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concelhia de valongo Ano I nº 3 Setembro/ Outubro de 2008 Tiragem : 2500 exemplares

Afonso Lobão, Um Tempo Novo O Secretariado da Concelhia de Valongo escolheu o Dr. Afonso Lobão como candidato à Câmara Municipal de Valongo, pelo Partido Socialista, aprovando, por unanimidade, no passado dia 24 de Setembro. Será oficialmente apresentado, oportunamente, em reunião da Comissão Politica Concelhia, órgão a quem, estatutariamente, compete escolher os candidatos autárquicos. O Secretariado do PS Valongo entende que o Dr. Afonso Lobão, cidadão do concelho, é o melhor candidato para ganhar a Câmara Municipal de Valongo e o único candidato capaz de assumir os rumos do nosso concelho. É o mais apto e competente, aquele que consegue unir o partido, em torno de uma candidatura, e criará uma equipa capaz e qualificada. É Director Adjunto da Segurança Social do Distrito do Porto, foi Deputado na Assembleia da República e Vereador na Câmara de Valongo. No exercício das responsabilidades políticas sempre defendeu os interesses do Concelho, tornando-se um claro conhecedor dos seus reais problemas, com ideias e determinação clara para os resolver. Está na hora da mudança e o Dr. Afonso Lobão é a pessoa certa para mudar Alfena, Campo, Ermesinde, Sobrado e Valongo. Esta é uma mudança que todos os munícipes exigem para o seu futuro e para os destinos do concelho. Mudar as políticas, mudar as prioridades, mudar a determinação e apresentar soluções. Todos os valonguenses já perceberam que o concelho está estagnado, fruto das políticas erradas deste executivo da câmara, que não encontra nenhum desfecho para os dramas do concelho. Com o contributo de todos, apostados na mudança e com esperança no futuro, o PS Valongo vai vencer e o Dr. Afonso Lobão será o Presidente da Câmara Municipal de Valongo, para todos. Junte-se a nós, para mudar Valongo Presidente do PS Valongo


Afonso Lobão

Pensar local... Aposta na Modernização do Concelho de Valongo A promoção e a qualidade do emprego e a qualificação dos portugueses continuarão a ser, nos próximos anos, objectivos estratégicos e centrais no desenvolvimento das políticas públicas do emprego, formação e educação. Estamos a viver uma fase e um ciclo de grandes turbulências e mudanças, que o aparecimento dos diversos tipos de crises financeiras (e não só) nos Estados Unidos podem tornar ainda mais vulneráveis economias como a Portuguesa, porque estamos todos interligados e integrados neste mundo global. A aposta na qualidade das políticas de emprego e das qualificações das pessoas, aliando desenvolvimento sustentável, competitividade e coesão social, será preponderante para criar dinâmicas de modernização na nossa economia para os desafios da sociedade do conhecimento, da inovação, do desenvolvimento científico e tecnológico. A Cimeira de Lisboa definiu a inclusão pelo emprego e a valorização dos recursos humanos como um dos pilares fundamentais do desenvolvimento, modernização e competitividade da Europa do século XXI, conciliando esta premissa com a coesão social e o apoio a públicos sociais mais vulneráveis. Na sociedade global que vivemos, teremos que implementar respostas equilibradoras e complementares entre a competitividade, a inovação e modernização do nosso tecido empresarial com o desenvolvimento de políticas sociais que promovam a cidadania e a coesão social. Este será um dos grandes desafios das nossas sociedades e o emprego enquanto elemento chave do desenvolvimento local, poderá ser o potenciador de paradigmas e as cidades/ regiões os seus pólos referenciais. O Município deverá ser, assim, a par da sua função basilar de prestador de serviços, também e em escala progressiva, um promotor de diálogos e um dinamizador da iniciativa local. O concelho de Valongo está integrado numa região, na Área Metropolitana do Porto, que se situa aquém dos níveis médios de riqueza comunitários e que está a viver, por imposição da economia “mundializada”, um processo rápido de reconversão produtiva com significativos impactos sociais negativos. Uma aposta política de desenvolvimento tecnológico constitui para a região uma condição de viabilização necessária da estratégia de inovação e internacionalização. A juventude do município com uma nova missão e visão estratégica, a aposta na qualificação da população residente, as estruturas empresariais existentes, a sua localização, a proximidade e aglomeração à cidade do Porto, a abrangência das vias de comunicação e meios de transporte que se poderão desenvolver, podem conferir a Valongo uma vantagem conjutiva na captação de investimento e o desenvolvimento empresarial, em áreas tecnológicas e de inovação, como a logística

