou o queixo dela e a obrigou a inclinar a cabeça e olhar para ele. —Você transou com um homem e viu o pai dele matar alguém. Poderia estar morta agora. Se morresse neste exato momento, teria algum arrependimento? Uma

tonelada.

arrependimentos,

Ela

uma

teria mala

uma cheia

tonelada de

de

sonhos,

arrependimentos o suficiente para afundar um navio. —Então viva a sua vida como se estivesse prestes a morrer. Nós temos apenas uma vida, Bridge. Uma vida e temos que fazer valer a pena. Ninguém realmente dá a


mínima quando morremos. Eles nos pranteiam e depois de um tempo voltam a viver, a vida que os aguarda. —É isso o que está fazendo? Vive uma vida sem arrependimentos? —Eu trabalho muito, babe, e eu jogo duramente. Meu maior arrependimento foi me afastar de você e não esperar até que você tivesse idade suficiente para reivindicá-la como minha. Temos feito esse jogo por muito tempo. É hora de parar de jogar e começar a viver.

King sentou-se à mesa no canto da sala principal na sede do clube, a garrafa de uísque na sua frente, um baseado entre os lábios, e seu foco sobre o que eles estavam fazendo. Nos próximos dias, eles iriam sair e rastrear aquele pedaço de merda do Rafe, e faze-lo sofrer por ferir a meia-irmã de Beast. Embora Bridget não fosse preocupação de King, ela veio até Beast pedindo ajuda, e ela era sua família de certa forma.


Beast odiava que a chamassem de sua meia-irmã, mas King e os outros caras gostavam de ver como ele ficava perturbado. —O que foi, filho da puta? King olhou para Payne, Prez do clube. Payne pegou a cadeira em frente, apoiou-se no encosto e olhou para King. Payne era um homem durão, que não deixava ninguém brincar com ele ou o clube. Não era só porque Payne sabia como lidar com sua dor; ele conseguiu o seu apelido de clube por causa da dor que gostava de infligir em seus inimigos. Sim, Payne era um sádico, torturava de maneira brutal os homens que fodiam com ele. E se King não conhecesse o homem quase toda a sua vida, ele poderia ter se sentido ameaçado por ele, mas King olhava para Payne como um irmão de sangue. As tatuagens nos braços e peito de Payne eram visíveis, e o grunhido rouco de sua voz toda vez que ele falava. Caralho, o diabo provavelmente mijaria nas calças se ele fosse contra um bastardo como Payne. —Eu preciso de uma boa boceta esta noite. Eu preciso me soltar antes de fazer essa merda com Rafe. King resmungou. —Sim, você e eu. Mas eu não quero foder qualquer uma dessas prostitutas do clube. Os caras provavelmente já passaram

uma

rodada

prospectos também.

com

elas,

sem

mencionar

os


—Caralho, contanto que elas estejam limpas e meu pau esteja envolvido, eu não dou a mínima se elas estiveram por aí. Sim, Payne era o tipo de homem que fodia duro e vivia mais duro ainda. Ele viveu cada dia como se fosse o último, e verdade seja dita, para ele, poderia muito bem ser. —Você acha que estamos preparados para Rafe e essa merda? A mandíbula de Payne enrijeceu antes de olhar para King. —Nós não temos uma escolha, irmão. Nós faremos isso até o fim e não deixaremos nenhum deles vivos. Essa é a única forma que nós passaremos por isso e sairemos vivos. Sim, lutar com a sua vida, porque se não fizer isso, você será aquele no chão.

Horas, eles estavam fodendo por horas, e apesar de Bridget estar dolorida nos lugares certos, ela queria mais. Ele só a deixou descansar por um curto tempo, e ela adormeceu. Ela despertou com Beast a chupando e levando-a a outro orgasmo. Mas ele não parou até que ela estivesse imersa em uma névoa de felicidade. Agora, aqui estava ela, em suas mãos e joelhos, esperando para dar a bunda. Deus, ela nunca quis tanto


estar com alguém como era estar com Beast. Ele levantou sua bunda, espancando-a várias vezes até que a pele aquecer e seus joelhos tremerem. As palmas das mãos no colchão e as pernas abertas, ela esperou que ele a dominasse ainda mais. Bridget fechou os olhos quando sentiu os dedos em sua boceta para reunir sua excitação. Ele fodeu sua bunda com os dedos quando eles começaram, mas ele nunca realmente empurrou seu pênis dentro dela, não até agora. Não tencionou, não se preocupou com o que ia acontecer a seguir quando ele abriu seu ânus colocando mais de seu suco. E então ele sondou seu buraco, gentilmente enfiou o dedo dentro dela, ela pensou que ele ia fodê-la ali mesmo. Mas então ele se afastou apenas o suficiente para pegar uma garrafa de lubrificante da cômoda. —Quero este buraco gostoso e suculento para mim, baby. Ele estava atrás dela em um segundo, lubrificou seu rabo, e depois colocou a coroa do seu pau na entrada lubrificada. —Sim, eu vou foder você forte—, ele parecia dizer para si mesmo. Ela não respondeu, não podia. A dor da sua mão entrando em contato com sua bunda a teve ofegante mais uma vez. Ele espancou mais forte desta vez. A dor era um nítido contraste com o prazer que ele lhe dava.


—Diga-me

você

quer

meu

pau

empurrando

profundamente em seu traseiro. — Sua voz estava grossa, exigente. —Sim, Beast. Sim, eu quero sentir você na minha bunda. — Ela sentiu-se corar, não porque ela disse as palavras, mas porque ela queria dizê-las. —Eu estou tão duro para você. Você sente o que

faz

para mim?— Ele levantou suas costas e ela sentiu sua ereção deslizar através do vinco de sua bunda. —Sim, eu sinto o quão duro você está, — ela suspirou. E então ele foi lentamente empurrando todos os seus centímetros duros dentro dela. Lágrimas ardiam em seus olhos, e ela começou a sentir a queimadura e estiramento de ser completamente preenchida. Não era como nada que já sentiu, nada que ela experimentou. Isso não é algo que você já experimentou antes. A dolorida sensação da ponta do seu pênis através do seu anel apertado a fez manter seus olhos bem fechados. —É isso aí, Bridge, baby. Tome todo meu pau. Quando ele estava completamente dentro dela, ele não se moveu, suas bolas pressionadas em sua vagina, e sua respiração áspera. Beast segurou as bochechas de seu traseiro,

cravando as unhas na pele. Finalmente,

ela

empurrou para trás contra ele, dizendo-lhe sem palavras que ela estava pronta para isso, para tudo o que tinha para lhe dar.


—Foda-me, Beast. — Ela o olhou por cima do ombro, surpresa consigo mesma pelas coisas que ela estava dizendo e fazendo. Ele rosnou e começou a se mover dentro e fora dela, e logo, algo muito mais agradável substituiu a queimação da dor. Cada vez que ele empurrava dentro dela, o desejo aumentava. Ele moveu-se até alcançar sua boceta e começou a esfregar seu clitóris. —Porra, sim, baby. Um impulso, dois e, no terceiro, ele enterrou-se profundamente até bolas na bunda dela e amaldiçoou em voz alta.

Sua

linguagem

era

grosseira

e vil,

mas refletia

exatamente quem ele era. Ela estava deixando um homem que matou sem remorsos fodê-la. Mas ela adorou, Deus, como ela adorou. Ele afrouxou as mãos nos quadris, e amaldiçoou quando gentilmente retirou-se dela. No mesmo instante, ela sentiu seu esperma escapar de sua bunda e deslizar para baixo em sua boceta. Era nojento, mas de um jeito bom. Deitou-se ao lado dela, mas não a ignorou como ela assumiu que faria. Em vez disso, ele rolou em sua direção, estendeu a mão para agarrar seu quadril, e puxou-a contra seu corpo. Ela não lutou para sair, ela simplesmente deixou-se cair em um sono cheio de endorfina. Lutar contra Beast teria sido inútil de qualquer maneira. Ele era um homem que tomava o


que queria, não importava o quê. E ele a tomou em todos os sentidos esta noite. E você amou cada momento.

Uau, pela primeira vez em sua vida adulta, Beast estava realmente satisfeito. Bridget estava aninhada contra ele com a mão sobre o coração dele. Ela estava dormindo e parecia bonita para caralho. Seu pênis se contorceu, pronto para levá-la mais uma vez. Beast sempre soube que ia ser assim com ela. Ela é tão viciante, porra, com sua bela boceta e seu rabo apertado. Ele reivindicou cada parte dela, e ele queria fazê-lo mais uma vez. Em vez de acordá-la, ele permitiu que ela dormisse. Que porra é essa que você fez, Bridget?


Nos momentos de silêncio da noite, ele se permitiu se preocupar. Sua mulher finalmente chegou a ele, ela estava em risco, podendo leva-los a morte. Ele não sabia o que pensar. Eles poderiam ter tido esse fogo entre eles todos esses anos, e agora seus dias estavam possivelmente contados. Ela sempre foi diferente em comparação com todas as outras bocetas que tivera. Bridget realmente significava algo para ele, ela sempre significou. Eles estavam fodidos, e só de pensar em Rafe, e como a merda com Francis Cole Rodriguez era ruim, realmente muito ruim. Relutantemente, ele saiu da cama, e quando Bridget começou a fazer sons suaves, ele colocou a mão em seu braço, satisfeito quando ela se acalmou. Sim, você está caído por ela. Imbecil domado por uma boceta. Ainda assim, ele estendeu a mão, e afastou seu cabelo, acariciando seu rosto. —Eu vou cuidar de você, baby. Eu sempre vou cuidar de você —, ele sussurrou. Obrigando-se a se afastar, ele agarrou um jeans e uma camisa, puxou-os por suas coxas, e deixou quarto dele. Ele pegou sua chave e ligou o alarme. A última coisa que ele queria era uma das prostitutas do clube visitando ou Bridget tendo uma chance de escapar. Ele sabia que ela ia tentar protegê-lo, fugindo, e isso não iria acontecer. Ela estava em sua vida agora, e ele não ia dar-lhe uma chance de ficar


longe. Andando pelo corredor, ele ouviu os sons de gritos e gemidos femininos. O clube estava vivo com sexo e drogas. Ele adorava fazer parte da vida do clube. Você adora mais estar com Bridget. Desligando o pensamento, ele desceu para encontrar King e Payne falando um com o outro. Eles olharam para ele e sorriram. —Você parece como se você tivesse tido uma foda agradável. —Eu tive várias delas. —Quem pensou que sua meia-irmã poderia ser tão insaciável—, disse King. —Pare de chamá-la assim. — King virou e sorriu. —Insaciável é uma palavra muito grande para você. Eu nem sabia que você podia ler, porra. King começou a rir. —É

uma

daquelas

muitas

características

que

eu

gostaria de guardar para mim. — King soprou-lhe um beijo, e Beast sentou-se depois de agarrar uma das garrafas de cerveja, tomar um gole, mas sorrindo. —Ela

disse

alguma

coisa?

