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Artigo

Bolsonaro, inimigo público número um da Educação os governos do PT, de 2003 O governo de extrema Foto: Gabriel Paiva

direita de Jair Bolsonaro, em pouco mais de seis meses, acumula uma série de retrocessos e ataques a direitos históricos do povo brasileiro. Incapaz de apresentar qualquer proposta para tirar milhões de brasileiros da desesperança e do desalento do desemprego, o capitão-presidente age para atender sua família, milícias, banqueiros e interesses estrangeiros, em especial dos Estados Unidos. Nessa ação desastrosa, Bolsonaro atua com especial predileção contra políticas públicas, instituições e conquistas históricas de nosso povo, incluindo a área de educação. As universidades, os institutos federais e a educação básica estão sob permanente ataque de um governante que despreza o conhecimento e atua com base em mentiras e manipulações. Escolas e estudantes são tratados como inimigos do País. Ameaça - Só em um semestre, o governo cortou das universidades e institutos federais R$ 6,1 bilhões em verbas, ameaçando o funcionamento de alguns campi universitários. A falta de recursos atinge também a educação básica. Os cortes inviabilizam a construção de novas escolas, comprometem a aquisição de livros didáticos, programas de alfabetização e a pesquisa científica. O objetivo é claro: sucatear a educação pública para privatizar o ensino no País, numa lógica em que o capital é senhor de tudo, em detrimento dos interesses públicos. O capitão-presidente não mede esforços para prejudicar o futuro do País. Ante esse cenário dantesco, é sempre bom recordar dos avanços que tivemos na educação com

até o golpe de 2016. O governo Lula (2003-2010) fez 18 novas universidades, 173 novos campi universitários, 214 novas escolas técnicas federais, 422 novos Institutos Federais. Um avanço colossal: em 2003 havia 583.800 estudantes no nível superior, número que saltou, em 2012, para 1.087.400. Conquistas - Todas as conquistas ao longo de décadas podem evaporar se não houver uma reação da sociedade. O Brasil possui um dos principais sistemas de formação superior do mundo, mas ainda temos que avançar. O País encontra-se na retaguarda em termos do acesso a diplomas universitários na população de 25 a 64 anos de idade. O sistema público educacional é peça central na construção de um país civilizado, mais justo, com empregos e renda, ao contrário do que pensa o atual governo, cuja lógica é a da privatização de tudo, inclusive das escolas, para favorecer negociatas e enriquecer quem vê a educação como mera oportunidade de negócio. O caminho é o da luta e da resistência contra o desmanche da educação e de conquistas históricas. Luta organizada - pais, estudantes, sindicatos, movimentos sociais e populares -, em defesa da manutenção dos direitos, da democracia, da soberania brasileira e de nosso sistema público de educação, que não é uma mercadoria, mas um direito de todo o povo brasileiro.

“ O capitão-presidente não mede esforços para prejudicar o futuro do País”

Expediente

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Deputado Paulo Pimenta (PT-RS) Líder do partido na Câmara dos Deputados

Líder da Bancada: Deputado Paulo Pimenta (RS) Vice-Líderes: Deputados Airton Faleiro (PA); Alexandre Padilha (SP); Enio Verri (PR); Erika Kokay (DF); Helder Salomão (ES); Marcon (RS); Maria do Rosário (RS); Marília Arraes (PE); Nilto Tatto (SP); Pedro Uczai (SC);Reginaldo Lopes (MG); Rogério Correia (MG); Rui Falcão (SP) e Zé Neto (BA). Equipe de Comunicação da Liderança do PT na Câmara - Jornalista responsável: Rogério Tomaz Jr. Fotos: www.flickr.com/photos/ptnacamara/ - E-mail:pautaptnacamara@gmail.com

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PT na Câmara - Edição Especial - Tsunami da Educação  

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