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ENCARTE DA EDIÇÃO 183 - JAN - 2012 DO JORNAL DA CELOS

Política de investimentos | 2012 Encarte da edição n0183-Jan-2012 do Jornal da Celos

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Política de investimentos O objetivo da Política de Investimentos adotada pela Celos é garantir o equilíbrio de longo prazo entre os ativos e as obrigações da Fundação, buscando atingir ou superar a meta atuarial de rentabilidade. A premissa é respeitar a necessidade de mobilidade dos investimentos e de liquidez, adequada ao atendimento dos compromissos atuariais definidos.


POLÍTICA DE INVESTIMENTOS PLANO MISTO - ANEXO I INFORMAÇÕES À previc/ PARTICIPANTE 1. ENTIDADE FECHADA DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR: FUNDAÇÃO CELESC DE SEGURIDADE SOCIAL - CELOS 2. EXERCÍCIO: 2012 3. ATA DO CONSELHO DELIBERATIVO / ATO DELIBERATIVO / DATA ASSEMBLÉIA: COD-22/2011 / 39/2011 / 21.12.2011 4. PLANO DE BENEFÍCIO: PLANO MISTO DE BENEFÍCIOS 5. META ATUARIAL DO PLANO DE BENEFÍCIO: INDEXADOR: IPCA / TAXA DE JUROS: 6% A.A. 6. AETQ - ADMINISTRADOR ESTATUTÁRIO TECNICAMENTE QUALIFICADO: ARNO VEIGA CUGNIER 7. MECANISMO DE INFORMAÇÃO AOS PARTICIPANTES: ( X ) MEIO ELETRÔNICO (

) IMPRESSO

QUADRO RESUMO DA POLÍTICA DE INVESTIMENTOS DA EFPC, SEGUNDO À RESOLUÇÃO CMN Nº 3.792/2009 LIMITES

SUBLIMITES 100%

100%

100% 80% 20% 20% 20% 20% 20%

80%

20% 40% 40% 40% 40% 40% 40% 35% 20% 20% 20% 10% 10%

20% 10% 10% 10% 10% 10% 10% 8% 8% 8% 8% 8% 8% 0%

ENCARTE DA EDIÇÃO 183 - JAN - 2012 DO JORNAL DA CELOS

8. MARGEM DE ALOCAÇÃO (CAPÍTULO VII; SEÇÃO I) SEGMENTO DE APLICAÇÃO RENDA FIXA TÍTULOS PÚBLICOS FEDERAIS OUTROS ATIVOS DE RENDA FIXA (EXCETO TÍTULOS PÚBLICOS FEDERAIS) CÉDULAS DE CRÉDITO BANCÁRIO (CCB) E CERTIFICADO DE CÉDULAS DE CRÉDITO BANCÁRIO (CCCB) NOTAS DE CRÉDITO À EXPORTAÇÃO (NCE) E CÉDULAS DE CRÉDITO À EXPORTAÇÃO (CCE) CERTIFICADO DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS (CRI) CERTIFICADO DE CRÉDITOS IMOBILIÁRIOS (CCI) CÉDULAS DE PRODUTO RURAL (CPR), CERTIFICADO DE DIREITOS CREDITÓRIOS DO AGRONEGÓGIO (CDCA), CERTIFICADO DE RECEBÍVEIS DO AGRONEGÓCIO (CRA) E WARRANT AGROPECUÁRIO (WA) DEMAIS TÍTULOS DE EMISSÃO DE COMPANHIAS ABERTAS (EXCLUINDO DEBÊNTURES) E DE COMPANHIAS SECURITIZADORAS RENDA VARIÁVEL AÇÕES - NOVO MERCADO AÇÕES - NÍVEL 2 AÇÕES - BOVESPA MAIS AÇÕES - NÍVEL 1 AÇÕES SEM SELO DE GOVERNANÇA FUNDOS DE ÍNDICE INVESTIMENTOS ESTRUTURADOS FI E FIC PARTICIPAÇÕES FI EMPRESAS EMERGENTES FI IMOBILIÁRIO FI MULTIMERCADO INVESTIMENTOS NO EXTERIOR ATIVOS EMITIDOS BO EXTERIOR PERTENCENTE A FUNDOS CONSTITUÍDOS NO BRASIL FI E FIC DÍVIDA EXTERNA FUNDOS DE ÍNDICE ESTRANGEIROS NEGOCIADOS EM BOLSA NO BRASIL CERTIFICADOS DE DEPÓSITOS DE VALORES COM LASTRO EM AÇÕES DE COMPANHIAS ABERTAS COM SEDE NO EXTERIOR AÇÕES DE COMPANHIAS SEDIADAS NO MERCOSUL IMÓVEIS EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS IMÓVEIS PARA ALUGUEL E RENDA OUTROS IMÓVEIS OPERAÇÕES COM PARTICIPANTES EMPRÉSTIMOS A PARTICIPANTES E ASSISTIDOS FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO A PARTICIPANTES E ASSISTIDOS

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9. LIMITES DE ALOCAÇÃO DOS RECURSOS GARANTIDORES (CAPÍTULO VII; SEÇÃO II) INVESTIMENTOS ALOCAÇÃO POR EMISSOR TESOURO NACIONAL INSTITUIÇÃO FINANCEIRA AUTORIZADA A FUNCIONAR PELO BACEN TESOURO ESTADUAL OU MUNICIPAL COMPANHIA ABERTA COM REGISTRO NA CVM OU ASSEMELHADA COMPANHIA SECURITIZADORA PATROCINADO DE PLANO DE BENEFÍCIOS FIDC OU FICFIDIC FUNDOS DE ÍNDICE SOCIEDADE DE PROPÓSITO ESPECÍFICO FI OU FIC CLASSIFICADOS NO SEGMENTO DE INVESTIMENTOS ESTRUTURADOS DEMAIS EMISSORES CONCENTRAÇÃO POR EMISSOR CAPITAL TOTAL DE UMA COMPANHIA ABERTA OU SPE CAPITAL VOTANTE DE UMA COMPANHIA ABERTA PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE UMA MESMA INSTITUIÇÃO FINANCEIRA AUTORIZADA A FUNCIONAR PELO BACEN PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE UM MESMO FUNDO DE ÍNDICE, FI CLASSIFICADO NO SEGMENTO INVESTIMENTOS ESTRUTURADOS, FI CONSTITUIDO NO BRASIL CLASSIFICADO NO SEGMENTO INVESTIMENTO NO EXTERIOR E FUNDO DE ÍNDICE DO EXTERIOR NEGOCIADO NO BRASIL