Payne

perguntou,

acenando com a cabeça para cima em direção aos quartos principais. —Não muito. Ela foi levada para o mau caminho, e não tinha noção de que estava envolvida em algo ilegal.


—Você acredita nela? —Eu não tenho razão para não acreditar nela. — Bridget nunca mentiu para ele antes. —Você realmente acha que uma mulher pudesse ser tão estúpida a ponto de ficar noiva de um homem, sem saber onde estava se metendo? —, perguntou Payne. Beast bufou. —Bridget é o tipo de pessoa que vai tentar encontrar o bem em todos. Ela é o tipo de pessoa que sabe que coisas ruins acontecem no mundo, mas ela nunca realmente viu, até agora. — Beast encolheu os ombros. —Eu acredito nela, e ela veio até nós. —Você tem que considerar o fato de que ela pode estar tentando nos entregar. Beast sacudiu a cabeça. —De maneira nenhuma ela me trairia. Nós não estamos nem perto do radar de Rodriguez. Se nós estivéssemos, ele saberia que ela veio até nós —, disse Beast. —E seus pais? —, Perguntou Payne. —O que? —Rodriguez vai atrás da sua família. Ele é conhecido por não deixar testemunhas. É melhor chamar os seus pais e dizer-lhes para saírem de Dodge. Xingando, Beast se levantou, afastou-se da mesa e saiu do clube. Horas estando na companhia de Bridget e ele já estava fodendo as coisas. Ele deveria ter chamado seus pais


de imediato, em vez de arriscar suas vidas. Puxando seu telefone celular do bolso, ele não pensou em que horas eram, e ligou para o número de seu pai. Levou vários toques antes de finalmente responder. —Porra, Beast, você sabe que horas são? —, Perguntou o pai. —Eu não tenho tempo para fazer graça. Você e Sheila precisam sair daí agora. Ele ouviu alguns lençóis farfalhando e Sheila acordar. —O que é, Dan? —O que você fez? — Dan, seu pai, perguntou. —Acredite ou não, isso não é sobre mim. É sobre Bridge. —Bridget? O que? —Ela está com problemas, o pior tipo de problema. — Beast sempre pensou que sua associação com o clube teria arriscado sua família, quando na verdade era Bridget quem estava causando mais problemas, mesmo que ela não soubesse disso na época. Ela poderia levá-los todos para a morte, mas ele morreria lutando por ela em um instante. Rodriguez não permitiria que ela vivesse, e o clube estava prestes a irritar um dos maiores caras da máfia. —Que porra aconteceu? Beast passou cinco minutos explicando tudo.


—Porra! Eu perguntei sobre ele, e ela me disse para não me preocupar. Ele era apenas um homem de negócios, disse ela. Eu deveria saber. Eu deveria ter verificado. —Não há nada que você possa fazer. —Você quer enviar Bridget para mim? Eu posso tomar conta dela. — Seu pai era ex-militar com uma alta posição dentro do seu campo. —Eu posso tomar conta dela. —Você me disse que não podia suportá-la, mas você irá cuidar dela? — Beast cerrou os dentes e contou até dez. —Eu me importo com ela, pai. Eu vou lidar com isso. O clube irá protegê-la também. —Bem. Mantenha contato. Quero saber tudo o que está acontecendo, quando e onde. —Deixe

a

casa,

e

deixe-me

saber

quando

vocês

estiverem seguros. Eles desligaram, e Beast olhou para o céu escuro. Porra, tudo estava indo para merda. Ele sabia, e todo mundo sabia. Eles só estavam esperando que isso acontecesse. —Beast? — O som da voz de Bridget o fez virar para ela. —Olá baby. Você está bem? —Estou bem. Você saiu. —Eu tive que ligar para nossa família. Não podemos deixá-los lidar com nossos problemas. Como você conseguiu sair?


—Você deixou uma chave reserva em cima da porta. — Suas bochechas aqueceram, e ele não podia deixar de admirar suas curvas. Ela vestiu sua camisa, e mesmo que caísse até seus joelhos, ele não podia deixar de ficar animado. Bridget era toda mulher com quadris, seios grandes, e curvas. Ela fez seu pau doer para estar de volta dentro dela. Ela usava sua cueca boxer também. —Vamos lá, vamos lá encontrar Payne. —Payne? —Meu Prez, e um dos caras que você quer que a proteja— Ele pegou a mão dela, e eles foram para dentro. King e Payne estavam exatamente onde os deixou, só que eles estavam assistindo a uma prostituta do clube outro lado da sala, que estava dançando para o seu entretenimento. Tomando o assento em frente a eles, Beast não interrompeu o seu ponto de vista. —Porra, por que você está estragando o nosso show? —, Perguntou o King. —Esta é Bridget—, disse Beast, apontando para a mulher dele, sim, sua mulher, e puxando-a para o seu colo. Ele não queria que nenhuma das cadelas tentasse invadir seu espaço. Antes de Bridget vir, ele estava feliz de usar as bocetas como se não quisesse dizer nada, exceto algo para passar o tempo. Agora, ele tinha uma mulher para seu pau. —É bom conhecê-lo—, disse Bridget. Droga, ela seria comida viva pelo clube. Ele nunca deveria tê-la deixado sair quando eles eram jovens.


—Eu sei que você disse a Beast sobre Rafe, mas eu preciso que você nos diga cada pequeno detalhe que se lembra—, disse King. Ele se inclinou para trás, o braço estendido no braço da cadeira, e seu foco na mulher. A verdade era que ele nunca entendeu como um cara podia ficar preso a uma boceta. Elas eram apenas isso... um buraco para ajudar a aliviar uma necessidade. E tão fodido como isso soou, ele não mediu suas palavras. Ele não tentou amenizar. A vida era muito curta e feia, ser honesto com todos, e fiel a si mesmo, era a única maneira que King vivia. O clube inteiro estava em pé ao redor da sala, com Beast e Bridget sentados na mesa com ele e o Prez. Payne tinha uma máscara dura em seu

rosto,

mas,

esta

era

uma

situação

grave.

Beast

reivindicou Bridget, e por causa disso, o clube iria protegê-la a todo custo. Se ela fosse apenas um pedaço de bunda, sem um vínculo com o clube, apesar de seu passado com Beast, o


clube não teria se envolvido. Uma luta era uma luta, e os Soldiers of the Wrath MC: Grit só se envolviam com as pessoas em seu círculo. Caralho, até mesmo as prostitutas do clube tinham proteção em caso de necessidade. —Se você puder se lembrar de suas rotinas, qualquer coisa que possa tornar mais fácil para nós acabarmos, precisamos saber agora, — Payne foi o único a falar. —Temos

informações

sobre

Rafe

e

Francis

Cole

Rodriguez, mas você era uma privilegiada e pode saber mais. A informação que recebi foi de um observador—, disse Beast. King observou quando Bridget olhou para a mesa, as mãos agitadas na frente dela. Ela estava nervosa, e ela tinha todo o direito de estar. Isso era sério, e sua vida estava em perigo, ela precisava se acalmar e trabalhar com eles. —Se

você

quer

sobreviver,

você

precisa

pensar,

querida—, disse Payne, sua voz grave e profunda. Ela levantou a cabeça e olhou para cada um deles. —Eu não sei se eu posso ser de muita ajuda nessa situação. Ele realmente não me dizia nada, a única coisa que eu sabia era sua rotina de ir para o cassino que possuía com Francis, além disso eu não sei mais nada sobre o seu paradeiro. —O horário que ele saia? Era sempre o mesmo horário? —, Perguntou Beast. Ela assentiu com a cabeça.


—Sim, Rafe saia às cinco da tarde, e não voltava até no meio do noite na maioria das vezes. Várias vezes Rafe voltava para a casa que nós compartilhávamos fedendo a perfume barato. — Ela balançou a cabeça, a aversão clara em seu rosto. —Mas isso é tudo que eu sei. Ele costumava me levar para o cassino, mas era no restaurante principal do edifício. Ele não devia confiar em mim. —Está tudo bem, baby—, disse Beast e colocou a mão sobre a dela. Foi estranho o modo que Beast passou de transando com ela para reclamá-la, mas King não estava pensando sobre isso. Se Beast queria estar com sua meia-irmã, então quem diabos era ele para dizer alguma coisa? —Obrigado, Bridget—, disse Payne, e ele fez um gesto para um dos prospectos que estava esperando do lado de fora da porta, para levá-la de volta para seu quarto. Uma vez que eles estavam sozinhos novamente com a porta fechada, e apenas os Patches na sala, King olhou para o seu Presidente. —Então

ela

não

pode

ser

de

muita

ajuda

nos

informando sobre Rafe, mas isso não é culpa dela. O filho da puta usou e abusou dela, e claramente não confia em ninguém que não seja próximo da família. — Beast olhou para Payne. O Prez assentiu com um grunhido severo. —Nós sairemos amanhã à noite. Smalls, Pike, e Boxer já estão vigiando Rafe e os seus homens, e tentando não serem


vistos, mas isso não vai durar, por isso precisamos agir rápido. Houve um murmúrio de concordância. —Eu quero que Smoke fique aqui com Bridget e toda a gente no clube, para cuidar de tudo. —Você tem isso, Prez—, disse Smoke na parte de trás da sala. King sentiu a coceira, a adrenalina já corria pelo seu sangue, a necessidade de conseguir isto feito, a experiência, a violência que vinha para proteger o que era deles. Isto não iria acabar bem, mas iria acabar.

Bridget sentou-se na cama de Beast, sua perna saltando para cima e para baixo extremamente nervosa. Ela estava torcendo seus dedos, odiando que ela foi a causa disso, mas sabendo que ela não tinha outra opção a não ser vir até Beast. Ele, junto com seu clube eram os únicos que teriam a chance de cuidar de Rafe, se certificando de que ela permanecesse viva. Se não fosse por eles, e ela estar no clube, Bridget sabia que ela já poderia estar morta. Rafe não iria parar de olhar para ela, caça-la e desejá-la morta pelo que ela viu. —Deus—, ela suspirou, suor frio na testa e entre os seios.


