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Manifesto Bancário

SEEB-AC FILIADO A

CONTRAF

Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro

Centro Norte

RIO BRANCO-AC, 10 SETEMBRO DE 2009

/ EDIÇÃO Nº 440

bancariosacre@hotmail.com

Campanha: Bancários querem mais Saúde, segurança e condições de trabalho consumiram um dia inteiro de debates. Sindicato apresentou uma série de propostas para avançar e resolver questões cruciais dos bancários. Dia 17 tem nova rodada

MANOEL FAÇANHA

PEROLAS PÚBLICAS CAIXA ECONÔMICA Na Agência AQUIRY, o gestor foi criativo e inovador. Para suprir a deficiência de pessoal, ele desvirtuou o contrato de trabalho, colocando os CAEX`s para trabalharem oito horas com uma hora de almoço e, assim, pensando que estaria fugindo ao pagamento de horas-extras. Na avaliação do Sindicato, uma coisa mais estúpida, desrespeitando as seis horas conquistadas pela categoria, assim descumprindo as leis trabalhistas. Outra coisa: os minutos destinados ao exercício contra a LER/DOT, e um palavrão. Nem um caixa está fazendo, colocando em risco a saúde. O Sindicato pediu a assessoria jurídica uma avaliação dos “CAUSOS” estrambóticos para procedermos ao estanque da exploração. Na Agencia RIO BRANCO, além da discriminação aos empregados mais experientes, caso que estamos encaminhando a Procuradoria do Trabalho, os TBN (novos), são expostos a até 12 horas de trabalho diário, voltando-se a era industrial, onde trabalhadores eram submetidos a jornadas tão extravagantes. Até a SRT (Superintendência do Trabalho no Acre) chegou a duvidar da jornada escorchantes. Pedimos juntamente com a CUT, que eles intercedessem, efetivando a fiscalização e aplicando multas a empresa. A coisa funciona lentamente, mas as vistorias já começaram. Os exercícios contra LER/DORT, também não acontecem.

BANCO DO BRASIL O SOMBRA - Na agência AQUIRY/BB, além dos empregados trabalharem sob pressão intensa em função do quadro diminuto em relação ao número de clientes, ainda aparece um SOMBRA, que chega de passos macios e imperceptíveis, fungando na nuca do empregado. Segundo ele, observando o que cada um está fazendo, para elaborar o novo plano de reestruturação do BB. Porém, o que se tem acompanhado das reestruturações do Banco do Brasil, nunca vem boa coisa para o empregado. Tem sido sempre assim, com perdas de funções, transferências obrigatórias e maior quantidade de trabalho. Tenha santa paciência! Será que já não basta a lateralidade e a pressão excessiva por metas absurdas? Este cidadão e sem dúvida indispensável. Vade retro! GERENTES DE MÓDULO - O BB foi pressionado pela comissão de negociação a repor as funções dos gerentes de módulo que ainda não foram certificados. O banco irá rever as comissões, até que ocorra novo processo de certificação, previsto para novembro/2009. As diferenças dos meses de julho e agosto serão recompostas e pagas na FOPAG de setembro. No entendimento do Sindicato, o momento do banco é o de repensar o número de empregados não-aprovados. Falta incentivo do banco. Por que não oferecer aulas presenciais, como fazem as outras instituições?

BANCO DA AMAZÔNIA IMPLANTAÇÃO DO ESTILO BB - Sob o comando do arrogante presidente oriundo do Banco do Brasil, vem sendo imposto aos colegas do Banco da Amazônia, a mesma prática agressiva e voltada para o cumprimento de metas absurdas, desconsiderando o fator HUMANO. Na agência Rio Branco, houve colegas que sob forte pressão, se ausentaram do trabalho para não “perderem a cabeça”. O episódio é profundamente lamentável! Os gestores não podem embarcar nessa canoa furada do Abdias. É preciso mostrar a necessidade de maior número de empregados, onde vários estão se afastando por doença. Na agência de Brasiléia, quem fazia um atendimento, agora faz três. Há colegas que chegaram a perder ate 10 quilos depois da famosa reestruturação. Já em Cruzeiro do Sul, a falta de pessoal e também aberrante. O gestor daquela unidade além de captar e fazer trabalhos na área de atendimento, ainda opera na retaguarda. Assim fica evidente que o Banco da Amazônia é o banco publico mais carente de pessoal.

