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FO G FO E GE I D O

B A N D


a o g i m m u a u

o g i m m u e m d

e t o g i

z

e,

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di , e eu qu ec lá z nt a v o di ac ta do e es qu e z u Di z q Di

Di

o rt viu, fa que

u Q

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o t r r a i f uv ito,

o n , o e o b t d is u

t a l s m e a O ais ensív m s O is a m O

Ma

s

om

É q ais eu ue a inc só o e rív vej sp el o o elh ma o is

bru

to.


farto das mesmas queixas

no mesmo caderno,

Farto da caneta

a selecão deles é mais forte,

Ficaremos sempre em que me leva ao inferno,

Farto de mim de ti

de nós contra o resto do

MUNDO

segundo


ninguém te disse Ninguém te falou

Não dá para ganhar.

Eles dizem foge! foge! Mas eu fico, foge! foge!

e eu fico, Cada vez mais

bandido


Eles dizem foge! foge! Mas eu fico, foge! foge!

e eu fico, Cada vez mais


coisa

nem

ada

nada

Não s o nem s u luz d nem s ombra a serr n nem a omb e lvor ra d m lu não s nem maad noit ou rug

va z

t o a o lou l li c v m o e it nã z e o l da te o m so n u u c m mé o a r é o o

io


não sou num abraco frio

crescendo e fugindo do tempo que passa

nem ponta de cio nem lua patética

nem cigarro viciado

não sou murmurio de rio

quebra-luz nem galvinha entrelacado


O FECUNDARAM

ja n達o sou resina

sete CHUVAS DE ESPERMA

nem merda nem mijo

QUEIMARAM O SONHO

nem sangue nem seiva

sete raios de sol


morreram afrodites

e leões de pêlo fulvo, Quando se inventou a alma E eu não sou mais do que rescaldo,

nada Já não sou poeta nem


canto dos homens (conto) é um tema

original do Manuel Cruz, disco o amor da-me tesão /não fui eu que estraguei

participacão. PacMan e Adão Cruz

Este suplemento é parte integrante da edição do público 25 de Abril de 2013 e não pode ser vendido separadamente.


Final