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Quimera

Distribuição Gratuita

Ano 1 - Edição 04 - Abril/Maio de 2011

magazine

Berço italiano da educação infantil, no Brasil

Ela ama Ilhabela,

e nós também

Luciana Gimenez em Ilhabela

Moda tecnológica, é possível?

“Eu só quero chocolate”

Não é aprender inglês, mas vivenciar a língua inglesa


Você sabe quem lê a Quimera Magazine? Saiba qual é o perfil de consumo do nosso leitor.

http://gcomunicafuturo.blogspot.com/ 34 – 35

– Anú Quimera Magazin

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Quimera

Distribuição Gratuita

Ano 1 - Edição 02 - Dezembro de 2010/Janeiro de 2011

magazine

Quimera Ano 1 - Edição 01 - Outubro de 2010

magazine

Decididamente, ele é um bon vivant!

Família Senna é pura determinação

Exclusividade da Quimera Magazine

Os looks das celebridades podem ser seus também

Biquínis: O verão chegou !

Os sapatos do cinema em seus pés

“Comprar sapatos é como comer chocolate. Não dá vontade de parar”

Treinamentos alternativos para o ano todo

Mamãe, pensamos em tudo pra você!

Dentistas que planejam o seu sorriso

quimera_02_final.indd 1

29/11/2010 03:21:15

Tudo sobre Pilates e Ginástica Funcional

Quimera

Distribuição Gratuita

úncio da ne

Distribuição Gratuita

Ano 1 - Edição 03 - Fevereiro/Março de 2011

magazine

Quimera Ano 1 - Edição 03 - Fevereiro/Março de 2011

magazine

Shoestock 25 anos em seus pés.

Click bem brasileiro, nós merecemos!

Até Brasília:

40 dias de caminhada por uma boa causa

A nossa moda está nos EUA, México e Europa

Emanuelle Araújo - um apreço imenso!

Ela ama Ilhabela,

e nós também

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Imagens meramente ilustrativas.

OVÊ DE PÁSCOÊ COM CRÈME BRÛLLÉE DA OFNER.

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Editorial

6 meses... Ainda não sou mãe, mas acredito que a alegria de uma mulher, com o espírito maternal aflorado, seja bem semelhante a minha em relação à Revista Quimera Magazine. E, como todo bebê de seis meses do mundo moderno, podemos dizer, hoje, que evoluímos com o nosso projeto e conquistamos espaço, credibilidade e aceitação no mercado que estamos inseridos. Muitos pontos positivos nos ajudaram nesse caminho. Claro! Mas, sem dúvida alguma, foram os patrocinadores de nossa ideia que foram a mola propulsora para tudo isso acontecer. Algo sussurrava em nossos ouvidos – do it – mas a realização do percurso até aqui era aquém do verbo imperativo que circulava por nossas mentes. Com essa edição, completamos seis meses de trabalho – pouco tempo quando se trata de uma vida, um longo relacionamento ou perspectiva futura, mas muito tempo quando se trata de algo que você realmente acredita. E, por pensarmos, em horizontes, qualidade e amadurecimento, trouxemos algumas inovações para o exemplar de número 04. A partir de agora o setor que ganhou um espaço fixo (e muito bem merecido) foi o Pet Station. Teremos, a partir dessa edição, um material muito rico sobre os amiguinhos fiéis e queridos. Como em todas as edições valorizamos a importância da Cultura e Educação em nossas páginas, não poderíamos deixar de dar o devido destaque para essas seções também. Nesse número, por exemplo, trouxemos um especial sobre cinema e literatura, além de uma matéria muito interessante sobre educação infantil: o congresso na cidade italiana de Reggio Emilia. Por último, mas sem dúvida alguma com muita importância, eu não poderia deixar de falar sobre nossa capa. A deliciosa Ilhabela foi considerada a única cidade, do Estado de São Paulo, indutora da copa de 2014. A viagem, o projeto e a matéria mereciam fazer parte da nossa capa. E o melhor: tenho certeza que vocês vão me dar razão! Parabéns, patrocinadores e apoiadores! Obrigada, leitores!Nós chegamos até aqui! Agora, queremos muito mais!

Nº 04

Quimera Magazine Distribuição Gratuita Editora e Diretora Responsável: Mariana Pestana Mtb 57.600 mariana@quimeramagazine.com.br Diretor Executivo: Gabriel Barreto gabriel@quimeramagazine.com.br Projeto Gráfico e Arte: Ailton de Oliveira

Superbeijo,

Fotografia: Felipe Marini, Gabriel Barreto Capa: Gabriel Barreto Colaboradores: Marcele Folgati, Danilo Fregonesi, Felipe Marini, Claudia Rossi, Karen de Souza, Sueli Domingues, Natalia Rossi, Diego Cruz Distribuição: MDS Logística e Transporte Idealização: Grupo Comunica Futuro Anuncie: sueli@quimeramagazine.com.br comercial@quimeramagazine.com.br, Tel: (11)6875-7677 ou (11) 8553-5255 Acesse: www.quimeramagazine.com.br Sugestão de pautas e comentários: sugestoes@quimeramagazine.com.br Para receber a Quimera Magazine em sua casa, cadastre-se: euquero@quimeramagazine.com.br Os conteúdos dos anúncios publicados são de responsabilidade dos anunciantes

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Sumário

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Nesta Edição 14 - Click: “Eu só quero chocolate” 18 - Lygia Fagundes Telles: A literatura na grande tela 21 - Facebook dos adolescentes: o que eles estão fazendo nas redes? 23 - Educação: Berço italiano da educação infantil, no Brasil 24 - Teddy Bear: Não é aprender inglês, mas vivenciar a língua inglesa. 27 - Ilhabela: Cidade indutora da Copa de 2014 aspira turismo, simpatia e muita beleza. 32 - Pet Station: Coluna fixa sobre educação, bons cuidados e guia de compras para o seu pet 37 - Homa Elite Salon: Dá, ainda mais, força ao seu time.

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Business

Movido à

Proteína Empresário do setor de perfume resolve diversificar seu nicho de investimentos, pois acredita que restaurantes com cardápio saudável são extremamente carentes, no Brasil.

N

um espaço grande e muito bem dividido, o novo restaurante da geração saúde esbanja beleza, sustentabilidade, bons pratos e visão de negócios. Tudo foi muito bem pensado para fascinar o cliente no primeiro instante que pisa na casa, desde o nome – Proteína – ao logo, um delicioso copo de smoothie. Mas a tentação do cardápio fala mais alto: são mais de 70 tipos de smoothies, bebida refrescante, nutritiva, saborosa e o mais importante, com baixas calorias, saladas, grelhados, sanduíches leves, omeletes e demais itens de um cardápio saudável. Em conversa com o arrojado empresário, Mohamed Amg destaca que a ideia do Restaurante surgiu num dia em que ele tentou buscar algo diferente para uma refeição, mas acabou tendo as mesmas opções de sempre. Aliando essa questão com as tendências atuais da geração saúde foi possível chegar à filosofia da empresa. “Estamos antenados em tudo que acontece ao redor do mundo, para oferecer o melhor para nossos clientes”, diz Mohamed. Sem dúvida, antenado ele já provou que é: basta, por curiosidade, entrar e conhecer o Proteína. Os planos do empresário para o Proteína são extremamente grandes. Partindo do fato de que o mercado de smoothies nos Estados Unidos faturou cerca de US$ 3,4 bilhões em 2010 e, com a crescente preocupação dos brasileiros em relação à sua saúde, Mohamed Amg planeja abrir mais 200 Proteínas em cinco anos. Uma grande meta e caminho para serem percorridos, mas parece que o empresário – que até então investia no setor de cosmético – gostou desse seu novo ramo de negócios. Sobre alguns aspectos, Mohamed Amg responde à Quimera Magazine.

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Quimera Magazine: Como a ideia foi criada? Mohamed AMG: Tive a idéia após rodar por duas horas de carro procurando um lugar diferente, mas acabei

optando pelo velho lugar de sempre. Após o pedido, comecei a desenhar nas costas do jogo americano o restaurante que gostaria de encontrar, e desenhei desde o cardápio até a fachada. Dois anos e meio depois, nascia o Proteína, o mesmo restaurante que desenhei nas costas daquele jogo americano de papel

QM: Qual é a filosofia da empresa? M: Vendemos qualidade de vida, saúde e bem estar e não apenas produtos.

QM: E o investimento no Proteína? M: Foi um investimento muito alto, sem esforços, para nos adaptar às necessidades que o planeta exige, construindo uma empresa ecologicamente correta, com tecnologia de ponta, arquitetura elaborada, decoração refinada e sustentável, utensílios de alta qualidade e equipamentos ultramodernos. Continuaremos investindo para acompanhar a evolução do planeta e levar sempre o melhor para nosso cliente.

QM: Já pensa na expansão da marca e abertura de franquias? M: Estamos planejando abrir mais duas filiais em 2012 e dar início às franquias em 2013.

Serviço: PROTEÍNA Rua Canário, 390 / Moema – São Paulo Tel. (11) 5051-1728 proteína@proteina.net.br / www.proteina.net.br Funcionamento: Segundas a Sextas, das 11h às 1h; Sábados e Domingos, das 8h às 1h Sábados e Domingos - Buffet de Café da manhã das 8h às 13h 150 lugares


Eles vão fazer a sua cabeça Profissionais especializados e técnicas de última geração fazem do Homa Elite Salon o espaço da beleza mais cobiçado de Moema

P

ara algumas mulheres, estar num espaço de beleza se remete ao bem-estar, para outras uma ótima terapia. Algumas gostam de mudanças e outras alimentam a alma com uma boa transformação. Independentemente do motivo inicial, todas se preocupam com o resultado final. Exatamente por essa razão, que o Homa Elite Salon é referência quando o assunto é beleza. Nos cabelos, maquiagem, estética facial e corporal, nos cuidados com as mãos e pés, depilação e num pacote especial para o dia da noiva, o Homa Elite Salon consegue ser único nos mínimos detalhes. Seja pela simpatia e atendimento ou pelos maravilhosos currículos de seus profissionais – a maioria deles tem experiências fantásticas no exterior – estar lá é poder desfrutar de sensações jamais vivenciadas anteriormente. Três andares de puro luxo com tudo milimetricamente pensado – elevador, luz azul relaxante e cadeiras de shiatsu nos lavatórios, móveis de Philippe Starck e lustres de cristais arrematam o visual, fazendo com que a arquitetura clean e agradável completem o seu (e só seu) dia. Os trabalhos realizados são de verdadeiros artistas: mais do que analisarem o que é melhor para cada tipo de mulher, os profissionais do Homa conseguem dar harmonia e estilo em tudo que fazem.

Além da arte e de todo glamour, o Homa é arrojado e inovador, fazendo com que todos os lançamentos de produtos, técnicas e modas estréiem antes no centro de beleza mais cobiçado de Moema. O Homa Elite Salon idealiza seu sonho com muito estilo. Decididamente, eles vão fazer sua cabeça!