Só então o som de alguém vindo pelo corredor e aproximando-se do quarto a fez ficar rígida na cama. Seu coração começou a bater descontroladamente, embora ela soubesse que era Beast voltando. Ela ficou nessa posição até que a porta se abriu e Beast entrou. Ele olhou para ela, enquanto fechava a porta atrás dele, e sem dizer nada, ele caminhou em direção a ela com determinação em seu rosto. Antes que ela pudesse pensar ou até mesmo reagir, ele tinha a mão em seu cabelo, a cabeça inclinada para trás, e reivindicado sua boca com a dele. —Beast—,

ela

murmurou

contra

sua

boca,

sem

entender por que ele estava sendo tão possessivo com ela, mas ele estava. Ela podia sentir o gosto, sentir na forma como ele a abraçou, tocou. Isto deveria ser sobre sexo, sobre ela pagar por seus serviços, mas depois daquela primeira vez, ela sentiu como se algo tivesse mudado entre eles. —Bridget, eu preciso foder você agora. — Beast segurava seu cabelo mais apertado e andaram para trás. Ela ainda estava dolorida do sexo que acabara de ter, mas ela também estava excitada e não a ponto de negar-lhe. Ela não sabia o que estava acontecendo, ou por que ele estava agindo como se importasse mais do que um pedaço de bunda, mas Bridget não podia negar o calor que a enchia com esse fato. —Talvez devêssemos falar sobre o que está acontecendo entre.... Ele beijou-a com mais força, cortando-a. Ela queria dizer a ele que deveria falar sobre eles, e não sobre Rafe ou


qualquer outra coisa, mas sobre o que estava acontecendo entre eles. Mas ele a beijou mais forte, mais possessivo, e ela não podia ajudar, mas derreteu-se contra ele. Com Beast, parecia que ela perdia todo o senso comum, especialmente quando ele assumia o controle.

Mais tarde naquela noite, Bridget sentou-se na janela com vista para os jardins do clube. Beast estava dormindo em sua cama, mas ela simplesmente não conseguia relaxar. Havia um homem lá fora, caçando-a para encontrar e matála. Um homem que ela deixou entrar em seu corpo estava agora com a intenção de matá-la. Ela nunca quis Rafe e tinha apenas se colocado com ele, porque ele a assustava. No momento em que ela percebeu a verdade sobre ele, já era


tarde. Quanto mais pensava sobre sua vida, mais irritada ela se tornava. O que você fez da sua vida? Ela se formou na faculdade e estava com um homem que lhe embrulhava o estômago. Rafe a fodeu, mas ela se deitou não respondendo a ele, quando tudo o que ela queria era o homem que não poderia ter, o mesmo homem que estava agora dormindo em sua cama. Você irá matar a todos. Descansando a cabeça contra a janela, ela respirou fundo várias vezes, e se perguntou o que deveria fazer. Havia um clube inteiro que poderia ser morto por causa dela. Ela deveria ter sabido como era. Rafe era um monstro, o maior monstro lá fora. —Por que você tem sangue em suas mãos? —, Ela perguntou, observando quando ele começou a puxar sua camisa para fora das suas calças. —Não é da sua conta, Bridget. Vá para a cama. — Ela não fez isso. Seguindo-o para o banheiro, ela continuou a falar com ele. —Você está coberto de sangue, Rafe. O que está acontecendo? O que aconteceu? Bridget engasgou quando ele se virou, agarrando seu pescoço, e pressionando-a contra a parede. Ele apertou-lhe a garganta, cortando seu ar.


—Eu vou dizer isso uma última vez, volte para a porra da cama e pare de fazer perguntas. Apenas esteja contente que não é o seu sangue. —O que você está fazendo? —, Perguntou Beast. Ela olhou ao redor para encontrar Beast sentado na cama, olhando para ela. —Eu estava assistindo a tempestade lá fora. — Estava chovendo, e ela gostava de ver a chuva. —O clube irá protegê-la. —Quem é que vai proteger o clube? Rafe e seu pai são perigosos, e eu sou uma idiota total. Você sempre disse que eu ia conseguir me matar quando éramos mais jovens. Adivinha o quê, você estava certo. Eu sou uma idiota, e eu não deveria ter vindo aqui. Eu não posso ser responsável por sua morte. O próprio pensamento de viver em um mundo sem Beast fez sentir-se vazia por dentro. Não havia nenhum ponto em sua vida sem ele. Beast era o homem que ela queria e queria por um longo tempo. Beast saiu da cama, andando nu em sua direção. Seu Pau estava flácido, mas ainda assim longo. Ela desviou o olhar e olhou para trás para a chuva, desejando que ela estivesse lá fora. —Você quer ir lá? —, Ele perguntou, surpreendendo-a. —Sim. —Vamos lá então. — Ele colocou um par de jeans e jogou uma de suas enormes camisas brancas. Ele agarrou a


mão dela e, de repente, eles estavam fora do quarto. Ela não podia acreditar que estava levando-a lá fora, enquanto chovia. Eles passaram por vários dos membros do clube, e ela olhava para o chão, desejando que fosse abrir e engoli-la. A sala principal do clube ficou em silêncio, e Beast puxou-a para fora na chuva. Ela fez uma pausa, olhando para o céu. Fechando os olhos, ela engasgou enquanto Beast subia atrás dela, tocando os seios dela. —Você é linda. —Está um temporal—, disse ela rindo. —Eu não me importo. Nós não nos importamos em fazer coisas que possam deixar as pessoas desconfortáveis. Isto é o que queremos. Olhando para a porta principal, ela viu que vários homens estavam os observando, mas eles não estavam se aproximando deles. —Eles estão nos vigiando. O clube está sempre sob algum tipo de ameaça. — Ele a soltou, dando um passo para trás. —Vamos, querida, me mostre o que você quer fazer. Afastando-se dele, ela olhou para o chão, onde a chuva estava saltando para cima. Levantando suas mãos para a chuva, ela girou a cabeça, deixando-a cair para trás e fechando os olhos. Dançando ao redor da chuva, ela gemeu quando Beast dançou com ela, envolvendo as mãos em torno da cintura dela, e girando-a com ele.


Beast morreria por esta mulher. Ele riu quando a girou em torno do jardim. Bridget riu e se moveu dentro de seus braços como se fosse a coisa mais natural do mundo, e era. Esta era a forma como eles sempre deveriam estar. Ele costumava observa-la durante a tempestade. Beast via o desejo dentro dela para sair correndo e começar a se encharcar pela água. Seus pais não iriam permitir. Não era adequado para uma menina ser obcecada com a chuva e tempestades. Beast imaginou que eles se importavam muito com o que as outras pessoas pensavam, e não seria assim com eles. Ela não tinha ideia de quão quente ela estava com a água em cascata ao redor dela. Seu pênis começou a engrossar, e ele queria estar dentro dela novamente. Olhando em direção ao clube, ele viu seus irmãos os observando. Eles não iriam tocar em Bridget quando ele já a reclamou como sua. Os seios dela saltaram, e ele agarrou as mãos, guiando-a para fora. Esta mulher o deixava louco, ele sempre esteve apaixonado por ela. Ela era uma mulher bonita, e ele a queria para sempre. Qualquer

ameaça

a

ela,

ele

iria

exterminar.

Ele

sacrificaria tudo para sua segurança. —O clube sabe do perigo. Nós não somos um clube alienado. — Ele puxou-a para perto, colocando uma mão em seu quadril. Os seios dela pressionados contra o seu peito, e ela suspirou. O sorriso desapareceu do rosto dela.


—Eu não posso permitir que alguém morra por minha causa. —Ninguém irá. Eles vão morrer, porque chegou a sua hora. — Ela tentou sair de seus braços, e ele não permitiu. —Isso não é algo que você possa pedi-los para fazer. —Adivinha o quê, você é minha, e o clube protege as minhas costas. Você não pode fazer nada sobre isso. —Eu não deveria ter vindo para você. Soltando seu quadril, ele agarrou seu rosto, e forçou-a a olhar para ele. —Não diga merdas como essas. Você merece uma chance como todos os outros. —Eu cometi um erro.... Eu fui idiota. —Eu corrijo erros, mesmo os seus. — Ele iria resolver qualquer problema que ela fizesse. Beast rangeu os dentes quando ele se tornou consciente da realidade do que ele sentia por ela. No fundo de sua mente, ele sempre soube que sentia algo por sua meia-irmã. Ele nunca esteve apaixonado por uma mulher em sua vida. Haveria uma chance de ele estar amando? Mesmo que ele pensasse, ele sabia que era verdade. Ele estava apaixonado por Bridget, e naquele momento, ele esperava que ela o amasse.


A chuva estava realmente chegando com força agora, e quando Bridget olhou para Beast, ela sabia que seus sentimentos por ele eram muito mais do que aquilo que eles provavelmente deveriam ser. Eles voltaram para o clube, seus cabelos e corpos encharcados, mas a felicidade que sentiam, apesar das circunstâncias, era monumental. Sua vida estava em perigo, e tanto quanto ela pensou que ela gostava dele, ela percebeu agora que ela apaixonada por ele. Beast estava disposto a estar aqui para ela, não importa o quê, arriscar sua vida, seu clube, e ela sabia que ela estava apaixonada por ele. Como é que as coisas se ajustariam quando isso acabasse? Ela não tinha nenhum indício, mas ela queria esperar que ambos ainda estivessem juntos.


Bridget podia ver a maneira como ele olhava para ela, ela via a emoção em seu rosto, não importava o quão duro ele tentava esconder. Beast se aproximou dela, e ela deu um passo para trás, batendo na parede de tijolo atrás dela. —Eu preciso de você agora, Bridge. Ela estava respirando com dificuldade, precisando dele. —Eu preciso de você, também, Beast. Ele fez aquele som baixo, e então ele estava pressionado contra ela, seus lábios nos dela enquanto ele a fodia com a boca. Ele empurrou sua língua dentro e fora dela, fazendo-a deslizar nos lábios dela, na língua dela, até que ela estava molhada e desperta para ele. A chuva continuava a cair, grudando a sua camisa no corpo dela e escorrendo pelo seu peitoral musculoso. —Eu preciso te provar, lamber sua boceta, e come-la até você gozar para mim, querida. Ela estava ofegante, e antes que pudesse se mover, Beast abaixou-se e jogou uma de suas pernas por cima do ombro. A camisa subiu, e ela sentiu o golpe quente de sua respiração através da sua boceta nua. Quando ele enquadrou sua vagina com as mãos grandes e puxou seus lábios separados, ela sentiu-se ainda mais exposta. —Porra, sim, baby. Eu vou fodê-la com a boca até ter o seu doce creme saindo de sua boceta e escorrendo na minha garganta.


