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Epilepsia em crianças: pais subestimam a  qualidade de vida de criança com doença crônica Estudo revela que crianças com epilepsia dizem que vivem melhor do que os seus  pais pensam. Veja por que isso acontece e o que fazer se você estiver nessa  situação 

NUTRIÇÃO CUIDADOS COM O BEBÊ

Drielle Sá, Nádia Mariano e Raquel Temistocles

COMPORTAMENTO DESENVOLVIMENTO EDUCAÇÃO VACINAÇÃO

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DENTIÇÃO

1. O desenvolvimento do bebê mês a mês 2. Dicas sobre o sono das crianças 3. Temas de festas de aniversário para  fugir do tradicional 4. Dicas para um sono tranquilo das crianças 5. Acerte na hora de comprar o enxoval

ATIVIDADES E BRINCADEIRAS CRIANÇAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS FESTAS DE ANIVERSÁRIO SONO DOENÇAS E PROBLEMAS RECEITAS DE PAPINHAS PREVENÇÃO DE ACIDENTES SEXUALIDADE HIGIENE E BELEZA BEBÊ NA MATERNIDADE RECEITAS FUNCIONOU COMIGO INFOGRÁFICOS

E MAIS:

COMER É UM BARATO 25/05/2010

Coentro e moqueca de peixe. Uhn… Thais Lazzeri está na  região nordeste e  aproveitando para experimentar todas as delícias da culinária local.  Se você nunca  experimentou coentro, vai adorar a combinação  com moqueca. Veja a receita!

Ter um filho com epilepsia exige, sim, alguns cuidados especiais, como o controle diário  da medicação, frequentes visitas aos médicos e a responsabilidade de informar às  pessoas que convivem com a criança sobre a doença. Mas será que a proteção  exagerada e faz bem para seu filho? Um estudo feito por especialistas em neurologia da Universidade da Califórnia (EUA) mostra que os pais têm a sensação de que o filho com  epilepsia tem uma qualidade de vida inferior às demais crianças. Mas, quando os  pesquisadores perguntaram às crianças com a doença o que elas achavam de suas  vidas, afirmaram que estavam muito bem, sim!. Os pesquisadores descobriram que as avaliações dos pais sobre a qualidade de vida das  crianças eram significativamente mais baixas para os seus filhos com epilepsia. Os fatores considerados foram saúde, autoestima e disposição física. Em contraste, as crianças com a doença avaliaram sua própria qualidade de vida igual a de seus irmãos. Foram avaliadas  143 crianças com epilepsia, a maioria com 12 anos, comparando cada uma com um  irmão, saudável e não-epiléptico. A avaliação foi feita por meio de entrevistas pessoais  oito a nove anos após o diagnóstico inicial, utilizando o Child Health Questionnaire, questionário que considera as versões dos pais e dos filhos sobre um mesmo assunto.  Por que os pais tendem a acreditar que a vida dos filhos não é boa o suficiente? Porque eles vêem a doença crônica como uma barreira que, em tese, impede a criança de ter  uma vida melhor. Christine Bower Baca, uma das médicas responsáveis pelo estudo,  explica que ter uma doença crônica ou uma deficiência não significa necessariamente  que a pessoa está insatisfeita com sua vida, apesar de que outros possam pensar. “Tal distorção poderia levar a uma subestimação da qualidade de vida da criança.”  Reconhecer as reais necessidades da criança é importante para a busca de um  tratamento eficiente e para a melhor compreensão dos pais de como cuidar dos filhos. 

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O estudo também aponta que aproximadamente 45 mil crianças menores de 15 anos  desenvolvem epilepsia a cada ano. As causas podem ser problemas com o desenvolvimento do cérebro antes do nascimento, a falta de oxigênio durante ou após  o parto, traumatismos cranianos, tumores, convulsão com febre prolongada, genética,  ou infecções no cérebro. 

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75% das pessoas não recebem tratamento 

CRESCER NO CELULAR 10/05/2008


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Boa parte das pessoas não tem tratamento por falta de conhecimento sobre seus  sintomas e perigos. A boa notícia é que ela tem cura, e as chances disso são ainda  maiores quando o diagnóstico é feito nos primeiros anos de vida da criança. Um estudo  divulgado pela Organização Mundial de Saúde revelou que cerca de 75% das pessoas  que sofrem de epilepsia no mundo deixam de receber tratamento, e isso se deve muito mais à falta de conhecimento sobre a doença do que ao valor do seu  tratamento.