Onde Encontrar: Avenida Rouxinol, 115 - Moema Tel: (11) 5093-7503 - www.homasalon.com Estacionamento gratuito com manobrista

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“Muito ex-tenista joga golfe” Eles

Para conhecer um pouco mais sobre o mundo fascinante do golfe, a Quimera Magazine entrevistou um jogador que há mais de dez anos se dedica ao esporte

O

golfe, esporte altamente elitista, teve uma chegada no Brasil muito curiosa. No final do século XIX, engenheiros ingleses e escoceses, que construíam a Estrada de Ferro Santos-Jundiaí a São Paulo, convenceram monges beneditinos a ceder parte do terreno do Mosteiro de São Bento para a construção do primeiro campo de golfe do país, na região atualmente situada entre a Estação da Luz e o Rio Tietê. No Rio de Janeiro, na década de vinte, nasceu o Gávea Golf & Country Club, encravado entre o mar e as montanhas, é um dos campos mais bonitos do mundo. Mas, foi só em 1957 que o Brasil participou do primeiro torneio mundial de golfe. Do início da prática do esporte no país até os dias de hoje, o golfe cresceu muito – número de praticantes, escolas e espaços, mas ainda – comparado aos países Europeus, EUA e Japão – nossos números são baixos. “Os EUA têm 30 milhões de jogadores e o Japão 20 milhões. Nós temos, em torno, de 20.000 jogadores. Temos muito a galgar. Vale lembrar as Olimpíadas de 2016. Vamos participar com o golfe, acho que teremos um grande avanço”, diz Luis Carlos Ribeiro, jogador de Golfe há mais de 10 anos. Um dos fatores que não permite a disseminação do esporte no país é o custo elevado para praticá-lo. “Para jogar golfe você tem que se associar a um clube, onde as mensalidades variam entre R$ 400 e R$ 1.500, por mês. Comprar o jogo de tacos com bolsa que custa em torno de R$ 4 mil. Sem falar dos sapatos com travas e as bolas. Realmente é um esporte elitista de status”, revela o jogador. Questionado sobre como iniciou a prática do esporte, Luis Carlos Ribeiro conta que, em princípio jogava tênis, mas no mesmo espaço onde arrematava suas bolinhas existia um campo de golfe. Com o tempo a admiração pelo esporte de origem escocesa começou a aflorar e ele não mudou de time, mas mudou de esporte. “Eu não sou o único com esse tipo de história, muito ex-tenista joga golfe. Quando você acerta a primeira bolinha em seu lugar não quer parar mais”, conta ele.

Sobre as habilidades e sensações causadas em uma partida de golfe, o jogador explica que seu desafio não é os demais participantes, mas o próprio campo. “Talvez a grande diferença desse esporte é que no Golfe você joga contra você mesmo e não contra o adversário. O que significa isso? Auto superação! Você joga para melhorar o seu jogo e se aprimorar”, explica Luis. Para entenderem a colocação do jogador, vale ressaltar que o golfe é um esporte que mede níveis de jogabilidade. Ou seja: você, não praticante do esporte, pode jogar com um profissional de golfe, no mesmo campo. Para medir os resultados é simples – quem já é jogador tem um handicap, número de tacadas que você ganha ao iniciar a partida, menor que o seu. Ao final da partida o número de tacadas menos o handicap dará o resultado final. A partir dessa regra, a compensação de diferença entre os jogadores, um competidor consegue medir sua média histórica e um novo praticante consegue mensurar suas habilidades e a possível superação de expectativas. Vale tentar!

“Para jogar golfe você tem que se associar a um clube, onde as mensalidades variam entre R$ 400 e R$ 1.500, por mês. Comprar o jogo de tacos com bolsa que custa em torno de R$ 4 mil. Sem falar dos sapatos com travas e as bolas. Realmente é um esporte de status” 10


Mais+!

São Paulo de todos os lados

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m hobby e uma idéia. Um publicitário, Eduardo Amaral, e um consultor comercial, Zuza Melkan, amigos há décadas, fotógrafos e apaixonados pela cidade, decidiram compartilhar um ‘hobby’. Colocaram num site um olhar diferente e instigante de algumas atrações da cidade. Inicialmente só os amigos mais próximos tinham acesso a essas imagens. Hoje todos podem desfrutar da cidade em 360º.

O inicio de tudo Entre 2000 e 2004, durante a organização de dois eventos internacionais na área médica, surgiu a necessidade de “vender” São Paulo para profissionais europeus e asiáticos que não conheciam a metrópole e que não estavam convencidos de que seria interessante viajar para essa cidade desconhecida da América do Sul ao invés de esperar pelo evento do ano seguinte na Europa. “Vender” São Paulo exigia mostrá-la em sua totalidade. A grande dificuldade era como mostrar ao turistaprofissional o que ele poderia encontrar por aqui. E foi juntando o hobby com a necessidade que nasceu o projeto SP 360. Um mega desafio. Eduardo Amaral contou para Quimera um pouco dessa aventura. “Primeiro foi preciso ‘rastrear’ as atrações da cidade. São Paulo transpira cultura universal. São mais de 110 museus e um sem-número de centros culturais, teatros, bibliotecas, memoriais, monumentos. É a capital mundial da gastronomia, deixando para trás megalópoles como Nova Iorque, Paris e Tóquio. Aqui, quase todas as nações do mundo estão representadas em mais de 5.000 restaurantes, dos japoneses aos marroquinos, dos italianos aos franceses, dos alemães aos indianos. O que incluir no site? O que seria interessante? Como coletar estas informações? “Montamos uma verdadeira operação mercadológica, desenhando um projeto consistente para o SP360.” Esse rastreamento levou aproximadamente quatro meses. Perguntas objetivas, como ‘quantos museus há na cidade?’ não tinham respostas fáceis. Nem mesmo a SPTuris (a empresa mista que fomenta o turismo para a prefeitura) sabia ao certo muitas dessas respostas. Consolidadas as mais de 500 atrações diversas na cidade (museus, centros culturais, parques, igrejas e templos, teatros e construções históricas, monumentos relevantes, entre outras), era hora de começar as produções fotográficas. Sim, fotografias!

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Claudia Rossi Muitos internautas ao chegarem ao SP360, pensam estar vendo ‘vídeos’, pois as imagens são dinâmicas (têm movimento), mas são fotos, feitas com câmera digital e tratadas posteriormente em softwares específicos. “Começamos a bater à porta de todos os gestores dos espaços culturais e de lazer da cidade, oferecendo um espaço gratuito, bonito e dinâmico na internet. Se nosso trabalho estivesse sendo realizado na cidade do Rio de Janeiro, as coisas seriam muito diferentes. Lá, existe a cultura do ‘fomento turístico’, toda a cidade respira a ideia de que mostrar seus atributos e belezas é atrair turistas - e divisas!” Já São Paulo é carente de fomento turístico. “Não há dinheiro que baste para divulgar São Paulo, da forma que seria correta. Há muito trabalho a fazer, e pouca cultura de mercado para contribuir”, concorda Caio Carvalho, presidente do SPTuris e entusiasta do projeto. Quase no início das atividades do projeto, surgiu a ideia de procurar o SPTuris em busca de apoio. Pesquisando, descobriram o Caio empossado como presidente da SPTuris havia pouco tempo, vindo da EMBRATUR. Foram cerca de 40 dias para agendar uma reunião com ele! Mas valeu a pena a espera. “Em um fim de tarde chuvoso, chegamos às instalações do Anhembi, sede da SPTuris. A secretária do Caio nos informou que ele estava um pouco atrasado e que teríamos não mais que 20 minutos para nossa apresentação. Fomos recebidos por ele com um invariável sorriso, após uma curta espera. Os 20 minutos para a explanação do nosso projeto e a mostrar o SP360, transformaram-se em 1h40min, com direito a ‘parabéns’, em um clima bastante motivador e informal. Desde então, algumas de nossas imagens têm sido utilizadas pela SPTuris em seu (antigo) portal, e trocamos ideias sobre como fortalecer a questão do fomento turístico”. Apesar desse inicio motivador, a continuidade do projeto não foi tão fácil assim. “Batemos na porta de, pelo menos, 100 grandes empresas, e tivemos muita dificuldade em fazê-las entender a natureza do SP360, para que pudéssemos ser encaminhados ao departamento correto e estabelecer parcerias e/ou efetivar patrocínios. Ouvimos muitos ‘não’ antes de começarem os ‘sim’. A resposta era: ‘por questões de direito autoral, isso será impossível, não queremos nossas imagens publicadas na internet para qualquer um utilizar’!”, conta Eduardo.


Rompendo barreiras Para romper essa barreira inicial foi feito um ensaio 360º de um bonito parque da cidade. O trabalho foi publicado em um ‘hotsite’ à parte. Foi um sucesso! Nesta época, 2004-2005, a tecnologia 360º era uma novidade, e envolvia requisitos de visualização que dificultavam a exploração desse mecanismo na internet. O processo para conseguir a autorização de produzir e publicar as imagens foi longo. Na Pinacoteca do Estado, por exemplo, levou 40 dias. Para o Museu Paulista (do Ipiranga), foram 100 dias! E algumas semanas para outros tantos que hoje se encontram disponíveis no web site. Outra dificuldade enfrentada foram as tentativas de parceria com órgãos públicos e a necessidade de investimento externo. Todo esse trabalho de rastreamento, qualificação, organização, gerenciamento dos contatos com as instituições, produção fotográfica, finalização e todas as equipes envolvidas no SP360, desde o início, foram bancadas pelos dois sócios. Felizmente, depois que as instituições entendiam que o propósito da iniciativa era fomentar a visitação e o conhecimento das atrações de São Paulo, as coisas ficavam mais fáceis. “É muito bom ver e conhecer pessoas engajadas na ‘causa da cultura’, na ‘causa da cidade’, na ‘causa da história e da memória de todos’”, ressalta Eduardo.

O SP360 hoje Em 2010, o SP360 recebeu uma completa revisão tecnológica, uma forma de visualização mais espartana das imagens dinâmicas foi substituída por um processo bem mais interessante, que permite ao internauta interagir mais. Esta nova versão não traz o ‘high-end’ da tecnologia 360º, mas é muito mais democrática. Atende aos internautas comuns que não estão acostumados a interagir intensamente com as imagens. A forma de navegar pelo site está mais simples, as informações estão mais atualizadas e relevantes e, os internautas que ainda não possuem uma banda larga rápida também podem ter acesso. As instituições e espaços presentes no site contam com uma área onde podem publicar suas agendas culturais e de eventos, de forma gratuita. É uma forma de tornar a informação mais dinâmica e prazerosa. Nada como pesquisar sobre eventos culturais olhando para os respectivos espaços em 360º! Hoje, o SP360 é um projeto equilibrado, minuciosamen-

te pensado para gerar essa experiência interessante, motivadora. E, na definição do Eduardo, “a essência dessa maravilhosa cidade que lutamos por tornar pública e acessível a todos”. SP360º é editado pela Projeto 360 Conteúdo Web, uma empresa formada por profissionais das mais diversas áreas, de mercadólogos a fotógrafos, consultores de vendas, diretores de arte, analistas e técnicos. É uma empresa de estratégia e produção digital, que investe em projetos e soluções inovadoras em plataforma web.