Deus. Sua boca estava de repente em sua boceta, sua língua separando

suas

violentamente.

dobras

Sabendo

e

então

que

ele

haviam

comeu-a

quase

motociclistas

e

prostitutas do clube apenas do outro lado da porta era erótico e excitou-a ainda mais. Ele manteve uma mão na bunda dela, mantendo-a pressionada contra sua boca quando ele fez exatamente o que disse que iria ... fodê-la com a boca. Ele apertou a carne, e ao mesmo tempo ele mergulhou sua língua em seu corpo. O ruído áspero do tijolo nas costas adicionou uma pitada de dor para o êxtase que ele trouxe. A mão segurando a parte de trás de seu joelho serpenteava entre suas coxas, e logo que o polegar tocou seu clitóris, ela gozou, incapaz de se segurar. Ela soltou um grito baixo, e não pode deixar de esfregar sua boceta em seu rosto, contra a sua boca. Seu profundo gemido enviou vibrações através de seu clitóris, e pequenas ondas de choque de prazer bateram nela. Ele deu a sua vagina uma longa última lambida, como se estivesse chupando um pirulito, certificando-se de que ele tinha todo o sabor, e então ele se levantou. Ele agarrou sua bunda de novo e puxou-a para frente, deixando-a sentir a sua dura ereção em sua barriga. Ela era enorme, monstruosa mesmo.


Ele apertou seus lábios contra os dela de novo, passou a língua ao longo de seus lábios antes de mergulhar em sua boca. —Eu preciso de você, Bridge. Eu preciso de você agora, baby —, ele murmurou contra sua boca. Ele estendeu a mão e apalpou-se através de seu jeans agora encharcado da chuva, um gesto obsceno, mas que era mais quente do que o inferno. —Você é minha. Sim ela era. Quando ela ouviu o som de seu zíper, ela abriu os olhos, nem mesmo ciente de que ela os fechou em primeiro lugar. Ela olhou para o rosto dele, mas é claro, não havia nenhuma expressão. Só desejo cru, Tesão Esfregou-se através de seu jeans por vários longos segundos, e então ele alcançado entre a braguilha e tirou seu pênis para fora. Ela baixou o olhar para o monstro que ele desencadeou, a ereção massiva que estava longa e grossa, era o maior pau que já viu. Ela já viu ele, o provado, o sentido dentro dela, mas ainda era incrível. A visão dele acariciando-se a paralisou. A ponta estava bulbosa, um pouco maior do que o seu comprimento. A fenda estava molhada com pré-sêmen, e era tudo para ela. —Quero transar com você, mas eu preciso de sua boca em mim, querida. — Suas palavras não deixaram espaço para discussão. Seus

músculos

internos

se

apertaram

para

algo

substancial, para a espessura de seu pênis, por algo que


apenas Beast podia lhe dar. Ela sabia que ele ia estica-la, tanto que iria doer, mas seria uma forma maravilhosa de sofrer. —Fique de joelhos—, ele ordenou. Ela caiu de joelhos e viu seu pau grosso, a ponta lisa implorando para ser sugada, para ser limpa. Ela inclinou a cabeça para trás e olhou para ele. —É isso aí. Parece que você está morrendo de fome pela minha porra. A maneira como ele olhou para ela, traçando as suas maçãs do rosto, queixo, e movendo para baixo para abrir a sua boca com o dedo e deslizá-lo para dentro, teve sua boceta apertando com mais força. —Você quer chupar o meu pau até eu encher a sua boca com meu esperma, não é? Droga, ele tinha uma boca suja. —Sim—, ela sussurrou. A ponta do seu pau roçou seus lábios, e ele ordenou que ela abrisse com esse pequeno toque. Neste beco sujo por trás de seu clube, onde ninguém podia vê-los, Bridget fechou os olhos, respirou pelo nariz, e ficou pronta para chupar seu pau. Eu te amo. Talvez pensar nessas três palavras agora não fosse adequado, mas o fato é que ela não podia ajudar a si mesma, e ela não sabia se seria capaz de algum dia dizê-las em voz alta.


—Bem, onde está a pequena vagabunda? —, Perguntou Francis, olhando para seu filho. Ele estava desapontado com a maneira que Bridget Foi tratada. Desapontado, chateado, e com tesão. A violência sempre o fez sentir tesão, e ele sabia que Bridget estava a dar-lhe uma razão para ficar violento. Ela era uma cadela quente, inexplorada que precisava saber o que era ter um bom homem entre suas pernas. Ele não podia acreditar que Rafe nunca chegou a ela. Ele sabia que seu filho e Bridget foderam, mas seu filho não tinha realmente despertado a puta em Bridget. Cada mulher era uma puta debaixo de toda essa merda afetada e apropriada. Os dois estavam noivos, mas não houve qualquer verdadeira paixão entre eles. Ele sabia que os dois foderam, mas Rafe nunca entrou na cabeça da mulher.


Francis viu seu filho tomar muitas mulheres e ele sabia que Bridget tinha consciência disso, embora ela nunca falasse sobre isso. Ela foi uma mulher eficiente que não fazia muitas perguntas. Depois de passar por tantas cadelas querendo se intrometer no seu negócio, ou que tentaram transar com ele, ele não esperou encontrar alguém tão boa ou tão inocente como Bridget. Ela realmente não tinha a menor ideia de quem ele era ou o que fazia. Foi lamentável realmente, um cordeiro entre leões. Ele não deveria ter deixado seu filho chegar perto dela, mas ele foi incapaz de fazer qualquer coisa sobre isso. —Ela foi abrigada pelo Grit dos Soldiers of The Wrath. Seu meio-irmão é de lá—, disse Rafe, inalando o fumo do charuto, soprando uma nuvem de fumaça. —Eu já enviei um cara para a casa dos seus pais, mas eles se foram. Francis olhou para seu filho. —Soldiers of The Wrath? A porra do MC? — Ele não precisava desta merda, não agora. Os Soldiers estavam ligados a Zeke, e aquele filho da puta iria derrubá-lo. Ele poderia realizar sua própria guerra contra um MC, mas não contra Zeke. Aquele filho da puta tinha as mãos em muitas

frentes

diferentes,

e

ele

estava

atrapalhando

significativamente o esquema das coisas. —Sim, só a seção Grit, não é nada para se preocupar. Agarrando o grampeador de sua mesa, Francis jogou-o, acertando Rafe. O grampeador bateu na cabeça de seu filho, mas ele não deu a mínima. Seu filho deveria assumir quando


ele se fosse, o que não iria acontecer se eles estivessem mortos. —Você não sabe nada sobre o MC, seu pedaço de merda. Eles ficam juntos, e ele está conectado ao Zeke. —Ele é a porra de um velho, e ele está decadente. A geração de seu filho não respeitava nenhum, não para os mais velhos, e não para as regras, não para a porra de nada, e ele estava Puto agora. —Ele está velho? Acha que ele é muito velho? — Caminhando para seus arquivos privados, ele puxou a última lista de mortes que Zeke emitiu. —Isto foi o que ele fez com os homens que tocaram em sua mulher. Ele matou a mãe de sua filha, e ele não tem nenhum problema em fazer homens e mulheres viverem através do seu tipo de tortura para fazer o seu ponto. — As imagens foram as que Francis tinha certeza que Zeke vazou para enviar uma mensagem para todos os seus inimigos. Zeke era uma má notícia, e ele era ligado aos Soldiers. —Vá para as Ruas e Descubra o que eu quero saber. —Eu não tenho ideia do que você quer saber—, disse Rafe. —Fodido inútil. Eu devia ter te matado antes de você nascer, bastardo filho da puta. Caminhando em direção a sua mesa, pegou o telefone e discou o número. Francis tinha assassinos nas pontas dos dedos, todos dispostos a matar quem eles pudessem sem muitas perguntas.


—O quê? — Ele perguntou. —Eu tenho um alvo e quero que você o mate. Encontre meu filho na esquina em dez minutos, você terá todos os detalhes. — Francis desligou, pegou o arquivo de Bridget, e entregou a seu filho. Uma pequena mancha de sangue cobria a cabeça de Rafe, e ele não dava a mínima para o que aconteceu. —Quando isto for entregue, vá para Grit, e descubra exatamente o que diabos está acontecendo. —É apenas uma maldita boceta! Batendo-lhe na parte de trás da cabeça, Francis estava pronto para cometer assassinato. —Ela está com um MC, que tem ligações com Zeke, o sádico. Esta não é mais apenas uma menina. Saia da porra do meu escritório agora. Ele esperou que Rafe saísse antes de pegar seu laptop, jogando-o através da sala. —Você está bem, chefe? — Buster, seu guarda-costas pessoal perguntou, entrando na sala. —Não, eu não estou. Ele disse a Buster o que aconteceu. —Eu posso colocar algumas antenas para fora. Eles podem me dizer o que está acontecendo. —Faça-o—, disse Francis. Ele não estava disposto a assumir Zeke e o MC, e não para qualquer coisa. Isso precisava acabar, e ela precisava partir. Tudo começou muito


errado. Se a porra do seu filho a tivesse matado no início, eles não estariam nessa confusão.

—Ela não é como qualquer uma das cadelas que ele pegou antes—, disse King, falando com Payne. —Ela não é, e temos de começar a olhar para esta ameaça com Rafe a sério. Eu sempre soube que havia alguém para Beast. Ele estava sempre escondendo alguma coisa. Eu nunca soube que era sua meia-irmã. King riu. —Deveríamos saber que Beast cairia por sua meia-irmã. Ele não gosta de viver por normas sociais, não é? —Não. Mas esta merda é real agora. —Você vai falar com Demon? —, Perguntou King. Eles faziam parte dos Soldiers of The Wrath, mas eles estavam sediados em Grit, e tinham suas próprias regras. Eles

falavam

com

a

seção

principal

quando

eles

precisavam. Payne e Demon, o Prez da seção principal dos Soldiers,

tinham

muitas

divergências,

mas

eles

ainda

estavam conectados. Eles estavam unidos contra inimigos comuns e ninguém jamais se metia entre eles. —Eu vou ligar para ele amanhã. Ele teve algumas más notícias. —Como o quê?