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Esse distúrbio é mais comum entre as crianças do que entre os adultos (cerca de 5%  da população jovem tem o problema) e sua causa na maioria dos casos é desconhecida. Algumas vezes, a doença pode ser passageira, desaparecendo ainda na infância  naturalmente, o que não dispensa a avaliação e tratamento - no Brasil todos os remédios necessários são fornecidos pelo governo. Alguns sinais ficam mais evidentes  nos primeiros anos na escola , quando ela pode apresentar falta de atenção enquanto  escreve ou assiste às aulas, e isso pode atrapalhar o rendimento escolar. Uma das  formas de perceber o problema pode ser quando, durante um ditado, a criança escreve apenas partes do que o professor fala, sem registrar grandes pedaços do texto dito.  Como os professores podem não saber diferenciar se a criança tem déficit de atenção  ou epilepsia de fato, cabe a eles observar os alunos e orientar os pais a procurarem um especialista. Segundo Rogério Tuma, neurologista do Hospital Sírio Libanês (SP), a doença pode ser  constatada logo depois que a criança nasce, quando o médico já pode perceber se o  bebê apresenta contrações constantes em algum músculo do corpo. Se ele suspeitar  que elas indicam epilepsia, é pedido um exame de eletroencefalograma para analisar as  descargas elétricas do cérebro e constatar se há de fato disfunção em algumas células.  O diagnóstico precoce aumenta muito as chances de cura, e o tratamento  normalmente é feito à base de medicamentos. Só em casos em que a causa da  epilepsia é conhecida e muito específica (como um tumor ou após um acidente que  comprometeu a estrutura do cérebro) é possível fazer uma cirurgia para sanar o  problema. A epilepsia não é uma doença transmissível e acontece quando alguns neurônios não  funcionam corretamente. Essa disfunção se manifesta em contrações involuntárias de  alguns músculos do corpo ou até do corpo inteiro durante alguns segundos. Outro  sintoma é o que os médicos chamam de ausência (quando a pessoa parece olhar para o nada, pisca com frequência ou estala os lábios, como se não estivesse percebendo o  que está ao seu redor). Esses períodos em que a pessoa parece inconsciente ou  quando tem essas contrações são conhecidos como crises. Numa crise mais grave, a  pessoa pode chegar até mesmo a ter convulsões. 

ainda nesta matéria Página 1 de 2   -   Próxima página : Como agir durante a crise  Página 1: Epilepsia em crianças: pais subestimam a qualidade de vida de criança com  doença crônica Página 2 : Como agir durante a crise

comentários Tais - Sorocaba/SP | 19/04/2010 03:04 Meu filho começou a ter crises epiléticas aos 6 meses de idade, hoje com 4 anos  ainda estamos na luta e em busca de um medicamento que acabe com as convulsões, passamos por períodos difíceis em que as crises (convulsões) eram  praticamente diárias, já passamos por 4 médicos e testamos vários tipos de  medicamentos, agora estamos testando um medicamento importado, que parece estar dando o resultado esperado, o nome é Keppra, enfim encontramos uma  médica que nos dá todo o suporte necessário. Temos fé que um dia tudo isto irá  passar... Afinal Deus dá filhos especiais para pais especiais... Quem quiser trocar informações sobre o assunto, podem enviar e-mail para tais_helena_1@hotmail.com. Andrea - Brasília/DF | 16/04/2010 08:22 Meu esposo teve uma convulsão Ha dois anos,quando foi diagnosticado a epilepsia. Ap[os esse episodio houve outro 4 meses depois,e eu estava deresguardo do meu bebê com apenas 12 dias. Foi bastante dificil,vivo sempre com medo que elel tenha outra crise. Dra. Claudinéa Guedes Yamashiro - São Paulo/SP | 16/04/2010 02:23 O tratamento pela acupuntura sistêmica associado a crâniopuntura chinesa ajuda a controlar as crises e promove a melhora ou alívio dos sintomas em geral, bem  como potencializa o efeito do tratamento medicamentoso. www.claudineayamashiro.com.br Mariana - Belo Horizonte/MG | 13/04/2010 03:52 Minha filha de 3anos começou a ter convulsões em no final de 2008, teve a  primeira a noite levei ela para o pronto socorro ela foi direto para o CTI e depois de dois dias recebeu alta com o diagnostico de convulsão febril. Ano passado em  setembro teve outra crise essa foi de dia e teve duas crises seguidas deu uma e passou logo em seguida teve outra que só parou com medicamentos. Ela foi para o CTI e de lá saiu com o mesmo diagnostico convulsão febril e tomando Gardenal.  Como a pediatra da minha filha sempre suspeitou desse diagnostico pediu que ela fosse em outra Neuro ela disse que convulsão febril sempre passa sem  medicamento e como demorou ela me disse que minha filha tinha é Epilepsia. priscila ferrari - Limeira/SP | 13/04/2010 03:17 minha filha tem epilepsia e sempre tem crises de ausencia .o tratamento dela nao to conseguindo pelo governo nao .Precisei entrar com uma açao na prefeitura pra  fornecer os remedios mas ate agora nada,e muito dificil e os remedios sao caros


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Epilepsia em crianças-pais subestimam a qualidade de vida de criança com doença crônica  

O estudo também aponta que aproximadamente 45 mil crianças menores de 15 anos desenvolvem epilepsia a cada ano. As causas podem ser problema...