A panificação e outros sectores tradicionais e familiares

Aposta política de desenvolvimento tecnológico

e as tecnologias das acessibilidades e transportes, a fabricação de componentes para a indústria automóvel, a indústria da saúde e a Biotecnologia, a gestão e protecção do ambiente, a panificação e outros sectores tradicionais e familiares, assim como os serviços especializados às empresas. Por isso, a nossa aposta estratégica na criação do Tecnopolo de Valongo como uma aposta no incentivo ao desenvolvimento de empresas baseadas na tecnologia e conhecimento, mas também da criação dum pólo universitário sedeado no concelho A proximidade entre o pólo universitário e as empresas, para promover a inovação será uma das grandes missões do Tecnopolo, e do seu sucesso para além da relação com as estruturas regionais existentes, os centros de I&D, as incubadoras de empresas, as agências de inovação e desenvolvimento. Dentro desta visão estratégica e enquanto estrutura facilitadora do processo de fixação e desenvolvimento da actividade empresarial em Valongo, deverá ser reforçado e ampliado nas suas competências e missão o Gabinete de Apoio ao Empresário segundo um conceito de Loja do Empresário. O desenvolvimento de um Plano Municipal para a Empregabilidade e Empreendedorismo Jovem com o estabelecimento de parcerias entre entidades públicas e privadas, a constituição e dinamização de uma bolsa de emprego local, a promoção do espírito de iniciativa dos jovens e o apoio ao auto-emprego, pela via do trabalho independente e a criação de pequenas empresas será um outro eixo da nossa estratégia porque precisamos de promover em Valongo o aparecimento de uma nova classe empresarial, Uma sociedade baseada no conhecimento é uma sociedade baseada nas pessoas, na sua criatividade, na sua iniciativa, mas também na sua capacidade de aprender de forma contínua, devendo o Município assumir um triplo papel de actor, agente de desenvolvimento e parceiro de processos e diálogos. É, por isso, um desafio que assumimos, para tornar Valongo num centro e modelo de excelência nas áreas do emprego e da formação.


Vida local...

As Trapalhadas do Actual Presidente da Câmara Municipal O 4ª mandato do actual Presidente da Câmara Municipal de Valongo aproxima-se do fim. E os últimos tempos têm-se revelado penosos para a gestão do Partido Social Democrata. A população começa a assistir, com frequência, a cenas caricatas, algumas mesmo hilariantes, que desacreditam o executivo camarário e a sua liderança, que nos envergonham a todos e que não podemos deixar passar em branco. Em Sobrado a Autarquia foi ridicularizada pela população aquando da inauguração da estátua de homenagem ao Bugio; Em Ermesinde, e no decorrer da Assembleia Municipal, centenas de cidadãos apuparam o Presidente, que não foi capaz de os ouvir, nas suas reivindicações, que se prendiam com o funcionamento do Centro de Saúde e a necessidade de melhorias nos equipamentos escolares na zona da Bela. Mal preparado para o debate, perdeu-se em explicações esquecendo-se que licenciou o novo Posto Médico e o inaugurou. Quanto às deficiências existentes na Escola e que motivaram as reclamações dos Pais dos Alunos, estas têm todo sentido, pois quem está há mais de 15 anos no poder, só por laxismo da Câmara, permite tal estado de coisas. A gestão do PSD fala, como se não tivesse culpas no “cartório”.

A visita do mês Lipor -

Assembleia Municipal em Ermesinde

Em Valongo, no auditório Vallis Longus, aquando da abertura do novo ano lectivo da Universidade Sénior do Rotary Club de Valongo, dezenas de alunos ficaram estupefactos, pela insensibilidade manifestada pelo Presidente da Câmara, relativamente à colaboração da Autarquia com esta iniciativa de apoio ao ensino sénior. Foram ridículas e esfarrapadas as explicações dadas quanto à inoperância do seu Executivo. Valongo merece melhor. Por isso é tempo de mudar!

Socialistas visitam a Lipor

Serviço Intermunicipalizado de Gestão de Resíduos do Grande Porto

Um numeroso e significativo grupo de Socialistas membros da Comissão Política Concelhia de Valongo, visitaram as instalações da Lipor e as unidades operacionais ali sedeadas, pertencentes àquela Empresa Intermunicipal. Recebidos pelo seu Administrador - Delegado Dr.Fernando Leite, os socialistas ouviram, no Auditório da Empresa, uma exposição exaustiva sobre a actividade desenvolvida e projectos em curso do Serviço Intermunicipal de Gestão de Resíduos do Grande Porto. Seguiu-se uma visita guiada por técnicos da Empresa, à Horta da Formiga, ao Centro de Triagem e à Central de Compostagem. Afonso Lobão, em nome dos visitantes, agradeceu a disponibilidade da Administração e dos técnicos e salientou, o salto qualitativo dado pela Lipor, que a torna, hoje, num projecto moderno e de sucesso na área ambiental. Com o apoio dos vários Governos e dos Fundos Comunitários, o trabalho desenvolvido pela Empresa e pelos seus técnicos, está ao nível do melhor que se faz na Europa. Comparou o sucesso da Lipor, a outros projectos metropolitanos “com a marca do poder local”, nomeadamente a ETA de Lever e a Empresa das Águas do Douro e Paiva, que resolveu o problema do abastecimento de água ao Grande Porto, bem como o Metro do Porto, que facilita hoje, a mobilidade dos cidadãos. Finalmente, atribuiu também o sucesso da Lipor, à visão estratégica dos autarcas, que por lá têm passado, à estabilidade da sua Comissão Executiva, à qualidade da equipa técnica e ao clima laboral que a Empresa vive. Afonso Lobão, terminou referindo a importância de conhecer os procedimentos de funcionamento, destes projectos metropolitanos, para quem actualmente detém responsabilidades no concelho, e, especialmente para quem está a planificar uma alternativa credível à actual gestão do PSD.