No Acre, a Campanha Salarial foi lançada com café da manhã

São Paulo - Fim do assédio moral, das metas abusivas, condições plenas para a reabilitação profissional, mais segurança nos locais de trabalho, isonomia de direitos, igualdade de oportunidades. Esses foram os temas da negociação de quartafeira 9, que avançou por toda a tarde até parte da noite. “A importância desses temas na rotina dos bancários é muito grande. Por isso investimos no debate com os banqueiros para tentar avançar e resolver essas questões cruciais para melhorar o dia-a-dia da categoria”, afirma o presidente do Sindicato dos Bancários-SP, Luiz Cláudio Marcolino. Logo no início da reunião, os repre-

sentantes da Fenaban foram cobrados sobre as propostas de emprego e econômicas – debatidas nas negociações anteriores –, mas os bancos não trouxeram qualquer formulação. Os negociadores da federação dos bancos se comprometeram a apresentar uma proposta global na negociação agendada para o dia 17 de setembro. “Proposta global, para os bancários, tem de tratar de aumento real, PLR maior, Plano de Cargos, Carreira e Salários, valorização dos pisos, saúde, emprego, melhores condições de trabalho”, salienta Marcolino. “É isso que os bancários já disseram que querem.”


02 Manifesto Bancário

Elmira com os aniversariantes Elaine e Victoran

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Funcionários do Banco Itaú prestigiaram o café

Bancários durante café da manhã

Funcionários do Banco do Brasil eram só aleg

Bancários querem garantia

Lançamento da Campanha Salarial dos bancário

MANOEL FAÇANHA

Cerca de 150 bancários acreanos, atendendo convite da direção do Sindicato dos Bancários do Acre, estiveram reunidos dia 28 de agosto, no salão de festa do Hotel Pinheiro, para participar de um café da manhã em comemoração à data alusiva do Dia do Bancário. O ato também serviu para lançar a campanha salarial dos bancários na capital acreana. Com um discurso breve e firme, a presidente do sindicato Elmira Farias criticou a política de desvalorização dos bancos em relação à contratação de pessoal. “O setor bancário brasileiro é o que mais lucra, mas está na contra mão da história desde país. Colabora com a redução dos postos de serviço, cobra altos juros, não atende de forma adequada a clientela e paga maus salários”, diz Elmira Farias, criticando ainda a postura da Fenaban ao negar na última negociação – realizada na quinta- feira em São Paulo, a garantia de preservação dos postos de trabalho, assim como a contratação de mais trabalhadores e mecanismos para garantir o cumprimento da jorna-

da de 6 horas. Com a data base da categoria batendo à porta – mês de setembro, a sindicalista diz que se as negociações não avançarem na mesa, a categoria irá à greve a partir da segunda quinzena de setembro. “Estamos com um calendário de negociações em andamento, mas diariamente o sindicato irá continuar mobilizando a categoria, pois muitas vezes o único instrumento para se garantir conquistas é o cruzamento dos braços”, alerta a dirigente sindical. O café da manhã já se tornou marca registrada no lançamento da campanha salarial dos bancários acreanos. O dia é de muita confraternização, reunindo bancários do setor público e privado. O sindicato aproveitou o encontro desta sexta-feira para distribuir camisetas da campanha. Nesta campanha salarial os bancários querem reajuste salarial de 10%, PLR maior, Plano de Cargos e Salários (PCS), fim das metas abusivas e do assédio moral, auxílio-educação para todos, garantia do emprego, segurança bancária e melhores condições de trabalho e outros.

Cerca de 150 bancários estiveram prestigiando o lançamento da Campanha Salarial deste ano ocorrid

Bancarios lançam campanha

A cidade de Cruzeiro do Sul (AC) foi o palco do lançamento da Campanha Salarial dos Bancários, no Vale do Juruá. Dezenas de bancários cruzeirenses prestigiaram o evento de lançamento da campanha. O ato ocorreu nas dependências da sede da AABB, dia 26 de agosto, sob o comando do diretor Elter Nogueira, num clima de muita animação. Com a representatividade de todos os bancos sediados no municí-

pio, foi composta a m vra. O dirigente Elte categoria para efetiv do Sindicato, Elmira portância dos bancos larização do sistem Sindicato ofereceu u

