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Apresenta: Seduzindo Stag Série Sedução Cyborg - Livro Dez Por Laurann Dohner

Tradução: Claudia e Lia Revisão: Lia Formatação: Luuh


Sinopse

Stag e a tripulação da Varnish estão em uma missão, respondendo a um sinal de socorro de uma nave que havia sido atacada pelos Modelos Markus. Ao invés disso, eles descobrem apenas um sobrevivente. Nala é humana e tendo sofrido nas mãos deles durante seu tempo na Terra, não há uma espécie que Stag despreza mais. Mas quando a pequena humana o confunde com um android e tenta mandar nele, Stag decide que ela vai viver e pagar pelo desrespeito dela. Nala Vestria perdeu sua nave, sua tripulação e seu pai, apenas para se tornar uma empregada pessoal de um cyborg. Stag é grosseiro, impaciente e completamente desconfiado dos humanos... sem mencionar intenso, mandão e talvez o ser mais sexy que Nala já viu. Quando ela descobre que ele temporariamente está a mercê dela, Nala não tem certeza se quer matálo ou beijá-lo. Então de novo, a vida é curta. Ela opta pelo último. Nala rapidamente se torna uma distração que Stag não pode lidar, especialmente depois que ele teve um gosto carnal do que a mulher tem para oferecer. Ele vai levá-la de volta para Garden, o planeta de origem dele, e se livrar dela - assim como a emoção que ela evoca. Mas a jornada deles até em casa torna-se estressante, Nala pode provar ser mais que uma vantagem que uma desvantagem. Tanto para a nave... e para o cyborg solitário que a comanda.


Capítulo I — Espalhem-se, – Stag ordenou ao grupo de seis homens que o seguiam dentro do navio danificado. — Alguém desliga o alarme. – O som estridente o irritava. Kelis rasgou um dos painéis de acesso. O silêncio era bem-vindo quando ele desligou os fios certos. A fumaça permaneceu nos corredores, mas o sistema de supressão de fogo tinha liberado uma espuma branca, manchado os pisos e paredes. Stag assumiu a posição de liderança e segurou sua arma. Apenas sinal de uma vida foi registrado e veio dos aposentos. Ele olhou em torno de uma curva e olhou para o androide severamente danificado esparramado no chão alguns pés de distância. Ela havia sido rasgada em pedaços. A cabeça foi ainda amassada e rasgada. Um dos braços sobre o corpo desconectado contraiu. Ele não viu marcas de arma. — Os modelos Markus não parecem gostar de androides que não são de seus próprios modelos. – Ele olhou para Veller. O macho balançou a cabeça. — Os sensores de longo alcance leu o serviço de transporte e não se virou. Eles são ainda dirigidos à distância. Vou avisá-lo se voltar por isso temos tempo para evacuar. — Eles poderiam ter deixado algumas de suas unidades de bordo e eles não podem registrar-se como sinais de vida. Não devemos baixar a guarda, – Stag deu o aviso. Ele dobrou a esquina e passou por cima do corpo mutilado do androide. Ele claramente não era uma ameaça. Ele manteve a arma apontada para frente e parou na primeira porta. Ele esperou enquanto Kelis cancelou o bloqueio. A porta se abriu a uma pequena tripulação. Stag cerrou os dentes, enojado com a visão de muito sangue e o que restava dos corpos e da Nave. Ela tinha sido dilacerada, bem como, partes dos corpos que foram espalhadas pelo espaço. As partes intactas eram as cabeças e o peito. Manchas de sangue marcou quase cada polegada da parede, piso e teto. Ele adivinhou que tinha acontecido dentro de horas. Kelis olhou para dentro. — Exagero. — Eufemismo, – murmurou Stag. — Estou tentado a sair agora. Nós já vimos o suficiente. — Ainda há um sinal de vida a bordo, – Veller lembrou. — Nós podemos ser capazes de obter valiosas informações da terra, como a forma de como muitos modelos Markus esteve aqui. Os bancos de computador foram fritos. Maze está no centro de comando e ele disse que não há nada para recuperar. Cada sistema exceto o suporte de vida foi propositadamente danificado.


Stag mudou-se para a porta ao lado para descobrir que não estava trancada. Dois corpos estavam dentro. Eles estavam intactos, mas ensanguentado. Um estava deitado no chão com um pescoço quebrado óbvio e características agredidas. O outro, despejado em uma cadeira, havia sofrido tortura. Seus membros contorcidos mostraram trauma grave. Nem tinha como sobreviver aos ataques. — O que os modelos Markus estavam fazendo? Praticar como matar por vários métodos? Stag sustentou o olhar de Kelis. — Possivelmente. — Bastardos doentes. Stag silenciosamente concordou. Eles checaram mais dois quartos, encontrar mais um corpo. Ele tinha sido despojado nu e dissecado. Bile subiu, mas Stag conseguiu a sufocar o desejo de perder a sua última refeição no chão. O modelo Markus tinha fixado o humano do sexo masculino no chão por interferência metal em seus membros e o cortado aberto, como se quisesse ver suas entranhas. Vários órgãos caídos no chão ao lado dele, e o padrões de sangue sugeriu que ele ainda estaria vivo quando tinha começado. — Foda-se, – Kelis rosnou, virando-se. — Estou feliz que você pediu que Maze controlasse, em vez de com a gente, como ele queria. Stag saiu do quarto e fechou a porta. — Como médico, ele gostaria de resgatar a tripulação, e eu duvidava que ele fosse capaz de fazer qualquer coisa para eles. Ele sofreria pelas mortes. Sabemos que os modelos Markus não têm nenhuma consideração pela vida. Eu acho que sua avaliação estava correta. Eles estavam querendo experiências com estes humanos. Vamos. Eu não quero ver o que restou de um com uma pulsação do coração. Ele provavelmente não será capaz de falar. – Kelis sacudiu a cabeça. — Este foi mais do que suficiente. — É possível que ele se escondesse. –Yammer avançou. — Caso contrário, ele estaria morto também. — Não, – Veller discordou. — Modelos Markus podem ler sinais de vida, bem como pudermos. Eles teriam rastreado do jeito que somos. Ainda há um sinal ativo no alojamento do capitão. — Pode ser um modelo Markus. – Kelis tirou a arma secundária. — Eu digo que devemos matar o assassinar anormal, logo depois de obter informações a partir dele. — Concordo. – Stag assumiu a liderança novamente. — Eles vão ao chão fácil. Tentar danificar o corpo, mas evite tiros na cabeça. Nós podemos remover seu núcleo memória e invadi-lo. — Não fritar o bastardo então, – Kelis murmurou. — Ótimo. Eles chegaram à última porta e encontrou-a bloqueado. Stag acenou para


Veller, e ele veio para frente corte o painel e substituir o mecanismo. Stag ficou tenso, usando um sinal com a mão para dar suas ordens a seus homens antes de a porta se abriu. O metal se abriu e eles correram para dentro. O local consistia de uma sala grande e uma unidade de limpeza. A visão que os cumprimentou deixou Stag atordoado. Um humano macho mais velho estava de bruços em uma poça de sangue, mas foi à cama que chamou a sua atenção. Era um enorme dossel e um corpo pálido e nu tinha sido amarrado em pé contra a cabeceira. Era uma fêmea. Seus braços e pernas estavam separados, ligados em posição vertical para a cama em lugares altos da cabeceira da cama. Sua cabeça pendia longo cabelo loiro caindo abaixo de seu corpo até a cintura. A massa de cachos cobriam principalmente os seios descobertos. Algum sangue do manchou em sua pele branca cremosa. Havia manchas de sangue perto de seus pulsos, tornozelos e cintura. E mais se mostrou em sua parte interna da coxa, como se alguém tivesse há agarrado lá. Stag manteve a arma apontada para ela quando ele se aproximou. Ele tomou conhecimento de seu peito subindo e caindo, embora fosse pequena. Ele olhou para baixo. O pequeno pedaço de pelos pubianos combinava com o resto do cabelo dela. Ela não era uma fêmea grande, mas totalmente crescida, o tamanho do seu seio e do seu corpo indicava isso. Um de seus homens murmurou algo, mas ele não entendeu as palavras. A fêmea não respondeu ou fez qualquer movimento. — Pode ser uma armadilha. Verifique a sala para dispositivos explosivos. Ela se parece com isca. – Stag congelou enquanto ele esperou. — Ela está viva. – Kelis veio para frente. — Vou levá-la para baixo. Stag olhou para trás. — Ouviste-me? Verificar a cama para dispositivos. Não há nenhuma maneira de alcançá-la sem caminhar sobre ela. Seus homens foram trabalhar e Stag estudou a mulher. Ela estava respirando. Seu peito subiu e desceu, apenas levemente. Ele tomou os laços que a mantinham. Ela tinha sido amarrada com força, esticou como se ela fosse uma lona. — Merda, – Disse Parqel asperamente. — Boa visão. – Ele se levantou pela cabeceira da cama. — São de pressão manipulada em todos os quatro pés da cama. Qualquer alteração de peso e eu suponho que vai explodir. Vejo fios líder no colchão, escondido pelas coberturas na primeira vista. Kelis se moveu para ficar ao lado dele. — Como você sabia? Stag hesitou. — A maioria dos homens teria corrido em direção a uma mulher sexualmente atraente. Faz sentido para mim porque eles deixá-la viva, mas nenhum dos homens a bordo deste navio.


Veller falou. — Poderíamos cortar a gravidade e flutuar para cortá-la para baixo. – Stag sacudiu a cabeça. Remover a gravidade e a cama mudaria assim, liberando os gatilhos. — Como é que vamos tirar ela daí? – Kelis parecia frustrado. — Nós não vamos. – Stag virou-se para os seus homens. — Vamos. — Nós não podemos deixá-la, – Kelis argumentou. — Ela está viva. Podemos tentar desarmar o dispositivo. — Diga a ele o que aconteceria, Parqel, – Stag exigiu. O outro cyborg suspirou. — Se eu cortar os fios vai ficar fora. Eu não posso chegar ao dispositivo sem colocar peso sobre a cama. Nós não podemos nem cortá-la a partir dos lados e levantar, porque o seu peso faz parte da cama. — Ela estava morta no momento em que fez dela uma armadilha. – Stag olhou para a mulher. Ele sentiu pena. — Bem corte o suporte de vida para que não haja sinais de vida para atrair outros para o cargueiro. Será uma maneira indolor para ela ir. — É uma mulher. – Kelis o encarou. — Nós não podemos deixá-la morrer. — Eu acho isso de mau gosto também. Mas não há nenhuma maneira de salvá-la sem essa explosão nos matando também. — Eu vou ficar para trás e esperar por você para sair desse navio, em seguida, tentar fazê-lo. Dessa forma, apenas a minha vida vai estar em risco. — Eu não vou permitir que você morra para salvar um ser humano, Kelis. — Droga! – O cyborg gritou. — Eu tenho que tentar Stag Um som suave veio da cama e veado virou a cabeça. A mulher levantou o queixo, o cabelo movendo-se para revelar seus seios generosos, apenas o suficiente para mostrar um mamilo alegre. Ele estudou. Ela tinha delicadas características e atraentes olhos azuis. Ela parecia um pouco desorientado quando ela piscou, concentrando-se sobre ele. A confusão era uma emoção fácil de ler, mas, em seguida, uma pitada de medo mostrou. Ela olhou para longe dele, percebendo seus homens. Ele deu um passo para o fim da cama, observando-a. Ela olhou para baixo, fechou os olhos, e então abri-los. — Quem está no comando? Ela tinha uma voz macia e agradável. — Eu estou. Ela olhou diretamente para Stag, em seguida, para a arma em sua mão, em seguida, volta para sustentar seu olhar. — Você é cyborgs, não é? — Sim. — Eu imaginei. Eu ouvi falar que Cyborgs tem a pele cinza. – Ela lambeu os


lábios. — Há um dispositivo explosivo na cama. Você não pode me alcançar sem ele explodir. Eu calculo que há bastante lá para tirar toda esta seção e, provavelmente, abrir um buraco no casco exterior. Alguém de minha tripulação sobreviver? — Sua equipe? — Eu sou o capitão. – Ela pareceu notar o corpo no chão e lágrimas encheram seus olhos. — Esse é meu pai. Ele está morto, não é? Stag não viu nenhuma razão para mentir. — Sim. — O que eram aquelas coisas que nos atacaram? Você sabe? — Modelos Markus. Eles são androides. Você sabe quantos eram? — Eu vi três. Eu podia ouvir alguém gritando embora. Acho que foi Melvin. Ele é alguns quartos abaixo. Eu vou assumir que ele tinha um motivo para gritar. Isso significa que, pelo menos, quatro. Pareciam idênticos como clones, mas eles foram realmente fortes. Eu dei tiros em um deles duas vezes no peito, mas ele continuou chegando. Bateu-me e desmaiei até que eu acordei enquanto eles estavam arrancando minhas roupas. Eu pensei que eles estavam indo me estuprar, mas eles me penduraram e abriu o colchão para plantar uma bomba. Em seguida, eles fizeram a cama. – Ela olhou para o cadáver no chão. — Ele não estava aqui então. Um deles me atacou novamente e eu desmaiei... Até agora. — Toda a sua tripulação está morta. Você foi o único sinal de vida. A dor do luto torceu suas feições, mas ela mascarou rápido, parecendo puxar suas emoções juntos. — Obrigado por responder o nosso pedido de socorro e tentando vir em nossa ajuda. – Ela abriu a mãos e segurou os laços. — Você pode me fazer um favor? Por favor, definir a sequência de autodestruição no meu navio antes de sair. Eles estão pensando em voltar. Estamos transportando robôs do sexo no cargo dois, e engradados de equipamentos de mineração, mas isso é o que a carga real é. Eles achavam isso de alguma forma. Eles estavam falando em voz alta quando foram me colocar aqui. Eles acham que podem reprogramar esses robôs para ser útil para eles. Vou mandar todos para o inferno. Eu não quero que eles obtenham uma maldita coisa de mim. Eu também não quero estar viva quando eles retornarem. Ela fez uma pausa. — Você pode levar os robôs se quiser, mas não deixe esses bastardos tê-los. Veja o que você decidiu fazer. Eles estavam fora do alcance de se comunicar com alguém e precisava deixar o navio. Eu não acho que eles estavam dispostos a usar satélite. Isso significa comunicar com Chip somente, e você sabe o intervalo sobre aqueles que não são grandes. Meu navio foi muito lento para fazer algum ponto de encontro que tinham criado. Eu não sei quanto tempo estive fora. — Por que não está nos pedindo para te salvar? – Stag ficou intrigado com ela, curioso.


— É suicídio. Eu tenho certeza que você tem coisas melhores para fazer hoje do que morrer. Eu também, mas eu sou o único que foi abordado. Eles não registrar em nossos sensores de longo alcance. Inferno, nós nem sabíamos que tínhamos sidos raptados até que eles já estavam dentro e nos atacando. — Eles provavelmente cortaram seu sistema de computador e cancelou seus sensores. – Veller franziu a testa. — Nós achamos que deixou cerca de uma hora atrás. — Sabem com quem eles foram se encontrar? – Stag chamou sua atenção ao se aproximar. — Brothers. Isso é tudo que eu sei. Nenhum indício quem são ou o que isso significa. — Mais modelos Markus. – Kelis suspirou. — Eles provavelmente vão voltar com mais deles. Eles destruíram o seu cargueiro. Ele não está a viajar em qualquer lugar. Eles queriam espalhar mortos no espaço, este navio tem uma capacidade de carga grande, mas é muito lento para eles. Eles provavelmente vão ter que dividir a carga. — Verifique o compartimento de carga e ter certeza de que não deixou quaisquer modelos para trás para proteger os robôs. Stag olhou para Kelis. — Transferir o que você pode para o nosso navio, destruir o resto. – Ele considerou Veller. — Você ouviu. Veja se você pode definir a autodestruição. Se não, vamos fundi-lo quando sair. Ir juntos em equipes. Seus homens se foram e Stag olhou para a mulher. — Você é muito corajosa. — Isso não é a palavra que eu usaria. – Ela olhou para baixo de seu corpo. — Parece que eu pertenço a um desses clubes de bondage localizado em Marte. Eu teria raspado as pernas, esta manhã, se eu soubesse. Stag examinou seu corpo. — Olhos aqui, lindo, – ela murmurou. — Você não precisa verificar se foi uma piada de mau gosto ou não. Ele sustentou seu olhar. — Eu acho que eu deveria ser grata que você não é humano. A maioria dos homens teria vindo para mim fazendo com que as bombas explodissem. – Ela sorriu. — Esses modelos Markus teria sido capaz de roubar a minha carga, uma vez que é do outro lado do navio selada no porão, e ainda ficar e me matar. Isso iria ter me chateado. — Por que você me chamou assim? — Lindo? Porque você é. Você tem cabelo preto bonito e olhos azuis lindos.


Meu pai sempre contratou a tripulação, e nenhum deles era muito para se olhar, ou sexualmente atraente. Ele fez isso de propósito. Ela tentou mexer seu corpo um pouco, mas os laços seguraram-na demasiado justo. — Deus, isso é desagradável. — Pare de lutar e soltar os músculos. Vai doer menos. — Foi enforcado muito? — Algumas vezes no passado, – admitiu. — Por que alguém faria isso com você? Todos eles têm de fazer é desligar você se eles queriam você em um lugar. Ela acreditava que ele era um androide. Ele não estava surpreso com sua suposição. — Eu não tenho função de desligamento. Fui castigado. Eles nos chicoteavam. — Por que alguém iria pagar esse tipo de dinheiro e, em seguida, danificar algo como você? – Ela balançou a cabeça. — Um cara deve ter possuído você, e sua esposa, provavelmente desejou que você fosse atualizado com o direito de ser usado em sua cama. Será que ele percebeu? Você é muito bonito. – Ela passou a olhar sobre seu corpo. Seu tamanho é impressionante, meu pai disse que vocês foram programados para serem robôs do sexo. Eu posso ver o por que. Inferno, eu te compraria se visse em um dos anúncios de robôs do sexo. Temperamento de Stag subiu você me compraria para ter relações sexuais com você? — Estou tentando me distrais da dor, – ela virou a cabeça olhando para longe dele lutando contra as restrições, por favor, explodir o navio, estou em agonia. — Eu não sou um androide. Ela parou de se mover, olhando para ele. — Você é um cyborg. Desculpa. Você se diferencia deles? Ouvi dizer que foram programados com algumas emoções. Eu não tive a intenção de ofendê-lo. Não obter seus circuitos sobrecarregados. Estou apenas tendo um dia de merda e eu estou pronta para isso ter tudo isso acabado. Meu pai está morto e a minha tripulação. Também é irritante que algo que parece que você está em pé no meu quarto sob essas circunstâncias terríveis. Que ironia. — Explicar. — Eu estou nua e contida, você é como o sexo em pernas, embora você não tenha o equipamento certo ou a programação de me tocar. Além disso, todo o grande boom se você subir na cama para me alcançar. Veja onde eu quero chegar? Eu estou fodida, mas não de um jeito divertido. Seu temperamento subindo mais. Ela ia comprar-lhe para ter relações sexuais com ela e ela não acreditava que ele era um ser consciente. Ele provou seu ponto


que todos os humanos eram os mesmos. Viu-a lutar com as restrições, os cabelos mudando para revelar seus mamilos. Ela tinha um corpo bonito. O sangue em sua pele não parecia dela. — Você precisa de ordem para ir? – Ela olhou para ele. — Ir. Embarcar a carga se você pode usá-lo de alguma forma. Você não pode me salvar, se você tem algum programa que lhe diz para tentar. Ignorá-lo. Sair do navio e explodi-lo para o inferno. De repente, ele não queria que ela morresse. Ele queria mantê-la viva. Ele olhou para a cama. — Como eles ligaram a bomba? — O que? — Como eles instalaram? Você disse que os viu fazer isso. — Eles puxaram as cobertas fora do topo e fez um corte no colchão. É muito complicado para você. Você é um modelo antigo. Basta ir. Isso é uma ordem. Ele se aproximou da cama e puxou as cobertas para trás, certificando-se que eles permaneceram no topo do colchão. Ele viu onde eles tinham aberto o colchão, exposto a sua visão. — Ouça, – perguntou ela. — Afaste-se da cama. Você está indo para explodir nós dois e aquelas coisas idiotas de androide está indo para obter a carga. Fodase. Eles querem a mim e minha tripulação morta. Eu já estou. Sair do navio e explodi-lo! Ele se inclinou para frente, estudando o dispositivo. Era complicado. Olhou e contatou Veller. — Voltar para o alojamento do capitão agora. — Ei, cara lindo? Ele olhou para ela, enfurecido. — Meu nome é Stag. — Abortar a sua missão de resgate. Está fadado ao fracasso. Você entende? Eu estou dando-lhe uma ordem direta. Eu sei que eles queriam destruir seus modelos porque houve algum tipo de problema com vocês receber ordens, mas você tem que ser inteligente. Você escapou da Terra antes que eles destruíssem todos os seus modelos. Deixe este navio antes que a bomba exploda. Você entende? Ele olhou para ela. Ela olhou para trás. — Abortar. Pare. Que palavra faria você fazer o que eu mando? — Diga, por favor. Essa resposta pareceu surpreendê-la, mas ela se recuperou rapidamente. — Por favor, tome ordens. Sair dessa nave e explodi-la. Deu-lhe um olhar frio. — Eu não sou um robô ou um androide.


— Eu não me importo o que diabos você é. Você quer raciocínio e lógica? Eu sei que meus androides apreciam isso. Não há nenhuma maneira de me tirar essas amarras sem fundir um grande buraco na lateral do navio. Ele vai descomprimir toda esta seção e sugar tudo para o espaço. Aqueles caras fodidos vão voltar e levar a minha carga. Eles ganham! Eu não quero isso. Eu quero que eles retornem para descobrir que eles fizeram tudo isso por nada! Você conseguiu pegar isso? — Eu peguei. Eu planejo totalmente para ter certeza de que eles retornam a nada. — Boa. Agora vá! Veller entrou na sala. — O que foi? Ele saiu do caminho. — Veja isso. Você pode desarmá-la? Veller veio para frente, dobrando com cuidado para não tocar a cama. — Eu sei isso. — Boa. Você pode desarmá-la? — Não, mas Hellion pode. — Você está certo? — É totalmente contido. Não há nenhuma maneira de abrir o invólucro sem provocar a sua explosão, eu deveria ter pensado nisso. Ele requer um sinal para desligá-lo. É o dispositivo perfeito para um modelo Markus usar. Stag conectou com o seu navio. — Enviar Hellion agora. Demorou alguns minutos. O cyborg corpulento entrou e chegou a um ponto morto, olhou abertamente para a mulher. — Os sonhos realmente são verdadeiros. Definitivamente sou o mais capacitado para esta missão. — Cale a boca, – Stag estalou, imaginando onde os pensamentos sobre sexo tinha ido. — A cama é equipada com um dispositivo explosivo. — É uma reguletta 643AB9, – Veller informou. — Você tem muito mais habilidades de lidar com dispositivos como estes do que eu. Você pode desligálo? Hellion ficou olhando para a mulher. — Fazê-lo, Stag rosnou. — Pare de olhar para ela. — Eu estou trabalhando e apreciando a vista, – Hellion murmurou. — Eu posso ser multitarefa. – Um leve zumbido soou. Hellion sorriu. — Ele está fora. Posso cortá-la para baixo? Stag guardou a arma e agarrou a lâmina amarrada na coxa exterior. Ele agarrou o cargo e levantou a perna, dando um passo para cima da cama. Ele ficou bem na frente da mulher, olhando para ela.


— Qual o seu nome? — Capitã Nala Vestria. Curvou-se, cortando as amarras em seus tornozelos. Suas pernas caíram imediatamente juntas. Ele jogou acima de seu ombro. Elas não pesam muito. Ele virou-se, segurando-a no lugar quando ele pulou da cama. Ela engasgou. Ele agarrou a roupa de cama para fora do colchão e jogou-a por cima dela. Veller e Hellion olharam para ele. Stag apontou para a porta. — Concluir a transferência da carga e o que puder para o nosso navio. Eu a tenho. — Eu ficaria mais do que feliz para levá-la. – Hellion estendeu os braços. — Eu sei que você não gosta de humanos. — Ponha-me no chão! – A mulher falou. Ela mexeu em seu ombro. — Eu posso andar. Ele estendeu a mão e colocou uma mão em sua parte inferior das costas, prendendo-a no ombro, enganchando seu outro braço apertado em torno de suas pernas. O cobertor cobriu a parte inferior do corpo. — Você não estava aqui quando ela disse que me compraria se eu estivesse em um anúncio para robôs do sexo. Os braços de Hellion caíram e sua boca se abriu, choque afrouxou suas feições. Veller arqueou tanto as sobrancelhas, mas mascarado sua reação contrária. — Eu salvei a vida dela, então ela me deve. Meu preço é ela vai saber o que se sente ao ser tratado como um androide. Eu não vou machucá-la, mas eu vou lhe ensinar uma lição. Siga as minhas ordens. – Ele caminhou para frente, levando a mulher para fora da sala. — Eu tecnicamente a salvei, – Hellion falou. — Eu quero ser o seu robô do sexo. — Sobre o meu cadáver. – Stag disse e continuou andando.

Capítulo II


Nala lutou, mas o grande bastardo era forte e rápido. E não ajudava em nada que sua pele estava escorregadia da unidade de purificação que ele empurrou-a para ela se limpar. Ele bloqueou seu caminho até a porta, pegou as roupas que ele tinha pendurado no ombro e ofereceu a ela. Ela identificou cada peça. Ele deve ter encomendado a um de seus homens para recolher algumas de suas coisas de seu navio. Ela pegou as calças e camisa, rapidamente colocou-as. — Você está confinada aqui. Eu bloqueei a sua capacidade de controlar qualquer coisa dentro do quarto. – Ele cruzou os braços sobre o peito e se afastou. — Você vai encontrar roupa de cama limpa na gaveta de armazenamento da parede, próximo do final do beliche. Espero que os lençóis sejam trocados quando eu voltar, e para você limpar o quarto. –Ele apontou para a rampa da lavanderia, o painel onde guardava alguns materiais de limpeza armazenados, e depois sorriu. — Eu vou pensar em outras tarefas para você mais tarde. Agora, eu tenho coisas para fazer. Ela só ficou boquiaberta, atordoada. — Eu sempre quis ter um androide de limpeza. Agora eu tenho um. — Você ficou louco? — Estou com fome. Estou cansado de vocês humanos, pensando que cyborgs são robôs com carne cinzenta. Eu sou sensível como você é. É irritante ser tratado de outra forma. Você vai aprender. Começa a trabalhar, androide. — Eu não vou. — Você tem que ganhar a sua comida. Isso deve motivá-la a fazer o que eu disse. – Ele girou, tocou o painel da porta, e abriu. Ele saiu rápido, a porta de vedação a fechou para dentro. Nala estava ali, cambaleando. Ele quis dizer isso. Ela olhou ao redor de seus aposentos. Eles já estavam limpos. Alguns de seus tripulantes eram sujos, mas Stag definitivamente não era. — Filho da puta. A porta abriu e ela girou, esperando ele ter voltado, talvez dizer-lhe que ele estava brincando. Um novo cyborg entrou, carregando um scanner médico e um caso. — Eu sou um médico. Tome um assento, Nala. Ela mudou-se para o único lugar para sentar-se e descansou-a para trás na borda da cama. O cyborg ligou seu scanner, executando-o sobre a cabeça, em seguida, mais baixo. — Você tem um nome ou número para chamá-lo? — Maze. Você está com alguma dor? Dor de cabeça? Zumbido nos ouvidos? Gosto metálico na sua boca?


— Eu tenho um pouco de dor de cabeça, mas eu fui nocauteada duas vezes. — Isso é o que eu ouvi. Eles pareciam ter conseguido não machucar o rosto, mas eu vejo um pouco de vermelhidão. – Ele se agachou, correndo o scanner sobre seus braços, então sua parte do meio, e para baixo ambas as pernas. Ele torceu, estabeleceu o scanner, e abriu a bolsa para retirar uma pequena caixa. Ela imediatamente ficou tensa quando ele retirou um injetor e tocou o bloco de controle sobre o ombro. — O que você vai fazer? — Você não tem uma hemorragia interna, não há fraturas, não concussão ou ossos quebrados. Eu também verifiquei quaisquer implantes que os Modelos Markus poderiam ter colocado em você. – Ele olhou para ela então. — Eles não colocaram, mas vamos ficar de olho. Esse era um pensamento horrível que ela não tinha considerado. — Bom. — Eu estou te dando uma dosagem leve para a dor, para aliviar a dor de cabeça e eu estou tomando uma amostra de sangue para exames. Posso obter um melhor alcance da sua história clínica dessa forma. Você foi totalmente apta para viagem ao espaço? —Sim. — Excelente. Pulso, por favor. Ela levantou um, expondo o ferimento. Ele parou, tocou o bloco de controle, e suspirou. — O que? — Eu não percebi o ferimento. É grave. Eu posso ajustar a medicação que eu estou te dando e incluir algo que irá ajudá-la a curar mais rapidamente. Ele apertou o injetor contra a sua pele e ela estremeceu um pouco quando ele saiu um ruído macio. Isto Não doeu, mas ela sentiu um ligeiro toque. A coleta de sangue deixaria uma picada de alfinete, mas muito pequena. – Ele voltou o injetor à bolsa, colocá-lo de volta para dentro do saco, e levantou-se. — Tenha um bom dia. Ela levantou-se antes que ele fosse. — Espera! Ele hesitou e olhou para ela. — Eu não deveria falar com você nada mais do que problemas médicos. — Por quê? — Você é prisioneira do Stag. Você o irritou. — E sobre os meus direitos? Exijo falar com uma autoridade. O cyborg a encarou. — Stag é a autoridade sobre este navio. Ele está no comando. — Meu cargueiro foi atacado, então como isso me faz algum tipo de


criminosa? Você está falando que eu estou presa aqui? Para quê? Sou registrada. — Stag tomou posse de você. — Eu sou uma pessoa. — Você é um androide. Você não tem direito. Sua boca se abriu novamente. — Você apenas correu uma varredura em mim. Você sabe que eu sou cem por cento humana. — Eu estou ciente, mas essas são as suas ordens. Você está a ser tratado como um androide. — Isso é loucura. —Concordo. — Então você sabe que é errado. Faça alguma coisa. Por favor. Ele deu a ela um olhar de pena. — Ele não vai prejudicá-la. Ele deu a tripulação a sua palavra, e ele nunca mente. — Ele está, se ele está dizendo que eu sou um androide! — Ele quer ensinar-lhe uma lição, e para ser franco, Stag não é aquele que você deseja ver com raiva. Ele tem um temperamento. Ninguém neste grupo vai contra suas ordens, a menos que eles sentem que ele cruzou a linha em crueldade. Ele não faria isso. Eu sugiro fortemente que você peça desculpas a ele depois que ele tenha tempo para reavaliar esta situação. – Ele se virou e bateu no painel. A porta se abriu e ele foi embora antes que ela poderia detê-lo novamente. — Droga! Ela queria bater o pé. Eram todos ciborgues loucos? Eles devem ser. Ela atravessou o quarto e tentou abrir a porta, mas ela não iria responder. Ela voltou para a cama e sentou-se, então deitou e se esticou. Tinha sido um dia horrível. As lágrimas encheram seus olhos. Ela tinha perdido sua tripulação, seu navio, e seu pai. Agora ela era prisioneira de um cyborg com defeito. Havia um monte deles, e todos eles pareciam desconhecer quantas leis que eles estavam quebrando por mantê-la trancada. Não era um mistério mais por que a Terra tinha desarmado seus modelos, se sua interação com eles até agora tinha sido qualquer exemplo de seu comportamento. Eles simplesmente se recusaram a receber ordens ou ser lógico. Uma aflição a golpeou, e ela chorou por tudo o que ela tinha perdido. Ela se preocuparia com seu futuro mais tarde.

***** Stag olhou para o pequeno monitor em frente a ele e fez uma careta. A


humana estava enrolada em uma bola em sua cama, chorando. Culpa veio à tona. Ele tinha esquecido em sua raiva que seu pai tinha morrido, e ela tinha que ter se preocupado com sua tripulação assassinada. Era tentador voltar aos seus aposentos para falar com ela, mas Modelos Markus estavam pertos. Prioridades eram claras. Ele desligou a alimentação de segurança e dirigiu a sua tripulação. — Prepare-se para detonar esse navio. Hellion assentiu. — Pronto. A comunicação apitou e Stag estendeu a mão, ligando o receptor. — Relatório. — Eu verifiquei sobre cada caixa transferida. Eles não foram adulterados. Os modelos Markus não teve tempo para tentar modificá-los ou estavam esperando até que voltasse mais tarde para fazê-lo. Nem todos eles se encaixam dentro da nossa espera. É provavelmente por isso que os modelos Markus não poderiam transferi-los para o seu transporte. — Quantas unidades foram deixadas para trás? — Doze, e eu removi seus sistemas de rastreamento de roubo. Nós conseguimos armazenar oito. E coloquei as restantes das caixas com pequenos explosivos e estou aguardando seu pedido para detonar. Eles serão danificados muito severamente para ser recuperados e as explosões serão contidas dentro do compartimento de carga. Ele confiou na competência da Veller. Ele fez o certo para que os robôs restantes não pudessem ser úteis para os Modelos Markus. — Faça isso agora. Estamos livres. Obrigado. – Ele cortou a comunicação. — O que vamos fazer com os robôs que trouxemos a bordo? – Kelis olhou para ele. Stag considerou. — Leve-os para casa. Eu tenho certeza que vamos encontrar um uso para eles. Hellion virou em seu assento e sorriu. Stag sacudiu a cabeça. — Eu não posso ver o conselho abrindo um bordel em Garden. Eu estava pensando que eles poderiam ser reprogramados para uso agrícola. Parqel riu. — Como Rune. Talvez ela possa ensinar os outros robôs do sexo a regar plantas nuas como ela. Eu sei que eu visitei essa seção apenas pela vista. Hellion resmungou. — Ótimo. – Ele girou o banco de trás. — Nem todos nós estamos em unidades familiares e têm o acesso às fêmeas. Stag fez uma nota mental para planejar uma viagem para um setor com um bordel em breve para seus homens solteiros. Ele não expressou embora. — Detonar o navio.


Eles viram na tela principal como o transporte se autodestruiu no comando. Ele descomprimiu em seções, luzes piscando, em seguida, começou a quebrar. — Movem-nos para fora do campo de destroços, em seguida, implantar nossos rastreadores e nos tirar daqui. Não podemos correr riscos. Seria inútil tentar. Hellion tocou seu console, fazendo o que ele tinha sido ordenado. Minutos se passaram. — Cinco caças foram lançadas. – Ele fez uma pausa. — Eu espero que eles funcionem. — Eu também. Eles estão fora do caminho de detritos, correto? — Sim. — Boa. Nós colocamos um monte de tempo e esforço foi em protegendo-os. Eles devem anexar a qualquer navio que vem dentro do alcance, uma vez ativado. Com sorte, vamos marcar um dos navios dos modelos. Vamos. Hellion, monitorar e ligá-los uma vez que estamos a uma distância segura. — Você realmente acha que os modelos Markus vão voltar aqui, uma vez que verem que o transporte foi explodido? — Eu acho Kelis. – Stag tinha considerado no comprimento da missão. — Eles provavelmente vão acreditar que a mulher ativada a bomba e a secção de carga possivelmente sobreviveram, ou que algumas das caixas conseguiu evitar a destruição. Eles têm um interesse nos robôs. Eu só gostaria que pudéssemos ter tomado todas elas, para qualquer uso que eles têm para esses modelos não seria nada de bom para ninguém. — Eles provavelmente transformaram-se em assassinos. Eles parecem amar matar qualquer coisa viva, – Hellion murmurou. Stag concordou. — Eu só peguei alguma coisa nos sensores, – Veller afirmou. — Ou é alguém que escolheu o sinal de socorro ou os modelos Markus estão em seu caminho de volta. – Ele fez uma pausa. — Eu estou pegando dois navios agora. – Sua voz se aprofundou. — Merda. A leitura parece como Genesis, quatro lançadeiras. São os modelos Markus. — Eles provavelmente encontraram seus irmãos e está viajando em sua velocidade superior. – Stag rangeu os dentes juntos. — Queimar total agora, e vamos tentar ficar fora de seus sensores de movimento, lento o suficiente para ser confundido como lixo espacial. Eles devem suspeitar que um navio estivesse aqui. Não podemos vencer uma batalha com dois navios dessa classe de lançadeiras. — Eles são mais rápidos e manobrar melhor do que a Varnish. Leve-nos fora da faixa, mudar de rumo e encontrar abrigo. — Por isso, – Hellion disse asperamente. — Eu não gosto de correr com eles.


Cada instinto diz para lutar. Stag odiava isso também. — Nós estamos em desvantagem, e nossa missão era localizar os Modelos Markus e definir os caças fora daqui. Vai demorar mais do que apenas a Varnish para destruir suas lançadeiras. Paciência vai ganhar esta guerra. A tensão encheu a sala de controle, como todos eles assistiram os sensores. Eles fizeram isso fora do alcance de rastreamento, o que significava que os modelos Markus não podiam ser vistos também. Veller falou primeiro. — Eu encontrei um abrigo. — Onde? – Stag se inclinou para frente em sua cadeira. — Um conjunto de quatro luas. – Ele bateu nas coordenadas e o exibido para todos. Stag olhou para o mapa. — Muito óbvio. É onde eu ficaria em primeiro lugar. — Não há muito dessa forma, exceto uma zona morta. Stag empurrou o queixo para cima e olhou para Veller. — Espaço escuro? — Afirmativo. Alguns marcadores de alerta são para cima e a transmissão, é muito grande. – Veller bateu seu dedo, lendo algo sobre ele. — Quatro navios são relatados perdidos nele. Não há gráficos mostrando nada no outro lado. Stag fechou suas mãos querendo socar algo. Leve-nos até a borda e pare. Hellion chamou sua atenção. — Isso é insano. Eu sei o que você está pensando, mas não podemos ir lá. Podemos não encontrar o nosso caminho para fora. — Os modelos Markus irá considerar que é muito inteligente ter entrado nela. Eles vão perder tempo procurando essas luas. – Stag sorriu. — A menos que eles pensam que somos humanos. – Hellion bufou. — Exatamente, – Kelis concordou. — É estúpido para entrar. Nós teríamos que ir fundo para evitarmos sermos vistos por eles. Isso significa que eles nos perdem de vista, mas nós perder de vista de onde é o ponto de entrada. Nossos sensores não terá nada para ler para identificar nossa localização. — Nós somos ciborgues, – Stag lembrou sua tripulação. — Nós somos mais espertos do que os humanos que se aventuraram ali dentro. Nós vamos sair, mas estou indo para enviar nossas coordenadas com a Star apenas no caso de não sairmos, então eles saberão como nos procurar. Os modelos Markus não vão perder muito tempo procurando nesta área. Eles vão voltar para qualquer missão que eles estão programados ou mover em torno de nós. — Eles poderiam pegar a transmissão. Há apenas um relé neste sistema para enviar nossa mensagem. É provavelmente por isso que eles evitaram usá-lo para entrar em contato com o outro.