LIMITES 100% 20% 10% 10% 10% 10% 10% 10% 10% 10% 5%

25%

10. CENÁRIO MACROECONÔMICO E ANÁLISE SETORIAL PARA INVESTIMENTOS Para 2012 espera-se um mercado financeiro brasileiro e mundial com taxas de crescimento mais baixas do que as observadas no último ano. A expectativa é que haja uma desaceleração do crescimento mundial por conta das incertezas nas economias. O ano iniciará com as atenções voltadas para a Zona do Euro por conta de diversos problemas estruturais ocorridos nos países europeus. Não se sabe ao certo qual a intensidade do contágio da recessão europeia sobre a economia americana e também sobre os países emergentes. Adicionalmente, discute-se qual o tamanho da desaceleração já em curso dos investimentos na China e qual o reflexo disso no restante do mundo. Diante da complexidade dos fatos o ano de 2012 deve ser mais um ano bastante desafiador. No caso da economia americana existe um crescimento moderado evitando a recessão, mas ainda longe de ser um crescimento sustentável que possa provocar melhoras no mercado de trabalho. Dependendo da intensidade do contagio da crise europeia sobre a economia americana poderá haver aperto nas condições financeiras e monetárias, o que pode ser considerado um risco e que deve ser acompanhado. No cenário doméstico, há sinais de uma desaceleração mais pronunciada da atividade econômica, A estabilidade do PIB do 3º trimestre ampliou o risco de um crescimento menor do que 3% em 2011. Os efeitos defasados do aumento dos juros, as medidas econômicas adotadas e a maior rigidez fiscal também contribuíram para a acomodação do crescimento, que deve fechar o ano em torno de 2,9%, bem abaixo das expectativas que prevaleciam no início do ano. A reversão de algumas medidas como a contenção de crédito, as desonerações fiscais de alguns setores específicos da economia, a expectativa de maior crescimento dos gastos do governo e o aumento do salário mínimo devem limitar uma desaceleração mais forte, tanto da atividade econômica quanto da inflação em 2012. O desafio para o futuro é buscar investimentos em renda fixa compatíveis com a meta atuarial, visto que, a taxa de juros do Brasil nunca esteve em patamares tão baixos. A CELOS buscará manter a sua diversificação a fim de não expor o patrimônio a riscos desnecessários. 11. OBJETIVOS DA GESTÃO A gestão da alocação de recursos entre os vários segmentos de investimento tem o objetivo de garantir o equilíbrio de longo prazo entre os ativos e as obrigações da Fundação, buscando atingir ou superar a meta atuarial de rentabilidade definida. Respeitando a necessidade de mobilidade dos investimentos e de liquidez adequada ao atendimento dos compromissos atuariais durante o próximo exercício. 12. TESTES COMPARATIVOS E DE AVALIAÇÃO PARA ACOMPANHAMENTO DOS RESULTADOS DOS GESTORES E DA DIVERSIFICAÇÃO DA GESTÃO EXTERNA DOS ATIVOS A CELOS compara a qualidade dos gestores com base na amostra de fundos da sua carteira. A comparação entre gestores é realizada através de histórico de rentabilidade e risco, da composição das carteiras, dos regulamentos e perfis dos fundos. Através da empresa de consultoria PPS, será avaliado mensalmente a performance e o risco a que o fundo está sendo submetido. Estas avaliações são discutidas no Comitê de Investimentos da CELOS. 13. CRITÉRIOS DE CONTRATAÇÃO - ADMINISTRAÇÃO DE CARTEIRAS Pré-Seleção Quando houver necessidade de investimento serão avaliados os fundos disponíveis no mercado. A pré-seleção desses fundos levará em consideração o segmento de investimento desejado, a categoria do fundo, o atendimento à legislação específica e à política de investimento do plano. A seleção de gestores externos baseia-se em análises quantitativas e qualitativas e deverá ser justificada tendo seu registro nas reuniões do Comitê de investimentos.

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Análise Quantitativa O estudo quantitativo deverá abordar os seguintes critérios: patrimônio sob gestão, liquidez do investimento proposto, rentabilidade histórica, posição no ranking comparativo dentro do segmento e da categoria e pulverização. Análise Qualitativa O estudo qualitativo deverá observar, entre outros, os seguintes critérios: organização, governança corporativa, qualificação e experiência profissional da equipe e das pessoas chaves, índice de rotatividade da equipe, infraestrutura, histórico, compliance, conflitos de interesse, geração de relatórios, estrutura de atendimento ao investidor e processo de escolha dos investimentos. Poderá ser solicitada a uma consultoria externa uma análise complementar dos fundos em questão. 14. ESTRATÉGIA DE FORMAÇÃO DE PREÇO - INVESTIMENTOS E DESINVESTIMENTOS A seleção dos ativos deverá considerar a meta atuarial proposto para o plano de IPCA+6% a.a. objetivando incorporar um diferencial positivo. Além disso, deve considerar ainda as necessidades do fluxo atuarial. O desinvestimento pode ocorrer na maturação limite dos ativos investidos ou antecipadamente, se as condições do ativo ou do cenário macroeconômico se alterarem, o que pode provocar a ampliação do ganho estimado ou colocar em risco a expectativa de valorização. A causa do desinvestimento pode ser ainda quando da necessidade de liquidez do plano. 15. DEFINIÇÃO DO PADRÃO DE CÁLCULO DA DIVERGÊNCIA NÃO PLANEJADA E DE CONTROLE INTERNO A metodologia de risco utilizada é o cálculo da divergência negativa não planejada - DNP entre uma carteira de ativos e valor projetado desta carteira, neste modelo utiliza-se a taxa mínima atuarial. A rentabilidade dos ativos, será calculada utilizando o critério de apuração de cota. 16. OBSERVAÇÕES 17. RESPONSÁVEL, LOCAL E DATA ARNO VEIGA CUGNIER - DIRETOR ADMINISTRATIVO FINANCEIRO FLORIANÓPOLIS, 21 DE DEZEMBRO DE 2011

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS PLANO Transitório - ANEXO I INFORMAÇÕES À PREVIC / PARTICIPANTE 1. ENTIDADE FECHADA DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR: FUNDAÇÃO CELESC DE SEGURIDADE SOCIAL - CELOS 2. EXERCÍCIO: 2012 3. ATA DO CONSELHO DELIBERATIVO / ATO DELIBERATIVO / DATA ASSEMBLÉIA: COD-22/2011 / 39/2011 / 21.12.2011 4. PLANO DE BENEFÍCIO: PLANO TRANSITÓRIO 5. META ATUARIAL DO PLANO DE BENEFÍCIO: INDEXADOR: IPCA / TAXA DE JUROS: 6% A.A. 6. AETQ - ADMINISTRADOR ESTATUTÁRIO TECNICAMENTE QUALIFICADO: ARNO VEIGA CUGNIER ) IMPRESSO

QUADRO RESUMO DA POLÍTICA DE INVESTIMENTOS DA EFPC, SEGUNDO À RESOLUÇÃO CMN Nº 3.792/2009 8. MARGEM DE ALOCAÇÃO (CAPÍTULO VII; SEÇÃO I) SEGMENTO DE APLICAÇÃO RENDA FIXA TÍTULOS PÚBLICOS FEDERAIS OUTROS ATIVOS DE RENDA FIXA (EXCETO TÍTULOS PÚBLICOS FEDERAIS) CÉDULAS DE CRÉDITO BANCÁRIO (CCB) E CERTIFICADO DE CÉDULAS DE CRÉDITO BANCÁRIO (CCCB) NOTAS DE CRÉDITO À EXPORTAÇÃO (NCE) E CÉDULAS DE CRÉDITO À EXPORTAÇÃO (CCE) CERTIFICADO DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS (CRI) CERTIFICADO DE CRÉDITOS IMOBILIÁRIOS (CCI) CÉDULAS DE PRODUTO RURAL (CPR), CERTIFICADO DE DIREITOS CREDITÓRIOS DO AGRONEGÓGIO (CDCA), CERTIFICADO DE RECEBÍVEIS DO AGRONEGÓCIO (CRA) E WARRANT AGROPECUÁRIO (WA) DEMAIS TÍTULOS DE EMISSÃO DE COMPANHIAS ABERTAS (EXCLUINDO DEBÊNTURES) E DE COMPANHIAS SECURITIZADORAS