—Você sabia que Deanna estava grávida? —, Perguntou Payne. —Sim. — Ele não conhecia Deanna ainda. Eles ainda tinham que ter uma grande reunião de clube. —O garoto acabou na UTI, porque Deanna entrou em trabalho de parto prematuro. Não parecia bom, mas a última vez que eu falei com Nerd, o bebê ainda estava vivo. —Porra—, disse King. Demon era um homem forte, mas até mesmo King iria lutar com algo parecido com isso. —Sim, porra. Se essa criança não sobreviver, Demon vai explodir, e ninguém vai ser capaz de pará-lo. — Payne passou a mão pelo rosto. —Zeke deu-me uma chamada. — Zeke o proprietário do clube Dominion e um sádico filho da puta, estava trabalhando com a seção principal dos Soldiers. A seção Grit não sabia muito sobre isso, e não se importava uma vez que não lhes dizia respeito, mas eles ainda não sabiam sobre o tipo de homem que Zeke era. Ele não se colocava em merda, acabava com quem que o ameaçava, e mesmo que ele fosse perigoso, ele estava no mesmo lado que os Soldiers. Isso viria a calhar para toda a situação com Rafe. —Francis está à procura de Bridget. Eu tenho minhas fontes colhendo a informação. Nada de novo aconteceu, mas como um associado aos Soldiers, ele imaginou que deveria me dar um aviso. Eles não se envolveram com o problema de Zeke, principalmente porque eles não viviam perto o suficiente.


Tudo estava virando um caos, ficando perto de uma guerra total. —Merda está prestes a cair—, disse King. Para seu irmão, ele faria o que fosse preciso para manter Bridget segura. Ela pertencia a Beast, o que a fazia propriedade da seção Grit e sob a sua proteção.


—O clube está no bloqueio—, disse Beast da porta. Medo e pavor tomaram conta Bridget, e ela sabia que estava prestes a ficar ainda pior. —Diga-me o que está acontecendo. — Claro, ela sabia que tinha a ver com Rafe, mas ela precisava saber os detalhes. Ela veio aqui porque ela estava com problemas, colocou todos em perigo, e ela precisava saber todos os detalhes. Beast ficou lá por um segundo antes de entrar no quarto e fechar a porta. Suas mãos tremiam e suor começou a pontilhar sua testa. Embora ela tivesse confiado sua vida a Beast, e o amava mais do que já amou alguém, ela estava preocupada sobre o quão longe o alcance de Rafe poderia se estender.

Rafe

e

Francis

conheciam

pessoas,

tinham


conexões, e ela não podia ver Beast ou o clube ferido por causa dela. —Baby—, disse Beast sentando-se ao lado dela. Voltou seu corpo de frente para o dela, ela fez do mesmo modo e eles estavam agora olhando um para o outro. —Estou com medo, Beast, — ela sussurrou, não mentiria para ele. Não haveria nenhum ponto em não ser verdadeira, especialmente desde que ela sabia que ele poderia dizer que ela estava prestes a perdê-lo. —Você confia em mim, baby? Ela lambeu os lábios e olhou para suas mãos. Elas estavam entrelaçadas no colo, mas ela assentiu. —Eu confio em você. — Ela sentiu seu dedo sob o queixo, e então ele estava levantando sua cabeça, forçando-a a olhar para ele. —Você confia em mim, Bridget? —, Ele perguntou com uma voz dura. —Sim—,

disse

Bridget

sem

hesitação.

—Mas

eu

confiando em você com a minha vida não significa que o idiota e seu pai não podem te machucar e ao clube. — Ela engoliu o nó se formando em sua garganta. —E eu trouxe isto a sua porta da frente. Ele lançou sua boca na dela, impedindo-a de dizer qualquer outra coisa. Beijou-a como se fosse a última vez, o que poderia muito bem ser. Porque confiar em Beast não queria dizer que as coisas dariam certo no final.


—Eu não vou te deixar, especialmente depois que eu finalmente tive você, Bridge. — Ele se afastou um pouco e olhou em seus olhos. —Eu estou farto de esconder o que eu sinto, tentar fingir que você só está aqui comigo por causa do sexo. — Ele balançou a cabeça. —Eu te amo, e nada vai tirar você de mim. — Sua expressão era dura, sua voz como aço. —Alguns filhos da puta idiotas como Rafe não irão ficar entre nós. Posso lhe garantir, baby. Ela assentiu com a cabeça, e quando ele a beijou novamente, ela colocou os braços em volta do pescoço, tentando chegar o mais perto dele quanto poderia. Se ela pudesse lutaria com Rafe por conta própria, ela teria acabado com ele. Mas ela confiava em Beast e no clube, desejou que ela pudesse estar na linha de frente com eles, mas ela sabia que seu homem não deixaria isso acontecer. Ela estava assustada, e não tinha vergonha de admitir que Rafe a fazia sentir pequena, repugnante, e como se ela fosse apenas uma merda nesta Terra. —Eu amo você, Beast—, disse ela contra sua boca e amando quando ele gemeu. —E eu te amo, Bridge. Você foi a única que eu amei.

—Sirvam-se, filhos da puta. É hora de começar a festa— , disse King, seu sorriso largo, a arma carregada e pronta. A


verdade era que ele amava uma boa luta, gostava de colocar as mãos em sangue, e derrubar um bastardo que pensava em ferir seu clube ou aqueles sob sua proteção. Ele olhou para Beast, o irmão concentrou-se em amarrar armas e facas em seu corpo. Eles estavam indo confrontar Rafe, derrubar o filho da puta e, finalmente, acabar com isso antes que a morte viesse bater à sua porta. —O que o informante disse? —, Perguntou Beast. —Ele está no seu cassino hoje à noite, ele e o pedaço de merda do seu filho—, disse Payne, sua voz dura, sua expressão como pedra. —Grim e Reaper, vocês mantenham um olho em minha senhora como se ela fosse sua—, disse Beast, um aviso em sua voz. King olhou para os gêmeos, ambos balançando a cabeça, os rostos endurecidos. Eram idênticos em todos os sentidos, matando juntos, e até mesmo fodendo mulheres juntos. —Nós vamos estar sobre ela como branco no arroz—, disse Grim, e King poderia ter rido da fala se não fosse pela gravidade desta situação. —Nós vamos descobrir como entrar uma vez que chegarmos lá, — disse Payne.

—Precisamos checar a

instalação. Dependendo do nível de segurança que o bastardo possui, nós iremos recuar e atacaremos outra hora, quando tivermos certeza que a comitiva de segurança que o segue não esteja lá.


—Eu não vou sair de lá até aquele filho da puta ser morto e eu farei Francis assistir—, disse Beast, enfrentando Payne. —Irmão, estamos aqui para você, e nós vamos fazê-los pagar—, disse Payne. Beast assentiu, pegando um revólver em cima da mesa e o guardou. —Vamos foder estes bastardos.

—Eles estão saindo—, ele disse no receptor para Francis. Ele Foi chamado para esta pequena missão para encontrar

Bridget

e

levá-la

para

fora.

Ela

era

uma

responsabilidade, e embora ele Foi contratado com um objetivo, e não desse a mínima sobre os porquês de tudo, ele sentia esse desejo de vê-la implorar por sua vida. Ele adorava quando imploravam. —Quantos à estão vigiando? —, Perguntou Francis. —Parece que dois. — Ele estava estacionado no telhado do edifício em frente ao clube. Ele estava a uma boa distância, mas ele tinha um escopo em seu rifle. —Eu posso mata-los, se necessário.


—Leve-a para fora, mas não mate os membros MC. Eu não preciso dessa merda caindo sobre mim, especialmente se Zeke estiver envolvido. Ele não iria mencionar que matá-la traria um tornado sobre a organização, especialmente se ela estava sendo protegida pelo MC. Ele estava aqui para fazer um trabalho, e o trabalho era levar a cadela.


Bridget mordia os lábios ao mesmo tempo que andava de um lado para outro. Beast estava lá fora caçando monstros por causa dela. Ela era a porra de uma idiota. Se não tivesse sido tão cega, não estaria aqui, e Beast não estaria lá fora, arriscando sua vida, e as vidas de seus Irmãos. —Você sabe, ficar andando de um lado para o outro não vai trazê-lo de volta mais rápido—, disse Grim. Olhando através dos gêmeos, ela balançou a cabeça. —Por que ele tinha que ir? —No caso de você não saber, os Soldiers não esperam por ninguém. Se há ameaça, não vamos esperar eles baterem à nossa porta. Nós fodemos eles, não somos fodidos—, disse Reaper. Os gêmeos fizeram algum tipo de colisão do punho, que a deixou sacudindo a cabeça.


—Isso é loucura. —Esta é a vida, querida. É a vida de um motociclista, e você só tem que saber que é do jeito que é. Não há porque maltratar esse doce traseiro—, disse Grim. Ele deu um tapinha no assento ao lado dele. —Vamos sentar e relaxar. —Eu não posso relaxar sabendo que ele está lá fora. —Você realmente o ama? — Reaper perguntou. —Sim. —Como totalmente, cegamente, aquele tipo fodido de amor? Ela olhou para Reaper, esperando por ele chegar ao seu ponto. —Parece um pouco fodido para mim. Vocês são meiosirmãos. —Cale a boca. — Ela gritou com raiva. —Não somos irmãos de sangue, nunca. Ele não é meu irmão. Eu o amo com todo o meu coração, e faria qualquer coisa por ele, até mesmo morreria por ele. — Antes que pudesse terminar de falar uma explosão soou. Os ombros de Bridget foram atingidos com pedaços de vidro e fogo rasgando-a e fazendo-a gritar. Será que foi baleada? Grim cobriu seu corpo quando Reaper correu pela porta. Ela ouviu a comoção, gritos e barulho. O fogo em seu ombro era demais, e as lágrimas corriam em suas bochechas.


—Você está bem? —, Perguntou Grim. —Porra, você foi atingida. — Ele colocou a mão em seu braço, e ela gritou na agonia. —Isto não é bom. Nada bom, porra! Ela viu quando um homem chutou a porta abaixo, portando uma arma, claramente sem se importar se alguém ouviu ou viu o que ele estava fazendo. Reaper e o homem correram um para o outro, lutando no início, mas, em seguida, tentando ganhar supremacia sobre as armas. Reaper era um homem grande, mas o cara que começou essa merda era de bom tamanho também. O cara levantou o braço com uma faca em sua mão, mas Reaper levou a mão ao nariz do homem e empurrou para cima. O homem gritou de dor e deixou cair a faca. Reaper foi para sua arma, mas em vez de atirar,

deu

uma

coronhada

na

cabeça

do

homem,

nocauteando-o. Ela queria Beast. Fechando os olhos, ela sabia que não podia parar a escuridão de chamando-a. —Porra, ela desmaiou—, Grim disse, pegando Bridget enquanto Reaper arrastava o homem atrás dele. —Este filho da puta estava prestes a acabar conosco. Como pode ver, eu o parei—, disse Reaper, deixando cair a perna do homem. O bastardo estava desmaiado graças a coronhada na cabeça. Reaper teria matado o idiota, mas ele queria se divertir um pouco. —Temos que chamar Beast, e dizer que ela foi atingida, — Grim a deitou no sofá.