Stag não precisava de Kelis para dizer-lhe isso. — É por isso que eu estou escrevendo as minhas listas de reprodução com nomes. Eu sou o número quatro na minha. Estou criando um código. É muito fácil de quebrar, se eles usam um, nove, zero ao sistema numérico. — Esperto, – Hellion murmurou. — É por isso que eu estou no comando. Stag rapidamente digitado a mensagem usando a primeira inicial de cada macho em sua lista, para significar um número, até que ele tinha as coordenadas de onde eles entram na zona morta do espaço. Ele as enviou para a Star. — Você acha que eles vão descobrir isso facilmente? — Flint é inteligente, e ele está no comando da Star no momento. Eu intituleiB.P. Lista, essa é a dica espero que ele pegue. – Stag suspirou. — Caso contrário, ele é um idiota, mas ele não é um. Ele vai perceber que estou dandolhe números. E os modelos Markus não vão ser capazes de quebrar meu código, Hellion. — Como ele vai saber quem está na sua lista e seus números? Stag odiava que a sua autoridade estivesse sendo questionada. — Pelo menos três homens da lista são atribuídos à Star. Hellion assentiu. — Eles podem decodificá-lo. — Exatamente. – Stag se inclinou para frente. — Leve-nos para a zona morta. Conter a cada segundo, a nossa velocidade, e gravar o quão longe nós vamos antes de mudar de curso. Nós só vamos reverter e sair usando essa formação. — Vai mexer com nossos sensores. — Estou ciente. Não usá-los. – Ele se levantou, caminhou até a frente, olhou para a escuridão total que se mostrou. — Visão somente. Marca tempo e velocidade. — Merda, – Hellion murmurou. — Eu entendo por que estamos fazendo isso, mas eu não estou feliz com isso. — Ligue o seu chip de proibição de emoção se você estiver indo para se lamentar. – Stag não tinha tempo para lidar com sentimentos. — Eu me recuso a permitir-nos a ser capturado por modelos Markus. Eu prefiro todos nós morrer em nossos termos do que ser torturado para a localização de outros cyborgs. Nós temos uma boa chance de sair desta. Esses bastardos têm dois navios Genesis, quatro lançadeiras à sua disposição e o Varnish seria páreo para eles. Eles iam atirar em nossos motores e embarcar. Nossos sensores disse que eles estão viajando em unidades de 4-6. Nós não estamos equipados para combate corpo-a-corpo muitos deles.


— É uma boa decisão. Os modelos Markus não vão achar que faríamos isso. Ele se virou para olhar para Kelis. O macho deu-lhe um aceno de cabeça afiada, comunicando que estava em acordo com a decisão de Stag. — Talvez eles vão nos seguir e se perder se eles entram na zona morta também. –Veller sorriu. — Isso seria um bônus. — Eles são inteligentes. Eles teriam as mesmas chances, como nós de encontrar a borda novamente. As palavras de Stag silenciaram a sua tripulação. Ele olhou para frente. — Diga-me quando os sensores parar de receber leituras. Longos minutos se passaram. — Agora, – Parqel sussurrou. — Visão? Hellion respondeu. — Sim. Isso é um reflexo da luz das estrelas. — Selar todas as portas e desligar qualquer iluminação exterior. – Stag retornou à sua cadeira, mudando de curso ele mesmo. Ele sabia que sua equipe estava assistindo, memorizando cada ordem de entrada dele. Ele finalmente usou os propulsores e trouxe o transporte para um ponto final. — Nós estamos indo para tornar-se tão escuro como o espaço. — Merda, – Hellion murmurou. Foi tranquilo, mas estranho quando os motores foram desligados. Stag mantém o suporte de vida no mínimo. — Nós esperamos. Em setenta e duas horas, vamos reverter o curso. Eu quero vocês dois visualmente atentos para qualquer sinal de luz. Os modelos Markus terá que contar com recursos visuais e também pode amplificar suas luzes exteriores, esperando para nos localizar. – Ele bateu um novo o cronograma, enviá-lo para o painel. — Descanse o máximo possível para retardar a sua respiração. — Por que você baixou suporte de vida? Kelis respondeu à pergunta de Hellion em primeiro lugar. — No caso de que não podemos encontrar o nosso caminho para fora. Vamos usar menos combustível repotenciação de nossos sistemas que sobrevivem mais tempo no caso de ficarmos presos aqui fora. Stag recostou-se na cadeira e abrandou sua respiração, medindo cada um. Ele também acessou iluminação dentro do navio, e escureceu um pouco para usar menos energia. — Nós vamos sair dessa. Ele esperava que ele não tivesse acabado de mentir para sua tripulação.


Capítulo III Nala fez a cama e olhou ao redor da sala. As luzes estavam tão baixas que era muito difícil ver. Stag foi um mega idiota para torná-lo tão duro quanto possível limpar seu quarto, mas ela tinha feito isto. Seu estômago resmungou. Ele queria motivá-la a fazer o seu jogo, e ele tinha conseguido. Ela tinha sido abandonada em seu quarto e ela adivinhou que foram por pelo menos umas dezessete horas. A única razão pela qual ela tinha acesso à água foi a pia da unidade de limpeza. — Aquele idiota, – ela murmurou. Ela sentou-se no chão em caso de Stag fosse parecido com seu pai. Manny Vestria odiava vincos em sua cama. Ele passou vinte anos no serviço militar,


antes de ele se aposentou e aceitou um emprego com ela em seu navio para o transporte. Ela levantou os joelhos e os abraçou. Seu pai e seu navio tinham desaparecido. O cargueiro tinha sido seu bebê. Ela tinha vendido tudo após a morte de seu avô e comprou-o em um leilão. Alguns traficantes tinham sido capturados pelo Governo da Terra e sua perda se converteu em seu ganho. Ela tinha contratado os homens que seu pai achava confiáveis, amigos militares como seu pai, e ela tinha construído sua reputação por ser honesta e confiável. No início, ela tinha desembarcado alguns trabalhos que transportam suprimentos para as colônias, mas, em seguida, ela conseguiu um contrato para entregar robôs sexuais. Agora ela não tinha nada. As lágrimas encheram seus olhos, mas ela piscouas de volta. Estava feito. Não tinha como mudar o passado. Ela aprendeu essa lição com uma idade jovem. Ela tinha sido a filha de um oficial militar que tinha passado mais tempo no espaço do que na Terra. Sua mãe morreu quando ela tinha oito anos, sua avó quatro anos depois. Em seguida, seu avô, quando tinha dezenove anos apenas aprendeu o negócio de importação que tinha construído. Governo da Terra tinha entrado e disse que eles estavam tomando conta do negócio, usando a desculpa de que ela não foi qualificada. Não tinha havido nada na Terra para ela naquele momento. Ela tinha vendido a casa, esvaziada contas de crédito de seu avô, e comprou-lhe o cargueiro. Governo da terra não poderia roubá-la novamente Não se ela estava vivendo em outro planeta. A porta se abriu e ela ergueu o queixo. Stag entrou em seguida, selou-os dentro. Ele segurava uma coberta e uma bandeja. — Comida. Ela se levantou e ficou tentada a bater-lhe com a maldita coisa, mas a fome não podia ser negada. Isso ia fazê-la se sentir bem, em sujar seu belo e limpo uniforme, mas ela seria a única a sofrer. Ele poderia esperar mais dezessete horas para alimentá-la de novo. — Obrigada. – Ela aceitou a bandeja e voltou ao seu lugar no chão. — Você pode sentar-se na cama. — Acabei de arrumar os lençóis e cobertores. Eu até afofei seus travesseiros. – Ela esperava que ele sufocasse neles. — Eu não quero estragar tudo de novo. Ele se sentou na cama e ela podia senti-lo olhando para ela, mas ela se concentrou na bandeja, levantando a tampa. O cheiro a atingiu instantaneamente e seu corpo reagiu com o delicioso aroma. Ela pegou um garfo e espetou o que parecia ser um bolo de carne, purê de batatas e molho. — Peço desculpas pela demora. Eu não achava que ficaria no turno por tanto tempo. Ela não estava comprando a desculpa dele, mas decidiu não falar sobre isso


com ele. Por enquanto, ela era uma prisioneira, e ela ia jogar o seu joguinho idiota de controle. Ela não tinha escolha. — É este um tratamento do silêncio? Ela engoliu em seco e olhou para ele. — Este é o “Estou com tanta fome que eu estou comendo tão rápido quanto possível antes que decida levar a bandeja embora”. — Coma mais lento. Eu não vou levá-la de você. Os modelos Markus estavam voltando para o seu navio. Nós entramos em uma zona morta para evitá-los de nos encontrar. Sua mão congelou o garfo a polegadas de sua boca. — Você o que? — Eu não queria sair do controle até que eu tinha certeza de que não seriamos encontrados. Não vimos nenhum sinal deles. Eles não foram capazes de nos seguir para dentro. — Estamos em campo? — Eu não estou familiarizado com esse termo. — Campo. É como eles chamam esse buraco negro ou zona morta, que seja. Cada capitão neste sector sabe que devemos evitá-lo. Seus sensores leem os marcadores de advertência colocados ao longo da fronteira? Que seria um alerta transmitido ao seu computador para não ir além desse ponto ou merda terrível acontece. — Eu não estava ciente que tinha sido nomeado. Ela colocou o garfo e tomou um gole da taça que ele tinha trazido. O líquido tinha gosto de vinho tinto. Surpreendeu-lhe que cyborgs tinha alguns, mas ela não comentou sobre isso. Era geralmente uma bebida reservada para celebrações importantes. — Você é louco. Sabe quantos navios entraram no campo e nunca foi visto de novo? — Quatro. — Oh, é muito mais do que isso. — O aviso estava indicado quatro. — Não foi atualizado há um tempo. Eles perderam dois navios apenas no ano passado. Provavelmente, três antes disso. A primeira vez que viajei para fora desta forma, uns navios em busca de colônia pensaram que seria divertido ver o que pode estar sobre o outro lado do campo. Havia cento e dezenove almas a bordo, e isso foi há seis anos. Eles nunca se ouviram falar deles. Foi-me dito que eles enviaram navios de resgate para procurar. Mais de vinte entrou, e eles ficaram separados, mas perto o suficiente para manter a vista um do outro, e ainda conseguiu perder seis quando eles entravam longe demais. Seu filho da puta louco. Ele franziu a testa. — Não tivemos escolha.


— Corre. Que tal isso? Você queima propulsores até eles desistir de perseguilo. — É isso que você tentou? Como foi essa experiência para você? — Eu não sabia das lançadeiras e dos malditos sensores. Foi ancorado e eles atacaram antes que eu soubesse o que estava acontecendo. Eu teria corrido se eu os tivesse visto chegando. — Você está familiarizada com Genesis? — Eu nunca ouvi falar deles. — Eles são top de linha, e pode correr mais rápido que a maioria dos navios novos existentes, especialmente um cargueiro velho como o seu. Eles também são fortemente blindados para evitar danos. Você teria corrido e eles teriam pegado você, embarcaria em você de qualquer maneira, e sua tripulação ainda estaria morta. Este serviço de transporte é mais rápido do que o seu cargueiro, e eu sabia que eles ainda iam voltar até nós. Ela baixou o olhar, tendo nessa informação. Ele ajudou a aliviar a sua culpa um pouco. Soou como se eles não teriam uma chance. — Nala? Ela olhou para ele, segurando seu olhar. Era impossível não notar sua boa aparência ou como incrivelmente azul e vívida seus olhos eram. — Esta foi a nossa única possibilidade de sobrevivência. Não posso permitir que os modelos Markus capturassem qualquer um da minha tripulação. — Você pode ter assinado sua sentença de morte de qualquer maneira quando nós levou para o campo. — A morte não era minha prioridade. Temos informações de que eles não podem obter. Captura não é uma opção. — Que tipo de informações? — Onde outros cyborgs estão. Eles querem trocar essa informação com o Governo Terra. Apenas um número limitado de modelos Markus escapou, por isso, teorizam que querem iniciar um conflito entre a Terra e meu tipo. Governo da Terra iria enviar cruzadores de batalha param nos matar, para torná-lo mais fácil eles a escorregar de volta para o planeta e libertar mais de seus modelos, uma vez que a segurança em torno da Terra não é boa. Ela levantou a mão. — Pare. Você está me dizendo que androide está tramando tudo isso? Parece algum tipo de golpe. — Sim. — Eles são máquinas. Quem os programou? Rebeldes? Militares? — Não importa. Eles acreditam que eles são conscientes, mas eles não são.


— Eu já ouvi isso antes. Ele franziu a testa novamente, estreitando os olhos. Raiva mostrou em seu rosto quando cerrou um músculo em sua mandíbula. — Somos conscientes. Eles não são. Eles têm o pensamento de colmeia, todos ligados entre si. Não queremos exterminar a vida inocente. Eles acreditam que eles são os únicos seres dignos de existir. — Então eles são malucos por controle? — Eles julgam os humanos como inferior e matam qualquer um que encontram. — Será que eles fingem que não é um androide quando na verdade é um? Ele a olhou. — Não me insulta. Eu não sou nada parecido com os modelos Markus. Eles mataram pelo menos um dos seus membros da tripulação dissecando-o enquanto ele ainda estava vivo. Ela cambaleou para trás, seu estômago embrulhando. Foi uma luta para evitar vomitar a comida que ela tinha acabado de comer. Deus, não pergunte quem era. Ela não queria saber. Não tinha sido seu pai. O corpo dele estava vestido e no chão. — Peço desculpas. Isso foi rude. Mas você me irritou. Não faça acusações como essa, é um profundo insulto ao ser comparado com os modelos Markus. Ela forçou o queixo para cima e olhou para ele. — Então, você nunca matou pessoas antes? — Apenas em autodefesa. — Qual é a sua versão de autodefesa, só para ficar claro? — Quando eles atacavam ou pretendia fazer-nos mal em primeiro lugar. — Eu acho que podemos concordar em uma coisa. A nossa definição é a mesmo. — Eu vou tomar banho antes de dormir. Estive em meu turno por quase vinte e nove horas. Ele passou por ela, entrou na unidade de limpeza, e ela conseguiu comer mais de sua comida, tentar comer tanto quanto seu estômago permitiria. Pode demorar um pouco antes de ele alimenta-la novamente. Não demorou muito tempo para o cyborg ficar limpo, uma vez que a unidade foi ligada por cerca de dois minutos. Quando abriu Nala virou a cabeça. Choque duramente atingida-a quando ele saiu ostentando uma toalha enrolada na cintura. O garfo caiu no chão. Seu olhar cintilou abaixo de seu corpo, absorvendo tudo. Nenhum cabelo mostrou em seu peito. Seus mamilos eram de cor mais escura. Músculos foram claramente definidos ao longo do topo de seus ombros, abaixo de seus braços,


e ao longo de seu abdômen. Ele tinha uma ampla parte superior do corpo, mas sua cintura menor, quadris estreitos, onde uma toalha curta estava enrolada, exibindo coxas musculosas. Um pouco de cabelo adornando com as pernas, mas não muito. Ele tinha o melhor corpo que já tinha visto, por um longo tempo. Claro, sua tripulação tinha tirado suas camisas às vezes para o trabalho quando o sistema de refrigeração tinha falhado. Eles estavam todos barbudos, mais velho, e ela não tinha prestado muita atenção. Ela não podia exatamente dizer isso de Stag. Ele pode ser um idiota, mas ele era realmente quente. Ele tinha sido projetado para ser atraente para os olhos em todos os sentidos, e a empresa que o tinha feito estava certo no alvo. Bonito, físico perfeito para atrair os olhos de um comprador, e elegante o suficiente para que qualquer pessoa com um piscar de olhos iria querer tocá-lo. Ela ergueu o olhar para o seu peito novamente. Algumas cicatrizes leves marcavam a sua pele lisa. Pareciam pequenas linhas brancas em seu suave tom de pele cinzenta, alguns deles irregulares. Levou esforço para ela piscar e força a cabeça para virar. — Eu acho que você esqueceu-se de colocar alguma coisa, – ela conseguiu dizer. — Estes são meus aposentos. Eu uso um uniforme, enquanto eu estou no turno. Gosto de relaxar quando estou sozinho. — Bem, eu estou aqui, e eu apreciaria se você pudesse, pelo menos, usar calças. — Seus desejos não são minha preocupação. Essa palavra atingiu-a. Fazia seis anos, nove meses, e felizmente ela tinha esquecido quantos dias desde que ela deixou a Terra. Adicionar em mais algumas semanas antes disso e foi à última vez ela tinha tido um namorado. A maioria das mulheres de sua idade tinha um amante, ou até mesmo um pouco, mas ela tinha uma tripulação de homens seu pai tinha escolhido porque eram como irmãos dele. Cada homem que ela conheceu em locais de retirada e entrega tinha sido expulso, se eles olhavam para ela duas vezes. Isso tinha sido o lado ruim de trabalhar com seu pai e seus amigos. Eles estavam Superprotegendo-a. Nenhum cara teve uma chance de ficar perto dela sem uma arma laser apontada para ele. Eles visitaram estações para fazer pausas, mas sua tripulação nunca lhe permitiu ir a qualquer lugar sozinho. Ela bateu o pé em seu vigésimo quarto aniversário e confrontou seu pai. Fazia mais de quatro anos esse ponto desde que ela tinha tido relações sexuais. Eles tinham ambos sido constrangido com a conversa, mas ela ganhou. Ele tinha concordado em deixá-la para visitar um bordel automatizado. Robôs do sexo, ele concordou eram mais seguros do que deixá-la em um bar para pegar um cara real. Isso tinha sido sua má sorte que eles não tinham


nenhum robô masculino. Ela voltou para com o orgulho frustrado. Seis anos desde que eu tive sexo. É por isso que eu estou percebendo que ele é quente. Ela suspirou. — Você está pensando em como me matar? Nala se recusou a dizer para Stag onde seus pensamentos tinham ido embora, em vez disso ficou olhando para ele. — Como você adivinhou? — Seu tom implica desdém. — Me da um tempo. O que eu vou fazer? Esfaqueá-lo com o garfo? Você provavelmente me pegaria primeiro. Eu poderia bater-lhe com a bandeja, mas qualquer que seja parte de você que eu pego teria apenas amassado a folha fina do metal. Eu não sou idiota. Eu quebraria os ossos se eu soco você. Não, obrigada. — Você já terminou de comer? Eu estou pronto para ir para a cama. Sua frequência cardíaca aumentou à medida que ela lhe deu uma olhada novamente, seu olhar persistiu em seu abdome onde a toalha estava enrolada. Depois de seu vigésimo quarto aniversário, ela secretamente escondida uma imagem anúncio de um modelo de robô do sexo em seus aposentos. Tinha sido um loiro, de olhos castanhos e corpo um pouco menor do que o cyborg na frente dela. Ela levantou. Stag pode não ter a maior personalidade, mas ela poderia acabar com isso se ele tinha planejado tocá-la. Tinha sido um tempo muito longo desde que alguém tinha feito. Ele afirmava ser consciente. Isto implica que ele pode ter todas as partes do corpo certas. Ele acenou com a cabeça em direção à cama. — Você fica comigo. — Estamos compartilhando? — Sim. Eu não vou deixar você dormir no chão. É muito duro e frio. Isso seria cruel. Ela subiu na cama e deitou-se. Ele não, mas em vez disso foi até a parede de armazenamento e abriu um painel do alto que ela não poderia alcançar. Ele empurrou para baixo algo que ela não conseguiu ver. — Computador, luzes difusas a três por cento. A sala ficou tão escura que ela não podia ver nada. Decepção atingiu-a. Ele queria apenas dormir. Ela fechou os olhos e se aproximou da parede. Ele realmente era uma máquina. Apenas um daqueles não iria tentar seduzir uma mulher em sua cama. O colchão afundou e ela estava deitada puxou um pouco de seu peso. Ela se virou de lado, dando-lhe as costas. Ele provavelmente não queria que qualquer


parte deles se tocasse e isso significava que ficaria apertada contra a parede. Não era uma cama grande, mas era mais amplo do que um beliche. — Dê-me seu pulso. Seus olhos se abriram. — Por quê? — Eu estou restringindo-a. Eu não confio em você não me atacar no meu sono. — Dá um tempo! – Ela estava realmente ficando farta de suas acusações. — Você é um cyborg. Eu não. Quanto mais forte é você que um ser humano normal? Eu estou supondo que? Cinco vezes? — Dê-me seu pulso ou eu vou forçá-la. Eu não quero machucar você. Ela jogou o braço para cima e sobre a cabeça. — Bastardo Paranoico. Você só quer um ou ambos? — Ambos. — Ótimo. Isso vai ser confortável para dormir. — Estou mais preocupado com o meu conforto. — Claro que você está. Idiota. – Ela levantou o outro. Ele foi suave quando ele a tocou, envolvendo algum material macio ao redor de cada pulso. Ele parecia um pouco elástico, mas de espessura. Ela era, pelo menos, grata por ele não usar algemas. Teria sido mal para descansar os pulsos com uma de metal enquanto ela dormia. Ele a soltou e ela testou. Eles não eram tão apertados ela não podia se mover um pouco. Ele tinha amarrado ela de alguma forma para o quadro acima de sua cabeça, mas ele deu a ela comprimento suficiente para mover os braços sobre um pé. — Computador, acende em dez por cento. Ela virou a cabeça, olhando para os pulsos dela agora que ela podia vê-los. — Apertado? — Sim. É da minha roupa de ginástica. Não puxe duro e eles não vão abusar de sua pele. — Você se sente mais seguro agora? – Ela olhou para ele sob o seu braço levantado. Ele estava deitado de lado, de frente pra ela. — Eu sinto. — Fantástico. Ele estendeu a mão da cintura dela, para cima, e bateu um dedo na parede. Um compartimento escondido se abriu. Ele retirou um pano dobrado e uma pequena garrafa preta. O medo bateu. — Não se atreva a me drogar.


Ele fez um som parecido com um ronco e fechou o painel. — Vá dormir. Isto não é para você. Ele rolou de costas e ela deitou a cabeça, perguntando se ele drogou-se para dormir. Barney, um de seus tripulantes, usou esse método, derramando sua medicina do sono em um pano e ele respirava quando a insônia incomodava. A cama se mexeu um pouco e ela ouviu o som característico de algo batendo no chão. Soou suspeito como sua toalha. Será que o cyborg está totalmente nu em cima das cobertas? Ela estava ao lado dele, talvez não tivesse sido ensinado a ele como isso é rude e impróprio. Cyborgs pode não consideram a nudez da mesma forma como as pessoas fizeram. O próximo ruído era a tampa da garrafa sendo aberta. Curiosidade a pegou para saber sobre o que ele estava fazendo, mas ela se recusou a ceder à necessidade de espreitar. Ela não ia perguntar por que ele usou drogas. Não era qualquer um dos seus negócios. Nala tentou relaxar, na esperança de dormir, uma vez que não era como se ela tivesse sido dada uma escolha. Ela ajustou a bochecha dela, descansando-a no interior de seu braço como travesseiro. O colchão se moveu e ela franziu a testa, imaginando o que Stag estava fazendo agora. Em seguida, a cama balançou um pouco. Um novo som veio com o movimento, um pouco molhado. O que no inferno? Ela não aguentava mais e abriu os olhos, virou a cabeça e, levantando um pouco para obter uma boa olhada para ele. Stag colocou o pano em suas costas a menos de um pé dela. O pano foi espalhado para fora em seu estômago e para cima, quase para sua caixa torácica. Uma de suas mãos estava firmemente enrolada em seu pênis muito duro. Ela arregalou os olhos, observando sua mão se mover para cima e para baixo o seu sexo como ele arqueou seus quadris. Ele tinha sido criado com toda a anatomia apropriada de um homem. O eixo era grosso e longo, a mais cabeça como um cogumelo, e brilhava a luz. Essa foi à origem do som. Não era um medicamento na garrafa, mas sim algum tipo de loção ou lubrificante. — O que você está fazendo? – As palavras saíram dela antes que ela pudesse detê-las. Ele não parar ou mesmo retardar e continuou manipulando seu pênis com a mão. — Quieta. Estou quase pronto para gozar. Não estrague o momento para mim. Ela virou a cabeça, fechou os olhos bem fechados, e seu coração batia forte.


Stag estava se masturbando do lado dela. Seu corpo inteiro virou rígido. Ela nunca tinha visto ninguém fazer isso antes, mas os segundos ela tinha visto o punho bombeamento seu pau ficaram queimando em sua memória. Sua pele era um cinza claro, mas era mais escura em seu sexo. Sua respiração aumentou em ritmo, tornando-se mais acelerada, e então ele gemeu. A cama estremeceu quando seu corpo fez. O movimento parado por longos segundos. — Agora posso dormir. Ela assustou-se quando ele apertou-se contra as costas dela, e ela abriu os olhos, olhando para ele chegar-se para deixar cair o pano e garrafa de volta na gaveta oculta, em seguida, empurre-a fechada. Ele rolou para longe, não mais tocá-la. O tempo passou e ela começou a relaxar novamente. Ela estava quase dormindo quando Stag rolou perto dela, enrolando seu grande corpo contra o dela. Seus olhos se abriram, olhando para a parede, perguntando o que ele faria com ela. — Eu não sou uma máquina, – ele murmurou, perto de sua orelha. Uma de suas mãos ao redor de sua cintura, então deslizou para cima. Ela chupou em uma respiração afiada quando seus dedos pressionaram contra seu peito. Ele apenas descansou-os lá. — Eu também não sou um robô do sexo, ou eu teria obtido você fora, em vez de mim. Ela engoliu em seco e não disse uma palavra. Ele tinha que saber que ela estava bem acordada agora. Ele moveu ao lado, deslizou para baixo seu estômago lentamente, e parou sobre o seu umbigo. — Eu teria usado meus dedos ou a boca para fazer você gozar, então eu teria que ter fodido você. – Ele deslizou a mão para cima de novo, e depois de um tempo ele firmemente segurou-lhe o peito, massageando-o através do material fino. Ela engasgou. Não doeu. Ela desejou que ele fizesse, mas seu corpo respondeu a sua voz rouca, as coisas que ele disse, e a maneira como ele. Fechou dois de seus dedos, levemente e beliscou o mamilo entre eles. Fazia muito tempo desde que ela tinha sido tocada. O fato de que ele era tão atraente, não a fez gritar por Socorro. — Você tem um corpo bonito. Eu queria você desde o primeiro momento em que te vi. – Ele empurrou-a contra seu corpo firme, de comprimento longo, ficando de conchinha com ela. Ele estava quente e tinha lhe preso entre o braço e o peito. — Nós poderíamos ter compartilhado um monte de prazer... Exceto você é uma humana. Ele a soltou. — Vá dormir. Nala fechou os olhos e forçou sua respiração a abrandar. — Você realmente é um bastardo.


— Você está aprendendo, – ele concordou. — Androides não guarda rancor, mas eu sim.

Capítulo IV Stag não poderia obter a sua mente fora de Nala. Ele conseguiu dormir um pouco, mas não muito. Era a primeira vez que ele dividia a cama com outra pessoa, e as circunstâncias não tinha sido ideal. Arrependimento passou através dele. Era possível que ele tinha ido longe demais para ensinar a humana uma lição, e obter um pouco de retorno ao mesmo tempo. Hellion pigarreou, chamando a sua atenção. — O que é isso? O cyborg tinha se transformado em seu assento no controle. — Você não disse uma palavra até agora, pois você começou o seu turno. Somos apenas nós. Como é que vai com Nala? — Eu não estou discutindo nada sobre ela. — Eu teria feito o meu melhor para seduzi-la. — Eu não sou você. Cuida da sua tela que eu cuido da minha.


— É chato à procura de todas as luzes em toda essa escuridão. Eu senti nervoso desde que entramos nesta zona morta. A irritação de Stag aumentou. — Desligue seus sentimentos. — Você sempre sugere isso. Por quê? — Porque eu não estou autorizado a pedir diretamente para desligá-los a menos que você se tornar um perigo a si mesmo ou aos outros. É chato quando você questionar minhas ordens. Você não faria isso se não tivesse se sentindo nervoso. — Isso não te incomoda em tudo? — Escondendo do inimigo? Sim. Estar em uma zona morta? Não. — Nós não temos as leituras dos sensores, uma vez que não há nada para eles lá fora. Não há absolutamente nada aqui. Stag se levantou, esticando as pernas. — Observe a tela, Hellion. Esperamos que não haja nada lá fora. Os modelos Markus poderia ter nos seguido para dentro. Não deixe de observar ou eu vou colocá-lo em outro dever. Hellion abaixou a cabeça, os lábios apertado juntos. Stag odiava ralhar com sua tripulação, mas alguns cyborgs tinha-se tornado um pouco negligente em seu cumprimento. Era seu trabalho como comandante do Varnish para mantêlos na linha. Stag se sentou novamente, monitorando sua própria tela. Uma luz brilhou na tela. Stag estendeu a mão, e deu um zoom sobre ele. Era um raio rápido de luz em movimento, mas depois ela desapareceu. Ele apertou a outra mão para baixo em seu console. — Todo mundo no controle. Agora! Hellion girou a cadeira. — O que foi? — Seção 3-6 e quatro. — Eu não vejo nada. — Eu vi, e precisamos estar preparados. Há algo na zona morta com a gente. — Talvez tenha sido uma falha na tela. As portas se abriram mais cedo do que o esperado e Kelis correu para dentro. Stag não repreendê-lo pela sua falta de uniforme ou sapatos. O macho estava de shorts de dormir e seu cabelo estava despenteado por abandonar a sua cama. Ele deslizou em seu assento preparado. — O que está acontecendo?


— Incerto. Eu vi um flash de luz. – Em seguida, Stag tocou novamente e ampliou a tela principal de modo que todos pudessem vê-la. — O que é isso? – Kelis tentou ler seus sensores, mas nada apareceu sobre eles. Parqel e Veller entraram. Eles usavam roupas de praticar boxe. Ambos fizeram uma pausa, olhando para a chama de luz cruzando a tela frontal. Stag amplificou a câmera ao máximo e amaldiçoou. — Maze e Yammer, relatório agora. Quais são seus locais? Nem teve resposta. Ele examinou sinais de vida, encontrou os dois dentro de seus quartos. Ambos os machos tinha que estar dormindo para não responder a seu comando. Eles tiveram o último turno. Fechou suas portas, sua mente trabalhando rápido para assumir funções em seu navio. — Cintos, ele ordenou aos seus homens. —Eles estão disparando cegamente, na esperança de nos atingir. Ele cancelou o computador em seus aposentos, girando sobre os comandos. — Nala? Prepara-se para possível impacto. Você me ouve? Ele ouviu seu suspiro. — O que está acontecendo? — O painel da parede sob o beliche é onde o equipamento de sobrevivência é mantido. Prepare-se para o caso do casco sofrer violações. — O que está acontecendo? Ele a cortou, com foco na remoção do oxigênio de todas as áreas não essenciais perto do exterior do traslado. O dano seria menor se eles sofressem um tiro. Ele usou propulsores, transformando o navio para torná-los um alvo menor. Outro raio de luz apareceu na tela, mais perto deles. — Podemos nos mover para onde nós já vimos luzes? – A voz baixa de Veller revelou sua tensão. — Não existe um padrão. Eu estou tentando achar um. – Stag admitiu. — Eles poderiam nos rebocar se tentarmos nos mover onde eles já dispararam. — Eu não posso acreditar que eles esperaram lá fora todo esse tempo. – Hellion disparou olhares nervosos com os outros. — E se eles ainda estão esperando quando nós batemos nosso tempo de saída? — Vamos nos preocupar com o aqui e agora. – Stag cortou a comunicação com Maze e Yammer do alojamento, informando-o que estava acontecendo. Ambos os homens responderam, agora acordado. Ele ordenou-lhes para ficar onde estavam e cancelou as travas em seus quartos para que eles pudessem sair em caso de danos graves em sua área.


— Pronto, - Veller avisou. Stag ajustou os propulsores, evitando o clarão de luz. Ele perdeu, mas eles têm um melhor olhar para onde os modelos Markus estavam atirando contra eles. — Bastardos inteligentes. Hellion teve a pior reação. — Filho da puta. Aqueles são manipulados a se desfazer com o impacto e as mini bombas dentro são atraídas para os metais. Eles poderiam ter reprogramado elas apenas para implantar em determinadas distâncias. — Podemos esperar que não houvesse nada perto de nós para bater. –Kelis manteve a calma. — O intervalo sobre eles é de cerca de quarenta metros, uma vez que a carga é dispersa. Aquele passou por nós e está fora de alcance. — Eles efetivamente extraíram a área com bombas que serão atraídos para o Varnish se passar por qualquer objeto implantado. – Stag observou por mais. — Todos os que eu vi foi voado além do alcance. Isso é bom. — E se eles abriram alguns deles à frente de nós? – Veller tocou o dedo na tela principal para mostrar-lhes onde o Varnish estava, e onde ele estimou que tivessem vindo, de quando eles entraram na zona morta. — Nós temos que passar por este caminho para reverter o nosso curso. Stag concordou não foi a melhor notícia. Mas poderia ter sido pior. Eles não soltaram mais bombas, mas isso só significou que os propulsores sobre os mísseis não estavam ativos. Stag forçou seu corpo a relaxar. — Vamos esperar ver, e se preparar para a nossa saída. — O que você tem em mente? – Kelis virou sua cadeira, olhando para Stag. — Chamarizes. Vamos mover lento e atirar objetos de metal à frente de nós. As bombas serão atraídas para eles e explodira. — O Varnish é uma massa muito maior do que objetos pequenos que podem disparar à frente de nós. Stag estava ciente disso. — A única outra opção é explodir daqui a plena queimadura e esperar não ir diretamente para um. Teremos que passá-los em uma alta taxa de velocidade para que eles sejam capazes de atingir nosso casco. — Eles iam virar de direção assim que nos sentir, mas nós estaríamos fora do alcance antes que pudessem bloquear. – Hellion assentiu. —Mesmo os impactos diretos não podem fazê-los explodir. Há um atraso de dois segundos. Poderíamos passar por eles com velocidade suficiente. – Ele sorriu. — Eu gosto desse plano. Stag não gostava de qualquer opção. Ambos tiveram problemas. A maneira lenta pode significar sofrimento e enormes prejuízos para o navio, mas a maneira mais rápida poderia fazer sair da zona morta mais difícil. Eles podem cometer erros de cálculo sobre a sua saída. —Cuidado com suas telas.


Ele transmitiu as opções para os dois tripulantes em seus aposentos, ordenando-lhes para tentar voltar a dormir. Ele não notificou Nala. Ele a queria em estado de alerta em caso de que algo desse errado. Cyborgs podem reagir mais rápido. Seus reflexos seriam mais lentos e ela não era tão difícil de matar. Incomodava-o, pensando em algo acontecendo com ela. Ele empurrou seus pensamentos longes, concentrando-se em sua tarefa. Eles assistiram por mais um tempo, mas nada mostrou na vasta escuridão em torno deles.

***** Nala se sentou na cama com um cilindro de oxigênio e máscara dentro do alcance. Tinha se passado muito tempo desde que a voz de Stag a tinha despertado do seu sono. Sua advertência tinha acordado ela e ela descobriu que ele tinha a deixado para ir ao seu turno, e que ele havia libertado seus pulsos. Ele tinha dito para ela abrir a gaveta e segurar o equipamento de emergência no caso de uma falha do navio. Ela não ia sufocar, e agora tinha um kit Médico, bem como uma temperatura adequar para mantê-la do congelamento se o suporte de vida abrir. Até agora nada de ruim tinha acontecido. Nenhuma explosão tinha sido ouvida ou sentido. Horas se passaram. Ela tinha usado a unidade de limpeza, levando-o oxigênio portátil com ela, e depois explorou as gavetas de armazenamento de Stag. Algumas se recusaram a abrir ao seu toque, não autorizado a ela, mas ela tinha encontrado mais roupas dela. Ela escolheu uma túnica e calças casuais. Ela até mesmo colocou um par de meias para proteger seus pés em caso de catástrofe. Ela se levantou e andou. Era seu trabalho para estar no comando. Depois de seis anos, ela era a única dando ordens. — Isso é péssimo! Eu odeio me sentir impotente. A porta se abriu e ela estava realmente contente de ver o cyborg severo, mas bonito ainda quando ele voltou aos seus aposentos. — Qual é a situação? Ele deixou a porta fechar-se atrás dele e inclinou-se, arrancando suas botas. — Você não tem uma cama para fazer? – Ele olhou para ela. — Eu estou precisando de uma soneca. — Besteira. O que aconteceu? O que está acontecendo? – Uma suspeita passou por sua cabeça. — Será que você mentiu apenas para me deixa louca? Isso seria todo o tipo de confusão, Stag. Até mesmo cruel. Eu estive doente de preocupação e apenas à espera da merda bater no ventilador.