Elmira Farias fala aos bancários cruzeirenses da importância da Campanha Salarial

Após o lançamento da C

ARQUIVO SEEB/AC

A presidente Elmira Farias, o vereador Jessé Santiago, o jornalista Antônio Muniz e os diretores Manoel Façanha e Jorge Luiz durante uma pausa no café da manhã


Manifesto Bancário

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FOTOS: MANOEL FAÇANHA

gria durante o café da manhã do Dia do Bancário

Servidores da Caixa também prestigiaram o café

Mesa composta por funcionários do BASA

Diretor Edmar e Crissostomo do HSBC

a de emprego e menos filas

os ocorreu dia 28 de agosto na capital acreana. FOTOS: MANOEL FAÇANHA

Degradação e Crueldade nos Bancos Públicos

Caixa discrimina empregados que ganham mais

da no salão de eventos do Hotel Pinheiro

a no Juruá

mesa solene, onde todos fizeram uso da palaer Nogueira falou da importância da união da var conquistas nesta campanha. A presidente Farias, encerrou as falas, onde valorizou a ims públicos, assim como da necessidade de reguma financeiro. Em seguida, a direção do um coquetel aos presentes. FOTOS: ARQUIVO SEEB/AC

Campanha Salarial, o SEEB/AC ofereceu um coquetel

Se você e um empregado dedicado, do tipo que veste a camisa, não pense que isso vai fazer você destacarse nos conceitos de avaliação de seu chefe. Pelo menos na Caixa Econômica essa lógica não procede. Os gestores vêm escolhendo o pessoal pelo salário que ganham. Se você ganha pouco e é dócil no cumprimento de jornadas extravagantes, você é o CARA. Não vai extrapolar a dotação da unidade. A situação chegou a tal ponto que os empregados que tem mais tempo de empresa, são discriminados dentro da instituição, mais precisamente, na agência Rio Branco. Os anos de dedicação são desconsiderados. Ficam numa situação humilhante, colocados diante dos colegas mais jovens como marajás, como se o salário deles fosse realmente condizente com o trabalho extenuante a que são submetidos [ganham um pouco mais pelos anos dentro da empresa]. Nesta política discriminatória são proibidos de fazer horas-extras pelo fato ganham “MUITO”. Mudar de unidade, nem pensar! Exemplo da agência Estação, onde alguns colegas se candidataram por morar nas proximidades, mas foram barrados porque ganhavam melhor e iria impactar no resultado da agência. A ordem vem de cima e os gestores são obrigados a cumprir a determinação torpe. Os empregados com salários menores são explorados, chegando alguns deles a trabalharem 12 horas diárias, em dias de pico. Mas a crueldade não para por ai. Alguns gestores para não assumirem a responsabilidade pelo pagamento das seis (6) horas excedentes, o que afronta a legislação trabalhista, abrem o ponto com sua própria senha e o colega fica trabalhando de graça. Nem percebem a gravidade do ato, fraudando a legis-

lação e abusando do colega. O horário do bancário é de 6 (seis) horas, conquistado com muita luta, mas isso e desconsiderado no cumprimento insano das metas abusivas. Aí cabe a pergunta: por que lutar todo ano por melhores condições de vida e melhores salários? É a incoerência e a estupidez instalada. Os colegas começam a se sentirem incomodados com a situação. Mais que isso!Alguns sentem-se discriminados, outros espoliados. Ser agente de desenvolvimento de políticas públicas é a missão da empresa, e é o que todos queremos para a Caixa. Afinal, ela e uma instituição pública, e como tal, deve exercer seu papel junto à sociedade. Só que o custo está alto demais. Ela não pode exercer esse papel explorando seu corpo funcional, adoecendo a todos e correndo o risco de ver sua imagem desgastada perante a sociedade. Há gente devendo para sua própria consciência. Está passando da hora de contratar pessoal.

Banco do Brasil achata salários e quer manter a lateralidade

A falta de pessoal nos bancos públicos chega a ser cruel. A situação e tão grave que chegou ao cúmulo de empregados largarem o posto de trabalho por não agüentarem mais a pressão e o cansaço da longa jornada diária. A quantidade de empregados versus número de contas/clientes, transgride a barreira da racionalidade. Ou seja: Querer que os bancos públicos funcionem normalmente com um número de funcionários insuficiente, como e o caso do Banco do Brasil, Banco da Amazônia e Caixa Econômica Federal. A política da ganân-

cia acaba penalizando a sociedade e explorando os bancários como mão–de-obra barata.