—Chame o médico, traga-o aqui. Vou prender esse bastardo no porão até que saibamos que ela está bem. Reaper deixou seu irmão para lidar com Bridget. Ele arrastou o grande assassino em direção à cozinha, com acesso ao porão. Assobiando, abriu a porta, agarrou a perna do assassino, puxando andar abaixo, sem se importar se o homem machucava a cabeça nos degraus das escadas. O filho da puta pensava que podia entrar no seu clube e atirar na mulher de um irmão? O bastardo não sabia o que diabos estava prestes a acontecer com ele. No porão, olhou da cadeira para as correntes no centro da sala. Ele se debateu qual causaria o maior desconforto e iria irritar o filho da puta ainda

mais.

Sentou

na

cadeira.

Assobiando

enquanto

trabalhava, colocou o filho da puta enganchado sobre as correntes, e puxou para cima. —Não fuja agora—, disse ele, batendo no homem desmaiado. No andar de cima, encontrou Grim na ponta do sofá, colocando um pano sobre a ferida que não parava de sangrar. —O médico está a caminho? — Reaper perguntou. —Sim, ainda tenho que chamar Beast. —Isso não vai ser bom. — Beast era totalmente apaixonado por Bridget. Todos sabiam que ele não teve qualquer mulher antes. O improvável amor entre os dois era tão fácil de ver. Reaper estava impressionado com o cuidado e preocupação de Bridget com os Irmãos. Ela se importava, e uma esposa, precisava ser alguém que se importava.


—Você vai ligar? — Grim perguntou. Grunhindo, ele pegou seu celular e discou o número da Beast. Foi direto para o correio de voz. —Continue tentando. Ele provavelmente está matando um homem enquanto falamos, e você sabe como fica irritadiço quando o perturbamos no meio. —Vamos esperar que ele não nos machuque por ela ter sido atingida.

Beast olhou para a entrada do cassino, e a raiva cresceu dentro dele. Naquele edifício, dois homens conspiraram para matar a mulher que amava. A mulher que não deveria ter sequer começado um trabalho com eles, e ele estava chateado. Merda, ele estava puto, queria matar todo mundo naquela sala. —Você está bem, irmão? —, Perguntou Payne. —Eu estou bem. Quero entrar lá, e matar cada filho da puta que a machucou. — Pensar no modo que faria todo o derramamento de sangue, na verdade, o fez feliz. Descendo de sua moto, não deu a mínima se seus Irmãos o seguiam. Ele queria fazer uma entrada. Pegou a arma do bolso de trás, preparando-a para disparar. Havia uma festa privada no cassino para Francis e alguns de seus associados. Todos eles eram a porra de criminosos, assassinos, e ele estava indo para matá-los, um por um.


—Sinto muito, senhor...—, disse a mulher na porta. Ele a ignorou e continuou caminhando. Um segurança tentou agarrá-lo, Beast guardou a arma, e esmurrou o nariz do filho da puta. O sangue jorrava quando deu uma joelhada no pau do homem. O segurança caiu, e Beast seguiu. Em seu caminho, atacou qualquer homem que tentou impedi-lo, atacando. Ao fundo, ouvia seus irmãos logo atrás. Ele tinha contas a acertar, que iria deixar pelo menos dois homens mortos. Beast faria o mundo seguro para Bridget. Ela sempre merecia o melhor. Ele amava aquela mulher com todo o seu coração, e ele iria morrer por ela. Abrindo a porta, viu Francis e Rafe, e sacou a arma. —Ouvi dizer que você tem um problema com a minha mulher—, disse Beast. Os guardas na sala começaram a retirar suas armas. Ele disparou em dois, mas foi atingido no braço por um terceiro. Payne, que estava logo atrás, matou o outro. Ignorando a queimação no braço, não era a primeira vez que foi baleado – mantinha seus olhos em Rafe. Aquele filho da puta ia morrer, uma morte longa e dolorosa.


Beast não se importava com a bala que rasgou seu braço. Na verdade, apreciava a porra da dor sobre o braço. —Você é um estúpido, idiota—, disse Francis, mas Beast apenas sorriu. —Fique de joelhos, filhos da puta. Com os seguranças abatidos, Francis e Rafe não tinham outra opção a não ser obedecer. Beast não era estúpido. Não podia

prolongar

tudo

aquilo,

pois

sabia

que

outros

seguranças estavam a caminho. Isso precisava terminar. Ele andou até Rafe, viu o filho da puta grunhir para ele a raiva descer sobre ele. Beast fechou a mão e esmurrou Rafe, lançando-o para trás. Enfiou os dedos nos olhos de Rafe, o homem grunhiu e caiu para o lado. Antes que pudesse se endireitar, Beast tinha a mão em volta do seu


pescoço e puxou sua bunda do chão. Ele rosnou, olhando olho no olho. —Você tocou minha mulher, pensou que poderia ameaçá-la, feri-la... fazê-la ficar com medo. —Ela é uma puta. Beast rosnou e deu uma cabeçada nele. Sangue imediatamente começou a derramar do nariz do filho da puta, que tinha um sorriso sádico espalhado sobre o rosto de Beast. —Diga alguma coisa sobre ela, filho da puta. Rafe sorriu.... o idiota queria morrer agora dada a forma como ele estava agindo. —Eu comi aquela cadela até sua boceta sangrar. Vermelho cobriu a visão de Beast, que soltou um som animalesco. Sem pensar, agindo por instinto sozinho com a necessidade de proteger Bridget, para se certificar de que ela estava segura, Beast levantou a arma e direcionou para a cabeça de Rafe, entre a porra dos olhos. —Foda-se, — Beast disse antes de puxar o gatilho. O silenciador na arma esmaeceu o ruído que teria ressoado, e ele deixou Rafe cair. O filho da puta caiu no chão, o buraco de bala entre os olhos, o sangue escorrendo atrás de sua cabeça. —Bastardo—, Francis disse, mas Payne estava na frente do homem, colocando uma bala na cabeça, também. Francis caiu no chão ao lado de seu filho, e por um segundo, o que


todos poderiam fazer era olhar para os dois bastardos. Terminaram muito rapidamente. Ele deveria tê-los feito sofrer, deveria tê-los torturados, tirado algumas unhas e os feito comê-las. Droga, ele poderia ter pensado algumas coisas divertidas para fazer os fodidos guincharem como porcos. —Precisamos dar o fora daqui—, disse Payne ao lado dele. Beast grunhiu e acenou com a cabeça, mas ainda assim ele estava ali, apenas observando a poça de sangue ao redor dos babacas mortos. Só então o seu celular tocou. Ele agarrou-o, sem se preocupar em verificar o número, e atendeu. —Sim? —Beast, temos um problema—, disse Reaper do outro lado, e Beast saiu de sua mórbida obsessão com os corpos a seus pés. —Bridget está bem? É melhor ela ficar bem ou o mundo vai vir para baixo em torno de mim. —Parece que Rafe e Francis enviaram um filho da puta para matá-la. Seu coração parou, e o mundo desapareceu quando a escuridão o rodeou. —Ela está bem? — Levou toda a força para fazer a pergunta.


—Ela está viva, mas foi baleada. O médico está com ela agora. Mantivemos vivo o filho da puta que atirou. Beast desligou antes que Reaper pudesse dizer qualquer outra coisa. —Que porra é essa? — perguntou Payne, mas Beast já estava em movimento. Não disse uma palavra enquanto seguia em direção a saída do cassino. Um pobre coitado tentou impedi-lo, mas ele quebrou o nariz do filho da puta e continuou andando. Uma vez fora, ele olhou para Payne. —Francis e Rafe enviaram um assassino para matar Bridget. —Ela está bem? —, Perguntou Payne, preocupação e raiva em sua voz. —Ela levou um tiro, mas viva. Eles deixaram o idiota vivo. O rosto de Payne tornou-se uma máscara de raiva. —Vamos cuidar dele. Sim, eles fariam e Beast teria certeza que o idiota gritasse muito.

Bridget estava viva, e era muito grata por isso, mas a dor era algo não era nada que já experimentou.


—Eu estou te dando estes para dor. Tome um a cada quatro horas, conforme necessário. Eles vão tirar a dor, mas também irão derrubá-la. Bridget olhou para o médico que veio ao clube. Seu cabelo estava desgrenhado, e o smoking que usava parecia que acabou de chegar de uma festa. Tinha um ligeiro odor de álcool, mas seu olhar era claro, e seu toque era gentil. Ela olhou para seu braço, vendo sangue começar a cobrir o curativo envolvido em torno de seu braço. —Você pode ver um pouco de sangue no curativo, mas nada substancial. A bala atravessou para a direita, de modo que deve curar bem. Ela assentiu com a cabeça. —Obrigada. —De nada. — Ele enfiou a mão no saco e tirou um frasco laranja. —Isto é um antibiótico para assegurar que a ferida permaneça limpa e não infeccione. — Entregou-lhe a garrafa. —Basta tomar duas vezes por dia durante os próximos dez dias, e depois uma a cada dia até acabar o frasco. — Ela assentiu com a cabeça novamente. —Se você precisar de ajuda para ter certeza que a ferida esteja limpa e curando adequadamente, eu posso passar por aqui. Ela balançou a cabeça. —Suas instruções são boas; eu posso gerenciar. — Ela sorriu e tentou deslocar no sofá, mas a dor a fez estremecer e silvar alto.


—Apenas relaxe. Irá sentir dor por um tempo ainda. O médico levantou-se e caminhou até Grim e Reaper. Os gêmeos andando de um lado para o outro pela última meia hora, depois de ligarem para Beast. Ela estava preocupada com ele, não tendo certeza do que aconteceu depois que o Clube foi ao encontro de Rafe e Francis. Conseguiram? Foram feridos? Ou pior, mortos? Estava preocupada com Beast. Ela o amava muito e seu amor se estendeu aos Irmãos do Clube. Eles eram homens honrados mesmo que algumas coisas que faziam fossem erradas, ruins ou ilegais. Só então, as portas do clube se abriram e Beast e Payne entraram. Beast tinha o rosto enfurecido enquanto examinava ao redor do clube, e quando seu olhar caiu sobre o dela, ela jurou que seu coração parou. Ele foi por ela no instante seguinte, olhando a ferida, sua mandíbula apertou, a raiva irradiava dele. —Como está baby? Ela sorriu e ergueu o braço bom para a face de Beast. —Eu estou viva, e você está aqui, então eu estou bem. Ele se inclinou e beijou-a, e ela desejava que as coisas tivessem sido diferentes, é claro. Beast se afastou, olhou para ela por um segundo prolongado, e então ele estava de pé e de frente para Grim e Reaper. O médico saiu, e com os membros do clube de pé na


sala principal, o ar espesso com tensão e raiva; Bridget sabia que isso ainda não acabou. —Onde ele está? —, Perguntou Beast, sua voz vibrando com raiva incontida. Sim, ainda não acabou.