— Você pode me chamar de mestre. Isso soa bem pra mim androide. — Seu desgraçado. Pare com essa porcaria! – Seu temperamento explodiu. — Eu estou bem, não estou? Você queria que eu ficasse com medo e pensar que estávamos em uma situação terrível apenas para me atormentar, porque você ainda está com raiva de mim por alguma estúpida razão! – Ela queria bater nele, mesmo que seria um desperdício de esforços. Ela foi até a cama, e agarrou o pequeno tanque de oxigênio. Ela jogou em seu peito. Ele o pegou com facilidade, mostrando seus reflexos. — Não, eu não menti para você. Nós estamos em uma "situação", como você chamou. O alerta está em curso. – Ele andou até ela e ofereceu o tanque. —Mantenha-o por perto. Você ainda pode precisar dele. Ela tentou acalmar-se, mas era difícil. Era como se ele estivesse tentando fazê-la ficar furiosa. Ela olhou para o tanque, em seguida, de volta para ele. — Eu não acredito em você. — Não é uma exigência. Eu não quero que você morra, assim que tomar isso. Eu posso segurar minha respiração por mais de dois minutos para chegar a outro lado. Você não pode, nem é capaz de chegar onde outro está localizado. Ele ofereceu-o novamente, empurrando-o contra o peito. Ela pegou o tanque e jogou-a sobre o colchão, não tirou os olhos de cima dele. Ele parecia realmente preocupado com a sua capacidade de sobreviver. Isso era algo interessante. — O que você quer que eu diga? Desculpe por ter comparado você com um robô do sexo? Você é um cyborg. Desculpe-me se as informações que eu ouvi não estão certas. Será que não é possível você tomar isso como um elogio que eu pensei que você era sexy e disse que queria comprar-lhe? Uma sobrancelha arqueou. — Você sabe quanto custa um robô do sexo? Eu sei. Quatrocentos e vinte e cinco mil créditos. Sabe quanto eu ganho em um ano depois de pagar a minha tripulação e as taxas de combustível, reparos, e de encaixe? Um pouco mais de cem mil. – Ela pegou um punhado de cabelo. — Veja isso? Você sabe por que eu deixei crescer por tanto tempo? Um maluco que eu lido com frequência se ofereceu para me pagar cinquenta mil créditos se deixasse crescer e vendê-lo para ele. Era um elogio, Stag. – Ela disse seu nome de propósito. — As pessoas realmente tem que querer muito um robô do sexo para ter todo esse trabalho de possuir um. Foi um elogio! Sua sobrancelha baixou e seus olhos se estreitaram. Ele não disse uma palavra embora. — O que? Por que você está me olhando assim? — Será que você pretende comprar um robô para o seu próprio uso? Droga. Ela tinha falado demais. Ela olhou ao redor, não é capaz de segurar


seu olhar enquanto ela mentiu e se afastou dele. — Não. Claro que não. Só estou dizendo, eu transportá-los no meu porão de carga. Eu sei o que eles custam, e eles não são baratos. – Ela parou e olhou para ele novamente. —Eu diria obrigado se algum cara pensasse que eu era um robô queria me comprar. Isso foi uma mentira também. Ela teria enfrentado alguém por pensar que ele poderia pagar-lhe qualquer preço para o sexo, humano ou robô. Seu cabelo estava à venda, mas não o resto do seu corpo. Ele se moveu rápido, e ela engasgou quando ele a agarrou. Um de seus braços fechou em torno de sua cintura, o outro colocando na cabeça. Ele apertou-a contra a parede mais próxima, prendendo-a lá com seu corpo. Ele ajeitou até ficarem no mesmo nível e ele olhou para ela com uma carranca. — Você está mentindo. Não faça isso. Ele assustou-a. Ele era forte, rápido, e segurou-a fora de seus pés como se ela fosse tão leve quanto o travesseiro em sua cama. Ela acalmou rápido, porém, quando se afundou em que ele não a tinha machucado. O braço em volta da cintura não estava apertando muito apertado e as costas de sua mão bateu na parede, não seu crânio. Ele usou-o para amortecê-la do impacto com o objeto sólido. — Eu odeio falsidade. É por isso que eu nunca confio nos humanos. É tudo o que a sua espécie faz. Eles manipulam os fatos. Você quer eu diga todas as maneiras que podem detectar uma mentira de você? Ela lambeu os lábios e respirou fundo, incapaz de desviar o olhar das profundezas azuis de seus olhos. Eles eram deslumbrantes. — Bem. Eu admito. Eu tenho guardado dinheiro para uma Dax 333 desde o meu vigésimo quarto aniversário. Feliz? Todos os bordéis em nossas rotas de viagem só atende aos homens. Eles não compram robôs masculinos. Ele sorriu. — Por isso eu não queria falar! — Por que um robô e não um humano? Você poderia ter um daqueles gratuitamente. Você é atraente. Qualquer homem faria sexo com você se você mostrasse um interesse. — Isso não é da sua conta. Ele mudou seu corpo, abriu as pernas e prendeu-a mais apertada contra a parede. — Você está confortável? Eu não estou liberando-a até que você responder às minhas perguntas. — Valentão. Ele piscou novamente. Ela poderia dizer que ele não estava blefando. — Você quer uma lista?


— Sim. Ela pensou rápido. — Eu vou fazer um acordo com você. — Eu não vou fazer sexo com você. Sua boca se abriu. — Como eu iria pedir isso para você. Você não exatamente me inspira a querer você. – Ela agarrou os ombros e tentou empurrálo de volta, mas ele não se mexeu. — Qual é o seu acordo? Estou curioso para ouvir o que você quer. — Eu vou responder a quaisquer perguntas que você faz com total honestidade a partir de agora se você prometer parar com essa merda de androide e me deixe ir livre na primeira oportunidade. Quero deixar seu navio. — Não. — Eu não sou sua prisioneira. Eu não fiz nada ilegal. Meu cargueiro foi atacado. Você não tem direito de me manter em seu navio a força ou me prender. — Vou concorda em parar de te chamando de androide por sua honestidade, contanto que você não minta para mim de novo, mas sua liberação não é negociável. — Por que não? Você respondeu o meu sinal de socorro. Você tem que me levar para uma estação. Essa é a lei. Os sobreviventes são transportados para o mais próximo e deixados lá para que eles possam comunicar o incidente que levou ao lugar. Eu tenho uma companhia de seguros para notificar e as autoridades precisam fazer algo sobre aqueles modelos Markus. Eles assassinaram meu pai e minha equipe! Eu os quero caçados para pagar por isso. — Você viu a gente. — E daí? — Eu não posso permitir que você dissesse qualquer outro humano sobre este navio, sobre nós, ou que estamos caçando os modelos Markus. — Eu odeio a quebrar isso para você, mas as pessoas já sabem sobre cyborgs. É assim que eu soube o que era você, pele cinza significa cyborg. Nada mais, nunca foi feito como você. Quanto ao seu navio, eu não sei nada sobre isso, porque esta é a única sala que eu vi. Eu não sei mesmo a classe dele. Sua cabine é tão básica como eles vêm. O meu navio não foi o único que essas coisas têm atacado. Ouvi relatos de que eles mataram pessoas em estações também. Advertências foram dadas sobre os modelos Markus. Eu só não sabia como eles pareciam até que você me disse que foram eles que me atacaram. — Não há relatos reais que nossa sobrevivência tenha sido verificada. Estamos mantendo-a dessa maneira.


Ele tinha um ponto. Cyborgs, todos deveria estar morto. Às vezes os rumores eram que eles tinham sido vistos, mas o noticiário do governo declarou que era mentira. — Então eu não vou dizer a eles. Simples. Você quer que eu menta e diga que algum membro da tripulação aleatório me pegou e me deixou em uma estação? Bem. Eu posso fazer isso. Vou dizer a eles que eu estava traumatizada demais para realmente perceber nada sobre eles ou seu navio, sem problemas. — Eu não confio em sua palavra. Ela fechou os olhos, levou alguns segundos para obter uma calma sobre seu temperamento, uma vez que esbofeteá-lo não ajudaria na sua causa. Ela olhou para ele novamente. — Eu estou motivada. Você acredita nisso? Eu quero dar o fora deste navio, e eu não quero dar-lhe uma razão para vir atrás de mim. Que tal isso? Eu sei que você sente rancor. — Vamos discutir o seu futuro em uma data posterior. Estamos na zona morta, então eu não posso levá-la a uma estação, mesmo que eu queria no momento, estamos esperando os modelos Markus para evitar a captura. Agora, por que você quer comprar um robô do sexo quando você poderia ter tido um amante humano sem custando-lhe créditos? A verdade. — Há um monte de razões. — Diga-os. — Meu pai. — Explicar. — Ele não estava em torno de muito enquanto eu estava crescendo. Aposentou-se e veio trabalhar para mim uma vez que eu comprei o cargueiro. Já ouviu falar daquele ditado "recuperar o tempo perdido"? Ele se encaixa. Ele era realmente Super protetor. Os homens não poderiam olhar para mim sem ele sacar uma arma. Ele não confiava neles para não me machuque. — A forçar o sexo? — Isso também. Ele também estava preocupado que me daria uma doença ou coisa pior. — Abusar de você? — Sabe o que as mulheres reais em bordéis valem, quando esta no espaço? Eu sei. Meu pai constantemente me disse. Ele estava apavorado que um cara ia me enganar para confiar nele, raptar-me, e me vender no mercado negro. — Acontece. — Eu sei. Eu ouvi a notícia também. É em parte por isso que eu decidi comprar um robô. Eles estão programados para não ferir seres humanos, eles não são portadores de doenças, e meu pai não iria querer atirá-lo, porque ele não ia ter um motivo. Ele considerava seguro... E eu teria companhia.


— Você tinha uma tripulação e seu pai. Não era um grande cargueiro. Vocês não estavam sozinhos. — Você pode me colocar no chão? Ele aliviou-a para seus pés e soltou. Ela deslizou ao longo da parede e mudou-se em torno dele para colocar espaço entre eles. — Obrigada. E posso muito bem ter sido. — Ela se sentou na cama. Ele se virou, olhando para ela. — Eles eram todos da idade do meu pai ou mais velhos. Todos os ex militares. O que eu tenho em comum com eles? Eles estavam sempre falando sobre o passado. Foi uma luta até mesmo leválos a receber ordens de mim. Eles seguiam o meu pai. Ele balançar a cabeça e, em seguida, eles fariam o que foi dito. Eu era apenas uma filha para eles. Como forma de honestidade? Mas eu sabia que podia confiar neles. Eles não estavam indo para cortar a minha garganta para roubar o meu cargueiro ou a carga. — Passei a maior parte das minhas horas de trabalho no meu quarto sozinha. Meu pai não gostava de mim pendurada com seus amigos no nosso tempo de folga. Eu acho que ele estava com medo que eles parassem de ver-me como seu bebê e me ver como uma mulher. Ele teria matado qualquer um que pensou em me tocar. Não que eu estava interessada. Papai não só pegou a tripulação porque ele confiava neles, mas eles tinham alguns hábitos muito brutos. Portanto, não era sexy ver homens cuspindo e ouvi-los compartilhando os detalhes gráficos de encontros sexuais passadas com prostitutas. Denny ainda tinha a pele rachada e não cuidava. Não me fale sobre como isso é nojento. — Eu não estou familiarizado com esse termo. — Algumas pessoas têm a pele muito seca em navios, e começa a rachar e descascar se não revestir as áreas afetadas com creme para protegê-lo de acontecer. Não há umidade suficiente no ar com suporte de vida. Ela seca. Entendeu? Denny tinha o pior caso que eu já vi, porque ele recusou-se a utilizar o medicamento. Isso se espalha se você não cuidar. Ele já estava começando a sangrar, quebrando e abrindo uma crosta. Ele tinha um monte delas. Stag enrolado seu lábio em desgosto. — Exatamente. Mais alguma pergunta sobre o porquê eu não iria se envolver com alguém do meu cargueiro? Ele se aproximou dela e sentou-se a alguns passos na cama. — Por que você quis possuir um cargueiro? — Meu pai sempre me contou histórias sobre suas aventuras espaciais quando eu estava crescendo. Eu percebo agora que ele embelezava muito a história, e parecia tão emocionante. Apareceu uma oportunidade para o crescimento em o negócio. Não é como na Terra. Eu poderia fazer tanto quanto eu queria, enquanto eu colocar o tempo e esforço. Por que você quer ser


responsável por este navio? — Eu sou um líder natural. Ela sorriu. — Você é um maníaco por controle. Nós estamos sendo honestos, lembra? Devem ir para os dois lados. Um fantasma de um sorriso brincou em seus lábios. — Gosto de dar ordens mais não de recebê-las. — Quem não gosta? Eles olharam um para o outro. Ela falou primeira. — Sinto muito pela coisa do robô do sexo, ok? Você é uma pessoa. Eu estou clara sobre isso agora. — Eu não vou chamá-la de androide novamente. A menos que você minta para mim. Ela estendeu sua mão. — Trégua? Ele olhou para seu gesto oferecido, em seguida, levantou-se a seus pés. — Isso implicaria somos inimigos. Você é uma humana, e eu sei muito bem que não devo confiar em você. Ela recuou sua mão e colocou no colo. — Eu não sei o que fizeram para você, mas eu sou não eles. Você entende isso, né? — É de a sua natureza ser traiçoeira. — Você me tratou mal desde que nos conhecemos, e ainda assim eu ainda estou disposto a dar-lhe o benefício da dúvida. A única razão que você me salvou foi porque você estava com raiva. Estou errada? Ele apenas olhou para ela. — Eu sou grata por estar viva. Vou focar nisso. – Ela se levantou. — Estamos presos juntos por um tempo. Nós podemos pelo menos tentar ser agradável para o outro até que você me deixe ir, quando puder. — Você nunca vai poder ir. Assim que sair da zona morta, vou entregá-la para outro cyborgs. Eles vão encontrar-lhe um lugar na nossa sociedade e ter certeza de que você não pode nunca entrar em contato com outro humano para compartilhar as informações que você adquiriu sobre nós. Ela lamentou a levantar-se, desejando que ela ainda estivesse sentada. — Do que você está falando? — Você me ouviu. Não seja obtusa. Você foi salvo por cyborgs, e agora você vai viver em nossa sociedade. A vida que você sabia se foi para sempre. Esse é o preço de viver. Agora, prepare-se para ter seus pulsos amarrados de modo que eu não preciso me preocupar com você tentando me prejudicar quando eu dormir. Nala queria socar ele. Ela se afastou antes que ele pudesse ver a raiva que ele


causou. Ele tinha acabado com qualquer esperança de liberdade, eles estavam de volta à estaca zero. Se ele queria uma luta, ele iria receber uma. Ela ia fazê-lo querer deixá-la na primeira estação que eles passassem.

Capítulo V Stag se sentiu melhor depois de umas sólidas seis horas de sono. Ele tinha soltado Nala antes que ele deixou seus aposentos. Ela não tinha dito uma palavra e evitou seus olhos. Isso foi bom para ele. A conversa tinha perturbado ele. Ele tinha quase esquecido o que ela era e de onde ela veio. Yammer esticou os braços para cima e bocejou. — Isso está tedioso. — Você prefere que estivéssemos sob ataque? O macho virou-se, baixando os braços e deu Stag um olhar estranho. — Você está em um humor azedo, eu tinha esperança que ter uma mulher em sua cama iria ajudar com sua disposição. — Eu não estou tendo relações sexuais com a humana. — Uma pena, – Maze declarou de seu assento. — Ela é atraente. Um pouco pequena, e compacta, mas eu ficaria feliz de compartilhar a cama com ela. — Eu também, – Yammer concordou. — Eu acho que ela é do tamanho perfeito. Ela não ocupa muito espaço. Nossos beliches são pequenos para dois compartilhar. Isso era um problema, Stag concluiu. Nenhuns dos membros de sua


tripulação estavam em uma unidade familiar, e eles não têm acesso regular para uma fêmea. Parecia que eles queriam ter. Eles estavam mesmo dispostos a ignorar suas experiências passadas com os humanos se isso significava ter um corpo quente sob eles. — Talvez nós possamos manter um dos robôs a bordo. Yammer quase caiu da cadeira quando ele se virou de novo, olhando para Stag com um brilho em seus olhos. — Para nós, para usar? — Sua falta de estimulação física está a afetar o seu julgamento. Um robô não vai cortar sua garganta ou nos trair. Um humano iria. Yammer franziu a testa. — Você tem a fêmea bloqueada dentro de seu quarto, sem acesso a comunicação, tenho certeza que você já se precaveu contra ela conseguir suas mãos em qualquer coisa que possa ser usado como uma arma. Ela não é uma ameaça. — Ela seria se você ficasse relaxado o suficiente para confiar nela. Ela ia traçar um caminho para te causar danos. Isso é o que eles fazem. Como você pode esquecer isso? Yammer o encarou. — Verdade. Maze sacudiu a cabeça. — Discordo. — Você é um médico. Você está propenso a lidar com os fracos e feridos, não ameaças à segurança e como gerenciá-los. — Como você administra um humano? Stag considerava sua resposta para Maze cuidadosamente antes de falar. — Eu salvei a vida dela. Sou responsável para seu bem-estar até retornar a Garden. Vou manter o olho sobre ela, alimentá-la, e ter certeza de que ela permaneça saudável. Em seguida, ela será entregue ao conselho e eles vão decidir onde colocá-la. — Nós não estamos tecnicamente suposto resgatar humanos. Por que você fez? – Maze olhou para ele. — Está fora do programa. — Ela tinha informações sobre os modelos Markus, e nós tínhamos que embarcar em seu navio como parte de nossa missão para investigar seus ataques. Estou confiante de que o conselho não vai ter um problema com a gente tomá-la a bordo do Varnish, em oposição a deixá-la lá para morrer. Ela é uma fêmea. — Pode ter perturbar alguns dos membros do conselho quando leem os nossos relatórios, se tivéssemos deixado para morrer, uma vez que alguns são unidos em unidades familiares com humanos. – Yammer olhou para Maze. — Isso tem lógica. Eu não quero ser repreendido por eles. É melhor andar do lado da cautela nos dias de hoje, com todas as mudanças recentes. — Essa foi a minha determinação, – Stag afirmou. Não era completamente


verdade. Ele teria deixado Nala para trás, que poderia ter sido muito perigoso para seus próprios homens para salvá-la, mas ela o enfureceu. Irritou-lhe que ele se sentiu compelido a ser desonesto com sua tripulação. Era culpa dela. Ela era já o estava corrompendo. Ele não podia esperar para sair da zona morta e dar a humana para o conselho. Eles poderiam preocupar em colocá-la em um trabalho de baixa segurança e encontrar seus arranjos de vida. Maze parecia estar pensando sobre seu futuro, bem como quando ele falou. — O conselho irá atribuir-lhe para um macho. Ela vai precisar ser alojada e guiada por um macho. Ela já me conheceu, e eu sou um médico. Eu seria um candidato perfeito. O pensamento de Maze com Nala não caiu muito bem para Stag. Maze tentaria seduzi-la. Ele estudou cuidadosamente o cyborg. Ela pode achar ele atraente. Todos os cyborgues eram superiores aos humanos, para a saúde, bemestar físico e aparência. Ele cerrou os dentes e colocou seu foco para o seu braço da cadeira, monitoramento o escuro espaço, forçando-se a concentrar-se na tarefa em mãos. Maze era um tolo se ele permitisse que a humana ficasse em sua casa. Ele se arrependeria. Ela irá trair sua confiança de alguma maneira. Eles sempre fazem. Um alarme soou e ele leu rapidamente o que causou isso. Algo tinha sido preso ao casco. Ele mal chegou ao comunicador no tempo. — Suporte! Uma pequena explosão veio do lado da porta. Ele manteve a calma quando ele tomou nas leituras danos causados por sensores da nave. Não foi tão ruim quanto poderia ter sido. Um painel perto de um acesso de manutenção sofreu uma ruptura. Ele bloqueado essa seção, certificando-se de que chegasse ate a área da tripulação. Ele expeliu para fora do oxigênio para a área circundante de modo que não seria uma emissão de pressão. — Injetar alguns dos nossos painéis solares, – ele ordenou. — Chamarizes em caso de outras bombas? Brilhante.

– Yammer perguntou. —

Stag se levantou da cadeira. — Eu vou ter que fazer um exame exterior. Yammer levantou. — Eu vou fazer isso. Stag olhou nos olhos do macho. — Há bombas perto de nós. Estamos cientes disso agora. Partes do nosso navio podem atraí-los ou ser quebrados por pequenos estilhaços se os painéis solares estão destroçados. Nós não podemos ir à plena velocidade com uma seção exposta, mesmo que fosse pequena. É muito arriscado. O casco, nessa seção pode ter sofrido fraturas. Deixa que vou


fazer isso. — Você é nosso comandante. Eu não sou vital. — Você está no comando. — Stag. O cyborg agarrou seu braço. — Deve ser um de nós. — Eu não estou perdendo um membro da minha tripulação. Você está no comando. — Ele saiu do agarre de Yammer e saiu do quarto. Ele ia ter que se vestir e sair, flutuar lá e fazer o reparo. Eles foram a um ponto final, mas essas bombas eram um perigo grave. Ele não tinha perdido um homem ainda e nunca que ia deixar isso acontecer. E se um deles tinha de morrer, seria ele. Maze encontrou com ele no elevador. As portas se abriram e Veller e Kelis o encarou. — Yammer está no comando. Vou lá fora. — Nós lemos o dano. – Kelis recuou contra a parede do elevador. — Eu vou consertá-lo. — Ir para o controle agora. Eu faço isso, – Stag ordenou. — Eu estou indo monitorar você caso haja um problema e eu venha a seu socorro. Stag olhou para Maze. — É o meu trabalho. Eu sou o médico. Eu posso ignorar suas ordens. Kelis e Veller estão aqui para ajudar Yammer. Eles não precisam de mim, mas você sim. Stag deu um aceno de cabeça afiada, em seguida, dirigiu-se aos dois outros membros de sua tripulação. — Vão. Os machos saíram do elevador e correram para o controle. Stag entrou no elevador e Maze se juntou a ele. Eles foram para a seção do motor que tem os equipamentos que Stag ia precisar. Stag decidiu sair na ancoragem, e adequarse. Maze fez tão bem. — É pra você ficar aqui dentro. — Entendido, mas a reparação iria mais rápida se nós dois trabalhamos juntos. — Não, Maze. Você não está a seguir-me lá fora. Nós dois sabemos que eu não iria sobreviver se uma bomba me acertasse. — Deixe-me ir em seu lugar. Stag colocou seu capacete e ligou a comunicação. — Não. — Eu sei o que você está fazendo. — Bom. Hellion irrita-me com a sua constante necessidade de


esclarecimentos. — Eu sou o membro menos necessária da nossa equipe. Ninguém se feriu. Eu deveria ser o único a arriscar. Stag não estava disposto há perder mais tempo discutindo com o macho. — Quanto flutuador de tempo você teve nos últimos cinco anos? Resposta. —Ele já sabia. Maze era seu médico e tinha sido atribuído a ele durante esse tempo. Maze fez uma pausa para colocar em seu terno. — Nada, mas eu fiz isso no passado. — Na Star. Você foi ocasionalmente atribuído dever-inspeção visual quando não está fundamentada em Garden para reparos. Isto é diferente. Eu vou trabalhar com uma varinha de fusão para selar os reparos. Eles podem derreter seu equipamento se você não tiver cuidado com o calor intenso. Eu fiz isso há dois anos quando uma pedra bateu em um propulsor. Fique aqui, Maze. Isso é uma ordem. Maze colocou seu capacete. — Eu vou vir atrás de você se você está ferido. Tente estar ciente do que está por trás de você. Posso ligar a iluminação exterior nessa seção? Ela irá ajudá-lo a ver melhor e, possivelmente, evitar uma dessas bombas. — Não, – Stag ligou a iluminação do capacete. — Seria muito brilhante e nós não sabemos se os modelos Markus entraram na zona morta com a gente. Eu não vou fazer nada para dar de presente a nossa localização para eles. Ele deu um passo em as botas metálicas, assumindo os controles, e selou as pernas das calças com as botas. — Descomprimir. Você está pronto? — Sim. – Maze agarrou uma alça e trancou suas próprias botas, selando-os no chão. — Feche a porta atrás de mim. Não deixá-la aberta. — Eu poderia chegar até você mais rápido. — Sele a porta! – Ele estava chateado que ele teria que aperte o botão vermelho para desligar gravidade no quarto pequeno. Ele virou-se, ajustou suas botas, certificando-se de que ele não iria flutuar a partir do chão. Ele agarrou a bolsa caso fosse necessário, enganchou juntos, e prendeu-os para uma linha em sua roupa. As luzes piscaram vermelhas e, em seguida, ficou vermelho sólido. O ar se foi no quarto, bem como toda a gravidade. Stag abriu as portas para conexão de aparelhos e mudou-se para frente. Ele odiava ir lá fora, mas poderia ter sido pior. Pelo menos o navio não estava em movimento. Ele saiu de seu navio, agarrou uma alça sobre o casco, estendendo a mão para outra. Ele olhou para trás quando as portas de encaixe selada. Maze tinha permanecido dentro e seguiu sua ordem. Ele olhou para frente, subindo o traslado. Os cabos arrastaram atrás de si, o


leve puxão na cintura era reconfortante onde o estava segurando.

***** Nala sentiu medo quando as portas se abriram, mas não era Stag que entrou. Ela levantou-se e seu corpo ficou tenso. Ela não gostou da forma como o cyborg abertamente olhou para o peito, em seguida, mais baixo. Ele estendeu uma bandeja. — Comida. Ela estava desconfiada de se aproximar dele. — Stag geralmente traz para mim. — Ele está ocupado. — O que era o alarme que eu ouvi? — Nós tivemos um pequeno dano. Stag está a repará-lo. Ela andou para frente e aceitou a bandeja, depois recuou. Ela não estava disposta a virar as costas para ele. Ele era um homem, e ela aprendeu com Stag que eles tinham todas as suas partes do corpo. Isso o fez potencialmente perigoso. — Que tipo de dano? — Que exige um remendo exterior. Ela tremia. Isso era ruim. Era um medo muito grande sair no espaço. A brecha pode acabar toda uma seção do casco se não foi corrigida rapidamente, causar uma reação em cadeia e tirar outras partes de um navio. — Como? Desgaste do metal? — Não. – Ele se se encostou à porta, ainda medindo-a da cabeça aos pés. — Eu sou Nala. – Ela torceu e colocou a bandeja sobre a cama. — E você? — Parqel. Encontramos-nos antes em seu navio por um breve momento. — Desculpa. Eu realmente não me lembro de muito disso. – Então ele a viu nua. Isso a fez ainda mais desconfortável. — Você parecia um pouco desorientado. Como você está agora? — Melhor. Então Stag está lá fora a corrigi-lo? – Isso era perigoso. Se a seção perto da violação explodir, ele poderia ser morto. Ela tinha certeza de que os motores estavam fora. Não houve vibrações em tudo o que ela podia sentir. Isso significava que ele não iria flutuar fora, pelo menos, e possivelmente rasgar sua roupa se ele fosse atingido por qualquer parte do navio. — Sim. Ele sempre insiste que é sua vida que tem que ser colocada em perigo nestas situações. Ele é um bom comandante. Tenho certeza que você fez o mesmo para a sua tripulação. Ela teria, se seu pai tivesse permitido. Ele não tinha. — Obrigado pela


comida. Ele não se moveu. — Eu queria discutir algo com você. – Ele olhou para o peito novamente, em seguida, encontrou seu olhar. — Você é atraente. O medo aumentou. Ele era um cyborg. Grande. Forte. Melhorado. E se ele a atacasse? Ela não seria capaz de lutar com ele. Era melhor ser educada e espero que ele faça o mesmo. — Obrigada. — Quando você for levada para fora deste navio, um macho será designado para cuidar de você. Eu gostaria que você considere-me. Eu tenho um bom temperamento. Eu estaria disposto a transferir meus deveres para permanecer com você. O conselho sempre atribui homens solteiros. Eu não serei permitido voltar a este dever se você me aceitar. — Eu não estou realmente certa o que isso significa. Ele se afastou da parede, mas não se aproximou. — Você será dada a um homem para viver com você. Ele estará no comando de seu cuidado. Você não será permitido viver em seu próprio planeta. Poderíamos testar a nossa compatibilidade. — Eu também não sei o que isso significa. Quer dizer, como, ver se a gente ia fazer bons companheiros de quarto? Ele deu um passo mais perto. — A compatibilidade sexual. Nenhum homem iria viver com você e não exigem que você dar-lhe acesso ao seu corpo. Eu gostaria de ter relações sexuais, e mostrar-lhe que seria uma boa entre nós. Nala se afastou e bateu contra a cama. Em seguida, ela mudou-se novamente, ficar longe no caso dele avançar. — Não, mas obrigado pela oferta. Ele franziu a testa. — Olha, você é atraente. Eu não vou mentir. Mas eu não tenho sexo com estranhos. Compreende? — Você vai ser atribuído a um homem, e o único que você teria tido uma conversa é com Stag. Inferno ele nunca ofereceu para mantê-la. Ele odeia humanos. — Estou ciente. — Ele não quer você. Ele deixou isso bem claro. Eu sou uma boa escolha. Você está preocupado com a sua manutenção? Eu nunca iria abusar de você. Manutenção? Ela engoliu em seco. — Deixe-me pensar sobre isso, ok? Eu faço isso. Eu preciso deixar as coisas afundar. Eu não sabia que eu iria ser dada a alguém. Vocês sabem que eu não sou um androide, certo? Isso é apenas besteira que Stag, disse, porque eu o deixei louco. — Você é uma humana. Você não pode viver sozinha. É assim que vai ser. Outros machos vai fazer a oferta. Eu quero que você me considere. Eu poderia te mostrar como eu te daria prazer. – Ele deu mais um passo para mais perto


dela. — Não. – Ele poderia ser maior, mas ela ainda o colocaria em uma luta se ele tentasse tirá-la de suas roupas. — Por favor, saia. Ele deu um passo para trás. — Eu não queria assustá-la. Essa não foi minha intenção. — Eu preciso de tempo para pensar. Sozinha. Obrigado pela comida. Ele inclinou a cabeça. — Eu cuidar bem de você. Considere-me. – Ele girou, à esquerda, e a porta fechou atrás dele. Nala foi até a cama e entrou em colapso, aliviada por ele não ter a agredido. A raiva veio em seguida. Ela estava longe de ser dada a alguns cyborg como se ela fosse um androide. Pior, um robô do sexo, uma vez que Parqel deixou claro que ela não falou com ninguém, exceto Stag. Ela olhou para a comida, mas não tinha nenhum recurso. Ela tinha perdido o apetite. Alguns cyborg iriam apanhá-la quando ela fosse retirada do navio do Stag e exigir que ela tenha sexo com ele. Ela tinha visto algumas escravas sexuais na estação de Belton. Elas eram mulheres que tinham cometido crimes lá e foram condenadas por pelo menos um ano de servidão. Os maiores concorrentes iriam comprá-las e elas não tinham escolha a não ser cumprir ou mais tempo seria adicionado a elas. Havia regras a serem seguidas. Os homens não poderiam aliviar ou mutilar as mulheres. Eles também não puderam fazer um lucro por locação de direitos de seu corpo para os outros homens. As mulheres tinham de ser alimentada, alojada, e vestida. Nala tinha pena delas. Elas foram forçadas a dormir com os homens que as compraram, cozinhar para eles e limpar suas casas. Parecia que esse seria o seu destino. — Eu nem sequer cometi um crime, – ela murmurou. — Meu cargueiro foi atacado. Isso é besteira! As lágrimas vieram em seguida. Foi tudo culpa do Stag. Ele poderia deixála em alguma estação e libertá-la, mas ele já tinha jurado que não o faria. Ela enxugou os olhos e levantou-se, entrou na unidade de limpeza e apenas ficou lá. — O que eu vou fazer? Ela pegou um papel e assuou o nariz, lavou o rosto, e voltou para a cama. Ela ignorou a bandeja, desmotivada para tentar comer. Ela estava muito chateada. — Maldito seja, seu bastardo de coração frio.


Capítulo VI As portas se abriram e Nala ficou petrificada a seus pés com a visão de dois cyborgs. Eles carregavam Stag entre eles. Ela pegou a bandeja quando eles entraram, movendo-o para fora da cama. Ela queria matá-lo, mas vendo-o mancar, e com ataduras cobrindo seu ombro, testa, e uma perna abaixo do joelho, fez sua raiva instantaneamente sumir. — O que aconteceu? Ele está bem? Maze e outro cyborg enorme colocou Stag na cama. Maze virou-se para ela quando ele se endireitou. — Foi um acidente. Um terceiro cyborg entrou carregando um grande kit médico. Parou, olhou para Nala, depois para à esquerda. O cyborg alto e musculoso sorriu para ela. Parecia um pouco tenso. — Eu sou Hellion. Escolha-me. — O que? — Não agora, – Maze estalou. — Ir. Eu cuido disso. Alguém tem que garantir que o remendo está completo e fazer uma verificação exterior para ver se mais danos foram feito. Hellion assentiu, lançou outro sorriso para Nala em seguida, chocou com a porta, levantando sua mão, e soprou-lhe um beijo. As portas se fecharam, bloqueando sua visão dele, e ela se virou quando Maze caiu de joelhos ao lado a cama e abriu o kit. — Quão ruins são os ferimentos? – Ela avaliou Stag. Ele só usava a roupa interior preta que ele parecia gostar.


Sua pele parecia um pouco estranha, mais pálida do que o habitual. —Será que ele vai ficar bem? Maze arrancou um scanner, um menor do que ele tinha usado em Nala, e ele correu por cima da cabeça de Stag. — Eu o ajudei com o melhor que pude dentro do compartimento de encaixe. – Ele colocou o scanner para baixo e agarrou um injetor, programando-o com uma eficiência com o seu conhecimento do equipamento. — A perna e as feridas do ombro são superficiais. É seu cérebro que eu estou preocupado. – Ele injetou em Stag algum tipo de medicação. — O que aconteceu? — Uma bomba colocada em um dos nossos painéis solares explodiu. Ela enviou estilhaços em direção de Stag e rompeu a roupa que o protegia. Ele conseguiu interromper o vazamento, mas perdeu muito oxigênio antes que eu pudesse chegar até ele. Ele também lhe bateu com força em nosso navio. Poderia ter sido pior. Rompeu a roupa? Perda de oxigênio? Aquilo geralmente era causa de muitas mortes. — Como? — Ele não flutuou. Ele enroscou seu braço em uma das alças de viagens antes de perder a consciência. Se não fosse por isso, teria me levado mais tempo para recuperá-lo de outra forma. — Quanto tempo ele ficou sem oxigênio? – Ela percebeu que o peito de Stag subiu e caiu, mas isso não significava que ele ficaria bem. Ele poderia ter sofrido morte cerebral. — Levei três minutos e quarenta e dois segundos para trazê-lo. Outro trinta e dois segundos para restabelecer o suporte de vida na baía de encaixe. Adiciona em pelo menos sessenta segundos para livrá-lo de seu capacete, abriu sua roupa, e reanimá-lo. — Será que ele vai acordar? Diga-me qualquer coisa? Teve ar o suficiente na roupa dele? Maze agarrou o scanner, lentamente, executando-o sobre a cabeça de Stag novamente. — Ele estava com quatro por cento, mas ele tinha parado de respirar pelo tempo que eu era capaz de trabalhar com ele. Essa informação deixou Nala com medo. Ninguém poderia sobreviver por muito tempo no espaço, se não tivesse mais tempo de ar. Ele teria sofrido morte cerebral. Seus joelhos quase cederam e ela se curvou, agarrando o final da cama. Ela estava tão certa de que ela odiava Stag... Mas a dor em seu peito dizia o contrário. — Eu tive que desligar todos os seus implantes quando eu corri uma corrente elétrica através dele para reiniciar o ritmo do seu coração. Eles serão estabelecidos em algumas horas, desde que eu tive que forçar o desligamento.


Eu não estou lendo quaisquer danos, por isso vamos ter que esperar. — Em um idioma que eu possa entender, por favor? Maze olhou para ela. — Mas eu falei em um. — Eu não sei o que isso significa! – Ela estava chateada e frustrada. —Seu cérebro está morto? Apenas me diga. — Eu estou lendo alguma atividade. Seria mais fácil se eu pudesse acessar suas fichas, mas entrei em pânico. Ela apenas olhou para ele, confusa. — Eu sou um médico. Cada cyborg sob meus cuidados permitiu-me um caminho para cortar o acesso a seus corpos em situações de emergência como esta. Eu posso desligar os seus implantes e chips. Caso contrário, o envio de uma corrente elétrica através deles pode danificar sua cibernética permanentemente. Stag é muito importante para mim, e eu acho que eu posso ter o drenado completamente. Ela tentou fazer sentido no que ele disse. — Eu entendo isso eletrocutá-lo é ruim e pode causar danos terríveis? Maze virou-se, pegou outro scanner, e correu este sobre o peito de Stag. — Nossos corpos geram alimentação para os nossos componentes cibernéticos. Como médico, eu estava projetado para ser capaz de drenar esse poder para cuidar de outros cyborgs, se eles me dão acesso a fazê-lo. Acho que exagerei. Eu entrei em pânico. Eu não estava calmo. Isto significa que vai levar horas para sua cibernética recarregar o suficiente para trabalhar novamente. — O que seria isso? Quer dizer, como é que isso vai ajudá-lo a descobrir o que há de errado com ele? — Temos três chips implantados dentro de nossos cérebros. Eles poderiam me dizer se há algum dano ao redor deles. Eles, não estão respondendo a mim, estou tentando trazê-los de volta. Recarregar. – Ele pegou outro injetor, pressionando-o contra o lado do corpo de Stag. — Para o que foi isso? Há algo de errado com seu coração ou pulmões? — Eu não estou lendo nenhum dano aos seus órgãos. Eu apenas lhe dei um sedativo para mantê-lo dormindo. — Não queremos que ele acorde? — Ele vai curar mais rápido se ele está imóvel. Maze sentia-se frustrado. — Se ele sobreviver. Ele, finalmente, colocou seus aparelhos de distância e fechou o kit. — Ele é um cyborg. Somos resistentes, e curamos mais rápido do que você. É assim que fomos concebidos. Estou lendo o funcionamento do cérebro. Isso a acalmou. — Então ele vai ficar bem?


