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CELEBRAÇÃO DE AÇÃO DE GRAÇAS PELA CANONIZAÇÃO DO PADRE JOSÉ DE ANCHIETA Ambiente: se a celebração não for na igreja, preparar bem o ambiente; sobre uma mesinha colocar a Bíblia, a imagem ou uma estampa do Pe. José de Anchieta, Livros de catequese ...

RITOS INICIAIS Refrão meditativo Canto de Abertura1. Feliz o homem que ama o Senhor e segue seus mandamentos o seu coração é repleto de amor, Deus mesmo e seu alimento. Feliz o que anda na lei do Senhor e segue o caminho que Deus lhe indicou terá recompensa no Reino do Céu porque muito amou. Feliz quem se alegra em servir ao irmão segundo os preceitos que Deus lhe ensinou: Verá maravilhas de Deus, o Senhor. Porque muito amou! Feliz quem confia na força do bem seguindo os caminhos da paz e do perdão: será acolhido nos braços do Pai, porque muito amou! Feliz quem dá graças de bom coração e estende sua mão ao sem voz e sem vez, terá no banquete um lugar para si, porque muito amou! Sinal da Cruz e Saudação PR.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. AS.: Amém! PR.: O Deus que nos chamou à vida e à santidade pela ação de seu Divino Espírito esteja convosco. AS.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo! Recordação da Vida (sentados) PR.: Demos graças ao Senhor porque ele é bom! Demos graças pela Canonização do Padre José de Anchieta, o “Apóstolo do Brasil”. Em clima de ação de graças, recordemos a pessoa e a obra daquele que, nas novas terras do Brasil, semeou as sementes da Boa Nova de Jesus Cristo. Leitor 1: Quem foi São José de Anchieta? O Padre José de Anchieta nasceu em San Cristobal de la Laguna (Canárias), em 19.03.1534; seu pai, Juan López de Anchieta, vinha de importante família basca,

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Feliz o Homem que a ama o Senhor. Letra e Música: Frei Fabreti; ou outro, à escolha.