Vejamos o quadro atual: em 2000, a relação no BB era de 133 clientes por empregado, e em 2008, o número já era de 330 clientes por empregado. Aumento de quase três vezes. A tática do banco é a tese maldita do mercado, de crescimento, de arena. Mas para os funcionários, sobram mais serviços e mais responsabilidade. Dados apontam que a falta de funcionários no BB é a maior causadora de assédio moral. É comum o fato de para se atingir metas absurdas, os empregados sejam intimidados. O Banco também se encarregou de achatar os salários e criar pequenas comissões, incentivando a competição interna. Os que ganham as pequenas comissões são submetidos a trabalharem além das oito horas diárias, quando na verdade, as tais comissões não pagam sequer as horasextras a que tem direito, uma vez que a carga horária e de seis horas. Com isso, o Banco do Brasil sobe no ranking nacional, assim lucrando mais de quatro bilhões neste primeiro semestre. Ou seja: Suga seus funcionários e veda a perspectiva de crescimento, com a tal da LATERALIDADE, copiada dos bancos privados. E ainda chega a culpar os empregados por isso, dizendo que a culpa e deles que usavam as substituições indevidamente. E ainda os faz crer que precisam vestir a camisa do banco, mesmo que os empregados estejam descamisados. As substituições, foram retiradas em 2007, e o banco se nega a retomá-las. E crueldade demais!

Mais empregados para a caixa, mais caixa para o brasil OBS: Após fechar esse artigo chegou informe da rodada de negociação do dia 04 de setembro. Por conta da pressão da comissão de empresa dos funcionários, a Caixa conseguiu autorização

do DEST para contratar mais 2.200 empregados. E pouco, já que a necessidade da empresa e de 100.000 empregados, mas não deixa de ser uma luz no fim do túnel.


04 Manifesto Bancário

EU FAÇO

CULTURA ESPORTE

MÚSICA

www.seebac.com.br O EU FACO CULTURA é uma iniciativa da FEDERACAO NACIONAL DAS ASSOCIAÇÕES DE EMPREGADOS DA CAIXA-FENAE, que por meio do Movimento Cultural do Pessoal da CAIXA (MCPC), mobilizou mais de sete mil empregados da instituição. É o maior projeto cultural do Brasil, incentivado com recursos do imposto de renda pessoa física, amparado na Lei Rouanet (8313/1991), o MCPC, já percorreu 17 cidades em 2009, e ainda vai passar em mais doze, até o final do ano. O projeto de iniciativa da FENAE tem apresentado artistas renomados como Nando Reis, Jorge Aragão, Zeca Baleiro, Biquíni Cavadão, Vanessa da Mata e dentre outros. Em Rio Branco, será oferecido duas oficinas: uma de música(percussão) e outra de produção musical, na Usina de Arte João Donato. A oficina é aberta a comunidade, nos dias 09 e 10 de setembro. O show será na Arena da Floresta, no dia 11, as 22h , com ALEXANDRE PIRES e Gangbé Brass.

DANÇA

LITERATURA

TEATRO

Envie sua sugestão para seebac@seebac.com.br

Seletivas começam por Tarauacá-Feijó

O Sindicato dos Bancários do Acre resolveu prorrogar o calendário de atividade para a realização das seletivas da II Supercopa Bancária de Futsal. O torneio seletivo estava previsto para iniciar no mês de agosto, mas os últimos imprevistos da Campanha Salarial acabaram empurrando sua realização para os meses de setembro e outubro. De acordo com a presidente do Sindicato, Elmira Farias, o primeiro passo será tirar o representante dos municípios do Vale do Enviara [Tarauacá e Feijó]. Os confrontos ocorrem dia 19 de setembro e o vencedor garante vaga na seletiva decisiva marcada para o dia 10 de outubro na cidade de Cruzeiro do Sul. Conforme o cronograma da direção do Sindicato, a terceira e última seletiva ocorre dia 03 de outubro na cidade de Sena Madureira. Com os classificados definidos, a direção do Sindicato dos Bancários trabalha com a possibilidade da realização da II Copa Supercopa