Números: • 290.000 páginas visitadas em um mês • 83.000 solicitações de cadastramento em nosso boletim eletrônico que divulga os passeios recémpublicados • Mais de 1.650 imagens dinâmicas de passeios já publicadas • Visitado por internautas de mais de 80 países (temos, em nossas páginas, um módulo de tradutor, para 26 idiomas diferentes) • Meta: mais de 10.500 imagens dinâmicas, de 600 atrações diferentes, levando mais de 600 horas de navegação contínua para que sejam todas vistas

Serviço: http://www.sp360.com.br No site, além das fotos em 360º, você encontra: • as principais casas de shows, espetáculos e danceterias da cidade • mais de 2.000 opções de bares, restaurantes e lancheterias, divididas por tipo de cozinha, especialidade ou região • mais de 500 atrações diversas, entre museus, centros culturais, parque e praças, teatros, igrejas e templos, monumentos, eventos, • opções de hospedagem, de confortável ao luxo supremo • um setor de serviços com informações sobre como chegar, se locomover, se atualizar e se encontrar na cidade, com dicas e informações úteis.

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Click Click

A doce tentação de um chocolate pode ser encontrada nas páginas que seguem. Não só uma menção à Páscoa que se aproxima, mas uma forma de alimentar a alma, a vida e os corações. Aos fãs do doce feito a partir da amêndoa torrada do cacau, aos que acreditam (assim como eu) que é um ótimo mimo para se dar a quem gosta, aos que admiram a beleza da fotografia – um chocolate! Dois, três...

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Há quase 10 anos no mercado fotográfico, Felipe Marini já trabalhou em diversas áreas da fotografia. Hoje, ele está mais focado em projetos em estúdio, onde faz foto de gastronomia, moda e produtos. Além disso, Felipe é professor na escola Espaço da Fotografia. Para ele, a fotografia é a precisão e a instantaneidade do momento em uma imagem. Para saber mais, acesse:

www.flickr.com/photos/felipemarini/

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Click Há quase 10 anos no mercado fotográfico, Felipe Marini já trabalhou em diversas áreas da fotografia. Hoje, ele está mais focado em projetos em estúdio, onde faz foto de gastronomia, moda e produtos. Além disso, Felipe é professor na escola Espaço da Fotografia. Para ele, a fotografia é a precisão e a instantaneidade do momento em uma imagem. Para saber mais, acesse:

www.flickr.com/photos/felipemarini/ www.felipemarini.com

Click

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Especial Páscoa

Nacilda Vick

Coroa Portuguesa para Páscoa A culinarista Nacilda Vick recebe a Quimera Magazine em sua casa para uma sugestão deliciosa: o almoço Pascoal

E

m clima de Páscoa, fomos convidados para um agradável almoço na casa de uma mestra na cozinha. Mestra no sentido figurado – ela realmente sabe o que faz – e no sentido literal – além de realizar eventos e ser convidada assídua do programa TV Culinária na TV Gazeta, ministra aulas particulares super VIPs para ocasião que o aluno quiser. Mas como estamos no mês da Páscoa, Nacilda Vick acertou em cheio no que gostaríamos de apresentar em nossas páginas e o nosso almoço foi a tal Coroa Portuguesa. Um prato já apresentado por ela há mais 10 anos e que arranca suspiros. “A primeira vez que eu fiz a Coroa, eu testei com a minha família. Consigo lembrar como se fosse hoje. Foi num almoço de Dia das Mães, em 2000. De lá pra cá, faço em eventos mais íntimos, ensino na televisão e o pessoal se encanta”, conta Nacilda Vick. O formato do prato é uma coroa, e como é bem típico do país Europeu, a base dele é arroz, bacalhau e camarão. Visualmente maravilhoso – enfeita a mesa e os olhos, na primeira percepção. Ao provar o prato, o visual fica para segundo plano, a Coroa Portuguesa tem suas peculiaridades incríveis – os sabores se misturam no arroz e provocam sensações únicas. A culinarista destacou para a Revista que gosta muito de trabalhar com frutos do mar. “Eu gosto de mostrar para as pessoas que, em muitas épocas no ano, os frutos do mar têm preços acessíveis. Podemos ter esses pratos em nossos cardápios diários”, ressalta a baiana amante da culinária. Atenciosa ao extremo, um telefonema interrompe nosso almoço e entrevista. “Licença, um minuto”, disse Nacilda. Para nossa surpresa, a ligação só enriqueceu e complementou nossa matéria. Do outro lado da linha era uma telespectadora querendo tirar uma dúvida sobre uma sobremesa, a qual ela havia acompanhado na TV Gazeta. O doce? Uma torta de limão com yogurt. Deu até água na boca. Mas precisávamos encerrar nosso trabalho por lá. Uma despedida calorosa – típico de pessoas que te recebem bem – e a Revista Quimera Magazine parte para a próxima pauta do dia. Mas vale destacar – o papo e o almoço foram muito bons e a vontade era poder passar o resto da tarde por lá. Para quem ainda não decidiu o cardápio da Páscoa, vale a nossa dica: Rendimento – 15 pessoas Valor médio – R$ 80 – R$ 90

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Ingredientes 2 xícaras de arroz 8 dentes de alho 2 cebolas grandes 16 tomates maduros firmes 1 colher de sopa de extrato de tomate 10 colheres de sopa de azeite de oliva 2 colheres de sopa de óleo 1 colher de café de endro 1 ½ de camarão médio 1 kg de bacalhau (lombo ou aparas) Pimenta do reino à gosto Sal à gosto 1 forma de buraco medindo 27 cm x 9 cm de altura

Preparo do arroz Pique 2 dentes de alho e frite-os no óleo, acrescente o arroz, sal à gosto e 4 xícaras de água e deixe cozinhar bem. Para esta receita quanto mais cozido o arroz melhor para o resultado final. Depois de bem cozido reserve –o tampado. Preparo do molho Limpe os camarões e tempere-os com sal, pimenta do reino e 2 dentes de alho picados, Reserve. Dessalgue o bacalhau de maneira habitual. Retire todas as espinhas, tempere com 2 dentes de alho picados. Coloque numa panela 2 colheres de azeite e refogue rapidamente o bacalhau. Reserve-o. Numa panela com água fervente, coloque os tomates deixando -os ferver até que a pele comece a se desprender. Retire-os e passe-os pela água fria, retire a pele. Pique os tomates e reserve. Pique as cebolas. Numa panela aqueça 8 colheres de azeite, junte o alho, refogue até começar a dourar, agregue a cebola e refogue por 3 minutos, junte os tomates, o extrato de tomates e o endro, tempere com sal e pimenta à gosto. Junte os camarões e refogue por 3 minutos, (reserve 8 camarões para a decoração). Acrescente o bacalhau e deixe cozinhar por 3 minutos, coloque um pouco do caldo do camarão. Desligue. Este molho tem ficar com um pouco do caldo para que possa umedecer o arroz. Preparo da Coroa Misture bem parte do molho no arroz, reservando um pouco para colocar em volta da coroa. Coloque o arroz na forma, sempre pressionando com as costas de uma colher para que o arroz fique bem compactado. Este processo é importante para que ao desenformar fique com um visual bonito. Desenforme num prato redondo grande, decore com os camarões reservados e distribua o restante do molho em volta da coroa. Sirva acompanhado de um vinho branco de sua preferência.

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Cultura

88 anos de muita

literatura na grande tela

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l


Filmes raros inspirados na Obra de Lygia Fagundes Telles na Cinemateca Brasileira, em abril

N

o mês que Lygia Fagundes Telles completa 88 anos, a Cinemateca Brasileira faz pela primeira vez, uma curadoria que reúne as principais obras que dialogam com a Obra desta importante escritora. A maior parte dos filmes, não foi lançada comercialmente e tem exibições raras no circuito de cinema de São Paulo. Considerando o conjunto da obra e o universo narrativo de Lygia Fagundes Telles, é inegável que a escritora trouxe grande novidade à literatura brasileira. Sempre explorando os recantos da alma humana em sondagens psicológicas permanentes, seus personagens, principalmente os femininos são sempre complexos, marcados pela reflexão e pela fragilidade. Sua obra realiza uma síntese entre registro realista e a dimensão psicológica, diluindo as fronteiras entre crônica social e imaginação fabulosa. A Mostra é uma ótima oportunidade para fãs e cinéfilos conferirem como este impressionante universo foi retratado na telona. O universo de filmes adaptados literalmente para o cinema não é extenso e está completo na Mostra. Como é o caso de As Meninas de Emiliano Ribeiro, Contos de Lygia e Morte, de Del Rangel – adaptação de três contos, ‘’Venha ver o pôr-do-sol’’, ‘’A Caçada’’ e ‘’Os objetos de Fuga’’; ou ainda o curta-metragem O menino de Luiz Fernando Sampaio, adaptação do conto homônimo de Lygia, que também assina os diálogos da produção. Há também uma gama de longas e curtas metragens inspirados na obra da escritora, como o curta-metragem Jogo de Memória, baseado no romance ‘’Verão no Aquário’’. Ou ainda o episódio O Noivo de John Herbert do longa-metra-

Lygia Telles

gem Já não se faz amor como antigamente, o episódio é uma pornochanchada cujo argumento foi inspirado no conto O Noivo da escritora. O longa As Três Mortes de Solano, drama experimental do diretor Roberto Santos inspirado no conto ‘’A Caçada’’. A curadoria também optou por trazer outras formas de abordar a obra de Lygia. Como o filme baseado na obra de Machado de Assis em que ela e seu ex-marido, Paulo Emilio Salles Gomes assinam juntos o roteiro, Capitu de Paulo Cezar Saraceni. O documentário sobre a vida e a obra da escritora, Narrarte dirigido pelo seu filho Goffredo Telles Neto e Paloma Rocha. E ainda o longa-metragem Le ore Nude (As horas Nuas) de Marco Vicario, que apesar de não ter uma relação direta com livro de mesmo nome da escritora, dialoga através da trajetória das respectivas personagens principais. Em crise com o casamento, as protagonistas, tanto do filme quanto do livro, mantêm um amor platônico por outro homem que não o respectivo marido, o paralelismo das obras acontece quando ambas as protagonistas se deparam com situações que as obrigam a enfrentar seus sentimentos de forma crua. A mostra que acontece a partir do dia 26 de abril, é uma ótima opção para quem quer entender o universo de Lygia e desfrutar de uma ótima literatura nas telas de cinema. Confira a programação: www.cinemateca.gov.br Serviço: Largo Senador Raul Cardoso, 207 – Vila Mariana (11) 3512-6114 Data: Data 26/04 a 15/05 Programação completa: www.cinemateca.gov.br E-mail: contato@cinemateca.org.br

