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segurando. Virem-no de cabeça para baixo. Ali, disfarçado com tinta branca, quase impossível de ler. Dan nunca teria percebido se Alistair não tivesse dito, mas, quando olhou de perto, viu a sombra fraca de algo escrito no documento que estava na mão de Franklin. — "Paris" — ele leu. — "1785". — Exatamente, meu rapaz: um retrato de Franklin com uma chave, o brasão da família Cahill e as palavras Paris, 1785. Uma dica substancial. — Eu nunca teria encontrado isso — disse Amy, espantada. Alistair deu de ombros. — Como você disse, minha cara, existem muitas dicas possíveis, todas conduzindo à segunda pista. Infelizmente nós, os Cahill, preferimos brigar uns com os outros, roubar informações e impedir uns aos outros de avançar — ele mudou de posição e franziu o rosto —, como mostram minha costela quebrada e meu olho roxo. — Mas quem foi que enterrou originalmente estas dicas? — Amy perguntou. — Franklin? Alistair tomou um gole de café. — Não sei, meu bem. Imagino que seja uma mistura, um esforço coletivo feito por vários Cahill ao longo dos séculos. Nossa querida Grace parece ter juntado todas essas pistas, embora eu não saiba por quê, nem como. O que quer que seja o tesouro final, as maiores mentes Cahill não pouparam esforços para escondê- -lo. Ou talvez, como no caso de Benjamin Franklin, algumas dessas mentes estão tentando justamente nos levar até o tesouro. Acho que só vamos saber ao certo quando nós o encontrarmos. — Nós? — disse Dan. — Ainda acho que devemos formar uma aliança — disse Alistair. — Hã-hã — Nellie fez que não com a cabeça. — Não confiem nesse cara, crianças. A conversa dele é muito mole. Alistair deu risada. — E você por acaso é especialista em conversa mole, cara babá adolescente? — Au pair! — Nellie corrigiu. Alistair parecia querer fazer outra piada à custa dela. Então olhou para a

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01 - 39 clues - O labirinto dos ossos - Rick Riordanr  

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