— Ele teve sorte. A droga irá mantê-lo por uma hora. Vou dar-lhe acesso para se comunicar comigo. Basta pressionar a mão no painel ao lado da parede e dizer o meu nome. Eu tenho que ir. Outro membro da tripulação vai deixar o navio para verificar o trabalho de Stag sobre o remendo e procurar qualquer outra coisa danificada. Eu quero estar lá no caso de haver outra emergência médica. Você vai cuidar de Stag e me ligar se ele ficar em perigo? — Eu não tenho muita experiência com pessoas feridas. Como eu vou saber? Maze caminhou até a porta e apertou a mão sobre o painel. — Apenas me liga se você se tornar alarmada com qualquer coisa. Veja. – Ele a apertou a palma da mão no sensor. — O computador está ligado agora, transferir as suas chamadas para mim. Basta dizer meu nome. É Maze, se você esqueceu. Ela assentiu com a cabeça. — OK. Ele a olhou com um olhar severo. — Eu estou confiando em você para não lhe fazer mais mal. Eu teria colocado em meu quarto para se curar, mas eu odeio deixá-lo sozinho em caso de sua condição piora. Ele salvou sua vida quando tomamos o cargueiro. Não estava em nossos planos salvar qualquer um no navio. Apenas para investigar se era na verdade os modelos Markus que o atacaram, e ver se poderíamos obter qualquer informação de por que eles alvejálo. — Eu não vou machucá-lo. Ele continuou a observá-la. — Eu juro. Ele é um idiota, eu não vou mentir. Mas eu já vi algumas boas qualidades sobre ele também. Eu não quero que ele morra. Isso pareceu aliviar qualquer de suas dúvidas, porque sua expressão se suavizou. — Stag é um bom macho. Ele tem sido emocionalmente danificado por humanos. É impossível esquecer o abuso que sofreu enquanto eles estavam no controle de nossas vidas. – Ele pegou o kit. — Há outro kit medico na cama de baixo nas gavetas da parede. Você pode lavar o sangue dele e corrigir as feridas? E higienizado-los, eu não fiz, não tive tempo para fazer isso. Ela assentiu com a cabeça. — Eu posso lidar com isso. — Venho verificar quando eu tiver tempo. Vai demorar um pouco. – Disse isso e saiu do quarto deixando-a sozinha com Stag. Nala virou, olhando para Stag. Ele ainda parecia muito pálido, e ela sabia que ele odiaria ser vulnerável a ela, já que ela não estava amarrada à cama enquanto ele dormia. Ela se inclinou, rastejou para debaixo do beliche, abriu a gaveta, e deslizou para fora o kit médico, colocando-o aos pés no final da cama. Ela foi até a unidade de limpeza e voltou com roupas molhadas e aquecidas. — Olha, nós podemos discutir muito, mas eu quero que você acorde e fique bem. Ela retirou o curativo às pressas aplicado abaixo do joelho com cuidado, sua


pele era quente ao toque. O corte a fez estremecer. Era irregular, cerca de uma polegada de comprimento, mas não profundo. Não sangrou mais, mas ela não esperava que isso acontecesse isso significava que só não tinha sido limpa, mas os vasos sanguíneos lesionados tinham sido selados. Ela se sentou na beira da cama e gentilmente lavou o sangue de sua pele, olhando para o seu rosto. Ele parecia mais jovem no sono, pacífico, e todas as linhas duras que ele normalmente usava tinham desaparecido. — Fique bem, tudo bem? Tenho certeza de que temos uma tonelada mais de argumentos para falar antes que você ficar livre de mim. Mais, se você ficar do jeito que está, pense em todas as coisas ruins que eu poderia fazer com você. – Ela sorriu. — Eu tenho certeza que é o seu maior medo. O que seria horrível conspirar com sua mente tortuosa? Mas seu humor desapareceu, porque era possível que ele nunca fosse acordar. — Você é paranoico por nenhuma razão. Você não me machucou. Estamos de acordo sobre a definição de autodefesa, lembra? Ela colocou um curativo limpo sobre a ferida e foi para a parte superior, quase com medo de ver o que esperava sob a maior em seu ombro. Ela colocou o kit médico no seu travesseiro, onde ela normalmente descansou a cabeça enquanto dormiam. Foi difícil chegar perto o suficiente para ele, ela teve que levantar o braço, chegou mais perto, e colocou-a em seu colo a inclinar-se. Suas mãos tremiam um pouco quando ela usou suas unhas para quebrar cuidadosamente o selo sobre a bandagem e levantou-o. Não havia um corte, mas dois. Maze disse que Stag tinha sido atingido por estilhaços. O médico tinha feito mais do que apenas limpar o curativo do corte superior. Foi profundo, e ela podia ver espuma, uma ligação de enchimento que impedia mais sangramento enquanto ele curava. — Droga, Stag, – ela sussurrou. — Isso deve ter doido como o inferno. – Ela gentilmente limpou em torno dele, se perguntando se ele precisava de pontos. Sua tripulação teria conseguido isso. Mas Stag tinha um Cyborg médico e ele deveria saber o que era melhor. Ela colocou um novo curativo e se endireitou, seu olhar passou sobre o seu corpo estendido na cama. Seu braço puxou em seu colo, assustando-a. Ela olhou para seu rosto, vendo que se contorceu em uma careta, possivelmente da dor. Ela acariciou sua bochecha. — Stag? Está bem. Você pode me ouvir? Você está no seu quarto. Ele gemeu, e ela pensou que ele poderia acordar, apesar do sedativo. Isso seria uma coisa boa, em sua opinião. Ela estava preocupada que a falta de oxigênio tinha feito mal para ele. Ela tocou-lhe um pouco mais de firmeza, acariciando a pele suave de sua mandíbula ao ouvido. — Stag? Soe eu, Nala. Você está seguro. Você me ouve? Maze e alguns de seus homens lhe trouxeram para o seu quarto.


Então ele se debateu violentamente e em uma fração de segundo, trouxe até os joelhos. Um deles bateu nela e ela caiu em cima dele, esticada em seu corpo. Seus olhos permaneceram fechados, mas ele deu um socou o ar. Seu punho passou por ela, mas alguns de seus dedos ficaram presos em seu cabelo. Isso machuca. Ela empurrou para longe dele e caiu da cama, aterrissando sobre seu traseiro. Ele se debateu mais, fez um doloroso som, e ela se levantou mais que depressa, correndo para o painel. — Maze! Sua voz veio segundos depois. — O que está errado, Nala? Ela olhou por cima do ombro. Stag está se debatendo, virou-se e quase rolou para fora da cama. — Socorro! – Ela puxou a mão do painel e correu de volta para ele, quase caindo em Stag para colocá-lo deitado e para longe da beirada da cama. Ele lutou e tentou reverter. Ela empurrou seu peito, tentando imobilizá-lo para baixo, mas ele era incrivelmente forte. — Pare! Está tudo bem, Stag. Você vai se machucar. O sangue escorria através da atadura em seu ombro quando ela apertou a cabeça contra o peito dele para evitar um braço oscilante dirigido para ela. O vermelho brilhante arrastou em direção a ela quando tentou rolá-los na parede, mas ela ignorou, mantendo-se pressionado firmemente contra ele, com os braços ao redor de sua cintura. Seu olhar se levantou para seu rosto, mas seus olhos permaneceram fechados. Era como se ele não estivesse acordado o suficiente para perceber que ele não estava ainda no exterior, no seu traje espacial, eventualmente, estava com um flashback de lutar para sobreviver. Esperava que Maze estivesse perto, pois o grande cyborg rolou novamente e quase os jogou tanto dentro como fora da cama. Ela preparou um pé no chão e empurrou, empurrando-o de volta para o centro do colchão.

***** Eles estavam indo para matá-lo. Stag lutou contra os três guardas. Eles vieram para causar problemas, mas ele não estava disposto a deixá-los colocá-lo dentro de um dos armários de estocagem de alimentos para ver quanto tempo levaria para seu corpo congelar. Eles estavam entediados, e eles queriam diversão. Um deles riu. — Acho que vai ficar bem quando se descongelar? — Eles podem ter que substituir a pele no exterior se nós deixá-lo lá até o


final do turno. Vai ser um cubo de gelo. – Ele investiu contra Stag, usando uma arma cutucando-o para tentar atordoá-lo. Stag virou, para evitá-lo. — Você vai ser preso se fizer isso. Destruição de propriedade é um crime. Eu não vou sobreviver. — Eu? – O encarregado riu. — Olhe para ele, tentando agir como um de nós. Você não passa de um androide. Você é Cyborg, e nós queremos ver se você fica azul, uma vez que a pele começar a congelar. Eles não parecem se importar que fosse contra a lei prejudicá-lo. Outro cara, um dos tripulantes veio para ele, balançando uma haste de metal, apontando para sua cabeça. Stag abaixou, evitou o golpe que o teria nocauteado, e agarrou a haste. Ele tirou da mão do humano e virou para ele próprio. Todos os três saltaram para trás. — Eu pensei que você disse que não poderia ferir qualquer um de nós? –O mais jovem do grupo apoiado mais longe. — Isto parece muito irritado. O único que parecia estar em carga puxou sua arma atordoante e apontou-a para Stag. — Você é programado para não atacar. Parece que ele está com defeito para mim. Eu digo autodefesa, o que acontece com vocês? Stag olhou para o humano. — Liga a arma e você vai disparar alarmes. Segurança vai vir para testemunhar o evento e eles vão ver que você veio atrás de mim. Eu sou caro. — Ele olhou para o uniforme e do humano franziu os lábios. — Você é do pessoal de apoio, nem é mesmo militar. Eles vão processar vocês e pedir o dinheiro que vai custar-lhes para me substituir. Você e seus dois amigos não vão sobreviver para ver o fim de seu turno. O humano amaldiçoou e guardou a arma. — Foda-se, androide! Tire a roupa dele. Nós vamos feri-lo onde ele não mostra. De jeito nenhum eu estou deixando essa coisa falar comigo dessa maneira. Stag ficou tenso, deslocando o controle sobre a vara, enquanto os homens chegavam a torno dele. Eles não usariam armas para detonar os alarmes, agora que ele tinha lembrado-lhes que era o recurso de segurança. Ele não podia matalos, mas ele não estava disposto a permitir que eles lhe causassem grandes danos ou morte. Dois deles vieram para ele. A luta foi por diante.

***** Nala estava grata quando Maze correu para o quarto e veio para ajudar. Ele jogou seu corpo sobre a metade inferior de Stag, agarrou seus braços, e tentou fixá-los para baixo. — O que aconteceu?


— O inferno se eu sei! Eu mudei as ataduras e então ele começou a lutar. Tentei mantê-lo para baixo. Eu não queria que ele batesse a cabeça se ele caísse da cama ou se chocasse contra a parede. — Saia de cima dele. Isso não foi uma coisa fácil de fazer. Ela teve que mexer um pouco para sair de Satg. A porta se abriu novamente quando ela saiu cama, e Hellion entrou. — O que está acontecendo? — Pegue as restrições, – Maze ordenou. — Eu preciso do meu kit médico que está lá na porta. Hellion girou para longe, mas a porta permaneceu aberta. Nala olhou para o corredor, tentada a fugir. Era uma chance de escapar, mas aonde ela iria? Era possível esconder no navio. Ela não tinha ideia do tamanho do navio. Então, novamente, se Stag estava dizendo-lhe a verdade, eles estavam em campo. Stag gritou as palavras não tão claras. Ela observou como Maze usou mais de seu corpo para segurar o cyborg ferido. Stag continuou a lutar quaisquer demônios que ele viu em seu sono. Ela olhou para a porta uma última vez, em seguida, correu para a cama e agarrou os tornozelos de Stag quando ele tentou usar seus joelhos para chutar Maze, a forma como ele tinha feito com ela antes. — Eu deveria ter paralisado seus membros, – Maze resmungou. Isso ia assustar Nala que Stag não estava acordando. — O que há de errado com ele? Convulsões? Stag empurrou uma de suas pernas para fora de seu agarre e acertou Maze nas costas. Ela fugiu para o lado, esperou por Stag para endireitar a perna, em seguida, caiu para frente, usando todo seu corpo para mantê-los para baixo. Ele ainda conseguiu levantar a algumas polegadas antes de deixar cair suas pernas de volta para a cama. — Eu o sedei para não acordar. Às vezes, nossos corpos irão reagir aos sonhos por causa da nossa dependência cibernética. — Eu pensei que você disse que eles foram para baixo, drenado, desligado... O que quer que seja. – Stag levantou novamente com as pernas e ela agarrouse ao outro lado do colchão, tentando impedi-lo de jogá-la completamente. — Esse é o problema. Alguém agarrou Nala por trás. Um braço deslizou ao redor do peito, o outro em torno dos quadris, e ela foi tirado de Stag. Ela teria caído com o movimento rápido, uma vez que ela foi colocada sobre os pés, mas Hellion a abraçou, para estabilizar o equilíbrio. Ele esboçou um sorriso. — Ficar para trás, bonita Nala. Eu tenho isto. Você poderia se ferir, e isso iria quebrar meu coração. Eu poderia beijá-los embora.


A boca dela se abriu, espantada com a cyborg musculoso, mas Hellion virouse e agarrou um dos tornozelos de Stag. Ele havia despejado restrições de tecido no final da cama e rapidamente prendeu a perna de Stag. Ele foi trabalhar rapidamente para conter a outra perna. Nala se afastou e viram como Maze e Hellion terminaram de amarrar Stag na cama, eles apertaram o restringindo dos movimentos. Maze tinha um rasgo na manga do uniforme, mas caso contrário, parecia bem. Ele abriu o kit que Hellion trousse para dentro e arrancou um injetor, programou, e apertou-o contra o pescoço de Stag. Stag acalmou rápido. Gritos ainda saíram dele e ele sacudiu a cabeça, sua expressão era de dor, mas ele não estava lutando mais. Maze virou e olhou para Nala. — Você está ferida? — Eu poderia verificá-la, – Hellion se ofereceu. Ela olhou para o cyborg, para encontrá-lo sorrindo. — Eu estou bem. Maze limpou a garganta. — Obrigado, Hellion. Você pode ir agora. Eu tenho tudo sob controle. Hellion se aproximou de Nala. — Você realmente deve me deixar dar uma olhada em você. Eu ficaria feliz em ver cada polegada de seu corpo para procurar contusões. — Hellion! Fora. Agora. – O tom de Maze se aprofundou. — Flertar com ela mais tarde. — Tudo bem. – Hellion foi até a porta, mas depois parou e voltou. —Linda Nala? Gostaria de receber ordens de você. Eu faria qualquer coisa que você pedisse. – Ele lambeu os lábios. — Frequentemente. Por mais que você queria, acreditar que nos ofendeu por achar que fossemos como robôs do sexo, mas para mim não foi, seria um privilégio ser seu robô. — Fora! – Maze se colocou entre eles. A porta fechou e Maze suspirou, girou, e sacudiu a cabeça. — Esse tem problemas emocionais. Eu peço desculpas. Ela se recuperou. — Ele é, hum, muito amigável, pelo menos. Maze mudou-se para o seu kit e guardou. — Essa é uma maneira interessante de descrevê-lo. Ele é juvenil, e às vezes francamente irritante. Não é de admirar que a fêmea terminasse seu contrato em tempo recorde. — Você pode dizer isso de uma maneira que faça sentido? Ele fechou o kit e levantou-se, agarrando-a. — Contrato de casamento. A cyborg feminina o aceito em sua unidade familiar, mas terminou em poucos dias. Ele não faz bem em nossa sociedade por causa de seu comportamento. É por isso que ele foi designado para Stag. Ele tem mais paciência do que a maioria dos outros, e não há mulher a bordo.


— Um cyborg brincalhão, huh? Maze inclinou a cabeça, olhando para ela. — Ah. Levei um momento para entender o termo. Hellion é impulsivo, e permite que seus sentimentos para controlar a maior parte de suas ações. Ele não flertar com outras mulheres quando ele era casado, mas ela não estava confortável com o seu afeto aberto para ela. E a enervava. Cyborgs são mais reservados. Hellion não é. É considerada uma falha. Ela olhou para Stag. Seus lábios estavam apertados juntos com força. — O que está acontecendo com ele? É um sinal de dano cerebral? – Esse era seu maior medo. — Não. Ele está sonhando. Pode acontecer, por vezes, quando um cyborg está lesionado e parcialmente sedado. Eu o paralisei do pescoço para baixo. — Isso não vai fazê-lo parar de respirar ou algo assim? Parece horrível. — Não. Ele só não pode mover-se ao redor agora. Não vai afetar seus órgãos. Você pode cuidar de seu ombro? — Ele precisa de pontos. Maze sacudiu a cabeça. — Ele vai curar o suficiente para que eles não sejam necessários. Nós não somos como você. É por isso que nós não usamos em tais ferimentos leves. Devo voltar ao controle. Ligue-me se há tiver outro problema. Ele começou a sair, mas parou. — Ele ainda pode sentir dor, deve estar ciente disso. — Eu vou ter cuidado para não machucá-lo. Maze saiu e ela pegou o kit medico menor de volta, tomando um assento ao lado de Stag. Ele virou a cabeça, murmurou algo, mas pareceu acalmar um pouco. Ela estendeu a mão para o curativo em seu ombro. Estava revestido com sangue perto da parte inferior, que tinha sido uma manchada sobre a sua pele. Maze provavelmente teria que mudar seu uniforme. Ele provavelmente estava manchado de sangue desde que ele tinha pressionado para baixo Stag com seu corpo. Ela pegou outro pano molhado. A pele de Stag era firme, mas extremamente quente e aveludada. — É apenas você e eu de novo. – Ela começou a limpá-lo. — Eu odiaria saber o que estava passando por sua cabeça. Ele a fez se perguntar o quão ruim deve ter sido a vida que ele teve enquanto ele esteve na Terra, se isso foi à causa de seu pesadelo. Ela fez uma pausa, levantou a mão e acariciou sua bochecha. — Não me faça sentir mal por você. Você está começando a...


Capítulo VII Nala acordou quando ouviu um rosnado baixo. Ela estava enrolada em uma bola entre a parede e onde Stag tinha sido contido em suas costas. Hellion e Maze lhe tinham estendido braços e pernas abertas, de modo que ela teve pouco espaço para dormir. Ela levantou a cabeça e encontrou os olhos de Stag aberto, o cyborg olhando para ela. — Você sabe o seu nome? — O que você fez comigo? Ela sentou-se, com cuidado para não tocá-lo. — Qual o seu nome? Você se lembra? — Eu vou matar você, Nala. Ele sabia quem era ela. Isso era um grande sinal. Sua desconfiança por ela permaneceu também. — Oh bom. E eu pensei que você podia ter sofrido danos cerebrais. Você ainda é o mesmo idiota. Woo-hoo. — O que você fez comigo? Ela subiu em cima dele, cuidadosamente tentando evitar tocá-lo da melhor forma que podia. — Eu não coloquei essas amarras em você. Foram Maze e Hellion. – Ela revirou os ombros e virou-se, olhando para ele. — Você foi ferido. Você se lembra de o que aconteceu? Seus olhos fecharam, em seguida, abriu. — O chamariz funcionou, mas os detritos me bateram. Ela não tinha certeza do que isso significava. — Você estava fora em um traje espacial. Eu não obtive todos os detalhes exceto que você teve que ser revivido. Você voltou para o navio sem respirar. Ele apertou a mandíbula. — Meu pescoço foi quebrado? Foi minha espinha que quebrou? Ela se afundou na razão pela qual ele perguntava. Compaixão bateu-a forte. — Não. São apenas drogas. Você está bem. – Ela se sentou na cama e colocou a mão em seu peito. — Vejo? Sentiu. São apenas drogas. Elas vão acabar e você pode mover tudo uma vez que elas fazem. Ter paralisia é temporário. Ele arqueou a cabeça um pouco, olhando para as restrições. — Eu pensei que você fez isso. Deixar-me ir.


— Não. — Sinto muito por ameaçar matá-la. Ele encarou-a. — Isso é o que eu imaginei. Você acha que eu te ataquei enquanto você dormia e quebrei seu pescoço? – Ela bufou. — Você é realmente paranoico. Como você acha que eu tenha acesso aos apoios como estes? Você mantê-los escondidos dentro de seus quartos? Você é bizarro, Stag! — Tire-as agora. Isso é uma ordem. Ela torceu um pouco e ficou mais confortável na beira da cama, divertido. — Ou o que? Você vai gritar comigo? Como é ser o único amarrado? – Ela levantou a mão em seu peito e, em seguida, usou um dedo para pressionar contra ele. — Você está no poder da misericórdia de um humano. O que você acha que eu vou fazer? Ela bateu-lhe com o dedo. — Matá-lo com a minha unha? — Tire as restrições fora, Nala. Ela sorriu. — Você não pode se mover de qualquer maneira até que essas drogas se desgastem. Maze não disse quanto tempo que elas duram. Você sente cócegas? – Ela arrastou seu dedo sobre suas costelas ao seu lado, usando quatro deles, iluminando seu toque. Sua puxou uma respiração forte e ela congelou, de surpresa. Seu corpo todo se arrepiou e aumentou ao longo de sua pele e seus mamilos ficaram frisados. Ela ergueu a cabeça e encontrou seu olhar. Ele levantou a cabeça, a única coisa que ele provavelmente poderia fazer. Fúria mostrou em seus olhos. — Divertido. — Não me toque. — Eu não sou um robô, – ela lembrou a ele, gostando da forma demasiada que ele era impotente. Ele merecia ser atormentado um pouco depois de tudo que ele a fez passar. Karma estava vivo e bem. — Pronto para negociar agora, Stag? O que você está disposto a oferecer-me se eu não fizer um inferno com você até que Maze venha para verificar seu paciente mal humorado? — Pare de me tocar e remova as restrições. Não piore as coisas para si mesmo, Nala. Isso matou seu bom humor. — Oh, você quer saber co mo eu descobri que em algum momento, quando eu sair deste navio, serei apenas vendida ou qualquer outra coisa para um cara que vai me fazer uma escrava sexual? Quando que você ia compartilhar essa informação comigo? — Você não vai ser uma escrava. Você vai ser atribuída a um guarda. — Proprietário. Cuidador. Como quer que você queira chamar. — Não faz


diferença. Ele ainda vai exigir sexo de mim, certo? Ele virou a cabeça, parecendo concentrar-se na porta. Ela olhou para ele, então ele. — Você está tentando entrar em contato com alguém? Ele a ignorou e fechou os olhos. Frustração o fez rosnar baixinho. — Deixe-me adivinhar. A eletrônica dentro você não pode fazer isso? A energia foi toda drenada de você. Seus olhos voaram e se abriu ele olhou para ela, parecendo surpreso. — Maze mencionou algo sobre ela ter que recarregar e que poderia levar horas. Não está funcionando ainda, né? — Deixe-me ir, Nala. — Vou tomar isso como um não, eles não estão. É só você e eu por um tempo. — Você vai pagar por isso. — O que estou fazendo? – Ela levemente passou as unhas sobre a pele, não machuquei você. — Eu sou a única tocar em você. — Pare. — Há algo de errado com isso? Quer dizer, algum idiota vai colocar suas mãos sobre mim, em algum momento, e ele não vai se importar se eu quero que ele faça isso ou não. Por que você sequer se preocupou em me tirar do cargueiro? Será que você vai receber créditos quando você me vender? Quanto estou valendo? — Não é desse jeito. — Então como é? Ele apertou os lábios, deixando claro que não pretendia responder. Ele a irritou, e ela sentou-se. Ele estava provavelmente com medo que ela o mataria se ele falasse a ela o quanto ele estava ganhando com ela. Ela o encarou mais plenamente, admirando abertamente seu corpo. Ele tinha um grande e delicioso corpo, e sua cor estava de volta ao normal. Ele parecia totalmente recuperado do que tinha acontecido, exceto para as drogas que ainda estava no seu sistema. Ele seria capaz de ligar com o seu computador e pedir ajuda uma vez que seus implantes recarregassem. Finalmente, ela tinha certeza que ele poderia fazer isso. Ela estendeu a mão e apertou-lhe a mão em seu peito, acariciando-o. — Te incomoda que eu lhe toque? — Pare. — Vou tomar isso como um sim. – Ela se inclinou, olhando em seus olhos.


— Você queria me ensinar como é alguém ser tratado como um androide. – De repente, ela levantou-se e montou seu corpo, apoiando suas pernas em cada lado de seus quadris. — Que tal um pouco de lição para você? — O que você está fazendo? Ela sentou-se assim que sua bunda descansou em sua pélvis e passou as mãos sobre o peito, acariciando de seus ombros para baixo de seu estômago. — Um idiota vai me tocar. Eu espero que não haja restrição no momento, talvez por isso eu vá ser capaz de lutar com ele, mas vocês são cyborgs. Eu não vou ter uma chance de fazê-lo parar, vou? Sei que você é pelo menos cinco vezes mais forte que os outros caras. No mínimo. Eles fizeram você dessa forma, certo? Meu pai me disse isso. Este é o meu futuro e vou começar a lidar com ele, graças a você. De repente, ela se inclinou e deslizou para baixo um pouco mais. Seus mamilos ainda estavam eretos. Ela abriu a boca e correu a ponta da língua sobre um, em seguida, soltou o ar em toda a carne enrugada. Ele endureceu ainda mais, respondendo ao seu toque. Stag amaldiçoou. Ela ignorou e apertou os lábios em torno dele, lambeu novamente, e, em seguida, o chupou. Ela usou a borda inferior de seus dentes para raspar levemente em toda a ponta de seu mamilo. Sua respiração aumentou rapidamente. Ela ouviu-o... Senti-o desde que seu rosto foi pressionado contra seu peito. Ela largou seu mamilo, olhou para cima, e encontrou-o olhando para ela. Isso a fez sorrir enquanto ela ia para o outro mamilo, dando-lhe o mesmo tratamento. A verdadeira surpresa veio quando ela sentiu-o responder de outras maneiras. Sua vagina estava pressionada contra sua virilha e seu pau endurecido. Não era algo que ela poderia passar despercebida, desde que ele foi projetado para ser grande nessa área. Nala largou seu mamilo e levantou um pouco, olhando para baixo de seus corpos. Stag estava definitivamente duro. O pequeno calção revelou a protuberância. Ela baixou seu corpo para baixo novamente e confortavelmente molda-los juntos quando ela encontrou seu olhar. — Eu aposto que isso deve irrita-lo. Considerando que eu sou uma humana. — É apenas uma reação física básica. Ela riu e sentou-se por todo o caminho. Ela puxou sua camisa, e tirou fora de seu corpo. Sua atenção instantaneamente se fixou em seus seios à mostra. Seu pênis se contorceu debaixo dela. Ela colocou a camisa ao lado dela para que ela pudesse colocar rapidamente em caso de Maze retornar. Já seria embaraçoso ser capturado atormentando


Stag desta forma, mas vale a pena o risco de obter um pouco de vingança. Ela estendeu a mão e segurou seus seios, massageando-os. — Que tal se eu brincar comigo mesmo, da mesma maneira que você fez enquanto eu estava deitada ao seu lado? Ele fechou os olhos e virou a cabeça. – Eu não entendo o que você está tentando fazer além de me irritar. — É assim que você o chama quando você fica duro? Não assista então, mas sinto. – Ela abaixou-se novamente e sugou um de seus mamilos com a boca, sugando. Ela balançou os quadris também, esfregando contra seu pênis. Ele cresceu com mais força, e ela teve que admitir que ele não fosse o único a ter uma reação física. Era tão bom usar o comprimento do seu pau para estimular seu clitóris. Até com as roupas entre eles, ela ficou molhado rápida, ela estava com a vagina dolorida. Ela levantou um pouco a cabeça e olhou para Stag. Ele manteve os olhos fechados, mas ele ainda mordia o lábio inferior, forte o suficiente para transformá-lo em quase branco. Ele provavelmente ia romper a pele, se ele não largasse, mas ela sabia por que ele estava fazendo isso. Ele estava tentando ficar quieto. Ela largou seu mamilo e ele parou de torturar o lábio. Ela mexeu com a parte baixa de seu corpo e colocou beijos sobre suas costelas. — Quão chateado você ficaria se eu te chupasse? Isso ia bagunçar tudo? Uma humana fazendo isso para você? — Pare de me tocar, Nala. Vou deixá-la em qualquer estação que você quiser e você pode voltar a viver sua vida com os humanos. — Eu não acredito em você. Não acho que seja um cyborg honesto. Ela escorregou-lhe mais, tinha sentado em uma de suas pernas desde que foram ligeiramente afastadas, e colocou a mão sobre seu pênis, que ainda estava preso dentro da sua cueca. O material era de seda. Esfregou o comprimento rígido com a palma da mão, em seguida, a ponta dos dedos ao longo da ponta. Seu pênis empurrou. Ele era grande e duro. Ela observou seu rosto. Ele abriu os olhos e ergueu a cabeça. O olhar que ele deu a ela mostrou desejo e raiva ao mesmo tempo. — Eu vou fazer você se arrepender. — Parcialmente eu já estou Stag. – Ela estudou seu corpo. — Por que você tem que ser tão quente? Faça-nos um favor e parar de falar. Você é o primeiro homem que eu toquei em mais de seis anos. – Ela agarrou o topo da cueca e puxou-os um pouco para baixo, mas elas estavam presas sob sua bunda. — Eu posso não ter uma escolha mais tarde de acabar na cama com algum Cyborg, mas eu hoje eu tenho. Levaram as duas mãos para puxar sua cueca para baixo o suficiente para libertar seu pau. Ela levantou, bateu no painel ele se abriu, e ela retirou a garrafa de lubrificante.


— O que você está fazendo? Ela abriu e derramou o lubrificante. — Você gosta de ser tocado. Assim? – Ela agarrou-o e pressionou suavemente, acariciando seu pau. Ele jogou a cabeça para trás e assobiou. — Talvez assim? – Ela diminuiu o ritmo, deslizando a mão baixa e evitando a cabeça, em seguida, acariciando em um vai e vem. — Qual o jeito que você se sente melhor? Com minha mão ou a sua? – Ela continuou fazendo isso, trabalhando nele nesse ritmo sem pressa. Seu estômago apertou todos os músculos. Ela congelou. Tinha sido um longo tempo, mas ela ainda se lembrava de algumas coisas. — Você já está prestes a gozar, não é? Ele levantou a cabeça e olhar em seus olhos disseram tudo. Eles estavam com as pálpebras pesadas e abafadas. Ele Parecia um homem no limite, e como ela queria beijá-lo se tivesse a chance. Ela soltou seu pênis e se arrastou até ele. Ele não disse uma palavra, mas seu olhar baixou para os seios dela e ele lambeu os lábios. Ele poderia mordê-la. Era um medo real. Ela colocou uma mão em seu ombro, cuidando para não pressionar seu ferimento, apoiando os seios contra o peito. Ela manteve distância suficiente entre suas bocas com medo. — Você me deixou excitada também. E eu odeio isso. Eu acho que nós temos isso em comum. – Ela procurou seus olhos, mas ela não detectou qualquer raiva neles, naquele momento. — Estou mesmo disposta a admitir que esta pequena lição saísse pela culatra, porque eu estou molhada. Eu não senti um homem dentro de mim há tanto tempo. Seu olhar se lançou à boca, em seguida, de volta para seus olhos. Ela lambeu os lábios. — Trégua? — O que você quer? Você tem-me em desvantagem. – Sua voz saiu muito profunda e rouca. Stag poderia ser pecaminosamente sexy quando ele não estava sendo um idiota. — Você diz isso porque você é incapaz de se mover? — Os meus implantes estão desligados. Eu não posso amortecer minhas respostas. — Física? — Física e emocional. Isso foi o mais honesto do que ela esperava que ele fosse. Ela usou sua mão livre e estendeu a mão, acariciando seu rosto. Ele pressionou o rosto contra ela, em vez de empurrar para longe, em busca de seu toque. Ele a queria também, e não estava negando isso.


— Posso te beijar ou você vai me machucar? Ele olhou para sua boca novamente. — Faça. Isso não era uma resposta, mas ela estava disposta a arriscar. Ela fechou os olhos e se moveu para mais perto, tocou seus lábios com os dela, e lambeu o lábio que ele tinha anteriormente abusado com os dentes. Ele abriu-os e ela aprofundou o beijo. Tinha sido há muito tempo desde que beijou alguém, mas a memória voltou para ela enquanto acariciava sua língua com a dele. Ele gemeu, e ela também o fez. Ele tinha gosto de vinho. A dor entre suas pernas tornou-se pior e ela esfregou contra seu estômago, onde ela o montou. Ele era tão alto. Seus corpos não se alinhavam certo, e ela ficou frustrada. Ela quebrou o beijo e encontrou-o observando-a, paixão foi algo fácil de ler em seus olhos azuis. — Eu quero você dentro de mim. Sim? — Sim, – respondeu asperamente. Ela teve que sair fora dele, e quase caiu da cama em sua pressa para remover suas calças. Não tinha calcinhas por isso era apenas uma questão de desfazer as calças e empurrá-las para baixo de suas pernas. Ela agarrou a camisa novamente e colocá-la novamente. — Por quê? Ela o montou de novo, estendeu a mão entre seus corpos, e usou a umidade para provocar o próprio clitóris. — Qualquer um poderia simplesmente entrar. Isso irá, pelo menos, cobrir-nos um pouco se isso acontecer. Ele baixou o olhar, observando o movimento da sua mão. — O que você está fazendo? — Você está perto de vir. – Era tão bom esfregar o feixe de nervos. Certificando que você não faça isso antes de mim.

— Deixe-me ver. Levante a camisa. Ela sentou-se mais, agarrou a camisa e puxou-a até seu estômago. Algo roçou sua bunda e ela olhou, vendo que Stag ainda estava totalmente preparado para a tarefa de estar dentro dela. Seu desejo subiu mais enquanto ela acariciava seu clitóris, o endurecido, e ela olhou em seus belos olhos. — Monte-me, – ele ordenou. — Estou perto... De gozar! – Ela foi para trás, mantendo o dedo movendo-se sobre o seu nó inchado, e usou a outra mão para segurar seu pênis. Ela abriu as coxas um pouco mais e esfregou a coroa de seu pau ao longo da abertura de sua vagina. A respiração de Stag aumentou e ela notou as mãos em punho para os lados da cama. Algumas de suas emoções estavam retornando, as drogas que tomou estava saindo do seu sistema. O tempo estava a esgotar-se e seus implantes


estariam de volta também, ela imaginou. Ele seria capaz de ligar para Maze e pedir para ele vir, e, em seguida, ele seria o único no controle novamente. Ela ajustou o ângulo de seus quadris, e ajustou seu pau na sua entrada, e afundou-se em cima dele lentamente. Ela fechou os olhos e parou de esfregar seu clitóris. Ele era grosso e seu corpo resistiu em tomar todo dele. Ela se inclinou para frente, usando seu peito para preparar-se quando ela empurrou de volta contra seu colo, tomando mais dele. Fazia tanto tempo desde que ela tinha experimentado aquela sensação de estar cheia, de ter um homem dentro dela. Ela gemeu, balançou seus quadris, e levou ainda mais dele. Ele era enorme e ela se sentiu incrível. Ele entrou difícil... — Foda-se, – ele assobiou. Ela tomou tudo dele. Ela abriu os dedos para se apoiar melhor em seu peito e começou a balançar para trás e para frente. Gemidos saíram de sua garganta e ela não tentou abafa-los. Ela deixou-se cair sobre ele todo o caminho e apenas desabou para frente, colocando sobre ele enquanto esfregava seus corpos juntos. Ele apertou seu clitóris contra seu estômago. A cada movimento se sentia ainda melhor. — Oh Deus! Eu vou gozar. Tem sido um longo tempo, – ela, freneticamente acelerou os movimentos. Ele empurrou seus quadris para cima, de repente, surpreendendo-a, mas foi tão bom quando ele assumiu, balançando junto com ela. Isso a fez bater o corpo contra o dele. Ela se agarrou ao seu lado, e eles se moviam juntos. O clímax a atravessou com força brutal e ela se inclinou para frente, enterrando a boca contra a sua pele quente. Ele esticou o pescoço, o queixo pressionado contra o topo de sua cabeça. Ele empurrou, gemendo, e ela sabia que ele estava vindo também. Ele finalmente parou contraindo seus quadris debaixo dela e Nala estava ofegante, esparramada em cima dele. Ela podia sentir seus músculos vaginais ainda se contorcendo ao redor de seu pênis enterrado dentro dela. Longos minutos se passaram. Ela não sabia o que dizer para ele e estava com medo de levantar a cabeça fora de seu peito. Ele finalmente quebrou o silêncio. — Tire as minhas restrições, Nala. Ele não ia parar de pedir para fazer isso, obviamente. Era hora de enfrentar as consequências de qualquer maneira. Ele não parecia exatamente com raiva, mas seu tom implicou que ele não estava feliz. — Você disse que sim, – ela o lembrou. — Eu disse. — O que você vai fazer comigo? – Ela ainda não estava disposta a olhar para


ele. — Você quer Maze ou outro membro da minha tripulação encontrar-nos desta maneira? Nós precisamos usar a unidade de limpeza e mudar a roupa de cama, ou eles vão achar que nós tivemos relações sexuais. Ela se encolheu com o termo frio. — Você pode mover agora, não pode? — Sim eu tentei quebrar as restrições, mas não consegui. Eu não queria que você se assustasse e por isso a deixei pensando que eu ainda era impotente. — Quanto tempo? — Tem sido cerca de cinco minutos desde que eu recuperei o uso de meus membros. Ela levantou de cima dele um pouco e ergueu o queixo. Ela mascarou sua expressão enquanto o estudava. — Implantes? — Ainda não, ou eu selava a porta para que ninguém pudesse entrar. Eles podem entrar a qualquer momento. — Você vai me machucar? — Eu nunca vou abusar de você. Isso não era exatamente o que ela queria ouvir. — Qual é a sua definição de abusar? — Liberte-me. Não faça isso pior. — Você diz isso por medo da sua tripulação descobrir que você teve relações sexuais com uma humana? Seus lábios se apertaram em uma linha sombria. — Nala, deixe-me ir. Ela usou seu peito para endireitar-se. Seu pênis permaneceu duro dentro dela, aparentemente como desde que seus corpos ainda estavam unidos. Ela levantou-se, separando-os, e subiu para o topo da cama. As restrições eram fáceis de tirar. Eles eram um sistema de dois fechos na parte de trás do seu pulso. Isto tomou um esforço para ela apertar forte o suficiente para o bloqueio abrir, mas ela fez, liberando um de seus braços. Ela quase esperava que ele agarrasse a sua garganta, mas ele torceu longe, abrindo a outra restrição ele mesmo. Ela acabou no canto da cama enquanto ele se sentou e inclinada para frente, tentando alcançar seus tornozelos. Ele era flexível. Ela admirou isso. Ele ficou livre e deslizou para fora da cama, puxando sua cueca até os seus quadris, mas não antes que ela chegasse a vislumbrar um pouco de seu firme, e arredondado traseiro. Foi uma visão agradável. Olhou para ela, sua expressão ilegível novamente. — Use a unidade de limpeza. Que eu vou mudar a roupa de cama.


Ela estava desconfiada. — É isso? Você não vai ficar bravo? — Eu não posso fechar a porta sem meus implantes de trabalho. Entra na unidade de limpeza. Seja rápida que depois serei o próximo a usá-la Parecia que esconder o fato de que eles tinham tido sexo era mais importante para ele naquele momento do que se vingar. Ela se arrastou para fora da cama e correu para dentro da unidade. Ele não tentou impedi-la. Ela fechou a porta, tirou a camisa, e se encostou a parede. Stag iria fazê-la pagar de alguma forma. Ela tinha fé; e temia isso.