Beast desceu ao porão, onde se encontrava o filho da puta que colocou um buraco em sua mulher, estava amarrado com os braços acima da cabeça. Havia sangue escorrendo pelo seu rosto de um corte na testa, mas não estava

ruim

o

suficiente,

tanto

quanto

Beast

estava

preocupado. —Achei que iria querer ele acordado e pronto para uma surra—, disse Reaper. —Você fez bem. —Woohoo.


Ele revirou os olhos. Grim e Reaper eram dois filhos da puta

intensos

que

levavam

com

grande

orgulho

sua

capacidade de tortura. Eles gostavam de brincar com seus brinquedos e causar o máximo de dor. Gritos não pareciam incomodar os gêmeos; que apreciavam o ruído, certificandose de que cada um que torturaram cantasse antes de morrer. —Você o deixou em uma única peça—, disse ele. Isso não era como os gêmeos. Payne normalmente tinha de ordenar suas bundas de parar de rasgar seus inimigos afastados. —Ele machucou uma parte de sua mulher. Achamos que você iria gostar de lidar com ele sozinho. — Agarrando a grande balde de água que um dos gêmeos deixou, ele jogou sobre o homem, acordando-o. —Acorde, acorde, filho da puta—, disse ele, estalando os dedos. —Foda-se! — O homem começou a empurrar nas correntes, tentando sair da armadilha que lhe colocaram. —Bem, eu aposto que você está se sentindo um pouco estúpido agora. Você acha que pode atirar na minha mulher e fugir. — Beast riu. —Eu estava apenas respondendo à chamada, fazendo meu trabalho, imbecil. —Você é um babaca, se você acha que vai chegar a qualquer lugar.


—Pegue qualquer problema que você tem com Francis e Rafe. Eu estava apenas seguindo ordens. —E essas ordens eram? — Beast perguntou, querendo os detalhes. —Para tirar Bridget daqui. Eles não me deram a razão pela qual, eu simplesmente faria o trabalho, sem dúvida.

Agarrando

o

rosto

do

homem,

ele

apertou

tão

firmemente quanto pôde. —Você vai se arrepender de fazer isso, filho da puta! — Ele cuspiu no rosto do homem. —As coisas estão prestes a ficar boas—, disse Grim. Olhando para os gêmeos, ele viu que eles já estavam agarrando ferramentas e colocando-as em uma bandeja ao lado Beast. Estes dois filhos da puta tinham muita emoção em algo assim. Removendo seu colete de couro e sua camisa, Beast se moveu em direção a bandeja de ferramentas. —Nós recomendamos que você tire suas roupas até que ele esteja completamente nu. Há sempre um monte de coisas divertidas para brincar e machucar —, disse Reaper. Beast olhou para os dois irmãos. Ele ouviu dos gêmeos torturando os homens cortando suas bolas, em seguida, seus paus. O próprio pensamento era... ouch! Não, ele não podia pensar nisso. Ele podia foder as pessoas e machucá-las, mas ele nunca teria o prazer sádico como os gêmeos.


—Eu vejo você ficar verde—, disse Grim. —Ah, o pequenino Beast está se sentindo mal? — Reaper sorriu e pegou um par de tesouras. —Vamos mostrar como os Mestres da Tortura trabalham. — Reaper assobiou, e mesmo quando ele começou a cortar as roupas longe do homem, ele não mostrou qualquer sinal de hesitação contra a contorcer-se, empurrando o homem. Beast ficou para trás, vendo como Reaper bateu o homem em toda a face, rindo com prazer escuro. —Você sabe que é errado—, disse Beast. —O que? Não há nada de errado com a obtenção do que nós queremos. Ele é uma tela perfeita para fazer o seu pior. — Reaper se afastou do homem e Beast avançou. —Francis está morto—, disse Beast. —Então deixe-me ir porra. —Você não tem nenhuma chance. Você feriu minha mulher, atirou em seu ombro. —Queria acertar a sua cabeça. — Beast o atacou, dando golpes no corpo do homem. Sua raiva o consumia, queria matar o desgraçado. Não havia controle no que estava fazendo. Iria matar este filho da puta. Recuando alguns minutos depois, o homem estava rindo e, cuspindo sangue. —Será que será somente eu tentando matar a putinha? —Beast, você é grande em muitas coisas, mas deixe isso para nós—, disse Grim. —O filho da puta gosta de abrir a sua boca, aparentemente.


O pedaço de merda estava pendurado e ainda era arrogante. Beast era um lutador, não um torturador, mas para Bridget, e o que o homem fez com ela, ele tinha certeza que este pequeno desperdício pagaria em sangue e gritos. Grim e Reaper sabiam o que estavam fazendo, e Beast sabia que eles iriam dar ao assassino uma boa amostra do que ele realmente estava enfrentando. Os gêmeos fizeram pedra, papel, tesoura, na qual Grim ganhou. Ele viu como Grim agarrou um pequeno bisturi. —Esta é uma puta de uma arma. As pessoas não percebem o quão afiado estes cabrões são, não até que eu os leve até sua pele. Elas são a porra de brilhantes. — Grim cortou a lâmina para baixo o rosto do homem. Beast observou como Grim fez mais algumas fatias, assobiando como se ele estivesse fazendo uma obra de arte, em vez de fatiar um homem para cima. Beast nunca estava em tortura pornô, mas a verdade era que ele estava tendo um caralho de prazer em ver aquele pedaço de merda ser ferido. Em seguida, foi a vez de Reaper, só que desta vez, o modo utilizado era um alicate no pau do homem, que fez Beast estremecer. Não dava a mínima para a dor que o assassino sentia, não quando ele tentou tirar a vida de Bridget. Ninguém iria tirar sua mulher dele. —Beast, desculpe interromper o seu divertimento, mas Bridget quer te ver —, disse King, descendo as escadas e sorrindo para a cena. —Vocês dois filhos da puta são desagradáveis.


—Você tem isso agora? —, Perguntou Beast. —Quer que ele esteja respirando quando voltar? — —Sim. Quero que ele me olhe enquanto morre. Bridget ouviu gritos, e sabia que era o homem que tentou matá-la. Se Beast não queria que ela ouvisse, deveria ter levado o homem longe do clube. Nenhum dos Irmãos iria lhe dizer o que estava acontecendo, se sentia perdida. Em seu quarto na sede do clube, seu ombro queimava mesmo com o medicamento para dor. —Qual é o problema, baby? —, Perguntou Beast, entrando. Ele não estava usando seu corte de couro ou uma camisa enquanto andava em direção a ela. Ela viu o sangue fresco e alguns cortes sobre os nós dos dedos. —Eu queria ver você. Que barulho é esse? —Você sabe o que é. —Você vai matá-lo? — Perguntou ela. —Baby, você sabe a resposta para isso. Nem pense em tentar me parar, e manter esse bastardo vivo. Ele quase matou você, e se tivesse conseguido acertar o tiro, não estaria sentada falando agora. Ela engoliu em seco e acenou com a cabeça, sabendo que ele estava certo, sabendo que esta era a realidade do seu mundo. —O que aconteceu com Francis e Rafe? —


—Eles foram embora. — Ele se sentou na beira da cama, tomando-lhe a mão. —Ninguém jamais vai machucá-la novamente. Eu não vou deixar. Bridget não se importava. Essa percepção surpreendeua, e ela lhe disse. —Não me importo que os matou. Eram seres humanos repugnantes, e quanto mais eu penso que trabalhei para eles, o pior me sinto. Odeio isso. Ajudei-os, e nunca vou ser capaz de voltar atrás com o que fiz. — As lágrimas encheram seus olhos. —Eu não vou desistir de você, baby. Você é minha, e mesmo que eu esteja prestes a matar o homem que a feriu, você não vai a lugar nenhum, você entende? —, perguntou. —Eu não vou a qualquer lugar. Eu te amo, Beast. Ela envolveu um dos braços em volta dele. Seu outro braço estava preso firmemente contra seu corpo. A gentileza e o amparo de Beast a surpreendeu. O grito do homem ecoou pela casa. —Este assassino não terá exatamente uma dor súbita — , disse Beast. —Grim e Reaper estão mostrando uma calorosa recepção da Seção Grit. —Eu não quero saber o que você quer dizer com isso—, disse ela. —Não, mas eu tenho que ir e terminar isto, por nós. Podemos planejar algo amanhã. Descanse, relaxe e durma. Sick protegerá você.


Ele beijou sua testa e saiu do quarto. Pela primeira vez em sua vida, ela estava realmente feliz, mesmo com os gritos torturantes vindo do porĂŁo.


Beast ficou ali por um momento, olhando para o homem amarrado, sangrando, a meio caminho da morte. Sangue cobria o rosto, as mãos e atÊ mesmo o peito de Beast. Grim e Reaper trabalharam bastante no assassino, cortando pedaços da sua carne e da alma, fazendo-o chorar, irritar-se, e desejar nunca ter aceito o trabalho de matar a mulher de Beast. —Se vai me matar, mate, filhos da puta. Grim e Reaper riram.


—Tenho que dar crédito a esse pau no cu—, disse Reaper. —Todo o tempo que trabalhamos nele, ele ficou amaldiçoando a gente como um marinheiro louco. Grim riu mais ainda. —Fez a experiência mais divertida. — Os gêmeos sorriram sadicamente. —Foda-se, todos vocês. — O homem cuspiu um bocado de sangue nos pés de Beast. Beast apertou a mandíbula e enrolou os punhos ao lado do corpo. —Não, imbecil, você é o único que está fodido. — Beast virou e olhou para os gêmeos. —Me dê a arma, — ele disse. Grim pegou sua arma, colocou o silenciador antes de entregá-la. —Só vai acabar com ele? —, Perguntou Reaper. —Sim. —Ele deveria sofrer mais—, disse Grim. —Não, eu quero este pedaço de merda enterrado em uma cova rasa para que os animais possam encontrar o seu corpo e cagá-lo. O cara sorriu, com um dos dentes faltando graças ao alicate enferrujado que Reaper usou e os outros dentes ensanguentados.