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Cinema

Cordel Fabuloso

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vida do surfista Fábio Gouveia talvez seja a trajetória dos sonhos de muitos que almejam seguir carreira no esporte. Considerado o mais importante atleta brasileiro na modalidade, ele tem sua vida pessoal e profissional contada em tom de fábula no documentário Fábio Fabuloso. No filme estão importantes passagens de sua vida profissional, como as conquistas dos campeonatos mundiais no Havaí e na França, além de seu convívio com a família. Parte das imagens usadas no longa vieram do arquivo pessoal do próprio surfista, que ganhou seu primeiro campeonato amador em 1988, quando tinha 21 anos. Nascido na Paraíba, Fábio logo conquistou o universo do surfe profissional e foi o primeiro brasileiro a integrar o Top 5, um seleto grupo que reúne os melhores do mundo. A produção traz também depoimentos de atletas renomados na categoria. Fábio Gouveia já havia participado de outros vídeos sobre o esporte, além de ter trabalhado em Surf Adventures. O documentário usa a linguagem de cordel, forma de literatura típica da região do nordeste em que o humor e o sobrenatural dão o tom das narrativas, narrando as aventuras do do garoto pobre da Paraíba que conquistou o mundo e foi um dos responsáveis por colocar os brasileiros no mapa dos grandes circuitos de surf. Diversão garantida, além das impressionantes imagens do Fabuloso deslizando pelas ondas, inspirador!

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Facebook Páscoa

Adolescentes “Não porque é algo errado que precisamos esconder e sim porque é algo que nos sentimos mais a vontade em falar com amigos e não com os pais”

Adolescente, neta de um dos maiores jornalistas do Brasil – o colunista Clovis Rossi – aspirante do jornalismo e das Mídias Sociais, Natalia Rossi aceitou o desafio da Quimera Magazine e mostrou que é uma garota de opinião. O desafio? Trazer para nossas páginas qual é a visão dos jovens para com a exposição da vida nos formatos modernos da comunicação online

digitais

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ma das piores maneiras de se descobrir alguma coisa é pela internet, porque nunca sabemos que horas e o que cairá sobre nossas cabeças. O mais incrível é que outro dia eu estava de passagem pelo Facebook, só para conhecer um pouco as ferramentas, e vi que o “status de relacionamento” (aquele ícone que mostra se você está solteiro, casado, ficando) do meu namorado ainda era “Solteiro”. Ele tinha esquecido de mudar. Foi chocante! Essas falhas, porém, são possíveis de relevar, uma vez que a pessoa pode não usar a rede social com freqüência, o que resulta no esquecimento de alguns detalhes. Se o único aspecto negativo da interferência da tecnologia nos relacionamentos fosse esse, ninguém teria muito que reclamar ou se preocupar. Mas a coisa não para por ai. Acontece que a maioria esmagadora dos adolescentes – em alguns casos, até adultos – não percebe que o que está na internet, permanece lá para SEMPRE e pode gerar impactos em um futuro não tão distante. Tomei a liberdade de dizer isso com tanta certeza, porque sou adolescente e sei bem como funcionam as coisas. Sinceramente, nós, de 16/17 anos, falamos e escrevemos sobre o que pensamos do mundo, de algumas atitudes e o que fazemos, independente de ser certo ou errado. Às vezes escrevemos algo no Facebook ou no Twitter só para desabafar ou expressar nossa opinião sobre algum acontecimento, e nunca nos lembramos de medir as palavras. Isso, algumas vezes, pode parecer para quem lê, algo mais intenso do que realmente é.

Não é fácil resistir à tantas tentações tecnológicas, mas é preciso saber o que pode ser publicado ou não na internet. Fotos, frases com indiretas/diretas, vídeos, entre outras coisas, têm que ser selecionados com muito cuidado antes de expor em qualquer lugar, evitando a possibilidade de alguém utilizar essa informação contra você.

As conseqüências disso podem não aparecer agora. Com o passar dos anos, quando os adolescentes de hoje forem adultos e entrarem para o mundo dos negócios, tudo o que publicaram quando eram jovens pode – e deve – ser considerado por seus chefes. E algumas informações, como por exemplo, insinuações de uso de drogas, bebida alcoólica em excesso e até mesmo desdém com os estudos, podem gerar conflitos ou dificuldades em arranjar aquele emprego tão sonhado. É obvio que nem todos escrevem coisas “comprometedoras”, mas isso é minoria. Apesar de toda essa falta de compromisso que temos, no fundo só queremos nos comunicar e, muitas vezes, chamar atenção e ver o que interessa mais aos nossos amigos para publicarmos. Essas redes sociais permitem que possamos fazer isso. Contar do nosso dia, conversar de modo informal com amigos e nos expressar sem muita vergonha (já que tudo que não é cara a cara é mais fácil de falar). Outra facilidade que a internet nos trouxe é que podemos desabafar com um amigo teclando no MSN sem que nossos pais saibam o que estamos falando, ao contrário do telefone, e não porque é algo errado que precisamos esconder e sim porque é algo que nos sentimos mais a vontade em falar com amigos e não com os pais. Um exemplo disso são os relacionamentos. Sejamos honestos: é melhor falar sobre seu namoro com seus pais ou com seus amigos? Evidente que é a segunda opção. Nada foi feito de errado, mas pessoas da nossa idade nos entendem melhor.

O uso das redes sociais pode ser benéfico ou uma arma contra si mesmo, por isso, tanto os jovens como os adultos, devem tomar muito cuidado ao escrever ou postar vídeos e fotos na internet, se isso for feito corretamente, não há muito com o que se preocupar e nem achar que a internet é um perigo e que você será sequestrado se colocar seu nome verdadeiro no Facebook ou Orkut. 21


Educação Páscoa

Reggio Emilia:

pequena em espaço territorial, mas grandiosa em cultura Daniela Hammerat, coordenadora pedagógica da Escola Villacor, viajou para uma pequena cidade italiana, berço da educação infantil, e trouxe muitas novidades para a Revista Quimera Magazine, nossos leitores, pais, pedagogos e, principalmente, para seus alunos. “Quando o carro parou em frente ao Instituto Loris Mallaguzi, local onde foram realizadas as palestras sobre a Escola Reggiana, minhas pernas ficaram tão bambas que eu não consegui sair do lugar que eu estava. Meu coração batia em disparada. Naquele instante, eu sabia que muita coisa iria ser diferente”, declara a coordenadora pedagógica da Escola Villacor, Daniela Hammerat. Assim que a Revista Quimera Magazine presenciou a emotiva afirmação duas certezas vieram em mente – em primeiro lugar, essa questão merecia abrir a matéria e em segundo, a filosofia da Escola Reggiana precisa ser difundida. Para quem não conhece a história da cidade Reggio Emilia, local onde toda a teoria Reggiana foi fundada, vale um pincelar: era o fim da Segunda Guerra Mundial, período de destruição e fome, mas muitas mães da pequena cidade italiana, ao se depararem com aquela realidade, sonharam com um mundo melhor para seus filhos, uma escola. Como a construção da escola – espaço físico, planejamento e ideias – se deu com a ajuda das mães, um dos fortes pilares da Escola Reggiana é exatamente esse: os pais fazem parte da escola. Com a fundamentação de todo o processo educativo e pedagógico, hoje, a Escola Reggiana trabalha usando artifícios e estímulos incríveis com seus alunos, permitindo com que a mente das crianças saiam da acomodação e estágio comum e normal e realizem conexões e associações de ideias. “Para que estas conexões sejam provocadas e a mente saia da acomo-

dação, as crianças desfrutam de ambientes deslumbrantes e provocativos. Quando digo deslumbrante, refiro-me a quantidade de questionamentos que ele pode aguçar e a qualidade de curiosidades que ele oferece”, ressalta Daniela Hammerat. Todas essas percepções – é possível ensinar de maneira a provocar a curiosidade e desenvolver a reflexão – foram abordadas no Congresso em Reggio Emiglia. “A real importância dos encontros e palestras na cidade italiana, para mim, foi a reflexão sobre a cultura da infância, como ela acontece, como ela pode acontecer. É magnífico!”, conta a coordenadora pedagógica. Sobre a aplicabilidade de todos os conceitos da Escola Reggiana, Daniela aponta a importância da construção de um processo educativo conjunto. Na concepção dela, não há como explorar um processo inverso: aplicar algumas atividades e depois a conscientização do todo. Em Reggio há uma alquimia do “ser”, do local e suas experiências. “Eles vêem a escola como um lugar conjunto de construção do conhecimento”, conclui Hammerat. Questionada sobre como trazer esse aprendizado para a Villacor, Daniela ressalta que a Escola já tem traços da filosofia regggiana, motivo que facilitará a introdução de qualquer aprendizado que ela tenha adquirido na Itália. “A partir do conhecimento apresentado, a Villacor focará seu aprendizado no compartilhamento da cultura, na valorização da ação, experimentação e na criança inserida num pensamento, para que ela crie soluções estratégicas. Promoverá também espaços onde a criança possa encontrar a maneira de se expressar, promovendo as inter-relações entre elas e com os adultos”, Finaliza Daniela Hammerat. Mais do que isso, aplicarão o uso dos verbos: olhar, parar, ouvir, sentir e refletir.

“A partir do conhecimento apresentado, a Villacor focará seu aprendizado no compartilhamento da cultura, na valorização da ação, experimentação e na criança inserida num pensamento, para que ela crie soluções estratégicas. Promoverá também espaços onde a criança possa encontrar a maneira de se expressar, promovendo as interrelações entre elas e com os adultos” Escola Villa Cor Av. Pavão, 246 – Moema Tel.: (11) 5333-3636 / 2371-0338 / 7751-2541

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Educação

É mais do que aprender, é vivenciar a língua inglesa Recém-inaugurada na Vila Nova Conceição, a escola de inglês Teddy Bear trabalha com uma filosofia singular: explorar o idioma por meio de associações de ideias e experimentações.