onde foi opositor político de Carlos V. Juan López, encontrando refúgio nas Canárias para escapar das perseguições sofridas; a mãe foi Mencía Díaz de Calvijo e Llerena, natural das Canárias. José foi enviado para estudar em Coimbra quando tinha 14 ou 15 anos de idade; durante seus estudos de filosofia na universidade de Coimbra, teve contato com os jesuítas, apenas fundados como Ordem religiosa; em 1º de maio de 1551, José entrou na Companhia de Jesus. Enquanto na comunidade local eram lidas as cartas dos primeiros missionários jesuítas no Oriente, entre os quais, S. Francisco Xavier, nasceu em Anchieta o desejo de também seguir o mesmo caminho missionário; mas foi enviado ao Brasil pelo próprio Inácio de Loyola, fundador da Companhia de Jesus; em Salvador, de fato, já estavam em ação, o padre. Manuel da Nóbrega e alguns companheiros. Leitor 2: José de Anchieta partiu de Lisboa em 8 de maio de 1553 e desembarcou em Salvador no dia 13 de julho seguinte, ainda noviço e com apenas 19 anos de idade. Após um breve período de adaptação, acompanhou o Padre Nóbrega para a nova missão de Piratininga, onde chegaram em 24 de janeiro de 1554; no dia seguinte, festa litúrgica da Conversão do apóstolo São Paulo, foi celebrada a primeira missa nesta missão, que recebeu o nome de São Paulo, em homenagem ao Apóstolo-missionário. Esta data é reconhecida oficialmente como marco histórico da fundação da cidade de São Paulo. Anchieta desempenhou ali um intenso trabalho no colégio, o primeiro dos jesuítas na América; ensinou a língua portuguesa aos filhos de índios e portugueses; mas também estudou a língua dos indígenas e compôs a primeira gramática da língua tupi; no mesmo idioma dos índios escreveu um catecismo, várias peças de teatro e hinos; compôs poemas e escreveu obras em português, latim e tupi e guarani. Leitor 1: Nos primeiros meses de 1563 acompanhou o padre Nóbrega na negociação da paz entre portugueses e tamoios; estes ameaçavam a colônia de São Vicente. Para dar provas de sinceridade na proposta de paz, Anchieta entregou-se aos índios como refém, ficando mais de 6 meses entre os Iperoig, enquanto Nóbrega e seus companheiros negociavam a paz com a Confederação dos Tamoios. Nesse mesmo período, nada fácil e de contínuos riscos para sua vida, Anchieta escreveu nas areias de uma praia de Ubatuba seu Poema à Virgem Maria. Uma vez conseguida a paz, ele se dedicou às missões de São Vicente e de São Paulo, sempre atento à educação, à saúde e à assistência religiosa de indígenas e portugueses. No dia 6 de junho de 1566 recebeu, na catedral de Salvador, a ordenação sacerdotal. Tinha então, quase 32 anos de idade. Leitor 2: Em janeiro de 1567, partiu com o Padre Nóbrega para o Rio de Janeiro, para fundar o colégio local, que também regeu como reitor entre 1570 e 1573. Nos anos seguintes, foi o responsável pela missão de São Vicente, onde se dedicou sobretudo à catequese entre os índios Tapuias. Enquanto isso, escrevia longos relatos aos superiores da Companhia de Jesus sobre suas atividades missionárias; fino observador dos usos e costumes indígenas, suas cartas estão repletas de elementos preciosos para os estudos antropológicos dos primeiros habitantes do Brasil. Mas também são muitas as suas anotações sobre a flora, a fauna, a geografia e o clima da terra brasileira. Anchieta pode ser considerado um dos primeiros antropólogos e naturalistas do Brasil. Leitor 1: Em 1576, tornou-se o quinto provincial da Companhia de Jesus no Brasil, ocupando esse cargo até 1587; apesar de sua saúde, nunca boa, empreendeu constantes viagens percorrendo o litoral desde Cananeia, no sul de São Paulo, até o Recife, para acompanhar as várias missões que os jesuítas já possuíam no Brasil. Foi também com a sua colaboração que tiveram início as reduções do Paraguai, com sede inicial em Assunção, e que se estenderam também para o território da Argentina e do sul do Brasil, ao longo dos rios Paraguai, Paraná e Uruguai. A essa altura, já trabalhavam 140 missionários da Companhia no vasto território do Brasil, aos quais Anchieta visitava duas vezes por ano, dando origem também a novas iniciativas missionárias, mesmo no interior do país, fundando escolas e colégios. No Rio de Janeiro, em 1582, iniciou a construção da Santa Casa de Misericórdia, destinada a assistir os doentes e as vítimas das frequentes epidemias.


Leitor 2: Anchieta foi sempre um religioso interessado profundamente nas pessoas, dando especial atenção aos pobres e doentes, mas também aos grupos indígenas ameaçados e aos negros escravizados; percorria grandes distâncias para visitar algum doente. À noite, sobretudo, passava longas horas em oração e seu desejo era levar a todos a luz do Evangelho de Cristo; a educação era parte integrante de seu trabalho missionário; soube respeitar e valorizar os elementos culturais dos povos originários do Brasil. Em 1587, deixando o cargo de superior provincial, respondeu por vários anos, como reitor, pelo colégio de Vitória. Ali começou a sentir mais fortemente a doença que o levaria à morte em 9 de junho de 1597, enquanto se encontrava em Reritiba, uma localidade no Espírito Santo por ele mesmo fundada e que recebeu, mais tarde, o nome de Anchieta. Seu corpo foi levado para Vitória, (pelos índios) para os solenes funerais. Na homilia do seu funeral, o Prelado do Rio de Janeiro, D. Bartolomeu Simões Pereira, proclamou o Padre José de Anchieta, “o Apóstolo do Brasil”. (Este texto tem como base o artigo: Quem foi Pe. José de Anchieta? da autoria do Cardeal Odilo Pedro Scherer, Arcebispo de São Paulo.) Hino2 Entoai ao Senhor novo canto, Pois prodígios foi ele quem fez. Sua mão e o seu braço santo. A vitória lhe deram, de vez. Então, os povos viram O Deus que nos salvou! Por isso, ó terra inteira, Cantai louvor a Deus! O Senhor revelou seu auxílio, Sua justiça aos povos mostrou. Recordou-se de sua bondade, Em favor de seu povo fiel. Celebrai o Senhor com a harpa, Com viola o saltério cantai. Com tambores, cornetas e flautas Aclamai ao Senhor, Deus e Rei! Batam palmas o mar e os peixes, O universo e o que ele contém. Que os rios alegres aclamem E as montanhas bendigam a Deus. Ante a face de Deus alegrai-vos: Ele vem para nos governar. Guiará com justiça os povos, Na harmonia e na paz as nações. LITURGIA DA PALAVRA 2