Capítulo VIII Stag saiu da unidade de limpeza em seu uniforme. Ele já havia trocado a roupa de cama antes de usar a unidade e se recusou até mesmo a olhar para Nala. Ele estava ciente dela sentada na cama. Ela colocara outra roupa desde que ele jogara a calcinha dela pelo cano da lavanderia. Elas tinham evidências dela se ficando excitada. Ele passou pelo cômodo e colocou a palma da mão no sensor. Nada aconteceu. Isso o irritou e o enervou. A porta havia sido trancada e ele não pôde achar o link para abri-la. A raiva veio depois. Ele estava efetivamente trancado dentro do próprio quarto. O computador não o estava registrando como um membro da tripulação. — Você quer sair? A voz dela estava próxima a ele. Stag puxou a mão do painel e se virou. Nala havia saído da cama e agora olhava para cima e para ele de alguns metros de distância. — Maze não está checando meu progresso? É o trabalho dele. Nala passou ao redor dele e tocou a tela. — Maze? Um click soou, então a voz do médico veio do autofalante do comunicador. — Qual o problema, Nala? Ela suspirou. — Seu paciente está de pé e quer sair. A porta não abre. — Estou a caminho. Ela soltou a tela e o encarou. — Ele permitiu isso assim eu poderia alcança-lo se você tivesse algum problema. Aquilo o irritou. — Planejo ter uma palavrinha com ele. — Por que ele te deixou aos meus cuidados? — Sim. – Ele não negaria isso. — Bom, parece que a merda bateu no ventilador. Não conheço todos os detalhes, desde que sou persona non grata a bordo. Foi uma boa coisa que ele


não te jogou sozinho em um quarto, desde que eu estava aqui quando você começou a estrebuchar. — Explique. — Você estava desmaiado, mas seu corpo não estava. Parecia como se você estivesse lutando com alguém e quase se jogou da cama. Eu meio que tive que lutar com você para te manter deitado até que a ajuda chegasse. É por isso que você foi imobilizado. Você poderia ter terminado com sua cabeça aberta ou algo assim. — Você está dizendo que salvou minha vida? – Ele sacudiu a cabeça. – Não acredito nisso. — Não sua vida. Apenas impedi que você se machucasse mais do que já estava. — Você está tentando me sentir em débito com você? Esse evento nunca aconteceu. — Você é tão imbecil. – Ela girou, ergueu a blusa, e a colocou para cima. – Isso é do seu joelho. Consegui me esquivar dos seus punhos. Desânimo o acertou pelo enorme hematoma cobrindo a pele dela. Era uma marca com cerca de oito centímetros de diâmetro e poderia definitivamente ser de um joelho. A descoloração parecia dolorosa e parecia como se ela tivesse tomado um golpe. Nala deixou a blusa cair e se virou. — Mas espere, estou apenas inventando isso. Foda-se. – Ela passou por ele e se sentou na cama. – Nota mental feita. Da próxima vez vou deixar você cair no chão. Isso pode te colocar algum sentido na cabeça. A porta se abriu e Maze entrou. — Stag. Como se sente? — Pegue seu kit médico e cheque Nala. Ela tem um ferimento nas costas. — Estou bem. É apenas um hematoma. Maze caminhou para mais perto dela e se ajoelhou na cama onde ela se sentara. — Por que você não disse nada? Você não mencionou que estava machucada quando estabilizamos Stag. Foi quando isso aconteceu? — De acordo com ele... – Ela sacudiu a cabeça para Stag. – Isso nunca aconteceu, então não. Eu devo ter me dado uma joelhada nas costas. Aparentemente, sou super flexível assim. Aquilo deixou Stag mais zangado. — Trate-a. Estarei no Controle.


Ele saiu antes que dissesse algo que se arrependeria. Nala tinha um jeito de fazê-lo se sentir idiota, fazendo-o se sentir o babaca que ela continuava declarando que ele era. O elevador se abriu para ele desde que ela controlado por um sensor de movimentos. Ele entrou no Controle segundos depois. — Status? Veller se ergueu do assento de comando dele, chegando para o lado. — É bom ver você recuperado. — Assuma a cadeira. Estou aqui para ter uma atualização. Veller franziu as sobrancelhas. — Estou off-line. Não posso fazer o link a nossa nave. Você pode. O remendo no casco? — Completo. Sem danos adicionais. Você o tinha quase completamente derretido quando o incidente ocorreu. Ele não quis pensar em quando seu traje havia sido perfurado. Havia sido traumático. Ele sobrevivera e isso era tudo o que importava. — Quaisquer outros problemas? — Nenhum. Estamos apenas observando a contagem regressiva até que tentemos sair da zona morta. — Mostre isso para mim. Veller se sentou de volta e colocou a mão na tela da cadeira. Stag queria poder fazer aquilo. O monitor frontal ligou e mostrou quanto tempo ainda faltava. — Não estamos vendo outros sinais de propulsores. Nem bombas presas, exceto aquela no painel solar que explodiu. — Bom. — Estamos em um setor seguro até que nos movamos. Eles seriam atraídos para nosso casco se qualquer um estivesse no caminho. Mantemos os olhos nos painéis solares não afetados enquanto eles flutuavam por aí até que perdemos a imagem visual deles. Eles permaneceram intactos. — Não usaram luz exterior para rastrear os painéis, usaram? Veller sacudiu a cabeça. — Sem fontes de luz. Lembrei de suas ordens. Seus implantes foram danificados? — Não posso ter certeza até que eles fiquem online novamente. — Isso deve ser difícil.


Ele encontrou o olhar direto de Veller. — É. — Imagino que seria como perder um membro. É assim? A paciência de Stag chegou ao fim. — Por que sua curiosidade? — Peço desculpas. – Veller lançou o olhar para longe. Stag estava tentado a retornar para seus aposentos e evitar o resto da sua tripulação até que estivesse de volta ao padrão, mas isso significaria passar tempo com Nala. Ele se sentou nas comunicações. — Status da tripulação? — Hellion e Parqel estão fazendo a manutenção de rotina. Kelis e Yammer acabaram de sair do turno deles e estão dormindo. Maze está atualmente em seus aposentos. — Dois homens deveriam sempre estar no Controle em todos os momentos. Você conhece as regras. — Maze foi chamado pela terráquea. Você está aqui agora. Mas sou inútil. Stag se recusou a compartilhar aquela informação. — Traga Maze de volta para cá. — Contatando-o agora. – Ele pausou. – Ele está a caminho. Stag cerrou as mãos no colo e olhou para o espaço escuro sendo mostrado nas telas. Ele poderia procurar por luzes. Ele não precisava de sua cibernética para isso. Maze retornou para o porto em questão de minutos. Ele se sentou na estação de armas e olhou para Stag. — Você me permitiria te escanear? — Estou bem. Quanto tempo estarei off-line? — Seu sistema deve reiniciar logo. — Por que isso aconteceu? – Ele estava furioso por não poder acessar partes de si mesmo. Ele continuou tentando, mas elas não respondiam. — Você sofreu falha cardíaca. Era melhor desligar tudo que arriscar partes sendo danificadas pela corrente elétrica necessária para te trazer de volta. — Entendido. — Nala se recusou a permitir que eu a escaneasse. Eu insisti em olhar o ferimento. Ele não gostou do médico vendo Nala sem a camisa.


— Conclusão? – Ele odiou que a tivesse machucado, mesmo que não tivesse consciente de fazer isso. Não havia honra em machucar alguém tão fraco. Ela era pequena e frágil. — Vai sarar. Ela disse que não tem dor ao mover os braços ou ao respirar fundo. Duvido que algum osso foi quebrado. É apenas um pequeno problema de danos. Eu ainda preferia escaneá-la. — Deixe-a sozinha por agora. – Stag queria apenas parar de pensar nela. Uma imagem passou dentro da mente dele da cabeça dela curvada, a boca dela sugando o mamilo dele. Ele nunca experimentara nada assim, ou o que aconteceu depois. Seu pau começou a responder e ele se ajeitou na cadeira, se focando na tela. Tinha ser por ele estar vulnerável sem seus implantes. Ele não poderia colocar no mudo suas respostas para ela. — Agora temos coisas mais importantes para lidar. Ele evitaria Nala até que estivesse completamente no controle de suas emoções e respostas físicas novamente, e esqueceria tudo sobre o que havia acontecido na cama. Aquele era o melhor curso de ação a tomar. Ele quase morrera, depois de tudo, e havia acordado desorientado. Devia ser por isso que ele permitira que ela chegasse a ele. Nenhuma terráquea iria tirar o melhor dele. Elas eram enganadoras e os machos que caiam sob sua sedução eram ingênuos. Stag não era. **** Nala acordou quando a porta se abriu e Stag entrou. Ele não lançou um olhar a ela quando começou a remover as botas. Ele as guardou em uma das gavetas abertas ao toque que deslizou para a parede quando ele terminou. Em seguida, ele entrou na unidade de limpeza. — Então, estamos ignorando um ao outro? – Ela suspirou, se deitou, mas chegou mais perto da parede para criar espaço para ele quando a unidade de limpeza desligou. Ela pegou no sono novamente até que ele falou. — Você comeu? Ela rolou, abrindo os olhos. Ele diminuíra as luzes e usava apenas um short. Lembranças dele sem ele surgiram, mas ela tentou apagar isso da mente dela. — Sim. Maze não apenas me trouxe o jantar, mas me deu uma injeção para acelerar a cura. — Como estão suas costas? — Bem. Como foi seu turno? Ele se virou, cruzou o quarto e esticou o braço para cima. Ela conhecia aquela gaveta e a chateou quando ele a abriu e retirou os cintos.


— De jeito nenhum. Não. — O quê? – Ele olhou de volta para ela. — Você não vai me amarrar para que possa dormir. Dá um tempo. — É uma necessidade. — Foda-se. – Ela rolou para o lado, de costas para ele, e curvou os braços no peito. – Eu poderia ter te matado quando você estava indefeso. Eu não fiz isso. Você deveria procurar tratamento para sua paranoia, se cyborgs tem terapeutas. Você é um caso mental, Stag. A cama afundou. — Me dê seus pulsos. Nala se curvou em uma bola mais apertada. — Eu deveria ter te sufocado com seu travesseiro quando tive chance. — Nala. – Ele avisou. – Pulsos. Agora. Ela ficou tentada a empurrá-lo, mas ele tinha ótimos reflexos. Ele poderia pegar a mão dela se ela a expusesse para ele. — Boa noite. Vou voltar a dormir agora. — Não me faça te forçar. Ela se virou um pouco mais, colocando os braços dentro da camiseta e os pressionando contra a pele. — Dormindo agora. Vá para outro lugar se não pode confiar em mim. — Você está fazendo birra. — E você está agindo como um babaca irracional. Ele a surpreendeu quando agarrou a cintura dela e a rolou de costas na cama, a prendendo em uma batida do coração. Ele se sentou nos quadris dela com as pernas separadas prendendo-a no lugar, mas manteve a maior parte do peso dele de fora. Ela o fuzilou com os olhos quando ele notou o que ela havia feito. Os braços dela permaneciam curvados apertado ao peito dela, sob a camiseta. Ele franziu as sobrancelhas. — Pare de ser um maluco controlador. Sai de cima de mim. — Pulsos. – Ele tinha as restrições jogadas no ombro, a outra ainda balançando. — Não. Ele agarrou a parte baixa da camiseta dela e puxou um pouco para cima, revelando centímetros da barriga dela. Ele parou, olhando para ela. — Pulsos. – Ele murmurou. – Ou serei forçado a encontra-las eu mesmo.


— Me deixe te ajudar com isso. – Ele ia vencer na competição física. Ela ergueu a camiseta, empurrando-a por cima da cabeça, então cruzou os braços novamente, curvando as mãos entre os seios. – Aqui. Stag olhou para o peito dela. Os seios dela foram empurrados para cima pelos braços dela, expostos. Um músculo se flexionou perto da boca dele, mas ele não se moveu. — Apenas agarre. Vá em frente. Ele continuou congelado. — Meus pulsos... para ser clara. O olhar dela se ergueu e ele estendeu a mão para as restrições. Ela ficou tensa. Ele ia forçar os braços dela para cima e a prender no topo da cama novamente. No entanto, isso teria um custo para ele, desde que ela estaria dormindo sem camisa ao lado dele. Stag jogou os cintos na cabeceira da cama esse curvou, os punhos pegando o peso dele de cada lado próximo aos ombros de Nala quando ele se aproximou mais. Ele se inclinou, segurando o olhar dela. — O que você está fazendo? — Não vou sofrer sozinha. — O que isso significa? Ela estendeu a mão vagarosamente e deslizou os dedos nos cabelos dele, acariciando as mechas curtas. Ele tinha um ótimo e grosso cabelo. — Você me quer amarrada ao seu lado? Ótimo. Mas vai te incomodar que eu esteja nua da cintura para cima. Então faça isso. – Ela soltou os cabelos dele e ergueu ambos os braços, arqueando as costas. Isso foi provocante e ela sabia disso. – Se me lembro bem, ser amarrada salvou minha vida. Você deve ter uma simpatia ao me ver desse jeito. Quer a calça também? Tire-as. Ele não se moveu, mas não estava mais segurando o olhar dela, ao invés disso estava olhando para os seios dela. — Você está tentando me seduzir para ver se pode. — Eu já fiz isso. – Ela alardeou. – Você pode querer fingir que nada aconteceu, mas aconteceu. E também foi bem gostoso. Stag ergueu a mão e agarrou o cinto. Nala ficou tensa. Ele poderia quere estrangular ela com isso pelo que ela havia acabado de falar, mas ela não pensou que ele realmente queria machuca-la. Ele já teria feito isso se realmente a odiasse. Ela estava começando a suspeitar que esse era o problema para ele. — Você foi muito longe, Nala. É como se você gostasse de me deixar com raiva.


— Aposto que você sendo tão frio. – Ela estendeu a mão para ele e a colocou no peito dele. – Se aqueça, Stag. Gosto quando você é quente. – Ela roçou o polegar no mamilo dele e isso endureceu, ficando ereto na mesma hora. Stag saiu de cima dela e ela soube que havia provocado demais. Stag gentilmente passou os dedos ao redor da cintura dela e a segurou com o cinto, então prendeu a outra ponta à cabeceira acima dela. Nala ofereceu a outra mão sem que ele tivesse que lutar por isso. Ele disse que era uma pessoa, mas ele poderia ser tão frio quanto uma máquina. Ela tentaria alcança-lo, mas ele não ia deixar sua guarda baixa duas vezes. Ele não disse isso, mas ela entendeu. — Vou explicar uma parte da sociedade cyborg para você. — Fantástico. – Ela se manteve parada enquanto ele prendia o outro pulso dela. Stag se sentou na ponta da cama deu as costas para Nala. — Temos unidades de família. Eles são os mesmo que um casamento terráqueo... apenas que seu tipo matou a maior parte de nossas mulheres. Então somente poucas sobreviveram e tivemos que nos ajustar ao conceito. As mulheres pegam mais de um marido, então a maioria dos nossos homens tem a oportunidade de ser parte de uma família. – Então ele se virou, observando-a. – Nossas mulheres são bem seletivas dos homens que elas escolhem compartilhar a casa. Elas têm vários métodos de julgar homens em potencial. Um é o trabalho deles e o status. Outro é a genética. Defeitos não são permitidos. — Como ser paranoico? Você tem uma esposa? – Ela odiou a ideia, já com ciúmes, e mesmo um pouco horrorizada, porque e se ele não fosse solteiro? Eles fizeram sexo. A esposa dele tinha outros maridos, se o que ele disse era verdade, então talvez traição fosse aceitável como uma norma com os cyborgs. Isso ainda não parecia verdade para ela. — Sou solteiro. Quando eu era mais novo, considerei me juntar a uma unidade de família até que me tornei ciente das ramificações. — E quais eram? — As esposas controlam cada aspecto da vida dos maridos. Eles não são permitidos a tomar uma decisão sem consulta-la primeiro e com concordância dela. — Ah. O maluco controlador em você disse ‘de jeito nenhum’. – Ele não era casado e nunca seria. Ela estava aliviada com aquela notícia. — Algumas das mulheres tinham outros certos requerimentos, se você passasse o status e a genética. – Ele se ergueu, caminhou até o final da cama e se inclinou. – Físicos. Stag agarrou o topo das calças de pijama de Nala e puxou forte. Ele as puxou para baixo e ela arfou, surpresa. Stag jogou as calças para longe enquanto se esticou e enfiou os dedos na cintura dos shorts dele, puxando-os para baixo.


— Você quer brincar de sedução, Nala? Você está fora da sua liga. – Ele liberou o pai, já semiereto, e puxou os shorts baixo o suficiente para deixar a gravidade leva-los ao chão antes de pisar fora deles. – Sou o melhor em tudo o que eu decido ser, então estudei tudo sobre o corpo de uma mulher. – O olhar dele trilhou languidamente pelo corpo dela. – Sexo oral. Estamina. Se prepare para ser ensinada, pequena terráquea. Nala estava impressionada pela mudança em Stag. Ele subiu na cama dela, agarrou seus tornozelos, e os ergueu para colocar os pés dela no peito dele. Ele se abaixou para sentar-se sobre as pernas na cama, colocou as mãos na parte detrás dos tornozelos aos joelhos dela, então os empurrou separados. Stag caiu para frente, ficando sobre a barriga. Isso colocou a cabeça dele bem em cima da boceta dela. Ele continuou observando-a, lambeu os lábios e sorriu. Ela até mesmo podia chamar aquela faísca que viu nos maravilhosos olhos dele de maliciosa. — Você quer quente? Vai conseguir isso. Vou te incendiar, Nala. Você vai me implorar para te foder e eu vou fazer isso. Sabe por quê? Ninguém nunca havia falando com ela daquele jeito antes e as coisas que ele ameaçou fazer soavam maravilhosas. Ela não se importou quais eram os motivos dela. — Não seja um babaca. Os olhos dele se estreitaram; ela teve muita certeza que a resposta dela o irritou. — Sem palavras então. Apenas aprenda. Ela empurrou as pernas dela abertas, as mãos fortes segurando-as para ajustar a boceta dela do jeito que queria, então ele inclinou a cabeça. Ela pensou que ele talvez fosse provoca-la, mas estava errada. Ele lambeu o clitóris dela, provocando, e então fechou a boca ao redor do conjunto de nervos quando uma quase rudeza que quase a fez se encolher. O único namorado que ela tivera foi super gentil quando descera nela, mas parecia que Stag não sabia o significado da palavra quando começou a sugar e correr a língua contra o clitóris dela. Nala virou os pulsos, se agarrando nos cintos e apertou os olhos bem fechados. Prazer e êxtase radiou através dela até que era quase doloroso. Ela ia gozar duro e forte. Gemidos saíram dela e seu corpo enrijeceu, cada musculo se travando em antecipação dele a gozando. Ele não a desapontou, mandando-a além da borda. Ela gritou enquanto os quadris sacudiam, o clímax brutal. Ele não parou. Ela lutou para levar ar aos pulmões e lutou freneticamente para se libertar a boca dele, porque ela estava hipersensível, mas ele continuou trancado nela, lambendo e sugando.


Palavras saíram da boca dela enquanto ela se sacudia na cama, mas ele a segurou facilmente. Era dor e prazer. Nala perdeu a noção do tempo, não pôde pensar, e ficou chocada quando outra onda de prazer se rasgou por ela. Stag aliviou um pouco o clitóris dela e então ela ficou deitada arfante, o corpo coberto de suor. — Estou apenas começando, Nala. – A voz de Stag saiu mais profunda. Ele soltou uma das pernas de Nala e ela gemeu quando ele correu os dedos pelos lábios da boceta dela. – Tão molhada. Tão pronta para isso. Ela gritou quando ele empurrou dois dedos dentro e começou a fodê-la com eles. Stag curvou um pouco os dedos e aumentou o passo. Ela tentou fechar as pernas porque estava muito intenso, muito bom, mas ele empurrou o ombro contra a perna livre dela para prendê-la na cama e abaixou a boca, prendendo o clitóris dela com os lábios. Ele libertou a língua novamente. O cyborg iria matá-la. Ela gozou uma terceira vez, e teria gritado, exceto que ela não tinha a força ou vontade. Os gemidos dela saiam da garganta parecendo um pouco cruas. Stag retirou a boca enquanto ela gozava, os músculos vaginais se apertando ao redor dos dedos dele. Então ele se moveu devagar, criando o orgasmo. Finalmente ele retirou os dedos e soltou a perna dela com a mão, erguendo o ombro de cima da outra. Nala abriu os olhos, arfante, e olhou para ele quando ele subiu por cima da perna dela e se esticou de lado ao lado dela. — Agora vou te foder. Stag agarrou o quadril dela e a virou para o lado, encarando a parede. Ele era tão forte. Ela concederia aquilo a ele. Enquanto isso ela se sentia como um macarrão molhado que havia sido torcido. Stag a segurou pela cintura, se pressionando contra as costas dela, e então deixou a mão correr pela barriga e quadril dela, então pelo topo da perna dela. Ele deslizou a mão mais longe, agarrando e erguendo a perna dela. Stag foi para trás, moldando a barriga contra a curva da bunda dela enquanto colocava a perna dela um pouco mais alto. — Erga a cabeça. Levou esforço, mas ela fez isso. Stag deslizou o outro braço sob a bochecha dela, o bíceps se tornando um travesseiro. Eles estavam ajeitados de conchinha. Stag curvou os joelhos, empurrando a perna nela mais para frente na cama. O eixo duro dele se ajeitou contra a boceta dela quando ele o ajustou mais uma vez. Ele deixou a mão segurando a perna ela mais abaixo, bem abaixo do joelho, e o passou pela perna dela. Ele soltou, alcançou o quadril dela, e agarrou o pau. Stag deslizou a cabeça contra a boceta dela e ela gemeu quando ele entrou nela, curvando o corpo mais apertado ao redor do dela, até que ele estava bem fundo.


Ele virou um pouco o braço sob a cabeça dela para a colocar mais perto do peito. — Seu tamanho muito pequeno é uma vantagem agora. Você está presa dentro dos meus braços. Nala realmente gostou disso. Ele estava enrolando apertado ao redor dela e era tão quente. Ela queria apenas desmaiar e dormir assim. Ela até mesmo bocejou, completamente gasta. A boca dele se moveu próxima a orelha dela e riu. — Cansada tão fácil? Você está na cama com um cyborg, Nala. Stag arqueou as costas. Ela podia sentir o estômago dele pressionado apertado contra a bunda dela. Isso também o tirou um pouco de dentro dela, o pau se movendo. Ele moveu os quadris, voltando para dentro dela bem fundo. Ela gemeu e agarrou as restrições segurando os braços dela acima da cabeça. Entretanto, um estava preso sob o braço dele, então ela não pôde mover aquele. Os cintos não tinham muito a dar para eles dessa vez. — Cobrimos o sexo oral, mas não chegamos à estamina ainda. Posso fazer isso por horas. Ele se moveu, fodendo-a vagarosamente. Foi incrível. Nala gemeu e Stag espalmou a barriga dela, correu as mãos mais abaixo, os dedos pressionando contra o clitóris dela. Cada movimento dos quadris dele o tinha massageandoa intimamente. — Não me toque lá. – Ela pediu. – Muito sensível. — Você ainda não sabe o significado dessa palavra. – Stag passou o rosto contra a garganta dela e começou a deixar beijos no ombro dela. Ele a penetrou mais fundo, mais rápido, e aplicou mais pressão contra o clitóris dela. Nala gritou, já incapaz de formar palavras. Stag ia matá-la. Apenas não era do jeito que ela imaginara. Ele ia fode-la até a morte – e provavelmente dar a ela um ataque cardíaco provocado por orgasmos. ***** Stag usou o ombro de Nala para abafar os sons que fazia enquanto seu sêmen se esvaziava na boceta dela. O corpo dele inteiro tremia pela força da liberação. Ele tivera que usar algumas vezes os implantes para diminuir a sensação dela. Nala apertava o pau dele tão bem e ele teria ejaculado muito rápido de outra forma. Ele a fizera gozar mais de três vezes desde que a pusera no colo. Na terceira vez, ele soubera que ela não podia aguentar mais. O corpo dela estivera tremendo muito. Ele abrira mão do controle naquele ponto, encerrando para os dois naquela noite.


— Quer que eu te faça gozar novamente, Nala? — Não posso. – Ela murmurou fracamente. Ele sorriu. — Isso foi quente o suficiente para você? Ela não respondeu e ele percebeu que ela já havia adormecido. Ele gentilmente estendeu a mão, ajustou a perna dela que ele mantivera presa sobre a dele, e a colocou ao lado da outra. Stag retirou o pau de dentro do corpo dela e estendeu a mão para cima, usando-a para desamarrar os pulsos dela. Nala dormiria por horas sem acordar. Ele a cansara demais. Stag se conectou ao computador, ajustando novamente a temperatura. Ele esfriara o quarto enquanto estavam fazendo sexo, mas agora aumentou a temperatura assim ela não ficaria com frio. Ele precisava mover a cabeça dela do braço dele, mas hesitou em fazer isso. Stag moveu o corpo apenas o suficiente para puxar o travesseiro para mais perto e o enfiou sob a cabeça. Cuidadosamente ele colocou o outro braço ao redor de Nala, puxando-a mais para perto. Levou mais um ajuste para puxar o braço dela que estava preso para baixo, assim ele não se apoiaria mais nele. Seria lógico se ele continuasse a mantê-la presa contra ele. Ele acordaria se ela tentasse se libertar dos braços dele, o alertando de qualquer perigo que ela representasse. Stag olhou para Nala. Ela não era grande ou forte o suficiente para machucá-lo, como uma terráquea. Não sem uma arma. Ela baixou o braço no sono e o colocou próximo ao peito, mas os dedos dela se curvaram ao redor do pulso dele. O peso deles parecia bom. Tudo sobre têla tão perto, a pele deles pressionadas juntas, era prazeroso. Ele imaginou terminando o turno e vindo para os aposentos para repetir o que eles haviam feito em uma base diária. O conhecimento também veio que Nala o havia corrompido. Terráqueos não eram para serem confiáveis, mas ele já estava considerando mantê-la. Ele queria rolar para longe... mas apenas não pôde fazer isso. Ele queria segurá-la um pouco mais. Seria a última vez. Pela manhã, ele faria qualquer coisa para derrubar a atração que sentia por ela. Ele era Stag. Não algum cyborg imbecil apaixonado com um desejo de morte. Nala era uma distração que ele não precisava. A tripulação estava em risco. Os modelos Markus queriam criar um conflito com a Terra. Ele e sua tripulação eram constantemente enviados nas missões mais perigosas. Era por isso que ele só aceitava homens solteiros sem unidades de família na nave dele. Nala precisava ser transferida da Varnish. Estava decidido. Ele os tiraria da zona morta, então voaria direto para Garden. Nala estaria fora de vista e não mais seria uma tentação.


Capítulo IX Stag notou o jeito que Nala se movia depois que ela saiu da unidade de limpeza e se sentou na cama. — Dolorida? Ela pareceu surpresa pela pergunta dele quando olhou para cima. — Pensei que você não estava falando comigo. Você tomou banho, se vestiu, e apenas apontou para mim fazer o mesmo.


— Responda. — Um pouco. Talvez ele tenha sido muito bruto com ela. — Precisa de um médico? Está machucada? — Você é grande. Acho que alguns músculos foram trabalhados na noite passada. Não é exatamente como se eu estivesse acostumada a transar, especialmente esse tanto de uma só vez. Mas estou bem. — Qualquer sangramento? – O pensamento o aborreceu. Ela era uma terráquea. E uma pequena, ainda. Ele deveria ser mais consciente das fragilidades dela. — Não. — Você checou? — Estou bem, Stag. Pare ou vou pensar que você se importa comigo. Você não iria querer isso. — Terei sua comida trazida para você. Preciso ir ao trabalho. Hoje, estamos deixando a zona morta. Ela ficou de pé. — Quais são as chances de realmente sair? — Boas. — É a verdade? — Eu não minto. As sobrancelhas de Nala se arquearam, como se ela não acreditasse nele. — Você está em uma nave com cyborgs. Somos cuidadosos com nossos cálculos. — Você está dizendo que é mais inteligente que todas as outras pessoas que se perderam aqui, certo? — Sim. — Vou aceitar isso. Você vai me falar e me deixar saber como está indo? — Retornarei quando meu turno acabar. – Stag girou na direção da porta. Ela se abriu, mas Nala agarrou o pulso dele com ambas as mãos. Ele parou e se virou, olhando para ela. – O que? — Posso ir com você? — Não.


— Suas horas são sempre diferentes. Você pode ficar fora por um tempo realmente longo. Não quero apenas ficar caminhando de um lado para outro do quarto e me preocupara. Por favor? — Não. — Tenha coração. Na verdade, sei que você tem um. Eu o ouvi bater. Não há nada para fazer aqui. Você não tem livros, sistema de entretenimento, nada. Você diz que não quer ser cruel comigo, então me permita ir com você. Ficarei em meu melhor comportamento. Me preocuparei e ficarei louca aqui. Stag se afastou da porta, empurrou contra ela e isso se fechou, trancando-os dentro. — Por que você se preocuparia se sairmos da zona morta ou não, quando está confinada em meus aposentos de qualquer forma? — Estou ficando louca aqui. Já ouviu de doença de confinamento? Passei muito tempo em meus aposentos na Pride, mas eu tinha coisas para ocupar meu tempo. Sei que você não quer que ninguém saiba que fizemos mais que dormir juntos em sua cama. É isso? Eu poderia ter dito a Maze, mas não fiz isso. E não farei. Seu segredo está seguro. Por favor, me deixe ir com você. — Com qual propósito? — Há trezentos e vinte e seis azulejos em seu teto. Eu sei. Eu os contei mais de uma vez. Posso te dizer quantas gavetas encontraram que não estavam claramente definidas. Toquei cada parte das paredes que pude alcançar. Não para fuçar em suas coisas, desde que a maior parte delas estão trancadas, mas porque eu não tinha nada mais para fazer. Vou ficar louca, Stag. Por favor? Quero apenas sair desse quarto. Eu prefiro ver uma tinta secar que ficar aqui por outro dia. Pelo menos a cor muda em ligeiras variações depois de horas. — Você seria uma distração que não posso permitir se eu te levar ao Controle comigo. — Não direi uma palavra. Ficarei quieta. Me mostre um canto e me sentarei no chão. – Nala soltou o pulso dele com uma mão e colocou sobre o peito. – Farei qualquer coisa que você diga. Sem discussões. Você me dá uma ordem e farei isso. Feito. Stag olhou dentro dos olhos dela e os pensamentos dele instantaneamente foram para um pedido sexual. Os lábios dele se separaram, mas ele se recusou a dizer aquilo. — Me diga para pular, eu pularei. Que quer eu fique de cabeça para baixo? Farei isso. Apenas, por favor, não me deixe aqui. Sangue correu para o pau de Stag e o desejo disparou. Era uma oportunidade única e ele não pôde resistir. — Você ficaria de joelhos e abriria minha calça?


Ele a surpreendera. Os olhos dela se arregalaram, mas então as bochechas delas se tornaram ligeiramente rosadas. — Vou te chupar se você me deixar ficar ao seu lado hoje. Te devo pela noite passada. Não sou uma expert em sexo oral como você é, mas sei o básico. Ao invés disso, Stag instantaneamente matou suas emoções, desligando o desejo físico com seus implantes quando uma onda se apossou dele. Foi o som em sua cabeça que o deixou saber que alguém da tripulação estava educadamente tentando alcança-lo. Ele desviou o olhar dela e estendeu a mão, pressionando-a na tela para abrir as comunicações. — Achamos nossa solução e estamos prontos para você avaliar isso. – Kelis falou. — Logo estarei aí. – Ele cortou as comunicações erguendo a palma da tela e então olhou novamente para Nala. – Você pode ir com condições. Está pronta para ouvi-las? — Você tem minha total atenção. — Você não fala ou caminha por aí. Irá distrair minha tripulação. — Feito. O olhar dele baixou para a boca de Nala. Ela tinha uma boca suave e doce. Ele mal podia esperar para descobrir como seria quando ela fizesse um oral nele. Era uma péssima decisão, leva-la com ele até o Controle, mas ele não ia deixar passar o pagamento. As mulheres cyborgs não davam sexo oral e os robôs de sexo nas estacoes eram bons, mas eles não eram conscientes. Eles haviam sido programados com movimentos padrões que ele detectara enquanto fizera uso deles. Nala seria uma experiência única. Era mais fácil pensar desse jeito, no oposto ao fato de que ele apenas queria que ela o tocasse novamente. — Você faz tudo o que eu digo sem discussão ou hesitação. — Eu juro. Ele colocou a mão sobre a dela no peito, prendendo-a lá. — Quando estivermos fora do dever mais tarde, vou avaliar suas habilidades ao fazer um oral. Rosa se espalhou nas bochechas dela novamente, mas ela não hesitou em assentir. — É uma promessa. — A tripulação não vai saber que tivemos um intercurso. Não fale com eles. — Eu entendo. Isso te embaraça?


Stag não pôde perder o jeito que a boca dela se apertou, quase em uma carranca. — Sou o comandante deles. É meu trabalho evitar discórdia entre minha tripulação. — Você acha que eles ficariam chateados que tivemos sexo porque os cyborgs desconfiam de qualquer pessoa da Terra? Talvez pensem que é uma espécie de traidor? — Eles podem querer igual acesso ao seu corpo. Nala empalideceu e o corpo dela endureceu. Stag sentiu culpa, identificando o medo dela. Aquele cenário era possível, mas na maior parte eles não queria lidar com os comentários deles. Sua tripulação tendia a expressar seus pensamentos. — É melhor se eles não souberem. — Não direi uma palavra. — Vamos. Você permanece ao meu lado e faz o que eu disser. Você quebra sua palavra e terei você escoltada imediatamente de volta para meus aposentos. Claro? — Sim. Obrigado. Ele soltou a mão dela e afastou a outra do pulso. — Sem tocar. Nala recuou. — Vou olhar bastante para você. Como parece? Stag não tinha certeza se ela estava tentando fazer uma piada ou ele a deixara com raiva de verdade. — Assim está bem. Vamos. – Ele abriu a porta e permitiu que ela o seguisse até o elevador. Ela teria uma melhor ideia de que tipo de classe de naves que a Varnish era, mas não era como se ela fosse um risco à segurança. Ela seria levada à Garden, não para uma estação terráquea, onde ela poderia reportar tudo o que havia aprendido sobre os cyborgs para as autoridades dela. Eles fizeram uma rápida parada e ele pegou algumas barras de proteínas e água para ela. Ele a levou para o Controle depois que ela engoliu as barras e então apontou para um assento no canto. — Sente lá. Nala girou, caminhou até isso, e sentou-se. Stag notou Kelis, Parqel e Hellion parecendo atônitos pela presença dela. Stag tomou seu próprio assento e descansou a mão na tela, lendo as informações que reuniram para ele, checando duas vezes os cálculos deles.


— Oi, Nala. – Hellion quebrou o silêncio. – Você parece adorável hoje. — Silêncio. – Stag ordenou. – Ela não está aqui. Ignore-a. Hellion pestanejou para ele. — Mas ela está. Stag lançou a ele um olhar enfurecido. — Decidi que ela estaria mais segura aqui que em meus aposentos. Essa área é mais protegida se sofrermos danos massivos. Agora olhe para frente e preste atenção a sua estação. Hoje não é um dia para se ficar distraído. Fui claro? Hellion assentiu, se virando na cadeira. — Claro. Não diga isso. Eu sei. Desligar minhas emoções. Stag suspirou. — Precisamos estar em nosso melhor. – Ele tinha a contagem regressiva disposta na tela principal. – Todos gostaríamos de voltar novamente para casa. Não se esqueçam que nossa prioridade número um em cada missão que pegamos. — Concordo. – Kelis declarou. — Proteger nosso povo. – Hellion murmurou. – Contra aqueles androides de pele, nesse caso. — Sempre esperei morrer, mas não assim, preso no espaço morto. Estamos saindo daqui. Eu jurei que seria derrubado em batalha. – Parqel falou suavemente. — Você pode conseguir seu desejo. – Stag o relembrou. Ele colocou novamente a mão na tela, chamando o resto da tripulação para o Controle. Eles vieram, esperando as ordens. Yammer e Veller tinham duas enormes sacolas puxadas sobre os ombros e tomaram posições no fundo do cômodo, perto das portas. Eles tocaram os painéis de emergência e se prenderam contra os apoios, ficando de pé. Stag notou a confusão no rosto de Nala. — Eles não estão aqui por você. – Ele a informou. – Estamos saindo da zona morta. Tenho fé em nossas habilidades. – Ele disse aquilo para toda sua tripulação. – Os modelos Markus podem estar lá fora esperando por nós no momento em que sairmos. Cada arma que temos em nossa nave está aqui para usarmos se formos atacados. As portas se abriram e Maze entrou, dois grandes kits nas mãos. Ele assentiu para Stag e tomou um dos assentos, segurando os equipamentos médicos contra o console então eles não moveriam se pegassem danos graves ou perdessem a gravidade. Stag encarou a tela principal.


— Segurem-se bem apertados. – Ele notou que Maze havia seguido as ordens dele, duas armas amarrados nas pernas. Ele segurou o olhar do médico. – Você conhece minhas ordens. Maze sacudiu a cabeça em afirmativa, carrancudo. — Não atire em mim duas vezes. – Hellion murmurou. – Faça o primeiro contar se você tiver que nos matar para evitar captura. — Eu prometo. – Maze jurou. Stag não invejava a posição do médico no momento. Era suposto que ele salvasse vidas, não que fosse ordenado a derrubá-los se estivessem sendo capturados. — Devemos proteger Garden a todo custo.

Nala engoliu com força e apertou o cinto que a prendia ao assento. Ela havia seguido a conversa e desejava que não tivesse. Os cyborgs não estavam ao lado da porta para impedi-la de escapar. Eles estavam lá para proteger o Controle se aqueles cyborgs de pele humana que haviam matada a tripulação dela conseguissem entrar na nave de Stag. E Maze estava sob ordens de matar a todos se ele não fosse deixado com outra escolha. Como capitã, ela entendia. Ela teria dado a sua tripulação a mesma ordem se eles houvessem sido abordados por piratas e com toda a esperança perdida. Nala havia decidido que uma morte rápida na mão de um da tripulação seria mais misericordiosa que ser estuprada e mantida cativa para parir um mutante. Todos os relatórios mostravam que a maioria das pessoas morreram durante o parto, mas algumas caíram meses depois, morrendo mortes agonizantes por envenenamento de radiação. A razão de Stag por dar aquela ordem era diferente. Os cyborgs tinham informações que colocaria a localização do planeta natal deles em risco. Era o trabalho de Stag ter certeza que aquilo nunca acontecesse. Eles tinham uma contagem regressiva disposta na tela principal na frente do pequeno cômodo, apesar que o Controle deles era maior que o que ela tinha em sua nave. Nala observou o tempo passar, mantendo a promessa de ficar calada. Os cyborgs falavam em tons apressados, checando os sistemas e preparando para seja lá o que eles iam fazer. Os cyborgs eram muito diferentes da tripulação dela. Seus homens estariam preenchendo o espaço com conversa nervosa, compartilhando piadas grosseiras para quebrar a tensão, e vários xingamentos sairiam se eles acreditassem que o ataque era iminente. Parte dela estava preenchida com admiração. A atitude calma de Stag deu o tom para a tripulação. Ele era um capitão incrível. O respeito dela por ele só aumentou.