—Foda-se, bastardos. — Beast levantou a arma e apontou-a para o centro da cabeça do filho da puta. —Eu espero que você apodreça no inferno. Ele puxou o gatilho, colocando uma bala na cabeça do bastardo. O homem caiu para frente, sua morte instantânea, as correntes eram a única coisa segurando-o. Por um segundo, os três não se moveram nem disseram nada, mas depois Beast sacudiu a cabeça e entregou a arma a Reaper. —Eu preciso ficar com a minha mulher. —Nós vamos lidar com limpeza e eliminação—, disse Grim. Beast assentiu uma vez, e sem dizer mais nada, virou e saiu necessitando ficar Bridget. Bridget estava deitada na cama quando Beast entrou no quarto. As luzes estavam apagadas, e mesmo que o desconforto no braço não estava mantendo-a, o fato de saber o que os caras estavam fazendo para o homem teria feito o sono impossível. Os comprimidos para a dor entorpeceu a maior parte da dor, mas ela só tomou metade da dose, não querendo ficar adormecida, especialmente com tudo isso acontecendo. Talvez seja isso que eu preciso? Ele não a tocou ou disse qualquer coisa imediatamente, e com as luzes apagadas, ela só poderia ver a sua forma


maciça. Ele fechou a porta, ficou ao lado da cama por apenas um segundo, e então se virou e entrou no banheiro. A porta fechada, a luz acesa e ela ficou olhando a luz embaixo da porta o que parecia uma eternidade. Não foi até que ouviu o chuveiro desligar que percebeu que ela deveria ter estado olhando para ela o tempo todo. Fechando os olhos e

esfregando

seu

rosto,

suspirou,

sem

saber

o

que

aconteceria a seguir. Ela amava Beast, mas não sabia como toda esta situação iria afetá-la ao longo prazo. A porta do banheiro se abriu, e ela viu a forma quando a luz delineou seu grande corpo. Ele usava uma toalha envolta de sua cintura, seus músculos em exposição gritante. —Bridget, baby—, ele disse suavemente. —Eu estou acordada—, disse ela suavemente.

Ele

apagou a luz e se moveu em direção a ela, puxou as cobertas para trás, e subiu ao seu lado. O aroma de sabão fresco e a sensação de seu grande corpo quente, duro a envolveu. Sua carne ainda estava ligeiramente úmida, mas ela se enrolou em volta dele de qualquer maneira, amando que ele estava aqui com ela. —O que acontece agora? —. Ela perguntou, não esperando, porque ela precisava saber. Ele ficou em silêncio por alguns segundos, mas ele finalmente segurou a parte de trás de sua cabeça, consciente de sua ferida no braço quando a puxou para mais perto, e exalou bruscamente. —Nós levaremos um dia de cada vez, baby. — Ele se afastou, e mesmo que ela não pudesse realmente ver seu


rosto, ela sabia que ele estava olhando para ela. —Mas eu não vou deixar você se afastar de mim ou do que temos. — Ele segurou seu rosto. —Você é minha, eu mataria por você, toda porra do dia, Bridget, só para ter certeza de que está segura e protegida. — Ela suspirou e percebeu que estava aliviada. Ele era a pessoa que ela amava, o homem que fez tudo e todos os outros sumirem em comparação. —É você e eu contra o mundo, menina. — Ela descansou a cabeça em seu peito e sorriu. Isso era exatamente o que ela precisava ouvir em um momento como este. —Eu te amo, Bridge. —Eu também te amo.

King assistiu Beast segurar Bridget. Fazia alguns dias que tudo aconteceu e ela sido baleada, mas Beast não iria deixá-la fora de sua vista. Era meio louco ver Beast ser tão gentil e protetor com sua mulher, desde que King conhecia o motociclista duro só se importando em foder uma boceta. Estava claro que Bridget era algo especial para ele. King pegou sua cerveja e tomou. A maioria dos patches estavam ficando bêbados e indo para os quartos nos fundos para uma


foda. Caralho, alguns se enroscavam bem na frente de todos. Mas essa era a norma do clube, e não era como se King desse a mínima. Na verdade, na maioria das vezes, ele gostava de assistir as putas do clube sendo fodidas. Mas desde o incidente com Francis e Rafe, e vendo o quanto Beast cuidava de Bridget, King tinha este buraco, esta escuridão, crescendo dentro dele. Porra. Ele não conseguia entender por que se sentia assim, não sabia por que dava a mínima. No entanto, o buraco em sua alma estava crescendo e isso o chateava. Vai encontrar uma cadela, foder, e colocar toda essa besteira de corações e flores para trás. Sim, isso era mais fácil dizer do que fazer, mas isso não significava que ele não terminaria sua cerveja, suportando, e agarrando a primeira boceta do clube que passasse. Ela gritou de alegria, mas ele mandou calar a boca. Isto não era sobre alguém aquecer sua cama. Isto era sobre King encontrar esse prazer para preencher a escuridão que estava rastejando lentamente em cima dele.


Bridget descansou a cabeça contra o peito de Beast enquanto sua família e amigos os rodeavam. Uma vez que a ameaça por suas vidas fora eliminada, seus pais retornaram para casa. Ela nunca esqueceria a conversa que enfrentou com seus pais. Nem sabia o que esperar, mas não era aceitação de sua união com Beast. Eles não só aceitavam sua união, como demonstraram imensa felicidade com isso. Claro, a ideia de Beast dando um passo de cada vez não era exatamente certo. Depois que falaram com seus pais, ele a levou para Las Vegas, onde se casaram. Ela rodou a aliança em torno de seu dedo quando Beast acariciou o seu nome; ele exigiu que ela o colocasse coberto em seu quadril. Ele gostava de fazer exigências a ela, tanto dentro do quarto, quanto fora dele. Sua vagina estava lisa, sabendo que esta noite eles seriam inteiramente um do outro, mais uma vez. Olhando em volta do jardim do clube, ela olhou os irmãos rindo e curtindo a festa.


—Esta é a nossa família—, disse Beast, sussurrando em seu ouvido. —Como um grupo, vamos foder, cometer erros, mas sempre temos um ao outro. —Eles te ajudaram. Eu sou grata a eles. Beast começou a rir. —Não diga a eles, ou vão começar a se comportarem como se fossem reis. Ela cobriu seu rosto, amando-o mais e mais a cada dia. —Eu não me importo; eu entendo você. —Eu te amo, baby. — Ele agarrou sua bunda, puxando e apertando contra ele. —E eu nunca irei deixar você ir. Bridget gemeu e sorriu. —Eu nunca quero que me deixe ir. —Beast todo sentimental, — Grim disse, passando por eles. Ele deu um tapa rápido no traseiro de Bridget, fazendo-a gritar, e depois rir quando Beast se moveu para cima de Grim. —Deixe-o em paz. Ele só gosta de perturbar você. —Ele e Reaper, são malditos filhos-. —Que se importam conosco—, disse ela. Este era o seu clube, mas também era dela. Eles estavam juntos, e o clube a aceitara porque ela fazia Beast feliz. —Eu gostaria de propor um brinde—, disse Payne, levantando-se. Ele segurava uma garrafa de cerveja em suas


mãos e assentiu em direção a eles. —Beast, você é um soldado para o núcleo, nunca pensei que veria o dia que seu pau e bolas fossem servos de uma mulher, mas milagres acontecem. Mais boceta para nós. — Houve uma rodada de riso. —Bridget, cuide do nosso menino, dê o que ele quer, e sempre vamos trazê-lo de volta para você. Vocês dois são Soldiers dentro da Seção Grit, e ninguém mexe com a gente. — Bridget se emocionou, porque estes motociclistas faziam as suas próprias leis e protegiam o que era deles. Ser parte a fazia sentir-se como se pertencesse a algum lugar. —Você é uma de nós, baby. —Para os Soldiers, — Payne gritou, ao qual todos os outros responderam com um sim. Este era o lugar onde ela deveria estar, sempre ao lado de Beast, e ela estava mais do que feliz com aquilo.


Ele passou o dedo até a volta de sua coxa, e ela fechou os olhos, saboreando a sensação, deixando a sua posição dominante naquele simples toque reclamá-la. Mas quando ela sentiu a boca em sua parte inferior da coluna, sua língua se movendo para trás e para frente, ela abriu os olhos. O atacante começou a arrastar os dentes ao longo das partes sensíveis

dela,

acrescentando

sobre excitação

ela a

bochechas

da

sensibilidade.

bunda Ela

dela,

engasgou

quando ele lambeu o local que mordeu antes. A sensação de suas mãos subindo as pernas interiores, cada vez mais perto


para o local em seu corpo que sofria por seu toque, que estava toda molhada, tinha tudo ao seu redor se tornando nebulosa. Podia sentir sua respiração morna, úmida em sua pele, nas partes mais íntimas. A dor aguda de sua palma batendo na sua bunda a teve ofegante e mordendo o lábio, querendo mais, ela necessitava. O local onde ele bateu estava quente quando o sangue subiu à superfície. Adrenalina e endorfinas moviam através de seu sangue, deixando-a animada para mais, pronta para assumir todo este caminho. Ele espancou novamente, e outra onda de endorfinas a encheu. —Oh, — a única palavra saiu em um suspiro. Suas unhas raspadas contra a parede, e o som de seu coração batendo encheu seus ouvidos. E então a boca quente, molhada do atacante foi fechada em sua vagina. Ele espalhou suas nádegas à parte, devorou-a entre seus altos, e ela sabia que

veio

sozinha.

Sua

língua,

um

pouco

áspera,

a

atormentava em grandes ondas radicais, subindo e descendo, como se tivesse lambendo um pirulito. E suas mãos, Deus, suas mãos eram lisas, mas exigentes quando ele segurou sua coxa por dentro. Curvando seus dedos ao redor de seus quadris, ele puxou de volta, forçando-a mais firmemente a agressão de sua boca, e pegando ela de uma forma que ela desejava que ele estivesse fazendo com o pau. —Tão doce, Elena, — ele gemeu contra sua carne. — Você é minha. Minha. — O rosnado áspero de suas palavras enviou uma lança de prazer direto para o clitóris e teve o pequeno broto querendo mais. Ele se afastou e passou o dedo


ao longo de suas escorregadias dobras, empurrando um dos seus longos e grossos dedos em sua boceta, lentamente, mas poderosamente. Sua vagina apertou o cerco contra ele, os músculos puxando-o para

dentro,

sugando-o

como se

estivesse dizendo a ele sem palavras, que queria que seu pênis. A boceta dela em golpes lentos e constantes com o seu dedo, ele usou a outra mão para alisar o montículo de sua bunda e dar a bochecha um aperto. Foi doloroso, mas então ele suavizou essa dor a distância e causando prazer subindo outra vez. Bata! Ele desferiu o golpe, ao mesmo tempo em que enfiou o dedo dentro dela. Bata! Outro tapa e ela estava à beira de gozar. —Toda minha, Elena. Esta boceta, seus peitos, porra, tudo de você é meu. Ninguém mais terá você.



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