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o entrar na encantadora casa do Teddy Bear, no bairro da Vila Nova Conceição, é possível esquecer qualquer outro método de ensino e realmente querer aprender a língua inglesa nesse mundo à parte. Para terem noção do quão envolvente a escola é, uma placa de trânsito – como aquelas que dividem municípios ou sinalizam estradas – aponta a entrada da Escola. É como se após aquela linha da porta, um divisor de águas criasse a barreira entre o mundo comum do aprendizado e o estimulante mundo da Teddy Bear. Após a introdução no espaço físico da Escola, o formato, conteúdo e processos de ensino contribuem ainda mais para a percepção inicial: a Teddy Bear é uma instituição de ensino totalmente diferenciada. “Aqui, procuramos trabalhar a pessoa antes da língua, atendendo às suas necessidades afetivas e cognitivas e respeitando seus estágios de desenvolvimento”, explica Mirela Ramacciotti, coordenadora pedagógica da Escola Teddy Bear. Trabalhando com questões de vivência e acúmulo de experiências lingüísticas, a Escola promove diferentes hábitos para estimular o aprendizado da língua. É possível ter uma aula de culinária em inglês ou até mesmo plantar e cultivar a horta. Com essas atividades, os alunos vivenciam a língua fora das quatro paredes de uma sala de aula. Eles fazem o que antes só ouviam, mexem no que antes só viam, experimentam o que antes apenas olhavam; vivenciam com os todos os sentidos esse novo aprender. Mas é claro que o ensino é um quebra-cabeça, onde as várias peças precisam se completar. Dessa forma, a Teddy Bear também trabalha com uma grande aliada: a tecnologia. Além da sala de informática, a qual é utilizada para atividades direcionadas, há também um espaço equipado com uma lousa touch que estimula a questão lúdica e interativa do aprendizado. “Trabalhar com o 24

lúdico é respeitar a criança e atender às suas necessidades reais. É compartilhar de sua descoberta constante e incessante. É ser especializado em ensinar com a utilização de muitos recursos e estímulos”, conta a coordenadora pedagógica da Escola Teddy Bear. Questionado sobre qual inglês é ensinado na Escola – americano, britânico, australiano ou qualquer outro sotaque e origem – a resposta do empresário Geraldo Leal de Moraes, proprietário da Teddy Bear Vila Nova Conceição, caiu feito uma luva: “Aqui, ensinamos inglês. É um mundo onde se fala o idioma da forma contemporânea, ou seja, com uma variedade de sotaques, com uma infinidade de expressões, muita criatividade e bastante aceitação. O inglês é a língua do mundo pós-moderno. Ou seja: é a língua que possibilita entendimento e mediação”, conclui Geraldo, reforçando a importância do aprendizado desde pequenininho. A Escola Teddy Bear trabalha o inglês através da vivência e das experimentações dos 2 aos 17 anos. Para trabalhar com a faixa etária de 2 a 6 anos, a Escola expõe que nessa idade a criança assimila o processo. “É por isso que na Teddy Bear fazemos esse processo de aprendizado ocorrer de forma memorável e muito significativa. Trazemos conosco a certeza de que o inglês será aprendido para a vida, pois estará sempre associado a momentos de muita alegria”, finaliza Mirela.

Serviço Rua Cel. Artur de Paula Ferreira, 110 - Vila Nova Conceição - São Paulo Fone: 11 3045-0728 vilanovaconceicao@teddybear.com.br


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Capa

Ela ama Ilhabela...

E nós também, é claro!

Luciana Gimenez, em seu site oficial, posta fotos de arquivos pessoais em Ilhabela. Por sinal, a Ilha é o único destino no Brasil que a apresentadora carrega em seus álbuns

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otícias e mais notícias em jornais, revistas, blogs e demais canais de internet – inclusive no site oficial de Luciana Gimenez – revelam o amor que a apresentadora do Superpop tem pela cidade praiana de Ilhabela. Por sinal, é na sua casa de praia que Lú se refugia da badalação e estresse de São Paulo. Mas é também na capital da vela que a apresentadora elabora festas – como seu casamento com o empresário Marcelo de Carvalho, e seu aniversário em 2010, o qual completou 35 anos. Em seu site oficial, ela posta fotos de arquivos pessoais em Ilhabela – com amigos, família, fotos artísticas de paisagens e tudo aquilo de mais íntimo que ela vivencia por lá. Fantástico! Em contato com o assessor de imprensa de Luciana Gimenez, que nos atendeu nos EUA, a afirmação que

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veio ao encontro do que já esperávamos: “A Luciana ama Ilhabela. É por lá que ela se reúne com pessoas queridas e importantes para vida dela e consegue, realmente, ter momentos ímpares”, diz Paulo Vieira. A apresentadora do Superpop, ainda em Nova York após ter dado à luz ao segundo filho, posta em seu Twitter que não agüenta mais o frio que tem passado, e que em breve voltará para casa, seu programa e sua rotina. Será que na volta ela já vai matar a saudade de sua casa de praia em Ilhabela? Enquanto isso, se ela está com saudades, nós matamos por ela. As próximas páginas que seguem apresentarão a única cidade indutora do Estado de São Paulo para a Copa de 2014 – Ilhabela. Agora vocês entenderão o motivo da Ilha estar num dos destinos cobiçados por Luciana Gimenez.


O nome já diz – é uma

ilha bela Cidade indutora da Copa de 2014, Ilhabela é um ótimo destino para quem gosta de boa gastronomia, passeios de trilha, belas praias ou simplesmente um lugar para curtir o non fa niente

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brigando a maior reserva de Mata Atlântica do planeta, Ilhabela é um local de fauna rica e diversidade ecológica preservada. Composta por 39 praias, cachoeiras exuberantes e uma variedade de destino para ser descoberto e visitado, a Ilha é considerada Patrimônio Natural e Reserva da Biosfera pela UNESCO. O local é bonito, reúne boa gastronomia, com belezas naturais, infra-estrutura e segurança. Características típicas para quem procura esportes e lugares pitorescos para as aventuras e trilhas ou para os que querem apenas um ótimo e perfeito contato com a natureza e a simples vontade de passar dias longe de problemas ou obrigações da cidade de São Paulo. Foi nesse ambiente, ritmo e beleza extremamente natural que a Revista Quimera Magazine foi recebida na Cidade Capital da Vela ou mais recentemente conhecida: a cidade indutora da Copa de 2014, àquela que receberá turistas que vierem à São Paulo assistir aos jogos. Foram cinco dias de muito conhecimento, sol, praia, belos pratos – aqueles que agradam os olhos e o paladar – maravilhosa hospedagem e uma única decisão: a matéria precisava estampar a nossa capa. Dito e feito. Como Ilhabela é um local extremamente turístico, não poderíamos deixar de abrir nossa matéria com um café-damanhã especial, no Restaurante do Portinho, para um batepapo descontraído e muito agregador com Djane Vitoriano de Jesus, Secretária do Turismo de Ilhabela. Com uma visão muito articulada sobre turismo no Brasil, a Secretária do Turismo explicou para a Revista Quimera Ma-

gazine a importância de Ilhabela ter sido considerada uma cidade indutora da Copa de 2014. “Nós temos uma lição de casa e é uma ótima oportunidade para Ilhabela crescer e investir na atividade local de maior lucratividade. A cidade indutora será o destino – apresentado aos turistas que vierem para Capital– para conhecer e se hospedar”, conta Djane Vitoriano. Segundo ela, os empresários da Ilha vão se adaptar, cada vez mais, conforme a demanda. A qualificação dos profissionais e a criação de um turismo organizado são conceitos que começaram a se difundir em Ilhabela. “A exigência e procura do público movimenta a gastronomia, os hotéis e até mesmo as empresas de mergulho e demais atrações turísticas. A Copa de 2014 é só o começo do que Ilhabela tem a proporcionar e evoluir turisticamente”, afirma a Secretária do Turismo. Questionada sobre as visitações sazonais, Djane explica que há um forte investimento, por parte do Poder Público, de mostrar que Ilhabela é uma cidade turística no ano todo. “Não deve existir essa questão de ser uma cidade de veraneio, apenas. Se o empresário tiver em mente que Ilhabela tem infra-estrutura para todas as épocas do ano, ele não precisa querer tirar seus lucros apenas no verão. Ele pode trabalhar com margens menores e saber distribuir suas atividades e investimentos em outras épocas do ano. Ilhabela é para o ano inteiro”, diz a amante da Ilha, Djane Vitoriano. A Secretária do Turismo se despediu da equipe da Revista explicando a origem do famoso bichinho da Ilha: o borrachudo. “Enquanto tivermos borrachudo por aqui é sinal que temos água limpa, água de cachoeiras”, disse ela. Mas o comentário ganhou sentimento quando ela completou a frase: “O cheiro de infância que guardo na memória é do óleo de citronela”. A fragrância fazia com que Djane se recordasse do delicioso local, onde passava férias e tinha contato com águas limpas e claras. 27


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Hospedagem – Pousada Praia do Portinho

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urante esses dias de produção jornalística, a Quimera Magazine – sem dúvida alguma – escolheu a Pousada Praia do Portinho como destaque da matéria. Localizada na Praia do Portinho, considerada o santuário ecológico marinho, a pousada reúne tudo que um turista quer em um só lugar: conforto, qualidade de atendimento, boa gastronomia, infra-estrutura e preservação do meio ambiente. Com ótimas avaliações no Guia 4 Rodas e nos sites Decolar.com e Booking.com, a Pousada conta com piscina climatizada e bar, ambiente externo relaxante, sauna, quartos espaçosos e extremamente aconchegantes. O proprietário da pousada, Leopoldo P. Neto, explica que durante três anos – entre construção e inauguração – ele procurou os equipamentos de maior certificação do mercado hoteleiro e negociaram as compras com tranqüilidade, podendo trazer qualidade à Pousada. Além de toda questão estrutural da Pousada do Portinho, o design, formato e decoração trazem o charme praiano e totalmente sustentável. O madeiramento do Hotel é certificado pelo IBAMA e IMETRO, pois é próprio para construção civil e oriundo de área de reflorestamento. Por se preocuparem com a sustentabilidade, em agosto de 2010, a Pousada recebeu a visita do então Ministro do Turismo, Luiz Barreto, que veio conhecer o projeto sustentável. “Estamos instalados em uma Ilha com 85% de preservação ambiental, é necessário tomar todo cuidado possível para instalar equipamentos que nos dê a condição mínima de sustentabilidade”, afirma Leopoldo P. Neto. Outro ponto alto da pousada é a iluminação: as luminárias foram confeccionadas artesanalmente e projetadas conforme a luminosidade pretendida, dando um toque bem intimista no ambiente externo. “A construção do empreendi-

“Estamos instalados em uma Ilha com 85% de preservação ambiental, é necessário tomar todo cuidado possível para instalar equipamentos que nos dê a condição mínima de sustentabilidade” 28

mento foi acompanhada com muito esmero e cuidado para atingirmos a finalização esperada”, conta o proprietário. Aos que gostam de excelência em atendimento, a Pousada Praia do Portinho é o lugar ideal para se hospedar. Muito bem informados e solícitos, a equipe dá dicas de passeios, opções de restaurantes e locais para visitar. Treinados para prestar atendimento VIP para seus hóspedes, os funcionários sempre estão atentos às movimentações e necessidades das pessoas. Além da Pousada, outro setor que tem crescido no empreendimento é o Restaurante Praia do Portinho. Aliando bom preço com qualidade, o Restaurante é aberto para hóspedes e demais turistas de Ilhabela. Detalhes Cama box: Em Todas Suítes Frigobar: Em Todas Suítes Recepção 24h: Sim Piscina climatizada: Sim Ar condicionado split frio e quente: Em Todas Suítes Cofre: Em Todas Suítes Estacionamento interno monitorado: Sim Payment accepted: American Express, Dinheiro, MasterCard, Visa