— Preparem-se. – Stag finalmente declarou. – Não sabemos o que estará nos esperando lá fora, mas tenho fé em cada um de vocês. Estejam atentos nos sistemas sob seus controles. Eles tentarão nos hackear e tem o hábito de mirar nos sistemas não essenciais. Estão prontos? O humor dele mudou o ambiente e Nala pôde sentir isso. Não era medo, mas sim uma espécie de determinação. Cada cyborg estava preparado para morrer defendendo um ao outro e a nave. Maze iria apenas tirar as vidas deles se fossem cercados pelos robôs de carne. Um arrepio correu por sua espinha, imaginando se ele também estava sob ordens de atirar nela. Nala esperava que sim. Aquelas coisas provavelmente não a amarrariam em uma cama para usá-la como isca uma segunda vez. Stag dissera a ele que eles haviam matado um dos homens dela ao disseca-lo enquanto ele ainda estava vivo. Receber um tiro parecia doce em comparação. Ela agarrou o cinto quando os motores se ligaram, as vibrações ficando mais fortes. — No zero. – Stag pausou. – Estejam preparados para um pouco de trepidação. Nossos estabilizadores irão experimentar um ligeiro atraso. — Eles não foram criados para isso. – Hellion falou. — Não, eles não foram. – Stag concordou. – Entretanto, a Varnish é durona. Nós a mantivemos em excelente condição. – Ele pausou. – Na marca. Três. Dois. Um. No próximo instante, Nala foi jogada contra o assento. O piso sob ela e a cadeira sacudiu e ela percebeu o que eles haviam feito. Stag havia empurrado os motores e eles foram de uma parada para velocidade máxima. Aquela manobra seria impossível na Pride. Seu antigo transportador teria sofrido danos extremos. Os estabilizados ligaram subitamente e tudo parou de sacudir, restaurando o suficiente para que ela não sentisse o movimento para frente. — Um painel solar se partiu, mas não é essencial. – Kelis declarou. – Nenhum outro dano registrado. — Continue monitorando. – Stag ordenou. Ele recomeçou a contar a partir do nove. Nala imaginou o que eles iriam fazer em seguida. Entretanto, ela se manteve quieta, sabendo que as vidas deles dependiam de sair do Buraco. Eventualmente eles ficariam sem comida, água, ou os sistemas da nave começariam a partir se permanecessem para dentro, incapazes de pousar em algum lugar para sempre. — Prepare. – Stag avisou, ao invés de dizer zero quando chegou a isso.


Os cintos se prenderam duro em Nala, o corpo dela sendo jogado para frente enquanto ele virava os motores para o lado oposto. Nala viu no monitor quando eles mudaram de curso, Stag virando a nave. Ela começou a sacudir e vibrar, os estabilizadores e a gravidade tendo dificuldades de compensar as violentas mudanças de velocidade. Nenhuma delas acabou completamente, mas Nala pôde sentir o rolar. Isso fez seu estômago se torcer. Um item solto, do tamanho da mão dela, deslizou pelo chão então parede acima, e ela soube que não era a imaginação dela. A nave inteira estava de ponta cabeça. — Agora. – Stag murmurou. Nala foi jogada de volta no assento e o item veio deslizando pelo chão na direção dos pés dela. Ela o identificou como um tipo de parafuso, um clipe de metal. Ela ergueu os pés e isso perdeu por pouco os pés dela. Os cyborgs eram loucos. Eles saíram rápido, pararam completamente, e agora estavam em velocidade máxima novamente. Ela fechou os olhos, se apoiou nos pés e se agarrou nos cintos. A pressão de seu corpo sendo empurrado no assento diminuiu e ela se atreveu a ver o que estava acontecendo. — Oito segundos. – Kelis declarou. Ele começou a contagem regressiva. Nada aconteceu quando ele parou a contagem e Stag realmente xingou. — O quê? – Aquilo saiu da boca dela. Ele não respondeu. Hellion sim. — Deveríamos estar fora da zona morta, mas não estamos. Era um pesadelo. Eles estavam presos no Buraco. — Segure o curso. – Stag soava muito calmo. – Mantenha a velocidade. Escuridão enchia a tela – mas então ela viu uma luz. — Lá! – Ela apontou, esquecendo a promessa a Stag em seu contentamento. — Vimos isso. – Ele virou a cabeça e lançou a ela um olhar sujo. – Quieta, Nala. Ela selou os lábios. Os cintos se apertaram nela enquanto os motores da nave se revertiam. Stag tinha que estar fazendo tudo por medidas drásticas para os estabilizadores estarem fora de sincronia. Nala estava tentada a perguntar a ele o porquê. A parte capitã dela protestava pelos métodos dele. Ele poderia diminuir a velocidade deles gradualmente, causando menos estresse para a nave. Mais luzes apareceram à distância. Eles estavam vendo estrelas.


A tripulação cyborg realmente havia feito isso. Eles encontraram o caminho para fora do Buraco. Foi a primeira vez que alguém que havia entrado e havia escapado, que ela soubesse. — Sensores são limitados. – Kelis soava tenso. – Não estou pegando nada, mas elas não são confiáveis à distância. — Estou diminuindo nossa velocidade e liberando algum oxigênio. – Stag abaixou a voz para quase um sussurro. – Não queremos mostrar nossos sensores. A frustração correu por Nala. Aquilo não fazia sentido! Cada nave poderia ser detectada nos sensores, exceto aquelas extravagantes que alguns dos militares haviam feito. Ela não pôde segurar mais os pensamentos. — Do que você está falando? Ventilar oxigênio? Por quê? Stag não se virou no assento. Ele a ignorou. Veller estava perto dela nas portas de saída. Ele limpou a garganta e sussurrou. — As naves Genesis 4 são completamente indetectáveis nos sensores de voo. Temos alguém que é familiarizado com o desenho dela e com suas fraquezas. Seremos lidos como um monte de escombros ou um asteroide para eles se nos movermos devagar. Ventilar oxigênio cria uma massa ao redor da nave que confunde os sensores quando eles tentam ler as formas que estão pegando. Nala entendeu e isso era brilhante. — Obrigado. Ele inclinou a cabeça. A próxima preocupação dela era quanto oxigênio eles teriam que ventilar, e se o suporte de vida poderia sustentar todos eles. Entretanto, ela não perguntou. Evitando a captura e atacar era imprescindível naquele momento. Ela provavelmente teria feito a mesma escolha se soubesse que salvaria toda a tripulação. Todas as naves humanas mantinham tanques de oxigênio de emergência, e ela esperava que as naves cyborgs também. Seria difícil estar presa em um suporte de respiração por dias até que eles pudessem alcançar uma estação, mas era melhor que sufocar. Agora, estrelas começaram a preencher as telas. Eles estavam completamente fora do Buraco. — Pelo menos uma nave permanece no local. – Kelis assobiou um xingamento. — Onde? Não estou lendo isso em nossos sensores. – Tensão enchia a voz de Stag. — Apenas posso ver isso por causa de um dos rastreadores anexados. Está quase fora do nosso sistema, mas está lá. Nada da segunda nave.


— Marcamos uma delas. – Hellion subitamente ergueu a mão e formou um punho. – Sim! Nala abriu a boca e então a fechou. Que rastreador? — Eles podem não ter detectado isso. Bom. Mostre na tela. – Stag se inclinou um pouco para frente na cadeira. – Eles provavelmente estão viajando juntos. Um bip brilhou bem longe na tela. — Esperamos que sim. – Hellion murmurou. — Silêncio. – Stag ordenou. – Manteremos essa velocidade até que eles estejam foram de alcance, então sairemos daqui. — Casa. – Kelis murmurou. – Ficarei feliz em ver isso. Nala viu alguns dos cyborgs sorrirem. Eles poderiam estar felizes em retornar para seja lá onde eles viviam, mas ela não estava. Pelo menos nessa nave, ela sabia que estaria com Stag. Assim que eles estacionassem na estação deles ou pousassem no planeta, ela não tinha ideia do que aconteceria com ela. Nala fechou os olhos e respirou fundo, expelindo o ar. A vida havia ensinado a ela para vencer um problema por vez. Ela era forte. Seja lá o que esperava por ela, ela lidaria com isso. Ela era uma sobrevivente.

Capítulo X Stag observou Nala se sentar na cama que eles compartilhavam. As poucas horas passadas haviam sido tensas. As naves dos modelos Markus que eram capazes de rastrear haviam saído dos sensores e agora a Varnish viajava na direção de Garden. Veller o acordaria se algo acontecesse. O macho estivera em uma substituição marcada para o escudo. Ele tinha fé nas habilidades dele. — Você falou. — Desculpe. – Ela arqueou as sobrancelhas. — Você prometeu que não iria falar. — Sou humana. Me processe. Eu estava morrendo de curiosidade. Por que a alta velocidade e paradas drásticas? — Tive minhas razões.


— Se incomoda de compartilhá-las? Por favor? Lembro que você gosta dessa palavra... Stag se curvou, retirando as botas. — Os modelos Markus dispararam bombas dentro da zona morta. Choque passou pelas feições de Nala. — Eles minaram o Buraco? Merda! — Os tipos que eles usaram são atraídos pelos cascos das naves. Não queria que eles se prendessem em nós. — Você queria passar por eles assim eles ter um tempo difícil travando. – Ela removeu as meias que continuava tirando das gavetas dele, ficando descalça. – Droga, você é esperto. — Sou um cyborg. — Pensei que você era louco. Eu teria explodido parte da minha nave se tivesse executado uma coisa daquela com a Pride. Contudo, ela era antiga. Ela sacudiu e quase partiu ao meio na última vez que tive que correr com ela. Eu nunca me atreveria a ir para alta velocidade após estar completamente parada. Eu teria que aumentar vagarosamente a velocidade para me manter em um pedaço. — Por que você iria com aquela velocidade se não fosse algo que seu transportador poderia aguentar? — Piratas. Eles eram a praga da minha existência. Poderíamos sempre passar por eles, mas juro que eles ficaram mais inteligentes no último ano. Costumava ser quando corríamos por uma nave simples e isso colocava alguma radiação que nossos sensores detectavam ele à longa distância. Nós ajustávamos o curso e aumentávamos um pouco a velocidade, assim eles nem tinham chance de nos pegar. Quatro meses atrás, seis das naves deles estavam trabalhando juntos, ou eles estavam apenas separados por pouco espaço. Isso meio que causou um efeito de teia. Tivemos que empurrar muito mais a Pride do que havíamos feito antes. Eles chegaram perto o suficiente para atirar em nós daquela vez. Eles erraram, mas foi por um fio. Stag colocou as botas para longe na gaveta e se virou. — Fio? — Assustador. Quase fatal. – Ela deu de ombros. – Nunca havia ouvido esse termo antes, hein? Eles quase nos pegaram. Fiquei realmente assustadas dessa vez. — Eles queriam os robôs sexuais que vocês estavam transportando? — Não havia jeito deles saberem. Era um segredo. Eu não queria um alvo em minhas costas. Vários ladrões teriam procurado por nós se eles soubessem o que estávamos carregando. Aqueles robôs valiam muitos créditos no mercado


negro. Os piratas marcavam qualquer coisa grande o suficiente para carregar suprimentos de comida e a Pride provavelmente parecia que eles tiraram a sorte grande. Imagine a surpresa deles se realmente tivessem nos abordado para roubar comida. – Ela sorriu. — Seu trabalho era perigoso. — Que trabalho nesses dias não é quando se trabalha no espaço? Ele não pôde negar a verdade nas palavras dela. — A maioria das mulheres não se aventura tão longe. É considerado sem lei. O Governo da Terra raramente envia naves de guerra além do Sistema Baylor. — É muito caro enviar suprimentos além daquele ponto. Eu sei. Eu teria que levar meu transportador em três viagens até a Terra e voltar apenas pelas cargas de comida que eles usam com uma tripulação daquele tamanho. Pense no tempo envolvido. Eles precisariam de uma linha direta de transportes levando comida, água, partes adicionais, e outras coisas essenciais para eles todos os meses para manter uma nave de guerra estocada se eles patrulhassem regularmente tão longe assim. Imagine o combustível que eles precisariam também. Algumas daquelas naves carregam de quinhentos a oitocentos membros na tripulação. — Nunca pensei nisso. – Stag cruzou o quarto e se sentou ao lado dela. — É meu trabalho saber sobre suprimentos e enviá-los. – Ela sorriu. – As naves de guerra que se aventuram tão longe estão aqui para explodir algo e então retornar para a Terra. Eles já estão estocados o suficiente para durar o tanto da viagem sem precisar ser reabastecidos. — Explodir algo? — Como a estação Chandler. Stag não havia ouvido falar disso. Sua expressão deveria ter mostrado aquilo. — Ela ficou aberta por apenas quatro semanas. É a estação que fugiu para o setor Espacial. Algum ricaço a fundou, pensando que poderia fazer fortuna dos piratas. Essa foi a palavra que se espalhou, de qualquer forma. Um complexo incrível, para negociação do mercado negro e para fazer reparos em naves. Reparos em qualquer nave. Qualquer um que pudesse pagar os créditos, e eles não se importavam se a nave era sancionada ou não. Alguns de nós capitães ficaram ansiosos porque a estação mais próxima com capacidade de reparos está em Arris. – Ela deu de ombros. – Digamos que evitamos aquela. Tem uma reputação ruim por violência. Eles podem permitir que piratas aportem, mas reparos não são oferecidos a eles, então o GT os deixou em paz. A Estação Chandler, por outro lado, disse foda-se para o GT desde o início. Eles estavam fazendo propaganda antes mesmo de se ajeitar no setor. — Então o Governo da Terra...? Nala assentiu.


— Eles enviaram uma nave de guerra e explodiram tudo. Nada mais de Estação Chandler. Ouvi que eles lutaram, até mesmo chamaram algumas naves piratas para defende-los, mas eles não tiveram chance. Apenas poucas naves saíram de lá intactas. Meu pai falou com um dos capitães, outro transportador, e ele jurou que eles o tiraram todos os direitos, mas o deixaram ir. Ele era registrado, então imaginou que foi por isso que sobreviveu. Papai pensou se isso era mais um caso do GT esperar a palavra se espalhar que eles não permitiam esse tipo de merda e para não mexer com eles. — O que importa ser registrado? — Temos que pagar uma porcentagem em todos nossos ganhos para o GT. Eu estava registrada com eles. Eles tomaram vinte por cento de mim. As estações pagam trinta por cento ou mais, dependendo do tamanho e receita deles. É a diferença entre ser um negócio sancionado e ser um criminoso quebrando a lei. Entendeu? — Entendi. – Ele desgostou intensamente do Governo da Terra. — Eles te fodem de todo jeito, mas pelo menos pagando eles os impede de atirar ou te prender. Na Terra, eles pegam mais dos negócios. Meu avô teve arrancado metade dos lucros. — O que ele faz? — Negócios de importação. Ele lida com venda de mobília para aqueles locais luxuosos. O GT roubou o negócio dele de mim dois dias depois que ele morreu. – A voz dela refletia sua raiva. – Eles assumiram os contratos, colocaram guardas ao redor dos armazéns onde guardávamos nossas mercadorias e disseram a todos nossos funcionários para sair ou eles seriam abatidos. — Eles podiam fazer isso? — O GT nunca pede. Aceite ou morra. É como é. Sai de lá antes que eles decidissem esvaziar as contas de créditos dele e vendessem a casa dele também. Eu a vendi, sequei as contas, e comprei a Pride. — Sente falta da Terra? Nala pareceu considerar isso. — Viver em um planeta e respirar ar fresco? Claro. Mas não vale a pena viver com o Governo da Terra. Já fiz algumas entregas de equipamentos para alguns planetas colonizados, apenas três, mas eles também não eram ideais. Sabe? — Não sei. Explique. — Bram é muito quente. A cidade é mais subterrânea. Você pode sair à noite quando o sol não está cozinhando a superfície, mas é realmente estéril. O ar também parece estranho, muito seco e pesado. É o mesmo com Scorch. Eles o nomearam apropriadamente. É setenta graus na sombra quando a superfície é


exposta ao sol, mas há muita água no subterrâneo. Toneladas de sistemas de cavernas. É bonito, mas quem quer viver em... bom, cavernas de água? Já esteve lá? — Não. — Eles construíram na água porque a superfície é muito seca e é muito quente. E rios são ligados a qualquer lugar sob o chão. Há poucas superfícies subterrâneas inacessíveis não cobertas com água. Eles construíram tudo no modo palafita. — Isso soa fascinante. — Foi ótimo visitar, mas eu não gostaria de viver lá. — E o terceiro? – Ele estava curioso, aproveitando para observar as expressões faciais de Nala enquanto ela falava. Ela não tentava esconder as emoções. — Klaus era muito frio. – Nala se abraçou, como se a lembrança a fizesse tremer. – Neva o ano inteiro. Eles brincaram que foi chamado assim por causa do Papai Noel, sabe Santa Claus, apenas usando o K ao invés do C por causa das árvores. Eles perderam cerca de cinquenta pessoas quando começaram a se instalar lá, antes que percebessem. Killer, ou seja, árvores assassinas. Não, obrigada. Aqui o surpreendeu. — Como os colonizadores morreram por causa das árvores? Eles foram envenenados? — As árvores estavam vivas. Elas comem qualquer coisa que possam agarrar. Pessoas incluídas. Pensei que eles estavam brincando, sabe, amedrontando os turistas, mas o cara que eu fazia entregas me mostrou um vídeo de uma das árvores agarrando uma das vidas locais. A maldita coisa jogou um cipó, agarrou uma besta que parecia uma ovelha de mais de cem quilos que corria pela superfície, e a boca apareceu. Ele empurrou a pobre coisa dentro. O jantar está na mesa. Elas são presas ao chão, mas os galhos podem se mover e o tronco se curva. Ele me disse para ficar pelo menos trezentos metros delas para ficar a salvo. — E elas são conscientes? — Quem se importa? Perdeu a parte onde elas comem pessoas? — Eu estava pensando se elas podem se comunicar. Elas podem ver os colonizadores como invasores do planeta delas. As árvores podem agir em altodefesa ao invés de ver isso como um assassinato. — Você é tão fofo. Olhe pra você pensando nas pobres árvores. – Nala sorriu. — É um ponto válido.


— É sim. – O sorriso dela permaneceu. – E se elas são conscientes? Você abraçaria uma árvore e faria amigos? Stag estreitou os olhos, estudando-a. — Está tirando sarro de mim? — Não, mas acho engraçado. Você ouve sobre árvores assassinas e está pensando sobre os motivos delas. Eu não me importava no porquê elas estavam comendo pessoas. Isso apenas me assustou e eu não pude voar de lá rápido o suficiente. Que jeito horrível de morrer. Não, obrigado. — Temos formas de vida no planeta que nos ajustamos e vivemos em paz com eles. — Eles são arvores assassinas? – Nala ficou séria, mostrando medo nos olhos. — Não. Eles são formas de vida humanoides-anfibios com inteligência. Construímos nossa cidade bem longe do oceano deles, na terra, onde eles não pareciam se aventurar muito. Era imprescindível para nós fazer com que eles não se sentissem ameaçados ou invadidos por nossa presença.

Nala gostou do jeito que Stag falava sobre os aliens. — Você se importa com eles. — Claro. Tenho certeza que eles estavam com medo na primeira vez que pousamos na superfície e eles se tornaram cientes de nossa presença. Saímos do nosso caminho para mostrar que não éramos agressivos e estabelecer comunicações, mas eles correram para longe. Montamos um acampamento perto da praia, permitindo que eles nos observassem e aprendessem sobre nós, esperando que eles finalmente se aproximassem. Eles não fizeram isso conforme as semanas passaram. Usamos o tempo para aprender que eles para onde eles evitavam viajar, fizemos escaneamentos terrestres para ter certeza que nada sob o chão era perigoso e escolhemos o local para criar nossa cidade. — Legal. – E realmente era. – Como eles são situados com o conhecimento da tecnologia? Stag sacudiu a cabeça. — Eles não parecem ter nenhuma. — Nenhuma? – Aquilo a surpreendeu. — Fizemos alguns escaneamentos com drones à distância, mas não queríamos ser muito invasivos, para evitar assustá-los. Eles construíram pequenas cidades sob a água e em cavernas perto das praias. Eles são construtores impressionantes, mas nunca pegamos nenhuma indicação que eles tão avançados. Contudo, eles têm fontes de luz. Pode ser de uma fonte natural.


Detectamos alguns tubos de lava sob o chão do oceano nas áreas onde eles habitam. — Então vocês apenas os deixaram em paz? — Você soa surpresa. – O tom dele tinha uma aspereza. Nala lutou contra a urgência de tocar Stag, mas não se atreveu. — Não comece a brigar comigo. Você tende a fazer isso. É que apenas a maior parte das pessoas que se fixam em planetas não são tão atenciosos com os habitantes locais. — Você quer dizer que os terráqueos fazem isso. Stag frisou aquele pequeno pedaço, deixando claro que era um insulto. Nala decidiu que o assunto já havia chegado ao limite. — Chega, não sou sua inimiga, Stag. O GT também me ferrou. Não, eu não fui escravizada ou criada por eles. Você me ouvir quando eu disse que eles roubaram a companhia do meu avô? Gerenciar isso deveria ser meu futuro. Eles tiraram isso de mim. Eu poderia ser rancorosa e raivosa, mas escolhi procurar uma aventura ao invés disso. Comprei um transportador e viajei no espaço. Stag apenas a observou. Nala odiou notar que os longos e escuros cílios dele realmente faziam o azul dos olhos dele parecer incrível. Ela gostava dele um pouco demais e realmente achava a personalidade imbecil dele um pouco atraente. Ela sempre sabia onde estava pisando com Stag. A noite anterior passou na mente dela, assim como a conversa que eles tiveram mais cedo antes de sair dos aposentos dele. — Você deveria odiar o Governo da Terra. – Stag quebrou o silêncio. – Eles são responsáveis por você deixar seu planeta natal e eles criaram os modelos Markus que atacaram sua nave. — Uau. Já ouviu falar de olhar pelo lado positivo? Passei seis anos com meu pai. Eu não trocaria esse tempo por nada. Ele nunca teria se aposentado ou saído do exército se eu tivesse continuado na Terra. Ele odiava até mesmo visitar. — Agora ele está morto e você foi deixada com nada. Aquilo doeu. Nala virou a cabeça, olhando para o colo. — Obrigado por apontar isso. — Nala. – Stag murmurou. – Peço desculpas. – Ele estendeu a mão e a descansou nas costas de Nala. – Você será bem tratada por nosso Conselho. Eles não são nada similares ao seu governo. Ela abaixou a cabeça. — Sim. Claro. Se ser forçada à escravidão sexual e ser dada a um cara se traduz em ser ‘tratada bem’. Soa divertido. Isso é sarcasmo, a propósito. E pelo


menos eu sei que é um planeta. Não tinha certeza de para onde você estava me levando. — Garden é lindo e o tempo é favorável na maior parte do ano. As árvores não vão te atacar. O nome que demos é uma descrição acurada. Nala olhou para ele. — Eu nunca vou te ver de novo assim que você me jogar lá? — A cidade não é tão grande assim. Tenho certeza que vamos nos encontrar novamente quando eu estivar na superfície do planeta. — Você passa a maior parte do seu tempo no espaço? — Sim. Essa nave é minha. Me voluntario para todas as missões perigosas. — Viciado em adrenalina? — Não. Não procuro aventura e perigo para melhorar minhas experiências de vida. — Então, por que você faz isso? — Alguém tem que fazer. — Você tem um complexo de herói, não tem? — Não. — Vontade de morrer? Stag hesitou um pouco antes de responder. — Não estou em uma unidade de família, nem tenho muitas associações próximas a outros cyborgs. Sou dispensável. Isso fez com que o peito de Nala doesse. Stag realmente acreditava nisso. Ela pôde ver a sinceridade nos olhos dele. Alguém já havia amado Stag? Ela duvidava disso. — Eu ficaria de luto por você, então não se deixe morrer. Ele afastou a mão. — Essa são palavras educadas, mas gaste-as com outrem. — Agora você está quebrando meu coração. – Ela se virou na cama, ficando muito mais perto dele. – Somos íntimos. Eu não te odeio, Stag. Claro, algumas vezes eu gostaria de te estrangular. Você é difícil de chegar perto, mas é um bom homem. Eu não te mataria. – Ela sorriu. – Apenas um pouco de sufocação estaria envolvida se você realmente me chateasse, mas eu pararia antes de realmente te machucar. — Intimidade sexual não significa nada. De novo, as palavras dele doeram.


— Ai. Bom, eu não sou você. Significa algo para mim. Não posso separar meu corpo dos meus sentimentos. Você morre, eu vou chorar. Lide com isso. Aquilo ou pareceu irritá-lo ou o deixou desconfortável. — Vá dormir. Nala pestanejou. — Pensei que você queria que eu... — Não. – Ele a cortou. – Isso acaba agora. Ela estudou o lindo rosto dele e o jeito que ele olhava para ela. — Você está começando a sentir coisas por mim, não está? Com medo? Ele olhou sério. — Vou tomar isso como um sim. — Você não me assusta, terráquea. — Certo. E pare de me chamar disso. Acho que você passa a vida, seja lá quão longa ela é, mantendo todos à distância. Você admite que não tem muitos amigos e gasta todo seu tempo nessa nave. Você não quer que ninguém se importe muito com você porque então você poderia sentir algo de volta. Você me deixa triste, Stag. — Vá dormir. — Você planeja me amarrar de novo? — Você não é uma ameaça. Apenas fique perto da parede e não me toque. A rejeição doeu. Assim como o fato de que ele não ia nem mesmo deixar que ela chegasse perto dele novamente, emocional ou fisicamente. Parte dela queria que pudesse odiá-lo, mas ela não teria aquela dor no peito se houvesse essa possibilidade. Stag podia ser um imbecil e solitário, mas ela vira traços dele que haviam suavizado seu coração para ele. — Tudo bem. — Não mais desejo falar com você. – Ele se ergueu. – Preciso checar algo. Nala o observou indo embora. Era mais como fugindo. Ela xingou, se deitou, e deslizou todo o caminho até ficar contra a parede. Lágrimas encheram seus olhos e ela as deixou cair. Talvez ela se permitira sentir algo por ele apenas porque perdera tudo mais na vida.


Capítulo XI — Bem? – Stag limpou o gel selador das mãos, olhando para Kelis. O cyborg checou os sensores e assentiu. — A pressão parece estar se segurando. Saberemos com certeza após que os motores serem ligados. — Imagino o que mais pode dar errado? – Hellion fechou uma das portas eletrônicas e suspirou. – Essa tem que ser a pior missão em que já estive. — Eu não iria tão longe. – Kelis manteve o foco na tela que segurava. – Lembra aquela nave colônia que encontramos à deriva? Ainda tenho pesadelos sobre aquilo. — Eu tento esquecer. – Stag fez uma careta. — Do que estamos falando? – Maze entrou na sala de máquinas. — Da nave onde os colonizadores ficaram loucos e mataram uns aos outros. – Hellion respondeu. – Tivemos que limpar corpos por dias para podermos rebocar a nave para Garden.


— Pensei que havíamos decidido nunca mais tocar nesse assunto. – Maze distribuiu água e barras de proteínas para cada homem. – Bebam e comam. Vocês estiveram aqui embaixo por seis horas sem intervalos. O que lembrou vocês daquela nave? — Hellion acredita que essa tem que ser nossa pior missão. – Kelis afastou a tela e abriu a barrinha de proteína, dando uma mordida. – Eu discordei. Fomos capazes de explodir a Pride, não tivemos que limpar corpos dilacerados ou puxar aquela coisa até Garden. Escapamos da Zona Morta. Essa onda de bagunça não foi tão ruim quando remover corpos e isso não envolveu usar trajes para evitar o cheiro de podridão. Stag pensou em Nala enquanto comia a barrinha e bebia a água. Ela amava a Pride. Ele se perguntou o que ela pensaria de ter o transportador dela usado para construir equipamentos em Garden, ao invés de ser explodido. Ele estava feliz por nunca ter que descobrir. A tripulação dela e o pai haviam morrido a bordo. Era provavelmente para o melhor que ela nunca tivesse aquele tipo de lembrança assim que alcançasse o planeta. — Vamos torcer para que nada mais dê errado. – Hellion sentou-se na mala contendo todas as partes danificadas que ele tivera que substituir. — Você alimentou nossa convidada? – Stag se dirigiu a Maze. — Claro. Ela declarou que você a está evitando. — Passei a maior parte do meu tempo aqui embaixo ajeitando as coisas. – Ele odiou o jeito que parecia como se ele precisasse defender suas ações enquanto os machos davam a ele olhares questionadores. – O cano rompeu e alagou toda essa sessão. Eu pessoalmente queria ser o único a lidar com todos os reparos. — Cada ligamento, circuito e filtro teve que ser trocado por um novo. – Hellion murmurou. – Descobri danos em todos os painéis. Também substitui as vedações, então elas não soltarão se isso acontecer novamente. Stag e eu praticamente tivemos que viver aqui. — Exatamente. – Stag disse, se sentindo grato pelo macho tomar seu lado. – O fluido do motor causou erosão, desde que as bombas foram vagarosas para drenar a sessão. Eu também as consertei. — Eu te disse que eu poderia ajudar mais. — Suas habilidades eram melhor usadas no Controle monitorando por qualquer sinal dos modelos Markus nos procurando. – Stag escondeu sua irritação com Kelis. — Maze poderia ter monitorados os sensores, desde que os reparos na nave não são o forte dele. Estamos no movendo devagar o suficiente para que os sensores deles se confundam.


— Talvez eles ajustaram os sensores deles. Não podemos arriscar. É lógico para eles assumir que sofremos severos danos no mínimo se escapamos do espaço morto depois que eles armaram as bombas. Estaríamos nos movendo mais devagar ou teríamos que encontrar um lugar para se esconder e fizer os reparos. Quero alguém no comando do Controle que é habilidoso com táticas de batalha se necessário. – Stag olhou para o médico. – Também estamos em território pirata. Você pode hesitar em atirar neles, desde que eles são conhecidos por levar fêmeas cativas. Você se sentiria mal pelas vidas inocentes a bordo das naves deles. Sem ofensas, mas eu não te colocaria nessa posição. — Sem problemas. – Maze sorriu. – Eu nunca quero pegar seu lugar, Stag. Não quero ter que tomar essas decisões difíceis. Um bip soou e Stag ligou as comunicações. — Status? — Nada a reportar, mas você queria uma atualização a cada duas horas. – Veller declarou. – Não estamos pegando nenhum tráfego no sistema. — Você tem um timing excelente. Os reparos foram terminados. Ligue o motor dois, mas pegue leve. Compense a diferença com aceleradores. – Stag apontou para que os homens no cômodo se movessem na direção da porta para um lugar seguro em caso de um dos selos se romper. – Podemos bem fazer um teste agora enquanto estamos em comunicação. Um barulho alto começou e Stag relaxou com o passar dos minutos quando nada deu errado. Ele sorriu. — Vamos para casa, Veller. Estou a caminho agora. Ele assentiu para os homens e saiu rápido, terminando a conversa. Ele sabia que evitara Nala e não precisava de sua tripulação o enchendo o saco por isso. Eles não entenderiam o quão desestabilizaste sua última conversa com ela havia sido. Ele parou rapidamente em um dos aposentos da tripulação e usou a unidade de limpeza, então pegou emprestada uma roupa do armário de Hellion. Stag alcançou o Controle em cinco minutos. Veller se ergueu e saiu da cadeira. Stag caiu em sua cadeira, colocando a palma acima da tela. A tela na frente dele mostrava o espaço aberto. Então os sensores quase que instantaneamente detectaram seis naves. — De onde diabos tudo isso veio? – Stag queria socar algo. — Merda! – Veller se moveu rápido, pegando a estação das armas. – Piratas. — Também estou lendo a assinatura de radiação. – Stag abriu as comunicações para toda a tripulação da nave. – Venham ao Controle agora. — Não deveria haver tantos. – Veller soava impressionado. – De onde eles vieram tão rápido? Eles estavam se escondendo atrás de planetas mortos?


— Parece que sim. – Stag avaliou as outras naves, a localização delas, e colocou a Varnish em alerta máximo quando as outras naves começaram a ir na direção deles. Luzes vermelhas brilharam nos fundos do cômodo. – Eles esperaram uma nave vir e agora estão se organizando. Parece que vamos entrar em batalha. — Estamos sob ordens de evitar conflitos, se possível. – Veller o lembrou. – Deveríamos tentar passar deles. — Os selos ainda estão endurecendo. Poderíamos perder o motor dois se colocando esse tanto de pressão naquele novo cano de fluidos. Não podemos arriscar cair e perder força na turbina principal. – Stag mudou o curso. – Há apenas duas naves nessa direção. Mire nelas tão logo estejamos correndo. Precisamos apenas estar à frente do grupo até que seja seguro ir com toda força. – Ele calculou mentalmente quanto tempo isso levaria. – Temos que manter as armas deles focadas em cinco horas. Veller murmurou algo, mas não foi alto o suficiente para Stag ouvir. — O que foi isso? Veller se virou para encará-lo. — Poderíamos passar deles mesmo com o motor dois desligado. — Poderíamos. – Stag concordou. – Mas se perdermos o motor um, pararíamos tudo e perderíamos toda a energia, incluindo as duas armas. Não estou disposto a assumir esse risco. — Não prevejo isso acontecendo. — Você previu o motor dois desligando há cinco dias? Tenho certeza que as fraturas foram causadas por nossas manobras na zona morta. Escaneamos isso, mas elas não se mostraram até que o rompimento aconteceu. O mesmo poderia acontecer com o motor dois. A boca de Veller se comprimiu em uma linha fina e ele encarou a estação. — Entendido. Stag lamentou ser ríspido com ele. Todos eles estavam sob estresse, queriam retornar para Garden, e sendo parado por reparos sempre frustrava a tripulação. Ele ajustou seu tom para um mais calmo, mais neutro. — Parte do meu dever é levar tudo em conta. Estamos severamente superados em números e agora não é a hora de tomar riscos desnecessários. Danificaremos as duas naves nos manterão a frente dos quatros nos seguindo e passaremos delas quando tivermos certeza que o problema nos canos de fluidos possa segura a pressão passando por eles. — Você está certo. – Veller olhou para ele e assentiu. As portas para o Controle se abriram e Hellion, Kelis e Maze entraram. Maze falou primeiro.


— Parqel e Yammer estão dormindo. Devo acordá-los? — Não. – Stag mudou novamente o curso. – Assumam estações. Maze, você não é necessário aqui. Quero você de volta ao quarto dos motores e que observa aqueles novos selos. Nos alerte se eles começarem a romper. — Entendido. – Maze girou e saiu. — Os piratas parecem organizados. – Kelis grunhiu. — Parecem. – Hellion concordou. – É como se eles estivessem se comunicando uns com os outros e trabalhando em equipe. Outro bip se mostrou nos sensores. Stag formou um punho com a mão. — Há sete deles agora. Eles estão tentando nos cercar. — Deveríamos informar à Star. – Veller olhou na direção dele. – Isso poderia ser uma estratégia para trazê-los até nós. Os piratas amariam pegar uma nave grande daquele jeito. — Falei com Flint há quatro dias. Um dos nossos sensores de aviso desligou no sistema Ovis. Eles foram checar o que estava lá. — Isso os coloca muito longe de nós. — Obrigado por apontar o óbvio, Hellion. – Stag fez uma carranca. – Ainda vamos derrubar as duas naves a frente e limpar o caminho. Eles podem nos seguir. Somos rápidos o suficiente para ficar à frente deles. De outra forma, viraremos e os pegaremos um por um. Somos melhores em mirar. — Temos carga importante a bordo e sofremos alguns danos. Uma batalha não é nosso melhor interesse. Stag fuzilou Veller com os olhos, se irritando com as constantes opiniões dele. — Eu estou no comando. Cale-se ou saia do Controle. Me recuso a discutir com você. Veller pareceu surpreso. Stag odiava ser questionado como capitão, mas não havia desculpas por ser grosso com a tripulação. Ele limpou a garganta. — Vamos mirar nos que estão a nossa frente e deixar uma grande quantidade de escombros em nossa saída. Isso vai diminuir a velocidade dos outros piratas enquanto aumentamos a velocidade, saímos do sensor e mudamos o curso. – Ele deixou o olhar cair na tela. – Então iremos para casa. Todos eles vão nos perder e não serão capazes de comunicar nossa localização para os outros. – Isso significaria mais alguns dias antes que ele pudesse entregar Nala para o Conselho em Garden.


— Concordo, mas acho que deveríamos tentar passar por eles a toda velocidade sem disparar. Eles são mais lentos que nós. – Veller olhou para frente. – Geralmente eles são ruins ao mirar em nós. — Não estou disposto a arriscar que eles tenham sorte. Miramos as duas naves vindo em nossa direção antes que eles cheguem perto o suficiente para atirar. Acabe com suas sugestões, Veller. Já chega. Stag estava zangado. Ele entendia que Veller acreditava que era seu dever apontar outras soluções para qualquer problema que eles encarassem, mas no momento ele não estava no humor para isso. Stag não havia dormido muito nos últimos cinco dias, sua mente muito concentrada em Nala. **** Nala sentou-se na cama quando ouviu um ligeiro barulho. Alguns segundos mais tarde, outro se seguiu. Ela saiu da cama, caminhou até o painel ao lado da porta e pressionou a mão nele. — Maze? A conexão ainda está ativa? Os segundos se passaram antes que o médico respondesse. — Eu nunca a revoguei. Há algo errado, Nala? — O que foi esse som que acabei de ouvir? — Tiros. — Estamos sendo atacados? – O medo bateu forte e rápido. – Os androides de pele? — Piratas. Ela estremeceu. — Merda. — Não se preocupe. – A voz dele soava calma o suficiente. – Tivemos que lidar com muitos piratas durante esses anos. Nunca sofremos grandes perdas. — Por que apenas não os ultrapassar? É isso o que sempre fizemos na Pride. — Completamos os reparos no motor dois, mas os selos são novos. Ela entendeu o que isso significava. — Não podemos ir a toda velocidade. A pressão pode explodi-los até que eles tenham tendo se se ajeitar completamente. — Sim. Estou na sala dos motores nesse momento os observando. — Algum rompimento? — Ainda não. — Onde está Stag? No comando?


— Claro. Nala sacudiu a cabeça, sabendo que aquela havia sido uma pergunta estúpida, mas ela não o vira por mais de poucos minutos por um bom tempo. Stag viria pegar um novo uniforme e então ia embora. Ela perdera a noção dos dias. — Ficaremos bem? Quero dizer, estamos em perigo? — Dos piratas? Não. É mais um aborrecimento. Um barulho soou e ela ergueu a cabeça, olhando ao redor do pequeno aposento. — Acabamos de atirar novamente? — Sim. Estou monitorando o Controle. Uma nave pirata foi completamente destruída e outra danificada. Vamos atirar nela novamente enquanto passamos. — Passamos? — O plano de Stag é atingir as duas em nosso caminho e permitir que as demais nos sigam até podermos ir a toda velocidade com segurança. Isso deve ser em cerca de cinco horas. Relaxe, Nala. Se estressar é ruim para você e temos essa situação nas mãos. Outro barulho soou. — Quantas naves estão lá fora? Ele pausou. — Seis agora, menos as duas que derrubamos. Oito naves piratas? Nala sentiu medo, apesar do que Maze havia dito a ela. — Eles estão tentando nos formigar? — Não estou familiarizado com esse termo. — Pode me conectar com Stag? Preciso falar com ele. Maze hesitou. — Maldição, Maze! – O gênio dela ficou ruim. – Recebi relatórios de outras naves que foram atacadas por piratas. Ataques em massa são algo que eles estão fazendo ultimamente. As chances são que é isso o que está prestes a acontecer. Se esse for o caso, um inferno de muito mais deles vão aparecer. Eles até mesmo conectam as naves juntas assim os sensores leem como uma nave maior, então eles se separam e se espalham. Eles tentaram nos prender nisso e então abrir fogo assim que estivermos cercados. Entendeu? Me conecte com Stag. — Tivemos uma nave que presenciou esse comportamento antes. Piratas atacaram um mensageiro. Foi dito que foi uma ocorrência única. — Costumava ser, mas não mais. Me conecte com Stag. — Darei a ele a informação que você compartilhou.