ARQUIVO-SEEB-AC

INFORME JURÍDICO

AÇÕES DOS ENGENHEIROS DESENCADEIA ENXURRADA DE DERROTAS AO BANCO DA AMAZÔNIA, COMO EFEITO DOMINÓ

Waltinho, Neném, André e Mário: os campeões da Copa Bancária de 2009

Bancária de Futsal para o dia 17 de outubro. Os jogos ocorrem no ginásio bancário da Associação Atlética Banco do Brasil. O atual campeão é o Banco da

Amazônia [Tarauacá]. Por enquanto, a única equipe com classificação segura para a disputa da II Copa Supercopa Bancária de Futsal é o time do Banco do Brasil Bosque.

APCEF/AC cinquistou 12 medalhas no III Jogos do Norte CEDIDA

CLASSIFICAÇÃO GERAL Vôlei de quadra - fem (Prata)

Vôlei de quadra - masc (Prata)

Vôlei de areia - masc

Erivan/Marcio (Bronze)

Atletismo - 100m - fem Faisa (Bronze)

Atletismo - 100m - masc

Antônio Marcos (Bronze)

Atletismo - 1500m - masc Antonio Marcos (Prata)

Atletismo - 4x100m

Dayane/Janielli/ Leticia/Kirley (Prata) -

Atletismo - 4x100m

A.Marcos/Erivan/ Emerson/Raphael (Prata)

Natação - 4x25m

A delegação de voleibol da APCEF/AC que participou dos III Jogos do Norte

A delegação da APCEF/AC que participou dos III Jogos do Norte em Porto Velho/RO já retornou, trazendo várias medalhas na bagagem. OS JOGOS REGIONAIS DO NORTE reuniu equipes formadas por associados vinculados às Apcefs do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Roraima, na disputa das modalidades de atletismo, basquete masculino, canastra, corrida de 5 e 10 quilômetros, damas, futebol soçaite, futsal, natação, tênis individual e em duplas, tênis de mesa, vôlei de quadra e de areia, sinuca e xadrez.

Alessandra/Dayane/ Gisele/Rosane (Bronze)

Sinuca

Irlan (Prata)

Tênis de mesa - fem Vanda (Bronze)

Xadrez

Eudjara (Bronze)

Após sofrer recente derrota no TRT-10 do Tocantins, que além de obrigar o assentamento em carteira dos Engenheiros, ainda aplicou multa de 20% por litigância de má-fé ao Banco da Amazônia, agora é a vez do TRT-14, em grau de primeira instância - processo de Nº 00273-2008-402-14- 00-9, já transitado em julgado, determinou o bloqueio dos valores calculados, correspondente ao retroativo, diferença entre o salário percebido e o piso salarial estabelecido em Lei. Mesmo vendo suas ações protelatórias despencarem igual a dominós enfileirados, o banco nunca procurou a categoria para equacionar essas pendências, pelo contrário, por vaidades de seus diretores jurídicos procuram o enfrentamento, perante aos Tribunais do Trabalho, sabendo que essa luta é vã, pois os doutos advogados do banco sabem que a Lei Nº 4.950-A/66, que estabelece o Piso da Categoria, foi absorvida pela Constituição de 1988, portanto legal. Sempre buscando o entendimento, a AEBA, em alguns momentos, juntamente com representantes da categoria de engenheiros lotados na matriz, buscaram uma saída para o impasse, sendo rechaçadas todas as possibilidades de diálogo por membros do banco, indicados para negociações.

BANCO DA AMAZÔNIA PAGA CARO POR PROTELAR PROCESSOS DOS ENGENHEIROS Depois de discernir ponto a ponto os argumentos protelatórios do Banco da Amazônia, o Juiz do Trabalho Reinaldo Martini, sentenciou ao banco a imediata anotação na CTPS do piso salarial da categoria e ainda multou em 20% sobre o valor da causa. Essa é uma vitória já conquistada pela categoria bem antes das impetrações das ações, pois o banco durante esses longos anos nunca quis dialogar sobre o Piso da Categoria, mesmo sabendo que é uma Lei absorvida pela Constituição de 1988, preferiu contrair um passivo trabalhista enorme ao invés de buscar o bom censo e cumprir o que estabelece a Lei 4.950-A/66.


Seebac - Manisfesto Bancário  

Edição de setembro de 2009

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