Serviço Pousada Praia do Portinho

www.pousadapraiadoportinho.com.br Avenida Riachuelo n° 11, Portinho - Ilhabela - São Paulo Tel: (12) 3894 9400


“O Brasil é muito criativo e temos um campo gigantesco de possibilidades gastronômicas. É preciso usar tudo isso”. Chef Luis Negreiros

Restaurante Praia do Portinho

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Restaurante Praia do Portinho é comandado pelo Chef Luis Negreiros. Na ocasião do nosso bate-papo, Luis preparou, para nossa degustação, um delicioso risoto de camarão flambado com tangerina, tomate e amêndoas. “Eu gosto da cozinha de fusão. Uma culinária mediterrânea com algo regional é o que eu pretendo, cada vez mais, aplicar no Restaurante Praia do Portinho”, revela o Chef do Restaurante. Questionado sobre o preço do Restaurante, Luis Negreiros nos respondeu que o insumo fresco permite com que os produtos sejam de qualidade e o preço acessível. Fórmula perfeita para quem quer desfrutar de boa gastronomia, produtos

naturais e não gastar muito dinheiro. Os pratos são deliciosos e dão água na boca quando chegam à mesa – não só pelo sabor, mas pelo visual dos camarões. “Eu gosto muito de valorizar o visual do menu. Dá prazer ao consumidor”, conta Luis Negreiros. Sobre a cozinha e os temperos brasileiros bem notórios nas mãos do Chef, ele tem uma resposta na ponta da língua: “O Brasil é muito criativo e temos um campo gigantesco de possibilidades gastronômicas. É preciso usar tudo isso”. O valor médio gasto no Restaurante Praia do Portinho é de R$ 25 - R$30, com bebida.

Passeios

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os amantes de passeios aquáticos e terrestres, a Quimera Magazine traz uma dica imperdível: Praia de Castelhanos. Localizada a leste de Ilhabela, com acesso marítimo ou de 4x4, a Praia de Castelhanos tem uma extensão de aproximadamente 1.500 m , onde se localiza uma lagoa de águas cristalinas e um acesso para a maravilhosa Cachoeira do Gato. Para chegarmos a esse local paradisíaco, percorremos 22 km em um off-road da empresa de turismo Maremar Turismo. O percurso dura quase duas horas, e o turista tem contato com a Mata Atlântica em uma estrada regada por cachoeiras, fauna e flora tropical. Mais do que a aventura do passeio, a paisagem do destino final merece ser destacada. O mergulho naquelas águas claras revigoram a alma e dão gostinho de quero mais. Para o almoço, a equipe preferiu petiscar um peixinho (R$ 25) da vila dos caiçaras e bebericar a deliciosa caipirinha de folha de mexerica (R$ 14). A combinação é perfeita! Saco do Eustáquio

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No retorno do passeio nós optamos pela lancha – uma forma de conhecermos as duas possibilidades de transporte – e o percurso também é fantástico. Uma parada estratégica para um mergulho no Saco do Eustáquio finaliza o passeio com chave de ouro. O local - extremamente ecológico e restrito – tem uma água tão límpida que é possível ver peixes com um mergulho superficial. A Maremar Turismo realiza também passeios para a Praia do Jabaquara, Bonete e um tour ao redor da Ilha.

Serviço

Gastronomia

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entre várias opções gastronômicas que Ilhabela possui selecionamos quatro – Restaurante All Mirante, Pasta Del Capitano, O Caminho da Pizza e o Tori Sushi Bar. A escolha se deu por diversos fatores: setor gastronômico, atendimento, qualidade, ambiente e melhor custo benefício.

Pasta Del Capitano

Maremar Turismo

Telefone: (12)3896-3679 ou (12) 3896 1418 www.maremarturismo.com.br Embarque: 09:00hs Retorno: 18:00hs Preço aproximado : R$ 135

Off-road Maremar Turismo Off-road Maremar Turismo

Ao entrar no site do Pasta Del Capitano, o visitante já consegue notar a poética que o local tem, mas ao chegar no Restaurante e degustar os pratos da casa a sensação dobra ou triplica. Uma casa à meia luz com uma cozinha totalmente visível que faz o público – ou melhor, o telespectador – acompanhar o Chef Fabio Piscioto fazendo suas artes e espetáculos num belo prato de massa formam o Pasta Del Capitano. O prato escolhido por nós foi a massa negra. Tingida com tinta de lula, a massa acompanha camarão, azeitonas, entre outros ingredientes. Segundo Fabio Piscioto, a comida deve ser uma mistura de contraste e harmonia. “Eu encontro essa fórmula perfeita na massa negra. A azeitona tem um sabor mais forte, já a lula traz um sabor delicado ao prato”, explica o Chef. O ticket médio é de R$ 65 por pessoa, com vinho. O Restaurante, por oferecer vinhos num preço acessível, tem em seu registro um consumo muito maior de vinhos do que de refrigerantes.

Serviço

www.pastadelcapitano.com.br Av. Pedro Paula de Morae, 749 – Saco da Capela Telefone: (12) 3896-5241 A bela cozinha e seu mestre

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“Caminho da Pizza”

O Caminho da Pizza

Um lugar romântico

All Mirante Sabe aquele típico lugar que ficamos sem palavras para definir? Exatamente assim. O Restaurante é maravilhoso. O local, construção e decoração em simbiose definem bem aquele espaço. É como se aquela vista que nos surpreende ao chegar alimentasse os olhos e alma. Não bastasse a vista do mirante e a decoração que mistura rústico com romântico, o cardápio é divino. Naquele instante da viagem e produção da matéria, a Quimera Magazine já havia decidido: Ilhabela seria a matéria de capa. Quando os pedidos chegaram – Robalo do Chef e Allmirante – tudo se tornou, ainda mais, perfeito. Os pratos são muito bem servidos e o atendimento é algo delicioso de se ver. Garçons e proprietário falam a mesma língua e se preocupam muito com o atendimento padrão. Dá gosto! Ou melhor – água na boca!

Serviço

www.allmirante.com.br Av. Governador Mario Covas Junior, 16.600 – Sul da Ilha Telefone: (12) 3894-1831

Robalo de dar água na boca

Há mais de cinco anos instalada em Ilhabela, O Caminho da Pizza consegue unir descontração e simplicidade com bom gosto e expertise gastronômica. É nesse formato que a pizzaria traz a proposta da informalidade no serviço – você se sente em casa e pega, na geladeira, as bebidas para seu consumo – e o resgate da experimentação – no Caminho da Pizza você degusta seu pedaço de pizza com as mãos. Além do uso de um sistema único, o projeto e decoração da casa também são aspectos diferenciados. Segundo Wellington Salmi, proprietário da Pizzaria, um local que tivesse a “cara” da Ilhabela era a missão dele. “Rústico, aconchegante e com bom gosto nos detalhes. Creio que conseguimos passar um pouco disso para os clientes”, conta o proprietário. Mas a proposta e decoração ficam para segundo e terceiro aspecto, respectivamente, quando se trata da pizza elaborada por lá. Sem dúvida alguma, a pizza de salmão defumado com cream-chesse e um delicioso molho suíço com mostarda em grãos é sucesso no Caminho da Pizza. Para completar nosso cardápio, finalizamos nosso pedido com a tradicional pizza doce – chocolate com castanhas. Deixa qualquer um vidrado na sobremesa. Vale conferir!

Serviço

Rua José Joaquim da Silva , 281 – Itaguassú - Ilhabela Telefone: (12) 3896-1321

Tori Sushi Bar No Tori Sushi Bar, você se sente num espaço bem diferente dos restaurantes japoneses encontrados na cidade de São Paulo. Em primeiro lugar, o Restaurante é um local tranqüilo: daquele tipo que as pessoas conseguem se olhar mais e conversar sem pressa, enquanto fazem suas refeições. Não que todas as mesas não estivessem ocupadas, mas os freqüentadores parecem seguir certo ritual quando estão no Tori. Servindo apenas à la carte, o Restaurante tem em seu cardápio cortes variados de sushis e sashimis, todos os tipos de pratos quentes e demais itens da cozinha oriental. Envolvido pelo local, companhia, refeição e ritmo você não sente o tempo passar quando está no Tori Sushi Bar. Um programa muito agradável para momentos de relaxamento pleno em Ilhabela.

Serviço

Tori Sushi Bar Av. Pedro de Paula Moraes, 1030 - Saco da Capela - Ilhabela Telefone: (12) 3896-1521 O oriente em Ilhabela

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Pet Station

Coluna

Pet Station As Doutoras Daniela M Mamprim e Karen Benevenuto de Souza do Pet Station respondem:

Cães e gatos também podem ser hipertensos? A hipertensão arterial em cães e gatos pode ser definida quando a pressão arterial é persistentemente superior ao normal. A hipertensão pode ser primária quando não se encontra uma causa, ou pode ser causada por uma doença de base sendo chamada de hipertensão secundária. A hipertensão primária geralmente não tem cura e o controle é feito durante toda a vida do animal, já hipertensão secundária pode ter cura caso a doença de base seja tratada ou controlada. De toda a maneira, a hipertensão crônica compromete todo o organismo do animal, podendo levar a acidentes vasculares cerebrais (AVC), sobrecarregar o rim ocasionando insuficiência renal, e também causar cegueira devido a um aumento da pressão intraocular e ou descolamento de retina. Por vezes ocorrem hematomas em conjuntiva ocular, em órgãos internos e sangramento nasal. A incidência é variada, de 0,5 a 10% da população canina sofre ou pode vir a sofrer de hipertensão arterial, na faixa etária de 2 a 14 anos de idade. Caso haja alguma suspeita de hipertensão em seu cão ou gato leve-o para uma avaliação veterinária, o aparelho de afe-

rição da pressão para o pet é diferenciado e específico, feito com “Doppler” vascular e manguitos de tamanho adequado para cada tamanho de animal. Para medir a pressão é imprescindível também um bom posicionamento e acima de tudo tranqüilidade do animal durante o exame.

É recomendado retirar pêlos de condutos auditivos de cães? Algumas raças de cães possuem maior quantidade de pêlo no interior da orelha. Não é recomendado que se arranquem esses pêlos, pois essa prática leva a uma inflamação local e a pele da região se desestabiliza e pode infeccionar causando otite. Caso os pelos excessivos da região comprometam a estética ou o arejamento do conduto recomenda-se cortar com tesoura de preferência de ponta arredondada específica.