— Eu quero falar com ele. Sei o que fazer. — Ele entrará em contato com você se quiser você participando. Maze desligando. — Não desconecte! – Ela exigiu. Os segundos passaram. – Maze? Nala praguejou, puxando a mão para longe do painel. Ele a cortara. — Malditos cyborgs! Eles pensam que são tão espertos. – Ela andou de lá para cá, esperando que Stag a contataria. Os minutos se passaram e ela percebeu que ele não faria isso. Nala foi na direção da porta e colocou a mão no painel. – Maze? Responda. — Estou ocupado, Nala. Ela sentiu alivio que ele não a tivesse bloqueado. — Ouça-me. Diga a Stag que ele tem que arriscar explodir os novos selos. Deve haver pelo menos dez transportadores que foram atacados em forma de enxame nos últimos meses. Estamos falando de mais de vinte naves piratas que aparecem. Você me ouviu? Eles estão transmitindo nossa localização para todos os piratas nas áreas ao redor e eles virão para nós de todos os lados se forem capazes! Temos que sair dos sensores deles e mudar o curso o mais rápido possível. Aqueles bastardos estão trabalhando juntos agora. — Passarei a mensagem. Maze desliga. Nala surtou quando ele a cortou novamente. Ela continuou a andar, esperando que Stag tomaria o conselho dela. Do contrário, eles poderiam estar em um mundo de merda.

Stag terminou a conversa com Maze e leu os sensores com uma carranca. Mais dois pontos se mostraram na grande distância. Segundos mais tarde, outra nave foi registrada. Parecia que Nala sabia do que estava falando. Ele se inclinou na cadeira. — Prepare para toda velocidade. Veller se virou no assento, a boca abrindo. — Não diga uma palavra. Novas informações vieram à tona. Precisamos sair desse setor agora. Estamos sendo fechados e mais piratas estão a caminho. Eles planejam um ataque completo. – Ele abriu as cartas dos setores ao redor deles, procurando por um lugar para desaparecer. Um cinturão de asteroides chamou sua atenção. Ele ajustou o curso para o setor ao lado dele e abriu as comunicações com Maze. – Observe esses selos com atenção. – Ele cortou a comunicação e fez uma varredura nos aposentos de Yammer, ordenando que o macho saísse da cama e se apressasse para observar o motor um à procura de problemas.


Ele esperou até que eles passassem a nave danificada que haviam mirado e então pegou o controle, controlando a velocidade deles ele mesmo. Ele já discutira com Veller e não queria sua autoridade questionada novamente. — Na marca do zero. – Ele anunciou. – Três. Dois. Um. – Ele não foi a toda velocidade de primeira, mas ao invés disso, aumentou a velocidades dos propulsores gradativamente, até que eles estavam na capacidade máxima. Yammer se reportou alcançando o motor um e que não estava vendo nenhum rompimento de pressão. Stag esperava que as notícias continuassem as mesmas. Minutos mais tarde, Maze o contatou. — Tenho um pequeno rompimento. Estou tentando selá-lo. — Estou enviando Parqel para te ajudar. Stag acordou o outro membro da tripulação e estudou os sensores de longa distância. Eles estavam deixando as naves piratas para trás e apenas algumas poucas novas naves tentaram intercepta-los. Ele mudou o curso quando a tela clareou e foram em direção ao cinturão de asteroides. Hellion limpou a garganta. — A amostra a mina abandonada? Sua tripulação o conhecia bem. — Sim. — Os metais pesados dentro da rocha mais larga vai bagunçar com nossos sensores, mas vai nos esconder deles também. – Um grande sorriso se espalhou no rosto de Hellion. – Eles não vão procurar lá. É um inferno manobrar tão perto do cinturão sem ser esmagado pelos pedaços menores. Nós podemos fazer isso facilmente, mas eles não. Stag assentiu. — Duvido que eles estão cientes que o Governo da Terra pegou amostras do interior vinte anos atrás. Aquele setor era muito monitorado naquele momento por naves de patrulha. — Eu discordo. – Veller declarou. – A Terra parou de ter esse setor patrulhado tão logo eles decidiram que não era não havia nada mais que eles quisessem. Os piratas tiveram pelo menos uma década para conhecer esse cinturão. Deveríamos manter a velocidade e retornar para casa, não encontrar um buraco para se esconder. O cyborg pegou o último nervo de Stag. — Também temos um rompimento no motor dois, o que poderia desligar o motor se mais se abrissem. Não estou disposto a arriscar. Vamos encontrar um local seguro e fazer os remendos. Qual é o seu problema? Você está me enchendo o saco!


— Você não é o único com raiva. Sou excelente em reparos, ainda assim você me fez sentar por cinco turnos lendo tabelas. O que eu fiz para te descontentar ou te fazer acreditar que sou incompetente? Stag tentou esconder a surpresa. — Você sempre me permitiu liderar os reparos. Eu devo ter feito algo para perder sua confiança. Sei que você aprecia machos fortes que tem excelentes habilidades de liderança. Talvez eu tenha me tornado relaxado em meu dever. Estou tentando mostrar que não estou assim. Stag segurou o olhar dele. Ele não quisera que Veller pensasse daquela forma. Ele olhou para a tripulação no Controle. Todos eles o estavam observando. Eles passaram anos juntos, eram um grupo forte, e ele tinha que admitir que seu comportamento recente poderia ser confundido. — Eu precisava da distração. Não teve nada a ver com você, Veller. Tenho evitado passar muito tempo em meus aposentos. – Ele admitiu. – Te deixei no comando do Controle porque confio em você assim. — A terráquea. – A expressão tensa de Veller clareou. — Sim. Peço desculpas. Eu deveria ter declarado isso mais cedo. — Apenas que você não iria dizer. – Hellion teve a coragem de dar risada. – Você não gosta de compartilha seus sentimentos. Nala está chegando até você, não está? — Me recuso a discutir isso. Estamos em alerta máximo agora. Foque-se no problema atual. – Stag baixou o olhar para a tela. – Estamos livres de piratas. – Ele ajustou novamente o curso. – Vamos sumir enquanto estamos fora da vista deles. — Ela é quente. Eu a deixaria fingir que eu era um robô de sexo e aceitaria qualquer ordem que ela me desse se isso significasse ter ela nua em minha cama. – Hellion fez um baixo som de grunhido. – Não te culpo por finalmente perceber que ela é atraente e se distanciar. Eu estaria todo em cima dele se fosse no seu lugar. Kelis bufou. — Sim, você iria, mas o resto de nós tem mais controle sobre nossas funções corporais. Stag se recusou a afastar o olhar da tela, lembranças de Nala nua na cama dele enchendo os pensamentos dele. A maior parte da tripulação ficaria desapontado se descobrissem que ele fora incapaz de resistir ao sex appeal da terráquea. Ele deveria ser um exemplo para eles e falhara. Ele realmente precisava alcançar Garden, assim poderia entregar Nala para o Conselho.


Capítulo XII Stag mirou em um buraco na rocha, firmando o último cabo na lateral da parede no interior do maciço asteroide. Havia uma ligeira gravidade dentro, mas não o suficiente para a nave permanecer em um lugar sem os cabos. Eles entraram sem nenhum dano exterior. Havia sido um encaixe apertado para entrar no buraco circular apertado que alguma pequena operação havia perfurado dezenas de milhares de metros bem profundo na montanha de pedras. — Tenho as armas apontadas e prontas para atirar se algo aparecer na abertura. – Kelis declarou. — Apenas tenha certeza de atirar antes que eles entrem. – Hellion deu de ombros. – Não quero ser enterrado se as paredes entrarem em colapso. Não há saída. Há apenas um jeito de sair dessa caverna. — Controle suas emoções. – Stag ordenou. Hellion se virou no assento. — Sou o único aqui que odeia estar em um grande buraco escuro? Poderíamos bloquear a abertura por acidente se outra nave bater nele e ficar presa. Os metais pesados não só bloqueiam os sensores, mas ficaríamos incapazes de chamar por ajuda. A comunicações não funcionam aqui, exceto dentro da nave. Uma dor de cabeça começou a se formar. Stag estendeu a mão e esfregou as têmporas. Ele usou a outra mão para formar um link com as duas salas de motores. — Parqel? Status. — Sofremos apenas um rompimento e foi mínimo. Resselamos isso e está segurando agora que os motores foram desligados. — Já limpamos a pequena poça. – Maze adicionou.


— Bom. – Stag suspirou. – Yammer? Relatório. — Todas as leituras estão boas. Inspecionei visualmente tudo. Sem rompimentos. A leitura de pressão é um pouco alta em um cano, mas está segurando. — Vai durar até chegarmos a Garden? O melhor que puder prever. — Acredito que sim. Temos apenas que observar com atenção. — Obrigado, Yammer. Todos vocês podem retornar aos aposentos até que o turno comece. – Ele fechou as comunicações e se ergueu, se esticando após estar sentado há tanto tempo. – Agora esperamos para ter certeza que os piratas não conseguiram nos rastrear. — E se eles conseguiram? – Kelis fez uma carranca para ele. — Eles teriam que vir até nós, um por um. Aquela abertura não é larga o suficiente para caber duas naves. – Stag deu de ombros. – Isso os faz mais fáceis de matar. Além disso, muitos deles teriam que entrar no asteroide para chegar tão fundo. Eles não têm o escudo potente que temos e alguns daqueles fragmentos menores nos atingiram. Não sofremos danos, mas eles não serão capazes de dizer o mesmo. — Foi uma escolha lógica. – Veller declarou. Stag lançou um olhar a ele, mas não disse nada. Pelo menos o homem não estava questionando cada movimento dele agora. Aquilo fazia as coisas um pouco mais fáceis e menos enfurecedoras. — Você parece cansado. Quer que eu assuma o comando enquanto você descansa um pouco? Nada vai acontecer nas próximas poucas horas. Levaria esse tempo para os piratas chegarem, se eles foram capazes de nos rastrear. Stag apreciou a preocupação que Veller mostrava agora que eles haviam resolvidos os problemas, mas sacudiu a cabeça. Descansar significaria retornar para seus aposentos – e Nala. Ou pior, emprestar uma cama de um dos homens no Controle enquanto eles estavam trabalhando. Ele esperava que Hellion não notasse que ele havia pegado um dos uniformes. O macho não o chamaria se tivesse. — Estou bem. — As chances dos piratas nos encontrarem são – Stag queria soca-lo. — Conforme-se, Helliom! Não faça nada. Deixe isso como está. Eles podem fazer uma procura esquadrinhada e vão desistir em cerca de dois dias. Ficaremos aqui, então nos aventuraremos um pouco para fora para ler os sensores assim que sairmos do cinturão.


— Ficarei feliz quando essa missão terminar. Ainda acredito que essa é essa é a pior. Agora tivemos que correr dos piratas. Vou levar a limpeza dos corpos mortos a qualquer dia como se eu fosse um covarde. — Hellion. – Stag rangeu os dentes. — Eu sei. Engula isso e pare de ser emocional. – Hellion suspirou, olhando para frente. – Isso vai ser chato. Eu quase desejo que ainda estivesse fazendo reparos. Pelo menos o tempo passa. A dor de cabeça de Stag ficou pior. Era uma combinação de falta de sono, estresse, exaustão física e ele não havia comido uma refeição completa em dias. Ele retomou o assento, olhando para a tela. Eles estavam em uma massa escura com uma abertura a frente. Grandes pedaços de rocha passavam flutuando, o cinturão sempre os movendo em rotação. Ele circulava um planeta desabitado. Seus pensamentos retornaram para Nala. Ela estava sempre andando no fundo da mente dele e isso o aborrecia. Parte dele não queria nada mais que passar tempo com ela. Seu pau respondeu ficando semiereto. Stag fechou os olhos, esfregou novamente a testa, e tentou esquecer como era estar dentro dela. Ele tivera sexo com fêmeas várias vezes quando estivera em teste para se juntar a uma unidade de família. Isso havia sido logo após eles alcançarem Garden e começarem a construir a cidade. Nenhuma daquelas mulheres havia respondido a ele do jeito que a terráquea fizera. As cyborgs podiam ser frias, distantes e mascaravam facilmente as emoções. Elas não gemiam e se mexiam sob ele, não enfiavam as unhas na pele dele. Ele tinha que admitir, isso fazia o sexo mais intenso e prazeroso. ��� Estranho. O murmúrio suave de Kelis retirou Stag dos pensamentos. Ele abriu os olhos e colocou a mão na tela, tentando descobrir o que estava errado. Ele detectou um alarme desligando em uma das portas de atracagem localizadas na área de carga dois. Os outros sensores não detectaram outra nave, o que significava que o selo podia estar comprometido. — Um mal funcionamento? Talvez um dos escombros que nos atingiu provocou danos depois de tudo. – Veller se ergueu. – Vou checar. — Coloque um traje antes de entrar na área de cargas. – Stag ordenou. – Em caso de ruptura. Faça um exame exterior. Os engradados que levamos a bordo foram guardados. Eles não vão flutuar se você sair de lá. — Estão lendo isso? – A voz de Hellion se aprofundou com estresse. – Os níveis de oxigênio na área de carga dois aumentaram. Stag leu, quase pulando da cadeira. Os níveis de oxigênio estavam mais altos que o normal. Ele ligou automaticamente o sistema de alarme para toda a nave e abriu as comunicações.


— Estamos sendo invadidos. Alerta vermelho! Armem-se. — Isso tem que ser um erro do sensor. – Contudo, Veller se apressou até o painel de armas, coletando pistolas a laser e as armas de alta voltagem para cada membro da coleção. Eles os passou sem demora. — O aumento dos níveis de oxigênio significa que os sensores de movimento foram ativados. Desligamos propositalmente aquelas áreas se nada vivo está dentro. Aqueles sensores estão lendo corpos – os que se movem. – Stag se ergueu, prendendo as armas ao cinto do uniforme. – De onde diabos eles vieram? — Eles tinham que já estar dentro da cratera e não estávamos cientes de outra nave. Nossos sensores estão cegos, mas eles devem ter nos visto. – Kelis parou na porta. – Sinais de vida a bordo? — Quinze. – Hellion murmurou. – Há sete a mais do que deveria. Fomos abordados. Stag contatou Maze. — Chegue aos meus aposentos. Proteja Nala. Temos sete intrusos. Origem desconhecida. — Estou a caminho. — Não hesite em atirar neles. – Stag rosnou. – Me ouviu? Eles são hostis, ou não teria nos abordado sem permissão. O médico levou um segundo muito longo para responder. — Entendido. — Yammer? Parqel? Relatório. Ouviram o alarme? — Sim. – Ambos responderam. Então Yammer continuou. – Estamos armados. Ordens? — Sete não convidados. Eles entraram pela área de carga dois. Localize e os derrube. Estamos a caminho. Stag apontou para Kelis. — Você tem o Controle. Observe a entrada assim não teremos mais companhia. Atire se ver qualquer nave. Hellion, guarde a porta. Sele-a assim que estivermos fora. – Ele girou, correndo para a saída. – Você está comigo, Veller. — Essa é a pior missão. – Hellion declarou. ***** Nala estava deitada na cama encarando a parede quando as portas se abriram. — Já era hora! – Ela rolou, esperando dar a Stag um pouco de seus pensamentos.


Maze entrou no quarto e as portas se fecharam atrás dele. Ele bateu a palma na tela ao lado delas. Nala notou a arma na mão dele. Aquilo era novo. Ele geralmente carregava apenas uma bandeja de comida ou o kit médico. Ela se sentou e escorregou para a borda da cama, colocando as pernas no chão. — Qual o problema? — Fomos invadidos. O choque a deixou em silêncio. — Sete novos sinais de vida estão a bordo da Varnish. Não temos certeza se eles são humanos, piratas ou modelos Markus. A surpresa dela se transformou em terror e ela ficou de pé. — Androides de pele? Você tem uma arma sobrando? Ele virou a cabeça, olhando direto para ela. — Tenho apenas uma e isso não faria muito bem mesmo se atirássemos neles. Eles são difíceis de danificar. Não tenho esse tipo de arma. — O que isso significa? — Eles apenas podem ser mortos por alta voltagem de eletricidade. Eu não mantenho exatamente esse tipo de arma dentro dos meus aposentos. O Controle as tem, entretanto. Tenho apenas meu laser. Aquilo não soava bem de jeito nenhum. — Você pode rastrear os sinais? Você tem equipamento de monitoramento? — Sem monitoramento por vídeo. Podemos rastrear sinais de vida. Eles passaram pela área de carga dois e entraram na nave. Eles se separaram em duas equipes de dois e um de três. – Ele pausou. – Eles estão se espalhando, dois indo para o motor principal, a equipe de três homens está acessando o elevador para alcançar o Controle... – Os olhos dele se arregalaram. – Dois sinais de vida estão vindo nessa direção, para os aposentos da tripulação. Nala tentou não entrar em pânico. — Sinais de vida. Isso significa que não são os androides de pele. Quer dizer, não pegamos nada extra em nossa nave quando eles nos atacaram. – Ela ficou tensa, erguendo um braço e esticando a mão. – Podemos lidar com piratas. Me dê a arma. Maze sacudiu a cabeça. — Qual é! Você é grande forte. Pode com certeza chutar a bunda de um pirata. Você derruba um, eu atiro no outro. É um bom plano. — Encontre abrigo. – Maze soltou o painel e recuou para longe da porta.


Nala olhou ao redor da pequena área. — Não há nenhum. – A atenção dela se focou na unidade de limpeza. Maze seguiu o olhar dela. — Não quero que você esteja aonde eu estiver. Eles não vão atirar em você se forem piratas. Eles vão querer te manter viva. Mas talvez eles podem te acertar acidentalmente na batalha se você estiver muito próxima de mim. Vá para o outro lado da cama e se agache. — É um beliche. Eles totalmente vão me ver. Maze abriu a unidade de limpeza, entrou e manteve a porta aberta. Parte da parede protegia o corpo dele. — Estou ciente. Você vai distraí-los. — Ótimo. – Ela fez como dito, indo para o lado mais longe do colchão e se agachando. Ela podia ver por cima e manteve os olhos treinados na porta. — Stag e a tripulação estão a caminho. Preciso apenas nos segurar tempo o suficiente para eles eliminarem a ameaça. — Os caras maus podem não serem capazes de passar pela porta. — Eles já passaram por dois aposentos da tripulação. – Maze esmagou as esperanças dela. — Como você sabe? — Mantive meu link com o computador. – Ele arfou subitamente e as luzes do quarto desligaram. — O que foi isso? – Ela não podia ver coisa alguma. — Acredito que eles acabam de sabotar a sala do motor principal e desligaram a força. Meu link foi quebrado. Luzes de emergência ligaram, mas eram fracas e davam um tom estranho e sinistro ao quarto. Um som de estouro soou na porta e Nala agarrou a borda do colchão quando metal grunhiu e as portas começaram a se abrir. Seja lá quem estava lá fora tinha algum tipo de ferramenta que abriu vagarosamente as portas. Ela pôde ver o suficiente para enxergar uma arma, mãos enluvadas e uma pessoa de uniforme que tentou entrar no quarto. As cores do uniforme foram identificadas instantaneamente. Maze disparou e acertou o alvo. O corpo do soldado voou para trás, fora da vista no corredor com um grande barulho. Um som agudo soou e Nala colocou as mãos sobre as orelhas, enfiou o queixo contra o peito e fechou os olhos.


O grande boom e luzes cegantes que vieram um segundo mais tarde a jogou dolorosamente contra a parede, arrancando o ar dos pulmões dela com o impacto. As pernas dela desistiram e ela caiu de bunda. Levou preciosos segundos para lembrar como respira antes dela abrir os olhos, erguer a cabeça e soltar as orelhas. O segundo soldado havia entrado no quarto e tinha a arma mudando dela para a unidade de limpeza danificada. — Não atire! – Ela ergueu as mãos, mostrando as palmas, e separou os dedos. – Estou desarmada. O soldado segurou o olhar dela e então chegou mais perto da unidade de limpeza. Um facho de luz iluminou dentro quando ele acessou aquela função na arma. — Merda! – Nala olhou para a unidade de limpeza danificada e não pôde ver como Maze sobreviveria. Ela pensou que uma granada de atordoamento havia sido lançada, aquele som penetrante normalmente sendo um de alarme, mas havia um dano enorme as paredes da unidade de limpeza. Elas se curvaram para dentro como se algo as tivesse atacado e explodido. — Quem é você? – Ele manteve a arma e o facho de luz na unidade de limpeza. — Capitã Nala Vestria da Pride. — Essa é a Varnish. – Ele puxou uma segunda arma, apontando para ela. – O que diabos está acontecendo aqui? Por que você está com cyborgs? Isso é um cyborg, não é? — Meu transportador foi atacado. – Ela decidiu torcer a verdade. O uniforme que ele usava era o mesmo que o pai dela havia portado por vinte anos no exército. Eles não eram piratas. Eles trabalhavam para o Governo da Terra. — Acordei e me descobri trancada dentro desse quarto. Isso foi a primeira coisa que vi. Ele apareceu no minuto antes de você chegar. Nós não falamos exatamente. Eu me agachei aqui, assustada, e então vocês entraram pela porta. Funcionou. Ele abaixou a arma apontada para ela, deslizou no coldre, e se focou somente na unidade de limpeza. — É uma porra de um cyborg. Pensei que os rumores eram besteira. Pele cinza e tudo... mas parece que eles sangram vermelho. Nala tentou não entrar em pânico. Maze estava morto? Seriamente ferido? Ele não estava fazendo nenhum som ou atacando o soldado. Ela se ergueu vagarosamente. Suas costas doíam pelo impacto com a parede e o chão, assegurando que ela tinha hematomas. — Você veio me resgatar? O soldado virou a cabeça.


— Não. Estávamos postados dentro dessa cratera para monitorar o sistema. Imagine nossa surpresa quando vimos uma nave entrar. Nós a identificamos como uma conhecida escravizadora. Nala conseguiu impedir a boca de cair aberta. Não podia ser. Ela não acreditava que Stag e sua tripulação estavam nisso de sequestrar pessoas e vende-las ao mercado negro. — A Varnish é uma nave portadora de escravos? Ele olhou para longe dela e se curvou, correndo a luz acima do interior da unidade de limpeza. — Sim. Ela desapareceu há cerca de dez anos, de acordo com os registros que pegamos quando a identificação apareceu. Especificamente, eles roubam mulheres das colônias e as vendem a bordeis. É por isso que não a explodimos apenas e decidimos entrar. — Não compreendo. Ele a escaneou dos pés à cabeça. — Estivemos enfiados dentro desse buraco por três meses. Nossas substituições não vêm por mais três meses. Fica solitário, sabe? Não iriamos explodir mulheres que precisavam de nossa ajuda. — Entendo. – Nala mascarou as feições, tentando esconder seu desgosto. Ela suspeitou que eles não estavam em uma missão de resgate. Eles estavam procurando por mulheres sequestradas que pudessem vitimizar mais ainda. Ela não deveria ter escondido sua reação bem o suficiente. — Não fique toda ofendida. Estamos te salvando de fazer com dezenas de homens por dia se essas coisas tivessem te vendido para um bordel. Há apenas sete de nós. Você será bem tratada e irá para casa assim que eles enviarem uma nave para nossa estação de monitoramento para mudar nossos turnos. Você sabe se outras mulheres foram pegas? – Ele lambeu os lábios. – Estávamos esperando não ter que compartilhar. — Não faço ideia. — Descobriremos. Minha unidade vai encontra-los. Não se preocupe. Vamos ter tratar realmente bem. — Obrigado. – Essa foi uma palavra difícil de sair. Nala tremeu por dentro. Ele olhou para longe dela, de volta para a unidade de limpeza. — Eu provavelmente deveria atirar mais algumas vezes apenas para ter certeza que ele não se levante novamente. Nala deu alguns passos para mais perto e conseguiu segurar seus nervos para espiar dentro da unidade de limpeza. A visão de Maze caído no chão a horrorizou. Ele estava em uma bola, virado na direção da parede, como se


tivesse proteger a si mesmo. A camisa dele estava rasgada, sangue escorrendo. Ele conseguira cobrir o rosto com as mãos, assim ela não conseguiu ver se ele havia sido atingido ali. Ela notou um dos dedos de Maze se mover e arfou. — O que? – O soldado virou a cabeça na direção dela. Nala estendeu a mão e agarrou o braço dele. Ele mataria Maze se percebesse que o cyborg ainda estava vivo. — É que a ficha está caindo. Obrigado por me salvar! Eu estava aterrorizada. Estou tão grata. – Ela tentou não tentou ficar muito perto, mas o cara havia admitido estar atrás de mulheres. Ela usou a outra mão e agarrou o topo da blusa, puxando para baixo o suficiente para mostrar algum decote. – Meu coração parece que vai pular do meu peito. Você consegue ver? O olhar dele foi exatamente para onde ela queria, para o topo dos seus seios. Ele ainda se curvou um pouco e ela lançou o corpo para frente, pegando-o desequilibrado e despreparado. Graças a Deus o pai dela a havia ensinado autodefesa. Ela jogou o cotovelo para fora, o punho contra o peito onde ela ainda segurava a camisa, e o bateu nas costelas dele. Eles caíram juntos e Nala caiu em cima dele, separando as pernas para rapidamente montar as laterais das pernas dele. Ela usou o aperto nos braços dele para o manter preso enquanto ela foi para a arma lateral que ele portava. Ele não havia travado, então ela deslizou facilmente. Nala atirou antes mesmo que ele pudesse se recuperar. Ele gritou e o cheiro de material e carne queimada se ergueu. Ela atingiu o chão, rolou e apontou a arma para ele novamente. O soldado se contorceu e caiu para o lado. Foi quando Nala viu as marcas de queimadura no uniforme azul e o buraco nas costas dele. Nala olhou para a arma. Não era uma arma de choque. Ela acabara de acertálo com um laser que o havia rasgado ao meio. O homem agarrou a garganta... mas então se esticou. — Oh merda. – Nala sussurrou. Ela conseguiu se ajeitar, as mãos tremendo enquanto ela ficava de joelhos e então empurrou os dedos moles dele para longe do pescoço. Ela procurou por pulso acima da gola do uniforme. Não havia um. O tiro havia saído nas costas, provavelmente através do pulmão dele no caminho, e ela percebeu que isso tinha causado dano suficiente para parar o coração dele. Ela matara um soldado do Governo da Terra. Ele podia ser uma desgraça para os homens militares, mas isso ainda significava uma sentença de morte para ela.


Um gemido suave veio alguns metros de distância e ela virou a cabeça. Maze tentou se sentar e ela rapidamente tentou ajeitá-lo. — Estou aqui. Maze? Pode me ouvir? – Ela engatinhou mais perto da unida e parou na borda dela. Ele havia virado o corpo e agora estava sentado no canto e embalava o braço machucado. Os olhos dele estavam abertos quando ele ergueu a cabeça, encontrando o olhar dela. Ele parecia estar desorientado e com muita dor. — Está tudo bem. Apenas fique deitado. Você está realmente machucado. — Preciso do meu kit médico. Ela não sabia onde ele estava. Havia um pequeno sob o colchão na gaveta da parede. — Okay. Vou pegá-lo. Um grande barulho veio do corredor. Nala se virou, caindo de bunda novamente, e apontou a arma na direção da porta ainda parcialmente aberta. Ela ajustou o pé na frente dela, separou as pernas e sugou grandes porções de ar. A mão dela ainda tremia então ela agarrou o laser com as duas, travou os braços, e tentou julgar em que altura o peito estaria, ajustando a ponta da arma um pouco mais alta. — Me dê a arma. – Maze grunhiu e tentou chegar mais perto, julgando pelos sons que ele fez. — Vou te proteger. – E ela iria. O movimento apareceu e ela atirou. A mira dela estava um pouco ruim e ela atingiu a borda da porta, atingindo um metal. — Maldição. – Stag disparou. – Pensei que você disse que não tentaria me matar? — Eu sinto muito! Não sabia que era você. – Ela quase deixou a arma cair. Stag hesitou e então olhou pelo canto entre as portas. Era difícil vê-lo na fraca luz vermelha, mas ela conseguiu. Ele saiu de detrás da parede do corredor, agarrou os lados da porta e empurrou. Elas gemeram enquanto ele as abriu antes de entrar. — Abaixe isso. – Stag mandou. Nala colocou a arma no chão, o metal fazendo um ruído. — Maze está machucado. — Posso ver isso. – Ele se apressou em frente, chutou a arma para o lado e esticou a mão. Ela arfou quando ele agarrou os antebraços dela e a ergueu. Ele a soltou imediatamente.


— Saia da minha frente. Nala tropeçou para o lado enquanto Stag se agachava ao lado da unidade de limpeza, checando Maze. Ela lembrou do kit médico e se virou, se apressando para recuperá-lo. — Parados! Ela parou, na maior parte. Sua cabeça se virou e ela olhou para o soldado que havia entrado no quarto. Ele segurava uma arma maior e ela estava apontada para Stag. Ele olhou na direção dela e não pôde esconder a surpresa. Durou apenas um segundo antes que ele se focasse em Stag novamente. — Você move um maldito músculo e vou abrir um buraco tão grande em você que vai te cortar ao meio. Ela não moveu a cabeça, mas deu uma olhada lateral para Stag. Ele tinha as costas para o soldado, ainda agachado na abertura da unidade de limpeza. Nala se focou no soldado novamente. Ela soltou a arma com uma mão, tocou a orelha, e falou. — Venha. Alguém me responda. — Sua equipe não vai responder. – A voz de Stag saiu calma e fria. – Acho que você entrou a bordo depois dos primeiros sete. Todos eles estão mortos. Nala cerrou a mandíbula. Ela queria gritar com Stag por ser malditamente burro. O soldado tinha o que parecia ser um pequeno canhão apontado para ele e Stag estava tentando o homem. — Você vai morrer a menos que baixe a arma e se entregue. – Stag continuou. – Vou te deixar viver se você fizer o que eu digo. O soldado empalideceu visivelmente, mas isso passou rapidamente, as bochechas ficando vermelhas. Nala percebeu que era de raiva. O cara deixou a mão cair do fone na orelha e agarrou a grande arma com ambas as mãos. Ela temeu que ele atirasse. — Graças a Deus! – Ela manteve a voz baixa, com medo de assustar o cara e o fazer mexer os dedos no gatilho. – Você veio me resgatar! Eu estava transportando diamantes do tamanho de bolas de baseball das minas do planeta Rigger. Há quatro engradados deles escondidos em alguma lua que eles pararam. Não o mate! Aquele cyborg é o único que sabe onde eles o colocaram. Eles valem milhões de créditos. Nala um hesitante passo à frente. O outro soldado havia sido um babaca que admitiu por vontade própria que queria resgatar mulheres apenas para abusar delas. Ela esperava que esse tivesse a moral tão baixa quanto o anterior. — Nosso transporte foi atacado e toda a tripulação foi morta exceto eu. Eles são escravocratas; estavam planejando me vender. Meu pai era Manny Vestria.


Ele serviu vinte anos no exército. Sei o quão pouco eles pagam a vocês. Podemos dividir meio a meio. Pense em todos aqueles créditos. O soldado olhou para ela. Ele não atirou ou ajustou a arma para mirar nela, então ela deu mais alguns passos. — Poderíamos ser ricos. – Ela chegou ao lado do homem, ainda segurando o olhar dele. – Eles não são muito inteligentes e o cyborg não vai se mover contanto que você mantenha a arma treinada nele. Olhe. Ele olhou para Stag. Foi a abertura que Nala estava procurando. Ela atacou, passando entre os braços dele a segurando o peito dele, agarrando o uniforme. Ela segurou um dos calcanhares dele com o dela, empurrando tão duro quanto podia com o outro pé plantado no chão. O homem tropeçou para o lado e para trás, Nala indo com ele. A arma que ele tinha disparou, atingiu algo, mas ela sabia que tinha batido nele forte o suficiente para não ser em Stag ou Maze. Ele se ajeitou e Nala viu o punho dele chegando. Ela se encolheu naquele pequeno segundo, mas manteve o aperto no uniforme dele e uma perna, sabendo que seria mais difícil para ele disparar a grande arma com ela tão perto do corpo dele e se agarrando a ele. Dor explodiu na lateral da cabeça dela e a deixou tonta. A sensação de cair se registrou antes que ela caísse com força no chão. Alguém gritou, um homem, e aquele canhão explodiu novamente. Algo a atingiu nas costas, uma dor aguda, mas ela não pôde se mover. Então seu corpo pareceu desligar pela agonia dentro da cabeça e ela abraçou isso.


Capítulo XIII Stag andou de um lado a outro sem parar. — Por que ela não está acordando? – Ele fuzilou Maze com o olhar. O médico usava uma tipoia, o braço direito fora do jogo até que sarasse. — Ela sofreu uma concussão severa. — E que tal as costas dela onde aquela viga caiu em cima dela? – Ele se preocupava que ela havia causado o maior dano. O soldado havia conseguido disparar novamente a arma quando Stag o havia acordado, atingindo o teto com o disparo. – Era pesada. — Estou chegando lá. — Se apresse! Ela pode morrer porque você não a está tratando rápido o suficiente! — Stag. – Hellion chegou entre ele e o médico. – Ele está fazendo o melhor. Ele teve que parar o sangramento no braço e estabilizar a quebra no pulso dele. Isso o deixou com uma mão só. Nala está viva. Deixe-o fazer o trabalho sem o insultar a cada cinco segundos.

As luzes acenderam e Stag cerrou os dentes. — Consegui, - Veller declarou no transmissor. – O suporte de via está funcionando. Não perdemos isso. — O que os soldados fizeram? – Stag parou de andar de um lado a outro. — Eles explodiram alguns computadores de controle, que desligaram, incluindo a força. Consegui rerotear ao redor da área danificada. Vai segurar até que alcancemos Garden, mas está uma bagunça. Ficaremos no chão pelo menos uma semana para reparos. Stag queria bater em algo.


— Kelis? Você tirou aqueles corpos da minha nave? — Sim, Stag. Yammer e Parqel acabaram de retornar. Há um grupo presos a uma parede de rochas cerca de quatro mil metros mais adentro. Eles usaram trajes para flutuar para cima e entrar em nosso perímetro. É por isso que outra nave não foi detectada. — Que diabos? – Ele estava furioso. — Seis pods, linkados juntos. – Yammer disse. – Acessamos os computadores deles. Eles estavam monitorando o tráfego no sistema solar. — Como? Os metais no asteroide bagunçam os sensores. – Stag parou de andar, observando Maze fazer uma carranca enquanto escaneava o estômago de Nala e a área da pélvis. Ele queria perguntar o que estava errado, mas Yammer continuou o relatório. — Eles furaram dois buracos direto pela rocha para o exterior e colocaram um link direto lá para receber as atualizações de dados. Parece haver uma pequena abertura no cinturão que permite que eles recebam sinais de drones de comunicação a cada três dias, em intervalos de quatorze segundos, antes que o sinal seja interrompido novamente. Os drones são pequenos, não são fáceis de detectar por nenhuma nave. Eles guardavam toda a informação de tráfego e mais coisas nos pods. — Espere. – Stag emudeceu as comunicações. – Qual o problema, Maze? Você encontrou algo? Você está fazendo uma carranca. O médico olhou para ele. — Não tenho uma ilha completa de exames aqui, então tenho que passar por cada centímetro dela com cuidado com um scanner portátil. Não encontrei nenhuma hemorragia interna, nervuras ou danos ósseos. Stag girou e ligou novamente as comunicações. Ele não conseguia suportar olhar para Nala deitada naquele colchão, parecendo tão indefesa. — Continue, Yammer. Eles tinham dados de missão? Eles estavam procurando por nós? — Não. Pelo menos não oficialmente. — Eles acreditavam estar rastreando piratas, comércio ilegal, e possivelmente aparições dos modelos Markus. – Parqel disse depois. – Acessei as entradas do diário pessoal deles. O que estava no comando assumiu que o Governo da Terra podia querer continuar pequenas operações e eles foram enviados para avaliar a ameaça para qualquer mineiro ser enviado para cá. O que significa que ele não era muito inteligente. Eles minaram esse setor anos atrás. — Então por quê? – Stag queria apenas respostas.


— Desconhecido, mas nenhuma entrada nos diários pessoais menciona nada sobre cyborgs. – Parqel pausou. – A última entrada foi feita pelo escritório de comunicações deles. Eles identificaram nossa nave como pertencente a terráqueos criminosos de quem você a tomou. Eles nos atacaram acreditando que mulheres estavam a bordo, quem eles poderiam roubar. Ele pareceu um tanto ansioso com a perspectiva de confortar qualquer uma delas com sexo. A entrada era gráfica. Eles brigaram e então votaram para ou nos explodir antes de percebermos que não estávamos sozinhos, ou nos abordar. Foi sete contra um em favor de ganhar as mulheres. Aquele que você matou por último foi o do contra. Parece que ele se recusou a ser parte disso, desde que eles se encrencariam se algum descobrisse. Eles haviam planejado matar as mulheres antes que uma nova nave chegasse para os substituir no dever. Acho que ele mudou de ideia e veio atrás da tripulação para ajuda-los. — Entendido. – Stag cerrou os dentes novamente. — Não sinto culpa agora por tê-los matado. – Hellion murmurou. – Eles teriam abusado, assassinado e escondido o corpo de Nala se eles tivessem nos derrubado. Deve haver vários buracos dentro do túnel para esconder um corpo. — Ou eles poderiam incinerar um corpo. – Maze rosnou. – Os militares do Governo da Terra são piores. Eles nos chamam de assassinos. Pelo menos nunca tiramos vidas inocentes. — Parem com isso. – Stag caminhou até o painel e o tocou. O computador respondeu, então ele estendeu a mão e arrancou o incômodo comunicador da orelha. Ele abriu as comunicações para toda a nave. – Estamos online. Bom trabalho, Veller. — Obrigado. Estou indo para o Controle. Você já está lá? Stag girou de volta, olhando para Nala. Ele deveria estar no comando ao invés de estar esperando para ver se ela iria se recuperar. – Também estou a caminho. – Ele cortou as comunicações. – Maze? Como ela está? — Posso ir até o Controle se você quiser ficar. – Hellion o observou. — É meu dever estar lá, não o seu. — Tem certeza disso? Você está preocupado com ela. Você se importa. Fique com Nala. Podemos lidar com as coisas sem você por um pouco mais de tempo. Stag debateu isso por um segundo muito longo e Hellion saiu do quarto antes que ele pudesse decidir. Ele deixou isso passar, ao invés disso se focando no médico. — Maze? Você não me respondeu.

