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Fimma Brasil 2011 | Mercado

Organizadores projetam edição histórica Fimma chega à décima edição com promessas de inovação e geração recorde de negócios Por Rafael Machado Divulgação Fimma

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50 | Móbile Fornecedores | JANEIRO/FEVEREIRO 2011

gaúcho. De acordo com informação da Associação das Indústrias de Móveis do Rio Grande do Sul (Movergs), a reta final de 2010 possibilitou projeções otimistas para fechamento do ano do setor moveleiro gaúcho em números. A expectativa

Visitante em foco

MERCADO EXTERNO Se o panorama é promissor no mercado interno, o cenário internacional não é tão animador. De acordo com Cansan, as análises econômicas apontam que 2011 será um ano difícil neste sentido. “A competição global é quase impossível para o setor moveleiro: temos um câmbio totalmente desfavorável, logística com muitos problemas, vários aumentos de matérias-primas – para citar alguns dos entraves. Essas questões tornam difíceis dar continuidade aos negócios”, diz. Por outro lado, para manter o mercado interno estimulado, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou dia 29 de novembro a prorrogação da redução do IPI para materiais de construção até 31 de dezembro de 2011. Em um primeiro momento, o incentivo valeria até o final de 2010.

KÁTIA MARCON, do departamento de marketing e vendas da Arma Fácil Móveis, de Bento Gonçalves (RS)

A perspectiva para a Fimma Brasil 2011 é de, que mais uma vez, seja apresentado o que há de mais moderno e inovador no setor, tanto em termos de produto quanto de maquinário, matéria-prima e acessórios. Além de concentrar um número muito grande de expositores, é uma feira  organizada pela Movergs, maior entidade do setor moveleiro no Rio Grande do Sul, o que garante que o foco principal da feira seja a busca por melhores e mais criativas soluções, materiais e componentes para a indústria de móveis.

Divulgação Arma Fácil Móveis

importância da Fimma Brasil para o setor moveleiro vai além da apresentação de novos produtos e tecnologias. Um dos destaques da feira é o potencial de geração de negócios. Além das negociações feitas nos eventos paralelos, como o Projeto Comprador, e das vendas fechadas diretamente nos estandes, a realização do evento aquece também a economia de Bento Gonçalves (RS) e de toda a Serra Gaúcha, garantindo movimentação para os segmentos de hotelaria, transportes e gastronomia, entre outros. Toda essa movimentação de negócios está inserida no contexto da economia mundial, uma vez que a feira gera transações comerciais entre empresas de diversos países. A base para essa atuação global está na economia brasileira e no desempenho também do setor moveleiro

se confirmou com a elevação no consumo de móveis, na opinião de fabricantes e do comércio. Isso porque o crescimento das vendas no terceiro trimestre de 2010 ficou abaixo do esperado pelas indústrias, o que as levou a projetar o fechamento de índices positivos nos três últimos meses do ano. O otimismo segue dando o tom de 2011, conforme afirma o presidente da Movergs, Ivo Cansan. “Uma conjuntura favorável está se desenhando para o segmento. No aspecto macro, estamos vendo o País crescer em todos os nichos da economia. Especificamente, a alta da construção civil, apoiada pelos fortes investimentos do governo federal no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), no projeto “Minha Casa, Minha Vida”, vai proporcionar uma demanda maior por móveis”, avalia.


Revista Móbile - Matéria Fimma Brasil Pg 1