LIMITES

SUBLIMITES 100%

100%

80%

100% 80% 20% 20% 20% 20% 20% 20%

ENCARTE DA EDIÇÃO 183 - JAN - 2012 DO JORNAL DA CELOS

7. MECANISMO DE INFORMAÇÃO AOS PARTICIPANTES: ( X ) MEIO ELETRÔNICO (

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RENDA VARIÁVEL AÇÕES - NOVO MERCADO AÇÕES - NÍVEL 2 AÇÕES - BOVESPA MAIS AÇÕES - NÍVEL 1 AÇÕES SEM SELO DE GOVERNANÇA FUNDOS DE ÍNDICE INVESTIMENTOS ESTRUTURADOS FI E FIC PARTICIPAÇÕES FI EMPRESAS EMERGENTES FI IMOBILIÁRIO FI MULTIMERCADO INVESTIMENTOS NO EXTERIOR ATIVOS EMITIDOS BO EXTERIOR PERTENCENTE A FUNDOS CONSTITUÍDOS NO BRASIL

40% 40% 40% 40% 40% 40% 35% 20% 20% 20% 10% 10%

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FI E FIC DÍVIDA EXTERNA

0%

FUNDOS DE ÍNDICE ESTRANGEIROS NEGOCIADOS EM BOLSA NO BRASIL CERTIFICADOS DE DEPÓSITOS DE VALORES COM LASTRO EM AÇÕES DE COMPANHIAS ABERTAS COM SEDE NO EXTERIOR AÇÕES DE COMPANHIAS SEDIADAS NO MERCOSUL IMÓVEIS EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS IMÓVEIS PARA ALUGUEL E RENDA OUTROS IMÓVEIS OPERAÇÕES COM PARTICIPANTES EMPRÉSTIMOS A PARTICIPANTES E ASSISTIDOS FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIOA PARTICIPANTES E ASSISTIDOS

0%

9. LIMITES DE ALOCAÇÃO DOS RECURSOS GARANTIDORES (CAPÍTULO VII; SEÇÃO II) INVESTIMENTOS ALOCAÇÃO POR EMISSOR TESOURO NACIONAL INSTITUIÇÃO FINANCEIRA AUTORIZADA A FUNCIONAR PELO BACEN TESOURO ESTADUAL OU MUNICIPAL COMPANHIA ABERTA COM REGISTRO NA CVM OU ASSEMELHADA COMPANHIA SECURITIZADORA PATROCINADO DE PLANO DE BENEFÍCIOS FIDC OU FICFIDIC FUNDOS DE ÍNDICE SOCIEDADE DE PROPÓSITO ESPECÍFICO FI OU FIC CLASSIFICADOS NO SEGMENTO DE INVESTIMENTOS ESTRUTURADOS DEMAIS EMISSORES CONCENTRAÇÃO POR EMISSOR CAPITAL TOTAL DE UMA COMPANHIA ABERTA OU SPE CAPITAL VOTANTE DE UMA COMPANHIA ABERTA PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE UMA MESMA INSTITUIÇÃO FINANCEIRA AUTORIZADA A FUNCIONAR PELO BACEN PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE UM MESMO FUNDO DE ÍNDICE, FI CLASSIFICADO NO SEGMENTO INVESTIMENTOS ESTRUTURADOS, FI CONSTITUIDO NO BRASIL CLASSIFICADO NO SEGMENTO INVESTIMENTO NO EXTERIOR E FUNDO DE ÍNDICE DO EXTERIOR NEGOCIADO NO BRASIL

0% 0% 8% 8% 8% 8% 8% 8% 0%

LIMITES 100% 20% 10% 10% 10% 10% 10% 10% 10% 10% 5%

25%

10. CENÁRIO MACROECONÔMICO E ANÁLISE SETORIAL PARA INVESTIMENTOS Para 2012 espera-se um mercado financeiro brasileiro e mundial com taxas de crescimento mais baixas do que as observadas no último ano. A expectativa é que haja uma desaceleração do crescimento mundial por conta das incertezas nas economias. O ano iniciará com as atenções voltadas para a Zona do Euro por conta de diversos problemas estruturais ocorridos nos países europeus. Não se sabe ao certo qual a intensidade do contágio da recessão europeia sobre a economia americana e também sobre os países emergentes. Adicionalmente, discute-se qual o tamanho da desaceleração já em curso dos investimentos na China e qual o reflexo disso no restante do mundo. Diante da complexidade dos fatos o ano de 2012 deve ser mais um ano bastante desafiador. No caso da economia americana existe um crescimento moderado evitando a recessão, mas ainda longe de ser um crescimento sustentável que possa provocar melhoras no mercado de trabalho. Dependendo da intensidade do contagio da crise europeia sobre

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a economia americana poderá haver aperto nas condições financeiras e monetárias, o que pode ser considerado um risco e que deve ser acompanhado. No cenário doméstico, há sinais de uma desaceleração mais pronunciada da atividade econômica, A estabilidade do PIB do 3º trimestre ampliou o risco de um crescimento menor do que 3% em 2011. Os efeitos defasados do aumento dos juros, as medidas econômicas adotadas e a maior rigidez fiscal também contribuíram para a acomodação do crescimento, que deve fechar o ano em torno de 2,9%, bem abaixo das expectativas que prevaleciam no início do ano. A reversão de algumas medidas como a contenção de crédito, as desonerações fiscais de alguns setores específicos da economia, a expectativa de maior crescimento dos gastos do governo e o aumento do salário mínimo devem limitar uma desaceleração mais forte, tanto da atividade econômica quanto da inflação em 2012. O desafio para o futuro é buscar investimentos em renda fixa compatíveis com a meta atuarial, visto que, a taxa de juros do Brasil nunca esteve em patamares tão baixos. A CELOS buscará manter a sua diversificação a fim de não expor o patrimônio a riscos desnecessários. 11. OBJETIVOS DA GESTÃO A gestão da alocação de recursos entre os vários segmentos de investimento tem o objetivo de garantir o equilíbrio de longo prazo entre os ativos e as obrigações da Fundação, buscando atingir ou superar a meta atuarial de rentabilidade definida. Respeitando a necessidade de mobilidade dos investimentos e de liquidez adequada ao atendimento dos compromissos atuariais durante o próximo exercício. 12. TESTES COMPARATIVOS E DE AVALIAÇÃO PARA ACOMPANHAMENTO DOS RESULTADOS DOS GESTORES E DA DIVERSIFICAÇÃO DA GESTÃO EXTERNA DOS ATIVOS A CELOS compara a qualidade dos gestores com base na amostra de fundos da sua carteira. A comparação entre gestores é realizada através de histórico de rentabilidade e risco, da composição das carteiras, dos regulamentos e perfis dos fundos. Através da empresa de consultoria PPS, será avaliado mensalmente a performance e o risco a que o fundo está sendo submetido. Estas avaliações são discutidas no Comitê de Investimentos da CELOS. 13. CRITÉRIOS DE CONTRATAÇÃO - ADMINISTRAÇÃO DE CARTEIRAS Pré-Seleção Quando houver necessidade de investimento serão avaliados os fundos disponíveis no mercado. A pré-seleção desses fundos levará em consideração o segmento de investimento desejado, a categoria do fundo, o atendimento à legislação específica e à política de investimento do plano. A seleção de gestores externos baseia-se em análises quantitativas e qualitativas e deverá ser justificada tendo seu registro nas reuniões do Comitê de investimentos. Análise Quantitativa O estudo quantitativo deverá abordar os seguintes critérios: patrimônio sob gestão, liquidez do investimento proposto, rentabilidade histórica, posição no ranking comparativo dentro do segmento e da categoria e pulverização. Análise Qualitativa O estudo qualitativo deverá observar, entre outros, os seguintes critérios: organização, governança corporativa, qualificação e experiência profissional da equipe e das pessoas chaves, índice de rotatividade da equipe, infraestrutura, histórico, compliance, conflitos de interesse, geração de relatórios, estrutura de atendimento ao investidor e processo de escolha dos investimentos. Poderá ser solicitada a uma consultoria externa uma análise complementar dos fundos em questão. A seleção dos ativos deverá considerar a meta atuarial proposto para o plano de IPCA+6% a.a. objetivando incorporar um diferencial positivo. Além disso, deve considerar ainda as necessidades do fluxo atuarial. O desinvestimento pode ocorrer na maturação limite dos ativos investidos ou antecipadamente, se as condições do ativo ou do cenário macroeconômico se alterarem, o que pode provocar a ampliação do ganho estimado ou colocar em risco a expectativa de valorização. A causa do desinvestimento pode ser ainda quando da necessidade de liquidez do plano. 15. DEFINIÇÃO DO PADRÃO DE CÁLCULO DA DIVERGÊNCIA NÃO PLANEJADA E DE CONTROLE INTERNO A metodologia de risco utilizada é o cálculo da divergência negativa não planejada - DNP entre uma carteira de ativos e valor projetado desta carteira, neste modelo utiliza-se a taxa mínima atuarial. A rentabilidade dos ativos, será calculada utilizando o critério de apuração de cota. 16. OBSERVAÇÕES 17. RESPONSÁVEL, LOCAL E DATA ARNO VEIGA CUGNIER - DIRETOR ADMINISTRATIVO FINANCEIRO FLORIANÓPOLIS, 21 DE DEZEMBRO DE 2011

