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Amy concordou com a cabeça. — A questão é, o que fazemos? — Vamos entrar — disse Dan. — Ah, é. Sem o código de segurança? — 5910. Eu olhei ela digitar. Amy olhou para ele espantada. — Como você... desencana. Vamos D... Mas tome cuidado. Provavelmente ali tem câmeras e cães de guarda e esse tipo de coisa. Eles se espremeram pelo portão e correram até os degraus da entrada. Dan digitou o código. A porta se abriu sem problemas. Nenhum alarme disparou. Nenhum cão de guarda latiu. — Estranho — ele disse. Mas era tarde demais para se arrepender. Eles haviam entrado na base Lucian. O saguão de entrada era maior que o apartamento inteiro deles. O chão era de mármore polido e um lustre pendia do teto. Havia algumas portas pretas mais adiante. À esquerda, uma escada em espiral levava a uma sacada. — Veja — Dan apontou acima das portas. Uma câmera de segurança vasculhava a sala. Estava apontada para longe dos dois, mas não por muito tempo. Então ele ouviu vozes vindas das portas duplas. Era alguém vindo na direção deles. — Rápido! — Dan correu até a escada. Amy parecia querer discutir, mas não havia tempo. Ela subiu atrás dele. O coração de Dan batia forte. Ele sempre imaginou que seria legal brincar de ladrão e entrar escondido na casa de alguém, mas, agora que estava fazendo aquilo de verdade, suas mãos estavam suando. O menino se perguntou se os franceses ainda jogavam ladrões em masmorras infestadas de ratos. Ele tinha visto uma coisa assim num musical a que Grace os levara. Nas pontas dos pés, eles foram andando por um corredor no primeiro andar. — Não entendo — sussurrou Dan. — Irina deve ser uma Lucian. Benjamin Franklin era um Lucian. Isso significa que Franklin era um dos vilões?

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01 - 39 clues - O labirinto dos ossos - Rick Riordanr  

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