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Whippet Normalmente as pessoas menos informadas associam o galgo Whippet apenas às competições desportivas ou à caça. Desconhecem que esta raça é, de todas, uma das que reúnem as melhores condições para aquilo que normalmente se designa por “cão de companhia”, perfeitamente adequada para se ter num apartamento. O seu porte médio, o raramente ladrar, a ausência de cheiro, que vulgarmente se designa por cheiro a cão, a fácil manutenção, a sua doçura e a sua rara

elegância fazem dele o companheiro ideal. E, ao contrário do que possa parecer, é de uma enorme resistência. O Whippet é uma raça de cães que faz parte da família dos galgos ou lébreis. Ativos, afáveis e brincalhões, estes animais são fisicamente parecidos com seus “primos” ingleses, os Greyhounds, porém menores e mais calmos. Para aqueles que gostam de passear e querem um cão companheiro essa é uma ótima opção.

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Elas preferem o iPhone Pesquisa realizada com o mercado americano revela que o iPhone faz mais o tipo das mulheres, enquanto aparelhos com o Android, sistema operacional do Google, fazem mais o estilo dos homens

E

xecutivas, antenadas ou simplesmente consumistas, a mulherada elegeu seu mobile phone predileto em 2011. Segundo pesquisa, entre as mulheres que pretendem comprar um smartphone, 30,9% das mulheres optariam pelo aparelho da Apple, enquanto 22,8% escolheriam um celular com o Android e apenas 12,5% iriam querer um BlackBerry. Enquanto isso, do outro lado da pesquisa, os homens: 32,6% dos pesquisados se interessam mais pela tecnologia do Google, escolhendo smartphones com Android, 28,6% deles escolheriam um iPhone, contra os 12,8% que optariam por um BlackBerry. O sistema arrojado e o design arredondado são – sem dúvida – características ímpares para a escolha das meninas. E teria como ser diferente?

Renata Azevedo, veterinária, revela para a Quimera Magazine que pediu o iPhone 4G, para seu namorado, de presente de Páscoa. Ao nos depararmos com o pedido, brincamos: “de chocolate”? A veterinária afirmou que ganhará o presente, pois acredita que seja o aparelho perfeito [e o namorado também] para ela. No entanto, a pesquisa realizada pela consultoria Nielsen, também revela: independentemente do sexo que mais o consome, o iPhone também apareceu na lista como o telefone celular mais popular dos Estados Unidos, com mais de 27% do total de vendas. Para Liv Soban, Diretora de Negócios da J2B Innovation, o iPhone é seu querido companheiro. São tantas as funções do aparelho na vida de Liv que não haveria como o mobile ter outra posição para ela, a não ser a de número 1.

Liv Soban - Diretora de Negócios da J2B Innovation O iPhone é praticamente uma extensão do meu corpo. Eu literalmente não consigo viver sem ele. E não venham com essa de viciados em tecnologia ou qualquer coisa muito analista do gênero. Eu sou grudada no meu iPhone porque é extremamente prático. Atualmente, quem vive em megalópolis, como nós paulistanos, que passa uma média de 35 dias dentro de um carro durante um ano entre outros empecilhos urbanos, precisa ter ferramentas que facilitam o dia-a-dia, deixando-o menos estressante e, ao mesmo tempo, mais produtivo. Com o iPhone eu vejo os emails, ligo via Skype, tenho minha própria HP, leio livros, tiro foto, faço vídeo, compras, cálculo empregatício, conversões de moeda, ouço música, vejo vídeos, descubro músicas que estão passando no rádio e não sei de quem são, aprendo receitas novas e tenho acesso a qualquer tipo de informação - dos princípios ativos de cada medicação a todos os presidentes do Brasil. Agora, a minha função favorita é a de hipnotizador de crianças. Sou tia sem filhos e tenho muitas amigas e primas mães. Mesmo amando os pequenos, nunca fui muito boa em lidar com eles. Até chegar o iPhone. Com os aplicativos de jogos educativos, viro a sensação de qualquer festa.

Hair Stylist: Iza Monteiro/Maria João


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Beleza

Novas peças completam o time. Diga-se de passagem, que belo time! Homa Elite Salon apresenta mais três mestres da beleza em seu espaço: Fernando Santos, Marcos Veríssimo e Maurício Morelli são os novos talentos que vieram para agregar, ainda mais, conhecimento, profissionalismo e muito glamour.

O

local é extremamente estruturado, os profissionais envolvidos gostam e se entregam de corpo e alma para seus projetos, a visão, missão e valores da empresa são bem trilhados e todas as ações tomadas são, sem dúvida, a chave certa para o sucesso. Como resistir ao Homa Elite Salon? Essa introdução – cada profissional com seu estilo próprio de colocação – foi unânime na abertura de nosso bate-papo. No entanto, resistir às tentações do Homa não é apenas a opinião deles, os profissionais. Mas também das clientes. Ninguém resiste a um local que prospecta as melhores inovações, profissionais, tendências e consegue reservar e misturar tudo isso de uma forma única e exclusiva. Enfim, se clientes já não conseguiam resistir antes da chegada desses três mestres, agora, ficará – ainda mais – difícil. Para começar, Fernando Santos. Em seu currículo, são 15 anos de experiência e muito dinamismo. Na ambição, o espírito inovador ecoa pelo Homa Elite Salon. Beleza para ele é tudo. “Eu respiro e me inspiro em tudo que envolve beleza”, se delicia o mais novo hair stylist do Homa. Por acreditar num espírito totalmente jovem, aposta todas as suas fichas em sua decisão. “O meu ponto mais forte é o trabalho com as cores. Especialmente, as loiras. Aguardem, muitos cabelos levarão meu toque”, dá o recado Fernando Santos, profissional que em duas semanas no Homa já atendeu mais de 70 clientes. Marcos Veríssimo é nossa próxima peça. Com formações em academias de Londres e Paris, trabalhou em Nova York e em salões de renome em São Paulo. Mas o garoto é muito além da formação técnica: é arrojado, simpático ao extremo e de um brilho próprio que encanta a todos (inclusive nós, é claro!). “O meu trabalho é a revelação de um prazer único. É tocar em alguém e promover a autoconfiança”, conta Marcos Veríssimo, profissional do Homa Fernando

Maurício

Elite Salon. O hair stylist que veio com uma proposta arrasadora de técnicas de alongamento, no dia de nossa entrevista, já havia atendido clientes de outros estados, que vieram ao Homa para uma manutenção de seus alongamentos. Prova de que ele tem muito a nos apresentar. Para completar o trio das novidades, a Quimera Magazine apresenta: Maurício Morelli. Vencedor do Prêmio Colorista Revelação 2010, pela Revista Cabelos&Cia, o profissional assina produções de capas e editoriais de moda de diversas publicações e é totalmente ligado às tendências e estilo. Na visão de Maurício, o cliente procura se sentir confiante e, para isso, é necessário uma ação envolvente, um estudo de perfil. “É preciso dar uma consultoria, um projeto super pessoal e individual. Trabalhar com beleza é além de cortar o cabelo de uma pessoa, por exemplo, é surpreender e superar expectativas. É para isso que estou aqui, finaliza Maurício Morelli. Agora, com essas novas peças no tabuleiro, o Homa declara – xeque-mate, mulherada!

Para saber mais e conhecer o Homa Elite Salon acesse: www.homasalon.com.br Av. Rouxinol, 115 – Moema – tel: (11)5093-7503 Marcos

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have had a minor heart attack. WEDNESDAY, APRIL 6 I took meals and meetings in tawny silk balloon

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pants, an electric blue jersey Michelle Mason cropped blouse, a rust ASOS scarf, and a popcorn cashmere ara quem gosta de moda, assim como nós, na Rede Social byMK é pos-

Hadley Travel Coat by my oldest friend and godsister, Devon. Then retired early, sível combinar diferentes peças eLyn acessórios e criar looksI diariamente. As because the clouds podem e comentadas por outros usuários. Os started to pout, and fashion’sproduções biggest faux passerispublicadas bratty raindrops on cashmere. THURSDAY, MARCH 31 itens para as produções são fornecidos por lojas parceiras do site ou po-

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noby exterior. oversize Army jacket Comptoir des Cotonniers, which sounds fancy, but I got it secondhand at Tokio 7 Em uma longa e deliciosa entrevista para a Quimera Magazine, Marcela Kauff-

in the East Village, man, and ifCommunity styled properly makes meSocial lookdalike a pregnant FRIDAY, APRIL 1 Just becauManager da Rede Moda, revela quetent. dois tipos de perfis freqüentam e alimentam o byMK – meninas queremagain, resgatar suasI’m criações de se it’s April Fool’s Day does not mean everything’s funny. que It rained and not laughing. Despite my infância e as entendidas e amantes da moda. “As que se sentem produzindo suas bo-

bad attitude and mynecas pit bull Margaret’s general discontent, did manage lighten with my Decamontam seus estilos e se divertem. As queIquerem mostrartoseus estilosthe paramood o discutem e sejean orgulham de suas realizações”, revelaJoie Marcela des Denim washed mundo black Angelique leggings, a bisque-colored silkKauffman. shell (a savvy Loehmann’s acqui-

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Moda THURSDAY, MARCH 31 Spent most of the morning trying to figure out how to look chic in a hailstorm. I resorted to misma-

tched sweats and rat-

ty but still-wearable- Criando um look despojado e totalmente casual de outonoboots. But wait, it inverno, a criadora do visual no site byMK optou pela combinação shorts jeans, blazer e acessórios nos tons to work in my overde cinza. O look pode ser usado em tardes frias do outono. Comptoir des CoNo caso de dias bem gelados, o visual pode ser usado com sounds fancy, but I uma meia e cachecol de lã. Arrasador! Tokio 7 in the East

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5 I had a bunch of writing to do, so wanted to be sure to wear something that would allow me to hunch over and aggressively tense my shoulders for five hours. I chose brown Bishop of Seventh slacks, a pale gray Moth cropped cardigan, Já no segundo look temos uma opção para jantares ou color canvas tie sho- ocasiões mais especiais. A mistura de preto com dourado deu chartreuse mohair luminosidade, fazendo com que a proposta seja sensual e fina, ao mesmo tempo. O salto agulha promove a sensualidade da coffees and three mulher moderna. Por outro lado, o vestido não tem decotes ter, I realized I may acentuados, dando ao visual uma tendência mais elegante. heart attack. WEDPerfeito para aquele look marcante e inesquecível. 6 I took meals and

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se of the Comptoir Army jacket, and my navy

VPL motorcycle boots. Achieved in this ou-

tfit: an audition for a big, fancy movie I’ll ne-

ver get, a meeting with a fashion house to

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Village. For the end of the night dog walk,

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Comunicação

Dicas para uma melhor comunicação Por Reinaldo Passadori

• Autossugestão positiva Esta é a metade do caminho para qualquer jornada de transformação. Se uma pessoa não acredita nela mesma, quem irá acreditar? Acreditar em si mesmo significa olhar para um espelho e enxergar do outro lado uma pessoa maravilhosa, dotada de inteligência, de virtudes, de valores, alguém capaz de realizar tudo aquilo que deseja e que não está no mundo para agradar e satisfazer o desejo de outras pessoas, mas sim para viver a sua própria vida com os seus limites e possibilidades, tendo os seus sucessos e alguns fracassos, mas vendo-se acima de tudo como uma pessoa vencedora que pode tanto quanto qualquer pessoa de sucesso pode.