ENCARTE DA EDIÇÃO 183 - JAN - 2012 DO JORNAL DA CELOS

14. ESTRATÉGIA DE FORMAÇÃO DE PREÇO - INVESTIMENTOS E DESINVESTIMENTOS

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POLÍTICA DE INVESTIMENTOS PLANO Pecúlio - ANEXO I INFORMAÇÕES À PREVIC / PARTICIPANTE 1. ENTIDADE FECHADA DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR: FUNDAÇÃO CELESC DE SEGURIDADE SOCIAL - CELOS 2. EXERCÍCIO: 2012 3. ATA DO CONSELHO DELIBERATIVO / ATO DELIBERATIVO / DATA ASSEMBLÉIA: COD-22/2011 / 39/2011 / 21.12.2011 4. PLANO DE BENEFÍCIO: PLANO PECÚLIO 5. META ATUARIAL DO PLANO DE BENEFÍCIO: INDEXADOR: IPCA / TAXA DE JUROS: 6% A.A. 6. AETQ - ADMINISTRADOR ESTATUTÁRIO TECNICAMENTE QUALIFICADO: ARNO VEIGA CUGNIER 7. MECANISMO DE INFORMAÇÃO AOS PARTICIPANTES: ( X ) MEIO ELETRÔNICO (

) IMPRESSO

QUADRO RESUMO DA POLÍTICA DE INVESTIMENTOS DA EFPC, SEGUNDO À RESOLUÇÃO CMN Nº 3.792/2009 8. MARGEM DE ALOCAÇÃO (CAPÍTULO VII; SEÇÃO I) SEGMENTO DE APLICAÇÃO RENDA FIXA TÍTULOS PÚBLICOS FEDERAIS OUTROS ATIVOS DE RENDA FIXA (EXCETO TÍTULOS PÚBLICOS FEDERAIS) CÉDULAS DE CRÉDITO BANCÁRIO (CCB) E CERTIFICADO DE CÉDULAS DE CRÉDITO BANCÁRIO (CCCB) NOTAS DE CRÉDITO À EXPORTAÇÃO (NCE) E CÉDULAS DE CRÉDITO À EXPORTAÇÃO (CCE) CERTIFICADO DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS (CRI) CERTIFICADO DE CRÉDITOS IMOBILIÁRIOS (CCI) CÉDULAS DE PRODUTO RURAL (CPR), CERTIFICADO DE DIREITOS CREDITÓRIOS DO AGRONEGÓGIO (CDCA), CERTIFICADO DE RECEBÍVEIS DO AGRONEGÓCIO (CRA) E WARRANT AGROPECUÁRIO (WA) DEMAIS TÍTULOS DE EMISSÃO DE COMPANHIAS ABERTAS (EXCLUINDO DEBÊNTURES) E DE COMPANHIAS SECURITIZADORAS RENDA VARIÁVEL AÇÕES - NOVO MERCADO AÇÕES - NÍVEL 2 AÇÕES - BOVESPA MAIS AÇÕES - NÍVEL 1 AÇÕES SEM SELO DE GOVERNANÇA FUNDOS DE ÍNDICE INVESTIMENTOS ESTRUTURADOS FI E FIC PARTICIPAÇÕES FI EMPRESAS EMERGENTES FI IMOBILIÁRIO FI MULTIMERCADO INVESTIMENTOS NO EXTERIOR ATIVOS EMITIDOS BO EXTERIOR PERTENCENTE A FUNDOS CONSTITUÍDOS NO BRASIL FI E FIC DÍVIDA EXTERNA FUNDOS DE ÍNDICE ESTRANGEIROS NEGOCIADOS EM BOLSA NO BRASIL CERTIFICADOS DE DEPÓSITOS DE VALORES COM LASTRO EM AÇÕES DE COMPANHIAS ABERTAS COM SEDE NO EXTERIOR AÇÕES DE COMPANHIAS SEDIADAS NO MERCOSUL IMÓVEIS EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS IMÓVEIS PARA ALUGUEL E RENDA OUTROS IMÓVEIS OPERAÇÕES COM PARTICIPANTES EMPRÉSTIMOS A PARTICIPANTES E ASSISTIDOS

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LIMITES

SUBLIMITES 100%

100%

100% 80% 20% 20% 20% 20%

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FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIOA PARTICIPANTES E ASSISTIDOS 9. LIMITES DE ALOCAÇÃO DOS RECURSOS GARANTIDORES (CAPÍTULO VII; SEÇÃO II) INVESTIMENTOS ALOCAÇÃO POR EMISSOR TESOURO NACIONAL INSTITUIÇÃO FINANCEIRA AUTORIZADA A FUNCIONAR PELO BACEN TESOURO ESTADUAL OU MUNICIPAL COMPANHIA ABERTA COM REGISTRO NA CVM OU ASSEMELHADA COMPANHIA SECURITIZADORA PATROCINADO DE PLANO DE BENEFÍCIOS FIDC OU FICFIDIC FUNDOS DE ÍNDICE SOCIEDADE DE PROPÓSITO ESPECÍFICO FI OU FIC CLASSIFICADOS NO SEGMENTO DE INVESTIMENTOS ESTRUTURADOS DEMAIS EMISSORES CONCENTRAÇÃO POR EMISSOR CAPITAL TOTAL DE UMA COMPANHIA ABERTA OU SPE CAPITAL VOTANTE DE UMA COMPANHIA ABERTA PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE UMA MESMA INSTITUIÇÃO FINANCEIRA AUTORIZADA A FUNCIONAR PELO BACEN PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE UM MESMO FUNDO DE ÍNDICE, FI CLASSIFICADO NO SEGMENTO INVESTIMENTOS ESTRUTURADOS, FI CONSTITUIDO NO BRASIL CLASSIFICADO NO SEGMENTO INVESTIMENTO NO EXTERIOR E FUNDO DE ÍNDICE DO EXTERIOR NEGOCIADO NO BRASIL

0% LIMITES 100% 20% 10% 10% 10% 10% 10% 10% 10% 10% 5%

25%

10. CENÁRIO MACROECONÔMICO E ANÁLISE SETORIAL PARA INVESTIMENTOS Para 2012 espera-se um mercado financeiro brasileiro e mundial com taxas de crescimento mais baixas do que as observadas no último ano. A expectativa é que haja uma desaceleração do crescimento mundial por conta das incertezas nas economias. O ano iniciará com as atenções voltadas para a Zona do Euro por conta de diversos problemas estruturais ocorridos nos países europeus. Não se sabe ao certo qual a intensidade do contágio da recessão europeia sobre a economia americana e também sobre os países emergentes. Adicionalmente, discute-se qual o tamanho da desaceleração já em curso dos investimentos na China e qual o reflexo disso no restante do mundo. Diante da complexidade dos fatos o ano de 2012 deve ser mais um ano bastante desafiador. No caso da economia americana existe um crescimento moderado evitando a recessão, mas ainda longe de ser um crescimento sustentável que possa provocar melhoras no mercado de trabalho. Dependendo da intensidade do contagio da crise europeia sobre a economia americana poderá haver aperto nas condições financeiras e monetárias, o que pode ser considerado um risco e que deve ser acompanhado.