Hinário Litúrgico da CNBB, 3, p. 402; ou outro canto, a escolher, que seja de louvor e agradecimento a Deus.


Primeira Leitura: 1Cor 9,16-19 Irmãos, pregar o evangelho não é para mim motivo de glória. É antes uma necessidade para mim, uma imposição. Ai de mim se eu não pregar o evangelho! Se eu exercesse minha função de pregador por iniciativa própria, eu teria direito a salário. Mas, como a iniciativa não é minha, trata-se de um encargo que me foi confiado. Em que consiste então o meu salário? Em pregar o evangelho, oferecendo-o de graça, e sem usar os direitos que o evangelho me dá. Palavra do Senhor. AS.: Graças a Deus! Salmo Responsorial: Sl 135/136 Refrão: Dai graças ao Senhor, porque ele é bom!3 Eterna é a sua misericórdia Demos graças ao Senhor, porque ele é bom Porque eterno é seu amor! Demos graças ao Senhor dos senhores, Porque eterno é seu amor. Somente ele é que fez grandes maravilhas; Porque eterno é seu amor! Ele criou o firmamento com saber; Porque eterno é o seu amor. Ele guiou pelo deserto o seu povo; Porque eterno é seu amor. De nós, seu povo, humilhado, recordou-se; Porque eterno é seu amor. A todo ser vivente ele alimenta; Porque eterno é seu amor. Demos graças ao Senhor, o Deus dos Céus: Porque eterno é seu amor. Aclamação ao Evangelho (Tempo da Quaresma) Louvor a vós, ó Cristo Rei; Rei da eterna glória! A paz de Cristo reine em vossos corações; ricamente habite em vós sua palavra. Louvor a vós, ó Cristo Rei; Rei da eterna glória!

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Hinário Litúrgico da CNBB, 2, pp. 93-94.


Ou: Aclamação ao Evangelho (Tempo Pascal) Aleluia, Aleluia, Aleluia! A paz de Cristo reine em vossos corações; ricamente habite em vós sua palavra. Aleluia, Aleluia, Aleluia! Evangelho: Lc. 10, 1-9

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas. AS.: Glória a vós, Senhor! Naquele tempo, o Senhor escolheu outros setenta e dois discípulos e os enviou dois a dois, na sua frente, a toda cidade e lugar aonde ele próprio devia ir. E dizia-lhes: “A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos. Por isso, pedi ao dono da messe que mande trabalhadores para a colheita. Eis que vos envio como cordeiros para o meio de lobos. Não leveis bolsa nem sacola nem sandálias, e não cumprimenteis ninguém pelo caminho! Em qualquer casa em que entrardes, dizei primeiro: ‘A paz esteja nesta casa!’ Se ali morar um amigo da paz, a vossa paz repousará sobre ele; se não, ela voltará para vós. Permanecei naquela mesma casa, comei e bebei do que tiverem, porque o trabalhador merece o seu salário. Não passeis de casa em casa. Quando entrardes numa cidade e fordes bem recebidos, comei do que vos servirem, curai os doentes que nela houver e dizei ao povo: ‘O Reino de Deus está próximo de vós’ ”. Palavra da Salvação. AS.: Glória a vós, Senhor! Homilia/Partilha da Palavra - Meditação - Silêncio Preces PR.: Irmãos e irmãs, agradeçamos a Deus, nosso Pai, por todos os benefícios que dele recebemos por intermédio dos apóstolos. AS.: Bendito sejais, Senhor! •

