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— Dan, não! — Que foi? Eles têm um monte de outras coisas e não podemos dispensar nenhuma ajuda! — Pode ser perigoso. — Tomara que seja. — Ele estava admirando os shurikens, aquelas armas japonesas em forma de estrela, e pensando em também levar alguns, quando uma porta bateu com força em algum lugar do corredor. — É bom que ela saiba o que está fazendo — disse um homem em inglês. — Se ela estiver errada... Uma mulher respondeu em francês. Ambas as vozes foram sumindo no corredor. — Vamos — insistiu Amy. — Agora. Eles enfiaram a cabeça para fora da porta para ter certeza de que a barra estava limpa, então saíram do arsenal e foram penetrando no interior do prédio. No fim do corredor havia outra sacada, voltada para uma grande sala redonda. O que Dan viu então lembrava um centro de comando militar. Havia computadores nas paredes e, no meio da sala, uma mesa de conferência que parecia ser uma enorme tevê de tela plana. Irina Spasky estava sozinha, debruçada no tampo da mesa. Havia pilhas de papéis e pastas ao seu lado. Ela estava digitando comandos no tampo da mesa, ampliando e encolhendo imagens. Sua concentração se voltava para um mapa de satélite da cidade. Dan não ousou falar, mas trocou olhares com Amy. Quero um desses, ele disse a ela. A expressão de Amy era: Quieto! Eles se agacharam atrás do parapeito da sacada e observaram enquanto Irina dava zoom em diferentes locais do mapa. Ela conferiu o Almanaque do Pobre Richard e em seguida pegou um bloco de papel e anotou alguma coisa. Então apanhou o livro e o bloco e saiu depressa da sal a, retornando para a entrada principal. — Amy, vamos! — Dan passou a perna por cima do parapeito. — Você vai quebrar as pernas! — É só segurar a borda e soltar o corpo. Já fiz isso do telhado da escola um milhão de vezes. É fácil.

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01 - 39 clues - O labirinto dos ossos - Rick Riordanr  

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