A reversão de algumas medidas como a contenção de crédito, as desonerações fiscais de alguns setores específicos da economia, a expectativa de maior crescimento dos gastos do governo e o aumento do salário mínimo devem limitar uma desaceleração mais forte, tanto da atividade econômica quanto da inflação em 2012. O desafio para o futuro é buscar investimentos em renda fixa compatíveis com a meta atuarial, visto que, a taxa de juros do Brasil nunca esteve em patamares tão baixos. A CELOS buscará manter a sua diversificação a fim de não expor o patrimônio a riscos desnecessários. 11. OBJETIVOS DA GESTÃO A gestão da alocação de recursos entre os vários segmentos de investimento tem o objetivo de garantir o equilíbrio de longo prazo entre os ativos e as obrigações da Fundação, buscando atingir ou superar a meta atuarial de rentabilidade definida. Respeitando a necessidade de mobilidade dos investimentos e de liquidez adequada ao atendimento dos compromissos atuariais durante o próximo exercício. 12. TESTES COMPARATIVOS E DE AVALIAÇÃO PARA ACOMPANHAMENTO DOS RESULTADOS DOS GESTORES E DA DIVERSIFICAÇÃO DA GESTÃO EXTERNA DOS ATIVOS A CELOS compara a qualidade dos gestores com base na amostra de fundos da sua carteira. A comparação entre gestores é realizada através de histórico de rentabilidade e risco, da composição das carteiras, dos regulamentos e perfis dos fundos. Através da empresa de consultoria PPS, será avaliado mensalmente a performance e o risco a que o fundo está sendo submetido. Estas avaliações são discutidas no Comitê de Investimentos da CELOS. 13. CRITÉRIOS DE CONTRATAÇÃO - ADMINISTRAÇÃO DE CARTEIRAS Pré-Seleção Quando houver necessidade de investimento serão avaliados os fundos disponíveis no mercado. A pré-seleção desses fundos levará

ENCARTE DA EDIÇÃO 183 - JAN - 2012 DO JORNAL DA CELOS

No cenário doméstico, há sinais de uma desaceleração mais pronunciada da atividade econômica, A estabilidade do PIB do 3º trimestre ampliou o risco de um crescimento menor do que 3% em 2011. Os efeitos defasados do aumento dos juros, as medidas econômicas adotadas e a maior rigidez fiscal também contribuíram para a acomodação do crescimento, que deve fechar o ano em torno de 2,9%, bem abaixo das expectativas que prevaleciam no início do ano.

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em consideração o segmento de investimento desejado, a categoria do fundo, o atendimento à legislação específica e à política de investimento do plano. A seleção de gestores externos baseia-se em análises quantitativas e qualitativas e deverá ser justificada tendo seu registro nas reuniões do Comitê de investimentos. Análise Quantitativa O estudo quantitativo deverá abordar os seguintes critérios: patrimônio sob gestão, liquidez do investimento proposto, rentabilidade histórica, posição no ranking comparativo dentro do segmento e da categoria e pulverização. Análise Qualitativa O estudo qualitativo deverá observar, entre outros, os seguintes critérios: organização, governança corporativa, qualificação e experiência profissional da equipe e das pessoas chaves, índice de rotatividade da equipe, infraestrutura, histórico, compliance, conflitos de interesse, geração de relatórios, estrutura de atendimento ao investidor e processo de escolha dos investimentos. Poderá ser solicitada a uma consultoria externa uma análise complementar dos fundos em questão. 14. ESTRATÉGIA DE FORMAÇÃO DE PREÇO - INVESTIMENTOS E DESINVESTIMENTOS A seleção dos ativos deverá considerar a meta atuarial proposto para o plano de IPCA+6% a.a. objetivando incorporar um diferencial positivo. Além disso, deve considerar ainda as necessidades do fluxo atuarial. O desinvestimento pode ocorrer na maturação limite dos ativos investidos ou antecipadamente, se as condições do ativo ou do cenário macroeconômico se alterarem, o que pode provocar a ampliação do ganho estimado ou colocar em risco a expectativa de valorização. A causa do desinvestimento pode ser ainda quando da necessidade de liquidez do plano. 15. DEFINIÇÃO DO PADRÃO DE CÁLCULO DA DIVERGÊNCIA NÃO PLANEJADA E DE CONTROLE INTERNO A metodologia de risco utilizada é o cálculo da divergência negativa não planejada - DNP entre uma carteira de ativos e valor projetado desta carteira, neste modelo utiliza-se a taxa mínima atuarial. A rentabilidade dos ativos, será calculada utilizando o critério de apuração de cota. 16. OBSERVAÇÕES 17. RESPONSÁVEL, LOCAL E DATA ARNO VEIGA CUGNIER - DIRETOR ADMINISTRATIVO FINANCEIRO FLORIANÓPOLIS, 21 DE DEZEMBRO DE 2011

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS Celos saúde - ANEXO I INFORMAÇÕES À PREVIC / PARTICIPANTE 1. ENTIDADE FECHADA DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR: FUNDAÇÃO CELESC DE SEGURIDADE SOCIAL - CELOS 2. EXERCÍCIO: 2012 3. ATA DO CONSELHO DELIBERATIVO / ATO DELIBERATIVO / DATA ASSEMBLÉIA: COD-22/2011 / 39/2011 / 21.12.2011 4. PLANO DE BENEFÍCIO: CELOS SAÚDE 5. META ATUARIAL DO PLANO DE BENEFÍCIO: INDEXADOR: IPCA / TAXA DE JUROS: 6% A.A. 6. AETQ - ADMINISTRADOR ESTATUTÁRIO TECNICAMENTE QUALIFICADO: ARNO VEIGA CUGNIER 7. MECANISMO DE INFORMAÇÃO AOS PARTICIPANTES: ( X ) MEIO ELETRÔNICO (

) IMPRESSO

QUADRO RESUMO DA POLÍTICA DE INVESTIMENTOS DA EFPC BASEADA NA RN Nº 159 DA ANS 8. MARGEM DE ALOCAÇÃO (CAPÍTULO VI; SEÇÃO III) SEGMENTO DE APLICAÇÃO RENDA FIXA TÍTULOS DE EMISSÃO DO TESOURO NACIONAL TÍTULOS DE EMISSÃO DO BACEN CRÉDITOS SECURITIZADOS PELO TESOURO NACIONAL TÍTULOS DE EMISSÃO DE ESTADOS E MUNICÍPIOS OBJETO DE CONTRATOS FIRMADOS AO AMPARO DA LEI Nº 9.496, DE 11 DE SETEMBRO DE 1997, OU DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 2.185-35, DE 24 DE AGOSTO DE 2001

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LIMITES

SUBLIMITES 100%

100%

100% 100% 100%


100% 100% 100% 80%

80%

20% 20% 20%

20% 30% 30% 0% 0% 0% 0% 0%

0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% LIMITES 100% 20% 10% 10% 10% 10% 10%