Bendito sejais, Senhor, pela confiança que suscitais nos apóstolos de vosso Filho Jesus.

Bendito sejais, Senhor, pelo fecundo apostolado de José de Anchieta em terras brasileiras.

Bendito sejais, Senhor, pela Boa Nova de salvação anunciada por José de Anchieta nesta terra de Santa Cruz.

Bendito sejais, Senhor, pelo ardor apostólico dos missionários e missionárias do Evangelho nas diferentes culturas.

Bendito sejais, Senhor, pelos catequistas que, a exemplo de José de Anchieta, iniciam na fé e aprofundam a vida cristã de nossas comunidades.

Outras preces...


PR.: O Senhor nos comunicou o seu Espírito; com a confiança e a liberdade de filhos e filhas de Deus, rezemos confiantes a oração que o Senhor nos ensinou: AS.: Pai nosso... PR.: Ó Pai, por amor nos enviastes Jesus Cristo, nosso Salvador. Ressuscitado, ele deu à Igreja a missão de anunciar o Evangelho a todos os Povos. Nós vos glorificamos e damos graças pela canonização do discípulo missionário de vosso Filho, o Padre José de Anchieta, Apóstolo do Brasil. Ele veio à nossa terra movido pelo zelo missionário: anunciar Jesus Cristo, difundir o Evangelho. Enfrentou dificuldades e perigos, sem se deixar intimidar: “Nada é difícil para aqueles que acalentam no coração e têm como fim único a glória de Deus e a salvação das almas, pelas quais não hesitam em dar a sua vida”. Concedei-nos, pelo vosso Espírito, a graça de compreender os homens e as mulheres de hoje, a quem somos enviados para comunicar a alegria do Evangelho. Fortalecei-nos na missão pelo apego vivo e afetuoso a Cristo crucificado e ressuscitado e pelo terno amor a Maria, Mãe de Deus e nossa. Interceda por nós São José de Anchieta, missionário e sacerdote, catequista, defensor dos pequenos. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. AS.: Amém!

RITOS FINAIS Bênção Final Quando a celebração foi presidida por um padre ou um diácono: PR.: O Senhor esteja convosco. AS.: Ele está no meio de nós. PR.: O Deus, que é nosso Pai e que nos reuniu hoje para celebrar São José de Anchieta, Apóstolo do Brasil, vos abençoe, vos proteja e vos confirme na sua paz. AS.: Amém! PR.: O Cristo Senhor, que manifestou em São José de Anchieta, a força renovadora da Páscoa, vos torne testemunhas do seu Evangelho. AS.: Amém! PR.: O Espírito Santo que em São José de Anchieta nos ofereceu um sinal de solidariedade fraterna, vos torne promotores da comunhão de fé e de amor. AS.: Amém! PR.: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho e Espírito Santo. AS.: Amém. Quando a celebração foi presidida por um(a) religioso(a) ou por um(a) leigo(a): PR.: O Deus, Pai das misericórdias, que enviou ao mundo a sua Palavra, Jesus Cristo, e ensinou através de seu Espírito toda verdade, nos faça mensageiros do Evangelho e testemunhas do seu amor no mundo, a exemplo de São José de Anchieta. AS.: Amém.


