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CAPÍTULO

12

Dan ficou tentado a parar umas 20 vezes enquanto eles seguiam Irina Spasky pela rua de Rivoli. (Ele ficou pensando se o nome queria dizer "rua do Ravioli", mas achou que Amy ia rir se ele perguntasse.) De vez em quando ele tinha vontade de olhar melhor as coisas — como a pirâmide de vidro muito legal no Louvre e os artistas de rua que faziam malabarismo com fogo em frente ao Jardim das Tulherias. Havia também um vendedor de creme glacê e Dan tinha quase certeza de que isso queria dizer sorvete. Mas, acima de tudo, ele queria parar porque seus pés estavam doendo. — Será que ela nunca vai fazer uma pausa? — ele reclamou. Amy não parecia nem um pouco cansada. — Você não acha estranho nós termos encontrado justamente Irina Spasky entre 10 milhões de pessoas em Paris? — ela perguntou. — Talvez os outros 9.999.999 não estejam de xale vermelho! — Ela estava descendo uma rua importante, como se quisesse ser avistada. — Você acha que é uma armadilha? — Dan perguntou. — Como ela poderia saber que a gente ia achá-la? E ela não olhou para trás nem uma vez. Não sabe que estamos aqui. Porém, assim que disse isso, Dan lembrou de ter visto programas de tevê sobre espiões — sobre como eles conseguiam seguir alguém sem jamais ser notados, ou aparecer "por acaso" na linha de visão da vítima e atraí-la para uma armadilha. Será que Irina os estivera esperando no aeroporto? Será que

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01 - 39 clues - O labirinto dos ossos - Rick Riordanr  

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