ENCARTE DA EDIÇÃO 183 - JAN - 2012 DO JORNAL DA CELOS

QUOTAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO FINANCEIRO CUJA CARTEIRA ESTEJA REPRESENTADA EXCLUSIVAMENTE PELOS TÍTULOS DE EMISSÃO DO TESOURO NACIONAL, TÍTULOS DE EMISSÃO DO BACEN, CRÉDITOS SECURITIZADOS PELO TESOURO NACIONAL. RECIBO DE DEPÓSITO COOPERATIVADO, DESDE QUE POSSÍVEL A CUSTÓDIA INDIVIDUAL DAS QUOTAS PARA CADA OPERADORA, E DESDE QUE APLICADO EXCLUSIVAMENTE NOS TÍTULOS DE EMISSÃO DO TESOURO NACIONAL, TÍTULOS DE EMISSÃO DO BACEN, CRÉDITOS SECURITIZADOS PELO TESOURO NACIONAL. CERTIFICADOS E RECIBOS DE DEPÓSITO BANCÁRIO LETRAS DE CÂMBIO DE ACEITE DE INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS; LETRAS HIPOTECÁRIAS LETRAS E CÉDULAS DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO CÉDULAS DE CRÉDITO BANCÁRIO CERTIFICADOS DE CÉDULAS DE CRÉDITO BANCÁRIO DEBÊNTURES DE DISTRIBUIÇÃO PÚBLICA CÉDULAS DE DEBÊNTURES NOTAS PROMISSÓRIAS EMITIDAS POR COMPANHIAS ABERTAS, DESTINADAS A OFERTA PÚBLICA CERTIFICADOS DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS CONTRATOS MERCANTIS DE COMPRA E VENDA DE PRODUTOS, MERCADORIAS E/ OU SERVIÇOS PARA ENTREGA OU PRESTAÇÃO FUTURA, BEM COMO EM TÍTULOS OU CERTIFICADOS REPRESENTATIVOS DESSES CONTRATOS QUOTAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO FINANCEIRO, CONSTITUIDOS SOB A FORMA DE CONDOMÍNIO ABERTO. QUOTAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO EM QUOTAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO, CONSTITUIDOS SOB A FORMA DE CONDOMÍNIO ABERTO. DEPÓSITOS DE POUPANÇA QUOTAS DE FUNDOS DE INTERMEDIAÇÃO DE DIREITOS CREDITÓRIOS VINCULADOS A OPERAÇÕES DE PLANOS PRIVADOS DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE RECIBO DE DEPÓSITO COOPERATIVADO, DESDE QUE POSSÍVEL A CUSTÓDIA INDIVIDUAL DAS QUOTAS PARA CADA OPERADORA, E DESDE QUE APLICADO EXCLUSIVAMENTE NOS TÍTULOS REFERIDOS NAS ALÍNEAS ACIMA. RENDA VARIÁVEL AÇÕES DE EMISSÃO DE COMPANHIA ABERTA, NEGOCIADAS EM BOLSA DE VALORES INVESTIMENTOS ESTRUTURADOS FI E FIC PARTICIPAÇÕES FI EMPRESAS EMERGENTES FI IMOBILIÁRIO FI MULTIMERCADO INVESTIMENTOS NO EXTERIOR ATIVOS EMITIDOS BO EXTERIOR PERTENCENTE A FUNDOS CONSTITUÍDOS NO BRASIL FI E FIC DÍVIDA EXTERNA FUNDOS DE ÍNDICE ESTRANGEIROS NEGOCIADOS EM BOLSA NO BRASIL CERTIFICADOS DE DEPÓSITOS DE VALORES COM LASTRO EM AÇÕES DE COMPANHIAS ABERTAS COM SEDE NO EXTERIOR AÇÕES DE COMPANHIAS SEDIADAS NO MERCOSUL IMÓVEIS REDE HOSPITALAR PRÓPRIA REDE NÃO HOSPITALAR PRÓPRIA OPERAÇÕES COM PARTICIPANTES EMPRÉSTIMOS A PARTICIPANTES E ASSISTIDOS FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIOA PARTICIPANTES E ASSISTIDOS 9. LIMITES DE ALOCAÇÃO DOS RECURSOS GARANTIDORES (CAPÍTULO VII; SEÇÃO II) INVESTIMENTOS ALOCAÇÃO POR EMISSOR TESOURO NACIONAL INSTITUIÇÃO FINANCEIRA AUTORIZADA A FUNCIONAR PELO BACEN TESOURO ESTADUAL OU MUNICIPAL COMPANHIA ABERTA COM REGISTRO NA CVM OU ASSEMELHADA COMPANHIA SECURITIZADORA PATROCINADO DE PLANO DE BENEFÍCIOS FIDC OU FICFIDIC

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FUNDOS DE ÍNDICE SOCIEDADE DE PROPÓSITO ESPECÍFICO FI OU FIC CLASSIFICADOS NO SEGMENTO DE INVESTIMENTOS ESTRUTURADOS DEMAIS EMISSORES CONCENTRAÇÃO POR EMISSOR CAPITAL TOTAL DE UMA COMPANHIA ABERTA OU SPE CAPITAL VOTANTE DE UMA COMPANHIA ABERTA PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE UMA MESMA INSTITUIÇÃO FINANCEIRA AUTORIZADA A FUNCIONAR PELO BACEN PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE UM MESMO FUNDO DE ÍNDICE, FI CLASSIFICADO NO SEGMENTO INVESTIMENTOS ESTRUTURADOS, FI CONSTITUIDO NO BRASIL CLASSIFICADO NO SEGMENTO INVESTIMENTO NO EXTERIOR E FUNDO DE ÍNDICE DO EXTERIOR NEGOCIADO NO BRASIL