Maze se endireitou e o olhou com um olhar sério.


— Ela salvou nossas vidas. Você está ciente disso, não está? — Ele teria me acertado com a arma, não você. O que isso tem a ver com tudo? Eu quero uma atualização da condição médica dela. — Ela vai ficar bem. Não encontrei nenhum ferimento mortal. O alívio bateu em Stag, muito alívio. — Bom. Então eu deveria ir para o Controle. Fique com ela, e assim que ela for capaz de se mover, leve-a aos seus aposentos. Você pode dormir com Hellion. – Ele olhou para os danos no quarto. – Esse não é habitável até que os reparos estejam completos. Maze se moveu, bloqueando a porta. — Atirei no soldado encontrado no corredor. Eu já estava machucado quando o segundo planejava atirar em mim para ter certeza que eu nunca levantasse novamente. Eu estava voltando e ouvi Nala flertando com ele. Me convenci por um momento que ela realmente estava feliz por ser resgatada. Foi então que ela atacou e matou o soldado. Ela me protegeu e salvou minha vida. — Seu ponto? — Ela arriscou a vida dela duas vezes para salvar nós dois. Você estava errado sobre ela, Stag. Você ainda está planejando entrega-la para o Conselho quando chegarmos em Garden? — Não é da sua conta. — É agora! Ela salvou minha vida. Eu exijo respostas. Você se importa com ela? Seus sentimentos mudaram sobre ela o suficiente para se juntar a uma unidade de família com ela? A questão o deixou atônito. Ele não pôde nem mesmo falar. — Ela escolheu cyborg ao invés de soldados do Governo da Terra. Você está disposto a mantê-la ou não? Stag já tinha tido o suficiente. Ele caminhou para frente, seu peito pressionando contra o de Maze, e o fuzilou com o olhar. — Sai da minha frente. Maze não se mexeu. Ele apenas o fuzilou de volta com o olhar. — Vai fazer o certo por Nala? Se não, eu planejo me juntar em uma unidade de família com ela. Dê ela para mim se você não está disposto a mantê-la. — Ela é minha prisioneira. – Raiva preencheu Stag. — Isso não implicaria que ela é o inimigo. Ela escolheu lados, Stag. Você está apenas sendo teimoso demais para admitir isso. — Talvez ela sabia que seria uma batalha perdida para eles ganharem contra nós. Nala é esperta.


— E talvez você se tornou muito amargo ao longo dos anos que é incapaz de ver a verdade. Entregue Nala para o Conselho e farei uma petição para ser o macho dela. Devo a ela uma dívida de vida. Isso vai ter precedentes sobre todos que se inscreverem. – Maze caminhou na direção da cama e pegou uma injeção. — O que você está dando a ela? — Por que você se importa? – Maze pressionou a injeção contra o ombro de Nala. — O que você deu a ela? – Stag cruzou o quarto. — Algo para a dor e cura, claro. Eles olharam um para o outro. Maze falou primeiro. — Eu te conheço, Stag. Vi sua reação quando ela estava caída e você acreditava que ela estava gravemente ferida. Não cometa o erro de deixa-la ir. Outro macho vai trabalhar bastante para segurar a afeição e lealdade dela. Eles vão oferecer a ela tudo o que você não fez até agora. As mulheres como ela gostam de um homem que é doce e amável. Você vai perde-la para sempre. Não há vergonha em ter uma fraqueza quando isso te traz felicidade. Ela é sua única chance disso. Stag olhou para Nala, indisposto a discutir com o médico. — Você começou a evita-la, o que significa que ela representa uma ameaça. Mas a única coisa que você teme é se importar demais e se abrir para experimentar dor emocional. Escapamos da Terra para viver, não para apenas existir. Sua motivação para encarar cada manhã não deveria ser a próxima missão que o Conselho nos mandar. Stag suspirou. — Pensarei sobre o que você disse. Preciso ir até o Controle. Mova-a quando ela puder ser movida. Maze apontou para o próprio braço na tipoia. — E como eu deveria fazer isso? Fazer ela caminhar? Não. Eu quero que ela fique o mais imóvel possível por pelo menos seis horas. Ela sofreu algumas contusões nas costas e pequenos inchaços. Isso seria desconfortável para ela. Eu também protesto em dar meus aposentos a menos que você a esteja dando para mim. Há um lugar melhor na Varnish para movê-la. Stag segurou o olhar dele. — Sempre foi cortes de você se colocar em aposentos iguais aqueles de sua tripulação, mas isso foi antes de você ter uma fêmea. Ela estaria mais confortável nos aposentos do capitão. — Aqueles espaços são para quando um dos membros do Conselho quer viajar conosco ou quando temos membros extras da tripulação assim eles não são forçados a dormir dentro de uma área das cargas.


Maze sacudiu a cabeça. — Não tivemos que usar isso por um ano, Stag. Eu limpei e estoquei o quarto depois que você trouxe Nala a bordo, esperando que você a levasse lá. Os colchoes vazios foram removidos. Ela estará mais confortável se recuperando lá que em meus aposentos. Faça isso por ela. Stag sabia que essa era melhor opção. — Parqel, Veller e Kelis vão se recusar a compartilhar os aposentos deles com alguém. Eles tendem a começar a discutir. Yammer deixa todos desconfortáveis ao olhar como se estivesse planejando nossas mortes. Ele odeia ter seu espaço pessoal invadido. Isso deixa Hellion. Não me faça me juntar a ele. Por favor. Ele vai me deixar louco enquanto estou me curando. Quero apenas dormir, mas ele vai tentar conversar sem parar. Terei certeza de dizer à tripulação que falei com você e eles ficaram gratos. Stag finalmente sorriu sem querer. — Tudo isso é verdade. Vou leva-la aos aposentos do capitão. Ela pode ser movida agora? — Sim. — Então saia do meu caminho e caminhe na minha frente. Você terá que ativar o elevador e a porta. — Claro. Stag chegou mais perto da cama, com medo de machucar Nala. Ele se curvou, deslizando cuidadosamente os braços sob Nala, e a ergueu. Ele a ajustou assim a cabeça dela descansou no peito dele. A quietude dela o deixou incerto. — Ela está drogada. – Maze parecia ler a insegurança de Stag. – Eu queria que ela ficasse dormindo até que ela se curasse mais. — Vamos. – Stag se virou. Eles saíram dos aposentos de Stag e chegaram até o elevador. Maze o ativou e Stag entrou, chegando perto da parede para criar espaço para o médico. Eles foram até o nível do Controle e encontrou Yammer quando as portas se abriram. — Você está levando-a aos aposentos do capitão? – Ele se moveu para trás. — Sim. – Stag ficou parado, esperando que o macho protestasse. — Bom. Não estou compartilhando meu quarto e Hellion está enchendo o saco sobre como ele disse a todos que essa era uma missão de merda e ele parece convencido que estamos amaldiçoados até que cheguemos em casa. – Yammer sorriu para Maze. – Bom trabalho. Sei o que você está fazendo. Mas você estava motivado, desde que eu também sei que você teria que ser o pobre bastardo preso com ele. Precisa de ajuda para remover os colchoes das paredes e os guardando? Estou a caminho da área de cargas de qualquer forma.


— Já fiz isso, mas obrigado. – Maze saiu primeiro do elevador. Stag o seguiu, carregando Nala, mas parou para se dirigir a Yammer. — O quão ruim é o dano lá? — Nada que queiramos consertar até que estejamos fazendo reparos no chão. Eles hackearam a tela de acesso e fizeram uma bagunça ao abrir a porta de aportagem. Contudo, o outro painel está selado, então estamos bem. Não é como se estivéssemos planejando abri-la novamente até que termos que liberar aqueles robôs. — Eles mexeram nos engradados? — Eles marcaram equipamentos de mineração. – Yammer sacudiu a cabeça. – Eles não tinham interesse nisso. – Ele olhou para Nala. – O quão ruim ela está? — Ela vai ficar bem. – Maze limpou a garganta. – Depois que ela descansar muito na cama. E isso seria por aqui... Stag rolou os olhos e passou ao redor de Yammer. — Me mantenha atualizado nos reparos. — Farei isso. Maze abriu as portas para os aposentos do capitão e ligou as luzes. Stag ficou surpreso quando olhou ao redor, notando todas as diferenças desde que eles estivera ali. — Você esteve ocupado. Maze se virou. — Abaixei a cama mais larga do gabinete na parede e coloquei as estantes onde os colchoes foram juntados, para esconder os conectores. Eu queria que sentisse mais caseiro para Nala. Até mesmo baixei livros e vídeos de entretenimento para o divertimento dela. Não se preocupe. Eu sabia que você estaria desconfiado dela tendo acesso ao computador, então ele foi contido. Ela pode ajustar as luzes, assistir vídeos e usar a tela ao lado da cama para ler os livros pré-colocados. Eu travei os escudos nos locais de vista, mas sugiro que você permita a Nala acesso a eles. Isso ajudaria ela se sentir menos contida se ela puder ver o espaço. A atenção médica dele ao detalhe irritou pra caramba Stag. Maze caminhou para a cama grande e puxou as cobertas e lençóis. — Você deveria despi-la e a colocar sob as cobertas. Ela ficará mais confortável. Posso fazer isso se você não estiver confortável com a nudez dela. — Você passou por tempo e trabalho pensando sobre as necessidades de Nala quando ela não pertence a você.


— Alguém tinha que fazer isso. Stag cruzou o quarto e gentilmente colocou Nala na cama. Ele se endireitou, a urgência de socar Maze o enchendo. Maze obviamente estava ciente da raiva dele e recuou. — Se acalme. Há muita coisa nessa nave que não sou permitido fazer. Você não confia em mim para ter turnos no escudo, nem fazer reparos na nave. Tenho muito tempo livre em minhas mãos e isso significa que pensar no bem-estar de todos a bordo da Varnish, incluindo Nala. Isso não quer dizer um insulto à sua habilidade de cuidar dela. Aquilo acalmou a raiva. — Obrigado. — A tripulação vai aceitar você a mantendo, se isso é uma preocupação sua. Stag havia negligenciado seus deveres por tempo suficiente. — Não tenho mais tempo para discutir isso. Fique com ela. Tenho que ir para o Controle. — Ela era a capitã de um transportador, Stag. Tentei pensar em todas as desculpas que você pode dar para evitar mantê-la. Ela deixou o próprio planeta para viver no espaço. Altamente duvido que ela iria preferir Garden a essa nave, se for dada a escolha. Alguns da tripulação podem não estar felizes, mas você poderia recoloca-los em outros locais se eles não se ajustassem. A Varnish é sua propriedade pessoal. Sei que Hellion e você não tem problema com Nala como tripulação. — Maze, eu realmente preciso ir para o Controle. É possível que os piratas possam checar o cinturão de asteroides por nós. — Veller é mais que qualificado para matar se a necessidade surgir. Seu lugar agora é com Nala. Ela é sua fêmea, ela salvou sua vida, e estou apostando que é sua cara que ela vai apreciar ver quando acordar. – Maze se virou. – Você fica e se preocupa com ela. Eu irei de sessão em sessão e te enviarei relatórios. Deixe-a confortável e você pode querer lavar um pouco do sangue nela. – A porta se fechou atrás dele. Stag apenas ficou lá, incerto do que fazer. Finalmente ele se virou, o olhar em Nala. Ele poderia ter perdido ela. Ele tinha muitas coisas para pensar. Mas primeiro, ele faria exatamente o que Maze havia sugerido. Ele caminhou dentro da unidade de limpeza expandida e pegou toalhas quente e molhadas, e retornou para a cama, sentando-se. Stag lavou o sangue fora dela tão gentilmente quanto pôde e tirou as roupas de Nala, vendo os hematomas na parte baixa das costas dela em primeira mão. O mais alto nas costas dela, o que ele colocara lá com o joelho enquanto estivera machucado, quase havia desaparecido.


— O que vou fazer com você, Nala? – Ele queria que a resposta fosse simples.

Capítulo XIV


Nala abriu os olhos e olhou para um teto não familiar. A memória voltou instantaneamente e ela ficou tensa. A nave de Stag havia sido abordada por militares. Movimento à direita dela a fez mover a cabeça, olhando para um par de olhos azuis bem familiares em um rosto lindo. — Estou aqui, Nala. – Stag sorriu. — Os soldados? – Ela queria se sentar, mas ele se inclinou sobre ela, impedindo-a de se erguer. — Descartados. Ela deixou o corpo relaxar, entendendo que a festa de abordagem não era mais uma ameaça. — Como está a tripulação? — Eles estão bem. Maze teve o pior dos ferimentos, mas vai se recuperar rápido. Um pulso quebrado e os cortes ao longo do braço dele foram superficiais. — E você? – Ela olhou para baixo, olhando tanto do corpo dele quanto podia, não vendo nenhum rasgo no uniforme dele ou sinais de ferimentos. — Estou bem. Eles nunca tiveram uma chance contra minha tripulação de cyborgs. Os militares nos pegaram de surpresa, mas não foi o suficiente para uma vantagem. – Ele respirou fundo. – Maze foi o único machucado, além de você. – Ele estendeu a mão e acariciou a bochecha dela. – Como você se sente? — Um pouco estranha. — Maze te deu uma injeção para melhorar a dor. Nala mudou a atenção para o teto, ao redor das partes do quaro que ela podia ver, então de volta para ele. — Onde estamos? — Nos aposentos do capitão. — Sua nave foi destruída e você pegou a nave dos soldados? — Não. Ainda estamos a bordo da minha. Ela avaliou aquilo na cabeça. — Estou confusa. Você é o capitão, certo? Então de quem eram os quartos que estávamos antes? — Meus. Eu nunca fico aqui.


— Por que não? É muito mais espaçoso. – Ela olhou para a cama e então encontrou novamente o olhar dele. – Espaços mais largos para dormir também. — Eu sinto que isso me dá o mesmo patamar que minha tripulação. — Pegando os aposentos da tripulação ao invés desse? — Sim. — Ter o espaço mais confortável em uma nave é um das graças de ser o único assinando os cheques deles. — Não usamos o sistema monetário. — Eu ainda não entendo. Então por que seus homens trabalham? Stag sorriu. — Os cyborgs recebem comida grátis, roupas e casas. Nunca pedimos por mais do que precisamos. Todos em minha sociedade encontram um trabalho que eles gostam e provemos um para o outro. Minha tripulação escolhe servir na Varnish. Apenas usamos o sistema de créditos quando fazemos trocas com os terráqueos. De outra forma, os créditos são inúteis. Há algo mais que você gostaria de saber? — Por que você está sendo tão legal e amigável comigo? – Ela engoliu. A expressão dele parecia quase terna e o jeito que ele olhava para ela... como se ela fosse preciosa... — Por que eu não seria? Você está com sede? Com fome? Me diz o que você precisa e pegarei para você. O medo bateu com força. — Merda. Estou morrendo, não estou? Stag ficou sério. — Não. Por que você diria isso? — Porque você está sendo tão... não você. Você está respondendo minhas perguntas, acabou de me dizer nome real da sua nave e você sorriu sem me ter tentando realmente duro para fazer isso possível. – Ela estendeu a mão e empurrou o peito dele. – Mova-se. Minhas pernas se foram ou algo assim? Eu fui atingida depois que aquele imbecil me socou? Eu tenho hemorragia interna que Maze não conseguiu reparar desde que ninguém provavelmente tem meu tipo sanguíneo nessa nave? Stag se endireitou. — Você está bem, Nala. Um pouco machucada e você tem uma pequena concussão. Maze me assegurou que você vai se recuperar completamente. Nala sentou-se, empurrou as cobertas das pernas, e olhou para o corpo nu dela. Aquilo veio como uma surpresa.


— Eu te despi e limpei um pouco de sangue. Havia um tanto. Eu ataquei o soldado que você distraiu e o sangue dele espirrou sobre você quando o matei. Nala correu as mãos pelo corpo, até mesmo chutou as cobertas para fora das pernas e teve certeza que tudo estava lá. — Dez dedos nas mãos e pés. — Pare. Você está agindo de modo irracional e isso está me deixando preocupado sobre seu estado mental. Ela encontrou o olhar dele. — Quanto tempo fiquei fora do ar? Já chegamos ao seu planeta? É esse o grande beijo de adeus, você finalmente vai me despachar e me entregar para outro cyborg? — Não. Ainda estamos dentro do asteroide para evitar piratas nos localizando. Eu estimo que não alcançaremos Garden por alguns poucos dias. E por que você diria isso? — Porque você está sendo tão malditamente legal e... bem, você disse isso. Preocupado. Isso não é você, Stag. Apenas seja honesto comigo. Que coisa horrível você tem que me dizer que te faria ter pena de mim o suficiente para agir desse jeito? A boca dele se virou para baixo mais ainda. — Apenas cuspa! Posso aguentar. Tem que ser super ruim. Stag inalou e soltou vagarosamente a respiração. — Decidi não te deixar ir embora. — Você já me disse isso. Eu não sabia que isso estava em discussão. Você disse que não confiaria que eu não contasse as autoridades que cyborgs estão vivos e na verdade viajando pelo espaço. Você também é paranoico e não confia nem um pouco em mim. — Estou ficando com você, Nala. Não vou te entregar para o Conselho Cyborg para te designarem a outro macho. Você é minha. Nala podia dizer muita coisa sobre Stag, geralmente, mas naquele momento, ele a deixou sem palavras. Ela apenas o olhava, atônita. Ele estendeu a mão e correu os dedos pelos cabelos dela. — Estou bagunçando tudo. Não sou bom em me expressar. – Ele deixou a mão cair na cama e suspirou. – Você salvou minha vida. Aquilo fazia mais sentido. — Então você se sente grato, ou em débito comigo, e acha que me deixando ficar com você é mais legal que me entregar a um estranho?


— Decidi ficar com você. Estou aliviado que você me escolheu acima de sua chance de escapar. O coração de Nala bateu mais rápido. — O que você quer dizer com isso? Esclareça a parte do ficar comigo. Os olhos de Stag se estreitaram e ele se inclinou para mais perto. A boca dele se separou, mas então a porta apitou. Stag se moveu rápido, agarrando a coberta e puxando, cobrindo Nala. Alguns segundos mais tarde, Maze entrou. — Vim checar minha paciente. — Nunca entre em meus aposentos sem permissão. – Stag ficou de pé e encarou Maze. — Peço desculpas. – Maze sorriu para Nala. – Como você está se sentindo? A dor é suportável? Tem dor de cabeça? Tontura? Náusea? — Estou morrendo ou algo assim? Me diga logo, Maze. Você é médico, então tem que fazer algum tipo de juramento de ser honesto com um paciente. Estou exigindo isso agora. O sorriso dele sumiu. — Você vai ficar bem. Por que pensaria de outra forma? Nala abraçou a coberta ao peito com um braço para impedir que ele deslizasse para baixo e expusesse os seios dela e apontou o polegar na direção de Stag. — Ele também foi socado na cabeça? Algo está errado com ele. Maze fuzilou Stag com os olhos. — Eu te disse para ser amável e doce com ele, assim ela vai concordar em ficar com você. Como você poderia bagunçar isso? – Maze segurou o olhar de Nala em seguida, as feições relaxando. – Stag ficou com medo quando você se machucou e percebeu que ele não queria te perder. Ele tem sentimentos quando o assunto é você. Ele não quer permitir que outro macho tenha você, Nala. Você importa para ele. Ele é horrível em expressar as emoções, isso é novo para ele, mas ele – A compreensão bateu forte em Nala e ela interrompeu. — Cale-se, Maze. Já chega. Obrigado. Agora saia. Ele piscou, os lábios ainda abertos. — Vá. – Ela acenou com a mão. – Xô. Tchau. Stag e eu precisamos ficar sozinhos. O médico girou e saiu pela porta, murmurando algo sob a respiração enquanto ia embora.


— Não entre em meus aposentos novamente sem permissão. – Stag gritou atrás dele. A porta se fechou e Nala observou Stag. Ele finalmente olhou de volta para ela. Os olhos azuis dele estavam cobertos, uma carranca marcando suas feições. Os segundos passaram, extremamente silenciosos, enquanto Nala lutava para organizar na cabeça o que ela havia aprendido. — Em primeiro lugar, você me assustou pra caramba. Você, subitamente sendo legal do nada, foi assustador. Segundo, por que você iria ouvir qualquer coisa que Maze te disse para fazer? Sabe quem você não é? Ele. E qualquer coisa do que ele disse é verdade? Stag hesitou e então assentiu. Nala sorriu. — Não é engraçado. — Meio que é. – Ela deu uma batidinha na cama ao lado dela. – Venha aqui. Ele não se moveu. — Por favor? Stag se moveu de modo relutante, sentando-se. — Obrigado. Eu também me apaixonei por você, se isso ajuda. Contudo, de agora em diante seja apenas você. O homem que conheci não me diria apenas que está me mantendo. — Eu declarei isso. — Você ainda vai me amarrar na cama toda noite, preocupado que eu possa te estrangular? — Não. — Me trancar no quarto? — Você vai tentar escapar? — Você vai me fazer querer ir para longe de você? — Estamos renegociando termos agora? – Aquilo pareceu deixa-lo com raiva. — Digamos que você me ensinou sobre a sociedade cyborg, especificamente como você deve impressionar uma mulher o suficiente para ficar com você. Eu ficaria com menos vontade de querer escapar. — Você espera que eu aceite ordens suas? – O tom dele foi cortante, se tornando grosso. – Você quer controlar minha vida?


— Não. Não é isso que você é. Eu quis dizer as partes sexuais. Você poderia me ensinar muito e me manter muito cansada para querer sair da cama. Eu realmente gostei quando você me ensinou sobre sexo oral e estamina. Um brilho maldoso se mostrou nos olhos de Stag. — Isso pode implicar que eu quero me juntar a uma unidade de família com você. — Não entendo completamente o que isso abrange, mas estou disposta se significa que ficaremos juntos por bastante tempo. Não vou concordar em ficar se você continuar ameaçando me entregar para seu Conselho. — Você não tem voto no assunto. Estou ficando com você, Nala. Você pertence a mim. Cada vez que eu dormi, você estará em minha cama comigo. Eu nunca vou te deixar ir. — Você tem que parar de me amarrar na cama. Esse é um ponto crucial comigo. — Algumas vezes eu posso fazer isso se você não se comportar e eu quero... te ensinar propriamente. Você tende a se mexer muito quando estou entre suas pernas. — Justo o suficiente. E mais, realmente quente. Eu vou te amarrar alguma vez? Você pareceu gostar disso naquela vez. — Negociaremos isso mais tarde. — Você quer dizer que curou sua paranoia de tem certeza que não vou te sufocar com seu próprio travesseiro? — Sim. – Ele deixou um sorriso sair. — Posso trabalhar com isso. Stag chegou mais perto. — Eu não pude lidar com o pensamento de te perder. Eu não vou. — Bom. Também fiquei muito apegada a você. Eu te disse, você morre, eu choro. Quis dizer isso. — Você não pode separar seu corpo dos seus sentimentos. — Não. — Terei que usar isso como minha vantagem. Nala sorriu. — Acredito totalmente que você vai. – Ela segurou o rosto dele entre as mãos e o beijou. Stag gemeu profundamente, passando os braços ao redor dela e a puxando apertado contra ele.


Nala arfou, sentindo dor, e quebrou o beijo. Stag praguejou, retirando os braços de perto dela. — Esqueci sobre suas costas. Você está machucada e precisa de alguns dias para se recuperar. — Eu poderia ficar por cima. Eu te quero, Stag. Um barulho soou e os dois amaldiçoaram. — Sua tripulação tem um timing de merda. — Nem me fale. – Ele se afastou dela, ergueu-se, e cruzou o quarto. Ele bateu a mão na tela ao lado da porta. – O quê? Nala o observou. Stag não falou novamente, mas sua expressão mudou, como se ele estivesse reagindo a uma conversa silenciosa. Ele não parecia feliz quando deixou a mão cair e suspirou, olhando para Nala. — Preciso ir ao Controle. Não vou demorar. Pegarei comida se você estiver com fome. — Estou bem, mas você pode arranjar para que eu possa te contatar se precisar? Ele assentiu e colocou a mão de volta na tela, mantendo o contato visual com ela todo o tempo. — Feito. Apenas diga meu nome. Coloquei um comando de áudio, assim você não terá que levantar da cama. As comunicações por áudio serão ativadas. — Obrigado. — Descanse. Melhore. – Stag deixou a mão cair, ajustando a frente das calças. – Quanto mais cedo, melhor. Nala sorriu. — Gosto de te deixar duro; Ele saiu sem nenhum comentário. Nala se deitou e sentiu felicidade. Seu cyborg queria ficar com ela. A palavra com A não havia sido trocada, mas eles haviam construído a fundação para isso. Stag querendo-a dizia tudo. — Stag? — Qual é o problema, Nala? — Nada. Eu estava apenas testando para ver se funcionava. Acho que minhas costas ficarão bem se eu não ficar sobre ela e em cima de você. Amei aquela posição. — Eu lembro. Você vai me fazer entrar no Controle com uma ereção. Eu sabia que você era problema.


— Acho que sua tripulação vai descobrir que estamos fazendo mais que dormindo em sua cama. — Terei certeza que eles façam isso. Sei que alguns deles já te fizeram ofertas. Eles não farão isso novamente. — Bom. E Stag? Eu sou o tipo de problema divertido. Vou te mostrar quando você voltar. — Preciso cuidar dessa situação. Comporte-se. Stag desligando. — Okay. – As comunicações silenciaram e ela gargalhou. Stag entrou no Controle, fuzilando Maze com o olhar. Toda sua tripulação estava reunida lá e ele tinha a sensação que era culpa do médico. — O que está acontecendo? Qual é a emergência? — Maze declarou que você está mantendo a fêmea. – Veller andou para frente, parecendo zangado. – Eu protesto. — Não é da sua conta, Veller. – Yammer retrucou, cruzando os braços. — Acho que isso é maravilhoso. – Hellion sorriu. – Eu gosto de Nala. — Você gosta de todo mundo. – Kelis murmurou. – O que você acha, Parqel? Eu sou neutro. Stag nos disse que podemos ficar com um dos robôs sexuais. Parqel deu de ombros. — A Varnish pertence a Stag. Ele pode manter a terráquea se quiser. Como eu disse antes que ele chegasse, não é nada da nossa conta. — Exatamente. – Maze apontou para Veller. – Você é o único que tem problemas com isso. Você pode transferir os deveres assim que alcançarmos Garden e se voluntariar para outra nave. — Eu gosto dela porque não há fêmeas a bordo. E abaixe sua mão. — Você perdeu nos votos. – Maze abaixou o braço. — Bom, agora ele tem uma fêmea a bordo e eu fico feliz. – Hellion disse. – Isso significa que também podemos ter fêmeas um dia. — Você só diz isso porque ninguém mais quer trabalhar com você, então você está preso na Varnish. — Isso está certo, Veller. – O bom humor de Hellion desapareceu e ele avançou, as mãos se apertando em punhos. – Essa é minha casa, mais que a sua. Nala fica. Você vai. Stag já tinha o suficiente. Ele temera que mantendo Nala poderia ter efeitos adversos em sua tripulação e ele estivera certo. Alguns deles pareciam prontos para brigar. — Já chega!


Todos os homens olharam para ele ao aviso alto. — Isso não está aberto à discussão. Nala pertence a mim. Você é mais que bem-vinda para não me se alistar para minha nave assim que alcançarmos Garden, Veller. — Você realmente está decidido a permitir que uma terráquea viva em sua nave? – O macho o fitou sombriamente. Foi uma resposta fácil para Stag. — Sim. Ela fica. Veller rosnou e girou, andando de um lado a outro. — Não sei qual é o seu problema e nem me importo. – Stag o observou com atenção, preparado se ele atacasse. – E essa foi uma brilhante ideia, Maze. — Percebi que você pudesse atrasar a informar a eles sua decisão. Eu esperava que eles concordariam que Nala pudesse ser uma boa coisa para toda a tripulação. — Qualquer um de você toca nele e eu removo seus dedos. – Stag agarrou o antebraço. – Não estou compartilhando ela. Permitirei que vocês fiquem com dois robôs de sexo. Contudo, vocês podem descobrir onde guarda-los. Não quero eles saindo da área dos aposentos da tripulação. — Isso é aceitável para mim. – Parqel sorriu. — Eu não quis dizer que Nala deveria dormir conosco. – Maze sacudiu a cabeça. – Você nos dá pouca liberdade, Stag. Nala vai te manter ocupado e dar ao resto de nós mais responsabilidades. Você pode ser um pouco dominador. Veller parou, interesse finalmente se mostrando em suas feições. — Isso é verdade. Não pensei nisso. Hellion desdenhou. — Você pode assumir as armas com mais frequência. Isso te deixa feliz, não deixa? Stag não pode trabalhar tantos turnos se ele tiver uma fêmea. — Posso liderar uma missão? – Veller chegou mais perto. – Apenas uma? Você vai precisar se vincular com sua fêmea. Isso significa que você deveria passar uma boa semana ou duas com ela. Talvez você poderia fazer isso em Garden. Você pode confiar em mim com a Varnish. — Terráqueos tem lua-de-mel. Eu lembro disso. É onde eles se trancam e tem muito sexo. – Kelis assentiu. – Poderíamos ir em uma missão sem você, Stag. — Por cima do meu corpo morto que você vai me fazer sair da minha própria nave. – Stag considerou rapidamente o pedido de Veller. – Deixarei você liderar uma missão, entretanto ficarei a bordo. Não gosto de passar tempo em Garden. É por isso que me dei ao trabalho de roubar essa nave.


— Então temos um plano. – Hellion deu um sorriso bem grande. – Nala fica. Todos estão felizes. Stag passa mais tempo com a terráquea, então ele não é muito controlador conosco. — E ganhamos dois robôs sexuais ao invés de um. – Yammer também sorriu. – Eu gosto desse compromisso. Stag diminuiu o aperto na arma. — Terminamos aqui? Eu gostaria de retornar aos aposentos do capitão. Ficarei lá a partir de agora. Nala e eu precisamos do quarto extra. — Essa é nossa resposta para os robôs sexuais. Podemos guarda-los em seus antigos aposentos quando eles não estiverem em uso. – Parqel assentiu. – Claro, assim que fizermos reparos. — Veller, você está no comando. – Stag se virou, saindo do Controle. Poderia ter sido muito pior. Seria difícil esconder dois robôs sexuais a bordo de sua nave, escondendo-os do Conselho, mas sua tripulação merecia algo por todas as missões perigosas que eles passaram. Seria a primeira vez que ele deixaria algo fora dos relatórios. Stag sorriu, entrando em seus novos aposentos. Nala esperava e isso parecia bom.

Capítulo XV Dez dias mais tarde

Stag sentou-se nos escudos, checando os sistemas. — Tudo está perfeito. – Hellion declarou de alguns metros à frente. – Passamos por cada centímetro da Varnish enquanto estávamos aportados em Garden fazendo reparos. Vá passar tempo com sua Nala. Temos isso.


— Temos. – Veller concordou. – E como você pode ver, estamos em curso para a Estação Gerard. Estaremos lá em aproximadamente onze horas. Stag virou a cabeça, olhando para Kelis sentado no controle das armas. — Você tem algo a adicionar? — É uma missão simples, uma que podemos lidar facilmente. Dois de nós vão se vestir para esconder o que somos e entrevistar o sobrevivente no pod que pousou lá. — Temos os uniformes de autoridade em nossa mão. – Hellion sorriu. – Estaremos dentro e fora daquela estação em uma hora, duas no máximo. As portas do Controle se abriram e Nala entrou. Ela caminhou direto até Stag e sentou-se no colo dele, passando os braços ao redor do pescoço dele. — Você está enlouquecendo sua tripulação novamente? Você deveria estar pegando comida para nós, mas eu sabia que te encontraria aqui ao invés disso. — Não me faça me arrepender a te dar acesso livre a essa nave. – Ele manteve o tom suave, contudo brincalhão. Ele achou engraçado que ela o caçara. — Do que estamos falando? – Ela desviou o olhar dele para a tripulação. — Alguém relatou ser atacado por um cyborg. – Hellion respondeu primeiro. – Vamos entrevistar o sobrevivente. Será outra falsa ocorrência, mas sem checamos. — Não podemos apenas perguntar a outras naves cyborgs se eles fizeram isso? – Ela espiou Stag. — Sempre temos esperança que outros cyborgs escaparam da Terra. Não fomos capazes de libertar todos eles quando fugimos. Às vezes relatórios de aparecimento são feitos e sempre esperamos encontrar sobreviventes para levamos para casa em Garden. — A última vez que alguém disse que eles capturaram um cyborg, era um mecânico terráqueo que caiu em um fluido de motor e a pele dele se tornara azul. – Hellion gargalhou. – As autoridades o seguraram por dois dias antes que percebessem. Kelis riu. — Isso é horrível. Pobrezinho. – Nala fez uma cara, torcendo o nariz. — Foi engraçado. – Stag concordou. – Dessa vez, uma nave de suprimentos foi atacada e um sobrevivente chegou a um pod que alcançou a estação Gerard. Estamos a caminho de lá agora. Nala ficou tensa e saiu do colo de Stag. — Mostre aquele setor na tela principal, por favor. Ninguém se moveu.


— Qual é. – Nala fuzilou Stag. – Eu disse por favor. Eu conheço bem essa rota. Eu costumava entregar para aquela estação. É uma de grande entretenimento. — Faça isso. – Stag ordenou. Nala se virou, indo para a frente do Controle, e esperou. O mapa apareceu. — Amplie essa sessão aqui, por favor? – Ela usou o dedo para mover para onde ela queria. Stag assentiu para Hellion. Nala apontou — Essa é a Estação Gerard. – Ela apontou para um ponto perto dela. – Essa é Erosa. É um planeta respirável com alguns milhares de residentes. Eles cultivam comida. – Ela apontou para outro ponto. – Essa é a Estação Arris. É notícia ruim. É uma central de crimes e eu evito aportar lá. – Ela se virou brevemente, encarando a tripulação. – Agora essa é a parte interessante. Nala encarou novamente a tela, apontando para as três luas agrupadas. — Os capitães conversam frequentemente. Muitos dos transportadores foram contratados para levar domos com habitats para o centro da lua bem ali. – Ela colocou o dedo no ponto e então olhou por sobre o ombro, segurando o olhar de Stag. – Eles foram contratados pelos militares. O GT está fixando operações nessa lua. Baseado no que eles pediram, aposto que algumas centenas de soldados estarão estacionados lá. Não sei se está operando, mas é apenas algumas poucas horas de tempo de voo da Estação Gerard. Há rumores que a colônia em Erosa pediu a eles para vir por causa do tráfego indo a Arris. Eles se preocupavam sobre serem assaltados desde que, como eu disse, é uma central de crimes. Os visitantes da Estação Arris deixam a Estação Gerard e o planeta sozinho até agora, mas... – Ela deu de ombros. – Isso poderia mudar. Seja cuidadoso. — Merda. – Hellion murmurou. – Isso é ruim. Nala continuou a estudar o monitor. — Eu voaria até o setor Quellis e passar completamente aquelas luas. Desse jeito, se eles estiverem operando e receberem um alerta, poderíamos estar dentro e fora de lá antes que eles tenham a chance de enviar soldados para a estação. Isso é, se vocês ainda querem entrevistar o cara que disse ter visto um cyborg. — O que você faria, Veller? – Stag se ergueu. O macho não parecia feliz com o que aprendera. Ele pareceu pensar nisso. — Você acha que sua informação é certa, Nala? — Sim. — Eu mudaria o curso. Stag confia em você e isso é bom o suficiente para mim. Isso vai adicionar um dia a nossa viagem, mas podemos evitar entrar no alcance dos sensores das luas por tanto tempo quanto possível.


Stag cruzou o cômodo para Nala e a surpreendeu ao pegá-la nos braços. — Estaremos em nossos aposentos. Essa é sua missão. Apenas me contatem se for uma emergência. Nala passou os braços ao redor do pescoço dele e descansou a bochecha contra o peito dele. Ele a carregou de volta para os aposentos deles e selou a porta. — Você ouviu aquilo? Veller confia em mim. — Ele disse que eu confio em você. – Ele gargalhou. — Perto o suficiente. Stag sentou-se na cama, ajustando Nala no colo. — Obrigado por compartilhar aquela informação conosco. — Sua tripulação é minha tripulação. Estou apenas cuidados deles. Os olhos de Stag se estreitaram. Nala riu. — Ainda trabalharemos nisso. Compartilhar é cuidar. É um bom lema. – Ela beijou o queixo dele, então mordiscou o lábio inferior dele, finalmente se afastando. – E sobre a comida? Eu lembro especificamente que você me prometeu uma refeição. Ele se virou, jogando-a na cama e prendendo-a sob ele. — Eu lembro especificamente de pedir a você para ficar dentro dos nossos aposentos. Acho que você precisa aprender uma dura lição. — O tipo quente e sexy? – Os olhos azuis dela brilharam. — Você não deveria parecer tão excitada quando eu te ameaço. — Você não me assusta mais. – Nala deslizou os dedos nos cabelos dele, brincando com as mechas. – Você é grande e suave. Stag ajustou o corpo, movendo os quadris entre as pernas dela. Nala as separou para ele e ele pressionou a virilha contra a dela. — O que você estava dizendo sobre suave? Nala subitamente ficou séria e Stag se perguntou o que havia dito de errado. — Eu te amo, Stag. A admissão dela não o surpreendeu. Ele suspeitara que ela tivesse fortes sentimentos por ele. Mas ele estava surpreso pela própria reação – uma poderosa emoção que apertou seu peito.


— Sei que você também me ama. Você apenas não disse isso porque é um cyborg fodão e vai levar tempo para te ganhar até que você se torne mais falastrão. Suas ações me dizem o que sua boca não consegue. — É assim? – Stag sorriu. — Sim. Ele deslizou nela, agarrou a frente das calças dela e começou a removê-las. — Vamos colocar em teste. Acho que sou muito habilidoso em usar minha boca para expressar meus pensamentos. — Me dê seu pior, cyborg. – Ela sorriu. Stag parou, segurando o olhar de Nala. — Você se tornou meu coração, Nala. Eu sempre vou te dar apenas meu melhor.

*** FIM ***


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