PR.: Antes de nos despedirmos, saudemos Maria, a Mãe de Deus, com uns versos do Poema à Virgem, composto por São José de Anchieta: “Compaixão e pranto da Virgem na morte do Filho”. O poema pode ser declamado por uma pessoa ou alternando, solo e assembleia. 1. Minha alma, por que tu te abandonas ao profundo sono? Por que no pesado sono, tão fundo ressonas? Não te move à aflição dessa Mãe toda em pranto, Que a morte tão cruel do Filho chora tanto? 2. Olha como está prostrado diante da Face do Pai, Todo o suor de sangue do seu corpo se esvai. Olha a multidão se comporta como ele se ladrão fosse, Pisam-no e amarram as mãos presas ao pescoço. 1. Vê como os carrascos pregaram no lenho As inocentes mãos atravessadas por cravos. Olha como na Cruz o algoz cruel prega Os inocentes pés o cravo atravessa. 2. Eis o Senhor, grosseiramente dilacerado pendurado no tronco, Pagando com seu Divino Sangue o antigo crime! Vê: quão grande e funesta ferida transpassa o peito, aberto Donde corre mistura de sangue e água. 1. Mas se tanta dor não admite consolação É porque a cruel morte levou a vida de sua vida, Ao menos chorarás lastimando a injúria, Injúria, que causou a morte violenta. 2. Mas onde te levou Mãe, o tormento dessa dor? Que região te guardou a prantear tal morte? Acaso as montanhas ouvirão Teus lamentos? Onde está a terra podre dos ossos humanos? Acaso está nas trevas a árvore da Cruz, Onde o teu Jesus foi pregado por Amor? 1. Esta tristeza é a primeira punição da Mãe, No lugar da alegria, segura uma dor cruel, Enquanto a turba gozava de insensata ousadia, Impedindo aquele que foi destruído na Cruz. 2. Mãe, mas este precioso fruto de teu ventre Deu vida eterna a todos os fieis que o amam, E prefere a magia do nascer à força da morte, Ressurgindo, deixou a ti como penhor e herança. 1. Mas finda sua vida, teu Coração perseverou no amor, Foi para o seu repouso com um amor muito forte! O inimigo te arrastou a esta cruz amarga, Que pesou incomodo em teu doce seio.


2. Morreu Jesus traspassado com terríveis chagas Ele, formoso espírito, glória e luz do mundo; Quanta chaga sofreu e tantas lhe causaram dores; Efetivamente, uma vida em vós eram duas! 1. Todavia conserva o Amor em teu Coração, e jamais Evidentemente deixou de o hospedar no Coração, Feito em pedaços pela morte cruel que suportou Pois a lança rasgou o teu Coração enrijecido. 2. Com o querido Filho pregado à Cruz tu querias Que também pregassem teus pés e mãos virginais. Ele tomou para si a dura Cruz e os cravos, E deu-te a lança para guardar no Coração. 1. Agora podes, ó Mãe, descansar, que possui o desejado, A dor mudou para o fundo do teu Coração. Este golpe deixou o teu corpo frio e desligado, Só tu compassiva guarda a cruel chaga no peito. 2. Ó caminho real com pedras preciosas, porta do Céu, Torre de abrigo, lugar de refúgio da alma pura! Ó rosa que exala o perfume da virtude Divina! Jóia lapidada que no Céu o pobre um trono tem! PR.: Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo. AS.: Para sempre seja louvado. Canto Final4 Vai, vai, missionário do Senhor, Vai trabalhar na messe com ardor. Cristo também chegou para anunciar: Não tenhas medo de evangelizar. Chegou a hora de mostrarmos quem é Deus À América Latina e aos sofridos povos seus, Que passam fome, labutam, se condoem, Mas acreditam na libertação. Se és cristão, és também comprometido, Chamado foste tu e também foste escolhido Pra construção do Reino do Senhor: Vai, meu irmão, sem reserva e sem temor

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Vai, vai, missionário do Senhor, Letra e Música de Jarbas Gregório; ou: O Senhor me chamou a trabalhar (Hinário Litúrgico da CNBB, 3, p. 440) ou outro canto missionário.

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