10% 10% 10% 5%

25%

10. CENÁRIO MACROECONÔMICO E ANÁLISE SETORIAL PARA INVESTIMENTOS Para 2012 espera-se um mercado financeiro brasileiro e mundial com taxas de crescimento mais baixas do que as observadas no último ano. A expectativa é que haja uma desaceleração do crescimento mundial por conta das incertezas nas economias. O ano iniciará com as atenções voltadas para a Zona do Euro por conta de diversos problemas estruturais ocorridos nos países europeus. Não se sabe ao certo qual a intensidade do contágio da recessão europeia sobre a economia americana e também sobre os países emergentes. Adicionalmente, discute-se qual o tamanho da desaceleração já em curso dos investimentos na China e qual o reflexo disso no restante do mundo. Diante da complexidade dos fatos o ano de 2012 deve ser mais um ano bastante desafiador. No caso da economia americana existe um crescimento moderado evitando a recessão, mas ainda longe de ser um crescimento sustentável que possa provocar melhoras no mercado de trabalho. Dependendo da intensidade do contagio da crise europeia sobre a economia americana poderá haver aperto nas condições financeiras e monetárias, o que pode ser considerado um risco e que deve ser acompanhado. No cenário doméstico, há sinais de uma desaceleração mais pronunciada da atividade econômica, A estabilidade do PIB do 3º trimestre ampliou o risco de um crescimento menor do que 3% em 2011. Os efeitos defasados do aumento dos juros, as medidas econômicas adotadas e a maior rigidez fiscal também contribuíram para a acomodação do crescimento, que deve fechar o ano em torno de 2,9%, bem abaixo das expectativas que prevaleciam no início do ano. A reversão de algumas medidas como a contenção de crédito, as desonerações fiscais de alguns setores específicos da economia, a expectativa de maior crescimento dos gastos do governo e o aumento do salário mínimo devem limitar uma desaceleração mais forte, tanto da atividade econômica quanto da inflação em 2012. O desafio para o futuro é buscar investimentos em renda fixa compatíveis com a meta atuarial, visto que, a taxa de juros do Brasil nunca esteve em patamares tão baixos. A CELOS buscará manter a sua diversificação a fim de não expor o patrimônio a riscos desnecessários. 11. OBJETIVOS DA GESTÃO A gestão da alocação de recursos entre os vários segmentos de investimento tem o objetivo de garantir o equilíbrio de longo prazo entre os ativos e as obrigações da Fundação, buscando atingir ou superar a meta atuarial de rentabilidade definida. Respeitando a necessidade de mobilidade dos investimentos e de liquidez adequada ao atendimento dos compromissos atuariais durante o próximo exercício. 12. TESTES COMPARATIVOS E DE AVALIAÇÃO PARA ACOMPANHAMENTO DOS RESULTADOS DOS GESTORES E DA DIVERSIFICAÇÃO DA GESTÃO EXTERNA DOS ATIVOS A CELOS compara a qualidade dos gestores com base na amostra de fundos da sua carteira. A comparação entre gestores é realizada através de histórico de rentabilidade e risco, da composição das carteiras, dos regulamentos e perfis dos fundos. Através da empresa de consultoria PPS, será avaliado mensalmente a performance e o risco a que o fundo está sendo submetido. Estas avaliações são discutidas no Comitê de Investimentos da CELOS. 13. CRITÉRIOS DE CONTRATAÇÃO - ADMINISTRAÇÃO DE CARTEIRAS Pré-Seleção Quando houver necessidade de investimento serão avaliados os fundos disponíveis no mercado. A pré-seleção desses fundos levará em consideração o segmento de investimento desejado, a categoria do fundo, o atendimento à legislação específica e à política de investimento do plano. A seleção de gestores externos baseia-se em análises quantitativas e qualitativas e deverá ser justificada tendo seu registro nas reuniões do Comitê de investimentos. Análise Quantitativa O estudo quantitativo deverá abordar os seguintes critérios: patrimônio sob gestão, liquidez do investimento proposto, rentabilidade histórica, posição no ranking comparativo dentro do segmento e da categoria e pulverização. Análise Qualitativa O estudo qualitativo deverá observar, entre outros, os seguintes critérios: organização, governança corporativa, qualificação e experiência profissional da equipe e das pessoas chaves, índice de rotatividade da equipe, infraestrutura, histórico, compliance, conflitos de interesse, geração de relatórios, estrutura de atendimento ao investidor e processo de escolha dos investimentos.

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Poderá ser solicitada a uma consultoria externa uma análise complementar dos fundos em questão. 14. ESTRATÉGIA DE FORMAÇÃO DE PREÇO - INVESTIMENTOS E DESINVESTIMENTOS A seleção dos ativos deverá considerar o benchmark proposto para o plano de IPCA+6% a.a. objetivando incorporar um diferencial positivo. Além disso, deve considerar ainda as necessidades do fluxo de despesas. O desinvestimento pode ocorrer na maturação limite dos ativos investidos ou antecipadamente, se as condições do ativo ou do cenário macroeconômico se alterarem, o que pode provocar a ampliação do ganho estimado ou colocar em risco a expectativa de valorização. A causa do desinvestimento pode ser ainda quando da necessidade de liquidez do plano. 15. OBSERVAÇÕES 16. RESPONSÁVEL, LOCAL E DATA ARNO VEIGA CUGNIER - DIRETOR ADMINISTRATIVO FINANCEIRO FLORIANÓPOLIS, 21 DE DEZEMBRO DE 2011

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS Pga - ANEXO I INFORMAÇÕES À PREVIC / PARTICIPANTE 1. ENTIDADE FECHADA DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR: FUNDAÇÃO CELESC DE SEGURIDADE SOCIAL - CELOS 2. EXERCÍCIO: 2012 3. ATA DO CONSELHO DELIBERATIVO / ATO DELIBERATIVO / DATA ASSEMBLÉIA: COD-22/2011 / 39/2011 / 21.12.2011 4. PGA - PROGRAMA DE GESTÃO ADMINISTRATIVA 5. META ATUARIAL DO PLANO DE BENEFÍCIO: INDEXADOR: IPCA / TAXA DE JUROS: 6% A.A. 6. AETQ - ADMINISTRADOR ESTATUTÁRIO TECNICAMENTE QUALIFICADO: ARNO VEIGA CUGNIER 7. MECANISMO DE INFORMAÇÃO AOS PARTICIPANTES: ( X ) MEIO ELETRÔNICO (

) IMPRESSO

QUADRO RESUMO DA POLÍTICA DE INVESTIMENTOS DA EFPC, SEGUNDO À RESOLUÇÃO CMN Nº 3.792/2009 LIMITES

SUBLIMITES 100%

100%

100% 80% 20% 20% 20% 20%

80%

20% 20% 40% 40% 40% 40% 40% 40% 35% 20% 20%

20% 20%

ENCARTE DA EDIÇÃO 183 - JAN - 2012 DO JORNAL DA CELOS

8. MARGEM DE ALOCAÇÃO (CAPÍTULO VII; SEÇÃO I) SEGMENTO DE APLICAÇÃO RENDA FIXA TÍTULOS PÚBLICOS FEDERAIS OUTROS ATIVOS DE RENDA FIXA (EXCETO TÍTULOS PÚBLICOS FEDERAIS) CÉDULAS DE CRÉDITO BANCÁRIO (CCB) E CERTIFICADO DE CÉDULAS DE CRÉDITO BANCÁRIO (CCCB) NOTAS DE CRÉDITO À EXPORTAÇÃO (NCE) E CÉDULAS DE CRÉDITO À EXPORTAÇÃO (CCE) CERTIFICADO DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS (CRI) CERTIFICADO DE CRÉDITOS IMOBILIÁRIOS (CCI) CÉDULAS DE PRODUTO RURAL (CPR), CERTIFICADO DE DIREITOS CREDITÓRIOS DO AGRONEGÓGIO (CDCA), CERTIFICADO DE RECEBÍVEIS DO AGRONEGÓCIO (CRA) E WARRANT AGROPECUÁRIO (WA) DEMAIS TÍTULOS DE EMISSÃO DE COMPANHIAS ABERTAS (EXCLUINDO DEBÊNTURES) E DE COMPANHIAS SECURITIZADORAS RENDA VARIÁVEL AÇÕES - NOVO MERCADO AÇÕES - NÍVEL 2 AÇÕES - BOVESPA MAIS AÇÕES - NÍVEL 1 AÇÕES SEM SELO DE GOVERNANÇA FUNDOS DE ÍNDICE INVESTIMENTOS ESTRUTURADOS FI E FIC PARTICIPAÇÕES FI EMPRESAS EMERGENTES