Sobrado

Entrevista a Afonso Lobão

“Eu não esqueço Sobrado” Pergunta. – Sobrado parece ser o parente pobre da Câmara Municipal de Valongo. Quer comentar? Resposta. – Não sei se para o PSD a Vila de Sobrado é um parente pobre. O que constato é que apesar dos votos que a população da Vila vem dando ao partido que governa a Câmara, a Autarquia parece menorizar a terra e os seus cidadãos. Sabemos que nenhum Partido se pode arrogar ser dono dos votos dos eleitores e, em última análise, a vontade popular é “quem mais ordena”. Ainda recentemente foi decidido instalar em Sobrado uma Central de Tratamento de Resíduos de Construção e Demolição. Tanto quanto sabemos os Sobradenses passaram ao lado da decisão. Ora, este tipo de gestão sem a participação dos cidadãos, está ultrapassado. O povo de Sobrado é soberano e saberá escolher o derradeiro momento para a mudança.

Afonso Lobão

P. – Aproximam-se eleições. Pensa que é esse o momento para a mudança em Sobrado? R. – Isso ainda vem longe. Falta um ano para a realização de novas eleições autárquicas. Até lá é preciso credibilizar as alternativas políticas, quer ao nível de projectos para o desenvolvimento sustentável da Vila, quer ao nível dos protagonistas. O PS quer construir essa alternativa em conjunto com os cidadãos de Sobrado. A Vila tem, hoje, muitos jovens, homens e mulheres que amam a sua terra e a querem ver projectada. Penso que são os jovens quadros da terra que hoje têm a responsabilidade de enfrentar os desafios, sustentados na sabedoria e experiência dos mais velhos. As colectividades da terra, o Sobradense, a própria Comissão das Bugiadas, o Centro Social e Paroquial têm, a dirigi-las, pessoas jovens e muito competentes. Pois bem, aproveite-se essa disponibilidade para o impulso que é necessário dar a Sobrado. O que é preciso é que se criem redes… que agreguem essas vontades. O que não pode acontecer é que se perca esse dinamismo, o voluntariado cultural, social e desportivo, por laxismo ou desleixo da Autarquia. E o que parece existir em demasia, em Sobrado e no resto do Concelho, é marasmo, diria mesmo, estagnação… P. – Mas a Vila de Sobrado tem potencialidades que podem ser exploradas? R. - Sabe que fui o autor da elevação a Vila da freguesia de Sobrado e, também por isso, tenho alguma afectividade pela terra que, na minha opinião, é um pequeno oásis na Área Metropolitana do Porto. Concluídas as acessibilidades será um espaço procurado por jovens quadros, que encontrarão nesta terra qualidade de vida e proximidade das empresas onde trabalham. As facilidades de acesso ao Porto, ao aeroporto, ao Porto do Douro e Leixões, às grandes zonas empregadoras do Porto e às escolas e universidades, tornam a Vila apetecível. Porém, sem por em causa o progresso e a modernidade há que tomar providências para evitar que o “ar puro” que hoje se respira não se deteriore. P. – E o apoio às empresas instaladas na Vila e geradoras de emprego? R. – As empresas devem ser acarinhadas à semelhança do que se verifica noutros municípios, alguns aqui bem perto. Quem anda na rua e fala com os empresários ou com a gente simples do povo, facilmente constata que a terra parou no tempo. Há que potenciar as zonas industriais, nomeadamente a da Vila de Sobrado, para criar emprego sem descurar a natureza, nomeadamente a água, as margens e o leito do Rio Ferreira. A propósito recordo que, enquanto deputado, contribuí para que a legislação que penalizava os contribuintes que possuíssem terrenos junto de vias rápidas, onerando-os com uma contribuição especial de 30%, fosse alterada. Os proprietários de Sobrado, tal como os de Gandra, em Paredes, que possuem terrenos junto à A41 e futura CREP, seriam atingidos por tal contribuição especial, não fora a minha intervenção. Porventura os Sobradenses não sabem disto … Mas falando de emprego é bom que se saiba que a emigração para Espanha já não é a solução. Este País enfrenta, hoje, tal como outros, graves problemas de desemprego e daí que eu entenda que nos devemos mobilizar no Concelho para sermos capazes de criar economias sustentáveis e gerar emprego. A sua voz vai ganhar nova expressão... Dê a sua opinião para mudarvalongo@gmail.com

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