• Conhecer o público alvo Se uma pessoa ao preparar-se para falar com uma provável ou específica audiência, conhecer detalhes desse grupo, é natural que consiga estar melhor preparada técnica e, principalmente, psicologicamente. Saber, por exemplo, quantas pessoas estarão presentes, o nível cultural das pessoas, se elas conhecem algo sobre o assunto que será abordado, o que esperam de você e da sua apresentação, quais vantagens e benefícios que poderão ter através da sua exposição, idade média das pessoas, sexo, podendo requintar, se possível, esse levantamento a detalhes mais específicos. Sem dúvida esse procedimento gera mais conforto e maior tranquilidade.

• Conhecer o assunto Mais do que isso, conhecer profundamente sobre o que irá falar, preocupando-se em planejar, definindo uma estratégia de ação, escolhendo as ilustrações que poderá usar para rechear e tornar mais interessante à apresentação, coletando dados, estatísticas, confirmando informações, preparando-se para eventuais perguntas que os ouvintes poderão formular. Isso dá segurança.

• Administrar a tensão inicial Manter a calma, transformar a energia dispendida em tensões e medos em uma energia produtiva e positiva, canalizada para a voz, eloquência, olhar, expressão facial e corporal é algo que pode ser conseguido através de algumas simples técnicas de relaxamento. Respirar fundo, pensar algo positivo, fazer uma oração, ouvir uma música suave, ler um texto otimista, são algumas sugestões que podem ajudá-lo nesse momento tão difícil. Esse instante pode ser comparado com aquele quando um atleta está prestes a partir para a sua atuação, sob a tensão do olhar e expectativa de todas as pessoas.

• Treinar O exercício constante cristaliza o conhecimento, sedimenta o aprendizado, por isso treine. Comece com apresentações simples, para um público conhecido e sem consequências, se não for bem sucedido. Gradativamente procure aumentar o grau de dificuldade. Parabenize-se, compre um presente para você mesmo a cada sucesso e assim, em curto prazo estará dominando grandes platéias e transformando em prazer, o medo e o consequente sofrimento de falar em público. Reinaldo Passadori é professor e Diretor do Instituto Passadori de Comunicação Verbal. É administrador de empresas com especialização em Recursos Humanos, conferencista dos mais requisitados e autor de 3 livros: Comunicação Essencial – Estratégias Eficazes para Encantar seus Ouvintes, As 7 Dimensões da Comunicação Verbal e Media Training - Como construir uma comunicação eficaz com a Imprensa e a Sociedade, todos publicados pela Editora Gente.

• Conhecer técnicas de comunicação Talvez essa seja a grande dificuldade e o maior desafio, pois o nosso sistema educacional não prepara as pessoas para falar, principalmente para falar em público. Aprender e desenvolver técnicas de retórica, uso adequado das mãos em gesticulação, voz bem administrada, envolvendo e encantando as pessoas, uso de metáforas, exemplos, histórias, estratégias para neutralizar resistências, desenvolver e controlar as emoções através da inteligência emocional, técnicas de empatia, de ampliação de vocabulário e de memorização, são recursos poderosos e preciosos que ajudam as pessoas a terem maior autocontrole.

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FITNESS

Equilíbrio e Concentração Em meio a tanto trânsito, encontros e desencontros há um esporte que promove artifícios necessários para viver nesse mundo. Seu nome? Slacklines.

S

ão Paulo, quarta-feira, 18h e aproximadamente 115 km de congestionamento na cidade. Essa visão e imagem já são tão consolidadas em nosso universo enciclopédico que chega até ser normal você fechar os olhos e conseguir ouvir buzinas desenfreadas ao seu redor. A primeira cena descrita faz parte do nosso cotidiano, e imaginar o descontrole que isso causa, mais ainda. Mas já pensou se as pessoas passassem a descer dos seus carros e se equilibrassem em fios de nylon presos em árvores ao invés de ficarem horas dentro de seus veículos para chegarem até seus destinos, no horário de pico? Puro equilíbrio e concentração. A atividade – que prende a atenção dos espectadores – é de tirar o fôlego, esquecer o mundo lá fora e pensar apenas na sua percepção corporal e na fita, a qual você deve caminhar. Caminhar sobre uma fita? Isso mesmo! O Slackline é um esporte de equilíbrio sobre uma fita de nylon, estreita e flexível, praticado geralmente a uma altura de 30 cm do chão. Sua origem vem da escalada, mas popularizou-se como treino de equilíbrio e hoje já é possível encontrar praticantes desse malabarismo urbano nos parques e ruas das grandes cidades do mundo. O Slackline iniciou-se em meados dos anos 80 nos campos de escalada do Vale de Yosemite, EUA. Os escaladores passavam semanas acampando em busca de novas vias de escalada e nos tempos vagos esticavam as suas fitas de escalada, através de equipamentos, para se equilibrar e caminhar. O Slackline, também conhecido como corda bamba, significa “linha folgada” e pode ser comparado ao cabo de aço usado por artistas circenses, porém sua flexibilidade permite criar saltos e manobras inusitadas. Segundo o educador físico, Rogério Campos, a atividade pode ser benéfica para o corpo e mente, pois além

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Fitness

de promover o esquecimento do mundo externo e ter o foco apenas em suas ações, desenvolve habilidades fantásticas nos quesitos físicos: coordenação motora e percepção corporal. Questionado sobre contra-indicações, Rogério explica que é um tipo de exercício que requer esforço, mas que pode ser praticado por crianças e idosos, sem grandes problemas. Falando sobre os praticantes de Slackline, o ator Caio Castro já aderiu a moda. Em entrevista, ele afirmou que – antes mesmo de conhecer o esporte – já brincava de andar em correntes. Na época, ele e seus amigos apelidavam a prática de “Surf na Corrente”. Atualmente, o ator diz que Slackline é um ótimo passatempo – é usado para manter seu físico e espairecer a mente, após um dia cansativo de gravação. Ainda sob a ótica inicial da matéria, Rogério Campos consegue fazer uma ótima analogia entre a prática do esporte e o comandar um veículo: “Andar pela fita é como se você fosse dirigir. Você pilota sem olhar os pés e já tem a percepção do que deve fazer. Aqui, a proposta é similar, após a conquista do equilíbrio, o andar na fita se torna automático”, finaliza ele. Sendo assim, semelhante ou não, deixamos a dica na Quimera Magazine – aos que querem se arriscar numa pequena aventura, adquirir concentração, estímulo reflexivo ou até mesmo praticar um esporte – que não requer um local específico – na hora de pico.

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The End

Estrelando

A Garota do New Beetle Branco

N

a edição passada da Quimera Magazine, eu estava bem down (e isso não faz parte do meu perfil!). Lembro-me que até destaquei: um dia de fúria na vida da Garota do New Beetle Branco. Uma roda de amigas, a eterna discussão – porque as conversas femininas sempre acabam rodeando o universo deles – e muito cupcake para fugir de um estresse cotidiano. Estresse que resultou 3 quilos a mais na balança. Oras! Mas até bonequinhas de luxo têm seus momentos difíceis? A atriz Audrey Hepburn, no filme Bonequinha de Luxo, responde muito bem essa questão em uma das cenas do longa-metragem de Blake Edwards: enquanto, na sua vida, não existir uma emoção parecida com aquela sentida quando ela está numa loja da Tiffany, seu gato vai permanecer se chamando “gato” e seu apartamento continuará sendo um “não local”, ou mais comumente falando – um espaço de passagem. Mas a minha Garota é radiante – sabe aquele tipo de personagem que chega a incomodar as mulheres que estão por perto? Like that. Então, meu estresse foi derretido como uma deliciosa barra de chocolate se desmancha na produção de um petit gateau. E o que restaram de alguns dias difíceis foram esses quilinhos por aí. E é por isso que a minha comparação com o bolinho francês caiu feito uma luva. Enfim, nada tão problemático que não possa ser resolvido num piscar de olhos. Mas para as meninas que não conseguem lidar com essas fases tão facilmente assim, deixo uma dica: chame seu gato, apenas de gato. Não se acomode ou engane que tudo está bem. Eu sou da opinião que cultivar as feridas, sob medida, fazem muito bem para o tempo e situação vivida. É como ter a certeza de que aquele momento não é pra você e que tudo deverá ser diluído. Bom, no meu caso – quer dizer, da minha garota – eu já comecei a pensar na dieta, a partir de segunda-feira, pois hoje é sexta e eu não posso deixar meus mimos de uma hora para outra. Acompanhado desse regime, o que tem alimentado (e muito!) minha auto-estima é uma rica descoberta que tive: o SPA Zahra. Um delicioso ritual de massagens, drenagens e

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muitos tratamentos proporcionam momentos incríveis para vida de qualquer mulher. A bonequinha que vive dentro de mim ganha uma potência nessas horas. É poder entrar no momento intimista, puramente egoísta e literalmente seu. Só seu. É lembrar que momentos femininos nos resgatam das enxurradas de tarefas, profissão e até mesmo cobranças e responsabilidades. Acredito, nesse instante, ter revelado muito bem o real significado da minha garota. Uma personagem que vive o espírito mais íntimo de qualquer mulher e que expõe nossas fragilidades, futilidades (se os homens acompanham o futebol, qual é o problema de admirarmos a moda?), amores e desamores. Voltando à primeira edição de Quimera Magazine, eu posso ser Renata, Marcela, Roberta ou Paula. Eu posso ser uma mistura de todas essas mulheres, mas com toda certeza sou seu lado blasé, seu sonho de consumo, seu glamour camuflado ou sua vontade enrustida de ter os prazerosos momentos de uma Garota do New Beetle Branco. Tenho certeza que ganhei a aprovação de muitas mulheres agora. Muitas se projetaram nos desencontros amorosos, nos quilinhos que ganharam ou até mesmo na atriz Audrey Hepburn admirando a maravilhosa vitrine da joalheria Tiffany. Isso faz parte do meu show, do nosso show. E, como colocado divinamente no filme Moulin Rouge: the show must go on!


A MELHOR COMIDA

MEXICANA DESTE LADO

Fotos ilustrativas

DA FRONTEIRA

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Quimera Magazine 04