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FI IMOBILIÁRIO FI MULTIMERCADO INVESTIMENTOS NO EXTERIOR ATIVOS EMITIDOS BO EXTERIOR PERTENCENTE A FUNDOS CONSTITUÍDOS NO BRASIL FI E FIC DÍVIDA EXTERNA FUNDOS DE ÍNDICE ESTRANGEIROS NEGOCIADOS EM BOLSA NO BRASIL CERTIFICADOS DE DEPÓSITOS DE VALORES COM LASTRO EM AÇÕES DE COMPANHIAS ABERTAS COM SEDE NO EXTERIOR AÇÕES DE COMPANHIAS SEDIADAS NO MERCOSUL IMÓVEIS EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS IMÓVEIS PARA ALUGUEL E RENDA OUTROS IMÓVEIS OPERAÇÕES COM PARTICIPANTES EMPRÉSTIMOS A PARTICIPANTES E ASSISTIDOS FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIOA PARTICIPANTES E ASSISTIDOS 9. LIMITES DE ALOCAÇÃO DOS RECURSOS GARANTIDORES (CAPÍTULO VII; SEÇÃO II) INVESTIMENTOS ALOCAÇÃO POR EMISSOR TESOURO NACIONAL INSTITUIÇÃO FINANCEIRA AUTORIZADA A FUNCIONAR PELO BACEN TESOURO ESTADUAL OU MUNICIPAL COMPANHIA ABERTA COM REGISTRO NA CVM OU ASSEMELHADA COMPANHIA SECURITIZADORA PATROCINADO DE PLANO DE BENEFÍCIOS FIDC OU FICFIDIC FUNDOS DE ÍNDICE SOCIEDADE DE PROPÓSITO ESPECÍFICO FI OU FIC CLASSIFICADOS NO SEGMENTO DE INVESTIMENTOS ESTRUTURADOS DEMAIS EMISSORES CONCENTRAÇÃO POR EMISSOR CAPITAL TOTAL DE UMA COMPANHIA ABERTA OU SPE CAPITAL VOTANTE DE UMA COMPANHIA ABERTA PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE UMA MESMA INSTITUIÇÃO FINANCEIRA AUTORIZADA A FUNCIONAR PELO BACEN PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE UM MESMO FUNDO DE ÍNDICE, FI CLASSIFICADO NO SEGMENTO INVESTIMENTOS ESTRUTURADOS, FI CONSTITUIDO NO BRASIL CLASSIFICADO NO SEGMENTO INVESTIMENTO NO EXTERIOR E FUNDO DE ÍNDICE DO EXTERIOR NEGOCIADO NO BRASIL

10% 10%

20% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% LIMITES 100% 20% 10% 10% 10% 10% 10% 10% 10% 10% 5%

25%

10. CENÁRIO MACROECONÔMICO E ANÁLISE SETORIAL PARA INVESTIMENTOS Para 2012 espera-se um mercado financeiro brasileiro e mundial com taxas de crescimento mais baixas do que as observadas no último ano. A expectativa é que haja uma desaceleração do crescimento mundial por conta das incertezas nas economias. O ano iniciará com as atenções voltadas para a Zona do Euro por conta de diversos problemas estruturais ocorridos nos países europeus. Não se sabe ao certo qual a intensidade do contágio da recessão europeia sobre a economia americana e também sobre os países emergentes. Adicionalmente, discute-se qual o tamanho da desaceleração já em curso dos investimentos na China e qual o reflexo disso no restante do mundo. Diante da complexidade dos fatos o ano de 2012 deve ser mais um ano bastante desafiador. No caso da economia americana existe um crescimento moderado evitando a recessão, mas ainda longe de ser um crescimento sustentável que possa provocar melhoras no mercado de trabalho. Dependendo da intensidade do contagio da crise europeia sobre a economia americana poderá haver aperto nas condições financeiras e monetárias, o que pode ser considerado um risco e que deve ser acompanhado. No cenário doméstico, há sinais de uma desaceleração mais pronunciada da atividade econômica, A estabilidade do PIB do 3º trimestre ampliou o risco de um crescimento menor do que 3% em 2011. Os efeitos defasados do aumento dos juros, as medidas econômicas adotadas e a maior rigidez fiscal também contribuíram para a acomodação do crescimento, que deve fechar o ano em torno de 2,9%, bem abaixo das expectativas que prevaleciam no início do ano. A reversão de algumas medidas como a contenção de crédito, as desonerações fiscais de alguns setores específicos da economia, a expectativa de maior crescimento dos gastos do governo e o aumento do salário mínimo devem limitar uma desaceleração mais forte, tanto da atividade econômica quanto da inflação em 2012.

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O desafio para o futuro é buscar investimentos em renda fixa compatíveis com a meta atuarial, visto que, a taxa de juros do Brasil nunca esteve em patamares tão baixos. A CELOS buscará manter a sua diversificação a fim de não expor o patrimônio a riscos desnecessários. 11. OBJETIVOS DA GESTÃO A gestão da alocação de recursos entre os vários segmentos de investimento tem o objetivo de garantir o equilíbrio de longo prazo entre os ativos e as obrigações da Fundação, buscando atingir ou superar a meta atuarial de rentabilidade definida. Respeitando a necessidade de mobilidade dos investimentos e de liquidez adequada ao atendimento dos compromissos atuariais durante o próximo exercício. 12. TESTES COMPARATIVOS E DE AVALIAÇÃO PARA ACOMPANHAMENTO DOS RESULTADOS DOS GESTORES E DA DIVERSIFICAÇÃO DA GESTÃO EXTERNA DOS ATIVOS A CELOS compara a qualidade dos gestores com base na amostra de fundos da sua carteira. A comparação entre gestores é realizada através de histórico de rentabilidade e risco, da composição das carteiras, dos regulamentos e perfis dos fundos. Através da empresa de consultoria PPS, será avaliado mensalmente a performance e o risco a que o fundo está sendo submetido. Estas avaliações são discutidas no Comitê de Investimentos da CELOS. 13. CRITÉRIOS DE CONTRATAÇÃO - ADMINISTRAÇÃO DE CARTEIRAS Pré-Seleção Quando houver necessidade de investimento serão avaliados os fundos disponíveis no mercado. A pré-seleção desses fundos levará em consideração o segmento de investimento desejado, a categoria do fundo, o atendimento à legislação específica e à política de investimento do plano. A seleção de gestores externos baseia-se em análises quantitativas e qualitativas e deverá ser justificada tendo seu registro nas reuniões do Comitê de investimentos. Análise Quantitativa O estudo quantitativo deverá abordar os seguintes critérios: patrimônio sob gestão, liquidez do investimento proposto, rentabilidade histórica, posição no ranking comparativo dentro do segmento e da categoria e pulverização. Análise Qualitativa O estudo qualitativo deverá observar, entre outros, os seguintes critérios: organização, governança corporativa, qualificação e experiência profissional da equipe e das pessoas chaves, índice de rotatividade da equipe, infraestrutura, histórico, compliance, conflitos de interesse, geração de relatórios, estrutura de atendimento ao investidor e processo de escolha dos investimentos. Poderá ser solicitada a uma consultoria externa uma análise complementar dos fundos em questão. 14. ESTRATÉGIA DE FORMAÇÃO DE PREÇO - INVESTIMENTOS E DESINVESTIMENTOS A seleção dos ativos deverá considerar a meta atuarial proposto para o plano de IPCA+6% a.a. objetivando incorporar um diferencial positivo. Além disso, deve considerar ainda as necessidades do fluxo atuarial. O desinvestimento pode ocorrer na maturação limite dos ativos investidos ou antecipadamente, se as condições do ativo ou do cenário macroeconômico se alterarem, o que pode provocar a ampliação do ganho estimado ou colocar em risco a expectativa de valorização. A causa do desinvestimento pode ser ainda quando da necessidade de liquidez do plano. 15. OBSERVAÇÕES 16. RESPONSÁVEL, LOCAL E DATA ARNO VEIGA CUGNIER - DIRETOR ADMINISTRATIVO FINANCEIRO

ENCARTE DA EDIÇÃO 183 - JAN - 2012 DO JORNAL DA CELOS

FLORIANÓPOLIS, 21 DE DEZEMBRO DE 2011

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O Jornal da Celos é editado pela Fun­da­ção Celesc de Seguridade Social e tem cir­cu­la­ção dirigida aos seus participantes.

Diretor Presidente:

Correspondência para Av. Hercílio Luz, 639, sala 702 CEP: 88020-000 - Florianópolis - SC

ARNO VEIGA CUGNIER

Atendimento ao Participante - 0800483030

JOÃO PAULO DE SOUZA

www.celos.com.br

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MILTON DE QUEIROZ GARCIA Diretor Administrativo-Financeiro: Diretor de Seguridade:

Política de Investimentos 2012  
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Política de Investimentos da Celos/2012

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